SISTEMA CONSISANET MANUAL DE GERAÇÃO DA EFD - CONTRIBUIÇÕES PIS PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO SOCIAL

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1 SISTEMA CONSISANET MANUAL DE GERAÇÃO DA EFD - CONTRIBUIÇÕES PIS PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO SOCIAL COFINS CONTRIBUIÇÃO PARA O FINANCIAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL Fone: (65)

2 OBSERVAÇÃO: Este Manual é simplesmente para ajudar o usuário nas configurações e lançamentos para a geração da EFD-PIS/COFINS, os dados de Cadastros e Lançamentos contidos neste Manual, é meramente informativo, não podendo ser levado em consideração ou usado pelo usuário para a geração de sua EFD PIS/COFINS, pois isso dependerá de cada CASO, de cada ENQUADRAMENTO FEDERAL, ou de cada ATIVIDADE, pois a EFD PIS/COFINS vai muito mais além do que podemos ver neste Manual, ficando assim de inteira responsabilidade do usuário as informações a serem prestadas à RFB no que refere-se a EFD PIS/COFINS. Para finalizar, aconselhamos que cada usuário faça a leitura de todas as Bases Legais da EFD-PIS/COFINS como: Atos, Portarias, Decretos, Convênios, Ajustes e principalmente o Guia Prático sempre na Versão Atual da EFD- PIS/COFINS, para ajudar na elaboração da EFD-PIS/COFINS, segue abaixo, alguns itens importantes que vale a pena dar uma olhada: Lei nº de 30 de Dezembro de 2002 Da Cobrança Não-Cumulativa do PIS e do Pasep; Lei nº de 29 de Dezembro de 2003 Da Cobrança Não-Cumulativa da Cofins; Decreto Nº de 2007 Instituído o Sistema Público de Escrituração Digital SPED; Instrução Normativa RFB Nº 1.052, de 5 de Julho de 2010(D.O.U ) Institui a Escrituração Fiscal Digital do PIS/Pasep e da Cofins EFD-PIS/Cofins; Instrução Normativa RFB Nº 1.218, de 21 de Dezembro de 2011 que altera a Instrução Normativa RFB Nº de 5 de Julho de 2010)D.O.U ); Instrução Normativa RFB Nº 1.009, de 10 de Fevereiro de 2010(D.O.U ) Adota Tabela de Códigos de Situação Tributária(CST) de PIS/Pasep e da Cofins; Ato Declaratório Cofis Nº 34, de 28 de Outubro de 2010(D.O.U. 1º.11.10) Aprova o Manual de Orientação do Leiaute da Escrituração Fiscal Digital da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins (EFD-PIS/Cofins); Manual de Orientação do Leiaute da Escrituração Fiscal Digital da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins (VERSÃO SEMPRE ATUAL); Relação das Alterações ao Leiaute da EFD-PIS/Cofins Ajustado e atualizado ao Programa Validador e assinador da EFD-PIS/Cofins. Fone: (65)

3 Conteúdo INSTRUÇÃO NORMATIVA RFB Nº 1.052/ INSTRUÇÃO NORMATIVA RFB Nº 1.218/ PROCEDIMENTO PARA ELABORAÇÃO DA EFD-PIS/COFINS CONSISANET Cadastro da Empresa Geração da EFD-PIS/COFINS Centralizadores Enquadramento Tributário Federal TIM Tratamento Interno de Movimentação Lucro Presumido Lucro Real Cadastro de Produto Cadastro Patrimonial Lançamento Lucro Presumido Entrada (sem direito a crédito do PIS/COFINS) Saída (com débitos de PIS/COFINS) Lançamento Lucro Real Entrada (com direito a crédito do PIS/COFINS) Saída (com débito de PIS/COFINS) Lançamento de Saída Mapa Resumo de Caixa (MRC) Lançamento DARF Outros Débitos / Outros Créditos Outros Débitos / Outros Créditos Crédito de Estoque de Abertura Geração da EFD-PIS/COFINS Geração do DARF PIS/COFINS PVA Programa Validador e Assinador...32 Fone: (65)

4 Instrução Normativa RFB nº 1.052, de 5 de julho de 2010 Alterada pela IN RFB Nº 1.218/2011. DOU de Institui a Escrituração Fiscal Digital da Contribuição para o PIS/Pasep e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). Alterada pela Instrução Normativa RFB nº 1.085, de 19 de novembro de O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL, no uso da atribuição que lhe confere o inciso III do art. 261 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal do Brasil, aprovado pela Portaria MF nº 125, de 4 de março de 2009, e tendo em vista o disposto no art. 11 da Lei nº 8.218, de 29 de agosto de 1991, com a redação dada pelo art. 72 da Medida Provisória nº , de 24 de agosto de 2001, no art. 16 da Lei nº 9.779, de 19 de janeiro de 1999, nos arts. 10 e 11 da Medida Provisória nº , de 24 de agosto de 2001, no art. 35 da Lei nº , de 13 de outubro de 2009, e no Decreto nº 6.022, de 22 de janeiro de 2007, resolve: Art. 1º Fica instituída a Escrituração Fiscal Digital da Contribuição para o PIS/Pasep e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) - (EFD-PIS/Cofins), para fins fiscais, de acordo com o disposto nesta Instrução Normativa. Parágrafo único. A EFD-PIS/Cofins deverá ser transmitida, pelas pessoas jurídicas a ela obrigadas, ao Sistema Público de Escrituração Digital (Sped), instituído pelo Decreto nº 6.022, de 22 de janeiro de 2007, e será considerada válida após a confirmação de recebimento do arquivo que a contém. Art. 2º A EFD-PIS/Cofins emitida de forma eletrônica deverá ser assinada digitalmente pelo representante legal da empresa ou procurador constituído nos termos da Instrução Normativa RFB nº 944, de 29 de maio de 2009, utilizandose de certificado de segurança mínima tipo A3, emitido por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), a fim de garantir a autoria do documento digital. Art. 3º Ficam obrigadas a adotar a EFD-PIS/Cofins, nos termos do art. 2º do Decreto nº 6.022, de 2007: I - em relação aos fatos geradores ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2011, as pessoas jurídicas sujeitas a acompanhamento econômico-tributário diferenciado, nos termos da Portaria RFB nº 2.923, de 16 de dezembro de 2009, e sujeitas à tributação do Imposto sobre a Renda com base no Lucro Real; I - em relação aos fatos geradores ocorridos a partir de 1º de abril de 2011, as pessoas jurídicas sujeitas a acompanhamento econômico-tributário diferenciado, nos termos da Portaria RFB nº 2.923, de 16 de dezembro de 2009, e sujeitas à tributação do Imposto sobre a Renda com base no Lucro Real; (Redação dada pela Instrução Normativa RFB nº 1.085, de 19 de novembro de 2010) II - em relação aos fatos geradores ocorridos a partir de 1º de julho de 2011, as demais pessoas jurídicas sujeitas à tributação do Imposto sobre a Renda com base no Lucro Real; III - em relação aos fatos geradores ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2012, as demais pessoas jurídicas sujeitas à tributação do Imposto sobre a Renda com base no Lucro Presumido ou Arbitrado. 1º Fica facultada a entrega da EFD-PIS/Cofins às demais pessoas jurídicas não obrigadas nos termos deste artigo, em relação aos fatos contábeis ocorridos a partir de 1º de janeiro de º Fica facultada a entrega da EFD-PIS/Cofins às demais pessoas jurídicas não obrigadas, nos termos deste artigo, em relação aos fatos geradores ocorridos a partir de 1º de abril de (Redação dada pela Instrução Normativa RFB nº 1.085, de 19 de novembro de 2010) 2º A obrigatoriedade disposta neste artigo aplica-se às pessoas jurídicas referidas nos 6º, 8º e 9º do art. 3º da Lei nº 9.718, de 27 de novembro de 1998, e na Lei nº 7.102, de 20 de junho de 1983, em relação aos fatos geradores ocorridos a partir de 1º de janeiro de º As declarações e demonstrativos, relativos a tributos administrados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB), exigidos das pessoas jurídicas que tenham apresentado a EFD-PIS/Cofins, em relação ao mesmo período, serão simplificados, com vistas a eliminar eventuais redundâncias de informação. Fone: (65)

5 Art. 4º A EFD-PIS/Cofins deverá ser submetida ao Programa Validador e Assinador (PVA), especificamente desenvolvido para tal fim, a ser disponibilizado no sítio da RFB na Internet, no endereço < contendo, no mínimo, as seguintes funcionalidades: I - validação do arquivo digital da escrituração; II - assinatura digital; III - visualização da escrituração; IV - transmissão para o Sped; e V - consulta à situação da escrituração. Art. 5º A EFD-PIS/Cofins será transmitida mensalmente ao Sped até o 5º (quinto) dia útil do 2º (segundo) mês subsequente a que se refira a escrituração, inclusive nos casos extinção, incorporação, fusão e cisão total ou parcial. Parágrafo único. O serviço de recepção da Escrituração Contábil Digital (ECD) será encerrado às 23h59min59s (vinte e três horas, cinquenta e nove minutos e cinquenta e nove segundos) - horário de Brasília - da data final fixada para a entrega. Parágrafo único. O serviço de recepção da EFDPIS/Cofins será encerrado às 23h59min59s (vinte e três horas, cinquenta e nove minutos e cinquenta e nove segundos) - horário de Brasília - da data final fixada para a entrega. (Retificado no Dou de 13/07/2010, Seção 1. pág. 37) Art. 6º A apresentação dos livros digitais, nos termos desta Instrução Normativa, supre, em relação aos arquivos correspondentes, a exigência contida na Instrução Normativa SRF nº 86, de 22 de outubro de Art. 7º A não-apresentação da EFD-PIS/Cofins no prazo fixado no art. 5º acarretará a aplicação de multa no valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) por mês-calendário ou fração. Art. 8º A EFD-PIS/Cofins entregue na forma do parágrafo único do art. 1º, poderá ser objeto de substituição, mediante transmissão de novo arquivo digital validado e assinado, que substituirá integralmente o arquivo anterior, para inclusão, alteração ou exclusão de documentos ou operações da escrituração fiscal, ou para efetivação de alteração nos registros representativos de créditos e contribuições e outros valores apurados. Parágrafo único. O arquivo retificador da EFD-PIS/Cofins poderá ser transmitido até o último dia últil do mês de junho do ano-calendário seguinte a que se refere a escrituração substituída, desde que não tenha sido a pessoa jurídica, em relação às respectivas contribuições sociais do período da escrituração em referência: I - objeto de exame em procedimento de fiscalização ou de reconhecimento de direito creditório de valores objeto de Pedido de Ressarcimento ou de Declaração de Compensação; II - intimada de início de procedimento fiscal; ou III - cujos saldos a pagar constantes e relacionados na EFD-PIS/Cofins em referência já não tenham sido enviados à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) para inscrição em Dívida Ativa da União (DAU), nos casos em que importe alteração desses saldos. Art. 9º Incumbe ao Coordenador-Geral de Fiscalização estabelecer em relação à EFD-PIS/Cofins, mediante Ato Declaratório Executivo (ADE): I - a forma de apresentação, documentação de acompanhamento e especificações técnicas do arquivo digital; II - as tabelas de códigos internas, referenciadas no leiaute da escrituração; e III - as regras de validação, aplicáveis aos campos e registros do arquivo digital. Fone: (65)

6 Art. 10. Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação. OTACÍLIO DANTAS CARTAXO Instrução Normativa RFB nº 1.218, de 21 de dezembro de 2011 DOU de Altera a Instrução Normativa RFB nº 1.052, de 5 de julho de 2010, que institui a Escrituração Fiscal Digital da Contribuição para o PIS/Pasep e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL, no uso da atribuição que lhe confere o inciso III do art. 273 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal do Brasil, aprovado pela Portaria MF nº 587, de 21 de dezembro de 2010, e tendo em vista o disposto no art. 11 da Lei nº 8.218, de 29 de agosto de 1991, no art. 16 da Lei nº 9.779, de 19 de janeiro de 1999, nos arts. 10 e 11 da Medida Provisória nº , de 24 de agosto de 2001, no art. 35 da Lei nº , de 13 de outubro de 2009, e no Decreto nº 6.022, de 22 de janeiro de 2007, resolve: Art. 1º Os arts. 2º, 3º, 5º e 6º da Instrução Normativa RFB nº 1.052, de 2010, passam a vigorar com a seguinte redação: "Art. 2º A EFD-PIS/Cofins emitida de forma eletrônica deverá ser assinada digitalmente pelo representante legal da empresa ou procurador constituído nos termos da Instrução Normativa RFB nº 944, de 29 de maio de 2009, utilizandose de certificado digital válido, emitido por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), que não tenha sido revogado e que ainda esteja dentro de seu prazo de validade, a fim de garantir a autoria do documento digital." (NR) "Art. 3º... I - em relação aos fatos geradores ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2012, as pessoas jurídicas sujeitas à tributação do Imposto sobre a Renda com base no Lucro Real; II - em relação aos fatos geradores ocorridos a partir de 1º de julho de 2012, as demais pessoas jurídicas sujeitas à tributação do Imposto sobre a Renda com base no Lucro Presumido ou Arbitrado. 1º Fica facultada a entrega da EFD-PIS/Cofins às pessoas jurídicas não obrigadas, nos termos deste artigo, em relação aos fatos geradores ocorridos a partir de 1º de abril de º A obrigatoriedade disposta neste artigo aplica-se às pessoas jurídicas referidas nos 6º, 8º e 9º do art. 3º da Lei nº 9.718, de 27 de novembro de 1998, e na Lei nº 7.102, de 20 de junho de 1983, em relação aos fatos geradores ocorridos a partir de 1º de julho de " (NR) "Art. 5º A EFD-PIS/Cofins será transmitida mensalmente ao Sped até o 10º (décimo) dia útil do 2º (segundo) mês subsequente ao que se refira a escrituração, inclusive nos casos de extinção, incorporação, fusão e cisão total ou parcial. Parágrafo único. O prazo para entrega da EFD-PIS/Cofins será encerrado às 23h59min59s (vinte e três horas, cinquenta e nove minutos e cinquenta e nove segundos), horário de Brasília, do dia fixado para entrega da escrituração." (NR) "Art. 6º A apresentação da EFD-PIS/Cofins, nos termos desta Instrução Normativa, e do Manual de Orientação do Leiaute da Escrituração Fiscal Digital da Contribuição para o PIS/Pasep e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), definido em Ato Declaratório Executivo (ADE), editado com base no art. 9º, dispensa, em relação às mesmas informações, a exigência contida na Instrução Normativa SRF nº 86, de 22 de outubro de " (NR) Art. 2º A Instrução Normativa RFB nº 1.052, de 2010, passa a vigorar acrescida do art. 3º-A: "Art. 3º-A Estão dispensados de apresentação da EFDPIS/ Cofins: Fone: (65)

7 I - as Microempresas (ME) e as Empresas de Pequeno Porte (EPP) enquadradas no Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples Nacional), instituído pela Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006, relativamente aos períodos abrangidos por esse Regime; II - as pessoas jurídicas imunes e isentas do Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ), cuja soma dos valores mensais da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins apurada seja igual ou inferior a R$ ,00 (dez mil reais), observado o disposto no 5º; III - as pessoas jurídicas que se mantiveram inativas desde o início do ano-calendário ou desde a data de início de atividades, relativamente às escriturações correspondentes aos meses em que se encontravam nessa condição; IV - os órgãos públicos; V - as autarquias e as fundações públicas; e VI - as pessoas jurídicas ainda não inscritas no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), desde o mês em que foram registrados seus atos constitutivos até o mês anterior àquele em que foi efetivada a inscrição. 1º São também dispensados de apresentação da EFDPIS/ Cofins, ainda que se encontrem inscritos no CNPJ ou que tenham seus atos constitutivos registrados em Cartório ou Juntas Comerciais: I - os condomínios edilícios; II - os consórcios e grupos de sociedades, constituídos na forma dos arts. 265, 278 e 279 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976; III - os consórcios de empregadores; IV - os clubes de investimento registrados em Bolsa de Valores, segundo as normas fixadas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) ou pelo Banco Central do Brasil (Bacen); V - os fundos de investimento imobiliário, que não se enquadrem no disposto no art. 2º da Lei nº 9.779, de 19 de janeiro de 1999; VI - os fundos mútuos de investimento mobiliário, sujeitos às normas do Bacen ou da CVM; VII - as embaixadas, missões, delegações permanentes, consulados- gerais, consulados, vice-consulados, consulados honorários e as unidades específicas do governo brasileiro no exterior; VIII - as representações permanentes de organizações internacionais; IX - os serviços notariais e registrais (cartórios), de que trata a Lei nº 6.015, de 31 de dezembro de 1973; X - os fundos especiais de natureza contábil ou financeira, não dotados de personalidade jurídica, criados no âmbito de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, bem como dos Ministérios Públicos e dos Tribunais de Contas; XI - os candidatos a cargos políticos eletivos e os comitês financeiros dos partidos políticos, nos termos da legislação específica; XII - as incorporações imobiliárias sujeitas ao pagamento unificado de tributos de que trata a Lei nº , de 2 de agosto de 2004; Fone: (65)

8 XIII - as empresas, fundações ou associações domiciliadas no exterior que possuam no Brasil bens e direitos sujeitos a registro de propriedade ou posse perante órgãos públicos, localizados ou utilizados no Brasil; XIV - as comissões, sem personalidade jurídica, criadas por ato internacional celebrado pela República Federativa do Brasil e um ou mais países, para fins diversos; e XV - as comissões de conciliação prévia de que trata o art. 1º da Lei nº 9.958, de 12 de janeiro de º As pessoas jurídicas que passarem à condição de inativas no curso do ano-calendário, e assim se mantiverem, somente estarão dispensadas da EFD-PIS/Cofins a partir do 1º (primeiro) mês do ano-calendário subsequente, observado o disposto no inciso III do caput. 3º Considera-se que a pessoa jurídica está inativa a partir do mês em que não realizar qualquer atividade operacional, não operacional, patrimonial ou financeira, inclusive aplicação no mercado financeiro ou de capitais, observado o disposto no 4º. 4º O pagamento de tributo relativo a anos-calendário anteriores e de multa pelo descumprimento de obrigação acessória não descaracteriza a pessoa jurídica como inativa no ano-calendário. 5º As pessoas jurídicas imunes ou isentas do IRPJ ficarão obrigadas à apresentação da EFD-PIS/Cofins a partir do mês em que o limite fixado no inciso II do caput for ultrapassado, permanecendo sujeitas a essa obrigação em relação ao(s) mês(es) seguinte(s) do ano calendário em curso. 6º Os consórcios que realizarem negócios jurídicos em nome próprio, inclusive na contratação de pessoas jurídicas ou físicas, com ou sem vínculo empregatício, poderão apresentar a EFD-PIS/Cofins, ficando as empresas consorciadas solidariamente responsáveis. 7º As pessoas jurídicas sujeitas à tributação do Imposto sobre a Renda com base no Lucro Presumido que, mesmo realizando atividade operacional, não operacional, patrimonial ou financeira, inclusive aplicação no mercado financeiro ou de capitais, não tenham apurado a Contribuição para o PIS/Pasep ou a Cofins, deverão indicar na EFD-PIS/Cofins correspondente ao mês de dezembro de cada ano-calendário, os meses em que não tiveram contribuições apuradas a escriturar." Art. 3º Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação. CARLOS ALBERTO FREITAS BARRETO PROCEDIMENTOS PARA ELABORAÇÃO DA EFD-PIS/COFINS CONSISANET LIVRO FISCAL 1. Cadastro de Empresa 1.1. Geração da EFD-PIS/COFINS Inicialmente será preciso ajustar o Cadastro da Empresa para as empresas enquadradas na EFD-PIS/COFINS, para isso ir até o menu: Geral > Empresa > Empresa/Estabelecimento, no item: Dados Principais e marcar a opção: Gera informações para sistema SPED PIS/COFINS, e informar o Código da Atividade da Empresa na opção: Atividade Principal p/ PIS/COFINS, conforme mostra tela abaixo: TELA Nº 01. Fone: (65)

9 Centralizadores Ainda no Cadastro da Empresa no item: Centralizadores será preciso informar qual Estabelecimento será o Centralizador para a EFD-PIS/COFINS, caso isso não seja definido neste momento, quando for feita a primeira geração da EFD-PIS/COFINS o sistema vai exigir tal procedimento, conforme mostra tela abaixo: TELA Nº Enquadramento tributário Federal Outro item que precisa ser visto no Cadastro da Empresa é o Enquadramento Tributário Federal, será preciso informar além do campo: Enquadramento Federal (que no caso da EFD-PIS/COFINS será ou Lucro Presumido ou Lucro Real), também deverá informar o campo: Código indicador da incidência Tributária, que atualmente possui três opções: Escrituração de Operações com incidência Exclusivamente no regime Não-Cumulativo; Escrituração de Operações com Incidência Exclusivamente no regime Cumulativo; Escrituração de Operações com Incidência Exclusivamente no regime Não-Cumulativo e Cumulativo. Fone: (65)

10 Conforme mostra telas abaixo: TELA Nº 03, 04, 05 e 06. Rua João do Prado Arantes, 472-S, Centro No exemplo das Telas nº 03 e 04 a empresa é Lucro Presumido, por tanto terá o Código indicador da incidência Tributária: Escrituração de operações com incidência exclusivamente no regime cumulativo 05 Fone: (65)

11 06 No exemplo das Telas 05 e 06 a empresa é Lucro Real, por tanto terá o Código Indicador da incidência Tributária: Escrituração de operações com incidência exclusivamente no regime Não-Cumulativo. 2. TIM Tratamento Interno de Movimentação 2.1. Lucro Presumido Para os casos de Enquadramento no Lucro Presumido, será preciso habilitar nos TIMs de Venda-(SAÍDAS) as faixas: 9-Pis Compensação e 10-Cofins Compensação, e dentro deles os campos de: Base, Imposto, Isentas e Outras, dessa forma o sistema levará para a EFD-PIS/COFINS os valores referentes ao PIS/COFINS por Nota Fiscal, e ainda caso o usuário queira fazer a CONTABILIZAÇÃO do PIS/COFINS por item, basta informar HISTÓRICO CONTÁBIL no campo: IMPOSTO, com isso a cada Nota Fiscal lançada com itens nas Saídas, o sistema já terá no Módulo Contábil estes valores nas Conta de PIS e COFINS, conforme mostra telas abaixo: TELA Nº Fone: (65)

12 2.2. Lucro Real Rua João do Prado Arantes, 472-S, Centro Para os casos de Enquadramento no Lucro Real, será preciso habilitar nos TIMs de Compra-(ENTRADAS), e também nos TIMs de Venda-(SAÍDAS), as faixas: 9-Pis Compensação e 10-Cofins Compensação, e dentro deles os campos de: Base, Imposto, Isentas e Outras, dessa forma o sistema levará para a EFD-PIS/COFINS os valores referentes ao PIS/COFINS por Nota Fiscal, e ainda caso o usuário queira fazer a CONTABILIZAÇÃO do PIS/COFINS por item, basta informar HISTÓRICO CONTÁBIL no campo: IMPOSTO, com isso a cada Nota Fiscal lançada com itens nas Saídas, o sistema já terá no Módulo Contábil estes valores nas Conta de PIS e COFINS, conforme mostra telas abaixo: TELA Nº 8 e Fone: (65)

13 3. Cadastro de Produto Rua João do Prado Arantes, 472-S, Centro Os produtos que tiverem Tributação: Alíquota Zero, isenção, Suspenção, Não Incidência, Monofásicos, Substituição Tributária e Alíquotas Diferenciadas, precisam ser codificados a fim de que o fisco possa conferir a tributação informada com a esperada. Em muitos casos a codificação desses produtos depende da venda para que haja definição. Porém, com intuito de facilitar a seleção no momento da movimentação, o produto já poderá ser configurado com a(s) Natureza(s) CST através do menu: Geral > Produto > Produto, item Natureza CST, conforme mostram as telas abaixo: TELAS Nº 10, 11, 12 e Fone: (65)

14 12 13 Assim, nos casos em que a definição do código depende da venda, deve ser incluído no cadastro do produto todas as possibilidades de codificação do produto que estarão disponíveis para seleção os códigos legais informados. 4 Cadastro Patrimonial Outro detalhe a ser observado, é o cadastro dos Bens do Ativo Imobilizado que terão Direito ao Crédito do PIS/COFINS, para isso lá no Patrimônio no menu: Tabelas > Cadastro de Bem, no momento de se cadastrar um Bem, observar os detalhes conforme segue telas abaixo: TELA Nº 14, 15 e 16. Fone: (65)

15 14 Na tela nº 14 acima, no momento do cadastro do Bem, observar bem o item: Tipo de Item, que será informado conforme o caso, onde terá duas opções: Item Principal Componente de um item Principal 15 Fone: (65)

16 16 Na tela nº 15 e 16 acima, observar bem os itens: a) Indicador de Créditos PIS/COFINS, que terá as seguintes opções: Sobre Valor de Aquisição-(quando informado esta opção será obrigatório informar também o item: Nr. Parcela Créd. Sobre Aquisição), que pode ser as opções: (1 (Integra), 6 Meses, 12 Meses, 24 Meses e 48 Meses, ou outra periodicidade definida em Lei). Sobre Valor da Depreciação Não Gera Crédito b) Origem do Bem Incorporado, que terá as seguintes opções: Aquisição no Mercado Interno Aquisição no Mercado Externo (Importação) c) Indicador de Utilização do Bem, que terá seguintes opções: Produção de Bens Destinados à Venda Prestação de Serviços Locação a Terceiros Outros 5. Lançamento Lucro Presumido Para os lançamentos feitos diretamente pelo Livro Fiscal com Enquadramento pelo Lucro Presumido, devemos seguir os passos das telas abaixo: TELA Nº 17, 18, 19, 20, 21-(SAÍDA) Entrada Neste caso, os lançamentos serão feitos normalmente como vinha sendo feito, já que no caso do Lucro Presumido não temos Créditos nas Entradas, por tanto para as Entradas do Lucro Presumido não terá alterações de lançamentos.. Fone: (65)

17 5.2. Saída (com débito de PIS/COFINS) Rua João do Prado Arantes, 472-S, Centro PIS Para as empresas com opção de gera informação para SPED Pis/Cofins, observar as opções abaixo: Forma de Tributação Será habilitado quando a Tributação informada for a 03; Fone: (65)

18 Rua João do Prado Arantes, 472-S, Centro Natureza conforme CST Habilitado quando o CST for: 04, 06, 07, 08 ou 09, caso este(s) código(s) já tenha(m) sido informados no cadastro de produto visto anteriormente, este(s) vem como padrão para seleção; Natureza da receita Quando no enquadramento Tributário da empresa não tiver valor informado ou for igual Escrituração de operações com incidência nos regimes não-cumulativo ou cumulativo; Tipo da Receita (Informar somente nas Saídas de Notas Fiscais Modelos: 21 e 22). 19 COFINS Para as empresas com opção de gera informação para SPED Pis/Cofins, observar as opções abaixo: Forma de Tributação Será habilitado quando a Tributação informada for a 03; Natureza conforme CST Habilitado quando o CST for: 04, 06, 07, 08 ou 09, caso este(s) código(s) já tenha(m) sido informados no cadastro de produto visto anteriormente, este(s) vem como padrão para seleção; Natureza da receita Quando no enquadramento Tributário da empresa não tiver valor informado ou for igual Escrituração de operações com incidência nos regimes não-cumulativo ou cumulativo; Tipo da Receita (Informar somente nas Saídas de Notas Fiscais Modelos: 21 e 22). Fone: (65)

19 Lançamento Lucro Real Para os lançamentos feitos diretamente pelo Livro Fiscal, com Enquadramento pelo Lucro Real, devemos seguir os passos das telas abaixo: TELA Nº 22, 23, 24, 25 e 26-(ENTRADA) e 27, 28, 29, 30 e 31-(SAÍDA) Entrada (com direito a crédito do PIS/COFINS) 22 Fone: (65)

20 Observação: O campo: Natureza Frete Contratado, só será usado para os casos de Modelo do Documento Conhecimento de Transporte, com isso, todas as vezes em que for informado um Modelo do Documento igual a Conhecimento de Transporte o sistema habilitará o campo Natureza Frete Contratado, conforme mostra Tela Nº 22 acima. 23 PIS Compensação: Natureza Cálculo PIS/COFINS-(informar somente nas Entradas com Direito a Créditos) Fone: (65)

21 24 COFINS Compensação: Natureza Cálculo PIS/COFINS-(informar somente nas Entradas com Direito a Créditos) 25 Fone: (65)

22 Saída (com débito de PIS/COFINS). 27 Fone: (65)

23 28 PIS Compensação Para empresas com opção de gera informações para sistema SPED PIS/Cofins, marcado no cadastro da empresa, observar bem os itens abaixo: Forma de Tributação: Será habilitado quando a tributação informada for igual a 03; Natureza conforme CST: Será habilitado quando a CST for: 04, 06, 07, 08 ou 09, caso este(s) código(s) já tenha(m) sido informados no cadastro do produto visto anteriormente, este(s) vem como padrão na seleção; Natureza da receita: Quando no Enquadramento tributário da empresa não tiver valor informado ou for igual a Escrituração de operações com incidência nos regimes não-cumulativo ou cumulativo); Tipo receita: Será informado somente nas Saídas de Notas Fiscais Modelos: 21 e 22. Fone: (65)

24 29 COFINS Compensação Para empresas com opção de gera informações para sistema SPED PIS/Cofins, marcado no cadastro da empresa, observar bem os itens abaixo: Forma de Tributação: Será habilitado quando a tributação informada for igual a 03; Natureza conforme CST: Será habilitado quando a CST for: 04, 06, 07, 08 ou 09, caso este(s) código(s) já tenha(m) sido informados no cadastro do produto visto anteriormente, este(s) vem como padrão na seleção; Natureza da receita: Quando no Enquadramento tributário da empresa não tiver valor informado ou for igual a Escrituração de operações com incidência nos regimes não-cumulativo ou cumulativo); Tipo receita: Será informado somente nas Saídas de Notas Fiscais Modelos: 21 e 22. Fone: (65)

25 Lançamento Saída Mapa Resumo de Caixa (MRC) 32 Fone: (65)

26 33 8. Lançamento DARF 8.1. Outros Débitos / Outros Créditos 34 Fone: (65)

27 35 Observação: No campo: Operação existe três opções, que deverão ser usadas conforme cada caso ou necessidade, segue abaixo as opções: Operação Representativa de Aquisição, Custos, Despesas ou encargos, Sujeitas à Incidência de Crédito PIS/Pasep ou Cofins; Operação Representativa de Receita Auferida Sujeita ao Pagamento da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins; Operação Representativa de Receita Auferida Não Sujeita ao Pagamento da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins Crédito de Estoque de Abertura 36 Fone: (65)

28 37 Para o campo: Tipo de Crédito hoje existe duas opções: Outros Débitos/Créditos e Crédito de estoque Abertura, neste campo usar conforme o caso ou a necessidade mensal de cada empresa. Para os casos de Créditos referentes ao Estoque de Abertura, devemos observar bem com calma o que diz o REGISTRO F150: CRÉDITO PRESUMIDO SOBRE ESTOQUE DE ABERTURA, para que não tenhamos problemas futuros com o Fisco, os dados abaixo do Registro F150 encontra-se no Guia Prático da EFD-PIS/COFINS Versão Nº 1.0.4, Página Nº 168. REGISTRO F150: CRÉDITO PRESUMIDO SOBRE ESTOQUE DE ABERTURA Deve ser objeto de escrituração neste registro o crédito sobre o estoque de abertura de bens adquiridos para revenda (exceto os tributados no regime de substituição tributária e no regime monofásico) ou de bens a serem utilizados como insumo na prestação de serviços e na produção ou fabricação de bens ou produtos destinados à venda, adquiridos de pessoa jurídica domiciliada no País, existentes na data de início da incidência no regime não-cumulativo das contribuições sociais. Os bens recebidos em devolução, tributados antes da mudança do regime de tributação para o lucro real, são considerados como integrantes do estoque de abertura, devendo ser os respectivos valores informados neste registro. 09. Geração da EFD-PIS/COFINS Agora, após todos os lançamentos, e todos os ajustes feitos, vamos para a geração do Arquivo SPED PIS/COFINS, para isso no Livro Fiscal ir até o menu: Movimento > Escrituração Fiscal Digital PIS/COFINS, e fazer a geração do Arquivo conforme cada caso, como mostra as telas abaixo: TELA Nº 38, 39, 40, 41, 42 e 43 Fone: (65)

29 38 Nesta Tela Nº 38 acima, após ter definido os dados necessários, clicar em Avançar >> F8 39 Nesta Tela Nº 39 acima, após ter Marcado a Empresa para a Geração, clicar em Gerar Apuração de Dados - F8 40 Fone: (65)

30 41 42 Nas Telas Nº 40, 41 e 42 acima, que é o Bloco M da EFD-PIS/COFINS, o usuário terá condições de fazer uma conferência rápida dos valores apurados para o PIS e para a COFINS. 43 Na Tela Nº 43 acima, observar bem o campo em referência, pois este é o caminho onde o Sistema vai gravar o Arquivo TXT do SPED PIS/COFINS, Obs.: Este caminho sempre será de onde o Sistema está instalado, no meu exemplo está instalado em um computador Local na Unidade de Disco D:, e estou gerando a EFD-PIS/COFINS do próprio computador, nos casos onde for Servidor de rede, e o Arquivo da EFD-PIS/COFINS estiver sendo gerado de uma estação de Trabalho, favor observar o Drive de Rede que está mapeado para o Servidor. Podemos notar também nesta tela, que o Caminho do Validador já esta informado, para os casos onde for a primeira vez que esta sendo Fone: (65)

31 gerada a EFD-PIS/COFINS e não tenha o Caminho do Validador, basta configurar ou buscar o caminho, e após a configuração clicar em: Validar Arquivos F8 que o Sistema abrirá o PVA da EFD-PIS/COFINS de forma automática. 10. Geração do DARF PIS/COFINS O ConsisaNET mudou a forma de geração do DARF PIS/COFINS, anterior a EFD-PIS/COFINS o DARF era gerado após os lançamentos do Livro Fiscal terem sido feitos, agora, após a EFD-PIS/COFINS, a geração do DARF terá que ser feito somente após a Geração da EFD-PIS/COFINS, com isso o Módulo de DARF para os casos de PIS/COFINS, somente fara a emissão do DARF, e não mais a Apuração e impressão do DARF. Para imprimir o DARF após a Geração da EFD-PIS/COFINS, ir até o Módulo de DARF, menu: Movimento > Geração/Impressão de DARF, e selecionar a função desejada, conforme telas abaixo: TELA Nº 44, 45, 46 e Fone: (65)

32 PVA Programa Validador e Assinador Agora já com o PVA-Programa Validador e Assinador aberto, ir até o menu: Escrituração PIS/COFINS > Importar, e fazer a importação do Arquivo TXT gerado pelo ConsisaNET, conforme segue telas abaixo: TELA Nº 48, 49 e 50. Fone: (65)

33 Já nesta Tela Nº 50 acima, basta clicar em Abrir ou dar dois cliques no Arquivo TXT para que a Validação do Arquivo no PVA se inicie. Fone: (65)

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