Critérios de Avaliação Jardim de Infância

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1 CASA DE INFÂNCIA DE SANTO ANTÓNIO Departamento Curricular de Creche e Jardim de Infância Critérios de Avaliação Jardim de Infância

2 Horta 2016/2017 2

3 Critérios de Avaliação Jardim de Infância A avaliação é um elemento integrante e regulador da prática educativa em cada nível de educação e de ensino por isso implica princípios e procedimentos de avaliação adequados à especificidade de cada nível. A Educação Pré-Escolar tem especificidades às quais não se adequam todas as práticas e formas avaliativas utilizadas noutros níveis de ensino. A avaliação na Educação Pré-Escolar assume uma dimensão marcadamente formativa, pois trata-se, essencialmente, de um processo contínuo e interpretativo que se interessa mais pelos processos do que pelos resultados. Os princípios, procedimentos e práticas organizativas e pedagógicas, relativos à avaliação na Educação Pré-Escolar estão definidos nos seguintes documentos: Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar da região Autónoma dos Açores (Portaria nº 1/2002, de 3 de Janeiro); Perfil específico de desempenho do educador de infância (Decreto-Lei nº 241/2001, de 30 de Agosto); Documento de Educação Pré- Escolar e Avaliação (DREF). Estes documentos serviram de base para a elaboração dos critérios de avaliação das valências de Creche e Jardim-de-Infância. 1. Finalidade A finalidade da avaliação é apoiar o processo educativo de modo a ajustar as aprendizagens das crianças e regular os processos, de forma a recolher e analisar informação diversa acerca das situações pedagógicas e dos intervenientes envolvidos, no sentido de tomar decisões que potenciem a aprendizagem e o seu desenvolvimento. 3

4 2. Princípios A avaliação assenta nos seguintes princípios: Coerência entre os processos de avaliação e os princípios subjacentes à organização e gestão do currículo definidos nas OCEPE (Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar); Utilização de técnicas e instrumentos de observação e registos diversificados; Caráter formativo; Valorização dos progressos da criança; Promoção da igualdade e equidade. 3. Intervenientes São intervenientes do processo de avaliação: O Educador de Infância; A(s) Criança(s); As Ajudantes de Educação; Os Encarregados de Educação; O Departamento Curricular de Creche e Jardim de Infância; Docentes das Atividades de Complemento Curricular; Serviços de Psicologia e Orientação (SPO). 4. Critérios de Avaliação 4

5 As atividades desenvolvidas na valência de Jardim de infância estão inseridas em três grandes Áreas de Conteúdo: Formação Pessoal e Social, Expressão e Comunicação e Conhecimento do Mundo. A avaliação nesta valência assume uma dimensão marcadamente formativa, pois tratase, de um processo contínuo e interpretativo, que se interessa mais pelos processos, do que pelos resultados. Procura tornar a criança protagonista da sua aprendizagem, de modo a que vá tomando consciência do que já conseguiu, das dificuldades que vai tendo e como as vai ultrapassando. É perspetivada no sentido da educação ao longo da vida, assegurando à criança condições para abordar com sucesso o 1º ciclo. 5

6 Jardim-de-Infância Áreas de Conteúdo Parâmetros Instrumentos de Avaliação Área de Formação Pessoal e Social Área de Expressão e Comunicação Área de Conhecimento do Mundo Conhecimento de si Autonomia Relação com os outros Linguagem Oral e Abordagem da Escrita Matemática Expressão Motora Expressão Musical Expressão Plástica Expressão Dramática Do Meio Próximo De Outros Meios e Culturas Das Ciências - Construção da identidade; - Favorecer a auto-estima. - Assumir responsabilidades; - Aquisição do saber-fazer; - Ter iniciativas. - Interiorizar construindo referências; - Direitos e deveres para consigo e para com os outros; - Confronto de opiniões; - Solução de conflitos; - Compreensão do outro; - Respeito pela diferença. - Compreensão; - Oralidade; - Interesse pela leitura; - Competências de leitura; - Competências de escrita. - Classificação; - Seriação; - Relação espacial; - Sequência e tempo; - Número/quantidade; - Contagem; - Comparação; - Resolução de problemas; - Geometria. - Motricidade global; - Motricidade fina; - Posicionamento e orientação no espaço. - Exploração de sons e ritmos; -Exploração da memória rítmica-auditiva; - Desenvolver a sensibilidade estética neste domínio. - Representação de imagens construídas interiormente; - Representação criativa: - Desenho/ pintura; - Representação criativa: construções tridimensionais; - Criatividade nas produções; - Exploração de diferentes técnicas de expressão plástica. - Jogo simbólico - Jogo dramático - Desinibição - Curiosidade sobre o seu meio envolvente; - Inter-relação com o seu meio; - Identificação de actividades e serviços da comunidade. - Curiosidade em conhecer outros meios/culturas; - Alargamento dos interesses do grupo e da criança. - Sensibilização às ciências naturais e biológicas; - Cuidados e respeito pelo ambiente; - Atitudes científicas e experimentais. Observação direta: Grelhas de Observação e Observação Diária (Comportamentos; Atitudes; Aprendizagens. Observação indireta: Registos gráficos, individuais e coletivos, entrevistas, abordagens narrativas, fotografias; gravações áudio e vídeo, registos de auto avaliação, portefólios/dossiers de trabalho construídos com as crianças; questionários a crianças, pais ou outros parceiros educativos, outros. Observação direta: Grelhas de Observação e Observação Diária (Comportamentos; Atitudes; Aprendizagens) Observação indireta: Registos gráficos, individuais e coletivos, entrevistas, abordagens narrativas, fotografias; gravações áudio e vídeo, registos de auto avaliação, portefólios/dossiers de trabalho construídos com as crianças; questionários a crianças, pais ou outros parceiros educativos, outros. Observação direta: Grelhas de Observação e Observação Diária (Comportamentos; Atitudes; Aprendizagens) Observação indireta: Registos gráficos, individuais e coletivos, entrevistas, abordagens narrativas, fotografias; gravações áudio e vídeo, registos de auto avaliação, portefólios/dossiers de 6trabalho construídos com as crianças; questionários a crianças, pais ou outros parceiros educativos, outros.

7 5. Modalidades de avaliação Apesar de a avaliação ser um processo contínuo importa definir os seus principais momentos: Avaliação Diagnóstica: Será realizada no início do ano letivo sob a forma de caraterização do grupo e de cada criança, de identificação de interesses e necessidades e tem como objetivo a elaboração e adequação do projeto curricular de turma e a adoção de estratégias de diferenciação pedagógica; Poder-se-á realizar em qualquer momento como forma de regular o processo educativo; Esta avaliação será expressa nos Dossier de Sala cabendo aos Educadores de Infância titulares apresentar uma síntese da avaliação diagnóstica, em reunião de departamento. Avaliação Formativa: Assume um caráter contínuo e sistemático visando a regulação do ensino e das aprendizagens, fornecendo ao educador de infância, à criança, ao encarregado de educação e aos restantes intervenientes no processo, informação sobre o desenvolvimento das aprendizagens e competências adquiridas, bem como as capacidades e atitudes, de modo a evidenciar sempre os aspetos em que as aprendizagens as crianças precisem de ser melhoradas, apontando modos de superar as dificuldades ou enriquecer o seu conhecimento. No final de cada período: - Os Educadores de Infância titulares procederão à avaliação das aprendizagens das crianças tendo por base as suas planificações; - Os Educadores comunicarão aos Pais/Encarregados de Educação, através de uma informação descritiva, as aprendizagens e os progressos de cada criança; 7

8 - Os Educadores elaboram uma síntese avaliativa sobre as competências definidas no Dossier de Sala referindo: as aprendizagens e o desenvolvimento do grupo, por áreas de conteúdo, mencionando os casos específicos; das avaliações apresentadas, a coordenadora elaborará uma síntese global a apresentar em reunião do Conselho Pedagógico. No final do ano letivo: - Os Educadores de Infância titulares comunicarão aos professores das crianças, que transitam para o Primeiro Ciclo, as aprendizagens mais significativas de cada criança, realçando o seu percurso, evolução e progressos, centrando-se numa apreciação positiva, procedendo à articulação dos respetivos processos individuais. Avaliação realizada com as crianças A avaliação realizada com as crianças é uma atividade educativa, que as implica na sua própria aprendizagem, fazendo-as refletir sobre as suas dificuldades e em como as superar. Esta avaliação acompanha todo o processo educativo. 6. Instrumentos de avaliação Para objetivar a avaliação durante o processo de ensino-aprendizagem, o educador recolhe elementos através de técnicas e instrumentos específicos, construídos em colaboração com os diferentes parceiros educativos, tais como: - Observação direta Grelhas de observação Observação diária Comportamentos, Atitudes e Aprendizagens. - Observação indireta 8

9 Registos gráficos, individuais e colectivos, fotografias; gravações áudio e vídeo, registos de auto-avaliação, portefólios/dossiers de trabalho construídos com as crianças; questionários a crianças, pais ou outros parceiros educativos, outros. 9

10 Conclusão Este documento pretende clarificar e uniformizar os procedimentos e práticas organizativas e pedagógicas relativamente à avaliação na Educação Pré-Escolar, nesta Instituição. A definição de critérios procura ser uma referência e uma orientação para os educadores, sem por em causa o respeito pelos valores de uma pedagogia diferenciada. Neste contexto, a avaliação deve centrar-se sempre na criança e na sua evolução e a referência comparativa deve ser sempre a própria criança, em diferentes momentos de aprendizagem. Tendo como principal função a melhoria da qualidade das aprendizagens, a avaliação implica, no quadro da relação entre o Jardim de Infância, a família e a escola, uma construção partilhada que passa pelo diálogo, pela comunicação de processos e de resultados, tendo em vista a criação de contextos facilitadores de um percurso educativo e formativo de sucesso. Aprovado em Conselho Pedagógico de de de. 10

11 O Presidente do Conselho Pedagógico Reunião de direção de de de. A Direção 11

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