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1 Feira do Empreendedor, 23 de Novembro de 2012

2 É um documento que sistematiza a informação sobre a ideia de negócio, como pretende implementá-la, e que resultados espera obter no futuro. É essencial para a estruturação e defesa de uma ideia de negócio. É vital para gerir o negócio. Documento que traduz a estratégia que queremos implementar na empresa e que será a base da sua vida. O sucesso da implementação do projecto, começa com um bom Plano de Negócios.

3 Ferramenta de Comunicação O plano é utilizado para atrair investimento, funcionários, parceiros empresariais estratégicos. Ferramenta de Gestão Ajuda a monitorizar a evolução da empresa, comparando previsões iniciais com dados efectivos. Ferramenta de Planeamento Orienta-nos pelas várias fases da empresa. Identifica dificuldades e obstáculos. Evita erros e cria alternativas.

4 Assegure a facilidade de leitura O texto deve ser bem formatado e de fácil compreensão. Não exagere na dimensão. Foque-se naquilo que é essencial. Não esquecer incluir um índice. Seja claro e conciso.

5 Dê um aspecto profissional ao documento Enfatize o aspecto estético. Relembre-se que pode ser um bom cartão de visita. Inclua índice, subtítulos e nºs nas páginas. Faça um documento consistente. Induza tratar-se de um negócio fiável.

6 Evidencie a qualidade da equipa com que vai trabalhar Prove que a empresa é composta por pessoas qualificadas e de grande credibilidade. Prove que a equipa consegue dar resposta aos diferentes problemas e oportunidades que se deparem à empresa. Prove que se trata de uma equipa coesa e empenhada. Coloque, em anexo, os curricula da equipa de trabalho, evidenciando as realizações mais importantes

7 Apresente uma abordagem focada no mercado Não siga uma abordagem focada no produto (preço, características técnicas,...). Concentre o seu plano na forma como o seu produto ou serviço vai ser recebido no mercado e como vai satisfazer as necessidades dos consumidores actuais e potenciais.

8 Adeque o Plano de Negócios ao tipo de leitor Um Plano de Negócios pode ser dirigido a diversos tipos de indivíduos ou instituições, na medida em que pode ter vários objectivos. Elabore diversas versões do documento, adaptadas a cada destinatário.

9 Mostre que o seu negócio é único Refira as características que são únicas à empresa e que lhe conferem vantagem competitiva, face aos outros concorrentes: Deverá evidenciar Excelência do produto/serviço Boa localização Relações privilegiadas com fornecedores ou distribuidores Relações privilegiadas com clientes

10 Refira os riscos do negócio Os investidores sabem que não existem negócios perfeitos. Refira não só os pontos fortes mas também os pontos fracos do negócio e as ameaças externas. A reflexão sobre os riscos e a forma de os prevenir, demonstra algum realismo por parte dos promotores do negócio, o que lhes confere credibilidade.

11 Apresente projecções realistas O plano deve ser realista quanto à capacidade da empresa e ao seu potencial de mercado. Não tenha uma visão excessivamente optimista relativamente Dimensão do mercado Volume de vendas Quota de mercado esperada Capacidade produtiva instalada Dimensão da concorrência Custos de produção

12 Termine de forma positiva Demonstre confiança no seu projecto. Refira as razões do seu negócio ser irresistível. Obtenha uma revisão crítica Mostre o seu plano a pessoas da sua confiança, no intuito de obter opiniões críticas. Uma análise crítica bem fundamentada pode ser o toque que o seu documento necessita.

13 Nunca devemos admitir determinados pressupostos sem termos feito, previamente, uma análise detalhada. Não devemos elaborar um plano de negócio só porque pretendemos candidatar-nos a um empréstimo bancário ou realizar uma candidatura. Não devemos ser demasiado optimistas, sob pena de nos tornarmos irrealistas. Nunca devemos pensar que somos sempre capazes de cumprir prazos e orçamentos. Devemos ter especial atenção com a dimensão do projecto.

14 5.1. SUMÁRIO EXECUTIVO Capítulo mais importante do Plano de Negócios. Resumir em palavras toda a informação detalhada. Deverá ser o último capítulo a ser preparado. Deverá conter a mensagem mais poderosa e persuasiva. Bem impresso e de fácil leitura.

15 Pontos essenciais a focar no Sumário Executivo Conceito de Negócio Dados Financeiros Necessidades Financeiras Posição da Empresa Expectativas de Crescimento Realizações Importantes

16 5.2. IDEIA DE NEGÓCIO Missão Visão Valores

17 5.2. CONTEXTO MACROECONÓMICO Designa um conjunto de variáveis com influência directa na actividade económica e que podem ter um impacto na empresa. PIB Taxa de Inflacção Taxa de Juro Taxa de Desemprego Balança Comercial

18 5.3. Análise Externa Mercado Análise do ambiente que rodeia a empresa e que lhe impõe desafios e oportunidades. Fazer estudo sobre os mercados abrangidos pela empresa, características actuais e potenciais, futuras oportunidades e perspectivas.

19 Concorrência A análise da concorrência permite aferir quem são os principais intervenientes no mercado e quais as suas estratégias. Caracteriza os concorrentes e identifica forças e fraquezas. Possibilita um conhecimento sistematizado do mercado em que opera, permitindo tomar decisões com mais confiança.

20 5.4. Análise Interna Estrutura Orgânica e RH Plataforma Tecnológica Sistema de Qualidade

21 5.5. Análise PESTAL Contexto Político Contexto Económico Contexto Social Contexto Tecnológico Contexto Ambiental Contexto Legal

22 5.6. Análise SWOT Corresponde à identificação dos principais aspectos que caracterizam a posição estratégica da empresa, quer a nível interno quer a nível externo.

23 5.7. Análise das 5 forças competitivas de PORTER A intensidade concorrencial de um sector depende destas 5 forças básicas. É a partir da conjunção do impacto relativo de cada uma destas forças que é determinada a rentabilidade potencial dos sector. O objectivo estratégico de cada empresa, será o de encontrar uma posição nessa indústria que permita defender-se das 5 forças ou influenciá-las a seu favor.

24 5.7. Análise das 5 forças competitivas de PORTER Poder Negocial dos Fornecedores Ameaças de Produtos Substitutos Rivalidade entre concorrentes Entrada de Novos Concorrentes Poder Negocial dos Clientes

25 5.7. Análise das 5 forças competitivas de PORTER Rivalidade entre concorrentes é importante saber quem são os concorrentes directos, quais as vantagens competitivas dos concorrentes, como as empresas estão agrupadas, se têm marcas consolidadas. Produtos substitutos há sempre produtos alternativos. Poder negocial dos fornecedores não nos devemos cingir a um nº reduzido de fornecedores, para que não possam influenciar preços, prazos. Entrada de novos concorrentes devemos criar barreiras de entrada (patentes, marcas fortes). Poder negocial dos clientes não devemos estar dependentes de um nº reduzido de clientes.

26 5.8. Posicionamento É a hierarquia que ocupam as marcas, produtos e serviços nas mentes dos seus respectivos consumidores. Ocupar os melhores posicionamentos de mercado é uma das tarefas fundamentais em qualquer esforço de marketing. Os consumidores optam pelos produtos líderes, por serem considerados melhores e satisfazerem bem a equação Custo X Benefício. Essa equação envolve aspectos emocionais e económicos. Enquanto isso os produtos secundários são adquiridos somente pelos que não podem comprar os produtos líderes e sofrem mais com as variações de renda ou problemas conjunturais da economia.

27 5.9. Segmentação do Mercado Fundamental para o sucesso da empresa Antecipação à concorrência Aproximação do cliente Melhor conhecimento do cliente Acompanhamento da mudança

28 Tipos de Segmentação Geográfico Demográfico Socioeconómico Estilo de vida

29 5.10. Público Alvo Conjunto de pessoas com idênticas características ou interesses. Trata-se da primeira pergunta a responder quando se traça um plano de marketing.

30 5.11. Marketing Mix Preço Produto Praça Promoção Prova Física Pessoas Processo

31 5.12. Linhas de Orientação Estratégica Face à identificação dos objectivos estratégicos da empresa, devem ser identificados caminhos para os atingir. Objectivos Estratégicos Linhas de Orientação Estratégica

32 5.13. Mecanismos de Monitorização e Controlo As empresas deverão criar formas de poder controlar o seu negócio, aferindo desvios face ao inicialmente previsto, criando mecanismos de correcção. Deverá, igualmente, existir um plano de contingência, face a situações imprevistas.

33 Com base em determinados pressupostos, estimam-se quais os resultados da implementação de um Plano de Negócios. Serão construídos uma série de mapas que permitirão aferir a viabilidade económica e financeira do projecto. A construção de um estudo desta natureza, baseia-se numa previsão assente em determinados pressupostos (que deverão realizar-se).

34 6.1. Pressupostos 6.2. Plano de Exploração Proveitos Previsionais Volume de Negócios FSE Custos Previsionais CMVMC Custos com Pessoal Fundo de Maneio

35 6.3. Plano de Investimento e Financiamento Investimento Fontes de Financiamento 6.4. Plano Financeiro Demonstração de Resultados Orçamento de Tesouraria Balanço Previsional

36 6.5. Viabilidade Económica e Financeira Indicadores VAL, TIR, Payback Análise Sensibilidade

37 Olga Machado ANJE Casa do Farol Rua Paulo da Gama, S/N Porto

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