HISTÓRIA DA AUTOMAÇÃO BANCÁRIA BRASILEIRA DÉCADAS DE 60 E 70

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1 Mesa Redonda n 1 3 de setembro de 2009 HISTÓRIA DA AUTOMAÇÃO BANCÁRIA BRASILEIRA DÉCADAS DE 60 E 70 Duração: 2h Fernando Meirelles (FGV) Bem-vindos à Primeira Mesa Redonda desse projeto ambicioso realizado pelo Karman com parceria de vários centros e órgãos da Fundação Getúlio Vargas. Participam desse projeto o nosso Centro de Tecnologia de Informação Aplicada, o nosso Centro de Excelência Bancária, o nosso Fórum de Inovação, que vai tentar capturar um pouquinho das vertentes, dos catalisadores desse processo, e a nossa Revista RAE. Formalmente, o projeto se iniciou com Karman e o Professor Eduardo Diniz, que está desde o começo do projeto e atua na RAE e no Centro de Excelência Bancária. Também participa e está aqui presente o Professor Alberto Albertin, que junto comigo toca o Centro de Tecnologia de Informação Aplicada. Os sete protagonistas convidados a participar desta mesa falarão um pouco sobre a história da Automação Bancária no Brasil nas décadas de 60 e 70. E, depois, como vamos ampliar essa discussão para a internet e outros ambientes, vamos adicionando novas histórias até conseguir convergir para o nosso livro.

2 Antônio Geraldo Toledo Moraes Sou formado em Administração de Empresas numa antiga escolinha que ficava na rua Martins Fontes, aqui no centro da cidade. Vocês conhecem? (risos e a concordância de Fernando Meirelles de que foi lá que a FGV-SP começou). Sou da terceira turma da FGV, e tenho muito orgulho de voltar hoje para esta casa. Sempre que alguém quer contar a história, tem de começar com a pré-história. Não existe história sem pré-história. E eu, como sou um troglodita no assunto (risos), vou começar conceituando o que é sistema, na minha opinião. Hoje em dia, todo mundo que mexe com computador se atribui um analista de sistemas, por isso é importante partirmos para essa definição básica. Sistema é um conjunto de procedimentos coerentes entre si para atingir determinado objetivo. Desse modo, o sistema manual de máquina de escrever é um sistema, o sistema de água, luz, telefone, transporte... E o conjunto de operações bancárias também é um sistema. Comecei com o sistema UR, um sistema de registro de cartão perfurado, onde não havia eletrônica, eram relês. Trabalhei no Banco Federal de Crédito, hoje Banco Itaú, implantei o primeiro sistema de cartão perfurado, que fazia carteira de cobrança, caução e desconto. O sistema se chamava Hollerith. Foi inventado por um engenheiro alemão chamado Hollerith, que mudou para os Estados Unidos e inventou o cartão perfurado, que foi implantado em 1890 no Censo americano. Daí ele criou uma empresa de máquinas que processavam o cartão perfurado. No Brasil, as repartições públicas adotaram esse sistema nas décadas de 20 ou 30 para fazer o pagamento. Daí que o aviso de pagamento virou hollerith, porque era da seção hollerith. Minha experiência começou com o cartão perfurado, com os processos de cobrança, caução e desconto. Era uma loucura fazer aquilo. Não havia check-digit, então havia as conferências. A cada perfuração tinha que conferir. Uma máquina perfurava, outra conferia. E todo o sistema era processado com cartão perfurado. Daí veio o Bradesco, que causava inveja a todos os demais bancos no Brasil, já tinha um 1401, o famoso computador. Enorme, tinha 8 KB de memória. Com esse computador, o Bradesco fazia milagres. Então, aí o Banco Federal de Crédito resolveu comprar também um computador e contratou um Nesse tempo, o Carlos Eduardo Fonseca, o Karman, já começou a trabalhar conosco no banco. E no 1401 nós fizemos conta-corrente. Comecei no birô da IBM da rua São Luís. Tinha um block time. Levava toda noite lá cartão perfurado, em cima do meu Fusca, e a fita magnética. Das oito às dez nós processávamos conta-corrente. Não batia quase nada, era aquele inferno, tínhamos de ticar a lista todo dia. Aí conseguimos finalmente receber o computador em casa, já

3 com alguma experiência do sistema. Aí o Karman, o Sawaya, o Zaidan e o Lino Rolo todos gênios da informática começaram a aprender sozinhos. O sistema IBM, em termos de metodologia a essa altura era zero. Ela só ensinava a programar, mas em termos de processo, de controle de processo, zero. A única coisa que a IBM tinha realmente boa era o after service, isso era indiscutível. Era o sistema mais caro, mais complicado, oito mil versões, mas telefonava e no dia seguinte estava um técnico lá na hora. Veio gente até de Nova York, pegando o avião de noite para atender o Banco Itaú de madrugada. Isso fazia parte do grande sofrimento que foi o início do sistema de processamento de dados. O fornecedor não sabia operar as máquinas, o usuário não sabia operar as máquinas, as áreas do banco eram contra, com medo de perder o emprego. Era uma loucura o início de processamento de dados do sistema bancário. Mas aí tivemos sorte e com o tempo fomos melhorando, melhorando. O grande problema nosso sempre foi a entrada de dados, esse sempre era o drama do processamento de dados. Seja em bancos, seja em qualquer lugar. No início era o cartão, era um inferno. Depois apareceu a Olivetti com a fita perfurada. Depois veio o disquete. Aí a própria Olivetti tinha o equipamento adequado, DE-520, e aí já deu uma melhoradinha. Mas a grande solução mesmo, parte foi o caráter magnético, para leitura de cheques e depois veio o sistema online e o código de barras. Houve uma tentativa intermediária, com a tal da leitura ótica, que não pegou. Mas a solução toda demorou. Só na década de 80 que se começou a ter o código de barras e o online, aí resolveu todo o problema de entrada de dados. Era o grande gargalo do processamento de dados. Até a década de 80, o grande gargalo era o sistema de entrada de dados. Cândido Leonelli Fiz engenharia eletrônica na Mauá, trabalhei na Olivetti, na Digirede, na Scopus e posteriormente no banco Bradesco, onde estou até hoje. Queria aproveitar para fazer uma reflexão sobre a importância dos visionários, dos fundadores dos bancos brasileiros, dos nossos grandes líderes, nesse processo todo que levou, inclusive, à automação. O Niels Bohr, que é um famoso cientista, diz que é difícil fazer previsões, principalmente sobre o futuro. Acho que pessoas como o Amador Aguiar, no nosso caso, do Bradesco, tiveram essa capacidade visionária. Nós temos documentos de 1949 em que o Amador Aguiar escreve: Cliente, reclame, só assim eu posso te atender melhor. Em 1954, acho que ele inventou o CRM, pois tem um documento dele, um lembrete para uma reunião, que fala de prospecção, fidelização, retenção e recuperação de cliente.

4 Ele inventou o marketing one-to-one porque na década de 40, de 50, ele falou para os gerentes: Sentem na porta da agência e chamem seu cliente pelo nome. Tudo isso era possível sem tecnologia naquela época. Depois a tecnologia foi atrás, na medida em que as grandes quantidades de clientes foram chegando. E ele inventou também o backup. Porque a famosa IBM fez a proposta do 1401 e ele falou: Sabe de uma coisa, eu quero dois! Porque quem tem um, não tem nada. Queria também fazer uma reverência à engenharia nacional. Acho que a automação bancária se deve à capacidade dos nossos engenheiros. Não é à toa que aqui na sala temos representantes das melhores escolas de engenharia do país. Do ITA, da Poli, que formaram os verdadeiros precursores da automação bancária no país. Por que eu digo isso? Porque muitas vezes se justifica a nossa capacidade transacional e velocidade, qualidade e capacidade por causa da inflação. Claro, a inflação tinha o seu peso nessas decisões. Mas, na verdade, nós tínhamos peculiaridades no sistema bancário brasileiro que obrigaram a nossa engenharia a se esforçar mais do que lá fora. Nós éramos já desregulamentados desde o início. Quer dizer, os bancos nacionais são nacionais, não são regionais. Temos distâncias continentais no nosso país, cobertura geográfica liberada para todos os bancos, fazemos o atendimento ao público, coisa que nos outros países é feito pelos Correios. Hoje ainda no Brasil se paga tudo nos bancos. Havia uma concorrência muito acirrada e o sistema de telecomunicações era um monopólio e não atendia às necessidades dos bancos. Aliás, foram os bancos que quebraram pela primeira vez esse monopólio. As primeiras redes de telecomunicações privadas talvez o pessoal mais jovem não possa nem entender isso, mas você era obrigado a ter uma máquina como se fosse um telefone, na época era um telex, cedido pela Embratel. Você não podia comprar um telex, você tinha uma linha e um equipamento que eram fornecidos pela Embratel. Para sorte minha, fabricados pela Olivetti, que tinha contrato com a Embratel. Mas essas redes de telecomunicações não nos atendiam. Costumo dizer que engenheiro de gravata, aquele que recebe manuais, traduz manuais e sai vendendo soluções, tentando encontrar problemas, principalmente na época de Reserva de Mercado, ele se transformou num engenheiro de bancada, não de gravata. Nós fizemos muitas coisas em termos de automação bancária aqui no Brasil e nós temos que nos orgulhar muito disso. Eu freqüento a USP todos os dias e eu tinha contato com os quarto-anistas, quintoanistas da Poli e a procura por atividade de fato de engenharia e não para se transformar num vendedor, foi muito importante durante a época da Reserva de Mercado. Eu credito a isso o nível de automação do país em termos de bancos, que hoje desaguou no internet banking. Não sei se os senhores sabem, mas o primeiro internet banking fora dos Estados Unidos foi no Brasil. E por que só tinha um banco fora dos

5 Estados Unidos? Porque o governo americano não permitia que o browser tivesse segurança. Aquela história do cadeadozinho que se fecha que se conhece hoje, o governo americano não permitia que, fora da fronteira americana, houvesse transação segura. A Scopus, que é uma empresa tipicamente de engenharia nacional, muito ligada à Poli, foi lá para o MIT, achou lá os três cientistas que escreveram os algoritmos e comprou o algoritmo para poder implementar aqui no Brasil a famosa segurança que fecha o cadeado com chaves de 128 bits. Então, a engenharia nacional tem um papel muito importante. Queria ainda falar da importância da Olivetti nos anos 50 e 60. De fato, todas as máquinas de contabilidade dos bancos eram Olivetti. E essa máquina perfurava uma fita de papel. Com um furo quadrado. A capacidade da Olivetti era tal, em termos de marketing, que a gente conseguia justificar que o leitor, ao ler um furo quadrado, formava de fato uma onda zero-ou-um digitalmente mais fácil de identificar do que se o furo fosse redondo. Que dizer, era um absurdo. A capacidade de marketing era tal, que nos permitiu isso. Esta posição da Olivetti era tão forte que, como a única máquina que lia esses furos quadrados era a Univac, muitos bancos no Brasil, antes mesmo de ter IBM, tiveram Univac. Até que depois nós começamos a comercializar na Olivetti o famoso RC-2000, RC-3000, que transformava os furos quadrados numa fita magnética que pudesse ser lida pelos computadores. Outro dado interessante foi a transição do data entry, que era um grande problema dos bancos. Era cartão perfurado, depois a IBM ofereceu sistemas online com o famoso vídeo 2260, que parava um computador do banco só para fazer data entry, e aí começaram as soluções offline. E a DE-520 foi um produto tão interessante que, durante a época da Reserva de Mercado, o governo brasileiro tentou trazer a fabricação desse produto para o país. E se vocês talvez não lembrem, mas rememorarem, a Cobra, que era uma empresa do governo, fabricou o sucessor da DE-520. Como a Olivetti não permitia a fabricação da DE-520, eles foram à Sycor, nos Estados Unidos, e trouxeram o Sycor 340. Aqui, de interessante, é a famosa briga entre o cassete com o floppy no data entry. Olivetti versus IBM. Novamente a capacidade de marketing da Olivetti. É evidente que, na época, o suporte cassete era inferior ao floppy. Evidente. Só que a estação de trabalho da IBM tinha o teclado não posicionado na frente do vídeo, então o operador digitava torcendo o pescoço. E nós, da Olivetti, explorávamos isso dizendo que na DE não tem o problema de L.E.R. (lesão por esforço repetitivo), que aconteceria no pescoço de quem usa as máquinas IBM. E deu certo, porque a DE teve uma posição importante em termos de processamento de data entry. Na verdade, quando chegou a Reserva de Mercado, o líder em termos do que seria hoje a microinformática era a Olivetti.

6 Outra coisa peculiar é que eu, como Olivetti, negociei com a Scopus uma máquina de entrada de dados no Brasil. E, posteriormente, fui para a Scopus administrar esse mesmo contrato que eu tinha assinado como Olivetti, que foi a fase em que eu trabalhei na indústria nacional. Alcyr Calliari Sou funcionário de carreira do Banco do Brasil. Formado no interior do Rio Grande do Sul, em 41 anos de empresa, acabei chegando na Presidência, depois de ter passado na área de tecnologia. Minha vida é Banco do Brasil. Quem não preserva, quem não estuda, quem não entende o seu passado, não tem futuro. Nós estamos tratando aqui, talvez, da melhor experiência tecnológica que o Brasil já teve, é reconhecida no mundo inteiro. E nos orgulha a todos os que estamos aqui e que, de certa forma, colocamos um tijolinho aqui ou lá, nisso tudo. Quem deveria estar hoje aqui é o Dílson Garcia de Marques, que não pode vir. Sempre trabalhei na área de tecnologia nos bastidores. Porque eu era chefe de gabinete da pessoa mais importante que o banco teve nessa área, que era o Décio de Oliveira Araújo. Mas como é que a coisa toda começou no Banco do Brasil? O Banco do Brasil era um banco estatal, sem grandes problemas para evoluir. Era 50% do sistema bancário em 1962/63. Até que começou a se aventar a criação do Banco Central. Quando estava ficando claro que o Banco Central ia ser realmente criado, como foi, logo no início da Revolução, em abril ou maio de 1964, então em 1963, o Banco do Brasil resolveu se mexer. Criou 18 grupos de trabalho para se modernizar. E um desses grupos de trabalho tratava de processamento de dados, sistemas e telecomunicações. Do qual o Décio de Oliveira Araújo conduziu esse grupo que desembocou, mais na frente, na criação de um departamento responsável pela implantação. A análise desse grupo dividiu em três grandes grupos essas oitocentas e poucas agências que o banco tinha naquela época. O primeiro grupo, chamado de mecanização primária, era voltado para atender áreas onde não tivesse energia elétrica para acionar as máquinas, que era a grande maioria, porque o banco tinha crescido muito na área rural. E a área rural a agência era no local que dava, e normalmente não tinha energia elétrica nesses lugares, então elas tinham que ser baseadas em máquinas de acionamento manual. Tinha que ser na base da manivela. E assim foi. A etapa A tinha três equipamentos valiosíssimos para a época. Uma máquina adressograf, que era para intitular os talonários de cheque. Uma máquina P623B, da Burroughs, que era uma máquina de contabilidade com dois

7 somadores, que era belíssima para o interior. E o autenticador de caixa que permitia mexer com automação, da Burroughs também. Eram os três equipamentos que marcavam a etapa A de mecanização. A Etapa B já era um pouquinho mais sofisticada e tinha uma máquina National 31 A, que tinha dez somadores. Eu fui implantador nesse período. Fui implantar em Sobral e por conta do potentíssimo computador de dez somadores que estava sendo instalado e eu fui entrevistado para a televisão local. A Etapa C em diante era a utilização de equipamentos sofisticados, como os 1401, que o primeiro deles foi adquirido pelo Ministério da Fazenda e alocado no Banco do Brasil para tratar de problemas de câmbio que precederam a mudança de governo no Brasil. Havia um fechamento de câmbio e o Banco do Brasil teve o seu primeiro computador, o 1401, instalado no setor de câmbio no Rio de Janeiro, e atendia também parte a agência central do Rio de Janeiro. Em 1964, quando houve a transformação do Banco Central, o Banco do Brasil começou realmente a pensar seriamente no deslanche da tecnologia. Até porque tinha perdido a capacidade de governo, mas ele continuou por ainda cinco ou seis anos como sendo o principal delegado do Banco Central para desenvolvimento de tecnologias, como no caso da compensação de cheques, que acho que é a parte mais importante que vamos tratar aqui. O Banco do Brasil, e eu que conduzi isso dentro do banco, nós tivemos que montar uma equipe para tratar da compensação de cheque no país, que era trocada de forma rudimentar, banco a banco, em reuniões incríveis. Somando horrores de cheques na mão. Uma seção numa cidade maiorzinha, levava dez, onze horas para poder fechar com todos os envelopes que eram transitados. Depois disso, evoluiu muito. Acho que uma das partes essenciais que vamos tratar nas nossas reuniões é na evolução da compensação de cheques, na troca de fitas, no teleprocessamento e depois no desenvolvimento dos bloquetos de cobrança, que nos diferenciaram. Eu mesmo, na época, viajei para Roterdam para ver como eles tratavam a compensação de cobrança lá, fui aos Estados Unidos para tratar do swift. Então o que vejo como importante nisso tudo é que o Banco do Brasil, com o seu poder de distribuição de agências em todo o país. E, mais ainda, por se tratar de um banco que ao mesmo tempo era normativo e executor. Tinha sensibilidade para perceber os problemas dos bancos porque ele executava também. Isso foi essencial para que se desenvolvesse a compensação de cheque no Brasil. E a equipe que era diretamente subordinada a mim, Antônio Geraldo Toledo Moraes, Naegele, Romeu Ambrósio, nós desenvolvemos a criação de sistemas regionais, a interligação e a compensação nacional. Fui obrigado a fazer muitas palestras no exterior sobre compensação interligada porque chamava a atenção das autoridades de países desenvolvidos. Fiz umas dez ou

8 quinze palestras sobre a compensação interligada, sobre a interligação de sistemas e sobre velocidades do processo. Na minha primeira avaliação, as causas de sucesso dessa automação bancária no Brasil eu atribuo basicamente a alguns itens a inflação sistêmica que tinha no Brasil obrigava os bancos a trabalhar reduzindo o floating, logicamente apropriando o floating e a inflação exigiu sistemas velozes, que nos obrigaram a olhar com muita racionalidade e retirar tudo o que não fosse essencial para poder viabilizar. Acho que isso foi muito importante porque nos deu idéia do que era realmente importante dentro do sistema e foram abandonadas várias coisas laterais, contornos de controles completamente diferenciados, o que ajudou muito no desenvolvimento da tecnologia. A lei da informática. A restrição ao uso de equipamentos estrangeiros, que de certa forma trouxe um montão de inibições para todos nós, impondo severas restrições. De outro lado, nos obrigou a trabalhar no máximo da exigência de criatividade, nos obrigou a utilizar o máximo de potencialidade em máquinas ridículas para os países desenvolvidos, que trabalhavam na ociosidade dos seus processos. E relaxavam na racionalização dos sistemas. Além de trazer isso, potencializou a indústria nacional para produzir algumas coisas aqui que foram essenciais para o desenvolvimento posterior. A enorme sinergia que existia entre os técnicos dos vários bancos, que se reuniam para trocar idéias, e a colaboração que houve entre Bradesco, Itaú, Banco do Brasil e demais outros bancos do sistema. Porque nós todos éramos sonhadores, e víamos ali uma condição fora do contexto burocrático que vivíamos no Brasil, nunca esquecendo que o Brasil, pela sua origem portuguesa, é extremamente burocratizado na sua legislação. Portanto, teve muito a ver a sinergia que havia entre Karman, entre Calliari, toda essa turma. A gente se reunia seguidamente para olhar, discutir o futuro, pensar como as ações podiam se desenvolver. E ao mesmo tempo em que havia uma ferrenha disputa por mercado, havia um interesse, uma coordenação, uma amizade, uma troca de experiências limpa, nada por baixo da mesa, que permitiu o desenvolvimento harmônico de soluções para o país todo, que foram depois implantadas. A experiência do Banco do Brasil como órgão normativo e também executor. Porque ao executar lá nas pontas, ele sofria as dores do parto de produzir as coisas e tinha a sensibilidade para trazer essas coisas para dentro das normas. As normas, quando construídas por burocratas que não entendem da vida, são normalmente desassociadas da realidade. E aí nós conseguimos produzir, por conversas com todo mundo, éramos capazes de entender os problemas colocados pelos bancos. Acho que uma das grandes virtudes disso foi durante esse período o Banco do Brasil ter dupla ação, ação normativa e ação executiva na ponta. Criatividade dos técnicos brasileiros, que é reconhecida no mundo inteiro. Não podemos descartar que o brasileiro, com seu jeitinho, com sua capacidade de enfrentar problemas, buscar soluções novas, entender uma dimensão além daquela da

9 normalidade permitiu que se dessem soluções brilhantes para trocas de malotes, trocas de fita, padronizações adequadas. Falou-se aqui sobre a padronização dos boletos bancários. Quantas discussões para se definir o sistema de captação CMC7, mas sempre dentro de uma visão de muita criatividade e de muita harmonia. E a engenharia nacional, que foi capaz de acompanhar isso, produzir tecnologias adequadas e que nos deixam hoje muito felizes de saber que a FGV se alia dentro desse processo para recuperar coisas bem-sucedidas no Brasil. Temos que ter orgulho das nossas coisas. E eu penso que a FGV pinça exemplos de contribuição vencedores, de forma a produzir aqui dentro a maturação, a discussão disso, de modo a disparar pelo espírito nacional que nós somos capazes, que somos também pertencentes a um tipo de técnicos e de pessoas capazes de construir o futuro. Gilberto Dib Eu sou formado pelo ITA em Iniciei minha carreira como engenheiro eletrônico na primeira década escolhida para se retratar aqui. O que aconteceu antes de 1960 faz também parte da história, mas como toda curva de crescimento, nós pegamos uma curva, na década de 60, extremamente acelerada. Acho que a história da automação bancária brasileira tem muito a ensinar para os jovens e também para os maduros de hoje. Minha experiência é uma das mais diversificadas, na medida em que não fui funcionário de carreira de nenhum banco, não fui funcionário por mais de cinco anos de nenhuma empresa na minha vida. A única empresa onde estou há mais tempo, 20 anos, é a minha própria. Ainda não me demiti (risos). Como era o estágio da tecnologia na década de 60? Falávamos de mecanização, não era ainda nem processamento de dados. Falávamos dos equipamentos convencionais, das tabuladoras. Falávamos da programação de computadores feita em painéis fixos, eu vi isso aí. Não usei, não programei, mas vi em um dos bancos no qual eu trabalhei. Falávamos realmente em cartões perfurados. A entrada de dados, para todas as finalidades, era feita por cartões perfurados. Perfuradora de cartão era a grande tecnologia, o grande assunto. Havia também já a fita magnética nesse tempo, na década de 60. Falávamos das CPUs, o que tinham na parte principal dos computadores... Nós falávamos de máquinas que seriam monoprogramáveis, só um programa rodando, com cartão. Não existia multitasking, como hoje. Era o Quando comecei, ele tinha só 4 KB de memória. Na segunda metade da década de 60, eu não trabalhava nem na Olivetti, nem na IBM, eu trabalhava nessa tal de Burroughs ninguém sabia falar o nome da empresa. Era

10 realmente o grande concorrente do mercado. Furo redondo, exatamente. Nada como tudo rounded, é muito mais fácil. Esse negócio de quadrado gerava um pulso tremendo que ninguém sabia controlar, precisava de muito engenheiro do ITA e da Poli, para resolver o problema... Naquele tempo, eram máquinas Burroughs B-200, de 4,8 KB. Nosso mote de venda é que tinha 4,8 KB de memória, o da IBM tinha 4 KB. Você tinha que desgravar para sentir que tinha memória. Naquele tempo tinha também outro concorrente, o Univac. Não era só a IBM, mas é verdade que a IBM tinha uma influência muito grande. A programação era feita em Assembler, linguagem de baixo nível. Uma linha de código equivalia a uma linha de instrução de máquina. Um por um. A compilação era feita em cartões, a gente passava vários passos. Punha o primeiro deck, passava o segundo, passava o terceiro, virava um programa, gerava a linguagem objeto, que era um deck de cartões. Para rodar as aplicações, primeiro punha o deckzinho de programas, depois os dados e jogava lá. Imagina o que era isso. Mas era assim naquele tempo, na década de sessenta. Eu então me formei no ITA, em 1963, e trabalhei de 1965 a 1969 na Burroughs. Meu começo foi justamente treinar os bancos menores. Bradesco e Itaú já eram líderes naquele tempo e tudo o que acontecia se orientava com as iniciativas deles. E do Banco do Brasil, sem dúvida alguma também. Então eu treinei três bancos nesse período. Treinava o quê? Fazendo aquilo que foi dito aqui, não ensinava como se administrava o negócio, mas como se fazia a técnica. Burroughs também fazia como a IBM, ensinava a programar. Mas como é que se desenvolvem aplicações? E eu dizia: Não sei, vocês vão se virar e vão descobrir. Eu treinei o Banco de Indústria e Comércio de Santa Catarina, que foi comprado pelo Bradesco pouco depois. Depois treinei o BCN, que foi comprado pelo Bradesco pouco depois. E treinei o Banco Mercantil de São Paulo, que também foi comprado pelo Bradesco depois. Ou seja, eu ajudei o Bradesco a pegar os bancos que já estavam preparadinhos (risos). Em 1969, sai da Burroughs e fui para a IBM, onde trabalhei durante um ano. A diversificação na minha carreira profissional foi trabalhar em diversos fornecedores. Trabalhei na Burroughs, na IBM, e depois, mais recentemente, trabalhei na HP, fui presidente da HP aqui no Brasil. Portanto, diversificação do lado de visão, eu estava mais do lado do fornecedor. Aí eu sai da IBM porque o Banco Commind, o chamado Banco Commercio e Indústria me chamou para uma outra coisa. Eu já estava apaixonado, era desenvolver o projeto do pregão online da Bolsa de Valores de São Paulo. O Commind fez um convênio com a Bolsa e queria um Iteano para dirigir esse processo. Me acharam, eu fui trabalhar no Commind no período de 1970 e 1972 e foi uma das coisas mais fantásticas que eu fiz.

11 Então como é que era a automação bancária nesse tempo? As agências eram o único canal para atender o cliente. Era tudo na retaguarda da agência, era um negócio enorme, tinha um balcão onde as pessoas se apresentavam, recebiam, entregavam coisas. Para pagar um cheque, você deixava no balcão, eles te davam um número, davam uma ficha, você ficava esperando, andando na frente de um caixa não executivo. Aí chamavam o seu número, você ia lá receber o dinheiro ou fazer o depósito. Tudo era na retaguarda. Máquinas de contabilidade faladas aqui, que eram todas Olivetti, isso não é verdade. Tinha máquinas Burroughs naquele tempo que, aliás, evoluíram até a ponto de passar dos dez somadores, porque eram máquinas que tabulavam. Era interessante porque tudo acontecia nessas máquinas. Você entregava o cheque, o cheque ia lá atrás, na retaguarda, eles pegavam a cartela, achavam a cartela da tua conta, punham na máquina, verificavam se tinha saldo, se podia fazer o lançamento. Aí via que tinha saldo, então podia fazer o pagamento. Soltava o cheque. Ou seja, o processamento era real time, tudo estava na cartela, não precisava de mais nada. Aliás, eu muitas vezes pedia para ver a minha cartela. E eles davam a cartela e você verificava o seu saldo. Era assim que funcionava. O lançamento então era real time. Aí remetia todos os documentos para a Central, fazia os lotes, perfurava os programas, os dados, os operadores colocavam as fitas magnéticas. Era assim que nós vivíamos e era um grande desafio. Qual era o desafio naquele tempo? O problema que nós tínhamos não era técnico, porque problema técnico a gente tem até hoje. Naquele tempo a gente tinha que descobrir o que era para fazer. O problema era de gestão, como é que você desenvolve as aplicações, como é que você trata o usuário, quem é o usuário, quem é o cara? Naquele tempo, os funcionários dos bancos se sentiam ameaçados pelos funcionários que eram contratados fora dos bancos. Naquele tempo, para tratar desse negócio de computador, precisava ser técnico e não funcionário de carreira. Em muitos casos, era assim que acontecia. Isso gerava uma situação de conflito tremendo dentro do banco. Vivi muito essa situação de enfrentar o usuário, que hoje é o cliente, reclamando, não gostando, não fazendo, resistindo. No banco Commind, onde eu fui trabalhar na década de 70, havia uma verdadeira guerra. Guerra. Quando eu entrei para trabalhar na Bolsa, fiquei um tempo dentro do banco. Havia uma guerra. O Commind tinha decidido implantar o sistema de carteiras na raça. Raça. Não estava pronto o sistema, o diretor da área chamou o gerente que estava cuidando desse projeto e disse: Vai lá, implanta, vai lá honrar as calças que você usa. Expressão usada na época. Aí estourou tudo, deu problema, teve que ter intervenção. O Justo Pinheiro da Fonseca era o vice-presidente do banco, assinou a intervenção na área de CPD do banco porque os caras não conseguiam fazer. Esse era o grande desafio, gestão do processo de informatização.

12 Na década de 70 começou, na minha visão, a grande fase da automação bancária. Quando entramos na fase de 70, já existiam sistemas operacionais, não era mais mono-programável, a IBM tinha o DOS, que na verdade ia ser o OS. Partições fixas, background, foreground, fazia geração de sistemas, era um negócio complicadíssimo. Como eu estava na Burroughs, eu tinha outro sistema operacional, o Master Control Programa (MCP), muito mais simples de usar. Que, aliás, ajudou a gente a vender. Aí apareceram situações fantásticas, já com o online, o chamado OLTP. Já existiam discos, bancos de dados, data entry, que inicialmente eram feitos via mainframe, depois virou as DE. Aí reconheço que a Olivetti era campeã, sem dúvida nenhuma. CMC7, tal. Nesse tempo, eu era gerente de análise do banco Commind e essa fase de automação começou realmente a mudar. Caixa-executivo nas agências. As filas enormes se faziam no caixa-executivo, porque a retaguarda também não era boa, era Listão. O cara precisava ir no Listão, folhear, achar, marcar naquelas listas qual era o cheque que estava saindo..., mas pelo menos andava. Isso depois ia para o data entry, era um processo muito mais rápido, mais fácil, até virar online, realmente, na fase mais recente. As discussões naquele tempo obviamente conduzidas pelos dois líderes, que eram Bradesco e Itaú, eram sobre centralizar ou distribuir. Então o Itaú decidiu centralizar e o Bradesco decidiu distribuir o processamento. O interessante é que eu, como me dediquei muito à área de auto-atendimento, em 1970, quando estava trabalhando na IBM e recebia meu salário pelo Itaú, lembro que o Itaú já usava um sistema de auto-atendimento que se chamava Itaú Cheque. As máquinas que eram fabricadas pela Chubb eram acionadas por um cartãozinho perfurado. Em 1970, quando sai da IBM e fui para o Commind a gente chegava num caixa automático, botava o cartãozinho, digitava uma senha, o cartãozinho ficava retido, e ela pagava um valor fixo. O cartão você tinha que buscar na agência no dia seguinte. Assim operavam os caixas automáticos em Tentei descobrir como funcionava a criptografia naquele tempo e não consegui. O Bradesco foi mais inteligentemente do que o Itaú, porque Itaú Cheque não queria dizer nada, bolou a expressão SOS, que é perfeita para aquele modelo de saque de emergência. O cartãozinho que ficava retido, mas pelo menos tirava dinheiro para emergências. Essa foi a origem das ATMs,. E assim se consegue avaliar sua evolução. As aplicações importantes naquele tempo eram conta corrente, carteiras, contabilidade, fundos de garantia, questão de extratos, fechamento de balanço, era um sofrimento danado. Naquele tempo havia grandes desafios, havia cerca de 380 bancos no Brasil. Desses 380, os dois maiores, Bradesco e Itaú, e o Banco do Brasil, claro, estavam numa outra fase da automação. Os bancos médios, com os quais eu trabalhei muito, tipo Unibanco, não apareciam muito. Tanto que tiveram que se juntar, Unibanco, Bamerindus e Nacional, para poder

13 concorrer nos ATMs com os dois líderes. Então os bancos estatais eram muitos, etc. Daí para frente, a informatização começou a correr. A partir do final da década de setenta, começa efetivamente a grande corrida: a agência online, a Reserva de Mercado estava presente, havia poucas soluções, houve o surgimento da indústria nacional, que trouxe contribuições maravilhosas. Era uma fase de empreendedorismo, correr riscos, etc. O destaque da automação bancária brasileira surge dos desafios. A própria Reserva de Mercado, a inflação, os planos econômicos, que exigiam mudança da noite para o dia. Programas tinham que ser refeitos, etc. E os bancos se prepararam, conseguiam enfrentar isso, graças à sua iniciativa, criatividade e informatização, que já estava em andamento naquele tempo, com a compensação, etc. Essa é minha visão muito rápida de uma fase que eu chamo de heróica porque a fase posterior foi muito mais estruturada. Era uma fase de descobertas, uma fase onde o ingrediente fundamental era muita coragem e, muitas vezes, teimosia. José Carlos Milano, o Cacá Não trabalhei nunca em bancos, sempre fui fornecedor de tecnologias, especialmente para bancos. Entrei na IBM em 1975, um pouquinho depois dessa fase do Ainda temos o Luis Fadel, que vocês devem conhecer, e que fez quarenta anos de IBM. Ele é nosso turista internacional, e acompanha muito da evolução de tecnologias de mainframe. Sou físico e matemático formado pela USP e acompanhei bastante essa parte de automação bancária pelo lado de fornecedor. Eu sempre trabalhei na IBM, me apaixonei desde o primeiro dia. Não sou como outros, que tiveram oportunidades em outras empresas, e acho que a IBM tem uma participação importante em termos de suportar toda essa criatividade dos bancos, toda essa demanda que os bancos sempre requisitaram dos fornecedores. Eu acho que não só no Brasil, mas no mundo todo, a tecnologia teve um avanço significativo pela demanda dos nossos clientes. Após o 1401, que foi considerado o primeiro mainframe da IBM, teve um anúncio muito importante que aconteceu em abril de 1964, que foi o sistema 360. A história da IBM nos mainframes tem um marco importante nesse sistema 360. E o primeiro mainframe deste tipo que a gente teve aqui no Brasil foi exatamente para um banco. Era um modelo 30, uniprocessado, só existia um processador, e que tinha um pouco mais de 4 KB de memória, ele tinha 64 KB. Tinha dois sistemas operacionais, um que era o Tape Operating System, o TOS, e o Disk Operating System, o DOS, que não é o mesmo DOS que depois a Microsoft criou aí na era dos PCs, mas era muito semelhante.

14 Mas é verdade que a gente nunca se preocupou com os processos. Porque a tecnologia era tão complexa, tão complicada. Vocês imaginem fazer o processamento de um banco todo, com 64 KB de memória real. Não existia essa coisa de memória virtual. A gente tinha técnicas de programação de Assembler, e eu fui programador de Assembler por um período pequeno, de overlay. A gente era obrigado a programar em blocos de 4 KB e quando meu programa não cabia em 4 KB, eu carregava o próximo pedaço em cima daquele pedaço anterior. E se eu precisasse do anterior, eu estava frito. Então eu tinha que me preocupar com a ocupação da memória real porque senão não conseguia executar os programas. Então a gente, infelizmente, deixou de lado isso. Porque a tecnologia era muito complicada. Eu me lembro, inclusive, que em 1975, o Bradesco tinha lá um modelo 40 nessa época. Eu fiz um curso de seis meses e na minha primeira visita a cliente, cheguei ao Bradesco. Eu tinha uma mala 007, que era o supra-sumo da moda naquela época, como técnico. Aí eu cheguei ao Bradesco, acho que o Aloizio Borges era o gerente de sistemas naquela época, e ele falou: Olha, a IBM chegou, a IBM chegou. Eu falei, puxa, que recepção, fiquei todo feliz. É que estava parado o modelo 40. Foi minha primeira visita, eu fui lá para me apresentar, para dizer que eu ia atender o banco. E aí me levaram na sala de operação naquela época não existia command center, a console ficava do ladinho da CPU, dizendo que o equipamento estava parado, e eu tinha que fazer alguma coisa para consertar. Então eu comecei assim um pouco aterrorizado nesse mundo. Acho que a gente teve uma contribuição importante, principalmente no desenvolvimento das tecnologias e, principalmente, pelo suporte que a gente dava, pela tecnologia, pela demanda que sempre se requisitava da gente. Acho que a década de 70 foi uma década em que a IBM criou muita tecnologia e que muito banco aqui explorou. Logo depois do sistema 360, a gente criou o sistema 370 e esse já incluía o conceito de memória virtual. Começamos a ter sistemas operacionais mais sofisticados, os bancos sempre foram os pioneiros, sempre abraçaram esse pioneirismo e, de certa maneira, foram cobaias de muito desenvolvimento que a gente criou. Não peguei a época do SOS do Bradesco, nem do Itaú Cheque, mas eu também recebia meu salário pelo Itaú e era no Listão. A gente ia na agência fazer uma transação bancária qualquer, o caixa se voltava para o Listão, que tinha que ser produzido diariamente, e exigia uma capacidade grande para imprimir. Não existia impressora a laser. As impressoras eram matriciais e a gente teve um modelo que fez muito sucesso, o 1403, que a gente chamava de pé de galinha parecia uma galinha que ficava chacoalhando enquanto imprimia aqueles Listões que iam ser distribuídos por toda a rede de agências. E depois teve uma um pouquinho melhor que era a 3211, também matricial. As impressoras eram fundamentais porque se a gente não conseguisse produzir no batch noturno as listagens todas para distribuir para as agências, a agência teria problema

15 para funcionar no dia seguinte. Era esse o tipo de preocupação que a gente, como fornecedor de tecnologia, tinha. Passávamos a noite com vocês tentando fazer com que o processamento terminasse para ajudar o banco a trabalhar adequadamente no dia seguinte. Hoje a gente fala nos processadores Intel Dual Core. Na área de mainframe, o primeiro equipamento desses, que também foi fornecido para os bancos, era o MP65 modelo 360, que eram dois processadores compartilhando 256 KB de memória. Era uma coisa fantástica. Na época, existia motivo para isso. A memória era uma coisa caríssima. Um KB de memória custava uma fortuna. Os equipamentos eram refrigerados a água, então as instalações eram enormes, custavam muito. Mas acho que até hoje a IBM é um parceiro importante, principalmente das grandes empresas e dos bancos. Tivemos uma fase de downsizing, de distribuição da automação e não centralização, que faz parte do passado e hoje a gente acha que tem uma diversidade de plataformas que atende melhor as necessidades do banco, adequada à necessidade do mercado. Tem uma série de questões em relação à inventividade da IBM: a criação de bancos de dados relacionais. Nessa época, não se falava nisso e a gente contribuiu muito. Esse padrão de criptografia, de proteção, do cadeadinho, que é um algoritmo para fazer proteção dos dados que trafegam pela rede, também foi uma contribuição importante da IBM. Tecnologicamente, a IBM sempre teve essa participação importante no mercado e deve continuar tendo no banco no futuro e nas coisas que vão acontecer. Luiz Marques de Azevedo Quero agradecer estar na companhia desses dromedários da tecnologia bancária no Brasil. Fui bicho do Gilberto Dib no ITA, me formei em Ingressei no ano seguinte no mercado financeiro, atuei em quatro bancos: Banco Comercial do Estado de São Paulo, Citibank, Banco Mercantil de São Paulo e os últimos 17 anos no mercado financeiro, como diretor do Banco Francês e Brasileiro, que era o Credit Lyonnais do Brasil. De 1991 para cá, tenho atuado como consultor independente, mais especificamente nesses últimos sete anos, tenho colaborado com a Febraban na organização da programação do Ciab, que é o principal evento de tecnologia dirigido às instituições financeiras na América Latina. Vale a pena registrar que na época do ITA, eu vi a transição das aulas de circuitos feitos com válvulas para transistor. Foi quando nosso professor francês, Cassinol, trouxe a novidade para o Brasil, do que era um transistor e mudou um pouco a história da tecnologia. Foi nessa época também que foi introduzida no ITA a cadeira de álgebra booleana que é básica para as operações em código binário utilizado pelos

16 computadores. Na escola, nós tínhamos um 1620, que era um computador IBM científico, onde nós aprendemos a programar. Minha tese de formatura foi fazer um programa que pudesse ser aplicado em aplicações de CPM. Eu fiz essa tese de formatura num computador que era tido como o segundo computador do Brasil. O primeiro computador do Brasil era do IBGE, para fazer o Censo da década de 60, e segundo diziam, o segundo foi o do Jockey Club de São Paulo, um computador maravilhoso, em que você via o bit, o núcleo de ferrite porque a memória era a tambor, você via um tambor e você tinha filetes no sentido da circunferência do tambor e outros na horizontal. Em cada cruzamento desses, você via um núcleo diferente, que era um bit. Comecei no Banco Comercial do Estado de São Paulo, que era um dos bancos mais tradicionais de famílias paulistas. Sua sede ocupava o espaço todo entre a XV de Novembro e a Rua Boa Vista. Eram aquelas caixas protegidas, você tinha a figura do caixa pagador, ele com uma viseira, e ele só fazia o pagamento dos cheques depois de percorrer todo o caminho de balcão, retaguarda. Realmente era assim que funcionavam todos os bancos no Brasil. As máquinas do Comercial não eram nem Olivetti, nem Burroughs, eram as máquinas Ruff, que eram as tabuladoras, que faziam aquela função. Uma cremalheira fazia com que a cartela chegasse exatamente no ponto do último lançamento. Você fazia um novo lançamento com aquele documento que chegava, ela já automaticamente calculava o saldo e, o mais curioso, é que essa cartela tinha um carbono, e quando ela completava o seu preenchimento geral, a cópia da cartela era enviada pelos Correios ao cliente. Era o famoso extrato bancário. Um dos diretores desse banco era o José Bonifácio Coutinho Nogueira, que foi também o fundador e presidente da TV Cultura, era muito amigo do dr. Olavo Setúbal, e seguiu a recomendação do dr. Olavo de criar um centro eletrônico. Precisavam de cérebros eletrônicos e para isso contratavam engenheiros eletrônicos, para cuidar desse cérebro eletrônico. Sem nunca ter visto um cheque na vida, aceitei esse desafio, e encontrei esse ambiente hollerith, onde você tinha programação das tabuladoras por painel e um conjunto de classificadores. Todo o processamento era feito com cartão e servia basicamente aos sistemas de cobrança. Começamos a elaborar o sistema de conta corrente, que sempre foi o coração de todos os sistemas do banco, no birô da IBM, nessa época na rua Araújo. O curioso: era um 1401 com 4 KB de memória, nós tínhamos que atravessar correndo o Viaduto do Chá, carregando os cartões, tudo era movido a cartão. O curioso desse 1401 é que ele tinha uma janelinha, você abria a janelinha e tinha oito chavinhas e eram essas oito chavinhas que permitiam que você fizesse programação ao vivo e em cores no computador. Quando dava um pau, o que você fazia era fazer um print, você olhava o print, via onde tinha o problema e verificava em que posição você tinha que desviar para a outra posição para que o programa continuasse a rodar. Aí você fazia

17 cócegas nos bits prim prim prim e desviava de uma posição para outra. A máquina rolava e você achava aquilo uma coisa fantástica. Falou-se aqui do TOS, que era com fita, do DOS, que era com disco, mas esqueceu-se do COS, que era com cartão. O 1401 você primeiro colocava os cartões do sistema operacional, depois colocava os cartões do programa e depois os cartões de dados. Esses cartões de dados eram pré-preparados em máquinas classificadoras em que você tinha, primeiro, o cartão do cliente, os lançamentos do dia e o produto final também era perfurado em cartão, que era o saldo do dia seguinte. Era esse o sistema de conta corrente, que foi implantado em 1966, no Banco Comercial do Estado de São Paulo. Na audácia da juventude, ou na ignorância, como vocês queiram, me espelhando um pouco em experiências dos norte-americanos, eu tinha lido alguma coisa sobre aquilo que eles chamavam de slips, eu não hesitei em pedir autorização à diretoria para fazer uma experiência, pioneira no Brasil, que foi o Listão de Saldos. Esse Listão de Saldos tinha um conceito era relativamente simples. Na agência convencional você tinha a tabuladora, que fazia o primeiro lançamento, depois tinha uma segunda máquina que fazia o segundo lançamento, essas duas máquinas depois imprimiam um saldo e você fazia uma ticagem manual para ver onde eventuais diferenças pudessem existir. O Listão de Saldo substituiu as duas máquinas por listagens. Você tinha na retaguarda, o Listão dos Saldos, que era preenchido, se fosse necessário, com a movimentação do cliente naquele dia e o funcionário anotava o número da conta. Só que ele só continha, ali na mão, uma lista com nome e número. O caixa pagador, quando fazia o pagamento, usava uma outra lista que era número e dígito. A pessoa que colocava o dígito era uma e a pessoa que colocava o número da conta era outra. Então todo esse processo de conferência era feito, inteligentemente, depois, na hora em que você perfurava os cartões e fazia a consistência daquele material. O doutor Bonifácio autorizou a realização desse piloto. Eu me lembro muito bem, era uma agência muito pouco expressiva do Banco Comercial, que tinha mais ou menos umas 87 agências naquela ocasião. Era uma agência urbana chamada Urbana 7 - Santa Cecília. Essa experiência foi um sucesso, eliminou todas aquelas máquinas e todo o processo de conciliação foi automatizado. E foi implantada em todo o país essa solução, sendo que nas agências acima de 200 quilômetros de distância de São Paulo, em que não havia condição de você trazer os documentos para perfurar e processar durante a noite, você trocava o Listão por aquilo que foi chamado de slip, que é uma cartela onde, uma vez por semana, usando o final de semana, onde esse problema de transporte podia ser contornado, você remetia às agências a cartela de saldos. Essa cartela de saldos era preenchida manualmente, com as atualizações quando fosse necessário, muitas vezes nem era atualizado porque o pessoal das filiais conhecia longamente o cliente. A credibilidade era quase uma coisa natural e espontânea dentro das agências.

18 O primeiro computador da série 360, da IBM, que era o modelo 25, foi instado no Banco Comercial do Estado de São Paulo. Os modelos 30, que foram contratados pelo Itaú e Bradesco, por uma questão de produção, chegaram depois, o que deu muita dor de cotovelo ao meu amigo Antônio Geraldo Toledo Moraes, que ia lá ver minha máquina nova. (risos) Ele atravessava a rua Boa Vista só para ver como era o 360. Uma coisa curiosa era a diferença de processamento. Quem contratava um 360 naquela época quem me vendeu foi o Célio Lugão, tinha direito a oitenta horas de teste gratuito. Só que a conversão de 360 para 1401 era de um para seis. Então nós tivemos 480 horas de teste de programação gratuitas. Como não tinha nenhum 360 ainda no país, nós usamos o próprio 1401 para desenvolver o sistema de conta corrente. O Banco Comercial do Estado de São Paulo fundiu-se com o Banco Comercial Brasil em 1970 e em 1971, ele foi vendido, juntado com o Banco Andrade Arnoux, que era do Rio, e transformou-se no BUC, Banco União Comercial. Naquela ocasião, eu saí do banco, que sobreviveu até 1974, quando o Banco Central entregou de bandeja o BUC para o Itaú absorver. (risos) Odécio Grégio Iniciei trabalhando na indústria automobilística, quando me formei em administração. Na indústria automobilística trabalhei muito na área de planta mesmo, na área de processos industriais, uma experiência grande. Aí depois fui contratado por uma consultoria do Bradesco para montar a parte de Organização e Métodos do Bradesco. Aí acabei mexendo em muitas partes do banco, que era auto-suficiente em muitas coisas, desde marcenaria, oficina. Como eu vinha da área industrial, comecei a mexer com isso e depois veio a parte de microfilmagem e acabou pegando um caminho de industrialização, com a ComMicromation, a Digilab, etc. Sai do banco em 2002, depois de montar a Organização e Métodos de vários departamentos do banco, como documentação, manutenção, tecnologia, produtos, várias oportunidades, enfim. Desde 2002 sou um usuário do banco e, ao voltar a olhar meus documentos, levantei 61 pontos que são marcos na automação bancária do Bradesco e automaticamente de todos os bancos, que seguem quase a mesma linha. Fiquei bastante emocionado. Depois de tanto tempo, fazendo uma revisão do que foi feito, é uma história maravilhosa. É realmente fantástica a história da automação bancária no Brasil, é muito desafio, muita coisa interessante que foi desenvolvida. Comecei a me perguntar por que o Bradesco teve sempre essa mania de automação e sempre de levar informações ao cliente? O Bradesco foi fundado em 10 de março de 1943 pelo Sr. Aguiar e seus parceiros de Marília. Uma das coisas que constam era que ele criou um princípio de que o cliente tem que ser informado de tudo o que acontece entre ele e o banco, ou seja, o banco tem que ser totalmente transparente para o cliente.

19 E foram esses os princípios que nortearam a automação do Bradesco, utilizando sempre as últimas tecnologias disponíveis. Conta-se a história de que ele era obcecado em dar informação para o cliente. No início do banco, os lançamentos eram feitos no livro, inclusive tem os livros lá, ele exigiu que quando fosse feito o lançamento do cliente, se colocasse uma folha carbono, então se fazia o lançamento e já se enviava aquela cópia para o cliente e já dava a informação. O Bradesco tinha uma obsessão por esse uso de distribuição de informação. E junto com isso, tinha que usar as últimas tecnologias disponíveis. Depois vieram fichas de lançamento, sempre com cópia para o cliente, depois vieram as cadernetas, depois o extrato. Era uma coisa de louco o que se imprimia de extrato naquele banco, tinha que ser todo lançamento. O cara dava um cheque e recebia um extrato. Tanto é que a parte de entrega de correspondência do Bradesco era muito maior do que a dos Correios. De tanto papel que tinha para entregar. Até vir a internet. O banco também se preocupou muito, sempre, com a parte de comunicações, sempre procurando integrar agências e clientes. Tinha lá radiotelegrafia com Código Morse, o banco se integrava com as agências, com clientes, depois telefone. O banco chegou a montar companhias de telefone próprias, telex, centrais enormes de telex interligando todos, agências, clientes, linhas dedicadas, videotexto, home banking, que era o TeleBradesco residência, depois satélite. Sempre visando esse princípio de dar informação para o cliente. Depois veio o auto-atendimento, com máquinas de saque, a primeira máquina, que foi o SOS, depois ATMs, máquinas de depósito, máquinas impressoras de cheque, internet, tudo vem na mesma linha, sempre de informação ao cliente. E para suportar tudo isso vem a parte dos computadores. O primeiro deles foi o 1401, depois ele comprou mais dois 1401, o primeiro de 4 KB, os outros dois de 8 KB de memória. Depois o 1460/360, aí vai para frente, tem Facon, M200, M382, Hitachi, sempre procurando ter as últimas tecnologias no sentido de atender ao cliente. E dentro desse espírito todo de fornecimento para facilitar a vida dos clientes surgiu a necessidade de automação nas agências, que é quando eu entrei. Entrei no banco em Nessa época eu peguei toda essa parte de manutenção, tinha muita máquina Burroughs para consertar. Era um desespero porque eram as máquinas de caixa, calculadoras, o banco tinha uma estrutura interna muito grande de manutenção para tudo isso. Aí começaram as idéias de automação de agência. Começou-se a montar alguns pilotos de automação de agência. Tem experiências da IBM de automação, chegou-se a montar uma agência na av. Faria Lima, depois tem Olivetti, Wang, chegamos a montar uma da Cobra. Eu me lembro, inclusive, que o primeiro terminal que a Cobra trouxe tinha mais ou menos um metro quadrado, era um negócio enorme, eles fizeram um terminal que não cabia nos balcões das agências. Não tinha jeito. E aí foram se desenvolvendo outras idéias.

20 Uma que eu vi foi uma máquina chamada Compcorp, foi um piloto. Era uma máquina calculadora de topografia, que tinha 1 KB, cartão magnético e tinha também uma fita igual à fita da máquina de caixa. Então nós cortamos a parte de plástico no sentido de colocar o cheque, colocava-se o cheque e fazia a autenticação. Depois a gente acabou juntando essa máquina com outra, e nesse ínterim eles lançaram uma máquina de gravação de fita cassete. Tinha outro concentrador, que era de disco de uma polegada. A gente juntou tudo aquilo ali e montamos a automação de uma agência, fizemos testes, a coisa funcionou. No final do dia, pegava tudo aquilo registrado, fazia um batimento e tinha o movimento do dia. Aí começou a idéia de implantar isso, mas a empresa nos Estados Unidos faliu e não tivemos condição de tocar esse projeto, que estava na área da ComMicromation, que era uma firma de representação de equipamentos, especialmente na área de microfilmagem. Em 1968, o banco começou a microfilmar e foi tomando uma experiência nisso. E do outro lado, entrou o computador, que na realidade o que ele mais fazia era imprimir. O Bradesco imprimia aqueles extratos todos, era uma quantidade enorme de material impresso que todos os dias tinha que ser entregue para as agências. Resolvemos fazer uma experiência de microfilmar essas listagens de conta corrente. Aí apareceu uma tal de Data Graphics, empresa da General Dynamics, de San Diego, que fazia o F-14. Eles desenvolveram uma máquina dessas para fazer microfilmagem, que era o sistema Com, era microfilmagem direta no computador, já saia em microficha. E aconteceu um fato curioso, que quando a máquina chegou ao aeroporto, ela caiu. Era uma máquina de muita precisão, que pegava um bit e reduzia em 42 vezes, reduzia a informação em 42 vezes, e essa máquina ficou sem condições de recuperar. Aí teve um problema que a empresa não tinha o seguro e o Bradesco não queria saber do prejuízo. O banco acabou ficando com a empresa, e nos levou para essa empresa com o objetivo de recuperar o prejuízo. Chegamos lá e vimos que essa empresa tinha essa máquina, a Compucorp, que a gente começou a utilizar como processamento em vários lugares, fazia controle de estoque, tudo com 1 kb, tinha programação bit a bit por lá. Isso tudo estava dentro do objetivo de recuperar o prejuízo. Isso cresceu mais ainda porque desenvolvemos sistemas de microfilmagem, nacionalização de filmes, de outras máquinas de cinemacom, enfim a empresa acabou crescendo, e depois de determinado momento o banco vendeu a empresa. Depois de algum tempo, com o resultado da venda dessa empresa, o banco acabou comprando a outra parte da Digilab. O Bradesco tinha montado a Digilab com a Eberle, na área de automação, e acabou ficando com 100% da Digilab. SEGUNDA PARTE

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