Folha de Determinação de Elegibilidade ao PNQS 2013

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Folha de Determinação de Elegibilidade ao PNQS 2013"

Transcrição

1

2 Folha de Determinação de Elegibilidade ao PNQS 2013 Categ.: ( X ) Nível B ( )Nível I ( )Nível II ( )Nível III ( )Nível IV ( )IGS Obs: Para as organizações candidatas ao Nível III e Nível IV, preencher o formulário de candidatura ao IGS identificando o case a ser apresentado. Conforme regulamento PNQS 2013, candidatas Nível III deve ser apresentar no mínimo um case e Nível IV no mínimo dois cases. Nome da organização candidata: SANED - Companhia de Saneamento de Diadema Razão social responsável: SANED - Companhia de Saneamento de Diadema ( ) Unidade autônoma de outra organização No caso de Nível III ou IV, só é elegível um agrupamento com mais de uma cidade, se houver organização controladora cobrindo mais de uma cidade. Forma de Direito: ( X ) Público ( ) Privado Número de inscrição no CNPJ: / Endereço Home-page (se existir): Principais atividades: (Operação e Manutenção do Sistema de Água e Esgoto); Distribuição de Água Tratada; Coleta de Esgoto; Tratamento de Esgoto Enviado para tratamento instalações do importador (ETE ABC). Quantidade de pessoas na força de trabalho da organização: 293 Data de início das atividades: : Lei 1254/93 1. Principais clientes e mercados no saneamento ambiental: Residencial, Residencial Social, Comercial, Industrial, Órgãos públicos, Entidades Assistenciais, Grandes Contratos. Incluir terceiros que estejam sob coordenação da candidata. No caso de unidade autônoma, informar também o percentual da força de trabalho da candidata em relação à organização controladora Locais das instalações com força de trabalho (No caso da categoria IGS, informar onde a Prática é definida e onde é aplicada) Nome Endereço Qtd. aprox. de pessoas Prédio Sede Rua Estados Unidos, Centro Operacional Rua Érico Veríssimo, Nota: Se necessário, aumentar o número de linhas da tabela. No caso de haver muitas instalações que prestam serviços equivalentes, pode-se agrupá-las em uma linha apenas. Exemplo: Nome: 150 sedes regionais ou municipais com unidades operacionais no interior; Endereço: regiões norte, sul, leste, oeste e capital do Estado; Qtd. aprox. de pessoas: de 20 a 240). A localização da principal sede administrativa deve estar com endereço completo. Contatos Nome Fone Principal dirigente Elbio Camillo Junior Respons. candidatura Elbio Camillo Junior Aplicável para categorias Níveis B, I, II, III ou IV Declaração de autonomia da organização candidata: Declaramos ter funções e estruturas administrativas próprias e autônomas, no sentido de sermos responsáveis pelo planejamento das ações para atingir nossos objetivos, cumprir nossa missão e atender nossos clientes. Possuímos clientes como pessoas físicas ou outras pessoas jurídicas, consumidoras, usuárias ou compradoras regulares de nossos serviços/produtos no mercado que não são de nossa própria organização. Concordamos que, no caso de candidatura ao Nível B ou I, essa elegibilidade, mesmo que aprovada, poderá ser suspensa se uma organização controladora, que abranja a organização aqui candidata, vier a pleitear elegibilidade em nível acima do aqui postulado. Página 1 de 2

3 Denominação da Prática: Não Aplicável (Práticas implantadas há mais de cinco anos não são elegíveis.) Resumo da prática: (Máximo 12 linhas) Não Aplicável Aplicável somente para Categoria IGS Data de implantação: Não Aplicável Lembrete: Não são elegíveis Cases relativos a melhorias, ideias ou inovações em produtos, processos ou práticas operacionais, como por exemplo: softwares aplicativos, equipamentos, instrumentos, ferramentas e outras soluções técnicas. Área, setor, divisão, departamento, grupo, equipe ou assemelhado, responsável pela Prática: Não Aplicável Questões dos Critérios PNQS, de qualquer Nível, com os quais a prática tem mais relação: Não Aplicável Resultados alcançados: Não Aplicável (Ex.: Nv I: 2b, 3b e 8b ou Nv IV 2.d, 3.1b e 8.2a) Um ou mais tipos de resultados quantitativos relevantes, com demonstração de evolução favorável obtida em decorrência da prática. Se o resultado apresentado não decorrer exclusivamente da prática, justificar a forte correlação. Podem ser apresentados aqui resultados estimados ou preliminares cuja demonstração, na futura inscrição do Case, será aprimorada. Não são considerados elegíveis Cases sem demonstração de resultados decorrentes da prática. Partes interessadas mais beneficiadas pela Prática: Não Aplicável Aplicável a todas as Categorias O responsável principal pela organização candidata, abaixo-assinado, declara, para os fins de direito, que são verídicas as informações apresentadas nesta candidatura ao PNQS, não tendo sido omitidas informações adversas que sejam relevantes para a avaliação dos resultados da organização em relação aos clientes, à comunidade, à sociedade, ao meio-ambiente e força de trabalho. Diadema, 11 / 06 / 2013 Local Data Elbio Camillo Junior Nome do principal dirigente Parecer do Comitê de Elegibilidade (X) Elegível ( ) Não elegível no contexto apresentado Razão da inelegibilidade Página 2 de 2

4 PERFIL DA ORGANIZAÇÃO CRITÉRIO 1 LIDERANÇA... 1 CRITÉRIO 2 ESTRATÉGIAS E PLANOS... 6 CRITÉRIO 3 CLIENTES CRITÉRIO 4 SOCIEDADE CRITÉRIO 5 INFORMAÇÕES E CONHECIMENTOS CRITÉRIO 6 PESSOAS CRITÉRIO 7 PROCESSOS CRITÉRIO 8 RESULTADOS GLOSSÁRIO FOLHA DE DIAGNÓSTICO DE GESTÃO PLANO DE MELHORIA DO SISTEMA DE GESTÃO COMPROVANTE DE PAGAMENTO DECLARAÇÃO DE IDONEIDADE...ANEXO

5

6 P1. Descrição da Organização a - Instituição, propósito e porte SANED Companhia de Saneamento de Diadema. Sociedade de economia mista, com personalidade jurídica de direito privado, criada em face de autorização da Lei Municipal nº 1.254/93, com as alterações e disposições subsequentes contidas nas Leis Municipais nº 1.365/94, 1.404/94 e Lei Complementar 155/01, e posteriormente constituída por Escritura Pública lavrada em 13/09/93, registrada no 1º Cartório de Notas da Comarca de Diadema, sendo ainda, regida pela Lei Federal nº 6.404/76 que seguiu alterada pela Lei /01. A Companhia de Saneamento de Diadema tem como acionista majoritário a Prefeitura Municipal de Diadema. A SANED tem por objetivo, de acordo com o Artigo 4º do seu Estatuto Social: I Operar, conservar, construir, reformar, expandir e explorar, direta ou indiretamente, segundo os princípios da universalização e da equidade no abastecimento, o sistema público municipal de abastecimento de água, entendido este como sendo todas as instalações públicas sob domínio e controle exclusivo da SANED, que estejam no Município e a ela sirvam; II - Operar, conservar, construir, reformar, expandir e explorar, direta ou indiretamente, segundo os princípios da universalização e da equidade no abastecimento, o sistema público municipal de esgotamento sanitário, entendido este como sendo todas as instalações públicas de coleta e afastamento dos efluentes domiciliares e industriais situados no Município e que a ela sirvam; III Fixar e arrecadar as tarifas decorrentes dos serviços de água e esgoto, bem como as taxas de contribuição de melhoria instituídas por lei; IV Promover e executar estudos, pesquisas e projetos relativos ao saneamento ambiental, diretamente ou através de convênio que atuem em áreas afins; V Exercer quaisquer outras atividades relacionadas à preservação dos sistemas municipais Tabela 1 - Porte da Organização População Urbana Residente no Município habitantes População Urbana Residente em Área de Mananciais habitantes População com Abastecimento de Água habitantes População com Esgotamento Sanitário habitantes Índice de Coleta de Esgoto 89,64 % Índice de Tratamento de Esgoto 12,50 % Ligações Ativas de Água unidades Ligações Ativas de Esgoto unidades Fonte: Sistema de Informação SANED Dezembro de 2012

7 b - Serviços ou produtos e processos Os principais serviços prestados pela SANED são: Reservação e distribuição de água tratada; Coleta e exportação de esgoto para tratamento nas dependências do importador Sabesp; Operação e manutenção do sistema de água e esgotamento sanitário. A SANED é a primeira Companhia do ABC a executar obras para a reversão dos esgotos da bacia Billings. Com esta medida o município de Diadema contribui para mitigar o grau de poluição do manancial. c - Sócios, mantenedores ou instituidores Prefeitura Municipal de Diadema Secretaria de Obras d - Força de Trabalho Quadro de funcionários em dezembro de 2012 Os empregados da SANED têm seus contratos de trabalho regido pela Consolidação das Leis de Trabalho (CLT) e a lei de criação da Companhia estabeleceu o máximo de 09 (nove) cargos comissionados de livre provimento. O quadro em dezembro/2012 é de 287 empregados assim distribuídos: Tabela 2A FUNÇÕES Empregados Funções Administrativas 90 Funções Operacionais 144 Funções Técnicas 26 Chefias/Liderança 27 Total 287 Fonte: Divisão de Administração de Recursos Humanos A estrutura de cargos da Companhia tem como uma de suas premissas a exigência de escolaridade, sendo a força de trabalho assim distribuída: Tabela 2B Nível de Escolaridade Exigido Empregados Fundamental 149 Médio / Técnico 110 Superior 28 Total 287 Fonte: Divisão de Administração de Recursos Humanos Além dos empregados próprios, a Companhia conta com alguns serviços terceirizados (limpeza, jardinagem, atendimento telefônico) totalizando 32 empregados; e conta também com 48 estagiários distribuídos em todas as áreas da Companhia.

8 e - Clientes e mercados Os clientes da SANED estão dispostos e distribuídos por sete categorias, a saber: I. RESIDENCIAL II. RESIDENCIAL SOCIAL III. COMERCIAL IV. INDUSTRIAL V. ÓRGÃOS PÚBLICOS VI. ENTIDADES ASSISTENCIAIS VII. GRANDES CONTRATOS f - Fornecedores e insumos Tabela 3. Contratos e Serviços/Produtos Fornecedores AMIL COMABHI CORPLASTIC ENORSUL GOIÃNIA MAUÁ ITRON INSTITUTO NACIONAL LOWE COMÉRCIO E SERVIÇOS LOCRENTAL LOC. DE EQUIPTO POLIERG SABESP TRANSKOMBY VERSATIL ENG. LTDA VIAÇÃO SANTO IGNACIO LTDA Fonte: Gerência de Licitações Insumos Plano de assistência médica para a força de trabalho Serviços de manutenção eletro mecânica Fornecedora de tubos e conexões PVC Prestação de Serviços de leitura e entrega de contas de água e esgoto Prestação de serviços de manutenção civil Fornecedor de hidrômetros Prestadora de serviços de monitoramento da qualidade da água Serviços de hidrojateamento e caminhão pipa Serviços de locação de retroescavadeiras Fornecedora de tubos e conexões PEAD / PP Fornecedora água tratada no atacado e tratamento dos Esgotos na ETE ABC Locação de veículos Pavimentação asfáltica Locação de poliguindaste Toda aquisição de bens e serviços são adquiridos em conformidade com a Lei de Licitações e Contratos Administrativos Lei 8666/93, para conferir eficiência, agilidade e transparência aos atos administrativos, parte das contratações é feita através do site do Banco do Brasil (elicitações). E, para conferir a qualidade, contamos com quatro empresas credenciadas que avaliam os materiais de uso direto, em consonância com a ABNT. A SANED avalia os novos hidrômetros de acordo com a orientação da Norma ABNT NBR 15538/11, em bancada própria volumétrica e de fadiga, certificada pelo IPEM. g - Sociedade A preocupação com a sociedade é constante na SANED desde seu início, em Pautada pelo entendimento que o acesso aos serviços de saneamento constitui-se como direito de cidadania, a SANED, juntamente com a Prefeitura Municipal de Diadema, instituiu canais de participação direta, audiências públicas e orçamento participativo. Além disto, há na organização a Coordenadoria de Relações Comunitárias, cujo objetivo principal é garantir à

9 população de baixa renda, com vulnerabilidade social, acesso e continuidade nos serviços de abastecimento de água e coleta de esgoto. h - Parceiros Prefeitura Municipal de Diadema Secretarias de Obras e Habitação Ministério das Cidades Caixa Econômica Federal i - Outras partes interessadas Câmara Municipal de Diadema Secretaria de Saúde e Meio Ambiente Movimentos Sociais Sindicado dos Trabalhadores (SINTAEMA) CETESB Todos os fornecedores P2. Concorrência e ambiente competitivo a - Ambiente competitivo A oferta de água por meio alternativo caminhões pipas para os grandes consumidores (indústrias e comércios), tem se constituído grande ameaça à SANED. Para superar este cenário desfavorável, a SANED implantantou práticas de comercialização estratégica. Hoje, os grandes consumidores têm acesso à rede de distribuição de água por meio de contrato de fidelização com tarifa competitiva. Esta prática resultou eficaz. b Desafios estratégicos Formular e implementar a visão de futuro e estabelecer o planejamento estratégico de curto, médio e longo prazo para atender as exigências e necessidades da sociedade diademense. Além desse desafio, a SANED deverá ainda: elaborar novos projetos e investimentos para ações de controle e redução de perdas de água na distribuição; aumentar a eficácia no combate à inadimplência e recuperar dos grandes consumidores P3. Aspectos relevantes A SANED tem como prioridade a promoção da saúde pública, por meio da qualidade e acesso universal aos serviços de saneamento básico. Garantia de acesso e permanência no atendimento à população com vulnerabilidade social, por meio da tarifa social.

10 P4. Histórico da busca da excelência A busca da excelência em gestão tem sido prática recorrente na SANED. A partir de 1996 as ações em saneamento, no município, foram norteadas pelo planejamento estratégico situacional PES. No período de 2001 a 2004 agregamos valor com o gerenciamento pelas diretrizes, com consultoria da Fundação Cristiano Ottoni. Em maio de 2006, a organização conquistou o certificado NBR IS0 9001, Sistema de Gestão da Qualidade, cujo escopo é constituído dos processos: Projetos, Instalação, Manutenção de Sistemas de Água e Esgoto, Reservação e Distribuição de Água Tratada, Coleta e Afastamento de Esgoto, Comercialização. P5. Organograma

11

12 1.a - Como os valores e princípios organizacionais, os padrões éticos, os objetivos e os planos são explicados à força de trabalho? A fim de acompanhar o desenvolvimento das modernas práticas de gestão pública e oferecer atendimento de excelência ao usuário, a SANED implantou em maio de 2006, o Sistema de Gestão da Qualidade com o foco no cliente. Desde então, a missão da Companhia, os princípios organizacionais e seus objetivos passaram a ser traduzidos por meio da política da qualidade, a qual é divulgada e explicada à força de trabalho por canais de comunicação descritos abaixo (Leia a missão e os princípios da Política da Qualidade ao final deste item): Intranet: no menu da página principal da rede interna da SANED há um espaço dedicado à Gestão da Qualidade, onde são descritos, dentre outras informações, os princípios da política da qualidade. Site: no portal da SANED, a barra de direcionamento intitulada Institucional contém os menus: Quem Somos, onde está descrita a missão da empresa e também a Política da Qualidade. SANED em Ação : boletim interno distribuído aos funcionários desde 2007, com periodicidade bimestral, impresso em quatro páginas A4. Gestão à vista: dois painéis instalados em locais de intensa circulação (sendo um na Sede Administrativa e outro no Centro Operacional) exibem, além do desempenho dos indicadores, a política da qualidade. Outras formas de comunicar e explicar os valores e princípios organizacionais, os padrões éticos, os objetivos e os planos são as reuniões realizadas com as equipes intra-setores. Também os treinamentos internos constituem espaço privilegiado onde a direção norteia a ação e o comportamento da força de trabalho, além de explicitar planos específicos, como o Programa de Redução de Perdas. As reuniões de abertura e encerramento de auditoria interna e as reuniões de análise crítica do SGQ são momentos importantes em que se reforça a missão da organização e se discutem as alternativas para a melhoria dos processos e comprometimento da força de trabalho. Conforme previsto no Manual da Qualidade: Os responsáveis por cada processo devem assegurar que a Política da Qualidade seja compreendida, implementada e mantida em todos os níveis de sua respectiva unidade. Os valores comportamentais e éticos da força de trabalho (como sigilo, responsabilidade, espírito de colaboração, higiene, segurança, entre outros) estão pactuados e se encontram em documentos tais como: contrato de trabalho, regimento interno da SANED, termo de responsabilidade de uso de informações e bens da tecnologia da informação. 1

13 1.b - Como as decisões são tomadas e, depois acompanhadas? Desde 2007, a referência para a tomada de decisões são o plano de governo da Prefeitura Municipal de Diadema e a Lei /07. Na SANED, a diretoria colegiada define as diretrizes anuais e as macro decisões. Estas são repassadas e desdobradas em reunião com gerentes, assessores e coordenadores. Estes, por sua vez, desdobram-nas até o nível operacional. Outra importante prática que subsidia a tomada de decisão é o Planejamento Estratégico Situacional, monitorado desde 2009 pela Secretaria de Planejamento e Gestão. O meio utilizado é o SIAP (Sistema de Acompanhamento e Monitoramento de Projetos). Atualizada periodicamente, essa ferramenta detalha os projetos, planos e atividades de interesse do 2

14 governo, possibilitando o acompanhamento dos mesmos, a consolidação e compartilhamento das informações. Para programas específicos, cuja iniciativa de desenvolvimento pertence ao Governo Federal (Ministério das Cidades) como é o caso do Programa de Apoio à Estruturação da Gestão e a Revitalização de Prestadores Públicos de Serviços de Saneamento Básico (PAGSan) o acompanhamento se dá a partir da Unidade de Gerenciamento da Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental, com desdobramento até o nível local, por meio da UGL Unidade de Gerenciamento Local. Reuniões periódicas são realizadas a fim de avaliar o progresso das ações que compõem o Programa, contando com a participação de representantes do Ministério das Cidades, da Caixa Econômica Federal, da Prefeitura Municipal de Diadema e da Companhia de Saneamento de Diadema SANED. Iniciado em 2010, o PAGSan previu 12 intervenções, as quais foram concluídas em No Sistema de Gestão da Qualidade as decisões são tomadas e acompanhadas pelos indicadores e metas, os quais são monitorados por meio da intranet e quadros de gestão à vista. 1.c - Como os membros da direção interagem com as pessoas da força de trabalho buscando o engajamento de todos? A política da qualidade NBR ISO 9001 no sexto princípio estabelece o envolvimento e comprometimento de todos os colaboradores da SANED. A efetiva prática deste princípio é averiguada nas auditorias internas, externas e na reunião de análise crítica pela alta direção. Nestes momentos se dá a efetiva interação da direção com a força de trabalho. As reuniões de abertura e encerramento são momentos em que se reforça a necessidade do engajamento de todos na busca de melhoria continua do Sistema de Gestão. A verificação dos resultados é feita mensalmente, por meio do painel gestão à vista e também via intranet. A cada semestre é feito contato com a força de trabalho, por meio das auditorias. Isto é possível, pois nosso Sistema de Gestão é composto de treze processos, a saber: Qualidade, Gestão Estratégica, Tecnologia da Informação, Relações Comunitárias, Instalação, Manutenção, Operação, Comercialização, Projetos, Transportes, Financeiro, Pessoas, Suprimentos. O programa de auditoria interna sempre contempla todos eles. 1.d - Como os membros da direção se desenvolvem como líderes? No Sistema de Gestão da Qualidade NBR IS0 9001, certificado desde maio de 2006, as auditorias internas são realizadas, semestralmente, com funcionários do quadro permanente. Estes foram treinados e capacitados a exercer as atividades de auditor interno de forma a apreender o grau de eficácia e conformidade dos processos em relação aos requisitos normativos. Esta função requer que o funcionário demonstre uma série de requisitos comportamentais e técnicos que contribuem diretamente para o seu desenvolvimento, no aspecto gerencial e de liderança. No entanto, isto não é tudo. A alta direção da SANED e as equipes técnicas/gerenciais desenvolvem-se constantemente na arte de liderar, a partir de 3

15 conhecimentos adquiridos em congressos, seminários, exposições, desenvolvimento de projetos, apresentação de experiência em fóruns que congregam várias companhias de saneamento como na ASSEMAE, por exemplo. Com o advento da Lei /07 tivemos a participação em vários cursos de capacitação para elaboração da Política e Plano Municipal de Saneamento. Neste sentido, a coordenação dos trabalhos que resultaram no Plano Municipal de Saneamento de Diadema foi uma prática exitosa. 1.e - Como é verificado se os principais processos gerenciais estão de acordo com os padrões de trabalho estabelecidos? Como já foi explicitado na questão anterior (c), o SGQ possui treze processos gerenciais. Cada um desses processos possui PR Procedimentos estabelecidos e IT Instruções de Trabalho, cuja definição respeita as normalizações técnicas da ABNT, além das legislações, decretos e resoluções específicas. O conjunto desses documentos constitui-se padrão estabelecido para orientar a rotina de trabalho do dia a dia. A verificação da conformidade em relação aos padrões, ocorre nas auditorias internas e externas. Caso seja constatada não conformidade em relação aos padrões de trabalho, recomenda-se a tomada de ações corretivas. Há ainda, a ação preventiva, que busca evitar a incidência de não-conformidade. 1.f - Como é promovida a melhoria nos processos de gestão da organização? A principal ferramenta para a promoção de melhoria contínua nos processos de gestão são as auditorias interna e externa. Semestralmente, o Sistema de Gestão passa por auditoria interna e externa. Os auditores internos apontam as oportunidades de melhoria (OM) para os processos auditados. Estas são apresentadas aos gestores de processo que as implantam. Os auditores externos também registram melhorias que julgam importantes. As ações corretivas também promovem melhoria para os casos em que se detecta alguma não conformidade no processo. Já o método PDCA é aplicado quando as metas não estão sendo atingidas, elaborando-se plano de ação a fim de alcançá-las. 1.g - Como o desempenho da organização é analisado pela direção e controladores, em termos de alcance de metas e em termos de competitividade no setor ou no mercado ou de atendimento a requisitos de partes interessadas? O planejamento do Sistema de Gestão da Qualidade é estabelecido anualmente. Neste, são previstos reuniões de análise crítica, uma para cada semestre. As análises são realizadas a partir de informações sobre, resultados de auditorias, realimentação de cliente, desempenho de Reunião semestral de análise crítica 4

16 processo e conformidade de produto, situação das ações preventivas e corretivas, ações de acompanhamento sobre as análises críticas anteriores pela direção, mudanças que possam afetar o Sistema de Gestão da Qualidade, e recomendações para melhoria. As saídas da análise crítica incluem as decisões e ações relacionadas à melhoria da eficácia do Sistema de Gestão da Qualidade e de seus processos, melhoria do produto em relação aos requisitos do cliente, e necessidade de recursos. 1 Outros meios de análise do desempenho são os relatórios gerenciais e a respectiva avaliação destes por parte da direção da SANED que estabelece prioridades e metas a serem cumpridas, em consonância com as diretrizes vindas do Governo Municipal. O presidente da Companhia participa de reuniões semanais no gabinete do prefeito (denominadas reunião de secretariado), nas quais o desempenho da organização é acompanhado. 1 In ABNT NBR ISO 9001:2008 pag. 5 e 6. 5

17

18 P2. Processos gerenciais a - Como são definidas as estratégias a serem adotadas pela organização? As estratégias adotadas pela SANED são baseadas, desde 2007, nos princípios constantes na lei /07. Esta legislação estabelece como objetivos a universalização dos serviços de saneamento básico e a participação efetiva da sociedade na definição de ações, obras, programas e investimentos necessários para garantir o acesso de toda população aos serviços. Com o intuito de colocar tais princípios em prática, a SANED participou da atividade de planejamento realizada pelo Governo Municipal em janeiro de Prefeito, vice-prefeito e secretários (dentre os quais inclui-se o diretor-presidente da SANED) traçaram as diretrizes do Governo, ou seja, quais seriam as suas marcas e desafios para o período de 2009 a Tais diretrizes pautaram as discussões posteriores, em março de 2009, quando a SANED participou de Oficina de Planejamento Estratégico. Os projetos estruturantes definidos na ocasião estão descritos na tabela 4 a seguir. Tabela 4 Projetos estruturantes Objetivos estratégicos Projetos Inicio Termino Construção de adutora Nações-Real Melhoria no abastecimento de água Melhoria no índice de tratamento de esgoto Substituição de hidrômetros Construção de adutora Real-Eldorado Setorização das redes de água Construção de coletor tronco Monteiros Construção do coletor tronco Canhema Construção do coletor tronco Curral Grande Construção de redes de esgoto em vias públicas e novos loteamentos Ações para estruturação da gestão do serviço de saneamento Apoio à elaboração do Plano Municipal de Saneamento (LEI /07) Apoio à atualização do sistema SIGES e à implantação do GIS, visando um novo patamar tecnológico e de suporte ao atendimento das necessidades da gestão comercial e operacional da empresa e a integração com os módulos financeiros e contábil da ERP Ações de revitalização do prestador de Serviço (melhoria da gestão da SANED) Apoio as melhorias na infra-estrutura de comunicação entre as unidades Sede e Centro Operacional da SANED, bem como da infra-estrutura física e lógica no interior dessas unidades Macromedição e controle operacional: desenvolver e implantar a macromedição de vazões e pressões no sistema distribuidor; telemetria dos dados para o Centro de Controle Operacional; planejamento do controle operacional e da manutenção do sistema de medições e controle

19 Ações de revitalização do prestador de serviço (melhoria técnicooperacional visando à redução de perdas) Sistema Cadastral; geoprocessamento e modelagem hidráulica; atualizar base cartográfica e utilizar ferramentas do GIS; transpor o cadastro técnico base CAD para uma base GIS; institucionalizar procedimentos de atualização e de geração automática de entrada de dados pra modelos hidráulicos em EPANET; planejar a modelagem hidráulica, construir modelos e calibrá-los; compatibilizar as bases de dados comerciais e operacionais. Desenvolver o controle e redução de perdas reais; definição das zonas e implementação do controle de pressão por VRP; definição das zonas de medição e controle e implementação do combate a vazamentos invisíveis. Mobilização social e plano de capacitação de pessoas: mobilizar a organização para gerir, sustentar e perenizar as ações de controle e redução de perdas, bem como capacitar amplamente as pessoas com este objetivo. Além do plano estratégico, outro balizador para as estratégias da SANED é o Plano Municipal de Saneamento Básico, elaborado com a participação popular, no decorrer do ano de 2011 e regulamentado por meio do decreto 6808/12. Abrangendo os sistemas de abastecimento de água; esgotamento sanitário; drenagem e manejo de água pluviais, além da limpeza urbana e manejo dos resíduos sólidos, o PMSB propõe soluções para a universalização do acesso a esses serviços, indicando o prazo de execução das mesmas e os recursos necessários para concretizar o investimento. b - Como são definidos os indicadores e respectivas metas, associadas às estratégias? Apresentar os principais indicadores associados às estratégias. A definição dos indicadores e metas se dá por meio de discussões em reunião especifica com cada um dos gestores dos 13 (treze) processos que compõe o SGQ. Dos trinta indicadores existentes, oito deles estão diretamente relacionados aos objetivos estratégicos definidos pela alta direção da SANED, os quais estão descritos na tabela abaixo. Tabela 5 Objetivos estratégicos Objetivos Indicadores Meta Verificação/ Freqüência Resp. Universalidade na distribuição de água pelo sistema (rede), coleta e afastamento de esgoto Índice de atendimento urbano de água (IN023) 100% Mensal/ Anual Nível de cobertura conforme Lei /2007 e Plano Municipal de Saneamento de Diadema Índice de coleta de esgoto (IN015) Índice tratamento de esgoto (IN016) 13% 95% Mensal Anual GOP 7

20 Continuidade no abastecimento de água Pesquisa de Satisfação do Cliente (pós venda) Qualidade da Água Reduzir e Controlar as Perdas de água na Distribuição Eficácia no faturamento Fonte: Manual da Qualidade Duração média de paralisações das redes de água no sistema Índice de satisfação dos clientes IQA Índice de qualidade da água Índice de perdas na distribuição (IN049) Índice de perdas de faturamento (IN013) 10 hr/mês Mensal GOP 80 a 100 Semestral APQ 99,50% Mensal GMA 40% Anual GOP 0,40% Mensal GCO c - Como são definidos os planos de ação ou projetos estratégicos para o alcance de metas? Todos os processos que compõe o SGQ possuem metas definidas. O plano de ação para alcançá-las é desenvolvido a partir da ferramenta PDCA. O processo de elaboração do plano ocorre de forma participativa, em reuniões específicas com a presença do gestor do processo e sua equipe de trabalho. Caso as metas não sejam atingidas por três meses consecutivos, o gestor identifica a causa por meio da ferramenta diagrama de causa e efeito. Após esse procedimento e com as causas elencadas, elegem-se - por meio da matriz GUT - as causas principais; em seguida estabelecem-se as ações necessárias para o bloqueio das causas da meta não atingida. Com o plano de ação estabelecido, o próximo passo é o treinamento da equipe que vai operacionalizar o plano. Em seguida monta-se o cronograma de monitoramento e avaliação de eficácia das ações implantadas. Caso a ação seja eficaz, procede-se a padronização da ação. Desta forma, fecha-se o ciclo PDCA. d - Como são acompanhados os planos de ação ou projetos estratégicos definidos? Os projetos e planos de ação definidos como estratégicos pela alta direção são acompanhados por meio do Sistema de Acompanhamento e Monitoramento de Projetos SIAP. Este programa foi estabelecido e implantado pela Secretaria de Planejamento e Gestão, órgão que compõe a Prefeitura Municipal de Diadema. Os registros para acompanhamento e avaliação das ações são realizados mensalmente, por meio do acesso Os projetos definidos no plano de intervenção do PAGSan são monitorados por meio das reuniões da Unidade de Gestão Local UGL e do envio dos indicadores obrigatórios e sugeridos para Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental. Veja tabela 6 abaixo: 8

Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI 2014 (566727)

Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI 2014 (566727) Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI 2014 (566727) Pergunta: Sua resposta Data de envio: 13/06/2014 14:08:02 Endereço IP: 177.1.81.29 1. Liderança da alta administração 1.1. Com

Leia mais

Prêmio Nacional da Qualidade em Saneamento. 26 Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental

Prêmio Nacional da Qualidade em Saneamento. 26 Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental Prêmio Nacional da Qualidade em Saneamento 26 Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental Da gestão da qualidade à excelência em gestão Gestão Operação Ao longo dos anos 90, as experiências

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA. 1. Objeto. 2. Antecedentes. 3. Objeto da Licitação

TERMO DE REFERÊNCIA. 1. Objeto. 2. Antecedentes. 3. Objeto da Licitação TERMO DE REFERÊNCIA 1. Objeto 1.1. Contratação de empresa especializada em auditoria de tecnologia da informação e comunicações, com foco em segurança da informação na análise de quatro domínios: Processos

Leia mais

PNQS 2012 Categoria IGS. Inovação da Gestão em Saneamento. RDPG Relatório de Descrição de Prática de Gestão. Conselho de Clientes

PNQS 2012 Categoria IGS. Inovação da Gestão em Saneamento. RDPG Relatório de Descrição de Prática de Gestão. Conselho de Clientes 1 PNQS 2012 Categoria IGS Inovação da Gestão em Saneamento RDPG Relatório de Descrição de Prática de Gestão Conselho de Clientes Setembro 2012 ORGANOGRAMA 2 PRESIDÊNCIA ASSESSORIAS 1 2 3 4 5 ORGANIZAÇAO

Leia mais

ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Art. 1º - A Diretoria de Tecnologia de Informação e Comunicação DTIC da Universidade FEDERAL DO ESTADO DO RIO

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Elaboração Luiz Guilherme D CQSMS 10 00 Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes Avaliação da Necessidade de Treinamento

Leia mais

Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI 2014 (566727)

Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI 2014 (566727) Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI 2014 (566727) Pergunta: Sua resposta Data de envio: 12/06/2014 13:58:56 Endereço IP: 200.252.42.196 1. Liderança da alta administração 1.1. Com

Leia mais

SIMPROS 2001. Experiência de implantação da norma ISO 9001:2000 a partir da utilização da ISO/IEC TR 15504 (SPICE) para Melhoria de Processos

SIMPROS 2001. Experiência de implantação da norma ISO 9001:2000 a partir da utilização da ISO/IEC TR 15504 (SPICE) para Melhoria de Processos Experiência de implantação da norma ISO 9001:2000 a partir da utilização da ISO/IEC TR 15504 (SPICE) para Melhoria de Processos Adilson Sérgio Nicoletti Blumenau, SC - setembro de 2001 Conteúdo Apresentação

Leia mais

Pitrez Informática MANUAL DA QUALIDADE. Norma NBR ISO 9001:2008

Pitrez Informática MANUAL DA QUALIDADE. Norma NBR ISO 9001:2008 Título Manual da Qualidade Folha: 1 de 20 Pitrez Informática MANUAL DA QUALIDADE Norma NBR ISO 9001:2008 Título Manual da Qualidade Folha: 2 de 20 Título Manual da Qualidade Folha: 3 de 20 Índice 1. Apresentação...

Leia mais

Questionário de Governança de TI 2014

Questionário de Governança de TI 2014 Questionário de Governança de TI 2014 De acordo com o Referencial Básico de Governança do Tribunal de Contas da União, a governança no setor público compreende essencialmente os mecanismos de liderança,

Leia mais

Perguntas para avaliar a efetividade do processo de segurança

Perguntas para avaliar a efetividade do processo de segurança Perguntas para avaliar a efetividade do processo de segurança Questionário básico de Segurança da Informação com o objetivo de ser um primeiro instrumento para você avaliar, em nível gerencial, a efetividade

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE MANAUS DIRETORIA LEGISLATIVA

CÂMARA MUNICIPAL DE MANAUS DIRETORIA LEGISLATIVA LEI Nº 2.054, DE 29 DE OUTUBRO DE 2015 (D.O.M. 29.10.2015 N. 3.763 Ano XVI) DISPÕE sobre a estrutura organizacional da Secretaria Municipal de Finanças, Tecnologia da Informação e Controle Interno Semef,

Leia mais

Relatório de Atividade Técnica

Relatório de Atividade Técnica RUA DESEMBARGADOR JÚLIO GUIMARÃES, 275 SAÚDE -SÃO PAULO -BR-SP CEP: 04158-060 CNPJ: 46.995.494/0001-92 Telefone: (11) 5058-6066 Pessoa de Contato: ALMO BRACCESI (almo@betta.com.br) Tipo: Auditoria de Manutenção

Leia mais

Câmara Municipal de Barueri. Conheça a Norma SA8000. Você faz parte!

Câmara Municipal de Barueri. Conheça a Norma SA8000. Você faz parte! Câmara Municipal de Barueri Conheça a Norma SA8000 Você faz parte! O que é a Norma SA 8000? A SA 8000 é uma norma internacional que visa aprimorar as condições do ambiente de trabalho e das relações da

Leia mais

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL MANUAL Elaborado por Comitê de Gestão de Aprovado por Paulo Fernando G.Habitzreuter Código: MA..01 Pag.: 2/12 Sumário Pag. 1. Objetivo...

Leia mais

Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento

Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento Marcelo de Paula Neves Lelis Gerente de Projetos Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental Ministério das Cidades Planejamento

Leia mais

MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE

MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE Revisão: 07 Data: 05.03.09 Página 1 de 7 Copia controlada MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE José G. Cardoso Diretor Executivo As informações contidas neste Manual são de propriedade da Abadiaço Ind. e Com.

Leia mais

PROCEDIMENTO SISTÊMICO DE GESTÃO INTEGRADO

PROCEDIMENTO SISTÊMICO DE GESTÃO INTEGRADO 1. OBJETIVO Estabelecer, documentar, implementar, aprimorar e manter um Sistema de Gestão da Qualidade e de Energia, que assegure a conformidade com os requisitos da norma de referência. Outrossim, a responsabilidade

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DE QUALIDADE NAS ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ESGOTOS DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO

SISTEMA DE GESTÃO DE QUALIDADE NAS ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ESGOTOS DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO SISTEMA DE GESTÃO DE QUALIDADE NAS ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ESGOTOS DA REGIÃO METROPOLITANA DE SÃO PAULO Valério da Silva Ramos (*) Administrador de Empresas, pós-graduado em Gestão Econômica e Financeira

Leia mais

AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO DO FORNECEDOR

AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO DO FORNECEDOR Prezado Fornecedor, A Innova S/A, empresa certificada nas normas ISO 9001:2000, ISO 14001:1996, OHSAS 18001, avalia seus fornecedores no atendimento de requisitos relativos a Qualidade, Meio Ambiente,

Leia mais

Proposta Comercial. Empresa «Nome_da_empresa» Solução BPO Business Process Outsourcing. Número Proposta «Numero_Proposta» - «Versao»

Proposta Comercial. Empresa «Nome_da_empresa» Solução BPO Business Process Outsourcing. Número Proposta «Numero_Proposta» - «Versao» Proposta Comercial Empresa «Nome_da_empresa» Solução BPO Business Process Outsourcing Número Proposta «Numero_Proposta» - «Versao» Data 14 de setembro de 2012 Preparado para: «Nome» «Sobrenome» 1. Objetivo

Leia mais

Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI 2014 (566727)

Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI 2014 (566727) Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI 2014 (566727) Pergunta: Sua resposta Data de envio: 08/08/2014 19:53:40 Endereço IP: 150.164.72.183 1. Liderança da alta administração 1.1. Com

Leia mais

Apresentação do Modelo SISAR: envolvimento da população, gestão compartilhada, pagamentos dos serviços e resultados obtidos

Apresentação do Modelo SISAR: envolvimento da população, gestão compartilhada, pagamentos dos serviços e resultados obtidos SEMINÁRIO REGIONAL DE SANEAMENTO RURAL Apresentação do Modelo SISAR: envolvimento da população, gestão compartilhada, pagamentos dos serviços e resultados obtidos Campinas(SP), 23 de Junho 2015 Mobilização

Leia mais

Infraestrutura de informações geoespaciais e georreferenciadas

Infraestrutura de informações geoespaciais e georreferenciadas Infraestrutura de informações geoespaciais e georreferenciadas 1. Apresentação do Problema Epitácio José Paes Brunet É cada vez mais expressiva, hoje, nas cidades brasileiras, uma nova cultura que passa

Leia mais

MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA

MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA Páginas: 1 de 13 APROVAÇÃO Este Manual de Gestão está aprovado e representa o Sistema de Gestão Integrada implementado na FOX Comércio de Aparas Ltda. Ricardo Militelli Diretor FOX Páginas: 2 de 13 1.

Leia mais

Tecnologia da Informação CAASP. DIS Departamento de Informática e Sistemas. Relatório Anuário 2008 Att. Gerência Geral e Diretoria CAASP

Tecnologia da Informação CAASP. DIS Departamento de Informática e Sistemas. Relatório Anuário 2008 Att. Gerência Geral e Diretoria CAASP Tecnologia da Informação CAASP DIS Relatório Anuário 2008 Att. Gerência Geral e Diretoria CAASP Introdução...03 Projetos e Fatos Relevantes 2008...03 Raio X de Investimentos e Custos...10 Considerações

Leia mais

Outubro 2009. Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini

Outubro 2009. Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini Outubro 2009 Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini Sustentabilidade Articulação Ampliação dos limites Sistematização Elementos do Novo Modelo Incubação

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Competências Analista 1. Administração de recursos de infra-estrutura de tecnologia da informação 2.

Leia mais

PLANO DE DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS DA FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DE CANOAS CANOASTEC

PLANO DE DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS DA FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DE CANOAS CANOASTEC PLANO DE DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS DA FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DE CANOAS CANOASTEC Institui o Plano de Desenvolvimento de Recursos Humanos criando o Quadro

Leia mais

Política do Programa de Voluntariado Corporativo GRPCOM ATITUDE

Política do Programa de Voluntariado Corporativo GRPCOM ATITUDE Política do Programa de Voluntariado Corporativo GRPCOM ATITUDE O Programa de Voluntariado Corporativo GRPCOM ATITUDE visa fortalecer a missão de desenvolver a nossa terra e nossa gente e contribuir para

Leia mais

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa Aécio Costa A segurança da informação é obtida a partir da implementação de um conjunto de controles adequados, incluindo políticas, processos, procedimentos, estruturas organizacionais e funções de software

Leia mais

PUBLICADO EM 01/08/2015 VÁLIDO ATÉ 31/07/2020

PUBLICADO EM 01/08/2015 VÁLIDO ATÉ 31/07/2020 PUBLICADO EM 01/08/2015 VÁLIDO ATÉ 31/07/2020 INDICE POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 1. Objetivo...2 2. Aplicação...2 3. implementação...2 4. Referência...2 5. Conceitos...2 6. Políticas...3

Leia mais

EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 ANEXO 9 DO CONTRATO PLANO DE TRANSFERÊNCIA OPERACIONAL (PTO)

EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 ANEXO 9 DO CONTRATO PLANO DE TRANSFERÊNCIA OPERACIONAL (PTO) EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 CONCESSÃO PARA AMPLIAÇÃO, MANUTENÇÃO E EXPLORAÇÃO DOS AEROPORTOS INTERNACIONAIS BRASÍLIA CAMPINAS GUARULHOS EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 ANEXO 9 DO CONTRATO PLANO DE TRANSFERÊNCIA

Leia mais

RIO 2016 POLÍTICA DE COMPLIANCE

RIO 2016 POLÍTICA DE COMPLIANCE COMITÊ ORGANIZADOR DOS JOGOS OLÍMPICOS RIO 206 RIO 206 POLÍTICA DE 25/02/205 / 2 Sumário. OBJETIVO... 2 2. DEFINIÇÕES... 2 3. ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES... 5 4. DIRETRIZES... 7 4. Programa Geral de...

Leia mais

TÍTULO: VISTORIAS TÉCNICAS DAS INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS PREDIAS SANITÁRIAS

TÍTULO: VISTORIAS TÉCNICAS DAS INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS PREDIAS SANITÁRIAS TÍTULO: VISTORIAS TÉCNICAS DAS INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS PREDIAS SANITÁRIAS Autores: Rita de Cássia Junqueira: Cargo atual: Tecnóloga Sanitarista Formação: Tecnologia Sanitária Universidade de Campinas -

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa RESOLUÇÃO DE MESA N.º 806/2007. (publicada no DOE nº 236, de 13 de dezembro de 2007) Dispõe sobre o Programa de Gerenciamento

Leia mais

SIMPLIFICAÇÃO DE PROCESSOS

SIMPLIFICAÇÃO DE PROCESSOS SIMPLIFICAÇÃO DE PROCESSOS 1 FINALIDADE DO PROJETO ESTRATÉGICO Simplificar e padronizar os processos internos, incrementando o atendimento ao usuário. Especificamente o projeto tem o objetivo de: Permitir

Leia mais

ORIENTAÇÕES GERAIS PARA UTILIZAÇÃO DE RECURSOS DO PROEX (2015)

ORIENTAÇÕES GERAIS PARA UTILIZAÇÃO DE RECURSOS DO PROEX (2015) UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Instituto de Medicina Social Rua São Francisco Xavier, 524 / 7º andar / Bloco D - Maracanã CEP: 20550-013 - Rio de Janeiro - BRASIL TEL: 55-021- 2334-0235 FAX:

Leia mais

O IMPORTANTE PAPEL DA GESTÃO DA QUALIDADE EM LABORATÓRIOS DE ANÁLISE CONTROLE DE EFLUENTES

O IMPORTANTE PAPEL DA GESTÃO DA QUALIDADE EM LABORATÓRIOS DE ANÁLISE CONTROLE DE EFLUENTES O IMPORTANTE PAPEL DA GESTÃO DA QUALIDADE EM LABORATÓRIOS DE ANÁLISE CONTROLE DE EFLUENTES Natália de Freitas Colesanti Perlette (1) Engenheira Ambiental formada na Universidade Estadual Paulista Júlio

Leia mais

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário RESOLUÇÃO Nº 99, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2009 Dispõe sobre o Planejamento Estratégico de TIC no âmbito do Poder Judiciário e dá outras providências. ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário Planejamento

Leia mais

Institui a Política de Segurança da Informação da Advocacia-Geral da União, e dá outras providências.

Institui a Política de Segurança da Informação da Advocacia-Geral da União, e dá outras providências. PORTARIA No- 192, DE 12 DE FEVEREIRO DE 2010 Institui a Política de Segurança da Informação da Advocacia-Geral da União, e dá outras providências. O ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO, no uso de suas atribuições

Leia mais

Artigo 1º - Aprovar revisão da Política de Segurança da PRODEB, que com esta se publica.

Artigo 1º - Aprovar revisão da Política de Segurança da PRODEB, que com esta se publica. Classificação: RESOLUÇÃO Código: RP.2007.077 Data de Emissão: 01/08/2007 O DIRETOR PRESIDENTE da Companhia de Processamento de Dados do Estado da Bahia - PRODEB, no uso de suas atribuições e considerando

Leia mais

Manual do SGI Sistema de Gestão Integrada

Manual do SGI Sistema de Gestão Integrada Manual do SGI Sistema de Gestão Integrada Revisão 02 Manual MN-01.00.00 Requisito Norma ISO 14.001 / OHSAS 18001 / ISO 9001 4.4.4 Página 1 de 14 Índice 1. Objetivo e Abrangência 2. Documentos Referenciados

Leia mais

P11 Proposta da equipe. Abril/2013

P11 Proposta da equipe. Abril/2013 P11 Proposta da equipe Abril/2013 Matriz SWOT AMBIENTES Interno FORÇAS Comprometimento da Diretoria com as questões ambientais; Capacidade da ANTAQ em interagir com os demais setores; Possibilidade da

Leia mais

ANEXO RESOLUÇÃO NORMATIVA RN Nº 277. Página 1

ANEXO RESOLUÇÃO NORMATIVA RN Nº 277. Página 1 ANEXO DA RESOLUÇÃO NORMATIVA RN Nº 277 Página 1 ANEXO I Dimensão Nome da Quantitativo Dimensão de Itens Peso Nota Mínima Programa de Dimensão 1 Melhoria da Qualidade 11 1 70 PMQ Dimensão 2 Dinâmica da

Leia mais

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 345/SETIN.SEGP.GP, DE 16 DE JUNHO DE 2015

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 345/SETIN.SEGP.GP, DE 16 DE JUNHO DE 2015 TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 345/SETIN.SEGP.GP, DE 16 DE JUNHO DE 2015 Reestrutura as unidades vinculadas à Secretaria de Tecnologia da Informação SETIN do Tribunal Superior do Trabalho.

Leia mais

Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI 2014 (566727)

Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI 2014 (566727) Nome do questionário (ID): Levantamento de Governança de TI 2014 (566727) Pergunta: Sua resposta Data de envio: 06/06/2014 18:22:39 Endereço IP: 189.9.1.20 1. Liderança da alta administração 1.1. Com relação

Leia mais

Nota técnica Março/2014

Nota técnica Março/2014 Nota técnica Março/2014 Sistemas de Saneamento no Brasil - Desafios do Século XXI João Sergio Cordeiro O Brasil, no final do ano de 2013, possuía população de mais de 200 milhões de habitantes distribuídos

Leia mais

cüxyx àâüt `âç v ÑtÄ wx Tvtâû c\

cüxyx àâüt `âç v ÑtÄ wx Tvtâû c\ ATO DE SANÇÃO N.º 003/2010. O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE ACAUÃ, ESTADO DO PIAUÍ, no uso de suas atribuições legais, sanciona por meio do presente, o Projeto de Lei do Executivo de N.º 002/2010, Ementa: Dispõe

Leia mais

Gestão da Tecnologia da Informação

Gestão da Tecnologia da Informação TLCne-051027-P0 Gestão da Tecnologia da Informação Disciplina: Governança de TI São Paulo, Outubro de 2012 0 Sumário TLCne-051027-P1 Conteúdo desta Aula Abordar o domínio Adquirir e Implementar e todos

Leia mais

Programa Gestão do Conhecimento

Programa Gestão do Conhecimento Companhia de Águas e Esgotos CAERN Gerência de Desenvolvimento Humano - GDH Programa Gestão do Conhecimento (Relatório) Resultados da Pesquisa e para Implementação do Programa Sumário 1.. 2. sobre Gestão

Leia mais

Ajuda da pesquisa acerca da Governança de TI da Administração Pública Federal

Ajuda da pesquisa acerca da Governança de TI da Administração Pública Federal Ajuda da pesquisa acerca da Governança de TI da Administração Pública Federal 1. Há planejamento institucional em vigor? Deverá ser respondido SIM caso o Órgão/Entidade possua um planejamento estratégico

Leia mais

EXECUÇÃO DE PROGRAMAS ESTRATÉGICOS

EXECUÇÃO DE PROGRAMAS ESTRATÉGICOS EXECUÇÃO DE PROGRAMAS ESTRATÉGICOS 6º FÓRUM NACIONAL DE ESTRATÉGIA NA PRÁTICA & GESTÃO POR PROCESSOS Conteúdo da Apresentação Modelo de Gestão de Porto Alegre Alinhamento Planejamento Estratégico e Orçamento

Leia mais

Guia Canais de Distribuição PLANETFONE 2016

Guia Canais de Distribuição PLANETFONE 2016 Guia Canais de Distribuição PLANETFONE 2016 Av. Nossa Senhora do Carmo, 1.191, 3º andar, Sion, Belo Horizonte/MG - www.planetfone.com.br 1 SUMÁRIO 1. A PLANETFONE... 03 2. OBJETIVOS ESTRATÉGICOS... 04

Leia mais

Câmara Municipal de Volta Redonda RJ PROGRAMA Nº - 195

Câmara Municipal de Volta Redonda RJ PROGRAMA Nº - 195 Câmara Municipal de Volta Redonda RJ PROGRAMA Nº - 195 Manutenção e Operacionalização da Administração SUB-FUNÇÃO: 122 ADMINISTRAÇÃO GERAL Prover o SAAE de recursos materiais e humanos para o bom desenvolvimento

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL: ISO 14001. Material Didático: IBB 254 Gestão Ambiental / 2015 Curso: Ciências Biológicas - UFAM

SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL: ISO 14001. Material Didático: IBB 254 Gestão Ambiental / 2015 Curso: Ciências Biológicas - UFAM SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL: ISO 14001 Material Didático: IBB 254 Gestão Ambiental / 2015 Conceitos Gerais A gestão ambiental abrange uma vasta gama de questões, inclusive aquelas com implicações estratégicas

Leia mais

1. COMPETÊNCIAS DAS DIRETORIAS

1. COMPETÊNCIAS DAS DIRETORIAS 1. COMPETÊNCIAS DAS DIRETORIAS 1.1. Diretoria Executiva (DEX) À Diretora Executiva, além de planejar, organizar, coordenar, dirigir e controlar as atividades da Fundação, bem como cumprir e fazer cumprir

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE MANAUS

CÂMARA MUNICIPAL DE MANAUS O PREFEITO DE MANAUS LEI DELEGADA N 10, DE 31 DE JULHO DE 2013 (D.O.M. 31.07.2013 N. 3221 Ano XIV) DISPÕE sobre a estrutura organizacional da SECRETARIA MUNICIPAL DE FINANÇAS, TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

Leia mais

Manual do Sistema de Gestão Ambiental - Instant Solutions. Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa

Manual do Sistema de Gestão Ambiental - Instant Solutions. Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa Data da Criação: 09/11/2012 Dara de revisão: 18/12/2012 1 - Sumário - 1. A Instant Solutions... 3 1.1. Perfil da empresa... 3 1.2. Responsabilidade ambiental...

Leia mais

MANUAL DE CONTROLES INTERNOS POLÍTICAS CORPORATIVAS

MANUAL DE CONTROLES INTERNOS POLÍTICAS CORPORATIVAS 8 - Política de segurança da informação 8.1 Introdução A informação é um ativo que possui grande valor para a COOPERFEMSA, devendo ser adequadamente utilizada e protegida contra ameaças e riscos. A adoção

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO NBR ISO 13485:2004 RDC 59:2000 PORTARIA 686:1998 ITENS DE VERIFICAÇÃO PARA AUDITORIA

ESTUDO COMPARATIVO NBR ISO 13485:2004 RDC 59:2000 PORTARIA 686:1998 ITENS DE VERIFICAÇÃO PARA AUDITORIA ESTUDOCOMPARATIVO NBRISO13485:2004 RDC59:2000 PORTARIA686:1998 ITENSDEVERIFICAÇÃOPARAAUDITORIA 1. OBJETIVO 1.2. 1. Há algum requisito da Clausula 7 da NBR ISO 13485:2004 que foi excluída do escopo de aplicação

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 40, DE 30 DE ABRIL DE 2010.

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 40, DE 30 DE ABRIL DE 2010. AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 40, DE 30 DE ABRIL DE 2010. Regulamenta a utilização dos serviços corporativos disponíveis na rede de computadores da ANAC. A DIRETORA-PRESIDENTE

Leia mais

Prêmio Nacional da Qualidade em Saneamento Inovação da Gestão em Saneamento

Prêmio Nacional da Qualidade em Saneamento Inovação da Gestão em Saneamento Prêmio Nacional da Qualidade em Saneamento Inovação da Gestão em Saneamento PNQS 2010 IGS SETEMBRO/2010 ORGANOGRAMA DA ORGANIZAÇÃO CANDIDATA Vice-presidência de GO Superintendência T Gerência Prod. e Desenvolvimento

Leia mais

MINUTA DE PROPOSTA DE RESOLUÇÃO ABILUX 05/03/2010

MINUTA DE PROPOSTA DE RESOLUÇÃO ABILUX 05/03/2010 MINUTA DE PROPOSTA DE RESOLUÇÃO ABILUX 05/03/2010 Dispõe sobre a destinação de Lâmpadas inservíveis, seus fins e mecanismos de formulação e aplicação, e dá outras providências O CONSELHO NACIONAL DO MEIO

Leia mais

Código de prática para a gestão da segurança da informação

Código de prática para a gestão da segurança da informação Código de prática para a gestão da segurança da informação Edição e Produção: Fabiano Rabaneda Advogado, professor da Universidade Federal do Mato Grosso. Especializando em Direito Eletrônico e Tecnologia

Leia mais

OUVIDORIA GERAL RELATÓRIO ANUAL DE ATIVIDADES 2006

OUVIDORIA GERAL RELATÓRIO ANUAL DE ATIVIDADES 2006 OUVIDORIA GERAL RELATÓRIO ANUAL DE ATIVIDADES 2006 Apresentação Nossa história Objetivos, Atribuições e Compromisso Nosso Método de Trabalho Manifestações dos Usuários 1. Quantidade 2. Tipos 3. Percentual

Leia mais

ATO Nº 229/2013. A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 7ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

ATO Nº 229/2013. A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 7ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais, ATO Nº 229/2013 Aprova a Norma Complementar de Criação da Equipe de Tratamento e Resposta a Incidentes na Rede de Computadores do Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região. A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL

Leia mais

Com o objetivo de manter um alto nível de qualidade, nossos colaboradores são rigorosamente selecionados e treinados.

Com o objetivo de manter um alto nível de qualidade, nossos colaboradores são rigorosamente selecionados e treinados. A MBS SERVIÇOS possui o conhecimento necessário e indispensável para oferecer qualidade e agilidade nas realizações dos serviços prestados. Possuímos sede própria com toda infraestrutura necessária para

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO

POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Grupo PETRA S.A. Departamento de Tecnologia da Informação POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Início da Vigência: 01/Maio/2010 Propriedade do Grupo PETRA S.A. 1. INTRODUÇÃO Este documento foi elaborado

Leia mais

Relato da Iniciativa

Relato da Iniciativa 1 Relato da Iniciativa 5.1 Nome da iniciativa ou projeto Novo portal institucional da Prefeitura de Vitória (www.vitoria.es.gov.br) 5.2 Caracterização da situação anterior A Prefeitura de Vitória está

Leia mais

Política de Responsabilidade Socioambiental

Política de Responsabilidade Socioambiental Política de Responsabilidade Socioambiental SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 OBJETIVO... 3 3 DETALHAMENTO... 3 3.1 Definições... 3 3.2 Envolvimento de partes interessadas... 4 3.3 Conformidade com a Legislação

Leia mais

Orientações para o Apoio do Fundo Amazônia ao Cadastramento Ambiental Rural

Orientações para o Apoio do Fundo Amazônia ao Cadastramento Ambiental Rural Orientações para o Apoio do Fundo Amazônia ao Cadastramento Ambiental Rural 1. Apoio do Fundo Amazônia ao Cadastramento Ambiental Rural no bioma Amazônia... 2 2. Apoio do Fundo Amazônia ao Cadastramento

Leia mais

Pode Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS DE DIREÇÃO E CHEFIAS DA SETIC

Pode Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS DE DIREÇÃO E CHEFIAS DA SETIC Pode Judiciário Justiça do Trabalho Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS DE DIREÇÃO E CHEFIAS DA SETIC 1. Diretor da Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicação Coordenar

Leia mais

MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009

MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009 DOU de 05/10/09 seção 01 nº 190 pág. 51 MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009 Estabelece orientações relativas à Política de Saneamento Básico e

Leia mais

SELO ABRAIDI Programa de BPADPS

SELO ABRAIDI Programa de BPADPS SELO ABRAIDI Programa de BPADPS Reuniões: Julho a Agosto de 2010 Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Implantes PAUTA * OBJETIVOS * ASPECTOS FUNDAMENTAIS * HISTÓRICO * SITUAÇÃO ATUAL

Leia mais

PAINEL DE INDICADORES ESTRATÉGICOS DO TRE-RS

PAINEL DE INDICADORES ESTRATÉGICOS DO TRE-RS PAINEL DE ES ESTRATÉGICOS DO TRE-RS 2014 SOCIEDADE: Prestar serviços de excelência 1 Índice de respostas a contatos dirigidos à Ouvidoria Mede o percentual de contatos dirigidos à Ouvidoria que receberam

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Contratação de consultoria pessoa física para serviços de preparação

Leia mais

INCUBADORAS DE EMPRESAS. EDITAL SEBRAE/ANPROTEC 01/2015 Implantação e Certificação do CERNE

INCUBADORAS DE EMPRESAS. EDITAL SEBRAE/ANPROTEC 01/2015 Implantação e Certificação do CERNE INCUBADORAS DE EMPRESAS EDITAL SEBRAE/ANPROTEC 01/2015 Implantação e Certificação do CERNE Brasília, 2015 O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas SEBRAE, entidade associativa de Direito

Leia mais

ISO NAS PRAÇAS. Oficina ISO 9001-2008 Formulação da Política da Qualidade. Julho/2011

ISO NAS PRAÇAS. Oficina ISO 9001-2008 Formulação da Política da Qualidade. Julho/2011 Oficina ISO 9001-2008 Formulação da Política da Qualidade Julho/2011 GESPÚBLICA Perfil do Facilitador Servidor de carreira que tenha credibilidade Bom relacionamento interpessoal Acesso a alta administração

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO EDUARDO ROCHA BRUNO CATTANY FERNANDO BAPTISTA

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO EDUARDO ROCHA BRUNO CATTANY FERNANDO BAPTISTA FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO EDUARDO ROCHA BRUNO CATTANY FERNANDO BAPTISTA Descrição da(s) atividade(s): Indicar qual software integrado de gestão e/ou ferramenta

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 506, DE 28 DE JUNHO DE 2013

RESOLUÇÃO Nº 506, DE 28 DE JUNHO DE 2013 Publicada no DJE/STF, n. 127, p. 1-3 em 3/7/2013. RESOLUÇÃO Nº 506, DE 28 DE JUNHO DE 2013 Dispõe sobre a Governança Corporativa de Tecnologia da Informação no âmbito do Supremo Tribunal Federal e dá outras

Leia mais

Descrição dos Cargos, Atribuições e Responsabilidades

Descrição dos Cargos, Atribuições e Responsabilidades Descrição dos Cargos, Atribuições e Responsabilidades 1. DESCRIÇÕES DO CARGO - ESPECIALISTA EM DESENVOLVIMENTO DE TECNOLOGIA NUCLEAR E DEFESA a) Descrição Sumária Geral Desenvolver, projetar, fabricar,

Leia mais

Identificação do Órgão/Unidade:Tribunal Superior Eleitoral/STI/COINF/SEPD Service Desk

Identificação do Órgão/Unidade:Tribunal Superior Eleitoral/STI/COINF/SEPD Service Desk Identificação do Órgão/Unidade:Tribunal Superior Eleitoral/STI/COINF/SEPD Service Desk E-mail para contato: supervisao@tse.gov.br Nome trabalho/projeto: Suporte em TI baseado em sistema de gestão da qualidade

Leia mais

DELOITE TOUCHE TOHMATSU Código PO-SIGA POLITICA CORPORATIVA Revisão 02

DELOITE TOUCHE TOHMATSU Código PO-SIGA POLITICA CORPORATIVA Revisão 02 Pagina 1/6 ÍNDICE 1. OBJETIVO...3 2. ABRANGÊNCIA / APLICAÇÃO...3 3. REFERÊNCIAS...3 4. DEFINIÇÕES...3 5. DIRETRIZES E RESPONSABILIDADES...4 5.1 POLITICAS...4 5.2 COMPROMISSOS...4 5.3 RESPONSABILIDADES...5

Leia mais

Política de Privacidade

Política de Privacidade Política de Privacidade Este documento tem por objetivo definir a Política de Privacidade da Bricon Security & IT Solutions, para regular a obtenção, o uso e a revelação das informações pessoais dos usuários

Leia mais

MANUAL DE CONTROLES INTERNOS PARTE II POLÍTICAS CORPORATIVAS

MANUAL DE CONTROLES INTERNOS PARTE II POLÍTICAS CORPORATIVAS 1 Política de segurança da informação 1.1 Introdução A informação é um ativo que possui grande valor para a COGEM, devendo ser adequadamente utilizada e protegida contra ameaças e riscos. A adoção de políticas

Leia mais

Soluções em Tecnologia da Informação

Soluções em Tecnologia da Informação Soluções em Tecnologia da Informação Curitiba Paraná Salvador Bahia A DTS Sistemas é uma empresa familiar de Tecnologia da Informação, fundada em 1995, especializada no desenvolvimento de soluções empresariais.

Leia mais

PNQS - Prêmio Nacional da Qualidade em Saneamento Gestão Classe Mundial

PNQS - Prêmio Nacional da Qualidade em Saneamento Gestão Classe Mundial PNQS - Prêmio Nacional da Qualidade em Saneamento Gestão Classe Mundial O principal vetor para alavancar a universalização dos serviços de saneamento ambiental com competitividade e sustentabilidade PNQS

Leia mais

DECRETO Nº XX.XXX, DE XX DE XXXXXXXXXXXX DE 2009.

DECRETO Nº XX.XXX, DE XX DE XXXXXXXXXXXX DE 2009. DECRETO Nº XX.XXX, DE XX DE XXXXXXXXXXXX DE 2009. Institui a Política de Tecnologia da Informação e Comunicação no Governo do Estado do Piauí, cria o Sistema de Governança de Tecnologia da Informação e

Leia mais

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS METODOLOGIA DE AUDITORIA PARA AVALIAÇÃO DE CONTROLES E CUMPRIMENTO DE PROCESSOS DE TI NARDON, NASI AUDITORES E CONSULTORES CobiT

Leia mais

Desenvolvimento e Implantação do Criptossistema da Autoridade Certificadora Raiz da ICP-Brasil

Desenvolvimento e Implantação do Criptossistema da Autoridade Certificadora Raiz da ICP-Brasil Programa 1109 Massificação da Certificação Digital ICP-Brasil Ações Orçamentárias Número de Ações 18 72640000 Produto: Sistema implantado Desenvolvimento e Implantação do Criptossistema da Autoridade Certificadora

Leia mais

NET SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO S.A. CÓDIGO DE CONDUTA

NET SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO S.A. CÓDIGO DE CONDUTA NET SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO S.A. CÓDIGO DE CONDUTA APRESENTAÇÃO Este é o Código de Conduta da Net Serviços de Comunicação S.A. e de suas controladas ( NET ). A NET instituiu este Código de Conduta norteado

Leia mais

PROCEDIMENTO SISTÊMICO DA QUALIDADE

PROCEDIMENTO SISTÊMICO DA QUALIDADE 1. OBJETIVO Estabelecer, documentar, implementar, aprimorar e manter um, que assegure a conformidade com os requisitos da norma de referência. 2. CONTROLE DE DOCUMENTOS E REGISTRO 2. CONTROLE DE DOCUMENTOS

Leia mais

M A N U A L D A Q U A L I D A D E

M A N U A L D A Q U A L I D A D E M A N U A L D A Q U A L I D A D E 14ª Versão Última atualização: MANUAL DA QUALIDADE - Rev. Data Elaborado por Descrição da alteração 01 10/06/2012 Hélio Lipiani Versão Inicial 02 20/07/2010 Hélio Lipiani

Leia mais

PROJETO NOVAS FRONTEIRAS. Descrição dos processos de gerenciamento da qualidade

PROJETO NOVAS FRONTEIRAS. Descrição dos processos de gerenciamento da qualidade PROJETO NOVAS FRONTEIRAS PLANO DE GERENCIAMENTO DA QUALIDADE QUALITY MANAGEMENT PLAN Preparado por Mara Lúcia Menezes Membro do Time Versão 3 Aprovado por Rodrigo Mendes Lemos Gerente do Projeto 15/11/2010

Leia mais

TERMO DE ADESÃO. Para participação em Projetos de Promoção de Exportação

TERMO DE ADESÃO. Para participação em Projetos de Promoção de Exportação TERMO DE ADESÃO Para participação em Projetos de Promoção de Exportação A empresa..., de CNPJ n.º..., por seu(s) representante(s) legal(is), adere ao projeto BRAZILIAN PUBLISHERS, proposto à APEX-Brasil

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE DA CONSTRUTORA COPEMA

MANUAL DA QUALIDADE DA CONSTRUTORA COPEMA 1/10 INFORMAÇÕES SOBRE A EMPRESA... 2 ABRANGÊNCIA DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE... 3 1. SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE:... 4 - MANUAL DA QUALIDADE... 4 Escopo do SGQ e definição dos clientes... 4 Política

Leia mais

Regimento da Superintendência de Tecnologia da Informação

Regimento da Superintendência de Tecnologia da Informação SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA Regimento da Superintendência de Tecnologia da Informação DOS OBJETIVOS E ORGANIZAÇÃO DA SUPERINTENDÊNCIA Capítulo I - DA

Leia mais

INTRODUÇÃO REQUISITOS TECNOLÓGICOS E DE AMBIENTE

INTRODUÇÃO REQUISITOS TECNOLÓGICOS E DE AMBIENTE INTRODUÇÃO Na intenção de realizar um novo sistema financeiro para a gestão de recursos de convênios celebrados pela Academia Brasileira de Ciências, o setor de informática juntamente com o setor financeiro

Leia mais

LEI N 547, DE 03 DE SETEMBRO DE 2010.

LEI N 547, DE 03 DE SETEMBRO DE 2010. Pág. 1 de 5 LEI N 547, DE 03 DE SETEMBRO DE 2010. CRIA O FUNDO MUNICIPAL DE HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL FMHIS E INSTITUI O CONSELHO GESTOR DO FMHIS. O PREFEITO MUNICIPAL DE CRUZEIRO DO SUL ACRE, EM EXERCÍCIO,

Leia mais