PERÍCIA ELETRÔNICA, COMPUTAÇÃO FORENSE, FORENSE DIGITAL OU PERÍCIA DIGITAL: UMA PROPOSTA PARA PADRONIZAÇÃO DA TERMINOLOGIA. José Antonio Milagre (1)

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PERÍCIA ELETRÔNICA, COMPUTAÇÃO FORENSE, FORENSE DIGITAL OU PERÍCIA DIGITAL: UMA PROPOSTA PARA PADRONIZAÇÃO DA TERMINOLOGIA. José Antonio Milagre (1)"

Transcrição

1 PERÍCIA ELETRÔNICA, COMPUTAÇÃO FORENSE, FORENSE DIGITAL OU PERÍCIA DIGITAL: UMA PROPOSTA PARA PADRONIZAÇÃO DA TERMINOLOGIA José Antonio Milagre (1) (1) Perito Digital SÄnior, Legaltech Brasil, SÅo Paulo, Brasil, v1 No Direito norte-americano o termo Forensics, alçm de adjetivo referente a Cortes, Ç majoritariamente empregado para designar um conjunto de tçcnicas ou testes cientéficos utilizados na investigañåo de crimes ou ainda, a utilizañåo de um conjunto de ciäncias com escopo de responder questöes tçcnicas em um processo legal, a mando do Juiz ou de um destinatürio do processo, diga-se, Forensics Ç perécia propriamente dita, esta que envolve o chamado exame. Exame, por sua vez Ç: exame (e-xa-me) s. m. ObservaÇÉo cuidadosa, investigação, pesquisa atenta e minuciosa. Prova perante pessoas legalmente habilitadas, em que se apura a aptidéo de alguñm para alguma coisa. Exame de consciöncia, julgamento Üntimo que alguñm faz de suas práprias atitudes ou procedimento. Ainda, segundo o dicionürio LÇxico: exame subst. m. 1. análise, estudo: o exame das condiçàes de venda 2. teste mñdico: um exame mñdico 3. controle de conhecimentos: exame de conduçéo 1

2 No Brasil, Forensics, em tese, nåo deveria ser traduzida literalmente, ou seja, como Forense (no sentido de adjetivo relativo a JudiciÜrio), mas em verdade espelha o que chamamos de CriminalÉstica ou InvestigaÑÅo por meio da CientÉfica, como verificamos anteriormente, a exemplo de outros paéses como Estados Unidos e CanadÜ, sendo que Forense nada mais representa do que a utilizañåo de conhecimentos cientéficos de diversas Üreas para a resoluñåo de incidentes legais. Segundo o DicionÜrio Michaelis (2010), o termo Forense designa: fo.ren.se adj (lat forense) 1 Que se refere ao foro judicial. 2 Relativo aos tribunais. Curiosamente, no InglÄs, a expressåo Forense ou Forensics Ç utilizada nåo sâ para designar o que se refere a foro judicial, mas a ciência utilizada para resolver problemas legais e casos criminais. Assim temos no Dictionary of Law da Peter Collin Publishing (1992): Forensic adjective referring to courts or the law or pleading case or punishing crime; forensic medicine = medical science concerned with solving crimes against people (such as autopsies of murdered people, taking blood samples from clothes); forensic science = science used in solving legal problems and criminal cases. Como se vä, no Brasil, pouco utiliza-se a expressåo Forense como deveria ser, ciäncia! Muito se utiliza para designar algo relativo ä JustiÑa, o que por nâs Ç considerando um erro, quando o tema envolve exame, anülise e investigañåo digital. Exemplificando, tornou-se comum designar cada ciäncia utilizada no contexto da criminaléstica, ou seja, cada ciäncia, quando empregada como artefato e instrumento da efetiva prestañåo jurisdicional ou auxiliando as autoridades de aplicañåo de lei (coletando e formando provas), com a expressåo Forense subseqãente ao nome da disciplina. 2

3 Como exemplo, temos a antropologia forense (forensic anthropology), um ramo da medicina legal que tem por objeto a identificañåo e identidade do ser humano em cenas de crimes, entomologia forense (forensic entomology), a aplicañåo do estudo da biologia de insetos em processos criminais, etc. Em tempo, temos antropâlogos forenses ou entomâlogos forenses, profissionais aptos a realizarem tais exames. TambÇm, podemos citar a medicina forense ou legal, diga-se, o uso da medicina em procedimentos legais, como em um exame de DNA, sexologia forense, dentre outras. Ora, se antropologia Ç uma ciäncia social, e se forense tambçm Ç ciäncia de investigañåo de crime, ou teréamos a CiÄncia na CiÄncia ou teréamos a CiÄncia relativa a JustiÑa. Ao que parece, resta comprovado que no Brasil Forense nåo Ç considerado ciäncia. Segundo a Biblioteca Digital, Wikipedia Computer forensics (sometimes computer forensic science [1] ) is a branch of digital forensic science pertaining to legal evidence found in computers and digital storage media. The goal of computer forensics is to examine digital media in a forensically sound manner with the aim of preserving, recovering, analyzing and presenting facts and opinions about the information. Inicialmente, consigne-se incorreto a comum utilizañåo do termo PerÉcia Eletrånica para designar perécia em equipamentos informüticos e telemüticos na busca e evidäncias que definam a materialidade e autoria de um crime/incidente cometido contra ou atravçs dos equipamentos ora periciados. Tenha em mente que a Eletrånica pode ser Digital, mas tambçm Analâgica, onde falamos de diodo, placas e semicondutores. DaÉ porque, mais incorreto que Direito Digital, Ç o Direito Eletrånico, quando empregado para questöes envolvendo tecnologia da informañåo, como um cybercrime, uma queståo envolvendo comçrcio eletrånico ou responsabilizañåo civil na Internet. O que se busca hoje com a perécia na era da InformÜtica Ç a Prova Digital e nåo a Prova Eletrånica. NÅo se quer aqui afirmar que a PerÉcia Eletrånica nåo exista, mas tåo somente que esta nåo tem aplicañåo em casos de nétida tecnologia da InformaÑÅo. NÅo se espera que um Perito Digital colete um semicondutor, um circuito ou realize uma 3

4 anülise de um capacitor em uma perécia de tecnologia da informañåo, envolvendo um processo Judicial. A prova eletrånica pode existir, porçm em casos especéficos. Logo, a PerÉcia Eletrånica tem campo de atuañåo limitado e Ç incabével via de regra, em casos onde se investiga por exemplo a violañåo da seguranña da InformaÑÅo ou um crime cibernçtico. Pode-se atç coletar equipamentos eletrånicos como um HD (Hard Disk), uma placa com Firmware ou um relâgio de ponto, nem por isso a PerÉcia serü Eletrånica, mas Digital, operada via console, frameworks ou live-cds, no intuito da coleta de dados binürios que interpretados por um experto, formam a informañåo. Ou seja, a coleta Ç eletrånica mas a perécia Ç eminentemente digital. Para lembrar: A prova eletrånica Ç no ménimo, mais frñgil que a prova digital. O que vale mais, dados de navegaöüo ou um modem? Logo, temos a ponderar que o termo PerÉcia Eletrånica nåo deve ser empregado, eis que com campo de atuañåo limitadéssimo ä eletrånica, excluédo-se a cibernçtica e o mundos dos bits. Alguns exemplos de PerÉcia Eletrånica, citados pelo eminente perito paulista Erasmo GuimarÅes seriam, um quesito de um juiz para verificar se houve adulterañåo de hardware em um equipamento informütico. Outro exemplo da perécia eletrånica, a anülise de alterañåo de soldas de celulares para aceitarem dois chips ou mesmo a anülise de um dongle feito via hardware em uma placa para alterar o endereño onde se encontra um chip com uma proteñåo contra contrafañåo. Para lembrar: AtÇ mesmo uma perécia na urna eletrånica Ç digital. AtÇ mesmo uma perécia para se apurar se a quilometragem de um carro foi alterada para menos Ç digital, embora coletemos uma mñquina mecànica e eletrånica, o 4

5 que buscamos süo informaöâes armazenadas, manipuladas ou representadas por meio dos bits Resta a nâs perquirir sobre a expressåo ComputaÑÅo Forense a qual designaria com mais propriedade tal novéssimo ramo da criminaléstica. Ao se pesquisar no Google sobre o termo Computer Forensics identificamos mais de träs milhöes e seiscentos mil sites sobre o assunto. ç sem dévida o termo empregado e predominante nos Estados Unidos e paéses Europeus. No Brasil, a expressåo ComputaÑÅo Forense designaria, em tese, o uso da computañåo para o esclarecimentos de casos jurédicos. Para alguns contrürios ao termo ComputaÑÅo Forense, caso a expressåo utilizada no Brasil estivesse inteiramente e integralmente correta, corresponderia, no ingläs ao termo Forensics Computation ou Forensics Computing, expressöes nåo comumente utilizadas para a ciäncia no exterior. Para estes, ao utilizarmos ComputaÑÅo Forense, nåo estaréamos limitando a ciäncia ä investigañåo de casos com tecnologia envolvida, de relevència ä uma corte de Lei. ComputaÑÅo Forense poderia envolver, por exemplo, informütica jurédica ou como a informütica auxilia o judiciürio (computañåo no èmbito de uma Corte), diga-se, em questöes meramente administrativas e de geståo. ComputaÑÅo Forense seria inerente, por exemplo, ä sistema de videoconferäncia para interrogatârio de presos ou mesmos softwares de geståo processual, passando por sistemas de peticionamento eletrånico. Para os créticos, tal termo, no Brasil, entoaria como o uso da computañåo no ambiente forense e nåo como deveria, diga-se, a computañåo como ou na ciäncia de aplicañåo inerente ä criminaléstica, ou ä investigañåo cientéfica. De observar, se assim fosse, deveréamos questionar atç mesmo o termo utilizado no mundo Computer Forensics. HÜ uma inversåo no sentido das expressöes: Em nossa abordagem, nåo Ç a forense que Ç informütica (ou informatizada), mas a informütica e a tecnologia que servem ä forense, enquanto ciäncia, enquanto criminaléstica. A criminaléstica ou investigañåo cientéfica em casos de tecnologia, necessita da ciäncia da 5

6 informütica ou computañåo, pouco importando aqui se ela prâpria (criminaléstica) Ç informatizada ou nåo. Assim como Forensic Anthropology ou Forensic Biologic, teréamos como correto o termo Forensic Computer (investigañåo cientéfica computacional Computador como o objeto investigado e meio de investigañåo investigañåo cientifica atravçs da computañåo), como o mais apropriado, e nåo o inverso, Computer Forensic (computacional investigañåo cientéfica Computador tåo somente como meio). Esta nåo Ç, porçm, a realidade adotada no mundo, onde o termo Computer Forensic jü e considerado comum e consolidado na sociedade cientéfica mundial. Por outro lado, temos que ponderar que a expressåo ComputaÑÅo Forense, conquanto nåo nos filiemos a corrente que infere ser um termo afeto tambçm ä informütica jurédica (atç porque estü claro, a computañåo auxiliando a ciäncia da investigañåo criminal), nåo revela-se a melhor expressåo para a disciplina embrionüria. Explica-se. A expressåo americana Computer nåo designa tåo somente, in casu, Computador, mas um gänero, diga-se a informütica, a tecnologia da informañåo, a computañåo, o digital. DaÉ a expressåo do ingläs Computer Forensics o que no Brasil, seria algo como InformÜtica Forense ou Digital Forense, sendo que muitos utilizam ComputaÑÅo Forense, pois inconcebével seria Computador Forense. A despeito, Ç fato que ao nomearmos a ciäncia como ComputaÑÅo Forense, estamos nos referindo ao uso da computañåo forense como tçcnica cientifica de investigañåo criminal, onde tratamos a informütica somente como o instrumento de anülise e nåo como o objeto investigado. Assim, objeto da ComputaÑÅo Forense que poderia recair sob objetos digitais, tambçm recairia sobre outros objetos, como os exames quémicos, toxicolâgicos, mçdicos e biolâgicos. De maneira que, nåo obstante correto tal termo, Ç por demais gençrico, abrañando forñosamente outras Üreas do conhecimento. 6

7 Fig.01. Computação Forense: Uso da computação no ambiente forense para uma perícia datiloscópica 1 Neste cenürio, no Brasil, ao internalizarmos os conceitos relativos ä perécia digital (termo amplo e adequado) aplicada aos Tribunais no mundo, excluiréamos igualmente de imediato a expressåo comumente utilizada, Forense Computacional, eis que embora correta, incompleta, a medida em que nåo espelha a realidade e abrangäncia da ciäncia; ç cediño que a computañåo utiliza sistemas digitais para se realizar, logo, por trüs de um sistema computacional, necessariamente, hü de haver um sistema digital, encenado por uma sequäncia de zeros e uns. Deste modo, pode-se dizer que a terminologia Digital Ç mais ampla que a Computacional. Digital Ç gänero, computacional espçcie. Explica-se, um sistema computacional imprescinde de um digital, mas a recéproca nåo Ç verdadeira. Logo, podemos ter artefatos ou objetos digitais (em estado digital) que nåo eståo sendo computados ou computacionais, porçm de relevència em uma perécia. A exemplo, temos um CD (Compact Disk) com arquivos gravados para anülise. Um CD, por si sâ, nåo produz resultados sem um meio de leitura, e embora a computañåo tenha 1 DisponÉvel em: ption=searchkeyword&query=forensic&button=ok&tfotocm=cm&tfotorf=rf 7

8 sido usada um dia para gerar o artefato e armazenar (queimar) os dados, fato Ç que no momento em que chegam äs måos de um experto, såo nitidamente, dados em formato digital, armazenados em meio âtico, nåo havendo, via de regra, o elemento computañåo. Logo, a Pericia Computacional nåo incidiria na anülise de artefatos digitais, eis que limitada pela terminologia a atuar sobre elementos ou artefatos relativos a computadores ou dispositivos com poder de processamento, onde inémeros elementos informüticos ou digitais ficariam excluédos do campo de atuañåo da disciplina. Ousamos discordar de Vargas (2010), quando afirma que Primeiramente vamos deixar claro que forense digital e forense computacional séo a mesma coisa. ç de claridade solar que Forense Digital Ç termo mais amplo que Forense Computacional, logo, sendo a expressåo que mais bem cobre todos os escopos e objetos da perécia informütica e telemütica. Computacional Ç apenas uma espçcie do gänero Digital. Tanto Ç verdade que ao lado de Computer Forensics, hoje temos outras aplicañöes especializadas da Forense Digital Digital Forenics, como a perécia em dispositivos mâveis Mobile Forenics, a perécia em bancos de dados Database Forensics e a peréca em redes Network Forensics. Segundo MANDIA e PROSISE, 2001), Network Forensics pode assim ser entendida: Therefore, we define network forensics as study of network traffic to search for truth in civil, criminal, and administrative matter to protect users and resources from exploitation, invasion of privacy, and any other crime fostered by the continual expansion of network conectivity Segundo a EnciclopÇdia eletrånica Wikipedia Network forensics is a subbranch of digital forensics relating to the monitoring and analysis of computer network traffic for the purposes of information gathering, legal evidence or intrusion detection. Unlike other areas of digital forensics, network investigations deal with volatile and dynamic information. Network traffic is transmitted and then lost, so network forensics is often a pro-active investigation. 8

9 Temos igualmente a Forense Mâvel ou Mobile Forensics, ramo da Forense Digital aplicada a dispositivos e telefones mâveis (incluindo GPS), por meio de mçtodos reconhecidos na comunidade cientéfica. Fig.02. AnÄncio de soluåçes em Forense MÑvel (Mobile Forensics) disponüvel na Internet 2 Importante mencionar tambçm outra especialidade da Forense Digital que vem crescendo no Brasil, denominada Forense em Banco de Dados ou DataBase Forensics, que Ç o exame e estudo forense de bancos de dados e seus metadados relacionados. Algumas sub-üreas da Database Forensics såo Oracle Forensics 3 e Sql Server Forensics 4 Deste modo, resta pois a melhor expressåo a ser utilizada, qual seja, Forense Digital, a qual releva notar algumas considerañöes: 2 DisponÉvel em: 3 A este respeito, convidamos o leitor a conhecer o livro Oracle Forensics: Oracle Security Best Pratices (Oracle In-Focus series), disponével para venda em Practices-Focus/dp/ Igualmente, o livro SQL Server Forensic Analysis pode ser encontrado em Forensic-Analysis-Kevvie-Fowler/dp/

10 Convencionou-se atribuir ao Digital o inerente ao mundo da informütica (bits), onde temos a expressåo Forense Digital que desponta como uma das mais aplicadas no Brasil e a mais adequada como pudemos comprovar. Se utilizüssemos rigorismo cientéfico poderéamos afirmar que Digital nåo Ç ciäncia. Logo em nada teréamos para contribuir na seara da Forense (enquanto criminaléstica, tçcnica de investigañåo e nåo, meramente, ambiente de Cortes). Ao contrario do Direito que Ç Digital, ou seja, ao mesmo tempo em que Ç informatizado, se preocupa com as questöes do mundo dos bits (ambiente), aqui, a Forense nåo deveria ser, eis que nåo deve ser interpretada tåo somente como ambiente forense informatizado, mas como criminaléstica, ciäncia para resoluñåo de casos. Do contrürio fosse, teréamos algo como criminaléstica digital ou criminaléstica no mundo da informütica. Tal argumentañåo nåo resiste a anülise. O Direito Ç quem estuda o Digital, por outro lado Ç o Digital quem auxilia ou faz parte da Forense. Ao nos referirmos ä Forense Digital temos claramente o uso da computañåo como tçcnica de investigañåo cientéfica, nåo se limitando ä computadores ou artefatos com poder de processamento (Como na Forense Computacional ), mas a qualquer objeto digital, ainda que em suporte eletrånico. PorÇm mais uma vez teréamos uma celeuma, eis que embora a tçcnica seja a computañåo (meio), mais uma vez o objeto poderia ser variado como uma anülise de esperma, sangue, entomolâgica, dentre outras. Para resolver este alarido de linguagem, o ideal seria algo como ComputaÑÅo Forense Digital, onde definiréamos: a) o elemento meio ComputaÑÅo, b) a tçcnica de investigañåo ou criminaléstica Forense e c) o objeto onde a ciäncia se debruña Digital. PorÇm como tal expressåo nåo Ç possével de ser formulada sem orbitar sob a redundència, tem-se como fato que a palavra Digital, no neologismo Forense Digital, Ç empregada, no Brasil e no mundo, para designar tanto o meio de anülise, como o objeto analisado, onde obtemos mais uma vez a comprovañåo de que Ç a expressåo que mais se aproxima do correto. 10

11 Importa ressaltar a noñåo de criminaléstica fornecida pelo dicionürio AurÇlio: CriminalÉstica s.f. Aplicação de técnicas científicas na obtenção e análise de provas em questões criminais. Deste modo, Forense Digital Ç o termo adequado, e nada mais significa que a aplicañåo de tçcnicas cientéficas digitais na obtenñåo e anülise de provas em questöes judiciais, estas, que envolvam artefatos digitais. Duas simples palavras, com muito conteédo. De observar que termo Digital Ç mais pertinente que o InformÜtica (Onde em paéses de léngua espanhola encontramos comum o termo InformÜtica Forense ou Forense InformÜtica ), considerando ser tratado como gänero da disciplina, alçm de popularmente consolidado no mundo. Repise-se que nåo poderéamos conceber no Brasil algo como ComputaÑÅo (meio) Forense (relativo a Justiça) Digital (informática como objeto), que seria a CiÄncia da ComputaÑÅo, utilizada nas tçcnicas de investigañåo de ambientes digitais, por plena e evidente redundència do termo. Muito embora, para alguns, a melhor traduñåo para Digital Forensics no Brasil seria Digital Forense e nåo Forense Digital, o fato Ç que a ordem das expressöes, no plano empérico, neste caso, em nada altera a abrangäncia significativa. Ademais, repisase que a melhor traduñåo, Ç efetivamente, Forense Digital, do ingläs, jü consolidado, Digital Forensics. Igualmente, afasta-se eventual vindoura argumentañåo de que por si sâ, em digital nåo sendo uma ciäncia (nåo temos digitolâgos forenses ), o termo mais especéfico do Brasil, seria ComputaÑÅo Forense, diga-se, a utilizañåo da ciäncia ComputaÑÅo (com status de ciäncia desde 1950) em processos legais ou para responder questöes tçcnicas informüticas ou telemüticas em uma corte ou JudiciÜrio. Com amplamente visto, a expressåo Digital nitidamente encampa a ciäncia dos bits, alçm de ser mais abrangente ao termo ComputaÑÅo, envolvendo nåo sâ a informütica como meio de investigañåo, mas como objeto investigado. 11

12 Ademais, por outra âtica, se Forense jü Ç ciäncia utilizada para resolver problemas legais, e sendo ComputaÑÅo uma ciäncia teréamos A ciäncia da computañåo na ciäncia para resolver problemas legais. Por outro lado, com Digital, temos simplesmente A tecnologia da informañåo na ciäncia para resolver problemas legais, logo, nitidamente mais abrangente. Forense Digital Ç o termo mais apropriado em nossa proposta, e seu profissional Ç o Perito Forense Digital, Perito Digital Forense ou somente Perito Digital. Em se considerando o argumentado, tem-se que o termo Digital no Brasil, deve ser interpretado como ciäncia, enquanto meio, e como objeto, enquanto ambiente em que a anülise se desenvolverü. PerÉcia Digital ëmbito Forense InformÜtica como meio InformÜtica como objeto Outros objetos ComputaÑÅo Forense Forense Digital PerÉcia Eletrånica Forense Computacional Forense Mâvel Forense em Banco de Dados... Fig.03. Diagrama estrutura da Perícia Digital. Uma proposta de padronização. Superada esta etapa, e considerando nosso parecer de que Forense deve ser ciäncia e nåo somente ambiente, cumpre enfrentar se o termo InvestigaÇÉo Forense Digital ou Anâlise Forense Digital seriam adequados. Alguns autores entendem que, se investigañåo Ç a verificañåo de um fato obtido por diversas fontes, a coleta e anülise de provas, Ç forense, diga-se, a investigañåo cientéfica por meio de tçcnicas prâprias. 12

13 Para eles, InvestigaÑÅo Forense Digital seria o mesmo que InvestigaÑÅo InvestigaÑÅo Digital, um aleijåo. Segundo esta âtica, a menos que pensüssemos em uma investigañåo onde o termo Forense corresponde ao ambiente e nåo ä investigañåo cientéfica, a utilizañåo InvestigaÑÅo Forense Digital ou AnÜlise Forense Digital revelarse-ia inadequada. Se criminaléstica Ç a aplicañåo de tçcnicas cientéficas na obtenñåo e anülise de provas, Ç investigañåo e em sendo investigañåo, Ç forense, no exato sentido do termo. Como pudemos comprovar no inécio deste trabalho, Forensics Ç perécia, e perécia em informütica Ç exame, este que tem em seu conceito anülise e investigañåo, de modo que o termo Forense abarca todos estes conceitos. Observe a imagem abaixo: Fig.04. Forensics, termo usado para designar PerÜcia e InvestigaÅáo e náo Ambiente Forense O que vocä interpreta no termo Forensics? Pericia, exame, anülise e investigañåo ou meramente ambiente judicial ou forense? Logicamente que o termo Forensics Ç utilizado no mundo todo para designar A ciäncia para resoluñåo de casos judiciais. A despeito, nåo se pode condenar a expressåo investigaçéo forense digital ou anâlise forense digital, nåo sendo eivada de redundència em nossa âtica. Isto porque ao usar estas expressöes, alguçm indica um procedimento, diga-se, uma investigañåo ou anülise, no èmbito da ciäncia da resoluñåo de problemas legais (forense), se valendo da informütica como meio de investigañåo e objeto investigado (digital). Logo, conquanto nåo integralmente corretas, plenamente vülidas as expressöes investigañåo forense digital ou anülise forense digital. 13

14 Nada impede, igualmente, os termos perücia digital, auditoria digital, investigaçéo digital, sem a expressåo forense, o que designaria uma investigañåo de qualquer natureza, incluindo o èmbito corporativo ou nåo relacionado a justiña. Podemos entåo, ter na sequäncia de raciocino, uma investigañåo e forense digital, diga-se, uma investigañåo de qualquer natureza, sucedida de perécia com objetivos forenses. Deve-se ressaltar, no entanto, em nosso sentir mais prâximo do correto, ao se tratar de uma perécia, seria utilizar a expressåo Vamos realizar uma forense digital e nåo Vamos realizar uma investigañåo forense digital, jü que como fartamente visto, Forense pode abarcar investigañåo, anülise e perécia. Para comprovar ainda mais nossa tese, jü em conclusåo, selecionamos alguns livros internacionais sobre Forense Digital, onde podemos visualizar com clareza que expressöes como investigaçéo forense digital, pericia forense digital ou anâlise forense digital podem nåo ser as mais adequadas que simplesmente forense digital, analisemos: No livro Malware Forensic: Investigating and Analyzing Malicious Code, de Cameron H. Malin, Eoghan Casey, James M. Aquilina, 2008, podemos verificar claramente da leitura do tétulo e subtétulo que a investigañåo e a anülise fazem parte da Forense. Por sua vez, no livro Windows forensics: the field guide for conducting corporate computer investigations, de Chad Steel, 2006, mais uma vez nos resta claro que a investigañåo estü inserida, via de regra, no èmbito da Forense. Ainda, no livro Computer forensics: computer crime scene investigation, Volume 1, escrito por John R. Vacca em 2005, novamente podemos ver que Ç papel da forensics, em maior ou menor grau, a investigañåo. Superada esta etapa, apenas anotamos, em conclusåo, que PerÜcia Forense dedicada a informâtica tambçm se revela menos adequada que Forense Digital, pois alçm da possével redundència, vai alçm, e elimina a informütica (digital) como meio de investigañåo, a consagrando apenas como o objeto, a qual recai uma investigañåo 14

15 investigañåo. Em um raciocénio hipotçtico seria como periciar um objeto informütico sem se valer da informütica. Por fim, de observar que a expressåo PerÉcia Digital Ç considerada ainda mais abrangente que Forense Digital, primeiro, por orbitar sem ranhuras sob toda a discussåo deste trabalho, eis que nåo envolve o termo Forense, mas tåo somente exame digital e objeto digital, segundo, por poder ser utilizada tanto em processos jurédicos como em sindicèncias, processos administrativos, ou mesmo anülises de rotina ou afetas a chamada forense preventiva. Forense Digital, por envolver criminaléstica ou law enforcement, nåo Ç pertinente em todas as PerÉcias Digitais, eis que muitas meramente administrativas, corporativas, internas ou sem qualquer envolvimento com autoridades ou mesmo relevència jurédica. Logo, toda a Forense Digital Ç uma PerÉcia Digital mas a recéproca nåo Ç verdadeira. Longe de ser taxativo sobre o tema, o presente trabalho nåo tem pretensåo alguma de ser um decreto acerca da temütica, servindo tåo somente como uma modesta proposta para profissionais, estudantes e instituiñöes de ensino, passo inicial para o inécio dos debates, para que a comunidade possa aprimorar os conceitos e diante de um coletivo pensante, seja possével concebermos uma padronizañåo na nomenclatura da presente disciplina, evitando falhas graves e classificañöes incompletas e imprecisas. 15

16 BIBLIOGRAFIA CASEY, Eoghan; AQUILINA, James. M. Investigating and Analyzing Malicious Code. New York: Syngress, Computer Forensics. In: WikipÇdia: a enciclopçdia livre. DisponÉvel em: <http://en.wikipedia.org/wiki/computer_forensics > Acesso em: 23 jan ComputaÑÅo. In: WikipÇdia: a enciclopçdia livre. DisponÉvel em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/computa%c3%a7%c3%a3o > Acesso em: 23 jan DICIONíRIO AURçLIO. Criminalística. DisponÉvel em: Acesso em: 23 jan 2011 DICIONíRIO DICTIONARY OF LAW. 2a. EdiÑÅo. Peter Collin Publishing.1992 DICIONíRIO LEXICO. DisponÉvel em: Acesso em: 29 jan 2011 DICIONíRIO MICHAELIS. Forense. DisponÉvel em: Acesso em: 23 jan 2011 DICIONíRIO WEB. DisponÉvel em: Acesso em: 29 jan 2011 Database Forensics. In: WikipÇdia: a enciclopçdia livre. DisponÉvel em: <http://en.wikipedia.org/wiki/database_forensics> Acesso em: 23 jan PROSISE, Chris; MANDIA, Kevin. Incident Response: Investigating Computer Crime. New York: Osborne Mcgraw-Hill, STEEL, Chad. Windows forensics: the field guide for conducting corporate computer investigations. IndianÜpolis: Wiley Pub:, VACCA, John R. Computer forensics: computer crime scene investigation, Volume 1. New York: McGraw-Hill, VARGAS, Rafael. InvestigaÑÅo Digital ou PerÉcia Forense Digital. DisponÉvel em: l/ Acesso em: 23 jan

Curso Forense Computacional

Curso Forense Computacional Curso Forense Computacional Todos nossos cursos são preparados por mestres e profissionais reconhecidos no mercado de Segurança da Informação no Brasil e exterior. Os cursos são ministrados em português,

Leia mais

Passos para a perícia forense computacional

Passos para a perícia forense computacional Passos para a perícia forense computacional Marcella Cruz, Giulia Gouveia, Vanessa Cavalcanti. Segurança da Informação manhã primeiro semestre. 1. Introdução O avanço da tecnologia da informação trouxe

Leia mais

Introdução à Computação Forense

Introdução à Computação Forense Universidade Federal do Espírito Santo Centro de Ciências Agrárias CCA UFES Departamento de Computação Universidade Federal do Espírito Santo CCA UFES Introdução à Computação Forense Computação Forense

Leia mais

Perito em Computação Forense

Perito em Computação Forense Perito em Computação Forense Marcos Monteiro http://www.marcosmonteiro.com.br contato@marcosmonteiro.com.br Ciência Forense Criminal A ciência forense criminal traz a prática da investigação o que chamamos

Leia mais

O que é Forense Computacional?

O que é Forense Computacional? O que é Forense Computacional? É a ciência que estuda a aquisição, preservação, recuperação e análise de dados armazenados em mídias computadorizadas e procura caracterizar crimes de informática de acordo

Leia mais

central de atendimento -> 55(11) 3807-0188 ou atendimento@grupotreinar.com.br

central de atendimento -> 55(11) 3807-0188 ou atendimento@grupotreinar.com.br Todos nossos cursos são preparados por mestres e profissionais reconhecidos no mercado de Segurança da Informação no Brasil e exterior. Os cursos são ministrados em português, espanhol ou inglês, atendendo

Leia mais

ILHA I GERENCIAMENTO DE CONTEÚDO CMS DISCIPLINA: Introdução à Computação MÓDULO II Memórias e Processamento

ILHA I GERENCIAMENTO DE CONTEÚDO CMS DISCIPLINA: Introdução à Computação MÓDULO II Memórias e Processamento MÓDULO II Memórias e Processamento Esse módulo irá relatar sobre as memórias seus tipos e a ligação com os tipos variados de processamento. Leia atentamente todo o conteúdo e participe dos fóruns de discursão,

Leia mais

1 Como seu Cérebro Funciona?

1 Como seu Cérebro Funciona? 1 Como seu Cérebro Funciona? UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC (UFABC) O cérebro humano é capaz de processar as informações recebidas pelos cinco sentidos, analisá-las com base em uma vida inteira de experiências,

Leia mais

Preparação de um trabalho de pesquisa 1

Preparação de um trabalho de pesquisa 1 Preparação de um trabalho de pesquisa 1 Lucia Catabriga luciac@inf.ufes.br September 22, 2015 1 Notas de Aula Prof. Ricardo Falbo (http://www.inf.ufes.br/ falbo/files/mp3-definicao Tema Revisao Bibliografica.pdf)

Leia mais

Perícia forense computacional aplicada a dispositivos de armazenamento e smartphones android

Perícia forense computacional aplicada a dispositivos de armazenamento e smartphones android Perícia forense computacional aplicada a dispositivos de armazenamento e smartphones android Raphael Pinheiro Afonso 1 ; Elvio Gilberto da Silva 1 ; Patrick Pedreira Silva 1 ; Henrique Pachioni Martins

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA E ESTATÍSTICA CURSO DE BACHARELADO EM CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO PROJETO DE PESQUISA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA E ESTATÍSTICA CURSO DE BACHARELADO EM CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO PROJETO DE PESQUISA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA E ESTATÍSTICA CURSO DE BACHARELADO EM CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO PROJETO DE PESQUISA 1 TÍTULO: Sistema de Gerenciamento e Arquivamento de

Leia mais

A computação forense e perícia digital na sociedade contemporânea

A computação forense e perícia digital na sociedade contemporânea A computação forense e perícia digital na sociedade contemporânea DANTAS, Elias Rangel (1); MEIRELLES, Sara Garcia (1); SANTOS, Lorena Rodrigues dos (1); COTA, Maria Aparecida Mendes Leite (2) (1) Alunos

Leia mais

22/07/2011. Resumo. Leandro Galafassi CHFI, CEH, ITIL Twitter: @LGalafassi Email: leandro@galafassiforense.com.br

22/07/2011. Resumo. Leandro Galafassi CHFI, CEH, ITIL Twitter: @LGalafassi Email: leandro@galafassiforense.com.br Resumo Conceitos Fundamentos de Hardware Desafios para Implementação de Estruturas de Investigação Digital Tecnologias de Combate ao Crime Eletrônico Leandro Galafassi CHFI, CEH, ITIL Twitter: @LGalafassi

Leia mais

A CAPES : quais ambições para a pesquisa em Letras e Linguística?

A CAPES : quais ambições para a pesquisa em Letras e Linguística? A CAPES : quais ambições para a pesquisa em Letras e Linguística? Universidade de São Paulo benjamin@usp.br Synergies-Brésil O Sr. foi o representante da Letras junto à CAPES. O Sr. poderia explicar qual

Leia mais

SUSPENSÃO DO PROCESSO NO DIREITO PENAL TRIBUTÁRIO PORTUGUÊS

SUSPENSÃO DO PROCESSO NO DIREITO PENAL TRIBUTÁRIO PORTUGUÊS SUSPENSÃO DO PROCESSO NO DIREITO PENAL TRIBUTÁRIO PORTUGUÊS No Processo Penal Português está plasmado o princípio da suficiência daquele, o qual, nos termos do disposto no artigo 7.º, n.º 1, CPP, prevê

Leia mais

Aula 03 Forense Computacional. Laboratório Forense & Investigação Forense

Aula 03 Forense Computacional. Laboratório Forense & Investigação Forense Aula 03 Forense Computacional Laboratório Forense & Investigação Forense Agenda Organização do laboratório Segurança do laboratório Auditoria Responsabilidades Equipamentos Organização do laboratório Para

Leia mais

2 A COMPETÊNCIA DA JUSTIÇA DO TRABALHO

2 A COMPETÊNCIA DA JUSTIÇA DO TRABALHO 121 EXECUÇÃO FISCAL. QUESTÕES RELEVANTES SOBRE AS AÇÕES RELATIVAS ÀS PENALIDADES ADMINISTRATIVAS IMPOSTAS AOS EMPREGADORES PELOS ÓRGÃOS DE FISCALIZAÇÃO DO MINISTÉRIO DO TRABALHO SUMÁRIO Lucilde D Ajuda

Leia mais

Roteiro para preparação de proposta de Trabalhos Técnico-Científicos

Roteiro para preparação de proposta de Trabalhos Técnico-Científicos 1 Roteiro para preparação de proposta de Trabalhos Técnico-Científicos Prof. Valdemir Carrara www.valcar.net www.carrara.us 2 1 INTRODUÇÃO Na introdução deve-se descrever os objetivos principais do trabalho

Leia mais

Sugestão de Roteiro para Elaboração de Monografia de TCC

Sugestão de Roteiro para Elaboração de Monografia de TCC Sugestão de Roteiro para Elaboração de Monografia de TCC Sugerimos, para elaborar a monografia de TCC (Trabalho de Conclusão de Curso), que o aluno leia atentamente essas instruções. Fundamentalmente,

Leia mais

DNA E PROVA PENAL. Rogério Mansur Guedes. Porto Alegre

DNA E PROVA PENAL. Rogério Mansur Guedes. Porto Alegre Rogério Mansur Guedes DNA E PROVA PENAL Dissertação apresentada ao Programa de Pós- Graduação em Ciências Criminais da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, como requisito parcial para

Leia mais

2 Gerenciamento de Log 2.1 Definições básicas

2 Gerenciamento de Log 2.1 Definições básicas 2 Gerenciamento de Log 2.1 Definições básicas Os logs são fontes riquíssimas de informação e são gerados pelos servidores e pelas aplicações conforme eventos significativos acontecem. Em [1], log é definido

Leia mais

SUMÁRIO 1. AULA 6 ENDEREÇAMENTO IP:... 2

SUMÁRIO 1. AULA 6 ENDEREÇAMENTO IP:... 2 SUMÁRIO 1. AULA 6 ENDEREÇAMENTO IP:... 2 1.1 Introdução... 2 1.2 Estrutura do IP... 3 1.3 Tipos de IP... 3 1.4 Classes de IP... 4 1.5 Máscara de Sub-Rede... 6 1.6 Atribuindo um IP ao computador... 7 2

Leia mais

DOCUMENTAÇÃO DE AULA

DOCUMENTAÇÃO DE AULA DOCUMENTAÇÃO DE AULA L.F./2001 (revisão) A importância da documentação de uma aula prática dispensa comentários. Basta lembrar que uma aula de laboratório é um evento singular, no qual o aluno defronta-se

Leia mais

ARQUITETURA DE COMPUTADORES - CONCEITUAL

ARQUITETURA DE COMPUTADORES - CONCEITUAL Aula 01 04/08/2008 Universidade do Contestado UnC Sistemas de Informação Arquitetura de Computadores 2ª Fase Prof. Carlos Guerber ARQUITETURA DE COMPUTADORES - CONCEITUAL O QUE É O COMPUTADOR? Um computador

Leia mais

DIGIMAN. WTB Tecnologia 2009. www.wtb.com.br

DIGIMAN. WTB Tecnologia 2009. www.wtb.com.br DIGIMAN MANDADO JUDICIAL ELETRÔNICO Arquitetura WTB Tecnologia 2009 www.wtb.com.br Arquitetura de Software O sistema DIGIMAN é implementado em três camadas (apresentação, regras de negócio e armazém de

Leia mais

Aula 1 Dados & Informações & Indicadores

Aula 1 Dados & Informações & Indicadores Aula 1 Dados & Informações & Indicadores Em realidade, o objetivo da disciplina de Gerenciamento por Indicadores reside em dois fatores muito importantes no mundo corporativo atual, a saber: 1. Facilitar

Leia mais

Como fazer um levantamento bibliográfico na internet?

Como fazer um levantamento bibliográfico na internet? Como fazer um levantamento bibliográfico na internet? Material de Apoio ao TCC UFMA/SUS Pesquisa na Internet A Web oferece recursos de busca sobre tópicos atuais que seriam difíceis encontrar em bibliotecas

Leia mais

2. Representação Numérica

2. Representação Numérica 2. Representação Numérica 2.1 Introdução A fim se realizarmos de maneira prática qualquer operação com números, nós precisamos representa-los em uma determinada base numérica. O que isso significa? Vamos

Leia mais

SEÇÃO ENTREVISTA A INICIAÇÃO CIENTÍFICA E A PUBLICAÇÃO NA GRADUAÇÃO COMO MEIOS DE QUALIDADE NA FORMAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR JOSÉ ROBERTO RUS PEREZ

SEÇÃO ENTREVISTA A INICIAÇÃO CIENTÍFICA E A PUBLICAÇÃO NA GRADUAÇÃO COMO MEIOS DE QUALIDADE NA FORMAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR JOSÉ ROBERTO RUS PEREZ Revista Eventos Pedagógicos v.5, n.4 (13. ed.), número regular, p. 115-121, nov./dez. 2014 SEÇÃO ENTREVISTA A INICIAÇÃO CIENTÍFICA E A PUBLICAÇÃO NA GRADUAÇÃO COMO MEIOS DE QUALIDADE NA FORMAÇÃO DE ENSINO

Leia mais

Visão Geral do Trabalho de Pesquisa

Visão Geral do Trabalho de Pesquisa Visão Geral do Trabalho de Pesquisa Ricardo de Almeida Falbo Metodologia de Pesquisa Departamento de Informática Universidade Federal do Espírito Santo Agenda Etapas do Trabalho de Pesquisa Escolha do

Leia mais

Forense Computacional

Forense Computacional Forense Computacional Diego Tavares (PET-Computação) diegot@dsc.ufcg.edu.br Introdução A Forense Computacional pode ser definida como a ciência que estuda a aquisição, preservação, recuperação e análise

Leia mais

2. TABELAS PROCESSUAIS UNIFICADAS DO PODER JUDICIÁRIO

2. TABELAS PROCESSUAIS UNIFICADAS DO PODER JUDICIÁRIO 1. APRESENTAÇÃO O Conselho Nacional de Justiça CNJ, a fim de melhorar os serviços prestados pela Justiça aos cidadãos, visando aprimorar a coleta de informações estatísticas essenciais ao planejamento

Leia mais

Estado de Santa Catarina Secretaria de Estado da Fazenda Junta Comercial do Estado de Santa Catarina Procuradoria Geral Parecer n.

Estado de Santa Catarina Secretaria de Estado da Fazenda Junta Comercial do Estado de Santa Catarina Procuradoria Geral Parecer n. Parecer n.º 05/08 Processos: 07/ 342145-6. Nome empresarial. Registro de filial de sociedade registrada em outro Estado. Nome colidente com o de empresa já registrada nesta Junta Comercial. Impasse. Art.

Leia mais

Metadados. 1. Introdução. 2. O que são Metadados? 3. O Valor dos Metadados

Metadados. 1. Introdução. 2. O que são Metadados? 3. O Valor dos Metadados 1. Introdução O governo é um dos maiores detentores de recursos da informação. Consequentemente, tem sido o responsável por assegurar que tais recursos estejam agregando valor para os cidadãos, as empresas,

Leia mais

QUER TER SUCESSO NOS NEGÓCIOS? CONFIRA NOSSAS DICAS!

QUER TER SUCESSO NOS NEGÓCIOS? CONFIRA NOSSAS DICAS! QUER TER SUCESSO NOS NEGÓCIOS? CONFIRA NOSSAS DICAS! 4 Introdução 5 Conheça seu público 5 Crie uma identidade para sua empresa 6 Construa um site responsivo 6 Seja direto, mas personalize o máximo possível

Leia mais

REPRESENTAÇÃO DE DADOS EM SISTEMAS DE COMPUTAÇÃO AULA 03 Arquitetura de Computadores Gil Eduardo de Andrade

REPRESENTAÇÃO DE DADOS EM SISTEMAS DE COMPUTAÇÃO AULA 03 Arquitetura de Computadores Gil Eduardo de Andrade REPRESENTAÇÃO DE DADOS EM SISTEMAS DE COMPUTAÇÃO AULA 03 Arquitetura de Computadores Gil Eduardo de Andrade O conteúdo deste documento é baseado no livro Princípios Básicos de Arquitetura e Organização

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 8ª REGIÃO INTRODUÇÃO

PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 8ª REGIÃO INTRODUÇÃO Assegurar o acesso à justiça, de forma efetiva, na composição dos conflitos decorrentes das relações de trabalho. Missão Institucional do TRT da 8ª Região. INTRODUÇÃO Prática adotada pelo Tribunal Regional

Leia mais

ANÁLISE E IMPLEMENTAÇÃO DE ALGORITMOS DE COMPRESSÃO DE DADOS. Maria Carolina de Souza Santos 1 Orientador: Prof.º Ms.

ANÁLISE E IMPLEMENTAÇÃO DE ALGORITMOS DE COMPRESSÃO DE DADOS. Maria Carolina de Souza Santos 1 Orientador: Prof.º Ms. ANÁLISE E IMPLEMENTAÇÃO DE ALGORITMOS DE COMPRESSÃO DE DADOS Maria Carolina de Souza Santos 1 Orientador: Prof.º Ms. Mauricio Duarte 2 Centro Universitário Euripides de Marilia UNIVEM FATEC Faculdade de

Leia mais

CONTRATO DE CONCESSÃO [ ]/2013 EDITAL DE CONCORRÊNCIA INTERNACIONAL [ ]/2013

CONTRATO DE CONCESSÃO [ ]/2013 EDITAL DE CONCORRÊNCIA INTERNACIONAL [ ]/2013 CONTRATO DE CONCESSÃO [ ]/2013 EDITAL DE CONCORRÊNCIA INTERNACIONAL [ ]/2013 CONCESSÃO ADMINISTRATIVA PARA DESENVOLVIMENTO, IMPLANTAÇÃO, OPERAÇÃO, MANUTENÇÃO E GERENCIAMENTO DA SOLUÇÃO GRP DO MUNICÍPIO

Leia mais

Forense Computacional: pesquisa sobre peritos na cidade de Catalão (GO)

Forense Computacional: pesquisa sobre peritos na cidade de Catalão (GO) Forense Computacional: pesquisa sobre peritos na cidade de Catalão (GO) Fábio Justiniano Ribeiro 1, Leandro Fernandes Cardoso 1, Tiago Batista Lúcio 1 1 Departamento de Ciência da Computação Universidade

Leia mais

ASPECTOS ÉTICOS E LEGAIS DAS PERÍCAS ODONTOLÓGICAS

ASPECTOS ÉTICOS E LEGAIS DAS PERÍCAS ODONTOLÓGICAS ASPECTOS ÉTICOS E LEGAIS DAS PERÍCAS ODONTOLÓGICAS Prof. Dr. Eduardo Daruge Titular de Odontologia Legal e Deontologia da FOP-UNICAMP Prof. Medicina Legal da Faculdade de Direito da UNIMEP DEFINIÇÃO: PERÍCIAS

Leia mais

ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES MÓDULO 1

ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES MÓDULO 1 ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES MÓDULO 1 Índice 1. Introdução...3 1.1. O que é um Computador?... 3 1.2. Máquinas Multiníveis... 3 2 1. INTRODUÇÃO 1.1 O QUE É UM COMPUTADOR? Para estudarmos como um computador

Leia mais

Proposta Comercial Curso: Security Officer Foundation

Proposta Comercial Curso: Security Officer Foundation Proposta Comercial Curso: Security Officer Foundation Proposta 1307DVPA/2012 A DATA SECURITY LTDA A DATA SECURITY é formada por profissionais com mais de 15 anos no mercado de segurança da informação com

Leia mais

Atividades exercidas por diferentes profissionais da tecnologia da informação 1

Atividades exercidas por diferentes profissionais da tecnologia da informação 1 Atividades exercidas por diferentes profissionais da tecnologia da informação 1 André Luiz Faverzani Martins 2 alfmartins@inf.ufsm.br Resumo: O numero de profissões no mercado de TI (tecnologia da informação)

Leia mais

Redação do Site Inovação Tecnológica - 28/08/2009. Humanos aprimorados versus humanos comuns

Redação do Site Inovação Tecnológica - 28/08/2009. Humanos aprimorados versus humanos comuns VOCÊ ESTÁ PREPARADO PARA CONVIVER COM OS HUMANOS APRIMORADOS? http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=voce-esta-preparado-conviver-humanosaprimorados&id=010850090828 Redação do

Leia mais

MODERNIZAÇÃO DO SERVIÇO DE DOCUMENTAÇÃO DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO - 4ª REGIÃO: uma abordagem perceptiva das mudanças no ambiente informacional.

MODERNIZAÇÃO DO SERVIÇO DE DOCUMENTAÇÃO DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO - 4ª REGIÃO: uma abordagem perceptiva das mudanças no ambiente informacional. MODERNIZAÇÃO DO SERVIÇO DE DOCUMENTAÇÃO DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO - 4ª REGIÃO: uma abordagem perceptiva das mudanças no ambiente informacional. MODERNIZATION OF DOCUMENTATION SERVICE OF LABOUR LAW

Leia mais

Memorando nº 16/2015-CVM/SEP Rio de Janeiro, 19 de janeiro de 2015.

Memorando nº 16/2015-CVM/SEP Rio de Janeiro, 19 de janeiro de 2015. 1 de 5 27/02/2015 17:50 Memorando nº 16/2015-CVM/SEP Rio de Janeiro, 19 de janeiro de 2015. PARA: SGE DE: SEP Assunto: Recurso contra aplicação de multa cominatória COMPANHIA DE ÁGUAS DO BRASIL CAB AMBIENTAL

Leia mais

CONSIDERAÇÕES MENCIONADAS NO EDITAL SOBRE A CORREÇÃO DA PROVA DISCURSIVA

CONSIDERAÇÕES MENCIONADAS NO EDITAL SOBRE A CORREÇÃO DA PROVA DISCURSIVA CONSIDERAÇÕES MENCIONADAS NO EDITAL SOBRE A CORREÇÃO DA PROVA DISCURSIVA 12.3 A prova subjetiva II será composta por 05 (cinco) questões referentes aos conteúdos programáticos de Direito Administrativo,

Leia mais

Forense Computacional: Aspectos Legais e Padronização

Forense Computacional: Aspectos Legais e Padronização Forense Computacional: Aspectos Legais e Padronização Célio Cardoso Guimarães CP 6176-13083-970 Campinas - SP celio@ic.unicamp.br Marcelo Abdalla dos Reis 2 13083-970 Campinas - SP marcelo.reis@ic.unicamp.br

Leia mais

Estrutura de um Computador. Linguagem de Programação Rone Ilídio UFSJ - CAP

Estrutura de um Computador. Linguagem de Programação Rone Ilídio UFSJ - CAP Estrutura de um Computador Linguagem de Programação Rone Ilídio UFSJ - CAP Hardware e Software HARDWARE: Objetos Físicos que compões o computador Circuitos Integrados, placas, cabos, memórias, dispositivos

Leia mais

Histórico de Revisão. Controle de Distribuição

Histórico de Revisão. Controle de Distribuição Manual Versão 3.1 Histórico de Revisão Data Versão Descrição Autor 05/09/2013 1.0 Criação do documento. Controle de Distribuição Meio Distribuição Localização Eletrônico Disponível para download http://www.crmjustica.com.br/manual_geral.pdf

Leia mais

ASSEMBLEIA VIRTUAL DE CONDOMÍNIO: PARTICIPAÇÃO, TRANSPARÊNCIA E LEGALIDADE

ASSEMBLEIA VIRTUAL DE CONDOMÍNIO: PARTICIPAÇÃO, TRANSPARÊNCIA E LEGALIDADE ASSEMBLEIA VIRTUAL DE CONDOMÍNIO: PARTICIPAÇÃO, TRANSPARÊNCIA E LEGALIDADE I INTRODUÇÃO Comecemos este breve estudo relembrando o sentido da palavra condomínio e condômino que, segundo o dicionário Larousse

Leia mais

Assistentes Virtuais Inteligentes

Assistentes Virtuais Inteligentes Assistentes Virtuais Inteligentes Excelência e Redução de Custo Operacional WHITEPAPER OFERECEMOS RECORDAÇÕES E EXPERIÊNCIAS ENCANTADORAS We offer amazing memories and experiences Ofrecemos preciosos recuerdos

Leia mais

Exercícios Teóricos Resolvidos

Exercícios Teóricos Resolvidos Universidade Federal de Minas Gerais Instituto de Ciências Exatas Departamento de Matemática Exercícios Teóricos Resolvidos O propósito deste texto é tentar mostrar aos alunos várias maneiras de raciocinar

Leia mais

Perícia Contábil. Preparatório para o Exame de Suficiência em Contabilidade

Perícia Contábil. Preparatório para o Exame de Suficiência em Contabilidade Preparatório para o Exame de Suficiência em Contabilidade Perícia Contábil Professor Remo Dalla Zanna 1 BLOCO 1 Legislação: NBC TP 01 CPC Código de Processo Civil 2 Instrutor: Remo Dalla Zanna 2 Perícia

Leia mais

http://www.matematica.br/programas/icg. 5. Uma lousa denominada EPI (registrador de endereço de próxima instrução).

http://www.matematica.br/programas/icg. 5. Uma lousa denominada EPI (registrador de endereço de próxima instrução). Universidade de São Paulo Instituto de Matemática e Estatística DCC Leônidas O. Brandão 1 Computador à Gaveta O objetivo deste texto é introduzir os primeiros conceitos de algoritmos a partir de um modelo

Leia mais

SIMONE COVOLAN CARVALHO PROJETO DE PESQUISA APLICADA: APERFEIÇOAMENTO DE CONHECIMENTOS EM DIREITO E PROCESSO PENAL ASSIS CHATEAUBRIAND 2011

SIMONE COVOLAN CARVALHO PROJETO DE PESQUISA APLICADA: APERFEIÇOAMENTO DE CONHECIMENTOS EM DIREITO E PROCESSO PENAL ASSIS CHATEAUBRIAND 2011 1 SIMONE COVOLAN CARVALHO PROJETO DE PESQUISA APLICADA: APERFEIÇOAMENTO DE CONHECIMENTOS EM DIREITO E PROCESSO PENAL ASSIS CHATEAUBRIAND 2011 1 AUÍLIO FINANCEIRO A CURSOS PROJETO DE PESQUISA APLICADA SUMÁRIO

Leia mais

CAPÍTULO 3 - TIPOS DE DADOS E IDENTIFICADORES

CAPÍTULO 3 - TIPOS DE DADOS E IDENTIFICADORES CAPÍTULO 3 - TIPOS DE DADOS E IDENTIFICADORES 3.1 - IDENTIFICADORES Os objetos que usamos no nosso algoritmo são uma representação simbólica de um valor de dado. Assim, quando executamos a seguinte instrução:

Leia mais

Copyright Proibida Reprodução.

Copyright Proibida Reprodução. PROCEDIMENTO PADRÃO PERÍCIA AMBIENTAL Prof. Éder Responsabilidade Clementino dos civil Santos INTRODUÇÃO BRASIL: Perícia Ambiental É um procedimento utilizado como meio de prova; Fornecimento de subsídios

Leia mais

Aspectos Metodológicos dos Relatórios por tribunal do Censo do Poder Judiciário

Aspectos Metodológicos dos Relatórios por tribunal do Censo do Poder Judiciário Aspectos Metodológicos dos Relatórios por tribunal do Censo do Poder Judiciário Os relatórios por tribunal apresentam as principais informações disponíveis no Censo do Poder Judiciário. Cada relatório

Leia mais

Informática. Informática. Valdir

Informática. Informática. Valdir Informática Informática Valdir Questão 21 A opção de alterar as configurações e aparência do Windows, inclusive a cor da área de trabalho e das janelas, instalação e configuração de hardware, software

Leia mais

Impacto das operações da linha do tempo em sistemas de arquivos UNIX

Impacto das operações da linha do tempo em sistemas de arquivos UNIX Impacto das operações da linha do tempo em sistemas de arquivos UNIX Marcelo Teixeira de Azevedo 1, Ana Lucia Pegetti 2 e Marco Antonio Quirio da Veiga 1 1 Escola Politécnica da Universidade de São Paulo

Leia mais

APÊNDICE 1. Plano de Aula: Luz e Cor

APÊNDICE 1. Plano de Aula: Luz e Cor APÊNDICE 1 Plano de Aula: Luz e Cor Tempo previsto: de 6 a 8 aulas. Conteúdos: interação física entre a luz e a matéria; processo de percepção das cores pelo olho humano; processamento das cores pelo olho

Leia mais

Roteiro. TOCI-08: Segurança de Redes. Apresentação da Disciplina. Parte I. Prof. Rafael Obelheiro rro@joinville.udesc.br. Aula 1: Introdução a SEG

Roteiro. TOCI-08: Segurança de Redes. Apresentação da Disciplina. Parte I. Prof. Rafael Obelheiro rro@joinville.udesc.br. Aula 1: Introdução a SEG Roteiro TOCI-08: Segurança de Redes Prof. Rafael Obelheiro rro@joinville.udesc.br I. Apresentação da disciplina II. Uma breve introdução à segurança Aula 1: Introdução a SEG c 2009 Rafael Obelheiro (DCC/UDESC)

Leia mais

Sistemas de Informação Hospitalar: Presente e Futuro

Sistemas de Informação Hospitalar: Presente e Futuro Sistemas de Informação Hospitalar: Presente e Futuro Halley Johanston Unysis Corporation, EUA Revista Informédica, 1 (2): 5-9, 1993. A utilização da Informática na gestão hospitalar evoluiu, nos últimos

Leia mais

Engenharia de Software Unidade I Visão Geral

Engenharia de Software Unidade I Visão Geral Conteúdo programático Engenharia de Software Unidade I Visão Geral Prof. Francisco Gerson A. de Meneses O que é Produtos de Software Distribuição de Software Um sistema de Software O software em um cenário

Leia mais

Laboratório de Sistemas Operacionais. Prof. Fernando Nakayama de Queiroz

Laboratório de Sistemas Operacionais. Prof. Fernando Nakayama de Queiroz Laboratório de Sistemas Operacionais Prof. Fernando Nakayama de Queiroz Uma definição! É uma camada de software que opera entre o hardware e os programas aplicativos voltados ao usuário final. Mais uma!

Leia mais

1. Explicando Roteamento um exemplo prático. Através da análise de uns exemplos simples será possível compreender como o roteamento funciona.

1. Explicando Roteamento um exemplo prático. Através da análise de uns exemplos simples será possível compreender como o roteamento funciona. Aula 14 Redes de Computadores 24/10/07 Universidade do Contestado UnC/Mafra Sistemas de Informação Prof. Carlos Guerber ROTEAMENTO EM UMA REDE DE COMPUTADORES A máscara de sub-rede é utilizada para determinar

Leia mais

Auditoria e Segurança da Informação GSI536. Prof. Rodrigo Sanches Miani FACOM/UFU

Auditoria e Segurança da Informação GSI536. Prof. Rodrigo Sanches Miani FACOM/UFU Auditoria e Segurança da Informação GSI536 Prof. Rodrigo Sanches Miani FACOM/UFU Aula passada Auditoria - Tradição Contábil Auditoria de gestão; Auditoria de conformidade; Auditoria operacional. Exemplo

Leia mais

FMU - FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS E-COMMERCE, SOCIAL COMMERCE, MOBILE MARKETING E MARKETING DE PERMISSÃO.

FMU - FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS E-COMMERCE, SOCIAL COMMERCE, MOBILE MARKETING E MARKETING DE PERMISSÃO. FMU - FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS E-COMMERCE, SOCIAL COMMERCE, MOBILE MARKETING E MARKETING DE PERMISSÃO. São Paulo - SP 2016 RENAN ROCHA ALVES - RA: 6448758 E-COMMERCE, SOCIAL COMMERCE, MOBILE MARKETING

Leia mais

Tópicos. Atualizações e segurança do sistema. Manutenção Preventiva e Corretiva de Software (utilizando o MS Windows XP)

Tópicos. Atualizações e segurança do sistema. Manutenção Preventiva e Corretiva de Software (utilizando o MS Windows XP) teste 1 Manutenção Preventiva e Corretiva de Software (utilizando o MS Windows XP) Rafael Fernando Diorio www.diorio.com.br Tópicos - Atualizações e segurança do sistema - Gerenciamento do computador -

Leia mais

COMISSÃO DE SEGURANÇA PÚBLICA E COMBATE AO CRIME ORGANIZADO

COMISSÃO DE SEGURANÇA PÚBLICA E COMBATE AO CRIME ORGANIZADO COMISSÃO DE SEGURANÇA PÚBLICA E COMBATE AO CRIME ORGANIZADO PROJETO DE LEI N o 2.785, DE 2011 Altera a Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990 - Estatuto da Criança e do Adolescente, para assegurar a convivência

Leia mais

DESPACHO SEJUR N.º 513/2015

DESPACHO SEJUR N.º 513/2015 DESPACHO SEJUR N.º 513/2015 (Aprovado em Reunião de Diretoria em 14/10/2015) Interessado: Dr. M. F. C. N Expedientes n.º 8771/2015 Assunto: Análise jurídica. Perícia médico-legal em vítimas de violência

Leia mais

CONSULTORIA E SERVIÇOS DE INFORMÁTICA

CONSULTORIA E SERVIÇOS DE INFORMÁTICA CONSULTORIA E SERVIÇOS DE INFORMÁTICA Quem Somos A Vital T.I surgiu com apenas um propósito: atender com dedicação nossos clientes. Para nós, cada cliente é especial e procuramos entender toda a dinâmica

Leia mais

Publicado Decreto que regulamenta o Marco Civil da Internet

Publicado Decreto que regulamenta o Marco Civil da Internet Publicado Decreto que regulamenta o Marco Civil da Internet Autores Raphael de Cunto André Zonaro Giacchetta Ciro Torres Freitas Beatriz Landi Laterza Figueiredo Sócios e Associados de Pinheiro Neto Advogados

Leia mais

Segurança na Rede Local Redes de Computadores

Segurança na Rede Local Redes de Computadores Ciência da Computação Segurança na Rede Local Redes de Computadores Disciplina de Desenvolvimento de Sotware para Web Professor: Danilo Vido Leonardo Siqueira 20130474 São Paulo 2011 Sumário 1.Introdução...3

Leia mais

A abordagem da Engenharia Semiótica para o desenvolvimento de software centrado no usuário

A abordagem da Engenharia Semiótica para o desenvolvimento de software centrado no usuário A abordagem da Engenharia Semiótica para o desenvolvimento de software centrado no usuário Jair Cavalcanti Leite Departamento de Informática e Matemática Aplicada Universidade Federal do Rio Grande do

Leia mais

Este artigo abaixo foi produzido originalmente para a Network Core Wiki. Reproduzo-a aqui na íntegra. Publicado originalmente em 07/12/2007.

Este artigo abaixo foi produzido originalmente para a Network Core Wiki. Reproduzo-a aqui na íntegra. Publicado originalmente em 07/12/2007. Vírus no Linux? Este artigo abaixo foi produzido originalmente para a Network Core Wiki. Reproduzo-a aqui na íntegra. Publicado originalmente em 07/12/2007. Interface de uma distribuição Linux Uma das

Leia mais

PROCESSO PENAL COMNENTÁRIOS RECURSOS PREZADOS, SEGUEM OS COMENTÁRIOS E RAZÕES PARA RECURSOS DAS QUESTÕES DE PROCESSO PENAL.

PROCESSO PENAL COMNENTÁRIOS RECURSOS PREZADOS, SEGUEM OS COMENTÁRIOS E RAZÕES PARA RECURSOS DAS QUESTÕES DE PROCESSO PENAL. PROCESSO PENAL COMNENTÁRIOS RECURSOS PREZADOS, SEGUEM OS COMENTÁRIOS E RAZÕES PARA RECURSOS DAS QUESTÕES DE PROCESSO PENAL. A PROVA FOI MUITO BEM ELABORADA EXIGINDO DO CANDIDATO UM CONHECIMENTO APURADO

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br BuscaLegis.ccj.ufsc.Br A urgente necessidade de uma política criminal para os psicopatas Alexandre Magno Fernandes Moreira * No Brasil, os condenados por qualquer crime são vistos pelo Estado da mesma

Leia mais

Guia de como elaborar um Projeto de Documentário

Guia de como elaborar um Projeto de Documentário Guia de como elaborar um Projeto de Documentário Prof. Dr. Cássio Tomaim Departamento de Ciências da Comunicação Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)/Cesnors Adaptação: Prof. Claudio Luiz Fernandes

Leia mais

ORIENTAÇÃO SOBRE COMO DEVE SER FEITO O TCC DENTRO DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO

ORIENTAÇÃO SOBRE COMO DEVE SER FEITO O TCC DENTRO DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ORIENTAÇÃO SOBRE COMO DEVE SER FEITO O TCC DENTRO DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Ministrantes: Anita Maria da Rocha Fernandes César Albenes Zeferino Maria Cristina Kumm Pontes Rafael Luiz Cancian Itajaí,

Leia mais

2. O que informatizar?

2. O que informatizar? A INFORMÁTICA NO CONSULTÓRIO MÉDICO No fascículo anterior, comentamos como a gestão de custos, mesmo sendo feita de maneira simplista, auxilia o consultório a controlar e avaliar seus resultados, permitindo

Leia mais

OS NOVOS PARADIGMAS DA FORMAÇÃO CONTINUADA: DA EDUCAÇÃO BÁSICA À PÓSGRADUAÇÃO

OS NOVOS PARADIGMAS DA FORMAÇÃO CONTINUADA: DA EDUCAÇÃO BÁSICA À PÓSGRADUAÇÃO OS NOVOS PARADIGMAS DA FORMAÇÃO CONTINUADA: DA EDUCAÇÃO BÁSICA À PÓSGRADUAÇÃO Profa. Drª. Ana Maria Maranhão 1 Resumo: A tecnologia da Informação e de modo específico o computador, oferece as diferentes

Leia mais

BRIGAS ENTRE EMPREGADOS Considerações Gerais

BRIGAS ENTRE EMPREGADOS Considerações Gerais BRIGAS ENTRE EMPREGADOS Considerações Gerais ROTEIRO 1. INTRODUÇÃO 2. REAÇÃO A UMA PROVOCAÇÃO INJUSTA 3. OFENSAS FÍSICAS 4. OFENSAS VERBAIS 5. BRIGAS FORA DA EMPRESA 5.1. Em frente ao estabelecimento empresarial

Leia mais

Éprincípio basilar da atuação jurisdicional, no caso contenciosa, o

Éprincípio basilar da atuação jurisdicional, no caso contenciosa, o A idoneidade da fiança judicial Ricardo de Oliveira Paes Barreto Éprincípio basilar da atuação jurisdicional, no caso contenciosa, o contraditório. Esse princípio, mais que balizador do direito processual

Leia mais

CONTRA RAZÃO : À Comissão Permanente de Licitação do DNIT Superintendência Regional de São Paulo/SP.

CONTRA RAZÃO : À Comissão Permanente de Licitação do DNIT Superintendência Regional de São Paulo/SP. Pregão Eletrônico Visualização de Recursos, Contra-Razões e Decisões CONTRA RAZÃO : À Comissão Permanente de Licitação do DNIT Superintendência Regional de São Paulo/SP. O CONSÓRCIO IQS/ICOPLAN vem apresentar

Leia mais

Perícia Criminal CONVERSÃO DO CURSO REGULAR PARA PÓS-GRADUAÇÃO

Perícia Criminal CONVERSÃO DO CURSO REGULAR PARA PÓS-GRADUAÇÃO O Grupo Verbo Jurídico figura hoje como uma das instituições mais completas quando se trata de preparação para Concursos Públicos, também atuando no segmento editorial e de ensino. No ramo de ensino, destaca-se

Leia mais

Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina 008ª Zona Eleitoral de Canoinhas/SC

Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina 008ª Zona Eleitoral de Canoinhas/SC Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina 008ª Zona Eleitoral de Canoinhas/SC gdelbem@tre-sc.gov.br ; gdelbem@yahoo.com.br Proposta de valores no Planejamento Estratégico da Justiça Eleitoral Gestão

Leia mais

Algoritmos e Programação I

Algoritmos e Programação I Algoritmos e Programação I Introdução a Computação Prof. Fernando Maia da Mota mota.fernandomaia@gmail.com CPCX/UFMS Fernando Maia da Mota 1 Computadores são dispositivos que só sabem fazer um tipo de

Leia mais

1- Scilab e a placa Lab_Uino. 2- Instalação do ToolBox

1- Scilab e a placa Lab_Uino. 2- Instalação do ToolBox 1- Scilab e a placa Lab_Uino A placa Lab_Uino, é uma plataforma aberta para aprendizagem de sistemas microprocessados. Com a utilização de um firmware especifico a placa Lab_Uino é reconhecido pelo sistema

Leia mais

SOFTWARE DE INTERNET PARA DEFICIENTES VISUAIS

SOFTWARE DE INTERNET PARA DEFICIENTES VISUAIS SOFTWARE DE INTERNET PARA DEFICIENTES VISUAIS Aluno: Bruno Levy Fuks Orientador: Marcos da Silveira Introdução No Brasil, é evidente o pouco comprometimento da sociedade com o deficiente. Para se ter uma

Leia mais

Montagem e Manutenção. Luís Guilherme A. Pontes

Montagem e Manutenção. Luís Guilherme A. Pontes Montagem e Manutenção Luís Guilherme A. Pontes Introdução Qual é a importância da Montagem e Manutenção de Computadores? Sistema Binário Sistema Binário Existem duas maneiras de se trabalhar e armazenar

Leia mais

CADEIA DE CUSTÓDIA: UMA ABORDAGEM PRELIMINAR CHAIN OF CUSTODY: A PRELIMINARY APPROACH

CADEIA DE CUSTÓDIA: UMA ABORDAGEM PRELIMINAR CHAIN OF CUSTODY: A PRELIMINARY APPROACH CADEIA DE CUSTÓDIA: UMA ABORDAGEM PRELIMINAR CHAIN OF CUSTODY: A PRELIMINARY APPROACH LOPES, M. 1,2 ; GABRIEL, M. M. 1 ; BARETA, G. M. S. 1 1 Docente do Departamento de Medicina Forense e Psiquiatria,

Leia mais

Um ambiente seguro de logs como auxilio a computação forense. Leandro Borges Dalton Matsuo Tavares

Um ambiente seguro de logs como auxilio a computação forense. Leandro Borges Dalton Matsuo Tavares Um ambiente seguro de logs como auxilio a computação forense. Leandro Borges Dalton Matsuo Tavares ORGANIZAÇÃO DA APRESENTAÇÃO 1. Introdução. 2. Aspectos Legais. 3. Aspectos Técnicos. 4. Proposta do ambiente.

Leia mais

CURSO ALUNO TÉCNICO. Um pouco mais sobre redes

CURSO ALUNO TÉCNICO. Um pouco mais sobre redes GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO GERÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO SUBGERÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO DA ED. BÁSICA E PROFISSIONAL PROGRAMA DE INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO

Leia mais

RESENHA. SANTAELLA, L. Por que as comunicações e as artes estão convergindo? São Paulo: Paulus, 2005.

RESENHA. SANTAELLA, L. Por que as comunicações e as artes estão convergindo? São Paulo: Paulus, 2005. 1 RESENHA Mónica Santos Pereira Defreitas 1 SANTAELLA, L. Por que as comunicações e as artes estão convergindo? São Paulo: Paulus, 2005. O livro de Lúcia Santaella, Por que as comunicações e as artes estão

Leia mais

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA PROJETO DE LEI Nº 5.054 DE 2005 VOTO EM SEPARADO DO DEPUTADO REGIS DE OLIVEIRA

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA PROJETO DE LEI Nº 5.054 DE 2005 VOTO EM SEPARADO DO DEPUTADO REGIS DE OLIVEIRA COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA PROJETO DE LEI Nº 5.054 DE 2005 Torna obrigatório o exame de ordem para todos os que quiserem inscrever-se como advogado. Autor: Deputado Almir Moura Relator:

Leia mais

ATOS JUDICIAIS COLEGIADOS Módulo integrante do Sistema RUPE

ATOS JUDICIAIS COLEGIADOS Módulo integrante do Sistema RUPE 1 ATOS JUDICIAIS COLEGIADOS Módulo integrante do Sistema RUPE CARTILHA SOBRE O FUNCIONAMENTO DO SISTEMA Elaborado por: Gerência de Sistemas Judiciais Informatizados (GEJUD). Atualizada em: 23/03/2015.

Leia mais

COMISSÃO DE SEGURANÇA PÚBLICA E COMBATE AO CRIME ORGANIZADO

COMISSÃO DE SEGURANÇA PÚBLICA E COMBATE AO CRIME ORGANIZADO COMISSÃO DE SEGURANÇA PÚBLICA E COMBATE AO CRIME ORGANIZADO PROJETO DE LEI N o 8.239, DE 2014 Altera a Lei nº 12.037, de 1º de outubro de 2009, que trata da isenção da identificação criminal do civilmente

Leia mais