COMPRA. Relatório de Acompanhamento Porto Seguro S.A. A história da Porto Seguro tem como marco inicial a comercialização de seguros por

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1 COMPRA Código em Bolsa PSSA3 Setor de Atuação Seguros Categoria 1 Linha Cotação Atual R$ 22,5 Preço Alvo R$ 32,7 Potencial de Valorização 42,52% Preço / Lucro (11E) 13,28 Preço / Vendas (11E),76 Preço / VPA (Atual) 163,87% Pay Out (11E) 25,% Dividend Yield (11E) 1,88% Resultado Líq (21) mil R$ Faturamento (21) mil R$ Valor de Mercado (mil) R$ Número de Ações (mil) Free Float (Atual) 3,12% Valorização Ibovespa (211) -14,58% Valorização Ação (211) -18,15% Valorização Ação (52 sem) 16,6% Cotação Min/Max (52 sem) R$ 19,28 / R$ 29, A Companhia 21/7/211 A história da Porto Seguro tem como marco inicial a comercialização de seguros por sua subsidiária Porto Seguro Companhia de Seguros Gerais, na Cidade de São Paulo, em No entanto, sua constituição efetiva como sociedade holding data de Setembro de Atualmente, a Companhia oferece, por intermédio de suas subsidiárias diretas e indiretas uma ampla gama de produtos de seguro, incluindo seguro de automóvel, saúde, patrimoniais e de acidentes pessoais, de vida (incluindo previdência) e seguros de transportes. Além disso, a empresa oferece uma grande variedade de serviços, como proteção e monitoramento eletrônico, serviços de saúde e, ainda, produtos financeiros, tais como consórcios, financiamentos e investimentos. Em relação aos seus produtos e serviços, a Porto Seguro possui cinco segmentos principais: Seguro de Automóvel, Seguro Saúde, Seguros Patrimoniais, Seguro de Vida e Planos de Previdência. No primeiro deles, a Porto Seguro é a líder no Estado de São Paulo e no Brasil, com uma participação de mercado de 32,4% e 2,%, respectivamente, e uma carteira de aproximadamente 2,1 milhões de clientes (28). Este segmento respondeu por 67,11% da receita líquida da Companhia em 21. No segmento Saúde, a Companhia atua desde 1992, com participação principal no estado de São Paulo. Este produto é destinado à empregadores de pequeno, médio e grande porte, como parte de seus planos de benefícios para funcionários. Anteriormente, a Porto Seguro Saúde oferecia seguro saúde a pessoas físicas, mas descontinuou tal prática em agosto de 21, e vendeu a carteira remanescente em dezembro de 26. A empresa detinha, em 28, 484 mil segurados, frente 393 mil, em 27. Assim, a participação desta área na receita líquida em 21 foi de 9,17%. A divisão Seguros Patrimoniais inclui produtos de seguro residencial e comercial de propriedade e de riscos diversos, seguro de edifícios e seguros de fiança de aluguel. Tais produtos responderam por 5,94% do total da receita auferida pela Companhia em 21, sendo que o seguro de condominio representou 8,2% dos prêmios da carteira de seguros patrimoniais, o seguro empresarial representou com 54,4%, o residencial 28,2% e outros seguros patrimoniais 9,2%. Finalmente, no segmento de Planos de Previdência, a Companhia tem visto um aumento considerável do número de usuários desde a implementação do Plano Real, em Neste, a Porto Seguro acredita que estabilidade da inflação, combinada com percepção quanto à fragilidade do sistema previdenciário público, sugere que o setor de planos de previdência continuará a experimentar crescimento acentuado por mais algum tempo. Renato Campos (CNPI-P)

2 Seguradoras O Setor de seguros e previdência complementar compreende ao conjunto de instituições que assume a administração de determinados riscos em troca de um prêmio de seguro, além dos agentes que comercializam estes produtos (corretoras) e entidades que garantem uma renda à um beneficiário (previdência privada). A regulamentação deste setor é abrangente e envolve o CNSP (Conselho Nacional de Seguros Privados) e a SUSPEP (Superintendência de Seguros Privados). O CNSP é composto por membros indicados por diversos órgãos públicos, tem poderes regulatórios para estabelecer políticas gerais de seguros e resseguros e regula a criação, organização, funcionamento e inspeção das seguradoras e dos corretores de seguros. Além destes, o CMN é o responsável por determinar as diretrizes para o investimento das provisões técnicas das companhias de seguro e das entidades de previdência complementar. Diante da necessidade de provisionar recursos, as seguradoras são grandes investidoras do mercado financeiro brasileiro. Desde 1994, com a implementação do Plano Real, a indústria brasileira de seguros vem sofrendo mudanças significativas e apresentando altas taxas de crescimento. Desde 24, por exemplo, o setor de seguros tem apresentado um ritmo de expansão superior a 12,% (ano contra ano), segundo dados divulgados pela SESP. No entanto, mesmo com este avanço, a participação deste setor na economia (3,1% do PIB, em 29) continua baixa, quando comparada à de outros países (7,5% foi a média mundial, em 27, segundo informações no site da SulAmérica). Em relação às apólices de seguros que mais contribuíram para a indústria no Brasil, de acordo com dados da SUSEP de 29, destacam-se: se: seguros de automóveis, com 28,5% de participação de mercado; outros ramos elementares, com 25,7% de participação; saúde, com 23,1%; e vida, com 22,7% (incluindo tanto apólices de seguros de vida quanto de acidentes pessoais, e excluindo o VGBL). Já no que tange os mercados com maior participação de prêmios de seguros no Brasil, 65,9% do total está concentrado na Região Sudeste, segundo dados da SUSEP de 29. Nesta região, o estado de São Paulo responde por 47,1% do total, o Rio de Janeiro contribuiu com 1,4% e Minas Gerais com 7,3%. Dos demais Estados e Regiões, o destaque fica por conta do Rio Grande do Sul, que responde por 7,1% do total de prêmios gerados no País. Uma característica marcante do setor de seguros brasileiro é sua alta fragmentação, com a presença de aproximadamente 132 seguradoras ou grupos de seguros de diversos tamanhos. Por outro lado, os 1 maiores grupos de seguros concentraram 75,% do mercado, segundo dados da SUSEP de 28. Dentre estes grupos, cinco seguradoras possuem juntas 62,5% de participação de mercado. Dentre estas, destacam-se: Bradesco (com 19,8% de participação pação de mercado), Sul América (com 14,8% de participação) Itaú Unibanco (com 12,4%), Porto Seguro (com 8,6%) e Mapfre (com 6,7%). Em relação às oportunidades do setor, pode-se destacar inicialmente o grande potencial de crescimento de seguros no Brasil no Longo Prazo, haja vista sua baixa participação na economia. Outro ponto positivo é a baixa inserção deste na maior parte do território nacional. Enquanto o Estado de São Paulo e a Região Sudeste concentram a maior parte de prêmios de seguros, grande parte do País está carente por este tipo de produto. Por fim, vale mencionar as diversas modalidades de seguros, que são pouco adotadas no País por falta de uma cultura voltada à gestão de riscos. Por outro lado, no que tange as ameaças, vale mencionar a grande competitividade entre as empresas. Assim, embora seguradoras nacionais subscrevam a maior parte dos riscos, a competição de companhias locais ou regionais em diversos mercados é intensa, seja por conta de suas diferentes estruturas de custos ou porque tais seguradoras se especializam em oferecer cobertura a grupos de risco específicos. Ainda, cabe salientar que o setor possui um risco intrínseco relacionado à dificuldade de avaliar perdas potenciais, ou seja, caso os sinistros excedam as expectativas, há uma elevação nas provisões técnicas. 2

3 Desempenho Recente Para analisar o desempenho recente da empresa tomamos como base os últimos demonstrativos publicados, tanto em base trimestral, quanto em valores acumulados, e avaliamos tanto a evolução das margens de lucratividade, quanto à variação dos principais números da companhia RÚBRICA Receita Líquida (R$) Resultado Bruto (R$) Resultado EBITDA (R$) Result Financeiro (R$) Resultado Líquido (R$) 1T11 % RL 1T ,% ,81% ,91% ,65% ,64% % RL Variação 1,% 12,43% 22,53% 13,81% 2,21% 48,2% 9,76% 11,22% 6,33% 17,91% Para efeito de projeção e uma melhor base comparativa, tanto em termos históricos, quanto em relação a outras companhias, partimos dos números apresentados à CVM e ajustamos o plano de contas da Porto Seguro de acordo com o das demais empresa do setor. Assim, a Receita Líquida atingiu R$ 2,2 bilhões no 1T11, com avanço de 12,43% em relação aos R$ 1,9 bilhão obtido no 1T1. Sobre estes números, cabe destacar que os prêmios de seguros auferidos totalizaram R$ 2, bilhões, com um aumento de 11,8% sobre o montante de R$ 1,8 bilhão em 21, desconsiderando os planos VGBL. A despeito dos segmentos que mais contribuíram para o avanço da Receita, na divisão Seguro Automóvel, a Porto Seguro apresentou um acréscimo de 8,1%, a Azul Seguro se expandiu 28,2%,, e a Itaú Auto e Residência (que faz parte do grupo Porto Seguro) cresceu,6% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. Já no segmento Seguro Saúde, o crescimento foi de 25,9%. Na divisão de Pessoas, por sua vez, o aumento foi de 11,5%, decorrente da expansão de 12,7% na quantidade de vidas seguradas, parcialmente compensado pela redução de 4,3% no prêmio médio. Nas Receitas de Contribuições e Prêmios de VGBL, o aumento foi de 19,7%,, que decorreu do avanço de 24,6% na Receita Total Média. Assim, a quantidade de participantes de Previdência (exceto Vida Prêmio) passou para 14,2 mil em 211, com aumento de 7,7% em relação aos 13,2 mil em 21. A Receita de Prestação de Serviços avançou 16,8% em relação aos R$ 13,1 milhões em 21, decorrente do aumento do número de clientes de 8,% passando para 28,2 mil em 211. A Receita de Administração de Consórcios cresceu 14,8%, em relação aos R$ 3,5 milhões em 21. Por fim, as receitas com Operações de Crédito avançaram 14,5%. O Lucro Bruto somou de Janeiro a Março de 211 R$ 492,94 milhões, contra R$ 433,12 milhões verificados no mesmo período de 21. Desta maneira, a margem bruta apresentou acréscimo de,28 pontos percentuais, passando de 22,53% no 1T1 para 22,81% no 1T11. O EBITDA somou ao final do 1T11 R$ 63, milhões, tendo um avanço de 48,2% na comparação com primeiro trimestre de 21. Diante disso, a margem EBITDA aumentou,7 pontos percentuais, passando de 2,21% no 1T1 para 2,91% no 1T11. Apesar do avanço e da melhora na margem EBTIDA, as despesas administrativas totalizaram, em 211, R$ 428,2 milhões, com aumento de R$ 78,8 milhões ou 22,6% sobre o montante de R$ 349,4 milhões em 21. Não obstante, as despesas com tributos totalizaram, em 211, R$ 65,3 milhões, com aumento de R$ 18, milhões ou 38,1% sobre o montante de R$ 47,3 milhões em 21. O Resultado Financeiro da Companhia atingiu um ganho líquido de R$ 28,6 milhões no 1T11, contra R$ 187,6 milhões no 1T1. Com isso, o aumento foi de 11,22%, mas este resultado passou a representar 9,65% da Receita Líquida, ante 9,76% do mesmo período do ano anterior. O Lucro Líquido da empresa totalizou R$ 143,5 milhões no 1T11, ante R$ 121,7 milhões obtidos no 1T1. Assim, a margem líquida apresentou aumento de,31 pontos percentuais, passando de 6,33% no 1T1 para 6,64% no 1T11. 3

4 Indicadores Além da evolução dos resultados, analisamos alguns dos indicadores econômico-financeiros da Companhia, tanto em termos históricos, quanto em valores projetados. Para tanto, tomamos como base os três últimos anos e projetamos os próximos dois, considerando indicadores de rentabilidade, de crescimento, de liquidez e de endividamento. INDICADORES Retorno Patrimonial (%) Crescimento Receita (%) Liquidez Corrente (x) Alavancagem Financeira (x) ,8% 1,5% 14,2% 18,51% 2,51% 34,17% 1,17 1,32 1,24 3,94 3,68 3,33 211E 212E 11,55% 13,82% 15,18% 13,% 1,38 1,45 3,46 3,61 OBS: Retorno Patrimonial Indica a rentabilidade do capital do acionista, através da relação entre lucro e patrimônio líquido. OBS: Crescimento da Receita Bruta Indica a evolução da vendas da empresa e reflete o crescimento como um todo. OBS: Liquidez Corrente Mede a capacidade da empresa de atender suas obrigações a curto prazo, relacionando ativo e passivo circulante. OBS: Ativo Total sobre Patrimônio Líquido Avalia a alavancagem financeira da empresa, relacionando recursos próprios e totais. A análise dos indicadores econômico-financeiros da Porto Seguro retrata tanto a solidez da Companhia quanto a sustentabilidade de seu crescimento. Assim, o Retorno Patrimonial, após sofrer uma retração inicial, saindo de 14,8%, para 1,5%,, voltou a melhorar em 21, alcançando 14,2%. Para os próximos dois anos, esperamos uma nova redução, seguida de outra retomada, com um ROE de 11,55% e 13,82%, respectivamente. Em relação ao Crescimento da Receita, a Companhia tem apresentado números surpreendentes, com avanço superior a dois dígitos em todos os casos analisados. Assim, em 28, a expansão foi de 18,51%, seguida de 2,51% e 34,17%. Para os próximos dois anos, trabalhamos com avanço de 15,18% e 13,%, respectivamente. Sobre a Liquidez Corrente, com exceção de 21, houve melhora em todo o período. Assim, a LC saiu de 1,17 em 28, alcançou 1,32 em 29, 1,24 em 21 e deverá atingir, segundo nossas projeções, 1,38 e 1,45 em 211 e 212, respectivamente. Por fim, a Alavancagem Financeira tem se comportado de maneira semelhante, saindo de 3,94 em 28 para 3,68 em 29 e 3,33 em 21. Para 211 e 212, a relação entre capital próprio e capital total deverá ficar em 3,46 e 3,61, respectivamente. 4

5 Perspectivas PROJEÇÕES 211 (R$ Mil) Receita de Vendas Resultado Líquido Resultado EBITDA Aplicação Líquida Fluxo de Caixa Livre Dívida Líquida / EBITDA - Retorno Patrimonial (%) 11,55% Preço / Valor Patrim (%) 153,34% Preço / Lucro (anos) 13,28 PROJEÇÕES 212 (R$ Mil) Receita de Vendas Resultado Líquido Resultado EBITDA Aplicação Líquida Fluxo de Caixa Livre (88.965) Dívida Líquida / EBITDA - Retorno Patrimonial (%) 13,82% Preço / Valor Patrim (%) 137,45% Preço / Lucro (anos) 9,95 PROJEÇÕES 213 (R$ Mil) Receita de Vendas Resultado Líquido Resultado EBITDA Aplicação Líquida Fluxo de Caixa Livre Dívida Líquida / EBITDA - Retorno Patrimonial (%) 13,3% Preço / Valor Patrim (%) 124,64% Preço / Lucro (anos) 9,37 Desde a implementação do Plano Real, que proporcionou uma maior estabilidade monetária e controle inflacionário, o setor de seguros passou a apresentar taxas de crescimento muito superiores aos da economia. A título de exemplo, de 24 à 21, o ritmo de expansão da indústria de seguros se manteve acima de 12,% ao ano, enquanto a economia se expandiu em média 4,55%. Diante disso, este setor aumentou consideravelmente sua participação na economia e hoje responde por aproximadamente 3,1% do PIB. Para 211, segundo projeção da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais (CNSeg), a expectativa para o setor é de um avanço de 12,%, enquanto dados do Banco Central apontam para uma alta de apenas 4,% do PIB. Apesar do forte ritmo de expansão, o mercado brasileiro de seguros ainda é pouco explorado em comparação com outros países. Assim, o Índice de Penetração de Prêmios de Seguro em relação ao PIB em países como Taiwan, Holanda e Reino Unido alcança 16,8%, 13,6% e 12,9%, respectivamente. Mesmo em países com características mais próximas a realidade brasileira, como Índia, Chile e China, estes valores são de 5,2%, 3,9% e 3,4%, respectivamente, o que retrata o potencial de crescimento da indústria seguradora no País. Em 21, a indústria de seguros se beneficiou da expansão econômica, da maior disponibilidade de crédito e do crescimento ento do número de empregos. Assim, segundo a Superintendência de Seguros Privados, o nível de atividade se manteve aquecido, com um total de R$ 99,4 bilhões em prêmios emitidos pelas seguradoras, ou avanço de 16,6% em relação ao ano anterior, não incluindo o seguro saúde. A despeito dos segmentos com maiores ritmos de expansão, Automóvel, que representa 22,3% dos prêmios auferidos do setor, se expandiu 15,5% em 21. Já Pessoas (seguros de vida excluindo o VGBL), que responde por 17,4% do total, avançou 14,6%. O segmento Patrimonial, por sua vez, com 8,7% de participação no setor, apresentou aumento de 2,%. O setor de previdência complementar cresceu a uma taxa de 24,2% e, finalmente, VGBL (vida gerador de benefícios livres) avançou 21,9% em relação a 29. No que tange a Porto Seguro, a Companhia pretende continuar a expandir o seguro de automóvel, o qual detém liderança, para os principais mercados do País, com destaque para o Rio de Janeiro e São Paulo. Outra estratégia é a diversificação do mix total de produtos, com aumento da venda cruzada. Em especial, seguro saúde, seguro de vida e planos de previdência, que têm sido as linhas de maior crescimento no mercado brasileiro de seguros. Ainda, a Companhia acredita que os negócios de administração de consórcios, de recursos e de crédito, e financiamento, por meio de financeiras, são complementares ao seu negócio principal e também oferecem boas oportunidades de crescimento. Além de crescimento, a Porto Seguro pretende priorizar a geração de lucros, em detrimento ao aumento do volume de prêmios ou à participação de mercado. Neste sentido, a Companhia planeja aumentar os investimentos em melhores processos de seleção de riscos e precificação. Para sustentar seus resultados e crescimento futuro, a Porto Seguro conta com uma marca amplamente reconhecida no mercado brasileiro de seguros; com o uso ativo de seu amplo banco de dados de clientes e sinistros; uma ampla gama de produtos e serviços; um forte relacionamento com corretores; e uma administração experiente e de alta qualidade. 5

6 Premissas Para encontrarmos o valor econômico da Companhia, utilizamos o método do fluxo de caixa descontado, que exige a projeção dos resultados anuais para os próximos dez anos. Assim, para os primeiros cinco anos estimamos: FUXO DE CAIXA LIVRE DO ACIONISTA (=) Resultado dos Controladores (+) Depreciação e Amortização (=) Incremento de Caixa Operacional (-) Invest. em Capital Permanente ( ) (24.226) ( ) (24.232) ( ) ( ) (+/-) Alteração do Capital de Giro ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) (+/-) Alteração do Cap de Longo Prazo (19.141) (+/-) Alt. de Dívidas e Financiamentos (+/-) Alt. de Aplicações Financeiras (=) Fluxo de Caixa Livre do Acionista (88.965) Os componentes do fluxo de caixa livre foram projetados segundo a evolução histórica da empresa, perspectivas macro-econômicas, setoriais e projetos, bem como estratégias, adotados e/ou anunciados. Além disso, consideramos as seguintes premissas: Primeiramente, a despeito do crescimento da Receita Líquida, nos baseamos nos resultados reportados até o momento e no nível de atividade da economia. Assim, trabalhamos com um crescimento de 15,18% de Receita em relação à 21. Já para o período entre 211 e 215, esperamos um avanço de 1,1% ao ano, o que se aproxima mais do crescimento histórico e setorial, mas que ainda deve se manter acima do crescimento econômico. Finalmente, para os últimos cinco anos de projeção, trabalhamos com um aumento anual de 6,4%, quando acreditamos que o setor de seguros alcance uma participação no PIB próxima à de países comparáveis ao Brasil; A despeito do Lucro EBITDA, projetamos uma Margem de 3,96% para 211, o que é inferior ao último ano, que foi de 4,2%. Posteriormente, esperamos uma melhora do desempenho operacional da Companhia e uma retomada de níveis de rentabilidade alcançados em anos anteriores. Assim, estimamos uma relação entre EBITDA e Receita Líquida de 6,6%, entre 212 e 215, e 6,11%, entre 216 e 22; Sobre os investimentos futuros, vale destacar que Seguradoras, assim como as demais instituições financeiras, são caracterizadas por um baixo índice de imobilização e uma grande utilização de capital de giro. Diante disso, e dada a falta de um orçamento de capital aberto ao público, utilizamos um plano de investimentos em capital permanente próximo às taxas de depreciação e uma alteração de capital de giro alinhada com o nível de atividade. Portanto, consideramos um investimento médio em expansão (líquido de depreciação) em relação à Receita Líquida de 14,7%, de 211 à 215, e de 5,76%, de 216 à 22; Por fim, sobre o Imposto de Renda e Contribuição Social, adotamos a alíquota nominal de 4,% (considerando 25,% de Imposto de Renda e 15,% da Contribuição Social) para todo o período de projeção. Além das premissas mencionadas, utilizamos uma taxa de desconto de 9,5% para os primeiros dez anos e 1,4% para a perpetuidade, de acordo com a participação de capital próprio e de terceiros sobre a estrutura de capital da empresa. Por fim, adotamos uma taxa de crescimento perpétuo de 4,% ao ano, refletindo nossa expectativa de expansão para a economia. 6

7 Preço Alvo A partir da evolução de seus resultados e de suas perspectivas futuras, obtivemos o preço-alvo de R$ 32,7, por ação da, o que representa um potencial de valorização de 42,52% em relação ao preço de fechamento do dia 18/7/211, que foi de R$ 22,5. Este potencial de valorização se encontra abaixo da amostra da Técnica, que está em 64,61% e, em função disso, acreditamos que o desempenho das ações da Companhia seja inferior à média do mercado. PERÍODO FCLA 211 (mil) FCLA 212 (mil) FCLA 213 (mil) FCLA 214 (mil) FCLA 215 (mil) FCLA 216 (mil) FCLA 217 (mil) FCLA 218 (mil) FCLA 219 (mil) FCLA 22 (mil) (+) Soma Fluxos (mil) (+) Perpetuidade (mil) (+) Disponibilidade (mil) (+) Outros Ativos (mil) (-) Financiamentos (mil) (+/-) Ajustes Finais (mil) Valor Econômico (mil) VALOR PRESENTE (R$) PREMISSAS Taxa livre de risco (81.58) Taxa de Mercado Risco País BR Beta Histórico ( ) Custo Cap Próprio Custo Cap Terceiros WACC (1 anos) WACC (Perpet) Valor de Mercado (mil) VALORES 3,36% 8,3% 1,74%,8 9,5% 9,5% 9,5% 1,4% Número de Ações (mil) Potencial de Valorização 42,52% Preço Alvo 32,7 Cotação Atual 22,5 Diante do exposto, e mesmo considerando que o potencial de valorização da Porto Seguro está inferior à nossa amostra, recomendamos a COMPRA para suas ações (PSSA3). A despeito desta recomendação, vale destacar o sólido crescimento dos últimos anos, a estrutura de capital, que ainda possui espaço para sustentar um forte avanço, e a associação estratégica com o Itaú Unibanco. Outro ponto positivo é a baixa penetração de prêmios de seguros em relação à economia, que abre espaço para sustentar o crescimento do setor. Ressalta-se, ainda, a grande fragmentação de mercado, que conta com mais de 132 seguradoras, com forte presença local, e abre espaço para fusões e aquisições e, possivelmente, consolidação de grandes grupos seguradores. Mesmo com todas as oportunidades mencionadas, vemos certos riscos relacionados ao investimento. Dentre estes, a Porto Seguro, como qualquer outra seguradora, apresenta baixas margens operacionais, as quais poderão comprometer a Companhia, caso os sinistros excedam as expectativas. Não obstante, há uma falta de cultura voltada ao gerenciamento de riscos no Brasil, o que aumenta a concentração de prêmios em modalidades mais tradicionais, como o seguro de automóveis e de saúde. Por último, no que tange os múltiplos de mercado, a relação entre a atual cotação das ações e o lucro projetado para 211 e 212 está em 13,28 e 9,95 anos, respectivamente. Apesar de superior ao P/L de 21, que encerrou o ano em 1,41, estes números estão em tendência descendentes e deverão manter-se assim ao longo dos próximos anos. Nesta linha, a relação entre a atual cotação e o valor patrimonial por ação para 211 e 212 está em 153,45% e 137,45%,, respectivamente, e além de atrativa, também mostra uma tendência descendentes. 7

8 Análise Gráfica Projeção para 31/12/211 Cotação em 18/7/211 Potencial de Valorização Suporte Imediato (SU) Resistência Imediata (RE) Objetivo de Alta (OA) Objetivo de Baixa (OB) Tendência de Curto Prazo Tendência de Médio Prazo Tendência de Longo Prazo 16,84 22,5-25,15% 22,1 23,72 25,26 21,17 Alta Baixa Baixa Após forte queda em 28, atingindo seu menor valor no suporte de R$ 8,68 (Out/8), as Ações da Porto Seguro mostraram forte recuperação, até atingir o topo em R$ 29, (Abr/11). Porém, neste momento, os papéis operam em tendência de baixa. A Ação poderá manter este movimento caso ocorra o rompimento do suporte, em R$ 22,1. Caso contrário, o rompimento da resistência, em R$ 23,72, inverterá esta tendência. No curto prazo, os próximos níveis de força se encontram em R$ 22,31 (suporte imediato) e R$ 23,68 (resistência imediata). 8

9 Projeções Fluxo de Caixa Livre da Empresa (R$ mil) FUXO DE CAIXA LIVRE DO ACIONISTA (=) Resultado dos Controladores (+) Depreciação e Amortização (=) Incremento de Caixa Operacional (-) Invest. em Capital Permanente ( ) (24.226) ( ) (24.232) ( ) ( ) (+/-) Alteração do Capital de Giro ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) (+/-) Alteração do Cap de Longo Prazo (19.141) (+/-) Alt. de Dívidas e Financiamentos (+/-) Alt. de Aplicações Financeiras (=) Fluxo de Caixa Livre do Acionista (88.965) Demonstração de Resultados dos Exercícios (R$ mil) DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO (+) Receita de Venda (-) Custo dos Produtos Vendidos ( ) ( ) ( ) ( ) (=) Resultado Bruto (-) Despesas Comerciais (-) Despesas Administrativas ( ) ( ) ( ) ( ) (-) Perda Pela Não Recup de Ativos (+) Outras Receitas Operacionais (-) Outras Despesas Operacionais (=) Resultado da Atividade (+) Equivalência Patrimonial (=) Resultado EBIT (+) Depreciação e Amortização (=) Resultado EBITDA (+) Receita Financeira (-) Despesa Financeira (=) Resultado Financeiro (=) Resultado Antes dos Tributos (-) Imposto Corrente (+/-) Imposto Diferido (=) Res Líq Operações Continuadas (+/-) Res Líq de Operações Descont (=) Res Consolidado do Período (-) Res Atribuído a Minoritários (=) Res Atribuido a Controladores (-) Proventos Distribuídos (=) Resultado Retido ( ) (386.48) (276) ( ) ( ) (85.788) ( ) (162) (138.81) (19.196) (289.8) (494.22) (217) ( ) (12.116) (481.9) ( ) (23) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) (693.98) ( ) ( ) (62.417) (247) (272) (253.27) ( )

10 ANALISTA Renato Assunção Campos CNPI-P Técnica Assessoria de Mercado de Capitais e Empresarial Largo da Misericórdia, 23 7º andar Cjs 715 a 717 Fones (11) / CEP: São Paulo -SP / DISCLAIMER Para os fins dispostos na Instrução CVM nº 483 de 6/7/21, o analista de investimentos envolvido na elaboração deste Relatório declara que as recomendações contidas neste refletem exclusivamente suas opiniões pessoais sobre as companhias e suas ações, e foram elaboradas de forma independente e autônoma, inclusive em relação à TÉCNICA Assessoria de Mercado de Capitais e Empresarial Ltda. INFORMAÇÕES ADICIONAIS Este Relatório foi preparado pela Técnica Assessoria de Mercado de Capitais e Empresarial (Técnica) para uso exclusivo do destinatário contratante dos serviços de consultoria de investimentos, não podendo ser reproduzido ou distribuído por este a qualquer pessoa sem expressa autorização da Técnica. Este Relatório é distribuído somente com o objetivo de prover informações, e o retorno e o risco associado de quaisquer decisões de investimento ou desinvestimento tomadas a partir de suas informações, são exclusivamente do cliente ou usuário do relatório As informações contidas neste relatório são consideradas confiáveis na data de sua publicação. Entretanto, as informações aqui contidas não representam por parte da Técnica garantia de exatidão das informações prestadas e projeções efetuadas. As opiniões contidas neste Relatório são baseadas em julgamentos e estimativas, estando, portanto, sujeitas a mudanças. 1

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