Ocorrência do canário-rasteiro, Sicalis citrina (Passeriformes: Emberizidae) na Serra do Itatiaia: um registro inédito para a avifauna fluminense.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Ocorrência do canário-rasteiro, Sicalis citrina (Passeriformes: Emberizidae) na Serra do Itatiaia: um registro inédito para a avifauna fluminense."

Transcrição

1 Ocorrência do canário-rasteiro, Sicalis citrina (Passeriformes: Emberizidae) na Serra do Itatiaia: um registro inédito para a avifauna fluminense. Bruno Rennó¹, Marco Antonio Rego, Marina Somenzari, Tatiana Pongiluppi & Luciano Lima. 1- Correspondência para o primeiro autor: Incluído na Família Emberizidae, o gênero Sicalis é representado por 12 espécies tipicamente campestres que se distribuem desde o sul da América do Norte até o sul da América do Sul. No Brasil ocorrem quatro espécies: Sicalis citrina, Sicalis columbiana, Sicalis flaveola e Sicalis luteola (Ridgely & Tudor 1989, Sick 1997, Silveira e Méndez 1999, Sigrist 2007, CBRO 2009). O canário-rasteiro (Sicalis citrina Pelzeln, 1870) é uma espécie restrita a América do Sul, distribuindo-se de forma disjunta ao longo da sua área de ocorrência (Ridgely & Tudor 1989, Sick 1997). Está presente em regiões montanhosas, geralmente entre 1000 e 3000 metros de altitude, desde as Guianas até a Argentina. No Brasil pode ser encontrado nos Estados de Roraima, Pará, Mato Grosso, Piauí, Bahia, Goiás e Paraná; em Minas Gerais, pode ser encontrada nas regiões central, leste e sul (Vasconcelos 2007) e, no estado de São Paulo está presente na região centro-sul principalmente (Sick 1997, Willis & Oniki 2003). Sicalis citrina habita, sobretudo, regiões associadas ao Bioma Cerrado e áreas de transição. (Ridgely & Tudor 1989, Sick 1997, Silveira e Méndez 1999, Sigrist 2007, Vasconcelos 2007). A espécie frequenta campos rupestres, campos de altitude, campos limpos, campos cerrados e os cerrados abertos. Sua alimentação é predominantemente granívora. Semelhante a outras espécies do gênero (e.g. Sicalis luteola), o canário-rasteiro apresenta hábitos migratórios e, embora estes movimentos ainda não sejam bem compreendidos, indícios sugerem que tais deslocamentos podem estar associados a sazonalidade das chuvas (Braz 2008). Vasconcelos et al. (2007, 2008) sugerem que haja uma sincronia da estação reprodutiva de Sicalis citrina com a estação chuvosa nos campos rupestres e campos de altitude das Serras de Minas Gerais.

2 No presente trabalho é divulgado um registro de Sicalis citrina para o Parque Nacional do Itatiaia, o qual representa o primeiro registro da espécie para o Estado do Rio de Janeiro. Em 27 de Setembro de 2008 às 11:35 h, durante uma saída de campo para a investigação da avifauna do Parque Nacional do Itatiaia, os autores tiveram a oportunidade de registrar um indivíduo de Sicalis citrina em uma área de campos altimontanos com afloramentos rochosos, à 2400 metros de altitude. O local do registro ( S, W) situa-se próximo à Pedra do Camelo, dentro dos domínios do Parque Nacional do Itatiaia, no município de Itatiaia RJ (Figura 1). Na ocasião, o indivíduo pôde ser rapidamente observado com o auxílio de binóculos Nikon Monarch (10x42) e, chamados de sua vocalização foram gravados utilizando gravador digital Marantz PMD 660 equipado com microfone direcional Sennheiser ME66 (figura 2). Precedendo o nosso registro, as únicas menções conhecidas da ocorrência do canário-rasteiro na Serra da Mantiqueira são para o Parque Estadual do Ibitipoca e para o Parque Estadual da Serra do Papagaio, ambos os locais situados no estado de Minas Gerais (Pacheco et al. 2009, Vasconcelos et al. 2007). Cabe destacar, que o encontro recente desse notável elemento campestre no Parque Estadual da Serra do Papagaio, a cerca de 2110 m de altitude, no município de Aiuruoca MG, distante 37 km ao Sul da Serra do Itatiaia, motivou Vasconcelos et. al. (2007), dada a proximidade das localidades, a aventarem a possibilidade da ocorrência da espécie nos campos de altitude da Serra do Itatiaia, vindo nosso registro de encontro as suas expectativas. Considerado como uma área importante para conservação das aves no país (Bencke et Al., 2006), o Parque Nacional do Itatiaia constitui um importante reduto para avifauna das montanhas do sudeste do Brasil, sendo a unidade de conservação mais antiga da federação. Sua ornitofauna já foi amplamente estudada por diversos autores (Holt 1928, Pinto 1954, Barth 1957, Parker & Goerck 1997, Lima & Rennó 2009), e o registro de Sicalis citrina, constitui o primeiro registro da espécie para esta unidade de conservação. Além disso, esse registro representa também o primeiro para o Estado do Rio de Janeiro, contribuindo para o aumento do conhecimento qualitativo sobre a avifauna fluminense.

3 Por apresentar tendências a realizar movimentos migratórios, a presença da espécie nos campos de altitude da Serra do Itatiaia, pode estar associada a deslocamentos exploratórios em busca de novos sítios para alimentação e/ou reprodução, ou mesmo representar um indivíduo vagante desviado das rotas habituais da espécie. A realização de mais estudos envolvendo Sicalis citrina e sua ocorrência na Serra da Mantiqueira, é de grande importância para que haja um melhor conhecimento à cerca do seu comportamento e para a elucidação dos deslocamentos sazonais dessa espécie, contribuindo, com isso, num melhor entendimento da história natural do canário-rasteiro. Agradecimentos: Somos extremamente gratos aos amigos José Fernando Pacheco e Vitor Torga Lombardi. Ao primeiro, pela confirmação da identificação dos chamados gravados de Sicalis citrina e, ao segundo, pela revisão e sugestões feitas ao manuscrito. Referências Bibliográficas: Barth, R. (1957) A fauna do Parque Nacional do Itatiaia. Boletim do Parque Nacional de Itatiaia 6: Bencke, G. A., Maurício, G. N., Develey, P. F. &Goerck, J. M. (2006) Áres importantes para a conservação das aves no Brasil: parte I estados do domínio da Mata Atlântica. São Paulo: SAVE Brasil. Braz, V. S. (2008) Ecologia e Conservação das aves campestres do Bioma Cerrado. Dissertação de doutorado em Ecologia. Instituto de Ciências Biológicas. Universidade de Brasília. Brasília, DF. CBRO Comitê Brasileiro de Registros Ornitológicos (2007) Lista das aves do Brasil. Versão 9/8/2009. Disponível em <http:// Acesso em: 20/10/2009. Holt, E. (1928) An ornithological survey of the serra do Itatiaia, Brazil. Bulletin of the American Museum of Natural History 57: Lima, L. M. & B. Rennó (2009) As aves do Parque Nacional do Itatiaia 55 anos após Olivério Pinto. p.88. In: Resumos XVII Congresso Brasileiro de Ornitologia. SESC de Praia Formosa, Aracruz, ES. Pacheco, J. F., R. Parrini, L. E. Lopes & M. F. Vasconcelos. A avifauna do Parque Estadual do Ibitipoca e áreas adjacentes, Minas Gerais, Brasil, com uma revisão crítica dos registros prévios e comentários sobre biogeografia e conservação. Cotinga 30: Parker, T. A. III & Goerck, J. M. (1997). The importance ofnational parks and biological reserves to bird conservation in the Atlantic forest region of Brazil. In:

4 REMSEN JR., J. V. ed. Studies in Neotropical Ornithology honoring Ted Parker. Washington, American Ornithologists Union. p (Ornithological Monographs, 48). Pinto, O. M. O. (1954) Aves do Itatiaia. Lista remissiva e novas achegas à avifauna da região. Boletim do Parque Nacional de Itatiaia 3:1-87. Ridgely, R. S. & G. Tudor (1989). The Birds of South America. Vol. 1. The Oscines Passerines. Austin: University of Texas Press. Sick, H. (1997) Ornitologia Brasileira. Edição revista e ampliada por José Fernando Pacheco. Rio de Janeiro. Ed. Nova Fronteira. Sigrist, T. (2007) Aves do Brasil: uma visão artística. São Paulo: avisbrasilis. Silveira, L. F. & A. C. Méndez (1999). Caracterização das formas brasileiras do gênero Sicalis (Passeriformes, Emberezidae). Atualidades Ornitológicas 90: 6-8. Vasconcelos, M. F. & E. Endrigo (2008) O canário-rasteiro (Sicalis citrina) nas serras de Minas Gerais: notas adicionais. Atualidades Ornitológicas 141: Vasconcelos, M. F., V. T. Lombardi & S. D'Angelo Neto (2007) Nota Sobre o canáriorasteiro (Sicalis citrina) nas Serras de Minas Gerais, Brasil. Atualidades Ornitológicas 140: 6-7 Willis, E. O. & Oniki, Y Aves do Estado de São Paulo. Rio Claro, Divisa.

5 Figura 1: Aspecto dos campos de altitude com afloramentos rochosos, à 2400 metros de altitude, imediações da Pedra do Camelo, Parque Nacional do Itatiaia. Foto: Luciano Lima. Figura 2: Sonograma da vocalização espontânea de Sicalis citrina gravada nos campos altimontanos do Parque Nacional do Itatiaia, Itatiaia, Rio de Janeiro. Sonograma produzido utilizando o programa Raven Lite versão 1.0 (Cornell Lab of Ornithology).

Ornitofauna em consultoria ambiental

Ornitofauna em consultoria ambiental Ornitofauna em consultoria ambiental Prof. Dr. Alexandre Gabriel Franchin Contato: Email: agfranchin@hotmail.com Tel: (34) 32182243 (ramal 220) Universidade Federal de Uberlândia UFU Instituto de Biologia

Leia mais

Colégio São Paulo Geografia Prof. Eder Rubens - 2013

Colégio São Paulo Geografia Prof. Eder Rubens - 2013 Colégio São Paulo Geografia Prof. Eder Rubens - 2013 CAP. 02 O território brasileiro e suas regiões.( 7º ano) *Brasil é dividido em 26 estados e um Distrito Federal (DF), organizados em regiões. * As divisões

Leia mais

Biomas Brasileiros. 1. Bioma Floresta Amazônica. 2. Bioma Caatinga. 3. Bioma Cerrado. 4. Bioma Mata Atlântica. 5. Bioma Pantanal Mato- Grossense

Biomas Brasileiros. 1. Bioma Floresta Amazônica. 2. Bioma Caatinga. 3. Bioma Cerrado. 4. Bioma Mata Atlântica. 5. Bioma Pantanal Mato- Grossense Biomas Brasileiros 1. Bioma Floresta Amazônica 2. Bioma Caatinga 3. Bioma Cerrado 4. Bioma Mata Atlântica 5. Bioma Pantanal Mato- Grossense 6. Bioma Pampas BIOMAS BRASILEIROS BIOMA FLORESTA AMAZÔNICA

Leia mais

IV ENCONTRO EM EDUCAÇÃO AGRÍCOLA I FÓRUM DE DEBATES SOBRE A PEDAGOGIA DA ALTERNÂNCIA 07 a 11 de maio de 2012

IV ENCONTRO EM EDUCAÇÃO AGRÍCOLA I FÓRUM DE DEBATES SOBRE A PEDAGOGIA DA ALTERNÂNCIA 07 a 11 de maio de 2012 LEVANTAMENTO PRELIMINAR DA AVIFAUNA NA ÁREA DO IFMT CAMPUS JUÍNA MT: UMA PROPOSTA PARA EDUCAÇÃO AMBIENTAL ESCOLAR Edilson Luiz Cândido 1 Ronaldo Almeida de Souza 2 Romário Almeida de Souza 3 RESUMO A destruição

Leia mais

Participação do Observatório de Aves Instituto Butantan no Big Day Brasil Parque Nacional do Itatiaia

Participação do Observatório de Aves Instituto Butantan no Big Day Brasil Parque Nacional do Itatiaia Participação do Observatório de Aves Instituto Butantan no Big Day Brasil Parque Nacional do Itatiaia O primeiro Global Big Day, o dia mundial de observação de aves, em que pessoas do mundo inteiro se

Leia mais

XIX CONGRESSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFLA 27 de setembro a 01 de outubro de 2010

XIX CONGRESSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFLA 27 de setembro a 01 de outubro de 2010 AVIFAUNA DA REGIÃO DE CARRANCAS: RESULTADOS PRELIMINARES VITOR TORGA LOMBARDI 1, KASSIUS KLAY SANTOS 2, ARIANA DIAS EPIFÂNIO 3, RAISA GONÇALVES FAETTI 4, SANTOS D ANGELO NETO 5 RESUMO O estado de Minas

Leia mais

Projeto Guia Fotográfico

Projeto Guia Fotográfico Projeto Guia Fotográfico Avifauna no Entorno do IFSP (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia) campus São Roque Márcia de Oliveira Campos Maria de Jesus Campos ISFP campus São Roque 2011 1

Leia mais

Registro da Ocorrência de Siricora-Mirim (Laterallus viridis) em Dourados, MS

Registro da Ocorrência de Siricora-Mirim (Laterallus viridis) em Dourados, MS ISSN 1679-043X Novembro, 2005 Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa Agropecuária Oeste Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento 73 Registro da Ocorrência de Siricora-Mirim (Laterallus

Leia mais

A avifauna das florestas de restinga de Itanhaém/Mongaguá, Estado de São Paulo, Brasil

A avifauna das florestas de restinga de Itanhaém/Mongaguá, Estado de São Paulo, Brasil A avifauna das florestas de restinga de Itanhaém/Mongaguá, Estado de São Paulo, Brasil ISSN 1981-8874 9 771981 887003 0 0 1 5 3 1 Bruno Lima 50 No litoral médio do Estado de São Paulo, a área de Itanhaém/Mongaguá

Leia mais

Primeiro registro fotográfico do desenvolvimento de ninhegos de tapaculo de colarinho

Primeiro registro fotográfico do desenvolvimento de ninhegos de tapaculo de colarinho Primeiro registro fotográfico do desenvolvimento de ninhegos de tapaculo de colarinho ISSN 1981-8874 9 771981 887003 0 0 1 4 1 1 Texto: Mieko Ferreira Kanegae e 2 Marina Telles Marques da Silva 3 Imagens:

Leia mais

FLUXO ATIVIDADES DOS SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO ATIVIDADES DOS SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO ATIVIDADES DOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009

Leia mais

Palavras-chave: campo rupestre, síndromes de dispersão, Serra dos Pireneus.

Palavras-chave: campo rupestre, síndromes de dispersão, Serra dos Pireneus. 1 TIPOLOGIA DE FRUTOS E SÍNDROMES DE DISPERSÃO DE UMA COMUNIDADE DE CAMPO RUPESTRE NO PARQUE ESTADUAL DA SERRA DOS PIRENEUS, GOIÁS. Sabrina do Couto de Miranda 1,4 ; Marineide Abreu Batista 1,4 ; Jair

Leia mais

FLUXO TRANSPORTE AQUAVIÁRIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009

FLUXO TRANSPORTE AQUAVIÁRIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 FLUXO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Estados Norte 0 0,00 0 0 0 0,00 Rondônia

Leia mais

CLIMAS DO BRASIL MASSAS DE AR

CLIMAS DO BRASIL MASSAS DE AR CLIMAS DO BRASIL São determinados pelo movimento das massas de ar que atuam no nosso território. É do encontro dessas massas de ar que vai se formando toda a climatologia brasileira. Por possuir 92% do

Leia mais

FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS E DE CONSULTORIA EM GESTÃO EMPRESARIAL POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS E DE CONSULTORIA EM GESTÃO EMPRESARIAL POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS E DE CONSULTORIA EM GESTÃO EMPRESARIAL POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO DO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO ATIVIDADES DE SEDES DE EMPRESAS

Leia mais

FLUXO DE ATIVIDADES DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO DE ATIVIDADES DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO DE ATIVIDADES DE PRESTAÇÃO DE DE INFORMAÇÃO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO DE, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA -

Leia mais

DINÂMICA LOCAL INTERATIVA CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES GEOGRAFIA DESAFIO DO DIA. Aula 21.1 Conteúdo. Região Sudeste

DINÂMICA LOCAL INTERATIVA CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES GEOGRAFIA DESAFIO DO DIA. Aula 21.1 Conteúdo. Região Sudeste CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA DINÂMICA LOCAL INTERATIVA Aula 21.1 Conteúdo Região Sudeste 2 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA DINÂMICA LOCAL INTERATIVA

Leia mais

Grandes Regiões e Unidades da Federação: Esperança de vida ao nascer segundo projeção populacional: 1980, 1991-2030 - Ambos os sexos

Grandes Regiões e Unidades da Federação: Esperança de vida ao nascer segundo projeção populacional: 1980, 1991-2030 - Ambos os sexos e Unidades da Federação: Esperança de vida ao nascer segundo projeção populacional: 1980, 1991-2030 - Ambos os sexos Unidades da Federação 1980 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002

Leia mais

Nova área de ocorrência da espécie ameaçada Coryphaspiza melanotis (Aves: Emberizidae) em Minas Gerais

Nova área de ocorrência da espécie ameaçada Coryphaspiza melanotis (Aves: Emberizidae) em Minas Gerais Nova área de ocorrência da espécie ameaçada Coryphaspiza melanotis (Aves: Emberizidae) em Minas Gerais Guilherme Henrique Silva de Freitas 1, Anderson Vieira Chaves 2 e Fabrício Rodrigues dos Santos 3

Leia mais

INTERFACES ENTRE RESERVAS PARTICULARES DO PATRIMÔNIO NATURAL (RPPN) E INCLUSÃO SOCIAL.

INTERFACES ENTRE RESERVAS PARTICULARES DO PATRIMÔNIO NATURAL (RPPN) E INCLUSÃO SOCIAL. INTERFACES ENTRE RESERVAS PARTICULARES DO PATRIMÔNIO NATURAL (RPPN) E INCLUSÃO SOCIAL. Adriano Lopes de Melo, Paulo César Silva da Motta e Deise Moreira Paulo 1 A discussão sobre a importância e necessidade

Leia mais

FLUXO ATIVIDADES FINANCEIRAS, DE SEGUROS E SERVIÇOS RELACIONADOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO ATIVIDADES FINANCEIRAS, DE SEGUROS E SERVIÇOS RELACIONADOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO ATIVIDADES FINANCEIRAS, DE SEGUROS E RELACIONADOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA

Leia mais

PROGNÓSTICO CLIMÁTICO. (Fevereiro, Março e Abril de 2002).

PROGNÓSTICO CLIMÁTICO. (Fevereiro, Março e Abril de 2002). 1 PROGNÓSTICO CLIMÁTICO (Fevereiro, Março e Abril de 2002). O Instituto Nacional de Meteorologia, órgão do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, com base nas informações de análise e prognósticos

Leia mais

GERAÇÃO DE EMPREGOS FORMAIS

GERAÇÃO DE EMPREGOS FORMAIS GERAÇÃO DE EMPREGOS FORMAIS no Estado do Rio de Janeiro JULHO DE 2014 BRASIL O mês de julho de 2014 fechou com um saldo líquido positivo de 11.796 novos empregos em todo país, segundo dados do Cadastro

Leia mais

FLUXO TELECOMINICAÇÕES SEM FIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009

FLUXO TELECOMINICAÇÕES SEM FIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 FLUXO TELECOMINICAÇÕES SEM FIO POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO TELECOMINICAÇÕES SEM FIO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA

Leia mais

INFOCLIMA, Ano 11, Número 11 INFOCLIMA. Previsão de Consenso 1 CPTEC/INPE e INMET para o trimestre Dezembro/04 a fevereiro/05

INFOCLIMA, Ano 11, Número 11 INFOCLIMA. Previsão de Consenso 1 CPTEC/INPE e INMET para o trimestre Dezembro/04 a fevereiro/05 INFOCLIMA BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS Ano 11 11 de novembro de 2004 Número 11 Previsão de Consenso 1 CPTEC/INPE e INMET para o trimestre Dezembro/04 a fevereiro/05 CARACTERIZADO O INÍCIO DO FENÔMENO

Leia mais

FLUXO FABRICAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES, REBOQUES E CARROCERIAS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO FABRICAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES, REBOQUES E CARROCERIAS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO FABRICAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES, REBOQUES E CARROCERIAS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM SITE SOBRE AS AVES DE RAPINA BRASILEIRAS E MEDIDAS DE PRESERVAÇÃO

DESENVOLVIMENTO DE UM SITE SOBRE AS AVES DE RAPINA BRASILEIRAS E MEDIDAS DE PRESERVAÇÃO Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 23 a 26 de outubro de 2007 DESENVOLVIMENTO DE UM SITE SOBRE AS AVES DE RAPINA BRASILEIRAS E MEDIDAS DE PRESERVAÇÃO Willian Menq dos Santos 1 ; Fábio

Leia mais

Aves do Parque Nacional da Serra do Pardo, Pará, Brasil: Levantamento inicial

Aves do Parque Nacional da Serra do Pardo, Pará, Brasil: Levantamento inicial Aves do Parque Nacional da Serra do Pardo, Pará, Brasil: Levantamento inicial Fernando de Lima Fávaro 1 1 Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, CEMAVE - Centro Nacional de Pesquisa e

Leia mais

setembro de 2014 Fundação Perseu Abramo - Partido dos Trabalhadores MUDANÇA REGIONAL E DESIGUALDADE DE RENDA NO BRASIL

setembro de 2014 Fundação Perseu Abramo - Partido dos Trabalhadores MUDANÇA REGIONAL E DESIGUALDADE DE RENDA NO BRASIL 15 setembro de 2014 Fundação Perseu Abramo - Partido dos Trabalhadores MUDANÇA REGIONAL E DESIGUALDADE DE RENDA NO BRASIL Expediente Esta é uma publicação da Fundação Perseu Abramo. Diretoria Executiva

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECOLOGIA, CONSERVAÇÃO E MANEJO DA VIDA SILVESTRE

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECOLOGIA, CONSERVAÇÃO E MANEJO DA VIDA SILVESTRE UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECOLOGIA, CONSERVAÇÃO E MANEJO DA VIDA SILVESTRE USCHI WISCHHOFF PERSONALIDADES E APTIDÃO DO CANÁRIO-DA-TERRA

Leia mais

FLUXO ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS E SERVIÇOS COMPLEMENTARES POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS E SERVIÇOS COMPLEMENTARES POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO ATIVIDADES ADMINISTRATIVAS E COMPLEMENTARES POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009

Leia mais

AVIFAUNA NO MEIO URBANO DE PORANGATU: UM ESTUDO SOBRE PSITACIDEOS. Maria Valdicéia Cirqueira Pinto¹; Denise Dewing Gonçalves²

AVIFAUNA NO MEIO URBANO DE PORANGATU: UM ESTUDO SOBRE PSITACIDEOS. Maria Valdicéia Cirqueira Pinto¹; Denise Dewing Gonçalves² AVIFAUNA NO MEIO URBANO DE PORANGATU: UM ESTUDO SOBRE PSITACIDEOS. Maria Valdicéia Cirqueira Pinto¹; Denise Dewing Gonçalves² Graduanda¹, do Curso de Ciências Biológicas, UnU Porangatu- UEG. Orientaror²,

Leia mais

Origem, Evolução e Diversidade da Fauna do Bioma Caatinga

Origem, Evolução e Diversidade da Fauna do Bioma Caatinga Origem, Evolução e Diversidade da Fauna do Bioma Caatinga Adrian Antonio Garda Departamento de Zoologia Laboratório de Anfíbios e Répteis Universidade Federal do Rio Grande do Norte Estrutura da apresentação

Leia mais

INFOCLIMA. BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS Ano 11 15 de julho de 2004 Número 7

INFOCLIMA. BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS Ano 11 15 de julho de 2004 Número 7 INFOCLIMA BOLETIM DE INFORMAÇÕES CLIMÁTICAS Ano 11 15 de julho de 2004 Número 7 Previsão de Consenso 1 INMET e CPTEC/INPE PREVISÃO DE NORMALIDADE DAS CHUVAS E DAS TEMPERATURAS NA MAIOR PARTE DO PAÍS Sumário

Leia mais

Diagnóstico de avifauna RPPN Ave Lavrinha

Diagnóstico de avifauna RPPN Ave Lavrinha 1 Diagnóstico de avifauna RPPN Ave Lavrinha Responsável técnico: Henrique Rajão Auxiliar de campo: Carlos Esteves MATERIAL E MÉTODOS O levantamento da avifauna na RPPN Ave Lavrinha e entorno foi feito

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS ECOLOGIA COMPORTAMENTAL DE Aratinga aurea (AVES: PSITTACIDAE) NA ÁREA URBANA DE MORRINHOS-GO. Graziele Alves Campos (UEG)1 grazicampos_graziele@hotmail.com Drielly Auxiliadora de Oliveira Coelho2 drika_lili@hotmail.com

Leia mais

DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS BIOMAS BRASILEIROS

DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS BIOMAS BRASILEIROS DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS BIOMAS BRASILEIROS Creative Commons/Nao Iizuka Bioma Amazônia ou Domínio Amazônico Heterogêneo Perene Denso Ombrófila Três estratos Influenciado pelo relevo e hidrografia Bacia

Leia mais

Monitoramento dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica

Monitoramento dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica Monitoramento dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica Realização: Patrocínio: Execução Técnica: PRIMEIRO MAPEAMENTO DA MATA ATLÂNTICA SOS Mata Atlântica INPE e IBAMA Escala: 1:1.000.000 CONCLUÍDO:

Leia mais

PROJETO DE ENRIQUECIMENTO AMBIENTAL, TREINAMENTO E BEM- ESTAR ANIMAL (PEATREBA), REALIZADO COM ARARAJUBAS

PROJETO DE ENRIQUECIMENTO AMBIENTAL, TREINAMENTO E BEM- ESTAR ANIMAL (PEATREBA), REALIZADO COM ARARAJUBAS PROJETO DE ENRIQUECIMENTO AMBIENTAL, TREINAMENTO E BEM- ESTAR ANIMAL (PEATREBA), REALIZADO COM ARARAJUBAS (Guaruba guarouba, GMERLIN 1788) EM CATIVEIRO NO PARQUE ZOOBOTÂNICO ORQUIDÁRIO MUNICIPAL DE SANTOS.

Leia mais

1º Seminário Catarinense sobre a Biodiversidade Vegetal

1º Seminário Catarinense sobre a Biodiversidade Vegetal 1º Seminário Catarinense sobre a Biodiversidade Vegetal Ações do Governo Federal Visando à Valorização e Conservação da Biodiversidade Vegetal João de Deus Medeiros joao.medeiros@mma.gov.br Departamento

Leia mais

Comentários sobre os Indicadores de Mortalidade

Comentários sobre os Indicadores de Mortalidade C.1 Taxa de mortalidade infantil O indicador estima o risco de morte dos nascidos vivos durante o seu primeiro ano de vida e consiste em relacionar o número de óbitos de menores de um ano de idade, por

Leia mais

Colégio Policial Militar Feliciano Nunes Pires

Colégio Policial Militar Feliciano Nunes Pires Colégio Policial Militar Feliciano Nunes Pires Professor: Josiane Vill Disciplina: Geografia Série: 1ª Ano Tema da aula: Dinâmica Climática e Formações Vegetais no Brasil Objetivo da aula: conhecer a diversidade

Leia mais

FLUXO DO ARMAZENAMENTO E ATIVIDADES AUXILIARES DOS TRANSPORTES POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009

FLUXO DO ARMAZENAMENTO E ATIVIDADES AUXILIARES DOS TRANSPORTES POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 FLUXO DO ARMAZENAMENTO E ATIVIDADES AUXILIARES DOS POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO DO, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA

Leia mais

Complexo regional do Nordeste

Complexo regional do Nordeste Antônio Cruz/ Abr Luiz C. Ribeiro/ Shutterstock gary yim/ Shutterstock Valter Campanato/ ABr Complexo regional do Nordeste Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, MA. Sertão de Pai Pedro, MG. O norte

Leia mais

Bacias hidrográficas do Brasil. Só percebemos o valor da água depois que a fonte seca. [Provérbio Popular]

Bacias hidrográficas do Brasil. Só percebemos o valor da água depois que a fonte seca. [Provérbio Popular] Bacias hidrográficas do Brasil Só percebemos o valor da água depois que a fonte seca. [Provérbio Popular] A água doce corresponde a apenas 2,5% do volume da hidrosfera. O Brasil é bastante privilegiado

Leia mais

INFLUÊNCIA DE FASES EXTREMAS DA OSCILAÇÃO SUL SOBRE A INTENSIDADE E FREQUÊNCIA DAS CHUVAS NO SUL DO BRASIL

INFLUÊNCIA DE FASES EXTREMAS DA OSCILAÇÃO SUL SOBRE A INTENSIDADE E FREQUÊNCIA DAS CHUVAS NO SUL DO BRASIL INFLUÊNCIA DE FASES EXTREMAS DA OSCILAÇÃO SUL SOBRE A INTENSIDADE E FREQUÊNCIA DAS CHUVAS NO SUL DO BRASIL Alice M. Grimm Grupo de Meteorologia - Departamento de Física - Universidade Federal do Paraná

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DOS FLUXOS DE ENERGIA NOS ECOSSISTEMAS DE FLORESTA TROPICAL, FLORESTA DE TRANSIÇÃO E PASTAGEM PELO MODELO DE BIOSFERA TERRESTRE IBIS

CARACTERIZAÇÃO DOS FLUXOS DE ENERGIA NOS ECOSSISTEMAS DE FLORESTA TROPICAL, FLORESTA DE TRANSIÇÃO E PASTAGEM PELO MODELO DE BIOSFERA TERRESTRE IBIS CARACTERIZAÇÃO DOS FLUXOS DE ENERGIA NOS ECOSSISTEMAS DE FLORESTA TROPICAL, FLORESTA DE TRANSIÇÃO E PASTAGEM PELO MODELO DE BIOSFERA TERRESTRE IBIS CHARACTERIZATION OF ENERGY FLUX IN TROPICAL FOREST, TRANSITION

Leia mais

Tamiris Cristine Teodoro de Souza. Rua General Jardim, 36-5º andar- Vila Buarque CEP: 01223-906 - São Paulo- SP. Email: sinasc@prefeitura.sp.gov.

Tamiris Cristine Teodoro de Souza. Rua General Jardim, 36-5º andar- Vila Buarque CEP: 01223-906 - São Paulo- SP. Email: sinasc@prefeitura.sp.gov. 2ªE di ç a or e v i s t aea mpl i a da F e v e r e i r o/2013 2013, Prefeitura do Município de São Paulo É permitida a reprodução total ou parcial desta obra, desde que citada a fonte. PREFEITO DO MUNICÍPIO

Leia mais

Projetos selecionados no primeiro edital de 2014

Projetos selecionados no primeiro edital de 2014 Projetos selecionados no primeiro edital de 2014 No primeiro edital de Apoio a Projetos de 2014, 17 iniciativas foram selecionadas para receber apoio da Fundação Grupo Boticário totalizando um investimento

Leia mais

Classificações climáticas

Classificações climáticas Classificações climáticas Glauber Lopes Mariano Departamento de Meteorologia Universidade Federal de Pelotas E-mail: glauber.mariano@ufpel.edu.br glaubermariano@gmail.com O clima do Brasil pode ser classificado

Leia mais

FLUXO DE TRANSPORTES TERRESTRE POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009

FLUXO DE TRANSPORTES TERRESTRE POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 FLUXO DE TRANSPORTES TERRESTRE POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA - 2009 Entradas e Saídas de Mercadorias Base 2009 FLUXO DE TRANSPORTES TERRESTRE, POR UNIDADE DA FEDERAÇÃO NO ESTADO DA PARAÍBA

Leia mais

Bloco de Recuperação Paralela DISCIPLINA: Ciências

Bloco de Recuperação Paralela DISCIPLINA: Ciências COLÉGIO NOSSA SENHORA DA PIEDADE Bloco de Recuperação Paralela DISCIPLINA: Ciências Nome: Ano: 5º Ano 1º Etapa 2014 Colégio Nossa Senhora da Piedade Área do Conhecimento: Ciências da Natureza Disciplina:

Leia mais

Indicador do PIB Trimestral Espírito Santo IV Trimestre de 2011

Indicador do PIB Trimestral Espírito Santo IV Trimestre de 2011 Indicador do PIB Trimestral Espírito Santo IV Trimestre de 2011 Vitória, 29 de Maio de 2012 Indicador de PIB trimestral 17 atividades econômicas pesquisadas, em consonância com os setores das Contas Regionais

Leia mais

Tabela 1 - Conta de produção por operações e saldos, segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação - 2004-2008

Tabela 1 - Conta de produção por operações e saldos, segundo as Grandes Regiões e as Unidades da Federação - 2004-2008 (continua) Produção 5 308 622 4 624 012 4 122 416 3 786 683 3 432 735 1 766 477 1 944 430 2 087 995 2 336 154 2 728 512 Consumo intermediário produtos 451 754 373 487 335 063 304 986 275 240 1 941 498

Leia mais

www.tiberioge.tibe o.c rioge om.br o.c A Ge G og o r g afi f a Le L va v da d a Sério

www.tiberioge.tibe o.c rioge om.br o.c A Ge G og o r g afi f a Le L va v da d a Sério 1 FLORESTA AMAZÔNICA 2 Características Localiza-se: Região Norte; parte do norte do Mato Grosso e Goiás; e parte oeste do Maranhão; O maior bioma brasileiro ocupa, praticamente, um terço da área do País.

Leia mais

OCORRÊNCIA DE INVERSÃO TÉRMICA NO PERFIL TOPOCLIMÁTICO DO PICO DA BANDEIRA, PARQUE NACIONAL DO ALTO CAPARAÓ, BRASIL.

OCORRÊNCIA DE INVERSÃO TÉRMICA NO PERFIL TOPOCLIMÁTICO DO PICO DA BANDEIRA, PARQUE NACIONAL DO ALTO CAPARAÓ, BRASIL. Universidade de Coimbra, Maio de 2 OCORRÊNCIA DE INVERSÃO TÉRMICA NO PERFIL TOPOCLIMÁTICO DO PICO DA BANDEIRA, PARQUE NACIONAL DO ALTO CAPARAÓ, BRASIL. Emerson Galvani, Nádia Gilma Beserra de Lima, Rita

Leia mais

Aves Endêmicas do Nordeste. por Roberto Dall'Agnol. Período: 15 a 30 de julho de 2014

Aves Endêmicas do Nordeste. por Roberto Dall'Agnol. Período: 15 a 30 de julho de 2014 Aves Endêmicas do Nordeste por Roberto Dall'Agnol Período: 15 a 30 de julho de 2014 Durante o mês de julho de 2014, constava na minha agenda uma viagem de negócios para Candeias, na Bahia (próximo a Salvador).

Leia mais

PRESENÇA DA CORUJA-LISTRADA

PRESENÇA DA CORUJA-LISTRADA 167 PRESENÇA DA CORUJA-LISTRADA Strix hylophila Temminck, 1825 (AVES, STRIGIDAE) NO PARQUE ESTADUAL CARLOS BOTELHO, SÃO MIGUEL ARCANJO, ESTADO DE SÃO PAULO (NOTA CIENTÍFICA) 1 Alexsander Zamorano ANTUNES

Leia mais

Boletim Epidemiológico Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde Influenza: Monitoramento até a Semana Epidemiológica 29 de 2014

Boletim Epidemiológico Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde Influenza: Monitoramento até a Semana Epidemiológica 29 de 2014 Boletim Epidemiológico Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde Influenza: Monitoramento até a Semana Epidemiológica 29 de 2014 A vigilância da influenza no Brasil é composta pela vigilância

Leia mais

GEOGRAFIA. Professora Bianca

GEOGRAFIA. Professora Bianca GEOGRAFIA Professora Bianca TERRA E LUA MOVIMENTO DA LUA MOVIMENTOS DA TERRA TEMPO E CLIMA Tempo é o estado da atmosfera de um lugar num determinado momento. Ele muda constantemente. Clima é o conjunto

Leia mais

O MATOPIBA e o desenvolvimento "destrutivista" do Cerrado

O MATOPIBA e o desenvolvimento destrutivista do Cerrado O MATOPIBA e o desenvolvimento "destrutivista" do Cerrado Paulo Rogerio Gonçalves* No dia seis de maio de 2015 o decreto n. 8447 cria o Plano de Desenvolvimento Agropecuário do Matopiba e seu comitê gestor.

Leia mais

Endereços das Secretarias Estaduais de Educação

Endereços das Secretarias Estaduais de Educação Endereços das Secretarias Estaduais de Educação ACRE MARIA CORRÊA DA SILVA Secretária de Estado da Educação do Acre Rua Rio Grande do Sul, 1907- Aeroporto Velho CEP: 69903-420 - Rio Branco - AC Fone: (68)

Leia mais

Serviço Nacional de Aprendizagem Rural PROJETO FIP-ABC. Produção sustentável em áreas já convertidas para o uso agropecuário (com base no Plano ABC)

Serviço Nacional de Aprendizagem Rural PROJETO FIP-ABC. Produção sustentável em áreas já convertidas para o uso agropecuário (com base no Plano ABC) Serviço Nacional de Aprendizagem Rural Serviço Nacional de Aprendizagem Rural PROJETO FIP-ABC Produção sustentável em áreas já convertidas para o uso agropecuário (com base no Plano ABC) Descrição do contexto

Leia mais

4.11. Programa de Monitoramento da Avifauna. Revisão 00 NOV/2013. PCH Fortuna II Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS

4.11. Programa de Monitoramento da Avifauna. Revisão 00 NOV/2013. PCH Fortuna II Plano de Controle Ambiental - PCA PROGRAMAS AMBIENTAIS PROGRAMAS AMBIENTAIS 4.11 Programa de Monitoramento da Avifauna NOV/2013 CAPA ÍNDICE GERAL 1. Introdução... 1 1.1. Ações já Realizadas... 2 2. Justificativa... 4 3. Objetivos... 5 4. Área de Abrangência...

Leia mais

PROGNÓSTICO TRIMESTRAL (Setembro Outubro e Novembro de- 2003).

PROGNÓSTICO TRIMESTRAL (Setembro Outubro e Novembro de- 2003). 1 PROGNÓSTICO TRIMESTRAL (Setembro Outubro e Novembro de- 2003). O prognóstico climático do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), órgão do Ministério da Agricultura, Pecuária e do Abastecimento,

Leia mais

Ocorrência de caboclinhos austrais (Emberizidae, Sporophila sp.) no

Ocorrência de caboclinhos austrais (Emberizidae, Sporophila sp.) no Ocorrência de caboclinhos austrais (Emberizidae, Sporophila sp.) no ISSN 1981-8874 9 771981 887003 0 0 1 7 6 Cerrado Norte, Brasil: extensão da distribuição geográfica e implicações para conservação Túlio

Leia mais

INFORMAÇÕES GERAIS EDIÇÃO 1 2º TRIMESTRE ANO 2014

INFORMAÇÕES GERAIS EDIÇÃO 1 2º TRIMESTRE ANO 2014 EDIÇÃO 1 2º TRIMESTRE ANO 2014 INFORMAÇÕES GERAIS A Estação Ecológica de Corumbá é uma unidade de conservação de proteção integral situada no Centro-Oeste de MG, região do Alto São Francisco, na porção

Leia mais

Mineração e Biodiversidade: lições aprendidas por uma mineradora global

Mineração e Biodiversidade: lições aprendidas por uma mineradora global II Congresso de Mineração da Amazônia Mineração e Biodiversidade: lições aprendidas por uma mineradora global Vânia Somavilla Vale - Diretora de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável Novembro de

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL S I N A P I RESULTADOS DE AGOSTO/2014

SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL S I N A P I RESULTADOS DE AGOSTO/2014 SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL S I N A P I RESULTADOS DE AGOSTO/2014 COMENTÁRIOS Índice Nacional da Construção Civil varia 0,52% em agosto O Índice Nacional da Construção

Leia mais

SCIENTIA Revista Científica da Fundação Jardim Botânico de Poços de Caldas

SCIENTIA Revista Científica da Fundação Jardim Botânico de Poços de Caldas SCIENTIA Revista Científica da Fundação Jardim Botânico de Poços de Caldas Cheilanthes regnelliana Rosane Dias SCIENTIA Revista Científica da Fundação Jardim Botânico de Poços de Caldas Aloysio Souza de

Leia mais

3. do Sul-Sudeste. Sudeste.

3. do Sul-Sudeste. Sudeste. A Hidrografia Brasileira HIDROGRAFIA O Brasil apresenta hidrografia bastante diversificada e rica. Para se ter uma idéia, a Bacia Amazônica, que é a maior do mundo, tem 7.050.000 km, enquanto a do Congo,

Leia mais

A origem, evolução e diversidade da fauna da Mata Atlântica. André Victor Lucci Freitas Departamento de Biologia Animal Unicamp

A origem, evolução e diversidade da fauna da Mata Atlântica. André Victor Lucci Freitas Departamento de Biologia Animal Unicamp A origem, evolução e diversidade da fauna da Mata Atlântica André Victor Lucci Freitas Departamento de Biologia Animal Unicamp Distribuição da Mata Atlântica Aparentemente, uma faixa homogênea de florestas

Leia mais

RPPN Fazenda Rio Negro

RPPN Fazenda Rio Negro Sítio Ramsar Área Úmida de Importância Internacional RPPN Fazenda Rio Negro Conservação Internacional 1. Dados G erais Nome da RPPN: Fazenda Rio Negro Proprietário: Conservação Internacional do Brasil

Leia mais

Cap. 26 De norte a sul, de leste a oeste: os biomas brasileiros. Sistema de Ensino CNEC Equipe de Biologia. Bioma

Cap. 26 De norte a sul, de leste a oeste: os biomas brasileiros. Sistema de Ensino CNEC Equipe de Biologia. Bioma Cap. 26 De norte a sul, de leste a oeste: os biomas brasileiros Sistema de Ensino CNEC Equipe de Biologia Bioma Conjunto de vida, vegetal e animal, constituído pelo agrupamento de tipos de vegetação, condições

Leia mais

Banco de dados virtual para enriquecimento do levantamento de fauna no Município de São Paulo. Número de Inscrição: PMP71327G02

Banco de dados virtual para enriquecimento do levantamento de fauna no Município de São Paulo. Número de Inscrição: PMP71327G02 Banco de dados virtual para enriquecimento do levantamento de fauna no Município de São Paulo Número de Inscrição: PMP71327G02 Introdução Divisão Técnica de Medicina Veterinária e Manejo da Fauna Silvestre(DEPAVE-3)

Leia mais

Prova bimestral 5 o ano 2 o Bimestre

Prova bimestral 5 o ano 2 o Bimestre Prova bimestral 5 o ano 2 o Bimestre geografia Escola: Nome: Data: / / Turma: Leia o trecho da letra da música abaixo e, em seguida, responda às questões. [...] Eu já cantei no Pará Toquei sanfona em Belém

Leia mais

Nosso Território: Ecossistemas

Nosso Território: Ecossistemas Nosso Território: Ecossistemas - O Brasil no Mundo - Divisão Territorial - Relevo e Clima - Fauna e Flora - Ecossistemas - Recursos Minerais Um ecossistema é um conjunto de regiões com características

Leia mais

BIOMAS BRASILEIROS. Prof.ª Débora Lia Ciências/ Biologia

BIOMAS BRASILEIROS. Prof.ª Débora Lia Ciências/ Biologia BIOMAS BRASILEIROS Prof.ª Débora Lia Ciências/ Biologia BIOMA: É CONJUNTO DE ECOSSISTEMAS TERRESTRES, CLIMATICAMENTE CONTROLADOS, QUE SÃO CARACTERIZADOS POR UMA VEGETAÇÃO PRÓPRIA (RAVEN ET AL., 2001) LOCALIZAÇÃO

Leia mais

VARIABILIDADE DO VENTO NA BACIA DO RIO SÃO FRANCISCO DURANTE A OCORRÊNCIA DA ZCAS

VARIABILIDADE DO VENTO NA BACIA DO RIO SÃO FRANCISCO DURANTE A OCORRÊNCIA DA ZCAS VARIABILIDADE DO VENTO NA BACIA DO RIO SÃO FRANCISCO DURANTE A OCORRÊNCIA DA ZCAS De Fonseca da Silva e José Ivaldo B. Brito 2 RESUMO A intensidade e direção do vento são variáveis de grande interesse

Leia mais

CAMINHADA PELO DIA MUNDIAL DA MATA ATLÂNTICA

CAMINHADA PELO DIA MUNDIAL DA MATA ATLÂNTICA Relatório CAMINHADA PELO DIA MUNDIAL DA MATA ATLÂNTICA Dias 25 de Maio de 2014 Local: Parque Estadual da Serra do Rola Moça BH/MG. Objetivo: Proporcionar a preservação e educação ambiental para PREVENÇÃO

Leia mais

FORMAÇÃO DO TERRITÓRIO BRASILEIRO

FORMAÇÃO DO TERRITÓRIO BRASILEIRO FORMAÇÃO DO TERRITÓRIO BRASILEIRO É claro que o Brasil não brotou do chão como uma planta. O Solo que o Brasil hoje ocupa já existia, o que não existia era o seu território, a porção do espaço sob domínio,

Leia mais

Palavras-chave: Artigos científicos, periódicos, região neotropical

Palavras-chave: Artigos científicos, periódicos, região neotropical Revista de Biologia Neotropical: Oito anos divulgando a pesquisa científica (2004 2011)* GOMES-KEIN, Vera Lúcia 1 ; RODRIGUES, Walter Alvarenga 1 ; CHEN-CHEN, Lee 1 ; CARVALHO, Salvador de 1 ; LACERDA,

Leia mais

PROMOVENDO A OBSERVAÇÃO DE AVES PELOS CIDADÃOS PAULISTANOS

PROMOVENDO A OBSERVAÇÃO DE AVES PELOS CIDADÃOS PAULISTANOS Projeto AVES PAULISTANAS PROMOVENDO A OBSERVAÇÃO DE AVES PELOS CIDADÃOS PAULISTANOS CENTRO DE ESTUDOS ORNITOLÓGICOS Março de 2007 Princípios do processo de promoção da observação de aves 1. Descentralizado:

Leia mais

Climas do Brasil GEOGRAFIA DAVI PAULINO

Climas do Brasil GEOGRAFIA DAVI PAULINO Climas do Brasil GEOGRAFIA DAVI PAULINO Grande extensão territorial Diversidade no clima das regiões Efeito no clima sobre fatores socioeconômicos Agricultura População Motivação! Massas de Ar Grandes

Leia mais

Paula Daniel Fogaça (Identificação das árvores e fotos) Camila Pianca (Coordenação do projeto) Complemento das informações do georreferenciamento de

Paula Daniel Fogaça (Identificação das árvores e fotos) Camila Pianca (Coordenação do projeto) Complemento das informações do georreferenciamento de Paula Daniel Fogaça (Identificação das árvores e fotos) Camila Pianca (Coordenação do projeto) Complemento das informações do georreferenciamento de árvores presentes nas trilhas no Parque do Zizo. Janeiro

Leia mais

ORIENTE MÉDIO. Prof: Marcio Santos ENEM 2009 Ciências Humanas Aula II. Jerusalém Muro das Lamentações e Cúpula da Rocha

ORIENTE MÉDIO. Prof: Marcio Santos ENEM 2009 Ciências Humanas Aula II. Jerusalém Muro das Lamentações e Cúpula da Rocha Prof: Marcio Santos ENEM 2009 Ciências Humanas Aula II ORIENTE MÉDIO -Região marcada por vários conflitos étnicos, políticos e religiosos. -Costuma-se considerar 18 países como pertencentes ao Oriente

Leia mais

Uso do tempo por duas aves comuns em ambientes urbanos:

Uso do tempo por duas aves comuns em ambientes urbanos: Uso do tempo por duas aves comuns em ambientes urbanos: ISSN 1981-8874 9 771981 887003 0 0 1 8 0 o bem-te-vi (Pitangus sulphuratus) e a pomba asa-branca (Patagioenas picazuro) Ivan Celso C. Provinciato

Leia mais

1. Acompanhamento dos principais sistemas meteorológicos que atuaram. na América do Sul a norte do paralelo 40S no mês de julho de 2013

1. Acompanhamento dos principais sistemas meteorológicos que atuaram. na América do Sul a norte do paralelo 40S no mês de julho de 2013 1. Acompanhamento dos principais sistemas meteorológicos que atuaram na América do Sul a norte do paralelo 40S no mês de julho de 2013 O mês de julho foi caracterizado pela presença de sete sistemas frontais,

Leia mais

Boletim Informativo. Junho de 2015

Boletim Informativo. Junho de 2015 Boletim Informativo Junho de 2015 Extrato Geral Brasil 1 EXTRATO BRASIL ÁREA ** 397.562.970 ha 227.679.854 ha 57,27% Número de Imóveis cadastrados: 1.727.660 Observações: Dados obtidos do Sistema de Cadastro

Leia mais

ABELHAS EUGLOSSINI EM FRAGMENTOS DE MATA ATLÂNTICA EM BURARAMA - ES

ABELHAS EUGLOSSINI EM FRAGMENTOS DE MATA ATLÂNTICA EM BURARAMA - ES ABELHAS EUGLOSSINI EM FRAGMENTOS DE MATA ATLÂNTICA EM BURARAMA - ES Gava, M. (1) ; Souza, L. (2) mayla.gava@gmail.com (1) Graduanda de Ciências Biológicas da Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória

Leia mais

Encontros com os muriquis, Brachyteles arachnoides (E.Geoffroy,1806), de São Francisco Xavier, Serra da Mantiqueira, São Paulo, Brasil.

Encontros com os muriquis, Brachyteles arachnoides (E.Geoffroy,1806), de São Francisco Xavier, Serra da Mantiqueira, São Paulo, Brasil. Encontros com os muriquis, Brachyteles arachnoides (E.Geoffroy,1806), de São Francisco por Antonio Silveira R. dos Santos Criador do Programa Ambiental: A Última Arca de Noé www.aultimaarcadenoe.com.br

Leia mais

REDES HIDROGRÁFICAS SÃO TODOS OS RECURSOS HIDROGRÁFICAS DE UM PAÍS, COMPOSTOS GERALMENTE PELOS RIOS, LAGOS E REPRESAS.

REDES HIDROGRÁFICAS SÃO TODOS OS RECURSOS HIDROGRÁFICAS DE UM PAÍS, COMPOSTOS GERALMENTE PELOS RIOS, LAGOS E REPRESAS. REDES HIDROGRÁFICAS SÃO TODOS OS RECURSOS HIDROGRÁFICAS DE UM PAÍS, COMPOSTOS GERALMENTE PELOS RIOS, LAGOS E REPRESAS. BACIA HIDROGRÁFICA. É UMA REDE DE TERRAS DRENADAS POR UM RIO E SEUS PRINCIPAIS AFLUENTES.

Leia mais

Geração de Emprego Formal no NOTA CONJUNTURAL DO OBSERVATÓRIO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, JULHO DE 2011

Geração de Emprego Formal no NOTA CONJUNTURAL DO OBSERVATÓRIO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, JULHO DE 2011 Geração de Emprego Formal no RIO DE JANEIRO NOTA CONJUNTURAL DO OBSERVATÓRIO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, JULHO DE 211 1 211 O crescimento da economia fluminense nos últimos

Leia mais

CONCEPÇÕES SOBRE CERRADO 1 LEICHTWEIS, Kamila Souto 2 TIRADENTES, Cibele Pimenta 3 INTRODUÇÃO

CONCEPÇÕES SOBRE CERRADO 1 LEICHTWEIS, Kamila Souto 2 TIRADENTES, Cibele Pimenta 3 INTRODUÇÃO CONCEPÇÕES SOBRE CERRADO 1 LEICHTWEIS, Kamila Souto 2 TIRADENTES, Cibele Pimenta 3 INTRODUÇÃO A educação ambiental envolve atividades educativas que visam informar sobre o meio ambiente e suas relações.

Leia mais

AVES DA FAZENDA SANTA EMÍLIA, AQUIDAUANA, MATO GROSSO DO SUL

AVES DA FAZENDA SANTA EMÍLIA, AQUIDAUANA, MATO GROSSO DO SUL AVES DA FAZENDA SANTA EMÍLIA, AQUIDAUANA, MATO GROSSO DO SUL ISSN 1981-8874 9 7 7 1 9 8 1 8 8 7 0 0 3 0 0 1 4 3 Maria Antonietta C. Pivatto², Reginaldo José Donatelli³ e Daniel De Granville Manço¹ Introdução

Leia mais

Universidade Estadual do Norte do Paraná UENP. Campus Luiz Meneghel

Universidade Estadual do Norte do Paraná UENP. Campus Luiz Meneghel Universidade Estadual do Norte do Paraná UENP Campus Luiz Meneghel Projeto de pesquisa LEVANTAMENTO FLORÍSTICO DE PTERIDÓFITAS NO PARQUE ESTADUAL MATA SÃO FRANCISCO Ricardo Vinícius Zandonadi Bandeirantes

Leia mais

11.1. INFORMAÇÕES GERAIS

11.1. INFORMAÇÕES GERAIS ASPECTOS 11 SOCIOECONÔMICOS 11.1. INFORMAÇÕES GERAIS O suprimento de energia elétrica tem-se tornado fator indispensável ao bem-estar social e ao crescimento econômico do Brasil. Contudo, é ainda muito

Leia mais

D) As planícies brasileiras terminam, na sua grande maioria, em frentes de cuestas nome que se dá às áreas planas das praias.

D) As planícies brasileiras terminam, na sua grande maioria, em frentes de cuestas nome que se dá às áreas planas das praias. 01 - (UDESC 2008) Para classificar o relevo, deve-se considerar a atuação conjunta de todos fatores analisados a influência interna, representada pelo tectonismo, e a atuação do clima, nos diferentes tipos

Leia mais

PROGNÓSTICO DE ESTAÇÃO PARA A PRIMAVERA DE 2001. TRIMESTRE Outubro-Novembro-Dezembro.

PROGNÓSTICO DE ESTAÇÃO PARA A PRIMAVERA DE 2001. TRIMESTRE Outubro-Novembro-Dezembro. 1 PROGNÓSTICO DE ESTAÇÃO PARA A PRIMAVERA DE 2001 TRIMESTRE Outubro-Novembro-Dezembro. A Primavera começa este ano às 22h04min (hora de Brasília), no dia 22 de setembro e termina às 17h20min (horário de

Leia mais

Boletim Informativo. Maio de 2015. * Errata: Tabela Fonte de Dados - Por Estado

Boletim Informativo. Maio de 2015. * Errata: Tabela Fonte de Dados - Por Estado Boletim Informativo Maio de 2015 * Errata: Tabela Fonte de Dados - Por Estado Extrato Geral Brasil EXTRATO BRASIL ÁREA ** 397.562.970 ha 212.920.419 ha 53,56 % Número de Imóveis cadastrados: 1.530.443

Leia mais