UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ JULIANA DE PAULA DUARTE

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1 1 UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ JULIANA DE PAULA DUARTE VANTAGENS QUE O PREGÃO ELETRÔNICO OFERECE NAS COMPRAS PÚBLICAS CURITIBA 2013

2 2 UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANÁ JULIANA DE PAULA DUARTE VANTAGENS QUE O PREGÃO ELETRÔNICO OFERECE NAS COMPRAS PÚBLICAS Monografia apresentada ao curso de Direito, da Universidade Tuiuti do Paraná, como requisito avaliativo para obtenção do grau de Bacharel em Direito. Orientador: Dr. Paulo Roberto Ferreira Motta. CURITIBA 2013

3 3 TERMO DE APROVAÇÃO JULIANA DE PAULA DUARTE VANTAGENS QUE O PREGÃO ELETRÔNICO OFERECE NAS COMPRAS PÚBLICAS Esta monografia foi julgada e aprovada para a obtenção do título de bacharel no curso de Bacharelado em direito da Universidade Tuiuti do Paraná. Curitiba, de de Bacharelado em Direito Universidade Tuiuti do Paraná Orientador: Prof. Dr. Paulo Roberto Ferreira Motta. Prof. Doutor... Prof. Doutor...

4 4 Dedicatória Dedico este trabalho às pessoas mais importantes da minha vida: meus pais, Norma Sueli e Francisco Carlos, que me apoiaram nesta jornada na minha vida, pois se não fosse eles jamais conseguiria concluir este curso, e ao meu noivo Luiz Gustavo Hack Bornancin que passou muitas madrugadas ao meu lado tendo muita paciência e acima de tudo otimismo em relação a minha formação, me fazendo acreditar que todo o esforço seria recompensado e superado ao final de todo o trabalho. À Deus, Jesus Cristo e minha Mãezinha Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, obrigado por toda a força e proteção, a minha e a de todas essas pessoas que tanto amo, enquanto eu me dedicava aos estudos. Dedico esse trabalho a todos os que tive e tenho o privilégio de trabalhar, com quem pude aprender, com aqueles que tiveram paciência com os meus erros. Sou muito grata por toda a experiência que adquiri com cada um de vocês. Por serem muitos não os nomearei aqui.

5 5 Agradecimentos Primeiramente agradeço a Deus, pela fé que me mantém viva e fiel à vida honesta de trabalho e de estudo, por ter me dado uma família maravilhosa e amigos sinceros, que a mim atribuiu alma e missões pelas quais já sabia que eu iria batalhar e vencer. À minha mãe Norma Sueli que sempre me ensinou a força das mulheres para resolver os problemas, que sempre me incentivou e se dedicou a mim com amor e carinho, que esteve ao meu lado nas horas que chorei e nas horas que em que sorri, uma pessoa que me apoiou sempre que precisei de amor e compreensão. Muito mais do que mãe, é minha amiga, meu escudo contra todas as coisas negativas. Obrigado mãe pelos sacrifícios que você fez em razão da minha educação. Nós sabemos que não foram poucos. Desculpe pelas tristezas que te fiz passar com as notas ruins do colégio. Obrigado por tudo. Infelizmente não há espaço para escrever e agradecer aqui. Saiba que a tua história de superação me deu força e motivação para que hoje nós comemorássemos essa vitória. Obrigado novamente mamãe. Essa conquista é tua também. Te amo! Ao meu pai Francisco Carlos, por me ajudar a me apaixonar pelo direito me mostrando a importância do estudo, da leitura. Que compreendeu minha ausência, que embora distante fisicamente, me abençoava todos os dias neste período de crescimento intelectual. Ao meu noivo Luiz Gustavo Hack Bornancin, meu companheiro, amor e amigo, por ter sido meu porto seguro que pacientemente permaneceu ao meu lado durante este período e, também, pela sua valiosa contribuição para a realização do trabalho. Obrigado meu amor por tudo o que você transformou na minha vida. Obrigado pelo teu carinho, tua alegria, tua atenção, tua vibração com as minhas conquistas e teu ombro em cada momento difícil que você ajudou a atravessar. Sem você, essa conquista não teria o mesmo gosto. Te amo.

6 6 Ao meu orientador, Prof. Dr. Paulo Motta, pelo apoio, idéias, paciência e cuidados na elaboração deste trabalho. Por isso lutar, conquistar, vencer, até mesmo perder, e o principal, viver intensamente é o meu modo de agradecer sempre!

7 7 RESUMO Este trabalho teve como objetivo abordar as vantagens que o Pregão Eletrônico oferece nas compras públicas através da modalidade licitatória denominada Pregão eletrônico. No entanto, foi realizada uma pesquisa bibliográfica. Inicialmente abordando sobre o conceito de Administração Pública com base em seus princípios constitucionais, em sequência apresentadas as modalidades e os tipos de licitação, dando continuidade aos princípios constitucionais e da Administração Pública, na sequência focando para a modalidade Pregão, finalizando o referido estudo a modalidade Pregão Eletrônico e suas vantagens para a Administração Pública. Palavras-chaves: Administração Pública, Licitação, Pregão Eletrônico, Vantagens.

8 8 ABSTRACT The work below aimed at addressing the advantages Electronic Trading Platforms offer for public purchases through the bidding modality known as Electronic Trading System. Notwithstanding, a bibliographical research was carried out looking initially into the concept of Public Administration in light of its Constitutional Principles, then as it follows, different bidding modalities are introduced. The Public Administration and the Constitutional Principles, along with the Trading System modality follows; and in conclusion, the Electronic Trading System and its advantages for the Public Administration. Key words: Public Administration, Bidding, Electronic Trading System, Advantages.

9 9 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA CONCEITO DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA PRINCÍPIOS DA ADMINSTRAÇÃO PÚBLICA LICITAÇÃO PROCESSO LICITATÓRIO CONCEITO LICITATÓRIO PRINCÍPIOS BÁSICOS QUE REGEM A LICITAÇÃO PÚBLICA DAS MODALIDADES E TIPOS DE LICITAÇÃO Considerações Gerais Concorrência Tomada de Preço Convite Concurso Leilão PREGÃO CONSIDERAÇÕES GERAIS PRINCIPIOS ESPECÍFICOS APLICÁVEIS FASES DO PREGÃO...29

10 Interna ou preparatória Externa ou licitatória PREGÃO PRESENCIAL PREGÃO ELETRÔNICO VANTAGENS QUE O PREGÃO ELETRÔNICO OFERECE NAS COMPRAS PÚBLICAS Transparência no controle de gastos públicos e da corrupção Pregão eletrônico como meio de modernização das compras públicas Desvantagens que o Pregão Eletrônico apresenta CONSIDERAÇÕES FINAIS...39 ANEXOS...40 BIBLIOGRAFIAS...43

11 11 INTRODUÇÃO A administração pública tem como sua principal finalidade atender o interesse coletivo e suas necessidades. A licitação é utilizada para a contratação de serviços ou aquisição de bens comuns com o intuito de proporcionar à Administração a escolha mais vantajosa, tendo como base a aplicação dos Princípios Constitucionais que regem nosso ordenamento jurídico, destacando-se a legalidade, moralidade, impessoalidade, publicidade e a eficiência. A escolha mais vantajosa para o interesse público pode ser feita através das modalidades que a licitação oferece, das quais são: concorrência, tomada de preço, convite, concurso, leilão e pregão. O Pregão é a mais nova modalidade licitatória e não está prevista na Lei de Licitações, a mesma é regida por uma norma própria, da qual está prevista na Lei /2002. Além dos estudos referentes às modalidades de licitação e seus princípios constitucionais que estão previstas na Lei 8666/93, será destacada a modalidade Pregão, na qual são divididas em Pregão Presencial e Pregão Eletrônico, enfatizando a importância e as vantagens que a forma eletrônica apresenta nas compras públicas. O estudo será desenvolvido através de pesquisas doutrinárias, Decretos que regulamentam a modalidade Pregão, as Leis específicas da Licitação, da Administração Pública, do Pregão, e as Leis Constitucionais que fundamentam seus princípios.

12 12 2. A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA 2.1 CONCEITO DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA A Administração Pública é formada pelo conjunto de órgãos, serviços e agentes do Estado, tendo como sua principal finalidade, atender o interesse coletivo e suas necessidades. Conforme o entendimento do professor José Afonso da Silva, podemos conceituar Administração Pública como: É o conjunto de meios institucionais, material, financeiro e humano pré-ordenado à execução das decisões políticas... (JOSÉ, P.655). Podemos observar dois tipos de conceitos de Administração Pública: Administração pública direta e indireta. Na Administração Pública indireta há uma personalidade jurídica própria, podendo obter direitos e obrigações sem haver necessidade de envolver pessoas políticas, além de possuir essa característica também faz parte das entidades o patrimônio próprio e a vinculação aos órgãos da administração direta, sendo seu próprio objetivo a eficiência de sua gestão, manutenção de sua autonomia financeira, verificação de seus resultados e harmonização de suas atividades políticas com a programação do governo. José dos Santos Carvalho Filho conceitua que a expressão pode também significar o conjunto de agentes, órgãos e pessoas jurídicas que tenham a incumbência de executar as atividades administrativas. (FILHO, José dos Santos Carvalho.Manual de Direito Administrativo.15 Edição.Editora Lúmen Júris.Rio de Janeiro, 2006, pág 9-10). A administração Pública Direta é aquela na qual o Estado exerce suas funções diretamente, ou seja, é a atividade exercida pelo Estado, formando um conjunto dos poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e Municípios, conforme salienta Maria Sylvia Zanella Di Pietro no sentido objetivo, material ou funcional, ela designa a natureza da atividade exercida pelos referidos entes; nesse

13 13 sentido, a Administração Pública é a própria função administrativa que incumbe, predominantemente, ao Poder Executivo. 2.2 PRINCÍPIOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA É importante ressaltar os princípios constitucionais que regem o Direito Administrativo, pois de nada adianta falar de Administração Pública, se não tratarmos de Princípios que constituem os fundamentos principais da ação administrativa, uma vez que, havendo algo que contrarie esses Princípios, não haverá validade. De acordo com o texto constitucional de 1988, em seu Art. 37 estão alguns Princípios Constitucionais que regem a Administração Pública, dos quais são: Legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. O Princípio da Legalidade está entre os princípios mais importantes do ordenamento jurídico Pátrio, sendo localizado no inciso II do artigo 5º da Constituição Federal: Ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei. Segundo Helly Lopes Meirelles: A legalidade, como princípio de administração significa que o administrador público está, em toda sua atividade funcional, sujeito aos mandamentos da lei, e as exigências do bem comum, e deles não se pode afastar ou desviar, sob pena de praticar ato inválido e expor-se a responsabilidade disciplinar, civil e criminal, conforme o caso. (MEIRELLES,1998, p.67) legalidade. A União, os estados e os municípios devem obediência ao princípio da Já o Princípio da Impessoalidade, está localizado no inciso I do artigo 5 da Constituição Federal. Isto posto, Mello define tal Princípio:

14 14 Nele se traduz a idéia de que a Administração tem que tratar a todos os administrados sem descriminação, benéficas ou detrimentosas. Nem favoritismo nem perseguições são toleráveis. Simpáticas ou animosidades pessoais, políticas ou ideológicas não podem interferir na atuação administrativa e muito menos interesses sectários, de facções ou grupos de qualquer espécie. O principio em causa não é senão o próprio princípio da igualdade ou isonomia. (MELLO, 2009.p.100). Ou seja, trata-se de um tratamento semelhante entre agentes que estão na mesma situação, não poderá haver diferença, discriminação em tratamento, todos deverão ser tratados da mesma forma, como previsto no art. 37, II e XXI da Constituição Federal, assim como o Princípio da Isonomia. O Princípio da Moralidade é aquele do qual a Administração Pública deve agir com moral, ou seja, de acordo com o que a lei impõe, sem haver desrespeito. O ordenamento jurídico é quem estabelecerá o que é moralidade pública. Tal Princípio refere-se ao art. 5.º, LXXIII, da Constituição Federal. Outro Princípio que será citado é o da Publicidade, onde os atos do Estado devem ser públicos. É o dever de informar e legitimar (Art. 5.º, XXXIII, da CF). E por sua vez, para falarmos dos princípios constitucionais que estão ligados à administração pública, devemos citar o Princípio da Eficiência, no qual está previsto no artigo 37 da Carta Magna em seu caput, que traz a idéia de que a atuação administrativa deve ser rápida, célere e econômica, na atuação administrativa, o servidor público deve agir de forma que haja menos custos e mais benefícios para a administração, ou seja, a administração pública deve realizar suas atribuições com presteza e rendimento funcional, de forma com que a gestão pública haja com o máximo de eficácia e com o mínimo de sacrifício para a coletividade. É importante observar que a eficiência administrativa não pode ser analisada no caso concreto de forma isolada dos demais princípios jurídicos. Dessa forma, Antônio Carlos Cintra do Amaral observa que o princípio da eficiência, contido no caput do art. 37 da Constituição, refere-se à noção de obrigações de meios. Ao dizer-se que o agente administrativo deve ser eficiente

15 15 está-se dizendo que ele deve agir (...) com a diligência do bom pai de família. (AMARAL, 2002, Pag 5). 3. LICITAÇÃO 3.1. CONCEITO LICITATÓRIO Nos termos do art.22, XXVII, da Lei Maior, expõe que a União tem competência privativa para expedir normas gerais sobre licitações para a administração pública de todos os entes federados. Além de ser aplicada pelos princípios constitucionais contemplados no Art.37 da Constituição Federal, também é visada na sua própria Lei Federal 8.666/93 e alterações subsequentes. Vários doutrinadores consultados para esse conceito usam diversas maneiras de escrever sobre Licitação, sempre definindo com a mesma finalidade, objetivo, vejamos alguns conceitos de Licitação a seguir: Licitação é o procedimento administrativo mediante o qual a Administração Pública seleciona a proposta mais vantajosa para o contato de seu interesse. Como procedimento, desenvolve-se através de uma sucessão ordenada de atos vinculantes para a Administração e para os licitantes, o que propicia igual oportunidade a todos os interessados e atua como fator de eficiência e moralidade nos negócios administrativos. (Meirelles 2003, p.264). administrativos. O autor define o conceito de licitação trazendo junto alguns princípios Ao mencionar em seu conceito a proposta mais vantajosa para o contato de seu interesse, refere- se ao Princípio da Isonomia e ao Princípio da igualdade, para que todos tenham a mesma condição e igualdade aos candidatos que vierem a

16 16 participar, além do princípio da legalidade e moralidade, há de ser observado no conceito de Meirelles o Princípio da Eficiência e da Moralidade. No mesmo pensamento de Meirelles conceituar Licitações Públicas, Cretella apresentou um entendimento semelhante ao definir Licitação: Procedimento administrativo preliminar complexo, a que recorre a Administração quando, desejando celebrar contrato com o particular, referente a compras, vendas, locações, obras, trabalhos, serviços, inclusive os de publicidade seleciona, entre várias propostas feitas, a que melhor atende o interesse público, baseando-se para tanto em critério objetivo, fixado de antemão, em edital, a que se deu ampla publicidade. (CRETELLA JÚNIOR 2000, p 115). Ao observar este conceito, é importante ressaltar que o doutrinador traz em seu texto as atividades que poderão ser exercidas diante das licitações, das quais são: [...] compras, vendas, locações, obras, trabalhos, serviços, inclusive os de publicidade [...] (CRETELLA JÚNIOR 2000, p 115). No mesmo entendimento dos demais citados, salienta José Afonso da Silva: O principio da licitação significa que essas contratações ficam sujeitas, como regras, ao procedimento de seleção de propostas mais vantajosas para a administração publica. Constitui um principio instrumental de realização dos princípios da moralidade administrativa e do tratamento isonômico dos eventuais contratantes com o poder publico. (SILVA 1994, p.573). O artigo 3, caput, da Lei Federal de Licitações traz uma interpretação e aplicação à respeito das licitações: Art. 3 A licitação destina-se a garantir a observância do princípio constitucional da isonomia e a selecionar a proposta mais vantajosa para a Administração e será processada e julgada em estrita conformidade com os

17 17 básicos: princípios básicos da legalidade, da impessoalidade, da publicidade, da probidade administrativa, da vinculação ao instrumento convocatório, do julgamento objetivo e dos que lhe são correlatos No que se refere segundo a lei 8666/93, a licitação possui dois objetivos A competitividade, onde é analisada a melhor proposta, sendo o fato que determina a licitação, pois quanto mais licitantes participarem do evento licitatório, mais fácil será para a Administração Pública encontrar o melhor contratado, ou seja, a competitividade de um lado terá sempre que verificar a possibilidade de obter mais de um interessado para atender, fornecer o que for desejado e a igualdade que podemos acrescentar com o princípio da isonomia, onde as condições deverão ser oferecidas em igualdade para todos que queiram participar, pois se não houvesse igualdade entre os administrados, a quantidade de fraudes em licitações e o montante de recursos desviados seriam muito maiores do que aqueles hoje verificados. Podemos definir Licitação sendo um dever constitucional atribuído aos Estados que atuam nos interesses da coletividade, sempre dependendo de uma escolha da proposta mais vantajosa para a administração pública, portanto, é uma disputa entre interessados em fornecer bens ou prestar serviços ao Estado. 3.2 PRINCÍPIOS BÁSICOS QUE REGEM A LICITAÇÃO PÚBLICA Além da Constituição Federal, o art. 3, caput da Lei Federal 8666/93 elenca os princípios do procedimento licitatório, dos quais são: Legalidade, Igualdade ou da Isonomia, Impessoalidade, Publicidade, Vinculação ao Instrumento Convocatório, Julgamento Objetivo, Moralidade Pública e Probidade Administrativa. Alguns desses preceitos encontram-se no art.37 da CF, outros, por sua vez, são normas específicas de processo concorrencial, como a licitação.

18 18 Não havendo a observância de alguns desses preceitos, a validade do processo licitatório fica comprometida, sendo impossível aplicar qualquer tipo de licitação, conforme expõe Celso Antônio Bandeira de Mello: Violar um princípio é muito mais grave que transgredir uma norma qualquer. A desatenção ao princípio implica ofensa não apenas a um especifico mandamento obrigatório, mas a todo o sistema de comandos. É a mais grave forma de ilegalidade ou inconstitucionalidade, conforme o escalão do principio atingido, porque representa insurgência contra todo o sistema, subversão de seus valores fundamentais, contumélia irremissível a seu arcabouço lógico e corrosão de sua estrutura mestra. (BANDEIRA DE MELLO, p.772). O Principio da Legalidade está previsto no artigo 5, inciso II da Constituição Federal, no qual o administrador só pode fazer a licitação de acordo com o que é imposto no ordenamento jurídico, o doutrinador Alexandre de Moraes, analisando este tema se expressa da seguinte maneira: O Administrador público somente poderá fazer o que estiver expressamente autorizado em lei e nas demais espécies normativas, inexistindo, pois incidência de sua vontade subjetiva, pois na administração Pública só é permito fazer o que a lei autoriza (MORAES, Direito Constitucional, p.324). O Princípio da Igualdade também nomeado como Princípio da Isonomia é aquele mencionado na Constituição Federal em seu art. 5, estabelecendo garantir o mesmo tratamento aos licitantes, sendo que de maneira alguma pode haver distinção entre os licitantes, portanto esse princípio é fundamental e básico nos procedimentos licitatórios, pois impede qualquer tipo de discriminação entre os participantes. A Constituição Federal, no artigo 5º estabelece que, sem distinção de qualquer natureza, todos são iguais perante a lei. È o princípio da igualdade ou isonomia. Assim, todos os iguais em face da lei também o são perante a Administração Pública. Todos, portanto, tem o direito de receber da

19 19 Administração Pública o mesmo tratamento, se iguais. (GASPARINI, Direito Administrativo, p. 18.) nas licitações Principio da Impessoalidade, exposto na Constituição de 1988, art.37, caput, A doutrinadora Maria Sylvia Zanella Di Pietro relata o princípio da impessoalidade como: No primeiro sentido, o principio estaria relacionado com a finalidade pública que deve nortear toda a atividade administrativa. Significa que a administração não pode atuar com vistas a prejudicar ou beneficiar pessoas determinadas, uma vez que é sempre o interesse público que tem que nortear o seu comportamento. (...) os atos e provimentos administrativos são imputáveis não ao funcionário que os pratica, mas ao órgão ou entidade administrativa da Administração Pública, de sorte que ele é o autor institucional do ato. (DI PIETRO, 2002, Pag 71). Princípio traz transparência, o qual divulga o procedimento dos atos administrativos, tem como objetivo dar garantia ao acesso dos participantes ao processo administrativo. Dentre todas as modalidades, somente o convite não é publicado, pois este está fixado em local apropriado. A ausência da publicidade somente é admitida quando colocar em risco a satisfação de outros interesses atribuídos ao Estado. Existem contratações que envolvem questões sigilosas. Bem de ver que o sigilo não pode ser imposto de modo arbitrário, mas deve ser cumpridamente justificado. Em tais casos, o principio da publicidade poderá ser afastado, mas nos estritos limites da necessidade. (FILHO 2005, p.313). Principio da Vinculação ao Instrumento convocatório, segundo Lucas Rocha Furtado, Procurador-Geral do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União: o instrumento convocatório.

20 20 O instrumento convocatório é a lei do caso, aquela que irá regular a atuação tanto da administração pública quanto dos licitantes. Esse princípio é mencionado no art. 3º da Lei de Licitações, e enfatizado pelo art. 41 da mesma lei que dispõe que a Administração não pode descumprir as normas e condições do edital, ao qual se acha estritamente vinculada. (Curso de Direito Administrativo, 2007, p.416). Aplica-se tanto para os administradores, quanto para os licitantes às regras do edital ou da carta-convite, o que não está previsto no instrumento convocatório, não está previsto em lugar algum, são os documentos básicos para cumprir todos os requisitos, procedimentos. Princípio do Julgamento Objetivo, localizado no caput do artigo 3 da lei 8666/93, conforme os ensinamentos de Marçal Justen Filho, A vantajosidade da proposta deve ser apurada segundo um julgamento objetivo. O ato convocatório tem de conter critérios objetivos de julgamento que não se fundem nas preferências ou escolhas dos julgadores. (FILHO,2005, p.312). Esse princípio busca um critério técnico, impessoal para escolher a proposta mais vantajosa, exige que o instrumento convocatório estabeleça uma certeza, fatores que serão considerados pela Comissão, que o julgamento seja reproduzido em ata. Moralidade Pública e Probidade Administrativa, correlacionadas, são padrões éticos respeitáveis, deve-se agir com respeito, neles estão os valores éticos e morais, sua idéia principal é de honestidade para ambos. Os integrantes das Comissões de Licitação, e todos aqueles que têm participação nas licitações não devem de maneira alguma visar o proveito próprio. Conforme os ensinamentos de Carvalho Filho: A probidade tem o sentido de honestidade, boa-fé, moralidade por parte dos administradores. Na verdade, o exercício honrado, honesto, probo da função pública leva á confiança que o cidadão comum deve ter em seus dirigentes. (Carvalho 2001, p. 195). De acordo com Celso Spitzcovsky: Esse principio traz como conseqüência, em primeiro lugar, a liberação dos licitantes vencidos, que, a partir desse momento,

21 21 não estarão mais obrigados a manter o termo da proposta que formularam. (SPITZCOVSKY 2003, P.183). 3.4 DAS MODALIDADES E TIPOS DE LICITAÇÃO Considerações gerais Há uma distinção entre modalidades de licitação e tipos de licitação, a primeira trata-se de procedimentos para a realização da licitação, são ritos previstos em lei para o desenvolvimento do processo de seleção de um fornecedor para o Estado, dos quais se desenvolvem seqüências de atos para definir com quem a administração irá celebrar o contrato, no segundo, dos quais se referem os tipos de licitação, é observado. Essas modalidades licitatórias estão previstas na Lei nº 8.666/93 e a sexta, o pregão, criado pela Media Provisória nº 2.026, de , e atualmente regulado pela Lei nº10.520, de Elencadas pelo art. 22 da lei em comento, confira: Art. 22 São modalidades de licitação: I - concorrência; II - tomada de preços; III - convite; IV - concurso; V - leilão. Encontramos os tipos de licitação que podem ser adquiridos, no art. 45, 1. da Lei n /93. Art.45 1º Para os efeitos deste artigo, constituem tipos de licitação, exceto na modalidade concurso.

22 22 I - a de menor preço; II - a de melhor técnica; III - a de técnica e preço; IV - a de maior lance ou oferta Concorrência licitações: Essa primeira modalidade está prevista no parágrafo 1 do art. 22 da lei de Concorrência é a modalidade de licitação entre quaisquer interessados, na fase inicial de habilitação preliminar, comprovem possuir os requisitos mínimos de qualificação exigidos no edital para execução de seu objeto. observado: Meirelles em seu conceito cita a ampla publicidade, no qual deve ser Concorrência é a modalidade de licitação própria para contratos de grande valor, em que se admite a participação de quaisquer interessados, cadastrados ou não, que satisfaçam as condições do edital, convocados com a antecedência mínima prevista na lei, com ampla publicidade pelo órgão oficial e pela imprensa particular. (MEIRELLES, 2008, p. 316). Em regra é o procedimento utilizado para contratações matérias e serviços com valores acima de R$ ,00, e para a execução de obras e serviços de engenharia com valores acima de R$ ,00, podendo ser utilizada por quaisquer interessados, desde que cumpra com as exigências do edital. É a mais complexa das modalidades, onde exige preenchimento de vários requisitos e na fase de habilitação, a apresentação dos documentos deve ser apreciada em detalhes, tornando o processo de concorrência mais lento, e oneroso. A concorrência possui um prazo de publicidade maior em relação às outras modalidades, sendo no tipo menor preço um prazo mínimo de 30 dias e para o tipo técnica e preço ou melhor técnica no mínimo quarenta e cinco dias.

23 23 De acordo com art. 19 da lei 8666/93, essa modalidade também ocorre para a compra ou alienação de bens imóveis, para concessões de direito real de uso, de serviços e de obras públicas, para as licitações internacionais, para as contratações de parcerias público-privadas, registros de preços e também para contratações de empreitada integral Tomada de preço A tomada de preços, não é uma modalidade aberta a todos os interessados, é utilizada somente para aqueles que estiverem previamente cadastrados, conforme dispõe o parágrafo 2 da lei de licitações. Segundo (MEIRELLES, 2008, p. 322): [...] é a licitação realizada entre interessados previamente registrados, observada a necessária habilitação, convocados com a antecedência mínima prevista na lei, por aviso publicado na imprensa oficial e em jornal particular, contendo as informações essenciais da licitação e o local onde pode ser obtido o edital [...]. A tomada de preços é admissível nas contratações de obras, serviços e compras dentro dos limites de valor estabelecidos na lei e corrigidos por ato administrativo competente. O procedimento da tomada de preços, inclusive quanto ao julgamento por Comissão de três membros no mínimo, é o mesmo da concorrência. O que a caracteriza e distingue da concorrência é a existência da habilitação prévia dos licitantes através dos registros cadastrais, de modo que a habilitação preliminar se resume na verificação dos dados constantes dos certificados de registro dos interessados e, se for o caso, se estes possuem a real capacidade operativa e financeira exigida no edital. Essa modalidade é utilizada para aquisição de contratações/compras, cujo valor estimado seja de no mínimo oitenta mil reais e o valor máximo de seiscentos e cinqüenta mil reais, conforme dispõe o TCU e para obras e serviços de engenharia, a contratação deverá ser acima de R$ ,00 até ,00. O Tribunal de Contas da União (2010, p. 39) estipula em sua contratação: Adote a modalidade de licitação Tomada de Preços, e não Convite, quando os valores de compras for superior a R$ ,00 (oitenta mil reais), de modo a

24 24 observar o art. 23, inciso II, alínea b e parágrafos 1º, 2º, 4º e 5º da Lei nº 8.666/1993. Acórdão 6545/2009 Segunda Câmara. (UNIÃO, 2010). A tomada de preço tem um prazo para a divulgação, sendo no mínimo de quinze dias e utilizando-se o tipo melhor técnica ou técnica e preço, será de trinta dias Convite O convite é a modalidade de licitação entre interessados, cadastrados ou não, no qual deverão ser escolhidos e convidados de no mínimo três. Previsto no art. 21, 2º, IV da Lei nº 8.666/93, o convite permite maior mobilidade e celeridade, conforme dispõe Carvalho Filho (2010, p. 299): O modus operandi do convite, sem a menor dúvida, rende maior ensejo a atos de improbidade de alguns maus administradores. Por isso, alguns órgãos têm exercido maior controle sobre essa modalidade, quando não a substituem pela tomada de preços, na qual a publicidade é mais ampla e menos dirigida. Apesar de tudo, permite maior mobilidade e celeridade na seleção. Diferente das outras modalidades licitatórias, no convite, o instrumento convocatório é nomeado de carta convite, essa modalidade se caracteriza por ser simples, por não existir uma formalidade, a utilização se dá para situações em que o objeto tem um pequeno vulto econômico, podendo ser utilizado para obras e serviços de engenharia o valor de R$15.000,00 até R$ ,00 e utilizando-se para compras e outros serviços valor superior a R$8.000,00 até ,00. (TCU, 2010, p. 101). Segundo o conceito de Meirelles (2008, p. 323): [...] é a modalidade de licitação mais simples, destinada às contratações de pequeno valor, consistindo na solicitação escrita a pelo menos três interessados do ramo, registrados ou não, para que apresentem suas

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