MODELOS PARA PRODUÇÃO DE ESTIMATIVAS DEMOGRÁFICAS PARA BAIRROS E DOMÍNIOS INTRAURBANOS: A EXPERIÊNCIA PARA O MUNICÍPIO DE SÃO PAULO *

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1 MODELOS PARA PRODUÇÃO DE ESTIMATIVAS DEMOGRÁFICAS PARA BAIRROS E DOMÍNIOS INTRAURBANOS: A EXPERIÊNCIA PARA O MUNICÍPIO DE SÃO PAULO * Marcelo Trindate Nadia Pinheiro Dini & Paulo de Martino Jannuzzi # Palavras-chave: Projeções - Estimativas - Pequenas áreas Resumo No contexto de crescente descentralização da ação pública no Brasil, as projeções e estimativas demográficas para pequenas áreas são insumos fundamentais nas atividades de Planejamento Governamental e Monitoramento de Políticas Públicas. Trazem subsídios para elaboração de Planos Diretores Urbanos e de Planos Plurianuais de Investimento, para definições sobre volume e espacialização de investimentos em infra-estrutura, para tomada de decisões quanto à localização de novas escolas e postos de saúde, no planejamento da oferta de transporte e de serviços de coleta de lixo, na simulação de impactos para implantação de linhas de Metrô, shopping centers ou na construção de outro grande projeto urbano. Além disso, projeções populacionais para domínios intramunicipais têm sido, crescentemente, requeridas para permitir o dimensionamento do públicoalvo de programas sociais, bem como seu monitoramento e avaliação, uma vez que constituem o denominador de vários indicadores sociais construídos para esse fim. Este trabalho tem o objetivo de apresentar a metodologia e resultados de estimativas populacionais anuais, para o período de 2001 a 2010, por sexo e grupos etários específicos definidos para o município de São Paulo em cerca de 400 pequenos domínios. Mostra-se como os registros administrativos e estatísticas vitais podem ser úteis, mediante uso de modelos estatísticos, para produção de estimativas demográficas para pequena áreas e trazer subsídios para repensar as hipóteses de crescimento radiocentral que tem orientado a elaboração de projeções populacionais para distritos paulistanos nos últimos anos. A comparação dos resultados da metodologia empregada com as estatísticas educacionais e da saúde parecem corroborar a consistência da metodologia. De fato, o movimento das matrículas escolares parece haver movimento de re-adensamento das áreas mais centrais do municípios; os registros do Programa Saúde da Família também sugerem menor intensidade do crescimento nas áreas mais periféricas do município paulistano. Avaliações mais conclusivas só poderão ser realizadas com a publicação dos primeiros resultados do Censo Demográfico 2010 no final do ano e começo de * Trabalho apresentado no XVII Encontro Nacional de Estudos Populacionais, ABEP, realizado em Caxambú- MG Brasil, de 20 a 24 de setembro de Analista de Projetos da F.SEADE. Estatístico e Mestre em Estudos Populacionais e Pesquisas Sociais pela ENCE/IBGE. & # Gerente de Metodologia e Estatística da F.Seade. Professor da Escola Nacional de Ciências Estatísticas do IBGE. Assessor Técnico da Diretoria Executiva da F.SEADE. Pesquisador CNPq no projeto Projeções projeções de força de trabalho, empregos e ocupações específicas: desenvolvimento metodológico e simulações (Proc /2007-1). 1

2 MODELOS PARA PRODUÇÃO DE ESTIMATIVAS DEMOGRÁFICAS PARA BAIRROS E DOMÍNIOS INTRAURBANOS: A EXPERIÊNCIA PARA O MUNICÍPIO DE SÃO PAULO * 1. INTRODUÇÃO Marcelo Trindate Nadia Pinheiro Dini & Paulo de Martino Jannuzzi # O resgate das atividades de Planejamento Governamental e a crescente descentralização das Políticas Públicas vem tornando cada vez mais importante a produção de projeções populacionais e estimativas demográficas para pequenas áreas como distritos, bairros ou unidades territoriais de planejamento. Os municípios, secretarias de estado e Ministérios vêm requerendo esse tipo de estatística derivada para informar seus processos de alocação de recursos e tomada de decisão sobre dimensão e focalização de públicos-alvo, assim como para construir indicadores de monitoramento dos programas públicos (para os quais o denominador populacional é sempre um dado fundamental). Como discutido em Jannuzzi (2007), as projeções e estimativas são insumos fundamentais para elaboração de Planos Diretores Urbanos e de Planos Plurianuais de Investimento, para definições sobre volume e espacialização de investimentos em infraestrutura, para tomada de decisões quanto à localização de novas escolas e postos de saúde, no planejamento da oferta de transporte e de serviços de coleta de lixo, na simulação de impactos para implantação de linhas de Metrô, shopping centers ou na construção de outro grande projeto urbano. No monitoramento e avaliação de programas sociais na escala infra-municipal, as estimativas e projeções demográficas estão ficando cada vez mais importantes. Por exemplo, para avaliar a efetividade do investimento na oferta de ensino pré-escolar em um município ou para apurar os indicadores preconizados pelo Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica é necessário dispor de estimativas populacionais consistentes para as faixas etárias de 4 a 6 anos e 7 a 14 anos nas diversas regiões e áreas de atendimento potencial das escolas. Para uma Secretaria Municipal de Saúde avaliar a cobertura de campanhas de vacinação, esta precisa de estimativas do número de crianças em faixas etárias específicas, para as diversas áreas de influência e circunscrição dos postos e equipamentos de saúde. Para citar um caso concreto, do Município de São Paulo- delimitação territorial enfocado nesse trabalho- são mais de 300 áreas de abragência escolar e quase 400 para monitoramento e vigilância em * Trabalho apresentado no XVII Encontro Nacional de Estudos Populacionais, ABEP, realizado em Caxambú- MG Brasil, de 20 a 24 de setembro de Analista de Projetos da F.SEADE. Estatístico e Mestre em Estudos Populacionais e Pesquisas Sociais pela ENCE/IBGE. & # Gerente de Metodologia e Estatística da F.Seade. Professor da Escola Nacional de Ciências Estatísticas do IBGE. Assessor Técnico da Diretoria Executiva da F.SEADE. Pesquisador CNPq no projeto Projeções projeções de força de trabalho, empregos e ocupações específicas: desenvolvimento metodológico e simulações (Proc /2007-1). 2

3 saúde pública. Enfim, com a melhoria da qualidade e a informatização dos registros escolares e de saúde, especificados com detalhamento geográfico cada vez maior, os denominadores populacionais devem ser estimados de forma cada vez mais consistente, de forma que os indicadores de monitoramento sejam, de fato, medidas úteis para avaliar e direcionar a ação pública. Para áreas geográficas menores, como distritos ou outras subdivisões espaciais intramunicipais, a confecção de projeções e estimativas populacionais apresenta dificuldades adicionais que condicionam o correto aproveitamento das informações disponíveis para sua elaboração e a precisão de seus resultados. Entre tais dificuldades, duas merecem destaque: a existência de informações com a mesma qualidade e disponibilidade para todas as microáreas estudadas; e a compatibilização das projeções realizadas para diferentes níveis geográficos. Desse modo, a metodologia a ser considerada para projetar ou estimar as populações deve levar em conta tais constrangimentos (BRITO et al. 2007). Este trabalho tem o objetivo de apresentar a metodologia e resultados de estimativas populacionais anuais, para o período de 2001 a 2010, por sexo e grupos etários específicos definidos para o município de São Paulo e cerca de 700 pequenos domínios. Mostra-se como os registros administrativos e estatísticas vitais podem ser úteis, mediante uso de modelos estatísticos, para produção de estimativas demográficas para pequena áreas e trazer subsídios para repensar as hipóteses de crescimento radiocentral que tem orientado a elaboração de projeções populacionais para distritos paulistanos nos últimos anos. Este trabalho resulta de projeto ora em desenvolvimento pela Fundação Seade junto à Secretaria de Planejamento do Município de São Paulo desde Desde então, o projeto envolveu uma série de reuniões, atividades técnicas, curso de capacitação e interlocução com técnicos e dirigentes municipais, com prazo de finalização após o Censo Demográfico 2010, quando a metodologia vai poder ser avaliada- e aprimorada de modo mais completo. Sua apresentação nesse momento justifica-se pela contribuição metodológica trazida e pelos resultados aparentemente consistentes que o modelo vêm produzindo. Além disso, o porte populacional de São Paulo também torna a aplicação aqui apresentada uma alternativa a ser empregada como modelo de estimação populacional em nível municipal para muitos estados brasileiros. O trabalho está estruturado em três seções, que abordam as fases de desenvolvimento do trabalho: primeiramente a definição dos pequenos domínios de projeção; depois, o desenvolvimento do modelo estatístico de estimação e, por fim, a apresentação dos resultados. 2. DIVISÃO DO MUNICÍPIO EM UNIDADES TERRITORIAIS O primeiro passo do trabalho foi o de definir divisões intradistritais, que pudessem contemplar os diferentes interesses da Prefeitura e suas Secretarias. Procurou-se nas diversas secretarias encontrar uma divisão que pudesse ser utilizada e atendesse a mais de um dos demandantes. A Secretaria de Educação trabalha com uma divisão em Setores Educacionais que correspondem a agregados de setores censitários que determinam a área de abrangência de escolas da rede pública. Na Secretaria de Saúde existe a divisão em áreas de abrangência das Unidades Básicas de Saúde UBS. Essa divisão determina a área de atuação da UBS. Na Secretaria do Trabalho existem as Unidades de Desenvolvimento Humano UDH, que delimitam áreas homogêneas do ponto de vista de condições de vida. Na Secretaria de Transportes e órgãos associados, existe a divisão em áreas relacionada à pesquisa de Origem- 3

4 Destino conhecida como Zona OD. Como se percebe são muitas as divisões possíveis. E a partir dessas divisões não foi possível identificar uma comum que permitisse o uso em mais de uma secretaria ou órgão de planejamento. Por esse motivo optou-se pela definição de uma nova divisão com um conjunto maior de pequenas áreas que a maior divisão observada nas secretarias. Dessa forma, por meio de técnicas de georreferenciamento seria possível agregar essas áreas de forma a se obter dados para as áreas desejadas. A unidade mínima de informação para o sistema de referência de pesquisas domiciliares e para censos é o setor censitário. Esta unidade de abrangência é utilizada como pano de fundo da maioria das divisões existentes nas secretarias municipais e se configura como a menor unidade utilizada em análises, por esses motivos será utilizada como unidade básica a partir da qual se formará as unidades territoriais intradistritais de interesse. A partir das oficinas de trabalho realizadas com as Secretarias, optou-se pela divisão intradistrital a partir de metodologia estatística que permitisse encontrar agregados de setores censitários com algumas restrições: população não inferior a habitantes (dados do Censo de 2000); toda a unidade territorial deve pertencer a um único distrito; a unidade territorial deve ser homogênea quanto a características socioeconômicas; a unidade territorial deve ser homogênea quanto à distribuição de sexo e classes de idade que se pretende estimar (dados do Censo de 2000). Para realizar a divisão do município em pequenas áreas com estas restrições foi utilizada a metodologia de análise estatística espacial conhecida como Árvore Geradora Mínima. Esta metodologia se assemelha a uma análise de aglomerados, considerando a distribuição espacial (vizinhança das unidades de análise). Inicialmente todas as unidades territoriais, neste caso setores censitários, são conectadas espacialmente com cada um de seus vizinhos, formando uma árvore de ligações. A partir deste emaranhado de conexões começa a seleção das conexões que privilegiam as unidades mais parecidas, segundo os critérios estabelecidos: é a poda da árvore. Para a determinação dos parecidos foi considerado, do ponto de vista socioeconômico, informações (cargas fatoriais) utilizadas para a geração dos grupos do IPVS Índice Paulista de Vulerabilidade Social - e a distribuição de classes de idade e sexo. Estabeleceu-se que essa distribuição de idade e sexo seria bem desagregada para atender o interesse das diversas secretarias pelas estimativas de várias categorias, especialmente as Secretarias da Educação e Saúde. No entanto, a possibilidades de estimação para todas essas categorias seria avaliado a partir da qualidade da informação utilizada nos modelos estatísticos e de seus resultados. A divisão do município em unidades territoriais -_UT resultou um total de 694 no município de São Paulo. Para esses agregados de setores censitários, a população varia de um mínimo de pouco mais de habitantes a mais de habitantes, no Censo de Em média, os agregados são formados por 19 setores censitários, sendo o menor agregado 1 O distrito de Marsilac corresponde a uma das unidades territoriais e em 2000 possuía pouco mais de habitantes. 4

5 formado por 6 setores censitários e o maior por 48. Essas são as unidades territoriais (UTs) para as quais serão feitas as estimativas de população. Quadro1 Classes de idade e sexo utilizadas para definição das unidades territoriais Classes de Idade Divisão por Sexo Classes de Idade Divisão por Sexo Menos de 1 ano Não 20 a 24 anos Sim 1 ano de idade Não 25 a 29 anos Sim 2 anos de idade Não 30 a 34 anos Sim 3 anos de idade Não 35 a 39 anos Sim 4 anos de idade Não 40 a 44 anos Sim 5 anos de idade Não 45 a 49 anos Sim 6 anos de idade Não 50 a 54 anos Sim 7 anos de idade Não 55 a 59 anos Sim 8 anos de idade Não 60 a 64 anos Sim 9 anos de idade Não 65 a 69 anos Sim 10 anos de idade Sim 70 a 74 anos Sim 11 anos de idade Sim 75 a 79 anos Sim 12 anos de idade Sim 80 anos e mais Sim 13 anos de idade Sim 14 anos de idade Sim 15 anos de idade Sim 16 anos de idade Sim 17 anos de idade Sim 18 anos de idade Sim 19 anos de idade Sim 3. MODELO DE ESTIMAÇÃO PARA UNIDADES TERRITORIAIS De forma geral, as metodologias adequadas a serem utilizadas nesse estudo necessitam de informação auxiliar atual e de informação passada para um instante, de modo que possa ser estabelecida relação entre o total de população e a informação auxiliar, para as unidades territoriais de interesse. Além disso, deve-se ressaltar que somente para 2000 tem-se disponível a informação da população por unidade intradistrital que não derive de projeções ou estimativas, portanto é muito importante contar com as informações auxiliares para esse ano. A figura a seguir representa esquematicamente a estimação dos totais populacionais para as UTs. Figura 1 Esquema de Estimação para s UT s 5

6 UT s UT s 2001 UT s 2002 UT s 2003 no censo 2000 Modelo Informação auxiliar 2000 Inf. Auxiliar 2001 Inf. Auxiliar 2002 Inf. Auxiliar 2003 Breve histórico das informações auxiliares A partir da divisão do município em unidades territoriais intradistritais UTs definidas a partir dos setores censitários e suas características socioeconomômicas e demográficas, procurou-se nas diversas secretarias e órgãos de serviços do município informações auxiliares que pudessem servir de apoio à estimação da população dessas pequenas áreas. Essas informações auxiliares, em geral, referem-se a dados socioeconômicos e deve-se destacar que poucos órgãos possuem-nas no plano de setores censitários para todo o município. Dados, nesse nível de detalhe, para um período tão distante (2000), em alguns casos já até foram descartados dentro dos próprios órgãos. Nas Secretarias municipais, não havia disponibilidade de informações auxiliares desagregadas por setor censitário para os anos de 2000 a Somente as empresas Sabesp e a AES, concessionárias fornecedoras de água e energia elétrica do município de São Paulo, e contatadas pela Fundação Seade dispunham de informações de consumo e número de usuários residenciais para os setores censitários do Município de São Paulo para alguns dos anos do período 2000 a No caso da Sabesp, não foi possível obter informações anteriores a No caso da AES os dados foram disponibilizados para 2000 e de 2003 a 2007 para as divisões de UTs 2. As outras informações auxiliares encontradas correspondem às dos nascimentos e óbitos gerais por setor censitário. Estas estavam parcialmente disponíveis para uso por serem organizadas e trabalhadas pela própria Fundação Seade. Assim, os dados disponíveis são os dos nascimentos e óbitos gerais no período de 2000 a A partir desse pequeno relato percebe-se a grande dificuldade para se conseguir a informação auxiliar, principalmente porque ela deve existir para um ano de Censo e para os subsequentes. A idéia foi trabalhar com as duas fontes de dados com informação para 2000 e 2 As informações não foram disponibilizadas por setor censitário. 6

7 anos subseqüentes: AES e Fundação Seade, e avaliar modelos estatísticos com as variáveis disponíveis. Dados de nascimentos e óbitos gerais Os dados de óbitos gerais e nascimentos são coletados pela Fundação Seade diretamente dos cartórios mensalmente. O trabalho de mapeamento das ocorrências por setores censitários tem sido feito de forma regular. Este trabalho encontra dificuldades associadas ao preenchimento das informações de endereçamento o que impede a localização correta de alguns desses eventos, especialmente aqueles que se encontram em áreas mais vulneráveis. Existe uma diferença entre os casos do total municipal, a soma das ocorrências nos distritos e aquelas mapeadas com confiabilidade para setores censitários. As diferenças entre a soma dos eventos localizados nos setores censitários e o total de eventos no município são grandes, especialmente nos anos iniciais da década. A diferença entre a soma dos casos para os distritos e o total geral é bem menor. No caso do número de nascimentos, essa diferença é cerca de 8% em médio, atingindo patamares superiores a 10% no início da década. No do número de óbitos, esses são menores: 4,5% em média e mais de 8% em meados da década. Esses números evidenciam a fragilidade das informações localizadas por setor censitário, por esse motivo não foi possível utilizar os dados de nascimentos e óbitos a nível de setor censitário. Utilizou-se essa informação por distritos. Dados da AES A concessionária de serviços de energia do município forneceu dados sobre consumo e número de economias residenciais para as 694 UTs. Uma análise preliminar descartou a possibilidade de utilização dos dados de consumo, uma vez que por ocasião do racionamento de energia de 2001, houve uma mudança no padrão de consumo, o que implicou em aumento do número de economias e diminuição do consumo total e médio. Metodologia de estimação dos totais populacionais por UT s A idéia é modelar as proporções da população total do município contidas em cada UT em função de informações auxiliares. O modelo é expresso pelas equações: 7

8 Y Prijt Beta(, (1 )) X E Y e Var Y ln Prijt 1j (1 ) eijt N(0, e ) 2 j N(0, ) onde: j 1jPEijt 2PVjt eijt PE ijt é a proporção de economias residenciais de energia elétrica do ano t, distrito j e UT i PV jt é a proporção do crescimento vegetativo do distrito j no ano t (constante para todas as UTs do distrito) Pr ijt corresponde à proporção de população no ano t, distrito j, UT i Pr jt corresponde à proporção de população no ano t, distrito j é um efeito constante (média geral) 2 é o efeito constante associado à proporção de crescimento vegetativo por distrito 1 j é efeito aleatório associado ao distrito para a variável proporção de economias residenciais de energia elétrica e ijt é um efeito aleatório específico de cada UT. A partir desse modelo são ajustadas as proporções de população segundo UTs 3. Para o ano 2000, para o qual existem informações de proporção de população em cada UT, nascimentos e óbitos, o ajuste se mostrou adequado, a partir da análise dos resíduos (homocedasticidade, inexistência de valores extremos). Ainda, para avaliar se o modelo está adequado, compara-se a previsão pelo modelo e a proporção observada em 2000 (Gráfico 1), salientando-se que as proporções se encontram em torno de uma reta cujo coeficiente angular é 1. 3 Utilizou-se o pacote estatístico SAS versão

9 Gráfico 1 Proporção de População e Previsão, por UTs Município de São Paulo 2000 Uma vez definido o modelo e estabelecidos os coeficientes da equação, a partir das informações auxiliares estimou-se a proporção de população por UT para o período de 2001 a Os resultados apresentados se diferenciam muitíssimo pouco daqueles obtidos pelas projeções para o total do município no período Já quanto aos totais distritais, esse comportamento não se verifica. Observa-se que as diferenças entre o total estimado pelo modelo para os distritos e as projeções aumentam ao longo do tempo, variando entre e habitantes em 2001 e entre e habitantes em Apesar das diferenças entre as taxas de crescimento geométrico estimado e projetado no período, existe uma correlação de aproximadamente 70% entre esses valores. Na maioria dos distritos o movimento evolutivo da população estimada segue o mesmo sentido do movimento projetado, diferenciando-se apenas na velocidade do crescimento ou decrescimento ao longo do tempo. A partir dessas estimativas foi realizada, então, uma revisão das projeções distritais. Algumas modificações foram feitas e assim as estimativas finais para as Uts foram alteradas de forma a manter coerentes as projeções distritais e as estimativas (mesmo total nos distritos e no município). 9

10 Estimação com preservação de estrutura dos totais por sexo, classes de idade e idades específicas nas UTs Uma vez estimado os totais populacionais para cada UT, resta estimar as populações segundo sexo e classes de idade ou idades específicas. Adotou-se, então, uma metodologia que consiste na estimação das celas de uma tabela cruzada, que tenha somente as marginais preenchidas, a partir dos dados de um instante anterior onde se tem a tabela totalmente preenchida. O procedimento utilizado para encontrar os estimadores ótimos utiliza algoritmo recursivo Iteractive Proportional Fitting (IPF) uma vez que não existe uma fórmula fechada para encontrar tal estimador. No nosso caso, a tabela, no instante inicial, contém a distribuição da população por sexo e classe de idade da UT com os dados do Censo de 2000, e o instante seguinte, somente têm-se as marginais da tabela atualizadas por estimativas recentes obtidas por meio de procedimentos como os descritos para a população dos distritos e das UTs. Para a estimação dos valores em 2001 utilizou-se a distribuição conhecida de Em 2002, a distribuição estimada em 2001, e assim sucessivamente. As estimativas foram feitas para cada distrito separadamente, considerando as distribuições proporcionais marginais definidas pelas projeções populacionais. Dessa forma as distribuições por sexo, classes de idade e idades específicas são congruentes. 4. RESULTADOS O modelo adotado dá forte importância à variável proporção de economias residenciais de energia elétrica e apresenta valores diferenciais bastante distintos por distrito ( j ), a tabela e o gráfico a seguir apresentam os coeficientes do modelo. Tabela 1: Coeficientes do modelo de estimação das UTs Coeficiente Descrição Valor Efeito Fixo -7, Efeito Fixo Associado a Proporção de Economias Efeito Fixo Associado a Contribuição do Crescimento Vegetativo 466,27 6,7685 Parelheiros e Lajeado, distritos periféricos, possuem os maiores coeficientes (positivos) associados ao número de economias de energia (distritos 55 e 96), enquanto República(66) e Jardim Paulista(45) apresentam os menores coeficientes. 10

11 Gráfico 2 Efeito Aleatório Associado à Proporção de Economias nos Distritos( j ) Município de São Paulo Para efeito de comparação, foi feita uma análise do comportamento das estimativas no período com as do período Os mapas a seguir apresentam os resultados. Mapa 1 Taxa geométrica de crescimento das unidades territoriais

12 Mapa 2 Taxa geométrica de crescimento das unidades territoriais As taxas de crescimento geométricas anuais observadas para as estimativas revelam um arrefecimento no crescimento da população em todo o município para o período As estimativas apontam também para a redução da evasão de população das regiões centrais do município, fenômeno que ocorreu com bastante impacto na década anterior, e para um menor ritmo de crescimento nas regiões periféricas. A comparação desses resultados com as estatísticas educacionais e da saúde parecem corroborar a consistência da metodologia. De fato, o movimento das matrículas escolares parece haver movimento de readensamento populacional das áreas mais centrais do municípios; os registros do Programa Saúde da Família- nas áreas em que ele se encontra efetivamente cobre- também sugerem menor intensidade do crescimento nas áreas mais periféricas do município paulistano. Avaliações mais conclusivas só poderão ser realizadas com a publicação dos primeiros resultados do Censo Demográfico 2010 no final do ano e começo de CONSIDERAÇÕES FINAIS Como observado na introdução, esse trabalho resulta de projeto em desenvolvimento pela Fundação Seade junto à Secretaria de Planejamento do Município de São Paulo há três anos, tendo envolvido uma série de reuniões, atividades técnicas, curso de capacitação e interlocução com técnicos e dirigentes municipais nos dois últimos anos, com prazo de finalização após o Censo Demográfico 2010, quando a metodologia vai poder ser avaliada- e aprimorada de modo mais completo. A apresentação do modelo nesse texto tem o propósito de apresentar à comunidade de demógrafos uma experiência importante e um tanto inédita de trabalho conjunto de uma instituição produtora de estatística e outra usuária, prática que parece se mostrar 12

13 imprescindível para garantir a incorporação de tendências percebidas pelos agentes municipais e avaliação da consistência das mesmas, quando comparadas com outras fontes e indicações disponíveis. Ademais, a apresentação desse trabalho procura oferecer uma contribuição metodológica à discussão sobre as Metodologias de Projeção e Estimação Demográfica para Municípios e Pequenos Domínios, que parece ganhar maior densidade nos encontros da ABEP e no recém criado -agosto de Grupo técnico do Sistema Integrado de Projeções e Estimativas Populacionais (SIPROJ), pelo IBGE e ANIPES, Associação Nacional das Instituições de Planejamento, Pesquisa e Estatística. Como é largamente conhecido na comunidade demográfica brasileira, o método AiBi é uma das principais técnicas para obtenção de estimativas municipais e inframunicipais no país seja pelo IBGE, seja por outros institutos, com raras exceções- pela dificuldade de se usar modelos mais sofisticados em termos de metodologias e dados disponíveis. Com a melhoria de cobertura e atualização por que vem passando as estatísticas de nascimentos e óbitos pelo país, com o georreferenciamento desses dados em algumas capitas e grandes municípios, com a disponibilização de bases de dados de programas públicos (CadUnico) e de concessionárias de serviços urbanos (de energia, saneamento e gás) e com a constituição do Cadastro Nacional de Endereços para Fins Estatísticos será possível implementar modelos de estimação mais sofisticados e mais intensivo em dados, que permitam incorporar tendências mais recentes e opiniões balizadas de especialistas. Práticas de incorporação de usuários qualificados no processo de elaboração de estimativas populacionais, sobretudo os voltados aos pequenos domínios, como o adotada na experiência relatada, podem levar a produção de resultados mais consistentes ou, pelo menos, mais consensualmente aceitos. Melhores modelos de estimação demográfica permitirão atualização mais periódica e informada de modelos de projeção populacional, reforçando os dois campos de pesquisa aplicada no Brasil. Bibliografia BRITO, L. P. G., CAVENAGHI, S., JANNUZZI, P. Avaliação da precisão de estimativas e projeções populacionais para pequenos domínios: Rio de Janeiro, 2000 e In: XI Encontro Nacional de Estudos Populacionais, Caxambu/MG, Anais..., Belo Horizonte: ABEP, JANNUZZI, P. M. Cenários futuros e projeções populacionais para pequenas áreas:método e aplicação para distritos paulistanos R. bras. Est. Pop., São Paulo, v. 24, n. 1, p , jan./jun NEVES, M. C.; CÂMARA, G.; ASSUNÇÃO, R. M.; FREITAS, C. C. Procedimentos Automáticos e Semi-automáticos de Regionalização por Árvore Geradora Mínima. Disponível em RAO, J. N. K. Small Area Estimation. New Jersey: John Wiley & Sons, p. 13

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