OS (IN)VISÍVEIS DA UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE ACESSO E PERMANÊNCIA DE ESTUDANTES DO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA E PEDAGOGIA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "OS (IN)VISÍVEIS DA UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE ACESSO E PERMANÊNCIA DE ESTUDANTES DO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA E PEDAGOGIA"

Transcrição

1 OS (IN)VISÍVEIS DA UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE ACESSO E PERMANÊNCIA DE ESTUDANTES DO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA E PEDAGOGIA Ana Carolina Grangeia Cardoso Mestre em Educação PPGE/Universidade Federal Fluminense Rio de Janeiro Eixo Temático: Pesquisa, Políticas Públicas e Direito à Educação Categoria: Comunicação RESUMO Este trabalho analisa se e como a Universidade Federal Fluminense (UFF) tem elaborado e efetivado políticas de acesso e permanência a partir de uma perspectiva democratizante, ou seja, estendendo oportunidades educacionais a novos perfis de alunos, e garantindo sua permanência. Seleciona, para tanto, um curso de maior prestígio social, a Engenharia Mecânica, oferecido em Niterói e em Volta Redonda e um curso de menor prestígio social, a Pedagogia, oferecido em Niterói e em Angra dos Reis. Com base em dados fornecidos pela COSEAC-UFF (Coordenadoria de Seleção Acadêmica) e extraídos do ENADE (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes), a pesquisa investiga políticas de ação afirmativa e de permanência praticadas na UFF; caracteriza o perfil socioeconômico de estudantes beneficiados por essas políticas e entrevista alunos que se encontram nas várias possibilidades de confluência das ações afirmativas e das políticas de permanência. Dessa forma, é possível compreender se essas políticas se complementam, as lógicas por trás das carreiras escolares, processos de exclusão internos, estratégias de sobrevivência dos alunos e mecanismos de permanência criados pela universidade dentro desse pretendido processo de democratização. Palavras-chave: educação superior acesso permanência UFF curso de engenharia mecânica curso de pedagogia 1

2 Os (in)visíveis da Universidade Federal Fluminense Acesso e permanência de estudantes do curso de engenharia mecânica e pedagogia CARDOSO, Ana Carolina Grangeia 1 INTRODUÇÃO A história da educação superior brasileira é marcada por fortes traços de elitismo e seletividade que deixaram marcas até os dias de hoje. Porém, esse cenário tem se modificado visto que algumas políticas têm sido desenvolvidas para expandir e democratizar o sistema de educação superior brasileiro, visando superar as dicotomias presentes no passado e a exclusão de um determinado grupo social da educação superior. O crescimento das oportunidades de acesso enseja atenção quanto ao crescimento das taxas de abandono, que são provocadas por inúmeros problemas de caráter objetivo, tais como as questões de ordem financeira e pedagógica e de caráter subjetivo, relacionados à dimensão simbólica, tais como: valores, crenças, expectativas, sentimentos etc. Por isso, o objetivo central que norteou essa pesquisa foi compreender se e como as políticas de acesso e de permanência na universidade pública têm atuado de forma convergente no combate à exclusão dos jovens historicamente marginalizados da educação superior, investigando o desdobramento dessas políticas em um curso de maior prestígio social, Engenharia Mecânica, e em um de menor prestígio social, Pedagogia. Além disso, a pesquisa buscou compreender de que forma as políticas de permanência contribuem objetiva e subjetivamente para a formação acadêmica do aluno, através da análise da política de assistência estudantil da UFF. O trabalho privilegiou o equilíbrio entre a pesquisa quantitativa e a pesquisa qualitativa, compartilhando a perspectiva de Zaia Brandão (2010). Para recuperar o contexto e a dimensão institucional da problemática, foram realizadas análises bibliográfica e documental, especialmente nos sites e setores específicos da universidade, do MEC/INEP e do IBGE. Através desses sites, buscamos informações sobre os estudantes dos cursos selecionados no tocante ao seu quantitativo, perfil socioeconômico, tipo e quantitativo de ações afirmativas e de permanência praticados, dentre outras. O aprofundamento qualitativo se deu por meio de pesquisa de campo através de entrevistas semiestruturadas. Afinal, realizamos 9 entrevistas, sendo 3 de alunos 1 Pedagoga e Mestre em Educação pela Universidade Federal Fluminense. 2

3 do curso de Pedagogia (Niterói), 3 do curso de Pedagogia (Angra dos Reis), 2 do curso de Engenharia Mecânica (Niterói) e 1 do curso de Engenharia Mecânica (Volta Redonda). Esses nove entrevistados cobriram os perfis de estudantes que buscávamos conhecer, ou seja: bonificados e bolsistas, não bonificados e bolsistas e bonificados e não bolsistas. No caso da Engenharia Mecânica de Niterói, não encontramos nenhum aluno que se encaixasse no perfil não bonificado + bolsa 2. O referencial teórico, eixo articulador entre as análises documentais, de dados e a pesquisa de campo, advém de autores como Pierre Bourdieu (2007, 2010, 2011 e outros), Ezcurra (2011) Sousa e Portes (2011), Lahire (2003), Heringer e Paula (2009), Zago (2006), Nogueira e Nogueira (2005), Vargas (2008, 2010, 2012), Gomes (2001), Nascimento (2012), Coulon (2008), entre outros. Acesso e permanência na universidade pública: velhas demandas e novas ações Desde o início da consolidação do sistema de educação superior, foram criadas várias medidas, decretos e leis que tiveram como objetivo conter o fluxo de passagem do ensino secundário para o superior. Esse cenário começa a sofrer mudanças significativas a partir do governo de Fernando Henrique Cardoso ( ) diante de um movimento expansionista da educação superior e intensificado com uma perspectiva mais democratizante (PROUNI, REUNI, fortalecimento das políticas de ação afirmativa etc.) durante o governo de Luís Inácio Lula da Silva ( ). Dessa forma, um número cada vez maior de jovens tem tido acesso ao nível superior e mais ainda, o perfil desses jovens tem se modificado. Nesse sentido, os esforços devem se voltar para a formulação de mecanismos de permanência, garantindo a consolidação desse processo de democratização. Atualmente, um grande número de universidades públicas já adotou alguma modalidade de ação afirmativa e o esperado é que no prazo máximo de quatro anos, a partir da data de publicação da Lei , as instituições reservem o mínimo de 50% de suas vagas para atender os estudantes dentro do perfil selecionado 3. Estudo realizado por Sousa e Portes (2011) em 2009 revela que das 59 universidades federais pesquisadas, 64% adotavam políticas/ações afirmativas e 36% não 2 Nesse caso, esses alunos estão invisíveis também para a pesquisa. 3 A referida lei prevê que as instituições federais de educação superior reservem no mínimo 50% de suas vagas para estudantes que tenham cursado integralmente o ensino médio em escolas públicas. Metade dessas vagas deverá ser reservadas aos estudantes oriundos de famílias com renda igual ou inferior a 1,5 salário-mínimo per capita e preenchidas por curso e turno, por autodeclarados pretos, pardos e indígenas, segundo a proporção na população do Estado. 3

4 adotavam. Os autores ainda mostram que do total das universidades federais que adotam as políticas/ações afirmativa (38 universidades), 74% não citam na documentação analisada a questão da permanência/assistência e apenas 26% mencionam a permanência/ assistência (SOUZA e PORTES, 2011). Tal situação evidencia os olhares devem se voltar para a criação de programas de assistência estudantil aos estudantes que se utilizam das promoções de ingresso e conseguem chegar a esse nível de ensino (SOUZA e PORTES, 2011, p. 527), de maneira que sua permanência seja garantida e, assim, se possa falar em democratização das universidades públicas (Ibidem). Na atual conjuntura da educação superior podemos chamar muitos dos sujeitos que ainda sofrem os resquícios da tradição elitista e excludente desse nível de ensino de excluídos do interior (BOURDIEU e CHAMPAGNE, 2011) ou ainda dizer que esses sujeitos fazem parte de um processo de inclusão excludente (EZCURRA, 2011). De acordo com Bourdieu e Champagne (2011), a instituição é habitada, permanentemente, por excluídos potenciais que introduzem nela as contradições e conflitos associados a uma escolarização cujo único objetivo é ela mesma (BOURDIEU e CHAMPAGNE, 2011, p. 221). A pesquisa de Alain Coulon (2008) evidencia que a democratização do acesso ao ensino superior [...] não foi acompanhada por uma democratização do acesso ao saber (COULON, 2008, p. 21). Essas experiências mostram que as dificuldades encontradas pelos estudantes se referem tanto à questão material como à questão imaterial da permanência. Os programas de assistência estudantil são importantes para a garantia da permanência dos alunos dentro das instituições de educação superior, pois os obstáculos dos estudantes vão desde a escolha do curso até a sua conclusão. Segundo Alain Coulon (2008), os relatos diários analisados em sua pesquisa indicaram que muitos alunos dizem escolher o curso ao acaso. Coulon relaciona essa escolha não ao acaso, mas a interferência de sua posição social e cultural (COULON, 2008). Por isso, a questão da permanência na instituição se torna tão complexa e ao mesmo tempo imprescindível, pois cada curso apresenta suas especificidades em relação as necessidade dos alunos, visto que o perfil socioeconômico interfere no processo de escolha da carreira. 4

5 O acesso e a permanência na Universidade Federal Fluminense: um olhar sobre os cursos de Pedagogia (Niterói e Angra dos Reis) e Engenharia Mecânica (Niterói e Volta redonda) Estudar a permanência de estudantes em carreiras de prestígio social diferenciado é imprescindível para se compreender como a universidade vem elaborando suas estratégias frente aos desafios do processo de democratização da educação superior. Na Universidade Federal Fluminense, o curso de Engenharia Mecânica, tanto em Niterói como no interior está entre os seis cursos mais concorridos de acordo com a relação candidato/vaga do vestibular de 2012 (18,46% e 8,17% respectivamente) ao passo que o curso de Pedagogia se encontra entre os sete cursos menos concorridos tanto em Niterói como no interior (3,32% e 0,71% respectivamente) (UFF, 2013). Essa diferenciação interna das carreiras também provoca uma diferenciação dos estudantes, ou seja, alunos de origens sociais menos favorecidas tendem a se direcionar para cursos de menor prestígio social e vice-versa. Perfil socioeconômico dos estudantes de cursos selecionados, ações afirmativas e de permanência. A literatura aponta que indicadores de titulação dos pais, renda, situação de trabalho, origem do ensino médio, cor e estado civil são vantajosos no processo de escolarização (SETTON, 1999 e VARGAS, 2008). Portanto, as variáveis para a análise do perfil socioeconômico trabalhadas nessa pesquisa são essas já descritas como favorecedoras do êxito escolar: cor, escolaridade dos pais, renda familiar e escola que estudou durante todo o ensino médio. À guisa de síntese, é possível apontar alguns aspectos que os dados do ENADE 4 e da COSEAC revelaram: 1) o perfil socioeconômico do aluno de Pedagogia é mais baixo do que o de Engenharia Mecânica, mesmo quando comparado no interior; 2) as condições de favorecimento social (branco, renda nos estratos mais elevados, alta escolaridade de pais, ensino médio privado) se acentuam entre os concluintes, quando comparados com os ingressantes;3) à exceção do curso de Pedagogia em Niterói, a adoção da política de bônus em 2008 não contribuiu para democratizar os indicadores sociais estudados; 4) o perfil do aluno de Niterói no curso 4 Não foram utilizados os dados do ENADE 2005, pois nesse ano a UFF ainda não havia adotado as ações afirmativas. Em relação ao ENADE 2008, só foram analisadas as respostas dos alunos ingressantes nesse ano, pois quem concluiu o curso em 2008, ingressou na UFF provavelmente em Logo, ainda não havia ação afirmativa nesse ano. Com relação ao ano de 2011, o ENADE 2011 só trabalhou com os dados de alunos concluintes, por isso as informações obtidas se referem aos alunos que concluíram o curso nesse ano. 5

6 de Engenharia Mecânica é mais elevado do que o do interior; 5) o percentual de alunos ingressantes via ação afirmativa na UFF (recorte social) no cursos 5 selecionados é muito próximo e bem pequeno, tendo a Engenharia Mecânica de Volta Redonda o maior percentual (Pedagogia /Niterói: 2,5% Pedagogia/ Angra dos Reis : -; Engenharia Mecânica / Niterói: 2,6%; Engenharia Mecânica /Volta Redonda : 2,8%) ; 5) em 2011, nenhum aluno bonificado concluiu os cursos de Pedagogia (Angra dos Reis), Engenharia Mecânica (Niterói) e Engenharia Mecânica (Volta Redonda), apenas no curso de Pedagogia (Niterói), 3,9% dos alunos concluintes entraram na UFF através das ações afirmativas; 6) o perfil socioeconômico do aluno bonificado é menor do que do aluno não bonificado; 7) apesar de haver uma diferença entre o perfil socioeconômico do aluno bonificado e do aluno não bonificado, no curso de Pedagogia essa diferença não é tão acentuada; 8) o perfil socioeconômico do aluno do interior no curso de Pedagogia apresenta uma diferença suave em relação aos alunos da sede, enquanto no curso de Engenharia Mecânica essa diferença é mais acentuada; 9) o percentual de alunos que recebe algum tipo de bolsa 6 da instituição, em 2011, no curso de Pedagogia é maior do que no curso de Engenharia Mecânica (Pedagogia / Niterói: 23,4%; Pedagogia / Angra dos Reis: 0 %; Engenharia Mecânica / Niterói: 9,9%; Engenharia Mecânica / Volta Redonda: 0%); 10) os dados coletados sobre o percentual de alunos contemplados com algum tipo de bolsa ou auxílio nos cursos aqui analisados mostram que em 2011 apenas 23,4% dos alunos Pedagogia (Niterói) e 9,9% dos alunos de Engenharia Mecânica (Niterói) recebeu alguma bolsa da própria instituição. Nenhum aluno desses cursos no interior recebeu algum tipo de bolsa ou auxílio da própria UFF; 11) em 2011 nenhum aluno concluinte de Engenharia Mecânica, em ambas as localidades, entrou na universidade via ação afirmativa, porém, nesse mesmo ano, 9.9% dos alunos que concluíram o curso de Engenharia Mecânica em Niterói recebeu algum tipo de bolsa da própria instituição. No curso de Pedagogia (Niterói), 3,9% dos alunos concluintes, em 2011, entraram via AA, ao passo que 23,4% dos alunos concluintes desse mesmo ano receberam alguma bolsa da instituição; 12) o perfil de alunos que necessitam de um maior acompanhamento se encontra em cursos de menor prestígio social, como a Pedagogia. 5 Em 2008, não houve vestibular no curso de Pedagogia de Angra dos Reis. 6 A utilização apenas das respostas do Questionário ENADE de 2011 se deve ao fato do mesmo ser o único que possui uma questão específica sobre bolsas e auxílios nas Instituições Federais de Educação Superior (IFES). Os Questionários do ENADE de 2005 e 2008 não possuem esse tipo de questão. 6

7 Nesse caso, os dados analisados apontam para possíveis questões e reflexões acerca da situação do acesso e da permanência dos alunos dos cursos por nós estudados. Podemos dizer que não são apenas os alunos que entraram por ação afirmativa que necessitam e buscam uma bolsa de assistência estudantil da instituição, mas que outros alunos também precisam do apoio e suporte da universidade no tocante à permanência. As especificidades da relação entre acesso e permanência desses cursos na UFF serão mais bem compreendidas a partir dos relatos dos alunos dos cursos de Pedagogia e Engenharia Mecânica que são os sujeitos dessa relação. Artimanhas da universidade: a invisibilidade dos alunos As entrevistas foram realizadas com alunos que têm um perfil socioeconômico baixo, pois esse é o recorte para a obtenção do bônus e/ou das bolsas/auxílios de assistência estudantil. Aqueles que não entram na universidade através das ações afirmativas, fizeram o ensino médio em instituição privada. Em quase todas as entrevistas, os pais têm uma escolaridade baixa, assim como a renda familiar. Das seis entrevistas realizadas com alunos do curso de Pedagogia, apenas dois dizem ter escolhido esse curso por vocação, os outros optaram pela facilidade e por ser o curso que estava no campo das possibilidades, reforçando o conceito de causalidade do provável (BOURDIEU, 2011). No caso dos alunos entrevistados da Engenharia Mecânica, apesar de também terem um perfil socioeconômico mais baixo, escolheram esse curso por vocação e também pela experiência no curso técnico. A hierarquia de carreiras (COELHO 1999; VARGAS, 2010) aparece com grande destaque na relação dos alunos com o fato de serem ou não bonificados e bolsistas. Grande parte dos alunos de Pedagogia acha que deveria haver uma bolsa específica que atendesse diretamente aqueles que entraram via ação afirmativa, ao passo que na fala de um aluno da Engenharia Mecânica fica evidente a questão do mérito, do esforço próprio na aquisição de determinado benefício, sancionando a herança cultural e o dom social como formas de legitimar as desigualdades sociais (BORDIEU, 2011), como se observa abaixo: C.: Acredito que principalmente alunos do meu curso precisam de algum apoio financeiro da universidade, porque é uma característica do curso de Pedagogia que os alunos têm baixa renda (Pedagogia- Niterói). K.: Sem trabalhar e sem bolsa é impossível se manter na faculdade, pois é tudo caro (Pedagogia-Angra dos Reis). 7

8 A.: Eu não acho que essa bolsa deveria ser dada assim, logo que você entra, sabe? Eu acho que tem que haver um esforço da parte do aluno porque aquilo que você ganha sem esforço você acaba não dando valor, sabe? (Engenharia Mecânica-Niterói). Outro fato que colabora com o processo de hierarquização das carreiras emerge quando não é possível encontrar alunos não bonificados e bolsistas no curso de Engenharia Mecânica. Ainda sobre o processo de diferenciação de carreiras, um número muito pequeno de alunos da Engenharia Mecânica tiveram ao longo do curso, dificuldades subjetivas, ao contrário dos estudantes de Pedagogia que relatam preconceitos e discriminações. Essas práticas brandas e dissimuladas de exclusão interferem de forma intensa na permanência simbólica. E: As pessoas veem tudo na minha mão; um pano, uma panela, uma vassoura, tudo invisível. Isso me incomoda não pelo fato de poder trabalhar aqui, mas eu me sinto mal por acharem que eu não posso estar aqui estudando. Velho e negro na faculdade tem que estar lá para trabalhar. (Pedagogia-Niterói). É necessário, portanto, a criação de estratégias capazes de fomentar a inserção e inclusão de grupos socialmente marginalizados nos espaços sociais. Em todas as entrevistas realizadas com os alunos dos diferentes cursos, a questão da falta de divulgação das bolsas de assistência estudantil é enfocada, assim como a falta de infraestrutura em Niterói e principalmente no interior. Além disso, os estudantes ressaltam que as bolsas de assistência estudantil, em sua maioria, só os ajudam financeiramente e que sentem falta de uma inserção acadêmica e pedagógica que contribuísse na trajetória dentro da universidade. D.: As pautas do interior são sempre colocadas para escanteio (Pedagogia- Angra dos Reis). R: A divulgação de bolsas é muito fraca, geralmente quem quer a bolsa é que corre atrás de informações (Engenharia Mecânica Volta Redonda). N.: Essa bolsa é financeira na verdade, ela é só para te ajudar a pagar o aluguel (Engenharia Mecânica Niterói). T.: A universidade precisa conhecer mais a região em que está inserida, a comunidade que atende, os cursos que atraem a população residente na região e que os alunos de outras regiões têm dificuldades de se manterem (Pedagogia- Angra dos Reis). As entrevistas mostraram ainda que os mecanismos de permanência da UFF - bolsas e auxílios de assistência estudantil- são extremamente valiosos para os alunos, 8

9 porém é necessário expandir esses programas. As políticas de acesso e permanência se relacionam de diferentes maneiras na UFF e muitas vezes uma não complementa a outra, visto que os alunos podem ter entrado via ação afirmativa, mas não fazem parte de nenhum programa ou auxílio de assistência estudantil, podem ter entrado via AA e possuir alguma bolsa ou auxílio e podem também não ter entrado via AA, mas possuírem alguma bolsa ou auxílio. É fato que existem diversos tipos de bolsa nessa universidade, porém é importante ressaltar que a permanência deve se referir ao suporte material e imaterial e poucas bolsas e auxílios tem a proposta de contribuir simultaneamente nos aspectos financeiros, intelectual e pedagógico. Apesar de haver um esforço da universidade em fomentar as políticas de acesso e permanência, não parece que elas estão caminhando juntas - apesar de haver um investimento considerável nessas políticas por parte da UFF - haja vista que os alunos se apropriam de formas diferentes das políticas de acesso e permanência. Considerações Finais Entre a análise histórica, os dados coletados e as falas dos alunos, esse trabalho buscou compreender de que forma as políticas de ação afirmativa e as políticas de permanência interagem na Universidade Federal Fluminense sob o olhar de cursos de diferentes prestígios sociais e mais ainda, como as bolsas e auxílios oferecidos pela instituição contribuem para a trajetória escolar dos estudantes. A democratização da educação superior é um processo em curso e as políticas de ação afirmativa e permanência se constituem em aspectos fundamentais no esforço para a diminuição das desigualdades sociais. Porém, ainda há muitos limites. Como se vê, a democratização da educação superior não se limita à ampliação das oportunidades de acesso (SOBRINHO, 2011, p. 122), pois é necessário acabar com as diferentes formas de exclusão que se desenvolvem e se reproduzem dentro da própria instituição. As políticas de democratização da educação superior devem ser capazes de transformar significativamente os modelos institucionais e pedagógicos para que não se continue oferecendo os mesmos serviços educativos, com as mesmas orientações metodológicas e concepções curriculares que reproduzem as desigualdades sociais, tornando os alunos invisíveis. As instituições devem se abrir às políticas de democratização, recriando-as cotidianamente. Afinal, democratizar a universidade pública é um ensaio permanente. 9

10 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BOURDIEU, P; CHAMBOREDON, Jean-Claude; PASSERON, Jean-Claude. Ofício do sociólogo: metodologia da pesquisa na sociologia. Petrópolis, RJ: Vozes, BOURDIEU, Pierre. Futuro de classe e causalidade do provável. In: NOGUEIRA, Maria Alice e CATANI, Afrânio (orgs). Escritos de Educação. 12 ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2011, p BOURDIEU, Pierre e CHAMPAGNE, Patrick. Os excluídos do interior. In: NOGUEIRA, Maria Alice e CATANI, Afrânio (orgs). Escritos de Educação. 12 ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2011, p BOURDIEU, Pierre & PASSERON, Jean- Claude. A reprodução: elementos para uma teoria do sistema de ensino. 3 ed, Petrópolis, RJ: Vozes, BRANDÃO, Zaia. Entre questionários e entrevistas. In: Pesquisa em Educação: conversas com pós-graduandos. São Paulo: Loyola, 2010, p COELHO, Edmundo. As profissões imperiais: medicina, engenharia e advocacia no Rio de Janeiro: Rio de Janeiro: Record, CORDENAÇÃO DE SELEÇÃO ACADÊMICA DA UFF. Disponível em: Acesso em: 24/05/213 COULON, Alain. A condição de estudante: a entrada na vida universitária. Salvador: Editora da Universidade Federal da Bahia (Edufba), ENADE 2005, 2008 e Relatório de curso. Disponível em: Acesso em: 29/04/2013. ESCURRA, Ana María. Massificación y enseñanza superior: una inclusión excluyente. In: FERNANDEZ LAMARRA, Norberto e PAULA, Maria de Fátima Costa de. La democratización de la educación superior en América Latina: límites e posibilidades. Saenz Peña: Universidad Nacional de Tres de Febrero, 2011, p GOMES, Joaquim Barbosa. Ação afirmativa e princípio constitucional da igualdade. Rio de Janeiro, Renovar, HERINGER, Rosana e PAULA, Marilene de. Caminhos Convergentes: Estado e Sociedade na superação das desigualdades raciais no Brasil. Rio de Janeiro. Fundação Heinrich Boll, ActionAid, LAHIRE, Bernard. Crenças coletivas e desigualdades culturais. Educ. Soc. Campinas, vol 24, n. 84, p , setembro LEI n de 29 de agosto de Disponível em: Acesso em: 26/11/2012. NASCIMENTO, Clara Martins do. A assistência estudantil e a democratização da permanência do estudante no ensino superior público. XXVIII Congresso 10

11 Internacional da ALAS, 6 a 11 de setembro de 2011, UFPE, Recife-PE. Disponível em: <http://www.alas2011recife.com/>. Acesso em: 25 fev NOGUEIRA, Maria Alice e NOGUEIRA, Claúdio Martins. Bourdieu & a Educação. 3 ed. Belo Horizonte: Autêntica, PIOVESAN, Flávia. Ações afirmativas sob a perspectiva dos Direitos Humanos. In SANTOS, Sales Augusto dos. (Org). Ações afirmativas e combate ao racismo nas Américas. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Continuada Alfabetização e Diversidade, 2005 PNAES. Disponível em: Acesso em: 20/11/2013. SETTON, Maria da Graça Jacinto. A divisão interna do campo universitário: uma tentativa de classificação. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Brasília, v. 80, n. 196, p , 1999 SOBRINHO, José Dias. Educação superior: democratização, acesso e permanência com qualidade. In: PAULA, Maria de Fátima Costa de e FERNÁNDEZ LAMARRA, Norberto (Orgs.). Reformas e democratização da educação superior no Brasil e na América Latina. Aparecida, S.P.: Idéias e Letras, p SOUSA, Letícia Pereira e PORTES, Écio Antônio. As propostas de políticas/ações afirmativas das universidades públicas e as políticas/ações de permanência nos ordenamentos legais. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos. Brasília, v. 92, n. 232, p , set./dez UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE. Vestibular Estatística. Relação Candidato Vaga. Disponível em: Acesso em: 03/08/2013. VARGAS, Hustana Maria. Políticas de permanência na Universidade Federal Fluminense: um estudo na perspectiva das carreiras e da interiorização. In: PAULA, Maria de Fátima Costa de e SILVA, Maria das Graças Martins da (Orgs.). As políticas de democratização da educação superior nos estados do Rio de Janeiro e de Mato Grosso: produção de pesquisas e questões para o debate. Cuiabá: Editora da UFMT, 2012, p Represando e distribuindo distinção: a barragem do ensino superior. Tese (Doutorado em Educação), PUC, Rio de Janeiro, Sem perder a majestade: "profissões imperiais" no Brasil. Estudos de Sociologia (São Paulo), v. 15, p , ZAGO, Nadir. Do acesso à permanência no ensino superior: percursos de estudantes universitários de camadas populares. Revista Brasileira de Educação. Rio de Janeiro, v 11, n 32, 2006, p

O ENSINO DE SOCIOLOGIA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA) NAS ESCOLSA ESTADUAIS DE DOURADOS/MS RESUMO INTRODUÇÃO

O ENSINO DE SOCIOLOGIA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA) NAS ESCOLSA ESTADUAIS DE DOURADOS/MS RESUMO INTRODUÇÃO O ENSINO DE SOCIOLOGIA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA) NAS ESCOLSA ESTADUAIS DE DOURADOS/MS Rodolfo Dias Pinto 1 Maria de Lourdes dos Santos 2 1 Bolsista do Programa de Projetos de Pesquisa na Licenciatura

Leia mais

FATORES QUE INFLUENCIAM O PROCESSO DE ESCOLHA DO CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO SUPERIOR

FATORES QUE INFLUENCIAM O PROCESSO DE ESCOLHA DO CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO SUPERIOR FATORES QUE INFLUENCIAM O PROCESSO DE ESCOLHA DO CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO SUPERIOR Pryscilla Ayhumi Aymori Martelli 1 Adriana Regina de Jesus Santos 2 Resumo O segmento de Educação Superior no Brasil tem

Leia mais

MECANISMOS DE SELEÇÃO E SUA RELAÇÃO COM A DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO AO ENSINO SUPERIOR

MECANISMOS DE SELEÇÃO E SUA RELAÇÃO COM A DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO AO ENSINO SUPERIOR MECANISMOS DE SELEÇÃO E SUA RELAÇÃO COM A DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO AO ENSINO SUPERIOR Isabel Silveira da Silva Leite (1); Amanda Gonçalves da Silva (2) Universidade Federal Fluminense, isabelleite@id.uff.br

Leia mais

Afro-descendentes no Brasil: combate à pobreza e políticas de ação afirmativa como estratégias de superação das desigualdades de gênero e

Afro-descendentes no Brasil: combate à pobreza e políticas de ação afirmativa como estratégias de superação das desigualdades de gênero e Afro-descendentes no Brasil: combate à pobreza e políticas de ação afirmativa como estratégias de superação das desigualdades de gênero e étnico/raciais Debate nacional sobre a implantação das políticas

Leia mais

DESEJO DE SER PROFESSOR OU ESCOLHA DO POSSÍVEL? INGRESSO NA UNIVERSIDADE DE ESTUDANTES DE BAIXO NÍVEL SOCIOECONÔMICO EM CURSOS DE PEDAGOGIA

DESEJO DE SER PROFESSOR OU ESCOLHA DO POSSÍVEL? INGRESSO NA UNIVERSIDADE DE ESTUDANTES DE BAIXO NÍVEL SOCIOECONÔMICO EM CURSOS DE PEDAGOGIA 1014 DESEJO DE SER PROFESSOR OU ESCOLHA DO POSSÍVEL? INGRESSO NA UNIVERSIDADE DE ESTUDANTES DE BAIXO NÍVEL SOCIOECONÔMICO EM CURSOS DE PEDAGOGIA Priscila Andrade Magalhães Rodrigues CBNB / PUC-Rio Eixo

Leia mais

ENSINO MÉDIO. Qualidade e Equidade: RESULTADOS PRELIMINARES AVANÇOS E DESAFIOS EM QUATRO ESTADOS: (CE, PE, SP, GO)

ENSINO MÉDIO. Qualidade e Equidade: RESULTADOS PRELIMINARES AVANÇOS E DESAFIOS EM QUATRO ESTADOS: (CE, PE, SP, GO) ENSINO MÉDIO Qualidade e Equidade: AVANÇOS E DESAFIOS EM QUATRO ESTADOS: (CE, PE, SP, GO) RESULTADOS PRELIMINARES Sobre a pesquisa Sobre a pesquisa O debate sobre ensino médio está centrado... É preciso

Leia mais

EIXO 2: Políticas de educação básica e de formação e gestão escolar

EIXO 2: Políticas de educação básica e de formação e gestão escolar EIXO 2: Políticas de educação básica e de formação e gestão escolar A IDENTIDADE DO ENSINO MÉDIO, UM DESAFIO PARA AS POLÍTICAS EDUCACIONAIS Silvana Mesquita Pontifícia Universidade Católica RJ silvana.mesquita@ig.com.br

Leia mais

IV Encontro Nacional do Censo da Educação Superior. Importância da Coleta e do Tratamento do Quesito Cor ou Raça. Brasília, 10/10/2014

IV Encontro Nacional do Censo da Educação Superior. Importância da Coleta e do Tratamento do Quesito Cor ou Raça. Brasília, 10/10/2014 IV Encontro Nacional do Censo da Educação Superior Importância da Coleta e do Tratamento do Quesito Cor ou Raça Brasília, 10/10/2014 Síntese das atribuições da SEPPIR (DECRETO Nº 7.261, DE 12 DE AGOSTO

Leia mais

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO ESCOLAR FCL/UNESP

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO ESCOLAR FCL/UNESP PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO ESCOLAR FCL/UNESP Disciplina: Pierre Bourdieu e o campo simbólico: Educação, gênero e dominação (Optativa) Professor Responsável: Luci Regina Muzzeti Créditos: 06

Leia mais

TÍTULO: 11 ANOS DA LEI 10639/2003 E O ENSINO DAS ESCOLAS PÚBLICAS DE SÃO PAULO

TÍTULO: 11 ANOS DA LEI 10639/2003 E O ENSINO DAS ESCOLAS PÚBLICAS DE SÃO PAULO TÍTULO: 11 ANOS DA LEI 10639/2003 E O ENSINO DAS ESCOLAS PÚBLICAS DE SÃO PAULO CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: DIREITO INSTITUIÇÃO: FACULDADE ZUMBI DOS PALMARES AUTOR(ES):

Leia mais

ENADE 2010 ENADE. Relatório da IES EXAME NACIONAL DE DESEMPENHO DE ESTUDANTES

ENADE 2010 ENADE. Relatório da IES EXAME NACIONAL DE DESEMPENHO DE ESTUDANTES ENADE EXAME NACIONAL DE DESEMPENHO DE ESTUDANTES ENADE 2010 Relatório da IES INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE NATAL G Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas

Leia mais

Relatório da IES ENADE 2012 EXAME NACIONAL DE DESEMEPNHO DOS ESTUDANTES FLORIANÓPOLIS UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA

Relatório da IES ENADE 2012 EXAME NACIONAL DE DESEMEPNHO DOS ESTUDANTES FLORIANÓPOLIS UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Relatório da IES ENADE 2012 EXAME NACIONAL DE DESEMEPNHO DOS ESTUDANTES FLORIANÓPOLIS UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais G O V E R N O F E D E

Leia mais

O ACESSO E PERMANÊNCIA DOS ESTUDANTES NO ENSINO SUPERIOR E A PRÁXIS DO GESTOR

O ACESSO E PERMANÊNCIA DOS ESTUDANTES NO ENSINO SUPERIOR E A PRÁXIS DO GESTOR O ACESSO E PERMANÊNCIA DOS ESTUDANTES NO ENSINO SUPERIOR E A PRÁXIS DO GESTOR Gisele do Rocio Cordeiro Luis Fernando Lopes RESUMO A pesquisa tem o intuito de contribuir com a discussão sobre o papel do

Leia mais

ENADE Relatório da IES INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE MOSSORÓ

ENADE Relatório da IES INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE MOSSORÓ ENADE 2011 Relatório da IES G Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE MOSSORÓ O V E R N O F E D E R A L PAÍS RICO

Leia mais

Faculdade Zumbi dos Palmares RESUMO SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO EDUCAÇÃO E BUROCRACIA O MITO DA EDUCAÇÃO LIBERTADORA

Faculdade Zumbi dos Palmares RESUMO SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO EDUCAÇÃO E BUROCRACIA O MITO DA EDUCAÇÃO LIBERTADORA INSTITUTO AFRO BRASILEIRO DE ENSINO SUPERIOR Faculdade Zumbi dos Palmares Faculdade de Pedagogia RESUMO SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO EDUCAÇÃO E BUROCRACIA O MITO DA EDUCAÇÃO LIBERTADORA JOYCE MOURÃO RODRIGUES

Leia mais

Gabinete do Deputado Davidson Magalhães PCdoB/BA

Gabinete do Deputado Davidson Magalhães PCdoB/BA PROJETO DE LEI Nº,DE 2015. (Do Sr. Davidson Magalhães) Dispõe sobre a reserva de vagas para o ingresso na pós-graduação nas universidades e instituições federais de ensino superior e dá outras providências.

Leia mais

Marta Lima Gerente de Políticas Educacionais de Educação em Direitos Humanos, Diversidade e Cidadania.

Marta Lima Gerente de Políticas Educacionais de Educação em Direitos Humanos, Diversidade e Cidadania. Marta Lima Gerente de Políticas Educacionais de Educação em Direitos Humanos, Diversidade e Cidadania. FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS DEMOCRACIA REGIME PAUTADO NA SOBERANIA POPULAR E NO RESPEITO

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO O estudo a seguir refere-se ao perfil dos alunos ingressantes na USP, ou seja, alunos aprovados no vestibular da FUVEST e que efetivamente confirmaram a sua matrícula no curso escolhido. Para o cálculo

Leia mais

Política educacional no Brasil: educação técnica e abandono escolar

Política educacional no Brasil: educação técnica e abandono escolar Política educacional no Brasil: educação técnica e abandono escolar Ana Zuleima Lüscher Aluna: Anna Carolina Martins Introdução Este artigo aborda alguns aspectos da realização de uma pesquisa sobre a

Leia mais

RESOLUÇÃO n 048 TÍTULO I DA NATUREZA, DEFINIÇÃO E PRINCÍPIOS

RESOLUÇÃO n 048 TÍTULO I DA NATUREZA, DEFINIÇÃO E PRINCÍPIOS RESOLUÇÃO n 048 0 CONSUPER/2012 Regulamenta o Programa de Assistência Estudantil do Instituto Federal Catarinense. Processo nº 23348.000931/2012-24. O Presidente do do Instituto Federal de Educação, Ciência

Leia mais

TÍTULO: OS DESAFIOS DA GESTÃO DEMOCRÁTICA NAS ESCOLAS PÚBLICAS DA REGIÃO MÉDIO PARAÍBA

TÍTULO: OS DESAFIOS DA GESTÃO DEMOCRÁTICA NAS ESCOLAS PÚBLICAS DA REGIÃO MÉDIO PARAÍBA TÍTULO: OS DESAFIOS DA GESTÃO DEMOCRÁTICA NAS ESCOLAS PÚBLICAS DA REGIÃO MÉDIO PARAÍBA CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO GERALDO

Leia mais

2ª Reunião Ordinária da Comissão Nacional de Educação Escolar Indígena CNEEI

2ª Reunião Ordinária da Comissão Nacional de Educação Escolar Indígena CNEEI 2ª Reunião Ordinária da Comissão Nacional de Educação Escolar Indígena CNEEI Atividades da Coordenação Geral de Educação Escolar Indígena 18.11.2014 TERRITÓRIOS ETNOEDUCACIONAIS Pactuação de 02 TEEs TEE

Leia mais

MMC E MDC: COMO ENSINAR? UM DESAFIO PARA O PROFESSOR

MMC E MDC: COMO ENSINAR? UM DESAFIO PARA O PROFESSOR MMC E MDC: COMO ENSINAR? UM DESAFIO PARA O PROFESSOR Erysson Romero Gomes de Brito, Neuziene Garcia Pereira; Patrícia Conrado de Souza; Tâmila Kasimura da silva Fernandes Universidade estadual da Paraíba,

Leia mais

ENADE: OS RESULTADOS INFLUENCIAM NA GESTÃO ACADÊMICA E NA QUALIDADE DOS CURSOS

ENADE: OS RESULTADOS INFLUENCIAM NA GESTÃO ACADÊMICA E NA QUALIDADE DOS CURSOS ENADE: OS RESULTADOS INFLUENCIAM NA GESTÃO ACADÊMICA E NA QUALIDADE DOS CURSOS Maria Luiza Miranda Ribeiro ¹,Nalzilene Raposo ² Universidade Estadual do Maranhão 1, Universidade Estadual do Maranhão 2

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 33/CUn/2013, DE 17 SETEMBRO DE 2013.

RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 33/CUn/2013, DE 17 SETEMBRO DE 2013. SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA ÓRGÃOS DELIBERATIVOS CENTRAIS CAMPUS UNIVERSITÁRIO - TRINDADE CEP: 88040-900 - FLORIANÓPOLIS - SC TELEFONE (048) 3721-9522 - 3721-9661 -3721-4916

Leia mais

Acesso e Permanência no Ensino Superior

Acesso e Permanência no Ensino Superior Acesso e Permanência no Ensino Superior José Francisco Soares Presidente do INEP Brasília-DF Março 2015 Censo da Educação Superior Características: Anual e sistemático; Declaratório; Participação obrigatória;

Leia mais

MINUTA EM CONSTRUÇÃO

MINUTA EM CONSTRUÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR UNIVERSITÁRIO MINUTA EM CONSTRUÇÃO RESOLUÇÃO POLÍTICA DE AÇÕES AFIRMATIVAS E PROMOÇÃO DA IGUALDADE ÉTNICO-RACIAL Institui a Política de Ações Afirmativas

Leia mais

REFLEXÃO DA EDUCAÇÃO PERMANENTE NA SAÚDE. BERNARDES, Ana Paula Fugazza¹ GASDA, Vera Lúcia Podewils 1 PEZENTI, Daiana¹ PINHEIRO, Shirla Regina²

REFLEXÃO DA EDUCAÇÃO PERMANENTE NA SAÚDE. BERNARDES, Ana Paula Fugazza¹ GASDA, Vera Lúcia Podewils 1 PEZENTI, Daiana¹ PINHEIRO, Shirla Regina² REFLEXÃO DA EDUCAÇÃO PERMANENTE NA SAÚDE BERNARDES, Ana Paula Fugazza¹ GASDA, Vera Lúcia Podewils 1 PEZENTI, Daiana¹ PINHEIRO, Shirla Regina² Introdução: Em fevereiro de 2004, o Ministério da Saúde institui

Leia mais

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA DA UEPG TELÊMACO BORBA SINAES ENADE 2011

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA DA UEPG TELÊMACO BORBA SINAES ENADE 2011 RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA DA UEPG TELÊMACO BORBA SINAES ENADE 2011 Ponta Grossa 2013 REITORIA Reitor João Carlos Gomes Vice-Reitor Carlos Luciano Sant Ana Vargas

Leia mais

Unidade 1 Sobre o Trabalho de conclusão de curso

Unidade 1 Sobre o Trabalho de conclusão de curso Unidade 1 Sobre o Trabalho de conclusão de curso O Trabalho de Conclusão de Curso TCC é um requisito obrigatório para a conclusão do curso, realizada no final do Curso de Licenciatura em Pedagogia da Universidade

Leia mais

OPINIÕES DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA NO ENSINO MÉDIOS E DE SEUS FAMILIARES SOBRE AS POSSIBILIDADES DE EVASÃO ESCOLAR

OPINIÕES DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA NO ENSINO MÉDIOS E DE SEUS FAMILIARES SOBRE AS POSSIBILIDADES DE EVASÃO ESCOLAR OPINIÕES DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA NO ENSINO MÉDIOS E DE SEUS FAMILIARES SOBRE AS POSSIBILIDADES DE EVASÃO ESCOLAR Laura Borges Juliane Aparecida de Paula Perez Campos Universidade Federal de São Carlos/Programa

Leia mais

Membro do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Educação e Diversidade NEPED/IFRN

Membro do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Educação e Diversidade NEPED/IFRN Dias 20 e 21 Auditório CE FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS PARA LEVANTAMENTO DE INDICADORES DA QUALIDADE SOCIAL NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Márcio Adriano de Azevedo Doutor em Educação pela UFRN e

Leia mais

Tecnologia Assistiva: uma análise das percepções dos professores sobre o uso desse recurso na promoção da inclusão educacional

Tecnologia Assistiva: uma análise das percepções dos professores sobre o uso desse recurso na promoção da inclusão educacional Tecnologia Assistiva: uma análise das percepções dos professores sobre o uso desse recurso na promoção da inclusão educacional Cláudia Danielle de França Otoni Rejane Fernandes da Silva Vier Prof. Dra.

Leia mais

EDITAL DE INSCRIÇÃO PARA O PROCESSO SELETIVO DO CURSO TÉCNICO EM AGROPECUÁRIA INTEGRADO AO ENSINO MÉDIO DO CAFW/UFSM N.º 12 DE 29 DE OUTUBRO DE 2012

EDITAL DE INSCRIÇÃO PARA O PROCESSO SELETIVO DO CURSO TÉCNICO EM AGROPECUÁRIA INTEGRADO AO ENSINO MÉDIO DO CAFW/UFSM N.º 12 DE 29 DE OUTUBRO DE 2012 1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA, TÉCNICA E TECNOLÓGICA - CEBTT COLÉGIO AGRÍCOLA DE FREDERICO WESTPHALEN EDITAL DE INSCRIÇÃO PARA O PROCESSO

Leia mais

Promover a articulação curricular através de processos de contextualização.

Promover a articulação curricular através de processos de contextualização. Promover a articulação curricular através de processos de contextualização. José Carlos Morgado Universidade do Minho Carlinda Leite Preciosa Fernandes Ana Mouraz Universidade do Porto Universidade do

Leia mais

PARÂMETROS DE AVALIAÇÃO DE CURSOS NOVOS MESTRADO ACADÊMICO

PARÂMETROS DE AVALIAÇÃO DE CURSOS NOVOS MESTRADO ACADÊMICO PARÂMETROS DE AVALIAÇÃO DE CURSOS NOVOS MESTRADO ACADÊMICO Os projetos de cursos novos serão julgados pela Comissão de Avaliação da área de Educação com base nos dados obtidos pela aplicação dos critérios

Leia mais

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO CURSO DE BACHARELADO EM DIREITO SINAES ENADE 2012

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO CURSO DE BACHARELADO EM DIREITO SINAES ENADE 2012 RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO CURSO DE BACHARELADO EM DIREITO SINAES ENADE 2012 Ponta Grossa 2014 REITORIA Reitor Carlos Luciano Sant Ana Vargas PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO Altair Justino COMISSÃO PRÓPRIA

Leia mais

XIII Congresso Brasileiro de Sociologia 29 de maio a 1 de junho de 2007, UFPE, Recife (PE)

XIII Congresso Brasileiro de Sociologia 29 de maio a 1 de junho de 2007, UFPE, Recife (PE) XIII Congresso Brasileiro de Sociologia 29 de maio a 1 de junho de 2007, UFPE, Recife (PE) GT Educação e Sociedade ACESSO AO ENSINO SUPERIOR PÚBLICO E PROPRIEDADES CULTURAIS: SELETIVIDADE E DEMOCRATIZAÇÃO

Leia mais

No mês em que o Brasil celebra Zumbi dos Palmares, há motivos ACESSO AO ENSINO MÉDIO MELHORA, MAS NÍVEIS DE APRENDIZADO SÃO PREOCUPANTES

No mês em que o Brasil celebra Zumbi dos Palmares, há motivos ACESSO AO ENSINO MÉDIO MELHORA, MAS NÍVEIS DE APRENDIZADO SÃO PREOCUPANTES nº2 nov. 20 DESIGUALDADE RACIAL ACESSO AO ENSINO MÉDIO MELHORA, MAS NÍVEIS DE APRENDIZADO SÃO PREOCUPANTES 1 2 3 >> Proporção de jovens negros estudando no Ensino Médio mais que dobrou desde 2001 >> Distância

Leia mais

PERFIL DO MICROEMPREENDEDOR

PERFIL DO MICROEMPREENDEDOR PERFIL DO MICROEMPREENDEDOR do Rio de Janeiro NOTA CONJUNTURAL DO OBSERVATÓRIO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, DEZEMBRO DE 2011 06 2011 PANORAMA GERAL Os microempreendedores

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO OESTE - CHOPINZINHO

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO OESTE - CHOPINZINHO UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO OESTE - CHOPINZINHO Apresentação O Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE) constitui-se em um componente do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior

Leia mais

FACULDADE HORIZONTINA - FAHOR PAE - PROGRAMA DE ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS

FACULDADE HORIZONTINA - FAHOR PAE - PROGRAMA DE ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS FACULDADE HORIZONTINA - FAHOR PAE - PROGRAMA DE ACOMPANHAMENTO DE EGRESSOS HORIZONTINA - RS 2011 PAE Programa de Acompanhamento de Egressos I HISTÓRICO Desde 2006, ano em que formou a sua primeira turma,

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Município: Uruguaiana ZOOTECNIA

Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Município: Uruguaiana ZOOTECNIA Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Município: Uruguaiana ZOOTECNIA Apresentação O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) apresenta o Relatório

Leia mais

SALA DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS

SALA DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS INTRODUÇÃO SALA DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS Thialy Thaís da Silva Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) thialy_thais@hotmail.com As Salas de Recursos Multifuncionais (SRMF) foram instituídas pelo Programa

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO JOSÉ DOS PINHAIS - ESTADO DO PARANÁ -

CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO JOSÉ DOS PINHAIS - ESTADO DO PARANÁ - PROJETO DE LEI Nº XX, DE 13 DE MARÇO DE 2014. Institui no âmbito do Município de São José dos Pinhais, curso prévestibular gratuito. Art. 1º. Fica instituído no Município de São José dos Pinhais, curso

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE PROCESSOS SELETIVOS PROCESSO SELETIVO 1º/ 2016

UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE PROCESSOS SELETIVOS PROCESSO SELETIVO 1º/ 2016 UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE PROCESSOS SELETIVOS PROCESSO SELETIVO 1º/ 2016 EDITAL Nº 213 DIPS/UFLA, de 16 de dezembro de 2015 A Pró-Reitora de Graduação, por meio

Leia mais

A COORDENADORA DO CENTRO DE SELEÇÃO DA FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS, em exercício, no uso de suas atribuições legais, resolve:

A COORDENADORA DO CENTRO DE SELEÇÃO DA FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS, em exercício, no uso de suas atribuições legais, resolve: EDITAL DE RETIFICAÇÃO CCS Nº. 02, DE 30 DE JANEIRO DE 2015. ALTERAÇÕES NO EDITAL DE ABERTURA CCS Nº. 08, DE 11 DE AGOSTO DE 2014. A COORDENADORA DO CENTRO DE SELEÇÃO DA FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA

Leia mais

MEI Agenda de Aprimoramento de Recursos Humanos para Inovação

MEI Agenda de Aprimoramento de Recursos Humanos para Inovação MEI Agenda de Aprimoramento de Recursos Humanos para Inovação Proposta de Trabalho Brasília, 30 de novembro de 2012 São Paulo, Agosto 2011 Apresentação do projeto HORÁCIO PIVA 1 Recursos humanos qualificados

Leia mais

ACESSO A ÓRTESES E PRÓTESES POR PESSOAS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA NO PROGRAMA BPC NA ESCOLA: CONEXÕES COM A INCLUSÃO EDUCACIONAL

ACESSO A ÓRTESES E PRÓTESES POR PESSOAS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA NO PROGRAMA BPC NA ESCOLA: CONEXÕES COM A INCLUSÃO EDUCACIONAL ACESSO A ÓRTESES E PRÓTESES POR PESSOAS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA NO PROGRAMA BPC NA ESCOLA: CONEXÕES COM A INCLUSÃO EDUCACIONAL Mileide Cristina Stoco de Oliveira Magda Campos Curcino Eliane Ferrari Chagas

Leia mais

Uma contribuição para o debate sobre a renovação do sistema de cotas da UEL.

Uma contribuição para o debate sobre a renovação do sistema de cotas da UEL. 1 Uma contribuição para o debate sobre a renovação do sistema de cotas da UEL. Apresentação Este texto apresenta algumas reflexões e considerações do NEAB (Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros) a respeito

Leia mais

O OLHAR DOS FUTUROS PROFESSORES DE FÍSICA SOBRE O PAPEL DO PIBID EM SUA FORMAÇÃO

O OLHAR DOS FUTUROS PROFESSORES DE FÍSICA SOBRE O PAPEL DO PIBID EM SUA FORMAÇÃO O OLHAR DOS FUTUROS PROFESSORES DE FÍSICA SOBRE O PAPEL DO PIBID EM SUA FORMAÇÃO Simone Marks Santos 1 Alessandro Frederico da Silveira 2 Resumo: O presente artigo apresenta o resultado de uma investigação

Leia mais

O SECRETÁRIO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA DE TANQUE NOVO, ESTADO DA BAHIA, usando de uma das suas atribuições que lhes são conferidas por lei, e

O SECRETÁRIO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA DE TANQUE NOVO, ESTADO DA BAHIA, usando de uma das suas atribuições que lhes são conferidas por lei, e PORTARIA Nº 01/2011 DE 01 DE DEZEMBRO DE 2011. Dispõe sobre o processo de matrícula/2012 dos alunos nas Unidades Escolares Municipais - UEM e organização do período letivo de ensino 2012 no município de

Leia mais

DIVERSIDADE ÉTNICO RACIAL: PERCEPÇÕES DE PROFESSORES E ALUNOS DO 9º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL

DIVERSIDADE ÉTNICO RACIAL: PERCEPÇÕES DE PROFESSORES E ALUNOS DO 9º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DIVERSIDADE ÉTNICO RACIAL: PERCEPÇÕES DE PROFESSORES E ALUNOS DO 9º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL Raelma Danuza César Freire; Ma. Nadia Farias dos Santos (Orientadora) UEPB Univesidade Estadual da Paraíba

Leia mais

Proposta de Ação de Extensão

Proposta de Ação de Extensão Proposta de Ação de Extensão Dados Gerais Evento: PET INCENTIVA PREAE: Proponente: Daniel Juliano Pamplona da Silva (Instituto de Ciência e Tecnologia) Edital: 06/2015 (Fluxo contínuo - EVENTOS) Área CNPq:

Leia mais

Resultado Final do Eixo 04 - Currículo e e políticas educacionais Nº TÍTULO CPF

Resultado Final do Eixo 04 - Currículo e e políticas educacionais Nº TÍTULO CPF Nº TÍTULO CPF 1 Resultado Final do Eixo 04 - Currículo e e políticas educacionais ANÁLISE DA POLÍTICA PÚBLICA CURRICULAR DA EDUCAÇÃO BÁSICA PAULISTA NA PERSPECTIVA DE AVALIAÇÃO EXTERNA DE SISTEMA 41691261815

Leia mais

IV Encontro Pedagógico do IFAM 2016 DIRETORIA DE ENSINO MÉDIO E TÉCNICO SISTÊMICA DET/PROEN

IV Encontro Pedagógico do IFAM 2016 DIRETORIA DE ENSINO MÉDIO E TÉCNICO SISTÊMICA DET/PROEN DIRETORIA DE ENSINO MÉDIO E TÉCNICO SISTÊMICA DET/PROEN AVALIAÇÃO DOS CURSOS TÉCNICOS DE NÍVEL MÉDIO DO IFAM Lei Nª 11.872/2008 Art. 7ª - Objetivos dos Institutos Federais: I - ministrar educação profissional

Leia mais

Programa Educação Inclusiva: direito à diversidade

Programa Educação Inclusiva: direito à diversidade MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA, ALFABETIZAÇÃO, DIVERSIDADE E INCLUSÃO Programa Educação Inclusiva: direito à diversidade Antônio Lidio de Mattos Zambon Coordenador Geral de Políticas

Leia mais

REGULAMENTO DA CAMPANHA PROJETO DE CONCESSÕES DE BOLSAS FACEMP 2016/2

REGULAMENTO DA CAMPANHA PROJETO DE CONCESSÕES DE BOLSAS FACEMP 2016/2 REGULAMENTO DA CAMPANHA PROJETO DE CONCESSÕES DE BOLSAS FACEMP 2016/2 Santo Antônio de Jesus (BA) 2016 1 REGULAMENTO DO PROJETO DE CONCESSÃO DE BOLSAS FACEMP 2016/2 1 - Objetivo Visando atender o contexto

Leia mais

EDITAL Nº 015/2015. POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL POLAE PROGRAMA DE ATENDIMENTO AO ESTUDANTE EM VULNERABILIDADE SOCIAL

EDITAL Nº 015/2015. POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL POLAE PROGRAMA DE ATENDIMENTO AO ESTUDANTE EM VULNERABILIDADE SOCIAL EDITAL Nº 015/2015. POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL POLAE PROGRAMA DE ATENDIMENTO AO ESTUDANTE EM VULNERABILIDADE SOCIAL REAVALIAÇÃO DOS BENEFICIÁRIOS DO BENEFÍCIO PERMANENTE 2014 A Diretoria Geral

Leia mais

O PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DE DUAS ESCOLAS PÚBLICAS DO INTERIOR DO MATO GROSSO DO SUL: ANÁLISE DOS ASPECTOS INCLUSIVOS

O PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DE DUAS ESCOLAS PÚBLICAS DO INTERIOR DO MATO GROSSO DO SUL: ANÁLISE DOS ASPECTOS INCLUSIVOS O PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DE DUAS ESCOLAS PÚBLICAS DO INTERIOR DO MATO GROSSO DO SUL: ANÁLISE DOS ASPECTOS INCLUSIVOS Clarice Karen de Jesus Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul Palavras chave:

Leia mais

ALFABETIZAR PARA E PELA EDUCAÇÃO DO CAMPO: UM DESAFIO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

ALFABETIZAR PARA E PELA EDUCAÇÃO DO CAMPO: UM DESAFIO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES ALFABETIZAR PARA E PELA EDUCAÇÃO DO CAMPO: UM DESAFIO NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Ana Raquel de Sousa Poubaix Diniz Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro - UENF / arpourbaix@gmail.com

Leia mais

ÁREA 1 GESTÃO, PRODUÇÃO E MEIO AMBIENTE

ÁREA 1 GESTÃO, PRODUÇÃO E MEIO AMBIENTE UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE ESCOLA DE ENGENHARIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL EDITAL 2015/01 - A O DIRETOR DA ESCOLA DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE, CONSIDERANDO

Leia mais

A LEI /03 E UMA PROPOSTA DE IMPLEMENTAÇÃO ATRAVÉS DA LITERATURA

A LEI /03 E UMA PROPOSTA DE IMPLEMENTAÇÃO ATRAVÉS DA LITERATURA A LEI 10.639/03 E UMA PROPOSTA DE IMPLEMENTAÇÃO ATRAVÉS DA LITERATURA Gisele Ferreira da Silva 1 - INTRODUÇÃO Diante da complexidade de nossa história e sociedade, medidas e políticas afirmativas tornaram-se

Leia mais

AÇÕES AFIRMATIVAS EM DEBATE: O CASO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI

AÇÕES AFIRMATIVAS EM DEBATE: O CASO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI 1 AÇÕES AFIRMATIVAS EM DEBATE: O CASO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI APRESENTAÇÃO Letícia Pereira de Sousa pedagogaleticia@gmail.com Écio Antônio Portes eaportes@gmail.com No contexto atual

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL - PRPDI Orientação Geral O Plano de Desenvolvimento Institucional -PDI, elaborado para um período de 5

Leia mais

O Sistema de Avaliação da Educação Superior no Brasil

O Sistema de Avaliação da Educação Superior no Brasil O Sistema de Avaliação da Educação Superior no Brasil Jacqueline Moreno Theodoro Silva Outubro/2016 Avaliação Educacional Avaliar é o ato de atribuir valor ou mérito a alguma coisa. Avaliação educacional:

Leia mais

As condições do Trabalho Docente na Universidade Aberta do Brasil: As exigências de formação profissional e as relações de trabalho

As condições do Trabalho Docente na Universidade Aberta do Brasil: As exigências de formação profissional e as relações de trabalho 1 As condições do Trabalho Docente na Universidade Aberta do Brasil: As exigências de formação profissional e as relações de trabalho Tânia Barbosa Martins Orientador: Dr. João dos Reis Silva Júnior Doutorado

Leia mais

Evento de Alinhamento de Conhecimentos e Habilidades para Aplicação do SAEB

Evento de Alinhamento de Conhecimentos e Habilidades para Aplicação do SAEB SEÇÃO 1 Evento de Alinhamento de Conhecimentos e Habilidades para Aplicação do SAEB SAEB: Compromisso com a promoção, melhoria da qualidade da Educação Básica e promoção da equidade Em uma escola pública...

Leia mais

EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO ENSINO MÉDIO EM UMA ESCOLA PARTICULAR: VISÃO DA COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA.

EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO ENSINO MÉDIO EM UMA ESCOLA PARTICULAR: VISÃO DA COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA. EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO ENSINO MÉDIO EM UMA ESCOLA PARTICULAR: VISÃO DA COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA. Beatriz A. Barboza do Nascimento Universidade Estadual Júlio de Mesquita Filho UNESP Mestranda do programa

Leia mais

SEMANA 5 DISCRIMINAÇAO DE GÊNERO NO CONTEXTO DA DESIGUALDADE SOCIAL ÉTNICO-RACIAL

SEMANA 5 DISCRIMINAÇAO DE GÊNERO NO CONTEXTO DA DESIGUALDADE SOCIAL ÉTNICO-RACIAL SEMANA 5 DISCRIMINAÇAO DE GÊNERO NO CONTEXTO DA DESIGUALDADE SOCIAL ÉTNICO-RACIAL Autor (unidade 1 e 2): Prof. Dr. Emerson Izidoro dos Santos Colaboração: Paula Teixeira Araujo, Bernardo Gonzalez Cepeda

Leia mais

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS NOME DO CANDIDATO: INSTRUÇÕES AOS CANDIDATOS

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS NOME DO CANDIDATO: INSTRUÇÕES AOS CANDIDATOS UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA UFSC Campus Universitário Trindade Caixa Postal 476 Cep 88040-900 Florianópolis SC Brasil Fones: (048) 3721-6525, 331-6649 Fax (048) 3721-6649 MESTRADO PROFISSIONAL

Leia mais

INSTITUTO MILITAR DE ENGENHARIA - RIO DE JANEIRO

INSTITUTO MILITAR DE ENGENHARIA - RIO DE JANEIRO INSTITUTO MILITAR DE ENGENHARIA - RIO DE JANEIRO Apresentação O Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE) constitui-se em um componente do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior

Leia mais

Palavras-chave: Educação Física. Produção Colaborativa de Práticas Corporais Inclusivas. Alunos público alvo da Educação Especial. 1.

Palavras-chave: Educação Física. Produção Colaborativa de Práticas Corporais Inclusivas. Alunos público alvo da Educação Especial. 1. INCLUSÃO DE ALUNOS PÚBLICO ALVO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA DA REDE REGULAR DE ENSINO DA CIDADE DE CATALÃO: ANÁLISE E ESTÍMULO DA PRODUÇÃO COLABORATIVA DE PRÁTICAS CORPORAIS INCLUSIVAS

Leia mais

PERFIL DO DIRETOR ESCOLAR. Realização: Ibope

PERFIL DO DIRETOR ESCOLAR. Realização: Ibope PERFIL DO DIRETOR ESCOLAR Realização: Ibope A Fundação Victor Civita, que tem por missão contribuir para a melhoria da qualidade da Educação Básica no Brasil, produzindo publicações, sites, material pedagógico,

Leia mais

Aula 1 O processo educativo: a Escola, a Educação e a Didática. Profª. M.e Cláudia Benedetti

Aula 1 O processo educativo: a Escola, a Educação e a Didática. Profª. M.e Cláudia Benedetti Aula 1 O processo educativo: a Escola, a Educação e a Didática Profª. M.e Cláudia Benedetti Profa. M.e Cláudia Benedetti Graduada em Ciências Sociais pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita

Leia mais

Na UFRGS existem 16 grupos PET e em torno de 780 no Brasil.

Na UFRGS existem 16 grupos PET e em torno de 780 no Brasil. UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL- UFRGS PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO PROGRAD PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL- PET INSTITUTO DE INFORMÁTICA COMPUTAÇÃO EDITAL DE SELEÇÃO DE BOLSISTAS 001/2015 1. Da Descrição

Leia mais

EDITAL MOBILIDADE INTERNACIONAL AMÉRICA LATINA Edital N 05/2014 DRI/PROAES

EDITAL MOBILIDADE INTERNACIONAL AMÉRICA LATINA Edital N 05/2014 DRI/PROAES EDITAL MOBILIDADE INTERNACIONAL AMÉRICA LATINA Edital N 05/2014 DRI/PROAES Dispõe sobre o programa de Mobilidade Acadêmica Internacional para alunos de graduação da Universidade Federal Fluminense que

Leia mais

EDITAL Nº 01/2015 PROCESSO DE SELEÇÃO PARA INGRESSO NA MORADIA ESTUDANTIL IFPI CAMPUS URUÇUÍ

EDITAL Nº 01/2015 PROCESSO DE SELEÇÃO PARA INGRESSO NA MORADIA ESTUDANTIL IFPI CAMPUS URUÇUÍ EDITAL Nº 01/2015 PROCESSO DE SELEÇÃO PARA INGRESSO NA MORADIA ESTUDANTIL IFPI URUÇUÍ PI, 02 DE FEVEREIRO DE 2015 DIRETORIA GERAL Miguel Antônio Rodrigues DITERORIA DE ENSINO Dayonne Soares dos Santos

Leia mais

ESCALA DE CONCEPÇÕES ACERCA DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA E EDUCAÇÃO ESPECIAL E SUA APLICAÇÃO EM PESQUISA

ESCALA DE CONCEPÇÕES ACERCA DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA E EDUCAÇÃO ESPECIAL E SUA APLICAÇÃO EM PESQUISA ESCALA DE CONCEPÇÕES ACERCA DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA E EDUCAÇÃO ESPECIAL E SUA APLICAÇÃO EM PESQUISA Carla Cristina Marinho Sadao Omote Faculdade de Filosofia e Ciências, UNESP, campus de Marília Eixo Temático:

Leia mais

ESCOLA SUPERIOR DE CIÊNCIAS DA SAÚDE - BRASILIA

ESCOLA SUPERIOR DE CIÊNCIAS DA SAÚDE - BRASILIA ESCOLA SUPERIOR DE CIÊNCIAS DA SAÚDE - BRASILIA Apresentação O Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE) constitui-se em um componente do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES)

Leia mais

Florianópolis, 06 de dezembro de 2013.

Florianópolis, 06 de dezembro de 2013. AVALIAÇÃO DE POLÍTICA PÚBLICA EDUCACIONAL RESULTADOS DA PARCERIA UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL E UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA PARA O CURSO DE ADMINISTRAÇÃO EAD Ariane Rodrigues Pereira; Mestre

Leia mais

EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSIVA EM POLÍTICAS EDUCACIONAIS BRASILEIRAS

EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSIVA EM POLÍTICAS EDUCACIONAIS BRASILEIRAS EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSIVA EM POLÍTICAS EDUCACIONAIS BRASILEIRAS Andrea Soares Wuo Aline Martins Varela Juliany Mazera Fraga Rita Buzzi Rausch Universidade Regional de Blumenau FURB Eixo Temático: Política

Leia mais

EDITAL 004/2016 Câmpus Araraquara SELEÇÃO DE BOLSISTAS - BOLSA EXTENSÃO

EDITAL 004/2016 Câmpus Araraquara SELEÇÃO DE BOLSISTAS - BOLSA EXTENSÃO EDITAL 004/2016 Câmpus Araraquara SELEÇÃO DE BOLSISTAS - BOLSA EXTENSÃO ABERTURA O Diretor Geral do câmpus Araraquara do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo, torna pública,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE RORAIMA INSIKIRAN DE FORMAÇÃO SUPERIOR INDÍGENA GESTÃO TERRITORIAL INDÍGENA MARCOS SILVA DE SOUZA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE RORAIMA INSIKIRAN DE FORMAÇÃO SUPERIOR INDÍGENA GESTÃO TERRITORIAL INDÍGENA MARCOS SILVA DE SOUZA UNIVERSIDADE FEDERAL DE RORAIMA INSIKIRAN DE FORMAÇÃO SUPERIOR INDÍGENA GESTÃO TERRITORIAL INDÍGENA MARCOS SILVA DE SOUZA A PERMANÊNCIA DO INDÍGENA NO ENSINO SUPERIOR JULHO/2011 INTRODUÇÃO A pesquisa realizada

Leia mais

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO CURSO DE BACHARELADO EM FARMÁCIA DA UEPG SINAES ENADE 2010

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO CURSO DE BACHARELADO EM FARMÁCIA DA UEPG SINAES ENADE 2010 RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO CURSO DE BACHARELADO EM FARMÁCIA DA UEPG SINAES ENADE 2010 Ponta Grossa 2012 REITORIA Reitor João Carlos Gomes Vice-reitor Carlos Luciano Sant Ana Vargas PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO

Leia mais

RESOLUÇÃO No 01, de 17 de junho de Normatiza o Núcleo Docente Estruturante e dá outras providências

RESOLUÇÃO No 01, de 17 de junho de Normatiza o Núcleo Docente Estruturante e dá outras providências SIC 28/10* Belo Horizonte, 29 de julho de 2010. NDE-NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE. NORMATIZAÇÃO. PARECER Nº 4 E RESOLUÇÃO Nº 1, DE 17 DE JULHO DE 2010. COMISSÃO NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR-CONAES.

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) - TECN MCT 1 VAGA

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) - TECN MCT 1 VAGA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) - TECN 3.1.6 - MCT 1 VAGA 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Prestação de serviços de pessoa física para a elaboração de documento

Leia mais

EDUCAÇÃO, TRABALHO E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: CULTURA, CIÊNCIA, TECNOLOGIA, SAÚDE, MEIO AMBIENTE DOCUMENTO REFERÊNCIA

EDUCAÇÃO, TRABALHO E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: CULTURA, CIÊNCIA, TECNOLOGIA, SAÚDE, MEIO AMBIENTE DOCUMENTO REFERÊNCIA EIXO III EDUCAÇÃO, TRABALHO E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: CULTURA, CIÊNCIA, TECNOLOGIA, SAÚDE, MEIO AMBIENTE DOCUMENTO REFERÊNCIA SUGESTÃO Desde os anos 1980, observam-se transformações significativas

Leia mais

PEQUENA CASA DA CRIANÇA

PEQUENA CASA DA CRIANÇA PROJETO REDE EXTENSIVA DE APRENDIZAGEM ENTIDADE BREVE HISTÓRICO DA INSTITUIÇÃO MISSÃO VISÃO VALORES IMPACTO DIAGNÓSTICO DA REGIÃO Pequena Casa da Criança CNPJ: 92.852.953/0001-04 Registrada sob o nº 429

Leia mais

PROGRAMAS DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL RESULTADO DO PROCESSO SELETIVO 2016

PROGRAMAS DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL RESULTADO DO PROCESSO SELETIVO 2016 PROGRAMAS DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL RESULTADO DO PROCESSO SELETIVO 2016 A Divisão de Programas Sociais- DPS tem como objetivo, propor, coordenar, acompanhar e executar Programas e Projetos voltados para

Leia mais

OSMANYR BERNARDO FARIAS POLÍTICAS DE INSERÇÃO INDÍGENA NA UNIVERSIDADE: O SIGNIFICADO DA FORMAÇÃO SUPERIOR PARA OS ÍNDIOS TERENA

OSMANYR BERNARDO FARIAS POLÍTICAS DE INSERÇÃO INDÍGENA NA UNIVERSIDADE: O SIGNIFICADO DA FORMAÇÃO SUPERIOR PARA OS ÍNDIOS TERENA OSMANYR BERNARDO FARIAS POLÍTICAS DE INSERÇÃO INDÍGENA NA UNIVERSIDADE: O SIGNIFICADO DA FORMAÇÃO SUPERIOR PARA OS ÍNDIOS TERENA UNIVERSIDADE CATÓLICA DOM BOSCO CAMPO GRANDE-MS MARÇO 2008 OSMANYR BERNARDO

Leia mais

A Câmara Superior de Ensino do Conselho Universitário da Universidade Federal de Campina Grande, no uso de suas atribuições;

A Câmara Superior de Ensino do Conselho Universitário da Universidade Federal de Campina Grande, no uso de suas atribuições; SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONSELHO UNIVERSITÁRIO CÂMARA SUPERIOR DE ENSINO RESOLUÇÃO Nº 07/2015 Estabelece o número de vagas a serem oferecidas pelo processo seletivo

Leia mais

II FÓRUM CPA Comissão Própria da Avaliação

II FÓRUM CPA Comissão Própria da Avaliação II FÓRUM CPA Comissão Própria da Avaliação 25 de maio de 2016 EIXO 1: PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL Dimensão 8: Planejamento e avaliação Fragilidades Melhorar as reuniões da CPA e reestruturar

Leia mais

FACULDADE EDUCACIONAL ARAUCÁRIA CURSO DE PEDAGOGIA. PORTARIA NORMATIVA 3, de 18 de fevereiro de 2010.

FACULDADE EDUCACIONAL ARAUCÁRIA CURSO DE PEDAGOGIA. PORTARIA NORMATIVA 3, de 18 de fevereiro de 2010. FACULDADE EDUCACIONAL ARAUCÁRIA CURSO DE PEDAGOGIA PORTARIA NORMATIVA 3, de 18 de fevereiro de 2010. Institui as orientações e as atividades aprovadas para a realização da carga horária de Estágio Supervisionado

Leia mais

e educação de jovens e adultos

e educação de jovens e adultos Formação de neoleitores e educação de jovens e adultos Tancredo Maia Filho III Fórum do Plano Nacional do Livro e Leitura III Seminário Internacional de Bibliotecas Públicas e Comunitárias 20 de agosto

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE VIZELA VIZELA Escola sede: ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS DE VIZELA INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DE SOCIOLOGIA

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE VIZELA VIZELA Escola sede: ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS DE VIZELA INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DE SOCIOLOGIA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE VIZELA VIZELA Escola sede: ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS DE VIZELA INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DE SOCIOLOGIA Prova: 344 / 2015 12.º Ano de Escolaridade Formação

Leia mais

Masculinidade na Construção da Saúde do Homem

Masculinidade na Construção da Saúde do Homem UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO INSTITUTO DE SAÚDE COLETIVA CURSO DE GRADUAÇÃO EM SAÚDE COLETIVA Masculinidade na Construção da Saúde do Homem Autores Marianne Cardoso Julio Neuza Cristina Gomes da

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL E A SEXUALIDADE: O OLHAR DO PROFESSOR

EDUCAÇÃO INFANTIL E A SEXUALIDADE: O OLHAR DO PROFESSOR 1 EDUCAÇÃO INFANTIL E A SEXUALIDADE: O OLHAR DO PROFESSOR Laísa Mayda Santos Ferreira Estudante do Curso de Licenciatura em Pedagogia Universidade Federal da Paraíba UFPB Campus IV, laisa_mayda_rb@hotmail.com

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO PERFIL SOCIOECONÔMICO DOS ALUNOS INGRESSANTES CAMPUS BAGÉ 2014 Equipe Responsável: Alice M. Alves Técnica em Assuntos Educacionais Daviane A. de Azevedo Assistente

Leia mais

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. Documento de Apoio: Desagregação das medidas e das tipologias de atividades

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. Documento de Apoio: Desagregação das medidas e das tipologias de atividades Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento Documento de Apoio: Desagregação das medidas e das tipologias de atividades Desagregação das medidas e das tipologias de atividades ESTRATÉGIA NACIONAL

Leia mais