Juntas, a Sun Software e a ATRI, disponibilizam ao mercado brasileiro o serviço de Batch Analysis System BAS.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Juntas, a Sun Software e a ATRI, disponibilizam ao mercado brasileiro o serviço de Batch Analysis System BAS."

Transcrição

1

2 APRESENTAÇÃO A Sun Software Comércio e Representações Ltda, cujo foco principal, ao longo dos 20 anos de atuação no mercado brasileiro, tem sido à busca de soluções para os principais problemas enfrentados pelos nossos clientes em particular e pelo mercado em geral. Um problema que tem, de forma crescente, preocupado os usuários de sistemas Mainframe é a redução da janela batch, problema este que tende, em função de diversos motivos, explicados ao longo deste trabalho, a se tornar cada vez mais crítico. A Sun Software ciente disto procurou, ao longo de vários meses, uma solução que melhor se adequasse e que menos impactasse o ambiente dos nossos clientes. Firmamos então uma parceria técnica e comercial com a empresa norte americana ATRI, que possui também uma larga experiência na resolução de problemas do ambiente mainframe, especialmente nos serviços de diminuição de janela batch de empresas com os mais variados tipos de atividade. A ATRI - Advanced Technological Research, Inc. está sediada no estado de Ohio. Desde 1980, quando tomou como principal desafio à diminuição da janela batch na área de TI, vem aperfeiçoando continuadamente este serviço, que tem sido prestado a várias empresas em todo o mundo nos mais diversos ramos da indústria. Para atingir o desafio de diminuir a janela batch, a ATRI criou, em 1994, uma metodologia de análise chamada BAS Batch Analysis Service, desenvolvendo para isso uma ferramenta denominada IBSAT Interactive Batch Systems Analysis Tool. Juntas, a Sun Software e a ATRI, disponibilizam ao mercado brasileiro o serviço de Batch Analysis System BAS. Temos certeza que o BAS será de muita utilidade para as empresas que possuem sistema operacional MVS / z-os, com problemas de dimensionamento na carga da janela batch. Atualmente, devido ao grande crescimento dos sistemas de aplicações online e demanda por disponibilidade, as empresas vêem suas janelas batches praticamente todas ocupadas e muitas vezes os sistemas de aplicações online entram no ar ou fora do horário especificado (SLA) e/ou sem alguns arquivos, o que faz com que determinadas aplicações online fiquem sem funcionar até que estes arquivos sejam totalmente processados no ambiente batch, para posteriormente ingressarem no ambiente online. Uma outra decorrência da janela batch estar praticamente toda ocupada é que se houver a necessidade de algum reprocessamento, certamente isto causará um atraso na entrada do sistema online. 2

3 A prática tem mostrado ser muito difícil e demorada, e com baixo grau de sucesso, a tentativa de se reduzir à janela batch pelos meios tradicionais, que as empresas até agora dispunham. Nesta apresentação, a Sun Software mostrará que o seu novo serviço: o BAS Batch Analysis Service o qual, já comprovado no mundo inteiro, ajudará efetivamente as empresas a reduzir suas janelas batches de uma forma rápida, automática, segura e com um significativo retorno financeiro. É mais uma contribuição da Sun Software ao mercado nacional, visando à economia e a competitividade das empresas. José Curcelli Presidente 3

4 Índice Geral O conceito de Otimização da Janela Batch...5 O que é o BAS?...6 As Fases do BAS...7 Principais benefícios...8 Ganhos de Desempenho por tipo de atividade...9 Lista dos principais clientes O que faz? Como faz? Principais etapas a serem executadas e o tempo de duração do processo BAS A análise dos dados Resultados fornecidos e processos de implementação Dados Coletados Exemplos de recomendações gerais Exemplos de problemas e soluções: Exemplo de um caso prático: Exemplo de roteiro para análise dos processos O Conceito Faturável: BAS - Pré-cotação Checklist de Informações

5 O conceito de Otimização da Janela Batch Cada vez mais, a utilização do mainframe vem aumentando devida não só ao aumento dos volumes de dados, como também a oferta de novos serviços ao mercado. Os CIOS muitas vezes não têm outra saída a não ser o aumento da capacidade de seus computadores, o que normalmente é muito custoso. Certamente estes CIOs gostariam de absorver estes aumentos de serviços e estender a vida dos atuais equipamentos, adiando a contratação de upgrades de hardware e software. O Batch Analysis Service BAS, vem atender justamente esta necessidade, além de sanar as dificuldades operacionais, desperdício do uso de recursos e aumentar o throughput do batch. O Batch Analysis Service BAS é uma solução rápida e eficiente que atenderá as necessidades urgentes de redução da janela batch. 5

6 BAS - Batch Analysis Service O que é o BAS? O Batch Analysis Service-BAS é uma metodologia de análise desenvolvida pela ATRI e implementada em parceria com a Sun Software, que permite uma análise dos processos batch através de um extenso exame desses processos (JOBs) em execução no sistema operacional MVS do Mainframe, oferecendo recomendações que permitem a redução dos tempos de execução das janelas batch, o que implica em economia e posterga a necessidade de upgrades em equipamentos e software. O Batch Analysis Service BAS é uma metodologia que utiliza alta tecnologia, pessoal especializado e um grau muito elevado de automação na fase de coleta de dados, exigindo pouquíssima participação dos profissionais da empresa cliente. E como resultado, o BAS fornece recomendações específicas, em várias áreas, as quais, quando aplicadas, trarão benefícios que não somente reduzirão o tempo de ocupação da janela batch como cumprimento dos SLA batches. 6

7 As Fases do BAS 1. LEVANTAMENTO DA SITUAÇÃO E DETERMINAÇÃO DO ESCOPO DO TRABALHO Nesta fase inicial, a Sun Software e o cliente levantam toda a situação da janela batch e o cliente escolhe as aplicações que serão processadas e o cliente também determina qual será o Escopo deste trabalho. 2. INSTALAÇÃO Nesta fase a Sun Software instala os programas que coletam os dados para o BAS. 3. COLETA Conforme decidido no item 1, o BAS pode fazer a coleta: dos fluxos, dos System Image ou de todo o Data Center. Esta coleta é feita de forma automática sem praticamente nenhuma participação do cliente. As informações coletadas são enviadas a Sun Software e a ATRI para análise e formulação das recomendações, que serão exemplificadas neste trabalho. 4. ANÁLISE Esta fase analisará os dados coletados e definirá as recomendações que deverão ser implementadas para melhorar o desempenho das aplicações escolhidas no escopo. É nesta fase, que se aplica toda a tecnologia e a experiência dos especialistas que a Sun Software dispõe para o serviço BAS. Toda a analise será efetuada fora da instalação do cliente. 5. RESULTADOS Terminada a análise, a Sun Software apresentará ao cliente, os resultados obtidos na fase anterior. Este resultado consiste de 4 documentos a saber: Fluxo da aplicação antes da análise Fluxo da aplicação após a análise Gráfico PERT/CPM mostrando o caminho crítico dos JOBs que compõem o sistema de aplicação RECOMENDAÇÕES, ou seja, as alterações que o cliente deverá executar no sistema de aplicação para obter a redução do tempo sala deste sistema. Estas RECOMENDAÇÕES são, na prática, os resultados do BAS. Também, serão fornecidos, em meio eletrônico todos os documentos acima. 6. IMPLEMENTAÇÃO O cliente analisará as recomendações produzidas pelo BAS e decidirá quais RECOMENDAÇÕES serão implementadas, e se as implementará com recursos próprios, pela Sun Software por terceiros. Nesta fase, o cliente decidirá quais recomendações desejará implementar, podendo fazêlo com seus próprios recursos ou contratando terceiros. A Sun Software está plenamente capacitada e certificada para implementar estas recomendações. 7

8 Principais benefícios Definição das prioridades: onde e como atacar os principais problemas da janela batch. Economia de tempo: minimiza o envolvimento dos recursos humanos da estrutura de TI do Cliente. Redução dos custos: um rápido retorno do ROI e capacidade de atender mais facilmente aos acordos de SLA. Foco: ênfase na redução dos caminhos críticos dos fluxos das janelas batch. Recomendações detalhadas possibilitam aos técnicos focar seus esforços nas mudanças necessárias para a redução do ciclo batch. 8

9 Ganhos de Desempenho por tipo de atividade Tipo Projeto Recomendações Ganhos Mudança na Schedulagem; Aumento 3 System Image do paralelismo; Bufferização no IMS; 35% diário Manufatura diários e mensais, Eliminação dos Wait e dos Initiators e 26% mensal DB2 & ADABAS Redução dos Blocksizes Transporte Banco Financeiro Seguros Financeiro Banco Financeiro 1 System Image - diários e mensais DB2 & SAS Ciclos de Aplicação HOGAN ciclos de 11 dias Duas aplicações - ciclo diário Três aplicações ciclo diário; DB2, CICS & IMS System Image ciclo diário; Datacom, DB2 e IDMS Três aplicações ciclos diários e mensais 3 System Images diário, mensal e trimestral Mudanças no Schedule; Aumento do paralelismo; Bufferização nos VSAM; Uso do BSLR e Fitas para Disco Mudanças no Schedule; Aumento do paralelismo; Eliminação de Wait entre os JOBs e Controle das modificações de migração Mudanças no Schedule; Mudanças no JCL e Bufferização nos arquivos VSAM Mudanças no Schedule; Ajuste no Buffer Pool do IMS; Bufferização dos arquivos VSAM; Redução das montagens de fitas e Mudanças nos processos Mudanças no JCL e no Schedule; Bufferização nos arquivos VSAM e Redução dos Blocksizes de grandes arquivos seqüenciais em DASD Mudanças no Schedule; Mudanças nos processos; Bufferização de Arquivos; Eliminação de Waits e Reestruturação de JOB Mudanças no Schedule; Arquivos em Fitas passar para Discos; Bufferização dos arquivos VSAM e Ajuste nos parâmetros do Sort 53% diário 24% mensal 34% diário 39% diário 20% diário 28% diário 48% diário 65% mensal 31% diário 29% mensal 30% trimestral 9

10 Lista dos principais clientes BANCOS E FINANÇAS MELLON BANK AMERICAN EXPRESS FINANCIAL CORP. BANK OF NEW YORK NATIONAL CITY CORPORTATION NORWEST BANK ING NORTH AMERICA VISA INTERNATIONAL CHARLES SCHWAB & COMPANY NORTHERN TRUST THE VANGUARD GROUP MERCHANTILE BANK PHEAA BB&T BANCO BRADESCO FIRST CITIZENS BANK SCOTIABANK DISCOVER CARD TELECOMUNICAÇÕES SBC BELL SOUTH PACIFIC BELL CONVERGYS GOVERNO STATE OF MINNESOTA FRANCHISE TAX BOARD STATE OF CA SAÚDE CLEVELAND CLINIC FOUNDATION HUMANA, INC. SEGUROS AETNA INC HIGH MARK ANTARES STATE FARM INSURANCE COMPANIES TIG BLUE CROSS/BLUE SHIELD OF ALABAMA DELTANET BLUE CROSS/BLUE SHIELD OF MINNESOTA CHUBB & SON, INC. INDÚSTRIA DOW CHEMICAL RELIANCE ELECTRIC NEWELL / RUBBERMAID LABORATORY CORPORATION ARROW ELECTRONICS NISSAN NORTH AMERICA VAREJO (THE) GAP, INC. SUPERVALU DAYTON HUDSON (TARGET STORES) SERVIÇOS ACXIOM / MAY & SPEH TSYS TRANSPORTES NORTHWEST AIRLINES 10

11 O que faz? Através da ferramenta de análise Interactive Batch System Analysis Tool IBSAT, o BAS descobre as maneiras de melhorar o desempenho nos caminhos críticos dos processos executados na janela batch. A ferramenta identifica problemas e recomenda modificações específicas indicando, para cada uma delas, o ganho percentual na redução do tempo de execução do ciclo batch. Desta forma, a janela batch alcançará o maior desempenho no menor tempo possível. O processo de análise dar-se-à sobre três escopos diferentes: - Batch Flow: sobre uma única aplicação, onde se define o nome do JOB de início e de um ou mais JOBs de término do fluxo. - System Image: escopo que permite o empacotamento de múltiplos Batch Flow. - Data Center: escopo que analisa todo o serviço batch em todos os System Image. O IBSAT constrói um mapa PERT do ciclo batch, incluindo os tempos de cada tarefa (task), identificando os caminhos críticos. Cada etapa (step) do processo IBSAT aponta para os pontos de conclusão das aplicações que são examinadas em detalhe, determinando, desta forma, as ações que reduzirão o tempo do caminho crítico. As melhorias geradas sobre os caminhos críticos são modeladas no mapa PERT, permitindo, que o efeito resultante possa ser previsto com exatidão. O BAS auxiliará nos seguintes aspectos: Redução da janela batch Diminuição do elapsed time dos caminhos críticos das aplicações Prevenção do efeito das cargas batch combinadas entre si Documentação do sistema batch Melhoria e simplificação da gestão e controle operacional do ambiente batch Prevenção do efeito de novos hardwares no processo batch 11

12 Como faz? O Processo de Análise Com o objetivo de minimizar o impacto nas rotinas de TI do Cliente, todo o trabalho de análise é feito fora das instalações do Cliente. A Sun Software instala no Mainframe do Cliente o IBSAT Data Collector, que é o responsável pela coleta das informações. As principais fontes para esta análise são os dados do SMF. O Data Collector organiza os dados do SMF em construções logicamente conectadas, que permitem associações de JOBs batch com data sets e os devices que suportam estes data sets. Para cada JOB batch são linkadas estatísticas como os dados RMF e informações de tape mount, permitindo o isolamento rápido de recursos críticos usados por processo batch, e identificando as dependências dos JOBs BASeados no uso de datasets. Esse processo permite a validação de critérios de scheduling de processo batch e também identifica qualquer oportunidade de melhoria na estrutura do fluxo de processos batch. Podem ser identificadas dependências, mesmo se o sistema batch é executado em múltiplos System Images. Para isolar os pontos de interface do fluxo batch, são identificados todos os datasets transferidos entre os fluxos. 12

13 Principais etapas a serem executadas e o tempo de duração do processo BAS Definição das necessidades e os problemas a serem endereçados. Coleta de Dados: duração de 4 a 6 horas Trabalho de análise: realizado off-site Entrega e apresentação dos relatórios preliminares: revisão das recomendações sugeridas Entrega e apresentação dos relatórios finais Início de implementação Tempo Total: máximo de 6 semanas 13

14 A análise dos dados O IBSAT permite uma interpretação visual dos dados do SMF, o que torna fácil o entendimento do fluxo batch. O primeiro passo na análise dos dados é selecionar, de uma lista de JOBs, aqueles que são de interesse, sendo utilizadas todas as informações fornecidas que descrevem o processo batch. O IBSAT inicia o processo nos JOBs finalizadores do ciclo batch e retrocede no tempo para mapear as dependências entre os JOBs. Constroi-se assim, um mapa do fluxo batch, cujas informações são levadas e traduzidas em uma ferramenta de flowcharting. Neste caso, é utilizado para criar o fluxo gráfico do fluxo batch o VISITRAC da Lexonix, que mostrará o caminho crítico. O fluxo batch resultante é comparado ao critério de scheduling existente para validar o fluxo gráfico e qualquer oportunidade de mudanças de scheduling. 14

15 Com o fluxo batch entendido, as tasks que compõem o caminho crítico, são examinadas em detalhes. Iniciando com o JOB de maior oportunidade aparente, isto é: a task com maior tempo de execução. 15

16 A análise dos tempos de execução dos steps revela onde os tempos estão sendo gastos, de modo que as atividades de análise do IBSAT são dirigidas para os recursos críticos, objetivando melhorar o tempo de execução dos JOBs detectados. 16

17 Os tempos de I/O de datasets críticos são endereçados usando uma variedade de métodos. Isto inclui técnicas de buffering, eliminação de I/O, caching, redistribuição de datasets, balanceamento de carga de caminho e device.. O IBSAT fornece informações sobre os datasets críticos para determinar as ações corretivas apropriadas. 17

18 A análise do histórico dos acessos aos datasets pode mostrar qual JOB criou o dataset, determinando onde introduzir as mudanças de alocação, tais como: blocksize e localização de dataset. O IBSAT mostra se existe uma contenção no dataset em questão, pois pode haver outros datasets concorrentes em termos de I/O. 18

19 Um novo tempo de execução de task é estimado com BAS e em cada mudança a ser efetuada, sendo estabelecido um novo tempo no fluxo batch. Isto pode causar mudanças no caminho crítico e também assegura que o caminho crítico está sendo constantemente monitorado. Uma vez completada a análise, são apresentadas recomendações em conjunto com os benefícios projetados e o tempo estimado de implementação. As recomendações apresentadas não são genéricas, do tipo: balanceie o subsistema de I/O ou ajuste o cache. Elas são instruções específicas de implementação, completas o suficiente para permitir ao executor saber precisamente quais linhas de JCL, cartões de controle e outros devem ser modificados. Faz parte também das recomendações a transformação em JOBs paralelos que eram executados serialmente. 19

20 Resultados fornecidos e processos de implementação Os resultados serão apresentados em reunião da Sun Software com o cliente quando se analisará item a item todas as recomendações. As recomendações são categorizadas por tipo de recomendação, tais como: uso de CPU, bufferização, paralelismo de jobs, etc. As recomendações de mudanças específicas no fluxo batch, são fornecidas em meio eletrônico, papel e em hard copy. Isto inclui recomendações detalhadas juntamente com os resultados esperados. (como e porque) 1. Fluxo representando o caminho crítico. Isto consiste de um mapa do projeto, em hard copy, que percorre o fluxo batch durante cada ciclo de produção. Para cada ciclo há um gráfico de pré e pós-análise. 2. Sumário de recomendações de mudanças para facilitar o gerenciamento do projeto dos passos de implementação. 3. Versão eletrônica dos gráficos e a documentação do projeto. Para se obter o máximo proveito das mudanças sugeridas pelo BAS é recomendado um gerenciamento efetivo no projeto de implantação das sugestões. Veja o exemplo de um caso prático. 20

21 Dados Coletados Dados SMF, tipos de registros: 14, 15, 21, 30 (ou 4, 5, 34 e 35), 62, 64, 70, 71, 72, 74 e 78 RMF deve ser setado para registrar estatísticas de DASD e TAPE Listagem de JOB Scheduling mostrando as dependências de JOBs Listagem dos parâmetros de performance do sistema: OPT, IPS e ICS PARMLIB Informações de configuração de hardware do sistema, incluindo tipos de control units e configurações de cache Os dados do SMF são coletados via o IBSAT Data Collector Recomenda-se que sejam usados de 3 a 5 ciclos de execução 21

22 Exemplos de recomendações gerais A seguir são apresentados alguns exemplos de recomendações geradas em análises de casos reais. As recomendações de performance são descritas nos relatórios entregues e elas detalham as medidas que deverão ser implementadas para a redução, com sucesso, do tempo do ciclo batch. Alterações de buffer: Datasets VSAM têm várias centenas de milhares de EXCPs executados contra eles durante o ciclo batch. Técnicas de buffering nativas e BLSR (Batch Local Shared Resources) irão diminuir os contadores de EXCPs. Uma limitação de buffering do VSAM nativo é que ele permite somente o buffering de componentes de VSAM index para processamento randômico. Uma descrição completa do BLSR pode ser encontrada no manual IBM GC A implementação do BLSR para datasets específicos, dentro do caminho crítico, pode reduzir significativamente o ciclo batch. O BLSR pode ser implementado através de atualizações em bibliotecas de JCL. Transferência de arquivos de fita para DASD: Vários datasets seqüenciais usados em muitas aplicações, são alocados para fita. Estes datasets, mesmo que pequenos, podem ser lidos várias vezes durante o ciclo batch. Se datasets chaves forem alocados para DASD ao invés de fita, o tempo do caminho crítico para aplicações batch poderá ser reduzido. Separação de Datasets: Uma grande quantidade de datasets é alocada em um número limitado de volumes DASD. Isto causa um gargalo em arquivos de aplicações em determinadas DASD Control Units. Algumas vezes, durante o ciclo batch, Control Units podem estar sobrecarregadas. Se os arquivos forem alocados para várias DASD Control Units diferentes, o ciclo batch pode ser reduzido. 22

23 Reestruturação de JOBs: Alguns JOBs contêm vários jobsteps. Alguns dos JOBs podem ser quebrados em múltiplos JOBs. Isto poderá permitir que os steps possam ser executados com antecedência no ciclo batch, fora do caminho crítico. Um JOB poderá ser quebrado permitindo também o paralelismo de execução dos programas. Initiator Wait: Vários JOBs no caminho crítico esperam por Initiators do sistema para se tornarem disponíveis. Os JOBs do caminho crítico podem ser assinalados para uma classe de JOBs que têm mais Initiators disponíveis. Outra opção é fazer mais Initiators disponíveis para todos os JOBs batch. Alterações no Scheduling de JOBs: Existem oportunidades para executar mudanças no scheduling para JOBs dentro do caminho crítico. A verdadeira dependência é satisfeita antecipadamente no ciclo para os JOBs. Através da liberação desses JOBs nesse tempo, o ciclo batch poderá ser reduzido. Disponibilização de arquivos para Alocação: JOBs no caminho crítico algumas vezes esperam por drives de fitas ou datasets DASD. Uma vez que o tempo de alocação para esses arquivos impacta diretamente o tempo total do ciclo, podem ser reservados recursos para assegurar que as esperas sejam eliminadas. Isolamento de datasets: Podem ser identificados datasets chaves cuja performance de I/O afetam diretamente o tempo do ciclo para aplicações. Os datasets são alocados para pools de DASD gerais. As estatísticas de tempo de resposta para estes pools podem ser altas. Se os arquivos chaves forem alocados para devices DASD que forneçam uma melhor performance, então os ciclos batch podem ser reduzidos. 23

24 Redução do uso da CPU: Jobsteps podem ter um alto consumo de CPU, isto conta para um longo tempo de execução. Muito do tempo de CPU, pode ser eliminado através de alterações relativamente simples em códigos fonte. Pode ser identificada uma oportunidade máxima para redução do caminho crítico, via alterações em códigos fonte. Usando-se uma ferramenta de exame de perfil de utilização de CPU, como o STROBE ou o OMEGAMON / MVS INSPECT, pode-se determinar o potencial de ganho e um perfil de utilização de CPU dos Jobsteps identificados que estão rodando. Isso irá isolar seções de programas responsáveis por alta utilização de CPU. Este perfil encontrado e um Assembly ou compilador de códigos fontes podem fornecer uma listagem mostrando referências-cruzadas de offsets de programas. Com estas informações, pode-se recomendar alterações em programas. As melhorias no programa podem reduzir o consumo de CPU e recuperar tempo de execução para Jobsteps e o caminho crítico para as aplicações. Tuning de classificações: Vários steps de SORT que classificam arquivos grandes, demoram um tempo significativo no SORTWORK I/O. Para classificações no caminho crítico, o máximo possível de memória que se tornar disponível irá reduzir a atividade de SORTWORK. Forneça também mais memória 31- bit para a classificação. Se houver área particular suficiente, forneça aproximadamente 40Mb de memória. Aumente a memória 31-bit para no mínimo 10 Mb para classificações no caminho crítico. Para o produto SYNCSORT, isto é feito especificando-se VSCORET=10M no cartão de controle fornecido na entrada $ORTPARM. Também aumente o limite da região para REGION=8M para permitir o uso de toda a memória abaixo dos 16Mb. 24

25 Mudanças no processo: A recarga de vários datasets VSAM pode demorar longos períodos de tempo. As recargas executam milhões de EXCPs e o processo para carregar os arquivos é checado. Classificar os dados em seqüências chaves antes da carga nos arquivos VSAM pode ajudar a eliminar EXCPs e reduzir o tempo de execução. O IDCAMS LISTCAT pode também ser analisado para determinar se a estrutura do arquivo VSAM pode ser modificada. Isto é feito através de modificações nos cartões de controle DELETE/DEFINE. Alterações no tamanho de bloco de datasets: Vários datasets grandes em fita são usados no caminho crítico e não alocam o máximo fator de blocagem permitido. Alocar arquivos com um fator de blocagem grande e buffers adicionais ajudam a melhorar o processamento seqüencial. 25

26 Exemplos de problemas e soluções: Problema 01: Análise: Solução: Problema 02: Análise: Solução: Problema 03: Análise: Solução: Um JOB é atrasado pela Dependência de Schedule com outro JOB, porém os dois JOBs não compartilham nenhum arquivo de dados (ou não alteram nenhum arquivo de dados). O Batch Analysis Service usa ambos os scheduling do cliente e encadeamento de datasets para linkar os JOBs. Portanto, é possível ver se há alguma dependência de dataset que suporte uma dependência schedulada. Se não, a dependência schedulada pode ser removida permitindo o JOB sucessor iniciar com antecedência. Mudança no Scheduling. Remova a dependência no sistema de Scheduling e isto irá permitir o JOB sucessor iniciar mais cedo. Paralelismo de JOBs Uma grande parte do caminho crítico do tempo de execução de um JOB está dedicada em acessar um arquivo o qual tem pouca ou nenhuma bufferização. Como a velocidade de execução do caminho crítico de um JOB é a chave para aumentar a velocidade de término do ciclo batch, buffers adicionais deverão ser fornecidos para este JOB acessar este arquivo. Realmente este acesso bufferizado ao arquivo terá favorecimento com relação a outros JOBs e outros arquivos melhorando assim a execução do caminho crítico. Aumentar a alocação de buffers para este JOB e para o acesso aos arquivos. Para arquivos VSAM, o uso do parâmetro BLSR é altamente recomendável. Um JOB contém uma grande quantidade de steps que não estão relacionados e o JOB necessita ser completado por inteiro antes que qualquer JOB sucessor possa iniciar. A análise efetuada no JOB indica que os steps não têm uma relação serial com algum ou com todos os outros steps do mesmo JOB. Ainda mais, o JOB executa atualmente como uma seqüência em série todos os steps e o JOB sucessor (sucessores) não pode iniciar até que todo este JOB tenha terminado. Agrupar os steps de acordo com suas dependências seqüenciais ou não interdependências seqüenciais e dividir o JOB em múltiplos JOBs novos cada um contendo somente os steps serialmente relacionados. Desta forma, os novos JOBs estarão aptos a executar, tão logo um destes novos JOBs, termine. Dependendo das relações contidas no fluxo de dados. 26

27 Problema 04: Análise: Solução: O início de um JOB sucessor é atrasado pelo término de um JOB predecessor muito embora somente a última parte dos steps do sucessor requeira o término do predecessor. Um JOB sucessor consiste de 10 steps, mas somente os últimos 3 steps possuem uma dependência de término no fluxo. Ainda, todo o JOB sucessor espera pelo término completo do JOB predecessor. O JOB com 7 steps poderá agora iniciar sua execução sem esperar o término completo do JOB predecessor cujo enfileiramento de dados evita o início dos 3 últimos steps do JOB original consequentemente permitindo um alto nível de processamento paralelo. Dividir o JOB sucessor em 2 novos JOBs da seguinte maneira: o primeiro JOB conterá os 7 steps e o segundo JOB conterá os 3 últimos steps. Problema 05: Análise: Solução: Problema 06: Análise: Solução: Dois (ou mais) JOBs necessitam ser executados serialmente devido à serialização do acesso em um arquivo comum aos dois JOBs. A análise dos JOBs onde nenhum deles atualiza o arquivo comum a eles. Contudo, estes JOBs usam DISP=OLD como se eles fossem alterar o arquivo comum. Pela simples mudança da disposição dos arquivos para DISP=SHR todos os JOBs podem iniciar simultaneamente e executar em paralelo pois as dependências de schedulagem foram removidas (se elas existirem). O caminho crítico do tempo de execução de um JOB é muito grande apesar de que o tempo de CPU consumido é muito pequeno um JOB limitado por I/O. A análise do I/O mostra que a maior parte do tempo é consumida fazendo-se processamento com acesso seqüencial em um conjunto de arquivos SORTWORK residentes em DASD ou fita. Dada esta presença no caminho crítico do ciclo batch, um manuseio especial dos arquivos de SORT deste JOB reduzirá enormemente o tempo de execução do SORT deste JOB e reduzirá também todo o tempo do ciclo batch.o uso da memória principal ao invés de DASD ou fita para estes arquivos de trabalho do SORT será muito eficiente e requererá somente a mudança do parâmetro SORT para ser implementado. 27

28 Problema 07: A fim de suportar o processamento de Abend/Restart, todos os JOBs (com prioridades alta e normal) necessitam atualizar um catálogo específico com mudanças de entradas nestes arquivos quando na fase de alocação inicial pelos JOBs. Análise: A análise dos JOBs indica que os JOBs foram divididos apropriadamente pela análise do caminho crítico em classes de prioridades normal e alta. Mas dado que todos os JOBs devem atualizar igualmente o database e que contém o catálogo, ocorre freqüentemente que um JOB de alta prioridade necessite aguardar por um JOB de prioridade normal para enfileirar e liberar o Catálogo antes que o JOB de alta prioridade possa prosseguir fazendo a alocação. Foram feitas tentativas para aumentar o desempenho do I/O no catálogo, mas isto trouxe um pequeno benefício porque o problema não está associado com a velocidade do arquivo em responder. O obstáculo, pelo contrário, está na habilidade dos JOBs de prioridade baixa para acessar a CPU para completar o processamento de suas alocações devido às suas baixas prioridades de CPU.Enquanto isto, os JOBs com alta prioridade devem esperar em filas de alocação por JOBs com baixa prioridade de acesso à CPU até que estes completem o processamento de alocação. Solução: Um aumento da prioridade de dispatching no primeiro período para todas as classes de JOBs deverá ser implementado para permitir que os JOBs em todas as classes de prioridades completem rapidamente seus processamentos de alocação. Isto irá evitar que JOBs com baixa prioridade bloqueiem os JOBs de alta prioridade de acessar o enfileiramento do catálogo e prosseguimento do processamento atual. A mudança pode ser implementada no membro IEAIPSxx da PARMLIB. Problema 08: Análise: Solução: Múltiplos JOBs estão executando um alto número de acessos de I/O durante uma parte específica de um ciclo batch. Os JOBs em questão formam um conjunto de serviços com prioridades alta e normal. A análise dos JOBs mostra que eles compartilham arquivos que são co-alocados no mesmo volume DASD. Uma análise mais profunda indica que além do alto tempo de resposta dos JOBs, os mesmos foram implementados executando vários comandos reserve/release contra o mesmo volume. Se os arquivos são estáticos, a realocação dos arquivos para diferentes volumes e também possivelmente para outros subsistemas diferentes, um alto nível de acesso num único volume. Se os arquivos são freqüentemente realocados e o PAV está disponível, um aumento nos aliases dos PAVs fornecerá um manuseio dinâmico de processamento igualmente distribuído de reserve/release contra os arquivos que frequentemente mudam de posições. Onde uma alta atividade de I/O é também vista, o uso de múltiplos grupos storage SMS segregados deverá também ser utilizado para reduzir a concentração da atividade em qualquer dos subsistemas. 28

Sun Software Exemplo de um caso Real Empresa nome fantasia CICLO DIÁRIO Preparado para a empresa 23/10/2005

Sun Software Exemplo de um caso Real Empresa nome fantasia CICLO DIÁRIO Preparado para a empresa 23/10/2005 Exemplo de um caso Real Empresa nome fantasia CICLO DIÁRIO Preparado para a empresa 23/10/2005 ÍNDICE RESUMO EXECUTIVO... 3 O BAS - SERVIÇO DE ANÁLISE BATCH... 4 RECOMENDAÇÕES GERAIS... 5 EXPANSÃO DO BUFFER

Leia mais

EXEMPLO: Processo para atualização da hora Processo para monitoramento da necessidade de proteção de tela. Figura 4-1 - Exemplo

EXEMPLO: Processo para atualização da hora Processo para monitoramento da necessidade de proteção de tela. Figura 4-1 - Exemplo 4 PROCESSOS Os primeiros sistemas operacionais permitiam que apenas um processo fosse executado por vez. Dessa maneira, este processo tinha todo o sistema computacional a sua disposição. Os atuais sistemas

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais 7 Sistemas Operacionais 7.1 Fundamentos da ciência da computação Cengage Learning Objetivos 7.2 Compreender o papel do sistema operacional. Compreender o processo de inicialização para carregar o sistema

Leia mais

Introdução aos Sistemas

Introdução aos Sistemas Introdução Introdução aos Sistemas Operacionais 1 2 3... n Ambientes Operacionais Prof. Simão Sirineo Toscani stoscani@inf.pucrs.br www.inf.pucrs.br/~stoscani Compilador Editor de texto Browser Programas

Leia mais

Consolidação inteligente de servidores com o System Center

Consolidação inteligente de servidores com o System Center Consolidação de servidores por meio da virtualização Determinação do local dos sistemas convidados: a necessidade de determinar o melhor host de virtualização que possa lidar com os requisitos do sistema

Leia mais

Notas da Aula 15 - Fundamentos de Sistemas Operacionais

Notas da Aula 15 - Fundamentos de Sistemas Operacionais Notas da Aula 15 - Fundamentos de Sistemas Operacionais 1. Software de Entrada e Saída: Visão Geral Uma das tarefas do Sistema Operacional é simplificar o acesso aos dispositivos de hardware pelos processos

Leia mais

6 - Gerência de Dispositivos

6 - Gerência de Dispositivos 1 6 - Gerência de Dispositivos 6.1 Introdução A gerência de dispositivos de entrada/saída é uma das principais e mais complexas funções do sistema operacional. Sua implementação é estruturada através de

Leia mais

SISTEMAS OPERACIONAIS CAPÍTULO 3 CONCORRÊNCIA

SISTEMAS OPERACIONAIS CAPÍTULO 3 CONCORRÊNCIA SISTEMAS OPERACIONAIS CAPÍTULO 3 CONCORRÊNCIA 1. INTRODUÇÃO O conceito de concorrência é o princípio básico para o projeto e a implementação dos sistemas operacionais multiprogramáveis. O sistemas multiprogramáveis

Leia mais

Hardware (Nível 0) Organização. Interface de Máquina (IM) Interface Interna de Microprogramação (IIMP)

Hardware (Nível 0) Organização. Interface de Máquina (IM) Interface Interna de Microprogramação (IIMP) Hardware (Nível 0) Organização O AS/400 isola os usuários das características do hardware através de uma arquitetura de camadas. Vários modelos da família AS/400 de computadores de médio porte estão disponíveis,

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO ANALISTA DE SISTEMA ÊNFASE GOVERNANÇA DE TI ANALISTA DE GESTÃO RESPOSTAS ESPERADAS PRELIMINARES

CONCURSO PÚBLICO ANALISTA DE SISTEMA ÊNFASE GOVERNANÇA DE TI ANALISTA DE GESTÃO RESPOSTAS ESPERADAS PRELIMINARES CELG DISTRIBUIÇÃO S.A EDITAL N. 1/2014 CONCURSO PÚBLICO ANALISTA DE GESTÃO ANALISTA DE SISTEMA ÊNFASE GOVERNANÇA DE TI RESPOSTAS ESPERADAS PRELIMINARES O Centro de Seleção da Universidade Federal de Goiás

Leia mais

GERENCIAMENTO CENTRALIZADO DELL POWERVAULT DL 2000 BASEADO EM TECNOLOGIA SYMANTEC

GERENCIAMENTO CENTRALIZADO DELL POWERVAULT DL 2000 BASEADO EM TECNOLOGIA SYMANTEC GERENCIAMENTO CENTRALIZADO DELL POWERVAULT DL 2000 BASEADO EM TECNOLOGIA SYMANTEC RESUMO EXECUTIVO O PowerVault DL2000, baseado na tecnologia Symantec Backup Exec, oferece a única solução de backup em

Leia mais

14/09/2008. Curso Superior de Tecnologia em Bando de Dados Disciplina: Projeto de Banco de Dados Relacional II Prof.: Fernando Hadad Zaidan

14/09/2008. Curso Superior de Tecnologia em Bando de Dados Disciplina: Projeto de Banco de Dados Relacional II Prof.: Fernando Hadad Zaidan Faculdade INED Curso Superior de Tecnologia em Bando de Dados Disciplina: Projeto de Banco de Dados Relacional II Prof.: Fernando Hadad Zaidan Unidade 2.2 1 2 Material usado na montagem dos Slides Bibliografia

Leia mais

Relatório de Pesquisa

Relatório de Pesquisa Relatório de Pesquisa A Vantagem da Virtualização de Mainframe: Como Economizar Milhões de Dólares Utilizando um IBM System z como um Servidor em Nuvem Linux Sumário Executivo Os executivos de TI (Tecnologia

Leia mais

Estruturas do Sistema de Computação

Estruturas do Sistema de Computação Estruturas do Sistema de Computação Prof. Dr. José Luís Zem Prof. Dr. Renato Kraide Soffner Prof. Ms. Rossano Pablo Pinto Faculdade de Tecnologia de Americana Centro Paula Souza Estruturas do Sistema de

Leia mais

Organização e Arquitetura de Computadores

Organização e Arquitetura de Computadores Organização e Arquitetura de Computadores Entrada e saída Alexandre Amory Edson Moreno Nas Aulas Anteriores Foco na Arquitetura e Organização internas da Cleo Modelo Von Neuman Circuito combinacional Circuito

Leia mais

Sistemas Operacionais. Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com

Sistemas Operacionais. Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com Sistemas Operacionais Prof. André Y. Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com Estruturas de Sistemas de Computação O sistema operacional precisa garantir a operação correta do sistema de computação. Operação

Leia mais

Organização de Computadores 1

Organização de Computadores 1 Organização de Computadores 1 4 SUPORTE AO SISTEMA OPERACIONAL Prof. Luiz Gustavo A. Martins Sistema Operacional (S.O.) Programa responsável por: Gerenciar os recursos do computador. Controlar a execução

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Sistemas de Entrada/Saída Princípios de Hardware Sistema de Entrada/Saída Visão Geral Princípios de Hardware Dispositivos de E/S Estrutura Típica do Barramento de um PC Interrupções

Leia mais

Projeto de Arquitetura

Projeto de Arquitetura Projeto de Arquitetura Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 1 Objetivos Apresentar projeto de arquitetura e discutir sua importância Explicar as decisões de projeto

Leia mais

TRABALHO COM GRANDES MONTAGENS

TRABALHO COM GRANDES MONTAGENS Texto Técnico 005/2013 TRABALHO COM GRANDES MONTAGENS Parte 05 0 Vamos finalizar o tema Trabalho com Grandes Montagens apresentando os melhores recursos e configurações de hardware para otimizar a abertura

Leia mais

Gestão de Armazenamento

Gestão de Armazenamento Gestão de Armazenamento 1. Introdução As organizações estão se deparando com o desafio de gerenciar com eficiência uma quantidade extraordinária de dados comerciais gerados por aplicativos e transações

Leia mais

Gestão de T.I. GESTÃO DE T.I. ITIL. José Luís Padovan jlpadovan@gmail.com

Gestão de T.I. GESTÃO DE T.I. ITIL. José Luís Padovan jlpadovan@gmail.com GESTÃO DE T.I. José Luís Padovan jlpadovan@gmail.com 1 Information Technology Infrastructure Library 2 O que é o? Information Technology Infrastructure Library é uma biblioteca composta por sete livros

Leia mais

HP Quality Center. Preparar materiais de treinamento e observações para a nova versão 16 Suporte pós-atualização 16 Suporte 17 Chamada à ação 17

HP Quality Center. Preparar materiais de treinamento e observações para a nova versão 16 Suporte pós-atualização 16 Suporte 17 Chamada à ação 17 Documento técnico HP Quality Center Atualize o desempenho Índice Sobre a atualização do HP Quality Center 2 Introdução 2 Público-alvo 2 Definição 3 Determine a necessidade de uma atualização do HP Quality

Leia mais

Sistemas Operacionais 2014 Introdução. Alexandre Augusto Giron alexandre.a.giron@gmail.com

Sistemas Operacionais 2014 Introdução. Alexandre Augusto Giron alexandre.a.giron@gmail.com Sistemas Operacionais 2014 Introdução Alexandre Augusto Giron alexandre.a.giron@gmail.com Roteiro Sistemas Operacionais Histórico Estrutura de SO Principais Funções do SO Interrupções Chamadas de Sistema

Leia mais

Gerenciamento de Projeto

Gerenciamento de Projeto UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA INSTITUTO DE BIOCIÊNCIAS, LETRAS E CIÊNCIAS EXATAS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DE COMPUTAÇÃO E ESTATÍSTICA Gerenciamento de Projeto Engenharia de Software 2o. Semestre/ 2005

Leia mais

Estudo de Caso 2: Windows Vista

Estudo de Caso 2: Windows Vista Faculdades Integradas de Mineiros Curso de Sistemas de Informação Sistemas Operacionais II Estudo de Caso 2: Windows Vista Grupo 4 Helder / Wagner / Frantyeis Junho/2010 O Windows usa uma estratégia Just-In-Time

Leia mais

CONTENÇÕES NO SGBD MICROSOFT SQL SERVER 2008 R2

CONTENÇÕES NO SGBD MICROSOFT SQL SERVER 2008 R2 CONTENÇÕES NO SGBD MICROSOFT SQL SERVER 2008 R2 ROMULO RUBENS CUNHA JUNIOR 1 IREMAR NUNES DE LIMA 2 Resumo: Este artigo aborda os tipos de contenções que podem ocorrer no Sistema Gerenciador de Banco de

Leia mais

Sistemas de Informação. Sistemas Operacionais 4º Período

Sistemas de Informação. Sistemas Operacionais 4º Período Sistemas de Informação Sistemas Operacionais 4º Período SISTEMA DE ARQUIVOS SUMÁRIO 7. SISTEMA DE ARQUIVOS: 7.1 Introdução; 7.2 s; 7.3 Diretórios; 7.4 Gerência de Espaço Livre em Disco; 7.5 Gerência de

Leia mais

A Evolução dos Sistemas Operacionais

A Evolução dos Sistemas Operacionais Capítulo 3 A Evolução dos Sistemas Operacionais Neste capítulo, continuaremos a tratar dos conceitos básicos com a intensão de construirmos, agora em um nível mais elevado de abstração, o entendimento

Leia mais

Prof.: Roberto Franciscatto. Capítulo 1.2 Aspectos Gerais

Prof.: Roberto Franciscatto. Capítulo 1.2 Aspectos Gerais Sistemas Operacionais Prof.: Roberto Franciscatto Capítulo 1.2 Aspectos Gerais Estrutura do Sistema Operacional Principais Funções do Sistema Operacional Tratamento de interrupções e exceções Criação e

Leia mais

Coca-Cola Bottling Co. Consolidated maximiza a lucratividade

Coca-Cola Bottling Co. Consolidated maximiza a lucratividade Coca-Cola Bottling Co. Consolidated maximiza a lucratividade Fornecendo insights mais profundos sobre a demanda dos clientes quatro vezes mais rápido com a Solução IBM FlashSystem Visão geral A necessidade

Leia mais

Memória Virtual. Prof. Dr. José Luís Zem Prof. Dr. Renato Kraide Soffner Prof. Ms. Rossano Pablo Pinto

Memória Virtual. Prof. Dr. José Luís Zem Prof. Dr. Renato Kraide Soffner Prof. Ms. Rossano Pablo Pinto Memória Virtual Prof Dr José Luís Zem Prof Dr Renato Kraide Soffner Prof Ms Rossano Pablo Pinto Faculdade de Tecnologia de Americana Centro Paula Souza Tópicos Introdução Espaço de Endereçamento Virtual

Leia mais

Módulo 4. Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios

Módulo 4. Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios Módulo 4 Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios Estruturas e Metodologias de controle adotadas na Sarbanes COBIT

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO. Software de Ferramenta de Backup

MANUAL DO USUÁRIO. Software de Ferramenta de Backup MANUAL DO USUÁRIO Software de Ferramenta de Backup Software Ferramenta de Backup Parabéns, você acaba de adquirir um produto com a qualidade e segurança Intelbras. Este manual serve como referência para

Leia mais

Sistemas Operacionais Gerência de Dispositivos

Sistemas Operacionais Gerência de Dispositivos Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul UEMS Curso de Licenciatura em Computação Sistemas Operacionais Gerência de Dispositivos Prof. José Gonçalves Dias Neto profneto_ti@hotmail.com Introdução A gerência

Leia mais

Glossário Apresenta a definição dos termos, siglas e abreviações utilizadas no contexto do projeto Citsmart.

Glossário Apresenta a definição dos termos, siglas e abreviações utilizadas no contexto do projeto Citsmart. Apresenta a definição dos termos, siglas e abreviações utilizadas no contexto do projeto Citsmart. Versão 1.6 15/08/2013 Visão Resumida Data Criação 15/08/2013 Versão Documento 1.6 Projeto Responsáveis

Leia mais

XDOC. Solução otimizada para armazenamento e recuperação de documentos

XDOC. Solução otimizada para armazenamento e recuperação de documentos XDOC Solução otimizada para armazenamento e recuperação de documentos ObJetivo Principal O Que você ACHA De ter Disponível Online todos OS Documentos emitidos por SUA empresa em UMA intranet OU Mesmo NA

Leia mais

TECNÓLOGO EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES I Aula 01: Conceitos Iniciais / Sistema Operacional

TECNÓLOGO EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES I Aula 01: Conceitos Iniciais / Sistema Operacional TECNÓLOGO EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES I Aula 01: Conceitos Iniciais / Sistema Operacional O conteúdo deste documento tem por objetivo apresentar uma visão geral

Leia mais

IBM System Storage. Projeta suas informações de negócios importantes com soluções de segurança de informações da IBM

IBM System Storage. Projeta suas informações de negócios importantes com soluções de segurança de informações da IBM IBM System Storage Projeta suas informações de negócios importantes com soluções de segurança de informações da IBM As organizações sempre se esforçaram para gerenciar o crescimento exponencial de informações

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Sistemas de Entrada/Saída Princípios de Software Sistema de Entrada/Saída Princípios de Software Tratadores (Manipuladores) de Interrupções Acionadores de Dispositivos (Device Drivers)

Leia mais

ESTRUTURA INTERNA DO SISTEMA ESTRUTURA GERAL DO SGBD. Desempenho do BD ÙSatisfação do usuário. A performance do sistema depende:

ESTRUTURA INTERNA DO SISTEMA ESTRUTURA GERAL DO SGBD. Desempenho do BD ÙSatisfação do usuário. A performance do sistema depende: ESTRUTURA INTERNA DO SISTEMA ESTRUTURA GERAL DO SGBD Desempenho do BD ÙSatisfação do usuário USUÁRIO A performance do sistema depende: da eficiência das estruturas de dados utilizadas; como o sistema opera

Leia mais

Sistemas Operacionais Arquivos

Sistemas Operacionais Arquivos Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul UEMS Curso de Licenciatura em Computação Sistemas Operacionais Arquivos Prof. José Gonçalves Dias Neto profneto_ti@hotmail.com Introdução Os arquivos são gerenciados

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DE PROJETOS

IMPLANTAÇÃO DE PROJETOS IMPLANTAÇÃO DE PROJETOS GERENCIAMENTO DE PROJETOS CICLO DE VIDA DE PROJETOS (viabilidade até a entrega / iniciação ao encerramento) RELEVÂNCIA SOBRE AS AREAS DE CONHECIMENTO FATORES IMPACTANTES EM PROJETOS

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais O que se espera de um sistema de computação? Execução de programas de usuários Permitir a solução de problemas Sistema Operacional (SO) é um programa colocado entre o hardware do

Leia mais

Computador Digital Circuitos de um computador (Hardware)

Computador Digital Circuitos de um computador (Hardware) Computador Digital SIS17 - Arquitetura de Computadores (Parte I) Máquina que pode resolver problemas executando uma série de instruções que lhe são fornecidas. Executa Programas conjunto de instruções

Leia mais

RHIND Group. Rhind Group. Nossa Equipe. Nosso objetivo

RHIND Group. Rhind Group. Nossa Equipe. Nosso objetivo Rhind Group É uma empresa estruturada para prover soluções em consultoria e assessoria empresarial aos seus clientes e parceiros de negócios. Com larga experiência no mercado, a Rhind Group tem uma trajetória

Leia mais

Solução CA Technologies Garante Entrega de Novo Serviço de Notícias do Jornal Valor Econômico

Solução CA Technologies Garante Entrega de Novo Serviço de Notícias do Jornal Valor Econômico CUSTOMER SUCCESS STORY Abril 2014 Solução CA Technologies Garante Entrega de Novo Serviço de Notícias do Jornal Valor Econômico PERFIL DO CLIENTE Indústria: Mídia Companhia: Valor Econômico Funcionários:

Leia mais

Gerenciador de Mudanças automatizadas

Gerenciador de Mudanças automatizadas Benefícios para os Negócios Minimizando a dependência em processos manuais e reduzindo risco de erro humano Reduz o tempo, esforço e risco de erro humano que existem ao mudar a configuração em dispositivos

Leia mais

www.en-sof.com.br SOLUÇÕES PARA CONTINUIDADE DO NEGÓCIO

www.en-sof.com.br SOLUÇÕES PARA CONTINUIDADE DO NEGÓCIO SOLUÇÕES PARA CONTINUIDADE DO NEGÓCIO 1 Soluções Oracle Voltadas à Continuidade dos Negócios Luciano Inácio de Melo Oracle Database Administrator Certified Oracle Instructor Bacharel em Ciências da Computação

Leia mais

Tópicos. Atualizações e segurança do sistema. Manutenção Preventiva e Corretiva de Software (utilizando o MS Windows XP)

Tópicos. Atualizações e segurança do sistema. Manutenção Preventiva e Corretiva de Software (utilizando o MS Windows XP) teste 1 Manutenção Preventiva e Corretiva de Software (utilizando o MS Windows XP) Rafael Fernando Diorio www.diorio.com.br Tópicos - Atualizações e segurança do sistema - Gerenciamento do computador -

Leia mais

Organização e Arquitetura de Computadores

Organização e Arquitetura de Computadores Organização e Arquitetura de Computadores MemóriaVirtual Edson Moreno edson.moreno@pucrs.br http://www.inf.pucrs.br/~emoreno Gerência de memória convencional Divide um programa em unidades menores Partes

Leia mais

Serviço HP Carregamento de Imagem e Aplicações

Serviço HP Carregamento de Imagem e Aplicações Especificações técnicas Serviço HP Carregamento de Imagem e Aplicações Serviços HP de Configuração Deixe a HP gerenciar sua imagem de PC para que você possa se concentrar nos negócios Visão geral dos serviços

Leia mais

Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código)

Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código) Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código) Roteiro Processos Threads Virtualização Migração de Código O que é um processo?! Processos são programas em execução. Processo Processo Processo tem

Leia mais

Determinar o Tipo de Contagem. Identificar o Escopo de Contagem e Fronteira da Aplicação. Contagem das Funções de Dados. Calcular os PFs Ajustados

Determinar o Tipo de Contagem. Identificar o Escopo de Contagem e Fronteira da Aplicação. Contagem das Funções de Dados. Calcular os PFs Ajustados Análise de Pontos de Função (Hazan, 2001) A Análise de Pontos de Função (APF) é um método-padrão para a medição do desenvolvimento de software, visando estabelecer uma medida de tamanho do software em

Leia mais

AULA 13 - Gerência de Memória

AULA 13 - Gerência de Memória AULA 13 - Gerência de Memória omo sabemos, os computadores utilizam uma hierarquia de memória em sua organização, combinando memórias voláteis e não-voláteis, tais como: memória cache, memória principal

Leia mais

SISTEMA DE GERÊNCIA - DmView

SISTEMA DE GERÊNCIA - DmView Sistema de Gerenciamento DmView O DmView é o Sistema de Gerência desenvolvido para supervisionar e configurar os equipamentos DATACOM, disponibilizando funções para gerência de supervisão, falhas, configuração,

Leia mais

Dez fatos inteligentes que você deve saber sobre storage

Dez fatos inteligentes que você deve saber sobre storage Dez fatos inteligentes que você deve saber sobre storage Tendências, desenvolvimentos e dicas para tornar o seu ambiente de storage mais eficiente Smart decisions are built on Storage é muito mais do que

Leia mais

Crescendo e Inovando com um Parceiro Confiável de Suporte

Crescendo e Inovando com um Parceiro Confiável de Suporte IBM Global Technology Services Manutenção e suporte técnico Crescendo e Inovando com um Parceiro Confiável de Suporte Uma abordagem inovadora em suporte técnico 2 Crescendo e Inovando com um Parceiro Confiável

Leia mais

Arquitetura de Computadores. Introdução aos Sistemas Operacionais

Arquitetura de Computadores. Introdução aos Sistemas Operacionais Arquitetura de Computadores Introdução aos Sistemas Operacionais O que é um Sistema Operacional? Programa que atua como um intermediário entre um usuário do computador ou um programa e o hardware. Os 4

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Aula 4 Tipos de SO Prof.: Edilberto M. Silva http://www.edilms.eti.br SO - Prof. Edilberto Silva Os Sistemas Operacionais podem ser assim classificados: SO - Prof. Edilberto Silva

Leia mais

Título: De Olho na Produção

Título: De Olho na Produção Título: De Olho na Produção Resumo O De Olho na Produção trata-se de um sistema inovador de gestão de informação que tem por premissas: projetar a chegada dos vagões até os pontos de carregamento e descarga,

Leia mais

Fundamentos de Banco de Dados

Fundamentos de Banco de Dados Fundamentos de Banco de Dados SISTEMAS BASEADOS NO PROCESSAMENTO DE ARQUIVOS Sistema A Funcionário Pagamento Cargo Sistema B Funcionário Projeto SISTEMAS GERENCIADORES DE BANCO DE DADOS (SGBD) Sistema

Leia mais

Unidade III FUNDAMENTOS DE SISTEMAS. Prof. Victor Halla

Unidade III FUNDAMENTOS DE SISTEMAS. Prof. Victor Halla Unidade III FUNDAMENTOS DE SISTEMAS OPERACIONAIS Prof. Victor Halla Conteúdo Arquitetura de Processadores: Modo Operacional; Velocidade; Cache; Barramento; Etc. Virtualização: Maquinas virtuais; Gerenciamento

Leia mais

Hospedagem Virtualizada

Hospedagem Virtualizada Conheça também Desenvolvimento de sistemas Soluções de Segurança Soluções com o DNA da Administração Pública Há 43 anos no mercado, a Prodesp tem um profundo conhecimento da administração pública e também

Leia mais

Banco de Dados 1 Prof. MSc Wagner Siqueira Cavalcante

Banco de Dados 1 Prof. MSc Wagner Siqueira Cavalcante Banco de Dados 1 Programação sucinta do curso:. Conceitos fundamentais de Banco de Dados.. Arquitetura dos Sistemas Gerenciadores de Banco de Dados (SGBD ou DBMS).. Características típicas de um SGBD..

Leia mais

Gerenciamento de memória. Carlos Eduardo de Carvalho Dantas

Gerenciamento de memória. Carlos Eduardo de Carvalho Dantas Carlos Eduardo de Carvalho Dantas Motivos: 1 Manter a CPU ocupada o máximo de tempo para não existir gargalos na busca de dados na memória; 2 Gerenciar os espaços de endereçamento para que processos executem

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Aula 6 Estrutura de Sistemas Operacionais Prof.: Edilberto M. Silva http://www.edilms.eti.br Baseado no material disponibilizado por: SO - Prof. Edilberto Silva Prof. José Juan Espantoso

Leia mais

Gerenciador de portas de Switch (es)

Gerenciador de portas de Switch (es) Benefícios para os Negócios Controle Automatizado de Acesso a Portas de Switch(es) de Rede e Hosts Finais A capacidade de planejamento ao acompanhar portas livres, em uso e definidas por usuário. Encontre

Leia mais

Sistemas IBM Flex & PureFlex

Sistemas IBM Flex & PureFlex Eduardo (Edu) Pacini Líder Plataforma PureFlex Brasil IBM Systems & Technology Group Sistemas IBM Flex & PureFlex A Tecnologia está liderando as mudanças que impactam os negócios 1 Fatores de impacto:

Leia mais

XDR. Solução para Big Data.

XDR. Solução para Big Data. XDR Solução para Big Data. ObJetivo Principal O volume de informações com os quais as empresas de telecomunicações/internet têm que lidar é muito grande, e está em constante crescimento devido à franca

Leia mais

Por que os administradores de sistema devem estar atentos ao desempenho de virtualização e armazenamento

Por que os administradores de sistema devem estar atentos ao desempenho de virtualização e armazenamento Por que os administradores de sistema devem estar atentos ao desempenho de virtualização e armazenamento 2013, SolarWinds Worldwide, LLC. Todos os direitos reservados. É importante que os administradores

Leia mais

2. Introdução aos Sistemas Operacionais

2. Introdução aos Sistemas Operacionais 2. Introdução aos Sistemas Operacionais O que é um Sistema Operacional? 1 Compilador 2 Editor de texto 3 Browser Aplicativos... Sistema Operacional (infraestrutura) Hardware n Quake No passado, a eficiência

Leia mais

Gestão da Tecnologia da Informação

Gestão da Tecnologia da Informação TLCne-051027-P0 Gestão da Tecnologia da Informação Disciplina: Governança de TI São Paulo, Outubro de 2012 0 Sumário TLCne-051027-P1 Conteúdo desta Aula Abordar o domínio Adquirir e Implementar e todos

Leia mais

5 Mecanismo de seleção de componentes

5 Mecanismo de seleção de componentes Mecanismo de seleção de componentes 50 5 Mecanismo de seleção de componentes O Kaluana Original, apresentado em detalhes no capítulo 3 deste trabalho, é um middleware que facilita a construção de aplicações

Leia mais

FAMÍLIA EMC VPLEX. Disponibilidade contínua e mobilidade de dados nos datacenters e entre eles

FAMÍLIA EMC VPLEX. Disponibilidade contínua e mobilidade de dados nos datacenters e entre eles FAMÍLIA EMC VPLEX Disponibilidade contínua e mobilidade de dados nos datacenters e entre eles GARANTINDO DISPONIBILIDADE CONTÍNUA E MOBILIDADE DE DADOS PARA APLICATIVOS ESSENCIAIS A infraestrutura de armazenamento

Leia mais

Exame de Fundamentos da ITIL

Exame de Fundamentos da ITIL Exame de Fundamentos da ITIL Simulado A, versão 5.1 Múltipla escolha Instruções 1. Todas as 40 perguntas devem ser respondidas. 2. Todas as respostas devem ser assinaladas na grade de respostas fornecida.

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Aula 5 Estrutura de Sistemas de Computação Prof.: Edilberto M. Silva http://www.edilms.eti.br Baseado no material disponibilizado por: SO - Prof. Edilberto Silva Prof. José Juan Espantoso

Leia mais

NetMRI. Reduzir riscos e melhorar a eficiência da área de TI através de Configuração de rede automática e Gestão de mudança(s)

NetMRI. Reduzir riscos e melhorar a eficiência da área de TI através de Configuração de rede automática e Gestão de mudança(s) Benefícios para os Negócios Detecte e automatize mudanças de rede, e veja quem mudou o que, quando e onde, e monitore qual o impacto na condição e estabilidade da rede. Reduza as suposições com total descoberta,

Leia mais

Sistema Operacional Unidade 4.2 - Instalando o Ubuntu Virtualizado

Sistema Operacional Unidade 4.2 - Instalando o Ubuntu Virtualizado Sistema Operacional Unidade 4.2 - Instalando o Ubuntu Virtualizado Curso Técnico em Informática SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 3 CRIAÇÃO DA MÁQUINA VIRTUAL... 3 Mas o que é virtualização?... 3 Instalando o VirtualBox...

Leia mais

Banco do Brasil S.A. Consulta ao Mercado - RFP - Request for Proposa Aquisição de Ferramenta de Gestão de Limites Dúvida de Fornecedor

Banco do Brasil S.A. Consulta ao Mercado - RFP - Request for Proposa Aquisição de Ferramenta de Gestão de Limites Dúvida de Fornecedor 1. Em relação ao módulo para Atribuição de Limites, entendemos que Banco do Brasil busca uma solução para o processo de originação/concessão de crédito. Frente a essa necessidade, o Banco do Brasil busca

Leia mais

Fundamentos de Sistemas Operacionais

Fundamentos de Sistemas Operacionais Fundamentos de Sistemas Operacionais Sistema de Arquivos - II Prof. Galvez Implementação de Arquivos Arquivos são implementados através da criação, para cada arquivo no sistema, de uma estrutura de dados

Leia mais

RODRIGUES JARDIM,MIRIAN BERGMANN DE LIMA, TAMIRES RODRIGUES FERREIRA

RODRIGUES JARDIM,MIRIAN BERGMANN DE LIMA, TAMIRES RODRIGUES FERREIRA Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial E.E.P. Senac Pelotas Centro Histórico Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego Curso Técnico em Informática FRANCIS RODRIGUES JARDIM,MIRIAN BERGMANN

Leia mais

LABORATÓRIO DE SISTEMAS OPERACIONAIS. PROFª. M.Sc. JULIANA HOFFMANN QUINONEZ BENACCHIO

LABORATÓRIO DE SISTEMAS OPERACIONAIS. PROFª. M.Sc. JULIANA HOFFMANN QUINONEZ BENACCHIO LABORATÓRIO DE SISTEMAS OPERACIONAIS PROFª. M.Sc. JULIANA HOFFMANN QUINONEZ BENACCHIO Sistemas Operacionais Conteúdo retirado de: SOsim: SIMULADOR PARA O ENSINO DE SISTEMAS OPERACIONAIS Luiz Paulo Maia

Leia mais

Gerência de Processador

Gerência de Processador Gerência de Processador Prof. Edwar Saliba Júnior Junho de 2009 Unidade 03-003 Gerência de Processador 1 Introdução Com o surgimento dos sistemas multiprogramáveis, onde múltiplos processos poderiam permanecer

Leia mais

Sistema BuildParty para montagem e gerenciamento de eventos. Plano de Testes. Versão <1.1> DeltaInfo. Soluções para web Soluções para o mundo

Sistema BuildParty para montagem e gerenciamento de eventos. Plano de Testes. Versão <1.1> DeltaInfo. Soluções para web Soluções para o mundo Sistema BuildParty para montagem e gerenciamento de eventos Plano de Testes Versão DeltaInfo Soluções para web Soluções para o mundo DeltaInfo 2 Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autores

Leia mais

Dino SMART Production. Monitoração de Jobs da produçao do ambiente mainframe IBM

Dino SMART Production. Monitoração de Jobs da produçao do ambiente mainframe IBM Dino SMART Production Monitoração de Jobs da produçao do ambiente mainframe IBM Portfolio - Dino Explorer Suite - Componentes Dino Smart Monitoração: Aplicações Serviços Jobs (Online e Batch) SLA s Reengenharia;

Leia mais

C O B I T. Gerenciamento dos Riscos Mitigação. Aceitação. Transferência. Evitar/Eliminar.

C O B I T. Gerenciamento dos Riscos Mitigação. Aceitação. Transferência. Evitar/Eliminar. C O B I T Evolução Estratégica A) Provedor de Tecnologia Gerenciamento de Infra-estrutura de TI (ITIM) B) Provedor de Serviços Gerenciamento de Serviços de TI (ITSM) C) Parceiro Estratégico Governança

Leia mais

CA Mainframe Chorus for DB2 Database Management Version 2.0

CA Mainframe Chorus for DB2 Database Management Version 2.0 FOLHA DO PRODUTO CA Mainframe Chorus for DB2 Database Management CA Mainframe Chorus for DB2 Database Management Version 2.0 Simplifique e otimize seu DB2 para tarefas de gerenciamento de carga de trabalho

Leia mais

*O RDBMS Oracle é um sistema de gerenciamento de banco de dados relacional.

*O RDBMS Oracle é um sistema de gerenciamento de banco de dados relacional. Arquitetura Oracle e seus componentes Hoje irei explicar de uma forma geral a arquitetura oracle e seus componentes. Algo que todos os DBA s, obrigatoriamente, devem saber de cabo a rabo. Vamos lá, e boa

Leia mais

Notas da Aula 4 - Fundamentos de Sistemas Operacionais

Notas da Aula 4 - Fundamentos de Sistemas Operacionais Notas da Aula 4 - Fundamentos de Sistemas Operacionais 1. Threads Threads são linhas de execução dentro de um processo. Quando um processo é criado, ele tem uma única linha de execução, ou thread. Esta

Leia mais

AT&S Ganha Eficiência e Agilidade de Negócio com Melhor Gestão de TI

AT&S Ganha Eficiência e Agilidade de Negócio com Melhor Gestão de TI CUSTOMER SUCCESS STORY Março 2014 AT&S Ganha Eficiência e Agilidade de Negócio com Melhor Gestão de TI PERFIL DO CLIENTE Indústria: Manufatura Empresa: AT&S Funcionários: 7.500 Faturamento: 542 milhões

Leia mais

Avaliação da plataforma de armazenamento multiprotocolo EMC Celerra NS20

Avaliação da plataforma de armazenamento multiprotocolo EMC Celerra NS20 Avaliação da plataforma de armazenamento multiprotocolo EMC Celerra NS20 Relatório elaborado sob contrato com a EMC Corporation Introdução A EMC Corporation contratou a Demartek para realizar uma avaliação

Leia mais

Introdução ao OpenUP (Open Unified Process)

Introdução ao OpenUP (Open Unified Process) Introdução ao OpenUP (Open Unified Process) Diferentes projetos têm diferentes necessidades de processos. Fatores típicos ditam as necessidades de um processo mais formal ou ágil, como o tamanho da equipe

Leia mais

ITIL V3 (aula 6) AGENDA: A VERSÃO 3 ESTRATÉGIA DO SERVIÇO DESENHO DO SERVIÇO TRANSIÇÃO DO SERVIÇO OPERAÇÃO DO SERVIÇO MELHORIA CONTÍNUA

ITIL V3 (aula 6) AGENDA: A VERSÃO 3 ESTRATÉGIA DO SERVIÇO DESENHO DO SERVIÇO TRANSIÇÃO DO SERVIÇO OPERAÇÃO DO SERVIÇO MELHORIA CONTÍNUA ITIL V3 (aula 6) AGENDA: A VERSÃO 3 ESTRATÉGIA DO SERVIÇO DESENHO DO SERVIÇO TRANSIÇÃO DO SERVIÇO OPERAÇÃO DO SERVIÇO MELHORIA CONTÍNUA ITIL - Livros Estratégia de Serviços (Service Strategy): Esse livro

Leia mais

Componentes de um sistema computacional moderno. DCC/FCUP Inês Dutra Sistemas de Operação 1

Componentes de um sistema computacional moderno. DCC/FCUP Inês Dutra Sistemas de Operação 1 Componentes de um sistema computacional moderno DCC/FCUP Inês Dutra Sistemas de Operação 1 O que é um Sistema de Operação? Para responder a esta questão: vamos dividir a turma em 4 partes CPU memória programas

Leia mais

IBM FlashSystem Atendendo ao pedido de desempenho no setor de telecomunicações

IBM FlashSystem Atendendo ao pedido de desempenho no setor de telecomunicações IBM Systems and Technology Group Abril de 2013 White Paper de Liderança em Ideias Inovadoras IBM FlashSystem Atendendo ao pedido de desempenho no setor de telecomunicações 2 IBM FlashSystem Atendendo ao

Leia mais

EMC Consulting. Estratégia visionária, resultados práticos. Quando a informação se reúne, seu mundo avança.

EMC Consulting. Estratégia visionária, resultados práticos. Quando a informação se reúne, seu mundo avança. EMC Consulting Estratégia visionária, resultados práticos Quando a informação se reúne, seu mundo avança. Alinhando TI aos objetivos de negócios. As decisões de TI de hoje devem basear-se em critérios

Leia mais