Regulamento Municipal do Exercício do Direito de Petição

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Regulamento Municipal do Exercício do Direito de Petição"

Transcrição

1 1 Regulamento Municipal do Exercício do Direito de Petição APROVADO PELA CÂMARA MUNICIPAL DE SINTRA EM 26 DE MARÇO DE 2008 APROVADO PELA ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE SINTRA EM 18 DE ABRIL DE 2008

2 2 Regulamento Municipal do Exercício do Direito de Petição Preâmbulo Com a alteração introduzida pela Lei nº 45/2007 de 24 de Agosto ao Regime Jurídico do Exercício do Direito de Petição existe a possibilidade das autoridades administrativas criarem normas tendentes ao seu eficaz cumprimento. Assim, sem prejuízo das atribuições concretamente estabelecidas para as diversas unidades orgânicas no Regulamento de Organização dos Serviços Municipais, foi entendimento da Câmara Municipal que fossem estabelecidas algumas disposições de ordem regulamentar que, não só orientem os serviços quanto à matéria, como garantam aos peticionários, complementarmente ao regime legal, o pleno exercício dos seus direitos. O presente Regulamento foi sujeito a audiência dos interessados nos termos do artigo 117.º do Código de Procedimento Administrativo, sendo o mesmo concomitantemente submetido, nos termos do disposto no artigo 118.º do mesmo diploma, a apreciação pública pelo prazo de trinta dias. Assim nos termos do disposto nos artigos nos artigos 112.º n.º 8 e artigo 241.º da Constituição da República Portuguesa, no preceituado na alínea a) do n.º 2 do artigo 53.º e da alínea a) do n.º 6 do artigo 64.º da Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, com a redacção que lhe foi dada pela Lei n.º 5-A/2002, de 11 de Janeiro, do referido no artigo 28º da Lei nº 43/90 de 10 de Agosto, com as alterações introduzidas pelas Leis nºs 6/93, de 1 de Março, 15/2003 de 4 de Junho e nº 45/2007 de 24 de Agosto a Assembleia Municipal de Sintra, sob proposta da Câmara Municipal aprova o seguinte Regulamento Municipal do Exercício do Direito de Petição. CAPÍTULO I ÂMBITO DE APLICAÇÃO Artigo 1.º ( Âmbito e Objecto ) 1 - O presente Regulamento estabelece o regime complementar do exercício do Direito de Petição junto do Município de Sintra ; 2 - Considera-se como petição todo e qualquer documento que preencha o conceito inserto no nº 6 do artigo 2º da Lei nº 43/90 de 10 de Agosto, com as alterações vigentes.

3 3 3 - As reclamações e recursos hierárquicos previstos na alínea a) do nº2 do artigo 1º da Lei nº 43/90 de 10 de Agosto, aplicar-se-à o regime constante do Código de Procedimento Administrativo e demais normativos aplicáveis. Artigo 2.º ( Da competência ) 1- As competências decisórias previstas no presente regulamento são cometidas ao Presidente da Câmara podendo, nos termos da lei, ser objecto de delegação e subdelegação ; 2- Excepciona-se do número anterior, os casos em que a lei expressamente cometer tal competência à Câmara Municipal. CAPÍTULO II DAS PETIÇÕES Artigo 3.º ( Da Recepção das Petições ) 1 - Todas as petições destinadas à Câmara Municipal de Sintra, independentemente da sua forma, teor ou meio de remessa, devem ser registadas pelos serviços competentes, no perfil adequado do programa de gestão documental ; 2 - Sem prejuízo do disposto no número anterior, a recepção das petições pode verificar-se através de meios electrónicos, designadamente do disponível na página da Câmara Municipal de Sintra, em sendo, nesse caso, obrigatória a emissão imediata de recibo ao peticionário pela mesma via ; 3 - Nos demais casos o recibo da petição é enviado assim que possível, sem prejuízo do dever de resposta no prazo legal ; 4 - Quanto às petições forem, por erro do seu autor ou autores, apresentadas perante os serviços municipais, não sendo os órgãos do Município comprtentes em razão da matéria ou do lugar, aplicam-se, para resolução do caso, as normas pertinentes do Código de Procedimento Administrativo.

4 4 Artigo 4.º ( Do Indeferimento Liminar ou Aperfeiçoamento ) 1 - Recebida a petição, o serviço com atribuições quanto à matéria, nos termos do Regulamento de Organização dos Serviços Municipais, referido adiante como serviço gestor, efectua uma análise prévia tendo em vista : a) A aceitação da petição ; b) O seu indeferimento liminar, nos termos da lei ; c) A necessidade do peticionário completar o documento ou de vir ao processo suprir qualquer deficiência ; 2 - No caso previsto na alínea b) do número anterior, deve ser dada nota do facto ao peticionário, através de notificação, no prazo máximo de 5 dias úteis ; 3 - No caso previsto na alínea c) do número 1 do presente artigo, o peticionário deve ser contactado pelo meio mais expedito, num prazo máximo de 5 dias úteis ; 4 - Após o contacto referido no número anterior, o qual deve ser expressamente anotado no processo pelo funcionário que o efectue, incluindo data e hora, nome e categoria do mesmo, o interessado tem um prazo de 20 dias para suprir deficiências ; 5 - Se o peticionário não corrigir as deficiências no prazo referido, verifica-se o indeferimento liminar da petição. Artigo 5.º ( Efeitos intra-orgânicos de petição indeferida ) Sem prejuízo dos efeitos do indeferimento liminar da petição previstos no artigo anterior e no artigo 12º da Lei nº 43/90 de 10 de Agosto, com as alterações vigentes, em relação ao peticionário, sempre que uma petição, mesmo que anónima, aponte para a existência de um comportamento penal ou disciplinarmente relevante por parte de um colaborador da Autarquia, a mesma deve ser levada ao conhecimento do Presidente da Câmara, para os efeitos que este tiver por convenientes. Artigo 6.º ( Tratamento da petição ) 1 - Após a análise do respectivo teor, o serviço gestor solicita ao serviço com atribuições em razão da matéria e do lugar, nos termos do Regulamento de Organização dos Serviços Municipais, a informação tida por pertinente para responder ao peticionário ;

5 5 2 - A eventual verificação "in loco" pelas unidades orgânicas que integram o Departamento de Fiscalização e Polícia Municipal do que for referido na petição e o apurar de questões de facto que se revelem úteis para dar uma resposta, só deve ter lugar a pedido da unidade orgânica competente quando esta não tenha elementos suficientes para basear a resposta e deles careça, salvo em matérias que sejam da competência própria do Departamento de Fiscalização e Polícia Municipal ; 3 - A unidade orgânica com atribuições específicas deve responder ao serviço gestor num prazo máximo de 10 dias úteis ; 4 - A informação prestada ao serviço gestor deve ser : a) Completa e sistematizada ; b) Clara e perceptível, sem uso de linguagem demasiado técnica ou administrativa, cujos conceitos o peticionário não é obrigado a conhecer ; c) Remetida em suporte digital, através do programa de gestão documental, ou nas unidades orgânicas que ainda não estejam ligadas ao sistema, por , via fax ou correio interno ; Artigo 7.º ( Da resposta à petição ) 1 - Com base nos elementos referidos no nº4 do artigo anterior o serviço gestor responde, através de ofício, fax ou ao reclamante sendo a comunicação expressa e formalmente assumida pelo eleito com competência própria ou delegada ou por dirigente com competência delegada ou subdelegada ; 2 - Em casos de fundamentada urgência,a par da comunicação referida no número anterior, o peticionário pode ser contactado por via telefónica, sendo exarada no respectivo processo anotação sob a realização da mesma, devendo o funcionário que a efectue, referir a data e hora da sua efectivação indicando o seu nome e a sua categoria ; 3 - Sem prejuízo do referido nos números anteriores e, quando não for possível dar uma resposta ao interessado no prazo de 15 dias, contados a partir da recepção da petição ou do suprimento de qualquer deficiência, consoante o caso, o serviço gestor deve informar o mesmo do tratamento intercalar da matéria, nos termos do artº39º do DL 135/99 de 22 de Abril.

6 6 CAPÍTULO III SISTEMA DE CONTROLO E PUBLICIDADE DAS PETIÇÕES Artigo 8.º ( Controlo das petições ) 1 - O serviço gestor das petições elabora mensalmente e remete ao eleito com competência própria delegada em razão da matéria, um relatório referindo os casos em que as unidades orgânicas a que alude o nº3 do artigo 6º não forneceram informações para resposta às petições dentro dos prazos legalmente previstos ; 2 - O Observatório da Participação e Cidadania, dependente do Gabinete de Apoio ao Munícipe e Controlo de Processo, elaborará, em prazo a determinar por despacho do eleito com competência na área, relatórios de análise das petições entradas e do seu tratamento ; 3 - Os relatórios elaborados ao abrigo do ponto anterior são levados pelo Presidente da Câmara ao conhecimento do executivo municipal. Artigo 9.º ( Das petições colectivas ) Sem prejuízo do disposto no capítulo II e no artigo anterior, sempre que uma petição revista a forma de abaixo-assinado subscrito por mais de 1000 eleitores do Concelho, o Presidente da Câmara dará conhecimento da mesma ao órgão executivo como informação. Artigo 10.º ( Da Publicitação ) O serviço gestor das petições fornecerá até ao dia 17 do mês subsquente à unidade orgânica responsável pela gestão da página da Câmara, para publicação na mesma, um quadro síntese das petições entradas no mês anterior e divulgação das providências tomadas. CAPÍTULO IV DISPOSIÇÕES FINAIS Artigo 11.º (Interpretação e Integração de lacunas) Sem prejuízo da legislação aplicável, a interpretação e a integração das lacunas do presente Regulamento são resolvidas mediante despacho do Presidente da Câmara Municipal.

7 Artigo 12.º (Entrada em vigor) O presente regulamento entra em vigor decorridos quinze dias úteis sobre a sua publicitação e publicação nos termos legais. 7

Artigo 12.º. b) Operações que envolvam entidades não residentes em território português;

Artigo 12.º. b) Operações que envolvam entidades não residentes em território português; Regime Complementar do Procedimento de Inspeção Tributária Artigo 12.º 1 2 3 - O disposto nos números anteriores compreende, relativamente aos grandes contribuintes, a decisão antecipada, sobre a qualificação

Leia mais

Lei n.º 14/2006 de 26 de Abril

Lei n.º 14/2006 de 26 de Abril Lei n.º 14/2006 de 26 de Abril Altera o Código de Processo Civil, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 44129, de 28 de Dezembro de 1961, designadamente procedendo à introdução da regra de competência territorial

Leia mais

DANÇA D IDEIAS ASSOCIAÇÃO REGULAMENTO ELEITORAL

DANÇA D IDEIAS ASSOCIAÇÃO REGULAMENTO ELEITORAL DANÇA D IDEIAS ASSOCIAÇÃO REGULAMENTO ELEITORAL Aprovado a 29 de Outubro de 2010 CAPÍTULO I PRINCÍPIOS GERAIS Artigo 1º Objecto 1. O presente Regulamento estabelece os princípios reguladores do processo

Leia mais

Instrução n. o 9/2016 BO n. o

Instrução n. o 9/2016 BO n. o Instrução n. o 9/2016 BO n. o 7 15-07-2016 Temas Supervisão Normas Prudenciais Índice Texto da Instrução Texto da Instrução Assunto: Autorização para a utilização de modelos internos para cálculo dos requisitos

Leia mais

Altera a Lei Geral Tributária, o Código de Procedimento e de Processo Tributário e o Regime Geral das Infracções Tributárias

Altera a Lei Geral Tributária, o Código de Procedimento e de Processo Tributário e o Regime Geral das Infracções Tributárias DECRETO N.º 139/X Altera a Lei Geral Tributária, o Código de Procedimento e de Processo Tributário e o Regime Geral das Infracções Tributárias A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c)

Leia mais

Grupo Parlamentar. Projecto de Lei n.º 197/X

Grupo Parlamentar. Projecto de Lei n.º 197/X Grupo Parlamentar Projecto de Lei n.º 197/X Altera o Decreto-Lei n.º 259/98 de 18 de Agosto, repondo a justiça social na atribuição do subsídio nocturno, altera o Decreto-Lei n.º53-a/98, de 11 de Março,

Leia mais

C Â M A R A M U N I C I P A L D E B A R C E L O S

C Â M A R A M U N I C I P A L D E B A R C E L O S O presente regulamento visa dar cumprimento ao disposto no artigo 5.º do REGULAMENTO INTERNO DE SEGURANÇA, HIGIENE E SAÚDE NO TRABALHO do MUNICIPIO DE BARCELOS. Pretende-se estabelecer as prescrições mínimas

Leia mais

REGULAMENTO DE JÚRIS, CONSULTA DE PROVAS, RECLAMAÇÕES E RECURSOS

REGULAMENTO DE JÚRIS, CONSULTA DE PROVAS, RECLAMAÇÕES E RECURSOS REGULAMENTO DE JÚRIS, CONSULTA DE PROVAS, RECLAMAÇÕES E RECURSOS Conselho Científico (Deliberação CC-46/2008, de 27 de junho) 20 03 2012 01 Art.º 1º (JÚRIS DE EXAMES) 1- Os júris das provas finais de avaliação

Leia mais

DECRETO N.º 112 /X EXCLUSÃO DA ILICITUDE NOS CASOS DE INTERRUPÇÃO VOLUNTÁRIA DA GRAVIDEZ. Artigo 1.º (Alteração do Código Penal) Artigo 142.

DECRETO N.º 112 /X EXCLUSÃO DA ILICITUDE NOS CASOS DE INTERRUPÇÃO VOLUNTÁRIA DA GRAVIDEZ. Artigo 1.º (Alteração do Código Penal) Artigo 142. DECRETO N.º 112 /X EXCLUSÃO DA ILICITUDE NOS CASOS DE INTERRUPÇÃO VOLUNTÁRIA DA GRAVIDEZ A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: Artigo 1.º

Leia mais

FREGUESIA DE MONÇÃO E TROVISCOSO

FREGUESIA DE MONÇÃO E TROVISCOSO União das Freguesias de Monção e Troviscoso Concelho de Monção FREGUESIA DE MONÇÃO E TROVISCOSO Regulamento de Controlo Interno 1 Regulamento do Sistema de Controlo Interno da Freguesia de Monção e Troviscoso

Leia mais

TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA GERAL SEG

TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA GERAL SEG 1. Processo n.: PNO 13/00178415 2. Assunto: Processo Normativo - Projeto de Resolução - Altera a Resolução n. TC-16/94 3. Interessado(a): Salomão Ribas Junior 4. Unidade Gestora: Tribunal de Contas do

Leia mais

Freguesia de Penela da Beira

Freguesia de Penela da Beira EDITAL Alexandre Rui Lopes Escudeiro, Presidente da Junta de Freguesia de Penela da Beira: Torna público que esta Junta de Freguesia em reunião extraordinária de 17 de Setembro de 2010, aprovou o seguinte

Leia mais

Associação de Futebol de Lisboa

Associação de Futebol de Lisboa Associação de Futebol de Lisboa Conselho de Arbitragem FUTSAL NORMAS REGULAMENTARES PARA CRONOMETRISTAS EDIÇÃO - 2010 INDICE 5 / 00. TEMAS NOMEAÇÃO PARA JOGOS 01 TESTES ESCRITOS 02 ASSIDUIDADE E COLABORAÇÃO

Leia mais

Regulamento do Cartão Municipal do Idoso

Regulamento do Cartão Municipal do Idoso Regulamento do Cartão Municipal do Idoso Preâmbulo Considerando a importância crescente do papel das autarquias locais, no âmbito do apoio às populações, a Câmara Municipal de Grândola atenta que está

Leia mais

Regulamento do Cartão Sénior do Município do Funchal

Regulamento do Cartão Sénior do Município do Funchal Regulamento do Cartão Sénior do Município do Funchal Nota Justificativa O Município do Funchal, ao longo dos anos, tem vindo a implementar programas destinados à população sénior residente no concelho,

Leia mais

REGULAMENTO ELEITORAL

REGULAMENTO ELEITORAL REGULAMENTO ELEITORAL Eleição dos Representantes dos Pais e Encarregados de Educação para o Conselho Geral do Agrupamento de Escolas Sá da Bandeira Aprovado pelo Conselho Geral em 24 de setembro de 2015

Leia mais

REGULAMENTO DE CONCURSO PARA DIRETOR DO CENTRO DE FORMAÇÃO DE ESCOLAS BEIRA MAR

REGULAMENTO DE CONCURSO PARA DIRETOR DO CENTRO DE FORMAÇÃO DE ESCOLAS BEIRA MAR REGULAMENTO DE CONCURSO PARA DIRETOR DO CENTRO DE FORMAÇÃO DE ESCOLAS BEIRA MAR Artigo 1º Princípio da legalidade regulamentar Ao abrigo do Decreto-Lei n.º 22/2014 que define o novo Regime Jurídico da

Leia mais

FICHA DE VERIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS DE CONTRATAÇÃO PÚBLICA

FICHA DE VERIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS DE CONTRATAÇÃO PÚBLICA FICHA DE VERIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS DE CONTRATAÇÃO PÚBLICA O beneficiário confirma que na informação abaixo prestada tomou em consideração o disposto na Legislação aplicável. I. Elementos do Pedido

Leia mais

Concurso para a Criação do Hino dos Jogos Desportivos da CPLP

Concurso para a Criação do Hino dos Jogos Desportivos da CPLP Concurso para a Criação do Hino dos Jogos Desportivos da CPLP REGULAMENTO Os Ministros Responsáveis pelo Desporto da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, reunidos em Salvador, Brasil, no dia 3 de

Leia mais

REGULAMENTO ELEITORAL PARCERIA TERRITORIAL ALENTEJO CENTRAL

REGULAMENTO ELEITORAL PARCERIA TERRITORIAL ALENTEJO CENTRAL REGULAMENTO ELEITORAL PARCERIA TERRITORIAL ALENTEJO CENTRAL 2014-2020 ARTIGO PRIMEIRO O Regulamento Eleitoral estabelece as normas que regulam o Processo Eleitoral da Mesa do Conselho de Parceiros, Seis

Leia mais

REGULAMENTO DE CONTRATAÇÃO DE PESSOAL DOCENTE, ESPECIALMENTE CONTRATADO, AO ABRIGO DO ARTIGO 8.º DO ECPDESP DO INSTITUTO POLITÉCNICO DO PORTO

REGULAMENTO DE CONTRATAÇÃO DE PESSOAL DOCENTE, ESPECIALMENTE CONTRATADO, AO ABRIGO DO ARTIGO 8.º DO ECPDESP DO INSTITUTO POLITÉCNICO DO PORTO REGULAMENTO DE CONTRATAÇÃO DE PESSOAL DOCENTE, ESPECIALMENTE CONTRATADO, AO ABRIGO DO ARTIGO 8.º DO ECPDESP DO INSTITUTO POLITÉCNICO DO PORTO ARTIGO 1.º PESSOAL ESPECIALMENTE CONTRATADO 1. Podem ser contratados

Leia mais

Despacho n.º B/99

Despacho n.º B/99 ENTIDADE REGULADORA DO SECTOR ELÉCTRICO Despacho n.º 21496-B/99 O Decreto-lei n.º 195/99, de 8 de Junho, estabelece o regime aplicável às cauções nos contratos de fornecimento aos consumidores dos serviços

Leia mais

Regulamento de Admissão e Transferência de Militantes (Aprovado pelo Conselho Nacional de )

Regulamento de Admissão e Transferência de Militantes (Aprovado pelo Conselho Nacional de ) Regulamento de Admissão e Transferência de Militantes (Aprovado pelo Conselho Nacional de 08.06.2005) Artigo 1º (Processo de admissão e transferência) 1. O candidato a militante deverá formular o seu pedido

Leia mais

O prazo para entrega de sugestões termina no dia 26 de dezembro de 2016.

O prazo para entrega de sugestões termina no dia 26 de dezembro de 2016. Nº de proc. 01/2016 Objeto (s) Regulamento Interno de Horário de Trabalho do ITQB Departamento responsável pela tramitação do procedimento Conselho de Gestão do ITQB Responsável pela Direção do procedimento

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 154/XI ELIMINA AS RESTRIÇÕES DE ACESSO AO PROVEDOR DE JUSTIÇA POR PARTE DOS ELEMENTOS DAS FORÇAS ARMADAS

PROJECTO DE LEI N.º 154/XI ELIMINA AS RESTRIÇÕES DE ACESSO AO PROVEDOR DE JUSTIÇA POR PARTE DOS ELEMENTOS DAS FORÇAS ARMADAS Grupo Parlamentar PROJECTO DE LEI N.º 154/XI ELIMINA AS RESTRIÇÕES DE ACESSO AO PROVEDOR DE JUSTIÇA POR PARTE DOS ELEMENTOS DAS FORÇAS ARMADAS Exposição de motivos O Provedor de Justiça tem por função

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUVENTUDE E DESPORTOS

MINISTÉRIO DA JUVENTUDE E DESPORTOS MINISTÉRIO DA JUVENTUDE E DESPORTOS REGIME JURÍDICO DAS ASSOCIAÇÕES JUVENIS E ESTUDANTIS Decreto nº 15/03 de 22 de Abril (Diário da República I Série nº 31, de 22 de Abril de 2003) A juventude angolana

Leia mais

REGULAMENTO DO ACONSELHAMENTO ETICO E DEONTOLÓGICO NO ÂMBITO DO DEVER DE SIGILO

REGULAMENTO DO ACONSELHAMENTO ETICO E DEONTOLÓGICO NO ÂMBITO DO DEVER DE SIGILO REGULAMENTO DO ACONSELHAMENTO ETICO E DEONTOLÓGICO NO ÂMBITO DO DEVER DE SIGILO Proposta apresentada pelo Conselho Directivo Lisboa, 5 de Maio de 2010 Aprovado em Assembleia Geral de 29 de Maio de 2010

Leia mais

Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União PARECER. Recurso contra decisão denegatória ao pedido de acesso à informação. Sem restrição.

Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União PARECER. Recurso contra decisão denegatória ao pedido de acesso à informação. Sem restrição. Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União PARECER Referência: 23480.031009/2013-35 Assunto: Restrição de acesso: Recurso contra decisão denegatória ao pedido de acesso à informação. Sem restrição.

Leia mais

REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU. Lei n.º /2004. (Projecto de lei) Regime Probatório Especial Para a Prevenção e Investigação da.

REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU. Lei n.º /2004. (Projecto de lei) Regime Probatório Especial Para a Prevenção e Investigação da. REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU Lei n.º /2004 (Projecto de lei) Regime Probatório Especial Para a Prevenção e Investigação da Criminalidade A Assembleia Legislativa decreta, nos termos da alínea

Leia mais

Associação de Ciclismo da Beira Interior REGULAMENTO ELEITORAL

Associação de Ciclismo da Beira Interior REGULAMENTO ELEITORAL Associação de Ciclismo da Beira Interior REGULAMENTO ELEITORAL Artigo 1.º Capacidade Eleitoral 1. São elegíveis para os órgãos sociais da ACBI apenas pessoas individuais. 2. São eleitores, todos os associados

Leia mais

REGULAMENTO DE ASSIDUIDADE DOS INVESTIGADORES DO INSTITUTO SUPERIOR DE AGRONOMIA. Preâmbulo

REGULAMENTO DE ASSIDUIDADE DOS INVESTIGADORES DO INSTITUTO SUPERIOR DE AGRONOMIA. Preâmbulo REGULAMENTO DE ASSIDUIDADE DOS INVESTIGADORES DO INSTITUTO SUPERIOR DE AGRONOMIA Preâmbulo O presente regulamento é elaborado ao abrigo do artigo 75º da Lei Geral do Trabalho em Funções Publicas, aprovado

Leia mais

DECRETO N.º 378/X. Artigo 1.º Objecto

DECRETO N.º 378/X. Artigo 1.º Objecto DECRETO N.º 378/X Estabelece medidas de protecção de menores, em cumprimento do artigo 5.º da Convenção do Conselho da Europa contra a exploração sexual e o abuso sexual de crianças e procede à segunda

Leia mais

REGULAMENTO DO CARTÃO SÉNIOR MUNICIPAL NOTA JUSTIFICATIVA

REGULAMENTO DO CARTÃO SÉNIOR MUNICIPAL NOTA JUSTIFICATIVA REGULAMENTO DO CARTÃO SÉNIOR MUNICIPAL NOTA JUSTIFICATIVA Tendo em vista a reformulação do Regulamento do Cartão Municipal do Idoso em vigor desde 1999, considerando a realidade presente e a adequação

Leia mais

Departamento PENITENCIÁRIO NACIONAL

Departamento PENITENCIÁRIO NACIONAL Departamento PENITENCIÁRIO NACIONAL MINISTÉRIO DA JUSTIÇA DEPARTAMENTO PENITENCIÁRIO NACIONAL Departamento PENITENCIÁRIO NACIONAL Horário de funcionamento: de segunda a sexta, das 8 às 18 horas Telefone:

Leia mais

PROPOSTA DE REGULAMENTO ELEITORAL ELABORADO NOS TERMOS DO ARTIGO 50.º DOS ESTATUTOS

PROPOSTA DE REGULAMENTO ELEITORAL ELABORADO NOS TERMOS DO ARTIGO 50.º DOS ESTATUTOS PROPOSTA DE REGULAMENTO ELEITORAL ELABORADO NOS TERMOS DO ARTIGO 50.º DOS ESTATUTOS Artigo 1.º (Âmbito) O presente regulamento contém as normas a que se devem submeter as eleições para os órgãos sociais

Leia mais

PORTARIA Nº 077/2013-GS/SEMUT NATAL(RN), 25 DE NOVEMBRO DE 2013.

PORTARIA Nº 077/2013-GS/SEMUT NATAL(RN), 25 DE NOVEMBRO DE 2013. Publicado no DOM Nº 2655 de 27/11/2013 PORTARIA Nº 077/2013-GS/SEMUT NATAL(RN), 25 DE NOVEMBRO DE 2013. Disciplina o procedimento de indeferimento de opção e de exclusão de ofício ao Regime Especial Unificado

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE UTINGA C.N.P.J / Rua 15 de Novembro, 08 Centro, CEP Utinga - BA

PREFEITURA MUNICIPAL DE UTINGA C.N.P.J / Rua 15 de Novembro, 08 Centro, CEP Utinga - BA 2 LEI Nº 356, DE 28 DE OUTUBRO DE 2014. DISPÕE SOBRE A CONCESSÃO DOS ADICIONAIS DE INSALUBRIDADE E PERICULOSIDADE PARA OS SERVIDORES PÚBLICOS DA PREFEITURA MUNICIPAL DE UTINGA O Prefeito Municipal de UTINGA-BAHIA,

Leia mais

REGULAMENTO PARA O RECRUTAMENTO DO DIRECTOR DA ESCOLA SECUNDÁRIA C/ 3º CICLO FERNANDO NAMORA DE CONDEIXA-A-NOVA

REGULAMENTO PARA O RECRUTAMENTO DO DIRECTOR DA ESCOLA SECUNDÁRIA C/ 3º CICLO FERNANDO NAMORA DE CONDEIXA-A-NOVA CÓDIGO DA ESCOLA 404457 CONTRIBUINTE Nº: 600074129 RUA LONGJUMEAU 3150-122 CONDEIXA-A-NOVA Telf.: 239940200 Fax: 239941090 Email: info@eps-condeixa-a-nova.rcts.pt REGULAMENTO PARA O RECRUTAMENTO DO DIRECTOR

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS D. CARLOS I CONSELHO GERAL REGULAMENTO ELEITORAL. Preâmbulo. CAPÍTULO I Objeto e composição. Artigo 1.

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS D. CARLOS I CONSELHO GERAL REGULAMENTO ELEITORAL. Preâmbulo. CAPÍTULO I Objeto e composição. Artigo 1. AGRUPAMENTO DE ESCOLAS D. CARLOS I CONSELHO GERAL REGULAMENTO ELEITORAL Preâmbulo O conselho geral é o órgão de direção estratégica responsável pela definição das linhas orientadoras da atividade da escola,

Leia mais

REGULAMENTO ELEITORAL PARA A ELEIÇÃO DO PRESIDENTE DO INSTITUTO POLITÉCNICO DO PORTO

REGULAMENTO ELEITORAL PARA A ELEIÇÃO DO PRESIDENTE DO INSTITUTO POLITÉCNICO DO PORTO CONSELHO GERAL REGULAMENTO ELEITORAL PARA A ELEIÇÃO DO PRESIDENTE DO INSTITUTO POLITÉCNICO DO PORTO Artigo 1.º Âmbito Visa o presente regulamento definir o procedimento a seguir para a eleição do Presidente

Leia mais

Equiparação a Bolseiro

Equiparação a Bolseiro Instituto Politécnico de Coimbra (IPC) Equiparação a Bolseiro Regulamento Preâmbulo Face ao disposto no artigo 29º- A do Decreto-Lei nº 207/2009, de 31 de Agosto - Estatuto da Carreira do Pessoal Docente

Leia mais

Regulamento Eleitoral para a. Eleição dos Órgãos Sociais da. Associação de Professores de Matemática

Regulamento Eleitoral para a. Eleição dos Órgãos Sociais da. Associação de Professores de Matemática Regulamento Eleitoral para a Eleição dos Órgãos Sociais da CAPÍTULO I Dos Princípios Gerais Artigo 1.º Assembleia Eleitoral 1 Em cumprimento do disposto no capítulo sétimo dos Estatutos da Associação de

Leia mais

REGULAMENTO DE MEDALHAS MUNICIPAIS. Capítulo I. Das Medalhas Municipais. Secção I. Generalidades. Secção II. Da Medalha de Honra da Cidade

REGULAMENTO DE MEDALHAS MUNICIPAIS. Capítulo I. Das Medalhas Municipais. Secção I. Generalidades. Secção II. Da Medalha de Honra da Cidade REGULAMENTO DE MEDALHAS MUNICIPAIS Capítulo I Das Medalhas Municipais Secção I Generalidades Artigo 1º - As Medalhas atribuídas pela Câmara Municipal do Funchal são: a) - Medalha de Honra da Cidade; b)

Leia mais

da Avaliação do Desempenho e Alteração do Posicionamento Remuneratório

da Avaliação do Desempenho e Alteração do Posicionamento Remuneratório Regulamento da Avaliação do Desempenho e Alteração do Posicionamento Remuneratório Capítulo I Generalidades Artigo 1.º Objecto O presente regulamento, editado com base nos artigos 74.º-A a 74.º-C do ECDU,

Leia mais

Licenciamento de Exploração de Massas Minerais (Pedreiras)

Licenciamento de Exploração de Massas Minerais (Pedreiras) NORMA DE PROCEDIMENTOS Outubro de 2012 13 / AM Tramitação dos processos de Licenciamento de Exploração de Massas Minerais (Pedreiras) 1. Apresentação 2. Legislação de enquadramento 3. Tramitação dos processos

Leia mais

APROVAÇÕES JUNTA DE FREGUESIA ASSEMBLEIA DE FREGUESIA

APROVAÇÕES JUNTA DE FREGUESIA ASSEMBLEIA DE FREGUESIA L sa Regulamento de Apoio Financeiro ao Movimento Associativo da Freguesia das Alcáçovas APROVAÇÕES JUNTA DE FREGUESIA ASSEMBLEIA DE FREGUESIA Junta de Freguesia das Alcáçovas Abril 2010 INTRODUÇÃO O movimento

Leia mais

REGIME GERAL DAS TAXAS DAS AUTARQUIAS LOCAIS. CAPÍTULO I Princípios gerais

REGIME GERAL DAS TAXAS DAS AUTARQUIAS LOCAIS. CAPÍTULO I Princípios gerais REGIME GERAL DAS TAXAS DAS AUTARQUIAS LOCAIS CAPÍTULO I Princípios gerais Artigo 1.º Âmbito 1 A presente lei regula as relações jurídico-tributárias geradoras da obrigação de pagamento de taxas às autarquias

Leia mais

DECRETO N.º 189/IX DEFINE O REGIME JURÍDICO DA ASSISTÊNCIA NOS LOCAIS DESTINADOS A BANHISTAS. Artigo 1.º Objecto

DECRETO N.º 189/IX DEFINE O REGIME JURÍDICO DA ASSISTÊNCIA NOS LOCAIS DESTINADOS A BANHISTAS. Artigo 1.º Objecto DECRETO N.º 189/IX DEFINE O REGIME JURÍDICO DA ASSISTÊNCIA NOS LOCAIS DESTINADOS A BANHISTAS A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, para valer como

Leia mais

ACUMULAÇÃO DE FUNÇÕES

ACUMULAÇÃO DE FUNÇÕES ACUMULAÇÃO DE FUNÇÕES Ex.mo(a) Senhor(a) Nome n.º, com relação jurídica de emprego público por tempo indeterminado/termo resolutivo desta Câmara Municipal, com a carreira/categoria de e afeto ao setor,

Leia mais

REGULAMENTO AÇÃO SOCIAL ESCOLAR 1º CICLO MANUAIS ESCOLARES

REGULAMENTO AÇÃO SOCIAL ESCOLAR 1º CICLO MANUAIS ESCOLARES REGULAMENTO AÇÃO SOCIAL ESCOLAR 1º CICLO MANUAIS ESCOLARES Divisão de Educação e Promoção Social Ano Letivo 2014/2015 Regulamento Municipal para atribuição de Auxílios Económicos relativos a manuais escolares,

Leia mais

Correspondência entre articulados: CPA'15/CPA'91. Disposições gerais PARTE I. Princípios gerais da atividade administrativa CAPÍTULO II

Correspondência entre articulados: CPA'15/CPA'91. Disposições gerais PARTE I. Princípios gerais da atividade administrativa CAPÍTULO II Disposições gerais PARTE I Disposições preliminares CAPÍTULO I Definições Artigo 1.º Âmbito de aplicação Artigo 2.º Princípios gerais da atividade administrativa CAPÍTULO II Princípio da legalidade Artigo

Leia mais

MUNICÍPIO DE CUBA Câmara Municipal

MUNICÍPIO DE CUBA Câmara Municipal MUNICÍPIO DE CUBA Câmara Municipal CADERNO DE ENCARGOS Cessão da Exploração do Estabelecimento de Bebidas Bar das Piscinas Municipais Descobertas de Cuba I PARTE CLÁUSULAS GERAIS Artº. 1º Âmbito de aplicação

Leia mais

Regulamento do Processo Eleitoral para o Conselho Geral

Regulamento do Processo Eleitoral para o Conselho Geral Regulamento do Processo Eleitoral para o Conselho Geral Artigo 1º Objeto 1. O presente Regulamento aplica-se exclusivamente ao processo eleitoral para os membros do Conselho Geral, de acordo com o regime

Leia mais

Aprovado por Deliberação n.º /2010 ANTEPROJECTO DE LEI SOBRE OS ACTOS PRÓPRIOS DOS ADVOGADOS E SOLICITADORES ASSEMBLEIA NACIONAL. Lei n.

Aprovado por Deliberação n.º /2010 ANTEPROJECTO DE LEI SOBRE OS ACTOS PRÓPRIOS DOS ADVOGADOS E SOLICITADORES ASSEMBLEIA NACIONAL. Lei n. Aprovado por Deliberação n.º /2010 ANTEPROJECTO DE LEI SOBRE OS ACTOS PRÓPRIOS DOS ADVOGADOS E SOLICITADORES ASSEMBLEIA NACIONAL Lei n.º /2010, de de Na sequência da aprovação e entrada em vigor da Lei

Leia mais

Regulamento do Cartão Jovem Municipal Nota justificativa

Regulamento do Cartão Jovem Municipal Nota justificativa Regulamento do Cartão Jovem Municipal Nota justificativa Considerando que o Município do Barreiro tem como princípio o bem-estar, a realização pessoal e a plena participação social dos jovens. Considerando

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DA PÓVOA DE VARZIM PREÂMBULO

CÂMARA MUNICIPAL DA PÓVOA DE VARZIM PREÂMBULO PREÂMBULO O licenciamento da afixação e inscrição de mensagens publicitárias no concelho da Póvoa de Varzim, tem-se regido pelas normas constantes da Lei n.º 97/88, de 17 de Agosto e, no tocante ás taxas

Leia mais

Inscrição em Dívida Ativa da União de Créditos do Simples Nacional

Inscrição em Dívida Ativa da União de Créditos do Simples Nacional Inscrição em Dívida Ativa da União de Créditos do Simples Nacional Inscrição em DAU Fundamento Legal: art. 41, 2º, da LC 123/2006. 2º Os créditos tributários oriundos da aplicação desta Lei Complementar

Leia mais

PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO FINANCEIRA ÀS ENTIDADES SEM FINS LUCRATIVOS PROMOTORAS DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E DE SAÚDE DO CONCELHO DE SINTRA

PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO FINANCEIRA ÀS ENTIDADES SEM FINS LUCRATIVOS PROMOTORAS DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E DE SAÚDE DO CONCELHO DE SINTRA 1/6 PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO FINANCEIRA ÀS ENTIDADES SEM FINS LUCRATIVOS PROMOTORAS DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E DE SAÚDE DO CONCELHO DE SINTRA FORMULÁRIO DE CANDIDATURA (nº SM ) Exmº Sr. Presidente da Câmara

Leia mais

MANUAL DE PESSOAL CAPÍTULO 2: CONSTITUIR COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES CIPA

MANUAL DE PESSOAL CAPÍTULO 2: CONSTITUIR COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES CIPA 1 MÓDULO 20: SEGURANÇA NO TRABALHO CAPÍTULO 2: CONSTITUIR COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES CIPA ANEXOS: 1 Fluxo do Subprocesso Constituir Comissão Interna de Prevenção de Acidentes CIPA 2 Formulário

Leia mais

REGULAMENTO ELEITORAL ELABORADO NOS TERMOS DO ARTIGO 50.º DOS ESTATUTOS. Artigo 1.º (Âmbito)

REGULAMENTO ELEITORAL ELABORADO NOS TERMOS DO ARTIGO 50.º DOS ESTATUTOS. Artigo 1.º (Âmbito) REGULAMENTO ELEITORAL ELABORADO NOS TERMOS DO ARTIGO 50.º DOS ESTATUTOS Artigo 1.º (Âmbito) O presente regulamento contém as normas a que se devem submeter as eleições para os órgãos sociais do Futebol

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DA ASSEMBLEIA DE PARCEIROS DO GRUPO DE ACÇÃO LOCAL CASTELOS DO COA

REGULAMENTO INTERNO DA ASSEMBLEIA DE PARCEIROS DO GRUPO DE ACÇÃO LOCAL CASTELOS DO COA REGULAMENTO INTERNO DA ASSEMBLEIA DE PARCEIROS DO GRUPO DE ACÇÃO LOCAL CASTELOS DO COA PRINCÍPIOS GERAIS O presente regulamento define as normas de funcionamento da Assembleia de Parceiros do Grupo de

Leia mais

Grupos Parlamentares de Amizade

Grupos Parlamentares de Amizade Grupos Parlamentares de Amizade Resolução da Assembleia da República n.º 6/2003, de 24 de janeiro (TP), com as alterações introduzidas pela Resolução da Assembleia da República n.º 26/2010, de 30 de março

Leia mais

Instituto Politécnico de Setúbal. Edital. Abertura de concurso documental para professor coordenador

Instituto Politécnico de Setúbal. Edital. Abertura de concurso documental para professor coordenador Instituto Politécnico de Setúbal Edital Abertura de concurso documental para professor coordenador 1 Nos termos da alínea a) do n.º 1 do artigo 6º do Regulamento de Recrutamento e Contratação do Pessoal

Leia mais

Ministério da Comunicação Social;

Ministério da Comunicação Social; Ministério da Comunicação Social Decreto Executivo N. 75 / 2007 de 2 de Julho Convindo regulamentar o funcionamento do Gabinete de Inspecção do Ministério da Comunicação Social; Nestes termos, ao abrigo

Leia mais

S.R. DA EDUCAÇÃO E CULTURA Portaria n.º 71/2016 de 4 de Julho de 2016

S.R. DA EDUCAÇÃO E CULTURA Portaria n.º 71/2016 de 4 de Julho de 2016 S.R. DA EDUCAÇÃO E CULTURA Portaria n.º 71/2016 de 4 de Julho de 2016 Considerando que o Regime Jurídico de Apoio ao Movimento Associativo Desportivo, aprovado pelo Decreto Legislativo Regional n.º 21/2009/A,

Leia mais

(Texto relevante para efeitos do EEE)

(Texto relevante para efeitos do EEE) 17.6.2016 L 160/23 REGULAMENTO DE EXECUÇÃO (UE) 2016/959 DA COMISSÃO de 17 de maio de 2016 que estabelece normas técnicas de execução para as sondagens de mercado no que se refere aos sistemas e modelos

Leia mais

Regulamento. Modelo de Intervenção Integrada do Concelho de Ourique (MII)

Regulamento. Modelo de Intervenção Integrada do Concelho de Ourique (MII) Regulamento Modelo de Intervenção Integrada do Concelho de Ourique (MII) Regulamento Modelo de Intervenção Integrada Nota justificativa O Modelo de Intervenção Integrada surge no âmbito da Rede Social,

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR EDITAL Nº 1, DE 8 JANEIRO DE 2016

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR EDITAL Nº 1, DE 8 JANEIRO DE 2016 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR EDITAL Nº 1, DE 8 JANEIRO DE 2016 PROGRAMA UNIVERSIDADE PARA TODOS PROUNI PROCESSO SELETIVO - PRIMEIRO SEMESTRE DE 2016 O SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR,

Leia mais

RESOLUÇÃO CRCMG Nº 352, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2013

RESOLUÇÃO CRCMG Nº 352, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2013 RESOLUÇÃO CRCMG Nº 352, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2013 Estabelece o Regulamento dos cursos presenciais e a distância realizados pelo CRCMG. O PLENÁRIO DO CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DE MINAS GERAIS,

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 971, DE 2015 (Do Sr. Alfredo Nascimento)

PROJETO DE LEI N.º 971, DE 2015 (Do Sr. Alfredo Nascimento) *C0052295A* C0052295A CÂMARA DOS DEPUTADOS PROJETO DE LEI N.º 971, DE 2015 (Do Sr. Alfredo Nascimento) Altera a Lei nº 8.078, de 11 de setembro de 1990 (Código de Defesa do Consumidor), para vedar à instituição

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº INSTRUÇÃO Nº CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL

RESOLUÇÃO Nº INSTRUÇÃO Nº CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL RESOLUÇÃO Nº 23.396 INSTRUÇÃO Nº 958-26.2013.6.00.0000 CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL Relator: Ministro Dias Toffoli Interessado: Tribunal Superior Eleitoral Dispõe sobre a apuração de crimes eleitorais.

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 236/IX ENQUADRAMENTO DE PESSOAL DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA RELATIVO À EVENTUALIDADE DE DESEMPREGO. Exposição de motivos

PROJECTO DE LEI N.º 236/IX ENQUADRAMENTO DE PESSOAL DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA RELATIVO À EVENTUALIDADE DE DESEMPREGO. Exposição de motivos PROJECTO DE LEI N.º 236/IX ENQUADRAMENTO DE PESSOAL DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA RELATIVO À EVENTUALIDADE DE DESEMPREGO Exposição de motivos O Tribunal Constitucional (TC), mediante iniciativa do Provedor

Leia mais

CONSELHO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 2, DE 13 DE OUTUBRO DE 2005

CONSELHO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 2, DE 13 DE OUTUBRO DE 2005 CONSELHO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 2, DE 13 DE OUTUBRO DE 2005 O CONSELHO SUPERIOR DA ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO, no uso das competências que lhe conferem os arts. 7º, inciso II, 24 e 25 da Lei Complementar

Leia mais

MUNICÍPIO DE VILA POUCA DE AGUIAR REGULAMENTO DA ESCOLA DE TEATRO TIA MICAS

MUNICÍPIO DE VILA POUCA DE AGUIAR REGULAMENTO DA ESCOLA DE TEATRO TIA MICAS MUNICÍPIO DE VILA POUCA DE AGUIAR REGULAMENTO DA ESCOLA DE TEATRO TIA MICAS REGULAMENTO DA ESCOLA DE TEATRO TIA MICAS PREÂMBULO O desenvolvimento equilibrado e harmonioso da sociedade não dispensa a prática

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 28, DE 08 DE JUNHO DE 2004.

RESOLUÇÃO Nº 28, DE 08 DE JUNHO DE 2004. MINISTÉRIO DA JUSTIÇA COMISSÃO NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA NOS PORTOS, TERMINAIS E VIAS NAVEGÁVEIS - CONPORTOS RESOLUÇÃO Nº 28, DE 08 DE JUNHO DE 2004. Dispõe sobre a concessão de Declaração de Proteção

Leia mais

Regulamento Eleitoral da Associação de Atletismo de Braga

Regulamento Eleitoral da Associação de Atletismo de Braga Regulamento Eleitoral da Associação de Atletismo de Braga Artigo 1º Objeto 1. O presente Regulamento estabelece os princípios reguladores do processo eleitoral da Associação de Atletismo de Braga (adiante

Leia mais

REGULAMENTO ELEITORAL

REGULAMENTO ELEITORAL REGULAMENTO ELEITORAL CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º Âmbito 1. O presente Regulamento contém as normas e procedimentos a que obedecerá o processo eleitoral para a Mesa da Assembleia-Geral, para

Leia mais

*PORTARIA N.º 1.883/2013-TJ, DE 12 DE NOVEMBRO DE 2013

*PORTARIA N.º 1.883/2013-TJ, DE 12 DE NOVEMBRO DE 2013 *PORTARIA N.º 1.883/2013-TJ, DE 12 DE NOVEMBRO DE 2013 Dispõe sobre a emissão da carteira de identidade funcional dos magistrados e servidores e regulamenta a utilização dos crachás de credenciamento de

Leia mais

Viana do Castelo, de março de O Presidente do IPVC. Rui Alberto Martins Teixeira. Página 1 de 8

Viana do Castelo, de março de O Presidente do IPVC. Rui Alberto Martins Teixeira. Página 1 de 8 Despacho IPVC-P /2016 REGULAMENTO DAS PROVAS ESPECIALMENTE ADEQUADAS DESTINADAS A AVALIAR A CAPACIDADE PARA A FREQUÊNCIA DOS CURSOS SUPERIORES DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE VIANA DO CASTELO DOS MAIORES DE

Leia mais

SUPERINTENDÊNCIA DOS SERVIÇOS RODOVIÁRIOS

SUPERINTENDÊNCIA DOS SERVIÇOS RODOVIÁRIOS RESOLUÇÃO Nº 003/2007 DP/SUSER Estabelece e regulamenta o Programa de Estacionamento Especial para pessoas com deficiência e dificuldade de locomoção e dá outras providências O DIRETOR PRESIDENTE DA SUPERINTENDÊNCIA

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO PARA ATRIBUIÇÃO E UTILIZAÇÃO DE TELEMÓVEIS DO MUNICÍPIO DE SALVATERRA DE MAGOS PARA USO OFICIAL

REGULAMENTO INTERNO PARA ATRIBUIÇÃO E UTILIZAÇÃO DE TELEMÓVEIS DO MUNICÍPIO DE SALVATERRA DE MAGOS PARA USO OFICIAL REGULAMENTO INTERNO PARA ATRIBUIÇÃO E UTILIZAÇÃO DE TELEMÓVEIS DO MUNICÍPIO DE SALVATERRA DE MAGOS PARA USO OFICIAL Preâmbulo Considerando que a utilização de telemóveis pelos responsáveis e serviços da

Leia mais

Legislação. Publicação: Diário da República n.º 90/2016, 1º Suplemento, Série II de , páginas (2) a (5)

Legislação. Publicação: Diário da República n.º 90/2016, 1º Suplemento, Série II de , páginas (2) a (5) Classificação: 060.01.01 Segurança: Pública Processo: Direção de Serviços de Comunicação e Apoio ao Contribuinte Legislação Diploma - Despacho n.º 6201-A/2016, de 10 de maio Estado: vigente Resumo: Despacho

Leia mais

NORMA DE PROCEDIMENTOS N.ºN.º/MÊS/08

NORMA DE PROCEDIMENTOS N.ºN.º/MÊS/08 NORMA DE PROCEDIMENTOS N.ºN.º/MÊS/08 AM/09 FEVEREIRO/2009 TRAMITAÇÃO DOS PROCESSOS DE PARECER SOBRE A EMISSÃO DE COMPOSTOS ORGÂNICOS VOLÁTEIS (COV) ÍNDICE: 1. APRESENTAÇÃO 2. LEGISLAÇÃO DE ENQUADRAMENTO

Leia mais

ALIENAÇÃO DE EDIFICIOS DAS ESCOLAS DO 1.º CICLO DESACTIVADAS CONDIÇÕES DE VENDA

ALIENAÇÃO DE EDIFICIOS DAS ESCOLAS DO 1.º CICLO DESACTIVADAS CONDIÇÕES DE VENDA ALIENAÇÃO DE EDIFICIOS DAS ESCOLAS DO 1.º CICLO DESACTIVADAS CONDIÇÕES DE VENDA 1 Objecto É objecto do presente procedimento a alienação de edifícios das escolas do 1.º ciclo desactivadas, no estado em

Leia mais

Planejamento de aquisição de bens e serviços na Administração Pública. Magno Subtil

Planejamento de aquisição de bens e serviços na Administração Pública. Magno Subtil Planejamento de aquisição de bens e serviços na Administração Pública Magno Subtil Registro de Preços Decreto Estadual 7.437/2011 Sistema de Registro de Preços é o conjunto de procedimentos para registro

Leia mais

REGULAMENTO ELEITORAL

REGULAMENTO ELEITORAL REGULAMENTO ELEITORAL Aprovado em Assembleia Geral Extraordinária 13 Setembro de 2014 Regulamento Eleitoral Página 1 de 8 Artigo 1º Objeto 1º O presente regulamento estabelece os princípios reguladores

Leia mais

Regulamento das Bolsas de Mérito Desportivo da Universidade de Aveiro

Regulamento das Bolsas de Mérito Desportivo da Universidade de Aveiro Projeto de Regulamento das Bolsas de Mérito Desportivo da Universidade de Aveiro A prática desportiva assume, hoje em dia, um importante papel na formação do caráter e na transmissão de princípios salutares,

Leia mais

DOCUMENTO DE CONSULTA PÚBLICA DA CMVM N.º 5/2016. Projeto de Regulamento relativo aos Deveres de reporte dos Peritos Avaliadores de Imóveis

DOCUMENTO DE CONSULTA PÚBLICA DA CMVM N.º 5/2016. Projeto de Regulamento relativo aos Deveres de reporte dos Peritos Avaliadores de Imóveis DOCUMENTO DE CONSULTA PÚBLICA DA CMVM N.º 5/2016 Projeto de Regulamento relativo aos Deveres de reporte dos Peritos Avaliadores de Imóveis ÍNDICE I. ENQUADRAMENTO... 2 1. Âmbito do projeto... 2 1.1. Introdução...

Leia mais

REGULAMENTOS ESPECÍFICOS

REGULAMENTOS ESPECÍFICOS Programa Operacional Factores de Competitividade Deliberações CMC POFC: 16/07/2008 Assistência Técnica do POFC Entrada em vigor DA ÚLTIMA ALTERAÇÃO em 17/07/2008 Artigo 1.º Objecto O presente regulamento

Leia mais

RESOLUÇÃO N Parágrafo 2º São de responsabilidade da diretoria da instituição:

RESOLUÇÃO N Parágrafo 2º São de responsabilidade da diretoria da instituição: RESOLUÇÃO N 2554 Dispõe sobre a implantação e implemenação de sistema de controles internos. O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na forma do art. 9º da Lei nº 4.595, de 31.12.64, torna público que o CONSELHO MONETÁRIO

Leia mais

RESOLUÇÃO 11 / FASE-RS / 07-DG

RESOLUÇÃO 11 / FASE-RS / 07-DG RESOLUÇÃO 11 / FASE-RS / 07-DG Determina normas para a realização de atividades acadêmicas e de pesquisas na FASE-RS. A DIREÇÃO GERAL DA FUNDAÇÃO DE ATENDIMENTO SÓCIO- EDUCATIVO DO RIO GRANDE DO RIO GRANDE

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO ESTADO DE PERNAMBUCO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gabinete da Presidência INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 27, DE 28 DE OUTUBRO DE 2010.

PODER JUDICIÁRIO ESTADO DE PERNAMBUCO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gabinete da Presidência INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 27, DE 28 DE OUTUBRO DE 2010. PODER JUDICIÁRIO ESTADO DE PERNAMBUCO TRIBUNAL DE JUSTIÇA Gabinete da Presidência INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 27, DE 28 DE OUTUBRO DE 2010. EMENTA: Regulamenta a concessão e o pagamento de auxílio funeral no

Leia mais

Disposições gerais. Artigo 2. Definições. Para efeitos do presente diploma entende-se por:

Disposições gerais. Artigo 2. Definições. Para efeitos do presente diploma entende-se por: Regulamento para Inspecção de Ascensores, Monta-Cargas, Escadas Mecânicas e Tapetes Rolantes O Decreto-Lei n.º 320/2002, de 28 de Dezembro, na esteira do estabelecido na alínea a) do n.º 2 do artigo 17.º

Leia mais

Instituto Politécnico de Setúbal. Edital. Abertura de concurso documental para professor coordenador

Instituto Politécnico de Setúbal. Edital. Abertura de concurso documental para professor coordenador Instituto Politécnico de Setúbal Edital Abertura de concurso documental para professor coordenador 1 Nos termos da alínea a) do n.º 1 do artigo 6º do Regulamento de Recrutamento e Contratação do Pessoal

Leia mais

Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União PARECER. Recurso contra decisão denegatória ao pedido de acesso à informação. Sem restrição.

Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União PARECER. Recurso contra decisão denegatória ao pedido de acesso à informação. Sem restrição. Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União PARECER Referência: 53850.003281/2013-31 Assunto: Restrição de acesso: Recurso contra decisão denegatória ao pedido de acesso à informação. Sem restrição.

Leia mais

REGIMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE VILA FLOR

REGIMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE VILA FLOR REGIMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE VILA FLOR PREÂMBULO A Lei n.º 75/2013, de 12 de Setembro, diploma que estabelece, entre outros, o regime jurídico das autarquias locais, veio atribuir, no

Leia mais

CÓDIGO DE PROCESSO DO TRABALHO

CÓDIGO DE PROCESSO DO TRABALHO CÓDIGO DE PROCESSO DO TRABALHO 1 POR UM NOVO SISTEMA JUDICIÁRIO NO SÉCULO XXI Oradores: www.crjd-angola.com CRJDANGOLA Dra. Florbela Rocha Araújo Dr. Osvaldo Estevão Luacuti Dr. Pedro Joaquim Gola CÓDIGO

Leia mais

A necessidade de normatizar a emissão da NFS-e para os estacionamentos de veículos; DETERMINA:

A necessidade de normatizar a emissão da NFS-e para os estacionamentos de veículos; DETERMINA: Instrução de Serviço GETM nº 002, de 17 de agosto de 2012. Estabelece regime especial para a emissão de Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e) destinada a acobertar os serviços prestados por estacionamentos

Leia mais

Texto compilado Institui o Comitê Gestor e o Grupo Executivo do Programa Mais Médicos e dá outras providências.

Texto compilado Institui o Comitê Gestor e o Grupo Executivo do Programa Mais Médicos e dá outras providências. Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 8.040, DE 8 DE JULHO DE 2013 Texto compilado Institui o Comitê Gestor e o Grupo Executivo do Programa Mais Médicos e dá

Leia mais

INSTRUTIVO N.º 05/2012 de 30 de Agosto

INSTRUTIVO N.º 05/2012 de 30 de Agosto INSTRUTIVO N.º 05/2012 de 30 de Agosto ASSUNTO:CHEQUE NORMALIZADO -PRODUÇÃO, PERSONALIZAÇÃO, TRANSPORTE, ARMAZENAMENTO E CONTROLO DE QUALIDADE Considerando a necessidade de se assegurar a qualidade dos

Leia mais