PRIMEIRO TRECHO EXPERIMENTAL URBANO DE SMA COM ASFALTO-BORRACHA SEM FIBRAS: PROJETO, CONSTRUÇÃO E AVALIAÇÃO

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1 PRIMEIRO TRECHO EXPERIMENTAL URBANO DE SMA COM ASFALTO-BORRACHA PRIMEIRO TRECHO EXPERIMENTAL URBANO DE SMA COM ASFALTO-BORRACHA SEM FIBRAS: PROJETO, CONSTRUÇÃO E AVALIAÇÃO Sandra Oda Depto. de Eng. e Arquitetura, Universidade Savador, Rua Agneo Brito, 53, Federação, CEP , Savador, BA, e-mai: Guiherme Ede Petrobras Distribuidora S.A. Gerência de Industriaização de Asfatos, Rua Genera Canabarro, 500, saa 1403, Maracanã, CEP , Rio de Janeiro, RJ, e-mai: José Leomar Fernandes Júnior Depto. de Transportes, Escoa de Engenharia de São Caros, USP, Av. Trabahador São-carense, 400, STT-EESC-USP, CEP , São Caros, SP, e-mai: Resumo Este trabaho apresenta os aspectos gerais de projeto, construção e avaiação do primeiro trecho experimenta urbano com asfato-borracha construído em dezembro de 2004 na cidade de Savador, Bahia. A mistura asfática apicada foi um SMA (Stone Matrix Asphat) sem fibras. São duas pistas com duas faixas cada, sendo a espessura da camada acabada de 4,0 cm. São apresentados e discutidos os procedimentos tomados durante a execução para soucionar os probemas enfrentados, reacionados principamente à fata de experiência dos técnicos em trabahar com um materia novo. Os resutados da primeira avaiação mostram que o revestimento com asfato-borracha conferiu ganhos de atrito e drenabiidade superficia, garantindo, aém disso, boa visibiidade e redução da aquapanagem em dias de chuva, tornando o pavimento mais seguro e confortáve. Os defeitos identificados até o momento são conseqüência de probemas preexistentes não sanados anteriormente à apicação da camada de reforço de SMA (mediante fresagem, por exempo). Foi constatado maior voume de vazios da mistura extraída da pista, quando comparada à mistura compactada em aboratório, aém de resistência à tração muito diferente dos vaores obtidos com as misturas de projeto, que evidenciam probemas construtivos reacionados à temperatura e à energia de compactação. Ainda assim, os resutados têm sido positivos, demonstrando a viabiidade técnica tanto do uso de borracha de pneus em pavimentação quanto da construção de revestimentos asfáticos com misturas SMA. Paavras-chave: asfato-borracha, SMA, pavimentos urbanos, trecho experimenta. Introdução Um revestimento asfático pode ter sua durabiidade incrementada com a utiização de igantes asfáticos de mehor quaidade. Para mehorar as propriedades físicas, mecânicas e químicas dos cimentos asfáticos, podem ser adicionados produtos (aditivos e modificadores) como agentes rejuvenescedores, poímeros (SBR, SBS, EVA, etc.) e, particuarmente, borracha de pneus moída. A borracha proporciona aumento da fexibiidade e da resistência aos raios utravioetas, tornando a mistura asfática mais resistente ao envehecimento, ao aparecimento e propagação de trincas e à deformação permanente. Aém disso, quando utiizada uma curva granuométrica adequada, reduz o níve de ruído causado peo fuxo de veícuos e auxiia na drenagem em dias de chuva. Pode-se dizer que uma pista com asfato-borracha proporciona maior conforto,

2 204 ODA, EDEL & FERNANDES JÚNIOR economia e segurança aos usuários, aém do desempenho e da durabiidade serem superiores aos de uma pista construída com asfato convenciona (Ede, 2005). O desenvovimento de novos produtos, como os asfatos modificados, atende à necessidade de pavimento com mehor quaidade, principamente considerando-se a forma inadequada ou inexistente de manutenção dos pavimentos por parte dos órgãos responsáveis pea infraestrutura viária. Porém, a fata de conhecimento técnico dificuta a utiização de novos produtos na construção de pavimentos, em função da desconfiança inerente. Por este motivo, um dos objetivos da construção de trechos experimentais é avaiar o desempenho de materiais e misturas produzidos em aboratório e, dessa forma, apresentar uma aternativa para mehorar a quaidade de pavimentos existentes, principamente em ocais com eevado voume de tráfego. Este trabaho tem por objetivo apresentar os principais aspectos do projeto, execução e avaiação de trecho experimenta construído na cidade de Savador, Estado da Bahia. A mistura apicada é um SMA (Stone Matrix Asphat) composto por igante asfato-borracha e agregados minerais, sem fibras. Tecnoogia Apicada à Pavimentação Asfática A tecnoogia do asfato-borracha representa uma aternativa para mehoria da quaidade dos pavimentos adotada por vários Estados norte-americanos. O Departamento de Transportes do Estado da Fórida, por exempo, após as primeiras concusões de um extenso estudo de campo sobre o desempenho de misturas asfáticas modificadas com borracha, iniciou a impementação de especificações exigindo o uso de borracha de pneu em todas as misturas empregadas em revestimentos asfáticos. Desde a impantação dessas especificações, em 1994, até 1999, mais de 2,7 mihões de toneadas de misturas asfáticas modificadas com borracha foram empregadas na execução de pavimentos (Choubane et a., 1999). Na Fórida, o teor de borracha utiizado varia de 5% a 20% (Smith et a., 2000). No Estado do Arizona, a maioria (mais de 90%) dos serviços de pavimentação é feita com asfato-borracha. Na Caifórnia, o asfato-borracha é apicado em capas seantes, em membranas absorvedoras de tensão e como seante de trincas e juntas (Shatnawi & Long, 2000). Na Austráia, o asfato-borracha é apicado em capa seante (Oiver, 2000). No Brasi, o igante asfato-borracha já está sendo utiizado em aguns Estados das regiões Su e Sudeste desde 2001 (principamente São Pauo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Su). A Petrobras Distribuidora S.A., uma das pioneiras na produção do igante asfato-borracha em escaa industria no Brasi e, atuamente, o seu principa fornecedor, tem incentivado pesquisas e apicações de asfato-borracha em diferentes tipos de misturas asfáticas (Ede, 2005): SMA com asfato-borracha: São Pauo e Bahia; CBUQ denso com asfato-borracha (faixas B e C do DNIT): Rio de Janeiro, São Pauo, Minas Gerais e Rio Grande do Su; CBUQ gap-graded: São Pauo, Rio de Janeiro, Ceará e Rio Grande do Su; Camada Porosa de Atrito (CPA) com asfato-borracha: São Pauo; Asfato-borracha com granuometria híbrida (entre as faixas B e C): Minas Gerais; Tratamento superficia dupo (TSD) com asfato-borracha: Brasíia, DF. Na região Nordeste foram reaizadas duas apicações, uma no Ceará e outra na Bahia. A maior dificudade de apicar o produto nessa região é a fata de matéria-prima (borracha de pneus moída) para a produção do asfatoborracha. Isso ocorre principamente devido à pequena demanda peo produto, uma vez que a maioria dos empreiteiros e técnicos atuantes na área de infra-estrutura é conservadora e tem medo de apicar um produto novo. Infeizmente, os órgãos rodoviários também não incentivam o uso de novas tecnoogias. Trecho Experimenta Locaização O trecho experimenta com igante asfato-borracha está ocaizado na Avenida Genera Graça Lessa, no Vae do Ogunjá, em Savador, Bahia. São duas pistas com duas faixas cada, uma de 320 m (sentido Bonocô Vasco da Gama) e outra no sentido contrário, de 65 m (Figura 1). O trecho atravessa pontos de comércio de acessórios para veícuos, oficinas mecânicas e uma comunidade, sendo que a faixa da direita (cerca de 150,0 m) é usada como acesso (entrada/saída) de veícuos. Por esse motivo é uma zona de carregamento excessivo a baixa veocidade, aém de ponto de frenagem de veícuos devido à existência de uma curva e de um semáforo no fim do trecho. O trecho no sentido Vasco da Gama Bonocô está ocaizado no fim de uma curva, também com entrada e saída de veícuos devido à existência de concessionárias, o que impica um trecho de desaceeração e aceeração de veícuos. Foi reaizada uma avaiação superficia na qua se pode verificar a presença de aguns defeitos ocaizados, como remendos, trincas por fadiga, ongitudinais e por refexão, escorregamento de massa asfática e deformações acentuadas (Figura 1).

3 PRIMEIRO TRECHO EXPERIMENTAL URBANO DE SMA COM ASFALTO-BORRACHA PISTA 1 Av. Genera Graça Lessa Sentido: Bonocô Vasco da Gama Área: 2.108,49 m² Av. Bonocô PISTA 2 Av. Genera Graça Lessa Sentido: Vasco da Gama Bonocô Área: 519,54 m² Vae do Ogunjá Av. Vasco da Gama Figura 1 Identificação das duas pistas do trecho experimenta. Materiais A seeção dos agregados foi reaizada em função de suas propriedades, principamente da resistência ao desgaste por Abrasão Los Angees, uma vez que para misturas descontínuas a especificação DNIT ME 035/ 94 exige que seja inferior a 30%. O fíer (materia de enchimento que passa na peneira #200) utiizado foi o pó cacário. A Tabea 1 apresenta os resutados da caracterização dos agregados. O materia asfático utiizado foi o asfato-borracha CAPFLEX B, fornecido pea Petrobras Distribuidora S.A. Tem como base o cimento asfático de petróeo (CAP) e borracha moída de pneus inservíveis. As propriedades do igante encontram-se na Tabea 2. Deve-se destacar que os igantes modificados com borracha de pneu têm viscosidade bem mais eevada que a de igantes convencionais, que aiada à sua exceente coesão e fexibiidade permite a sua utiização em misturas asfáticas especiais, como CPA, SMA e gap-graded. Essas misturas proporcionam superfícies de pavimento com exceente macrotextura, o que se traduz em ganhos no atrito pneu-pavimento e na drenabiidade superficia, mehorando a visibiidade (anti-spray) e reduzindo os riscos de aquapanagem. Um ganho que também tem sido bastante considerado é a redução do ruído gerado peo tráfego de veícuos quando são utiizadas essas misturas com asfatoborracha. Mistura asfática Em função da granuometria dos agregados, as misturas asfáticas podem ser: descontínuas abertas (open-graded), descontínuas densas (gap-graded) ou contínuas densas. Seeção da mistura asfática projeto de dosagem Para a escoha da mistura do trecho foram avaiadas três faixas granuométricas: faixa C do DNER (CBUQ densa), gap-graded da Caifórnia (descontínua) e SMA da AASHTO MP8-01 (9,5 mm) (Tabea 3 e Figura 2).

4 206 ODA, EDEL & FERNANDES JÚNIOR Tabea 1 Caracterização dos agregados utiizados. Ensaios Resutados Especificação Método Desgaste por Abrasão Los Angees (%) 20 máximo 30% DNIT ME 035/94 Densidade aparente dos grãos (g/cm 3 ) 2,737 DNIT ME 043/95 Densidade efetiva (g/cm 3 ) 2,747 ASTM D2041 Tabea 2 Propriedades do igante asfato-borracha utiizado. Ensaios Resutados Método Penetração (100 g, 25ºC, 5 seg.) (dmm) 55,0 ASTM D 5 Ponto de amoecimento (ºC) 62,0 ASTM D 36 Recuperação eástica (%) 62,5 ASTM D 6084 Viscosidade Brookfied (sp 31, 6 rpm) 175ºC ASTM D 4402 Tabea 3 Granuometria das misturas asfáticas avaiadas. Peneira # Abertura (mm) SMA AASHTO 9,5 mm CBUQ Faixa C-DNER Gap-graded Caifórnia 3/4" 19,1 100, , , /2" 12,7 97, , , /8" 9,52 93, , , # 4 4,76 45, , , # 8 2,38 24, ,6 18, # 16 1,19 19, ,8 13,6 # 30 0,60 15, ,5 11, # 50 0,297 14, , , # 200 0,075 9, , , SMA CBUQ Gap-graded % Passada ,01 0, Peneira (mm) Figura 2 Granuometria das misturas asfáticas avaiadas.

5 PRIMEIRO TRECHO EXPERIMENTAL URBANO DE SMA COM ASFALTO-BORRACHA Parâmetros da mistura seecionada A mistura asfática foi seecionada após a caracterização dos materiais (agregados e igante asfatoborracha) e avaiação das propriedades mecânicas das misturas, medidas através de ensaios de resistência à tração (RT) e do móduo de resiiência (MR). A Tabea 4 apresenta os parâmetros mecânicos das misturas avaiadas. O parâmetro MR avaia a rigidez da mistura, sendo que quanto menor o vaor, menor a rigidez e maior a fexibiidade, resutando em menores tensões absorvidas peo revestimento. Em reação à resistência à tração, quanto menor a RT, maior a perda da capacidade estrutura das misturas (Specht, 2004). Já em reação à fadiga, aguns autores apontam a reação MR/RT como um bom indicador para o comportamento de misturas asfáticas, já que esta reaciona a fexibiidade com a capacidade de suporte da mistura. Por esse motivo foi dada preferência ao SMA, por apresentar mehor desempenho mecânico quando comparado ao CBUQ e ao gap-graded (Tabea 4). A Tabea 5 apresenta os parâmetros voumétricos da mistura SMA. Após a seeção da mistura SMA, foram modadas duas pacas para determinação da deformação permanente em simuador de tráfego LCPC (Laboratorie Centra de Ponts e Chaussées), do Laboratório de Tecnoogia de Pavimentação da Escoa Poitécnica da Universidade de São Pauo (LTP- EPUSP). Os resutados dos ensaios após cicos mostram que a deformação permanente variou de 3,85% a 4,15%, ficando abaixo do imite estabeecido pea norma francesa NF P , de 5% para tráfego pesado. Conforme recomendações da especificação americana (AASHTO MP8-01 9,5 mm), a dosagem do SMA foi reaizada empregando-se fibra. Neste projeto, foi utiizada uma fibra de poiéster proveniente de pneus de automóveis e caminhões de uma empresa ocaizada no Rio Grande do Su (distante km de Savador, BA), o que tornou inviáve o uso da fibra, pois o custo de transporte iria ficar cerca de 20 vezes o vaor do produto. Por esse motivo, e considerando-se, também, que o asfato-borracha é mais viscoso que o CAP sem borracha, optou-se por reduzir o teor de asfato (de 6,8% para 6,4%) e apicar o SMA sem fibra. Usinagem A mistura SMA foi produzida em uma usina gravimétrica distante 40 km do oca de apicação. Quando foi reaizada a caibração da usina pôde-se verificar a diferença de granuometrias das misturas resutantes, pois os agregados coetados nos sios quentes estavam diferentes daquees fornecidos para a dosagem em aboratório, tendo sido necessária a troca de materiais. Para a produção da mistura em usina foram definidas as temperaturas adequadas dos agregados, do igante e de mistura (Tabea 6). Tabea 4 Parâmetros mecânicos das misturas avaiadas. Misturas MR (MPa) RT (MPa) MR/RT CBUQ (Faixa C) , Gap-graded (Caifórnia) , SMA (AASHTO) , Tabea 5 Parâmetros voumétricos das misturas asfáticas ensaiadas. Parâmetros Vaores Teor de asfato-borracha (%) 6,8 Densidade aparente (g/cm 3 ) 2,367 D.M.T (g/cm 3 ) 2,468 Vv (%) 4,1 V.A.M. (%) 19,7 V.C.B. (%) 15,7 Estabiidade (kgf) 765 Fuência (po) 16,2 R.B.V. (%) 78,9

6 208 ODA, EDEL & FERNANDES JÚNIOR Tabea 6 Temperaturas do igante, dos agregados e de compactação. Materia Temperatura ( o C) Ligante Agregados Compactação O asfato-borracha, já na temperatura de usinagem, foi bombeado diretamente do caminhão para o tambor de mistura da usina. Durante a usinagem foi reaizado um controe de todo o materia produzido pea usina, no qua foram determinados, aém da temperatura, os teores de asfato e a granuometria da massa asfática. Foram confeccionados corpos-de-prova (CPs) no aboratório da usina, onde, após a determinação da densidade, os CPs foram submetidos à extração de igante peo rotarex. Após a remoção do igante de cada CP foi reaizado o peneiramento do materia resutante e determinada a granuometria. As granuometrias encontradas são parecidas com a curva de projeto, apresentando pequena variação. Como a massa asfática anaisada é proveniente dos CPs modados in oco, ta variação da faixa granuométrica pode ser proveniente de segregação. O transporte foi reaizado em caminhões bascuantes com o recobrimento por ona e não foi observada perda significativa de temperatura da massa asfática, que ao chegar ao trecho estava entre 160 e 180 C. Apicação da mistura asfática SMA nas pistas A apicação na pista 1 (sentido Bonocô Vasco da Gama) aconteceu nos dias 4 e 5 de dezembro de 2004, enquanto a pista 2 (Vasco da Gama Bonocô) foi feita no dia 5 de dezembro, ambos em condições cimáticas favoráveis e sem chuva. A espessura da camada acabada nas duas pistas foi de 4,0 cm, sendo apicado 5,0 cm de materia soto. No entanto, em aguns pontos da pista 1 foi apicado cerca de 15,0 cm de espessura de massa devido à existência de deformações acentuadas. Esse fato ocorreu porque, apesar de atamente recomendáve, não foi reaizada a fresagem de materia subjacente antes da apicação do novo revestimento, conforme previsto iniciamente. Antes do espahamento da massa asfática (SMA) foi reaizada uma pintura de igação com emusão asfática (RR-1C). O espahamento da massa asfática na pista foi reaizado com o auxíio de uma vibro-acabadora. A compactação foi reaizada com um roo de chapa vibratório e um roo de pneus, sendo ambos borrifados com óeo vegeta para evitar que ocorresse a aderência da massa asfática nas rodas. A Figura 3 mostra as fotos do trecho após a apicação da mistura asfática SMA com asfatoborracha. Probemas e Dificudades durante a Execução Durante as etapas de projeto e apicação surgiram aguns probemas e dificudades, que são reatados e discutidos a seguir: Seeção da mistura asfática: resistência dos técnicos e engenheiros da prefeitura de Savador (PMS) em apicar um SMA (mistura descontínua), devido à fata de experiência em trabahar com esse tipo de mistura, pois a PMS só utiiza CBUQ (densa). Fresagem: a pista 1 apresentava deformações acentuadas (~14 cm) entre as estacas 12 e 14. Por esse motivo, durante a etapa de projeto foi determinado que seria necessário reaizar a fresagem do revestimento existente no dia 3/12 (sexta-feira), antes da apicação da pintura de igação. No entanto, a PMS só conseguiu uma fresadora no sábado (4/12) à tarde, o que impossibiitou a execução do serviço de fresagem. Usina de asfato: o diâmetro da tubuação de entrada do materia asfático era de 2, o que dificutou o seu bombeamento, exigindo a redução da produção de kg/bateada para kg/bateada. Vibro-acabadora: um probema no equipamento provocou a distribuição irreguar de massa (faixas de espessuras diferentes); aém disso, as imitações do equipamento (argura da mesa da vibro-acabadora) e a inexperiência da equipe em trabahar com o SMA dificutaram a execução das juntas, sendo a massa apicada de forma inadequada (uma faixa de 4,0 m de argura e outra de 2,0 m), ocasionando demora no início da compactação e, conseqüentemente, perda de temperatura da massa. Derramamento de óeo diese: a reaização de uma seresta provocou aumento do número de pessoas e veícuos circuando no oca da apicação, causando um pequeno acidente, no qua foi derramado cerca de 20 itros de óeo diese sobre a massa asfática apicada. Apesar de ter sido retirada grande quantidade de massa encharcada, pode-se verificar (depois) que certa quantidade de óeo não foi removida.

7 PRIMEIRO TRECHO EXPERIMENTAL URBANO DE SMA COM ASFALTO-BORRACHA PISTA 1 16 Av. Bonocô PISTA Av. Vasco da Gama Figura 3 Fotos do trecho após a apicação da mistura asfática SMA com asfato-borracha. Levantamento das Condições da Superfície Nos dias 6 e 7 de abri de 2005 foi reaizado o primeiro evantamento das condições do trecho experimenta com asfato-borracha. O escopo desta avaiação foi determinar as propriedades superficiais do revestimento (avaiação de macro e microtextura e permeabiidade) e fazer um evantamento de defeitos. A determinação da macrotextura, teste que mede a rugosidade da superfície, foi feita através do ensaio de mancha de areia (ASTM E , Figura 4). A microtextura, por sua vez, foi determinada utiizandose o Pênduo Britânico (ASTM E , Figura 5), enquanto a permeabiidade foi determinada segundo a metodoogia do Nationa Center for Asphat Technoogy (NCAT), modificada peo Centro de Pesquisas da Petrobras (CENPES, Figura 6). O evantamento de defeitos foi reaizado segundo a metodoogia DNER-PRO 08/94 (Avaiação objetiva de pavimentos fexíveis e semi-rígidos), que estabeece um índice numérico dos defeitos chamado Índice de Gravidade Goba (IGG). Apresentação de resutados Os resutados obtidos nos ensaios são apresentados nas Tabeas 7, 8 e 9. Anáise dos resutados Pode-se observar, na Tabea 7, que o vaor médio da macrotextura obtida foi de 0,60 mm, sendo que este vaor para revestimentos convencionais geramente é inferior a 0,30 mm. Já a microtextura osciou na faixa de BPN (Tabea 8). Com os resutados de macro e microtexturas pôdese cacuar o Internationa Friction Index (IFI, Método ASTM E ), que é uma estimativa do atrito pneu-pavimento de um veícuo trafegando a 60 km/h em pista mohada. Os vaores cacuados variaram de 0,18 a 0,22 na triha de roda e de 0,22 a 0,28 no centro da pista, mostrando que o efeito do tráfego causou eve perda de atrito. Geramente, este vaor é da ordem de 0,10 para revestimento convenciona, o que mostra que ocorreu um ganho de 2 a 3 vezes no índice de atrito. Com reação à permeabiidade, verificou-se que, em aguns pontos, o revestimento é impermeáve, enquanto em outros a permeabiidade variou de a cm/s, que são vaores compatíveis aos de revestimentos deste tipo (Tabea 9). Quanto ao evantamento de defeitos, verificou-se que havia três trechos, com aproximadamente 10,0 m de extensão, que estavam com probemas: os dois primeiros apresentavam um pequeno desocamento de massa (Figura 7) e o terceiro, onde ocorreu um derramamento de óeo diese durante a construção da pista, causou uma panea de aproximadamente 1,0 por 1,5 m (Figura 8).

8 210 ODA, EDEL & FERNANDES JÚNIOR Figura 4 Ensaio de macrotextura mancha de areia. Figura 5 Ensaio de microtextura com Pênduo Britânico. Figura 6 Determinação da permeabiidade.

9 PRIMEIRO TRECHO EXPERIMENTAL URBANO DE SMA COM ASFALTO-BORRACHA Tabea 7 Macrotextura superficia de pavimentos (mancha de areia). Ponto da pista Profundidade da textura (mm) P01 0,53 P02 0,65 P03 (E12 TR) 0,48 P04 (E11 + 5,0 m TR) 0,47 P04 (E11 + 5,0 m centro) 0,85 P05 (E10 + 5,0 m TR) 0,59 P05 (E10 + 5,0 m centro) 0,60 Tabea 8 Microtextura superficia de pavimentos (Pênduo Britânico). Ponto da pista Cácuo do atrito (BPN) P01 45 P02 51 P03 (E12 TR) 55 Tabea 9 Permeabiidade superficia de pavimentos método CENPES. Ponto da pista Permeabiidade (10 5 cm/s) P02 0 P03 (E12 TR) (2.272) P03 (E12 centro) (7.791) P04 (E11 + 5,0 m TR) (550) P05 (E10 + 5,0 m TR) (1.532) Figura 7 Desocamento de massa.

10 212 ODA, EDEL & FERNANDES JÚNIOR Figura 8 Panea causada por derramamento de óeo. Extração de Corpos-de-Prova e Ensaios de Laboratório No dia 20 de abri foi feita a extração de corposde-prova (CPs) da pista experimenta. A Figura 9 mostra os ocais de onde foram extraídos os CPs. Os furos foram fechados com uma mistura a frio, pois não era viáve produzir mistura a quente em usina, devido à pequena quantidade necessária (2,4 kg) e da ocaização da mesma. Foi escohido um pré-misturado a frio (PMF), Faixa A do DNER, por apresentar característica granuométrica semehante à da mistura (SMA) que foi apicada na pista (Figura 10). O PMF, composto de agregados (os mesmos usados na construção da pista) e emusão asfática de ruptura média (RM-1C), foi produzido no oca. O teor de emusão asfática utiizado foi de 8%, uma vez que o teor do resíduo era de 62% Vae do Ogunjá Figura 9 Locaização dos corpos-de-prova extraídos do trecho experimenta.

11 PRIMEIRO TRECHO EXPERIMENTAL URBANO DE SMA COM ASFALTO-BORRACHA SMA PMF % Passando ,01 0, Peneira Figura 10 Curva granuométrica do PMF utiizado para fechar os furos. Após a extração, os CPs numerados foram transportados para o CENPES (Rio de Janeiro, RJ) para que a composição da mistura apicada na pista fosse anaisada e submetida a ensaios mecânicos (móduo de resiiência, MR, e resistência à tração, RT) e voumétricos. Avaiação da mistura apicada no trecho experimenta Iniciamente, os CPs foram serrados e foram determinadas as espessuras e diâmetros. Os CPs extraídos da pista apresentaram espessura média de 4,13 cm e diâmetro médio de 10,17 cm, o que atende às especificações do DNER, que recomenda espessura de 3,50 a 6,50 cm e diâmetro de 10,00 ± 0,20 cm. Apenas um CP apresentou espessura de 3,14 cm (abaixo do mínimo) e diâmetro de 10,23 cm, um pouco acima da norma. Parâmetros voumétricos Antes de ensaiados, os CPs tiveram as densidades aparentes medidas para o cácuo do voume de vazios. O teor de igante dos CPs extraídos da pista (6,47%, Tabea 10) ficou próximo dos vaores determinados em aboratório (6,8%) e na usinagem da massa asfática (6,4%). Pode-se verificar, a partir dos resutados obtidos na Tabea 10, que o voume médio de vazios da mistura extraída no campo ficou muito acima (11%) dos imites estabeecidos para uma mistura do tipo SMA (entre 3% e 5%), assim como dos vaores obtidos em aboratório durante a dosagem (4,1%) e após a usinagem da massa asfática que foi apicada na pista (3,9%). Para a determinação do teor de igante, foi reaizada extração através da perda por ignição utiizandose o Carboite Binder Anayzer (ASTM D 6307, AASHTO T308). Iniciamente, os CPs foram aquecidos em estufa para faciitar a desagregação e, posteriormente, foram coocados em uma cesta metáica para serem ensaiados. Os CPs 7 e 8 foram descartados porque apresentaram grande quantidade de areia na mistura. Provavemente, a areia infitrou com a água da chuva, uma vez que o voume de vazios apresentado por esses CPs foi o mais eevado (13,3%), o que também pode ser comprovado peo ato vaor da permeabiidade ( cm/s). Tabea 10 Parâmetros voumétricos dos CPs extraídos da pista experimenta. Parâmetros Vaores médios Teor de asfato-borracha (%) 6,47 Densidade aparente (g/cm 3 ) 2,247 Voume de vazios (%) 11,0 VCB (%) 13,9 VAM (%) 24,9 RBV (%) 55,9 Massa efetiva dos agregados (g/cm 3 ) 2,809

12 214 ODA, EDEL & FERNANDES JÚNIOR Após a extração do igante, os agregados foram avados e deixados em estufa por aproximadamente 2 horas para que ocorresse a secagem. Em seguida, foi reaizado o peneiramento dos agregados para que fosse determinada a composição granuométrica de cada CP (Tabea 11 e Figura 11). Os CPs 1, 2, 3 e 4 correspondem, respectivamente, aos CPs 1 e 2; CPs 5 e 6; CPs 9 e 10; e CPs 13 e 14 extraídos da pista. Parâmetros mecânicos A determinação dos parâmetros mecânicos (MR e RT) foi reaizada no Laboratório de Pavimentos e Misturas Betuminosas da COPPE/UFRJ, no dia 28 de abri de Os resutados são apresentados na Tabea 12. A Tabea 12 mostra que os parâmetros mecânicos dos CPs extraídos da pista (revestimento asfato-borracha) estão bem diferentes dos resutados da mistura produzida em aboratório, principamente a RT, cujo vaor obtido na dosagem foi de 1,10 MPa e o vaor médio dos CPs foi de 0,51 MPa. Em função dos resutados dos parâmetros mecânicos e voumétricos, foram modados novos CPs com os agregados obtidos da extração de igante e CAPFLEX B coetado do caminhão. Foram modados dois CPs empregando-se a granuometria de projeto e dois com a granuometria obtida na usina. Os CPs foram modados empregando-se as mesmas características de temperatura e número de gopes das misturas produzidas em aboratório e na usina. Após a modagem, os CPs foram submetidos aos ensaios mecânicos e voumétricos (Tabea 13). Tabea 11 Granuometria dos CPs extraídos do trecho experimenta. Peneira (mm) % Passante SMA 9,5 CP1 CP2 CP3 CP4 Mínimo Máximo Projeto 19,1 100,0 100,0 100,0 100, ,5 97,4 98,9 96,8 95, ,8 9,5 89,9 95,7 89,6 89, ,6 4,75 48,5 53,8 51,9 48, ,1 2,36 23,0 24,5 22,2 21, ,0 1,18 17,0 17,8 15,5 15, ,0 0,6 13,9 14,6 12,5 12, ,9 0,3 11,9 12,2 10,7 11, ,1 0,075 8,0 8,0 7,6 7, ,2 % Passante ,01 0, Log peneira (mm) CP1 CP2 CP3 CP4 Mín Máx Proj Figura 11 Granuometria dos CPs extraídos da pista experimenta.

13 PRIMEIRO TRECHO EXPERIMENTAL URBANO DE SMA COM ASFALTO-BORRACHA Tabea 12 Vaores de MR e RT de CPs extraídos da pista. N o do CP Atura (cm) Diâmetro (cm) RT máxima (MPa) RT médio (MPa) MR (MPa) 03 4,64 10,16 0, ,67 10,14 0, ,21 10,16 0, ,53 10,14 0, ,45 10,17 0, , ,59 10,23 0, ,51 10,17 0, ,14 10,17 0, ,98 10,18 0, ,57 10,16 0, A Tabea 14 apresenta os parâmetros mecânicos das misturas de projeto, da mistura apicada na pista e da mistura confeccionada com os agregados dos CPs extraídos da pista experimenta. Tabea 13 Resutados de ensaios dos CPs modados no CENPES. CPs Teor de igante (%) Densidade aparente (g/cm 3 ) Densidade máxima cacuada (g/cm 3 ) Voume de vazios (%) RT (MPa) 1 6,4 2,386 2,526 5,54 2 6,4 2,383 2,526 5,66 1,22 3 6,4 2,441 2,526 3,37 1,14 4 6,4 2,447 2,526 3,13 1,29 Tabea 14 Comparação entre as misturas do trecho experimenta. Mistura MR (MPa) Rt médio (MPa) D (g/cm 3 ) Mistura de projeto ,10 2,367 4,1 Mistura de campo (extração) ,51 2,247 11,0 Mistura de aboratório 2 1,22 2, ,4 1 Corpos-de-prova extraídos da pista. 2 Corpos-de-prova confeccionados com agregados dos CPs extraídos da pista. 3 Determinada peo Rice Test. Vv (%)

14 216 ODA, EDEL & FERNANDES JÚNIOR Concusões Espera-se que a construção do primeiro trecho experimenta com asfato-borracha na cidade de Savador, Bahia, sirva de incentivo para futuros projetos de pavimentos com asfatos modificados, criando, dessa forma, uma demanda peo produto que pode ter como conseqüência a mehoria de quaidade dos pavimentos existentes. Aém disso, espera-se que ocorra a impantação de empresas produtoras de borracha de pneu em pó, o que irá contribuir para que seja possíve ter produção de asfatoborracha no Estado da Bahia. A disponibiidade de borracha moída por fabricantes ocais trará condições de adotar o uso de asfato modificado por borracha em serviços de pavimentação nas rodovias da região. Os probemas e dificudades encontrados durante a eaboração do projeto e, principamente, no decorrer da apicação devem ser anaisados com cuidado para evitar que ocorram novamente. Ficou evidente que o desconhecimento técnico e a fata de experiência dos órgãos responsáveis pea infra-estrutura viária (nesse caso, PMS e empresas contratadas) é um dos principais obstácuos à apicação de novas tecnoogias. Por esse motivo, agumas observações importantes e essenciais para um bom resutado devem ser enfatizadas, como a necessidade de um panejamento rigoroso e eficaz de todas as etapas da obra, desde a produção do igante até a compactação da mistura, com o comprometimento de todos os envovidos (contratantes, engenheiros, técnicos e encarregados): agregados: a granuometria e as características devem atender as exigências das especificações; usina de asfato: devem ser reaizadas caibração e adaptações necessárias previamente; produção da mistura: deve ser tomado muito cuidado com as temperaturas dos materiais e da mistura; transporte: a mistura deve ser transportada coberta por ona; serviços preiminares: devem ser reaizadas avaiações funciona e estrutura para verificar a necessidade de serviços preiminares, como, por exempo, a fresagem do pavimento existente; execução: devem ser tomados cuidados especiais com temperaturas de espahamento e compactação. As informações apresentadas neste trabaho quanto à experiência reaizada do uso de borracha moída de pneus inservíveis em pavimentação demonstram a atratividade desta técnica para fins rodoviários e ambientais. Em termos de trabahos futuros, aém de avaiações semestrais ao ongo dos anos, num futuro próximo serão feitos evantamentos de defexões no pavimento com o uso da viga Benkeman, visando a avaiar os aspectos estruturais. Agradecimentos O desenvovimento deste trabaho só foi possíve porque contou com o apoio da Petrobras Distribuidora, da prefeitura de Savador, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (FAPESB), da Universidade de São Pauo e do Centro de Exceência em Asfato (CEASF). Referências Bibiográficas AASHTO. MP8. Specification for designing SMA. American Association of State Highways Transportation Officias, CHOUBANE, B.; SHOLAR, G. A.; MUSSELMAN, J. A.; PAGE, G. C. Ten-year performance evauation of asphat-rubber surface mixes. TRR 1681, TRB, p DNER. Pavimentação Pré-misturado a quente com asfato poímero camada porosa de atrito. Rio de Janeiro: Departamento Naciona de Estradas de Rodagem, EDEL, G. Novas tecnoogias asfato borracha. Partiha de Conhecimento. Construção Civi na Prática, ANCOVAP. 1. ed. São José dos Campos, SP, NEVES FILHO, C. L. D. Avaiação aboratoria de misturas asfáticas SMA produzidas com igante asfato-borracha Dissertação (Mestrado) Escoa de Engenharia de São Caros, Universidade de São Pauo, São Caros, SP. OLIVER, J. Rutting and fatigue properties of crumbed rubber hot mix asphats. In: Proceedings of Asphat Rubber Portuga, p PETROBRAS. Manua de serviços de pavimentação. Rio de Janeiro: Petrobras Distribuidora S.A., SHATNAWI, S.; LONG, B. Performance of asphat rubber as thin overays. In: Proceedings of Asphat Rubber Portuga, p SMITH, L.; BIRGISSON, B.; CHOUBANE, B.; MUSSELMAN, J. Asphat rubber in the State of Forida: the first ten years. In: Proceedings of Asphat Rubber Portuga, p SPECHT, L. P. Avaiação de misturas asfáticas com incorporação de borracha recicada de pneus Tese (Doutorado) Universidade Federa do Rio Grande do Su, Porto Aegre, RS.

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