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1 Vigor e germinação de sementes de brássicas (couve-manteiga, couveflor e brócolis), submetidas a diferentes números de horas de envelhecimento acelerado. Cristina Batista de Lima 1 ; João Carlos Athanázio 2 ; Nair Mieko Takaki Bellettini 1 ; Vanessa Kostetzer 1 1 Faculdades Luiz Meneghel (FALM), Dept o de Produção Vegetal, Cep Bandeirantes- PR, 2 Universidade Estadual de Londrina (UEL),Centro de Ciências Agrárias, Cep , Londrina-PR, RESUMO O objetivo deste trabalho foi verificar a influência do número de horas do teste de envelhecimento acelerado sobre a germinação e o vigor das sementes de couve-flor, couvemanteiga e brócolis. As sementes dessas espécies, adquiridas no comércio local, foram submetidas ao teste de envelhecimento acelerado, durante os períodos de zero (controle), 12h (T1), 24h (T2), 36h (T3), 48h (T4), 60h (T5), 72h (T6) e 84h (T7). Posteriormente, realizou-se testes de vigor e germinação. O delineamento experimental empregado nos testes foi o de blocos casualizados, contendo 08 tratamentos e 04 repetições com 50 sementes, totalizando 200 sementes por espécie. As médias foram comparadas pelo teste de Tukey a 5%. Na análise do vigor para couve-manteiga, 72 e 84 horas demonstraram eficiência na avaliação. Na couve-flor, 84 horas foram necessárias para este teste. E no brócolis, 48 horas de exposição foi suficiente para detectar diferenças. Quanto a germinação, o brócolis foi a única cultura na qual um tratamento superou o percentual da testemunha, atingindo em T2, 92% de sementes germinadas. PALAVRAS- CHAVES: Potencial fisiológico, viabilidade, Brassica oleracea var. acephala, Brassica oleracea var. itálica, Brassica oleracea var. botrytis ABSTRACT Vigour and germination of brássicas seeds (kale, cauliflower and broccoli) submited to different number of hours on speed aging test. The purpose of this trial was to study the influence of different number of hours on a test of speed aging, under germination and vigour of kale, cauliflower and broccoli seeds. They were bought at city commerce and submitted of speed aging test during periods zero (control), 12h (T1), 24h (T2), 36h (T3), 48h (T4), 60h (T5), 72h (T6) e 84h (T7). After it were done tests of vigour and germination. Experimental design was randomized blocks, with 08 treatments, 04 replications, using 50 seeds on each with a total of 200 seeds per specie. Averages were compared by Tukey test at 5%. Analysis of vigour on kale treatments with 72 and 84h showed efficiency on evaluations. For cauliflower 84h were necessary on the test.

2 For broccoli 48h of exposition were enough to detect differences. Refering on germination, roccoli was the only culture where a treatment overcame control percentage, reaching, on T2 (92%) of germinated seeds. KEYWORDS: Phisiological potency, viability, Brassica oleracea var. acephala, Brassica oleracea var. itálica, Brassica oleracea var. botrytis A espécie Brassica oleracea surgiu ao longo da Costa do Mediterrâneo, de onde se espalhou por toda a Europa. Parece pouco provável que todas as variedades tenham evoluído do repolho selvagem, o aparecimento destas, deve ter ocorrido por etapas e em diferentes áreas (Souza, 1983). As brássicas são muito importantes em várias partes do mundo, sendo usadas como hortaliças, sementes produtoras de óleos, adubação verde, forrageiras e condimentos (Giordano, 1983). No Brasil, entre as mais cultivadas, destacam-se o repolho, couve-flor, brócolis e couvecomum, cuja importância é caracterizada pelas diferentes partes utilizadas na alimentação humana (Souza, 1983). O clima exerce profunda influência nas brássicas, sendo a temperatura o fator climático de maior relevância, onde muitas vezes, é a causa geral do sucesso ou insucesso da cultura. A reação a esta, varia de acordo com cada cultivar (Ferreira, 1983). O principal elemento de clima a estimular a iniciação dos botões florais, mas a luz e as condições de umidade são também relevantes. Esse estímulo ocorre quando ela permanece baixa, por um período que pode variar em função da espécie. A temperatura ótima para o desenvolvimento está entre 15 e 20ºC. A temperatura mínima para germinação das sementes de algumas brássicas está entre 0 e 5ºC e temperaturas mais altas (até 30ºC) aceleram o processo de germinação. Acima de 30ºC, não é recomendada a semeadura. (Ferreira, 1983). Um dos testes mais utilizados para a avaliação do vigor é o envelhecimento acelerado (Vieira & Carvalho, 1994), que se baseia no aumento da deterioração das sementes, quando expostas a condições adversas de alta temperatura e umidade relativa, considerados estes, fatores ambientais essenciais para germinação. Sob essas condições, sementes de baixa qualidade deterioram-se mais rapidamente do que sementes mais vigorosas, estabelecendo diferenças no potencial fisiológico das amostras avaliadas. Ensaios de aprimoramento da metodologia do envelhecimento acelerado para olerícolas têm sido implementados, testando-se diferentes temperaturas e tempos de exposição das sementes ao estresse (Nascimento et al., 1993).

3 O teste de envelhecimento acelerado, por ser relativamente simples e de fácil execução em laboratório, vem sendo estudado na determinação do vigor de diversas espécies de hortaliças (RODO et al. 2000). Trabalhos realizados com cebola (Piana et al., 1995) e cenoura (Martins et al., 1996) demonstraram que, dentre os testes estudados, o envelhecimento acelerado foi o que apresentou melhor relação com a emergência das plântulas em campo. Desse modo, o objetivo deste trabalho foi verificar a influência do número de horas do teste de envelhecimento acelerado sobre a germinação e o vigor das sementes de couve-flor, couve-manteiga e brócolis. MATERIAL E MÉTODOS O trabalho foi conduzido em agosto de 2003 no laboratório de análise de sementes da Faculdades Luiz Meneghel. As sementes de couve-flor, couve-manteiga e brócolis, adquiridas no comércio local, foram submetidas ao teste de envelhecimento acelerado, o qual consiste na distribuição das mesmas sobre uma tela metálica acoplada a recipientes plásticos do tipo gerbox contendo 40 ml de água destilada ao fundo, a seguir, estes foram tampados e expostos à temperatura de 42ºC e 100% de umidade relativa, de acordo com VIEIRA & CARVALHO (1994), durante os períodos de zero (T0), 12h (T1), 24h (T2), 36h (T3), 48h (T4), 60h (T5), 72h (T6) e 84h (T7). Após o envelhecimento acelerado, realizou-se testes de vigor e germinação, onde as sementes foram colocadas para germinar sobre papel filtro umedecidos com água destilada a temperatura de 30ºC (estufa quente, 16h durante o dia) e 20ºC (estufa fria, 8h durante a noite). As sementes foram irrigadas com água destilada conforme necessidade. Foram realizados duas avaliações com intervalos de sete dias. Para a análise do vigor utilizou-se o resultado da primeira contagem do teste de germinação. Os testes e as análises da germinação das sementes, das espécies estudadas seguiram-se conforme as normas para esses, descritos em Brasil (1992). O delineamento experimental empregado nos testes foi o de blocos casualizados, contendo 08 tratamentos e 04 repetições com 50 sementes, totalizando 200 sementes por espécie. As médias foram comparadas pelo teste de Tukey a 5%. RESULTADO E DISCUSSÃO De acordo com os dados obtidos (Tabela 1), pode-se verificar que o número de horas de envelhecimento acelerado possibilitou observar diferenças entre as espécies estudadas no que se refere ao vigor e a germinação das sementes.

4 Na couve-manteiga, os tratamentos T1 a T5 não diferenciaram significativamente da testemunha e T6 demonstrou o menor percentual em ambos os parâmetros estudados. A couve-flor apresentou maior porcentagem de germinação entre as culturas avaliadas. To a T5 não diferiram entre si, e T0 e T3 atingiram 100% de sementes germinadas. Nessa espécie, T1, T2, T4, T5 e T6 também não demonstraram diferenças entre si e obtiveram médias intermediárias. O tratamento que mostrou o menor resultado, possibilitando detectar diferenças estatísticas significativas, foi T7 tanto para germinação (78,5%) quanto para vigor (28,8%). Para brócolis, T2 apresentou a maior porcentagem e não diferiu estatisticamente de T0, T1 e T3. As menores médias foram observadas em T7 e T6 nos dois itens analisados. Para couve-manteiga 72 e 84 horas demonstraram eficiência na avaliação do vigor através do teste de envelhecimento acelerado. Na couve-flor 84 horas foram necessárias para avaliar o vigor das sementes. Na análise do vigor em brócolis, 48 horas de exposição ao teste foi suficiente para detectar diferenças. Tabela 1. Porcentagem de vigor e germinação de sementes de brássicas submetidas a diferentes números de horas de envelhecimento acelerado. Bandeirantes - PR, Couve-manteiga Couve-Flor Brocolis Trat. Vigor Germinação Vigor Germinação vigor Germinação T0 86,0 a 89,5 a 99,0 a 100,0 a 88,5 a 90,0 a T1 84,5 a 89,5 a 97,0 a 97,0 ab 81,5 a 87,0 ab T2 84,0 a 86,5 a 99,0 a 99,0 ab 91,0 a 92,0 a T3 77,5 a 84,0 a 98,5 a 100,0 a 80,5 ab 82,5 abc T4 79,0 a 84,0 a 96,0 a 97,0 ab 59,5 bc 63,5 c T5 70,0 a 73,5 a 93,5 a 95,0 ab 57,5 c 65,5 bc T6 30,0 b 42,0 b 88,0 a 89,5 b 5,0 d 17,5 d T7 33,0 b 47,0 b 57,5 b 78,5 c 20,0 d 25,5 d CV (%) 12,49 10,87 7,13 4,24 14,64 14,25 1 Médias seguidas pela mesma letra, não diferem estatisticamente entre si, pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. LITERATURA CITADA BRASIL. Ministério da Agricultura e Reforma Agrária. Regras para análise de sementes. Brasília: SNDA, DNDV, CLV, p. FERREIRA, F.A. Efeito do clima sobre brássicas. Informe agropecuário, v. 9, n. 98, p , fev

5 GIORDANO, L.B. Melhoramento de brássicas. Informe agropecuário, v. 9, n. 98, p.16-18, fev MARTINS, L.; SPINOLA, M.C.M.; CALIARI, M.F.; TESSARIOLI NETO, J. Comparação entre métodos para avaliação do vigor de sementes de cenoura (Daucus carota L.). In: SEMINÁRIO PANAMERICANO DE SEMILLAS, 15., Anais. Gramado: ABRATES, p.11. NASCIMENTO, W.M.; BARROS, B.C.G.; PESSOA, H.B.S.V. Teste de envelhecimento acelerado em sementes de tomate. Revista Brasileira de Sementes, v. 15, n. 2, p , PIANA, Z.; TILLMANN, M.A.A.; MINAMI, K. Avaliação da qualidade fisiológica de sementes de cebola e sua relação com a produção de mudas vigorosas. Revista Brasileira de Sementes, v. 17, p , RODO, A. B.; PANOBIANCO, M.; MARCOS FILHO, J. Metodologia alternativa do teste de envelhecimento acelerado para sementes de cenoura. Scientia Agrícola, v. 57, n. 2, p , abr./jun, SOUZA, R.J. Origem e Botânica de algumas brássicas. Informe agropecuário, v. 9, n. 98, p , fev VIEIRA, R.D.; CARVALHO, N.M. Testes de vigor em sementes. Jaboticabal: FUNEP, p.

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