VALORES DO ENXOFRE, COBRE E MAGNÉSIO NO SORO SANGUÍNEO E NO LÍQUIDO CEFALORRAQUEANO NOS TRAUMATISMOS CRÂNIO-ENCEFÁLICOS RECENTES

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1 VALORES DO ENXOFRE, COBRE E MAGNÉSIO NO SORO SANGUÍNEO E NO LÍQUIDO CEFALORRAQUEANO NOS TRAUMATISMOS CRÂNIO-ENCEFÁLICOS RECENTES DARCY DE FREITAS VELLUTINI*; FRANCISCO BASTOS DE JORGE** O metabolismo do enxofre, cobre e magnésio tem sido, nestes últimos anos, objeto de vários estudos. Entre nós, De Jorge e col > 9 determinaram seus valores normais no sangue, líquido cefalorraqueano (LCR) e urina. Canelas e col estudaram o metabolismo desses elementos em algumas afeções neurológicas. MATERIAL E MÉTODOS Nosso estudo se baseia em 25 casos de traumatismos crânio-encefálicos recentes atendidos no Pronto Socorro do Hospital das Clinicas. Nesta série, 22 pacientes eram do sexo masculino e 3 do feminino; 19 eram da raça branca, 5 pretos ou pardos e um amarelo; a idade variava de 17 a 70 anos. A determinação do cobre foi realizada pela reação do dietilditiocarbamato de sódio (De Jorge e col. 8 ); para o enxofre inorgânico foi usado o método turbidimétrico (De Jorge e col. 10 ); o magnésio foi determinado pelo método do titã amarelo e mmeio alcalino (De Jorge e col."). Os resultados obtidos nas dosagens foram relacionados com o estado de consciência dos pacientes e com a aspecto do LCR, sendo constituídos, assim, três grupos: 1 pacientes conscientes e com LCR hemorrágico (7 casos); 2 pacientes inconscientes e com LCR hemorrágico (11 casos); 3 pacientes conscientes e com LCR límpido (6 casos). Um quarto grupo (pacientes inconscientes com LCR límpido) foi desprezado, por constar apenas de um caso. Foi feita a análise estatística dos resultados em relação aos valores normais , usando-se a comparação entre médias pelo cálculo do intervalo de confiança para 95% de probabilidade. RESULTADOS Os resultados estão representados na tabela 1 e nos gráficos 1, 2 e 3. COMENTÁRIOS O estudo estatístico permitiu tirar as seguintes conclusões: 1. Enxofre: Não há diferença estatisticamente significante nos valores obtidos no sangue dos três grupos em relação ao normal nem entre si; os valores dos grupos de pacientes inconscientes + LCR hemorrágico e de pacientes conscientes 4- LCR límpido tendem, porém, a ser maiores que os valores normais. O grupo de pacientes conscientes + LCR límpido apresentou valores de enxofre no LCR significativamente maiores que os normais, não diferindo, porém, dos outros dois grupos. Os valores do Departamento de Neurologia, Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo: * Assistente; ** Laboratorista.

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3 grupo de pacientes inconscientes + LCR hemorrágico tendem a ser maiores que os normais no LCR. 2. Magnésio: Os três grupos não diferem estatisticamente entre si nem dos valores normais, tanto para os valores encontrados no sangue como para os encontrados no LCR; os valores do magnésio no LCR no grupo de pacientes inconsciente + LCR hemorrágico tendem, entretanto, a ser maiores que os normais. 3. Cobre: Não há diferença estatisticamente significante nos valores do cobre no sangue e no LCR dos três grupos nem em relação ao normal nem entre si. Os valores no LCR do grupo de pacientes conscientes + LCR hemorrágico tendem a ser menores que os normais. RESUMO Foram feitas dosagens de enxofre, sobre e magnésio no sangue e no líquido cefalorraqueano (LCR) de 25 pacientes com traumatismos crânio-encefálicos recentes. Dos três grupos em que foram classificados os casos, o grupo com pacientes inconscientes com LCR hemorrágico foi o mais frequente (11 casos). A dosagem do enxofre no LCR do grupo de pacientes conscientes com LCR límpido mostrou nítido aumento em relação à taxa normal. Nas demais dosagens houve, apenas em alguns casos, tendência dos valores em se dissociar do normal. SUMMARY Sulfur, copper and magnesium contents in blood and in cerebrospinal fluid of patients with recent cranio-cerebral trauma. The contests of sulfur, copper and magnesium in the blood and cerebrospinal fluid (CSF) of 25 patients with recent cranio-cerebral trauma were

4 determined. From the three groups in which the cases were classified, the group of unconscious patients with hémorragie CSF was the most frequent (11 cases). The values of sulfur in the CSF in the group of conscious patients with clear CSF were significantly higher than the normal levels. In the other cases there was only, in some cases, a tendency of the values to dissociate from the normal levels. REFERÊNCIAS 1. CANELAS, H. M.; ASSIS, L. M. & DE JORGE, F. B. Disorders of magsesium metabolism in epilepsy. J. Neurol Neurosurg. Psychiat. 28:378, CANELAS, H. M.; ASSIS, L. M.; DE JORGE, F. B.; TOLOSA, A. P. M. & CINTRA, A. B. U. Disorders of copper metabolism in epilepsy. Acta Neurol. Scand 40:97, CANELAS, H. M.; DE JORGE, F. B. & TOGNOLA, W. A. Metabolic balances of copper in patients with hepatolenticular degeneration submitted to vegetarian and mixed diets. J. Neurol Neurosurg. Psychiat. 30:371, CA NELAS, H. M.; DE JORGE; F. B. & TOGNOLA, W. A. Metabolic balances of sulfur in patients with metachromatic leucodystrophy. Arq. Neuro-Psiquiat. (São Paulo) 26:325, CANELAS, H. M.; DE JORGE, F. B. & TOGNOLA, W. A. Metabolic balances of sulfur in patients with hepatolenticular degeneration and effect of the use of D-penicilamine. Arq. Neuro-Psiquiat. (São Paulo) 27: 266, DE JORGE, F. B.; CANELAS, H. M. & COSTA-SILVA, A. Contribuição ao estudo do metabolismo de cobre: metodologia da determinação de cobre em materiais biológicos. Rev. paul. Med. 61:350, DE JORGE, F. B.; CA NELAS, H. M. & SPINA-FRANCA, A. Contribuição ao estudo do metabolismo do cobre: valores normais do cobre no sangue, líquido cefalorraqueano e urina. Rev. paul. Med. 62:125, DE JORGE, F. B.; CANELAS, H. M. & ZANINI, A. C. Metabolismo do magnesio: valores normais no soro, plasma, sangue total, líquido cefalorraqueano, urina e fezes. Rev. paul. Med. 65:95, DE JORGE, F. B.; CANELAS, H. M. & ZANINI, A. C. Metabolismo do enxofre: valores normais no soro sangüíneo, saliva, urina e fezes. Rev. paul. Med. 65:332, DE JORGE, F. B.; SILVA, A. G. & CINTRA, A. B. U. Determinação quantitativa do enxofre nos materiais biológicos. Rev. bras. Med. 21:491, DE JORGE, F. B.; SILVA, A. G. & CINTRA, A. B. U. Determinação quantitativa do magnesio nos materiais biológicos. Rev. paul. Med. 64:224, VALORES DE GLICOSE, URÉIA E CERULOPLASMINA NO SANGUE EM PACIENTES COM TRAUMATISMOS CRÂNI-ENCEFÁLICOS RECENTES DARCY DE FREITAS VELLUTINI FRANCISCO BASTOS DE JORGE Pesquisando a literatura não encontramos trabalhos nos quais houvessem sido estudadas as variações que poderiam ter a glicase, uréia e ceruloplasmina do sangue nos casos de traumatismos crânio-encefálicos recentes. MATERIAL E MÉTODOS Nosso estudo se baseia em 25 casos de traumatismos crânio-encefálicos recentes atendidos no Pronto Socorro do Hospital das Clínicas. Nesta série, 22 pacientes eram

5 do sexo masculino e 3 do feminino; 19 eram da raça branca, 5 pretos ou pardos e um amarelo; a idade variava de 17 a 70 anos. A determinação da glicose foi feita pelo método de Somogyi modificado por Nelson 3. A dosagem da uréia foi feita pelo reagente de Ehrlich modificado (p-dimetilaminobenzaldeido) descrito por Levine, Leon e Steigmann, simplificado por De Jorge e Cintra *. A atividade cobre-oxidase (ceruloplasmina) foi determinada pelo método de Houchin (De Jorge e Canelas 2 ). Os resultados obtidos nas dosagens foram relacionados com o estado de consciência dos pacientes e com o aspecto do líquido cefalorraqueano (LCR), sendo constituidos, assim, 3 grupos: 1 pacientes conscientes e LCR hemorrágico (7 casos); 2 pacientes inconscientes e LCR hemorrágico (11 casos); 3 pacientes conscientes e LCR límpido (6 casos). Um quarto grupo (paciente inconsciente e LCR límpido) foi desprezado por constar apenas de um caso. Foi feita a análise estatística dos resultados usando-se a comparação médias pelo cálculo do intervalo de confiança para 95% de probabilidade. entre RESULTADOS Os resultados estão representados na tabela 1 e nos gráficos 1, 2 e 3. COMENTÁRIOS O estudo estatístico nos permitiu tirar as seguintes conclusões: 1 Ceruloplasmina não há diferença.estatisticamente significante, nos valores do soro sangüíneo dos três grupos em relação ao normal e entre si. 2 Uréia os valores do grupo paciente inconsciente LCR hemorrágico são significativamente maiores que os valores normais, mas não diferem dos outros grupos, que por sua vez não diferem nem dos valores normais entre si. Os valores do grupo de pacientes conscientes LCR hemorrágico têm, porém, tendência a ser maiores que os valores normais.

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7 RESUMO Foram feitas dosagens de glicose, uréia e ceruloplasmina no sangue de 25 pacientes com traumatismos crânio-encefálicos recentes. Dos três grupos em que foram classificados, o grupo de pacientes inconscientes com LCR hemorrágico foi o mais frequente (11 casos). A dosagem da uréia e da glicose no sangue do grupo de pacientes inconscientes com LCR hemorrágico mostrou nítido aumento com relação à taxa normal. Nas demais dosagens houve apenas, em alguns casos, tendência dos valores em se dissociar do normal. SUMMARY Glucosis, urea and ceruloplasmin contents in the blood of patients with recent cranio-cerebral trauma The values of glucosis, urea and ceruloplasmin in the blood of 25 patients with recent cranio-cerebral trauma were determined. From the groups in which the cases were classified, the group of unconscious patients with hemorragic cerebrospinal fluid (CSF) was the most frequent (11 cases). The urea and glucosis in the blood of the unconscious patients with hemorragic CSF were significantly higher than the normal levels. In the other cases there was only, in some cases, a tendency of the values to dissociate from the normal levels. REFERÊNCIAS 1. DE JORGE, F. B. & CINTRA, A. B. V. Contribuição ao estudo das substâncias nitrogenadas. II Método rápido e preciso para determinação de uréia nos líquidos biológicos (sangue, líquido cefalorraqueano, urina e saliva). Rev. paul. Med. 62:289, DE JORGE, F. B. & CANELAS, H. M. Contribuição ao estudo da ceruloplasmina. I Valores normais no soro sanguíneo. Arq. Neuro- Psiquiat. (São Paulo) 22:271, NELSON, N. A photometric adaptation of the Somogyi method for determination of glucose. J. Biol. Chem. 153:275, Departamento de Neurologia Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo Caixa Postal 3461 São Paulo, SP Brasil.

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