MODELOS PARA PRODUÇÃO DE ESTIMATIVAS DEMOGRÁFICAS PARA BAIRROS E DOMÍNIOS INTRAURBANOS: A EXPERIÊNCIA PARA O MUNICÍPIO DE SÃO PAULO *

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MODELOS PARA PRODUÇÃO DE ESTIMATIVAS DEMOGRÁFICAS PARA BAIRROS E DOMÍNIOS INTRAURBANOS: A EXPERIÊNCIA PARA O MUNICÍPIO DE SÃO PAULO *"

Transcrição

1 MODELOS PARA PRODUÇÃO DE ESTIMATIVAS DEMOGRÁFICAS PARA BAIRROS E DOMÍNIOS INTRAURBANOS: A EXPERIÊNCIA PARA O MUNICÍPIO DE SÃO PAULO * Marcelo Trindate Nadia Pinheiro Dini & Paulo de Martino Jannuzzi # Palavras-chave: Projeções - Estimativas - Pequenas áreas Resumo No contexto de crescente descentralização da ação pública no Brasil, as projeções e estimativas demográficas para pequenas áreas são insumos fundamentais nas atividades de Planejamento Governamental e Monitoramento de Políticas Públicas. Trazem subsídios para elaboração de Planos Diretores Urbanos e de Planos Plurianuais de Investimento, para definições sobre volume e espacialização de investimentos em infra-estrutura, para tomada de decisões quanto à localização de novas escolas e postos de saúde, no planejamento da oferta de transporte e de serviços de coleta de lixo, na simulação de impactos para implantação de linhas de Metrô, shopping centers ou na construção de outro grande projeto urbano. Além disso, projeções populacionais para domínios intramunicipais têm sido, crescentemente, requeridas para permitir o dimensionamento do públicoalvo de programas sociais, bem como seu monitoramento e avaliação, uma vez que constituem o denominador de vários indicadores sociais construídos para esse fim. Este trabalho tem o objetivo de apresentar a metodologia e resultados de estimativas populacionais anuais, para o período de 2001 a 2010, por sexo e grupos etários específicos definidos para o município de São Paulo em cerca de 400 pequenos domínios. Mostra-se como os registros administrativos e estatísticas vitais podem ser úteis, mediante uso de modelos estatísticos, para produção de estimativas demográficas para pequena áreas e trazer subsídios para repensar as hipóteses de crescimento radiocentral que tem orientado a elaboração de projeções populacionais para distritos paulistanos nos últimos anos. A comparação dos resultados da metodologia empregada com as estatísticas educacionais e da saúde parecem corroborar a consistência da metodologia. De fato, o movimento das matrículas escolares parece haver movimento de re-adensamento das áreas mais centrais do municípios; os registros do Programa Saúde da Família também sugerem menor intensidade do crescimento nas áreas mais periféricas do município paulistano. Avaliações mais conclusivas só poderão ser realizadas com a publicação dos primeiros resultados do Censo Demográfico 2010 no final do ano e começo de * Trabalho apresentado no XVII Encontro Nacional de Estudos Populacionais, ABEP, realizado em Caxambú- MG Brasil, de 20 a 24 de setembro de Analista de Projetos da F.SEADE. Estatístico e Mestre em Estudos Populacionais e Pesquisas Sociais pela ENCE/IBGE. & # Gerente de Metodologia e Estatística da F.Seade. Professor da Escola Nacional de Ciências Estatísticas do IBGE. Assessor Técnico da Diretoria Executiva da F.SEADE. Pesquisador CNPq no projeto Projeções projeções de força de trabalho, empregos e ocupações específicas: desenvolvimento metodológico e simulações (Proc /2007-1). 1

2 MODELOS PARA PRODUÇÃO DE ESTIMATIVAS DEMOGRÁFICAS PARA BAIRROS E DOMÍNIOS INTRAURBANOS: A EXPERIÊNCIA PARA O MUNICÍPIO DE SÃO PAULO * 1. INTRODUÇÃO Marcelo Trindate Nadia Pinheiro Dini & Paulo de Martino Jannuzzi # O resgate das atividades de Planejamento Governamental e a crescente descentralização das Políticas Públicas vem tornando cada vez mais importante a produção de projeções populacionais e estimativas demográficas para pequenas áreas como distritos, bairros ou unidades territoriais de planejamento. Os municípios, secretarias de estado e Ministérios vêm requerendo esse tipo de estatística derivada para informar seus processos de alocação de recursos e tomada de decisão sobre dimensão e focalização de públicos-alvo, assim como para construir indicadores de monitoramento dos programas públicos (para os quais o denominador populacional é sempre um dado fundamental). Como discutido em Jannuzzi (2007), as projeções e estimativas são insumos fundamentais para elaboração de Planos Diretores Urbanos e de Planos Plurianuais de Investimento, para definições sobre volume e espacialização de investimentos em infraestrutura, para tomada de decisões quanto à localização de novas escolas e postos de saúde, no planejamento da oferta de transporte e de serviços de coleta de lixo, na simulação de impactos para implantação de linhas de Metrô, shopping centers ou na construção de outro grande projeto urbano. No monitoramento e avaliação de programas sociais na escala infra-municipal, as estimativas e projeções demográficas estão ficando cada vez mais importantes. Por exemplo, para avaliar a efetividade do investimento na oferta de ensino pré-escolar em um município ou para apurar os indicadores preconizados pelo Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica é necessário dispor de estimativas populacionais consistentes para as faixas etárias de 4 a 6 anos e 7 a 14 anos nas diversas regiões e áreas de atendimento potencial das escolas. Para uma Secretaria Municipal de Saúde avaliar a cobertura de campanhas de vacinação, esta precisa de estimativas do número de crianças em faixas etárias específicas, para as diversas áreas de influência e circunscrição dos postos e equipamentos de saúde. Para citar um caso concreto, do Município de São Paulo- delimitação territorial enfocado nesse trabalho- são mais de 300 áreas de abragência escolar e quase 400 para monitoramento e vigilância em * Trabalho apresentado no XVII Encontro Nacional de Estudos Populacionais, ABEP, realizado em Caxambú- MG Brasil, de 20 a 24 de setembro de Analista de Projetos da F.SEADE. Estatístico e Mestre em Estudos Populacionais e Pesquisas Sociais pela ENCE/IBGE. & # Gerente de Metodologia e Estatística da F.Seade. Professor da Escola Nacional de Ciências Estatísticas do IBGE. Assessor Técnico da Diretoria Executiva da F.SEADE. Pesquisador CNPq no projeto Projeções projeções de força de trabalho, empregos e ocupações específicas: desenvolvimento metodológico e simulações (Proc /2007-1). 2

3 saúde pública. Enfim, com a melhoria da qualidade e a informatização dos registros escolares e de saúde, especificados com detalhamento geográfico cada vez maior, os denominadores populacionais devem ser estimados de forma cada vez mais consistente, de forma que os indicadores de monitoramento sejam, de fato, medidas úteis para avaliar e direcionar a ação pública. Para áreas geográficas menores, como distritos ou outras subdivisões espaciais intramunicipais, a confecção de projeções e estimativas populacionais apresenta dificuldades adicionais que condicionam o correto aproveitamento das informações disponíveis para sua elaboração e a precisão de seus resultados. Entre tais dificuldades, duas merecem destaque: a existência de informações com a mesma qualidade e disponibilidade para todas as microáreas estudadas; e a compatibilização das projeções realizadas para diferentes níveis geográficos. Desse modo, a metodologia a ser considerada para projetar ou estimar as populações deve levar em conta tais constrangimentos (BRITO et al. 2007). Este trabalho tem o objetivo de apresentar a metodologia e resultados de estimativas populacionais anuais, para o período de 2001 a 2010, por sexo e grupos etários específicos definidos para o município de São Paulo e cerca de 700 pequenos domínios. Mostra-se como os registros administrativos e estatísticas vitais podem ser úteis, mediante uso de modelos estatísticos, para produção de estimativas demográficas para pequena áreas e trazer subsídios para repensar as hipóteses de crescimento radiocentral que tem orientado a elaboração de projeções populacionais para distritos paulistanos nos últimos anos. Este trabalho resulta de projeto ora em desenvolvimento pela Fundação Seade junto à Secretaria de Planejamento do Município de São Paulo desde Desde então, o projeto envolveu uma série de reuniões, atividades técnicas, curso de capacitação e interlocução com técnicos e dirigentes municipais, com prazo de finalização após o Censo Demográfico 2010, quando a metodologia vai poder ser avaliada- e aprimorada de modo mais completo. Sua apresentação nesse momento justifica-se pela contribuição metodológica trazida e pelos resultados aparentemente consistentes que o modelo vêm produzindo. Além disso, o porte populacional de São Paulo também torna a aplicação aqui apresentada uma alternativa a ser empregada como modelo de estimação populacional em nível municipal para muitos estados brasileiros. O trabalho está estruturado em três seções, que abordam as fases de desenvolvimento do trabalho: primeiramente a definição dos pequenos domínios de projeção; depois, o desenvolvimento do modelo estatístico de estimação e, por fim, a apresentação dos resultados. 2. DIVISÃO DO MUNICÍPIO EM UNIDADES TERRITORIAIS O primeiro passo do trabalho foi o de definir divisões intradistritais, que pudessem contemplar os diferentes interesses da Prefeitura e suas Secretarias. Procurou-se nas diversas secretarias encontrar uma divisão que pudesse ser utilizada e atendesse a mais de um dos demandantes. A Secretaria de Educação trabalha com uma divisão em Setores Educacionais que correspondem a agregados de setores censitários que determinam a área de abrangência de escolas da rede pública. Na Secretaria de Saúde existe a divisão em áreas de abrangência das Unidades Básicas de Saúde UBS. Essa divisão determina a área de atuação da UBS. Na Secretaria do Trabalho existem as Unidades de Desenvolvimento Humano UDH, que delimitam áreas homogêneas do ponto de vista de condições de vida. Na Secretaria de Transportes e órgãos associados, existe a divisão em áreas relacionada à pesquisa de Origem- 3

4 Destino conhecida como Zona OD. Como se percebe são muitas as divisões possíveis. E a partir dessas divisões não foi possível identificar uma comum que permitisse o uso em mais de uma secretaria ou órgão de planejamento. Por esse motivo optou-se pela definição de uma nova divisão com um conjunto maior de pequenas áreas que a maior divisão observada nas secretarias. Dessa forma, por meio de técnicas de georreferenciamento seria possível agregar essas áreas de forma a se obter dados para as áreas desejadas. A unidade mínima de informação para o sistema de referência de pesquisas domiciliares e para censos é o setor censitário. Esta unidade de abrangência é utilizada como pano de fundo da maioria das divisões existentes nas secretarias municipais e se configura como a menor unidade utilizada em análises, por esses motivos será utilizada como unidade básica a partir da qual se formará as unidades territoriais intradistritais de interesse. A partir das oficinas de trabalho realizadas com as Secretarias, optou-se pela divisão intradistrital a partir de metodologia estatística que permitisse encontrar agregados de setores censitários com algumas restrições: população não inferior a habitantes (dados do Censo de 2000); toda a unidade territorial deve pertencer a um único distrito; a unidade territorial deve ser homogênea quanto a características socioeconômicas; a unidade territorial deve ser homogênea quanto à distribuição de sexo e classes de idade que se pretende estimar (dados do Censo de 2000). Para realizar a divisão do município em pequenas áreas com estas restrições foi utilizada a metodologia de análise estatística espacial conhecida como Árvore Geradora Mínima. Esta metodologia se assemelha a uma análise de aglomerados, considerando a distribuição espacial (vizinhança das unidades de análise). Inicialmente todas as unidades territoriais, neste caso setores censitários, são conectadas espacialmente com cada um de seus vizinhos, formando uma árvore de ligações. A partir deste emaranhado de conexões começa a seleção das conexões que privilegiam as unidades mais parecidas, segundo os critérios estabelecidos: é a poda da árvore. Para a determinação dos parecidos foi considerado, do ponto de vista socioeconômico, informações (cargas fatoriais) utilizadas para a geração dos grupos do IPVS Índice Paulista de Vulerabilidade Social - e a distribuição de classes de idade e sexo. Estabeleceu-se que essa distribuição de idade e sexo seria bem desagregada para atender o interesse das diversas secretarias pelas estimativas de várias categorias, especialmente as Secretarias da Educação e Saúde. No entanto, a possibilidades de estimação para todas essas categorias seria avaliado a partir da qualidade da informação utilizada nos modelos estatísticos e de seus resultados. A divisão do município em unidades territoriais -_UT resultou um total de 694 no município de São Paulo. Para esses agregados de setores censitários, a população varia de um mínimo de pouco mais de habitantes a mais de habitantes, no Censo de Em média, os agregados são formados por 19 setores censitários, sendo o menor agregado 1 O distrito de Marsilac corresponde a uma das unidades territoriais e em 2000 possuía pouco mais de habitantes. 4

5 formado por 6 setores censitários e o maior por 48. Essas são as unidades territoriais (UTs) para as quais serão feitas as estimativas de população. Quadro1 Classes de idade e sexo utilizadas para definição das unidades territoriais Classes de Idade Divisão por Sexo Classes de Idade Divisão por Sexo Menos de 1 ano Não 20 a 24 anos Sim 1 ano de idade Não 25 a 29 anos Sim 2 anos de idade Não 30 a 34 anos Sim 3 anos de idade Não 35 a 39 anos Sim 4 anos de idade Não 40 a 44 anos Sim 5 anos de idade Não 45 a 49 anos Sim 6 anos de idade Não 50 a 54 anos Sim 7 anos de idade Não 55 a 59 anos Sim 8 anos de idade Não 60 a 64 anos Sim 9 anos de idade Não 65 a 69 anos Sim 10 anos de idade Sim 70 a 74 anos Sim 11 anos de idade Sim 75 a 79 anos Sim 12 anos de idade Sim 80 anos e mais Sim 13 anos de idade Sim 14 anos de idade Sim 15 anos de idade Sim 16 anos de idade Sim 17 anos de idade Sim 18 anos de idade Sim 19 anos de idade Sim 3. MODELO DE ESTIMAÇÃO PARA UNIDADES TERRITORIAIS De forma geral, as metodologias adequadas a serem utilizadas nesse estudo necessitam de informação auxiliar atual e de informação passada para um instante, de modo que possa ser estabelecida relação entre o total de população e a informação auxiliar, para as unidades territoriais de interesse. Além disso, deve-se ressaltar que somente para 2000 tem-se disponível a informação da população por unidade intradistrital que não derive de projeções ou estimativas, portanto é muito importante contar com as informações auxiliares para esse ano. A figura a seguir representa esquematicamente a estimação dos totais populacionais para as UTs. Figura 1 Esquema de Estimação para s UT s 5

6 UT s UT s 2001 UT s 2002 UT s 2003 no censo 2000 Modelo Informação auxiliar 2000 Inf. Auxiliar 2001 Inf. Auxiliar 2002 Inf. Auxiliar 2003 Breve histórico das informações auxiliares A partir da divisão do município em unidades territoriais intradistritais UTs definidas a partir dos setores censitários e suas características socioeconomômicas e demográficas, procurou-se nas diversas secretarias e órgãos de serviços do município informações auxiliares que pudessem servir de apoio à estimação da população dessas pequenas áreas. Essas informações auxiliares, em geral, referem-se a dados socioeconômicos e deve-se destacar que poucos órgãos possuem-nas no plano de setores censitários para todo o município. Dados, nesse nível de detalhe, para um período tão distante (2000), em alguns casos já até foram descartados dentro dos próprios órgãos. Nas Secretarias municipais, não havia disponibilidade de informações auxiliares desagregadas por setor censitário para os anos de 2000 a Somente as empresas Sabesp e a AES, concessionárias fornecedoras de água e energia elétrica do município de São Paulo, e contatadas pela Fundação Seade dispunham de informações de consumo e número de usuários residenciais para os setores censitários do Município de São Paulo para alguns dos anos do período 2000 a No caso da Sabesp, não foi possível obter informações anteriores a No caso da AES os dados foram disponibilizados para 2000 e de 2003 a 2007 para as divisões de UTs 2. As outras informações auxiliares encontradas correspondem às dos nascimentos e óbitos gerais por setor censitário. Estas estavam parcialmente disponíveis para uso por serem organizadas e trabalhadas pela própria Fundação Seade. Assim, os dados disponíveis são os dos nascimentos e óbitos gerais no período de 2000 a A partir desse pequeno relato percebe-se a grande dificuldade para se conseguir a informação auxiliar, principalmente porque ela deve existir para um ano de Censo e para os subsequentes. A idéia foi trabalhar com as duas fontes de dados com informação para 2000 e 2 As informações não foram disponibilizadas por setor censitário. 6

7 anos subseqüentes: AES e Fundação Seade, e avaliar modelos estatísticos com as variáveis disponíveis. Dados de nascimentos e óbitos gerais Os dados de óbitos gerais e nascimentos são coletados pela Fundação Seade diretamente dos cartórios mensalmente. O trabalho de mapeamento das ocorrências por setores censitários tem sido feito de forma regular. Este trabalho encontra dificuldades associadas ao preenchimento das informações de endereçamento o que impede a localização correta de alguns desses eventos, especialmente aqueles que se encontram em áreas mais vulneráveis. Existe uma diferença entre os casos do total municipal, a soma das ocorrências nos distritos e aquelas mapeadas com confiabilidade para setores censitários. As diferenças entre a soma dos eventos localizados nos setores censitários e o total de eventos no município são grandes, especialmente nos anos iniciais da década. A diferença entre a soma dos casos para os distritos e o total geral é bem menor. No caso do número de nascimentos, essa diferença é cerca de 8% em médio, atingindo patamares superiores a 10% no início da década. No do número de óbitos, esses são menores: 4,5% em média e mais de 8% em meados da década. Esses números evidenciam a fragilidade das informações localizadas por setor censitário, por esse motivo não foi possível utilizar os dados de nascimentos e óbitos a nível de setor censitário. Utilizou-se essa informação por distritos. Dados da AES A concessionária de serviços de energia do município forneceu dados sobre consumo e número de economias residenciais para as 694 UTs. Uma análise preliminar descartou a possibilidade de utilização dos dados de consumo, uma vez que por ocasião do racionamento de energia de 2001, houve uma mudança no padrão de consumo, o que implicou em aumento do número de economias e diminuição do consumo total e médio. Metodologia de estimação dos totais populacionais por UT s A idéia é modelar as proporções da população total do município contidas em cada UT em função de informações auxiliares. O modelo é expresso pelas equações: 7

8 Y Prijt Beta(, (1 )) X E Y e Var Y ln Prijt 1j (1 ) eijt N(0, e ) 2 j N(0, ) onde: j 1jPEijt 2PVjt eijt PE ijt é a proporção de economias residenciais de energia elétrica do ano t, distrito j e UT i PV jt é a proporção do crescimento vegetativo do distrito j no ano t (constante para todas as UTs do distrito) Pr ijt corresponde à proporção de população no ano t, distrito j, UT i Pr jt corresponde à proporção de população no ano t, distrito j é um efeito constante (média geral) 2 é o efeito constante associado à proporção de crescimento vegetativo por distrito 1 j é efeito aleatório associado ao distrito para a variável proporção de economias residenciais de energia elétrica e ijt é um efeito aleatório específico de cada UT. A partir desse modelo são ajustadas as proporções de população segundo UTs 3. Para o ano 2000, para o qual existem informações de proporção de população em cada UT, nascimentos e óbitos, o ajuste se mostrou adequado, a partir da análise dos resíduos (homocedasticidade, inexistência de valores extremos). Ainda, para avaliar se o modelo está adequado, compara-se a previsão pelo modelo e a proporção observada em 2000 (Gráfico 1), salientando-se que as proporções se encontram em torno de uma reta cujo coeficiente angular é 1. 3 Utilizou-se o pacote estatístico SAS versão

9 Gráfico 1 Proporção de População e Previsão, por UTs Município de São Paulo 2000 Uma vez definido o modelo e estabelecidos os coeficientes da equação, a partir das informações auxiliares estimou-se a proporção de população por UT para o período de 2001 a Os resultados apresentados se diferenciam muitíssimo pouco daqueles obtidos pelas projeções para o total do município no período Já quanto aos totais distritais, esse comportamento não se verifica. Observa-se que as diferenças entre o total estimado pelo modelo para os distritos e as projeções aumentam ao longo do tempo, variando entre e habitantes em 2001 e entre e habitantes em Apesar das diferenças entre as taxas de crescimento geométrico estimado e projetado no período, existe uma correlação de aproximadamente 70% entre esses valores. Na maioria dos distritos o movimento evolutivo da população estimada segue o mesmo sentido do movimento projetado, diferenciando-se apenas na velocidade do crescimento ou decrescimento ao longo do tempo. A partir dessas estimativas foi realizada, então, uma revisão das projeções distritais. Algumas modificações foram feitas e assim as estimativas finais para as Uts foram alteradas de forma a manter coerentes as projeções distritais e as estimativas (mesmo total nos distritos e no município). 9

10 Estimação com preservação de estrutura dos totais por sexo, classes de idade e idades específicas nas UTs Uma vez estimado os totais populacionais para cada UT, resta estimar as populações segundo sexo e classes de idade ou idades específicas. Adotou-se, então, uma metodologia que consiste na estimação das celas de uma tabela cruzada, que tenha somente as marginais preenchidas, a partir dos dados de um instante anterior onde se tem a tabela totalmente preenchida. O procedimento utilizado para encontrar os estimadores ótimos utiliza algoritmo recursivo Iteractive Proportional Fitting (IPF) uma vez que não existe uma fórmula fechada para encontrar tal estimador. No nosso caso, a tabela, no instante inicial, contém a distribuição da população por sexo e classe de idade da UT com os dados do Censo de 2000, e o instante seguinte, somente têm-se as marginais da tabela atualizadas por estimativas recentes obtidas por meio de procedimentos como os descritos para a população dos distritos e das UTs. Para a estimação dos valores em 2001 utilizou-se a distribuição conhecida de Em 2002, a distribuição estimada em 2001, e assim sucessivamente. As estimativas foram feitas para cada distrito separadamente, considerando as distribuições proporcionais marginais definidas pelas projeções populacionais. Dessa forma as distribuições por sexo, classes de idade e idades específicas são congruentes. 4. RESULTADOS O modelo adotado dá forte importância à variável proporção de economias residenciais de energia elétrica e apresenta valores diferenciais bastante distintos por distrito ( j ), a tabela e o gráfico a seguir apresentam os coeficientes do modelo. Tabela 1: Coeficientes do modelo de estimação das UTs Coeficiente Descrição Valor Efeito Fixo -7, Efeito Fixo Associado a Proporção de Economias Efeito Fixo Associado a Contribuição do Crescimento Vegetativo 466,27 6,7685 Parelheiros e Lajeado, distritos periféricos, possuem os maiores coeficientes (positivos) associados ao número de economias de energia (distritos 55 e 96), enquanto República(66) e Jardim Paulista(45) apresentam os menores coeficientes. 10

11 Gráfico 2 Efeito Aleatório Associado à Proporção de Economias nos Distritos( j ) Município de São Paulo Para efeito de comparação, foi feita uma análise do comportamento das estimativas no período com as do período Os mapas a seguir apresentam os resultados. Mapa 1 Taxa geométrica de crescimento das unidades territoriais

12 Mapa 2 Taxa geométrica de crescimento das unidades territoriais As taxas de crescimento geométricas anuais observadas para as estimativas revelam um arrefecimento no crescimento da população em todo o município para o período As estimativas apontam também para a redução da evasão de população das regiões centrais do município, fenômeno que ocorreu com bastante impacto na década anterior, e para um menor ritmo de crescimento nas regiões periféricas. A comparação desses resultados com as estatísticas educacionais e da saúde parecem corroborar a consistência da metodologia. De fato, o movimento das matrículas escolares parece haver movimento de readensamento populacional das áreas mais centrais do municípios; os registros do Programa Saúde da Família- nas áreas em que ele se encontra efetivamente cobre- também sugerem menor intensidade do crescimento nas áreas mais periféricas do município paulistano. Avaliações mais conclusivas só poderão ser realizadas com a publicação dos primeiros resultados do Censo Demográfico 2010 no final do ano e começo de CONSIDERAÇÕES FINAIS Como observado na introdução, esse trabalho resulta de projeto em desenvolvimento pela Fundação Seade junto à Secretaria de Planejamento do Município de São Paulo há três anos, tendo envolvido uma série de reuniões, atividades técnicas, curso de capacitação e interlocução com técnicos e dirigentes municipais nos dois últimos anos, com prazo de finalização após o Censo Demográfico 2010, quando a metodologia vai poder ser avaliada- e aprimorada de modo mais completo. A apresentação do modelo nesse texto tem o propósito de apresentar à comunidade de demógrafos uma experiência importante e um tanto inédita de trabalho conjunto de uma instituição produtora de estatística e outra usuária, prática que parece se mostrar 12

13 imprescindível para garantir a incorporação de tendências percebidas pelos agentes municipais e avaliação da consistência das mesmas, quando comparadas com outras fontes e indicações disponíveis. Ademais, a apresentação desse trabalho procura oferecer uma contribuição metodológica à discussão sobre as Metodologias de Projeção e Estimação Demográfica para Municípios e Pequenos Domínios, que parece ganhar maior densidade nos encontros da ABEP e no recém criado -agosto de Grupo técnico do Sistema Integrado de Projeções e Estimativas Populacionais (SIPROJ), pelo IBGE e ANIPES, Associação Nacional das Instituições de Planejamento, Pesquisa e Estatística. Como é largamente conhecido na comunidade demográfica brasileira, o método AiBi é uma das principais técnicas para obtenção de estimativas municipais e inframunicipais no país seja pelo IBGE, seja por outros institutos, com raras exceções- pela dificuldade de se usar modelos mais sofisticados em termos de metodologias e dados disponíveis. Com a melhoria de cobertura e atualização por que vem passando as estatísticas de nascimentos e óbitos pelo país, com o georreferenciamento desses dados em algumas capitas e grandes municípios, com a disponibilização de bases de dados de programas públicos (CadUnico) e de concessionárias de serviços urbanos (de energia, saneamento e gás) e com a constituição do Cadastro Nacional de Endereços para Fins Estatísticos será possível implementar modelos de estimação mais sofisticados e mais intensivo em dados, que permitam incorporar tendências mais recentes e opiniões balizadas de especialistas. Práticas de incorporação de usuários qualificados no processo de elaboração de estimativas populacionais, sobretudo os voltados aos pequenos domínios, como o adotada na experiência relatada, podem levar a produção de resultados mais consistentes ou, pelo menos, mais consensualmente aceitos. Melhores modelos de estimação demográfica permitirão atualização mais periódica e informada de modelos de projeção populacional, reforçando os dois campos de pesquisa aplicada no Brasil. Bibliografia BRITO, L. P. G., CAVENAGHI, S., JANNUZZI, P. Avaliação da precisão de estimativas e projeções populacionais para pequenos domínios: Rio de Janeiro, 2000 e In: XI Encontro Nacional de Estudos Populacionais, Caxambu/MG, Anais..., Belo Horizonte: ABEP, JANNUZZI, P. M. Cenários futuros e projeções populacionais para pequenas áreas:método e aplicação para distritos paulistanos R. bras. Est. Pop., São Paulo, v. 24, n. 1, p , jan./jun NEVES, M. C.; CÂMARA, G.; ASSUNÇÃO, R. M.; FREITAS, C. C. Procedimentos Automáticos e Semi-automáticos de Regionalização por Árvore Geradora Mínima. Disponível em RAO, J. N. K. Small Area Estimation. New Jersey: John Wiley & Sons, p. 13

VOLUME 3. Projeção Demográfica; Projeção de Matrículas, Taxas de Atendimento e Taxas de Transição; Indicadores do Censo Escolar.

VOLUME 3. Projeção Demográfica; Projeção de Matrículas, Taxas de Atendimento e Taxas de Transição; Indicadores do Censo Escolar. VOLUME 3 Projeção Demográfica; Projeção de Matrículas, Taxas de Atendimento e Taxas de Transição; Indicadores do Censo Escolar. 69 PARTE I PROJEÇÃO DEMOGRÁFICA 70 1 Introdução A atualização de projeções

Leia mais

PDR - Critério de classificação de microrregiões

PDR - Critério de classificação de microrregiões PDR - Critério de classificação de microrregiões Na definição deste critério, procurou-se inspiração na metodologia desenvolvida por ocasião da elaboração da Política Nacional de Desenvolvimento Regional

Leia mais

BOLETIM. Produto Interno Bruto paulista continua no patamar de um trilhão de reais

BOLETIM. Produto Interno Bruto paulista continua no patamar de um trilhão de reais patamar de um trilhão Em ano atípico, o PIB do Estado de São apresentou redução real em 2009, mas ampliou sua participação no PIB brasileiro. Em 2009, o PIB, calculado pela Fundação Seade em parceria com

Leia mais

ÍNDICE PAULISTA DE VULNERABILIDADE SOCIAL

ÍNDICE PAULISTA DE VULNERABILIDADE SOCIAL ÍNDICE PAULISTA DE VULNERABILIDADE SOCIAL O Estado de São Paulo, especialmente nos grandes centros urbanos, apresenta enormes desigualdades sociais, com áreas de alto padrão de qualidade de vida e outras

Leia mais

PROJEÇÃO DA POPULAÇÃO DO BRASIL PROJEÇÃO DA POPULAÇÃO DAS UNIDADES DA FEDERAÇÃO POR SEXO E IDADE PARA O PERÍODO 2000/2030

PROJEÇÃO DA POPULAÇÃO DO BRASIL PROJEÇÃO DA POPULAÇÃO DAS UNIDADES DA FEDERAÇÃO POR SEXO E IDADE PARA O PERÍODO 2000/2030 PROJEÇÃO DA POPULAÇÃO DO BRASIL POR SEXO E IDADE PARA O PERÍODO 2000/2060 PROJEÇÃO DA POPULAÇÃO DAS UNIDADES DA FEDERAÇÃO POR SEXO E IDADE PARA O PERÍODO 2000/2030 Agosto de 2013 1 Presidenta da República

Leia mais

Potencial de Geração e Aproveitamento de Rejeito Sólido Hospitalar na Região Oeste do Paraná

Potencial de Geração e Aproveitamento de Rejeito Sólido Hospitalar na Região Oeste do Paraná Potencial de Geração e Aproveitamento de Rejeito Sólido Hospitalar na Região Oeste do Paraná JEBAI, G. T. a, MOREJON, C. F. M. b a. Mestranda do Programa de Mestrado em Ciências Ambientais da Universidade

Leia mais

Relatório Técnico da Palestra: Diagnóstico da Situação Educacional no Espírito Santo

Relatório Técnico da Palestra: Diagnóstico da Situação Educacional no Espírito Santo GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO SECRETARIA DE ESTADO DE ECONOMIA E PLANEJAMENTO SEP INSTITUTO JONES DOS SANTOS NEVES IJSN NOTA TÉCNICA 31 Relatório Técnico da Palestra: Diagnóstico da Situação Educacional

Leia mais

26/4/2012. Inquéritos Populacionais Informações em Saúde. Dados de Inquéritos Populacionais. Principais Características. Principais Características

26/4/2012. Inquéritos Populacionais Informações em Saúde. Dados de Inquéritos Populacionais. Principais Características. Principais Características Inquéritos Populacionais Informações em Saúde Dados de Inquéritos Populacionais Zilda Pereira da Silva Estudos de corte transversal, únicos ou periódicos, onde são coletadas informações das pessoas que

Leia mais

BOLETIM. Fundação Seade participa de evento para disseminar conceitos e esclarecer dúvidas sobre o Catálogo de

BOLETIM. Fundação Seade participa de evento para disseminar conceitos e esclarecer dúvidas sobre o Catálogo de disseminar conceitos O desenvolvimento do aplicativo de coleta de informações, a manutenção e a atualização permanente do CSBD estão sob a responsabilidade da Fundação Seade. Aos órgãos e entidades da

Leia mais

CENSO DEMOGRÁFICO DE 2010: MUDANÇAS METODOLÓGICAS E RESULTADOS PRELIMINARES DO UNIVERSO

CENSO DEMOGRÁFICO DE 2010: MUDANÇAS METODOLÓGICAS E RESULTADOS PRELIMINARES DO UNIVERSO Suzana Cavenaghi José Eustáquio Diniz Alves Escola Nacional de Ciências Estatísticas (ENCE) Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). CENSO DEMOGRÁFICO DE 2010: MUDANÇAS METODOLÓGICAS E RESULTADOS

Leia mais

2º SIMPÓSIO BRASILEIRO DE SAÚDE E AMBIENTE

2º SIMPÓSIO BRASILEIRO DE SAÚDE E AMBIENTE 2º SIMPÓSIO BRASILEIRO DE SAÚDE E AMBIENTE Desenvolvimento, conflitos territoriais e saúde: ciência e movimentos sociais para a justiça ambiental nas políticas públicas Belo Horizonte, MG, 19 a 22 de outubro

Leia mais

Saúde do Idoso 1ª Pesquisa sobre a Saúde e Condições de Vida do Idoso na Cidade do Rio de Janeiro. Ano 2006 1

Saúde do Idoso 1ª Pesquisa sobre a Saúde e Condições de Vida do Idoso na Cidade do Rio de Janeiro. Ano 2006 1 Saúde do Idoso 1ª Pesquisa sobre a Saúde e Condições de Vida do Idoso na Cidade do Rio de Janeiro. Ano 2006 1 Alcides Carneiro 2 Lucia Santos 3 Palavras Chaves: Metodologia científica; análise estatística;

Leia mais

XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO

XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO EPH0339 O ENSINO SUPERIOR NO GOVERNO FHC E SUA DISTRIBUIÇÃO SOBRE O

Leia mais

Saúde. reprodutiva: gravidez, assistência. pré-natal, parto. e baixo peso. ao nascer

Saúde. reprodutiva: gravidez, assistência. pré-natal, parto. e baixo peso. ao nascer 2 Saúde reprodutiva: gravidez, assistência pré-natal, parto e baixo peso ao nascer SAÚDE BRASIL 2004 UMA ANÁLISE DA SITUAÇÃO DE SAÚDE INTRODUÇÃO No Brasil, as questões relativas à saúde reprodutiva têm

Leia mais

Mapa de Oportunidades e de Serviços Públicos para Plano Brasil Sem Miséria: Proposta de construção em rede colaborativa de instituições brasileiras

Mapa de Oportunidades e de Serviços Públicos para Plano Brasil Sem Miséria: Proposta de construção em rede colaborativa de instituições brasileiras Mapa de Oportunidades e de Serviços Públicos para Plano Brasil Sem Miséria: Proposta de construção em rede colaborativa de instituições brasileiras O que é o Mapa de Oportunidades e de Serviços Públicos?

Leia mais

Taxa de analfabetismo

Taxa de analfabetismo B Taxa de analfabetismo B.1................................ 92 Níveis de escolaridade B.2................................ 94 Produto Interno Bruto (PIB) per capita B.3....................... 96 Razão de

Leia mais

INDICADORES SOCIAIS (AULA 1)

INDICADORES SOCIAIS (AULA 1) 1 INDICADORES SOCIAIS (AULA 1) Ernesto Friedrich de Lima Amaral Universidade Federal de Minas Gerais Faculdade de Ciências Humanas e Filosofia ESTRUTURA DO CURSO 2 1. Conceitos básicos relacionados a indicadores

Leia mais

Eixo II - A GESTÃO DO SUAS: VIGILÂNCIA SOCIOASSISTENCIAL, PROCESSOS DE PLANEJAMENTO, MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO

Eixo II - A GESTÃO DO SUAS: VIGILÂNCIA SOCIOASSISTENCIAL, PROCESSOS DE PLANEJAMENTO, MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO Eixo II - A GESTÃO DO SUAS: VIGILÂNCIA SOCIOASSISTENCIAL, PROCESSOS DE PLANEJAMENTO, MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO Evolução da Vigilância Socioassistencial no Brasil e no Município de São Paulo Introdução

Leia mais

QUAIS INSTRUMENTOS SÃO USADOS NO MONITORAMENTO DE PROGRAMAS SOCIAIS?

QUAIS INSTRUMENTOS SÃO USADOS NO MONITORAMENTO DE PROGRAMAS SOCIAIS? COMO SE FAZ NO BRASIL: PRINCIPAIS INSTRUMENTOS DE MONITORAMENTO DE PROGRAMAS SOCIAIS COMO SE FAZ O MONITORAMENTO? O monitoramento de programas envolve as seguintes etapas:» 1ª etapa: Coleta regular de

Leia mais

Sistema Integrado de Pesquisas Domiciliares SIPD. Oitavo fórum com usuários Rio de Janeiro, 09 de julho de 2010

Sistema Integrado de Pesquisas Domiciliares SIPD. Oitavo fórum com usuários Rio de Janeiro, 09 de julho de 2010 Sistema Integrado de Pesquisas Domiciliares SIPD Oitavo fórum com usuários Rio de Janeiro, 09 de julho de 2010 SIPD resposta para as seguintes questões Otimizar recursos frente à demanda crescente Assegurar

Leia mais

Fundação SEADE. www.seade.gov.br

Fundação SEADE. www.seade.gov.br Outubro de 0 N o Monitoramento das metas dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio ODMs Consulte A Fundação Seade disponibilizará, anualmente, as séries históricas do conjunto de indicadores dos ODMs

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA RIO EM DADOS

TERMO DE REFERÊNCIA RIO EM DADOS TERMO DE REFERÊNCIA RIO EM DADOS 1. INTRODUÇÃO O Instituto Municipal de Urbanismo Pereira Passos pretende contratar instituição de pesquisa com a finalidade de produção de análises estatísticas e econômicas

Leia mais

Ficha Técnica dos indicadores de saúde disponibilizados por meio do aplicativo Statplanet. Mortalidade

Ficha Técnica dos indicadores de saúde disponibilizados por meio do aplicativo Statplanet. Mortalidade Secretaria Municipal da Saúde Coordenação de Epidemiologia e Informação - CEInfo Ficha Técnica dos indicadores de saúde disponibilizados por meio do aplicativo Statplanet Mortalidade Taxa ou Coeficiente

Leia mais

1. OUTROS INDICADORES DEMOGRÁFICOS E DE SAÚDE

1. OUTROS INDICADORES DEMOGRÁFICOS E DE SAÚDE 1. OUTROS INDICADORES DEMOGRÁFICOS E DE SAÚDE INDICADORES DE DESNUTRIÇÃO Peso e altura são duas das principais características antropométricas sensíveis às condições de vida e nutrição de crianças e adolescentes

Leia mais

CECAD Consulta Extração Seleção de Informações do CADÚNICO. Caio Nakashima Março 2012

CECAD Consulta Extração Seleção de Informações do CADÚNICO. Caio Nakashima Março 2012 CECAD Consulta Extração Seleção de Informações do CADÚNICO Caio Nakashima Março 2012 Introdução O Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal é o principal instrumento de identificação e seleção

Leia mais

A EXPERIÊNCIA BRASILEIRA NA CONSTRUÇÃO DE UM REGISTRO ÚNICO

A EXPERIÊNCIA BRASILEIRA NA CONSTRUÇÃO DE UM REGISTRO ÚNICO A EXPERIÊNCIA BRASILEIRA NA CONSTRUÇÃO DE UM REGISTRO ÚNICO Com um registro único para programas sociais é possível saber quem são as pessoas mais vulneráveis, suas necessidades e onde elas moram. É possível

Leia mais

Indicadores Sociais na Formulação e Avaliação de Políticas Públicas

Indicadores Sociais na Formulação e Avaliação de Políticas Públicas Indicadores Sociais na Formulação e Avaliação de Políticas Públicas Autor: Paulo de Martino Jannuzzi 1 1 Pontifícia Universidade Católica de Campinas Campinas, SP Brasil 1 Escola Nacional de Ciências Estatísticas

Leia mais

As ações estratégicas relacionadas com a implementação do Sistema Integrado de Pesquisas Domiciliares - SIPD

As ações estratégicas relacionadas com a implementação do Sistema Integrado de Pesquisas Domiciliares - SIPD As ações estratégicas relacionadas com a implementação do Sistema Integrado de Pesquisas Domiciliares - SIPD 6o. Fórum do SIPD Rio de Janeiro, 10 de julho de 2009 SIPD - motivações O SIPD é a resposta

Leia mais

METAS E INDICADORES COMO DEFINIR OS INDICADORES?

METAS E INDICADORES COMO DEFINIR OS INDICADORES? METAS E INDICADORES COMO DEFINIR OS INDICADORES? Os indicadores permitem avaliação do desempenho da instituição, segundo três aspectos relevantes: controle, comunicação e melhoria. (MARTINS & MARINI, 2010,

Leia mais

Quadro da desigualdade em São Paulo

Quadro da desigualdade em São Paulo Quadro da desigualdade em São Paulo CULTURA Acervo de livros infanto-juvenis das bibliotecas municipais per capita Número de livros infanto-juvenis disponíveis em acervos de bibliotecas e pontos de leitura

Leia mais

Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira RESUMO TÉCNICO CENSO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR 2008

Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira RESUMO TÉCNICO CENSO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR 2008 Ministério da Educação Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira RESUMO TÉCNICO CENSO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR 2008 Brasília DF 2009 SUMÁRIO LISTA DE TABELAS... 3 APRESENTAÇÃO...

Leia mais

Programa Nacional de Controle do Tabagismo (PNCT) Tratamento do Tabagismo

Programa Nacional de Controle do Tabagismo (PNCT) Tratamento do Tabagismo Programa Nacional de Controle do Tabagismo (PNCT) Tratamento do Tabagismo O tabagismo é, reconhecidamente, uma doença crônica, resultante da dependência à droga nicotina, e um fator de risco para cerca

Leia mais

RESULTADOS DO ÍNDICE DE VULNERABILIDADE SOCIAL DO PARANÁ - 2010 *

RESULTADOS DO ÍNDICE DE VULNERABILIDADE SOCIAL DO PARANÁ - 2010 * RESULTADOS DO ÍNDICE DE VULNERABILIDADE SOCIAL DO PARANÁ - 2010 * Os resultados aqui apresentados foram extraídos do Atlas da Vulnerabilidade Social nos Municípios Brasileiros, elaborado pelo Instituto

Leia mais

As estimativas recentes para a população infantil no município do Rio de Janeiro e o atendimento na rede escolar municipal

As estimativas recentes para a população infantil no município do Rio de Janeiro e o atendimento na rede escolar municipal ISSN 1984-7203 C O L E Ç Ã O E S T U D O S C A R I O C A S As estimativas recentes para a população infantil no município do Rio de Janeiro e o atendimento na rede escolar municipal Nº 20080701 Julho -

Leia mais

ALOCAÇÃO DE DEMANDA ESCOLAR USANDO TECNOLOGIA SIG

ALOCAÇÃO DE DEMANDA ESCOLAR USANDO TECNOLOGIA SIG ALOCAÇÃO DE DEMANDA ESCOLAR USANDO TECNOLOGIA SIG Daniel da Silva Marques (UFAM) daniel.ufam2009@hotmail.com Caio Ronan Lisboa Pereira (UFAM) caioronan@hotmail.com Almir Lima Caggy (UFAM) almir_kggy@hotmail.com

Leia mais

Pessoas com Deficiência nos Censos Demográficos Brasileiros

Pessoas com Deficiência nos Censos Demográficos Brasileiros Pessoas com Deficiência nos Censos Demográficos Brasileiros Alicia Bercovich IBGE VI Fórum Senado Debate Brasil Convenção da ONU sobre os direitos das pessoas com deficiência Painel 2: Quem são, onde estão,

Leia mais

UniVap - FEAU CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO Prof. Minoru Takatori ESTUDO PRELIMINAR

UniVap - FEAU CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO Prof. Minoru Takatori ESTUDO PRELIMINAR 1 ESTUDO PRELIMINAR OBJETIVOS Analise e avaliação de todas as informações recebidas para seleção e recomendação do partido arquitetônico, podendo eventualmente, apresentar soluções alternativas. Tem como

Leia mais

FUNDO DE PARTICIPAÇÃO DOS MUNICÍPIOS - FPM

FUNDO DE PARTICIPAÇÃO DOS MUNICÍPIOS - FPM FUNDO DE PARTICIPAÇÃO DOS MUNICÍPIOS - FPM PROPOSTA DE UM MODELO DE NOVOS COEFICIENTES DE DISTRIBUIÇÃO DO FPM PARA OS MUNICÍPIOS DO INTERIOR IBGE - Abril/2008 OBJETIVOS Proposta de criação de novos coeficientes

Leia mais

Cadastros Estatísticos de Empresas construídos a partir de Registros Administrativos

Cadastros Estatísticos de Empresas construídos a partir de Registros Administrativos Cadastros Estatísticos de Empresas construídos a partir de Registros Administrativos Maria Luiza B. Zacharias - IBGE, Brasil Segunda Reunião da Conferência de Estatística das Américas da Comissão Econômica

Leia mais

Dados da Nossa Região Projetos 2013-2014

Dados da Nossa Região Projetos 2013-2014 Dados da Nossa Região Projetos 2013-2014 { Rotary Club São Paulo Morumbi Comp. Antonio Limongi Presidente Comp. Claudio Moysés Governador D.4610 Ano rotário 2013-2014 Comp. Helen de Montille Ferreira RCSP

Leia mais

CADASTRO DE LOCALIDADES SELECIONADAS

CADASTRO DE LOCALIDADES SELECIONADAS 1- Introdução CADASTRO DE LOCALIDADES SELECIONADAS As demandas por informações georreferenciadas são cada vez mais freqüentes nos projetos em desenvolvimento no IBGE. A Base Territorial como um projeto

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial Sistema de Gestão Estratégica Brasília - 2010 SUMÁRIO I. APRESENTAÇÃO 3 II. OBJETIVOS DO SGE 4 III. MARCO DO SGE 4 IV. ATORES

Leia mais

Integração de Mapas Temáticos e Dados Censitários

Integração de Mapas Temáticos e Dados Censitários Integração de Mapas Temáticos e Dados Censitários P r o f. Ti a g o B a d r e M a r i n o G e o p r o c e s s a m e n t o D e p a r t a m e n t o d e G e o c i ê n c i a s I n s t i t u t o d e A g r o

Leia mais

2 ASPECTOS DEMOGRÁFICOS

2 ASPECTOS DEMOGRÁFICOS 2 ASPECTOS DEMOGRÁFICOS Neste capítulo se pretende avaliar os movimentos demográficos no município de Ijuí, ao longo do tempo. Os dados que fomentam a análise são dos censos demográficos, no período 1920-2000,

Leia mais

F.19 - Cobertura de coleta de lixo

F.19 - Cobertura de coleta de lixo Comentários sobre os Indicadores de Cobertura até 6 F.19 - Cobertura de coleta de lixo Limitações: Requer informações adicionais sobre as condições de funcionamento (freqüência, assiduidade, volume transportado

Leia mais

PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIAS 1. O CENÁRIO DO SETOR AGROPECUÁRIO BRASILEIRO

PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIAS 1. O CENÁRIO DO SETOR AGROPECUÁRIO BRASILEIRO PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIAS 1. O CENÁRIO DO SETOR AGROPECUÁRIO BRASILEIRO A economia brasileira tem passado por rápidas transformações nos últimos anos. Neste contexto ganham espaço novas concepções, ações

Leia mais

Panorama Municipal. Município: Aliança / PE. Aspectos sociodemográficos. Demografia

Panorama Municipal. Município: Aliança / PE. Aspectos sociodemográficos. Demografia Município: Aliança / PE Aspectos sociodemográficos Demografia A população do município ampliou, entre os Censos Demográficos de 2000 e 2010, à taxa de 0,06% ao ano, passando de 37.188 para 37.415 habitantes.

Leia mais

Taxa de ocupação e. no consumo per capita. As cidades representam demandas. Conexão

Taxa de ocupação e. no consumo per capita. As cidades representam demandas. Conexão 46 Hydro Janeiro 2013 Conexão Taxa de ocupação e o consumo per capita O crescimento da população urbana, o aumento do consumo per capita e a perspectiva de redução da oferta de água impõem a necessidade

Leia mais

Doutoranda: Nadir Blatt

Doutoranda: Nadir Blatt Territórios de Identidade no Estado da Bahia: uma análise crítica da regionalização implantada pela estrutura governamental para definição de políticas públicas, a partir da perspectiva do desenvolvimento

Leia mais

Projeto da Rede Coletora de Esgoto Sanitário. Profª Gersina Nobre

Projeto da Rede Coletora de Esgoto Sanitário. Profª Gersina Nobre Projeto da Rede Coletora de Esgoto Sanitário Profª Gersina Nobre Na elaboração do projeto da rede coletora de esgoto sanitário devem se observadas as seguintes normas da ABNT: NBR 9648 Estudo de concepção

Leia mais

BOLETIM. Taxa de desemprego anual na RMSP é a menor em 20 anos

BOLETIM. Taxa de desemprego anual na RMSP é a menor em 20 anos A taxa média anual de desemprego, na Região Metropolitana de São Paulo RMSP, diminuiu de 11,9% para 10,5%, entre 2010 e 2011, atingindo seu menor valor nos últimos 20 anos. Essa é uma das informações divulgadas

Leia mais

Implantação do Turno Único nas escolas municipais do Rio de Janeiro Autores:

Implantação do Turno Único nas escolas municipais do Rio de Janeiro Autores: Implantação do Turno Único nas escolas municipais do Rio de Janeiro da Silva Introdução O Planejamento Estratégico da Prefeitura prevê que, em 2016, 35% das matrículas estejam em Turno Único. Isto significa

Leia mais

Plataforma IPEA de Pesquisa em Rede

Plataforma IPEA de Pesquisa em Rede Plataforma IPEA de Pesquisa em Rede PESQUISA: PROJEÇÕES MULTIRREGIONAIS DA MÃO DE OBRA QUALIFICADA NO BRASIL TERMO DE REFERÊNCIA (versão 13/04/2012) 1. Título da Pesquisa/Projeto: Projeções multirregionais

Leia mais

Avaliação Econômica. O Processo de Seleção de Diretores nas Escolas Públicas Brasileiras

Avaliação Econômica. O Processo de Seleção de Diretores nas Escolas Públicas Brasileiras Avaliação Econômica O Processo de Seleção de Diretores nas Escolas Públicas Brasileiras Objeto da avaliação: adoção de diferentes mecanismos para a seleção de diretores de escolas públicas brasileiras

Leia mais

Avaliação Econômica. Programa Escola Integrada. Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte

Avaliação Econômica. Programa Escola Integrada. Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte Avaliação Econômica Programa Escola Integrada Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte Criado em 2004, o Programa de Avaliação Econômica de Projetos Sociais, da Fundação Itaú Social, atua em

Leia mais

Aplicação da metodologia definida pela OCDE para o cálculo de população urbana e rural nos municípios do Brasil

Aplicação da metodologia definida pela OCDE para o cálculo de população urbana e rural nos municípios do Brasil Aplicação da metodologia definida pela OCDE para o cálculo de população urbana e rural nos municípios do Brasil G. B. Braga (a), P. C. Remoaldo (b), A. L. C. Fiúza (c), (a) Universidade Federal de Viçosa/Universidade

Leia mais

Fundação Seade. www.seade.gov.br

Fundação Seade. www.seade.gov.br Janeiro de 0 N o 3 PIB municipal: dos 30 maiores municípios do país, localizam-se no Estado de São Paulo Região Metropolitana de São Paulo concentra a metade do PIB do Estado, e a capital paulista responde,

Leia mais

Objetivos. PDI - Plano Diretor de Informática. O que é? Como é feito? Quanto dura sua elaboração? Impactos da não execução do PDI

Objetivos. PDI - Plano Diretor de Informática. O que é? Como é feito? Quanto dura sua elaboração? Impactos da não execução do PDI Objetivos Assegurar que os esforços despendidos na área de informática sejam consistentes com as estratégias, políticas e objetivos da organização como um todo; Proporcionar uma estrutura de serviços na

Leia mais

Plataforma IPEA de Pesquisa em Rede PROJETO: MAPEAMENTO DA VULNERABILIDADE SOCIAL NAS REGIÕES METROPOLITANAS BRASILEIRAS TERMO DE REFERÊNCIA

Plataforma IPEA de Pesquisa em Rede PROJETO: MAPEAMENTO DA VULNERABILIDADE SOCIAL NAS REGIÕES METROPOLITANAS BRASILEIRAS TERMO DE REFERÊNCIA Plataforma IPEA de Pesquisa em Rede PROJETO: MAPEAMENTO DA VULNERABILIDADE SOCIAL NAS REGIÕES METROPOLITANAS BRASILEIRAS TERMO DE REFERÊNCIA 1. Título da Pesquisa/Projeto: Mapeamento da Vulnerabilidade

Leia mais

ELABORAÇÃO DE CENÁRIOS ECONÔMICOS E SOCIAIS. IETS Instituto de Estudos de Trabalho e Sociedade

ELABORAÇÃO DE CENÁRIOS ECONÔMICOS E SOCIAIS. IETS Instituto de Estudos de Trabalho e Sociedade ELABORAÇÃO DE CENÁRIOS ECONÔMICOS E SOCIAIS Uma proposta de trabalho para apresentação ao SESC Serviço Social do Comércio Preparada pelo IETS Instituto de Estudos de Trabalho e Sociedade Maurício Blanco

Leia mais

Acidentes de transportes passam a ser a principal causa de morte não natural do Estado de São Paulo

Acidentes de transportes passam a ser a principal causa de morte não natural do Estado de São Paulo Resenha de Estatísticas Vitais do Estado de São Paulo Ano 10 nº 2 Março 2010 Acidentes de transportes passam a ser a principal causa de morte não natural do Estado de São Paulo Hoje, os acidentes de transporte

Leia mais

A inserção das mulheres nos mercados de trabalho metropolitanos e a desigualdade nos rendimentos

A inserção das mulheres nos mercados de trabalho metropolitanos e a desigualdade nos rendimentos A INSERÇÃO DA MULHER NO MERCADO DE TRABALHO MARÇO 2013 A inserção das mulheres nos mercados de trabalho metropolitanos e a desigualdade nos rendimentos De maneira geral, as mulheres enfrentam grandes dificuldades

Leia mais

NOVA METODOLOGIA DE PROJEÇÃO DA POPULAÇÃO FLUTUANTE

NOVA METODOLOGIA DE PROJEÇÃO DA POPULAÇÃO FLUTUANTE NOVA METODOLOGIA DE PROJEÇÃO DA POPULAÇÃO FLUTUANTE Rute Eduviges Godinho (*) A população residente, ou seja, a que mora nos domicílios ocupados, é registrada nos Censos Demográficos e pode ser conhecida

Leia mais

Desafios para o cumprimento das metas de atendimento em creche no

Desafios para o cumprimento das metas de atendimento em creche no ISSN 2317-9953 SEDE n o 11 Fevereiro 2014 Desafios para o cumprimento das metas de atendimento em creche no Estado de São Paulo utores deste número Maria Paula Ferreira, gerente de Metodologia e Estatística

Leia mais

PROJETO: PRODUTO 3 RELATÓRIO PARCIAL DO DESENVOLVIMENTO E IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES

PROJETO: PRODUTO 3 RELATÓRIO PARCIAL DO DESENVOLVIMENTO E IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES Nome da Empresa: DEPARTAMENTO INTERSINDICAL DE ESTATÍSTICA E ESTUDOS SÓCIO-ECONÔMICOS (DIEESE) PROJETO: PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA BRA/IICA/03/005 PARTICIPAÇÃO SOCIAL NÚMERO DO CONTRATO: 205037 TEMA:

Leia mais

ASPECTOS DA REDE URBANA DO ESTADO DE SÃO PAULO

ASPECTOS DA REDE URBANA DO ESTADO DE SÃO PAULO ASPECTOS DA REDE URBANA DO ESTADO DE SÃO PAULO SIMÃO, Rosycler Cristina Santos Palavras chave: rede urbana; São Paulo; disparidades regionais; Censo Demográfico 2000. Resumo O objetivo do trabalho é mostrar

Leia mais

O QUE ESTÃO FAZENDO OS JOVENS QUE NÃO ESTUDAM, NÃO TRABALHAM E NÃO PROCURAM TRABALHO?

O QUE ESTÃO FAZENDO OS JOVENS QUE NÃO ESTUDAM, NÃO TRABALHAM E NÃO PROCURAM TRABALHO? O QUE ESTÃO FAZENDO OS JOVENS QUE NÃO ESTUDAM, NÃO TRABALHAM E NÃO PROCURAM TRABALHO? Ana Amélia Camarano* Solange Kanso** 1 INTRODUÇÃO As fases da vida são marcadas tanto por eventos biológicos, como

Leia mais

Censo Demográfico 2010. Características Gerais dos Indígenas: Resultados do Universo

Censo Demográfico 2010. Características Gerais dos Indígenas: Resultados do Universo Censo Demográfico 2010 Características Gerais dos Indígenas: Resultados do Universo Rio de Janeiro, 10 de agosto de 2012 Identificação da população indígena nos Censos Demográficos do Brasil 1991 e 2000

Leia mais

DIRETORIA DE PESQUISAS - DPE COORDENAÇÃO DE CONTAS NACIONAIS CONAC. Nova Série do Produto Interno Bruto dos Municípios referência 2002

DIRETORIA DE PESQUISAS - DPE COORDENAÇÃO DE CONTAS NACIONAIS CONAC. Nova Série do Produto Interno Bruto dos Municípios referência 2002 DIRETORIA DE PESQUISAS - DPE COORDENAÇÃO DE CONTAS NACIONAIS CONAC Nova Série do Produto Interno Bruto dos Municípios referência 2002 (versão para informação e comentários) Versão 1 Apresentação O Instituto

Leia mais

Assessoria Técnica de Tecnologia da Informação - ATTI SIGA SAÚDE - BUSINESS INTELLIGENCE BI SIGA-SP. Manual de Orientação

Assessoria Técnica de Tecnologia da Informação - ATTI SIGA SAÚDE - BUSINESS INTELLIGENCE BI SIGA-SP. Manual de Orientação Assessoria Técnica de Tecnologia da Informação - ATTI SIGA SAÚDE - BUSINESS INTELLIGENCE BI SIGA-SP Versão 1 Manual de Orientação Conteúdo 1. Introdução 3 2. Abrangência 4 3. Vagas 5 4. Fila de Espera

Leia mais

Sistema Corporativo de Tele-Medição de Energia Elétrica. Eng. Eduardo Caldas Cardoso ELO Sistemas e Tecnologia eduardo@elotek.com.

Sistema Corporativo de Tele-Medição de Energia Elétrica. Eng. Eduardo Caldas Cardoso ELO Sistemas e Tecnologia eduardo@elotek.com. 21 a 25 de Agosto de 2006 Belo Horizonte - MG Sistema Corporativo de Tele-Medição de Energia Elétrica Eng. Eduardo Caldas Cardoso ELO Sistemas e Tecnologia eduardo@elotek.com.br RESUMO A tele-medição de

Leia mais

PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESIDUOS SOLIDOS URBANOS

PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESIDUOS SOLIDOS URBANOS PREFEITURA MUNICIPAL DE TUCURUÍ PARÁ SECRETARIA MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE DE TUCURUÍ SEMMA / TUCURUÍ PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESIDUOS SOLIDOS URBANOS APRESENTAÇAO O presente documento consolida o diagnóstico

Leia mais

POLÍTICA SOCIAL NO NORDESTE BRASILEIRO: O USO DOS PROGRAMAS DE TRANSFERÊNCIA DE RENDA COM ÊNFASE AO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA (PBF)

POLÍTICA SOCIAL NO NORDESTE BRASILEIRO: O USO DOS PROGRAMAS DE TRANSFERÊNCIA DE RENDA COM ÊNFASE AO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA (PBF) POLÍTICA SOCIAL NO NORDESTE BRASILEIRO: O USO DOS PROGRAMAS DE TRANSFERÊNCIA DE RENDA COM ÊNFASE AO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA (PBF) Márcia Ribeiro de Albuquerque 1 Ana Carolina Alves Gomes 2 A questão das

Leia mais

Eixo Temático ET-04-005 - Gestão Ambiental em Saneamento PROPOSTA DE SANEAMENTO BÁSICO NO MUNICÍPIO DE POMBAL-PB: EM BUSCA DE UMA SAÚDE EQUILIBRADA

Eixo Temático ET-04-005 - Gestão Ambiental em Saneamento PROPOSTA DE SANEAMENTO BÁSICO NO MUNICÍPIO DE POMBAL-PB: EM BUSCA DE UMA SAÚDE EQUILIBRADA 225 Eixo Temático ET-04-005 - Gestão Ambiental em Saneamento PROPOSTA DE SANEAMENTO BÁSICO NO MUNICÍPIO DE POMBAL-PB: EM BUSCA DE UMA SAÚDE EQUILIBRADA Marcos Antônio Lopes do Nascimento¹; Maria Verônica

Leia mais

Evolução demográfica 1950-2010

Evolução demográfica 1950-2010 Evolução demográfica 195-1 37 A estrutura etária da população brasileira em 1 reflete as mudanças ocorridas nos parâmetros demográficos a partir da segunda metade do século XX. Houve declínio rápido dos

Leia mais

Estratégia: Articulação interinstitucional

Estratégia: Articulação interinstitucional CGDIS/DATASUS/SE/MS Antecedentes Sistemas, bases de dados e fontes de informação (saúde e outros setores) Disponibilidade na Internet Limitações: cobertura, qualidade, integração e comparabilidade Uso

Leia mais

11 de maio de 2011. Análise do uso dos Resultados _ Proposta Técnica

11 de maio de 2011. Análise do uso dos Resultados _ Proposta Técnica 11 de maio de 2011 Análise do uso dos Resultados _ Proposta Técnica 1 ANÁLISE DOS RESULTADOS DO SPAECE-ALFA E DAS AVALIAÇÕES DO PRÊMIO ESCOLA NOTA DEZ _ 2ª Etapa 1. INTRODUÇÃO Em 1990, o Sistema de Avaliação

Leia mais

RELATÓRIO 2.1 ESTUDO DE DEMANDAS POR ROTA COMERCIAL

RELATÓRIO 2.1 ESTUDO DE DEMANDAS POR ROTA COMERCIAL 1 RELATÓRIO 2.1 ESTUDO DE DEMANDAS POR ROTA COMERCIAL 2 SUMÁRIO 2.1.1 OBJETIVOS DO RELATÓRIO 5 2.1.2 DISTRIBUIÇÃO DAS DEMANDAS ATUAIS 6 2.1.3 PREVISÃO DAS DEMANDAS FUTURAS POR ROTA / SEDE 15 2.1.4 PREVISÃO

Leia mais

Pesquisa por Amostragem: Política de Divulgação de Estimativas com Baixa Precisão Amostral

Pesquisa por Amostragem: Política de Divulgação de Estimativas com Baixa Precisão Amostral Pesquisa por Amostragem: Política de Divulgação de Estimativas com Baixa Precisão Amostral Nádia Pinheiro Dini 1 Resumo: Nesse artigo, apresentam-se vários fatores que podem ser considerados ao se divulgar

Leia mais

A Tecnologia da Informação e a saúde em Campinas.

A Tecnologia da Informação e a saúde em Campinas. A Tecnologia da Informação e a saúde em Campinas. BENATO, L. Informática dos Municípios Associados (IMA) Resumo Campinas-SP conta com mais de 1 milhão de usuários do SUS, incluindo os munícipes de Campinas

Leia mais

Oficina O Uso dos Sistemas de Informação como Ferramentas de Gestão Local do SUAS

Oficina O Uso dos Sistemas de Informação como Ferramentas de Gestão Local do SUAS Oficina O Uso dos Sistemas de Informação como Ferramentas de Gestão Local do SUAS O Cadastro Único e a Gestão do SUAS: Essa ferramenta auxilia no processo de planejamento das ações socioassistenciais?

Leia mais

A agenda demográfica e de políticas públicas do Estado de São Paulo

A agenda demográfica e de políticas públicas do Estado de São Paulo A agenda demográfica e de políticas públicas do Estado de São Paulo Projeções da Fundação Seade para a trajetória até 2050 indicam que o grupo populacional com mais de 60 anos será triplicado e o com mais

Leia mais

Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento

Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento Marcelo de Paula Neves Lelis Gerente de Projetos Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental Ministério das Cidades Planejamento

Leia mais

Ao dormir, todos somos vulneráveis. William Shakespeare NOTA TÉCNICA. Adma Figueiredo. Eloisa Domingues. Ivete Rodrigues

Ao dormir, todos somos vulneráveis. William Shakespeare NOTA TÉCNICA. Adma Figueiredo. Eloisa Domingues. Ivete Rodrigues Ao dormir, todos somos vulneráveis. William Shakespeare NOTA TÉCNICA Tipologia da Vulnerabilidade Social na Bacia Hidrográfica do São Francisco, Brasil Adma Figueiredo Geógrafa IBGE Eloisa Domingues Geógrafa

Leia mais

TÓPICOS QUE ORIENTAM A JUSTIFICATIVA PARA A DEMANDA (PROINFÂNCIA, CONSTRUÇÃO DE QUADRA COBERTA E COBERTURA DE QUADRA EXISTENTE)

TÓPICOS QUE ORIENTAM A JUSTIFICATIVA PARA A DEMANDA (PROINFÂNCIA, CONSTRUÇÃO DE QUADRA COBERTA E COBERTURA DE QUADRA EXISTENTE) TÓPICOS QUE ORIENTAM A JUSTIFICATIVA PARA A DEMANDA (PROINFÂNCIA, CONSTRUÇÃO DE QUADRA COBERTA E COBERTURA DE QUADRA EXISTENTE) 1. Conceito Trata-se de elaboração de documento que busca demonstrar a necessidade

Leia mais

Diminui a mortalidade por Aids no Estado de São Paulo

Diminui a mortalidade por Aids no Estado de São Paulo Diminui a mortalidade por Aids no Estado de São Paulo Em 2012, ocorreram 2.767 óbitos por Aids no Estado de São Paulo, o que representa importante queda em relação ao pico observado em 1995 (7.739). A

Leia mais

Cenários Econômicos e Demográficos

Cenários Econômicos e Demográficos 1 Cenários Econômicos e Demográficos Neste capítulo apresentamos os cenários prováveis nos quesitos que influenciam diretamente a política habitacional, em especial os cenários tendenciais de desenvolvimento

Leia mais

Cartilha REGISTROS DE CÂNCER E O RHC DO HAJ

Cartilha REGISTROS DE CÂNCER E O RHC DO HAJ Cartilha REGISTROS DE CÂNCER E O RHC DO HAJ O que é um registro de câncer? -Centro de coleta, armazenamento, processamento e análise - de forma sistemática e contínua - de informações (dados) sobre pacientes

Leia mais

PESQUISA DE MERCADO JÓIAS, FOLHEADOS E BIJUTERIAS

PESQUISA DE MERCADO JÓIAS, FOLHEADOS E BIJUTERIAS PESQUISA DE MERCADO JÓIAS, FOLHEADOS E BIJUTERIAS AGENDA Metodologia Dados Secundários Dados Primários Comentários, Sugestões e Críticas das Empresas Considerações Finais TRABALHO DE CAMPO PASSO A PASSO

Leia mais

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE SECRETARIA DE RECURSOS HÍDRICOS E AMBIENTE URBANO Chamamento para a Elaboração de Acordo Setorial para a Implantação de Sistema de Logística Reversa de Produtos Eletroeletrônicos

Leia mais

AVALIAÇÃO DA BALNEABILIDADE DAS PRAIAS DO MUNICÍPIO DE SANTOS/SP NOS ÚLTIMOS DEZ ANOS

AVALIAÇÃO DA BALNEABILIDADE DAS PRAIAS DO MUNICÍPIO DE SANTOS/SP NOS ÚLTIMOS DEZ ANOS Revista Ceciliana Jun 4(1): 55-59, 2012 - Universidade Santa Cecília Disponível online em http://www.unisanta.br/revistaceciliana AVALIAÇÃO DA BALNEABILIDADE DAS PRAIAS DO MUNICÍPIO DE SANTOS/SP NOS ÚLTIMOS

Leia mais

Autor(es) MARIANA APARECIDA RODRIGUES. Co-Autor(es) MARCIA ALVES DE MATOS MARIANA RODRIGUES UBICES. Orientador(es) ANGELA MARCIA FOSSA. 1.

Autor(es) MARIANA APARECIDA RODRIGUES. Co-Autor(es) MARCIA ALVES DE MATOS MARIANA RODRIGUES UBICES. Orientador(es) ANGELA MARCIA FOSSA. 1. 7º Simpósio de Ensino de Graduação AVALIAÇÃO DO RISCO PARA MORTALIDADE PÓS-NEONATAL EM UMA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE DE PIRACICABA, INTERIOR DO ESTADO DE SÃO PAULO Autor(es) MARIANA APARECIDA RODRIGUES Co-Autor(es)

Leia mais

F.13 Cobertura vacinal

F.13 Cobertura vacinal F.13 Cobertura vacinal Trata-se de um conjunto de 8 indicadores que avaliam a cobertura vacinal em menores de um ano para as seguintes doenças: hepatite B, sarampo, rubéola, caxumba, difteria, tétano,

Leia mais

Uma Análise dos Determinantes da Focalização do Programa Bolsa Família

Uma Análise dos Determinantes da Focalização do Programa Bolsa Família Uma Análise dos Determinantes da Focalização do Programa Bolsa Família BRASÍLIA-DF Março, 2013 Introdução Motivação Revisão de Literatura Metodologia Resultados Considerações Finais 2 Introdução Transferência

Leia mais

Tabela 1. Tema Dado Atributo Fonte

Tabela 1. Tema Dado Atributo Fonte Tabela 1 Tema Dado Atributo Fonte 1. Base Cartográfica Básica a. Limites municipais b. Limites Distritais c. Localidades d. Rodovias e Ferrovias d. Rodovias e Ferrovias e. Linhas de Transmissão f. Estações

Leia mais

A Importância da Elaboração dos Inventários de Emissões de Gases de Efeito Estufa nas Capitais Brasileiras

A Importância da Elaboração dos Inventários de Emissões de Gases de Efeito Estufa nas Capitais Brasileiras A Importância da Elaboração dos Inventários de Emissões de Gases de Efeito Estufa nas Capitais Brasileiras Emilio Lèbre La Rovere Coordenador, CentroClima/LIMA/PPE/COPPE/UFRJ 2º Encontro dos Secretários

Leia mais

GESTÃO ESTADUAL DE RESÍDUOS

GESTÃO ESTADUAL DE RESÍDUOS GESTÃO ESTADUAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS DESAFIOS E PERSPECTIVAS SETEMBRO, 2014 INSTRUMENTOS LEGAIS RELACIONADOS À CONSTRUÇÃO DA POLÍTICA E DO PLANO DE RESÍDUOS SÓLIDOS Lei n. 12.305/2010 POLÍTICA NACIONAL

Leia mais

O MAIS COMPLETO SISTEMA DE MONITORAMENTO E ANÁLISE DO MERCADO BRASILEIRO DA CONSTRUÇÃO!

O MAIS COMPLETO SISTEMA DE MONITORAMENTO E ANÁLISE DO MERCADO BRASILEIRO DA CONSTRUÇÃO! O MAIS COMPLETO SISTEMA DE MONITORAMENTO E ANÁLISE DO MERCADO BRASILEIRO DA CONSTRUÇÃO! A evolução da indústria da construção civil A indústria da construção civil evoluiu, assumiu um papel importante

Leia mais

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prefeitura Municipal de Cachoeiro de Itapemirim - ES PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Introdução O Programa Municipal de Educação Ambiental estabelece diretrizes, objetivos, potenciais participantes, linhas

Leia mais

Educação baseada em evidências

Educação baseada em evidências Educação baseada em evidências Textos para discussão Resultados do ENEM 2013 Texto 2015-01 Abril 2015 APRESENTAÇÃO Textos para discussão do apresentam dados, análise e evidências para informar o público

Leia mais