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1 CÂMARA TEMÁTICA DE SEGUROS DO AGRONEGÓCIO (CTSA) MAPA GT ESTUDO SEGURO RURAL Até onde avançamos PEDRO LOYOLA Economista FAEP Julho

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8 Seguro Agrícola no Brasil Uma visão estratégica de sua importância para a Economia brasileira Julho de 2012

9 Objetivo do trabalho O presente trabalho tem por objetivo mostrar a importância do seguro agrícola para o desenvolvimento da agricultura brasileira. Por se tratar de um setor central ao país seja em seu aspecto econômico, quanto em sua esfera social o agronegócio brasileiro requer especial atenção da esfera pública. Por se tratar de um setor que garante a segurança alimentar não só dos brasileiros, quanto para parcela crescente da população de todos os continentes, a estabilidade da agricultura é vital à estabilidade social brasileira. 9

10 Índice do trabalho 1. Importância da agricultura; 2. Riscos inerentes à atividade; 3. Experiência internacional com seguro agrícola; 4. Política agrícola brasileira 5. Seguro agrícola 6. Custos das crises recorrentes e efeito multiplicador na economia 7. Dimensionamento da necessidade de seguro de renda por UF 8. Outras considerações 9. Propostas 10. Conclusões 10

11 Índice 1. Importância da agricultura; 2. Riscos inerentes à atividade; 3. Experiência internacional com seguro agrícola; 4. Política agrícola brasileira 5. Seguro agrícola 6. Custos das crises recorrentes e efeito multiplicador na economia; 7. Dimensionamento da necessidade de seguro de renda por UF; 8. Outras considerações 9. Propostas 10. Conclusões 11

12 PIB, População e Área Agrícola Área agricultável superior a 30 milhões de ha População urbana superior a 80 milhões de habitantes (2008) Argentina EUA Rússia Índia Indonésia Canadá Austrália China Brasil México Japão Alemanha Itália Reino Unido Espanha França PIB superior a 1 trilhão de dólares (2008) 12

13 Saldo Comercial (WTO Balanço Agrocomercial (Bi de US$) 19 EUA 7 7 Brasil UE27-6 Oriente Médio 5 Tailândia 2 China 2 Indonésia -7 Coréia do Sul -47 Japão Argentina 26 EUA Brasil UE27-48 Oriente Médio 23 Tailândia China Indonésia -17 Coréia do Sul -67 Japão Argentina

14 Participação do Brasil na produção e exportação mundial Produção Posição Exportação Posição Açúcar 24% 1 46% 1 Etanol 31% 2 61% 1 Soja 29% 2 41% 1 Farelo de soja 15% 4 24% 2 Milho 7% 3 9% 3 Arroz 2% 9 2% 9 Suco de Laranja 57% 1 81% 1 Café 40% 1 32% 1 Algodão 7% 5 10% 4 Suínos 3% 4 9% 4 Aves 16% 3 36% 1 Bovinos 16% 2 17% 2 14

15 Balança Comercial (US$ milhões) 260 US$ Bilhões EXP. TOTAL EXP. AGRONEGÓCIO IMP. TOTAL IMP. AGRONEGÓCIO Fonte: AgroStat Brasil, a partir de dados da SECEX/MDIC Elaboração: MBAgro 15

16 PIB do Agronegócio Insumos Agricultura e pecuária Indústria Distribuição 30 Bilhões de Reais (%) Fonte: CEPEA-USP/CNA, Elaboração: MB Agro 16

17 Evolução do preço de alimentos: período de 1975 a

18 Índice 1. Importância da agricultura; 2. Riscos inerentes à atividade; 3. Experiência internacional com seguro agrícola; 4. Política agrícola brasileira 5. Seguro agrícola 6. Custos das crises recorrentes e efeito multiplicador na economia; 7. Dimensionamento da necessidade de seguro de renda por UF; 8. Outras considerações 9. Propostas 10. Conclusões 18

19 RISCOS INERENTES À ATIVIDADE AGRÍCOLA A atividade agrícola está inserida em uma gama de riscos similares as demais atividades, como os riscos associados: ao preço do produto; ao preço dos insumos; riscos de produtividade; riscos sanitários; riscos cambiais; riscos institucionais, 19

20 Soja - Desvio Padrão da Produtividade ( ) DP kg/ha ( ) Produtividade média, DP e CV da produtividade da soja nos principais estados produtores Produtividade Média (kg/ha) DP da Produtividade (kg/ha) CV da Produtividade (%) Estado Bahia ,2 0,0 7,1 3,3 Paraná ,0 11,9 24,2 8,6 Santa Catarina ,2 18,6 20,2 16,1 Rio Grande do Sul ,3 26,3 25,0 19,7 Mato Grosso do Sul ,7 14,9 25,4 12,9 Mato Grosso ,5 6,4 7,7 8,6 Goiás ,6 9,4 8,7 9,3 20

21 Soja Concentração dos desvios de Produtividade ( ) Região de concentração de altos desvios de produtividade Região de concentração de baixos desvios de produtividade 21

22 Risco de Preço das Commodities Agrícolas US$c/bu Soja +43% -16,5% +1,7% +25,8% +4,7% Milho +40,9% +59% -12,1% % Média : US$c 759,6/bu ,1% +14,3% Média : 331,68 US$c/bushel 400 jan/06 jan/07 jan/08 jan/09 jan/10 jan/11 jan/12 Fonte: CME. Elaboração: MB Agro Preço futuro de: 24/04/ jan/06 jan/07 jan/08 jan/09 jan/10 jan/11 jan/12 Fonte: CME. Elaboração: MB Agro Preços futuros de: 24/04/2012 Taxa de Câmbio -R$/US$ 2,50 2,30 2,10 R$/US$ 1,90 1,70 1,50 jan/09 mar/09 mai/09 jul/09 set/09 nov/09 jan/10 mar/10 mai/10 jul/10 set/10 nov/10 jan/11 mar/11 mai/11 jul/11 set/11 nov/11 jan/12 mar/12 Fonte: BCB - Elaboração: MB Agro 22

23 A Natureza dos Riscos Agrícolas e seus Impactos sobre o Mercado de Seguro A natureza dos riscos agrícolas torna complexo o mercado de seguro rural 1. A complexidade da precificação; 2. O problema da falta de estatísticas históricas; 3. O problema do ciclo vicioso de pobreza; 4. O ciclo vicioso da falta de escala; 5. A complexidade do monitoramento do seguro; 6. O problema dos riscos serem correlacionados espacialmente: riscos individuais maiores do que riscos coletivos; 7. Eventos generalizados e o custo de laudos Conclusão: Falha de mercado distancia ótimo privado do ótimo social o que requer intervenção pública 23

24 Índice 1. Importância da agricultura; 2. Riscos inerentes à atividade; 3. Experiência internacional com seguro agrícola; 4. Política agrícola brasileira 5. Seguro agrícola 6. Custos das crises recorrentes e efeito multiplicador na economia; 7. Dimensionamento da necessidade de seguro de renda por UF; 8. Outras considerações 9. Propostas 10. Conclusões 24

25 Experiências internacionais TIPO FINANCIAMENTO COBERTURA CANADÁ Migrou de um programa focado na estabilização de preços e compensação por perda de produção para um programa cujo foco é a estabilização da renda agrícola Custos compartilhados entre União, província e produtor. Cobertura para todas as commodities para perdas na renda líquida maiores que 30%; Protege a renda da propriedade (de todas as diversas culturas produzidas na sua fazenda) ESPANHA Seguro de danos multirriscos; Seguro da produtividade por área geográfica ou por propriedade; Seguro do rebanho animal e de remoção de animais mortos; Seguro baseado em índice (de seca) O sistema é financiado pelo governo federal e regionais. A subscrição das apólices é voluntária; Os agricultores participam do sistema através das associações de produtores; O apoio financeiro do governo é de 20% a 50% dos prêmios. Cobertura de danos à produção agrícola causados por variações anormais das condições naturais (granizo, incêndio, seca, geada, inundação, vento, neve, pragas e doenças) ÍNDIA 1. Plano Nacional de Seguro Agrícola; 2.Seguro da Colheita Baseado no Clima; 3.Varsha Bima e 4. Seguro do Trigo Conforme a modalidade, subsídio de até 50% do prêmio para agricultores partilhado entre o Estado e o Governo Federal 1.Contra as perdas de produção; 2.Contra perdas de produtividade; 3. Cobre o déficit da produtividade por conta da falta de chuvas e 4. No caso do trigo,está ligadoa medidas de biomassa medidos por sensoriamento remoto EUA 1. Seguro Agrícola de Múltiplos Riscos; 2. Planos de Garantia da Renda; 3. Planos de risco tipo grupal; 4. Proteção contra catástrofes 1. Subvenção para custos administrativos das seguradoras 2. Subvenção média ao prêmio de 60% 1. Cobre produtividade; 2. Várias submodalidades que garantem a renda; 3. Seguro multirrisco que garante a produtividade; 4. Cobre perdas > que 50% da produtividade média e 55% do preço 25

26 EUA - Seguro Agrícola Federal, 1991, 1997, 2003 e 2009 Total de prêmios Valor Subsídios segurado bilhões de dólares Indenizações recebidas Área segurada MM ha ,9 0,2 14,3 1,2 33, ,1 1,1 30,3 1,2 73, ,1 2,5 49,0 3,9 88, ,9 5,4 79,6 5,2 107,2 Fonte: Economic Research Service/USDA. 26

27 EUA - Área segurada total, em milhões de hectares, de 1981 a milhões de hectares Fonte: USDA. Elaboração MB Agro. 27

28 Conclusões acerca das experiências internacionais Três conclusões centrais da experiência internacional com seguro agrícola: 1. A construção de um sistema amplo e robusto leva tempo (décadas) 2. É preciso persistência e estabilidade de regras 3. Os sistemas de sucesso foram criados a partir de modelos inteligentes de parceria entre o setor público e setor privado 28

29 Índice 1. Importância da agricultura; 2. Riscos inerentes à atividade; 3. Experiência internacional com seguro agrícola 4. Política agrícola brasileira 5. Seguro agrícola 6. Custos das crises recorrentes e efeito multiplicador na economia; 7. Dimensionamento da necessidade de seguro de renda por UF; 8. Outras considerações 9. Propostas 10. Conclusões 29

30 Estrutura da política agrícola brasileira 30

31 Índice Crédito Rural e PIB Agrícola Índice (1969=100) Crédito Rural PIB Agricultura 0 Fonte: Bacen, IBGE 31

32 Área plantada (1.000 hectares) e produtividade (kg/ha) Produção Área / / / / / / / / / / / / / / / / / /11 Milhões toneladas ou hectares Produtividade (kg/ha) Produtividade kg/ha 34 safras Fonte: Conab. Elaboração: MB Agro kg/ha 32

33 Evolução do Crédito Rural, PIB Agropecuária e Renda da Agricultura (VBP) Bilhões Reais Crédito Rural PIB Agropecuária Renda da Agricultura Fonte: Bacen, IBGE, MAPA 33

34 Recursos empregados na PGPM por tipo de utilização R$ Milhões VEP Frete Opção Pep EGF Pepro AGF Outros Fonte: Conab. Elaboração: MB Agro 34

35 Nº de culturas contempladas no zoneamento agrícola Fonte: MAPA 35

36 Adicionais do Proagro Para obter o PROAGRO o produtor tem que pagar o adicional do PROAGRO e conduzir seus empreendimentos conforme o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC) Fonte: MAPA 36

37 Enquadramento Proagro Fonte: BCB Milho 40% Soja 22% Outros 10% Café 12% Trigo 6% Mandioca 5% Feijão 3% Arroz 2% 37

38 N de adesões ao Proagro N de adesões (mil) 1998/ / / / / / / / / / / /10 Proagro Proagro + Total Fonte: Bacen. Elaboração: MB Agro Programa Seguro 38

39 Índice 1. Importância da agricultura; 2. Riscos inerentes à atividade; 3. Experiência internacional com seguro agrícola 4. Política agrícola brasileira 5. Seguro agrícola 6. Custos das crises recorrentes e efeito multiplicador na economia; 7. Dimensionamento da necessidade de seguro de renda por UF; 8. Outras considerações 9. Propostas 10. Conclusões 39

40 Evolução do PSR de 2005 a Valores utilizados (R$ milhões) 2,3 31,1 61,1 157,5 259,6 198,3 253,5 Capitais segurados (R$ milhões) Área segurada (milhões ha) 0,07 1,56 2,28 4,76 6,67 4,79 5,58 Nº de produtores atendidos (unidade) Valor médio da subvenção por produtor (R$) Fonte: MAPA 40

41 Evolução do seguro no Brasil Fonte: MAPA 41

42 Número de produtores por região atendidos pelo seguro privado PSR 2011 Fonte: MAPA. 42

43 Área segurada e número de produtores atendidos no Brasil Área Agrícola Seguro agrícola Área com mecanismos de proteção Progaro e Proagro + Garantia Safra Fundo de Mutualidade (milhões ha) Área total segurada 69,8 5,5 5 1,55 0,5 18% Seguro agrícola Número de produtores (1000) Progaro e Proagro + Garantia Safra Fundo de Mutualidade Total Fonte: MAPA, CONAB, BACEN, MDA e FAEP 43

44 Valor Previsto, Orçado e Liberado para subvenção ao prêmio do Seguro Rural (em milhões de Reais) 44

45 Percentuais de subvenção MODALIDADES DE PERCENTUAIS DE LIMITES - MIL GRUPOS DE CULTURAS SEGURO SUBVENÇÃO (%) R$ Feijão, milho 2ª e trigo 70 Ameixa, aveia, canola, caqui, cevada, centeio, figo, kiwi, linho, maçã 60 Algodão, arroz,milho e soja 50 Agrícola Abacate, abacaxi, abóbora, abobrinha, alface, alho, amendoim, atemoia, banana, batata, berinjela, beterraba,cacau,café,caju,cana-deaçúcar, cebola,cenoura, cherimoia, chuchu, 96 couve-flor, ervilha, escarola (chicoria), fava, girassol, goiaba, jiló,laranja, lichia,lima, limão e 40 demais cítricos, mamão, mamona, mandioca, manga, maracujá, melancia, melão, morango, pepino, pimentão, pinha, quiabo, repolho, sisal, tangerina, tomate, vagem e demais hortaliças Pecuário De Florestas Aquícola VALOR MÁXIMO SUBVENCIONÁVEL 192 Fonte: MAPA 45

46 Percentuais de subvenção MODALIDADES DE SEGURO Fonte: MAPA Percentual de subvenção para o Pronamp PERCENTUAIS DE GRUPOS DE CULTURAS SUBVENÇÃO (%) Feijão 80 Agrícola 96 Milho e arroz 60 LIMITES - MIL R$ Novidade: PRONAMP obrigatório contratação de Proagro ou Seguro Rural MODALIDADES DE SEGURO Fonte: MAPA Percentual de subvenção para munícipios prioritários PERCENTUAIS DE GRUPOS DE CULTURAS SUBVENÇÃO (%) Feijão e milho 2ª safra 80 Agrícola 96 Soja, milho 1ª safra e arroz 60 LIMITES - MIL R$ 46

47 Outros programas de seguro: Estaduais e privados São Paulo Minas Gerais Paraná Santa Catarina Programa de Subvenção Municipal ao Prêmio de Seguro Agrícola de Itatiba (SP) Fundos mútuos de seguro agrícola Sistema mutualista da associação dos fumicultores do Brasil (AFUBRA) Cobertura contra granizo da Cooperativa Batavo Cobertura contra granizo do Instituto Rio Grandense de Arroz (IRGA) 47

48 Índice 1. Importância da agricultura; 2. Riscos inerentes à atividade; 3. Experiência internacional com seguro agrícola 4. Política agrícola brasileira 5. Seguro agrícola 6. Custos das crises recorrentes e efeito multiplicador na economia 7. Dimensionamento da necessidade de seguro de renda por UF; 8. Outras considerações 9. Propostas 10. Conclusões 48

49 Estrutura da cadeia produtiva do agronegócio e sua interligação aos demais setores da economia Insumos Produção Distribuição Processamento Consumo Final Sementes Máquinas e Equipamentos Ind. Biotecnologia Defensivos Adubos Ind. Máquinas Agrícolas Indústria Química Alimentação Animal Pecuária Empregos Lucro do Produtor Transporte e logística Armazenagem Comércio Ind. Automobilística Ind. de Processamento Alimentação Animal Matéria Prima para Ind. Alimentícia Consumo Final Indústria Alimentícia Consumidor Final Pecuária Demanda de Produtos e Serviços de Outros Setores da Economia Empregos 49

50 O efeito multiplicador Paraná Reduções do número de empregos e da renda gerada (em R$ milhões), decorrentes da queda na produção correspondente a 1 desvio-padrão da produtividade média, para algumas culturas, Estado do Paraná, em Prod. Média DP da prod. Área colhida Valor de 1 DP kg/ha kg/ha ha R$ mi Impacto no Emprego (# de pessoas) Impacto na Renda (R$ milhões) TOTAL DIRETOS INDIRETOS INDUZIDOS TOTAL DIRETA INDIRETA INDUZIDA Algodão ,0 0,32 0,18 0,03 0,11 0,003 0,001 0,000 0,001 Soja , ,66 226,08 52,61 211,97 Milho 1a safra , ,38 55,19 10,63 49,55 Milho 2a safra , ,47 101,64 19,58 91,25 Laranja ,91 572,7 495,3 11,1 66,4 1,53 0,81 0,07 0,65 Café , ,83 14,76 1,26 11,81 Trigo , ,79 42,61 21,44 50,74 Arroz , ,80 0,75 0,27 0,79 50

51 O efeito multiplicador Paraná A venda de máquinas e veículos agrícolas no Paraná apresenta expressiva queda em 2005 e 2006, anos de redução de safra no Paraná, vindo a se repetir, embora em menor escala, no ano de 2009, quando os preços dos produtos agrícolas estavam melhores e o seguro agrícola atingiu o auge de contratações. Vendas de máquinas x Produção de grãos no Paraná 51

52 O efeito multiplicador São Paulo Reduções do número de empregos e da renda gerada (em R$ milhões), decorrentes da queda na produção correspondente a 1 desvio-padrão da produtividade média, para algumas culturas, Estado de São Paulo, em Impacto no Emprego (# de pessoas) Impacto na Renda (R$ milhões) Prod. DP da Área Valor de Média prod. colhida 1 DP TOTAL DIRETOS INDIRETOS INDUZIDOS TOTAL DIRETA INDIRETA INDUZIDA kg/ha kg/ha ha R$ mi Algodão , ,99 0,46 0,10 0,43 Soja , ,17 18,97 4,41 17,79 Milho 1a safra , ,71 32,87 6,33 29,51 Milho 2a safra Laranja , , ,8 208, ,7 28,67 15,21 1,29 12,17 Café , ,81 29,61 2,52 23,69 Trigo , ,27 1,58 0,80 1,89 Arroz , ,01 0,42 0,15 0,44 52

53 O efeito multiplicador Mato Grosso Reduções do número de empregos e da renda gerada (em R$ milhões), decorrentes da queda na produção correspondente a 1 desvio-padrão da produtividade média, para algumas culturas, Estado de Mato Grosso, em Impacto no Emprego (# de pessoas) Impacto na Renda (R$ milhões) Prod. DP da Área Valor de Média prod. colhida 1 DP TOTAL DIRETOS INDIRETOS INDUZIDOS TOTAL DIRETA INDIRETA INDUZIDA kg/ha kg/ha ha R$ mi Algodão , ,93 2,70 0,75 3,48 Soja , ,25 85,51 24,94 115,79 Milho 1a safra , ,67 2,35 0,51 2,81 Milho 2a safra , ,01 17,03 3,67 20,32 Laranja ,03 1,2 0,9 0,0 0,3 0,003 0,002 0,000 0,002 Café , ,77 1,27 0,12 1,38 Trigo ,01 1,3 0,6 0,1 0,6 0,008 0,002 0,001 0,004 Arroz , ,67 2,10 0,89 3,68 53

54 O efeito multiplicador Rio Grande do Sul Reduções do número de empregos e da renda gerada (em R$ milhões), decorrentes da queda na produção correspondente a 1 desvio-padrão da produtividade média, para algumas culturas, Estado do Rio Grande do Sul, em Impacto no Emprego (# de pessoas) Impacto na Renda (R$ milhões) Prod. DP da Área Valor de Média prod. colhida 1 DP TOTAL DIRETOS INDIRETOS INDUZIDOS TOTAL DIRETA INDIRETA INDUZIDA kg/ha kg/ha ha R$ mi Algodão Soja , ,84 199,90 46,52 187,42 Milho 1a safra , ,45 53,31 10,27 47,86 Milho 2a safra Laranja , , ,7 26,9 161,3 3,70 1,97 0,17 1,57 Café Trigo , , , , ,6 70,64 26,22 13,20 31,22 Arroz , ,65 21,82 7,78 23,05 54

55 Perdas de renda na agricultura e seu efeito multiplicador: Estudo de caso e Rio Grande do Sul R$ milhões Estimativas de de redução na RENDA total total decorrente da quebra da quebra em 1 dp em (modelo 1 DP x teórico) quebra x quebra real safra real 2011/12 safra - -RS Soja Milho 1ª safra Arroz desvio-padrão safra 2011/ Fonte: MB Agro 0 Estimativas da redução de redução de EMPREGOS de EMPREGOS decorrente decorrente da quebra em da 1 desvio-padrão quebra em (modelo 1 DP x teórico) quebra x quebra real safra real 2011/12 safra 11/12 - RS - Soja Milho 1ª safra Arroz Mil pessoas desvio-padrão safra 2011/ Fonte: MB Agro

56 Impactos na Arrecadação Federal derivados de quebras de safras agrícolas Temos as informações necessárias para estimar a redução na arrecadação devido a quebra de safra em um produto específico. O processo obedece a seguinte lógica: um problema na safra de um produto determinado causa a queda no PIB Agropecuário. Essa queda no PIB Agropecuário significará uma queda no PIB Total, porém de menor tamanho, em virtude da pequena participação do PIB Agropecuário sobre o PIB Total. Dada uma redução no PIB Total podemos encontrar a redução na arrecadação federal, a partir da elasticidade.

57 Simulação do Impacto na Arrecadação Federal devido à redução do PIB Agrícola Milhões de Reais Total: R$5,2 Bilhões Algodão Arroz Feijão Milho Soja Trigo Cana Café Fonte: IBGE, MB Agro e MB Associados A estimativa da queda na arrecadação total para uma quebra de safra de 10% nestas culturas é de R$ 5,1 bilhões 57

58 Índice 1. Importância da agricultura; 2. Riscos inerentes à atividade; 3. Experiência internacional com seguro agrícola 4. Política agrícola brasileira 5. Seguro agrícola 6. Custos das crises recorrentes e efeito multiplicador na economia 7. Dimensionamento da necessidade de seguro de renda por UF 8. Outras considerações 9. Propostas 10. Conclusões 58

59 Dimensionamento da necessidade de seguro de preço e produtividade por UF Distribuição da área plantada por módulo fiscal (em mil hectares) - Total 59,645 milhões de hectares Não informantes; 184 Mais de 60; a 1; a 2; a 60; a 30; a 15; a 4; Fonte: IBGE. Elaboração: MB Agro Mais de 60; Distribuição do prêmio por módulo fiscal (em R$ mil) -Total R$ 4,076 bilhão Não informantes; a 1; a 60; a 30; a 15; a 2; a 4; Fonte: IBGE. Elaboração: MB Agro 59

60 Dimensionamento da necessidade de seguro de preço e produtividade por UF Prêmio por cultura Total: R$ 4,076 bilhões R$ Milhões Fontes: IBGE,MAPA (PSR) e MB Agro 60

61 Índice 1. Importância da agricultura; 2. Riscos inerentes à atividade; 3. Experiência internacional com seguro agrícola 4. Política agrícola brasileira 5. Seguro agrícola 6. Custos das crises recorrentes e efeito multiplicador na economia 7. Dimensionamento da necessidade de seguro de renda por UF 8. Outras considerações 9. Propostas 10. Conclusões 61

62 Mapa mundial segundo produção de alimentos e mercado de seguros 62

63 Suporte ao produtor (%PSE) 63

64 Índice 1. Importância da agricultura; 2. Riscos inerentes à atividade; 3. Experiência internacional com seguro agrícola 4. Política agrícola brasileira 5. Seguro agrícola 6. Custos das crises recorrentes e efeito multiplicador na economia 7. Dimensionamento da necessidade de seguro de renda por UF 8. Outras considerações 9. Propostas 10. Conclusões 64

65 Propostas 1) Dar previsibilidade e estabilidade ao Programa de Subvenção ao Prêmio Seguro Agrícola, através de um planejamento de longo prazo (mínimo de 5 anos) e o estabelecimento de garantia dos recursos, considerando a época de liberação dos mesmos em relação ao calendário agrícola. 2) Criar um banco de dados com a finalidade de reunir as informações dos produtores e da Matriz de Risco, que está sendo desenvolvido pelo MAPA/Embrapa, para fornecer os dados aos interessados autorizados. 3) Criar uma Comissão de Acompanhamento do Programa de Subvenção composta por integrantes do Governo e representantes dos Produtores Rurais, Seguradoras e Resseguradoras, a fim de acompanhar o desenvolvimento do Programa de Subvenção e propor alterações. 4) Tornar gradativamente obrigatório o seguro agrícola nas operações de crédito, estabelecendo menores taxas de juros nas operações de crédito rural contempladas com seguro. 65

66 Propostas 5) Criar benefícios aos produtores rurais no Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) como estímulo para desenvolver boas práticas agrícolas, cumprir a legislação ambiental e contratar linhas de financiamento ou outros mecanismos de proteção dos riscos agropecuários e diversificação da atividade visando a sustentabilidade econômica, social e ambiental. 6) Negociar a participação de Estados e Municípios num amplo programa de subvenção, fazendo com que verbas Estaduais e Municipais venham a complementar a Federal alocada para subvenção, beneficiando os agricultores com a redução no valor pago pelo seguro. 7) Na elaboração do programa, levar em consideração as diferentes necessidades regionais (culturas e riscos), além dos aspectos socioeconômicos e políticos das diferentes regiões do país através da matriz de risco agrícola elaborada em conjunto pela Embrapa e MAPA. 8) Uma vez estabelecido o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural no Brasil de modo mais consistente, criar o Fundo de Reparação das Seguradoras com o objetivo de dar estabilidade e reduzir os riscos sistêmicos do programa. 66

67 Av. Brigadeiro Faria Lima, andar São Paulo SP Telefone: (011) Fax: (011)

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