Legislação Aplicada ao SUS TODOS OS CARGOS NÍVEL SUPERIOR/SAÚDE Aula 00 - Aula Demonstrativa Prof. Natale Souza

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1 Aula 00 Concurso UNIRIO- TODOS OS CARGOS DA SAÙDE- NÍVEL SUPERIOR Legislação do SUS Professor: Natale Souza 1

2 Aula 00 Aula Demonstrativa Aula Conteúdo Programático Data 00 Participação e Controle social 24/ Sistema Único de Saúde: Definição. Princípios: Universalidade; Descentralização; Regionalização; Hierarquização. Participação e Controle social. Responsabilidades. Direção e articulação do SUS. Financiamento. Política Nacional de Atenção Básica: Fundamentos. Das responsabilidades. Do processo de trabalho das equipes de atenção básica. Das especificidades da Estratégia da Saúde da Família. Do processo de trabalho das Equipes da Saúde da Família. Política Nacional de Promoção da Saúde: Objetivos. Diretrizes. Estratégias de implementação. Ações específicas. Atenção especializada, protocolos clínicos, humanização, regulação assistencial 04/03 23/03 04/04 04/04 05 Política Nacional de Medicamentos 12/04 06 Doenças de notificação compulsória. Indicadores de saúde 18/04 2

3 Tópicos da aula Introdução...4 Apresentação da professora Participação e Controle social Lei Orgânica da Saúde /90 e o Controle Social Questões Gabaritadas RESOLUÇÃO Nº 453, DE 10 DE MAIO DE CONTEXTO Considerações iniciais Questões Gabaritadas...57 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

4 Introdução Olá Pessoal, O concurso da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO, acaba de lançar o seu edital. A BANCA EXAMINADORA é a CESGRANRIO. É hora de começar os estudos, aprofundar os conhecimentos teóricos e resolver questões. Nosso objetivo é fornecer subsídios para você conseguir um excelente desempenho no conteúdo LEGISLAÇÃO DO SUS. Há uma grande quantidade de vagas ofertadas para os cargos de nível superior. Serão 70 questões objetivas (30 de conhecimentos gerais e 40 de conhecimento específico), com peso 01. Sendo que Legislação do SUS está compreendida na parte de conhecimentos específicos. Então aluno? Já declarou que uma dessas vagas será sua? Acredite em você e faça a sua parte!!! Seja bem-vindo (a) ao curso DE LEGISLAÇÃO DO SUS para o concurso da UNIRIO. Iniciaremos com a Aula Demonstrativa tratando do Controle Social no SUS. Nas aulas nós iremos utilizar questões da Banca examinadora e de outras bancas similares. Apresentação da Professora Sou a Professora Natale Souza, enfermeira, graduada pela UEFS Universidade Estadual de Feira de Santana em 1999, pós-graduada em Saúde Coletiva pela UESC Universidade Estadual de Santa Cruz em 2001, em Direito Sanitário pela FIOCRUZ em 2004 e mestre em Saúde Coletiva. Atualmente sou funcionária pública da Prefeitura Municipal de Salvador e atuo como Educadora/Pesquisadora pela Fundação Osvaldo Cruz FIOCRUZ no Projeto Caminhos do Cuidado e há 16 anos na docência em cursos de pós- 4

5 graduação e preparatórios de concursos, ministrando as disciplinas: Legislação do SUS, Políticas de Saúde, Programas de Saúde Pública e Específicas de Enfermagem. Iniciei a minha trajetória em concursos públicos desde que sai da graduação, tanto como concurseira quanto como docente, sendo aprovada em 12 concursos e seleções públicas. Apaixonei-me pela docência e hoje dedico meu tempo ao estudo dos Conhecimentos específicos de Enfermagem, da Legislação específica do SUS e aos milhares de profissionais que desejam ingressar em uma carreira pública. Nosso objetivo é utilizar esses conhecimentos e experiências adquiridas para ajudá-lo a alcançar a sua APROVAÇÃO!!! Vamos ao que interessa? Direto ao PONTO! 5

6 1. Participação e Controle social A legislação federal (Constituição Federal, Art. 198, inciso III e Lei 8.080/90, Art. 7º, inciso VIII) estabeleceu as normas gerais que orientam a participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde por meio das Conferências e dos Conselhos de Saúde, regulamentados pela Lei 8.142/90, Art. 1º - parágrafos 1 a 5. As Conferências de Saúde são instâncias colegiadas, de caráter consultivo, que possibilitam exercício do controle social no âmbito do poder executivo, tendo como objetivo avaliar a situação de saúde e propor as diretrizes da política de saúde em cada nível de governo, constituindo-se no mais importante fórum de participação ampla da população. Sua periodicidade deverá ser estabelecida pelos Conselhos de Saúde correspondentes, não devendo ultrapassar quatro anos. Os Conselhos de Saúde buscam participar da discussão das políticas de saúde tendo uma atuação independente do governo, embora façam parte de sua estrutura e onde se manifestam os interesses dos diferentes segmentos sociais, possibilitando a negociação de propostas e o direcionamento de recursos para diferentes prioridades. Em seu parágrafo 2º, a Lei 8.142/90 define: O Conselho de Saúde, em caráter permanente e deliberativo, órgão colegiado composto por representantes do governo, prestadores de serviço, profissionais de saúde e usuários, atua na formulação de estratégias e no controle da execução da política de saúde na instância correspondente, inclusive nos aspectos econômicos e financeiros, cujas decisões serão homologadas pelo chefe do poder legalmente constituído em cada esfera de governo. Na perspectiva do controle social, a participação da população na gestão da saúde coloca as ações e serviços na direção de interesses da comunidade e estabelece 6

7 uma nova relação entre o Estado e a Sociedade, na qual o conhecimento da realidade de saúde das comunidades é o fator determinante na tomada de decisão por parte do gestor. A legislação, porém, deixou uma lacuna principalmente nos aspectos de representatividade e legitimidade dos diversos segmentos sociais e naqueles referentes à organização, estruturação e funcionamento dos conselhos. Para preencher essa lacuna e orientar a formação dos Conselhos de Saúde, acelerando e consolidando o controle social do SUS, o Conselho Nacional de Saúde editou, em dezembro de 1992, a Resolução nº 33 Recomendações para Constituição e Estruturação de Conselhos Estaduais e Municipais de Saúde. Em novembro de 2002, considerando o acumulado no exercício do controle social em 10 anos, bem como as demandas dos Conselhos Estaduais e Municipais expressas nas 9ª, 10ª e 11ª Conferências Nacionais de Saúde, nas Plenárias de Saúde e em outros fóruns representativos, a Resolução N.º 33 foi atualizada pelo documento Diretrizes para Criação, Reformulação, Estruturação e Funcionamento dos Conselhos de Saúde. Este documento definiu que aos Conselhos de Saúde que tem suas competências definidas nas leis federais bem como em deliberações advindas das Conferências de Saúde compete : Implementar a mobilização e articulação contínuas da sociedade na defesa dos princípios constitucionais que fundamentam o SUS para o controle social de Saúde; Elaborar o Regimento do Conselho e outras normas de funcionamento; Discutir, elaborar e aprovar proposta de operacionalização das diretrizes aprovadas pelas Conferências de Saúde; Definir diretrizes para elaboração dos planos de saúde e sobre eles deliberar, conforme as diversas situações epidemiológicas e a capacidade organizacional dos serviços; Estabelecer estratégias e procedimentos de acompanhamento da gestão do SUS, articulandos e com os demais colegiados como os de seguridade, meio ambiente, justiça, educação, trabalho, agricultura, idosos, criança e adolescente e outros; Proceder à revisão periódica dos planos de saúde; 7

8 Deliberar sobre os programas de saúde e aprovar projetos a serem encaminhados ao Legislativo, propor a adoção de critérios definidores de qualidade e resolutividade, atualizando os face ao processo de incorporação dos avanços científicos e tecnológicos, na área da saúde; Estabelecer diretrizes e critérios operacionais relativos à localização e tipo de unidades prestadoras de serviços de saúde públicos e privados, no âmbito do SUS, tendo em vista o direito ao acesso universal às ações de promoção, proteção e recuperação da saúde em todos os níveis de complexidade dos serviços, sob a diretriz da hierarquização/regionalização da oferta e demanda de serviços, e princípio da equidade; Avaliar, explicitando os critérios utilizados, a organização e o funcionamento do sistema de saúde do SUS; Avaliar e deliberar sobre os contratos e convênios, conforme as diretrizes dos Planos de Saúde Nacional, Estaduais, do Distrito Federal e Municipais; Propor critérios para a programação e para a execução financeira e orçamentária dos Fundos de Saúde e acompanhar a movimentação e destinação dos recursos; Fiscalizar e controlar gastos e deliberar sobre critérios de movimentação de recursos da Saúde, incluindo o Fundo de Saúde e os transferidos e próprios do Município, Estado, Distrito Federal e da União; Analisar, discutir e aprovar o relatório de gestão com a prestação de contas e informações financeiras, repassado em tempo hábil aos conselheiros, acompanhado do devido assessoramento; Fiscalizar e acompanhar o desenvolvimento das ações e dos serviços de saúde e encaminhar denúncias aos respectivos órgãos, conforme legislação vigente; Examinar propostas e denúncias de irregularidades, responder no seu âmbito a consultas sobre assuntos pertinentes às ações e aos serviços de saúde, bem como apreciar recursos a respeito das deliberações do Conselho nas suas respectivas instâncias; Estabelecer critérios para a determinação de periodicidade das conferências de saúde, propor sua convocação, estruturar sua comissão organizadora, submeter o respectivo regimento e programa ao Pleno do Conselho correspondente, explicitando deveres e papéis dos conselheiros nas pré-conferências e conferências; 8

9 Estimular articulação e intercâmbio entre os Conselhos e entidades governamentais e privadas, visando à promoção da Saúde; Estimular, apoiar e promover estudos e pesquisas sobre assuntos e temas na área da saúde, pertinentes ao desenvolvimento do Sistema Único de Saúde; Estabelecer ações de informação, educação e comunicação em saúde e divulgar as funções e competências do Conselho, seus trabalhos e decisões por todos os meios de comunicação, incluindo informações sobre as agendas, datas e local das reuniões; Apoiar e promover a educação para o controle social. Constará do conteúdo programático os fundamentos teóricos da saúde, a situação epidemiológica, a organização do SUS, a situação real de funcionamento dos serviços do SUS, as atividades e competências do Conselho, bem como a Legislação do SUS, suas políticas de saúde, orçamento e financiamento; Aprovar, encaminhar e avaliar a política para os Recursos humanos do SUS; Acompanhar a implementação das deliberações constantes do relatório das plenárias dos Conselhos. Ao abordarmos a competência dos Conselhos de Saúde é importante ressaltar que o trabalho do Conselho não pode ser confundido com o papel executivo do gestor de saúde. O gestor é responsável pela execução da política de saúde, enquanto ao Conselho cabe deliberar as diretrizes dessa política, acompanhando as ações e fiscalizando a utilização dos recursos. O documento Diretrizes para Criação, Reformulação, Estruturação e Funcionamento dos Conselhos de Saúde também estabelece a composição dos Conselhos de Saúde. Um Conselho deverá ser composto por representantes do governo, de trabalhadores de saúde, de prestadores de serviços de saúde e usuários e deve ter como premissa básica a paridade do número dos usuários em relação aos demais segmentos representados. Ou seja, 50% do número total de conselheiros será de representantes de usuários, enquanto que os outros 50% deverá ser composto por representantes dos demais segmentos, sendo 25% de trabalhadores de saúde e 25% restantes de governo, entidades ou instituições prestadores de serviços públicos, filantrópicos e privados. O número de conselheiros para a composição dos Conselhos de Saúde tem variado de acordo com a realidade dos Estados e municípios e deve ser definido 9

10 pelos plenários dos Conselhos e das Conferências de Saúde, porém qualquer que seja o número dos membros a paridade deverá ser mantida. Respeitadas as normas legais, cada Conselho tem a liberdade de se organizar de acordo com a realidade de seu Estado ou município, sua composição deve respeitar a correlação de forças sociais da área de atuação de cada conselho, sendo que a indicação dos representantes dos Conselhos de saúde é de exclusiva responsabilidade dos segmentos representados. Quanto a impedimentos que comprometem a legitimidade dos segmentos nos Conselhos de saúde, são identificados: A participação do Poder Legislativo e do Ministério Público nos Conselhos de Saúde: não devem integrar os Conselhos de Saúde pessoas que pertençam aos poderes legislativo e judiciário, bem como representantes do Ministério Público, considerando a independência de poderes, prevista no artigo 2º da Constituição Brasileira e o papel do Ministério Público. A participação de representantes dos usuários e de trabalhadores da saúde em cargos comissionados ou de chefia: os representantes dos usuários e de trabalhadores da saúde não poderão exercer cargo comissionado ou de chefia, na esfera de sua representação, durante seu mandato de conselheiro. É importante ressaltar que o conselheiro deve atuar como interlocutor de suas bases, não se distanciando da entidade ou movimento que o indicou, porém deve representar e defender os interesses de toda a sociedade. As funções dos conselheiros são consideradas de relevância pública, devendo se pautar pela ética, não tendo, os conselheiros, direito à remuneração ou privilégios. O mandato dos conselheiros é definido no Regimento interno do Conselho e não deve coincidir com o mandato do governo ao qual ele está vinculado. Sugere-se a duração de dois anos, com possibilidade de recondução a critério das respectivas representações. Os Conselhos de Saúde devem cumprir o estabelecido na Lei Orgânica Estadual ou Municipal, desde que a mesma esteja coerente com a legislação federal. O ato de criação dos Conselhos, bem como sua composição, organização, estrutura e competências, se dão por lei ordinária, de iniciativa do poder executivo municipal, estadual ou federal - que deverá acolher as demandas da população e de acordo com as Conferências de Saúde. 10

11 Para garantir o pleno funcionamento dos Conselhos de Saúde os organismos de Governo Estadual e Municipal deverão dar apoio e suporte administrativo e técnico. A estrutura dos Conselhos de Saúde deve ter como órgãos o Plenário e uma Secretaria Executiva a ele subordinada, cabendo aos conselheiros de saúde a definição de sua estrutura administrativa, das assessorias permanentes ou transitórias, do quadro de pessoal e das comissões intersetoriais necessários ao seu pleno funcionamento. Cabe, ainda, aos conselheiros o gerenciamento de seus recursos e o desenvolvimento de projetos de capacitação e atualização por eles definidos, buscando evitar a criação de hierarquia entre os conselheiros e a burocratização do conselho, engessando suas atividades. Após sua instalação o Conselho de Saúde, elabora seu Regimento Interno, contemplando os elementos que irão garantir seu funcionamento, tais como: abertura dos trabalhos, impedimentos e faltas dos conselheiros, suplência, votação, prazos, estrutura e dimensão da secretaria executiva, periodicidade, quorum mínimo para deliberações em plenário metade mais um do total de integrantes - entre outros e que deverá ser aprovado pelo próprio Plenário. Qualquer alteração na organização e composição do conselho deverá ser proposta por ele e aprovada em plenário. O caráter deliberativo e permanente dos Conselhos pressupõe uma atuação constante para que seus membros tenham condições de examinar e aprovar as diretrizes da política de saúde, formulando estratégias, aperfeiçoando-as e propondo meios aptos para sua execução e correção de rumos. O Conselho não pode ser transitório, ou seja, funcionar somente quando convocado, mas reunirse, no mínimo, uma vez ao mês e extraordinariamente sempre que necessário. Suas reuniões devem ser abertas ao público, com pauta e datas previamente divulgadas pela imprensa, cabendo ao gestor encaminhar com antecedência o material de apoio às reuniões. Uma vez, a cada três meses, a pauta da reunião do Conselho deve incluir a prestação de contas feita pelo gestor da esfera de governo correspondente, que deverá, para tanto, apresentar relatório detalhado, contendo o andamento da agenda de saúde pactuada, o relatório de gestão, dados sobre o montante e a forma de aplicação dos recursos, as auditorias iniciadas e concluídas no período, a produção e a oferta de serviços na rede assistencial própria e contratada e conveniada, entre outros. 11

12 Os atos dos Conselhos são consubstanciados em resoluções, recomendações, moções e outros atos deliberativos, sendo que as resoluções serão homologadas pelo chefe do poder legalmente constituído em cada esfera de governo, em um prazo de 30 dias, garantindo ainda sua publicação em veículo oficial. Caso o gestor não proceda à homologação nem apresente justificativa, o Conselho poderá buscar validação da resolução junto ao Ministério Público. VAMOS FALAR UM POUCO MAIS SOBRE CONTROLE SOCIAL NO SUS, OBSERVANDO QUE TODA Á TEORIA DISCORRIDA ACIMA SE TRANFORMOU EM LEIS E VEREMOS COMO REALMENTE SERÁ COBRADO NA PROVA. 12

13 2. Lei Orgânica da Saúde /90 E O CONTROLE SOCIAL Dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde - SUS e sobre as transferências intergovernamentais de recursos financeiros na área da saúde e dá outras providências. Fonte: Google O CONTROLE SOCIAL É UMA DIRETRIZ E PRINCÍPIO DO SUS. É O MECANISMO DE PARTICPAÇÃO DA COMUNIDADE NAS AÇÕES DE SAÚDE EM TODAS AS ESFERAS DE GOVERNO. DE FORMA INSTITUCIONALIZADA TEMOS: OS CONSELHOS E AS CONFERÊNCIAS DE SAÚDE. Art. 1º - O Sistema Único de Saúde - SUS de que trata a Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, contará, em cada esfera de governo, sem prejuízo das funções do Poder Legislativo, com as seguintes instâncias colegiadas: 13

14 I - a Conferência de Saúde, e II - o Conselho de Saúde. 1º - A Conferência de Saúde reunir-se-á cada 4 anos com a representação dos vários segmentos sociais, para avaliar a situação de saúde e propor as diretrizes para a formulação da política de saúde nos níveis correspondentes, convocada pelo Poder Executivo ou, extraordinariamente, por este ou pelo Conselho de Saúde. AS CONFERÊNCIAS DE SAÚDE SÃO ESPAÇOS DE DISCUSSÃO DAS POLÍTICAS. A MAIS IMPORTANTE ACONTECEU EM 1986, A VIII CNS, MOMENTO DE CONSOLIDAÇÃO DA REFORMA SANITÁRIA E CRIAÇÃO DOS IDEAIS DO SUS. HISTÓRICO DAS CONFERÊNCIAS DE SAÚDE Fonte: Google 14

15 2º - O Conselho de Saúde, em caráter permanente e deliberativo, órgão colegiado composto por representantes do governo, prestadores de serviço, profissionais de saúde e usuários, atua na formulação de estratégias e no controle da execução da política de saúde na instância correspondente, inclusive nos aspectos econômicos e financeiros, cujas decisões serão homologadas pelo chefe do poder legalmente constituído em cada esfera do governo. Questão 01. (CESGRANRIO-2014) O sistema de saúde brasileiro possui duas instâncias para a participação da população: as conferências de saúde e os conselhos de saúde, que devem, respectivamente, a) organizar a demanda popular; e analisar a situação de saúde da população. b) controlar o poder executivo; e formular ações de saúde convenientes à população. c) centralizar as decisões políticas; e organizar os recursos públicos para o financiamento da saúde d) interferir diretamente no poder legislativo; e controlar o poder judiciário. e) propor diretrizes para a formulação de políticas; e formular estratégias para a execução da política de saúde. Comentários: 15

16 Questão que requer o conhecimento da definição encontrada na Lei 8.142/90, em seu artigo 1º, que escreve: Art. 1 O Sistema Único de Saúde (SUS), de que trata a Lei n 8.080, de 19 de setembro de 1990, contará, em cada esfera de governo, sem prejuízo das funções do Poder Legislativo, com as seguintes instâncias colegiadas: I - a Conferência de Saúde; e II - o Conselho de Saúde. 1 A Conferência de Saúde reunir-se-á a cada quatro anos com a representação dos vários segmentos sociais, para avaliar a situação de saúde e propor as diretrizes para a formulação da política de saúde nos níveis correspondentes, convocada pelo Poder Executivo ou, extraordinariamente, por esta ou pelo Conselho de Saúde. 2 O Conselho de Saúde, em caráter permanente e deliberativo, órgão colegiado composto por representantes do governo, prestadores de serviço, profissionais de saúde e usuários, atua na formulação de estratégias e no controle da execução da política de saúde na instância correspondente, inclusive nos aspectos econômicos e financeiros, cujas decisões serão homologadas pelo chefe do poder legalmente constituído em cada esfera do governo. Gabarito: E 3º- O Conselho Nacional de Secretários de Saúde - CONASS e o Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde CONASEMS terão representação no Conselho Nacional de Saúde. 4º - A representação dos usuários nos Conselhos de Saúde e Conferências de Saúde será paritária em relação ao conjunto dos demais segmentos. 16

17 SEGMENTOS QUE COMPÕEM OS CONSELHOSE CONFERÊNCIAS Fonte: Google OS CONSELHOS E AS CONFERÊNCIAS POSSUEM COMPOSIÇÃO TETRAPARTITE. MAS ATENTEM QUE O SEGMENTO DE REPRESENTAÇÃO DOS USUÁRIOS, POR LEI, DEVE OCUPAR 50% (METADE) - OU SEJA, O CARÁTER PARITÁRIO. DISCUTIREMOS ESTA DISTRIBUIÇÃO DE FORMA MAIS PROFUNDA NA RESOLUÇÃO 453/

18 CARÁTER PARITÁRIO 50% DE REPRESENTAÇÃO DOS USUÁRIOS Fonte: Google OBS: A DISTRIBUIÇÃO ESTÁ EXPLICITADA NA RESOLUÇÃO 453/12 (PERCENTUAIS DE CADA SEGMENTO). 18

19 5º - As Conferências de Saúde e os Conselhos de Saúde terão sua organização e normas de funcionamento definidas em regimento próprio aprovados pelo respectivo Conselho. Art. 2º- Os recursos do Fundo Nacional de Saúde - FNS serão alocados como: I - despesas de custeio e de capital do Ministério da Saúde, seus órgãos e entidades, da administração direta e indireta; II - investimentos previstos em Lei orçamentária, de iniciativa do Poder Legislativo e aprovados pelo Congresso Nacional; III - investimentos previstos no Plano Quinquenal do Ministério da Saúde; IV - cobertura das ações e serviços de saúde a serem implementados pelos Municípios, Estados e Distrito Federal. Parágrafo único. Os recursos referidos no inciso IV deste artigo destinarse-ão a investimentos na rede de serviços, à cobertura assistencial ambulatorial e hospitalar e às demais ações de saúde. 2. (HUB 2013 IBFC) Considerando a lei 8142/1990, analise os itens abaixo e, a seguir, assinale a alternativa correta: I. A Conferência de Saúde reunir-se-á a cada 2 (dois) anos com a representação dos vários segmentos sociais, para avaliar a situação de saúde e propor as diretrizes para a formulação da política de saúde nos níveis correspondentes, convocada pelo Poder Executivo ou, extraordinariamente, pelo Conselho de Saúde. II. O Conselho de Saúde, em caráter permanente e deliberativo, órgão colegiado composto por representantes do governo, prestadores de serviço, profissionais 19

20 de saúde e usuários, atua na formulação de estratégias e no controle da execução da política de saúde na instância correspondente, inclusive nos aspectos econômicos e financeiros, cujas decisões serão homologadas pelo chefe do poder legalmente constituído em cada esfera do governo. III.O Conselho Nacional de Secretários de Saúde - CONASS e o Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde CONASEMS terão representação no Conselho Nacional de Saúde. A representação dos usuários nestes conselhos será definida pelos próprios conselhos. IV.A representação dos usuários nos Conselhos de Saúde e Conferências de Saúde será paritária em relação ao conjunto dos demais segmentos. V. As Conferências de Saúde e os Conselhos de Saúde terão sua organização e normas de funcionamento definidas em regimento próprio provados pelas respectivas secretarias municipais, estaduais ou Ministério da Saúde. A) I,II,III, IV e V estão corretas. B) Apenas II e IV estão corretas C) Apenas I,II,IV e V estão corretas. D) Apenas II, IV e V estão corretas. COMENTÁRIOS: Assertiva I: ERRADA. De acordo com a Lei 8.142/90, as CONFERÊNCIAS REUNIR- SE-ÃO A CADA 4 ANOS. OBSERVEM QUE TODO O TEXTO DESTA QUESTÃO ESTA CORRETO, SÓ ALTERARAM A PERIODICIDADE, OBRIGATÓRIA POR LEI, DA REALIZAÇÃO DAS CONFERÊNCIAS. Assertiva II: CORRETA. De acordo com o Art. 1, 2º da LEI 8.142/90, o Conselho de Saúde, em caráter permanente e deliberativo, órgão colegiado composto por representantes do governo, prestadores de serviço, profissionais de saúde e usuários, atua na formulação de estratégias e no controle da execução da política de saúde na instância correspondente, inclusive nos aspectos econômicos e financeiros, cujas decisões serão homologadas pelo chefe do poder legalmente constituído em cada esfera do governo. ESTE TIPO D QUESTÃO REQUER LEITURA NA ÍNTEGRA, POIS A ALTERAÇÃO DE UMA PALAVRA, MUDA TODO O CONTEXTO E DESCARACTERIZA O ARTIGO. Assertiva III: ERRADA. Tanto o CONASS (representação dos Secretários Estaduais de Saúde no CNS) quanto o CONASEMS (representação dos Secretários Municipais de Saúde) possuem REPRESENTAÇÃO GARANTIDA NO CONSELHO 20

21 NACIONAL DE SAÚDE. Mas observem a pegadinha : O CONASS E O CONASEMS SÃO CONSELHOS? SIM MAS NÃO SÃO INSTANCIAS COLEGIADAS DE CONTROLE SOCIAL, LOGO NÃO HÁ PARTICIPAÇÃO DA COMUNIDADE! POR ESTE MOTIVO, A REPRESENTAÇÃO DA POPULAÇÃO NÃO É PREVISTA NESSES ESPAÇOS. Assertiva IV: CORRETA. DE ACORDO COM A LEI EM ESTUDO, art. 1, 2º: A representação dos usuários nos Conselhos de Saúde e Conferências de Saúde será paritária em relação ao conjunto dos demais segmentos. PRINCÍPIO DA PARIDADE. COMO FOI CITADO NO TEXTO, A REPRESENTAÇÃO É DEFINIDA POR ESTA LEI: 4 SEGMENTOS USUÁRIOS, TRABALHADORES DA SAÚDE, GESTORES/GOVERNO E PRESTADORES DE SERVIÇO. MAS O ÚNICO PERCENTUAL DEFINIDO POR ESTE MARCO JURÍDICO É O DOS USUÁRIOS 50% Assertiva V: CORRETA. DE ACORDO COM A LEI EM ESTUDO, art. 1, 5º - As Conferências de Saúde e os Conselhos de Saúde terão sua organização e normas de funcionamento definidas em regimento próprio aprovados pelo respectivo Conselho. GABARITO: D 3. (HUCAM-UFES/2014/AOCP) A Conferência de Saúde com a representação dos vários segmentos sociais, para avaliar a situação de saúde e propor as diretrizes para a formulação da política de saúde nos níveis correspondentes, convocada pelo Poder Executivo ou, extraordinariamente, por esta ou pelo Conselho de Saúde, reunir-se-á a cada: A) um ano. B) dois anos. C) três anos. D) quatro anos. COMENTÁRIOS: De acordo com a Lei 8.142/90, as CONFERÊNCIAS REUNIR-SE- ÃO A CADA 4 ANOS. GABARITO: D 21

22 4. (HU-UFMA 2013 IBFC) Sobre o controle social no SUS. Assinale a alternativa incorreta: A) O SUS foi a primeira política pública no Brasil a adotar constitucionalmente a participação popular como um de seus princípios. B) A participação da comunidade na gestão do SUS foi definida pela lei nº 8.142/1990. C) A representação dos usuários nos Conselhos de Saúde é paritária em relação ao conjunto dos demais segmentos. D) A representação dos usuários nas Conferências de Saúde é paritária em relação ao conjunto dos demais segmentos. E) A representação dos usuários no Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (CONASEMS) é paritária em relação ao conjunto dos demais segmentos. COMENTÁRIOS: Assertiva A: CORRETA. Como explicitado na aula sobre a CF de 1988: NOSSA CONSTITUIÇÃO ATUAL É A PRIMEIRA A CONSTAR O SETOR SAÚDE! E CITA, NO ART 198, O CONTROLE SOCIAL COMO DIRETRIZ DO SUS. APENAS EM 1990 A PARTIPAÇÃO DA COMUNIDADE É REGULAMENTADA, PELA LEI EM ESTUDO. Assertiva B: CORRETA. MAS ATENTEM QUE PODE SE TORNAR UMA pegadinha de prova. A participação da comunidade, como explicado na questão anterior, FOI DEFINIDA PELA CONSTITUIÇÃO DE E REGULAMENTADA PELA LOS 81.42/90 Assertiva C: CORRETA Assertiva D: CORRETA Assertiva E: INCORRETA. Tanto o CONASS (representação dos Secretários Estaduais de Saúde no CNS) quanto o CONASEMS (representação dos Secretários Municipais de Saúde) possuem REPRESENTAÇÃO GARANTIDA NO CONSELHO NACIONAL DE SAÚDE. Mas observem a pegadinha : O CONASS E O CONASEMS SÃO CONSELHOS? SIM MAS NÃO SÃO INSTANCIAS COLEGIADAS DE CONTROLE SOCIAL, LOGO NÃO HÁ PARTICIPAÇÃO DA COMUNIDADE! POR ESTE 22

23 MOTIVO, A REPRESENTAÇÃO DA POPULAÇÃO NÃO É PREVISTA NESSES ESPAÇOS. 5. (UFSM 2014 AOCP) De acordo com a Lei 8.142/1990, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas. I. O Sistema Único de Saúde (SUS) contará, em cada esfera de governo, sem prejuízo das funções do Poder Legislativo, com a Conferência de Saúde e o Conselho de Saúde. II. A Conferência de Saúde reunir-se-á a cada dois anos com a representação dos vários segmentos sociais, para avaliar a situação de saúde e propor as diretrizes para a formulação da política de saúde nos níveis correspondentes, convocada pelo Poder Executivo ou, extraordinariamente, por esta ou pelo Conselho de Saúde. III. O Conselho de Saúde é órgão colegiado, em caráter permanente e deliberativo, composto 50% (cinquenta por cento) por representantes do governo e 50% (cinquenta por cento) por representantes dos usuários dos serviços de saúde. IV. A representação dos usuários nos Conselhos de Saúde e Conferências será paritária em relação ao conjunto dos demais segmentos. A) Apenas II e III. B) Apenas I e IV. C) Apenas I, II e IV. D) Apenas I, II e III. E) I, II, III e IV. Assertiva I: CORRETA. De acordo com o Art. 1º, da LOS 8.142/90 - O Sistema Único de Saúde - SUS de que trata a Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, contará, em cada esfera de governo, sem prejuízo das funções do Poder Legislativo, com as seguintes instâncias colegiadas: I - a Conferência de Saúde, e II - o Conselho de Saúde. Assertiva II: INCORRETA. De acordo com a Lei 8.142/90, as CONFERÊNCIAS REUNIR-SE-ÃO A CADA 4 ANOS. OBSERVEM QUE TODO O TEXTO DESTA 23

24 QUESTÃO ESTA CORRETO, SÓ ALTERARAM A PERIODICIDADE, OBRIGATÓRIA POR LEI, DA REALIZAÇÃO DAS CONFERÊNCIAS Assertiva III: INCORRETA. DE ACORDO COM A LEI EM ESTUDO, art. 1, 2º: A representação dos usuários nos Conselhos de Saúde e Conferências de Saúde será paritária em relação ao conjunto dos demais segmentos. PRINCÍPIO DA PARIDADE. COMO FOI CITADO NO TEXTO, A REPRESENTAÇÃO É DEFINIDA POR ESTA LEI: 4 SEGMENTOS USUÁRIOS, TRABALHADORES DA SAÚDE, GESTORES/GOVERNO E PRESTADORES DE SERVIÇO. MAS O ÚNICO PERCENTUAL DEFINIDO POR ESTE MARCO JURÍDICO É O DOS USUÁRIOS 50%. Assertiva IV: CORRETA. GABARITO: B Art. 3º- Os recursos referidos no inciso IV do art. 2º desta Lei serão repassados de forma regular e automática para os Municípios, Estados e Distrito Federal de acordo com os critérios previstos no art. 35 da Lei nº 8.080, de 19 de setembro de º - Enquanto não for regulamentada a aplicação dos critérios previstos no art. 35 da Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, será utilizado, para o repasse de recursos, exclusivamente o critério estabelecido no 1º do mesmo artigo. 2º - Os recursos referidos neste artigo serão destinados, pelo menos setenta por cento, aos Municípios, afetando-se o restante aos Estados. 3º - Os municípios poderão estabelecer consórcio para execução de ações e serviços de saúde, remanejando, entre si, parcelas de recursos previstos no inciso IV do artigo 2º desta Lei. 24

25 Art. 4º - Para receberem os recursos, de que trata o art. 3º desta lei, os Municípios, os Estados e o Distrito Federal deverão contar com: I - Fundo de Saúde; II - Conselho de Saúde, com composição paritária de acordo com o Decreto nº , de 7 de agosto de 1990; III - plano de saúde; IV - relatórios de gestão que permitam o controle de que trata o 4º do art. 33 da Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990; V - contrapartida de recursos para a saúde no respectivo orçamento; VI - Comissão de elaboração do Plano de Carreira, Cargos e Salários (PCCS), previsto o prazo de (dois) anos para a sua implantação. 25

26 FINACIAMENTO DO SUS - COMPARTILHADO Fonte: Google Parágrafo único - O não atendimento pelos Municípios, ou pelos Estados, ou pelo Distrito Federal dos requisitos estabelecidos neste artigo, implicará em que os recursos concernentes sejam administrados, respectivamente, pelos Estados ou pela União. 26

27 7. (HU-UFGD 2014 AOCP) Parte dos recursos do Fundo Nacional de Saúde (FNS) serão alocados como cobertura das ações e serviços de saúde a serem implementados pelos Municípios, Estados e Distrito Federal. Conforme a Lei 8.142/1990, referidos recursos serão destinados A) pelo menos setenta por cento, aos Municípios, afetando-se o restante aos Estados. B) pelo menos cinquenta por cento, aos Municípios, afetando-se o restante aos Estados. C) pelo menos sessenta por cento, aos Municípios, afetando-se o restante aos Estados. D) pelo menos setenta por cento, aos Estados, afetando-se o restante aos Municípios. E) pelo menos cinquenta por cento, aos Estados, afetando-se o restante aos Municípios. COMENTÁRIOS: DE ACORDO COM O art. 2º, 2º - Os recursos referidos neste artigo serão destinados, pelo menos setenta por cento, aos Municípios, afetando-se o restante aos Estados GABARITO: A Art. 5º - É o Ministério da Saúde, mediante Portaria do Ministro de Estado, autorizado a estabelecer condições para a aplicação desta Lei. Brasília, 28 de dezembro de 1990; 169 da Independência e 102 da República. FERNANDO COLLOR Alceni Guerra 27

28 DICAS E LEMBRETES: Lei n.º DE 28 DE DEZEMBRO DE Todos os itens SUBLINHADOS são constantes em provas; 2. A Lei 8.142/90 Dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde - SUS e sobre as transferências intergovernamentais de recursos financeiros na área da saúde (não esquecer que a LEI 8.080/90 apenas dispõe sobre a gestão dos recursos financeiros e forma de repasse só foi definida pela lei 8.142/90!); 3. A Lei 8.142/90 dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde SUS (é a marca desta LEI!). Não esquecer que a participação comunitária é conhecida como controle social e existem duas formas INSTITUCIONALIZADAS: as CONFERÊNCIAS (que acontecem a cada 4 anos, em cada esfera de governo) e os CONSELHOS (que são instâncias colegiadas e deliberativas que devem se reunir mensalmente ou em caráter extraordinário, em cada esfera de governo); 4. Não esquecer que o caráter deliberativo é o poder de VOTO E VETO, DOS CONSELHOS, diante das ações de saúde IMPLEMENTADAS OU EM FASE DE PROGRAMAÇÃO. 5. IMPORTANTE: as duas formas de controle social previstas em lei são de formação PARITÁRIA (onde metade dos componentes deve ser REPRESENTANTE DOS USUÁRIOS) 6. Os CONSELHOS DE SAÚDE serão formados por eleição e seus conselheiros nomeados (Publicação em Diário Oficial). 7. O repasse automático de recursos será FUNDO NACIONAL DE SAÚDE para o FUNDO MUNICIPAL DE SAÚDE! 28

29 8. AS ESFERAS ESTADUAIS E MUNICIPAIS DEVERÃO DEPOSITAR NESTA MESMA CONTA (FUNDO DE SAÚDE) UMA CONTRAPARTIDA DE RECURSOS ORIUNDOS DOS SEUS ORÇAMENTOS. 9. A EMENDA CONSTITUCIONAL Nº 29 (13 de setembro de 2000) FOI APROVADA EM JANEIRO DE 2012 E TRANSFORMADA NA LEI 141/12, QUE DEFINE PERCENTUAIS FIXOS A SEREM REPASSADOS POR CADA ESFERA de governo e deve corresponder a um percentual da receita de impostos e transferências constitucionais e legais. 29

30 3. QUESTÕES GABARITADAS 6. (UFPEL AOCP -2015) O que é o Conselho de Saúde? (A) É o órgão colegiado, deliberativo e permanente do Sistema Único de Saúde (SUS) em cada esfera de governo. (B) É o conselho que determina a seleção e a padronização de medicamentos indicados para atendimento de doenças ou de agravos no âmbito do SUS. (C) O conselho de saúde determina o conjunto de ações e serviços de saúde, prestados por órgãos e instituições públicas federais, estaduais e municipais. (D) O conselho de saúde viabiliza as ações e serviços de saúde voltados para o atendimento das populações indígenas, em todo o território nacional, coletiva ou individualmente. (E) É o conjunto de sistemas nacionais de informação de interesse para a saúde, gerenciado por órgãos do Governo Federal. 7. (UFJF AOCP-2015) A Lei que dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde (SUS) é (A) a Lei n.º 8.142, de 28 de dezembro de (B) a Lei n.º , de 10 de janeiro de (C) a Lei n.º 5.869, de 11 de janeiro de (D) a Lei n.º 8.080, de 19 de dezembro de (E) o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de (UFSCAR AOCP-2015) A definição de instância colegiada, deliberativa e permanente do Sistema Único de Saúde (SUS) em cada esfera de Governo, integrante da estrutura organizacional do Ministério da Saúde, da Secretaria de Saúde dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, com composição, organização e competência fixadas na Lei no 8.142/90, deve ser aplicada para (A) Conferência de Saúde. (B) Conselho da Educação. 30

31 (C) Conselho Social. (D) Conselho de Saúde. (E) Conferência Previdenciária. 9. (HDT- TO AOCP-2015) De acordo com o que expressa a Lei 8.142/90, os recursos do Fundo Nacional de Saúde (FNS) alocados como cobertura das ações e serviços de saúde a serem implementados pelos Municípios, Estados e Distrito Federal serão (A) destinados, pelo menos sessenta por cento, aos Municípios, afetando-se o restante aos Estados. (B) destinados, pelo menos sessenta por cento, aos Estados, afetando-se o restante aos Municípios. (C) destinados, pelo menos setenta por cento, aos Municípios, afetando-se o restante aos Estados. (D) destinados, pelo menos setenta por cento, aos Estados, afetando-se o restante aos Municípios. (E) divididos igualitariamente. 10- (HDT- TO AOCP-2015) De acordo com o que dispõe a Lei 8.142/90, o Conselho de Saúde é órgão (A) singular com caráter provisório e consultivo. (B) colegiado que se reúne a cada quatro anos. (C) singular constituído a cada dois anos e extinto logo após o cumprimento de suas funções. (D) colegiado que se reúne somete nos anos em que há eleições presidenciais. (E) colegiado e tem caráter permanente e deliberativo. 11. (FGV-SUSAM-2014) Considerando o disposto na Lei nº 8.142/90 a respeito dos Conselhos e Conferências de Saúde, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa. 31

32 ( ) O Conselho de Saúde se reúne a cada 4 anos para avaliar a situação de saúde e propor as diretrizes para a formulação da política de saúde nos níveis correspondentes. ( ) A representação dos usuários nos Conselhos e Conferências de Saúde deve ser paritária em relação ao conjunto dos demais segmentos. ( ) A Conferência de Saúde atua na formulação de estratégias e no controle da execução da política de saúde na instância correspondente, inclusive nos aspectos econômicos e financeiros. As afirmativas são, respectivamente, a) V, F e V. b) F, F e V. c) F, V e F. d) V, V e F. e) F, V e V. 12. (CONSULPLAN-2010) As disposições legais sobre Conselhos de Saúde e Conferências de Saúde estabelecem que suas organizações e normas de funcionamento deverão ser definidas através de: (Lei Federal nº. 8142/1990) a) Editais públicos. b) Leis Complementares. c) Publicações oficiais em diários do executivo. d) Regimento próprio aprovado pelo respectivo Conselho. e) Atas registradas em Cartórios. GABARITO LOS 8.142/ A A D C E D D 32

33 4. RESOLUÇÃO Nº 453, DE 10 DE MAIO DE CONTEXTO: A resolução é fruto da discussão sobre o controle social, especificamente sobre os CONSELHOS DE SAÚDE. Ao longo de três anos, um grupo de trabalho dedicou-se a propor uma nova versão do texto DA REVOGADA RESOLUÇÃO Nº 333/03, com as atualizações necessárias para adequar-se às mudanças na conjuntura do controle social no país. Depois de apresentada ao pleno do Conselho Nacional de Saúde, a proposta foi submetida à consulta pública no site do CNS. Fonte: Google 4.2 CONSIDERAÇÕES INICIAIS O Plenário do Conselho Nacional de Saúde, em sua Ducentésima Trigésima Terceira Reunião Ordinária, realizada nos dias 9 e 10 de maio de 2012, no uso de suas competências regimentais e atribuições conferidas pela Lei no 8.080, de 33

34 19 de setembro de 1990, e pela Lei no 8.142, de 28 de dezembro de 1990, e pelo Decreto no 5.839, de 11 de julho de 2006, e Considerando os debates ocorridos nos Conselhos de Saúde, nas três esferas de Governo, na X Plenária Nacional de Conselhos de Saúde, nas Plenárias Regionais e Estaduais de Conselhos de Saúde, nas 9a, 10a e 11a Conferências Nacionais de Saúde, e nas Conferências Estaduais, do Distrito Federal e Municipais de Saúde; Considerando a experiência acumulada do Controle Social da Saúde à necessidade de aprimoramento do Controle Social da Saúde no âmbito nacional e as reiteradas demandas dos Conselhos Estaduais e Municipais referentes às propostas de composição, organização e funcionamento, conforme o 5o inciso II art. 1o da Lei no 8.142, de 28 de dezembro de 1990; Considerando a ampla discussão da Resolução do CNS no 333/03 realizada nos espaços de Controle Social, entre os quais se destacam as Plenárias de Conselhos de Saúde; Considerando os objetivos de consolidar, fortalecer, ampliar e acelerar o processo de Controle Social do SUS, por intermédio dos Conselhos Nacional, Estaduais, Municipais, das Conferências de Saúde e Plenárias de Conselhos de Saúde; Considerando que os Conselhos de Saúde, consagrados pela efetiva participação da sociedade civil organizada, representam polos de qualificação de cidadãos para o Controle Social nas esferas da ação do Estado; e Considerando o que disciplina a Lei Complementar no 141, de 13 de janeiro de 2012, e o Decreto nº 7.508, de 28 de junho de 2011, que regulamentam a Lei Orgânica da Saúde. Resolve: Aprovar as seguintes diretrizes para instituição, reformulação, reestruturação e funcionamento dos Conselhos de Saúde: 34

35 A RESOLUÇÃO VEM FORTALECER O CONTROLE SOCIAL, DADA A SUA IMPORTÂNCIA PARA A CONSOLIDAÇÃO DO SUS. MAS ATENTEM QUE SUA DISPOSIÇÃO É APENAS PARA UMA DAS INSTÂNCIAS DE CONTROLE SOCIAL: OS CONSELHOS DE SAÚDE! ESTE MARCO É DIVIDIDO EM CINCO DIRETRIZES O QUE FACILITA O ENTENDIMENTO. SINALIZAREI ALGUMAS PEGADINHAS QUE FORAM QUESTÕES DE PROVA. ESTA RESOLUÇÃO NÃO ALTERA NENHUM DISPOSITIVO DA LEI 8.142/90. Tema 1. Atribuições 2. Mandato 3. Renovação de entidades 4. Responsabilidades 5. Participação da sociedade 6. Orçamento 7. Quorum 8. Competências 9. Banco de dados Fonte: Google O que mudou Na nova versão foram incluídas as atribuições previstas na Lei Complementar nº 141, de 13 de janeiro de 2012 e no Decreto nº 7.508, de 28 de junho de 2011, que regulamentam a Lei Orgânica da Saúde. Assim, os conselhos poderão avaliar, explicitando os critérios utilizados, a organização e o funcionamento do Sistema Único de Saúde do SUS e, além disso, irão examinar propostas e denúncias de indícios de irregularidades, responder no seu âmbito a consultas sobre assuntos pertinentes às ações e aos serviços de saúde, bem como apreciar recursos a respeito de deliberações do Conselho, nas suas respectivas instâncias. De acordo com a nova versão, o tempo de mandato dos conselheiros será definido pelas respectivas representações. As entidades, movimentos e instituições eleitas para o conselho de saúde terão seus representantes indicados, por escrito, conforme processos estabelecidos pelas respectivas entidades, movimentos e instituições e de acordo com a sua organização, com a recomendação de que ocorra renovação de seus representantes. A recomendação explicitada no novo texto é de que, a cada eleição, os segmentos de representações de usuários, trabalhadores e prestadores de serviços, ao seu critério, promovam a renovação de, no mínimo, 30% de suas entidades representativas. A atualização do texto deixou explícito que, no exercício de sua função, o conselheiro deve estar ciente de que, responderá conforme legislação vigente por todos os seus atos. As reuniões plenárias dos Conselhos de Saúde, além de serem abertas ao público, deverão acontecer em espaços e horários que possibilitem a participação da sociedade. O conselho de saúde terá poder de decisão sobre o seu orçamento, não será mais apenas o gerenciador de suas verbas. A nova redação esclarece os conceitos de maioria simples (o número inteiro imediatamente superior à metade dos membros presentes), maioria absoluta (o número inteiro imediatamente superior à metade do total de membros do conselho) e maioria qualificada (2/3 do total dos membros do conselho) de votos para tomada de decisão do CNS. A adequação das competências dos conselhos ao que está previsto no atual regimento do Conselho Nacional de Saúde, também foi explicitada no novo texto. Compete ao próprio conselho, atualizar periodicamente as informações sobre o conselho de saúde no Sistema de Acompanhamento dos Conselhos de Saúde (SIACS) DA DEFINIÇÃO DE CONSELHO DE SAÚDE Primeira Diretriz: o Conselho de Saúde é uma instância colegiada, deliberativa e permanente do Sistema Único de Saúde (SUS) em cada esfera de Governo, integrante da estrutura organizacional do Ministério da Saúde, da Secretaria de Saúde dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, com composição, organização e competência fixadas na Lei nº 8.142/90. O processo bem-sucedido de descentralização da saúde promoveu o surgimento de 35

36 Conselhos Regionais, Conselhos Locais, Conselhos Distritais de Saúde, incluindo os Conselhos dos Distritos Sanitários Especiais Indígenas, sob a coordenação dos Conselhos de Saúde da esfera correspondente. Assim, os Conselhos de Saúde são espaços instituídos de participação da comunidade nas políticas públicas e na administração da saúde. Parágrafo único. Como Subsistema da Seguridade Social, o Conselho de Saúde atua na formulação e proposição de estratégias e no controle da execução das Políticas de Saúde, inclusive nos seus aspectos econômicos e financeiros. O CONSELHO É UM SUBSISTEMA DA SEGURIDADE SOCIAL, POIS A LEI 8.142/90 QUE REGULAMENTA OS ARTIGOS CONSTITUCIONAIS ESTÃO NO TÍTULO VIII, SEÇÃO 2 DA SEGURIDADE SOCIAL! 1. (UFSM 2014 AOCP) Considerando o que a Resolução 453/2012 do Conselho Nacional de Saúde dispõe sobre os Conselhos de Saúde, assinale a alternativa INCORRETA. A) Conselho de Saúde é uma instância colegiada, deliberativa e permanente do Sistema Único de Saúde (SUS) em âmbito nacional. B) Os Conselhos de Saúde, consagrados pela efetiva participação da sociedade civil organizada, representam polos de qualificação de cidadãos para o Controle Social nas esferas da ação do Estado. C) O Conselho de Saúde é um subsistema da Seguridade Social. D) Os Conselhos de Saúde são espaços instituídos de participação da comunidade nas políticas públicas e na administração da saúde. 36

37 E) Os Conselhos de Saúde atuam na formulação e proposição de estratégias e no controle da execução das Políticas de Saúde, inclusive nos seus aspectos econômicos e financeiros. COMENTÁRIOS: VALE RESSALTAR MAIS UMA VEZ!!! ATENÇÃO PARA O QUE PEDE A QUESTÃO: INCORRETA! A DEFINIÇÃO DE CONSELHO DE SAÚDE ESTÁ NA PRIMEIRA DIRETRIZ DA RESOLUÇÃO 453/12, QUE DIZ: Primeira Diretriz: o Conselho de Saúde é uma instância colegiada, deliberativa e permanente do Sistema Único de Saúde (SUS) em cada esfera de Governo, integrante da estrutura organizacional do Ministério da Saúde, da Secretaria de Saúde dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, com composição, organização e competência fixadas na Lei no 8.142/90. NA ASSERTIVA A, NOS DEPARAMOS COM UMA GRANDE PEGADINHA. E UMA BOA QUESTÃO DE PROVA NO TODO. A ASSERTIVA TRAZ UMA TRANSCRIÇÃO QUASE COMPLETA DAS DUAS PRIMEIRAS LINHAS DO PARAGRÁFO QUE VERSA À RESPEITO DA DEFINIÇÃO DE CONSELHO, O EQUÍVOCO ESTÁ NO ÂMBITO DE ATUAÇÃO, QUE NÃO É NACIONAL, E SIM EM CADA ESFERA DE GOVERNO (UNIÃO, ESTADOS, DISTRITO FEDERAL E MUNICÍPIO). ASSIM, JÁ TEMOS NOSSA ASSERTIVA INCORRETA. QUE NESTA QUESTÃO É A MAIS IMPORTANTE! A ASSERTIVA B É UMA TRANSCRIÇÃO DE UM DOS PARAGRÁFOS DAS CONSIDERAÇÃES INICIAS DA RESOLUÇÃO QUE PODEMOS VERIFICAR ABAIXO: Considerando que os Conselhos de Saúde, consagrados pela efetiva participação da sociedade civil organizada, representam polos de qualificação de cidadãos para o Controle Social nas esferas da ação do Estado; LOGO, A ASSERTIVA B ESTÁ CORRETA. A ASSERTIVA C É UM RECORTE E COLE DA PRIMEIRA DIRETRIZ DA RESOLUÇÃO 453/12. QUE EM SEU PARÁGRAFO ÚNICO TRAZ A SEGUINTE REDAÇÃO: Parágrafo único. Como Subsistema da Seguridade Social, o Conselho de Saúde atua na formulação e proposição de estratégias e no controle da execução das Políticas de Saúde, inclusive nos seus aspectos econômicos e financeiros. LOGO A ASSERTIVA C ESTÁ CORRETA. 37

38 ASSERTIVA D NECESSITA DE UMA INTERPRETAÇÃO DOS OBJETIVOS DOS CONSELHOS, QUE EM RESUMO É APROXIMAÇÃO E A PARTICIPAÇÃO DA SOCIEDADE NA PROPOSIÇÃO, DISCUSSÃO, ACOMPANHAMENTO, DELIBERAÇÃO, AVALIAÇÃO E FISCALIZAÇÃO DA IMPLEMENTAÇÃO DA POLITICA DE SAÚDE, INCLUSIVE NOS SEUS ASPECTOS ECONÔMICOS E FINANCEIROS. LOGO A ASSERTIVA D ESTÁ CORRETA. A ASSERTIVA E TRATA-SE DA REPETIÇÃO DAS ASSERTIVAS C E D, VAMOS RELEMBRAR O QUE DIZ NO PARÁGRAFO ÚNICO DA PRIMEIRA DIRETRIZ: Parágrafo único. Como Subsistema da Seguridade Social, o Conselho de Saúde atua na formulação e proposição de estratégias e no controle da execução das Políticas de Saúde, inclusive nos seus aspectos econômicos e financeiros. LOGO, ASSERTIVA E ESTÁ CORRETA. 2. (HU-UFGD 2014 AOCP) Conforme a Resolução 453/2012, os Conselhos de Saúde são: A) espaços instituídos de participação da comunidade nas políticas públicas e privadas e na administração da saúde. B) espaços instituídos de participação da comunidade nas políticas públicas e na administração da saúde. C) espaços instituídos de participação da comunidade nas políticas públicas e na administração da saúde e da assistência social. D) espaços instituídos de participação da comunidade nas políticas públicas e na administração da saúde e da previdência social. E) espaços instituídos de participação da comunidade nas políticas públicas e privadas e na administração da saúde e da assistência social. COMENTÁRIOS: QUESTÃO QUE REQUER ATENÇÃO, POIS CONTÉM ASSERTIVAS MUITO PARECIDAS. PRIMEIRO PONTO A SER OBSERVADO: COMUNIDADE + POLITICAS PÚBLICAS. COMUNIDADE + ADMINISTRAÇÃO DA SAÚDE. PORQUE A ASSERTIVA A ESTÁ INCORRETA? TÃO SOMENTE PELA INCLUSÃO DA PALAVRA PRIVADAS. 38

39 A ASSERTIVA B ESTÁ CORRETA, POR TRAZER A TRANSCRIÇÃO DAS DUAS ÚLTIMAS LINHAS DO CAPUT DA PRIMEIRA DIRETRIZ DA RESOLUÇÃO: Primeira Diretriz: o Conselho de Saúde é uma instância colegiada, deliberativa e permanente do Sistema Único de Saúde (SUS) em cada esfera de Governo, integrante da estrutura organizacional do Ministério da Saúde, da Secretaria de Saúde dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, com composição, organização e competência fixadas na Lei no 8.142/90. O processo bem-sucedido de descentralização da saúde promoveu o surgimento de Conselhos Regionais, Conselhos Locais, Conselhos Distritais de Saúde, incluindo os Conselhos dos Distritos Sanitários Especiais Indígenas, sob a coordenação dos Conselhos de Saúde da esfera correspondente. Assim, os Conselhos de Saúde são espaços instituídos de participação da comunidade nas políticas públicas e na administração da saúde. OPTEI POR TRANSCREVER TODO O PARÁGRAFO POR ESTE SER MUITO ESCLARECEDOR E GRIFAR AS LINHAS CHAVES PARA ESTA QUESTÃO. AS ASSERTIVAS C E D ESTÃO INCORRETAS, POR APRESENTAREM COMPLEMENTOS QUE NÃO FAZEM PARTE DOS OBJETOS DOS CONSELHOS DE SAÚDE- ASSISTÊNCIA SOCIAL E PREVIDÊNCIA SOCIAL RESPECTIVAMENTE. A ASSERTIVA E ESTÁ INCORRETA, POR INCLUIR A PALAVRA PRIVADA E AINDA OUTRO COMPLEMENTO: ASSISTÊNCIA SOCIAL. DA INSTITUIÇÃO E REFORMULAÇÃO DOS CONSELHOS DE SAÚDE Segunda Diretriz: a instituição dos Conselhos de Saúde é estabelecida por lei federal, estadual, do Distrito Federal e municipal, obedecida a Lei no 8.142/90. Parágrafo único. Na instituição e reformulação dos Conselhos de Saúde o Poder Executivo, respeitando os princípios da democracia, deverá acolher as demandas da população aprovadas nas Conferências de Saúde, e em consonância com a legislação. A ORGANIZAÇÃO DOS CONSELHOS DE SAÚDE Terceira Diretriz: a participação da sociedade organizada, garantida na legislação, torna os Conselhos de Saúde uma instância privilegiada na 39

40 proposição, discussão, acompanhamento, deliberação, avaliação e fiscalização da implementação da Política de Saúde, inclusive nos seus aspectos econômicos e financeiros. A legislação estabelece, ainda, a composição paritária de usuários em relação ao conjunto dos demais segmentos representados. O Conselho de Saúde será composto por representantes de entidades, instituições e movimentos representativos de usuários, de entidades representativas de trabalhadores da área da saúde, do governo e de entidades representativas de prestadores de serviços de saúde, sendo o seu presidente eleito entre os membros do Conselho, em reunião plenária. Nos Municípios onde não existem entidades, instituições e movimentos organizados em número suficiente para compor o Conselho, a eleição da representação será realizada em plenária no Município, promovida pelo Conselho Municipal de maneira ampla e democrática. I - O número de conselheiros será definido pelos Conselhos de Saúde e constituído em lei. ATENÇÃO: OBSERVEM QUE O NÚMERO DE CONSELHEIROS SERÁ DEFINIDO PELOS CONSELHOS (REGIMENTO INTERNO) MAS A REPRESENTATIVIDADE (PERCENTUAL) É DEFINIDO NA LEI 8.142/90. II - Mantendo o que propôs as Resoluções nº 33/92 e 333/03 do CNS e consoante com as Recomendações da 10ª e 11ª Conferências Nacionais de Saúde, as vagas deverão ser distribuídas da seguinte forma: a) 50% de entidades e movimentos representativos de usuários; b) 25% de entidades representativas dos trabalhadores da área de saúde; c) 25% de representação de governo e prestadores de serviços privados conveniados, ou sem fins lucrativos. 40

41 Fonte: Google III - A participação de órgãos, entidades e movimentos sociais terá como critério a representatividade, a abrangência e a complementaridade do conjunto da sociedade, no âmbito de atuação do Conselho de Saúde. De acordo com as especificidades locais, aplicando o princípio da paridade, serão contempladas, dentre outras, as seguintes representações: a) associações de pessoas com patologias; b) associações de pessoas com deficiências; c) entidades indígenas; d) movimentos sociais e populares, organizados (movimento negro, LGBT...); e) movimentos organizados de mulheres, em saúde; f) entidades de aposentados e pensionistas; g) entidades congregadas de sindicatos, centrais sindicais, confederações e federações de trabalhadores urbanos e rurais; h) entidades de defesa do consumidor; i) organizações de moradores; j) entidades ambientalistas; 41

42 k) organizações religiosas; l) trabalhadores da área de saúde: associações, confederações, conselhos de profissões regulamentadas, federações e sindicatos, obedecendo as instâncias federativas; m) comunidade científica; n) entidades públicas, de hospitais universitários e hospitais campo de estágio, de pesquisa e desenvolvimento; o) entidades patronais; p) entidades dos prestadores de serviço de saúde; e q) governo. IV - As entidades, movimentos e instituições eleitas no Conselho de Saúde terão os conselheiros indicados, por escrito, conforme processos estabelecidos pelas respectivas entidades, movimentos e instituições e de acordo com a sua organização, com a recomendação de que ocorra renovação de seus representantes. 42

43 V - Recomenda-se que, a cada eleição, os segmentos de representações de usuários, trabalhadores e prestadores de serviços, ao seu critério, promovam a renovação de, no mínimo, 30% de suas entidades representativas. VI - A representação nos segmentos deve ser distinta e autônoma em relação aos demais segmentos que compõem o Conselho, por isso, um profissional com cargo de direção ou de confiança na gestão do SUS, ou como prestador de serviços de saúde não pode ser representante dos(as) Usuários(as) ou de Trabalhadores(as). VII - A ocupação de funções na área da saúde que interfiram na autonomia representativa do Conselheiro(a) deve ser avaliada como possível impedimento da representação de Usuário(a) e Trabalhador(a), e, a juízo da entidade, indicativo de substituição do Conselheiro(a). VIII - A participação dos membros eleitos do Poder Legislativo, representação do Poder Judiciário e do Ministério Público, como conselheiros, não é permitida nos Conselhos de Saúde. IX - Quando não houver Conselho de Saúde constituído ou em atividade no Município, caberá ao Conselho Estadual de Saúde assumir, junto ao executivo municipal, a convocação e realização da Conferência Municipal de Saúde, que terá como um de seus objetivos a estruturação e composição do Conselho Municipal. O mesmo será atribuído ao Conselho Nacional de Saúde, quando não houver Conselho Estadual de Saúde constituído ou em funcionamento. X - As funções, como membro do Conselho de Saúde, não serão remuneradas, considerando-se o seu exercício de relevância pública e, portanto, garante a dispensa do trabalho sem prejuízo para o conselheiro. Para fins de justificativa junto aos órgãos, entidades competentes e instituições, o Conselho de Saúde emitirá declaração de 43

44 participação de seus membros durante o período das reuniões, representações, capacitações e outras atividades específicas. XI - O conselheiro, no exercício de sua função, responde pelos seus atos conforme legislação vigente. 3. (HUB 2013 IBFC) Sobre a Resolução 453/2012 do Conselho Nacional da Saúde, que define funcionamento dos conselhos de saúde, assinale a alternativa incorreta: A) A cada eleição, os segmentos de representações de usuários, trabalhadores e prestadores de serviços, ao seu critério, promovem a renovação de, no mínimo, 50% de suas entidades representativas. B) Compete aos conselheiros examinar propostas e denúncias de indícios de irregularidades, nas ações e aos serviços de saúde. C) O tempo de mandato dos conselheiros será definido pelas respectivas representações. D) O conselho de saúde terá poder de decisão sobre o seu orçamento e não será mais apenas o gerenciador de suas verbas. COMENTÁRIOS: QUESTÃO DE FÁCIL RESOLUÇÃO, A PRINCIPAL DICA É: - LER A QUESTÃO ATENTAMENTE E GRIFAR SEMPRE O QUE PEDE, SE É A ASSERTIVA CORRETA OU COMO NESTE CASO A INCORRETA. OBERVEM O QUE DIZ O INCISO V DA TERCEIRA DIRETRIZ DA RESOLUÇÃO 453/12: V - Recomenda-se que, a cada eleição, os segmentos de representações de usuários, trabalhadores e prestadores de serviços, ao seu critério, promovam a renovação de, no mínimo, 30% de suas entidades representativas. COM UMA RÁPIDA LEITURA, SE VERIFICA QUE A PORCENTAGEM DE RENOVAÇÃO É DE 30% E NÃO DE 50% COMO VERSA A ASSERTIVA. LOGO, JÁ ENCONTRAMOS NOSSA ALTERNATIVA INCORRETA. COMO O QUE PRECISAMOS É JUSTAMENTE DA ALTERNATIVA INCORRETA, O GABARITO É LETRA A. 44

45 A ASSERTIVA B, TRAZ UMA DAS COMPETÊNCIAS DOS CONSELHEIROS, EXPLICITADA NO INCISO XVIII, DA QUINTA DIRETRIZ DA RESOLUÇÃO, QUE DIZ: Quinta Diretriz: aos Conselhos de Saúde Nacional, Estaduais, Municipais e do Distrito Federal, que têm competências definidas nas leis federais, bem como em indicações advindas das Conferências de Saúde, compete: XVIII - examinar propostas e denúncias de indícios de irregularidades, responder no seu âmbito a consultas sobre assuntos pertinentes às ações e aos serviços de saúde, bem como apreciar recursos a respeito de deliberações do Conselho nas suas respectivas instâncias; É IMPORTANTE ATENTAR QUE O INCISO SUPRACITADO NÃO ESTÁ TRANSCRITO EM SEU CONTEÚDO INTEGRAL, O QUE NÃO TORNA A ASSERTIVA INCORRETA. A ASSERTIVA C NECESSITA BASTANTE ATENÇÃO, POIS NÃO HÁ NO TEXTO A AFIRMAÇÃO QUE O MANDATO DOS CONSELHEIROS SERÁ DEFINIDO PELAS RESPECTIVAS REPRESENTAÇÕES. MAS A PARTIR DE UMA LEITURA MAIS APURADA DA TERCEIRA DIRETRIZ QUE TRATA SOBRE A ORGANIZAÇÃO DOS CONSELHOS, MAS PRECISAMENTE EM SEUS INCISOS IV E V FICA SUBENTENDIDO QUE OS CONSELHOS TÊM AUTONOMIA TOTAL COM RELAÇÃO AO PROCESSO ELEITORAL, INCLUSIVE NO QUE TANGE AO MANDATO DOS CONSELHEIROS. AINDA NESSE SENTIDO HÁ UMA ATUALIZAÇÃO RECENTE NA PÁGINA DO CONSELHO NACIONAL DE SAÚDE, QUE AO FAZER UM COMPARATIVO COM A RESOLUÇÃO 333, EM SEU ITEM 2, DEIXA CLARO ESSA AUTONOMIA. VEJAM OS INCISOS: IV - As entidades, movimentos e instituições eleitas no Conselho de Saúde terão os conselheiros indicados, por escrito, conforme processos estabelecidos pelas respectivas entidades, movimentos e instituições e de acordo com a sua organização, com a recomendação de que ocorra renovação de seus representantes. V - Recomenda-se que, a cada eleição, os segmentos de representações de usuários, trabalhadores e prestadores de serviços, ao seu critério, promovam a renovação de, no mínimo, 30% de suas entidades representativas. VEJAM A ATUALIZAÇÃO: o453.html 45

46 PODEMOS ENTÃO AFIRMAR QUE A ASSERTIVA C ESTÁ CORRETA. COMO PODEMOS OBSERVAR NA QUARTA DIRETRIZ, EM SEU INCISO III, O CONSELHO DE SAÚDE TERÁ AUTONOMIA EM DECIDIR SOBRE O SEU ORÇAMENTO. LOGO, A ASSERTIVA D ESTÁ CORRETA. III - o Conselho de Saúde decide sobre o seu orçamento; ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO DOS CONSELHOS DE SAÚDE Quarta Diretriz: as três esferas de Governo garantirão autonomia administrativa para o pleno funcionamento do Conselho de Saúde, dotação orçamentária, autonomia financeira e organização da secretaria-executiva com a necessária infraestrutura e apoio técnico: OS CONSELHOS ESTÃO VINCULADOS, EM ÂMBITO NACIONAL, ESTADUAL E MUNICIPAL, RESPECTIVAMENTE, AO MINISTÉRIO DA SAÚDE, SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE E SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE. MAS, A PARTIR DESTA RESOLUÇÃO ELES PASSAM A TER: - AUTONOMIA ADMINISTRATIVA; - DOTAÇÃO ORÇAMENTÁRIA; - AUTONOMIA FINACEIRA; - ORGANIZAÇÃO DA SECRETARIA-EXECUTIVA. I - cabe ao Conselho de Saúde deliberar em relação à sua estrutura administrativa e o quadro de pessoal; II - o Conselho de Saúde contará com uma secretaria-executiva coordenada por pessoa preparada para a função, para o suporte técnico e administrativo, subordinada ao Plenário do Conselho de Saúde, que definirá sua estrutura e dimensão; 46

47 III - o Conselho de Saúde decide sobre o seu orçamento; IV - o Plenário do Conselho de Saúde se reunirá, no mínimo, a cada mês e, extraordinariamente, quando necessário, e terá como base o seu Regimento Interno. A pauta e o material de apoio às reuniões devem ser encaminhados aos conselheiros com antecedência mínima de 10 (dez) dias; V - as reuniões plenárias dos Conselhos de Saúde são abertas ao público e deverão acontecer em espaços e horários que possibilitem a participação da sociedade; VI - o Conselho de Saúde exerce suas atribuições mediante o funcionamento do Plenário, que, além das comissões intersetoriais, estabelecidas na Lei no 8.080/90, instalará outras comissões intersetoriais e grupos de trabalho de conselheiros para ações transitórias. As comissões poderão contar com integrantes não conselheiros; VII - o Conselho de Saúde constituirá uma Mesa Diretora eleita em Plenário, respeitando a paridade expressa nesta Resolução; VIII - as decisões do Conselho de Saúde serão adotadas mediante quórum mínimo (metade mais um) dos seus integrantes, ressalvados os casos regimentais nos quais se exija quórum especial, ou maioria qualificada de votos; a) entende-se por maioria simples o número inteiro imediatamente superior à metade dos membros presentes; b) entende-se por maioria absoluta o número inteiro imediatamente superior à metade de membros do Conselho; c) entende-se por maioria qualificada 2/3 (dois terços) do total de membros do Conselho; IX - qualquer alteração na organização dos Conselhos de Saúde preservará o que está garantido em lei e deve ser proposta pelo próprio Conselho e votada em reunião plenária, com quórum qualificado, para depois 47

48 ser alterada em seu Regimento Interno e homologada pelo gestor da esfera correspondente; X - a cada quadrimestre deverá constar dos itens da pauta o pronunciamento do gestor, das respectivas esferas de governo, para que faça a prestação de contas, em relatório detalhado, sobre andamento do plano de saúde, agenda da saúde pactuada, relatório de gestão, dados sobre o montante e a forma de aplicação dos recursos, as auditorias iniciadas e concluídas no período, bem como a produção e a oferta de serviços na rede assistencial própria, contratada ou conveniada, de acordo com o art. 12 da Lei no 8.689/93 e com a Lei Complementar no 141/2012; OBSERVEM QUE A CADA QUADRIMESTRE DEVERÁ CONSTAR NA PAUTA DA REUNIÃO DO CONSELHO O PRONUNCIAMENTO DO GESTOR! COM QUE FINALIDADE? PARA QUE O CONSELHO PRESTE CONTAS EM RELATÓRIO DETALHADO SOBRE O ANDAMENTO DO PLANO DE SAÚDE, AGENDA, RELATÓRIO DE GESTÃO.NÃO CONFUNDAM: ESTE RELATÓRIO É PARA APRESENTAR AS PARCIAIS DE UMA DAS ATRIBUIÇOES DO CONSELHO DEFINIDAS PELA LEI 141/12. O RELATÓRIO DE GESTÃO É ANUAL. XI - os Conselhos de Saúde, com a devida justificativa, buscarão auditorias externas e independentes sobre as contas e atividades do Gestor do SUS; e XII - o Pleno do Conselho de Saúde deverá manifestar-se por meio de resoluções, recomendações, moções e outros atos deliberativos. As resoluções serão obrigatoriamente homologadas pelo chefe do poder constituído em cada esfera de governo, em um prazo de 30 (trinta) dias, dando-se lhes publicidade oficial. Decorrido o prazo mencionado e não sendo homologada a resolução e nem enviada justificativa pelo gestor ao Conselho de Saúde com proposta de alteração ou rejeição a ser apreciada na reunião seguinte, as entidades que integram o Conselho de Saúde podem buscar a validação das resoluções, recorrendo à justiça e ao Ministério Público, quando necessário. 48

49 4. (HUCAM-UFES 2014 AOCP) De acordo com a Resolução 453/2012, assinale a alternativa INCORRETA. A) cabe ao Conselho de Saúde deliberar em relação à sua estrutura administrativa e ao quadro de pessoal. B) o Conselho de Saúde contará com uma secretaria-executiva coordenada por pessoa preparada para a função, para o suporte técnico e administrativo, subordinada ao Plenário do Conselho de Saúde, que definirá sua estrutura e dimensão. C) o Conselho de Saúde decide sobre o seu orçamento. D) o Plenário do Conselho de Saúde se reunirá, no mínimo, a cada mês e, extraordinariamente, quando necessário, e terá como base o seu Regimento Interno. A pauta e o material de apoio às reuniões devem ser encaminhados aos conselheiros com antecedência mínima de 10 (dez) dias. E) as reuniões plenárias dos Conselhos de Saúde são fechadas ao público e deverão acontecer em recintos exclusivos do ministério da saúde. COMENTÁRIOS: A DICA PRINCIPAL DA QUESTÃO ANTERIOR TAMBÉM É PERTINENTE A ESTA. UMA DAS SEÇÕES DA RESOLUÇÃO 453/12, TRATA DA ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO DOS CONSELHOS DE SAÚDE. VEJAM O QUE DIZ A QUARTA DIRETRIZ EM SEU INCISO I: I - cabe ao Conselho de Saúde deliberar em relação à sua estrutura administrativa e o quadro de pessoal; COMO PODEMOS OBSERVAR, A ASSERTIVA A TRAZ UMA TRANSCRIÇÃO COMPLETA DO INCISO SUPRACITADO, LOGO, ESTÁ CORRETA. NA ASSERTIVA B, OBSERVAMOS QUE ESTÁ TRANSCRITO O INCISO II DA QUARTA DIRETRIZ, QUE DIZ: II - o Conselho de Saúde contará com uma secretaria-executiva coordenada por pessoa preparada para a função, para o suporte técnico e administrativo, subordinada ao Plenário do Conselho de Saúde, que definirá sua estrutura e dimensão; 49

50 ENTÃO, SE TRATA DE UM RECORTE E COLE DA RESOLUÇÃO, LOGO, A ASSERTIVA B ESTÁ CORRETA. SEGUINDO A LEITURA DA QUESTÃO PODEMOS OBSERVAR QUE TANTO A ASSERTIVA C QUANTO D, SÃO RECORTE E COLE DOS INCISOS III E IV DA RESOLUÇÃO RESPECTIVAMENTE: III - o Conselho de Saúde decide sobre o seu orçamento; IV - o Plenário do Conselho de Saúde se reunirá, no mínimo, a cada mês e, extraordinariamente, quando necessário, e terá como base o seu Regimento Interno. A pauta e o material de apoio às reuniões devem ser encaminhados aos conselheiros com antecedência mínima de 10 (dez) dias; AMBAS ESTÃO CORRETAS. VEJAM AGORA O QUE DIZ O INCISO V DA QUARTA DIRETRIZ DA RESOLUÇÃO 453/12: V - as reuniões plenárias dos Conselhos de Saúde são abertas ao público e deverão acontecer em espaços e horários que possibilitem a participação da sociedade; FICA CLARO QUE A ASSERTIVA E ESTÁ INCORRETA, É IMPORTANTE QUE NÓS TENHAMOS A CERTEZA DE QUE OS CONSELHOS, CUJO OS OBJETIVOS SÃO: CONSOLIDAR, FORTALECER, AMPLIAR E ACELERAR O PROCESSO DE CONTROLE SOCIAL DO SUS E QUE SÃO CONSAGRADOS PELA PARTICIPAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL ORGANIZADA, NÃO PODERIA REALIZAR REUNIÕES FECHADAS E EM LOCAIS DE DIFÍCIL ACESSO POPULAR. 5. (HU-UFTM 2013 IADES) De acordo com a Resolução 453/2012, as resoluções aprovadas pelo Pleno do Conselho de Saúde serão obrigatoriamente homologadas pelo chefe do poder constituído em cada esfera de governo, em um prazo de: A) 05 dias. B) 10 dias. C) 15 dias. D) 30 dias. E) 45 dias. COMENTÁRIOS: 50

51 QUESTÃO QUE PRECISA ATENÇÃO, POIS NA RESOLUÇÃO SÃO MENCIONADOS ALGUNS NÚMEROS QUE EM UM ATO FALHO PODE CAUSAR DÚVIDA. A RESPOSTA DESTA QUESTÃO É ENCONTRADA NO INCISO XII DA QUARTA DIRETRIZ DA RESOLUÇÃO, QUE DIZ: XII - o Pleno do Conselho de Saúde deverá manifestar-se por meio de resoluções, recomendações, moções e outros atos deliberativos. As resoluções serão obrigatoriamente homologadas pelo chefe do poder constituído em cada esfera de governo, em um prazo de 30 (trinta) dias, dando-se-lhes publicidade oficial. Decorrido o prazo mencionado e não sendo homologada a resolução e nem enviada justificativa pelo gestor ao Conselho de Saúde com proposta de alteração ou rejeição a ser apreciada na reunião seguinte, as entidades que integram o Conselho de Saúde podem buscar a validação das resoluções, recorrendo à justiça e ao Ministério Público, quando necessário. A ASSERTIVA CORRETA É A LETRA D Quinta Diretriz: aos Conselhos de Saúde Nacional, Estaduais, Municipais e do Distrito Federal, que têm competências definidas nas leis federais, bem como em indicações advindas das Conferências de Saúde, compete: ESTA DIRETRIZ TRAZ AS ATRIBUIÇÕES DO CONSELHO. OBSERVEM QUE NÃO HÁ NECESSIDADE DE DECORAR. BASTA ASSOCIAR SE A AÇÃO COBRADA EM PROVA ESTA LIGADA, DIRETA OU INDIRETAMENTE, AO CONTROLE SOCIAL, COMO: EDUCAÇÃO POPULAR, DISCUSSÃO, FISCALIZAÇÃO, AUDITORIA, DENTRE OUTROS. MAS LEMBREM: OS CONSELHOS NÃO EXECUTAM AÇÕES ESTE É UM PAPEL DOS GESTORES DE CADA ESFERA DE GOVERNO! OS CONSELHOS FISCALIZAM, ACOMPANHAM, OBSERVAM E DELIBERAM SOBRE ESTAS AÇÕES! I - fortalecer a participação e o Controle Social no SUS, mobilizar e articular a sociedade de forma permanente na defesa dos princípios constitucionais que fundamentam o SUS; II - elaborar o Regimento Interno do Conselho e outras normas de funcionamento; 51

52 III - discutir, elaborar e aprovar propostas de operacionalização das diretrizes aprovadas pelas Conferências de Saúde; IV - atuar na formulação e no controle da execução da política de saúde, incluindo os seus aspectos econômicos e financeiros, e propor estratégias para a sua aplicação aos setores público e privado; V - definir diretrizes para elaboração dos planos de saúde e deliberar sobre o seu conteúdo, conforme as diversas situações epidemiológicas e a capacidade organizacional dos serviços; VI - anualmente deliberar sobre a aprovação ou não do relatório de gestão; VII - estabelecer estratégias e procedimentos de acompanhamento da gestão do SUS, articulando-se com os demais colegiados, a exemplo dos de seguridade social, meio ambiente, justiça, educação, trabalho, agricultura, idosos, criança e adolescente e outros; VIII - proceder à revisão periódica dos planos de saúde; IX - deliberar sobre os programas de saúde e aprovar projetos a serem encaminhados ao Poder Legislativo, propor a adoção de critérios definidores de qualidade e resolutividade, atualizando-os face ao processo de incorporação dos avanços científicos e tecnológicos na área da Saúde; X - avaliar, explicitando os critérios utilizados, a organização e o funcionamento do Sistema Único de Saúde do SUS; XI - avaliar e deliberar sobre contratos, consórcios e convênios, conforme as diretrizes dos Planos de Saúde Nacional, Estaduais, do Distrito Federal e Municipais; XII - acompanhar e controlar a atuação do setor privado credenciado mediante contrato ou convênio na área de saúde; XIII - aprovar a proposta orçamentária anual da saúde, tendo em vista as metas e prioridades estabelecidas na Lei de Diretrizes Orçamentárias, observado o princípio do processo de planejamento e orçamento ascendentes, conforme legislação vigente; 52

53 XIV - propor critérios para programação e execução financeira e orçamentária dos Fundos de Saúde e acompanhar a movimentação e destino dos recursos; XV - fiscalizar e controlar gastos e deliberar sobre critérios de movimentação de recursos da Saúde, incluindo o Fundo de Saúde e os recursos transferidos e próprios do Município, Estado, Distrito Federal e da União, com base no que a lei disciplina; XVI - analisar, discutir e aprovar o relatório de gestão, com a prestação de contas e informações financeiras, repassadas em tempo hábil aos conselheiros, e garantia do devido assessoramento; XVII - fiscalizar e acompanhar o desenvolvimento das ações e dos serviços de saúde e encaminhar denúncias aos respectivos órgãos de controle interno e externo, conforme legislação vigente; XVIII - examinar propostas e denúncias de indícios de irregularidades, responder no seu âmbito a consultas sobre assuntos pertinentes às ações e aos serviços de saúde, bem como apreciar recursos a respeito de deliberações do Conselho nas suas respectivas instâncias; XIX - estabelecer a periodicidade de convocação e organizar as Conferências de Saúde, propor sua convocação ordinária ou extraordinária e estruturar a comissão organizadora, submeter o respectivo regimento e programa ao Pleno do Conselho de Saúde correspondente, convocar a sociedade para a participação nas pré-conferências e conferências de saúde; XX - estimular articulação e intercâmbio entre os Conselhos de Saúde, entidades, movimentos populares, instituições públicas e privadas para a promoção da Saúde; XXI - estimular, apoiar e promover estudos e pesquisas sobre assuntos e temas na área de saúde pertinente ao desenvolvimento do Sistema Único de Saúde (SUS); XXII - acompanhar o processo de desenvolvimento e incorporação científica e tecnológica, observados os padrões éticos compatíveis com o desenvolvimento sociocultural do País; XXIII - estabelecer ações de informação, educação e comunicação em saúde, divulgar as funções e competências do Conselho de Saúde, seus trabalhos e 53

54 decisões nos meios de comunicação, incluindo informações sobre as agendas, datas e local das reuniões e dos eventos; XXIV - deliberar, elaborar, apoiar e promover a educação permanente para o controle social, de acordo com as Diretrizes e a Política Nacional de Educação Permanente para o Controle Social do SUS; XXV - incrementar e aperfeiçoar o relacionamento sistemático com os poderes constituídos, Ministério Público, Judiciário e Legislativo, meios de comunicação, bem como setores relevantes não representados nos conselhos; XXVI - acompanhar a aplicação das normas sobre ética em pesquisas aprovadas pelo CNS; XXVII - deliberar, encaminhar e avaliar a Política de Gestão do Trabalho e Educação para a Saúde no SUS; XXVIII - acompanhar a implementação das propostas constantes do relatório das plenárias dos Conselhos de Saúde; e XXIX - atualizar periodicamente as informações sobre o Conselho de Saúde no Sistema de Acompanhamento dos Conselhos de Saúde (SIACS). 5. (HUCAM-UFES 2014 AOCP) De acordo com a Resolução 453/2012, os Conselhos de Saúde Nacional, Estaduais, Municipais e do Distrito Federal para aprovação ou não do relatório de gestão, deliberarão: A) bienalmente. B) anualmente. C) semestralmente. D) trimestralmente. E) bimestralmente. COMENTÁRIOS: ESSA QUESTÃO TRAZ UMA DAS COMPETÊNCIAS DOS CONSELHOS, DEFINIDA NA QUINTA DIRETRIZ DA RESOLUÇÃO. 54

55 Quinta Diretriz: aos Conselhos de Saúde Nacional, Estaduais, Municipais e do Distrito Federal, que têm competências definidas nas leis federais, bem como em indicações advindas das Conferências de Saúde, compete: VI - anualmente deliberar sobre a aprovação ou não do relatório de gestão; OBSERVANDO ESTE INCISO, PODEMOS AFIRMAR QUE A ASSERTIVA B ESTÁ CORRETA. O QUE É O SIACS? O Sistema de Acompanhamento dos Conselhos de Saúde é mais uma ferramenta de comunicação e informação para contribuir com a efetividade do Controle Social. Todos os conselhos devem realizar seu cadastro. Criando uma única rede de dados dos conselhos municipais, dos 26 estaduais, do Distrito Federal e dos 36 conselhos distritais de saúde indígena junto ao Conselho Nacional de Saúde e ao Ministério da Saúde. O SIACS resultará em um retrato detalhado dos conselhos de saude de todo o País, mostrando a composição dos colegiados e o cumprimento de normas legais relacionadas ao Sistema Único de Saúde. Fica revogada a Resolução do CNS no 333, de 4 de novembro de ALEXANDRE ROCHA SANTOS PADILHA Presidente do Conselho Nacional de Saúde Homologo a Resolução CNS no 453, de 10 de maio de 2012, nos termos do Decreto nº 5.839, de 11 de julho de ALEXANDRE ROCHA SANTOS PADILHA Ministro de Estado da Saúde Republicada por ter saído com incorreção no original, publicado no Diário Oficial da União nº 109, Seção 1, página

56 5. QUESTÕES GABARITADAS 6. UFSCAR Nível Médio AOCP-2015 De quem é a responsabilidade pelas ações de educação permanente para o controle social no SUS? (A) Conselhos Deliberativos. (B) Conselhos Previdenciários. (C) Conselhos de Saúde. (D) Conselhos Sociais. (E) Conselhos da Educação. 7. UFG Nível Médio AOCP-2015 Assinale a alternativa correta. (A) O Conselho de Saúde é uma instância colegiada, deliberativa e permanente do Sistema Único de Saúde em cada esfera de Governo. (B) Não cabe a participação popular nos Conselhos de Saúde. (C) O Conselho de Saúde atua na formulação e proposição de estratégias e no controle da execução das Políticas de Saúde, exceto nos seus aspectos econômico e financeiro. (D) A instituição dos Conselhos de Saúde é estabelecida por resoluções. (E) A instituição e reformulação dos Conselhos de Saúde deverão ser feitas atendendo às demandas da população, definidas exclusivamente pelo Secretário de Saúde. 8. HDT- TO- Nível Superior AOCP-2015 De acordo com as diretrizes da Resolução 453/2012 do Conselho Nacional da Saúde, o Plenário dos Conselhos de Saúde (A) se reunirá, no mínimo, a cada mês e, extraordinariamente, quando necessário, e terá como base o seu Regimento Interno. A pauta e o material de apoio às reuniões devem ser encaminhados aos conselheiros com antecedência mínima de 10 (dez) dias. 56

57 (B) se reunirá, no mínimo, a cada quatro meses e, extraordinariamente, quando necessário, e terá como base o seu Regimento Interno. A pauta e o material de apoio às reuniões devem ser encaminhados aos conselheiros com antecedência mínima de 15 (quinze) dias. (C) se reunirá, no mínimo, uma vez por semana e, extraordinariamente, quando necessário, e terá como base o seu Regimento Interno. A pauta e o material de apoio às reuniões devem ser encaminhados aos conselheiros com antecedência mínima de 24 (vinte e quatro) horas. (D) se reunirá em todos os finais de semana e terá como base o seu Regimento Interno. A pauta e o material de apoio às reuniões devem ser encaminhados aos conselheiros com antecedência mínima de 24 (vinte e quatro) horas. (E) se reunirá, no mínimo, a cada ano e, extraordinariamente, quando necessário, e terá como base o seu Regimento Interno. A pauta e o material de apoio às reuniões devem ser encaminhados aos conselheiros com antecedência mínima de 5 (cinco) dias. 9. HDT- TO- Nível Médio AOCP-2015 De acordo com o que está expresso na Resolução nº 453/2012 do Conselho Nacional de Saúde, as vagas nos Conselhos de Saúde deverão ser distribuídas da seguinte forma: (A) 50% de entidades e movimentos representativos de usuários; 25% de entidades representativas dos trabalhadores da área de saúde; 25% de representação de governo e prestadores de serviços privados conveniados, ou sem fins lucrativos. (B) 40% de entidades e movimentos representativos de usuários; 30% de entidades representativas dos trabalhadores da área de saúde; 30% de representação de governo e prestadores de serviços privados conveniados, ou sem fins lucrativos. (C) 50% de entidades e movimentos representativos de usuários; 50% de entidades representativas dos trabalhadores da área de saúde. 57

58 (D) 50% de entidades e movimentos representativos de usuários; 50% de representação de governo e prestadores de serviços privados conveniados, ou sem fins lucrativos. (E) 20% de entidades e movimentos representativos de usuários; 20% de entidades representativas dos trabalhadores da área de saúde; 60% de representação de governo e prestadores de serviços privados conveniados, ou sem fins lucrativos. GABARITO: C A A A 58

59 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BRASIL. Cartilha de Orientação aos Conselheiros de Saúde. Disponível em: Acesso em: 13/02/2016. Lei nº 8142/90. Dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde (SUS) e sobre as transferências intergovernamentais de recursos financeiros na área da saúde e dá outras providências. Disponível em: Acesso em: 20/02/16. Resolução 453/12. Resolve: Aprovar as seguintes diretrizes para instituição, reformulação, reestruturação e funcionamento dos Conselhos de Saúde. Disponível em: Acesso em: 20/02/

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