Capacitância Objetivos:

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Capacitância Objetivos:"

Transcrição

1 Capacitância Objetivos: A natureza dos capacitores e como determinar a quantidade que mede sua habilidade de armazenar carga? Com os capacitores de comportam em circuitos? Como determinar a quantidade de energia armazenada em um capacitor?

2 Sobre a Apresentação Todas as gravuras, senão a maioria, são dos livros: Sears & Zemansky, University Physics with Modern Physics ed. Pearson, 13a edition Wolfgang Bauer and Gary D. Westfall, University Physics with Modern Physics ed. Mc Graw Hill, Michigan State University, 1a edition Halliday & Resnick, Fundamentals of Physics, 9a edition.

3 O Capacitor Um capacitor é um dispositivo que armazena energia potencial elétrica e carga elétrica. (Sears) Mecanicamente: Um capacitor consiste de dois corpos metálicos eletricamente isolados V O trabalho realizado para mover as cargas é armazenado na forma de Energia Potencial Elétrica. + Para armazenar energia este dispositivo deve ser conectado a uma fonte (como uma bateria) para bombear as cargas elétricas de um metal para o outro.

4 Tipos de Capacitores Eletrolíticos, cerâmicos, tântalo, polipropileno, mica, poliestireno,, Super Capacitores

5 Super Capacitores

6 Aplicações

7 Capacitor de Placas Paralelas Considere um capacitor constituído de duas placas de área A, paralelas e separadas por uma distância d. Para os cálculos a seguir, efeitos de borda do campo elétrico na placa serão ignorados.

8 Capacitor de Placas Paralelas Primeiro determine o campo elétrico no interior das placas usando uma superfície Gaussiana que contenha toda a carga da placa superior, como ilustrado abaixo. Em seguida, determine a diferença de potencial elétrico entre as duas placas pela integral do campo elétrico pelo caminho da seta azul, Tomando o potencial na placa negativo omo nulo, e na positiva como V:

9 Capacitor de Placas Paralelas Eliminando o campo elétrico na expressão da carga encontramos que este se relaciona com o potencial pela expressão: A constante à frente da variação de potencial depende apenas de características do capacitor como área das placas e distância entre elas. Esta constante é chamada de Capacitância: A equação da carga fica: Unidade para Capacitância:

10 Capacitor de Placas Cilíndricas A figura ao lado representa uma vista superior de um capacitor de placas cilíndricas de altura h, raios interno e externo, a e b, e carregado de uma carga q. De forma semelhante ao feito anteriormente, o campo entre as placas deve ser determinada pela Lei de Gauss, sobre a superfície Gaussiana (cilindro em vermelho), Como o campo é variável com o raio, este deve ser empregado no cálculo da diferença de potencial entre as cargas é calculado pela integral de linha, pelo caminho verde,

11 Capacitor de Placas Cilíndricas Portanto, tomando o potencial na placa negativa como zero, para um capacitor de placas cilíndricas, ou seja, com Como no capacitor de placas paralelas, a capacitância depende das características geométricas das placas, tais como os raios e da altura do capacitor.

12 Capacitor de Placas Esféricas A figura a baixo representa um corte de um capacitor de placas esféricas concêntricas, de raios ra e rb. A carga nas placas são ±Q. Novamente o campo é variável com o raio r, e seu valor pode ser encontrado pela Lei de Gauss sobre a superfície Gaussiana (esfera em roxo) de raio r: A diferença de potencial entre as cargas é calculado pela integral de linha, pelo caminho verde,

13 Associação de Capacitores Paralelo: No circuito abaixo, três capacitores são associados em paralelo. Para determinar a capacitância equivalente, observe que todos os capacitores estão sobre o mesmo potencial elétrico, e portanto suas cargas serão: e a carga total armazenada nos capacitores, Para n capacitores em paralelo,

14 Associação de Capacitores Série: No circuito abaixo, três capacitores são associados em série. Neste caso, o que se tem em comum nos capacitores é a carga elétrica. Devido a sua distribuição em série, todos os capacitores serão carregados com a mesma carga, porem potenciais diferentes: A soma dos potenciais nos capacitores deve ser igual ao potencial da fonte, Para n capacitores em série,

15 Exemplo No circuito abaixo os capacitores C1 = C6 = 3,0µF; C3 = C5 = 2 C2 = 2 C4 = 4,0µF. Determine a capacitância equivalente e as tensões em cada capacitor. O problema consiste em encontrar padrões de associação em série e paralelo no circuito. Antes de começar a resolver o problema uma breve dissertação sobre dispositivos em série e paralelo.

16 Série/Paralelo Série: Dispositivos em série, significa que por eles deve passar a mesma corrente, como ilustra nos 3 circuitos abaixo: Observe que nos circuitos exemplos acima, não existem nós (junção de três ou mais fios) entre os dispositivos, de forma que a corrente possui apenas um caminho para seguir, que é através dos dispositivos em série. Paralelo: Já os dispositivos em paralelo possuem o mesmo potencial elétrico sobre eles, o que significa que compartilham os mesmos nós: Como estudamos no capítulo passado, o potencial em um condutor é constante, e portanto em qualquer ponto do fio metálico o potencial é sempre o mesmo.

Disciplina Física 3. Prof. Rudson R. Alves Bacharel em Física pela UFES Mestrado IFGW UNICAMP. Prof. da UVV desde 1998 Engenharias desde 2000

Disciplina Física 3. Prof. Rudson R. Alves Bacharel em Física pela UFES Mestrado IFGW UNICAMP. Prof. da UVV desde 1998 Engenharias desde 2000 Disciplina Física 3 Prof. Rudson R. Alves Bacharel em Física pela UFES Mestrado IFGW UNICAMP Prof. da UVV desde 1998 Engenharias desde 2000 Sobre a Apresentação Todas as gravuras, senão a maioria, são

Leia mais

Campo Elétrico 2 Objetivos:

Campo Elétrico 2 Objetivos: Campo Elétrico 2 Objetivos: Apresentar a discretização do espaço para a resolução de problemas em coordenadas: Cartesianas; Polar; Aplicar a discretização do espaço para resolução de problemas de campo

Leia mais

Campo Magnético Neste capítulo será estudado:

Campo Magnético Neste capítulo será estudado: Campo Magnético Neste capítulo será estudado: Propriedades de magnetos e como estes interagem entre si; A natureza da força magnética em cargas em movimento; Como linhas de campo magnético se diferencia

Leia mais

Capacitores e Indutores (Aula 7) Prof. Daniel Dotta

Capacitores e Indutores (Aula 7) Prof. Daniel Dotta Capacitores e Indutores (Aula 7) Prof. Daniel Dotta 1 Sumário Capacitor Indutor 2 Capacitor Componente passivo de circuito. Consiste de duas superfícies condutoras separadas por um material não condutor

Leia mais

GrandezasElétricase Principais Dispositivos

GrandezasElétricase Principais Dispositivos GrandezasElétricase Principais Dispositivos Vasos comunicantes podem ser uma analogia. Site Condutores, Isolantes e Semicondutores Lei de Ohm Resistor Resistor Um resistor é um componente que fornece

Leia mais

Princípios de Circuitos Elétricos. Prof. Me. Luciane Agnoletti dos Santos Pedotti

Princípios de Circuitos Elétricos. Prof. Me. Luciane Agnoletti dos Santos Pedotti Princípios de Circuitos Elétricos Prof. Me. Luciane Agnoletti dos Santos Pedotti Resistência, Indutância e Capacitância Resistor: permite variações bruscas de corrente e tensão Dissipa energia Capacitor:

Leia mais

Aula 4_1. Capacitores. Física Geral e Experimental III Prof. Cláudio Graça Capítulo 4

Aula 4_1. Capacitores. Física Geral e Experimental III Prof. Cláudio Graça Capítulo 4 Aula 4_1 Capacitores Física Geral e Experimental III Prof. Cláudio Graça Capítulo 4 Capacitores Definição da Capacitância: capacitor e sua capacitância Carga de um capacitor Exemplos de Cálculo da Capacitância

Leia mais

GERADORES E RECEPTORES:

GERADORES E RECEPTORES: COLÉGIO ESTADUAL JOSUÉ BRANDÃO 3º Ano de Formação Geral Física IV Unidade_2009. Professor Alfredo Coelho Resumo Teórico/Exercícios GERADORES E RECEPTORES: Anteriormente estudamos os circuitos sem considerar

Leia mais

Capítulo 23: Lei de Gauss

Capítulo 23: Lei de Gauss Capítulo 23: Lei de Gauss O Fluxo de um Campo Elétrico A Lei de Gauss A Lei de Gauss e a Lei de Coulomb Um Condutor Carregado A Lei de Gauss: Simetria Cilíndrica A Lei de Gauss: Simetria Plana A Lei de

Leia mais

CAPITULO 1 0 CAPACITORES Campo Elétrico:

CAPITULO 1 0 CAPACITORES Campo Elétrico: CAPITULO 10 CAPACITORES O capacitor, assim como o indutor, são componentes que exibem seu comportamento característico quando ocorrem variações de tensão ou corrente no circuito em que se encontram. Alem

Leia mais

And« Física 12. São dispositivos para armazenar energia. Os condensadores são usados, por exemplo, em:

And« Física 12. São dispositivos para armazenar energia. Os condensadores são usados, por exemplo, em: 25042016 CAPACDADE E CONDENSADORES And«CONDENSADORES São dispositivos para armazenar energia. Os condensadores são usados, por exemplo, em: Recetores de radio Dispositivos de armazenamento com flash Desfibrilhadores,

Leia mais

Resumo e exercícios sobre capacitores Sex, 06 de Agosto de :26 - Última atualização Seg, 15 de Junho de :04

Resumo e exercícios sobre capacitores Sex, 06 de Agosto de :26 - Última atualização Seg, 15 de Junho de :04 CAPACITORES I) RESUMO DO ESTUDO DE CAPACITORES OU CONDENSADORES São dispositivos que tem a função de armazenar cargas elétricas. Nos circuitos os capacitores quando estão carregados não passam correntes.

Leia mais

O CAPACITOR. -q E = V

O CAPACITOR. -q E = V MINISTÉRIO D EDUÇÃO SERETRI DE EDUÇÃO PROFISSIONL E TENOLÓGI INSTITUTO FEDERL DE EDUÇÃO, IÊNI E TENOLOGI DE SNT TRIN MPUS DE SÃO JOSÉ URSO TÉNIO INTEGRDO EM TELEOMUNIÇÕES Disciplina: nálise de ircuitos

Leia mais

Teo. 9 - Capacitância

Teo. 9 - Capacitância Teo. 9 - apacitância 9. Introdução Uma das importantes aplicações da Eletrostática é a possibilidade de construir dispositivos que permitem o armazenamento de cargas elétricas. Esses dispositivos são chamados

Leia mais

Fundamentos de Eletrônica

Fundamentos de Eletrônica 6872 - Fundamentos de Eletrônica Lei de Ohm Última Aula Elvio J. Leonardo Universidade Estadual de Maringá Departamento de Informática Bacharelado em Ciência da Computação Associação de Resistores Análise

Leia mais

Questão 04- A diferença de potencial entre as placas de um capacitor de placas paralelas de 40μF carregado é de 40V.

Questão 04- A diferença de potencial entre as placas de um capacitor de placas paralelas de 40μF carregado é de 40V. COLÉGIO SHALOM Trabalho de recuperação Ensino Médio 3º Ano Profº: Wesley da Silva Mota Física Entrega na data da prova Aluno (a) :. No. 01-(Ufrrj-RJ) A figura a seguir mostra um atleta de ginástica olímpica

Leia mais

Me. Leandro B. Holanda,

Me. Leandro B. Holanda, 27-1 O que é física? Estamos cercados de circuitos elétricos. Todos os esses aparelhos e também a rede de distribuição de energia elétrica que os faz funcionar, dependem da engenharia elétrica moderna.

Leia mais

Aula de Física II - Capacitância e Energia

Aula de Física II - Capacitância e Energia Prof.: Leandro Aguiar Fernandes (lafernandes@iprj.uerj.br) Universidade do Estado do Rio de Janeiro Instituto Politécnico - IPRJ/UERJ Departamento de Engenharia Mecânica e Energia Graduação em Engenharia

Leia mais

Tempo de Carga e Descarga de um Capacitor

Tempo de Carga e Descarga de um Capacitor Capacitores Capacitor É um componente constituído por dois condutores separados por um isolante: os condutores são chamados armaduras (ou placas) do capacitor e o isolante é o dielétrico do capacitor.

Leia mais

Letras em Negrito representam vetores e as letras i, j, k são vetores unitários.

Letras em Negrito representam vetores e as letras i, j, k são vetores unitários. Lista de exercício 3 - Fluxo elétrico e Lei de Gauss Letras em Negrito representam vetores e as letras i, j, k são vetores unitários. 1. A superfície quadrada da Figura tem 3,2 mm de lado e está imersa

Leia mais

Experiência 05: TRANSITÓRIO DE SISTEMAS RC

Experiência 05: TRANSITÓRIO DE SISTEMAS RC ( ) Prova ( ) Prova Semestral ( ) Exercícios ( ) Prova Modular ( ) Segunda Chamada ( ) Exame Final ( ) Prática de Laboratório ( ) Aproveitamento Extraordinário de Estudos Nota: Disciplina: Turma: Aluno

Leia mais

Prof. Fábio de Oliveira Borges

Prof. Fábio de Oliveira Borges A lei de Gauss Prof. Fábio de Oliveira Borges Curso de Física II Instituto de Física, Universidade Federal Fluminense Niterói, Rio de Janeiro, Brasil http://cursos.if.uff.br/fisica2-2015/ Fluxo de um campo

Leia mais

Princípios de Eletricidade Magnetismo

Princípios de Eletricidade Magnetismo Princípios de Eletricidade Magnetismo Corrente Elétrica e Circuitos de Corrente Contínua Professor: Cristiano Faria Corrente e Movimento de Cargas Elétricas Embora uma corrente seja um movimento de partícula

Leia mais

TRABALHO DA FORÇA ELÉTRICA E ENERGIA POTENCIAL

TRABALHO DA FORÇA ELÉTRICA E ENERGIA POTENCIAL TRLHO D FORÇ ELÉTRIC E ENERGI POTENCIL 1. (OF 006) Um corpo esférico, condutor, oco, de espessura irrelevante e com carga total nula tem um raio R = 50,0 cm e envolve um corpo esférico, a ele concêntrico,

Leia mais

Capítulo 25: Capacitância

Capítulo 25: Capacitância apítulo 5: apacitância ap. 5: apacitância Índice apacitor apacitância alculo da capacitância apacitores em paralelo e em série Energia armazenada em um campo elétrico apacitor com dielétrico Dielétricos:

Leia mais

PLANO DE ENSINO IDENTIFICAÇÃO DA DISCIPLINA

PLANO DE ENSINO IDENTIFICAÇÃO DA DISCIPLINA 1 PLANO DE ENSINO IDENTIFICAÇÃO DA DISCIPLINA Curso: SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS DE TELECOMUNICAÇÔES Nome da disciplina: ELETRICIDADE E MAGNETISMO Código: 54155 Carga horária: 83 horas Semestre

Leia mais

Eletromagnetismo I. Prof. Daniel Orquiza. Eletromagnetismo I. Prof. Daniel Orquiza de Carvalho

Eletromagnetismo I. Prof. Daniel Orquiza. Eletromagnetismo I. Prof. Daniel Orquiza de Carvalho de Carvalho - Eletrostática Densidade de Fluxo Elétrico e Lei de Gauss (Páginas 48 a 55 no livro texto) Experimento com esferas concêntricas Densidade de Fluxo elétrico (D) Relação entre D e E no vácuo

Leia mais

Exercício 3) A formação de cargas elétrica em objetos quotidianos é mais comum em dias secos ou úmidos? Justifique a sua resposta.

Exercício 3) A formação de cargas elétrica em objetos quotidianos é mais comum em dias secos ou úmidos? Justifique a sua resposta. Exercícios Parte teórica Exercício 1) Uma esfera carregada, chamada A, com uma carga 1q, toca sequencialmente em outras 4 esferas (B, C, D e E) carregadas conforme a figura abaixo. Qual será a carga final

Leia mais

Capacitância. Prof. Fernando G. Pilotto UERGS

Capacitância. Prof. Fernando G. Pilotto UERGS Capacitância Prof. Fernando G. Pilotto UERGS Capacitores O capacitor é um dispositivo prático para o armazenamento de energia elétrica. Os flashs de máuinas fotográficas e os desfibriladores médicos usam

Leia mais

Circuitos Elétricos Simples

Circuitos Elétricos Simples Circuitos Elétricos Simples Circuitos elétricos que contém apenas resistores e fontes. A corrente elétrica se move sempre no mesmo sentido, ou seja, são circuitos de corrente contínua. Circuitos com mais

Leia mais

CAMPO ELÉTRICO. Uma carga elétrica Q produz ao seu redor uma região afetada por sua presença denominada campo elétrico. Criado por cargas elétricas.

CAMPO ELÉTRICO. Uma carga elétrica Q produz ao seu redor uma região afetada por sua presença denominada campo elétrico. Criado por cargas elétricas. CAMPO ELÉTRICO Uma carga elétrica Q produz ao seu redor uma região afetada por sua presença denominada campo elétrico. Campo Elétrico Criado por cargas elétricas. Representado por linhas de campo. Grandeza

Leia mais

As figuras acima mostram as linhas de indução de um campo magnético uniforme B r

As figuras acima mostram as linhas de indução de um campo magnético uniforme B r 1) No sistema mostrado abaixo, as roldanas e os fios são ideais e o atrito é considerado desprezível. As roldanas A, B, e C são fixas e as demais são móveis sendo que o raio da roldana F é o dobro do raio

Leia mais

Ánalise de Circuitos. 1. Método Intuitivo

Ánalise de Circuitos. 1. Método Intuitivo Ánalise de Circuitos 1. Método Intuitivo Ramo de um circuito: é um componente isolado tal como um resistor ou uma fonte. Este termo também é usado para um grupo de componentes sujeito a mesma corrente.

Leia mais

2ª série LISTA: Ensino Médio. Aluno(a): Professor(a): Jean Jaspion CAPACITORES. Segmento temático: Turma: A ( ) / B ( )

2ª série LISTA: Ensino Médio. Aluno(a): Professor(a): Jean Jaspion CAPACITORES. Segmento temático: Turma: A ( ) / B ( ) Professor(a): Jean Jaspion LISTA: 01 2ª série Ensino Médio Turma: A ( ) / B ( ) Aluno(a): Segmento temático: QUESTÃO 01 (UEPG PR/2015) Capacitores são dispositivos elétricos amplamente utilizados em aparelhos

Leia mais

Lei de Gauss. 2.1 Fluxo Elétrico. O fluxo Φ E de um campo vetorial E constante perpendicular Φ E = EA (2.1)

Lei de Gauss. 2.1 Fluxo Elétrico. O fluxo Φ E de um campo vetorial E constante perpendicular Φ E = EA (2.1) Capítulo 2 Lei de Gauss 2.1 Fluxo Elétrico O fluxo Φ E de um campo vetorial E constante perpendicular a uma superfície é definido como Φ E = E (2.1) Fluxo mede o quanto o campo atravessa a superfície.

Leia mais

Nome do Aluno: Nº Ensino Médio 2º ano.

Nome do Aluno: Nº Ensino Médio 2º ano. Valor do trabalho: 10 pontos NOTA: Nome do Aluno: Nº Ensino Médio 2º ano. Trabalho de recuperação paralela de Física Setor A Prof. Douglas Rizzi Data: / / INSTRUÇÕES GERAIS: Responda os testes com atenção

Leia mais

ELETROTÉCNICA ENGENHARIA

ELETROTÉCNICA ENGENHARIA Aquino, Josué Alexandre. A657e Eletrotécnica : engenharia / Josué Alexandre Aquino. Varginha, 2015. 50 slides; il. Sistema requerido: Adobe Acrobat Reader Modo de Acesso: World Wide Web 1. Eletrotécnica.

Leia mais

CAMPO MAGNÉTICO EM CONDUTORES

CAMPO MAGNÉTICO EM CONDUTORES CAMPO MAGNÉTICO EM CONDUTORES Introdução A existência do magnetismo foi observada há cerca de 2500 anos quando certo tipo de pedra (magnetita) atraía fragmentos de ferro, que são conhecidos como ímãs permanentes.

Leia mais

FÍSICA (ELETROMAGNETISMO) LEI DE GAUSS

FÍSICA (ELETROMAGNETISMO) LEI DE GAUSS FÍSICA (ELETROMAGNETISMO) LEI DE GAUSS Carl Friedrich Gauss (1777 1855) foi um matemático, astrônomo e físico alemão que contribuiu significativamente em vários campos da ciência, incluindo a teoria dos

Leia mais

Roteiros de Práticas Laboratoriais Curso Engenharia Elétrica 5º Período Materiais Elétricos. Concepção Professor Eng. Alexandre Dezem Bertozzi, Esp

Roteiros de Práticas Laboratoriais Curso Engenharia Elétrica 5º Período Materiais Elétricos. Concepção Professor Eng. Alexandre Dezem Bertozzi, Esp Roteiros de Práticas Laboratoriais Curso Engenharia Elétrica 5º Período Materiais Elétricos Concepção Professor Eng. Alexandre Dezem Bertozzi, Esp ATIVIDADE EXPERIMENTAL Laboratório de Eletricidade e Eletrônica

Leia mais

FÍSICA (ELETROMAGNETISMO) CORRENTE ELÉTRICA E RESISTÊNCIA

FÍSICA (ELETROMAGNETISMO) CORRENTE ELÉTRICA E RESISTÊNCIA FÍSICA (ELETROMAGNETISMO) CORRENTE ELÉTRICA E RESISTÊNCIA FÍSICA (Eletromagnetismo) Nos capítulos anteriores estudamos as propriedades de cargas em repouso, assunto da eletrostática. A partir deste capítulo

Leia mais

Atividade extra. Exercício 1. Exercício 2. Matemática e suas Tecnologias Matemática

Atividade extra. Exercício 1. Exercício 2. Matemática e suas Tecnologias Matemática Atividade extra Exercício 1 Duas esferas de raios distintos se interceptam formando um conjunto com mais de um ponto na interseção. Qual a figura geométrica formada por esse conjunto de pontos? (a) Esfera

Leia mais

FUNDAMENTOS DE FÍSICA

FUNDAMENTOS DE FÍSICA M AT E R I A L S U P L E M E N TA R PA R A A C O M PA N H A R MATERIAL SUPLEMENTAR PARA ACOMPANHAR FUNDAMENTOS DE FÍSICA Eletromagnetismo 9 a Edição HALLIDAY & RESNICK JEARL WALKER Cleveland State University

Leia mais

Outras características dos espelhos planos são:

Outras características dos espelhos planos são: ÓPTICA Espelhos O espelho plano se caracteriza por apresentar uma superfície plana e polida, onde a luz que é incidida reflete de forma regular. Para obter um bom grau de reflexão, é necessário que a variação

Leia mais

Lei de Ohm: associação de resistores e capacitores

Lei de Ohm: associação de resistores e capacitores Lei de Ohm: associação de resistores e capacitores Na figura abaixo, exemplificamos um circuito simples, onde aplicamos uma fonte de energia (V), ligada a um resistor (R) e que resultará em uma corrente

Leia mais

Notas de Aula. Laboratório de Sistemas Digitais

Notas de Aula. Laboratório de Sistemas Digitais Notas de Aula Laboratório de Sistemas Digitais Sumário 1.Introdução...1 2.Tensão, Corrente, Resistência e LEDs...1 3.Protoboards...4 1 1. Introdução Esta apostila possui o conteúdo relacionado aos conceitos

Leia mais

1. Na Figura, o fluxo de campo magnético na espira aumenta de acordo com a equação

1. Na Figura, o fluxo de campo magnético na espira aumenta de acordo com a equação Lista de exercícios 9 - Indução e Indutância 1. Na Figura, o fluxo de campo magnético na espira aumenta de acordo com a equação φ B = 6,0t2 + 7,0t, onde φb está em miliwebers e t em segundos. (a) Qual

Leia mais

MÓDULO 1 Noções Básicas de Eletricidade

MÓDULO 1 Noções Básicas de Eletricidade Técnico de Gestão de Equipamentos Informáticos ESCOLA SECUNDÁRIA DE TOMAZ PELAYO SANTO TIRSO 402916 MÓDULO 1 Noções Básicas de Eletricidade Eletrónica Fundamental Prof.: Erika Costa Estrutura da Matéria

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA UNIP FUNDAMENTOS DE CIRCUITOS ELÉTRICOS INTRODUÇÃO CIRCUITOS SÉRIE DE CORRENTE CONTÍNUA

UNIVERSIDADE PAULISTA UNIP FUNDAMENTOS DE CIRCUITOS ELÉTRICOS INTRODUÇÃO CIRCUITOS SÉRIE DE CORRENTE CONTÍNUA UNIVERSIDADE PAULISTA UNIP FUNDAMENTOS DE CIRCUITOS ELÉTRICOS INTRODUÇÃO CIRCUITOS SÉRIE DE CORRENTE CONTÍNUA Um circuito série é aquele que permite somente um percurso para a passagem da corrente. Nos

Leia mais

CIRCUITOS COM CAPACITORES

CIRCUITOS COM CAPACITORES CIRCUITOS COM CAPACITORES 1. (Ufpr 13) Considerando que todos os capacitores da associação mostrada na figura abaixo têm uma capacitância igual a C, determine a capacitância do capacitor equivalente entre

Leia mais

Física Experimental III

Física Experimental III Física Experimental III Unidade 4: Circuitos simples em corrente alternada: Generalidades e circuitos resistivos http://www.if.ufrj.br/~fisexp3 agosto/26 Na Unidade anterior estudamos o comportamento de

Leia mais

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Especificação Modelo A B Tensão (V~) Seletor de Temperatura Multitemperaturas

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Especificação Modelo A B Tensão (V~) Seletor de Temperatura Multitemperaturas 1. (ENEM) Um sistema de iluminação foi construído com um circuito de três lâmpadas iguais conectadas a um gerador (G) de tensão constante. Esse gerador possui uma chave que pode ser ligada nas posições

Leia mais

Lei de Coulomb. Página 1 de 9

Lei de Coulomb. Página 1 de 9 1. (Unesp 2015) Em um experimento de eletrostática, um estudante dispunha de três esferas metálicas idênticas, A, B e C, eletrizadas, no ar, com cargas elétricas 5Q, 3Q e 2Q, respectivamente. Utilizando

Leia mais

I - colocam-se 100 g de água fria no interior do recipiente. Mede-se a temperatura de equilíbrio térmico de 10ºC.

I - colocam-se 100 g de água fria no interior do recipiente. Mede-se a temperatura de equilíbrio térmico de 10ºC. Questão 1: Um recipiente metálico, isolado termicamente, pode ser usado como calorímetro. Com esse objetivo, é preciso determinar primeiramente a capacidade térmica C do calorímetro, o que pode ser feito

Leia mais

REFRAÇÃO DA LUZ. Neste capítulo estudaremos as leis da refração, a reflexão total e a formação de imagens nas lentes esféricas.

REFRAÇÃO DA LUZ. Neste capítulo estudaremos as leis da refração, a reflexão total e a formação de imagens nas lentes esféricas. REFRAÇÃO DA LUZ AULA 18 1- INTRODUÇÃO Neste capítulo estudaremos as leis da refração, a reflexão total e a formação de imagens nas lentes esféricas. 2- A REFRAÇÃO A refração ocorre quando a luz ao passar

Leia mais

Transformações da energia elétrica. Maria do Anjo Albuquerque

Transformações da energia elétrica. Maria do Anjo Albuquerque Transformações da energia elétrica A passagem da corrente elétrica nos condutores produz efeitos cuja aplicabilidade prática É IMPORTANTÍSSIMA. Identifica os efeitos magnéticos, químicos e térmico que

Leia mais

Prova de Questões Analítico-Discursivas FÍSICA

Prova de Questões Analítico-Discursivas FÍSICA 1 Um garoto lança horizontalmente uma bola, da altura de 80,0 cm, com a intenção de atingir um buraco situado a 0,0080 km do ponto de lançamento, conforme figura abaixo. Com qual velocidade inicial, em

Leia mais

Cargas Elétricas: ELETROSTÁTICA

Cargas Elétricas: ELETROSTÁTICA Cargas Elétricas: ELETROSTÁTICA Capítulo 10 4º bimestre Colégio Contato Unidade Farol Professora Thaís Freitas 9º ano - 2015 A eletrostática, basicamente, é a parte da eletricidade que estuda as cargas

Leia mais

FÍSICA EXPERIMENTAL 3001

FÍSICA EXPERIMENTAL 3001 FÍSICA EXPERIMENTAL 300 EXPERIÊNCIA 6 TRANSFERÊNCIA DE POTÊNCIA. OBJETIVOS.. Objetivo Geral Familiarizar os acadêmicos com fontes de tensão (baterias) na condição de máxima transferência de potência para

Leia mais

Considerando a variação temporal do momento angular de um corpo rígido que gira ao redor de um eixo fixo, temos:

Considerando a variação temporal do momento angular de um corpo rígido que gira ao redor de um eixo fixo, temos: Segunda Lei de Newton para Rotações Considerando a variação temporal do momento angular de um corpo rígido que gira ao redor de um eixo fixo, temos: L t = I ω t e como L/ t = τ EXT e ω/ t = α, em que α

Leia mais

Simulado 1 Matemática IME Soluções Propostas

Simulado 1 Matemática IME Soluções Propostas Simulado 1 Matemática IME 2012 Soluções Propostas 1 Para 0, temos: para cada um dos elementos de, valores possíveis em (não precisam ser distintos entre si, apenas precisam ser pertencentes a, pois não

Leia mais

Laboratório de Física II: Engenhocas. Centro de Massa. Caroline Maritan Costa. Ellen Chiochetti da Silva. Eloisa Dal Ri Paz

Laboratório de Física II: Engenhocas. Centro de Massa. Caroline Maritan Costa. Ellen Chiochetti da Silva. Eloisa Dal Ri Paz Laboratório de Física II: Engenhocas Centro de Massa Caroline Maritan Costa Ellen Chiochetti da Silva Eloisa Dal Ri Paz Junho/2015 1. Introdução Todo corpo que não pode ser descrito como um ponto, recebe

Leia mais

INDUÇÃO MAGNÉTICA. Indução Magnética

INDUÇÃO MAGNÉTICA. Indução Magnética INDUÇÃO MAGNÉTIA Prof. ergio Turano de ouza Lei de Faraday Força eletromotriz Lei de Lenz Origem da força magnética e a conservação de energia.. 1 Uma corrente produz campo magnético Um campo magnético

Leia mais

Sumário. Revisão; Capacitor; Associação de Capacitor; Capacitor Caseiro;

Sumário. Revisão; Capacitor; Associação de Capacitor; Capacitor Caseiro; Aula 03 1 Sumário Revisão; Capacitor; Associação de Capacitor; Capacitor Caseiro; 2 3 Revisão Resistores O resistor é responsável por dificultar a passagem de corrente pelo circuito. Já tentaram isso,

Leia mais

Universidade Federal de Pelotas Cálculo com Geometria Analítica I Prof a : Msc. Merhy Heli Rodrigues Aplicações da Derivada

Universidade Federal de Pelotas Cálculo com Geometria Analítica I Prof a : Msc. Merhy Heli Rodrigues Aplicações da Derivada 1) Velocidade e Aceleração 1.1 Velocidade Universidade Federal de Pelotas Cálculo com Geometria Analítica I Prof a : Msc. Merhy Heli Rodrigues Aplicações da Derivada Suponhamos que um corpo se move em

Leia mais

t RESOLUÇÃO COMECE DO BÁSICO

t RESOLUÇÃO COMECE DO BÁSICO t RESOLÇÃO COMECE DO BÁSICO SOLÇÃO CB. 01 Para ser resistor ôhmico o gráfico deve ser linear. Neste caso, a linearidade se observa no trecho BC. SOLÇÃO CB. 0 ' r '. i ( Equação 10 7 r'.4 4r 48 do receptor)

Leia mais

Segunda aula de Fundamentos de Eletromagnetismo

Segunda aula de Fundamentos de Eletromagnetismo Segunda aula de Fundamentos de Eletromagnetismo Prof. Vicente Barros 1- Revisão de vetores. 2- Revisão sobre carga elétrica. 3- Revisão condutores e isolantes 4- Revisão sobre Lei de Coulomb. Revisão de

Leia mais

Aula 3: A Lei de Gauss

Aula 3: A Lei de Gauss Aula 3: A Lei de Gauss Curso de Física Geral F-38 1º semestre, 13 F38 113 1 Fluxo de um campo vetorial Definição: = v ( r ) nˆ da v ( da ds A nˆ dv ds = ; dv= Ads = A = Av dt dt tˆ nˆ v A v v v // v da=

Leia mais

Electromagnetismo. Campo Magnético:

Electromagnetismo. Campo Magnético: Campo Magnético: http://www.cartoonstock.com/lowres/hkh0154l.jpg Campo Magnético: Existência de ímans Corrente eléctrica A bússola é desviada http://bugman123.com/physics/oppositepoles large.jpg Observação

Leia mais

Aula 8.2 Conteúdo: Associação de resistores em paralelo, potência elétrica de uma associação em paralelo de resistores. INTERATIVIDADE FINAL

Aula 8.2 Conteúdo: Associação de resistores em paralelo, potência elétrica de uma associação em paralelo de resistores. INTERATIVIDADE FINAL Aula 8.2 Conteúdo: Associação de resistores em paralelo, potência elétrica de uma associação em paralelo de resistores. Habilidades: Diferenciar as formas de associação de resistores, bem como determinar

Leia mais

LISTA DE RECUPERAÇÃO DE FÍSICA 1º SEMESTRE 3º ANO

LISTA DE RECUPERAÇÃO DE FÍSICA 1º SEMESTRE 3º ANO Maceió - Alagoas FÍSICA TIO BUBA LISTA DE RECUPERAÇÃO DE FÍSICA 1º SEMESTRE 3º ANO Professor(a): JOÃO CARLO ( BUBA) 01) O campo elétrico gerado em P, por uma carga puntiforme positiva de valor +Q a uma

Leia mais

Unidade IV. Aula 21.2 Conteúdo: Óptica, Ser humano e Saúde. Espelhos esféricos: Estudo analítico das imagens, equação de Gauss e aplicações.

Unidade IV. Aula 21.2 Conteúdo: Óptica, Ser humano e Saúde. Espelhos esféricos: Estudo analítico das imagens, equação de Gauss e aplicações. CONTEÚDO E HABILIDADES Unidade IV Óptica, Ser humano e Saúde Aula 21.2 Conteúdo: Espelhos esféricos: Estudo analítico das imagens, equação de Gauss e aplicações. 2 CONTEÚDO E HABILIDADES Habilidade: Reconhecer

Leia mais

Histórico do Magnetismo e suas bases teóricas

Histórico do Magnetismo e suas bases teóricas Histórico do Magnetismo e suas bases teóricas Prof. Vicente Pereira de Barros Conteúdo 15 -Histórico e propriedades básicas do Magnetismo Conteúdo 16 O campo magnético Conteúdo 17 Fluxo Magnético Conteúdo

Leia mais

Prova Vestibular ITA 2000

Prova Vestibular ITA 2000 Prova Vestibular ITA Versão. ITA - (ITA ) Sejam f, g : R R definidas por f ( ) = e g cos 5 ( ) =. Podemos afirmar que: f é injetora e par e g é ímpar. g é sobrejetora e f é bijetora e g é par e f é ímpar

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro / PUC-Rio Departamento de Engenharia Mecânica. ENG1705 Dinâmica de Corpos Rígidos.

Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro / PUC-Rio Departamento de Engenharia Mecânica. ENG1705 Dinâmica de Corpos Rígidos. Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro / PUC-Rio Departamento de Engenharia Mecânica ENG1705 Dinâmica de Corpos Rígidos (Período: 2016.1) Notas de Aula Capítulo 1: VETORES Ivan Menezes ivan@puc-rio.br

Leia mais

C 04. Qual o módulo do campo elétrico resultante no ponto A, da figura a seguir, sendo que as partículas se encontram no vácuo.

C 04. Qual o módulo do campo elétrico resultante no ponto A, da figura a seguir, sendo que as partículas se encontram no vácuo. ª série EM - Lista de Questões para a EXAME FINAL - FÍSICA 01. Em uma carga elétrica região? (Lembre-se E q mc atua uma força elétrica de 4N. Qual o Valor do capo elétrico gerado nesta F e q ) 0. Qual

Leia mais

Fundamentos de Eletrônica

Fundamentos de Eletrônica 6872 - Fundamentos de Eletrônica Elvio J. Leonardo Universidade Estadual de Maringá Departamento de Informática Bacharelado em Ciência da Computação 2014 Roteiro Revisão Matemática Função matemática, função

Leia mais

FÍSICA - Lucas SALA DE ESTUDOS 2º TRIMESTRE Ensino Médio 3º ano classe: Prof.LUCAS MUNIZ Nome: nº

FÍSICA - Lucas SALA DE ESTUDOS 2º TRIMESTRE Ensino Médio 3º ano classe: Prof.LUCAS MUNIZ Nome: nº FÍSICA - Lucas SALA DE ESTUDOS º TRIMESTRE Ensino Médio 3º ano classe: Prof.LUCAS MUNIZ Nome: nº Sala de Estudos ENERGIA MECÂNICA, POTÊNCIA E ELETRODINÂMICA 1. (Espcex (Aman) 014) Uma esfera é lançada

Leia mais

1 f =10 15.) q 1. σ 1. q i. ρ = q 1. 4πa 3 = 4πr 3 q i = q 1 ( r a )3 V 1 = V 2. 4πr 2 E = q 1. q = 1 3, q 2. q = 2 3 E = = q 1/4πR 2

1 f =10 15.) q 1. σ 1. q i. ρ = q 1. 4πa 3 = 4πr 3 q i = q 1 ( r a )3 V 1 = V 2. 4πr 2 E = q 1. q = 1 3, q 2. q = 2 3 E = = q 1/4πR 2 1 possui uma carga uniforme q 1 =+5, 00 fc e a casca Instituto de Física - UFF Física Geral e Experimental I/XVIII Prof. Hisataki Shigueoka http://profs.if.uff.br/ hisa possui uma carga q = q 1. Determine

Leia mais

Problemas de Mecânica e Ondas 1

Problemas de Mecânica e Ondas 1 Problemas de Mecânica e Ondas 1 P 1.1 ( Introdução à Física J. Dias de Deus et al., Mc Graw Hill, 2000) Considere uma rã a a saltar. a) Qual será o ângulo de lançamento preferido da rã? Porquê? b) Se,

Leia mais

Lei de Coulomb. Interação entre Duas Cargas Elétricas Puntiformes

Lei de Coulomb. Interação entre Duas Cargas Elétricas Puntiformes Lei de Coulomb Interação entre Duas Cargas Elétricas Puntiformes A intensidade F da força de interação eletrostática entre duas cargas elétricas puntiformes q 1 e q 2, é diretamente proporcional ao produto

Leia mais

Ótimo site com diversos exemplos de telescópios de reflexão: br/refletores.html. Professor: Emerson Luis

Ótimo site com diversos exemplos de telescópios de reflexão:  br/refletores.html. Professor: Emerson Luis Ótimo site com diversos exemplos de telescópios de reflexão: http://www.telescopiosastronomicos.com. br/refletores.html Professor: Emerson Luis Espelhos esféricos Calota Professor: Emerson Luis Plano de

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE RESISTORES E LEIS DE KIRCHHOFF

ASSOCIAÇÃO DE RESISTORES E LEIS DE KIRCHHOFF ASSOCIAÇÃO DE RESISTORES E LEIS DE KIRCHHOFF Introdução Associação de Resistores Em muitas aplicações na engenharia elétrica e eletrônica é muito comum fazer associações de resistores com o objetivo de

Leia mais

PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO

PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO 1. Uma partícula está eletrizada positivamente com uma carga elétrica de 8,0x10-15 C. Como o módulo da carga do elétron é 1,6 x 10-19 C, essa partícula: a) ganhou 5,0 x 10 4 elétrons.

Leia mais

d) calcule o potencial elétrico em qualquer ponto da superfície e do interior da esfera.

d) calcule o potencial elétrico em qualquer ponto da superfície e do interior da esfera. Na solução da prova, use quando necessário: 8 Velocidade da luz no vácuo c = 3, 1 m/s 7 Permeabilidade magnética do vácuo µ =4π 1 T m / A 9 2 2 Constante eletrostática no vácuo K=9 1 N m / C Questão 1

Leia mais

Resistores e CA. sen =. logo

Resistores e CA. sen =. logo Resistores e CA Quando aplicamos uma voltagem CA em um resistor, como mostrado na figura, uma corrente irá fluir através do resistor. Certo, mas quanta corrente irá atravessar o resistor. Pode a Lei de

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA LISTA DE EXERCICIOS #8 (1) FONTE DE CORRENTE a) Determine Io. b) Calcule

Leia mais

Exercícios de revisão de Física para a Prova da Província. Professora Lílian Almeida

Exercícios de revisão de Física para a Prova da Província. Professora Lílian Almeida Nome: Turma: Exercícios de revisão de Física para a Prova da Província Professora Lílian Almeida 1-A eficiência de um processo de conversão de energia é definida como a razão entre a produção de energia

Leia mais

Algoritmos geométricos

Algoritmos geométricos Algoritmos geométricos introdução a conceitos básicos de geometria computacional que serão abordados de forma mais avançada na disciplina Computação Gráfica disciplina de computação gráfica arquitetura

Leia mais

Unidade 8. Eletricidade e Magnetismo

Unidade 8. Eletricidade e Magnetismo Unidade 8 Eletricidade e Magnetismo Eletrostática e Eletrodinâmica Os fenômenos elétricos estão associados aos elétrons. Cargas Elétricas As cargas elétricas podem ser positivas ou negativas Cargas opostas

Leia mais

EXERCÍCIOS DE ELETRICIDADE BÁSICA Exercícios Eletricidade Básica

EXERCÍCIOS DE ELETRICIDADE BÁSICA Exercícios Eletricidade Básica EXERCÍCIOS DE ELETRICIDADE BÁSICA Exercícios Eletricidade Básica Q1) Qual o valor de energia convertida por um ferro de passar roupas, de 600W, ligado por 2min? ( 2min=120s E=P*t=600*120= 72000J ) Q2)

Leia mais

Manutenção de Computadores. Aula básica e prática

Manutenção de Computadores. Aula básica e prática Manutenção de Computadores Aula básica e prática Gabinete Alguns cuidados a serem tomados Devemos ter cuidado com alguns tópicos importantes antes de abrir o gabinete do computador. Desligue o computador

Leia mais

Associação de Resistores

Associação de Resistores Associação de Resistores Objetivo: Medir a corrente elétrica e a diferença de potencial em vários ramos e pontos de um circuito elétrico resistivo. Materiais: (a) Três resistências nominadas R 1, R 2 e

Leia mais

OS PRISMAS. 1) Definição e Elementos :

OS PRISMAS. 1) Definição e Elementos : 1 OS PRISMAS 1) Definição e Elementos : Dados dois planos paralelos α e β, um polígono contido em um desses planos e um reta r, que intercepta esses planos, chamamos de PRISMA o conjunto de todos os segmentos

Leia mais

Do que somos feitos? >>Vídeo: Física- Química- Os Primeiros Modelos Atômicos (Dalton, Thomson, Rutherford, Bohr)<<

Do que somos feitos? >>Vídeo: Física- Química- Os Primeiros Modelos Atômicos (Dalton, Thomson, Rutherford, Bohr)<< Prof. Gabriel Aká Do que somos feitos? >>Vídeo: Física Química Os Primeiros Modelos Atômicos (Dalton, Thomson, Rutherford, Bohr)>Átomo

Leia mais

Física Ciências da Computação 2.o sem/ Aula 3 - pág.1/5

Física Ciências da Computação 2.o sem/ Aula 3 - pág.1/5 Conceitos O mundo do aprendizado é tão amplo e a alma humana, tão limitada! Quebramos a cabeça para puxar apenas uma pontinha da cortina que cobre o infinito. Maria Mitchell Resistor: Dispositivo elétrico

Leia mais

Diodos. Fundamentos e Aplicações.

Diodos. Fundamentos e Aplicações. Instituto Federal do Paraná Licenciatura em Física Paranaguá PR Diodos. Fundamentos e Aplicações. Renan Augusto Miranda Martins renanamm2@gmail.com Paranaguá 2015 Conteúdo O diodo Princípios de funcionamento

Leia mais

energia extraída do objeto é trabalho negativo. O trabalho possui a mesma unidade que energia e é uma grandeza escalar.

energia extraída do objeto é trabalho negativo. O trabalho possui a mesma unidade que energia e é uma grandeza escalar. !!"#$#!"%&' OBS: Esta nota de aula foi elaborada com intuito de auxiliar os alunos com o conteúdo da disciplina. Entretanto, sua utilização não substitui o livro 1 texto adotado. ( ) A energia cinética

Leia mais

CIRCUITOS ELETRICOS I: RESISTORES, GERADOR E 1ª LEI DE OHM CIÊNCIAS DA NATUREZA: FÍSICA PROFESSOR: DONIZETE MELO Página 1

CIRCUITOS ELETRICOS I: RESISTORES, GERADOR E 1ª LEI DE OHM CIÊNCIAS DA NATUREZA: FÍSICA PROFESSOR: DONIZETE MELO Página 1 Diretoria Regional de Ensino de Araguaína Colégio Estadual Campos Brasil Tocantins - Brasil Um circuito elétrico pode ser definido como uma interligação de componentes básicos formando pelo menos um caminho

Leia mais

WORKSHOP LUZ E IMAGEM

WORKSHOP LUZ E IMAGEM WORKSHOP LUZ E IMAGEM Aula 8 Óptica Geométrica 0.9 0.8 Short-wave infrared 0.7 0.6 0.5 0.4-0.01 0.00 +0.01 Paulo Tribolet Abreu e Manuel Silveira Ramos Ar.Co, 2011 COMO FORMAR UMA IMAGEM? Cada ponto do

Leia mais