FATEC - FACULDADE DE TECNOLOGIA DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS JOVAN ANGELO RODRIGUES DE SOUZA, PAULO ALVES FRANÇA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "FATEC - FACULDADE DE TECNOLOGIA DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS JOVAN ANGELO RODRIGUES DE SOUZA, PAULO ALVES FRANÇA"

Transcrição

1 FATEC - FACULDADE DE TECNOLOGIA DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS JOVAN ANGELO RODRIGUES DE SOUZA, PAULO ALVES FRANÇA INTEGRANDO UMA SOLUÇÃO DE BAIXA PLATAFORMA COM MAINFRAME UTILIZANDO IBM WEBSPHERE MQ E CICS SÃO JOSÉ DOS CAMPOS 2011

2 i JOVAN ANGELO RODRIGUES DE SOUZA, PAULO ALVES FRANÇA INTEGRANDO UMA SOLUÇÃO DE BAIXA PLATAFORMA COM MAINFRAME UTILIZANDO IBM WEBSPHERE MQ E CICS Trabalho de graduação apresentado a Faculdade de tecnologia de São José dos Campos, como parte dos requisitos necessários para obtenção do título de Tecnólogo em Banco de dados. Orientador: Rogério Marinke. SÃO JOSÉ DOS CAMPOS 2011

3 ii JOVAN ANGELO RODRIGUES DE SOUZA, PAULO ALVES FRANÇA INTEGRANDO UMA SOLUÇÃO DE BAIXA PLATAFORMA COM MAINFRAME UTILIZANDO IBM WEBSPHERE MQ E CICS Trabalho de graduação apresentado a Faculdade de tecnologia de São José dos Campos, como parte dos requisitos necessários para obtenção do título de Tecnólogo em Banco de dados. PAULO HENRIQUE CRUZ JUNIOR - MESTRE LUDMILA CANUTO DE MELO FERREIRA SALIMENA ESPECIALISTA ROGÉRIO MARINKE - ESPECIALISTA / / DATA DE APROVAÇÃO

4 iii Dedicamos este trabalho aos nossos amigos, familiares e professores que nos ajudaram a trilhar os caminhos e superar os inúmeros desafios para galgar o sucesso e a realização.

5 iv AGRADECIMENTOS Agradecemos ao professor e orientador Rogério Marinke pelo apoio, encorajamento e pelo tempo empregado na qualidade deste trabalho tanto quanto empregado na discussão, sempre aberta estimulante, de novas idéias. Também agradecemos a equipe IBM Ludmila Canuto de Melo Ferreira Salimena, Paulo Henrique Cruz, Rogério Salgado Rocha, Célio Costa Carvalho, Eugenio Fernandes, André Luiz dos Santos Gonçalves, Tadeu Moraes e Aroldo Yuji Yai por incutir em nós a necessidade de aprender sempre, pelo apoio técnico fornecido e o acesso aos ambientes, sem o quais a concretização desse trabalho seria inviável.

6 v RESUMO Este trabalho propõe uma arquitetura de integração entre baixa e alta plataforma utilizando Web Services, IBM Websphere MQ Client, IBM Websphere MQ e CICS Transaction Server. O estudo de caso tem como aplicação prática a nota fiscal eletrônica. O objetivo é propor uma forma alternativa para transmitir a nota fiscal eletrônica utilizando recursos de fila de mensagens disponíveis no mainframe pelo middleware IBM Websphere MQ. Esta arquitetura terá dois componentes de software. O primeiro uma aplicação desktop que será responsável por transmitir a nota fiscal para outro componente alocado no mainframe. Este componente se conectará através do Web Service ao servidor da Secretaria da Fazenda a fim de transmitir a nota fiscal eletrônica e posteriormente receber o status da nota enviada. Palavras-chave: Mainframe, nota fiscal eletrônica, Web Service, certificado digital.

7 vi ABSTRACT An integration architecture between low and high platform using Web Services, IBM Websphere MQ Client, IBM Websphere MQ and CICS transaction Server is proposed in this work. The study of case has as practical application the electronic invoice. The objective is to propose an alternative form to broadcast the electronic invoice using the resources of message queues available in the mainframe by middleware IBM Websphere MQ. This architecture will have two software components. The former is a desktop application that will be responsible for broadcasting the electronic invoice to another component allocated in the mainframe. This component will connect through Web Service to the server of the government tax bureau intending to broadcast the electronic invoice and posteriorly receiving the status of the sent invoice. Keywords: Mainframe, Web Service, Digital Certificate.

8 vii LISTA DE FIGURAS Figura 1 - Infra-estrutura dos componentes CORBA...19 Figura 2 - Ambientes integrados utilizando o Object Broker do CORBA...22 Figura 3 - Estrutura geral da ICP-Brasil Figura 4 - Dados de Identificação do Certificado digital...29 Figura 5 - Todos os dados contidos no certificado digital, aba Detalhe...30 Figura 6 Funcionamento da SEFAZ virtual Figura 7 Processo de envioda NF-e ao ambiente virtual da SEFAZ Figura 8 - Canal de comunicação cliente servidor de uma aplicação WMQ Figura 9 Exemplo código COBOL com RDZ Figura 10 Arquitetura de integração da aplicação desktop com o mainframe Figura 11 Processo de envio da NF-e para o mainframe Figura 12 Seleção de um arquivo XML da NF-e preenchida...44 Figura 14 Código Fonte da implementação da classe Consulta.java...46 Figura 15 Diagramas de classe da aplicação desktop...47 Figura 16 Tela de administração do WMQ...48 Figura 17 Código Fonte do componente NFERECEP.cbl...49

9 viii LISTA DE TABELAS Tabela 1 - Vantagens e desvantagens da utilização de Web Service...25 Tabela 2 - Vantagens e desvantagens da utilização de CORBA....26

10 ix SUMÁRIO 1.INTRODUÇÃO Motivação Objetivos Objetivo geral Objetivos específicos Metodologia Organização do trabalho INTEGRAÇÃO DE BAIXA COM ALTA PLATAFORMA Baixa plataforma Alta Plataforma Arquitetura Comum de Barramento de Objeto (CORBA) Object Management Group (OMG) Arquitetura Comum de Barramento de Objeto ORA (Object Request Architecture) ORB (Object Request Broker) Interface ORB DII (Dynamic invocation interface) DSI (Dynamic skeleton interface) Stub Skeleton Arquitetura de Gerenciamento de Objeto Integração utilizando CORBA Estudo de caso de integração utilizando CORBA Arquitetura Orientada a Serviço (SOA) Web Service Descrição de Serviços UDDI - Descoberta e descrição de serviços Breve análise de tecnologias de integração CORBA e Web Service TECNOLOGIAS - BAIXA PLATAFORMA ICP Brasil Certificado Digital Nota fiscal eletrônica (NF-e) estudo de Caso Lei e objetivo do projeto Conceito da nota fiscal eletrônica O ambiente virtual da secretaria da fazenda (SEFAZ) Web Service disponíveis no ambiente virtual da SEFAZ Descrição da recepção da NF-e Tecnologias para a aplicação desktop J2EE XML TECNOLOGIAS - ALTA PLATAFORMA IBM Websphere MQ IBM Websphere MQ Client IBM CICS TS

11 x 4.4 COBOL DB Rational for System Z IMPLEMENTAÇÃO DO PROTÓTIPO Arquitetura de integração Arquitetura de comunicação da camada Desktop Arquitetura de comunicação da camada mainframe Projeto e implementação do protótipo Aplicação desktop Aplicação mainframe CONCLUSÕES Contribuições e Conclusões Trabalhos Futuros...51

12 11 1. INTRODUÇÃO 1.1 Motivação O período de 50 a 80 é marcado pela computação centralizada. A característica dos computadores construídos nesta época são super computadores e mainframes dotados de alto poder de processamento. A utilização desta tecnologia justificava as atividades desenvolvidas em universidades, centros militares, financeiros e governamentais. Esta modalidade de computação ainda é utilizada pelas organizações. Sua utilização é justificada pela capacidade que estes sistemas têm de trabalhar com dados críticos e servir a uma alta demanda de processamento. Outro fator importante são as questões ligadas a escalabilidade e extensibilidade, pois é possível aumentar a capacidade de processamento dos mainframes sem a necessidade de paradas no sistema, mantendo-o disponível. Entretanto o constante avanço da micro-eletrônica tornou viável a proposta de um modelo de arquitetura compacta, com menor poder de processamento e baixo custo (THACKER, 1979). Seu intuito era substituir o uso dos mainframes em tarefas que não necessitassem de alto poder de processamento. O IBM-PC caracterizou-se por criar uma nova modalidade de computação. As conseqüências deste desenvolvimento possibilitaram difundir a tecnologia do computador pessoal (THACKER, 1979). Com a expansão das redes de computadores e da Internet houve a necessidade de integrar estas duas modalidades de computação, a centralizada com a distribuída. Isto se justifica devido à necessidade do mercado, pois as organizações têm tecnologias robustas com alto poder de processamento e que precisam ser disponibilizadas para computadores pessoais. A nota fiscal eletrônica é um projeto do governo Federal que se desenvolve em parceria com os governos estaduais e possui como objetivo regulamentar, padronizar a emissão de notas fiscais em formato eletrônico (ENATE, 2011). Atualmente várias empresas no mercado fornecem solução de nota fiscal eletrônica para os mais diferenciados estabelecimentos. As características destas soluções, entretanto, variam

13 12 entre aplicações desktop, que são voltadas para usuários de pequeno porte ou aplicações web, para usuários de médio porte. Todas elas se conectando aos Web Services da secretaria da fazenda para a transmissão da nota fiscal. O presente trabalho propõe uma arquitetura de integração de software entre a baixa e a alta plataforma. Como estudo de caso é desenvolvida uma aplicação desktop que se integre a um componente de software disponível no ambiente mainframe. O componente de software desenvolvido para a alta plataforma é capaz de gerenciar simultaneamente a requisição de envio de nota fiscal eletrônica de vários usuários aos servidores da secretaria da fazenda. Acredita-se que esta arquitetura possa suprir a necessidade tanto de usuários de pequeno porte a usuários de grande porte. 1.2 Objetivos Objetivo geral Desenvolver uma solução de nota fiscal desktop que se integre a um componente de mainframe utilizando IBM Websphere MQ para o posterior envio da nota fiscal aos servidores da secretaria da fazenda Objetivos específicos a)desenvolver uma aplicação desktop Java para o envio de nota fiscal eletrônica. b)desenvolver uma aplicação de alta plataforma utilizando IBM Websphere MQ para receber uma nota fiscal eletrônica enviada pela aplicação desktop. c)integrar a aplicação de alta plataforma com a aplicação desktop.

14 13 d)integrar a aplicação de alta plataforma com o Web Service da secretaria da fazenda do estado de São Paulo. 1.3 Metodologia A metodologia aplicada aqui consiste na pesquisa e desenvolvimento de uma arquitetura entre desktop e mainframe adotando-se a Nota Fiscal Eletrônica (NFE) como estudo de caso. Para a realização desta pesquisa foi realizado um levantamento bibliográfico sobre duas tecnologias de integração utilizadas no mercado, CORBA e Web Service. Este levantamento bibliográfico colaborou na escolha da tecnologia mais apropriada para o problema da integração entre sistemas distintos. Posteriormente, foi realizado um levantamento das tecnologias para o desenvolvimento do protótipo de envio de nota fiscal eletrônica desktop e do componente de software de envio do xml da nota fiscal eletrônica para a SEFAZ que foi desenvolvido para o ambiente mainframe. Foi feita a modelagem da arquitetura de integração. A partir da aplicação desktop foi criada uma estrutura de conexão com o middleware IBM Websphere MQ, cuja principal característica é o recurso de filas de mensagens. Esta aplicação desktop que foi desenvolvida tem como principais funcionalidades a alimentação e o consumo destas filas de mensagens através da ação de upload de um xml de uma nota fiscal eletrônica preenchida e assinada e da leitura das respostas que são enviadas pelos Web Services da SEFAZ. Para a implementação do protótipo desktop foi utilizado à linguagem de programação Java, a biblioteca gráfica Java Swing e as bibliotecas do IBM Websphere MQ Client para a criação da conexão com as filas de mensagens do IBM Websphere MQ. A implementação do componente no mainframe compreende a utilização do IBM Websphere MQ para a definição das filas de mensagem e o seu gerenciamento. O CICS (CICS Customer Information Control System) foi utilizado para a implementação do Web Service da SEFAZ para que a nota fiscal eletrônica enviada da aplicação desktop possa chegar aos servidores da Receita Federal por intermédio deste componente no mainframe. Além disso, o

15 14 CICS alimenta as filas de mensagens com as respostas da SEFAZ de cada nota fiscal eletrônica emitida na aplicação desktop. 1.4 Organização do trabalho Este Trabalho está organizado da seguinte forma: O capítulo 2 aborda à integração de baixa e alta plataforma, suas características e um histórico contendo as definições de ambas as plataformas. Também é realizado um breve comparativo entre as tecnologias SOA e CORBA abordando os seus principais conceitos e arquitetura. O capítulo 3 apresenta algumas características das tecnologias de baixa plataforma utilizadas para o desenvolvimento do protótipo. O capítulo apresenta as seguintes tecnologias: Java Enterprise Edition (J2EE), Extendible Markup Language (XML) e certificado digital. O capítulo 4 apresenta as ferramentas e tecnologias utilizadas durante o desenvolvimento do protótipo na alta plataforma. No capítulo são apresentadas algumas características e funcionalidades das ferramentas WebSphere MQ, Monitor de Transação CICS, COBOL e DB2. O capítulo 5 trata do desenvolvimento da solução de integração, da definição do modelo do protótipo no ambiente mainframe e da interface do protótipo na baixa plataforma. É apresentada a forma de integração utilizando Web Service. O capítulo também apresenta o diagrama de classe, alguns casos de uso, o levantamento de requisitos funcionais e não funcionais da solução, o modelo relacional e uma análise da aplicação e do sistema em ambas as arquiteturas. O capítulo 6 apresenta às considerações finais, experiências e resultados obtidos e sugestões para trabalhos futuros.

16 15 2 INTEGRAÇÃO DE BAIXA COM ALTA PLATAFORMA 2.1 Baixa plataforma Baixa plataforma é como se denomina a modalidade de computação constituída por microcomputadores. O objetivo dos microcomputadores era substituir o uso de computadores de grande porte em atividades que não necessitassem alto poder de processamento. A idéia era criar uma máquina menor, de baixo custo e que tivesse capacidade suficiente para satisfazer as necessidades de um único usuário (THACKER, 1979). A popularização do computador pessoal possibilitou o desenvolvimento de aplicações para as mais diversas finalidades. Seu uso, atualmente é imprescindível para a execução do trabalho de vários profissionais nos mais variados segmentos do mercado de trabalho. 2.2 Alta Plataforma O termo mainframe é utilizado para se referir a computadores desenhados com o objetivo de processar cargas muito grandes de dados e servir a milhares de usuários. Seu uso é voltado tipicamente para grandes empresas que possuem aplicações críticas (THECHTERMS, 2010). A presença do mainframe está relacionada ao conceito de computação centralizada, seu uso em grandes corporações é justificado, pois o mainframe torna-se um repositório central de dados que está conectado a dispositivos menores como terminais e estações de trabalho. 2.3 Arquitetura Comum de Barramento de Objeto (CORBA) As seções seguintes explicam a arquitetura CORBA e sua integração com outras plataformas Object Management Group (OMG) O Grupo de Gerenciamento de Objeto (OMG - Object Management Group) é uma organização internacional sem fins lucrativos. Foi fundada em 1984 e possui em torno de 750 empresas que ajudam no desenvolvimento do projeto. Entre estas empresas estão IBM, HP, SUN, DEC, Microsoft. O objetivo é definir padrões para aplicações orientadas a objetos

17 16 distribuídos, com a finalidade de atender a indústria de desenvolvimento de software. O padrão de integração proposto pela OMG foi a Arquitetura de Gerenciamento de Objeto (OMA - Object Management Architecture) (OMG, 2010) Arquitetura Comum de Barramento de Objeto A Arquitetura Comum de Barramento de Objeto (CORBA - Common Object Request Broker Architecture) foi desenvolvida pela OMG e suas empresas membro para estabelecer padrões e simplificar a troca de dados entre objetos em sistemas heterogêneos distribuídos (OMG, 2010) ORA (Object Request Architecture) O ORA exerce o papel de middleware entre os objetos distribuídos. É responsável também pela comunicação entre objetos de forma transparente, entre o cliente e a implementações dos objetos desejados (OMG, 2010) ORB (Object Request Broker) O ORB é responsável pela comunicação e interação entre os objetos distribuídos e um dos principais simplificadores na hora de desenvolver em ambientes distribuídos, sendo que o mesmo trata características de baixo nível da implementação, ele intercepta a chamada e fica responsável por definir um objeto que atenda a solicitação do objeto solicitante. Ao encontrar o objeto que atenda a necessidade o ORB passa a esses objetos os parâmetro do objeto solicitante, por sua ver o objeto solicitado processa os parâmetros e devolve a resposta ORB, que transmite ao objeto solicitante. Dessa maneira o usuário não precisa preocupar-se onde o objeto está, ou em que sistema operacional o mesmo se encontra ou qual programa foi usado para desenvolvê-lo (OMG, 2010) Interface ORB A Interface ORB foi definida, dentro da especificação do CORBA, como uma "interface abstrata" para o ORB, servido como uma biblioteca de ajuda para a implementação de

18 17 serviços locais dentro o ORB. Onde ainda, por esta interface se tratar de uma entidade lógica, pode ser implementada de diversas maneiras, portanto, a interface ORB vem justamente com o intuito de desacoplar as aplicações dos detalhes de cada uma dessas implementações na camada ORB. Dentre as funcionalidades oferecidas por essa interface, temos a conversão de referências a objetos para strings e vice-versa, provê também a criação de listas de argumentos para as requisições que são realizadas através da interface de invocação dinâmica (OMG, 2010) DII (Dynamic invocation interface) É um canal de comunicação implementado no lado do cliente. Permite ao mesmo, por meio das tentativas de implementação dos métodos em tempo de execução, um acesso direto aos mecanismos de requisição residentes em um ORB e também que realizem uma sincronização entre os objetos remotos, conhecidos como deferidas ou não-bloqueadas (operações separadas de envio e recebimento) e chamadas unidirecionais (só de envio). Neste tipo de invocação, esse processo é feito de forma dinâmica sem necessitar passar pela interface específica da IDL para que seja ativado (OMG, 2010) DSI (Dynamic skeleton interface) O DSI realiza uma função semelhante à realizada pela DII, a diferença básica, é que todas as atividades realizadas pela DSI são feitas no servidor. A principal característica da DSI é permitir que ORB transmita, apesar de não conhecer em tempo de execução o tipo de objeto utilizado, requisições para uma implementação de objeto, correlacionado diretamente com o Skeleton (OMG, 2010) Stub Está localizado no cliente, tem como característica promover interfaces estáticas para criar e enviar requisições correspondentes dos serviços desejados do cliente para o servidor. O Stub é criado utilizando-se um compilador IDL e está implementado diretamente do lado do cliente (OMG, 2010).

19 Skeleton Está vinculado diretamente com o Stub e tem como função fornecer a interface através da qual o método recebe as requisições. Está implementado diretamente do lado do servidor (OMG, 2010) Arquitetura de Gerenciamento de Objeto A Arquitetura de Gerenciamento de Objeto (OMA - Object Management Architecture) é um padrão de arquitetura, desenvolvido pela OMG, uma tecnologia de middleware que é utilizado para mover ou transportar informações, dados de sistemas heterogêneos com diversos protocolos de rede e sistemas operacionais. Independente de plataforma o padrão OMA é constituído por interfaces de alto nível conhecidas como Interface de programação de Aplicação (API Application Programming Interface), possui os seguintes objetivos de integrar objetos de sistemas distribuídos, fornecer orientação sobre a padronização de interface, desenvolver a criação de componentes que permitam integrar um ou mais objetos que tenham funcionalidades comuns e disponibilizá-lo por meio de interfaces de comunicação entre objetos (OMG, 2010). Este padrão é dividido em módulos e componentes de serviço que serão tratados abaixo, padrão de arquitetura OMA ilustrado na Figura 1.

20 19 Figura 1 - Infra-estrutura dos componentes CORBA. Adaptado de: OMG, Integração utilizando CORBA As necessidades de integração das diversas plataformas que se encontram no ambiente de negócio são das mais variadas. Desde instituições financeiras como bancos até órgãos governamentais possuem plataformas mistas em funcionamento, que precisam acessar recursos e processos entre diversas aplicações existentes, entretanto são sistemas legados e críticos para o negocio. Isto implica que devido à natureza deste ambiente não é aconselhável a substituição de tecnologia devido ao custo e riscos envolvidos, porém, uma das soluções plausíveis para a integração de plataformas distintas está contida no universo dos objetos distribuídos, o mesmo visa estabelecer uma comunicação entre esses ambientes mistos, independente da plataforma ou arquitetura utilizada, simplificar a manutenção e o desenvolvimento de objetos e sistemas, propondo o reuso de objetos comuns aos diversos tipos de aplicações, dispostas neste ambiente. Sabe-se que este ambiente tem por característica ser composto por arquiteturas de hardware e software mistas. Englobam aplicativos em diversas linguagens de programação e uma variedade de Sistemas

21 20 Operacionais (SO) envolvidos, além de variações entre diversos protocolos de rede. Portanto este ambiente torna-se heterogêneo e de alta complexidade (BALBINO, 2010). Devido à evolução da micro-informática e o aumento na capacidade de processamento bem como o aprimoramento da arquitetura dos PC s possibilitou que os sistemas centralizados fossem migrados para sistemas distribuídos, houve algumas implicações devido à complexidade da arquitetura distribuída, geralmente o desenvolvimento de soluções nesta arquitetura são em suma mais complexas e demandam mais tempo para desenvolvimento. Também há dificuldades relacionadas a distribuição do processamento em diversos pontos de uma rede e o paralelismo de processamento envolvido (BALBINO, 2010). Para efetuar a comunicação entre objetos distintos dentro de uma arquitetura distribuída, existem varias maneiras de fazê-lo, sendo que os objetos podem comunicar-se tanto internamente, utilizando ambientes compartilhados de memória do aplicativo bem como se comunicar com outros objetos dispostos em maquinas diferentes. Para efetuar tal processo o objeto distribuído utiliza API s, para efetuar passagem de mensagens e estabelecer comunicação entre objetos às vezes implementado em plataformas distintas e tem como recurso a utilização de protocolos de transporte (BALBINO, 2010). A utilização dos protocolos de transporte tem custos em complexidade ao codificar a solução, devido a inúmeros processos de comunicação que envolve os protocolos de transporte, porém o programador pode optar por métodos de comunicação encapsulados como o caso da Invocação de Método Remoto (RMI Remote Method Invocation) que abstrai a camada de rede tornando a conexão uma tarefa simples como se o objeto que está sendo invocado estivesse na própria maquina (BALBINO, 2010). Com a crescente demanda por reuso de código os programadores que defendem o paradigma orientado a objeto, investiram no desenvolvimento de soluções embasadas em componentes que são um ou mais objetos integrados que sozinhos conseguem ser genéricos o suficiente para serem utilizado em diversos sistemas. Para efetuarem a comunicação entre componentes foram desenvolvidos alguns padrões para Windows, como por exemplo, o DCOM (Distributed Component Object Model), para Java as tecnologias JavaBeans e Enterprise JavaBeans, e uma arquitetura que é independente de plataforma chamada CORBA (Common Object Request Broker Architecture) (BALBINO, 2010).

22 21 O CORBA é um padrão desenvolvido sobre as especificações do padrão Barramento Comum de Requisição de Objeto (ORB - Common Object Request Broker) e utilizado para efetuar a conexão entre objetos que estão contidos em pontos diferentes de uma rede. Para efetuar essa comunicação é utilizada uma linguagem de programação própria para implementar os Stubs que são interfaces de acesso ao objeto remoto. Essa interface é compilada na linguagem nativa do aplicativo cliente que irá utilizar o serviço. O mesmo acontece com outra estrutura conhecida como Skeleton que é compilada na linguagem do aplicativo cliente. O Skeleton fica disponível no servidor para disponibilizar a inteface com o aplicativo solicitado Estudo de caso de integração utilizando CORBA A instituição Wells Fargo é citada como um dos oito experimentos descritos no livro 3 Tier Client/Server At Work (EDWARDS, 1997). O livro trata de tecnologias para a integração de plataformas distintas. Neste estudo de caso foi utilizada a tecnologia CORBA para efetuar a integração (BALBINO, 2010). Na década de 80, nos Estados Unidos, os bancos passaram a oferecer a seus clientes uma gama de serviços que não faziam parte dos serviços tradicionalmente oferecidos por um banco. Seus clientes recebiam diferentes extratos para cada produto que era comercializado pelo banco (RONAYNE, 1996). Porém no final da mesma década a crescente tendência era que diversos tipos de extratos fossem substituídos por apenas um extrato que reunisse informações de todos os produtos que o cliente pudesse ter, este extrato ficou conhecido como compound statement banking (RONAYNE, 1996). Os bancos começaram a integrar seus extratos de diversos tipos de contas como conta corrente, conta poupança, hipotecas, cartões de crédito, corretagem e contas para aposentadoria para a obtenção de um único extrato (BALBINO, 2010). A instituição Wells Fargo, enfrentava a limitação a esse tipo de exigência do mercado, por suas contas estarem alocadas em plataformas distintas como IBM MVSq/CICS, Digital VAX/VMS e UNIX, possibilitando um ambiente propício para a aplicação da tecnologia CORBA, para solução da dificuldade (BALBINO, 2010).

23 22 Tendo em vista esse ambiente de plataformas mista foi criado uma solução de integração baseada na tecnologia CORBA, que propunha a integração entre os diversos tipos de conta por meio de um Sistema de Relacionamento com Cliente (CRS - Customer Relationship System) que utilizava o ORB da empresa BEA utilizando servidores com Barramento de Objeto. Esse sistema propunha uma integração lógica das contas por novo conceito de seguro social um único número capaz de unificar todas as contas do Número de Seguridade Social (SSN - Social Security Number) para pessoas físicas e o Número de Identificação do Empregador (EIN - Employer Identification Number) para as pessoas jurídicas (BALBINO, 2010). A Integração nesse ambiente foi realizada com sucesso entre as plataformas HP 9000 (HP- UX), computadores pessoais (Windows) e Sun (SunOs), porém com os mainframes IBM foi diferente, pois em 1993 não havia suporte para ORB. Para mainframe a integração foi efetuada através de meios não CORBA, veja Figura 2. Figura 2 - Ambientes integrados utilizando o Object Broker do CORBA. Fonte: RONAYNE, 1996.

24 Arquitetura Orientada a Serviço (SOA) Arquitetura Orientada a Serviço (SOA - Service Oriented Architecture) tem como base disponibilizar o produto de processamento de uma determinada aplicação, por meio de serviço estabelecendo contratos de comunicações entre as diversas aplicações existentes, baseando-se em um principio de computação distribuída (SOMMERVILLE, 2006). O objetivo desta arquitetura é disponibilizar funcionalidades de uma aplicação na forma de serviço através dos conceitos-chave de application frontend, repositório de serviço e barramento de serviço (MARINHO, 2006). O application frontend é uma entidade responsável por interagir, enviando e recebendo resposta de outros elementos de software tais como aplicações web, interfaces gráficas ou até mesmo sistemas batch. O repositório de serviço dispõe de facilidades para o descobrimento de serviços disponíveis na arquitetura como, por exemplo, a localização virtual, provedor, taxas, limitações técnicas, aspectos de segurança entre outros. O barramento de serviço é a entidade utilizada para conexão entre todos os participantes da SOA. Algum dos aspectos arquiteturais que SOA prove no ambiente de negocio de uma instituição como modularidade, reuso e encapsulamento (IBM, 2010). Uma das modalidades de SOA é dada por meio da implementação de um web service, utilizando um contrato de comunicação possível graças à implementação de padrões estabelecidos para a troca de mensagem entre web service para estabelecer a comunicação entre eles. Entre esses padrões se encontra o SOAP (Simple Object Access Protocol) que utiliza XML para efetuar a troca de mensagens entre aplicações e o REST (Representational State Transfer) que utiliza protocolo HTTP (Hypertext Transfer Protocol) e XML (Extensible Markup Language) para efetuar a troca de mensagens entre aplicações (SOAP, 2010).

25 24 A arquitetura SOA terá grande influência no processo de desenvolvimento dos sistemas de informação estima-se que até 2008 haverá 70% de probabilidade do uso de SOA como prática predominante de engenharia de software (MCCOY, 2003) Web Service Web Service é um termo utilizado para o componente de software que transmite dados no formato XML para outros sistemas. Utilizando Web Service uma aplicação pode invocar um serviço disponível em outra aplicação para efetuar uma tarefa integrando sistemas permitindo sua interação independente de plataforma e linguagem de programação (SOMMERVILLE, 2006). O Web Service é composto por três tecnologias o Protocolo de Acesso a Objeto Simples (SOAP - Simple Object Access Protocol), a Linguagem de Descrição de Web Service (WSDL - Web Service Description Language) e o Descritor Universal de Descoberta e Integração (UDDI - Universal Description Discovery and Integration) Descrição de Serviços A Linguagem de Descrição de um Web Service (WSDL) faz uso de um arquivo XML para descrever as características e comportamentos de Web Service. Algumas características são: como o que o Web Service pode fazer, o servidor do Web Service e a forma como ele é invocado UDDI - Descoberta e descrição de serviços O UDDI é um contrato que define um padrão XML para que os Web Service sejam descobertos por serviços de busca.

26 25 O padrão UDDI é reconhecido pela OASIS (Organization for the Advancement of Structured Information Standards). A OASIS é uma organização sem fins lucrativos que conduz o desenvolvimento e a adoção de padrões abertos para tecnologia da informação (OASIS, 2011). O UDDI é um serviço de registros de Web Service, sua finalidade é representar metadados de serviços através de um padrão permitindo assim criar catálogos. 2.5 Breve análise de tecnologias de integração Esta seção é dedicada a uma breve análise das tecnologias de integração CORBA e Web Service CORBA é um padrão desenvolvido para permitir a criação de aplicações com objetos distribuídos (OMG, 2010). Os Web Services são um padrão desenvolvido para disponibilizar pequenos serviços no formato de procedimento remoto (SOAP, 2010). A Tabela 1 expõe as vantagens e desvantagens da utilização de Web Service e suas implicações. Tabela 1 - Vantagens e desvantagens da utilização de Web Service. Fonte: (SOAP, 2010). Vantagens Desvantagens O Web Service é transparente do ponto de Em comparação com as chamadas RPC vista do protocolo de comunicação entre existentes o protocolo SOAP, apresenta cliente e o servidor. uma menor eficiência. Os Web Services utilizam um protocolo A troca efetuada entre sistema RPC é pelo chamado SOAP, baseado em XML de fácil formato binário sendo que a troca de leitura e fácil programação. mensagens pelo protocolo SOAP e dada por arquivo XML apresentando um menor desempenho. O protocolo SOAP atua sobre o protocolo Outro ponto agravante é a escolha do

27 26 HTTP, sendo, portanto transparente no protocolo de comunicação entre Web ponto para os firewalls. Service, se optarmos na arquitetura por protocolos seguros como o SSL terá perda em desempenho da aplicação em contra partida se escolher protocolos simples com o XML Signature teremos perdas efetivas na segurança dessa informação. A Tabela 2 expõe algumas vantagens e desvantagens da utilização de CORBA e suas implicações. Tabela 2 - Vantagens e desvantagens da utilização de CORBA. Adaptado de: (OMG, 2010 ; BALBINO, 2010). Vantagens Desvantagens O CORBA é um padrão que tem o diferencial de permitir objetos distribuídos Não tem implementação da camada ORA para ambiente mainframe. e não apenas procedimentos distribuídos O CORBA pode trabalhar com o A camada ORA está diretamente protocolo de GIOP, que possui diversos tipos de implementação como o IIOP (que constitui do protocolo GIOP sobre TCP/IP) e o HTIOP (que constitui do relacionada à implementação do Stubs e Skeletons, são implementações de interface entre aplicativos cliente e servidores. Estas interfaces ficam diretamente ligadas à protocolo GIOP sobre HTTP), esse último linguagem que o aplicativo foi têm uma função similar ao protocolo implementado. SOAP/HTTP. A independência de plataformas devido à disponibilidade da camada IDL na tecnologia CORBA, um dos seus principais atrativos. Maior complexidade na implementação da solução por estar diretamente ligada à chamada de objetos distribuídos.

28 27 3 TECNOLOGIAS - BAIXA PLATAFORMA Este capítulo apresenta de forma objetiva as tecnologias utilizadas para o desenvolvimento do protótipo. 3.1 ICP Brasil A Infra-estrutura de Chave Pública (ICP) é um conjunto de regras que regulamenta a emissão de chave pública no Brasil. Sendo que somente algumas entidades têm autorização para emitir um certificado digital que tenha valor jurídico nos termos da Medida Provisória nº , de (MOREIRA, 2004). Esta infra-estrutura foi desenvolvida pelo Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI) A divisão hierárquica do ICP-Brasil é dada por AC (Autoridade Certificadora) que são entidades publicas ou privadas que emitem, distribuem, revogam e gerenciam (MOREIRA, 2004). As ARs (Autoridade de Registro) são entidades responsáveis pela interface entre usuário e autoridades certificadoras, pois facilitam o recebimento, validação, encaminhamento de solicitações de emissão ou revogação de certificados digitais para as AC (ITI, 2010), conforme a Figura 3. Figura 3 - Estrutura geral da ICP-Brasil. Fonte: ITI, 2010.

29 Certificado Digital Uma das tecnologias desenvolvidas pelo ITI é conhecida como certificado digital que por meio de conceitos e técnicas computacionais como criptografia permite a criação de uma assinatura digital garantindo aos documentos digitais, por exemplo, a nota fiscal eletrônica aspectos como autenticidade, confidencialidade, integridade e não-repúdio de documentos e transações comerciais (VERONESE, 2008). A Autenticidade até então era restrita a documentos impressos e com reconhecimento de firma, esse critério predispõe a identificação do emissor do documento permitindo a conferencia caso seja necessária de quem emitiu a identificação da pessoa física ou jurídica (VERONESE, 2008). A confidencialidade de dados sigilosos, como dados pessoais e dados financeiros, tem suas restrições de informação, destinada apenas ao emissor ou ao órgão responsável pela emissão documento, para prevenção de fraudes e manipulação dessas informações. Antes dos adventos digitais esses dados eram protegidos dentro de departamentos e ficavam restritos a pessoas autorizadas. Hoje no caso de documentos digitais, esse requisito é feito por criptografia que permite que o emissor da mensagem cifre a informação para que apenas o destinatário possa compreendê-la, permitindo o sigilo entre dados confidenciais (ITI, 2010). A integridade era efetuada por meio de não rasura e analise em documentos de identificação para a validade da informação, garantindo que os dados fossem realmente pertinentes a pessoa que os disponibilizavam, hoje esse processo acontece por meio de comparação feita por algoritmos que testam o HASH de uma determinada informação para validar se não houve alteração na mesma (ITI, 2010). O não-repúdio é uma característica jurídica que da validade das informações contidas em um documento e impele o receptor de negar a veracidade das informações contida naquele documento. Uma de suas formas hoje utilizada é o reconhecimento de firma por um cartório que garante a veracidade da informação ali inserida. Nos meios digitais, hoje esse processo é feito por tecnologias com o uso do certificado digital, que possibilitam transações de documentos na via digital, garantindo a veracidade das informações ali contidas (VERONESE, 2008).

30 29 O Certificado digital é um documento que permite armazenar em seu interior informações como: a) Chave pública b) Nome e endereço de c) Data de validade da chave pública d) Identificação da Autoridade Certificadora e) Número de série do Certificado Digital f) Assinatura digital da Autoridade Certificadora (AC) A Figura 4 mostra como estas informações ficam disponíveis para um usuário. Figura 4 - Dados de Identificação do Certificado digital. Fonte: Microsoft Windows XP, Na aba detalhes é possível notar todas informações do certificado digital incluindo informações técnicas e computacionais, conforme a Figura 5.

31 30 Figura 5 - Todos os dados contidos no certificado digital, aba Detalhe Fonte: Microsoft Windows XP, Nota fiscal eletrônica (NF-e) estudo de Caso As seções seguintes explicam de forma detalhada o funcionamento da NF-e Lei e objetivo do projeto A nota fiscal eletrônica (NF-e) foi desenvolvida a partir da assinatura do protocolo de ENAT 03/2005 (27/08/2005). Este protocolo se baseou na lei complementar contida no Ato COTEPE 72/05, de 22/12/2005 (FAZENDA, 2011), a lei estabelece que: a) A substituição dos antigos modelos fiscais 1 e A1 por um documento auxiliar da NF-e (DANFE) com validade jurídica. b) A validade jurídica dos documentos digitais e sigilo fiscal, por meio de tecnologias como o certificado digital que permita a integridade, confiabilidade, autenticidade e não repudio dos dados fiscais emitidos. c) A Padronização no território nacional da NF-e, por meio de tecnologias como o Web Service que possibilita os serviços de cancelamento, inutilização, cadastro e consulta da NF-e (FAZENDA, 2011).

CORBA. Common Object Request Broker Architecture. Unicamp. Centro de Computação Rubens Queiroz de Almeida queiroz@unicamp.br

CORBA. Common Object Request Broker Architecture. Unicamp. Centro de Computação Rubens Queiroz de Almeida queiroz@unicamp.br CORBA Common Object Request Broker Architecture Unicamp Centro de Computação Rubens Queiroz de Almeida queiroz@unicamp.br Objetivos Apresentação Tecnologia CORBA Conceitos Básicos e Terminologia Considerações

Leia mais

UNIVERSIDADE. Sistemas Distribuídos

UNIVERSIDADE. Sistemas Distribuídos UNIVERSIDADE Sistemas Distribuídos Ciência da Computação Prof. Jesus José de Oliveira Neto Web Services Web Services Existem diferentes tipos de comunicação em um sistema distribuído: Sockets Invocação

Leia mais

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Aula 2 Computação em Nuvem Desafios e Oportunidades A Computação em Nuvem

Leia mais

UFG - Instituto de Informática

UFG - Instituto de Informática UFG - Instituto de Informática Especialização em Desenvolvimento de Aplicações Web com Interfaces Ricas EJB 3.0 Prof.: Fabrízzio A A M N Soares professor.fabrizzio@gmail.com Aula 13 Web Services Web Services

Leia mais

Service Oriented Architecture SOA

Service Oriented Architecture SOA Service Oriented Architecture SOA Arquitetura orientada aos serviços Definição: Arquitetura de sistemas distribuídos em que a funcionalidade é disponibilizada sob a forma de serviços (bem definidos e independentes)

Leia mais

Trabalho de Sistemas Distribuídos

Trabalho de Sistemas Distribuídos Cássio de Olivera Ferraz Trabalho de Sistemas Distribuídos Petrópolis 2015, v-1.0 Cássio de Olivera Ferraz Trabalho de Sistemas Distribuídos Trabalho sobre sistemas distribuídos e suas tecnologias. Universidade

Leia mais

Capítulo VI CORBA. Common Object Request Broker Architecture. [Cardoso2008] Programação de Sistemas Distribuídos em Java, Jorge Cardoso, FCA, 2008.

Capítulo VI CORBA. Common Object Request Broker Architecture. [Cardoso2008] Programação de Sistemas Distribuídos em Java, Jorge Cardoso, FCA, 2008. Common Object Request Broker Architecture [Cardoso2008] Programação de Sistemas Distribuídos em Java, Jorge Cardoso, FCA, 2008. From: Fintan Bolton Pure CORBA SAMS, 2001 From: Coulouris, Dollimore and

Leia mais

Web Services. (Introdução)

Web Services. (Introdução) Web Services (Introdução) Agenda Introdução SOA (Service Oriented Architecture) Web Services Arquitetura XML SOAP WSDL UDDI Conclusão Introdução Comunicação distribuída Estratégias que permitem a comunicação

Leia mais

Princípios de Sistemas Distribuídos. Tecnologias utilizadas em sistemas distribuídos Aula 5

Princípios de Sistemas Distribuídos. Tecnologias utilizadas em sistemas distribuídos Aula 5 Princípios de Sistemas Distribuídos Tecnologias utilizadas em sistemas distribuídos Aula 5 Conceitos de comunicação entre processos Interprocess Communication (IPC) Sistemas distribuídos são construídos

Leia mais

Cliente/Servidor. Conceitos Gerais. Graça Bressan. Graça Bressan/LARC 2000 1

Cliente/Servidor. Conceitos Gerais. Graça Bressan. Graça Bressan/LARC 2000 1 Cliente/Servidor Conceitos Gerais Graça Bressan Graça Bressan/LARC 2000 1 Forças de marketing que conduzem à arquitetura cliente/servidor "Cliente/Servidor é um movimento irresistível que está reformulando

Leia mais

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br Curso de Tecnologia em Redes de Computadores Disciplina: Tópicos Avançados II 5º período Professor: José Maurício S. Pinheiro AULA 5: Certificado Digital e Nota

Leia mais

CORBA Common Object Request Broker Architecture. Carolina de Oliveira Cunha Lenita Martins Ambrosio Victor da Fonseca Santos

CORBA Common Object Request Broker Architecture. Carolina de Oliveira Cunha Lenita Martins Ambrosio Victor da Fonseca Santos CORBA Common Object Request Broker Architecture Carolina de Oliveira Cunha Lenita Martins Ambrosio Victor da Fonseca Santos Introdução OMG (Object Management Group): uma organização formada por empresas

Leia mais

Universidade Federal de Goiás Centro de Recursos Computacionais - CERCOMP Divisão de Sistemas. Criação de uma Serviço de Geração de Relatórios

Universidade Federal de Goiás Centro de Recursos Computacionais - CERCOMP Divisão de Sistemas. Criação de uma Serviço de Geração de Relatórios Universidade Federal de Goiás Centro de Recursos Computacionais - CERCOMP Divisão de Sistemas Criação de uma Serviço de Geração de Relatórios Goiânia 12/2011 Versionamento 12/12/2011 Hugo Marciano... 1.0

Leia mais

Componentes para Computação Distribuída

Componentes para Computação Distribuída Componentes para Computação Distribuída Conceitos Foi a partir do fenômeno da Internet (WWW), no início dos anos noventa, que a computação distribuída passou a ter relevância definitiva, a ponto de a Internet

Leia mais

UFG - Instituto de Informática

UFG - Instituto de Informática UFG - Instituto de Informática Especialização em Desenvolvimento de Aplicações Web com Interfaces Ricas EJB 3.0 Prof.: Fabrízzio A A M N Soares professor.fabrizzio@gmail.com Aula 5 Servidores de Aplicação

Leia mais

2 Conceitos relativos a Web services e sua composição

2 Conceitos relativos a Web services e sua composição 15 2 Conceitos relativos a Web services e sua composição A necessidade de flexibilidade na arquitetura das aplicações levou ao modelo orientado a objetos, onde os processos de negócios podem ser representados

Leia mais

Infra estrutura da Tecnologia da Informação

Infra estrutura da Tecnologia da Informação Infra estrutura da Tecnologia da Informação Capítulo 3 Adaptado do material de apoio ao Livro Sistemas de Informação Gerenciais, 7ª ed., de K. Laudon e J. Laudon, Prentice Hall, 2005 CEA460 Gestão da Informação

Leia mais

Service Oriented Architecture (SOA)

Service Oriented Architecture (SOA) São Paulo, 2011 Universidade Paulista (UNIP) Service Oriented Architecture (SOA) Prof. MSc. Vladimir Camelo vladimir.professor@gmail.com 04/09/11 vladimir.professor@gmail.com 1 04/09/11 vladimir.professor@gmail.com

Leia mais

SOA Introdução. SOA Visão Departamental das Organizações

SOA Introdução. SOA Visão Departamental das Organizações 1 Introdução A Organização é a forma pela qual nós coordenamos nossos recursos de todos os tipos para realizar o trabalho que nos propusemos a fazer. A estrutura de nossas organizações manteve-se basicamente

Leia mais

Web Services. Integração de aplicações na Web. Sistemas Distribuídos

Web Services. Integração de aplicações na Web. Sistemas Distribuídos Web Services Integração de aplicações na Web Integração de Aplicações na Web Interoperação entre ambientes heterogêneos desafios diversidade de componentes: EJB, CORBA, DCOM... diversidade de linguagens:

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Faculdades SENAC Análise e Desenvolvimento de Sistemas 28 de abril de 2010 Principais suportes de Java RMI (Remote Method Invocation), da Sun Microsystems DCOM (Distributed Component Object Model), da

Leia mais

INE5380 - Sistemas Distribuídos

INE5380 - Sistemas Distribuídos INE5380 - Sistemas Distribuídos Object Request Broker e CORBA Por: Léo Willian Kölln - 0513227-4 Novembro de 2006 ORB Object Request Broker ORB aqui será tratado como um Middleware que permite a construção

Leia mais

Uma Introdução à Arquitetura CORBA. O Object Request Broker (ORB)

Uma Introdução à Arquitetura CORBA. O Object Request Broker (ORB) Uma Introdução à Arquitetura Francisco C. R. Reverbel 1 Copyright 1998-2006 Francisco Reverbel O Object Request Broker (ORB) Via de comunicação entre objetos (object bus), na arquitetura do OMG Definido

Leia mais

Middleware Orientado a Mensagens Visão Geral Comunicação Gerenciamento de Filas Padrões e Produtos 1 Middleware Orientado a Mensagens RPC/RMI é inadequado para comunicação em alguns cenários de aplicação

Leia mais

3 Serviços na Web (Web services)

3 Serviços na Web (Web services) 3 Serviços na Web (Web services) 3.1. Visão Geral Com base na definição do Word Wide Web Consortium (W3C), web services são aplicações autocontidas, que possuem interface baseadas em XML e que descrevem

Leia mais

INTEROPERABILIDADE EM SISTEMAS UTILIZANDO WEB SERVICES COMO MIDDLEWARES

INTEROPERABILIDADE EM SISTEMAS UTILIZANDO WEB SERVICES COMO MIDDLEWARES INTEROPERABILIDADE EM SISTEMAS UTILIZANDO WEB SERVICES COMO MIDDLEWARES Bruno B. Boniati 1, Agner Q. Olson 1, Ms. Edson Luiz Padoin 2 2 Departamento de Tecnologia - 1 Curso de Informática: Sistemas de

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos 11 Objetivos Este capítulo apresenta uma introdução aos sistemas distribuídos em geral Arquiteturas de cliente servidor Características das arquiteturas de 2 e 3 camadas Ambiente

Leia mais

Usando Borland DELPHI para implementar aplicações CORBA

Usando Borland DELPHI para implementar aplicações CORBA Página 1 de 10 USANDO BORLAND DELPHI PARA IMPLEMENTAR APLICAÇÕES CORBA por Simone Vey Dutra e César Bridi Introdução A Arquitetura CORBA Criando uma Aplicação CORBA em Delphi Criando um Servidor CORBA

Leia mais

A utilização do JSWDP para construção de Web Services

A utilização do JSWDP para construção de Web Services A utilização do JSWDP para construção de Web Services Fabiana Ferreira Cardoso 1, Francisco A. S. Júnior 1, Madianita Bogo 1 1 Centro de Tecnologia da Informação Centro Universitário Luterano de Palmas

Leia mais

Introdução a Web Services

Introdução a Web Services Introdução a Web Services Mário Meireles Teixeira DEINF/UFMA O que é um Web Service? Web Service / Serviço Web É uma aplicação, identificada por um URI, cujas interfaces podem ser definidas, descritas

Leia mais

SUMÁRIO CAPÍTULO 1 - INTRODUÇÃO 19 CAPÍTULO 2 - CONCEITOS 25

SUMÁRIO CAPÍTULO 1 - INTRODUÇÃO 19 CAPÍTULO 2 - CONCEITOS 25 SUMÁRIO LISTA DE FIGURAS LISTA DE TABELAS LISTA DE SIGLAS E ABREVIATURAS Pág. CAPÍTULO 1 - INTRODUÇÃO 19 CAPÍTULO 2 - CONCEITOS 25 2.1 A tecnologia de orientação a objetos 25 2.1.1 Projeto de software

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE HARDWARE E SOFTWARE

ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE HARDWARE E SOFTWARE ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE HARDWARE E SOFTWARE 1 OBJETIVOS 1. Qual é a capacidade de processamento e armazenagem que sua organização precisa para administrar suas informações e transações empresariais?

Leia mais

Serviços Web: Introdução

Serviços Web: Introdução Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Maranhão Objetivos Nesta aula

Leia mais

Sistemas de Informações Gerenciais Prof. Esp. André Luís Belini Bacharel em Sistemas de Informações MBA em Gestão Estratégica de Negócios

Sistemas de Informações Gerenciais Prof. Esp. André Luís Belini Bacharel em Sistemas de Informações MBA em Gestão Estratégica de Negócios Sistemas de Informações Gerenciais Prof. Esp. André Luís Belini Bacharel em Sistemas de Informações MBA em Gestão Estratégica de Negócios Capítulo 4 Infra-Estrutura de TI: Hardware e Software 2 1 OBJETIVOS

Leia mais

CAPÍTULO 3 MIDDLEWARE. Para entender-se o aparecimento da tecnologia middleware é descrita a seguir, e, brevemente, a sua evolução.

CAPÍTULO 3 MIDDLEWARE. Para entender-se o aparecimento da tecnologia middleware é descrita a seguir, e, brevemente, a sua evolução. CAPÍTULO 3 MIDDLEWARE Para entender-se o aparecimento da tecnologia middleware é descrita a seguir, e, brevemente, a sua evolução. 3.1 ARQUITETURA CLIENTE/SERVIDOR Primeiramente, surgiu a arquitetura centralizada

Leia mais

Consumindo um Web Service através de uma Aplicação Comercial em Android. Alex Malmann Becker www.alex.porthal.com.br alex@porthal.com.

Consumindo um Web Service através de uma Aplicação Comercial em Android. Alex Malmann Becker www.alex.porthal.com.br alex@porthal.com. Consumindo um Web Service através de uma Aplicação Comercial em Android Alex Malmann Becker www.alex.porthal.com.br alex@porthal.com.br 08/2014 Agenda Introdução Conceitos Web Service Por que utilizar

Leia mais

Programação Orientada a Objetos

Programação Orientada a Objetos Programação Orientada a Objetos Universidade Católica de Pernambuco Ciência da Computação Prof. Márcio Bueno poonoite@marciobueno.com Fonte: Material da Profª Karina Oliveira Introdução ao Paradigma OO

Leia mais

Sistemas Distribuídos Arquiteturas Middlewares

Sistemas Distribuídos Arquiteturas Middlewares Sistemas Distribuídos Arquiteturas s Arquitetura Arquitetura de um sistema é sua estrutura em termos dos componentes e seus relacionamentos Objetivo: garantir que a estrutura satisfará as demandas presentes

Leia mais

Paradigma Cliente/Servidor

Paradigma Cliente/Servidor Paradigma Cliente/Servidor Mário Meireles Teixeira UFMA Departamento de Informática Dezembro, 2012 Comunicação em Sistemas Distribuídos! Os processos em um SD estão lógica e fisicamente separados. Precisam

Leia mais

Softwares de Sistemas e de Aplicação

Softwares de Sistemas e de Aplicação Fundamentos dos Sistemas de Informação Softwares de Sistemas e de Aplicação Profª. Esp. Milena Resende - milenaresende@fimes.edu.br Visão Geral de Software O que é um software? Qual a função do software?

Leia mais

Web services. Um web service é qualquer software que está disponível através da Internet através de uma interface XML.

Web services. Um web service é qualquer software que está disponível através da Internet através de uma interface XML. Web services Um web service é qualquer software que está disponível através da Internet através de uma interface XML. XML é utilizado para codificar toda a comunicação de/para um web service. Web services

Leia mais

PROGRAMA DE MBA em Gestão e Engenharia do Produto. O Produto Internet e suas Aplicações

PROGRAMA DE MBA em Gestão e Engenharia do Produto. O Produto Internet e suas Aplicações Universidade de São Paulo Escola Politécnica Programa de Educação Continuada em Engenharia PROGRAMA DE MBA em Gestão e Engenharia do Produto O Produto Internet e suas Aplicações Tecnologias de Informação

Leia mais

Cliente/Servidor. Objetos Distribuídos. Graça Bressan. Graça Bressan/LARC 2000 1

Cliente/Servidor. Objetos Distribuídos. Graça Bressan. Graça Bressan/LARC 2000 1 Cliente/Servidor Objetos Distribuídos Graça Bressan Graça Bressan/LARC 2000 1 Objetos São entidades de software que encapsulam dados, ou atributos, e código e que são acessados através de funções ou métodos.

Leia mais

Laudon & Laudon Essentials of MIS, 5th Edition. Pg. 6.1

Laudon & Laudon Essentials of MIS, 5th Edition. Pg. 6.1 Laudon & Laudon Essentials of MIS, 5th Edition. Pg. 6.1 6 OBJETIVOS OBJETIVOS ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE HARDWARE E SOFTWARE 6.1 2003 by Prentice Hall Qual é a capacidade de processamento e armazenagem

Leia mais

Linguagem de Programação JAVA. Professora Michelle Nery Nomeclaturas

Linguagem de Programação JAVA. Professora Michelle Nery Nomeclaturas Linguagem de Programação JAVA Professora Michelle Nery Nomeclaturas Conteúdo Programático Nomeclaturas JDK JRE JEE JSE JME JVM Toolkits Swing AWT/SWT JDBC EJB JNI JSP Conteúdo Programático Nomenclatures

Leia mais

Middleware Orientado a Mensagens (MOM)

Middleware Orientado a Mensagens (MOM) Middleware Orientado a Mensagens Visão Geral RPC/RMI é inadequado para comunicação em alguns cenários de aplicação Cliente e servidor precisam estar ativos durante a comunicação Implica em espera para

Leia mais

WebSphere MQ. Bruno Miguel de Sousa Gonçalves

WebSphere MQ. Bruno Miguel de Sousa Gonçalves WebSphere MQ Bruno Miguel de Sousa Gonçalves 1.Introdução ao WebSphere Os produtos WebSphere providenciam comunicação entre programas através da interligação entre componentes heterogéneos, processadores,

Leia mais

Projeto de Sistemas Distribuídos. Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com

Projeto de Sistemas Distribuídos. Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com Projeto de Sistemas Distribuídos Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com Exemplos de SD Quais podem ser? Ex. de SD: Internet Internet é um conjunto de redes de computadores, de muitos tipos diferentes,

Leia mais

Arquitetura do Aplicativo CICS Transaction Server Guia da Solução IBM Redbooks

Arquitetura do Aplicativo CICS Transaction Server Guia da Solução IBM Redbooks Arquitetura do Aplicativo CICS Transaction Server Guia da Solução IBM Redbooks O IBM CICS Transaction Server é um servidor de transações que acima de tudo é executado em mainframes IBM System z no IBM

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE HARDWARE E SOFTWARE

ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE HARDWARE E SOFTWARE Capítulo 6 ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE HARDWARE E SOFTWARE 6.1 2003 by Prentice Hall OBJETIVOS Qual é a capacidade de processamento e armazenagem que sua organização precisa para administrar suas informações

Leia mais

Nota Fiscal Eletrônica NOTA FISCAL ELETRÔNICA

Nota Fiscal Eletrônica NOTA FISCAL ELETRÔNICA Nota Fiscal Eletrônica NOTA FISCAL ELETRÔNICA Sistema Tributário Brasileiro (1967) Obrigações acessórias em excesso, muitas vezes redundantes Verificação Fiscal complexa e trabalhosa Altos custos com emissão,

Leia mais

Tecnologia Java. Daniel Destro do Carmo Softech Network Informática daniel@danieldestro.com.br

Tecnologia Java. Daniel Destro do Carmo Softech Network Informática daniel@danieldestro.com.br Tecnologia Java Daniel Destro do Carmo Softech Network Informática daniel@danieldestro.com.br Origem da Tecnologia Java Projeto inicial: Oak (liderado por James Gosling) Lançada em 1995 (Java) Tecnologia

Leia mais

INFRAESTRUTURA DE TI E TECNOLOGIAS EMERGENTES

INFRAESTRUTURA DE TI E TECNOLOGIAS EMERGENTES Sistema de Informação e Tecnologia FEQ 0411 Prof Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br Capítulo 5 INFRAESTRUTURA DE TI E TECNOLOGIAS EMERGENTES PRADO, Edmir P.V.; SOUZA, Cesar A. de. (org). Fundamentos

Leia mais

Arquitetura SOA SCP. Sistema de Controle Patrimonial. Pandora Tech Soluções em Software Livre. Versão Atual 1.0. Data Versão Descrição Autor

Arquitetura SOA SCP. Sistema de Controle Patrimonial. Pandora Tech Soluções em Software Livre. Versão Atual 1.0. Data Versão Descrição Autor SCP Pandora Tech Soluções em Software Livre Versão Atual 1.0 Histórico das Revisões Data Versão Descrição Autor 24/02/2010 1.0 Criação do Documento Fernando Anselmo Parte Conceito O uso de tecnologias

Leia mais

Sistemas Distribuídos Comunicação entre Processos em Sistemas Distribuídos: Middleware de comunicação Aula II Prof. Rosemary Silveira F. Melo Comunicação em sistemas distribuídos é um ponto fundamental

Leia mais

Arquitetura de um sistema é a especificação de sua estrutura e de seus componentes

Arquitetura de um sistema é a especificação de sua estrutura e de seus componentes Arquiteturas e Modelos de sistemas Arquitetura Arquitetura de um sistema é a especificação de sua estrutura e de seus componentes Localização dos componentes e relação entre eles Objetivo: garantir que

Leia mais

Sistema centralizado O Paradigma Cliente/Servidor

Sistema centralizado O Paradigma Cliente/Servidor centralizado O Paradigma Cliente/Servidor Computador central (mainframe) + conjunto de terminais + recursos centralizados recursos mainframe terminais 2 distribuído Relações entre entidades Grupo de computadores

Leia mais

COMPARANDO APLICAÇÃO WEB SERVICE REST E SOAP

COMPARANDO APLICAÇÃO WEB SERVICE REST E SOAP COMPARANDO APLICAÇÃO WEB SERVICE REST E SOAP Cleber de F. Ferreira¹, Roberto Dias Mota¹. ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil cleberferreirasi@hotmail.com, motaroberto@hotmail.com Resumo.

Leia mais

Solução Planner para Nota Fiscal Eletrônica (P/NF-e 3.7)

Solução Planner para Nota Fiscal Eletrônica (P/NF-e 3.7) Solução Planner para Nota Fiscal Eletrônica (P/NF-e 3.7) Introdução Desde abril de 2008 a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) se tornou obrigatória para diversos setores da economia nacional. A cada 6 meses,

Leia mais

EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA DOCUMENTAÇÃO ELETRONICA NO BRASIL. Aula 4 - Documentos eletrônicos 07/mai/2012. Prof. Apresentador: José Maria Ribeiro

EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA DOCUMENTAÇÃO ELETRONICA NO BRASIL. Aula 4 - Documentos eletrônicos 07/mai/2012. Prof. Apresentador: José Maria Ribeiro EVOLUÇÃO HISTÓRICA DA DOCUMENTAÇÃO ELETRONICA NO BRASIL Aula 4 - Documentos eletrônicos 07/mai/2012 Prof. Apresentador: José Maria Ribeiro Agenda Anterior: Conceitos da NF-e Objetivo Histórico Modelo Operacional

Leia mais

Ambientes Visuais. Ambientes Visuais

Ambientes Visuais. Ambientes Visuais Ambientes Visuais Inicialmente, apenas especialistas utilizavam os computadores, sendo que os primeiros desenvolvidos ocupavam grandes áreas e tinham um poder de processamento reduzido. Porém, a contínua

Leia mais

Arquiteturas de Aplicações Distribuídas

Arquiteturas de Aplicações Distribuídas Arquiteturas de Aplicações Distribuídas Fernando Albuquerque 061-2733589 fernando@cic.unb.br www.cic.unb.br/docentes/fernando Tópicos Introdução. HTTP / CGI. API sockets. JDBC. Remote Method Invocation.

Leia mais

Características Básicas de Sistemas Distribuídos

Características Básicas de Sistemas Distribuídos Motivação Crescente dependência dos usuários aos sistemas: necessidade de partilhar dados e recursos entre utilizadores; porque os recursos estão naturalmente em máquinas diferentes. Demanda computacional

Leia mais

Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código)

Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código) Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código) Roteiro Processos Threads Virtualização Migração de Código O que é um processo?! Processos são programas em execução. Processo Processo Processo tem

Leia mais

CONSTRUÇÃO DE APLICAÇÕES DISTRIBUÍDAS UTILIZANDO SERVIÇOS WEB

CONSTRUÇÃO DE APLICAÇÕES DISTRIBUÍDAS UTILIZANDO SERVIÇOS WEB CONSTRUÇÃO DE APLICAÇÕES DISTRIBUÍDAS UTILIZANDO SERVIÇOS WEB Deusa Cesconeti e Jean Eduardo Glazar Departamento de Ciência da Computação Faculdade de Aracruz UNIARACRUZ {dcescone, jean}@fsjb.edu.br RESUMO

Leia mais

RMI: Uma Visão Conceitual

RMI: Uma Visão Conceitual RMI: Uma Visão Conceitual Márcio Castro, Mateus Raeder e Thiago Nunes 11 de abril de 2007 Resumo Invocação de Método Remoto (Remote Method Invocation - RMI) trata-se de uma abordagem Java para disponibilizar

Leia mais

APLICAÇÕES EM SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com

APLICAÇÕES EM SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com - Aula 6 - ALGORÍTIMOS PARALELOS MPI - Parallel Virtual Machine e PVM - Parallel Virtual Machine 1. INTRODUÇÃO Inicialmente é necessário conceber alguns conceitos para entendimento dos algoritmos paralelos:

Leia mais

Computação Distribuída, Web Service - um estudo de caso

Computação Distribuída, Web Service - um estudo de caso CENTRO UNIVERSITÁRIO VILA VELHA CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Diogo Francisco Sales da Silva Flávio Rodrigo Lovatti Computação Distribuída, Web Service - um estudo de caso VILA VELHA 2009 Diogo Francisco

Leia mais

Manifestação do Destinatário da NF-e

Manifestação do Destinatário da NF-e Manifestação do Destinatário da NF-e DESENVOLVENDO SOLUÇÕES Autora: Laila Maria Doc. Vrs. 01 Revisão: Gustavo Aprovado em: Novembro de 2014. Nota de copyright Copyright 2014 Teorema Informática, Guarapuava.

Leia mais

Tutorial. O Trade e a Nota Fiscal Eletrônica

Tutorial. O Trade e a Nota Fiscal Eletrônica Tutorial O Trade e a Nota Fiscal Eletrônica Este tutorial explica como configurar o Trade Solution e realizar as principais atividades relacionadas à emissão e ao gerenciamento das Notas Fiscais Eletrônicas

Leia mais

Object Brokers. Tecnologias de Middleware 2004/2005 André Santos

Object Brokers. Tecnologias de Middleware 2004/2005 André Santos Object Brokers Tecnologias de Middleware 2004/2005 André Santos Resumo O que são Object Brokers? Como surgiu o conceito? CORBA Exemplos de utilização Comparação com Java RMI Actualidade (J2EE,.NET) O que

Leia mais

Assinatura Digital: problema

Assinatura Digital: problema Assinatura Digital Assinatura Digital Assinatura Digital: problema A autenticidade de muitos documentos, é determinada pela presença de uma assinatura autorizada. Para que os sistemas de mensagens computacionais

Leia mais

FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS DE SERGIPE - FANESE CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA em Gestão da Tecnologia da Informação

FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS DE SERGIPE - FANESE CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA em Gestão da Tecnologia da Informação FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS DE SERGIPE - FANESE CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA em Gestão da Tecnologia da Informação 1 Ruironaldi dos Santos Cruz ARTIGO ARQUITETURA ORIENTADA A SERVIÇO SOA SERVICE

Leia mais

Padrões Arquiteturais e de Integração - Parte 1

Padrões Arquiteturais e de Integração - Parte 1 1 / 58 - Parte 1 Erick Nilsen Pereira de Souza T017 - Arquitetura e Design de Aplicações Análise e Desenvolvimento de Sistemas Universidade de Fortaleza - UNIFOR 11 de fevereiro de 2015 2 / 58 Agenda Tópicos

Leia mais

Projeto de Arquitetura

Projeto de Arquitetura Projeto de Arquitetura Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 11 Slide 1 Objetivos Apresentar projeto de arquitetura e discutir sua importância Explicar as decisões de projeto

Leia mais

1.264 Lição 16. Legado Middleware

1.264 Lição 16. Legado Middleware 1.264 Lição 16 Legado Middleware O que é o legado middleware? Cliente (interface do usuário, aplicativo local). Cliente (interface do usuário, aplicativo local). Como conectamos clientes e servidores?

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM CNPJ: 10.793.118/0001-78 Projeto T2Ti ERP. Módulo Comercial. NF-e Nacional

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM CNPJ: 10.793.118/0001-78 Projeto T2Ti ERP. Módulo Comercial. NF-e Nacional Módulo Comercial NF-e Nacional Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo Comercial NF-e Nacional. Todas informações aqui disponibilizadas foram retiradas no todo ou em partes

Leia mais

Eduardo Bezerra. Editora Campus/Elsevier

Eduardo Bezerra. Editora Campus/Elsevier Princípios de Análise e Projeto de Sistemas com UML 2ª edição Eduardo Bezerra Editora Campus/Elsevier Capítulo 11 Arquitetura do sistema Nada que é visto, é visto de uma vez e por completo. --EUCLIDES

Leia mais

PROGRAMAÇÃO SERVIDOR WEBSERVICES EM SISTEMAS WEB. Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-1

PROGRAMAÇÃO SERVIDOR WEBSERVICES EM SISTEMAS WEB. Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-1 PROGRAMAÇÃO SERVIDOR EM SISTEMAS WEB WEBSERVICES Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-1 Objetivos Compreender o que é um WebService e sua utilidade Compreender a lógica de funcionamento de um WebService Capacitar

Leia mais

INTEROPERABILIDADE ENTRE APLICAÇÕES.NET

INTEROPERABILIDADE ENTRE APLICAÇÕES.NET INTEROPERABILIDADE ENTRE APLICAÇÕES.NET Ricielli Pelissoli Martins Orientador: Luiz Gustavo Mählmann Universidade Luterana do Brasil (ULBRA) Sistemas de Informação Canoas RS Brasil ricielli@gmail.com,

Leia mais

GUIA PARA EMITIR A NOTA FISCAL ELETRÔNICA

GUIA PARA EMITIR A NOTA FISCAL ELETRÔNICA GUIA PARA EMITIR A NOTA FISCAL ELETRÔNICA SUMÁRIO >> Introdução... 3 >> O que é a nota fiscal eletrônica?... 6 >> O que muda com esse novo modelo de documento fiscal?... 8 >> O DANFE - Documento Acessório

Leia mais

Objetos Distribuídos - Programação Distribuída Orientado a Objetos. Luiz Affonso Guedes

Objetos Distribuídos - Programação Distribuída Orientado a Objetos. Luiz Affonso Guedes Objetos Distribuídos - Programação Distribuída Orientado a Objetos Luiz Affonso Guedes Introdução Conceitos básicos programação distribuída + programação orientada a objetos = Objetos distribuídos Motivação

Leia mais

acoplamento Exprime o grau de conexão entre os módulos; os módulos de um software devemapresentar um baixo coeficiente de acoplamento.

acoplamento Exprime o grau de conexão entre os módulos; os módulos de um software devemapresentar um baixo coeficiente de acoplamento. SOA Arquitetura Orientada a Serviços Conceitos e Aplicações Prof. MSc. Edilberto Silva edilms@yahoo.com/ http://edilms.eti.br Gestão de TI Conceitode SOA SOA - Service OrientedArchitecture (Arquitetura

Leia mais

Manual de Credenciamento como Emissor de Nota Fiscal Eletrônica

Manual de Credenciamento como Emissor de Nota Fiscal Eletrônica Manual de Credenciamento como Emissor de Nota Fiscal Eletrônica Este documento descreve o processo de credenciamento de contribuintes de ICMS estabelecidos no Estado de Minas Gerais como Emissores de Nota

Leia mais

Java 2 Standard Edition. Fundamentos de. Objetos Remotos. Helder da Rocha www.argonavis.com.br

Java 2 Standard Edition. Fundamentos de. Objetos Remotos. Helder da Rocha www.argonavis.com.br Java 2 Standard Edition Fundamentos de Objetos Remotos Helder da Rocha www.argonavis.com.br 1 Sobre este módulo Este módulo tem como objetivo dar uma visão geral, porém prática, da criação e uso de objetos

Leia mais

Fase 1: Engenharia de Produto

Fase 1: Engenharia de Produto Fase 1: Engenharia de Produto Disciplina: Análise de Requisitos DURAÇÃO: 44 h O objetivo principal da disciplina é realizar uma análise das necessidades e produzir um escopo do produto. Representará os

Leia mais

Outlook XML Reader Versão 8.0.0. Manual de Instalação e Demonstração UNE Tecnologia

Outlook XML Reader Versão 8.0.0. Manual de Instalação e Demonstração UNE Tecnologia Outlook XML Reader Versão 8.0.0 Manual de Instalação e Demonstração UNE Tecnologia Add-in para o Outlook 2003, 2007 e 2010 responsável pela validação e armazenamento de notas fiscais eletrônicas. Atenção,

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE HARDWARE E SOFTWARE

ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE HARDWARE E SOFTWARE 6 ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS DE HARDWARE E SOFTWARE OBJETIVOS Qual é a capacidade de processamento e armazenagem que sua organização precisa para administrar suas informações e transações empresariais?

Leia mais

Microsoft.NET. Desenvolvimento Baseado em Componentes

Microsoft.NET. Desenvolvimento Baseado em Componentes Microsoft.NET Lirisnei Gomes de Sousa lirisnei@hotmail.com Jair C Leite jair@dimap.ufrn.br Desenvolvimento Baseado em Componentes Resolução de problemas específicos, mas que podem ser re-utilizados em

Leia mais

Programação Cliente em Sistemas Web

Programação Cliente em Sistemas Web Programação Cliente em Sistemas Web WEBSERVICES Cap 18. - Sistemas distribuídos e serviços web em Deitel, H.M, Sistemas Operacionais, 3 ª edição, Pearson Prentice Hall, 2005 Fonte: Rodrigo Rebouças de

Leia mais

Desenvolvendo e Integrando Serviços Multiplataforma de TV Digital Interativa

Desenvolvendo e Integrando Serviços Multiplataforma de TV Digital Interativa Desenvolvendo e Integrando Serviços Multiplataforma de TV Digital Interativa Agenda Introdução Aplicações interativas de TV Digital Desafios de layout e usabilidade Laboratório de usabilidade Desafios

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Comercial. NF-e e NFS-e

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Comercial. NF-e e NFS-e Bloco Comercial NF-e e NFS-e Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre os Módulos NF-e e NFS-e, que fazem parte do Bloco Comercial. Todas informações aqui disponibilizadas foram retiradas

Leia mais

Nota Fiscal eletrônica (NF-e) Página 1 de 14

Nota Fiscal eletrônica (NF-e) Página 1 de 14 Nota Fiscal eletrônica (NF-e) Página 1 de 14 Página 2 de 14 SUMÁRIO 1 CONCEITUAL... 3 1.1 SOBRE A NF-e... 3 1.1.1 QUEM PRECISA EMITIR? QUAL A OBRIGATORIEDADE?... 3 1.2 MODELO OPERACIONAL... 3 1.3 BENEFÍCIOS...

Leia mais

ARQUITETURA DE SISTEMAS. Cleviton Monteiro (cleviton@gmail.com)

ARQUITETURA DE SISTEMAS. Cleviton Monteiro (cleviton@gmail.com) ARQUITETURA DE SISTEMAS Cleviton Monteiro (cleviton@gmail.com) Roteiro Definição Documento de arquitetura Modelos de representação da arquitetura Estilos arquiteturais Arquitetura de sistemas web Arquitetura

Leia mais

Prof. Marcelo de Sá Barbosa SISTEMAS DISTRIBUIDOS

Prof. Marcelo de Sá Barbosa SISTEMAS DISTRIBUIDOS Prof. Marcelo de Sá Barbosa SISTEMAS DISTRIBUIDOS Objetos distribuídos e invocação remota Introdução Comunicação entre objetos distribuídos Chamada de procedimento remoto Eventos e notificações Objetos

Leia mais

itech Marcelo Luiz Alves Fernandez Supervisor de Fiscalização de Documentos Digitais

itech Marcelo Luiz Alves Fernandez Supervisor de Fiscalização de Documentos Digitais PROJETO SAT-CF-e Sistema Autenticador e Transmissor de Cupom Fiscal Eletrônico itech Marcelo Luiz Alves Fernandez Supervisor de Fiscalização de Documentos Digitais 27/11/2012 Agenda O projeto SAT-CF-e

Leia mais

SISTEMAS DISTRIBUIDOS

SISTEMAS DISTRIBUIDOS 1 2 Caracterização de Sistemas Distribuídos: Os sistemas distribuídos estão em toda parte. A Internet permite que usuários de todo o mundo acessem seus serviços onde quer que possam estar. Cada organização

Leia mais

Vale Fertilizantes Janeiro / 2012 Versão 1.0

Vale Fertilizantes Janeiro / 2012 Versão 1.0 Cartilha CT-e Conhecimento de Transporte Eletrônico Vale Fertilizantes Janeiro / 2012 Versão 1.0 Este documento descreve as Conhecimento de Transporte Eletrônicos Conteúdo 1. Introdução... 3 2. Papeis

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos Soquetes Um soquete é formado por um endereço IP concatenado com um número de porta. Em geral, os soquetes utilizam uma arquitetura cliente-servidor. O servidor espera por pedidos

Leia mais