Perfil FAN e AUTO-ANTICORPOS. Qualidade e precisão para diagnóstico e acompanhamento clínico.

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1 Perfil FAN e AUTO-ANTICORPOS Qualidade e precisão para diagnóstico e acompanhamento clínico.

2 Investimento em treinamento contínuo Garantia de resultados precisos e seguros. Profissionais capacitados Equipe técnica altamente qualificada e experiente. Assessoria científica com serviço diferenciado Médico reumatologista para interpretação dos resultados ou discussão dos laudos. Qualidade Participação do programa de controle externo da qualidade PCQAUTO - Programa de Controle de Qualidade Auto-Imune, da GMK diagnósticos. Teste Padrão Ouro Imunofluorescência indireta (IFI), utilizando como substrato as células HEp-2. Precisão Uso da lâmina FITC-QC (Immuno Concepts), destinada ao monitoramento da performance dos microscópios de fluorescência e calibração interna da leitura da intensidade da fluorescência.

3 Perfil FAN e Auto- anticorpos As doenças reumáticas auto-imunes (DRAI) são doenças crônicas, frequentemente caracterizadas pela presença de auto-anticorpos circulantes (AA). Sua prevalência varia entre 0,5% (lúpus eritematoso sistêmico) até 1,0% (artrite reumatóide). O diagnóstico das DRAI pode ser difícil, não existindo teste laboratorial ou manifestação clínica que seja característica exclusiva de uma única doença. A presença de AA faz parte dos critérios de classificação do lúpus eritematoso sistêmico (LES), da síndrome de Sjögren e da doença mista do tecido conjuntivo. A presença de AA é um importante auxílio para o diagnóstico de subtipos de doença e para a determinação do prognóstico de pacientes com esclerodermia e polimiosite/dermatomiosite, apesar de não fazer parte dos critérios diagnósticos destas últimas. Na prática laboratorial, a pesquisa de AA é tradicionalmente denominada teste do FAN (Fator antinúcleo). Os AA são dirigidos contra antígenos presentes no núcleo, nucléolo, citoplasma e aparelho mitótico. Atualmente, a denominação FAN está sendo substituída por PAAC: pesquisa de anticorpos contra antígenos celulares. A tabela abaixo mostra a freqüência de FAN positivo e a importância do teste como auxílio diagnóstico de algumas doenças. Doença Frequência (%) de FAN positivo FAN muito útil para o diagnóstico LES Esclerodermia FAN útil para o diagnóstico Síndrome de Sjögren Poliomiosite/Dermatomiosite FAN obrigatório para o diagnóstico LES induzido por drogas 100 Doença mista do tecido conjuntivo 100 Metodologia e critérios para realização do exame O teste considerado padrão-ouro para a triagem do FAN é a imunofluorescência indireta (IFI), utilizando como substrato as células HEp-2. O exame do FAN é um importante auxílio para o diagnóstico das DRAI, porém, um FAN positivo isoladamente não é diagnóstico de nenhuma doença auto-imune. Várias outras doenças podem cursar com FAN positivo, e por ser um exame muito sensível, resultados positivos do FAN podem ser encontrados até mesmo em indivíduos saudáveis. O FAN-HEp-2 apresenta alta sensibilidade e baixa especificidade, e deve ser solicitado apenas quando houver suspeita convincente de doença auto-imune.

4 Interpretação dos resultados Os resultados do exame são liberados de acordo com a padronização do IV Consenso Brasileiro para pesquisa de autoanticorpos em células HEp-2. O laudo contempla duas informações importantes para adequada interpretação do resultado: o título e o padrão de fluorescência. Pacientes com doenças auto-imunes tendem a apresentar títulos moderados (1:320 e 1:640) e elevados (> 1:640), enquanto os indivíduos sadios tendem a apresentar baixos títulos (1:80 e 1:160). Entretanto, exceções de ambos os lados acontecem. Associações semelhantes também são observadas em relação ao padrão de fluorescência. Alguns padrões de fluorescência, como nuclear homogêneo, nuclear pontilhado grosso e nuclear centromérico, são observados exclusivamente em pacientes com doenças reumáticas auto-imunes, enquanto outros, como nuclear pontilhado fino denso, são encontrados predominantemente em indivíduos sem doença reumática auto-imune. Resultados positivos do FAN devem sempre ser caracterizados quanto à presença de AA específicos. AA específicos são melhores marcadores diagnósticos de DRAI do que o FAN-HEp-2. Os anticorpos específicos raramente são positivos em indivíduos sem evidência de DRAI. Alguns anticorpos específicos estão intimamente relacionados com o diagnóstico de determinada doença auto-imune. Por exemplo, anticorpos anti- Sm e anti-ribossomal P são considerados marcadores de LES, e anticorpos anti-scl-70 são considerados marcadores de esclerodermia. Além de marcadores diagnósticos, esses anticorpos também podem ser utilizados como marcadores de atividade da doença e de prognóstico (gravidade). Alguns médicos se referem aos AA específicos como FAN fracionado ou anticorpos anti-ena (antígenos nucleares extraíveis). Classicamente, a denominação anti-ena inclui os anticorpos anti-ro, anti-la, anti-sm, anti-rnp, anti- Jo-1, anti-scl-70. A tabela abaixo mostra as principais associações clínicas de alguns autoanticorpos específicos. Critério diagnóstico Doença Auto-anticorpo Lúpus Anti-DNA, Anti-Sm DMTC Anti-RNP S. Sjögren Anti-Ro, Anti-La AR Fator Reumatóide Suporte diagnóstico Doença Auto-anticorpo Esclerodermia Anti-centrômero, Anti-Scl-70, Anti-U3RNP DM/PM Anti-Jo-1 Lúpus Anti-nucleossomo, Anti-Ribossomal P

5 EXAMES DISPONÍVEIS NO HERMES PARDINI Mnemônico Exame Metodologia Material HEP2 Fator Anti-Nuclear (HEP2) Imunofluorescência Indireta em Células HEp-2 Soro AADNA Dna Nativo, Auto-anticorpos Anti Imunofluorescencia Indireta Antigeno Crithidia Luciliae Soro CENTRO Centrômero, Anticorpos Anti Imunofluorescência Indireta em Células HEp-2 Soro SM Sm, Auto Anticorpos Anti Hemoaglutinacao Soro SSA SSA/Ro, Auto Anticorpos Anti Hemoaglutinacao Soro SSB SSB/LA, Auto Anticorpos Anti Hemoaglutinacao Soro RNP RNP, Auto Anticorpos Anti Hemoaglutinacao Soro AAJ JO-1, Auto Anticorpos Anti Hemoaglutinacao Soro SCL SCL 70, Auto Anticorpos Anti Hemoaglutinacao Soro Autor: Dr. Fabiano Brito - Assessoria Científica Referências Bibliográficas 1. J Bras Patol Med Lab 2007;43(3): Rev Bras Reumatol ; 5 4 ( 1 ) : Arthritis Rheum 2002; 47:

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