Parecer Consultoria Tributária Segmentos Diferencial de Alíquota Produto ST com Redução do Conv. 52/91 e Alíquota Interestadual de 4%

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1 Diferencial de Alíquota Produto ST com Redução do Conv. 52/91 e Alíquota Interestadual de 4% 17/11/2016

2 Sumário 1 Questão Normas Apresentadas pelo Cliente Fórmula e Exemplo do Cálculo Benefício Fiscal Análise da Consultoria RICMS-MG - Decreto nº / Orientação Tributária Dolt/Sutri nº 002/ Parecer da IOB Conclusão Informações Complementares Referencias Histórico de Alterações

3 1 Questão Industria de equipamentos nos segmentos: plataformas aéreas de trabalho, guindastes, construção de estradas, construção, utilities e processamento de materiais, realiza venda de produtos para integrar ativo imobilizado de contribuinte mineiro. O produto que está sendo vendido são máquinas e equipamentos industriais e estão sujeito ao recolhimento do ICMS por Substituição Tributária, tendo o benefício da Redução de Base de Cálculo do ICMS conforme o Convênio ICMS 52/91. Além desses alguns produtos são de origem Nacional e outros de procedência Estrangeira devendo nas operações interestaduais com bens e mercadorias do Exterior, ser aplicado alíquota de 4% conforme a Resolução nº 13/2012. Entende que o cálculo da base de cálculo do ICMS ST nas saídas interestaduais para MG deve ser obtido da seguinte forma: (Valor do produto alíquota do ICMS próprio da operação) * (1 - % redução ICMS próprio) / (1 carga tributária) Diante a fórmula apresentada, o cliente quer que descontemos o ICMS próprio, e depois aplicamos o percentual de redução, e sobre um valor que não tem ICMS, seja incluída na base o ICMS considerando a alíquota do destinatário. 2 Normas Apresentadas pelo Cliente O cliente comenta que no atual cenário, estão aplicando o diferencial de alíquotas com base ajustada, com as alíquotas de 4% (ICMS Interestadual) e 8,8% (percentual da operação interna MG conforme Inc. II Cláus. 1º Conv.52/1991). 2.1 Fórmula e Exemplo do Cálculo Partindo deste pressuposto, diz ter todos os dados necessários para aplicação da fórmula proposta na fórmula no tópico a segui: a. ((Valor Produto com IPI - ICMS Interestadual) * (1 - % redução 51,1111%)) / (1 - alíquota interna/equivalente 8,8% no caso); Ou b. ((Valor Produto com IPI - ICMS Interestadual) / ( 1 - alíquota interna/equivalente 8,8% no caso )) )*(1 - % redução 51,1111%)) Segundo o cliente devemos notar que ao utilizar qualquer uma das fórmulas acima, no caso de produto importado em que a alíquota do ICMS é de 4%, haverá diferencial de alíquotas entre (4-8,8). E no caso de produtos nacionais, também com redução do Conv. 52/1991, ao utilizarmos qualquer uma das fórmulas, chegaremos num resultado igual a zero, pois as alíquotas interestadual e interna são iguais e equivalentes à 8,8%. Abaixo ele demonstra duas simulações de cálculo que explanam a lógica matemática da fórmula proposta (no cenário de produtos enquadrados no Conv. 52/91): 3

4 PRODUTO IMPORTADO VALOR PRODUTO = R$ 1.000,00 BASE ICMS NORMAL = R$ 1.000,00 % ICMS VALOR ICMS NORMAL = R$ 40,00 (4%) BASE DIFAL-ST = R$ 514,62 VALOR DIFAL-ST ANTES DA DEDUÇÃO DO ICMS = R$ 92,63 VALOR DIFAL-ST = R$ 52,63 PRODUTO NACIONAL VALOR PRODUTO = R$ 1.000,00 BASE ICMS NORMAL = R$ 733,33 % ICMS VALOR ICMS NORMAL = R$ 88,00 (12%) BASE DIFAL-ST = R$ 488,89 VALOR DIFAL-ST ANTES DA DEDUÇÃO DO ICMS = R$ 88,00 VALOR DIFAL-ST = R$ 0,00 É correto diminuir do valor da operação, o ICMS correspondente à operação interestadual conforme a Orientação Tributária Dolt/Sutri 002/2016 Diante a métrica de cálculo apresentada está correta a fórmula com base na legislação citada pelo cliente? 2.2 Benefício Fiscal Alguns de seus produtos possuem benefício fiscal conforme o cliente relatou no Inciso II, Cláusula 1º do Convênio ICMS 52/91, objeto do produto relacionado no anexo I. Cláusula primeira Fica reduzida a base de cálculo do ICMS nas operações com máquinas, aparelhos e equipamentos industriais arrolados no Anexo I deste Convênio, de forma que a carga tributária seja equivalente aos percentuais a seguir: I - nas operações interestaduais: a) nas operações de saída dos Estados das Regiões Sul e Sudeste, exclusive Espírito Santo, com destino aos Estados das Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste ou ao Estado do Espírito Santo, 5,14% (cinco inteiros e catorze centésimos por cento); b) nas demais operações interestaduais, 8,80% (oito inteiros e oitenta centésimos por cento). II - nas operações interestaduais com consumidor ou usuário final, não contribuintes do ICMS, e nas operações internas, 8,80% (oito inteiros e oitenta centésimos por cento). 3 Análise da Consultoria Nos termos da Lei Complementar nº 87/1996, arts. 5º e 6º, o Estado, para consecução de seus fins, pode atribuir de modo expresso a terceiros, vinculados e com interesse no fato gerador do imposto, a responsabilidade pelo cumprimento da obrigação tributária. 4

5 Esse mecanismo constitui-se na figura da substituição tributária, excluindo a responsabilidade do contribuinte ou atribuindo a este um caráter supletivo do cumprimento total ou parcial da referida obrigação. Por imposição legal, a substituição tributária consiste em atribuir a determinado contribuinte do ICMS, qualificado como contribuinte substituto, a responsabilidade pela retenção e pelo recolhimento do imposto devido por outros contribuintes, nomeados "contribuintes substituídos". No Estado de Minas Gerais, as regras gerais da substituição tributária estão previstas no RICMS-MG/2002, Anexo XV (Decreto nº43.080/2002). Entretanto, os contribuintes devidamente inscritos no Cadastro de Contribuintes do ICMS como substitutos tributários e que efetivamente se enquadrem como substitutos tributários nas operações com mercadorias destinadas a Minas Gerais, recolherão o imposto relativo ao diferencial de alíquota no prazo estabelecido para pagamento do imposto devido a título de substituição tributária, nos termos da alínea b do inciso XVIII do art. 85 do RICMS/ RICMS-MG - Decreto nº /2002 O Estado de Minas Gerais consolida as regras de aplicabilidade do regime de substituição tributária no Anexo XV do RICMS- MG/2002 (Decreto nº /2002). De acordo com o cenário apresentado a mercadoria destina-se a ATIVO IMOBILIZADO a empresa adquirente, e a responsabilidade pelo recolhimento do Diferencial de Alíquota recai sobre o remetente da mercadoria na condição de Substituto Tributário pelo ICMS, conforme o Protocolo ICMS nº 41/2008 a seguir: Cláusula primeira Nas operações interestaduais com peças, partes, componentes, acessórios e demais produtos listados no Anexo Único deste protocolo, realizadas entre contribuintes situados nas unidades federadas signatárias deste protocolo, fica atribuída ao remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS, relativo às operações subseqüentes. [...] 3º O disposto no caput aplica-se, também, às operações com os produtos relacionados no 1º destinados à: I - aplicação na renovação, recondicionamento ou beneficiamento de peças partes ou equipamentos; II - integração ao ativo imobilizado ou ao uso ou consumo do destinatário, relativamente ao imposto correspondente ao diferencial de alíquotas. O referido produto, possui benefício fiscal previsto no Convênio ICMS nº 52/91, estando o produto relacionado no anexo I, inciso I, alínea b, Cláusula primeira conforme exposto pelo cliente: Cláusula primeira Fica reduzida a base de cálculo do ICMS nas operações com máquinas, aparelhos e equipamentos industriais arrolados no Anexo I deste Convênio, de forma que a carga tributária seja equivalente aos percentuais a seguir: I - nas operações interestaduais: 5

6 a) nas operações de saída dos Estados das Regiões Sul e Sudeste, exclusive Espírito Santo, com destino aos Estados das Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste ou ao Estado do Espírito Santo, 5,14% (cinco inteiros e catorze centésimos por cento); b) nas demais operações interestaduais, 8,80% (oito inteiros e oitenta centésimos por cento). II - nas operações interestaduais com consumidor ou usuário final, não contribuintes do ICMS, e nas operações internas, 8,80% (oito inteiros e oitenta centésimos por cento). No Estado de Minas Gerais, o produto elencado ao Convênio ICMS 52/91, encontra-se com redução da base de cálculo previsto no RICMS/MG, anexo IV, item 16, estando elencado na parte 4. Como relatado pelo cliente, o Produto é oriundo de importação, estando sujeito a alíquota de 4%, conforme estabelecido pela Resolução nº 13/2012, aplica-se às operações interestaduais com bens e mercadorias importados do exterior que, após o desembaraço aduaneiro enquadre-se em uma das situações: a) Não tenham sido submetidos a processo de industrialização; b) Submetidos a processo de industrialização, resultem em mercadorias ou bens com Conteúdo de Importação superior a 40%. Obs. Inclusive quando adquiridas no mercado interno. 6

7 Para o cálculo do diferencial de alíquota nas operações destinadas a Uso/Consumo ou Ativo Imobilizado a contribuinte no estado de Minas Gerais, considerando a Redução de Base de Cálculo aplica-se a disposição do Art. 43 do 9º inciso II a seguir e observados o que estabelece o Convênio ICMS nº 123/2012: Art. 43. Ressalvado o disposto no artigo seguinte e em outras hipóteses previstas neste Regulamento e no Anexo IV, a base de cálculo do imposto é: (...) 9º Nas hipóteses do 8º, caso as operações ou prestações interestaduais ou internas estejam alcançadas por isenção ou redução da base de cálculo concedidas nos termos da Lei Complementar Federal nº 24, de 7 de janeiro de 1975, para o cálculo da parcela do imposto correspondente à diferença entre a alíquota interna e a alíquota interestadual, devida a este Estado, será observado o seguinte: I - caso a operação ou prestação interestadual esteja alcançada por isenção ou redução da base de cálculo na unidade da Federação de origem, o imposto devido será calculado na forma do inciso I do 8º, em se tratando de operação destinada a contribuinte do imposto, ou do inciso II do mesmo parágrafo, em se tratando de operação ou prestação destinada a não contribuinte do imposto; II - caso a operação ou prestação interna a consumidor final neste Estado esteja alcançada por redução da base de cálculo: a) incluir, para fins do disposto no art. 49 deste Regulamento, ao valor da operação ou prestação, o valor do imposto considerando a alíquota interna a consumidor final estabelecida para a mercadoria ou serviço na unidade da Federação de destino; (2765) b) sobre o valor obtido na forma da alínea a será aplicado o percentual previsto para a redução da base de cálculo; c) sobre a base de cálculo reduzida será aplicada a alíquota interna estabelecida para a operação ou prestação a consumidor final; d) o imposto devido corresponderá à diferença positiva entre o valor obtido na forma da alínea c e o resultante da aplicação da alíquota interestadual sobre o valor da operação ou prestação; Lembrando que em relação à operação interestadual, em relação ao cenário apresentado pelo cliente em que a mercadoria esteja sujeita a Resolução 13/2012 com a alíquota de 4%, por força do Convênio ICMS nº 123/2012 não será considerado o benefício da Redução da Base de Cálculo a seguir: CONVÊNIO ICMS 123, DE 7 DE NOVEMBRO DE 2012 Publicado no DOU de , pelo Despacho 223/12. Ratificação no DOU de , pelo Ato Declaratório 18/12. Vide Ajuste SINIEF 19/12 e Convênio S/Nº de 1970 (Tabela A - Origem da Mercadoria ou Serviço, alterada pelo Ajuste SINIEF 20/12). Dispõe sobre a não aplicação de benefícios fiscais de ICMS na operação interestadual com bem ou mercadoria importados submetidos à tributação prevista na Resolução do Senado Federal nº 13/12. O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, na sua 183ª reunião extraordinária, realizada em Brasília, DF, no dia 7 de novembro de 2012, tendo em vista o disposto na Lei Complementar nº 24, de 7 de janeiro de 1975, e o disposto na Resolução do Senado Federal nº 13, de 25 de abril de 2012, resolve celebrar o seguinte C O N V Ê N I O Cláusula primeira Na operação interestadual com bem ou mercadoria importados do exterior, ou com conteúdo de importação, sujeitos à alíquota do ICMS de 4% (quatro por cento) prevista na Resolução do Senado Federal nº 13, de 25 de abril de 2012, não se aplica benefício fiscal, anteriormente concedido, exceto se: I - de sua aplicação em 31 de dezembro de 2012 resultar carga tributária menor que 4% (quatro por cento); 7

8 II - tratar-se de isenção. Parágrafo único. Na hipótese do inciso I do caput, deverá ser mantida a carga tributária prevista na data de 31 de dezembro de Cláusula segunda Este convênio entra em vigor na data da publicação de sua ratificação nacional, produzindo efeitos a partir de 1º de janeiro de Orientação Tributária Dolt/Sutri nº 002/2016 O Fisco mineiro elaborou uma cartilha trazendo orientações aos contribuintes através portaria Sutri nº 002/2016. Com relação a dúvida em retirar o ICMS correspondente à origem no cálculo do diferencial de alíquota, está correto a retirada do ICMS da operação própria correspondente a base interna da UF de destino para o cálculo do Diferencial. Entretanto, os contribuintes devidamente inscritos no Cadastro de Contribuintes do ICMS como substitutos tributários e que efetivamente se enquadrem como substitutos tributários nas operações com mercadorias destinadas a Minas Gerais, recolherão o imposto relativo ao diferencial de alíquota no prazo estabelecido para pagamento do imposto devido a título de substituição tributária, nos termos da alínea b do inciso XVIII do art. 85 do RICMS/2002. Destaque-se que o ICMS correspondente à diferença entre a alíquota interna e a alíquota interestadual relativa às operações ou prestações destinadas a consumidor final contribuinte do imposto continuará sendo recolhido no mesmo prazo das operações ou prestações próprias, conforme prevê o 5º do art. 85 retro mencionado. O 1º do art. 13 da Lei Complementar nº 87/1996 dispõe que o ICMS compõe a própria base de cálculo, de forma que, tanto o imposto incidente sobre a operação/prestação interestadual quanto aquele devido a título de diferencial de alíquota nas operações ou prestações interestaduais destinadas a consumidor final deverão ser calculados mediante a inclusão do valor do ICMS na respectiva base de cálculo. Assim, o valor do ICMS incidente sobre a operação/prestação interestadual a ser incluído na respectiva base de cálculo será calculado por meio da aplicação da alíquota interestadual prevista nas Resoluções do Senado Federal nos 22/1989 e 13/2012, ao passo que o valor do ICMS a ser incluído na base de cálculo do diferencial de alíquota, devido à unidade da Federação de destino, deverá levar em conta a alíquota interna para a mercadoria/serviço na referida unidade da Federação. Nos casos em que a operação ou prestação interna a consumidor final neste Estado estiver alcançada por redução da base de cálculo, o cálculo do imposto correspondente à diferença entre a alíquota interna e a alíquota interestadual incidente sobre as operações ou prestações interestaduais destinadas a consumidor final, contribuinte do ICMS, conforme inciso I do 8º c/c inciso II do 9º, ambos do art. 43 do RICMS/2002, será realizado da seguinte forma: 1) excluir do valor da operação, o valor do imposto correspondente à operação interestadual regularmente destacado no documento fiscal; 2) incluir no valor acima encontrado, o valor do imposto calculado por meio da aplicação da alíquota interna a consumidor final estabelecida para a mercadoria neste Estado, inclusive o adicional de alíquota previsto no 1º do art. 82 do ADCT, quando houver, cujo resultado corresponderá à base de cálculo antes da redução; 3) reduzir a base de cálculo conforme determina o dispositivo que concede o benefício; 4) aplicar a alíquota interna a consumidor final estabelecida para a mercadoria neste Estado sobre a base de cálculo reduzida, inclusive o adicional de alíquota previsto no 1º do art. 82 do ADCT, quando houver, de forma que o valor do imposto devido a este Estado será a diferença positiva entre o resultado do cálculo demonstrado e a parcela do imposto devida à unidade da Federação de origem, correspondente à utilização da alíquota interestadual 8

9 3.3 Parecer da IOB Afim de ratificarmos o entendimento, compartilhamos uma consulta externa com a IOB, vindo ao encontro do entendimento desta consultoria que não se aplica a redução de Base de Cálculo aos produtos sujeitos a Resolução 13/2012 e expõe no exemplo a forma correta para o cálculo não gerando valor igual a Zero, pois as alíquotas interestadual e interna não serão iguais e equivalentes à 8,8% em razão a não aplicabilidade do Convênio ICMS 123/

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11 4 Conclusão Diante os cálculos apresentados pelo cliente, cabe ressaltar que a forma conforme apresentada está equivocada devendo seguir a recomendação conforme o exemplo a qual foi destacado em consonância ao entendimento da IOB. O que o cliente deve levar em conta que caso o produto esteja sujeito a alíquota de 4% de acordo com a Resolução do Senado Federal nº 13/2012, não cabe aplicação da redução da base de cálculo do ICMS sobre operação própria destacado na nota fiscal e sim aplicação da redução de base de cálculo do Conv. 52/91 após a inclusão do ICMS por dentro com base na alíquota interna da UF de destino de 18% como expomos na memória de cálculo. Caso o cliente não concorde com exposto, recomendamos a consulta tributária, sendo um dos procedimentos especiais previstos no Regulamento do Processo e dos Procedimentos Tributários Administrativos (RPTA) do Estado de Minas Gerais, aprovado pelo Decreto nº / Informações Complementares Entendemos ter impacto na emissão das notas fiscais, cabendo uma revisão de cálculo em acordo com a legislação apresentada. 6 Referencias Histórico de Alterações ID Data Versão Descrição Ticket AM 17/11/ Diferencial de alíquota produtos sujeitos a Sub. Tributária com Redução de BC do Conv. ICMS 52/91 e Regras da

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