PATRICIA CONSTANTE JAIME

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PATRICIA CONSTANTE JAIME"

Transcrição

1 Importância da articulação intersetorial e intergovernamental na gestão de condicionalidades do PATRICIA CONSTANTE JAIME 03 de Outubro de 2011 Condicionalidades de saúde do O compromisso do Sistema Único de Saúde - SUS com o pressupõe a organização da Atenção Básica para ofertar serviços às famílias constituídas de mulheres e crianças até 07 anos, visando: 1. Cumprimento do calendário de vacinação; 2. Seguimento de consultas de pré-natal da gestante e da assistência pós-parto; 3. Realização da vigilância nutricional de crianças menores de sete anos. 1

2 Condicionalidades de saúde do Como estamos? Brasil famílias acompanhadas pela Saúde: 70,2% de cobertura Gráfico: Evolução do acompanhamento pela Saúde de famílias beneficiárias da de 2005 a de Acompanhamento de famílias Famílias Beneficiárias Famílias Acompanhadas Fonte: MINISTÉRIO da SAÚDE/DATASUS/Sistema de Gestão do na Saúde. 2

3 Gráfico: Cobertura de acompanhamento das condicionalidades de Saúde de famílias beneficiárias 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% SUDESTE 76% 78% 63% 62% 62% 65% 61% 57% 47% 43% Espírito Santo São Paulo Rio de Janeiro Minas Gerais Sudeste Vigência de 2010 Vigência de 2011 Fonte: MINISTÉRIO da SAÚDE/DATASUS/Sistema de Gestão do na Saúde. Gráfico: Cobertura de acompanhamento das condicionalidades de Saúde de famílias beneficiárias 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% SUL 77% 79% 70% 69% 69% 70% 61% 61% Rio Grande do Sul Paraná Santa Catarina Sul Vigência de 2010 Vigência de 2011 Fonte: MINISTÉRIO da SAÚDE/DATASUS/Sistema de Gestão do na Saúde. 3

4 Acompanhamento de Crianças SUDESTE - de crianças acompanhadas 98,5% com vacinação em dia Gráfico: Evolução das crianças beneficiárias acompanhadas. SUDESTE Crianças beneficiárias Crianças acompanhadas Crianças com dados nutricionais Crianças com vacinação em dia Fonte: MINISTÉRIO da SAÚDE/DATASUS/Sistema de Gestão do na Saúde. Acompanhamento de Crianças SUL - de crianças acompanhadas 99,5% com vacinação em dia Gráfico: Evolução das crianças beneficiárias acompanhadas. SUL Crianças beneficiárias Crianças acompanhadas Crianças com dados nutricionais Crianças com vacinação em dia Fonte: MINISTÉRIO da SAÚDE/DATASUS/Sistema de Gestão do na Saúde. 4

5 Acompanhamento de Gestantes SUDESTE gestantes acompanhadas pela Saúde 97,3% com pré-natal em dia Gráfico: Evolução das gestantes beneficiárias acompanhadas. SUDESTE Gestantes acompanhadas Gestantes com pré-natal em dia Gestantes com dados nutricionais Fonte: MINISTÉRIO da SAÚDE/DATASUS/Sistema de Gestão do na Saúde. Acompanhamento de Gestantes SUL gestantes acompanhadas pela Saúde 98,4% com pré-natal em dia Gráfico: Evolução das gestantes beneficiárias acompanhadas. SUL Gestantes acompanhadas Gestantes com pré-natal em dia Gestantes com dados nutricionais Fonte: MINISTÉRIO da SAÚDE/DATASUS/Sistema de Gestão do na Saúde. 5

6 2011 Sudeste: 20,9% Sul: 17,9% GESTANTES Baixo Peso Gráfico: Baixo Peso em gestantes beneficiárias do PBF, ,0% 20,0% 20,9% 23,0% 20,5% 18,5% 19,7% 19,7% 15,0% 15,6% 10,0% 5,0% 0,0% Espírito Santo Minas Gerais Rio de Janeiro São Paulo Paraná Rio Grande do Sul Santa Catarina Sudeste 2011 Sul Fonte: MINISTÉRIO da SAÚDE/DATASUS/Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional Sudeste: 40,4% Sul: 43,8% 60,0% GESTANTES Excesso de Peso Gráfico: Excesso de Peso em gestantes beneficiárias do PBF, ,0% 40,0% 39,2% 36,2% 43,2% 44,8% 38,8% 48,9% 41,8% 30,0% 20,0% 10,0% 0,0% Espírito Santo Minas Gerais Rio de Janeiro São Paulo Paraná Rio Grande do Sul Santa Catarina Sudeste Sul 2011 Fonte: MINISTÉRIO da SAÚDE/DATASUS/Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional. 6

7 2011 Sudeste: 28% (5 a 7 anos) Sul: 30% (5 a 7 anos) Excesso de Peso infantil Gráfico: Excesso de peso de crianças beneficiárias do PBF, % 30% 25% 28% 30% 20% 15% 17% 15% 16% 16% 10% 5% 0% 0 a 2 anos 2 a 5 anos 5 a 7 anos 0 a 2 anos 2 a 5 anos 5 a 7 anos Sudeste Indicadores avaliados 0 a 2 anos: Peso por Estatura 2 a 7 anos: IMC para Idade 2011 Sul Fonte: MINISTÉRIO da SAÚDE/DATASUS/Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional Sudeste: 4,2% (5 a 7 anos) Sul: 3,8% (5 a 7 anos) Déficit de peso infantil Gráfico: Baixo peso por idade de crianças beneficiárias do PBF, ,5% 4,0% 3,5% 3,0% 2,5% 2,0% 1,5% 1,0% 0,5% 0,0% 4,2% 3,8% 3,0% 3,2% 2,9% 2,4% 0 a 2 anos 2 a 5 anos 5 a 7 anos 0 a 2 anos 2 a 5 anos 5 a 7 anos Sudeste Sul 2011 Fonte: MINISTÉRIO da SAÚDE/DATASUS/Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional. 7

8 EVIDÊNCIAS DE RESULTADOS DAS APS NA SAÚDE DA POPULAÇÃO BRASILEIRA o o A cobertura da ESF está associada com a melhoria da SAÚDE DA CRIANÇA: PNDS (2008): 34% menos crianças com baixo peso e cobertura vacinal 2 X melhores em munic. com + 70% de cobertura o Desnutrição infantil crônica foi reduzida em 50% de 1996 o a 2007, e foi maior e mais rápida em munic. com maior cobertura da ESF (Monteiro, 2009) Acompanhamento das condicionalidades do Programa Bolsa Família é 2 X maior onde há grandes coberturas de ESF (Facchini, 2008) Gestão intersetorial das condicionalidades 8

9 Portaria Interministerial nº 2.509/2004 normas para oferta e monitoramento das condicionalidades de saúde Implementação do sistema de informação inicia registro das condicionalidades de saúde. Portaria MDS nº148/2006 Cria o Índice de Gestão Descentralizado Pacto pela Saúde Indicador de acompanhamento das condicionalidades é pactuado com Estados e municípios Grupo de Trabalho Interministerial Finalização do GTI que avaliou os critérios do modelo de acompanhamento das condicionalidades de saúde. Portaria Interministerial nº2/2009 Institui o Fórum Intergovernamental e Intersetorial de Gestão de Condicionalidades do Programa Bolsa Família. Resultado: Cobertura nacional de 68,42% (Pacto 70%) 18 estados alcançaram a meta pactuada Resultado: 70,2% (Pacto 73%) Retomada do Fórum Intergovernamental e Intersetorial de Gestão de Condicionalidades do. Plano Brasil Sem Miséria Decreto Presidencial nº Seminários Regionais Norte/Centro Oeste, Sul/Sudeste e Nordeste PLANO BRASIL SEM MISÉRIA o Objetivo: superar a situação de extrema pobreza da população (16 milhões de pessoas) por meio da integração e articulação de políticas, programas e ações. PERFIL DOS EXTREMAMENTE POBRES - 59% estão concentrados na Região Nordeste - 9,6 milhões de pessoas; - Do total de brasileiros residentes no campo, um em cada quatro se encontra em extrema pobreza (25,5%); - 51% tem até 19 anos de idade; - 40% tem até 14 anos de idade; - 53% dos domicílios não estão ligados à rede geral de esgoto pluvial ou fossa séptica; - 48% dos domicílios rurais em extrema pobreza não estão ligados à rede geral de distribuição de água e não têm poço ou nascente na propriedade; - 71% são negros (pretos e pardos); - 26% são analfabetos (15 anos ou mais). Fonte: Censo Demográfico 2010 (IBGE) Domicílios particulares permanentes ocupados. 9

10 PLANO BRASIL SEM MISÉRIA o o Conjuntura política atual: Potencialidade para o ; Reforço ao compromisso do Ministério da Saúde e gestores estaduais e municipais do SUS com a garantia do direto à saúde às famílias beneficiárias. Participação do Setor Saúde na Gestão intersetorial das condicionalidades 10

11 Gestão das Condicionalidas em Saúde Apoio à gestão nos estados e municípios Colóquio sobre Acompanhamento das Condicionalidades de Saúde do PBF Matriz de Interfaces Qualificação das ações para os beneficiários do PBF Curso de Ensino à Distância PBF (EAD) APOIO À GESTÃO NOS ESTADOS E MUNICÍPIOS Monitoramento das coberturas de acompanhamento das condicionalidades. Apoio institucional 11

12 Ações Articuladas PACTO PELA SAÚDE Objetivo: Melhorar o acompanhamento das condicionalidades de saúde do PBF Indicador: Percentual de famílias com perfil saúde beneficiárias do PBF acompanhadas pela atenção básica Esfera de Pactuação: Estados, DF e Municípios 15 estados alcançaram as suas respectivas metas pactuadas em 2011 RORAIMA 78,82% (68%) AMAPÁ 37,13% (70%) ACRE 61,59% (65%) RONDÔNIA 63,47% (58%) AMAZONAS 77,01% (78,85%) Mapa de Cobertura e Meta Pactuada PBF 2011 Legenda: Alcançou a meta pactuada para 2011 Não alcançou a meta pactuada para 2011 MATO GROSSO 65,12% (65%) MATO GROSSO DO SUL 66,33% (58%) PARÁ 69,48% (80%) TO 76,19% (73%) GOIÁS 70,04% (67%) MINAS GERAIS 77,68% (76%) MARANHÃO 73,80% (73%) BAHIA 73,48% (73%) SÃO PAULO 62,46% (48%) PARANÁ 79,34% (73%) SANTA CATARINA 68,9% (73%) RIO GRANDE DO SUL 60,93% (61%) PIAUÍ 81,93% (78%) CEARÁ 74,6% (77%) RN 78,64% (80%) PARAÍBA 76,03% (73%) PERNAMBUCO 66,66% (73%) ALAGOAS 69,23% (70%) SERGIPE 74,76% (73%) DISTRITO FEDERAL 25,78% (70%) ESPÍRITO SANTO 62,44% (64%) RIO DE JANEIRO 46,92% (48%) 12

13 - Ações Articuladas Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica - PMAQ (Portaria 1654/2011) Objetivo: Induzir a ampliação do acesso e a melhoria da qualidade da AB Garantir um padrão de qualidade comparável - nacional, regional e localmente; Permitir maior transparência e efetividade das ações governamentais direcionadas à Atenção Básica em Saúde. Consiste em um sistema de pontuação que estabelece que municípios de maior vulnerabilidade receberão mais recursos. São considerados, dentre outros, o percentual da população com Bolsa Família ou percentual da população em Extrema Pobreza Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica PMAQ - Indicadores Saúde da Criança: Cobertura de crianças menores de 5 anos de idade no Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional - SISVAN Produção Geral: Proporção de acompanhamento das condicionalidades de saúde pelas famílias beneficiárias do PBF 13

14 Ações Articuladas AUMENTO DOS REPASSES DO PAB FIXO E VARIÁVEL AUMENTO EQUITATIVO DO PAB FIXO o Critérios: o PIB per capita o % de pessoas na extrema pobreza ou % de família nos Bolsa Família o que for maior o % de Pessoas sem Plano de Saúde o Densidade Demográfica o Todos os Indicadores variam de 0 a 10 o 0 é atribuído ao municípios com pior indicador e 10 ao de maior indicador o Soma-se todos e se divide por 5 chegando a um número também de 0 a 10 ARTICULAÇÃO PARA QUALIFICAÇÃO DAS AÇÕES RELACIONADAS ÀS CONDICIONALIDADES DE SAÚDE DO PBF Colóquio sobre o Acompanhamento das Condicionalidades de Saúde do Delineamento de ações intersetoriais que busquem a melhoria da saúde dos beneficiários do Programa. 14

15 ARTICULAÇÃO PARA QUALIFICAÇÃO DAS AÇÕES RELACIONADAS ÀS CONDICIONALIDADES DE SAÚDE DO PBF Matriz de Interfaces do na Saúde Alinhamento das ações, estratégias, programas, e políticas de saúde relacionadas às condicionalidades de saúde do PBF. 15

16 Ações Articuladas CGAN Saúde Bucal - MDS Implantação de 330 Laboratórios de Próteses Dentárias no Brasil Objetivo: Identificar meios mais eficientes para que as famílias beneficiárias tenham ampliado seu acesso aos serviços de saude melhoria das condições de vida Bahia: Seminário de sensibilização de municípios; Articulação das Referências Estaduais e Municipais das três áreas para priorização dos beneficiários do - Ações Articuladas Estratégia Rede Cegonha Atenção integral à saúde da mulher e da criança até 2 anos Rede de cuidados que visa assegurar à mulher o direito ao planejamento reprodutivo e à atenção humanizada à gravidez, ao parto e ao puerpério, bem como à criança o direito ao nascimento seguro e ao crescimento e ao desenvolvimento saudáveis. Momento crítico na determinação do excesso de peso para a mulher Retenção de peso pós parto 16

17 Estratégia Rede Cegonha - RC Articulação com o PBF: Proporcionar um olhar diferenciado dos profissionais de saúde para os beneficiários do Programa, além da qualificação das ações da atenção básica, incluindo as relacionadas à promoção de práticas alimentares adequadas e saudáveis. Mapeamento de vulnerabilidades em saúde das gestantes, nutrizes e crianças até 2 (dois) anos beneficiárias do PBF dos municípios da RC Qualificação das informações da agenda de saúde da mulher Busca ativa às famílias em situação de pobreza não acompanhadas pelo PBF nos municípios da RC - Ações Articuladas Interlocução com a Secretaria de Vigilância em Saúde - SVS Qualificação das ações de identificação e tratamento dos casos de Tuberculose e Hanseníase entre beneficiários do PBF 17

18 - Ações Articuladas Foco nos municípios do Plano Brasil sem Miséria para prevenção e controle das carências nutricionais específicas Doenças perpetuadoras e propagadoras da pobreza : Anemia - Todos os municípios do BSM abastecidos com suplementos de ferro, de forma a atender as crianças de 6 a 24 meses de idade, em situação de extrema pobreza. Distribuição dos insumos de ferro aos municípios do Plano Brasil Sem Miséria Beribéri Todos os municípios do BSM acometidos com casos de beribéri, apoiados na vigilância, diagnóstico e atenção aos casos. Elaboração e distribuição do Guia de consulta de vigilância e atenção nutricional do beribéri publicado e distribuído nos municípios acometidos com casos de beribéri. - Sistemas de informação na saúde - Sistema Bolsa Família na saúde SISVAN Web 18

19 Educação a distância para os profissionais de saúde Turmas - EAD Nº de inscritos Nº de inscritos que fizeram avaliação final Nº de aprovados Aprovação turmas ,06% turmas ,03% turmas ,1% Previsão até o final de 2011: 6 turmas - Desenvolvido em parceria com o DATASUS - Utiliza a plataforma UNIVERSUS Em 2 anos formou 5 mil pessoas Perfil da Saúde no Brasil Transição Demográfica Envelhecimento populacional acelerado e urbanização Transição Epidemiológica Mortalidade por DCNT supera doenças transmissíveis - dupla carga de doenças Globalização Difusão rápida de hábitos e padrões de comportamento Transição Nutricional Mudanças na alimentação e redução da atividade física ATENÇÃO INTEGRAL 19

20 Desafio do SISVAN na interface com o PBF Informação Ação ATITUDE DE VIGILÂNCIA: Olhar atento para o estado nutricional e as práticas alimentares da população, permitindo uma ação precoce, quando constatado algum desvio. Tais dados irão subsidiar ações voltadas para a promoção e assistência à saúde, em nível individual e coletivo. CICLO da VIGILÂNCIA Vigilância Avaliação Coleta de dados Ação Análise Decisão 20

21 Condicionalidades de saúde do Síntese dos desafios DESAFIOS Ampliar e qualificar o apoio institucional e a gestão intersetorial Aprimorar e integrar as agendas da saúde, educação e assistência social para as famílias do PBF com participação social; Adotar o enfoque de Territórios de Responsabilidade, articulando os equipamentos sociais em prol da redução da pobreza e desigualdade; Ampliar acesso e a qualidade da atenção prestada no SUS às famílias beneficiárias do PBF; 21

22 DESAFIOS Responder às necessidades de saúde globais das famílias do PBF + ampliar acesso e a qualidade da atenção prestada com ênfase na agenda de saúde da mulher e criança menor de 7 anos; Mapeamento de vulnerabilidades em saúde das gestantes, nutrizes e crianças até 2 (dois) anos beneficiárias do dos municípios da Estratégia Rede Cegonha; Busca ativa às famílias em situação de pobreza não acompanhadas pelo Informatização do Serviço de Saúde CGAN Coordenação-Geral de Alimentação e Nutrição (61)

Política Nacional de Alimentação e Nutrição no Plano Brasil sem Miséria

Política Nacional de Alimentação e Nutrição no Plano Brasil sem Miséria Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação-Geral de Alimentação e Nutrição Política Nacional de Alimentação e Nutrição no Plano Brasil sem Miséria PATRICIA CONSTANTE JAIME

Leia mais

Quantidade de Acessos / Plano de Serviço / Unidade da Federação - Novembro/2007

Quantidade de Acessos / Plano de Serviço / Unidade da Federação - Novembro/2007 Quantidade de Acessos / Plano de Serviço / Unidade da Federação - Novembro/2007 REGIÃO NORTE 5.951.408 87,35 861.892 12,65 6.813.300 RONDÔNIA 760.521 88,11 102.631 11,89 863.152 ACRE 298.081 85,86 49.094

Leia mais

Acre Previsão por Coeficiente no Estado

Acre Previsão por Coeficiente no Estado Acre 0,6 121.073,55 262.729,59 0,8 161.431,39 350.306,12 1,0 201.789,24 437.882,66 1,2 242.147,09 525.459,19 1,4 - - 1,6 322.862,79 700.612,25 1,8 363.220,64 788.188,78 2,0 - - 2,2 - - 2,4 - - 2,6 524.652,03

Leia mais

Coordenação-Geral de Alimentação e Nutrição. Brasília, junho de 2015

Coordenação-Geral de Alimentação e Nutrição. Brasília, junho de 2015 Coordenação-Geral de Alimentação e Nutrição Brasília, junho de 2015 Programa Nacional de Suplementação de Vitamina A Mapa da cobertura de suplementação de vitamina A para crianças de 6 a 11 meses, em

Leia mais

9, R$ , , R$ ,

9, R$ , , R$ , Rondônia 2005 R$ 601.575,17 2005 10.154 2004 1.027.983 2004 108.139 2004 10,52 2006 R$ 609.834,21 2006 10.757 2005 1.025.249 2005 101.539 2005 9,90 2007 R$ 1.229.490,00 2007 9.100 2006 1.047.004 2006 111.068

Leia mais

AGENDA PARA INTENSIFICAÇÃO DO MONITORAMENTO E DO CUIDADO DA CRIANÇA COM EXCESSO DE PESO

AGENDA PARA INTENSIFICAÇÃO DO MONITORAMENTO E DO CUIDADO DA CRIANÇA COM EXCESSO DE PESO AGENDA PARA INTENSIFICAÇÃO DO MONITORAMENTO E DO CUIDADO DA CRIANÇA COM EXCESSO DE PESO Excesso de peso infantil no Brasil A prevalência de excesso de peso triplicou no Brasil nos últimos 20 anos (IBGE,

Leia mais

Programa Nacional de Suplementação de Vitamina A Divulgação dos resultados parciais do programa em 2013.

Programa Nacional de Suplementação de Vitamina A Divulgação dos resultados parciais do programa em 2013. Programa Nacional de Suplementação de Vitamina A Divulgação dos resultados parciais do programa em 2013. O Programa Nacional de Suplementação de Vitamina A tem por objetivo a prevenção e controle da hipovitaminose

Leia mais

Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional SISVAN WEB Vilma Ramos de Cerqueira Gestão em Sistemas de Saúde

Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional SISVAN WEB Vilma Ramos de Cerqueira Gestão em Sistemas de Saúde Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional SISVAN WEB Vilma Ramos de Cerqueira Gestão em Sistemas de Saúde OBJETIVOS DO SISVAN I -Fornecer informação contínua e atualizada sobre a situação alimentar

Leia mais

Balanço de ações da CGAN em 2011 e perspectivas para 2012

Balanço de ações da CGAN em 2011 e perspectivas para 2012 Balanço de ações da CGAN em 2011 e perspectivas para 2012 BALANÇO 2011 PNAN aprovação na CIT: 27/10 publicação da Portaria nº 2715, de 17 de novembro de 2011 Elaboração do PPA 2012-2015: PNAN está expressa

Leia mais

1ª Conferência nacional de Vigilância em Saúde. Etapa Nacional - de 21 a 24 de novembro de 2017

1ª Conferência nacional de Vigilância em Saúde. Etapa Nacional - de 21 a 24 de novembro de 2017 1ª Conferência nacional de Vigilância em Saúde Etapa Nacional - de 21 a 24 de novembro de 2017 Motivação Debater na sociedade brasileira: Direito à Promoção e Proteção da Saúde - compreendendo a Vigilância

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO GERAL DA POLÍTICA DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO GERAL DA POLÍTICA DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO GERAL DA POLÍTICA DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO SEPN 511- Bloco C Edifício Bittar IV 4º andar - Brasília/DF CEP:775.543

Leia mais

Avanços do Programa bolsa Família em João Pessoa: Uma Questão de Acesso à Saúde para Beneficiários do Programa Bolsa Família

Avanços do Programa bolsa Família em João Pessoa: Uma Questão de Acesso à Saúde para Beneficiários do Programa Bolsa Família Secretaria Municipal de Saúde Diretoria de Atenção à Saúde Área Técnica de Saúde da Criança e Adolescente Avanços do Programa bolsa Família em João Pessoa: Uma Questão de Acesso à Saúde para Beneficiários

Leia mais

FNPETI FÓRUM NACIONAL DE PREVENÇÃO E ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL. Cenário do Trabalho Infantil Dados PNAD 2014

FNPETI FÓRUM NACIONAL DE PREVENÇÃO E ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL. Cenário do Trabalho Infantil Dados PNAD 2014 Cenário do Trabalho Infantil Dados PNAD 2014 Fonte: IBGE/Pnad. Elaboração própria. Nota: a PNAD até o ano de 2003 não abrangia a área rural da região Norte (exceto o Tocantins). Nos anos de 1994, 2000

Leia mais

Contabilizando para o Cidadão Entendendo as Finanças Públicas

Contabilizando para o Cidadão Entendendo as Finanças Públicas - ano 2015 Pernambuco 5,20% Ceará 5,44% Maranhão 5,14% Pará 4,89% Paraná 4,43% Rio Grande do Sul 4,37% Santa Catarina 2,54% Rio Grande do Norte 2,48% Espírito Santo 2,14% Amazonas 2,06% Sergipe 1,87% Alagoas

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Programa Bolsa Família

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Programa Bolsa Família Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Programa Bolsa Família Brasil na América do Sul População: 175 milhões Área: 8.514.215,3 km² 26 estados e DF 5.562 municípios População pobre: em torno

Leia mais

XXVII Congresso Nacional de Secretarias Municipais de Saúde

XXVII Congresso Nacional de Secretarias Municipais de Saúde Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde XXVII Congresso Nacional de Secretarias Municipais de Saúde Brasília, 9 a 12 de julho de 2011 A rede cegonha deve ser organizada de maneira a possibilitar

Leia mais

Desafios e perspectivas do Programa Bolsa Família

Desafios e perspectivas do Programa Bolsa Família Desafios e perspectivas do Programa Bolsa Família Rodrigo Lofrano Coordenador-Geral de Acompanhamento das Condicionalidades Decon/Senarc/MDS Brasília, 19 de agosto de 2015 As três dimensões do Programa

Leia mais

Bolsa Família: Relações intersetorial e intergovernamental

Bolsa Família: Relações intersetorial e intergovernamental Bolsa Família: Relações intersetorial e intergovernamental Subtema 3: Taller de Análises y Reflexión de Programas de Transferências Condicionada - México - janeiro/2008 Relação Intersetorial Articulação

Leia mais

BOLSA FAMÍLIA Tecnologia e inovação a serviço do fim da pobreza. V Seminário de Gestão de Tecnologias e Inovação em Saúde Salvador 11/10/2013

BOLSA FAMÍLIA Tecnologia e inovação a serviço do fim da pobreza. V Seminário de Gestão de Tecnologias e Inovação em Saúde Salvador 11/10/2013 BOLSA FAMÍLIA Tecnologia e inovação a serviço do fim da pobreza V Seminário de Gestão de Tecnologias e Inovação em Saúde Salvador 11/10/2013 CRESCIMENTO DA RENDA DOMICILIAR PER CAPITA POR QUINTIL (2002

Leia mais

REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE ORÇAMENTO FEDERAL

REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE ORÇAMENTO FEDERAL REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE ORÇAMENTO FEDERAL ORÇAMENTOS DA UNIÃO EXERCÍCIO FINANCEIRO 2015 PROJETO DE LEI ORÇAMENTÁRIA INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES

Leia mais

B O L E T I M EPIDEMIOLÓGICO SÍFILIS ano I nº 01

B O L E T I M EPIDEMIOLÓGICO SÍFILIS ano I nº 01 B O L E T I M EPIDEMIOLÓGICO SÍFILIS 2 012 ano I nº 01 2012. Ministério da Saúde É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte. Expediente Boletim Epidemiológico - Sífilis

Leia mais

Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. Bolsa Família na ótica dos direitos humanos. Clóvis Roberto Zimmermann

Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. Bolsa Família na ótica dos direitos humanos. Clóvis Roberto Zimmermann Universidade Federal do Recôncavo da Bahia Bolsa Família na ótica dos direitos humanos Clóvis Roberto Zimmermann Políticas Sociais e os direitos Euzéby (2004) assim como Kaufmann (2003), Abramovich (2005)

Leia mais

Vigilância em Saúde do Trabalhador Agenda Estratégica e a Renast

Vigilância em Saúde do Trabalhador Agenda Estratégica e a Renast Vigilância em Saúde do Trabalhador Agenda Estratégica e a Renast Coordenação Geral de Saúde do Trabalhador Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador Secretaria de Vigilância

Leia mais

O QUE REPRESENTA O ACOMPANHAMENTO DAS CONDICIONALIDADES DE SAÚDE DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA PARA O SUS?

O QUE REPRESENTA O ACOMPANHAMENTO DAS CONDICIONALIDADES DE SAÚDE DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA PARA O SUS? O QUE REPRESENTA O ACOMPANHAMENTO DAS CONDICIONALIDADES DE SAÚDE DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA PARA O SUS? Coordenação-Geral de Saúde das Mulheres CONDICIONALIDADES DE SAÚDE Mulheres entre 14 e 44 anos: Pré-natal

Leia mais

Ações prioritárias da CGPAN/Ministério da Saúde para o ano de 2007

Ações prioritárias da CGPAN/Ministério da Saúde para o ano de 2007 Ações prioritárias da CGPAN/Ministério da Saúde para o ano de 2007 ESTRATÉGIAS SOCIAIS EM NUTRIÇÃO, EDUCAÇÃO E COMBATE À POBREZA Data: 17-18 de maio de 2007 Instituto de Estudos Avançados Universidade

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE SECRETARIA ESPECIAL DE SAÚDE INDÍGENA

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE SECRETARIA ESPECIAL DE SAÚDE INDÍGENA MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE SECRETARIA ESPECIAL DE SAÚDE INDÍGENA ORIENTAÇÕES PARA O ACOMPANHAMENTO DAS CONDICIONALIDADES DE SAÚDE DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA DE FAMÍLIAS INDÍGENAS

Leia mais

VIGILÂNCIA EM SAÚDE DE POPULAÇÕES EXPOSTAS A AGROTÓXICOS

VIGILÂNCIA EM SAÚDE DE POPULAÇÕES EXPOSTAS A AGROTÓXICOS Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador Coordenação Geral de Saúde do Trabalhador - CGST VIGILÂNCIA EM SAÚDE DE POPULAÇÕES

Leia mais

Noções Básicas sobre. Encontro Nacional de Coordenadores da Saúde do Idoso. População Idosa no Cenário Nacional: Transição Demográfica

Noções Básicas sobre. Encontro Nacional de Coordenadores da Saúde do Idoso. População Idosa no Cenário Nacional: Transição Demográfica Encontro Nacional de Coordenadores da Saúde do Idoso Noções Básicas sobre População Idosa no Cenário Nacional: Transição Demográfica Joilson Rodrigues de Souza Coordenador de Disseminação de Informações

Leia mais

Programa Bolsa Família Pós-coleta dos dados de acompanhamento das condicionalidades de saúde

Programa Bolsa Família Pós-coleta dos dados de acompanhamento das condicionalidades de saúde XIV Encontro Nacional da Rede de Alimentação e Nutrição do SUS e Reunião do Programa Bolsa Família na Saúde Programa Bolsa Família Pós-coleta dos dados de acompanhamento das condicionalidades de saúde

Leia mais

Política Nacional da Educação Infantil Desafios e alternativas para o aumento do atendimento na educação infantil com qualidade

Política Nacional da Educação Infantil Desafios e alternativas para o aumento do atendimento na educação infantil com qualidade Política Nacional da Educação Infantil Desafios e alternativas para o aumento do atendimento na educação infantil com qualidade 161905-Implementando o m... 016 v2 1 Como está a Educação Básica no Brasil,

Leia mais

Cristina Magnabosco Ubatuba, 2014

Cristina Magnabosco Ubatuba, 2014 Cristina Magnabosco Ubatuba, 2014 Imagem de internet Os Instrumentos de Gestão em Saúde são os Mecanismos que garantem o funcionamento do Sistema Único de Saúde (SUS) em todos os seus níveis. A gestão

Leia mais

ABRANGÊNCIA METODOLOGIA

ABRANGÊNCIA METODOLOGIA CADSISVAN Cadernos de Estudos nº 17 Desenvolvimento Social em Debate, Resultados, Avanços e Desafios das Condicionalidades de Saúde do Bolsa - Família (2014) O Bolsa-Família (PBF) é um programa de transferência

Leia mais

Gestão Compartilhada. do Programa Bolsa. Família

Gestão Compartilhada. do Programa Bolsa. Família Gestão Compartilhada do Programa Bolsa Família Olinda Abriga uma população de 397.268 habitantes (IBGE/2009), 3ª maior cidade de Pernambuco. Extensão territorial de 43,55 km², das quais 9,73 km² fazem

Leia mais

Determinantes Sociais da Saúde. Professor: Dr. Eduardo Arruda

Determinantes Sociais da Saúde. Professor: Dr. Eduardo Arruda Determinantes Sociais da Saúde Professor: Dr. Eduardo Arruda Conteúdo Programático desta aula Epidemiologia social e os Determinantes Sociais da Saúde (DSS); Principais Iniquidades em Saúde no Brasil;

Leia mais

PMAQ Programa Nacional de Melhoria do Acesso e Qualidade da Atenção Básica

PMAQ Programa Nacional de Melhoria do Acesso e Qualidade da Atenção Básica PMAQ Programa Nacional de Melhoria do Acesso e Qualidade da Atenção Básica Portaria nº 1.654, de 19 de julho de 2011 PROGRAMA DE MELHORIA DO ACESSO E DA QUALIDADE FASE 1 FASE 2 FASE 3 FASE 4 Contratualização

Leia mais

PIB 2012 Estado do Tocantins

PIB 2012 Estado do Tocantins PIB 2012 Estado do Tocantins Parceiros: GOVERNO DO ESTADO DO TOCANTINS SANDOVAL LÔBO CARDOSO Governador do Estado TOM LYRA Vice-governador do Estado JOAQUIM CARLOS PARENTE JUNIOR Secretário JOAQUÍN EDUARDO

Leia mais

Coordenação Estadual de. Alimentação e Nutrição

Coordenação Estadual de. Alimentação e Nutrição Coordenação Estadual de Alimentação e Nutrição Apresentação da Equipe Estadual Estado: Minas Gerais (MG) Coordenador (a): Maria Lúcia Teixeira Leite Equipe técnica (Nutricionistas): Isabel Cristina Bento

Leia mais

COMPILAÇÃO DE INDICADORES SOCIAIS

COMPILAÇÃO DE INDICADORES SOCIAIS COMPILAÇÃO DE INDICADORES SOCIAIS PNAD Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio última atualização da pesquisa: 2011 1 2 CARACTERÍSTICAS DOS DOMICÍLIOS 3 ACESSO A SERVIÇOS PÚBLICOS EVOLUÇÃO DO PERCENTUAL

Leia mais

NOTA TÉCNICA Nº 2/2016-CVN/GVE/SUVISA. Em 23 de agosto de 2016

NOTA TÉCNICA Nº 2/2016-CVN/GVE/SUVISA. Em 23 de agosto de 2016 SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE GERÊNCIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA COORDENAÇÃO DE VIGILÂNCIA NUTRICIONAL NOTA TÉCNICA Nº 2/2016-CVN/GVE/SUVISA Em 23 de agosto de 2016 ASSUNTO: Operacionalização

Leia mais

METODOLOGIA DE CÁLCULO DA TAXA DE MORTALIDADE INFANTIL

METODOLOGIA DE CÁLCULO DA TAXA DE MORTALIDADE INFANTIL GT Mortalidade Infantil METODOLOGIA DE CÁLCULO DA TAXA DE MORTALIDADE INFANTIL RIPSA - Rede Interagencial de Informações para a Saúde A taxa de mortalidade infantil é um indicador utilizado para medir

Leia mais

Produção Brasileira de Melão por Estado 2007 Estados Área (ha) Volume (Ton) Valor (Mil R$) Rio Grande do Norte Ceará 6.

Produção Brasileira de Melão por Estado 2007 Estados Área (ha) Volume (Ton) Valor (Mil R$) Rio Grande do Norte Ceará 6. Produção Brasileira de Abacaxi por Estado 2007 Pará 15.462 701.948 125.596 Paraíba 11.600 625.527 150.054 Minas Gerais 7.593 596.668 127.597 Bahia 6.430 282.634 63.185 São Paulo 3.620 271.380 76.161 Rio

Leia mais

OBJETIVO. Teleconsultoria Telediagnóstico Teleeducação. Legislação. Portaria 2546/2011 Portaria 2554/2011

OBJETIVO. Teleconsultoria Telediagnóstico Teleeducação. Legislação. Portaria 2546/2011 Portaria 2554/2011 OBJETIVO Melhorar a qualidade do serviço de saúde do SUS, capacitando e integrando os trabalhadores e profissionais de saúde por meio do uso de tecnologias e infra-estrutura de informática e telecomunicação

Leia mais

Atenção Integral à Desnutrição Infantil

Atenção Integral à Desnutrição Infantil Atenção Integral à Desnutrição Infantil PROTOCOLOS DE ATENÇÃO À CRIANÇA COM DESNUTRIÇÃO GRAVE Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Básica Coordenação Geral da Política

Leia mais

SEMINÁRIO IBRE GOVERNANÇA E GESTÃO DOS HOSPITAIS DE ATENDIMENTO PÚBLICO NO BRASIL MÔNICA VIEGAS ANDRADE OUTUBRO, 2014

SEMINÁRIO IBRE GOVERNANÇA E GESTÃO DOS HOSPITAIS DE ATENDIMENTO PÚBLICO NO BRASIL MÔNICA VIEGAS ANDRADE OUTUBRO, 2014 SEMINÁRIO IBRE GOVERNANÇA E GESTÃO DOS HOSPITAIS DE ATENDIMENTO PÚBLICO NO BRASIL RIO DE JANEIRO 20 DE OUTUBRO DE 2014 MÔNICA VIEGAS ANDRADE OUTUBRO, 2014 CONTEXTO: SISTEMA DE SAÚDE BRASILEIRO MIX PUBLICO-PRIVADO

Leia mais

Cadastro Único de Programas Sociais Seminário Pan- Amazônico de Proteção Social Belém - PA

Cadastro Único de Programas Sociais Seminário Pan- Amazônico de Proteção Social Belém - PA Cadastro Único de Programas Sociais Seminário Pan- Amazônico de Proteção Social Belém - PA Tiago Falcão Secretário da Secretaria Nacional de Renda de Cidadania Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário

Leia mais

Déficit Habitacional 2009

Déficit Habitacional 2009 Déficit Habitacional 2009 Eduardo May Zaidan 28 de outubro de 2010 Déficit habitacional: conceito O déficit habitacional é a medida das carências de moradia de uma determinada sociedade. Essas carências

Leia mais

Sistema de Gestão do Programa Bolsa Família na Saúde

Sistema de Gestão do Programa Bolsa Família na Saúde Sistema de Gestão do Programa Bolsa Família na Saúde Coordenação Geral de Alimentação e Nutrição / DAB / SAS/ MS bfasaude@saude.gov.br Outubro de 2016 - Novidades para a 2ª vigência de 2016; - Período

Leia mais

PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA ACOMPANHAMENTO DAS CONDICIONALIDADES DA SAÚDE

PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA ACOMPANHAMENTO DAS CONDICIONALIDADES DA SAÚDE PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA ACOMPANHAMENTO DAS CONDICIONALIDADES DA SAÚDE Vilma Ramos de Cerqueira CONDICIONALIDADES DO PBF As Condicionalidades são os compromissos assumidos tanto pelas famílias beneficiárias

Leia mais

Estatísticas sobre Analfabetismo no Brasil

Estatísticas sobre Analfabetismo no Brasil Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Estatísticas sobre Analfabetismo no Brasil Audiência pública Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa

Leia mais

ANÁLISE DA REPARTIÇÃO REGIONAL DE RECEITAS E RECURSOS PÚBLICOS

ANÁLISE DA REPARTIÇÃO REGIONAL DE RECEITAS E RECURSOS PÚBLICOS ANÁLISE DA REPARTIÇÃO REGIONAL DE RECEITAS E RECURSOS PÚBLICOS MONTANTE DE RECEITAS E RECURSOS PÚBLICOS (em R$ milhões) Receita Estadual () BNDES Estatais Agências Financeiras União Royalties e Participações

Leia mais

O Programa Luz para Todos e a Universalização do Atendimento de Energia Elétrica no Nordeste

O Programa Luz para Todos e a Universalização do Atendimento de Energia Elétrica no Nordeste O Programa Luz para Todos e a Universalização do Atendimento de Energia Elétrica no Nordeste Cláudio Pitta crpitta@chesf.gov.br Programa Nacional de Universalização do Acesso e Uso da Energia Elétrica

Leia mais

C.10 Taxa de mortalidade específica por neoplasias malignas

C.10 Taxa de mortalidade específica por neoplasias malignas C.1 Taxa de mortalidade específica por neoplasias malignas O indicador estima o risco de morte por neoplasias malignas e dimensiona a sua magnitude como problema de saúde pública. Corresponde ao número

Leia mais

Inovação e Criatividade na Educação Básica

Inovação e Criatividade na Educação Básica MEC Inovação e Criatividade na Educação Básica 2015 Objetivo Criar as bases para uma política pública de fomento a inovação e criatividade na educação básica Desafios da Educação Básica no Brasil hoje

Leia mais

CENSO BRASILEIRO DE SHOPPING CENTERS 2015/2016 CENSO BRASILEIRO DE SHOPPING CENTERS 2015/2016

CENSO BRASILEIRO DE SHOPPING CENTERS 2015/2016 CENSO BRASILEIRO DE SHOPPING CENTERS 2015/2016 CENSO BRASILEIRO DE SHOPPING CENTERS 2015/2016 V2 1 1. SETOR 2 UNIVERSO DISTRIBUIÇÃO MACRO REGIÕES SHOPPINGS EM OPERAÇÃO - UNIDADES 26 NORTE 80 NORDESTE 50 CENTRO OESTE 292 SUDESTE 520 +3,5% 538 SHOPPINGS

Leia mais

LINHAS DE FINANCIAMENTO E INCENTIVOS PARA IMPLANTAÇÃO DE PEQUENOS SISTEMAS DE SANEAMENTO

LINHAS DE FINANCIAMENTO E INCENTIVOS PARA IMPLANTAÇÃO DE PEQUENOS SISTEMAS DE SANEAMENTO LINHAS DE FINANCIAMENTO E INCENTIVOS PARA IMPLANTAÇÃO DE PEQUENOS SISTEMAS DE SANEAMENTO Juliana de Senzi Zancul 21 de Junho de 2013 População Rural Cerca de 30 milhões de pessoas residem em localidades

Leia mais

Econômico Contabilidade Nacional

Econômico Contabilidade Nacional Tabela 3.7.1 - Produto Interno Bruto a preço de mercado corrente (milhões de R$), do e Estados da região Norte - 2008-2011 Acre Roraima 3.032.205 3.239.404 3.770.085 4.143.013 154.251 163.207 201.511 230.011

Leia mais

CONDICIONALIDADES DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA Concepção, Desenho e Resultados

CONDICIONALIDADES DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA Concepção, Desenho e Resultados CONDICIONALIDADES DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA Concepção, Desenho e Resultados Departamento de Condicionalidades (SENARC/MDS) Brasília, 02 de abril de 2014 DIMENSÕES DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA Transferência

Leia mais

Desafios do Federalismo Brasileiro. Paula Ravanelli Losada Subchefia de Assuntos Federativos Secretaria de Relações Institucionais

Desafios do Federalismo Brasileiro. Paula Ravanelli Losada Subchefia de Assuntos Federativos Secretaria de Relações Institucionais Desafios do Federalismo Brasileiro Paula Ravanelli Losada Subchefia de Assuntos Federativos Secretaria de Relações Institucionais Federação desigual Arranjo Federativo Brasileiro As desigualdades regionais

Leia mais

COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA 20/05/2015

COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA 20/05/2015 COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA 20/05/2015 Perfil da Extrema Pobreza Núcleo duro da pobreza 71% de negros e negras 60% na região Nordeste 40% de crianças e adolescentes (0 a 14 anos) Eixos do Plano

Leia mais

MATERIAL SUPLEMENTAR. Tabela 1. Total de mamógrafos existentes e em uso no SUS, de acordo com tipo, em Salvador, Bahia e Brasil no ano de 2015.

MATERIAL SUPLEMENTAR. Tabela 1. Total de mamógrafos existentes e em uso no SUS, de acordo com tipo, em Salvador, Bahia e Brasil no ano de 2015. MATERIAL SUPLEMENTAR Tabela 1. Total de mamógrafos existentes e em uso no SUS, de acordo com tipo, em Salvador, Bahia e Brasil no ano de 2015. EQUIPAMENTOS DE DIAGNÓSTICO POR IMAGEM - Brasil Equipamento

Leia mais

Coordenação-Geral da Política de Alimentação e Nutrição Ministério da Saúde

Coordenação-Geral da Política de Alimentação e Nutrição Ministério da Saúde Situação Alimentar e Nutricional no Brasil e no Mundo - O rápido declínio da desnutrição infantil no Brasil e o papel das políticas públicas na redução das desigualdades Coordenação-Geral da Política de

Leia mais

NOTA TÉCNICA 41 /2012. Institui a Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

NOTA TÉCNICA 41 /2012. Institui a Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). NOTA TÉCNICA 41 /2012 Institui a Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). INTRODUÇÃO As doenças crônicas não transmissíveis constituem o problema

Leia mais

RESULTADO DO LIRAa JANEIRO FEVEREIRO/15

RESULTADO DO LIRAa JANEIRO FEVEREIRO/15 RESULTADO DO LIRAa JANEIRO FEVEREIRO/15 1º LIRAa 2015 - Situação dos municípios brasileiros Participação voluntária de 1.844 municípios Pesquisa realizada entre janeiro/fevereiro de 2015; Identifica focos

Leia mais

Fabio Atanasio de Morais Chefe do Escritório do Unicef/Belém

Fabio Atanasio de Morais Chefe do Escritório do Unicef/Belém Fabio Atanasio de Morais Chefe do Escritório do Unicef/Belém QUEM SOMOS Agência de Desenvolvimento da ONU, criada em 1946 e presente em 191 países e territórios. Presente no Brasil desde 1950 com atuação

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA SAEB PRIMEIROS RESULTADOS:

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA SAEB PRIMEIROS RESULTADOS: MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA SAEB - PRIMEIROS RESULTADOS: Médias de desempenho do SAEB/ em perspectiva comparada Fevereiro de 2007 Presidente

Leia mais

Caracterização dos Recursos Físicos e Humanos dos Órgãos Estaduais de Segurança Pública. Efetivo Armas Letais Viaturas Coletes a Prova de Balas

Caracterização dos Recursos Físicos e Humanos dos Órgãos Estaduais de Segurança Pública. Efetivo Armas Letais Viaturas Coletes a Prova de Balas Ministério da Justiça Caracterização dos Recursos Físicos e Humanos dos Órgãos Estaduais de Segurança Pública Efetivo Armas Letais Viaturas Coletes a Prova de Balas Uma Perspectiva Democrática e Contemporânea

Leia mais

Capacitação de profissionais da odontologia brasileira vinculados ao SUS para a atenção e cuidado da pessoa com deficiência

Capacitação de profissionais da odontologia brasileira vinculados ao SUS para a atenção e cuidado da pessoa com deficiência Capacitação de profissionais da odontologia brasileira vinculados ao SUS para a atenção e cuidado da pessoa com deficiência Público-alvo: Cirurgiões-dentistas (CDs) e Auxiliares de Saúde Bucal (ASBs) vinculados

Leia mais

ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL. Fevereiro/2013 (dados até Janeiro)

ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL. Fevereiro/2013 (dados até Janeiro) ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL (ICPN) Fevereiro/2013 (dados até Janeiro) Características da pesquisa Objetivo: - medir o impacto da conjuntura econômica nos Pequenos Negócios e suas

Leia mais

Números revelam avanços e desafios

Números revelam avanços e desafios dados e indicadores Números revelam avanços e desafios Mais de 70% dos municípios brasileiros conseguiram alcançar ou superar as metas estabelecidas pelo Inep/MEC no último biênio. Essa evolução teve reflexos

Leia mais

Estatísticas e Indicadores do Ensino Fundamental e Médio. Tiragem Limitada

Estatísticas e Indicadores do Ensino Fundamental e Médio. Tiragem Limitada Estatísticas e Indicadores do Ensino Fundamental e Médio Tiragem Limitada República Federativa do Brasil Fernando Henrique Cardoso Ministério da Educação e do Desporto - MEC Paulo Renato Souza Secretaria

Leia mais

ENVELHECIMENTO POPULACIONAL NO BRASIL E ESTADO DE SÃO PAULO NA DÉCADA DE NOVENTA

ENVELHECIMENTO POPULACIONAL NO BRASIL E ESTADO DE SÃO PAULO NA DÉCADA DE NOVENTA ENVELHECIMENTO POPULACIONAL NO BRASIL E ESTADO DE SÃO PAULO NA DÉCADA DE NOVENTA Aparecida Vieira de Melo 1 INTRODUÇÃO Dados do censo demográfico de 1991 e da contagem populacional de 1996 mostram que

Leia mais

Tema da aula: PNAN: Atenção Nutricional Desnutrição + Programas de Transferência Condicionada de Renda. 5.Participação e Controle Social

Tema da aula: PNAN: Atenção Nutricional Desnutrição + Programas de Transferência Condicionada de Renda. 5.Participação e Controle Social Programa de Pós-Graduação Nutrição em Saúde Pública HNT 5770 Políticas Públicas de Alimentação e Nutrição Profas. responsáveis: Patrícia Jaime e Betzabeth Villar Tema da aula: PNAN: Atenção Nutricional

Leia mais

LABORATÓRIO DE ESTUDOS DA POBREZA - LEP A QUEM SE DESTINA O PLANO BRASIL. extremamente pobres no país. SEM MISÉRIA?: perfil dos

LABORATÓRIO DE ESTUDOS DA POBREZA - LEP A QUEM SE DESTINA O PLANO BRASIL. extremamente pobres no país. SEM MISÉRIA?: perfil dos LABORATÓRIO DE ESTUDOS DA POBREZA - LEP uo UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ UFC CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA CAEN Nº 10 RELATÓRIO DE PESQUISA A QUEM SE DESTINA O PLANO BRASIL SEM MISÉRIA?: perfil dos

Leia mais

ENCARGOS SOCIAIS SOBRE A MÃO DE OBRA HORISTA % GRUPO A

ENCARGOS SOCIAIS SOBRE A MÃO DE OBRA HORISTA % GRUPO A ACRE B1 Repouso Semanal Remunerado 18,06 0,00 18,06 0,00 B2 Feriados 4,77 0,00 4,77 0,00 B3 Auxílio - Enfermidade 0,91 0,69 0,91 0,69 B4 13º Salário 10,97 8,33 10,97 8,33 B7 Dias de Chuvas 1,68 0,00 1,68

Leia mais

A importância do quesito cor na qualificação dos dados epidemiológicos e como instrumento de tomada de decisão em Políticas Públicas de Saúde

A importância do quesito cor na qualificação dos dados epidemiológicos e como instrumento de tomada de decisão em Políticas Públicas de Saúde A importância do quesito cor na qualificação dos dados epidemiológicos e como instrumento de tomada de decisão em Políticas Públicas de Saúde Fernanda Lopes Rio de Janeiro, maio de 2011 O mandato do UNFPA

Leia mais

ção: Motivaçõ ções e Metas

ção: Motivaçõ ções e Metas Equidade e Eficiência Educaçã ção: Motivaçõ ções e Metas RANKINGS REGIONAIS MOTIVOS DE EVASÃO Ranking Motivo de Evasão: TRABALHO (Demanda1) TOTAL BRASIL 1,43 0 a 17 anos 1 Minas Gerais 2,27 2 Pernambuco

Leia mais

COMISSÃO INTERSETORIAL DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO - CIAN

COMISSÃO INTERSETORIAL DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO - CIAN COMISSÃO INTERSETORIAL DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO - CIAN Prevista na Lei n.º 8.080/90 - Art. 13 item I Reinstalada pela Resolução CNS n.º 299, de maio de 1999. OBJETIVO DA CIAN Integrar a Política Nacional

Leia mais

XXII Seminário. Econômica

XXII Seminário. Econômica XXII Seminário Internacional de Política Econômica Antônio Márcio Buainain e Patrícia Almeida Instituto de Economia da Unicamp Viçosa, 28 de Outubro de 2010 Objetivo central Analisar o funcionamento do

Leia mais

ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL. ICPN Abril de 2016

ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL. ICPN Abril de 2016 ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL ICPN Abril de 2016 ÍNDICE DE CONFIANÇA DOS PEQUENOS NEGÓCIOS NO BRASIL ICPN Abril de 2016 Sumário Executivo Indicadores de confiança são indicadores

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE RIBEIRÃO PRETO Secretaria da Saúde

PREFEITURA MUNICIPAL DE RIBEIRÃO PRETO Secretaria da Saúde PREFEITURA MUNICIPAL DE RIBEIRÃO PRETO Secretaria da Saúde PAPEL DA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE NO PROGRAMA BOLSA FAMILIA A Secretaria Municipal de Saúde deverá conforme Art. 14 do Decreto n.º 5.209,

Leia mais

8ª Pesquisa Nacional de Ataques a Bancos (2014)

8ª Pesquisa Nacional de Ataques a Bancos (2014) 8ª Pesquisa Nacional de Ataques a Bancos (2014) Elaboração: Contraf-CUT, CNTV e Federação dos Vigilantes do Paraná Fonte: Notícias da imprensa, SSP e sindicatos Apoio: Sindicato dos Vigilantes de Curitiba

Leia mais

Prévia do Mapa da Violência Os jovens do Brasil

Prévia do Mapa da Violência Os jovens do Brasil Prévia do Mapa da Violência 2014. Os jovens do Brasil A recente divulgação das bases de dados do Sistema de Informações de Mortalidade (SIM) do Ministério da Saúde (MS), correspondentes ao ano de 2012,

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO-GERAL DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO-GERAL DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO Nota Técnica elaborada em 01/2014 pela CGAN/DAB/SAS. MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO-GERAL DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO NOTA TÉCNICA Nº15/2014-CGAN/DAB/SAS/MS

Leia mais

CONVITE II ENCONTRO NACIONAL DE JOVENS VIVENDO COM HIV AIDS

CONVITE II ENCONTRO NACIONAL DE JOVENS VIVENDO COM HIV AIDS CONVITE II ENCONTRO NACIONAL DE JOVENS VIVENDO COM HIV AIDS Caros(as) Companheiros(as), É com muita alegria que divulgamos e convidamos para o II Encontro Nacional de Jovens Vivendo com HIV/Aids, organizado

Leia mais

Qualificação da Gestão

Qualificação da Gestão Qualificação da Gestão O que é o SUS Instituído pela Constituição de 1988, o Sistema Único de Saúde SUS é formado pelo conjunto das ações e serviços de saúde sob gestão pública Com direção única em cada

Leia mais

Piores trechos por Unidade Federativa por número de mortos

Piores trechos por Unidade Federativa por número de mortos Piores trechos por Unidade Federativa por número de mortos - 2016 Data: 24/05/2017 FILTROS: Veículos: Todos Valores: Absolutos Estado: Todos BR: Todas Piores trechos por Estado número de mortos 2016 Estado

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS: PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA DISTRIBUIÇÃO REGIONAL DE RECURSOS REFERENTE AO MÊS DE ABRIL/2016

POLÍTICAS PÚBLICAS: PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA DISTRIBUIÇÃO REGIONAL DE RECURSOS REFERENTE AO MÊS DE ABRIL/2016 1 POLÍTICAS PÚBLICAS: PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA DISTRIBUIÇÃO REGIONAL DE RECURSOS REFERENTE AO MÊS DE ABRIL/2016 SANTOS, Eliane Silva dos 1 Eixo Temático: Política Pública do Meio Ambiente e Segurança Alimentar

Leia mais

Síntese do Trabalho/Projeto NOTIFICAÇÃO EM PERDA AUDITIVA INDUZIDA POR RUÍDO: UM COMPROMISSO PROFISSIONAL E UMA EXIGÊNCIA Tema LEGAL

Síntese do Trabalho/Projeto NOTIFICAÇÃO EM PERDA AUDITIVA INDUZIDA POR RUÍDO: UM COMPROMISSO PROFISSIONAL E UMA EXIGÊNCIA Tema LEGAL Síntese do Trabalho/Projeto NOTIFICAÇÃO EM PERDA AUDITIVA INDUZIDA POR RUÍDO: UM COMPROMISSO PROFISSIONAL E UMA EXIGÊNCIA Tema LEGAL Autores DIAS, Daniela I.B.; NUNES, Edilvana C.A.F.; SANTOS, Meire M.M.;

Leia mais

Experiência Brasileira

Experiência Brasileira SEGUNDA REUNIÓN REGIONAL SOBRE EVALUACIÓN Y ESTIMACIONES DEMOGRÁFICAS CON BASE EN INFORMACION CENSAL Introdución a la evaluación de datos demográficos Experiência Brasileira Santiago, Chile, 11 al 16 junio

Leia mais

Políticas de apoio a APLs no Brasil e a estratégia do BNDES

Políticas de apoio a APLs no Brasil e a estratégia do BNDES Taller Evaluacion de impacto en programas de competitividad 4 o Congresso Lastinoamericano de Clusters Mendoza, 20 de novembro de 2009 Políticas de apoio a APLs no Brasil e a estratégia do BNDES Cristina

Leia mais

Características do candidato a Empreendedor Individual (MEI) no Brasil. SEBRAE-SP/Planejamento Abril de 2009

Características do candidato a Empreendedor Individual (MEI) no Brasil. SEBRAE-SP/Planejamento Abril de 2009 Características do candidato a Empreendedor Individual (MEI) no Brasil SEBRAE-SP/Planejamento Abril de 2009 1 Metodologia do trabalho Definição de candidato a MEI: Consideramos como proxy de candidato

Leia mais

SITUAÇÃO EPIDEMIOLÓGICA ATUAL

SITUAÇÃO EPIDEMIOLÓGICA ATUAL INFORME EPIDEMIOLÓGICO Nº 09 SEMANA EPIDEMIOLÓGICA (SE) 02/2016 (10 A 16/01/2016) MONITORAMENTO DOS CASOS DE MICROCEFALIA NO BRASIL A partir desta edição, o informe epidemiológico do COES passa a apresentar

Leia mais

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA MEC

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA MEC SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA MEC A EVOLUÇÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA O movimento Constitucional; O processo de discussão que antecedeu a LDB nº9394/96; A concepção de Educação Básica e a universalização do

Leia mais

Panorama Econômico do Rio Grande do Sul Unidade de Estudos Econômicos UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS

Panorama Econômico do Rio Grande do Sul Unidade de Estudos Econômicos UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS Panorama Econômico do Rio Grande do Sul 2008 Unidade de Estudos Econômicos COMPOSIÇÃO DO PIB PIB DO RIO GRANDE DO SUL 62% 9% 29% Estamos mais sujeitos a refletir crises agrícolas que a média da economia

Leia mais

Estratégias e Ações do Governo Federal para a Prevenção e Controle da Obesidade

Estratégias e Ações do Governo Federal para a Prevenção e Controle da Obesidade Estratégias e Ações do Governo Federal para a Prevenção e Controle da Obesidade Encontro com as referências estaduais de Alimentação e Nutrição 16 e 17/06/2015 - Brasília/DF Ministério do Desenvolvimento

Leia mais

Vigilância Alimentar e Nutricional.

Vigilância Alimentar e Nutricional. Vigilância Alimentar e Nutricional. Disciplina: Políticas Públicas em Alimentação e Nutrição. Curso de Nutrição e Metabolismo FMRP/USP Luciana Cisoto Ribeiro Segurança Alimentar e Nutricional realização

Leia mais

-PNAN - Portaria Estatuto da criança e do adolescente -PCNs

-PNAN - Portaria Estatuto da criança e do adolescente -PCNs -PNAN - Portaria 1.010 - Estatuto da criança e do adolescente -PCNs Alimentação Escolar Aline Guimarães Nutricionista - CECANE UnB PNAN Política Nacional de Alimentação e Nutrição Alimentação escolar PNAN

Leia mais

Reunião da Coordenações Estaduais de. Alimentação e Nutrição. Brasília junho 2011

Reunião da Coordenações Estaduais de. Alimentação e Nutrição. Brasília junho 2011 Reunião da Coordenações Estaduais de Alimentação e Nutrição Brasília junho 2011 Apresentação da Equipe Estadual Estado: Maranhão Coordenador (a): Sueli Ismael Oliveira da Conceição Equipe técnica: 5 nutricionistas

Leia mais

A DÍVIDA ATIVA INSCRITA PELOS MUNICÍPIOS E A RECEITA COM ELA AUFERIDA: A SITUAÇÃO EM 2010

A DÍVIDA ATIVA INSCRITA PELOS MUNICÍPIOS E A RECEITA COM ELA AUFERIDA: A SITUAÇÃO EM 2010 A DÍVIDA ATIVA INSCRITA PELOS MUNICÍPIOS E A RECEITA COM ELA AUFERIDA: A SITUAÇÃO EM 2010 (Estudo Técnico nº 174) François E. J. de Bremaeker Salvador, junho de 2012 2 A DÍVIDA ATIVA INSCRITA PELOS MUNICÍPIOS

Leia mais

Piores trechos por Unidade Federativa por número de acidentes

Piores trechos por Unidade Federativa por número de acidentes Piores trechos por Unidade Federativa por número de acidentes - 2015 Data: 18/05/2016 FILTROS: Veículos: Todos Valores: Absolutos Estado: Todos BR: Todas Piores trechos por Estado número de acidentes -

Leia mais