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2 ÍNDICE MENSAGEM DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO RELATÓRIO DE GESTÃO CONSOLIDADO RELATÓRIO DE GOVERNO SOCIETÁRIO INFORMAÇÃO OBRIGATÓRIA INFORMAÇÃO FINANCEIRA CONSOLIDADA RELATÓRIOS DE FISCALIZAÇÃO Pag. 4 Pag. 6 Pag. 42 Pag. 92 Pag. 96 Pag. 186

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4 MARTIFER GROUP RELATÓRIO & CONTAS MENSAGEM DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Caro Accionista, O ano de 2008 fi cará na memória de muitos pelas piores razões. A maioria das economias desenvolvidas entrou em situação de recessão económica, verifi cando-se uma forte inversão da tendência de crescimento registada até 2007 e uma forte turbulência nos mercados fi nanceiros. Como organização global, presente em 20 países, a Martifer não podia fi car alheia a esta situação. No entanto, estamos confi antes que a diversifi cação das nossas operações, quer em termos de áreas de negócio quer em termos geográfi cos, os nossos recursos humanos e a estrutura de governo corporativo do Grupo permitirão gerir da melhor forma o impacto destes factores externos na rentabilidade da nossa actividade. A Martifer atingiu alguns marcos importantes em Foram alcançados proveitos e resultados operacionais recorde, em resultado do crescimento de todas as áreas de negócio do Grupo, e o contributo das operações fora de Portugal foi muito signifi cativo. 4 O Grupo alcançou os maiores proveitos operacionais da sua história, ultrapassando os 900 milhões de euros. Este valor é mais signifi cativo se recordarmos que a taxa de crescimento média anual dos proveitos operacionais consolidados nos últimos três anos foi de 82%. Globalmente, os proveitos operacionais das diferentes áreas de negócio corresponderam às expectativas. As novas áreas de negócio do Grupo, ligadas às energias renováveis, foram as grandes responsáveis pelo crescimento dos proveitos no último ano. Apenas o desempenho da área de Agricultura e Biocombustíveis fi cou abaixo das expectativas, devido principalmente a factores externos. Mesmo assim, esta área de negócio cresceu 120% em termos de proveitos. Devido aos fortes crescimentos das novas áreas de negócio, a actividade de Construção Metálica que, apesar da sua maturidade, continua a crescer a um ritmo de cerca de 10% ao ano, contribuiu com menos de metade dos proveitos consolidados. As actividades internacionais cresceram signifi cativamente, tendo representado cerca de metade dos proveitos consolidados de Salientamos a forte contribuição da Europa Central, que contribuiram com 26% dos proveitos operacionais, nomeadamente nos segmentos da Construção Metálica e Equipamentos para Energia. A actividade no segmento solar foi também quase exclusivamente realizada fora de Portugal. Os resultados operacionais consolidados antes de amortizações e provisões e perdas de imparidade (EBITDA) aumentaram 81% para 67,1 milhões de euros. Nas áreas de Construção Metálica e de Equipamentos para Energia os resultados operacionais atingidos foram em linha com as expectativas. Contudo, na área Agricultura e Biocombustíveis, os resultados foram afectados pela indefi nição do ambiente regulatório em Portugal para o biodiesel e pela forte volatilidade do preço das commodities (combustíveis e bens agrícolas). Na área de negócios da Geração Eléctrica, os resultados são ainda pouco signifi cativos atendendo à fase de forte investimento em que se encontra e ao crescimento do portfolio de projectos de fontes de energia renovável. O crescimento do EBITDA foi acompanhado por uma queda dos resultados líquidos por via, principalmente, do acréscimo de amortizações e de custos fi nanceiros decorrentes da implementação do forte plano de investimento, sobretudo na construção das novas unidades industriais e no desenvolvimento de parques eólicos e solares. Assim, na Construção Metálica, na segunda metade do ano concluiu-se a instalação da fábrica na Roménia e iniciou-se a construção da unidade industrial em Angola. Nos Equipamentos para Energia, concluíram-se os investimentos assumidos pela Martifer no âmbito dos compromissos da instalação do cluster eólico em Portugal, com destaque para o aumento de capacidade instalada na fábrica de torres eólicas e a construção das fábricas de assemblagem de aerogeradores e de componentes para aerogeradores. No segmento solar, concluiu-se no fi nal do ano a montagem da linha de módulos fotovoltaicos, com uma capacidade instalada inicial de 50 MW por ano.

5 01 MENSAGEM DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Na Agricultura e Biocombustíveis, iniciou-se a construção na Roménia da unidade industrial de extracção de óleos vegetais. No segmento de Geração Eléctrica, o Grupo investiu na ampliação do seu portfolio, tendo entrado nos mercados brasileiro e australiano através da aquisição de participações em projectos em desenvolvimento. No Brasil, entrou em operação no fi nal do ano o primeiro parque eólico de 14 MW. Na Europa Central, foi iniciada a construção de parques eólicos na Polónia (26 MW) e na Roménia (42 MW). Em projectos solares fotovoltaicos, foi concluída a construção e iniciada a operação de 7 MW em Espanha. Em Agosto de 2008, a Martifer acordou com a Suzlon a antecipação da venda da participação da Martifer na REpower Systems AG, para Dezembro desse ano. No entanto, circunstâncias alheias à Martifer não permitiram a sua concretização, pelo que as partes acordaram um novo calendário de pagamentos. Em Dezembro de 2008, a Martifer recebeu a primeira tranche no valor de 65 milhões de euros, estando previsto receber o montante remanescente, 205 milhões de euros, no segundo trimestre de Durante o ano de 2008 foi implementado um novo modelo de governo corporativo, assente na criação de órgãos de gestão independentes nas diferentes áreas de negócio e no reforço das funções corporativas de apoio à decisão, supervisão e controlo da holding. No âmbito deste processo, destacamos o alargamento do órgão de administração da Martifer SGPS de 5 para 9 membros, entre eles 5 executivos e 4 não executivos, dos quais 2 são independentes. Foi decidida ainda a implementação de um sistema de ERP SAP comum a toda a organização e foram reforçados os recursos e as responsabilidades do centro de serviços partilhados do Grupo. Em matéria de sustentabilidade, a Martifer procurou, ao longo de 2008, contribuir não só para aumentar a competitividade da empresa mas também para a melhoria do bem-estar da sociedade e comunidades onde desenvolve as suas actividades. Em particular, as empresas de energias renováveis são, pela actividade que desenvolvem, agentes activos de promoção do desenvolvimento sustentável. Além desse contributo, que decorre das áreas de negócio em que o Grupo actua, destacam-se em 2008 o investimento feito na formação de recursos humanos, o aumento dos apoios a instituições de solidariedade social e na área da educação e cultura, o reforço dos aspectos relacionados com a comunicação interna e externa, a continuidade no caminho da certifi cação e a constante aposta na inovação. 5 Apesar da actual conjuntura, acreditamos que a solidez do nosso modelo de desenvolvimento e que a capacidade de criação de valor a longo prazo se mantêm válidos. Acreditamos que o investimento em infra-estruturas, o reforço da capacidade de geração eléctrica, particularmente de fonte renovável, e a utilização de biocombustíveis como alternativa a combustíveis fósseis são algumas das medidas que irão ser fomentadas pelas Autoridades Governamentais de vários países para combater a actual crise económica. Estamos preparados para aproveitar essas oportunidades. Estamos igualmente conscientes dos enormes desafi os que o Grupo e os seus clientes e fornecedores enfrentam actualmente. Procuraremos gerir com rigor e sentido de responsabilidade os interesses do Grupo Martifer, criando valor para os seus accionistas. Acreditamos que o Grupo continuará a crescer de forma sustentada, pelo que teremos oportunidade para recrutar e formar melhores recursos humanos, que são o nosso recurso mais valioso. Vamos empenhar-nos no sentido de continuar a merecer a confi ança dos nossos stakeholders.

6 MARTIFER GROUP RELATÓRIO & CONTAS RELATÓRIO DE GESTÃO CONSOLIDADO Dando cumprimento às exigências impostas por lei às sociedades, o Conselho de Administração da Martifer SGPS, SA vem apresentar o seu Relatório de Gestão Consolidado relativo ao exercício de Ao fazê-lo, teve a natural preocupação que o mesmo contenha elementos e informação sufi cientes para que os Accionistas e o público em geral possam avaliar, com clareza e objectividade, a actividade do Grupo Martifer no respectivo horizonte de intervenção. As Demonstrações Financeiras relativas aos exercícios de 2008 e 2007, referidas neste Relatório de Gestão, foram elaboradas de acordo com as Normas Internacionais de Relato Financeiro ( IFRS ), sendo que todos os valores aqui expressos dizem respeito à aplicação dessas normas. DESTAQUES Crescimento dos Proveitos Operacionais consolidados de 74% para 902 milhões de euros Contribuição para o crescimento dos proveitos de todas as áreas de negócio Crescimento dos resultados operacionais antes de amortizações e provisões e perdas de imparidade (EBITDA) de 81% para 67,1 milhões de euros Margem EBITDA consolidada de 7,4% em 2008, face a 7,1% em 2007 Resultados líquidos consolidados de 7,7 milhões de euros Resultados líquidos corrigidos por eventos não recorrentes de 5,3 milhões de euros 6 Os resultados estão apresentados conforme as contas consolidadas (valores reportados) e, para permitir melhor avaliação da performance operacional do Grupo, com valores ajustados por eventos não recorrentes, devidamente explicados de seguida. Em 2008, os ajustamentos foram de 2,7 milhões de euros relativos a perdas de imparidade de Goodwill, 35,5 milhões de euros de menos-valia relativa à participação detida na EDP e 40,6 milhões de euros de mais-valia com a venda de acções da REpower Systems AG. Os valores referentes a 2007 foram ajustados em 21,1 milhões de euros de proveitos fi nanceiros referentes à mais-valia com a posição na REpower Systems AG resultante do aumento de capital não subscrito pela Martifer e em 7,5 milhões de euros de custos fi nanceiros relativos a custos com a OPA sobre a REpower Systems AG.

7 02 RELATÓRIO DE GESTÃO CONSOLIDADO PRINCIPAIS INDICADORES ECONÓMICOS DO GRUPO MARTIFER Proveitos Operacionais Em milhões de Euro EBITDA Em milhões d e Euro 67,1 7 28,6 24,9 37, Reportado 2006 Ajustado 2007 Reportado 2008 Reportado EBITDA Resultados operacionais antes de amortizações e provisões e perdas de imparidade Resultado Líquido Em milhões d e Euro 26,2 13,9 10,3 12,6 7,7 5, Reportado 2006 Ajustado 2007 Reportado 2007 Ajustado 2008 Reportado 2008 Ajustado

8 MARTIFER GROUP RELATÓRIO & CONTAS 08 AS ACTIVIDADES DO GRUPO MARTIFER A Martifer iniciou a sua actividade em 1990, actuando no sector das estruturas metálicas. Presentemente, a Martifer SGPS, SA é a holding de um grupo de empresas centradas em quatro áreas de negócio distintas, geridas de forma independente por equipas de gestão dedicadas. As áreas de negócio desenvolvem as suas actividades de forma autónoma, mas tirando partido de sinergias e know-how acumulado, sempre numa lógica de complementaridade de negócios. Assim, para além da área de negócio génese do grupo, a Martifer desenvolve actualmente a sua actividade num grupo de segmentos ligados às energias renováveis, alavancando nas competências chave do Grupo, nomeadamente engenharia, gestão industrial e gestão de projectos. As quatro áreas de negócio em que o Grupo actua são Construção Metálica, Equipamentos para Energia, Geração Eléctrica e Agricultura e Biocombustíveis. O GRUPO MARTIFER HOLDING A Martifer SGPS, SA é a empresa holding do Grupo que agrega os órgãos de gestão e o centro corporativo da holding. Através da Martifer Inovação e Gestão, o centro de serviços partilhados, para além servir de centro de serviços partilhados do Grupo, presta ainda outros serviços em condições de mercado, trabalhando principalmente para empresas do Grupo. O centro de serviços partilhados está em fase de expansão para todas as geografi as onde se encontra presente o Grupo Martifer. O número médio de colaboradores da holding e da Martifer Inovação e Gestão em 2008 foi de 139 colaboradores. 8 CONSTRUÇÃO METÁLICA Esta actividade é desenvolvida pela Martifer Metallic Constructions, líder na Península Ibérica e um dos players de referência do sector na Europa. Com presença industrial em Portugal, Polónia, Roménia e, proximamente, em Angola, tem competências na execução de projectos complexos, com capacidade própria de desenho e engenharia, completada por uma vasta equipa de gestão de obra. Executa obras de elevada incorporação de estrutura metálica em aço, fachadas de alumínio e vidro e soluções em aço inox. A empresa tem centrado a sua estratégia de crescimento em países de maior crescimento na Europa Central e em Angola. Em Portugal, Espanha e outros países, procura diferenciar-se pela qualidade da engenharia e a capacidade de liderar projectos de grande complexidade. Esta actividade registou proveitos operacionais em 2008 de 324 milhões de euros, com um número médio de colaboradores. Está presente em 10 países.

9 02 RELATÓRIO DE GESTÃO CONSOLIDADO EQUIPAMENTOS PARA ENERGIA Esta área de negócio é desenvolvida pela Martifer Energy Systems. Esta actividade iniciou-se em 2004, com o arranque da fábrica de torres eólicas e da actividade de construção de parques eólicos chave na mão, alavancada nas competências industriais, de gestão de projectos e de construção vertical existentes no Grupo. Actualmente, desenvolve a sua actividade no segmento eólico, no segmento solar, na engenharia e no desenvolvimento de novas tecnologias no segmento de produção de energia de fontes renováveis. No segmento eólico, está presente desde a produção de componentes para aerogeradores, assemblagem de aerogeradores, fabrico de torres metálicas e construção de parques chave na mão. No segmento solar, dedica-se à produção de módulos fotovoltaicos, comercialização de soluções de aproveitamento de energia solar e construção de parques solares chave na mão. No segmento de engenharia, a actividade diz respeito à construção de projectos industriais relacionados com energias renováveis. Na inovação e desenvolvimento de novas soluções de aproveitamento de recursos naturais para geração de energia, a principal actividade está relacionada com o desenvolvimento de um protótipo para aproveitamento da energia das ondas. Esta área registou proveitos operacionais de 314 milhões de euros em 2008, com um número médio de 647 colaboradores. Está presente em 10 países. GERAÇÃO ELÉCTRICA Através da Martifer Renewables, o Grupo promove, desenvolve e gere projectos de geração eléctrica a partir de fontes de energia renovável, numa abordagem multi-tecnologia e multi-geografi a. A empresa pretende desenvolver, por vezes através de parcerias, projectos eólicos, solares e hídricos em diversos países, alavancando as suas competências e vantagens competitivas nomeadamente a relação privilegiada com a Martifer Energy Systems. Esta área de negócio encontrase a desenvolver projectos em Portugal, Espanha e em outros países com grande potencial de crescimento no âmbito das energias renováveis, nomeadamente na Europa de Leste (sobretudo Polónia e Roménia), nos EUA, no Brasil e na Austrália. Esta área de negócio registou proveitos operacionais de 12 milhões de euros em 2008, com um número médio de 108 colaboradores. Está presente em 11 países. 9 AGRICULTURA E BIOCOMBUSTÍVEIS Através da sua participada Prio, detida pela Martifer em 60%, o Grupo actua de forma integrada em toda a cadeia de valor do negócio do biodiesel. Contando com presença em distintas geografi as no segmento agrícola, produzindo cereais e sementes oleaginosas, e com a extracção e comercialização de óleos alimentares, esta área de negócio apresenta uma presença crescente no negócio alimentar. Através da produção, incorporação e comercialização de biocombustíveis e combustíveis, está a impor uma marca reconhecida pela comercialização de combustíveis amigos do ambiente, através de uma rede de distribuição crescente. Esta área registou proveitos operacionais de 268 milhões de euros em 2008, com um número médio de 288 colaboradores. Está presente em 5 países.

10 MARTIFER GROUP RELATÓRIO & CONTAS 08 PRESENÇA INTERNACIONAL Nas suas diversas actividades, o Grupo Martifer está presente em 20 países em 5 continentes. 10 ENQUADRAMENTO MACRO-ECONÓMICO O ano de 2008 foi marcado pela inversão de tendência de crescimento das economias mundiais, inversão essa muito forte e praticamente sincronizada. Neste momento, a maioria das economias desenvolvidas vivem já um período de recessão. As economias mundiais já vinham sentindo um abrandamento da actividade económica desde meados do ano passado. A contracção da actividade, medida pela evolução do Produto Interno Bruto (PIB), iniciou-se nas principais economias mundiais no 3º trimestre de 2008 e, no último trimestre, o PIB agregado da zona OCDE contraiu-se 1,5%, o pior registo desde Em Portugal, a contracção do PIB no 4º trimestre de 2008, em termos homólogos, foi de -1,8%, enquanto que, no conjunto do ano, o PIB registou uma variação nula. A origem desta recessão está na crise fi nanceira que se fez sentir por todo o mundo e que provocou uma quebra de confi ança no sistema fi nanceiro mundial, resultando no congelamento do mercado interbancário, sendo necessária a intervenção dos governos e dos bancos centrais no sentido de injectar liquidez no sistema. A crise fi nanceira também teve um impacto signifi cativo no fi nanciamento do comércio internacional. Neste cenário de elevada incerteza, as famílias cortaram despesas e as empresas adiaram investimentos. Esta situação provocou um agravamento das condições no mercado imobiliário, uma redução do investimento privado, por parte dos particulares e das empresas, e uma redução do comércio. As encomendas na construção e obras públicas, em Portugal, sofreram uma queda de quase 40% no quarto trimestre de Na indústria, as encomendas recebidas tiveram uma queda homóloga de 9,8% em Dezembro de A queda da procura de bens e serviços foi a que mais contribuiu para a redução da actividade económica, quer pelo impacto ao nível da produção interna, quer pelo impacto nas transacções. Segundo o FMI, o comércio internacional caiu a um ritmo anual de 42% em Novembro de 2008 afectado também pela redução do crédito ao comércio internacional. Em Portugal e no 4º trimestre de 2008, as importações reduziram-se 11% e as exportações 6,4%. Projecções do World Economic Outlook do FMI (variação percentual) Produção Mundial 5,2 Economias Avançadas 3,4 Zona Euro 2,7 2,6 1,0 1,0 0, ,0-2,0 Crescimento na Produção e no Comércio Internacional de Bens (média de 3 meses anualizada) Produção industrial (eld) 15,0 50,0 Valor das exportações de bens (ele) 10,0 25,0 5,0 0,0 0, ,0-25,0-10,0-15,0-50,0

11 02 RELATÓRIO DE GESTÃO CONSOLIDADO Esta queda de procura resultou numa queda abrupta do preço dos bens (commodities). O preço do petróleo caiu 55% entre Dezembro de 2007 e Dezembro de 2008 e caiu 66% desde o máximo de Julho de O preço dos metais e dos produtos agrícolas também sofreu quedas signifi cativas. Segundo o FMI, o preço dos bens agrícolas caiu 21% e dos metais 47% no ano Taxas de Câmbio Seleccionadas (31 Dec 2007 = 100) Euro / Real Euro / Zloti Euro / Novo Leu Euro / US Dólar A queda de preços dos principais produtos teve impacto negativo principalmente sobre as economias em desenvolvimento. Da mesma forma, as moedas destes países foram particularmente atingidas. Por exemplo, o real brasileiro desvalorizou 32% face ao dólar americano e 25% face ao euro, enquanto que o zloty polaco desvalorizou 15% face ao euro Dez-07 Mar-08 Jun-08 Set-08 Dez-08 Assistiu-se também a um agravamento muito acentuado da aversão ao risco. Os credit default swaps de empresas industriais europeias (Industrial BBB) aumentaram cerca de 250bp entre o fi nal de 2007 e o fi nal de Pela positiva, assistiu-se a uma forte descida das taxas de juro, à medida que os bancos centrais coordenavam esforços no sentido de injectar liquidez no sistema fi nanceiro. Enquanto que a Euribor 3M média de 2007 foi de 4,3%, no fi nal de 2008 já se encontrava em 2,9%. As taxas de juro de referência dos bancos centrais encontram-se em níveis historicamente baixos (entre 0,25% e 2%). A infl ação também iniciou uma tendência de descida, sendo esta desaceleração dos preços explicada, em parte, pela queda dos preços das matérias-primas e pela pressão sobre os preços dos produtos manufacturados resultante da capacidade produtiva excedentária. A taxa de variação homóloga do índice de preços no consumidor em Dezembro de 2008 foi de 0,8% em Portugal, o que compara com um valor médio anual de 2,6% durante o ano de O ano terminou com a apresentação de planos de relançamento económico em vários países, com reforço do investimento público e de incentivos ao fi nanciamento da actividade económica. INDICADORES ECONÓMICOS 2008 DE ALGUNS PAÍSES SELECCIONADOS 11 i câmbio versus Euro; ii Taxa SELIC. Fontes: INE, Reuters, Economist.com RESUMO HISTÓRICO ANO DE 1990 Em Fevereiro de 1990, a Martifer é constituída como sociedade por quotas com um capital social de contos e sede na Zona Industrial de Oliveira de Frades, sede essa que se mantém até aos dias de hoje. ANO DE 1995 É iniciado o processo de certifi cação da Martifer pela norma NP EN ISO 9002, que culminou em Novembro de 1997 com a atribuição do Certifi cado APCER N.º 97/CEP.579. ANO DE 1998 Em 26 de Maio, a empresa é transformada em sociedade anónima, alterando a sua estrutura accionista. O capital social da empresa passou assim a ser detido pela MTO SGPS e pela ENGIL SGPS, posições que, a partir de 2001, passaram a ser igualitárias. ANO DE 1999 Em Novembro, a Martifer dá início ao processo de internacionalização e cria uma sociedade comercial em Espanha com o objectivo de se afi rmar como uma das empresas de referência na construção metálica no país vizinho.

12 MARTIFER GROUP RELATÓRIO & CONTAS 08 ANO DE 2002 A Martifer Alumínios obtém a certifi cação pela APCER de acordo com a norma NP EN ISO 9001:2000. Actualmente, a empresa é certifi cada pelo sistema de gestão integrado de qualidade, segurança e ambiente de acordo com as normas NP EN ISO 9001:2000, NP EN ISO 14001:1999 e OHSAS 18001:1999. A Martifer Construções Metalomecânicas implementa o Sistema de Gestão de Qualidade pela norma ISO 9001:2000, e em 2003 obtém a certifi cação pelo sistema de gestão integrado de qualidade, segurança e ambiente, de acordo com as normas NP EN ISO 9001:2000 e OHSAS 18001:1999. ANO DE 2003 Em Fevereiro de 2003 a Martifer continua com o processo de internacionalização através da criação de uma unidade industrial em Gliwice na Polónia. Esta entra em laboração no 2º semestre de ANO DE 2004 Em Fevereiro de 2004, a Martifer inicia a actividade no sector dos equipamentos para energia renovável através da Martifer Energia. Esta empresa dedica-se ao fabrico de torres metálicas para aerogeradores eólicos e está instalada na Zona Industrial de Oliveira de Frades. Em Agosto de 2004, inicia-se a actividade de promoção de projectos na área do Retail & Warehousing, através da Martifer Gestão de Investimentos. Em Novembro de 2004, é criada a Martifer SGPS, S.A., que tem como objectivo gerir as participações sociais das empresas do grupo Martifer. A Martifer Energia dá início, em 2004, ao processo de implementação de um sistema de gestão integrado de qualidade, segurança e ambiente, de acordo com as normas NP EN ISO 9001:2000, NP EN ISO 14001:1999 e OHSAS 18001: ANO DE 2005 A actividade de estruturas metálicas alarga o seu mercado de actuação na Europa Central, abrindo delegações na Roménia, República Checa, Eslováquia e Alemanha. Iniciam-se na Roménia investimentos na área da Agricultura e Biocombustíveis, com o início de produção agrícola de sementes oleaginosas e o início de construção de uma unidade de produção de biodiesel com capacidade de 100 mil toneladas por ano. A Martifer passa a ser um dos accionistas de referência da alemã REpower Systems AG, um dos maiores produtores mundiais de equipamentos para a energia eólica, terminando o exercício com uma participação fi nanceira de 25,4%. Em Junho é constituída a REpower Portugal, com vista ao mercado de construção de parques eólicos, assistência e assemblagem de aerogeradores. Em Agosto, o Grupo Martifer cria mais uma sociedade denominada por M Energy (hoje chamada Martifer Renewables) com o principal propósito de centralizar a gestão de todas as actividades na área da promoção de energias renováveis. ANO DE 2006 Através da Martifer Energia, o Grupo constitui a sociedade Power Blades com o objecto social de produção de equipamentos em fi bra para energia eólica. Em Março, através do Consórcio Ventinveste, a Martifer entrega a candidatura ao concurso para atribuição de MW de licenças para a produção de energia eólica em Portugal. Em Abril, a Martifer é classifi cada como a 9ª melhor empresa para trabalhar em Portugal pelo Great Places to Work Institute. Em Maio, dá-se a constituição da Martifer Solar no âmbito da área de negócios de Equipamentos para Energia, com objecto social de projecto, concepção, fabrico e instalação de painéis solares. A Martinox obtém a certifi cação no Sistema

13 02 RELATÓRIO DE GESTÃO CONSOLIDADO de Gestão da Qualidade segundo a norma NP EN ISSO 9001:2000 pela entidade APCER. Inicia-se a produção na unidade industrial de produção de Monoblocos. Em Julho, dá-se início à construção da unidade de produção de biodiesel em Aveiro. Em Agosto, a actividade de construção de fachadas em alumínio é expandida para a Polónia. Em Setembro a actividade de desenvolvimento de projectos de energias renováveis estende-se a países da Europa Central (Polónia, Roménia e Eslováquia). A Martifer, a Universidade de Aveiro e o Ministério da Economia e Inovação assinam um protocolo de cooperação para a criação de um centro de investigação e desenvolvimento em energias renováveis a instalar no campus universitário. Em Novembro é inaugurado o Ferrara Plaza, o 1º centro comercial temático construído na cidade de Paços de Ferreira e o primeiro activo deste género desenvolvido pela Martifer. Dá-se ainda o início das actividades agrícolas no Brasil, em São Luis do Maranhão. No fi nal do ano, a Martifer recebe o 1º prémio de excelência pela promoção de novas áreas de investimento e negócio, atribuído pela Câmara de Comércio e Indústria da Roménia. ANO DE 2007 Em Janeiro, a Areva, maior accionista individual da REpower Systems AG (REpower), lançou uma oferta pública de aquisição (OPA) tendente à aquisição do total do capital da empresa. Em Fevereiro, a Martifer, aliada ao grupo indiano Suzlon, lança uma OPA sobre a REpower. A OPA lançada pela Martifer e Suzlon acaba por ter sucesso. O consórcio passa a controlar 56,93% da REpower e, fruto do acordo realizado entre a Areva e a Suzlon, esta passou a controlar 87,1% dos direitos de voto da REpower. A Martifer acorda vender a sua participação na REpower à Suzlon em 2009 por 270 milhões de euros. O consórcio Ventinveste - constituído pela Martifer, com uma participação de 31,6%, pela Galp Energia com 34%, a Enersis com 30%, a Efacec com 2%, e a REpower Systems AG com 2,4 % - obteve o primeiro lugar da Fase B do concurso público lançado pelo Governo Português para a atribuição de 400 MW de capacidade de injecção e dos respectivos pontos de recepção associados à produção de energia eléctrica em centrais eólicas. 13 Em Junho, concluiu-se a oferta pública inicial da Empresa (IPO). A Empresa recolheu 199 milhões de fundos através de uma oferta de 25 milhões de acções, que foram colocadas no ponto máximo do intervalo de preços, 8,00 por acção. Aos colaboradores do Grupo foram oferecidas 1,25 milhões de acções com 10% de desconto. Após o IPO, a Empresa contava com 65 mil novos accionistas. Em Setembro, a Ventinveste, S.A. e a Direcção Geral de Energia e Geologia assinaram o contrato relativo à Fase B do concurso público. A Martifer Renewables celebrou um acordo de princípios com a EDP Energias de Portugal para desenvolvimento de projectos de produção hidroeléctrica nas bacias hidrográfi cas dos rios Vouga e Paiva. Foi adjudicada ao consórcio formado pela Martifer, Mota-Engil e Coffey uma obra no novo Terminal 2 no aeroporto de Dublin, na Irlanda. À Martifer Construções correspondem obras no valor de 43,2 milhões de euros. A Martifer Solar formalizou o contrato com a Spire Corporation para o fornecimento chave-na-mão da linha automatizada de produção de módulos fotovoltaicos com capacidade anual de 50 MW. A Martifer Solar celebrou um contrato de instalação de 8 MW de centrais fotovoltaicas em Espanha no valor de 52 milhões de euros. A Martifer foi distinguida com o prémio Organic Grower of the Year 2007 pela A.T. Kearney Global Growth Assessement. A Martifer Renewables adquiriu dois parques eólicos em produção na Alemanha, com 53,1 MW, pelo valor de 91 milhões de euros (enterprise value).

14 MARTIFER GROUP RELATÓRIO & CONTAS 08 A Martifer Renewables, em consórcio com a EDP, ganha a concessão de Ribeiradio/Ermida, um aproveitamento hídrico de 78 MW. O Grupo assina um acordo de princípios com a EDP relativo ao eventual desenvolvimento de parcerias para as novas energias. A Martifer Renewables anuncia a entrada num projecto de desenvolvimento de 800 MW de energia eólica no Texas. PRINCIPAIS ACONTECIMENTOS DE 2008 JANEIRO A Martifer Energy Systems adquire a Navalria para desenvolvimento de equipamentos para energia das ondas. O valor da aquisição ascendeu a 4,7 milhões de euros. A Martifer Solar, parte da Martifer Energy Systems, formalizou um contrato de fornecimento chave-na-mão de parques solares fotovoltaicos em Espanha para o promotor Enerland, no valor de 58,7 milhões de euros, que corresponde a centrais fotovoltaicas com uma capacidade instalada de 8,7 MW. O Presidente e Vice-Presidente da Martifer, Carlos Martins e Jorge Martins, respectivamente, foram os vencedores da segunda edição nacional do prémio atribuído pela Ernst & Young, Entrepreneur of the Year FEVEREIRO A Martifer Solar assinou um contrato programa com a Enfi nity para o fornecimento de instalações de aproveitamento solar fotovoltaico até 30 MW, na Bélgica. Foi inaugurado o primeiro protótipo de seguidor solar, na zona industrial de Oliveira de Frades, desenvolvido pela Martifer Energy Systems. 14 MARÇO A Martifer Metallic Constructions adquiriu na Austrália a actividade da Sassall, empresa que se dedica à construção de fachadas em alumínio. O valor da aquisição ascendeu a cerca de 4,2 milhões de Euros. A Martifer Alumínios adquiriu uma posição de 80% desta empresa, pertencendo os restantes 20% ao Grupo Wideform. A Martifer adquiriu uma participação de 6,5% do capital da Prio pelo valor de 11,1 milhões de euros, passando a controlar 60% do seu capital. Realização da Assembleia Geral anual de accionistas, a primeira após a oferta pública. São eleitos os novos órgão sociais e o Conselho de Administração é alargado de 5 para 9 membros. No dia 29 de Março, o Primeiro-Ministro, Eng.º José Sócrates, visitou a Martifer, em Oliveira de Frades, onde assinalou a ampliação da Fábrica de Torres e presidiu à cerimónia de lançamento da primeira pedra das duas fábricas do cluster eólico: a unidade de assemblagem de aerogeradores e a fábrica de componentes para aerogeradores. ABRIL Por questões estratégicas e no sentido de reforçar a complementaridade e as sinergias do Grupo na área de negócios da geração eléctrica, a Martifer SGPS, S.A. anunciou a mudança de designação da Eviva para Martifer Renewables. JUNHO A Martifer Renewables anunciou o desenvolvimento, construção e operação de uma central híbrida na Califórnia, uma parceria onde detém 80%. Os restantes 20% pertencem aos parceiros locais Clean Energy Ventures. O Grupo promoveu, em Aveiro, no dia 20 de Junho o primeiro Dia do Investidor. Nesta sessão foi apresentada a revisão do plano de investimentos até 2010 e os investidores tiveram oportunidade de fazer uma visita guiada a algumas fábricas do Grupo localizadas em Aveiro e Oliveira de Frades. A Martifer Solar assinou um contrato, em França, para comercializar o SunPark, uma nova solução plug and play de integração arquitectónica no mercado solar fotovoltaico. A Martifer assinou o Protocolo de Cooperação com Agência Nacional para a Qualifi cação e com o Instituto de Emprego e Formação Profi ssional para abertura de Centro Novas Oportunidades Martifer. JULHO A Martifer e a CGD celebraram um acordo de entendimento onde estabelecem os princípios de colaboração entre as duas sociedades ao nível da promoção e concretização de investimentos na área das energias renováveis, em Portugal e no estrangeiro. A Martifer Solar conclui a implementação da instalação solar fotovoltaica mais alta do mundo na Torre de Cristal, em Madrid. Esta instalação é, até hoje, o projecto solar fotovoltaico mais alto do mundo. AGOSTO A Martifer Solar assegurou o fornecimento a longo prazo de células para a produção de módulos com um contrato de 100 MW assinado com a Gintech e para o fornecimento de 30 MW de módulos com a Solarfun em A Martifer Renewables adquiriu 55% da Ventania, empresa brasileira dedicada à promoção de projectos de geração

15 02 RELATÓRIO DE GESTÃO CONSOLIDADO eléctrica a partir de fontes de energia renovável, por 6,9 milhões de euros, formalizando a entrada no Brasil. A Martifer Renewables aumentou o portfolio de projectos na Polónia com a aquisição de dois parques eólicos em fase de desenvolvimento. O portfolio de projectos eólicos em desenvolvimento na Polónia passou para 541 MW. Foi acordado com a Suzlon a antecipação, para Dezembro de 2008, da venda da participação de 22,48% do capital social da REpower detida pela Martifer, por 270 milhões de euros. Em Novembro, este prazo viria a ser revisto. OUTUBRO A Martifer Energy Systems apresentou a Home Energy, onde detém actualmente uma participação de 41,25%. Esta empresa actua na área da certifi cação energética para edifícios existentes (obrigatória nas transacções de imóveis a partir de Janeiro de 2009) e também no segmento da micro-geração de energia através da instalação de painéis solares. A Martifer Renewables anunciou a aquisição de uma participação de 25% no parque eólico de Silverton, na Austrália, ao Macquarie Capital Group. Esta aquisição ascendeu a 10,65 milhões de euros e está incluída no acordo de cooperação e desenvolvimento, celebrado entre as duas empresas para promover projectos de energias renováveis na Austrália e na Ásia. O parque de Silverton é um dos maiores parques on shore do mundo com uma capacidade potencial de MW. NOVEMBRO A Martifer e a Suzlon acordaram um novo calendário de pagamentos relativos à participação na REpower. O pagamento foi acordado em 3 tranches: 65 milhões de euros em Dezembro de 2008, 30 milhões de euros em Abril 2009 e uma tranche fi nal de 175 milhões de euros em Maio de Após conclusão destas transacções, a Martifer deixará de ter uma posição accionista na REpower. A Martifer Solar concluiu a instalação dos primeiros parques fotovoltaicos em Itália. A instalação contempla 21 parques de seguidores solares bi-axiais, que tem uma capacidade instalada de 1,016 MW. A Rosa dos Ventos, controlada pela Martifer Renewables, inaugurou dois parques eólicos no Estado do Ceará, no nordeste brasileiro, com uma potência total de 14 MW e uma produção anual combinada de MWh. DEZEMBRO Teve início a produção nas unidades industriais de assemblagem de aerogeradores, de componentes para parques eólicos e de módulos fotovoltaicos. ANÁLISE ECONÓMICO-FINANCEIRA AOS RESULTADOS CONSOLIDADOS 15 ANÁLISE ECONÓMICA Os resultados estão apresentados conforme as contas consolidadas (valores reportados) e, para permitir melhor avaliação da performance operacional do Grupo, com valores ajustados por eventos não recorrentes, devidamente explicados de seguida. Em 2008, os ajustamentos foram de 2,7 milhões de euros relativos a perdas de imparidade de Goodwill, 35,5 milhões de euros de menos-valia relativa à participação detida na EDP e 40,6 milhões de euros de mais-valia com a venda de acções da REpower Systems AG. Os valores referentes a 2007 foram ajustados em 21,1 milhões de euros de proveitos fi nanceiros referentes à mais-valia com a posição na REpower Systems AG resultante do aumento de capital não subscrito pela Martifer e em 7,5 milhões de euros de custos fi nanceiros relativos a custos com a OPA sobre a REpower Systems AG.

16 MARTIFER GROUP RELATÓRIO & CONTAS 08 PROVEITOS OPERACIONAIS Em 2008, o Grupo Martifer gerou proveitos operacionais de 901,9 milhões de euros, o que representou um crescimento de 74% face a 2007, que se explica pelo bom desempenho das áreas de negócio de Equipamentos para Energia e Agricultura e Biocombustíveis (que cresceram 176% e 120%, respectivamente). Todas as áreas de negócio contribuíram para o crescimento dos proveitos operacionais. Os proveitos da área de negócio de Construção Metálica cresceram 9% e da área de negócio de Geração Eléctrica cresceram 169% (no entanto, os últimos representam um peso reduzido nos proveitos consolidados). Apesar do seu crescimento, a área de negócio da Construção Metálica contribuiu, pela primeira vez na história do Grupo, com menos de 50% para os proveitos consolidados. As novas áreas de negócio do Grupo, ligadas às energias renováveis, contribuíram com cerca de 2/3 dos proveitos consolidados. REPARTIÇÃO DOS PROVEITOS OPERACIONAIS DE RESULTADOS Os resultados operacionais antes de amortizações e provisões e perdas de imparidade (EBITDA) ascenderam a 67,1 milhões de euros, representando um crescimento de 81% face a Saliente-se o acréscimo da margem EBITDA, que ascendeu a 7,4% em 2008 face a 7,1% em Todas as áreas de negócio contribuíram positivamente para o crescimento do EBITDA consolidado.

17 02 RELATÓRIO DE GESTÃO CONSOLIDADO Os resultados antes de encargos fi nanceiros e impostos (EBIT) ascenderam a 38,7 milhões de euros numa base reportada, representando um crescimento de 78% face a A margem EBIT subiu para 4,3%. Os encargos financeiros líquidos ascenderam a 31,1 milhões de euros numa base reportada. Este valor inclui proveitos e custos não recorrentes no montante líquido de 2,4 milhões de euros, nomeadamente 2,7 milhões de euros de imparidades de Goodwill decorrentes da descontinuação de actividade da participada Solarparks, cuja actividade no futuro será desenvolvida pela Martifer Solar Espanha, 35,5 milhões de euros de menos-valia em acções da EDP e 40,6 milhões de euros de mais-valia resultantes da venda de acções da REpower Systems AG à Suzlon em Dezembro de Numa base ajustada, os encargos fi nanceiros registaram um valor de 33,5 milhões de euros em Os encargos líquidos com juros foram de 25,5 milhões de euros, um acréscimo de 17,3 milhões de euros face a 2007, devido ao maior endividamento registado em 2008, em resultado dos fortes investimentos e do acréscimo de actividade. As diferenças de câmbio líquidas foram desfavoráveis, atingindo 7,8 milhões de euros, principalmente devido à forte queda do Zloti e do Novo Leu face ao Euro, em especial no fi nal de Em comparação com o exercício de 2007, verifi cou-se um acréscimo nas diferenças cambiais desfavoráveis de 6,9 milhões. Os dividendos recebidos da participação fi nanceira na EDP Energias de Portugal ascenderam a 2,2 milhões de euros. Devido ao impacto dos resultados fi nanceiros, o resultado líquido ascendeu a 7,7 milhões de euros, um decréscimo de 18,5 milhões de euros face a Numa base ajustada, o resultado líquido ascendeu 5,3 milhões de euros, dos quais 0,9 milhões de euros atribuíveis a interesses minoritários. INVESTIMENTO O plano de investimentos em activos corpóreos de 2008 foi em grande parte cumprido, tendo sido investidos 266 milhões de euros. O investimento foi canalizado principalmente para unidades industriais e para activos de geração eléctrica. Assim, na construção metálica concluiu-se a instalação da fábrica na Roménia e iniciou-se a construção da unidade industrial em Angola. Nos equipamentos para energia, concluíram-se os investimentos assumidos pela Martifer no âmbito dos compromissos da instalação do cluster eólico, com destaque para o aumento de capacidade instalada na fábrica de torres e a construção das fábricas de assemblagem de aerogeradores e de componentes para aerogeradores. No segmento solar, instalou-se a linha de módulos fotovoltaicos. Na agricultura e biocombustíveis, iniciou-se a construção na Roménia da unidade industrial de extracção de óleos vegetais. 17 Os principais investimentos fi nanceiros realizados foram a aquisição de uma participação de 17,7 milhões de acções da EDP Energias de Portugal e o aumento de participação da Martifer SGPS, SA na Prio SGPS, SA de 53,5% para 60%. São ainda de salientar os investimentos na aquisição de uma posição de 55% numa sociedade de desenvolvimento de projectos de energia renovável no Brasil, na aquisição de uma posição de 50% em dois parques eólicos em construção em Portugal e na aquisição de um interesse económico de 25% no projecto do parque eólico de Silverton, na Austrália. As principais aquisições fi nanceiras em 2008 ascenderam a 119 milhões de euros. O activo total a 31 de Dezembro de 2008 ascendeu a 1.348,5 milhões de euros, enquanto que o activo não corrente ascendeu a 745 milhões de euros, face a, respectivamente, 799 milhões de euros e 431 milhões de euros em Dezembro de Estas variações são explicadas pelo aumento da actividade operacional e pelos investimentos em activos fi xos

18 MARTIFER GROUP RELATÓRIO & CONTAS 08 e fi nanceiros no ano. A redução do valor dos activos disponíveis para venda deveu-se à venda de acções da REpower Systems AG à Suzlon em Dezembro de 2008 por um valor de cerca de 65 milhões de euros. O fundo de maneio aumentou cerca de 103 milhões de euros, refl ectindo o aumento de actividade. A dívida líquida (dívida fi nanceira e leasings deduzida de disponibilidades e equivalentes) ascendeu a 609 milhões de euros no fi nal do ano, um crescimento de 400 milhões de euros face ao fi nal de 2007, utilizado essencialmente para fi nanciar investimentos em imobilizado corpóreo e fundo de maneio, bem como investimentos em activos fi nanceiros no período. Cerca de 34% da dívida fi nanceira bruta é não corrente. Cerca de 21% da dívida fi nanceira bruta do Grupo é de taxa fi xa, pelo que o Grupo tem benefi ciado da recente queda das taxas de juro de mercado. A dívida líquida ajustada pelo valor da posição na REpower Systems AG a preço de venda (205 milhões de euros) e pelo valor da participação na EDP a preço de mercado (48 milhões de euros) foi de 356 milhões de euros. Os Capitais Próprios aumentaram de 285,5 milhões de euros para 333,7 milhões de euros no fi nal de A redução dos capitais próprios atribuíveis ao Grupo deveu-se sobretudo ao impacto cambial em empréstimos de médio e longo prazo a subsidiárias estrangeiras (principalmente na Polónia e na Roménia) e ao registo do justo valor de derivados. O acréscimo dos interesses minoritários de 3,7 milhões de euros em Dezembro de 2007 para 60,4 milhões em Dezembro de 2008 resultou de prestações suplementares investidas por accionistas minoritários em empresas do Grupo (das quais 24,9 milhões de euros na Prio) e da reclassifi cação de prestações suplementares anteriormente registadas como passivo não corrente. O auto fi nanciamento (rácio entre capitais próprios e activo) situou-se, no fi nal de 2008, nos 25%. ACTIVIDADE DESENVOLVIDA EM 2008 POR ÁREA DE NEGÓCIO CONSTRUÇÃO METÁLICA ENQUADRAMENTO 18 O Grupo Martifer é líder ibérico no segmento de construções metálicas e um dos maiores operadores do sector na Europa. A sua estratégia passa por reforçar a sua posição de liderança no sector na Península Ibérica, com enfoque em obras de especial complexidade, e consolidar a sua presença nos mercados da Europa Central e Angola, com base nas suas vantagens competitivas, nomeadamente: a capacidade produtiva das suas fábricas; o constante investimento na melhoria de processos produtivos e na aplicação das melhores práticas; a utilização de tecnologia de ponta no processo produtivo; a elevada qualifi cação da sua força de trabalho; a comunicação e relação de confi ança com os clientes e restantes agentes económicos; a capacidade de realização de projectos complexos em prazos reduzidos. Para além do segmento de construções metálicas, esta área de negócio agrega ainda as actividades de produção e montagem de fachadas de alumínio e vidro e de soluções arquitectónicas de aço inoxidável. O sector da construção, tal como a generalidade dos sectores de actividade, foi impactado pela crise económica e fi nanceira mundial que teve início no ano de Enquanto que, em 2007, o segmento de mercado da construção metálica cresceu signifi cativamente (nomeadamente ao nível das grandes construções de infra-estruturas, edifícios industriais, comerciais e desportivos), no ano de 2008 esse crescimento sofreu um forte abrandamento. A estratégia de diversifi cação geográfi ca seguida nesta área de negócio (nomeadamente para mercados com maiores taxas de crescimento como Europa Central e Angola) permitiu manter uma evolução positiva no volume negócios em 2008 e minimizar a desaceleração sentida dos mercados mais maduros. Os mercados fora da Península Ibérica representaram, em 2008, 34% dos proveitos operacionais, face a 14% em 2007.

19 02 RELATÓRIO DE GESTÃO CONSOLIDADO Durante o ano de 2008, a área de negócio da Construção Metálica, prosseguindo a sua estratégia de internacionalização, concluiu a unidade industrial em Calarasi, Roménia, arrancou com a construção das fábricas de estruturas metálicas, alumínios e inox em Angola e iniciou a expansão para a Austrália através da aquisição da Sassal. Durante o ano de 2008, foram executadas algumas obras relevantes: Aeroporto de Dublin, Terminal 2 Dublin, Irlanda Valor do Contrato: Euro 48,2 milhões Conclusão: 2009; Edifício de Escritórios Cascade Bucareste, Roménia Valor do Contrato: Euro 8,5 milhões Conclusão: 2009; Dolce Vita Tejo Shopping Centre Lisboa, Portugal Valor do Contrato: Euro 17,8 milhões Conclusão: 2009; Fábrica da Artenius PTA Sines, Portugal Valor do Contrato: Euro 22,4 milhões Conclusão: 2009; Aeroporto de Málaga Málaga, Espanha Valor do Contrato: Euro 16,2 milhões Conclusão: 2009; Portucel Setúbal, Portugal Valor do Contrato: Euro 4,7 milhões Conclusão: 2009; Centro Logístico Huambo Angola Valor do Contrato: Euro 8 milhões Conclusão: Com início em 2009, destacam-se as seguintes obras: Edifício de Escritórios Luanda, Angola Valor do Contrato: Euro 8 milhões Conclusão: Central do Pego Abrantes, Portugal Valor do Contrato: Euro 7 milhões Conclusão: 2010; Torre Zerozero Barcelona, Espanha Valor do Contrato: Euro 4,7 Milhões Conclusão: 2009; Ponte suspensa Basarab Bucareste, Roménia Valor do Contrato: Euro 5,4 milhões Conclusão: A carteira de encomendas da Construção Metálica ascendia a 264 milhões de euros no fi nal de O decréscimo de 9%, em valor, face ao fi nal de 2007 é principalmente devido à queda de preços de matérias-primas, nomeadamente o aço. RESULTADOS Os Proveitos Operacionais da área de negócio de Construção Metálica ascenderam a 323,6 milhões de euros, o que corresponde a uma taxa de crescimento de 9% face a Para este crescimento, em muito contribuíram as novas geografi as (essencialmente Europa Central, Irlanda e Angola), que viram o seu contributo para os Proveitos Operacionais aumentar em detrimento da Península Ibérica. O crescimento dos Proveitos Operacionais foi acompanhado por uma evolução positiva do EBITDA (+24%) e da Margem EBITDA (+1,3p.p), explicada essencialmente pela melhoria da margem na Europa Central e pelo maior contributo da actividade de obras de fachada em alumínio. Apesar do crescimento do EBITDA e EBIT, verifi cou-se uma redução do Resultado Líquido face a 2007 em resultado do forte incremento dos Encargos Financeiros Líquidos (+100% face a 2007). A deterioração dos resultados financeiros resulta do crescimento dos juros (relacionado com aumento da Dívida Financeira Bruta) e das diferenças cambiais (explicadas pela forte desvalorização do Zloti na Polónia e do Novo Leu na Roménia). O Resultado Líquido ascendeu a 13,3 milhões de euros, dos quais 2,5 milhões de euros atribuível a minoritários, essencialmente na Martifer Alumínios (detida pelo Grupo a 55%).

20 MARTIFER GROUP RELATÓRIO & CONTAS 08 A Dívida Financeira Líquida atingiu 156,2 milhões de euros em O aumento da dívida de 99 milhões de euros face a 2007 destinou-se essencialmente a fi nanciar o reembolso de dívida à holding (38,5 milhões de euros), o investimento no desenvolvimento de activos imobiliários (20 milhões de euros), o investimento em activos corpóreos (14,6 milhões de euros) e em fundo de maneio. No fi nal de 2008, o investimento acumulado em centros comerciais e parques logísticos em desenvolvimento ascendia a 40,7 milhões de euros, principalmente fi nanciado por leasings. O principal centro comercial em desenvolvimento é o Tavira Plaza, que estará concluído em Junho de O investimento acumulado no fi nal de 2008 ascendia a 27,4 milhões de euros e a sua área bruta locável de m2 está comercializada em 80%. Outros projectos em desenvolvimento são o Amarante Plaza (licenciado recentemente) e o Azeméis Grand Plaza (que se espera que venha a ser licenciado durante 2009). 20

21 02 RELATÓRIO DE GESTÃO CONSOLIDADO EQUIPAMENTOS PARA ENERGIA ENQUADRAMENTO Existe uma crescente preocupação das sociedades com questões de sustentabilidade ambiental. Nesse sentido, as energias renováveis terão um papel importante a desempenhar na economia na medida em que contribuem para o desenvolvimento económico numa perspectiva de crescente sustentabilidade. Com a experiência adquirida no negócio de estruturas metálicas, o Grupo soube aproveitar as sinergias de negócio e assumiu esse desafi o, com a criação da área de negócios de Equipamentos para Energia no ano de Com o objectivo de criar valor através do desenvolvimento de negócio, a área de negócios de Equipamentos para Energia defi niu a sua estratégia assente num modelo que aproveita as diversas fontes de energia renovável: - No segmento da Energia Eólica, criação de capacidade de fornecimento de parques eólicos em regime chave-na-mão com uma elevada integração vertical, explorando a vertente industrial na produção dos mais diversos componentes, como resposta às características do mercado (torres, caixas multiplicadoras, etc.); - No segmento da Energia Solar, produção de módulos fotovoltaicos e instalação de parques solares chave-na-mão para produção de energia; - Na Inovação, desenvolvimento de tecnologia própria para o aproveitamento da energia das ondas do mar. ENERGIA EÓLICA Desde 2004 que o Grupo identifi cou oportunidades de mercado na produção de equipamentos para a energia eólica, através da instalação de uma fábrica de torres metálicas para parques eólicos em Oliveira de Frades. Seguidamente, a empresa decidiu iniciar a actividade de construção de parques eólicos e adquirir uma posição no capital na sociedade alemã REpower Systems AG, 7ª maior empresa a nível mundial na produção e assemblagem de aerogeradores para a produção de energia eólica, tendo-se tornado num dos accionistas de referência. Foi então acordada uma Joint Venture através de um acordo defi nindo as bases para a transferência de know-how na produção de aerogeradores eólicos em Portugal. Desta forma foi constituída a Repower Portugal, detida em partes iguais pela Martifer e pela REpower Systems AG. É através da Repower Portugal que tem sido desenvolvido o negócio de construção e instalação de parques eólicos em regime chave-na-mão com a tecnologia REpower, incluindo a operação e a manutenção. 21 Ao longo de 2008 esta divisão registou cerca de 167 milhões de euros de Proveitos Operacionais, dos quais 124 milhões foram obtidos na construção e instalação de parques eólicos em Portugal, Espanha, Polónia e Roménia, com os remanescentes proveitos resultantes da produção de componentes, nomeadamente torres metálicas e caixas multiplicadoras. O quadro seguinte apresenta as principais obras de parques eólicos desenvolvidos em 2008, dos quais alguns ainda se encontram em curso: Na componente industrial, com o investimento de aumento de capacidade de produção de torres eólicas, a produção de torres atingiu em 2008 as 220 unidades. A entrada no agrupamento Ventinveste, que saiu vencedor da fase B do concurso português de atribuição de 400 MW de potência eólica, no decorrer de 2007, permitiu ao Grupo dar continuidade à estratégia de desenvolver um cluster industrial de equipamentos para energia eólica.

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