A Análise do Jogo e a Planificação do Treinamento Como a Análise do Jogo pode ser útil para a Planificação do Treinamento de uma equipe de futebol?

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A Análise do Jogo e a Planificação do Treinamento Como a Análise do Jogo pode ser útil para a Planificação do Treinamento de uma equipe de futebol?"

Transcrição

1 A Análise do Jogo e a Planificação do Como a Análise do Jogo pode ser útil para a Planificação do de uma equipe de futebol? Autor: Felipe D. Bressan* O estudo do jogo a partir da observação dos comportamentos coletivos e individuais não é recente, tendo surgido em meio à especialização na área esportiva. Na literatura há uma série de referências relativas a esse processo, porém com variadas denominações, as quais se podem destacar: observação do jogo (game observation), análise do jogo (match analysis), análise notacional (notational analysis) e scouting. Todavia, a expressão mais utilizada na literatura é análise do jogo. (GARGANTA,1997) A etimologia da palavra análise remete ao grego análysis (derivado de analýein) em que aná significa para cima e lýein significa decompor. Análise pode ser definida como a decomposição ou a separação de um todo, quer seja um produto do pensamento quer seja uma substância material, em seus elementos constituintes. Ou seja, é realizar o estudo pormenorizado de cada parte de um todo complexo para conhecer melhor sua natureza, suas funções, relações e causas. Posto isto, podemos descrever o estudo do jogo ou a análise do jogo, como foi convencionado, como uma ferramenta que se baseia na divisão do jogo em fractais a fim de observa-los e estuda-los de forma a compreender a complexidade de suas inter-relações na busca pelo aumento de desempenho e evolução das técnicas de ensino-aprendizagem. A análise do jogo sempre se fez presente e passou a representar um dos principais fatores de desempenho em diversas modalidades esportivas coletivas como basquete, vôlei e beisebol, porém somente nos últimos anos tem recebido maior importância no âmbito futebolístico. Na atualidade o processo de análise de jogo no futebol é praticamente indispensável a quase todas as equipes, desde as categorias de base ao profissional. Entretanto, o que faz essa ferramenta ter papel fundamental no desempenho, seja ele individual ou coletivo? 1

2 O fornecimento de instruções e a demonstração com a finalidade de se adquirir ou executar determinados padrões e ações do jogo são imprescindíveis para a evolução das equipes e dos atletas. Padrões de jogo são aquelas ações pertencentes ao modelo de jogo que se repetem com frequência nas respectivas fases do jogo frente a determinados problemas impostos pela relação de oposição característica da modalidade. Isso implica em prover informações (feedback) em relação a padrões de movimentos ótimos e correções para erros a determinados objetivos inerentes a uma partida. Durante sessões de treinamento o fornecimento de um feedback relevante é essencial na busca por um alto desempenho esportivo e quanto mais específica e eficaz forem as instruções fornecidas pela comissão técnica, maior será seu papel para o jogo. O feedback é considerado como a mais importante variável para a aprendizagem e o desempenho no futebol, em seguida vem a prática. A falta de feedback ou uma análise inapropriada da performance pode não ser benéfico. (MURTOUGH E WILLIAMS, 1999 e WILLIAMS, 1999). Isto significa que a qualidade com que a informação é fornecida pelo treinador ou por outros membros da comissão técnica aos atletas é primordial. Para isso utiliza-se a análise de jogo como a principal ferramenta para se coletar dados táticos e técnicos inerentes ao jogo da forma mais eficiente possível a fim de atingir a excelência das equipes e dos jogadores. De igual forma, desconsiderando nesse caso o desempenho a curto prazo, essas informações podem fundamentar uma base concreta no processo de formação dos atletas conferindo-lhes uma maior capacidade de compreensão do jogo. Quanto mais eficazes forem as ferramentas de análise, mais precisas as informações disponíveis ao treinador para a elaboração do processo de treinamento e o consequente crescimento da equipe. Entende-se por melhores ferramentas de análise não aquelas mais desenvolvidas tecnologicamente ou mais complexas, mas sim aquelas que melhores representam o jogo, fornecendo informações contextualizadas e em conformidade com o modelo de jogo utilizado pelo treinador. Portanto para se realizar a análise de maneira a adquirir informações relevantes ao desempenho da própria equipe e de como atua um adversário é fundamental compreender a fundo o jogo de futebol, sua dinâmica e sobre o modelo de jogo das equipes. 2

3 Porém, como a Análise do Jogo está ligada a Planificação do de uma equipe de futebol? O nível de informações que o treinador pode retirar da Análise do Jogo é elevado. Essa análise pode fornecer conclusões válidas sobre o comportamento técnicotáctico de um jogador individualmente ou de toda a equipe, em um contexto competitivo (CALLIGARIS, MARELLA & INNOCENTI, 1990). Com base nesses informes é possível aumentar os conhecimentos acerca do jogo e definir a forma como se pode alterar ou potencializar determinados comportamentos ou que tipos de estratégias o treinador pode utilizar para tentar alcançar o melhor resultado possível dentro de um contexto coletivo, a partir da modelação das sessões e a da planificação do treinamento (CALLIGARIS, MARELLA & INNOCENTI, 1990; GARGANTA, 1998, 2000 e 2001; JÚNIOR, GASPAR & SINISCALCHI, 2002). Levando-se em consideração o alto rendimento, resumidamente, o profissional responsável por esse tipo de análise deverá saber identificar os princípios norteadores da equipe que está sendo analisada em cada uma das fases do jogo, seja ela a própria equipe ou o adversário, ou as características individuais dos jogadores necessárias para o bom cumprimento desses princípios. Dessa forma a informação que chegará às mãos do treinador será condizente com o modelo de jogo utilizado e fundamentarão processo de planificação do treinamento. Quando um treinador tem conhecimento de tudo que está à volta de sua equipe e de quais são suas pretensões, inicia-se um processo lógico de criação do modelo de jogo, análise do jogo e planificação do treinamento. Esse processo lógico consiste inicialmente em planificar os comportamentos coletivos e individuais desejáveis, baseados em um modelo de jogo pré-determinado, definindo os princípios, subprincípios e subprincípios dos subprincípios que serão os norteadores do jogar da equipe nos diferentes momentos referentes à dinâmica do jogo. Uma vez estabelecido o modelo de jogo, ou seja, a forma como se dará o jogar dessa equipe, tem início o processo de treinamento com a finalidade de transladar esses princípios para o momento da competição, que é o principal objetivo dentro do futebol. Ao finalizar uma partida, que é o primeiro objetivo dentro do planejamento, realiza-se o processo de análise do jogo, procurando detectar os padrões que foram 3

4 bem executados e que seguiram o modelo de jogo proposto e os problemas evidenciados durante o jogo. Através de uma análise minuciosa realiza-se uma investigação para descobrir quais as causas para o surgimento de tais problemas e o que não funcionou no modelo de jogo preconizado. A partir dessas informações fornecidas pela análise do jogo, é realizada uma intervenção no processo de treinamento em curto prazo, focando diretamente nos problemas ou em longo prazo, voltando a planificar e redefinindo alguns princípios do jogo. Esse processo é realizado durante toda uma temporada e ao final pode-se executar um balanço da mesma proporcionando ao treinador a alternativa de manter o modelo de jogo utilizado ou a construção de uma nova planificação para a temporada seguinte. PLANIFICAÇÃO TREINAMENTO INTERVENÇÃO COMPETIÇÃO MODELO DE JOGO DETECÇÃO DE PROBLEMAS ANÁLISE DO JOGO Felipe D. Bressan Treinador de Futebol Figura 1 Processo lógico de planificação do treinamento e análise do jogo. Utilizando-se de um exemplo prático é possível entender de forma mais concreta como se dá essa relação da análise do jogo da própria equipe com a planificação do treinamento. Visualize uma equipe que tem como um dos princípios em seu modelo de jogo a recuperação imediata da posse, logo após sua perda e a pressão constante ao possuidor da bola. 4

5 Durante as partidas esses princípios não estão sendo muito bem executados e a equipe demora em recuperar a posse da bola, fornecendo espaços para o adversário trocar passes e construir seu jogo. A partir da detecção desse problema, o treinador passa a realizar sessões de treinamento específicas para corrigi-los, dando maior ênfase a esses princípios do jogo, a fim de potencializá-los. Ao realizar a análise do adversário, parte-se dos mesmos pressupostos, porém a utilização dos dados obtidos influencia de uma forma um pouco distinta em relação a análise de jogo da própria equipe. Em função da detecção dos pontos fortes e fracos da equipe que se irá enfrentar pode-se inserir no processo de treinamento da equipe princípios circunstanciais que favoreçam o jogar nesse confronto. Em outras palavras, é realizar sessões de treinamento, sem alterar o modelo de jogo do planejamento inicial, todavia inserindo comportamentos circunstanciais ou enfatizando-os em caso de já existirem dentro desse modelo de jogo para que possam se sobressair às ações do adversário, aproveitando-se de suas debilidades. Um exemplo prático e simples para isso seria imaginar um adversário que possui um lateral esquerdo extremamente ofensivo e com muita qualidade para chegar ao ataque, porém defensivamente esse setor fica fragilizado uma vez que o balanço defensivo não é eficiente. Realizando a análise do jogo desse adversário detecta-se essa fragilidade e o treinador conclui que esse é um ponto fraco a ser explorado durante o confronto. Porém o treinador não possui em seu modelo de jogo princípios ofensivos que possam tirar vantagem dessa fragilidade do adversário. Com isso planifica-se a semana de treinamento para inserir alguns padrões de jogo ofensivos dentro do modelo de jogo inicial para poder tirar proveito dessa debilidade do adversário, porém sem alterar a forma do jogar da equipe. O conteúdo desse informe também pode variar de uma equipe profissional para equipes de categorias de base, uma vez que o objetivo principal nessa fase é a formação dos atletas e a competição é, ou deveria ser, colocada em segundo plano Nas categorias de base esse tipo de ferramenta deve ter o intuito de potencializar as habilidades futuras. Implica na correção de erros técnico-táticos de forma individual, coletiva e funciona como reforço na aprendizagem, buscando um máximo rendimento a médio e longo prazo. Isso fornecerá ao jogador uma base mais sólida e concreta para tentar resolver de forma mais rápida e efetiva os problemas apresentados pelo jogo. 5

6 Também evita que o mesmo queime etapas em seu processo de aprendizagem pela busca do rendimento imediato. Portanto, pôde-se observar que o processo de análise do jogo está intimamente ligado a planificação e ao processo de treinamento, principalmente no que diz respeito ao fornecimento de feedback positivo por parte do treinador e da comissão técnica aos atletas de maneira individual ou a equipe como um todo. Essa ferramenta é fundamental para a avalição e a evolução do modelo de jogo de uma equipe visando o alto rendimento e para o processo de ensinoaprendizagem quando o assunto são as categorias de base. Há muito a ser explorado e descrito sobre a análise do jogo e sua importância no futebol. Apesar de sua popularidade ter crescido muito nos últimos anos, ainda é um instrumento que em muitos casos é utilizado de forma equivocada e descontextualizada, fornecendo informações inválidas que podem influir negativamente no rendimento ou na formação de equipes e atletas. Cada vez mais é necessário estudar o fenômeno futebol e suas ferramentas se baseando em novas metodologias apoiadas na ciência, não havendo mais espaço para ideias empíricas. Conhecida a importância da Análise do Jogo para o processo e a planificação do treinamento, quais os tipos existentes e como se realizar uma análise da própria equipe, do adversário ou específica a categorias de base? A resposta para essa pergunta seria tema para uma próxima dissertação e servirá como forma de reflexão com base no que foi explanado. REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS CALLIGARIS, A., MARELLA, M. & INNOCENTI, A. Il calico al computer. Da Mexico 86 verso Italia 90. Roma: Società Stampa Sportiva, GARGANTA, J. Modelação táctica do jogo de futebol. Estudo da organização da fase ofensiva em equipas de alto rendimento. Tese de Doutoramento não publicada. Porto: FCDEF-UP,

7 , J. Analisar o jogo nos jogos desportivos colectivos. Uma preocupação comum ao treinador e ao investigador. Horizonte, vol. XIV (83), 7 14, 1998., J. (2000a). Análisis del juego en el fútbol. El recorrido evolutivo de las concepciones, métodos e instrumentos. Entrenamiento Deportivo, XIV (2), 5 14, 2000ª., J. O treino da táctica e da estratégia nos jogos desportivos. In J. Garganta (Ed.), Horizontes e órbitas no treino dos jogos desportivos (pp ), Porto: CEJD, 2000b., J. A análise da performance nos jogos desportivos. Revisão acerca da análise do jogo. Revista Portuguesa de Ciências do Desporto, 1 (1), 57 64, 2001., J. Competências no ensino e treino de jovens futebolistas. Lecturas Educación Física y Deportes, Revista digital, 45 (8), Disponível em: Acesso em: 12 mai JÚNIOR, D., GASPAR, A. & SINISCALCHI, M. Análise estatística do desempenho técnico colectivo no basquetebol. Lecturas Educación Física y Deportes, Revista digital, 49, Disponível em: Acesso em: 12 mai MURTOUGH, J. & WILLIAMS, M. Using video in coaching. Insight, 4 (2), 38 39, WILLIAMS, M. Providing feedback during skill learning: the ten commandments. Insight, 3 (2), 12 13, *Bacharel em Esporte pela Universidade de São Paulo (USP) *Treinador de Futebol. 7

JOGO (MAR 2017) - PORTO

JOGO (MAR 2017) - PORTO OBSERVAçãO, ANáLISE E INTERPRETAçãO DO JOGO (MAR 2017) - PORTO Neste curso completo de 26 horas, perceba como observar, analisar e interpretar o jogo e o jogador de futebol, assim como identificar talentos,

Leia mais

JOGO (OUT 2016) - PORTO

JOGO (OUT 2016) - PORTO OBSERVAçãO, ANáLISE E INTERPRETAçãO DO JOGO (OUT 2016) - PORTO Neste curso completo de 24 horas, perceba como observar, analisar e interpretar o jogo e o jogador de futebol, assim como identificar talentos,

Leia mais

UNIVERSIDADE DE COIMBRA. Faculdade de Ciências do Desporto e Educação Física

UNIVERSIDADE DE COIMBRA. Faculdade de Ciências do Desporto e Educação Física UNIVERSIDADE DE COIMBRA Faculdade de Ciências do Desporto e Educação Física Parametrização das Estruturas Tácticas em Jogos Desportivos Colectivos Investigação Aplicada à Equipa Campeã Nacional no Escalão

Leia mais

O GUARDA-REDES DE ANDEBOL

O GUARDA-REDES DE ANDEBOL O GUARDA-REDES DE ANDEBOL O GUARDA-REDES DE ANDEBOL EMANUEL CASIMIRO, N.º 16043 - O guarda-redes redes de ANDEBOL é o membro mais importante da equipa. - Em muitas equipas de classe mundial estes têm um

Leia mais

CRONOGRAMA DA DISCIPLINA 11/04 Teoria geral dos JDC 16/04 Transfert e ressignificação (Prática) 23/04 Métodos de Ensino dos JDC 25/04 Fundamentos

CRONOGRAMA DA DISCIPLINA 11/04 Teoria geral dos JDC 16/04 Transfert e ressignificação (Prática) 23/04 Métodos de Ensino dos JDC 25/04 Fundamentos CLAUDE BAYER CRONOGRAMA DA DISCIPLINA 11/04 Teoria geral dos JDC 16/04 Transfert e ressignificação (Prática) 23/04 Métodos de Ensino dos JDC 25/04 Fundamentos técnicos (Prática) 02/05 Aspectos táticos

Leia mais

INICIAÇÃO AO FUTEBOL. Concepções metodológicas do treinamento INTRODUÇÃO:

INICIAÇÃO AO FUTEBOL. Concepções metodológicas do treinamento INTRODUÇÃO: INICIAÇÃO AO FUTEBOL Concepções metodológicas do treinamento INTRODUÇÃO: O jogo de futebol não é feito apenas de fundamentos (movimentos técnicos), a relação com a bola é uma das competências essênciais

Leia mais

GUIA DE FUNCIONAMENTO DA UNIDADE CURRICULAR

GUIA DE FUNCIONAMENTO DA UNIDADE CURRICULAR Curso DESPORTO Ano letivo 2015-16 Unidade Curricular PRÁTICA DE DESPORTOS I - FUTEBOL ECTS 3 Regime Obrigatório Ano 1 Semestre 1º Horas de trabalho globais Docente (s) Carlos Nuno Pires Lourenço Sacadura

Leia mais

ÍNDICE GERAL ÍNDICE DE TABELAS.. INDICE DE QUADROS.. ÍNDICE DE FIGURAS.. ÍNDICE DE ANEXOS ABREVIATURAS.. CAPÍTULO I:. 1 INTRODUÇÃO..

ÍNDICE GERAL ÍNDICE DE TABELAS.. INDICE DE QUADROS.. ÍNDICE DE FIGURAS.. ÍNDICE DE ANEXOS ABREVIATURAS.. CAPÍTULO I:. 1 INTRODUÇÃO.. ÍNDICE GERAL ÍNDICE DE TABELAS.. INDICE DE QUADROS.. ÍNDICE DE FIGURAS.. ÍNDICE DE ANEXOS ABREVIATURAS.. CAPÍTULO I:. 1 INTRODUÇÃO.. 2 1.1. Apresentação do problema.. 2 1.2. Pertinência do estudo. 3 1.3.

Leia mais

CURSO DE TREINADORES DE FUTSAL NÍVEL II TÉCNICO TÁCTICA CADERNO DE EXERCÍCIOS ESTRUTURA DOS CONTEÚDOS A ABORDAR NAS DIFERENTES SESSÕES:

CURSO DE TREINADORES DE FUTSAL NÍVEL II TÉCNICO TÁCTICA CADERNO DE EXERCÍCIOS ESTRUTURA DOS CONTEÚDOS A ABORDAR NAS DIFERENTES SESSÕES: CURSO DE TREINADORES DE FUTSAL NÍVEL II TÉCNICO TÁCTICA CADERNO DE EXERCÍCIOS ESTRUTURA DOS CONTEÚDOS A ABORDAR NAS DIFERENTES SESSÕES: 1. Activação geral 2. Técnica Individual 3. Acções Colectivas Complexas

Leia mais

Objetivos Gerais do plano de desenvolvimento técnico desportivo

Objetivos Gerais do plano de desenvolvimento técnico desportivo Introdução Promover, divulgar, ensinar, treinar e competir no desporto em geral e no andebol em particular obriga a uma determinada organização e objetivos diferenciados em cada um dos escalões. Assim,

Leia mais

Intervenção nos Jogos Desportivos Coletivos de Invasão. Pontos comuns entre o Basquetebol, Andebol e Futebol

Intervenção nos Jogos Desportivos Coletivos de Invasão. Pontos comuns entre o Basquetebol, Andebol e Futebol Faculdade de Motricidade Humana Escola Secundária Fernando Namora Intervenção nos Jogos Desportivos Coletivos de Invasão Pontos comuns entre o Basquetebol, Andebol e Futebol Orientadores: Professores Estagiários:

Leia mais

INTRODUÇÃO CARACTERÍSTICAS DO JOGO (HUIZINGA, 1999)

INTRODUÇÃO CARACTERÍSTICAS DO JOGO (HUIZINGA, 1999) VOLUNTÁRIO FIM EM SI MESMO REGRAS OBRIGATÓRIAS ENTRE FRIVOLIDADE E ÊXTASE ABSORVE OS JOGADORES PARA O MUNDO DO JOGO INTRODUÇÃO CARACTERÍSTICAS DO JOGO (HUIZINGA, 1999) IMPULSO À AUTO-SUPERAÇÃO SERIAMENTE

Leia mais

FUTSAL NAS CATEGORIAS DE BASE. CONSTRUÇÃO DO JOGO DEFENSIVO: Conceitos e atividade práticas

FUTSAL NAS CATEGORIAS DE BASE. CONSTRUÇÃO DO JOGO DEFENSIVO: Conceitos e atividade práticas FUTSAL NAS CATEGORIAS DE BASE CONSTRUÇÃO DO JOGO DEFENSIVO: Conceitos e atividade práticas INTRODUÇÃO O futsal é uma modalidade em que ações apresentam grande imprevisibilidade e variabilidade, exigindo

Leia mais

EFICIÊNCIA DO COMPORTAMENTO TÁTICO DOS JOGADORES DE FUTEBOL DE ACORDO COM O ESTATUTO POSICIONAL.

EFICIÊNCIA DO COMPORTAMENTO TÁTICO DOS JOGADORES DE FUTEBOL DE ACORDO COM O ESTATUTO POSICIONAL. 1117 EFICIÊNCIA DO COMPORTAMENTO TÁTICO DOS JOGADORES DE FUTEBOL DE ACORDO COM O ESTATUTO POSICIONAL. Elton Ribeiro Resende /NUPEF - UFV Fernanda Lobato/NUPEF - UFV Davi Correia da Silva/NUPEF UFV Israel

Leia mais

Introdução. Desta afirmação ressaltam dois conceitos que merecem ser explorados: o conceito de eficácia e o da competência.

Introdução. Desta afirmação ressaltam dois conceitos que merecem ser explorados: o conceito de eficácia e o da competência. Treinador Eficaz Resende, R., Fernández, J. J., Aranha, Á., & Albuquerque, A. (2011). Treinador eficaz. In J. Prudente & H. Lopes (Eds.), Seminário Internacional de Desporto e Ciência 2011 (pp. 7). Funchal:

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DAS AÇÕES DE FINALIZAÇÃO EM JOGOS DE FUTSAL: uma análise técnico-tática

CARACTERIZAÇÃO DAS AÇÕES DE FINALIZAÇÃO EM JOGOS DE FUTSAL: uma análise técnico-tática CARACTERIZAÇÃO DAS AÇÕES DE FINALIZAÇÃO EM JOGOS DE FUTSAL: uma análise técnico-tática Alexandre Andrade Gomes / UNI-BH Leonardo Henrique Silva Fagundes / UNI-BH Pablo Ramon Coelho de Souza / UNI-BH Alessandro

Leia mais

SUGESTÕES PARA REALIZAR AS TROCAS DE JOGADORAS DURANTE O JOGO

SUGESTÕES PARA REALIZAR AS TROCAS DE JOGADORAS DURANTE O JOGO SUGESTÕES PARA REALIZAR AS TROCAS DE JOGADORAS DURANTE O JOGO ORNIDES CINTRA KINDELÁN Resumo: o constante aperfeiçoamento das formas, das vias e dos métodos para o desenvolvimento do jogo de basquetebol

Leia mais

Unidades de Formação e Cargas Horárias Andebol - Grau III

Unidades de Formação e Cargas Horárias Andebol - Grau III Unidades de Formação e Cargas Horárias Andebol - Grau III UNIDADES DE FORMAÇÃO HORAS 1. CARACTERIZAÇÃO DO JOGO 6 2. REGRAS DO JOGO E REGULAMENTOS ESPECÍFICOS 4 3. MEIOS DE ENSINO DO JOGO 20 4. COMPONENTES

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE FUTEBOL DE BEJA

ASSOCIAÇÃO DE FUTEBOL DE BEJA ASSOCIAÇÃO DE FUTEBOL DE BEJA Fundada em 30-03-1925 www.afbeja.com FUTEBOL ENCONTRO DE ESCOLAS DE FORMAÇÃO 1. OBJETIVOS GERAIS 1.01. Possibilitar a todas as crianças da nossa Associação praticar futebol

Leia mais

Sistemas: Distribuição ordenada dos componentes de uma equipe em quadra, visando facilitar a aplicação das diferentes manobras.

Sistemas: Distribuição ordenada dos componentes de uma equipe em quadra, visando facilitar a aplicação das diferentes manobras. CONCEITOS TÁTICOS E SISTEMAS Conceitos Sistemas: Distribuição ordenada dos componentes de uma equipe em quadra, visando facilitar a aplicação das diferentes manobras. Tipos de sistemas: Sistemas defensivos:

Leia mais

Versão Referenciais de FORMAÇÃO. Andebol

Versão Referenciais de FORMAÇÃO. Andebol Versão 1.00 Referenciais de FORMAÇÃO Andebol Grau II Versão 1.00 Referenciais de FORMAÇÃO Andebol Grau II Edição: Conteúdos: Data: Instituto Português do Desporto e Juventude, I.P. Federação de Andebol

Leia mais

PROGRAMA DE TREINAMENTO DE VOLEIBOL DESTINADO À COMUNIDADE UNIVERSITÁRIA

PROGRAMA DE TREINAMENTO DE VOLEIBOL DESTINADO À COMUNIDADE UNIVERSITÁRIA PROGRAMA DE TREINAMENTO DE VOLEIBOL DESTINADO À COMUNIDADE UNIVERSITÁRIA Vitor Hugo Fernando de Oliveira, Flávio da Rosa Júnior, Fábio Santos Mello Acadêmicos do Curso de Educação Física da UFSC Juarez

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE FUTEBOL DA GUARDA

ASSOCIAÇÃO DE FUTEBOL DA GUARDA ASSOCIAÇÃO DE FUTEBOL DA GUARDA Carlos Sacadura Outubro de 2011 Possibilitar a todas as crianças do nosso distrito a oportunidade de praticar futebol como um desporto de recreação, tempo livre e formação;

Leia mais

5 De F A ma

5 De F A ma Educação Física 5 De F A ma Uma Breve Revisão... Em 07 de abril de 2005 entra em vigor no Estado de Minas Gerais a resolução SEE N.º 666; Em agosto de 2011, é instituído o PIP CBC; No ano de 2012 o PIP

Leia mais

WORKSHOP MAXIMO CASTELLOTE E JORGE NICOLINI ABORDAGEM GERAL Máximo Castellote é licenciado em Educação Física e Ciências do Desporto e um dos

WORKSHOP MAXIMO CASTELLOTE E JORGE NICOLINI ABORDAGEM GERAL Máximo Castellote é licenciado em Educação Física e Ciências do Desporto e um dos WORKSHOP MAXIMO CASTELLOTE E JORGE NICOLINI ABORDAGEM GERAL Máximo Castellote é licenciado em Educação Física e Ciências do Desporto e um dos treinadores mais prestigiados de padel. Entre os seus pupilos

Leia mais

Fundamentos do TE 27/11/2012

Fundamentos do TE 27/11/2012 Unidade I Fundamentos do Esportivo Conceito de Conceito de Esportivo Processo Conceito de É um processo pelo qual se submete alguém à busca de melhoria de alguma coisa. Visa a melhoria pois envolve diversas

Leia mais

CURSO DE TREINADORES DE FUTSAL NÍVEL I TÉCNICO TÁCTICA CADERNO DE EXERCÍCIOS ESTRUTURA DOS CONTEÚDOS A ABORDAR NAS DIFERENTES SESSÕES:

CURSO DE TREINADORES DE FUTSAL NÍVEL I TÉCNICO TÁCTICA CADERNO DE EXERCÍCIOS ESTRUTURA DOS CONTEÚDOS A ABORDAR NAS DIFERENTES SESSÕES: CURSO DE TREINADORES DE FUTSAL NÍVEL I TÉCNICO TÁCTICA CADERNO DE EXERCÍCIOS ESTRUTURA DOS CONTEÚDOS A ABORDAR NAS DIFERENTES SESSÕES: 1. Activação geral 2. Técnica Individual 3. Acções Colectivas Elementares

Leia mais

Versão Referenciais de FORMAÇÃO BADMINTON

Versão Referenciais de FORMAÇÃO BADMINTON Versão 1.00 Referenciais de FORMAÇÃO BADMINTON Grau II Versão 1.00 Referenciais de FORMAÇÃO BADMINTON Grau II Edição: Conteúdos: Data: Instituto Português do Desporto e Juventude, I.P. Federação de Portuguesa

Leia mais

Versão Referenciais de FORMAÇÃO. Ténis

Versão Referenciais de FORMAÇÃO. Ténis Versão 1.01 Referenciais de FORMAÇÃO Ténis Grau II Versão 1.01 Referenciais de FORMAÇÃO Ténis Grau II Edição: Conteúdos: Data: Instituto Português do Desporto e Juventude, I.P. Federação Portuguesa de

Leia mais

PLANO DE CURSO. 2. Identificar os conteúdos socioeducativos do ensino/aprendizagem do voleibol e do Handebol;

PLANO DE CURSO. 2. Identificar os conteúdos socioeducativos do ensino/aprendizagem do voleibol e do Handebol; PLANO DE CURSO 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Curso: Licenciatura em Educação Física Disciplina: Teoria e Metodologia das Modalidades Esportivas Coletivas I Professor: Israel Caboclo de Lima Neto E-mail: israel.educfisico@hotmail.com

Leia mais

JORGE CASTELO EXERCÍCIOS PARA TREINAR A MANUTENÇÃO DA POSSE DA BOLA. Fórum dos Treinadores Portugueses de Futebol 2013

JORGE CASTELO EXERCÍCIOS PARA TREINAR A MANUTENÇÃO DA POSSE DA BOLA. Fórum dos Treinadores Portugueses de Futebol 2013 JORGE CASTELO! EXERCÍCIOS PARA TREINAR A MANUTENÇÃO DA POSSE DA BOLA Fórum dos Treinadores Portugueses de Futebol 2013 Jorge Castelo Data de Nascimento: 26-01-1957; Nacionalidade: Portuguesa; Profissões:

Leia mais

Associação de Futebol da Guarda

Associação de Futebol da Guarda Cronograma: Curso de Treinadores de Futsal 1º Nível Aulas Teóricas Dezembro/08 Janeiro/09 As Capacidades Motoras 17 / Janeiro 19 / Janeiro 21 / Janeiro Avaliação Teórica Avaliação Prática 04 / Fevereiro

Leia mais

CAPÍTULO III METODOLOGIA

CAPÍTULO III METODOLOGIA CAPÍTULO III METODOLOGIA 1. Amostra Para a realização deste trabalho foram recolhidos dados de 4 jogos completos de Hóquei em Patins, relativos ao Campeonato Europeu de Juvenis, nos quais havia necessariamente

Leia mais

RELAÇÃO ENTRE O SETOR DA QUADRA E O DESFECHO DO CONTRA-ATAQUE NO FUTSAL FEMININO DE ALTO RENDIMENTO

RELAÇÃO ENTRE O SETOR DA QUADRA E O DESFECHO DO CONTRA-ATAQUE NO FUTSAL FEMININO DE ALTO RENDIMENTO RELAÇÃO ENTRE O SETOR DA QUADRA E O DESFECHO DO CONTRA-ATAQUE NO FUTSAL FEMININO DE ALTO RENDIMENTO Loani Landin Istchuk / UEL Wilton Carlos de Santana / UEL Hélcio Rossi Gonçalves / UEL loaniistchuk@hotmail.com

Leia mais

Ações e Mecanismos do Jogo Individual

Ações e Mecanismos do Jogo Individual MX JOGO INDIVIDUAL Ações e Mecanismos do Jogo Individual Primeiro Processo Análise e Recepção Controle e Seleção Segundo Processo Terceiro Processo Decisão e Ação Final Análise/Recepção O atleta está sem

Leia mais

Disciplina - Desporto

Disciplina - Desporto AGRUPAMENTO DE ESCOLAS AMADORA OESTE Ano Letivo 2014/2015 Planificação Anual Disciplina - Desporto Cursos Vocacionais de 2º Ciclo A- Planificação da Área Curricular de Desporto Tendo em conta as Competências

Leia mais

METODOLOGIA DO ENSINO DO FUTEBOL DE SALÃO. Osvaldo Tadeu da Silva Junior

METODOLOGIA DO ENSINO DO FUTEBOL DE SALÃO. Osvaldo Tadeu da Silva Junior METODOLOGIA DO ENSINO DO FUTEBOL DE SALÃO Osvaldo Tadeu da Silva Junior MÉTODOS/ESTILOS DE ENSINO FERREIRA (1986): do grego méthodos, "caminho para chegar a um fim". Caminho pelo qual se atinge um objetivo.

Leia mais

MÉTODOS DE INVESTIGAÇÃO

MÉTODOS DE INVESTIGAÇÃO MÉTODOS DE INVESTIGAÇÃO MÉTODO DE INVESTIGAÇÃO A palavra método é derivada do grego Méthodos, que significa caminho para se chegar a um fim. Assim, entende-se por método, a ordem em que se devem dispor

Leia mais

ANDEBOL: ESTUDO DO TEMPO DE JOGO E DO TEMPO DE PAUSA

ANDEBOL: ESTUDO DO TEMPO DE JOGO E DO TEMPO DE PAUSA ANDEBOL: ESTUDO DO TEMPO DE JOGO E DO TEMPO DE PAUSA Análise do Tempo de Jogo e Tempo de Pausa, em função da alteração de uma regra de jogo (reinício de jogo após golo) Sequeira, P. & Alves, R. Instituto

Leia mais

Processo para o ensino e desenvolvimento do futebol e futsal: ESTÁGIOS DE INICIANTES, AVANÇADOS E DE DOMÍNIO

Processo para o ensino e desenvolvimento do futebol e futsal: ESTÁGIOS DE INICIANTES, AVANÇADOS E DE DOMÍNIO Processo para o ensino e desenvolvimento do futebol e futsal: ESTÁGIOS DE INICIANTES, AVANÇADOS E DE DOMÍNIO Processo para o ensino do futebol/ futsal A metodologia para o ensino do futebol até a especialização

Leia mais

Referenciais de FORMAÇÃO

Referenciais de FORMAÇÃO Versão 1.00 Referenciais de FORMAÇÃO HÓQUEI PATINS Grau II Versão 1.00 Referenciais de FORMAÇÃO HÓQUEI PATINS Grau II Edição: Conteúdos: Data: Instituto Português do Desporto e Juventude, I.P. Federação

Leia mais

Treinamento Esportivo

Treinamento Esportivo Treinamento Esportivo Introdução Fundamentos Aplicação dos conteúdos e foco Conceitos Atletas Não Atletas Treinamento Treinamento Esportivo Significado Esporte Composição Alto Rendimento Coordenação e

Leia mais

Versão Referenciais de FORMAÇÃO. Andebol. Grau

Versão Referenciais de FORMAÇÃO. Andebol. Grau Versão 1.00 Referenciais de FORMAÇÃO Andebol Grau I Versão 1.00 Referenciais de FORMAÇÃO Andebol Grau I Edição: Conteúdos: Data: Instituto Português do Desporto e Juventude, I.P. Federação de Andebol de

Leia mais

A FUNÇÃO DO LÍBERO NA RECEPÇÃO DE SAQUE E DEFESA DURANTE AS PARTIDAS DA SUPERLIGA FEMININA DE VOLEIBOL 2009/2010.

A FUNÇÃO DO LÍBERO NA RECEPÇÃO DE SAQUE E DEFESA DURANTE AS PARTIDAS DA SUPERLIGA FEMININA DE VOLEIBOL 2009/2010. A FUNÇÃO DO LÍBERO NA RECEPÇÃO DE SAQUE E DEFESA DURANTE AS PARTIDAS DA SUPERLIGA FEMININA DE VOLEIBOL 2009/2010. MARLON MENEZES DE ARRUDA (1), ANDERSON HENRIQUE SOUZA DE ALMEIDA (1), SARAH ABRAHÃO GOMES

Leia mais

Curso de Especialização em Gestão Desportiva

Curso de Especialização em Gestão Desportiva Curso de Especialização em Gestão Desportiva Equipamentos e instalações desportivas Módulo 2 Calendário Dia 29 Mai Dia 4 Jun Dia 5 Jun 14-16h 16-18h 18-20h Normativas referentes às características das

Leia mais

Explicação dos Testes & Cronograma das Avaliações para a Equipe de Voleibol Master. Street Volei / Barra Music

Explicação dos Testes & Cronograma das Avaliações para a Equipe de Voleibol Master. Street Volei / Barra Music Explicação dos Testes & Cronograma das Avaliações para a Equipe de Voleibol Master Street Volei / Barra Music Nelso Kautzner Marques Junior kautzner123456789junior@gmail.com 2016 2 Índice Introdução, 3

Leia mais

SCOUT NO FUTEBOL: UMA ANÁLISE ESTATÍSTICA

SCOUT NO FUTEBOL: UMA ANÁLISE ESTATÍSTICA SCOUT NO FUTEBOL: UMA ANÁLISE ESTATÍSTICA Prof. Dr. Laércio Luiz Vendite Instituto de Matemática e Estatística/UNICAMP Prof. Dr.Antonio Carlos de Moraes Mestranda Carolina Coluccio Vendite Faculdade de

Leia mais

Periodização do Treino no Futebol

Periodização do Treino no Futebol Curso de Preparadores Físicos 9 de Fevereiro de 2013 Periodização do Treino no Futebol João Aroso Periodizar Modelo Teórico Desenvolvimento do processo de treino no tempo A periodização do treino tem vindo

Leia mais

Jaraguá Clube Campestre VI Campeonato Interno de Futsal -2015

Jaraguá Clube Campestre VI Campeonato Interno de Futsal -2015 Jaraguá Clube Campestre VI Campeonato Interno de Futsal -2015 INFANTIL REGULAMENTO: A Sub-diretoria de Futsal Infantil de Esportes do Jaraguá Clube Campestre realizará, no período de 30/08 a 14/11/2015.

Leia mais

UNIVERSIDADE TÉCNICA DE LISBOA FACULDADE DE MOTRICIDADE HUMANA

UNIVERSIDADE TÉCNICA DE LISBOA FACULDADE DE MOTRICIDADE HUMANA UNIVERSIDADE TÉCNICA DE LISBOA FACULDADE DE MOTRICIDADE HUMANA QUESTIONÁRIO AOS TREINADORES DE FUTEBOL Este questionário faz parte de um estudo sobre a Análise do perfil de competências e das necessidades

Leia mais

Princípios Táticos. Aprofundamento em Futebol

Princípios Táticos. Aprofundamento em Futebol Princípios Táticos Aprofundamento em Futebol DEFENSIVO Linha Bola Gol Equilíbrio homem-bola e Numérico Acompanhamento Cobertura Desarme Linhas de Marcação Tipos de Marcação Princípios Táticos OFENSIVO

Leia mais

ETAPAS DA PESQUISA CIENTÍFICA (1)

ETAPAS DA PESQUISA CIENTÍFICA (1) ETAPAS DA PESQUISA CIENTÍFICA (1) Prof. Dr. Onofre Miranda (1) ZANELLA, L. C. H. Metodologia da Pesquisa. Florianópolis: SEaD:UFSC, 2006. OBJETIVO(S) GERAL Apresentar as etapas para desenvolvimento de

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DR. SOLANO DE ABREU ABRANTES PLANIFICAÇÃO ANUAL. ENSINO SECUNDÁRIO DISCIPLINA: Educação Física ANO: 11º ANO LETIVO 2011/2012

ESCOLA SECUNDÁRIA DR. SOLANO DE ABREU ABRANTES PLANIFICAÇÃO ANUAL. ENSINO SECUNDÁRIO DISCIPLINA: Educação Física ANO: 11º ANO LETIVO 2011/2012 ESCOLA SECUNDÁRIA DR. SOLANO DE ABREU ABRANTES PLANIFICAÇÃO ANUAL ENSINO SECUNDÁRIO DISCIPLINA: Educação Física ANO: 11º ANO LETIVO 2011/2012 COMPETÊNCIAS CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS ATIVIDADES ESTRATÉGIAS

Leia mais

CONCEITOS DA TEORIA DO TREINO

CONCEITOS DA TEORIA DO TREINO CONCEITOS DA TEORIA DO TREINO 1. A Sessão de Treino A Sessão de Treino é a unidade estrutural que serve de base para toda a organização do treino. O treinador deve individualizar o treino, adaptando a

Leia mais

Plano de Trabalho Docente Ensino Médio

Plano de Trabalho Docente Ensino Médio Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Médio Etec ETEC. PAULINO BOTELHO Município: SÃO CARLOS Área de conhecimento: LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS Componente Curricular: EDUCAÇÃO FÍSICA Série: 2ºA,

Leia mais

1ª/2ª Fase. As informações apresentadas neste documento não dispensam a consulta da legislação referida e do programa da disciplina.

1ª/2ª Fase. As informações apresentadas neste documento não dispensam a consulta da legislação referida e do programa da disciplina. Agrupamento de Escolas de Barrancos INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DO ENSINO BÁSICO EDUCAÇÃO FÍSICA abril de 2015 Prova 26 2015 1ª/2ª Fase 3.º Ciclo do Ensino Básico Tipo de Prova: Escrita

Leia mais

Escola Estadual João Ribeiro Guimarães Professor Marcos Alberto Sutiér

Escola Estadual João Ribeiro Guimarães Professor Marcos Alberto Sutiér Escola Estadual João Ribeiro Guimarães Professor Marcos Alberto Sutiér Treinamento Futsal Xadrez BANDEIRANTES/MS 2013 Justificativa As aulas de treinamento têm como base o desenvolvimento motor e intelectual

Leia mais

DEFESA À ZONA: ROUBAR SEM CORRER, A GESTÃO DO ESPAÇO COMO ESTRATÉGIA RESUMO

DEFESA À ZONA: ROUBAR SEM CORRER, A GESTÃO DO ESPAÇO COMO ESTRATÉGIA RESUMO DEFESA À ZONA: ROUBAR SEM CORRER, A GESTÃO DO ESPAÇO COMO ESTRATÉGIA RESUMO A fim de desejar uma organização defensiva estruturada e coesa, os treinadores geralmente pensam em milhões formas de treinar

Leia mais

AULA 10 Questão de pesquisa e amostragem

AULA 10 Questão de pesquisa e amostragem 1 AULA 10 Questão de pesquisa e amostragem Ernesto F. L. Amaral 03 de setembro de 2010 Metodologia (DCP 033) Fonte: Flick, Uwe. 2009. Desenho da pesquisa qualitativa. Porto Alegre: Artmed. pp.33-42 & 43-55.

Leia mais

Disciplina - 1º e 2º ano

Disciplina - 1º e 2º ano AGRUPAMENTO DE ESCOLAS AMADORA OESTE Ano Letivo 2014/2015 Planificação Bianual Disciplina - 1º e 2º ano Cursos Vocacionais de 3º Ciclo A- Planificação da Área Curricular de Desporto Tendo em conta as Competências

Leia mais

SISTEMAS DE RECEPÇÃO NO VOLEIBOL (parte 1)

SISTEMAS DE RECEPÇÃO NO VOLEIBOL (parte 1) 1 CURSO: Técnico em Agropecuária Integrado ao ensino médio DISCIPLINA: Educação Física I CARGA HORÁRIA: 80hs PROFESSOR(A): Paulo Fernando Mesquita Junior paulo.junior@santarosa.ifc.edu.br site: profpaulojunior@santarosa.ifc.edu

Leia mais

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES (90 horas)

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES (90 horas) FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES (90 horas) DESTINATÁRIOS: O curso de Formação Pedagógica Inicial de Formadores da SALSUS destina-se a 14 formandos por grupo, sendo que deverá cumprir as seguintes

Leia mais

RANKING DE TENIS 2016

RANKING DE TENIS 2016 RANKING DE TENIS 2016 REGULAMENTO 1- NORMAS GERAIS Poderão participar das etapas somente associados (funcionários e dependentes) maiores de 18 anos. O Ranking será composto terá categoria única e poderá

Leia mais

Metodologia CAPITULO III METODOLOGIA

Metodologia CAPITULO III METODOLOGIA CAPITULO III METODOLOGIA 1. AMOSTRA Com o objectivo de identificar as habilidades psicológicas e avaliar a ansiedade traço, participaram neste estudo 69 praticantes federados de Futebol com idades compreendidas

Leia mais

Curso de COACHING DESPORTIVO e TREINO MENTAL (Nível I)

Curso de COACHING DESPORTIVO e TREINO MENTAL (Nível I) Curso de COACHING DESPORTIVO e TREINO MENTAL (Nível I) www.coachingdesportivo.pt LISBOA 23-25 Março 2017 PORTO 6-8 Abril 2017 Apresentação O Coaching Desportivo perfila-se, cada vez mais, como uma atividade

Leia mais

O ANO DE NASCIMENTO DETERMINA A ESCOLHA DO ESTATUTO POSICIONAL EM JOGADORES DE FUTEBOL NAS CATEGORIAS DE BASE?

O ANO DE NASCIMENTO DETERMINA A ESCOLHA DO ESTATUTO POSICIONAL EM JOGADORES DE FUTEBOL NAS CATEGORIAS DE BASE? 980 O ANO DE NASCIMENTO DETERMINA A ESCOLHA DO ESTATUTO POSICIONAL EM JOGADORES DE FUTEBOL NAS CATEGORIAS DE BASE? Felipe Ruy Dambroz - NUPEF/UFV João Vítor de Assis - NUPEF/UFV Israel Teoldo da Costa

Leia mais

Formação Pedagógica Inicial de Formadores Objetivos Gerais Este Curso, homologado pelo IEFP, visa dotar os participantes das técnicas, conhecimentos e competências necessárias á apresentação com sucesso

Leia mais

Ação de Formação para Treinadores organizada pela Associação de Basquetebol do Porto. Guifões 21/05/2012. Conceitos defensivos a desenvolver nos S14

Ação de Formação para Treinadores organizada pela Associação de Basquetebol do Porto. Guifões 21/05/2012. Conceitos defensivos a desenvolver nos S14 Ação de Formação para Treinadores organizada pela Associação de Basquetebol do Porto Guifões 21/05/2012 Introdução: Os jogadores Conceitos defensivos a desenvolver nos S14 Os nossos jogadores sabem cada

Leia mais

Modelo Sénior - Visionamento

Modelo Sénior - Visionamento Modelo Sénior - Visionamento Características para um bom distribuidor: Altura Velocidade/Agilidade Visão Periférica Inteligência Imprevisibilidade Responsabilidade Personalidade em jogo: liderança, independência

Leia mais

Habilidades motoras específicas do basquetebol e formação técnica do treinador

Habilidades motoras específicas do basquetebol e formação técnica do treinador Lecturas: Educación Física y Deportes, Revista Digital. Buenos Aires, Año 13, Nº 122, Julio de 2008. http://www.efdeportes.com/efd122/habilidades-motoras-especificas-do-basquetebol.htm Habilidades motoras

Leia mais

Informação - Prova de Equivalência à Frequência

Informação - Prova de Equivalência à Frequência Informação - Prova de Equivalência à Frequência Ensino Secundário Prova de Equivalência à Frequência de Educação Física Ano letivo 2014/2015 I. INTRODUÇÃO O presente documento visa divulgar as características

Leia mais

Como usar o Manual das Práticas CAPÍTULO. cap4.indd 1 27/05/13 18:02

Como usar o Manual das Práticas CAPÍTULO. cap4.indd 1 27/05/13 18:02 4 Como usar o Manual das Práticas CAPÍTULO cap4.indd 1 27/05/13 18:02 cap4.indd 2 27/05/13 18:02 CONSIDERAÇÕES COMO USAR O MANUAL DAS PRÁTICAS Como usar o Manual das Práticas Pablo Juan Greco Siomara A.

Leia mais

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec: PAULINO BOTELHO Código: 091 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio de TÉCNICO EM

Leia mais

ACTIVIDADE FÍSICA E DESPORTIVA ORIENTAÇÕES PROGRAMÁTICAS ANO DE ESCOLARIDADE 4º ANO 1º ANO 3º ANO 2º ANO

ACTIVIDADE FÍSICA E DESPORTIVA ORIENTAÇÕES PROGRAMÁTICAS ANO DE ESCOLARIDADE 4º ANO 1º ANO 3º ANO 2º ANO ACTIVIDADE FÍSICA E DESPORTIVA ORIENTAÇÕES PROGRAMÁTICAS DE ESCOLARIDADE ÁREA FÍSICAS DESPORTIVAS AVALIAÇÃO MATÉRIAS 1 - Exploração da Natureza Descoberta do meio ambiente, através da sua exploração. 2

Leia mais

Matriz dos resultados da aprendizagem Versão em Português

Matriz dos resultados da aprendizagem Versão em Português Learning Outcomes Matrix, English Version Matriz dos resultados da aprendizagem Versão em Português Compilado por: LMETB Título do módulo Perfil pessoal Matriz dos resultados da aprendizagem Nível introdutório

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DR. SOLANO DE ABREU ABRANTES PLANIFICAÇÃO ANUAL. ENSINO SECUNDÁRIO DISCIPLINA: Educação Física ANO: 10º ANO LETIVO 2011/2012

ESCOLA SECUNDÁRIA DR. SOLANO DE ABREU ABRANTES PLANIFICAÇÃO ANUAL. ENSINO SECUNDÁRIO DISCIPLINA: Educação Física ANO: 10º ANO LETIVO 2011/2012 ESCOLA SECUNDÁRIA DR. SOLANO DE ABREU ABRANTES PLANIFICAÇÃO ANUAL ENSINO SECUNDÁRIO DISCIPLINA: Educação Física ANO: 10º ANO LETIVO 2011/2012 COMPETÊNCIAS CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS ATIVIDADES ESTRATÉGIAS

Leia mais

Plano de Trabalho Docente Ensino Médio

Plano de Trabalho Docente Ensino Médio Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Médio Etec Etec: Prof.ª Nair Luccas Ribeiro Código: 156 Município: Teodoro Sampaio Área de conhecimento: Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias. Componente

Leia mais

Federação Portuguesa de Basquetebol

Federação Portuguesa de Basquetebol Federação Portuguesa de Basquetebol UM RUMO PARA A APROXIMAÇÃO EUROPEIA Orlando Simões 2009 UM RUMO PARA A APROXIMAÇÃO EUROPEIA Enquanto técnico com larga experiência, não duvidamos nem por um momento

Leia mais

Etapas de uma Pesquisa

Etapas de uma Pesquisa Etapas de uma Pesquisa Planejamento Execução Divulgação Objetivos Justificativa Revisão Bibliográfica Metodologia Cronograma Projeto Coleta de dados Tabulação Analise Conclusão Relatório Relatório Apresentação

Leia mais

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 10º ANO. Grupo Disciplinar de Educação Física

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 10º ANO. Grupo Disciplinar de Educação Física CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 10º ANO Grupo Disciplinar de Educação Física JOGOS DESPORTIVOS COLECTIVOS Futebol Voleibol Basquetebol Andebol Em situação de jogo 4x4 ou 5x5 - Enquadra-se ofensivamente e realiza

Leia mais

OBSERVAÇÃO E REGISTO COMPETÊNCIAS IDENTIFICAR CORRECTAMENTE OS ASPECTOS CRÍTICOS A OBSERVAR DE ACORDO COM A ESPECIFICIDADE DE CADA MODALIDADE SELECCIO

OBSERVAÇÃO E REGISTO COMPETÊNCIAS IDENTIFICAR CORRECTAMENTE OS ASPECTOS CRÍTICOS A OBSERVAR DE ACORDO COM A ESPECIFICIDADE DE CADA MODALIDADE SELECCIO PDR OBSERVAÇÃO E REGISTO OBSERVAÇÃO E REGISTO COMPETÊNCIAS IDENTIFICAR CORRECTAMENTE OS ASPECTOS CRÍTICOS A OBSERVAR DE ACORDO COM A ESPECIFICIDADE DE CADA MODALIDADE SELECCIONADA OBSERVAÇÃO E REGISTO

Leia mais

CAPÍTULO Tirar vantagem tática. Capacidades táticas. Pablo Juan Greco Gustavo de Conti T. Costa Juan Carlos P. Moraes

CAPÍTULO Tirar vantagem tática. Capacidades táticas. Pablo Juan Greco Gustavo de Conti T. Costa Juan Carlos P. Moraes 5 CAPÍTULO Capacidades táticas Pablo Juan Greco Gustavo de Conti T. Costa Juan Carlos P. Moraes 5.1.3 Tirar vantagem tática cap5.1.3.indd 1 27/05/13 18:07 cap5.1.3.indd 2 27/05/13 18:07 APRENDIZAGEM TÁTICA

Leia mais

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec Etec: PAULINO BOTELHO Código: 091 Município: SÃO CARLOS Eixo Tecnológico: : GESTÃO E NEGÓCIOS Habilitação Profissional: TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO Qualificação:

Leia mais

BEIRA MAR ATLÉTICO TICO CLUBE DE ALMADA - CLUBE DE ALMADA. Projecto de Formação de Futebol.

BEIRA MAR ATLÉTICO TICO CLUBE DE ALMADA - CLUBE DE ALMADA. Projecto de Formação de Futebol. BEIRA MAR ATLÉTICO TICO CLUBE DE ALMADA Projecto de Formação de Futebol Porquê um Projecto de Formação de Futebol? Aproximar o Clube da comunidade local; Proporcionar a prática desportiva orientada; Desenvolver

Leia mais

Sobre Metodologia Científica

Sobre Metodologia Científica 2013 Sobre Metodologia Científica Sergio Scheer TC022 Introdução a Engenharia UFPR Motivação Para que serve Metodologia Científica? Ciência e Conhecimento A produção de Conhecimento: Pesquisa O Processo

Leia mais

Recuperação Defensiva

Recuperação Defensiva Recuperação Defensiva - - - Moncho Lopez e Rui Alves Clinic da Festa do Basquetebol Juvenil Abril 2009 Introdução: Num desporto como o basquetebol, a utilização das habilidades específicas não se faz de

Leia mais

COACHING DESPORTIVO E TREINO MENTAL

COACHING DESPORTIVO E TREINO MENTAL Curso COACHING DESPORTIVO E TREINO MENTAL - Nível II - LISBOA 17-19 Novembro 2016 PORTO 1-3 Dezembro 2016 www.coachingdesportivo.pt Apresentação Dando continuidade à linha seguida no Nível I do Curso de

Leia mais

RESUMO O Fisiologista do exercício e o controle da carga

RESUMO O Fisiologista do exercício e o controle da carga RESUMO O Fisiologista do exercício e o controle da carga O papel do fisiologista é monitorar as variáveis fisiológicas que cercam o treinamento, permitindo avaliar o estado do atleta e realizar prognósticos

Leia mais

TER AS IDEIAS CLARAS!!!

TER AS IDEIAS CLARAS!!! TER AS IDEIAS CLARAS!!! O jogo de Andebol poderá resumir-se a uma atividade acíclica cujos principais movimentos são abertos e realizados com intervalos de pausas de recuperação incompleta (3 a7 ), a uma

Leia mais

ANÁLISE DO JOGO. Prof.: Msd.: Ricardo Luiz Pace Jr.

ANÁLISE DO JOGO. Prof.: Msd.: Ricardo Luiz Pace Jr. ANÁLISE DO JOGO Prof.: Msd.: Ricardo Luiz Pace Jr. TIPOS DE ANÁLISE QUANTITATIVA SCOUT QUALITATIVA METODOLOGIA OBSERVACIONAL ANÁLISE QUANTITATIVA SCOUT: Processo de recolha de informações acerca dos adversários

Leia mais

ORIENTAÇÃO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS

ORIENTAÇÃO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ UESC DEPARTAMENTO DE LETRAS E ARTES CURSO DE LETRAS ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO ORIENTAÇÃO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS A palavra projeto vem do latim projectu,

Leia mais

AS PREOCUPAÇÕES METODOLÓGICAS. A participação do aluno na elaboração de seu conhecimento é um dos pontos

AS PREOCUPAÇÕES METODOLÓGICAS. A participação do aluno na elaboração de seu conhecimento é um dos pontos AS PREOCUPAÇÕES METODOLÓGICAS A participação do aluno na elaboração de seu conhecimento é um dos pontos fundamentais da concepção atual de aprendizagem. Esta participação deve, porém, ser orientada tendo

Leia mais

P L A N I F I C A Ç Ã O A N U A L - 2º C I C L O

P L A N I F I C A Ç Ã O A N U A L - 2º C I C L O DISCIPLINA: EDUCAÇÃO FISICA ANO: 5º, 6º TURMAS: A, B, C ANO LECTIVO: 2011/2012 P L A N I F I C A Ç Ã O A N U A L - 2º C I C L O DE AÇÃO No 5º e 6º ano o aluno deverá adquirir competências de nível "introdução"

Leia mais

[OBSERVAÇÃO E ANÁLISE NO FUTEBOL PROFISSIONAL] Protocolo Treinador Adjunto/Observador e Analista

[OBSERVAÇÃO E ANÁLISE NO FUTEBOL PROFISSIONAL] Protocolo Treinador Adjunto/Observador e Analista 2016 Pedro Monteiro [OBSERVAÇÃO E ANÁLISE NO FUTEBOL PROFISSIONAL] Protocolo Treinador Adjunto/Observador e Analista Índice Objetivos da Observação e Análise no Futebol... 3 Enquadramento na equipa técnica...

Leia mais

Versão Referenciais de FORMAÇÃO. Basquetebol

Versão Referenciais de FORMAÇÃO. Basquetebol Versão 1.00 Referenciais de FORMAÇÃO Basquetebol Grau III Referenciais de FORMAÇÃO Basquetebol Grau III Edição: Conteúdos: Data: Instituto Português do Desporto e Juventude, I.P. Federação Portuguesa de

Leia mais

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 11º ANO 12º ANO

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 11º ANO 12º ANO CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 11º ANO e 12º ANO JOGOS DESPORTIVOS COLECTIVOS (11.º ano e 12.º ano) ACÇÕES PSICO-MOTORAS Futebol Voleibol Basquetebol Andebol Em situação de jogo 4x4 ou 5x5 - Enquadra-se ofensivamente

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DE S. PEDRO DA COVA

ESCOLA SECUNDÁRIA DE S. PEDRO DA COVA ESCOLA SECUNDÁRIA DE S. PEDRO DA COVA INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DE EDUCAÇÃO FÍSICA PROVA 26 / 2015 ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Leia mais

DIOGO PEDOTTI RODRIGUES DOS SANTOS FUTEBOL 7 UM NOVO CAMINHO NA FORMAÇÃO DE ATLETAS DE FUTEBOL

DIOGO PEDOTTI RODRIGUES DOS SANTOS FUTEBOL 7 UM NOVO CAMINHO NA FORMAÇÃO DE ATLETAS DE FUTEBOL DIOGO PEDOTTI RODRIGUES DOS SANTOS FUTEBOL 7 UM NOVO CAMINHO NA FORMAÇÃO DE ATLETAS DE FUTEBOL Artigo apresentado como Trabalho de Conclusão de Curso em Especialização em Ciência do Treinamento Desportivo

Leia mais

JOGOS OLÍMPICOS DA JUVENTUDE: UM NOVO MEGAEVENTO ESPORTIVO DE SENTIDO EDUCACIONAL FOCADO EM VALORES

JOGOS OLÍMPICOS DA JUVENTUDE: UM NOVO MEGAEVENTO ESPORTIVO DE SENTIDO EDUCACIONAL FOCADO EM VALORES JOGOS OLÍMPICOS DA JUVENTUDE: UM NOVO MEGAEVENTO ESPORTIVO DE SENTIDO EDUCACIONAL FOCADO EM VALORES Marcio Turini, Marta Gomes, Ana Miragaya e Lamartine DaCosta YOUTH OLYMPIC GAMES JOGOS OLÍMPICOS DA

Leia mais

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Objetivo Geral

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Objetivo Geral Curso: Ciências Aeronáuticas Habilitação: Asas Rotatórias SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO O Curso de Ciências Aeronáuticas habilitação em asas rotativas tem como missão formar profissionais qualificados e ajustados

Leia mais