LUBRIFICAÇÃO E MANCAIS RADIAIS. Prof. Alexandre Augusto Pescador Sardá

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "LUBRIFICAÇÃO E MANCAIS RADIAIS. Prof. Alexandre Augusto Pescador Sardá"

Transcrição

1 LUBRIFICAÇÃO E MANCAIS RADIAIS Prof. Alexandre Augusto Pescador Sardá

2 INTRODUÇÃO Lubrificação: Reduzir o atrito, o desgaste e o aquecimento das peças que se movem uma em relação às outras. Lubrificante: Qualquer substâcia que quando introduzida entre as superfícies em movimento atende estes propósitos. Em um mancal de deslizamento, uma árvore ou munhão gira ou oscila dentro de uma bucha ou mancal e o movimento relativo é de deslizamento.

3 INTRODUÇÃO

4 APLICAÇÃO Árvores de manivelas e bielas do motor de automóvel; Compressores; Motores elétricos; Mancais radiais usados em turbina a vapor de uma usina geradora; Mancal de náilon que não necessita lubrificação; Mancal sinterizado com lubrificação mantida por ele próprio; Mancal de bronze com anel de óleo;

5 TIPOS DE LUBRIFICAÇÃO Hidrodinâmica; Hidrostática; Elastoidrodinâmica; Limite; Filme sólido;

6 TIPOS DE LUBRIFICAÇÃO Lubrificação Hidrodinâmica (filme completa): as superfícies do mancal, que suportam a carga, estão separadas por uma película de lubrificante relativamente espessa prevenindo o contato metal-metal. A pressão da película é criada pelo movimento das próprias superficies, impelindo o lubrificante para a zona convergente a uma velocidade suficientemente alta para criar a pressão necessária para separar as superfícies em contato, devido à carga no mancal.

7 TIPOS DE LUBRIFICAÇÃO Lubrificação Hidrostática: obtida pela introdução do lubrificante, (óleo, ar, água), dentro da área carregada do mancal, a uma pressão alta, suficiente para separar as superfícies com uma película de óleo relativamente espessa. Lubrificação Elastoidrodinâmica: fenômeno que ocorre quando o lubrificante é introduzido entre as superfícies que estão em contato de rolamento. Lubrificação Limite: as maiores asperezas são separadas pela película lubrificante apenas por espessuras moleculares. Causas; Queda na velocidade do movimento da superfície; Redução na quantidade do lubrificante fornecida ao mancal; Aumento na carga do mancal; Aumento na temperatura do lubrificante, decrescendo a viscosidade.

8 TIPOS DE LUBRIFICAÇÃO Quando os mancais operam à temperaturas extremas, deve-se usar uma película de lubrificante sólido, tal como a grafita ou o bissulfeto de molibideno, porque os óleos minerais comuns não são satisfatórios.

9 VISCOSIDADE Película composta por uma série de camadas horizontais e uma força F forcando essas camadas a se deformarem ou deslizarem umas sobre as outras. Camada em contato com o corpo em movimento tem velocidade U; Camada em contato com a superfície estacionária tem velocidade zero. As camadas intermediárias terão velocidades que dependerão de suas distâncias y da superfície fixa. Shigley

10 VISCOSIDADE A lei de Newton para fluidos viscosos estabelece que a tensão de cisalhamento no fluido é proporcional a taxa de variação da velocidade com respeito a y. Película composta por uma série de camadas horizontais e uma força F forçando essas camadas a se deformarem ou deslizarem umas sobre as outras. Camada em contato com o corpo em movimento tem velocidade U; F A du dy Onde é a constante de proporcionalidade e define a viscosidade absoluta; du/dy é a taxa de variação da velocidade com a distância e pode ser chamada de grau de cisalhamento ou gradiente de velocidade; é uma medida da resistência de atrito interno do fluido.

11 VISCOSIDADE Considerando-se o grau de cisalhamento uma constante: du dy U h U h Unidade de Viscosidade (Sistema inglês): libra força-segundo por polegada quadrada (o mesmo que pressão multiplicada pelo tempo), (reyn). Unidade de Viscosidade (SI): pascal segundo, chamada de viscosidade dinâmica ou viscosidade absoluta. 1reyn 6890 Pa. s

12 VISCOSIDADE Poise: unidade cgs de viscosidade dinâmica ou absoluta e sua unidade é o dina-segundo por centímetro quadrado dina. seg / cm Habitual o uso do centipoise (cp) nas análises porque seu valor é mais conveniente. Também designada por Z (cp) ( Pa s) 10 3 Z( cp) ( reyn) Z( cp) 6 6,89 10

13 VISCOSIDADE Método padrão ASTM para a determinação de viscosidade usa o Viscosímetro Saybolt Universal, e consiste em medir o tempo, em segundos, para 60 ml de lubrificante escoar, a Temperatura especificada, através de um tubo de 17,6 mm de diâmetro e 1,5 mm de comprimento. O resultado é chamado de viscosidade cinemática (unidade stoke) Z k 180 0,t ( cst) t No SI a viscosidade cinemática tem como unidade o metro quadrado por segundo e a conversão é: 6 m / s 10 Z ( cst) k

14 VISCOSIDADE Para converter para viscosidade dinâmica, multiplica-se pela massa específica: 0,t t 6 ( Pa. s)

15 VISCOSIDADE Shigley

16 LEI DE PETROFF Fenômeno do atrito em um mancal primeiramente explicado por Petroff, admitindo que a árvore e o mancal fossem concêntricos. Define grupo de parâmetros admensionais e coeficiente de atrito considerado por esta lei é uma indicação muito boa mesmo quando a árvore não é concêntrica com o mancal. U h rn c T rn ( A) r rl r c Shigley T 4 3 r ln c

17 LEI DE PETROFF W, força no mancal em Newtons. P: pressão por metro quadrado de área projetada; W P r l T f W r f ( r l P)( r) r f l P Shigley f N P r c Lei de Petroff

18 LUBRIFICAÇÃO ESTÁVEL Operando à direita de BA, aumentando-se a Temperatura, a viscosidade diminui, diminuindo f, o que acarreta menos calor no cisalhamento do lubrificante e, consequentemente, a temperatura do lubrificante cai. Assim, as variações são autocorrigidas. Coeficiente de atrito Película delgada (instável) Película espessa (estável) f N P r c Característica do mancal, Shigley

19 LUBRIFICAÇÃO ESTÁVEL Operando à esquerda de BA, aumentando-se a Temperatura, a viscosidade diminui, aumentando f, o que acarreta mais calor no cisalhamento do lubrificante e, consequentemente, a temperatura do lubrificante aumentaria ainda mais. Região instável. Coeficiente de atrito Película delgada (instável) Película espessa (estável) Característica do mancal, Shigley

20 LUBRIFICAÇÃO COM PELÍCULA ESPESSA mancal Linha de centros munhão e c Relação de excentricidade Shigley

21 TEORIA HIDRODINÂMICA Originou-se com Beauchamp Tower (1880); Óleo fluia para fora do furo lubrificador, mesmo após o uso de um tarugo de madeira no furo. e c Shigley

22 TEORIA HIDRODINÂMICA Pressão superior a vezes a carga do mancal, com a seguinte distribuição: Shigley

23 TEORIA HIDRODINÂMICA Reynolds: Suposições: 1 O lubrificante obedece as Leis de Newton para escoamento viscoso; Desprezam-se as forcas devidas à inércia do lubrificante; 3 - Considera-se o lubrificante como incompressível; 4 Considera-se a viscosidade constante em toda a película; 5 A pressão não varia na direção axial;

24 TEORIA HIDRODINÂMICA 6 Mancal e árvore infinitos na direção z; 7 Pressão na película constante na direção y; Pressão depende somente da direção x; 8 Velocidade de qualquer partícula de lubrificante no filme depende somente das coordenadas x e y. Shigley

25 TEORIA HIDRODINÂMICA Forças que atuam em um volume elementar: F p dp dx d dydx dz dy dxdy dz p dy dz dx dz 0 dp dx Mas: y u y dp dx u y Shigley

26 TEORIA HIDRODINÂMICA Mantendo-se x constante, integra-se esta expressão duas vezes em relação a y: Shigley u y 1 dp dx y C 1 u 1 dp dx y C 1 y C

27 TEORIA HIDRODINÂMICA y 0; u 0 y h; u U C 0 C U h 1 h dp dx 1 dp dx u y hy y U h Shigley

28 u 1 dp dx TEORIA HIDRODINÂMICA U h y hy y Distribuição de velocidade em função da coordenada y e do gradiente de pressão dpdx. Shigley

29 TEORIA HIDRODINÂMICA Quando a pressão é máxima, dpdx = 0, e a velocidade pode ser expressa como: u U h y Shigley

30 TEORIA HIDRODINÂMICA Volume de lubrificante escoando segundo a direção x, na unidade de tempo (largura unitária em z): Q h 0 u dy Q h dp U 1 dp y y U y y hy ydy Q h dx h dx 3 h Q 1 dp dx h 3 3 h 3 U h h Q U h 1 dp dx 3 h 1

31 TEORIA HIDRODINÂMICA Considerando-se o lubrificante incompressível e que o fluxo é o mesmo para qualquer seção transversal: dq dx 0 U dh dx d dx 3 h dp 1 dx 0 d dx 3 h dp dx 6U dh dx Equação de Reynolds para um escoamento unidimensional, desprezando a fuga lateral (fluxo na direção z). r c f r c N P Uma das soluções importantes deve-se a Sommerfeld.

32 FATORES DE PROJETO Variáveis dadas ou sob controle do projetista: 1. Viscosidade ;. A carga por unidade de área projetada do mancal, P; 3. A velocidade angular N; 4. As dimensões do mancal r, c e l. Variáveis dependentes (fatores de projeto): 1. Coeficiente de atrito, f;. O aumento de temperatura, T; 3. O fluxo de óleo, Q; 4. A espessura mínima da película de óleo, h 0. Problema fundamental: definir limites satisfatórios para o segundo grupo de variáveis e então decidir sobre os valores do primeiro.

33 RELAÇÃO DAS VARIÁVEIS VEIS Definição: Número característico do mancal ou número de Sommerfeld: S r c N P S = Número característico do mancal; r = raio do mancal mm; c = folga radial, mm; = viscosidade absoluta, Pa.s; N = velocidade relativa entre a árvore e o mancal, rps; P = carga por unidade de área projetada, Pa. Observação: h 0 é a folga após a aplicação da carga. O número de Sommerfeld contém as variáveis especificadas pelo projetista, é admensional e é usado como abscissa nos gráficos.

34 RELAÇÃO DAS VARIÁVEIS VEIS Shigley

35 RELAÇÃO DAS VARIÁVEIS VEIS Shigley

36 RELAÇÃO DAS VARIÁVEIS VEIS Shigley

37 RELAÇÃO DAS VARIÁVEIS VEIS Shigley

38 RELAÇÃO DAS VARIÁVEIS VEIS Shigley

39 RELAÇÃO DAS VARIÁVEIS VEIS Fluxo lateral versus fluxo total. Shigley

40 EXEMPLO Os seguintes dados são para um mancal radial: r = 19 mm; c = 0,038 mm; l = 38,1 mm W = 4 N; = 0,076 Pa.s; N = 30 rps (1800 rpm); A carga unitária é: P W 4 N 1, MPa r l 0,019m 0,0381m 534 S r c N P 19mm 0,038mm 0,076 30rps 6 1,53 10 Pa 0,135 l d 38,1 19 1,00

41 EXEMPLO Shigley

42 EXEMPLO r c f 3,3 f c 0,038 3,3 3,3 r 19 0,0066 Torque devido ao atrito: T f W r 0,0066 4N 0,019m 0, 78Nm Perda de potência no mancal, em Watts : P T 0,788Nm ( 30) 55, 8W

43 EXEMPLO Mínima película de óleo. Se for menor do que um certo valor, haverá perigo de contato metal-metal ou pequeno fluxo de óleo, resultando em aumento de temperatura. h 0 0,4 c h 0,4c 0,4 0,038 0, 016mm 0 Variável de fluxo: cálculo da quantidade de lubrificante Q que é bombeada dentro do espaço convergente, pela rotação da árvore. Q r c N l

44 EXEMPLO

45 EXEMPLO Q r c N l 4,3 Q 4,3 r c N l 4,3(19)(0,038)(30)(38,1) 3 Q 3548mm / s Fuga lateral, quantidade de óleo perdida pelas extremidades. Q s Q 0,68 3 Q s 0,68(3548) 413mm / s

46 EXEMPLO Posição da pressão máxima da película:

47 Pressão máxima da película: EXEMPLO P P max 0,4

48 Pressão máxima da película: EXEMPLO P P max 0,4 P 0,4(1,53) 3, 643MPa max

49 EXEMPLO Posição da pressão máxima da película (útil no posicionamento de ranhuras de lubrificação):

50 EXEMPLO Posição da pressão máxima da película: Pmax 18,5 75 P0

51 EXERCÍCIO CIO 1-6 Um mancal completo de munhão tem um diâmetro de munhão de eixo de 5 mm com uma tolerância unilateral de 0,01 mm. O orifício da bucha tem um diâmetro de 5,04 mm com uma tolerância unilateral de 0,03 mm. A razão l/d é unitária. A carga de bucha é de 1,5 kn, e o munhão roda a 100 rpm. Analise a montagem de folga mínima se a viscosidade média é de 50 mpa.s. Para enconrar a espessura mínima de óleo, a perda de potência e a percentagem de fluxo lateral. d buchamin d eixomax 5,04 5 cmin 0, 0mm 5mm r 1,5 mm r 1, 5mm 65 c 0,0 mm 100 N 100rpm rev / s 0rev / 60 s

52 EXERCÍCIO CIO 1-6 P W 150 MPa r l 1,5mm 5mm Número característico do mancal ou número de Sommerfeld: S r c N P S Pa 0,1953

53 EXERCÍCIO CIO 1-6 Da Figura 1-16: h 0 0,5 c 0,0mm 0, mm h 0,5c 0,5 01 0

54 Da Figura 1-18: EXERCÍCIO CIO 1-6 r 65 4, 5 c f 4,5 f f 0, 007

55 EXERCÍCIO CIO 1-6 Da Figura 1-18: N 0,015m 0, Nm T f W r 0, N 0, m T 0, T 0, 115 Nm H N T H H 14, 13W 00, 115

56 Da Figura 1-0: EXERCÍCIO CIO 1-6 Q s Q 0,6 60% de fluxo lateral

57 MANCAIS ALIMENTADOS SOB PRESSÃO

58 MANCAIS ALIMENTADOS SOB PRESSÃO Utilizado quando a ação hidrodinâmica gera muito calor e o fluxo normal do lubrificante é insuficiente para retirá-lo; Fluxo máximo obtido com ranhura circunferencial no centro do mancal, com um furo de admissão localizado no lado oposto à zona carregada do mancal; Ranhura ampla para que a queda de pressão na própria ranhura seja bastante pequena; Fluxo de óleo é a quantidade que flui para fora das duas partes (metades) do mancal. Ignorando-se a rotação do eixo, o fluxo de lubrificante será causado pela pressão de suprimento p s.

59 MANCAIS ALIMENTADOS SOB PRESSÃO Pressão de alimentação é p s, pressão em um ponto qualquer é P e considerando-se o fluxo laminar, pode-se analisar o equilíbrio estático de um elemento de largura dx, espessura y e altura unitária

60 MANCAIS ALIMENTADOS SOB PRESSÃO y( p dp) yp dx 0 y dp dx Mas, da lei de Newton para fluidos viscosos: du dy du dy 1 dp dx y

61 MANCAIS ALIMENTADOS SOB PRESSÃO du dy 1 dp dx y u 1 dp dx y C 1 y c u dp c dx C 1 C 1 c dp 8 dx u dp 8 dx 1 (4y c )

62 MANCAIS ALIMENTADOS SOB PRESSÃO MANCAIS ALIMENTADOS SOB PRESSÃO B Ax p ' 0 0 l x em p x em p p s s s p B l p A ' s s p x l p p ' ' l p dx dp s ) 4 ( ' 8 y c l p u s Assumindo-se que a pressão de óleo varia linearmente:

63 MANCAIS ALIMENTADOS SOB PRESSÃO ps psc u ( c 4y ) u, 0 8 max para y l' 8l'

64 MANCAIS ALIMENTADOS SOB PRESSÃO u m 3 psc 8l' psc 1l'

65 MANCAIS ALIMENTADOS SOB PRESSÃO MANCAIS ALIMENTADOS SOB PRESSÃO A rc para mancais concêntricos: r c l c p A u Q s m s ' 1 ' 3 3 l r c p Q s s

66 MANCAIS ALIMENTADOS SOB PRESSÃO para mancais excêntricos, tem-se as seguintes relações: h 0 c 1 e c h h max c e c hmax 3 c 1 3

67 MANCAIS ALIMENTADOS SOB PRESSÃO fator de correção necessário para modificação de Q s : 1 3 Dennison 11,5 Q s (1 1,5 3 psc r ) 3 l'

68 MANCAIS ALIMENTADOS SOB PRESSÃO P W / r l' W 4r l'

69 MANCAIS ALIMENTADOS SOB PRESSÃO T c H CQ s T c,acréscimo de temperatura em C. H: Calor dissipado, Joule por hora; C: Coeficiente combinado de radiação e convecção;, peso por unidade de volume do lubrificante: 8440 N / m C 48cal / kgf J 4,19 J / cal 3, C, H fwrn J T 6l' W N c 3 (1 1,5 ) J C ps c f

70 MANCAIS ALIMENTADOS SOB PRESSÃO T c r c f (1 1,5 ) p s SW 4 r SI T c 0,013 r c f (1 1,5 ) p s SW 4 r Sistema Inglês

71 EXERCÍCIO CIO Um mancal completo de munhão tem um diâmetro de eixo de 80,00 mm com uma tolerância unilateral de 0,01 mm. A razão l/d é unitária. A bucha tem um diâmetro de orifício de 80,08 mm com uma tolerância unilateral de +0,03 mm. O suprimento de óleo SAE 30 está em um reservatório de sulco axial com uma temperatura de regime estável de 60º C. A carga radial é de 3000 N. Estime a temperatura média de filme, a espessura mínima de filme, a taxa de perda de calor e a taxa de fluxo lateral de lubrificante para a montagem de folga mínima, se a velocidade do munhão é de 8 rps.. d buchamin d eixomax 80,08 80,00 cmin 0, 04mm d 80mm r 40, 0 mm r c 40,0 mm 0,04 mm 1000 P W , MPa r l 40,0mm 80mm 46875

72 EXERCÍCIO CIO a tentativa(temperatura média): T 0 f 70 C 18mPa.s T 0 0 C C C T med T 1 T S r c N P S , , 307 Figura 1-13

73 EXERCÍCIO CIO ,10T P MPa c 0, ,00940S 0,047467S 0,10Tc 0, ,00940 P MPa 0,10 T c 0,46875,199 0,307 0, ,307, 199 T c 8,59 Diferença: T c 0 8,59 11,4 0 C Figura 1-4

74 EXERCÍCIO CIO a tentativa(temperatura média): T 0 f 65 C 0mPa.s T 0 0 C C C S r c N P S , , 341 Figura 1-13

75 EXERCÍCIO CIO ,10Tc 0, ,00940 P MPa 0,341 0, ,341, 403 0,10 T c 0,46875,403 Figura 1-4 T c 9,39 Diferença: T 0 c 10 9,39 0,61 C OK T 0 med 65 C

76 EXERCÍCIO CIO h 0 0,65 c 0,04 0, mm h 0,

77 EXERCÍCIO CIO f r c 7,5 f 0,0075

78 EXERCÍCIO CIO Q rncl 3, , mm s Q 3,9 /

79 EXERCÍCIO CIO Q s 0,45 Q 3 3 Q mm s mm s s 0, / 1797 /

80 EXERCÍCIO CIO ,04 0,9 N m T f W r 0, ,9 45, W H N T 8

81 CRITÉRIOS RIOS DE PROJETO DE TRUMPLER PARA MANCAIS DE MUNHÃO Como a montagem de um mancal cria a pressão de lubrificante para carregar uma carga, ele reage ao carregamento mudando sua excentricidade, a qual reduz a espessura mínima de filme h 0 até que a carga seja suportada. Qual o limite de h 0? Trumpler: As tolerâncias tendem a aumentar com o tamanho; Garganta de pelo menos 00 in para passar partículas das superfícies de fundo. h 0,000 0, d 0 in

82 CRITÉRIOS RIOS DE PROJETO DE TRUMPLER PARA MANCAIS DE MUNHÃO Lubrificantes reagem ao aumento da temperatura, vaporizando os componentes mais leves e deixando para trás os mais pesados. Desta forma, aumenta-se vagarosamente a viscosidade do lubrificante restante, o que eleva a taxa de geração de calor e as temperaturaqs do lubrificante. Para óleos leves: T max 50 0 F Como o mancal de munhão consiste geralmente em um munhão retificado de aço trabalhado contra uma bucha mais mole, a carga de arranque dividida pela área projetada está limitada a: W st 300 psi, 07 MPa nd, 0 l D Para óleos leves.

83 EXERCÍCIO CIO RESOLVIDO Um mancal de alimentação por pressão de sulco circunferente é lubrificado com óleo SAE grau 0, fornecido a uma pressão no medidor de 30 psi. O diâmetro do munhão d j é de 1,750 in (44,45 mm),com uma tolerância unilateral de -0,00 in (-0,0508 mm). A bucha circunferente central tem um diâmetro d b de 1,753 in (44,56 mm), com uma tolerância unilateral de +0,004 in (0,101 mm). A razão l /d dos dois meiomancais é ½. A velocidade angular do munhão é de 300 rpm, ou 5 revs/seg, e a carga permanente radial é de 900 lbf (4005 N). O reservatório externo é mantido a 10 0 F (48,9 0 C), desde que a transferência de calor necessária não exceda 800 Btu/h. b) Compare h 0, T max e P st com o critério de Trumpler. c) Estime o fluxo lateral volumétrico Qs, a taxa de perda de calor H perda e o torque parasita de fricção. r d j 44,45mm,5mm d buchamin d eixomax 44,56 44,45 cmin 0, 038mm l' d 1 d l r, 5mm Resultados encontrados no livro: 0 T F 97,1 0 F 36,16 C T max 17, ,1 0 F 10,83 0 C T max 50 17,1 0 F 0 F

84 EXERCÍCIO CIO RESOLVIDO S 0,0980 Da Figura 1-16: e c h 0 0, c c c e 0, 1 0, 0,8

85 b) EXERCÍCIO CIO RESOLVIDO h 0 1 c 1 0,80,038mm 0, mm h h 0,000 0, d 0 in h 0,000 0,000041, 750 in 0 0 mm h , OK h 0, 0007 in W st 94 psi 300 l D psi OK, porém o fator de segurança é muito próximo de um.

86 EXERCÍCIO CIO RESOLVIDO c) A partir da equação (1-): 3 psc r 3 Qs (1 1,5 ) 0,13in / 3 l' s H perda C p Q s T 0,13 97,1 0,156 Btu / s 0,0311 0,4 3600s H perda 0,156 Btu / s 561,5 Btu / h h T f W r fr c Wc 9000,0015 4,58lbf. in 339

87 REFERÊNCIAS SHIGLEY, J.E., Elementos de Máquinas, LTC, SHIGLEY, J.E., MISCHKE, C.R., BUDYNAS, R.G., Projeto de Engenharia mecânica, 7 a edição, Bookman.

MANCAIS DE DESLIZAMENTO. Prof. Dr. Julio Cézar de Almeida

MANCAIS DE DESLIZAMENTO. Prof. Dr. Julio Cézar de Almeida MANCAIS DE DESLIZAMENTO Prof. Dr. Julio Cézar de Almeida 1 ATRITO EM VELOCIDADES ELEVADAS Rolamento Deslizamento Rolamento e deslizamento Prof. Julio Almeida Deslizamento 2 ATRITO EM VELOCIDADES ELEVADAS

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO Departamento de Engenharia Mecânica

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO Departamento de Engenharia Mecânica UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO Departamento de Engenharia Mecânica Elementos de Máquinas II Elementos de Apoio F T O = 0 Óleo e.sen O F h máx e Eixo Mancal L Óleo F d n h min d Q máx F pmáx p O

Leia mais

Capítulo1 Tensão Normal

Capítulo1 Tensão Normal - UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE ESCOLA DE ENGENHARIA INDUSTRIAL METALÚRGICA DE VOLTA REDONDA PROFESSORA: SALETE SOUZA DE OLIVEIRA BUFFONI DISCIPLINA: RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS Referências Bibliográficas:

Leia mais

Tratores. Informações gerais sobre tratores. Recomendações. Distância do eixo

Tratores. Informações gerais sobre tratores. Recomendações. Distância do eixo Informações gerais sobre tratores Informações gerais sobre tratores Os tratores foram projetados para puxar semirreboques e são, portanto, equipados com uma quinta roda para possibilitar a fácil troca

Leia mais

Relatório Preliminar Experimento 6.2 Reologia

Relatório Preliminar Experimento 6.2 Reologia Universidade Estadual de Campinas FEQ Faculdade de Engenharia Química Relatório Preliminar Experimento 6.2 Reologia EQ601 - Laboratório de Engenharia Química I Turma A Grupo E Integrantes Andrey Seiji

Leia mais

Sistemas Unitários: Análise Dimensional e Similaridades

Sistemas Unitários: Análise Dimensional e Similaridades Física Industrial-FBT415 1 s Unitários: Análise Dimensional e Similaridades 1. Magnitude e sistemas unitários O valor de qualquer magnitude física é expressa como o produto de dois fatores: o valor da

Leia mais

VASOS SEPARADORES E ACUMULADORES

VASOS SEPARADORES E ACUMULADORES VASOS SEPARADORES E ACUMULADORES SÃO EQUIPAMENTOS MUITO USADOS NA INDÚSTRIA QUÍMICA PARA VÁRIAS FUNÇÕES, ENTRE ELAS: MISTURA OU SEPARAÇÃO DE FASES DISSOLUÇÃO AQUECIMENTO NEUTRALIZAÇÃO CRISTALIZAÇÃO REAÇÃO

Leia mais

Mecânica dos Fluidos. Prof. Engº Franco Brunetti.

Mecânica dos Fluidos. Prof. Engº Franco Brunetti. Mecânica dos Fluidos. Prof. Engº Franco Brunetti. Resolução dos Exercícios. Por Josenei Godoi( Dúvidas,sugestões ou correções enviar email para joseneigodoi@yahoo.com.br). Resumo de fórmulas: - Tensão

Leia mais

OPERAÇÕES UNITÁRIAS 1I. Sólidos SÓLIDOS PARTICULADOS 1: Particulados - PROPRIEDADES DOS SÓLIDOS PARTICULADOS - PENEIRAÇÃO

OPERAÇÕES UNITÁRIAS 1I. Sólidos SÓLIDOS PARTICULADOS 1: Particulados - PROPRIEDADES DOS SÓLIDOS PARTICULADOS - PENEIRAÇÃO OPERAÇÕES UNITÁRIAS 1I Sólidos SÓLIDOS PARTICULADOS 1: Particulados - PROPRIEDADES DOS SÓLIDOS PARTICULADOS - PENEIRAÇÃO Prof. Dr. Félix Monteiro Pereira PROF. DR. FÉLIX MONTEIRO PEREIRA 1 O que é um sólido

Leia mais

Descrevendo Grandezas Físicas. Prof. Warlley Ligório Antunes

Descrevendo Grandezas Físicas. Prof. Warlley Ligório Antunes Descrevendo Grandezas Físicas Prof. Warlley Ligório Antunes Grandezas Físicas Define-se grandeza como tudo aquilo que pode ser comparado com um padrão por meio de uma medição. Exemplo: Este corpo tem várias

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ UNIFAP PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO - PROGRAD DEPARTAMENTO DE CIENCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS-DCET CURSO DE FÍSICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ UNIFAP PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO - PROGRAD DEPARTAMENTO DE CIENCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS-DCET CURSO DE FÍSICA UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ UNIFAP PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO - PROGRAD DEPARTAMENTO DE CIENCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS-DCET CURSO DE FÍSICA Disciplina: Física Básica III Prof. Dr. Robert R.

Leia mais

Lista de Exercícios Aula 04 Propagação do Calor

Lista de Exercícios Aula 04 Propagação do Calor Lista de Exercícios Aula 04 Propagação do Calor 1. (Halliday) Suponha que a barra da figura seja de cobre e que L = 25 cm e A = 1,0 cm 2. Após ter sido alcançado o regime estacionário, T2 = 125 0 C e T1

Leia mais

Exemplos de seleção de fuso de esferas

Exemplos de seleção de fuso de esferas Diagrama de seleção Equipamentos de transferência de alta velocidade (uso horizontal) Condições de seleção Massa da mesa m 1 = 60 kg Massa de trabalho m 2 = 20 kg Comprimento do curso l S = 1000 mm Velocidade

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA ESCOLA POLITÉCNICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA ENG 008 Fenômenos de Transporte I A Profª Fátima Lopes

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA ESCOLA POLITÉCNICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA QUÍMICA ENG 008 Fenômenos de Transporte I A Profª Fátima Lopes Equações básicas Uma análise de qualquer problema em Mecânica dos Fluidos, necessariamente se inicia, quer diretamente ou indiretamente, com a definição das leis básicas que governam o movimento do fluido.

Leia mais

PERMUTADOR DE PLACAS TP3

PERMUTADOR DE PLACAS TP3 PERMUTADOR DE PLACAS TP3 LABORATÓRIOS DE ENGENHARIA QUÍMICA I (2009/2010 1. Objectivos Determinação de coeficientes globais de transferência de calor num permutador de calor de placas. Cálculo da eficiência

Leia mais

-ESTRUTURA VIÁRIA TT048 SUPERELEVAÇÃO

-ESTRUTURA VIÁRIA TT048 SUPERELEVAÇÃO INFRAINFRA -ESTRUTURA VIÁRIA TT048 SUPERELEVAÇÃO Profa. Daniane Franciesca Vicentini Prof. Djalma Pereira Prof. Eduardo Ratton Profa. Márcia de Andrade Pereira DEFINIÇÕES CORPO ESTRADAL: forma assumida

Leia mais

Um corpo é submetido ao esforço de cisalhamento quando sofre a ação de um carregamento (força cortante) que atua na direção transversal ao seu eixo.

Um corpo é submetido ao esforço de cisalhamento quando sofre a ação de um carregamento (força cortante) que atua na direção transversal ao seu eixo. 47 8. CISALHAMENTO Um corpo é submetido ao esforço de cisalhamento quando sofre a ação de um carregamento (força cortante) que atua na direção transversal ao seu eixo. A tensão de cisalhamento ( ) é obtida

Leia mais

Cilindro de bielas de pistão Cilindro de guia Série GPC. Catálogo impresso

Cilindro de bielas de pistão Cilindro de guia Série GPC. Catálogo impresso Cilindro de bielas de Cilindro de guia Série GPC Catálogo impresso 2 Cilindro de bielas de Cilindro de guia Série GPC Cilindro de guia, Série GPC-BV Ø 10-100 mm com efeito duplo mancal liso mortecimento:

Leia mais

Clube Automovel de Lousada REGULAMENTO TÉCNICO. II Edição TROFÉU DE RESISTENCIAS CLUBE AUTOMOVEL DE LOUSADA

Clube Automovel de Lousada REGULAMENTO TÉCNICO. II Edição TROFÉU DE RESISTENCIAS CLUBE AUTOMOVEL DE LOUSADA Clube Automovel de Lousada REGULAMENTO TÉCNICO II Edição TROFÉU DE RESISTENCIAS CLUBE AUTOMOVEL DE LOUSADA Aprovado em 18/02/2015 1 Os concorrentes, que pretendam, participar nas provas do Troféu de resistência

Leia mais

Seção 9 PISTÕES - ANÉIS - BIELAS

Seção 9 PISTÕES - ANÉIS - BIELAS Seção 9 PISTÕES - ANÉIS - BIELAS Índice da seção Página Bielas Montagem da biela no pistão... 4 Verificação Instalação... 7 Remoção Torque... 8 Pistões Montagem do pistão na biela... 4 Verificação do desgaste

Leia mais

Mancais. TECNÓLOGO EM MECATRÔNICA Elementos de Máquinas. Professor: André Kühl andre.kuhl@ifsc.edu.br

Mancais. TECNÓLOGO EM MECATRÔNICA Elementos de Máquinas. Professor: André Kühl andre.kuhl@ifsc.edu.br Mancais TECNÓLOGO EM MECATRÔNICA Elementos de Máquinas Professor: André Kühl andre.kuhl@ifsc.edu.br Introdução à Mancais O mancal pode ser definido como suporte ou guia em que se apóia o eixo; No ponto

Leia mais

1) Determine o peso de um reservatório de óleo que possui uma massa de 825 kg.

1) Determine o peso de um reservatório de óleo que possui uma massa de 825 kg. PONTÍFICIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO ESCOLA DE ENGENHARIA Disciplina: Fenômenos de Transporte Professor: M. Sc. Felipe Corrêa Veloso dos Santos Lista de exercício pré-avaliação

Leia mais

Condução. t x. Grupo de Ensino de Física da Universidade Federal de Santa Maria

Condução. t x. Grupo de Ensino de Física da Universidade Federal de Santa Maria Condução A transferência de energia de um ponto a outro, por efeito de uma diferença de temperatura, pode se dar por condução, convecção e radiação. Condução é o processo de transferência de energia através

Leia mais

Ensaio de tração: cálculo da tensão

Ensaio de tração: cálculo da tensão Ensaio de tração: cálculo da tensão A UU L AL A Você com certeza já andou de elevador, já observou uma carga sendo elevada por um guindaste ou viu, na sua empresa, uma ponte rolante transportando grandes

Leia mais

Instrumentação Industrial: As Válvulas de Controlo, um Importante "Instrumento"

Instrumentação Industrial: As Válvulas de Controlo, um Importante Instrumento Instrumentação Industrial: As Válvulas de Controlo, um Importante "Instrumento" 2.ª Parte robótica 26 SECÇÃO INSTRUMENTAÇÃO Miguel Beco Eng.º Electrotécnico, Ramo de Automação, Controlo e Instrumentação

Leia mais

COMPORTAMENTO E PROPRIEDADES DOS MATERIAIS

COMPORTAMENTO E PROPRIEDADES DOS MATERIAIS Capítulo 4 COMPORTAMENTO E PROPRIEDADES DOS MATERIAIS PROPRIEDADES FÍSICAS DENSIDADE APARENTE E DENSIDADE REAL A DENSIDADE APARENTE é a relação entre a massa do material e o volume total (incluindo o volume

Leia mais

MÁQUINAS HIDRÁULICAS AULA 15 TURBINAS A VAPOR PROF.: KAIO DUTRA

MÁQUINAS HIDRÁULICAS AULA 15 TURBINAS A VAPOR PROF.: KAIO DUTRA MÁQUINAS HIDRÁULICAS AULA 15 TURBINAS A VAPOR PROF.: KAIO DUTRA Usinas Termoelétricas As turbinas a vapor são máquinas que utilizam a elevada energia cinética da massa de vapor expandido em trabalho de

Leia mais

PROJETO DE ENGRENAGENS CÔNICAS E SEM-FIM. Prof. Alexandre Augusto Pescador Sardá

PROJETO DE ENGRENAGENS CÔNICAS E SEM-FIM. Prof. Alexandre Augusto Pescador Sardá PROJETO DE ENGRENAGENS CÔNICAS E SEM-FIM Prof. Alexandre Augusto Pescador Sardá ENGRENAGENS CIÍNDRICAS Engrenagens cônicas de dentes retos; Engrenagens cônicas espirais; Engrenagens cônicas zerol; Engrenagens

Leia mais

13. INFORMAÇÕES DE SERVIÇO DIAGNÓSTICO DE DEFEITOS 13-1 TRANSMISSÃO/SELETOR DE MARCHAS

13. INFORMAÇÕES DE SERVIÇO DIAGNÓSTICO DE DEFEITOS 13-1 TRANSMISSÃO/SELETOR DE MARCHAS 13. TRANSMISSÃO/SELETOR INFORMAÇÕES DE SERVIÇO 13-1 DIAGNÓSTICO DE DEFEITOS 13-1 DESCRIÇÃO DO SISTEMA 13-2 DESMONTAGEM DA TRANSMISSÃO 13-6 INSPEÇÃO DA TRANSMISSÃO 13-6 MONTAGEM DA TRANSMISSÃO 13-7 INFORMAÇÕES

Leia mais

Resistência dos Materiais II: Elementos de Fixação Rosqueados

Resistência dos Materiais II: Elementos de Fixação Rosqueados Resistência dos Materiais II: Elementos de Fixação Rosqueados Prof. Jorge A. R. Durán Enga. Mecânica UFF Volta Redonda duran@vm.uff.br June 15 1 Objetivos Analise das tensões geradas por carregamentos

Leia mais

Mecânica dos Fluidos. Unidade 1- Propriedades Básicas dos Fluidos

Mecânica dos Fluidos. Unidade 1- Propriedades Básicas dos Fluidos Mecânica dos Fluidos Unidade 1- Propriedades Básicas dos Fluidos Quais as diferenças fundamentais entre fluido e sólido? Fluido é mole e deformável Sólido é duro e muito Sólido é duro e muito pouco deformável

Leia mais

Professor: José Junio Lopes

Professor: José Junio Lopes Aula 2 - Tensão/Tensão Normal e de Cisalhamento Média; Tensões Admissíveis. A - Tensão Normal Média 1. Exemplo 1.17 - A luminária de 80 kg é sustentada por duas hastes, AB e BC, como mostra a Figura 1.17a.

Leia mais

Prof. Vinícius C. Patrizzi ESTRADAS E AEROPORTOS

Prof. Vinícius C. Patrizzi ESTRADAS E AEROPORTOS Prof. Vinícius C. Patrizzi ESTRADAS E AEROPORTOS GEOMETRIA DE VIAS Elementos geométricos de uma estrada (Fonte: PONTES FILHO, 1998) CURVAS HORIZONTAIS Estudo sobre Concordância Horizontal: O traçado em

Leia mais

2.1.1. Sistemas simples a uma dimensão

2.1.1. Sistemas simples a uma dimensão 2. CONVERSÃO DE UNIDADES Velocidade do carro (S.I.): m/s ; mais compreensível em km/h. 2.1. Conversão de unidades simples: comprimento (m), área (m 2 ),... 2.2. Conversão de unidades compostas: velocidade

Leia mais

Editorial Módulo: Física

Editorial Módulo: Física 1. No gráfico a seguir, está representado o comprimento L de duas barras e em função da temperatura θ. Sabendo-se que as retas que representam os comprimentos da barra e da barra são paralelas, pode-se

Leia mais

Mecânica dos Fluidos Aplicado MFA - AULA 07 Arrasto e Sustentação

Mecânica dos Fluidos Aplicado MFA - AULA 07 Arrasto e Sustentação Mecânica dos Fluidos Aplicado MFA - AULA 07 Arrasto e Sustentação Nessa seção iremos observar a interferência de objetos durante o escoamento, causando o que conhecemos por arrasto e porque a sustentação

Leia mais

RESPOSTA: C. a) só a I. b) só a II. c) só a III. d) mais de uma. e) N.d.a. RESPOSTA: C

RESPOSTA: C. a) só a I. b) só a II. c) só a III. d) mais de uma. e) N.d.a. RESPOSTA: C 1. (ITA - 1969) Usando L para comprimento, T para tempo e M para massa, as dimensões de energia e quantidade de movimento linear correspondem a: Energia Quantidade de Movimento a) M L T -1... M 2 L T -2

Leia mais

Universidade Federal de Pelotas Centro de Engenharias. Resistência dos Materiais I Estruturas II. Capítulo 5 Torção

Universidade Federal de Pelotas Centro de Engenharias. Resistência dos Materiais I Estruturas II. Capítulo 5 Torção Capítulo 5 Torção 5.1 Deformação por torção de um eixo circular Torque é um momento que tende a torcer um elemento em torno de seu eixo longitudinal. Se o ângulo de rotação for pequeno, o comprimento e

Leia mais

SÓ ABRA QUANDO AUTORIZADO.

SÓ ABRA QUANDO AUTORIZADO. UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS FÍSICA 2 a Etapa SÓ ABRA QUANDO AUTORIZADO. Leia atentamente as instruções que se seguem. 1 - Este Caderno de Provas contém seis questões, constituídas de itens e subitens,

Leia mais

WWW.RENOVAVEIS.TECNOPT.COM

WWW.RENOVAVEIS.TECNOPT.COM Energia produzida Para a industria eólica é muito importante a discrição da variação da velocidade do vento. Os projetistas de turbinas necessitam da informação para otimizar o desenho de seus geradores,

Leia mais

Resistência dos Materiais

Resistência dos Materiais Aula 4 Deformações e Propriedades Mecânicas dos Materiais Tópicos Abordados Nesta Aula Estudo de Deformações, Normal e por Cisalhamento. Propriedades Mecânicas dos Materiais. Coeficiente de Poisson. Deformação

Leia mais

Termodinâmica Aplicada I Lista de exercícios 1ª Lei para Volume de Controle

Termodinâmica Aplicada I Lista de exercícios 1ª Lei para Volume de Controle Termodinâmica Aplicada I Lista de exercícios 1ª Lei para Volume de Controle 1. Água evapora no interior do tubo de uma caldeira que opera a 100 kpa. A velocidade do escoamento de líquido saturado que alimenta

Leia mais

Avaliação Teórica II Seleção Final 2015 Olimpíadas Internacionais de Física 16 de Abril 2015

Avaliação Teórica II Seleção Final 2015 Olimpíadas Internacionais de Física 16 de Abril 2015 Caderno de Questões Teoria II Instruções 1. Este caderno de questões contém NOVE folhas, incluindo esta com as instruções. Confira antes de começar a resolver a prova. 2. A prova é composta por QUATRO

Leia mais

Mancais de Rolamento. Prof. Alan Christie da Silva Dantas

Mancais de Rolamento. Prof. Alan Christie da Silva Dantas Mancais de Rolamento Prof. Alan Christie da Silva Dantas O que são? Mancais de apoio onde o esforço principal é transmitido através de um elemento de contato rolante, O atrito inicial e o atrito de serviço

Leia mais

1) Unidades de Medida

1) Unidades de Medida CURSO DE INSTRUMENTAÇÃO Conceitos Fundamentais Cedtec 2007/2 Sem equivalente na Apostila 1 Pressão e NívelN 1) Unidades de Medida É necessário saber trabalhar com unidades de medida no Sistema Internacional

Leia mais

AutoFilt Type RF3 Exemplos de aplicação.

AutoFilt Type RF3 Exemplos de aplicação. Filtro de retrolavagem automático AutoFilt RF3 para a tecnologia de processos Filtro de retrolavagem automático AutoFilt RF3 para a tecnologia de processos. Para a operação de filtração contínua sem manutenção

Leia mais

1.3.1 Princípios Gerais.

1.3.1 Princípios Gerais. 1.3 HIDRODINÂMICA UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS SETOR DE ENGENHARIA RURAL 1.3.1 Princípios Gerais. Prof. Adão Wagner Pêgo Evangelista 1 - NOÇÕES DE HIDRÁULICA

Leia mais

Tecnologia Pneumática. 1) Incremento da produção com investimento relativamente pequeno.

Tecnologia Pneumática. 1) Incremento da produção com investimento relativamente pequeno. Tecnologia Pneumática Vantagens: 1) Incremento da produção com investimento relativamente pequeno. 2) Redução dos custos operacionais. A rapidez nos movimentos pneumáticos e a libertação do operário (homem)

Leia mais

Determinação da viscosidade. Método de Stokes e viscosímetro de Hoppler

Determinação da viscosidade. Método de Stokes e viscosímetro de Hoppler Determinação da viscosidade Método de Stokes e viscosímetro de Hoppler A viscosidade é uma das variáveis que caracteriza reologicamente uma substância. O que vem a ser reologicamente? Num sentido amplo,

Leia mais

EXPERIMENTO 08 REOLOGIA - VISCOSIDADE DE LÍQUIDOS. b) Reagentes. - Óleo mineral; - Biodiesel; - Mel ou melado.

EXPERIMENTO 08 REOLOGIA - VISCOSIDADE DE LÍQUIDOS. b) Reagentes. - Óleo mineral; - Biodiesel; - Mel ou melado. ŀ EXPERIMENTO 08 UNIVERSIDADE COMUNITÁRIA REGIONAL DE CHAPECÓ ÁREA DE CIÊNCIAS EXATAS E AMBIENTAIS ENGENHARIA DE ALIMENTOS/ENGENHARIA QUÍMICA DISCIPLINA: FÍSICO-QUÍMICA EXPERIMENTAL PROFESSOR: JACIR DAL

Leia mais

Condições ambientais?

Condições ambientais? ACOPLAMENTO ELÁSTICO MADEFLEX CO (COM CORREIA) 4 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Os acoplamentos MADEFLEX CO são compostos por docisubos simétricos de ferro fundido cinzento, unidos por um jogo de correias planas

Leia mais

Equações Constitutivas para Fluidos Newtonianos - Eqs. de Navier- Stokes (cont.):

Equações Constitutivas para Fluidos Newtonianos - Eqs. de Navier- Stokes (cont.): Da Eq. 13: UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Equações Constitutivas para Fluidos Newtonianos - Eqs. de Navier- Stokes (cont.): Para fluido Newtoniano, a tensão viscosa é proporcional à taxa de deformação angular);

Leia mais

FÍSICA. A) 2 J B) 6 J C) 8 J D) 10 J E) Zero. A) 6,2x10 6 metros. B) 4,8x10 1 metros. C) 2,4x10 3 metros. D) 2,1x10 9 metros. E) 4,3x10 6 metros.

FÍSICA. A) 2 J B) 6 J C) 8 J D) 10 J E) Zero. A) 6,2x10 6 metros. B) 4,8x10 1 metros. C) 2,4x10 3 metros. D) 2,1x10 9 metros. E) 4,3x10 6 metros. FÍSICA 16) Numa tempestade, ouve-se o trovão 7,0 segundos após a visualização do relâmpago. Sabendo que a velocidade da luz é de 3,0x10 8 m/s e que a velocidade do som é de 3,4x10 2 m/s, é possível afirmar

Leia mais

SE E SEL CARACTERÍSTICAS

SE E SEL CARACTERÍSTICAS SE E SEL CARACTERÍSTICAS PB PBL SB SBL SE SEL SD SDL SF SFL ST ENGRENAGENS DE DENTES HELICOIDAIS Mecanismos de redução de primeira linha empregar engrenagens de dentes helicoidais, que fornecem uma taxa

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES DE FUN- CIONAMENTO (Tradução) Plataforma elevadora Tipo 1097.0,75 1097.1,25 8718.0,2

MANUAL DE INSTRUÇÕES DE FUN- CIONAMENTO (Tradução) Plataforma elevadora Tipo 1097.0,75 1097.1,25 8718.0,2 MANUAL DE INSTRUÇÕES DE FUN- CIONAMENTO (Tradução) Plataforma elevadora Tipo 1097.0,75 1097.1,25 8718.0,2 PT 1. Grupos de utilizadores Tarefas Qualificação Operador Operação, verificação visual Instrução

Leia mais

Inteligência Artificial

Inteligência Artificial Inteligência Artificial Aula 7 Programação Genética M.e Guylerme Velasco Programação Genética De que modo computadores podem resolver problemas, sem que tenham que ser explicitamente programados para isso?

Leia mais

Aplicação do Método de Diferenças Finitas para Análise do Desempenho Operacional de Mancais Radiais Hidrodinâmicos

Aplicação do Método de Diferenças Finitas para Análise do Desempenho Operacional de Mancais Radiais Hidrodinâmicos UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ INSTITUTO DE ENGENHARIA MECÂNICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA MECÂNICA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO Aplicação do Método de Diferenças Finitas para Análise do Desempenho

Leia mais

Informações Técnicas Uso Orientativo

Informações Técnicas Uso Orientativo Parafusos X Buchas de ylon Buchas º Auto-atarraxante s aplicáveis Madeira Sextavado soberba Parafusos mais utilizados 4 2,2 2,2 a 2,8 2,8 x 25-2,8 x 30 5 2,9 a 3,5 2,2 a 3,8 2,8 x 30-3,2 x 40-3,5 x 45

Leia mais

Resolução Comentada Fuvest - 1ª fase 2014

Resolução Comentada Fuvest - 1ª fase 2014 Resolução Comentada Fuvest - 1ª fase 2014 01 - Em uma competição de salto em distância, um atleta de 70kg tem, imediatamente antes do salto, uma velocidade na direção horizontal de módulo 10m/s. Ao saltar,

Leia mais

Aula 09 Análise Estrutural - Treliça Capítulo 6 R. C. Hibbeler 10ª Edição Editora Pearson - http://www.pearson.com.br/

Aula 09 Análise Estrutural - Treliça Capítulo 6 R. C. Hibbeler 10ª Edição Editora Pearson - http://www.pearson.com.br/ Aula 09 Análise Estrutural - Treliça Capítulo 6 R. C. Hibbeler 10ª Edição Editora Pearson - http://www.pearson.com.br/ Estrutura Sistema qualquer de elementos ligados, construído para suportar ou transferir

Leia mais

Assunto: Estudo do ponto

Assunto: Estudo do ponto Assunto: Estudo do ponto 1) Sabendo que P(m+1;-3m-4) pertence ao 3º quadrante, determine os possíveis valores de m. resp: -4/3

Leia mais

Corrente elétrica, potência, resistores e leis de Ohm

Corrente elétrica, potência, resistores e leis de Ohm Corrente elétrica, potência, resistores e leis de Ohm Corrente elétrica Num condutor metálico em equilíbrio eletrostático, o movimento dos elétrons livres é desordenado. Em destaque, a representação de

Leia mais

1. Determinar a tensão normal nos pontos das seções S 1 e S 2 da barra da figura.

1. Determinar a tensão normal nos pontos das seções S 1 e S 2 da barra da figura. 16 10 mm 10 mm 1. eterminar a tensão normal nos pontos das seções S 1 e S 2 da barra da figura. S1 S1 20 kn 300 mm 160 mm 50 mm 80 mm S 1 40MPa S 2 3,98MPa 2. Para a barra da figura, determinar a variação

Leia mais

Capítulo 7 Conservação de Energia

Capítulo 7 Conservação de Energia Função de mais de uma variável: Capítulo 7 Conservação de Energia Que para acréscimos pequenos escrevemos Onde usamos o símbolo da derivada parcial: significa derivar U parcialmente em relação a x, mantendo

Leia mais

Materiais / Materiais I. Guia para Trabalho Laboratorial

Materiais / Materiais I. Guia para Trabalho Laboratorial Materiais / Materiais I Guia para Trabalho Laboratorial ENSAIO DE DUREZA 1. Introdução A dureza de um material é uma propriedade mecânica que mede a resistência à deformação plástica (permanente). A dureza

Leia mais

1. TRANSMISSÕES POR CORRENTES

1. TRANSMISSÕES POR CORRENTES 1 1. TRANSMISSÕES POR CORRENTES 1.1 - Introdução As correntes fazem parte das transmissões flexíveis, conjuntamente com as correias. Apresentam menor capacidade de absorção de choques em virtude de sua

Leia mais

Ondas EM no Espaço Livre (Vácuo)

Ondas EM no Espaço Livre (Vácuo) Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Santa Catarina Campus São José Área de Telecomunicações ELM20704 Eletromagnetismo Professor: Bruno Fontana da Silva 2014-1 Ondas EM

Leia mais

FÍSICA - 2 o ANO MÓDULO 17 ELETRODINÂMICA: CORRENTE ELÉTRICA, RESISTORES E LEI DE OHM

FÍSICA - 2 o ANO MÓDULO 17 ELETRODINÂMICA: CORRENTE ELÉTRICA, RESISTORES E LEI DE OHM FÍSICA - 2 o ANO MÓDULO 17 ELETRODINÂMICA: CORRENTE ELÉTRICA, RESISTORES E LEI DE OHM A B FALTA DE CARGAS NEGATIVAS EXCESSO DE CARGAS NEGATIVAS A V A + - B V B U = V A - V B E A B U = V A - V B A + - B

Leia mais

NOME: Matrícula: Turma: Prof. : Importante: i. Nas cinco páginas seguintes contém problemas para serem resolvidos e entregues.

NOME: Matrícula: Turma: Prof. : Importante: i. Nas cinco páginas seguintes contém problemas para serem resolvidos e entregues. Lista 12: Equilíbrio do Corpo Rígido NOME: Matrícula: Turma: Prof. : Importante: i. Nas cinco páginas seguintes contém problemas para serem resolvidos e entregues. ii. Ler os enunciados com atenção. iii.

Leia mais

5ª LISTA DE EXERCÍCIOS PROBLEMAS ENVOLVENDO FLEXÃO

5ª LISTA DE EXERCÍCIOS PROBLEMAS ENVOLVENDO FLEXÃO Universidade Federal da Bahia Escola Politécnica Departamento de Construção e Estruturas Professor: Armando Sá Ribeiro Jr. Disciplina: ENG285 - Resistência dos Materiais I-A www.resmat.ufba.br 5ª LISTA

Leia mais

Seção 8 Sistemas de lubrificação

Seção 8 Sistemas de lubrificação Seção 8 Sistemas de lubrificação Página IDENTIFICAÇÃO DO SISTEMA DE RESPIRO DO CÁRTER... 144 MANUTENÇÃO DO SISTEMA DE RESPIRO DO CÁRTER... 145 Modelos 290000, 300000, 350000, 3510000... 145 Modelo 380000...

Leia mais

DESENHO TÉCNICO. Solda - Representações

DESENHO TÉCNICO. Solda - Representações Acadêmicos: Beatriz Goulart Daniel Olska Eduardo Pipino Joana Caroline Larissa Nascimento Mario Roberto Dutra Pereira DESENHO TÉCNICO Solda - Representações SOLDAGEM Def. 1: A soldagem é usada para unir

Leia mais

ESTRUTURAS DE FUNDAÇÕES RASAS

ESTRUTURAS DE FUNDAÇÕES RASAS Universidade Federal de Ouro Preto - Escola de Minas Departamento de Engenharia Civil CIV620-Construções de Concreto Armado ESTRUTURAS DE FUNDAÇÕES RASAS Profa. Rovadávia Aline Jesus Ribas Ouro Preto,

Leia mais

Boletim Informativo 066/2011 de 21/02/2013 REV 03

Boletim Informativo 066/2011 de 21/02/2013 REV 03 Boletim Informativo 066/2011 de 21/02/2013 REV 03 PRODUTO: Grampo Pneumático Ø 63mm, com ângulo de abertura regulável A série do Grampo Pneumático é prática, econômica e de fácil aplicação. O Grampo é

Leia mais

Normas Didáticas - EMA091 - Mecânica dos Fluidos. www.demec.ufmg.br/grupos/gamset/labbio/index.htm

Normas Didáticas - EMA091 - Mecânica dos Fluidos. www.demec.ufmg.br/grupos/gamset/labbio/index.htm Normas Didáticas - EMA091 - Mecânica dos Fluidos www.demec.ufmg.br/grupos/gamset/labbio/index.htm Prof. Marcos Pinotti pinotti@demec.ufmg.br Sala A-209 Galpão do DEMEC Tel.: 34995242 Três Provas (90 pontos)

Leia mais

Resistência dos Materiais

Resistência dos Materiais Aula 3 Tensão Admissível, Fator de Segurança e rojeto de Acoplamentos Simples Tópicos Abordados Nesta Aula Tensão Admissível. Fator de Segurança. rojeto de Acoplamentos Simples. Tensão Admissível O engenheiro

Leia mais

Folga Axial Diâmetro do fuso (mm) ɸ14,0 ~ ɸ28,0 ɸ30 ~ ɸ32,0 ɸ36 ~ ɸ45,0 ɸ50 Folga axial máxima (mm) 0,10 0,14 0,17 0,20

Folga Axial Diâmetro do fuso (mm) ɸ14,0 ~ ɸ28,0 ɸ30 ~ ɸ32,0 ɸ36 ~ ɸ45,0 ɸ50 Folga axial máxima (mm) 0,10 0,14 0,17 0,20 Fusos de Esferas 1 - Folga Axial: É a medida entre o fuso e a castanha no sentido longitudinal ao eixo. Radial: É a folga entre o fuso e a castanha perpendicular ao eixo do fuso. Folga Axial Diâmetro do

Leia mais

reciclagem a frio KMA 220

reciclagem a frio KMA 220 Technische Especificação Daten Técnica Kaltfräse Usina misturadora W 200 móvel de reciclagem a frio KMA 220 Especificação Técnica Usina misturadora móvel de reciclagem a frio KMA 220 Capacidade da usina

Leia mais

Propriedades Térmicas. DEMEC TM229 Prof. Adriano Scheid Callister Cap. 19

Propriedades Térmicas. DEMEC TM229 Prof. Adriano Scheid Callister Cap. 19 DEMEC TM229 Prof. Adriano Scheid Callister Cap. 19 Entende-se como propriedade térmica como a resposta de um material à aplicação de calor. À medida que um sólido absorve energia na forma de calor, a sua

Leia mais

Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil Departamento de Estruturas. Elementos estruturais. Prof. MSc. Luiz Carlos de Almeida

Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil Departamento de Estruturas. Elementos estruturais. Prof. MSc. Luiz Carlos de Almeida Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia Civil Departamento de Estruturas Elementos estruturais Notas de aula da disciplina AU405 Concreto Prof. MSc. Luiz Carlos de Almeida Agosto/2006

Leia mais

1ª lei de Newton (Lei da Inércia)

1ª lei de Newton (Lei da Inércia) 1ª lei de Newton (Lei da Inércia) Inércia: Por si só, um corpo não é capaz de alterar o seu estado de repouso ou de movimento rectilíneo e uniforme. A inércia de um corpo é uma medida da oposição que o

Leia mais

Prática 1: RELAÇÃO ENTRE FORÇA E ACELERAÇÃO

Prática 1: RELAÇÃO ENTRE FORÇA E ACELERAÇÃO Prática 1: RELAÇÃO ENTRE FORÇA E ACELERAÇÃO 1.1 Objetivo: Estudar a relação entre a força, massa e aceleração. 1.2 Material Necessário: 01 Plano Inclinado com ajuste angular regulável 01 Carrinho de movimento

Leia mais

Catálogo geral de ventiladores centrífugos com pás viradas. para trás (Limit Load)

Catálogo geral de ventiladores centrífugos com pás viradas. para trás (Limit Load) Catálogo geral de ventiladores centrífugos com pás viradas para trás (Limit Load) Rua Rio de Janeiro, 528 CEP 065-0 Fazendinha Santana do Parnaíba SP 1 Índice 1- Fundamentos 3 2- Curvas características

Leia mais

FATEC CAMPUS POMPEIA MECÂNICA APLICADA PRESSÃO, TORQUE, POTÊNCIA E FORÇA CENTRÍFUGA. PROF MSc RUI CASARIN

FATEC CAMPUS POMPEIA MECÂNICA APLICADA PRESSÃO, TORQUE, POTÊNCIA E FORÇA CENTRÍFUGA. PROF MSc RUI CASARIN FATEC CAMPUS POMPEIA MECÂNICA APLICADA PRESSÃO, TORQUE, POTÊNCIA E FORÇA CENTRÍFUGA. PROF MSc RUI CASARIN PRESSÃO Definida como sendo a distribuição das forças atuantes num corpo, através da área que a

Leia mais

Rolamentos. Diógenes Bitencourt. Clique para editar o estilo do subtítulo mestre. Page 1

Rolamentos. Diógenes Bitencourt. Clique para editar o estilo do subtítulo mestre. Page 1 Rolamentos Clique para editar o estilo do subtítulo mestre Diógenes Bitencourt Page 1 Rolamentos Para que utilizamos os rolamentos? Quando é necessário reduzir o atrito de escorregamento entre a superfície

Leia mais

Exercícios Terceira Prova de FTR

Exercícios Terceira Prova de FTR Exercícios Terceira Prova de FTR 1) Existe uma diferença de 85 o C através de uma manta de vidro de 13cm de espessura. A condutividade térmica da fibra de vidro é 0,035W/m. o C. Calcule o calor transferido

Leia mais

Cat. Escavadeiras Hidráulicas. Compatibilidade entre Multiprocessador e Escavadeira Hidráulica

Cat. Escavadeiras Hidráulicas. Compatibilidade entre Multiprocessador e Escavadeira Hidráulica Cat Multiprocessadores Escavadeiras Hidráulicas Produtividade Máxima Grandes desafios são reduzidos a pequenas peças, graças às grandes forças de corte e esmagamento geradas pelo cilindro de fixação cruzada.

Leia mais

Transmissão de calor

Transmissão de calor UNIVERSIDADE EDUARDO MONDLANE Faculdade de Engenharia ransmissão de calor 3º ano Prof. Doutor Engº Jorge Nhambiu Aula 5 * 3.Condução em regime permanente em uma parede plana Condução em regime permanente

Leia mais

NOÇÕES DE HIDRÁULICA E MECÂNICA DOS FLUÍDOS Fonte: Jacuzzi do Brasil

NOÇÕES DE HIDRÁULICA E MECÂNICA DOS FLUÍDOS Fonte: Jacuzzi do Brasil NOÇÕES DE HIDRÁULICA E MECÂNICA DOS FLUÍDOS Fonte: Jacuzzi do Brasil ÍNDICE 1. Introdução 2. Pressão 3. Pressão da água 4. Pressão atmosférica ou barométrica 5. Vazão 6. Velocidade 7. Trabalho 8. Potência

Leia mais

IV Seminário de Iniciação Científica

IV Seminário de Iniciação Científica 385 AVALIAÇÃO DA RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO E DO MÓDULO DE ELASTICIDADE DO CONCRETO QUANDO SUBMETIDO A CARREGAMENTO PERMANENTE DE LONGA DURAÇÃO (Dt = 9 dias) Wilson Ferreira Cândido 1,5 ;Reynaldo Machado

Leia mais

Resolução Comentada Unesp - 2013-1

Resolução Comentada Unesp - 2013-1 Resolução Comentada Unesp - 2013-1 01 - Em um dia de calmaria, um garoto sobre uma ponte deixa cair, verticalmente e a partir do repouso, uma bola no instante t0 = 0 s. A bola atinge, no instante t4, um

Leia mais

A forma geral de uma equação de estado é: p = f ( T,

A forma geral de uma equação de estado é: p = f ( T, Aula: 01 Temática: O Gás Ideal Em nossa primeira aula, estudaremos o estado mais simples da matéria, o gás, que é capaz de encher qualquer recipiente que o contenha. Iniciaremos por uma descrição idealizada

Leia mais

LISTA 3 EXERCÍCIOS SOBRE ENSAIOS DE COMPRESSÃO, CISALHAMENTO, DOBRAMENTO, FLEXÃO E TORÇÃO

LISTA 3 EXERCÍCIOS SOBRE ENSAIOS DE COMPRESSÃO, CISALHAMENTO, DOBRAMENTO, FLEXÃO E TORÇÃO LISTA 3 EXERCÍCIOS SOBRE ENSAIOS DE COMPRESSÃO, CISALHAMENTO, DOBRAMENTO, FLEXÃO E TORÇÃO 1. Uma mola, com comprimento de repouso (inicial) igual a 30 mm, foi submetida a um ensaio de compressão. Sabe-se

Leia mais

Disciplina: Resistência dos Materiais Unidade I - Tensão. Professor: Marcelino Vieira Lopes, Me.Eng. http://profmarcelino.webnode.

Disciplina: Resistência dos Materiais Unidade I - Tensão. Professor: Marcelino Vieira Lopes, Me.Eng. http://profmarcelino.webnode. Disciplina: Resistência dos Materiais Unidade I - Tensão Professor: Marcelino Vieira Lopes, Me.Eng. http://profmarcelino.webnode.com/blog/ Referência Bibliográfica Hibbeler, R. C. Resistência de materiais.

Leia mais

A unidade de freqüência é chamada hertz e simbolizada por Hz: 1 Hz = 1 / s.

A unidade de freqüência é chamada hertz e simbolizada por Hz: 1 Hz = 1 / s. Movimento Circular Uniforme Um movimento circular uniforme (MCU) pode ser associado, com boa aproximação, ao movimento de um planeta ao redor do Sol, num referencial fixo no Sol, ou ao movimento da Lua

Leia mais

INTERPRETAÇÃO MOLECULAR DA TEMPERATURA:

INTERPRETAÇÃO MOLECULAR DA TEMPERATURA: REVISÃO ENEM Termodinâmica Termodinâmica é o ramo da física que relaciona as propriedades macroscópicas da matéria com a energia trocada, seja ela sob a forma de calor (Q) ou de trabalho (W), entre corpos

Leia mais

PAINÉIS DE FIBRAS DE MADEIRA

PAINÉIS DE FIBRAS DE MADEIRA PAINÉIS DE FIBRAS DE MADEIRA Prof. Setsuo Iwakiri UFPR INTRODUÇÃO HISTÓRICO > 1914: Primeira fábrica > painéis fibras isolantes > processo úmido 1930: Primeira fábrica > painéis fibras duras > processo

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO SINALIZAÇÃO

MEMORIAL DESCRITIVO SINALIZAÇÃO PROPRIETÁRIO: PREFEITURA MUNICIPAL DE PONTALINA OBRA: SINALIZAÇÃO HORIZONTAL E VERTICAL MEMORIAL DESCRITIVO SINALIZAÇÃO INTRODUÇÃO Devido ao pequeno tráfego de pessoas nos locais a serem pavimentados foi

Leia mais

Mancais e Rolamentos BRM

Mancais e Rolamentos BRM 7 - Seleção de Rolamentos O tamanho do rolamento a ser utilizado em uma determinada aplicação é selecionado a princípio com base em sua capacidade de carga em relação às cargas a serem aplicadas e as necessidades

Leia mais

16/Nov/2012 Aula 16 16. Circuitos RL (CC). Corrente alternada 16.1 Circuitos RL em corrente

16/Nov/2012 Aula 16 16. Circuitos RL (CC). Corrente alternada 16.1 Circuitos RL em corrente 16/Nov/01 Aula 16 16. Circuitos RL (CC). Corrente alternada 16.1 Circuitos RL em corrente contínua. 16. Corrente alternada (CA). 16..1 Numa resistência 1/Nov/01 Aula 17 17. Continuação - Corrente alternada

Leia mais