Autoria: Ricardo André Ferreira, Ricardo Corrêa Gomes

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1 1 Desenvolvimento e Implantação de um Sistema de Informação Contábil: O Caso do Sistema de Diária e Passagem Aérea da Universidade Federal de Viçosa (SisDPA) Autoria: Ricardo André Ferreira, Ricardo Corrêa Gomes Resumo: O presente trabalho tem como propósito abordar a utilização da tecnologia da informação em prol da gestão de recursos públicos, baseando-se na interação entre a ciência contábil e a ciência da informação, e tendo como objetivo, retratar a concepção e o desenvolvimento de um sistema de informação computacional. O Referencial Teórico a dar suporte ao trabalho parte da conceituação de Sistema, passando pelos conceitos de Sistema de Informação, Tipos de Sistemas Computacionais, até convergir para a definição do Sub- Sistema de Orçamento, que nada mais é que um componente de um Sistema de Informação Contábil. A metodologia utilizada foi a pesquisa experimental, abordada através do estudo organizacional, a fim de se avaliar o impacto de novas técnicas. Ao final do desenvolvimento do projeto, com auxílio de aplicação de pesquisa, pôde-se observar que este novo sistema de informação causou um impacto bastante positivo na instituição a qual se destinou. Assim concluímos, que o desenvolvimento e adoção desta nova configuração foi extremamente vantajosa para a instituição, tendo demonstrado melhorias como clareza, eficácia na execução e acompanhamento de todo o processo de seu escopo, e conseqüentemente, na utilização e audição dos recursos públicos. 1. Introdução 1.1. Apresentação No decorrer da segunda grande guerra, tanto o exército Americano, principal fornecedor bélico e tecnológico dos exércitos aliados, quanto o exército Alemão; desenvolveram notáveis técnicas e tecnologias para armazenamento, processamento e distribuição de dados e informação, tendo com objetivo primário municiar seus serviços de logística, estratégia e inteligência. Após o término da guerra, já por volta dos anos 50, tais técnicas e tecnologias passaram a não estar disponíveis somente nas mãos dos exércitos, pois as empresas que as desenvolveram ou co-desenvolveram junto aos militares, passaram a vislumbrar que tais procedimentos poderiam revolucionar todo o modo de se conduzir negócios, industrias e porque não, a forma de vida dos seres humanos. Tem-se neste momento histórico, o marco tecnológico que mudaria a forma de se realizar e conduzir negócios, como a forma de comunicação dos seres humanos e a melhoria da medicina, propiciando uma evolução científica e tecnológica jamais vista, a uma velocidade nunca imaginada, fazendo então dos próximos 60 anos que se sucederam, período impar, cominando nos dias atuais, a era do conhecimento e da informação. É certo que todo esse processo veio e vem sofrendo enormes mutações ao longo do tempo, a fim de produzir a evolução de todas essas tecnologias. Com esse processo de evolução constante foi inevitável, e ainda o é, o surgimento de segmentações e ramificações das ciências que estudam o conhecimento e o desenvolvimento de tais tecnologias. Assim sendo, o presente trabalho abordará uma destas ramificações, que trata da utilização da tecnologia da informação em prol da gestão de negócios. Por fim é importante ressaltar que estaremos discorrendo somente sobre um segmento deste complexo emaranhado de técnicas e tecnologias, o que não torna as outras segmentações e ramos menos ou mais importantes Justificativa Desde seu nascimento, a contabilidade pode ser considerada fiel protótipo de um sistema de informação, que como todas as outras ciências modernizou-se.

2 Esse processo evolutivo levou a ciência contábil, nos dias atuais, a estreitar sua atuação com a ciência da informação, produzindo a partir desta união, poderosas ferramentas contábil-computacional, com intuito de auxiliar a gestão e a condução de negócios em diversas áreas. Podemos assim caracterizar que o foco do nosso estudo é a interação entre a ciência contábil e a ciência da informação, a fim de desenvolver um sistema de informação computacional, que atenda e respeite as particularidades e restrições de tais ciências. De certo que tal tema possui bastante relevância, pois a correta e eficaz avaliação e acompanhamento das mutações do patrimônio, faz-se cada vez mais importante, se não de extrema vitalidade à continuidade de instituições de todos os segmentos Objetivo O presente trabalho tem como objetivo principal, retratar a concepção e o desenvolvimento de um sistema de informação computacional voltado ao controle e acompanhamento do processo de execução e avaliação orçamentária pública, tendo como alvo duas de suas naturezas de despesas - Diárias e Passagens Aéreas. O objeto de estudo é o Sistema de Diárias e Passagens Aéreas (SisDPA) da Universidade Federal de Viçosa (UFV), desenvolvido por sua Central de Processamento de Dados (CPD). Também, tem-se como objetivo, destacar e fomentar, de forma paradigmática, a necessidade de maior estudo e compreensão das relações e possibilidades obtidas com a utilização da tecnologia da informação em todo o processo contábil Estrutura do Trabalho Este trabalho está estruturado em cinco capítulos. O segundo capítulo trata do Referencial Teórico a dar suporte ao trabalho. Nele é possível encontrar além da explicação de alguns termos técnicos utilizado no decorrer deste trabalho, como a fundamentação de teorias segundo autores distintos. O terceiro capítulo abrange a definição metodológica e a definição do escopo da amostra utilizada na pesquisa empregada. O quarto capítulo engloba todo o processo de Desenvolvimento do Projeto, levando em consideração os passos preliminares da análise da demanda, o desenvolvimento computacional, a implantação e por fim, a abordagem sobre o impacto e discussão de resultados. Finalmente, no quinto capítulo, são contempladas as conclusões e considerações finais a cerca de todo o trabalho realizado. 2. Referencial Teórico 2.1. Sistema A conceituação de sistema é proveniente da Teoria Geral dos Sistemas, assim sendo, faz-se necessário definir tal teoria antes de ser possível a conceituação de sistema. Segundo BERTALANFFY, citado por PADOVEZE (2002), a Teoria Geral dos Sistemas tem como objetivo a formulação de princípios válidos para os sistemas em geral, qualquer que seja a natureza dos elementos que os compõem e as relações ou forças existentes entre eles. A teoria geral dos sistemas portanto é uma ciência geral da totalidade, que até agora era considerada um conceito vago, nebuloso e semimetafísico.. Para BERTALANFFY, citado por PADOVEZE (2002): A teoria geral dos sistemas em sentido restrito (TGS), procura derivar da definição geral do sistema como complexo de componentes em interação, conceitos característicos das totalidades organizadas, tais como interação, soma, mecanização, centralização, competição, finalidade etc., e aplica-los a fenômenos concretos. Ainda conforme BERTALANFFY, citado por PADOVEZE (2002): 2

3 A Teoria dos Sistemas na ciência opõe-se a uma visão clássica de procedimentos analíticos. O significado da expressão o todo é mais que a soma das partes consiste simplesmente em que as características constitutivas não são explicáveis a partir das características das partes isoladas. O processo analítico significa que uma entidade pode ser estudada resolvendo-se em partes e por conseguinte pode ser constituída ou reconstituída pela reunião desta partes. Assim, BERTALANFFY, citado por PADOVEZE (2002), caracteriza que: o problema metodológico da teoria dos sistemas consiste portanto em preparar-se para resolver problemas que, comparados aos problemas analíticos e somatórios da ciência clássica, são de natureza mais geral. A partir desta caracterização a cerca da Teoria Geral dos Sistemas, PADOVEZE (2002), define que: Sistema é um conjunto de elementos interdependentes, ou um todo organizado, ou partes que interagem formando um todo unitário e complexo. Como uma resultante do enfoque sistêmico, o todo deve ser mais que a soma das partes. Fundamentalmente, o funcionamento de um sistema configura-se com um processamento de recursos (entradas do sistema), obtendo-se, com esse processamento, as saídas ou produtos do sistema (entradas, processamento, saídas). Por sua vez, segundo OLIVEIRA (1996), sistema é definido como o conjunto de partes integrantes e interdependentes que, conjuntamente, formam um todo unitário com determinado objetivo e efetuam determinada função. Os sistemas podem ser classificados como abertos e fechados, dependendo de suas ambientações e particularidades. Conforme PADOVEZE (2002), os sistemas fechados não interagem com o ambiente externo, enquanto os sistemas abertos caracterizam-se pela interação com o ambiente externo, suas entidades e variáveis. Por fim, PADOVEZE (2002) afirma que: O enfoque sistêmico ou visão sistêmica é uma postura mental de ver as coisas partindo-se de uma visão holística, de conjunto ou totalidade. Ou seja, é ver as coisas partindo do todo, e não partindo das partes para depois se chegar ao todo. É óbvio que as partes ou subsistemas devem ser vistos com seus objetivos e suas interações, porém o mais importante sempre é a visão da totalidade, e esta visão parte de identificar os objetivos finais de um sistema. CHURCHMAN, também citado por PADOVEZE (2002), define que: os sistemas são constituídos de conjuntos de componentes que atuam juntos na execução do objetivo global do todo. O enfoque sistêmico é simplesmente um modo de pensar a respeito desses sistemas e seus componentes. E com objetivo de contextualizar as empresas ao tema, BIO, igualmente citado por PADOVEZE (2002), assim se expressa: Os conceitos de sistemas proporcionam uma série de raciocínios que leva à compreensão da complexidade da empresa moderna como um todo... A ênfase em continuar os resultados da análise em um todo é que mudou radicalmente; e essa característica torna interessante e úteis os conceitos de sistemas Informação, Tecnologia da Informação e Sistema de Informação Para que se possa, corretamente, atingir a conceituação de Informação, faz-se necessário introduzir a conceituação de Dado. Conforme OLIVEIRA (1996), dado é 3

4 qualquer elemento identificado em sua forma bruta que por si só não conduz a uma compreensão de determinado fato ou situação. Tal conceito é abordado, segundo PADOVEZE (2002), como sendo Dado o registro puro, ainda não interpretado, analisado ou processado. Desta forma, pode-se chegar ao conceito de informação, que, para DAVIS, citado por PADOVEZE (2002), Informação é o dado que foi processado e armazenado de forma compreensível para seu receptor e que apresenta valor real ou percebido para suas decisões correntes ou prospectivas. De maneira complementar, porém sucinta, conforme OLIVEIRA (1996), Informação é o dado trabalhado que permite ao executivo tomar decisões. A possibilidade de redução da incerteza no processo de tomada de decisão; a compreensão da relação do beneficio gerado pela informação versus seu custo de produção; e o aumento da qualidade da decisão, são pontos chaves para se determinar o valor da informação. Assim, conforme PADOVEZE (2002), o custo de obter as informações deve ser sempre menor do que o benefício gerado pela decisão baseado nessas informações obtidas. Ainda conforme o mesmo autor, esse é o verdadeiro valor da informação. Normalmente ligado à informática, à telecomunicação, e ao processo de desenvolvimento científico de transmissão de dados, a Tecnologia da Informação TI podese ser conceituada, conforme PADOVEZE (2002), como sendo todo o conjunto tecnológico à disposição das empresas para efetivar seu subsistema de informação. Ainda, segundo PADOVEZE (2002), a Tecnologia da Informação deve fazer parte de uma estrutura em nível estratégico das empresas.. WALTON, citado por PADOVEZE (2002), discorre sobre TI com a seguinte abordagem: Do modo como é utilizada nos locais de trabalho, a tecnologia da informação abrange uma gama de produtos de hardware e software que proliferam rapidamente, com a capacidade de coletar, armazenar, processar e acessar números e imagens, para o controle dos equipamentos e processos de trabalho, e para conectar pessoas, funções e escritórios, tanto dentro quanto entre as organizações. Na fábrica, a TI, engloba os instrumentos de manufatura (ex.: robôs, sensores e dispositivos automáticos de teste), movimentação de materiais (sistemas de armazenamento e busca automáticos de teste), desenho (desenho, engenharia e planejamento de processos assistidos por computador), planejamento e controle (planejamento das necessidades e recursos de manufatura) e gestão (sistemas de suporte a decisão). As implementações de TI vão desde as ilhas de automação ou outras tecnologias isoladas, até os sistemas integrados de manufatura, que interligam as atividades de desenho, manufatura, movimentação de materiais e planejamento e controle. A Tecnologia da Informação, proveniente da estruturação da informação e dos sistemas de informação, é fator importante na competitividade de uma companhia, é elemento-chave na administração de recursos, e deve, em níveis estratégicos, ser equiparada com a definição dos negócios e da própria organização. Para WALTON, ainda citado por PADOVEZE (2002): A estratégia adotada de TI deverá influenciar a estratégia a ser adotada para definir a organização, bem como afetará a estratégia a ser adotada para os negócios da empresa. Como 4

5 são componentes que se inter-relacionam, a estratégia de negócios poderá influenciar decisão da estratégia de TI e da organização. Identicamente, uma decisão de organização será fundamental para a implementação de estratégia de TI e de negócios. A seqüência lógica para o processamento dos dados e a tradução dos mesmos em informação, é realizada pelos sistemas de informação, que por sua vez, são partes integrantes de todo um processo de TI. Segundo PADOVEZE (2002), pode-se definir sistema de informação como um conjunto de recursos humanos, materiais, tecnológicos e financeiros agregados segundo uma seqüência lógica para o processamento dos dados e tradução em informação, para, com seu produto, permitir às organizações o cumprimento de seus objetivos principais. Ainda segundo o mesmo autor, dentro da Teoria Geral dos Sistemas, o sistema de informação tem seus componentes de forma similar. Desta maneira, os elementos de um sistema de informação são: objetivos totais do sistema; ambiente do sistema; recursos do sistema; componentes do sistema; administração do sistema; e saídas do sistema., assim caracterizando o sistema de informação e suas partes componentes. PADOVEZE (2002), assim se expressa, a ciência contábil traduz-se naturalmente dentro de um sistema de informação. Poderá ser argüido que fazer um sistema de informação contábil com a ciência da contabilidade é um vício de linguagem, já que a própria contabilidade nasceu sob a arquitetura de sistema informacional., desta forma, percebe-se que a contabilidade e sistemas de informações contábeis nada mais são que sistemas que constituem o processo de TI das organizações. Esse tema, sistema de informação contábil, será abordado de forma detalhada no item 2.4. Para a correta análise de um sistema de informação, se faz necessário o entendimento do conceito de banco de dados. Segundo BIO, citado por PADOVEZE (2002), banco de dados é um conjunto de arquivos estruturados, não redundantes e inter-relacionados, que proporciona uma fonte única de dados para uma variedade de aplicações.. Esses bancos de dados, armazenam de forma estruturada, as informações alimentadas através de um sistema de informação, permitindo assim, o acesso variado as mesmas. Geralmente, os Bancos de Dados são gerenciados por um Sistema Gerenciador de Bando de Dados (SGBD), que, de acordo com SILBERSCHATZ (1999), esses podem ser caracterizados como sendo: Sistemas de banco de dados são projetados para gerir grandes volumes de informações. O gerenciamento de informações implica a definição das estruturas de armazenamento das informações e a definição dos mecanismos para a manipulação dessas informações. Ainda, um sistema de banco de dados deve garantir a segurança das informações armazenadas contra eventuais problemas com o sistema, além de impedir tentativas de acesso não autorizadas. Se os dados são compartilhados por diversos usuários, o sistema deve evitar a ocorrência de resultados anômalos. O melhor desempenho dos sistemas de informação, é atingido através da correta classificação dos tipos de informações, e os respectivos sistemas de informação que às gerenciaram, a partir do armazenamento e utilização dos dados armazenados. Para a classificação das informações, às dividimos em informações estruturadas e não estruturadas. De acordo com GIL, também citado por PADOVEZE (2002), informações estruturadas são aquelas sobre as quais a organização tem mais domínio; são as que retratam e representam a base de sua operacionalização. Também de acordo com GIL, citado por PADOVEZE 5

6 6 (2002), informações não estruturadas são necessárias ao exercício de situar a organização no segmento econômico a que pertence e de projetar um perfil de comportamento esperado Tipos de Sistemas Computacionais e suas Arquiteturas Os sistemas computacionais se dividem, de maneira geral, em dois grandes grupos, os Sistemas de Apoio à Operação, ou Sistemas de Informações Operacionais; e os Sistemas de Apoio a Gestão. Este segundo grupo por sua vez se subdivide em Sistema de Informação Gerencial e Sistema de Apoio à Decisão, que nada mais é que um refinamento de alguns Sistemas de Informação Gerencial. Os dois primeiros tipos de sistema possuem como característica a utilização de informações estruturadas, já, o último tipo, utiliza-se de informação não estruturada. Segundo PADOVEZE (2002), os sistemas de apoio à operação nasce da necessidade de planejamento e controle das diversas áreas operacionais da empresa. Esses sistemas de informações estão ligados ao sistema físico-operacional e surgem da necessidade de desenvolver as operações fundamentais da firma. LAUDON (1999), assim se expressa sobre os sistemas de apoio à operação como sendo aqueles que dão suporte aos gerentes operacionais no acompanhamento das atividades e transações elementares da organização., ainda segundo o mesmo autor, o principal propósito dos sistemas desse nível é responder a perguntas rotineiras e localizar o fluxo de transações através da organização.. Também conforme PADOVEZE (2002), os sistemas de apoio à gestão são os sistemas ligados à vida econômico-financeira da empresa e às necessidades de avaliação de desempenho dos administradores internos. Ainda segundo o autor, esses sistemas são utilizados pelas áreas administrativa e financeira da empresa, e pela alta administração da companhia, com o intuito de planejamento e controle financeiro e avaliação de desempenho dos negócios. Ainda sobre esse tipo de sistema, LAUDON (1999), se refere como sendo os mesmos projetados para servir ao monitoramento, ao controle, à tomada de decisão e às atividades administrativas.. Por fim, PADOVEZE (2002), assim se expressa sobre os sistemas de auxílio direto à questão das decisões gerenciais: Os sistemas de suporte à decisão são sistemas em extensão dos modelos gerencial para manuseio de problemas de planejamento semi-estruturados e estratégicos., esses sistemas utilizam tanto dados internos à organização, através das bases de dados dos sistemas operacionais e gerenciais, quanto dados externos à organização. Também são largamente conhecidos como DSS Sistema de Suporte à Decisão e EIS Sistemas de Informações Executivas (Decision Suport Systems e Executive Information System). Os sistemas de informação estão divididos em duas arquiteturas de aplicação baseada em softwares, que segundo FILHO (2003), software é a parte programável de um sistema de informática. Ele é um elemento central: realiza estruturas complexas e flexíveis que trazem funções, utilidade e valor ao sistema.. Essas arquiteturas são os Sistemas Cliente/Servidor e a Aplicação Web. De acordo com ROSENFELD (1998), as arquiteturas de informação focalizam a estrutura da organização, indexando, etiquetando, e apoiando os sistemas de navegação e busca dos softwares. Segundo TANEMBAUM (2003), a arquitetura Cliente/Servidor é composta por dados armazenados em poderosos computadores chamados servidores. Com freqüência, essas máquinas são instaladas e mantidas em um local central por um administrador de sistemas. Em contraste, os funcionários têm em suas escrivaninhas máquinas mais simples, chamadas clientes, com as quais eles acessam dados remotos, por exemplo, para incluir em planilhas eletrônicas que estão elaborando.. De forma a generalizar o uso da terminologia Cliente/Servidor, ainda segundo o autor, adota-se que a utilização da arquitetura Cliente/Servidor se da caracterizando o uso de aplicações computacionais que possuem aplicação local, instalada na máquina Cliente..

7 Com a caracterização da arquitetura Cliente/Servidor, ainda segundo TANEMBAUM (2003), defini-se que a arquitetura Aplicação Web é uma especialização da arquitetura Cliente/Servidor, porém, com o Cliente acessando a aplicação em uma máquina Servidor, remotamente, e não tendo-a instalada localmente em sua máquina Cliente, através da World Wide Web, ou Internet Sistema de Informação Contábil Como apresentado anteriormente, o Sistema de Informação Contábil é um Sistema de Informação Gerencial, também denominado de Sistema de Informação de Controladoria, que possibilita à contabilidade ser utilizada em sua total plenitude. O contador geral, o contador gerencial ou controller são seus usuários finais. Esse sistema possui a característica de conter inúmeros objetivos, dependendo da visão, percepção e necessidade de seus gestores. Conforme PADOVEZE (2002), pode-se convergir os principais objetivos do Sistema de Informação Contábil, como a seguir: 1.Prover informações monetárias e não monetárias, destinadas às atividades e decisões dos níveis Operacionais, Tático e Estratégico da empresa, e também para os usuários externos a ela. 2. Constituir-se na peça fundamental do Sistema de Informação Gerencial da Empresa. Na constituição do ambiente no qual está inserido o Sistema de Informação, PADOVEZE (2002), ao explorar a conceituação de RICCIO (1989), discorre que o mesmo é um sistema que se insere no sistema maior, que é o sistema empresa, adotamos o conceito de ambiente expandido, em que, conjugando os conceitos de objetivos, limite inicial e limite final, podemos expandir o sistema de informação contábil até as fronteiras do sistema empresa. Ainda para PADOVEZE (2002), os recursos necessários para um bom funcionamento do Sistema de Informação Contábil, são: - Recursos humanos (contadores) com capacitação adequada da ciência contábil, para o enfoque sistêmico da contabilidade e visão contábil gerencial completa, para atender às necessidades informacionais contábeis do sistema empresa; - Software e contabilidade que possibilite ao contador efetivar todo o potencial gerencial da informação contábil a ser gerada e utilizada. Também se faz necessário ressaltar que outros recursos, comuns a qualquer sistema de informação, são importantes, tais como: equipamento de informática; equipamento de comunicação; energia elétrica; serviços de terceiros; materiais de expediente, espaço físico, etc. Todo o Sistema de Informação, independente de sua natureza, necessita de um administrador para o bom funcionamento e contemplação do propósito do mesmo. PADOVEZE (2002), assim se expressa em relação à administração do Sistema de Informação Contábil: A administração do sistema é o componente humano e o que exerce papel decisivo no sucesso ou fracasso de seu desempenho.. Desta forma é possível evidenciar a importância da figura do administrador do sistema, bem como todos outros possíveis interventores, e ainda verificar que de acordo com o mesmo autor, o administrador nunca deve impor sua visão da informação que está fornecendo. Sua obrigação é fornecer o que pedem, do jeito que pedem, dentro das diretrizes da empresa., caracterizando-se assim, o papel do administrador. A definição da informação que será armazenada, processada, e resultará em resultados a organização, é expressa por PADOVEZE (2002), como sendo: A definição de quais informações devem constar do sistema de informação contábil parte das necessidades informacionais da 7

8 alta administração da empresa, que é, em última instância, a responsável pelo sistema empresa. Isso será feito por um processo interativo de definição de objetivos pela administração, bem como pela influência do gestor do sistema, que é o especialista e o conhecedor da ciência contábil. Finalmente, pode-se também caracterizar, ainda segundo o mesmo autor, que o único limite a ser imposto pelo gestor do sistema de informação é o limite imposto pela ciência contábil Sub-Sistema de Orçamento As definições teóricas do presente trabalho têm como fim convergir para o Sub- Sistema de Orçamento, que nada mais é que um componente, integrado ao conjunto de outros sub-sistemas ou individualizado, caso não haja na empresa outros sub-sistemas, de um Sistema de Informação Contábil. Para melhor compreensão deste sub-sistema é importante a definição prévia de orçamento publico. Segundo Autores do ILPES, citado por KOHAMA (2003), o orçamento é o processo pelo qual se elabora, expressa, executa e avalia o nível de cumprimento da quase totalidade do programa de governo, para cada período orçamentário. É um instrumento de governo, de administração e de efetivação e execução dos planos gerais de desenvolvimento sócioeconômico.. Desta forma caracteriza-se o orçamento publico e percebe-se então a necessidade da conceituação do Sub-Sistema de Orçamento. Antes porém, também se faz necessário a definição do Sub-Sistema de Contabilidade Societária e Fiscal ou Sistema de Contabilidade Geral, que de acordo com PADOVEZE (2002), presta-se a criar e estruturar a base de dados e informações para atender às informações de caráter legal, seja da legislação comercial (societária) ou seja da legislação fiscal.. Agora sim, é possível, conforme PADOVEZE (2002), conceituar que o sistema de Orçamento é um prolongamento do sistema de Contabilidade Geral (Fiscal e Societária). Em princípio, todas as informações constantes do sistema contábil devem compor o orçamento.. Ainda segundo o mesmo autor, tem-se a soma destes dois sub-sistemas, e esse conjunto de subsistemas trabalha as informações contábeis de forma integrada, em três módulos, em relação à temporaneidade da informação contábil: informações contábeis do passado, informações contábeis do presente e informações contábeis do futuro, onde estão as informações do orçamento. Em relação ao objetivo do SubSistema de Orçamento, PADOVEZE (2002) assim se expressa: O objetivo básico do Subsistema de Informação de Orçamento é cumprir o Plano Orçamentário, que decorre do Plano Operacional. Nesse sentido, o plano orçamentário é a resultante da etapa do processo de gestão denominada de planejamento operacional, que canaliza as diretrizes operacionais para a etapa de Programação., constituindo assim, a importância do orçamento para a programação e projeções futuras. O orçamento por essência, e seu sistema de informação, dever ser composto pelas seguintes peças orçamentárias: orçamento de vendas, orçamento de produção, estudo da capacidade e logística, orçamento de materiais compras e consumo, orçamento de mão-deobra, orçamento de despesas gerais, orçamento de depreciações, orçamento de despesas financeiras, orçamento de investimentos, e por sua vez, orçamento de caixa e projeções dos demonstrativos contábeis. Todo esse conjunto de ferramentas deve estar contemplado no sistema de orçamento por funcionalidades operacionais, que, segundo PADOVEZE (2002), devem propiciar que o processo de cálculo e contabilização dos valores orçados seja efetuado de forma o mais automática possível, evitando ao máximo entrada de dados de forma manual. Por fim, dentre outros procedimentos, finaliza-se o referencial teórico do presente trabalho, apresentando uma importante ferramenta orçamentária, principalmente no 8

9 9 cumprimento da lei de responsabilidade fiscal, que é o Procedimento de Corte, que não possibilita a autorização de despesa, mesmo que temporário, caso não haja recurso suficiente no orçamento. Assim tal definição é expressa por PADOVEZE (2002): O sistema orçamentário deverá impedir a realização da despesa, quando esta for suplantar a verba destinada para o responsável, dentro daquele período de tempo, normalmente dentro do mês.. 3. Definição Metodológica O presente trabalho propõe o aperfeiçoamento de procedimentos, a partir da concepção e do desenvolvimento de novas configurações e melhorias de elementos já existentes, tendo como resultado, a criação da ferramenta proposta, implantando assim as recomendações de maximização do processo em estudo. Por fim, é importante ressaltar que tal procedimento é restrito à situação em estudo, porém, de grande valia, pois retrata uma situação de uso prático e real. A metodologia utilizada foi à pesquisa experimental, abordada através do estudo organizacional, a fim de se avaliar o impacto de novas técnicas. Assim sendo, serviu de suporte para a fundamentação no desenvolvimento do trabalho, a partir de levantamento bibliográfico baseado em livros, artigos e revistas, como no auxílio à observação e relato de toda atividade no decorrer do trabalho. A metodologia teve como instrumento a aplicação de pesquisa, por meio de questionário, tendo como amostra 6 (seis) órgãos administrativos, Reitoria, Pró-Reitoria de Planejamento e Orçamento, Pró-Reitoria de Administração, Diretoria Financeira, Central de Processamento de Dados e Garagem Central, e com conjunto efetivo de 12 (doze) avaliados, compostos pelos dirigentes dos órgãos em questão, ou seus representantes, e pelos envolvidos direto com o sistema em estudo. Apesar de se constituir pequena a amostra, é relevante ressaltar que esse pequeno grupo possui grande expressão tanto em termos quantitativos quanto em termos qualitativos, pois, são os maiores usuários deste sistema, tanto no quesito volume de solicitações, quanto no volume de recursos. Averiguou-se ainda que tal amostra refletia efetivamente o impacto gerencialoperacional do objeto em estudo, pois, pode-se constatar que 100% (cem por cento) dos entrevistados tinham contato com a configuração pré-existente e assim, puderam realizar a devida comparação desta configuração com a proposta neste trabalho, e também, dentre estes entrevistados, foi possível atingir pessoas de vários níveis organizacional e que se enquadram em todas atividades cabível na nova configuração. Esse processo teve como passo inicial a análise da configuração existente e posteriormente o confronto da mesma com o padrão a que se deseja obter com a nova configuração. A partir deste ponto inicia-se o desenvolvimento, e por fim, a implantação da ferramenta computacional que é a fase final deste trabalho. 4. Desenvolvimento do Projeto 4.1. Análise da Demanda Problema Todo o processo de controle, acompanhamento e execução orçamentária da natureza de despesa de Diária e Passagem Aérea da Universidade Federal de Viçosa, até o final do ano de 2002, era realizado através de dois sistemas de informação computacional, não integrados e deficitários em quesitos relevantes a um eficaz controle do processo, bem como ao atendimento das necessidades dos administradores e da legislação vigente. Esses sistemas se caracterizavam, sendo um, um Sistema Cliente/Servidor, desenvolvido na linguagem Delphi, que atendia ao setor de expediente de todos os órgãos da instituição, assim sendo, fazia-se necessário à instalação desta aplicação, máquina a máquina, nos diversos órgãos da instituição, proporcionando enorme dificuldade na manutenção e atualização da mesma. Por sua vez, o outro, apesar de desenvolvido com tecnologia de Aplicação Web, na linguagem ASP, atendia somente a diretoria financeira da instituição.

10 Toda essa estrutura retratava uma discrepância, pois, além das aplicações não atenderem aos anseios dos administradores e da legislação de maneira efetiva, também não atendia de maneira racional o processo de utilização dos sistemas, pois seria desejado que a aplicação direcionada ao grande público estivesse em Aplicações Web, bem como, a aplicação direcionada ao público específico, em Sistemas Cliente/Servidor, como por exemplo em Delphi. Por fim, essa era a contextualização inicial que serviu de base para o início dos trabalhos, tendo como passos, a análise desta estrutura e das ferramentas disponíveis e posteriormente a proposição de soluções baseada em experiência já acumulada, juntamente com a demanda de melhoria da instituição Infra-Estrutura Disponível Todo o processo de desenvolvimento tratado no presente trabalho, deu-se, principalmente, na Central de Processamento de Dados da Universidade Federal de Viçosa, assim sendo, no decorrer de todo o projeto esteve à disposição da equipe de desenvolvimento, de maneira irrestrita, toda infra-estrutura da citada Central de Processamento de Dados, tais como, equipamentos, suporte aos equipamentos e rede, servidores para desenvolvimento e banco de dados, além é claro, do know-how já existente no órgão. A equipe de desenvolvimento foi composta diretamente por dois Analistas de Sistema e dois Programadores de Computador, porém, por diversas ocasiões, recorria-se a outros profissionais do próprio órgão, ou externo a ele, a fim de obter ajuda qualificada, fora do leque de conhecimento da equipe. De maneira não menos importante, porém pontual, profissionais de diversos órgãos da instituição contribuíram de maneira ativa e efetiva no desenvolvimento do projeto, sendo constituída esta representação por parte de pessoal da Reitoria, Pró-Reitoria de Planejamento e Orçamento, Pró-Reitoria de Administração, Diretoria Financeira e Divisão de Transporte. Desta forma estava constituída a estrutura tecnologia e intelectual que possibilitou o bom desenvolvimento do projeto Proposta de Resolução A partir da definição da equipe que comporia de maneira efetiva e pontual o desenvolvimento do projeto, como citado anteriormente, bem como do estudo da demanda, iniciou-se uma análise mais profunda e detalhada de todo o processo, convergindo para a proposição do desenvolvimento de um sistema de informação computacional que permitisse a integração dos dados entre todos os módulos deste sistema, além da integração com outras bases de dados externas, como a da Diretoria de Recursos Humanos e da Estrutura-UFV. Outra proposição era que este sistema de informação computacional fosse robusto o bastante para que no momento do preenchimento dos formulários, por parte dos usuários, fossem consistidos todos os dados informados de acordo com a legislação vigente, como também demonstrasse robustez ao atender as diretrizes da alta administração da instituição de maneira dinâmica, como a opção de adoção ou não da centralização ou descentralização orçamentária. Por ultimo, com objetivo de maximizar a utilização desta nova configuração e diminuir esforços de manutenção, foi proposto então o desenvolvimento de Aplicações Web, usando a linguagem ASP, para atender o grande público, distribuído por toda a instituição, nos seus diversos órgãos, tanto na localidade de Viçosa-MG, quanto fisicamente fora desta cidade, através da Internet. Esse público é composto por toda a comunidade universitária, sendo pessoal de expediente, gestores, ordenadores de despesa e beneficiários, servidores ou não da instituição. Outras aplicações também seriam desenvolvidas, porém agora, em Sistema Cliente/Servidor, na linguagem Delphi, para atender pontualmente às necessidades específicas da Pró-Reitoria de Planejamento e Orçamento, Diretoria Financeira e Central de Processamento de Dados. 10

11 4.2. Levantamento das Necessidades, Análise e Modelagem O marco efetivo de inicio do desenvolvimento do projeto, deu-se, com o início do trabalho de levantamento das necessidades junto aos órgãos interessados, bem como, os distintos níveis de usuários. Tanto esses órgãos quanto os níveis de usuários são os citados no item à cima. A partir desse levantamento, iniciou-se o processo de análise das necessidades apuradas, convergindo assim, num modelo estruturado de entidade-relacionamento, no qual passou a servir de referência para compreensão esquemática do problema em estudo, e precursor de todos os fluxogramas e arquitetura da base de dados a ser utilizado. Todo esse processo foi documentado utilizando uma ferramenta de documentação de caso, ferramenta CASE, chamada System Architect, e conduziu-se de forma cíclica e complementar, ou seja, ao estabilizar uma proposta de modelagem, voltava-se aos órgãos interessados para avaliar se a estrutura apresentada atenderia o objetivo que se buscava, e por inúmeras vezes novas particularidades eram levantadas e adicionadas ao processo, forçando assim, uma nova análise que contemplasse tais particularidades e por conseqüência a proposições de novos modelos. Este ciclo repetiu-se incessantemente até chegar a um modelo definitivo, que ai sim, atenderia todas as particularidades e funcionalidades desejadas pela instituição. Nesse ponto foi possível caminhar para a próxima etapa, o Desenvolvimento Computacional Desenvolvimento Computacional O Desenvolvimento Computacional iniciou-se a partir da estabilização do levantamento, análise e modelagem, como visto a cima. Tal etapa foi composta pela programação das aplicações, respeitando suas peculiaridades, porém, a título de estudo, vamos dividir tal processo em dois itens Programação e Peculiaridades das Aplicações, como a seguir. Também é importante ressaltar, nesse ponto, que como o objetivo deste trabalho não é propriamente explorar a programação em linguagem de máquina e suas particularidades, mas sim, retratar a concepção e o desenvolvimento de um sistema de informação computacional, todo o processo narrado neste item, compreendendo seus sub-itens, respectivamente, considera as situações descritas com funcionalidades do sistema, oriunda dos scripts de linguagem de máquina estruturada Programação A programação também se dividiu em duas etapas. Programação da Base de Dados e Programação da Aplicação Base de Dados Todo o script SQL a ser utilizado para na criação base de dados, foi automaticamente gerado pela Ferramenta Case citada no tópico Levantamento das Necessidades, Análise e Modelagem. Tal facilidade foi possível pois a ferramenta, a partir da contemplação dos princípios de entidade-relacionamento, possuía a funcionalidade de gerar script s para inúmeros tipos de bancos de dados. No projeto específico deste trabalho, foi utilizado o banco de dados, multi-usuário, SQL Server 97, desenvolvido pela empresa Microsoft Aplicação A aplicação ou o programa computacional propriamente dito, como visto no tópico Proposta de Desenvolvimento, foi desenvolvido utilizando duas arquiteturas, a Aplicação Web e o Sistema Cliente/Servidor Aplicação Web A aplicação Web foi desenvolvida utilizando a linguagem de programação ASP, Active Server Pages, HOMER (2000), também da empresa Microsoft. Tal interface 11

12 proporcionou ao projeto uma característica de grande abrangência das aplicações, pois, as mesmas estavam disponíveis na internet, através do endereço Nesta arquitetura foram desenvolvidos diversos aplicativos, subdivididos em dois grandes módulos módulo de Diárias e módulo de Passagens Aéreas. Todo o processo de programação focou, prioritariamente, o módulo de Diárias, pois, este módulo possuía peculiaridades mais avançadas que o outro e com a estabilização da programação deste módulo, pode-se então, a partir de cópia, realizar alterações a fim de adapta-la de acordo com as peculiaridades do outro módulo, o de Passagens Aéreas. Ambos os módulos possuem aplicações que possibilitam a Solicitação e Prestação de Contas, tanto de Diária e Passagem Aérea, separadamente. Na opção de Solicitação de cada módulo, dependendo do nível de acesso dos usuários, a aplicação disponibiliza opções de Autorizar ou Conceder, aos gestores e ordenadores de despesas, consecutivamente. De acordo com a descentralização orçamentária adotada pela instituição, até o presente momento, se caracteriza como gestores todos aqueles Chefes de Departamento, Pró-Reitores, Diretores de Centro, Reitor e demais dirigentes que possuam no órgão ao qual representam, dotação orçamentária propriamente dito. Por sua vez, os ordenadores de despesas são constituídos pelos Pró-Reitores, Diretores de Centro, Vice-Reitor e Reitor, ou seja, aqueles que possuem autorização legal para autorizar a realização da despesa, através de ato administrativo. Ainda na opção de Solicitação de cada módulo, com o nível de usuário requisitante, é possível realizar as respectivas solicitações, bem como, realizar consulta de solicitações passadas e imprimir o formulário de solicitação, documento de caráter legal na comprovação da concessão do benefício. Os requisitantes por sua vez são constituídos pelo pessoal de expediente ou de acessória aos dirigentes. As aplicações de Prestação de Contas de ambos os módulos, têm como objetivo a informação das características da Diária ou da utilização da Passagem Aérea, após a realização da viagem, e se tais características ou utilização foram condizentes com os dados informados na Solicitação. Caso haja alguma discrepância entre a Solicitação e Prestação de Contas, as aplicações, de maneira automatizada, realizam os procedimentos cabíveis. Nesta opção, os requisitantes são quem possuem maior privilégios, pois são eles que realizam tal trabalho. Todos os outros usuários têm acesso a esse módulo, porém, de forma simplificada, podendo então acompanhar somente suas prestações de contas individuais, o que, neste caso, tornam os gestores e ordenadores de despesas usuários simples Sistema Cliente/Servidor A aplicação de Sistema Cliente/Servidor foi desenvolvida utilizando a linguagem de programação Delphi, de propriedade da empresa Borland. A utilização de tal arquitetura se justificava em aplicações pontuais, que serviriam de suporte ao gerenciamento de órgãos com papel fundamental neste processo. Essas aplicações passaram a estar disponíveis de forma restrita, somente nos computadores nos quais foram instalados a(s) aplicação(ões). Nesta arquitetura foram desenvolvidos três aplicativos distintos, sendo que cada um com propósito específico e usuários restritos. À Diretoria Financeira coube a aplicação que possibilitava todo o acompanhamento, bem como a aprovação dos processos de Diárias e Passagens Aéreas. À Pró-Reitoria de Planejamento e Orçamento, a aplicação destinava-se ao fornecimento de relatórios específicos, e por fim, à Central de Processamento de Dados, a aplicação possuía como característica realizar acompanhamento periódico da movimentação das contas dos diversos gestores e suas respectivas fontes de recursos, mantendo forma consistente e fidedigna os saldos de tais contas Peculiaridades das Aplicações Aplicação Web 12

13 A Aplicação Web apresenta como característica comum entre os dois módulos o Procedimento de Corte, que consiste na não possibilidade de autorização da despesa, caso o saldo disponível, naquele momento, seja insuficiente para honrar com a despesa. O módulo de Diária apresenta a funcionalidade de diferenciação de beneficiários, entre Servidores UFV e Não Servidores UFV. Os Servidores UFV engloba todo pessoal do corpo docente e técnico-administrativo, já os Não Servidores UFV, abrange colaboradores externos, funcionários públicos federais ou não, e alunos. Dentre as outras funcionalidades deste módulo, podemos citar como principais, a consistência do valor do benefício a partir do cargo ou função do beneficiário, frente ao(s) tipo(s) de destino(s) e o(s) numero(s) de diária(s) frente ao período provável do afastamento. Ainda, a funcionalidade de utilização de inúmeros tipos de destinos, rateio da despesa entre gestores e a utilização de fontes de recursos distintas, de acordo com suas dotações orçamentárias. Também é importante destacar a possibilidade de recebimento do benefício em quantidade inferior ao que faria juz o beneficiário, no caso de falta de recursos e haver consentimento do beneficiário concordando com tal situação, utilizando-se assim a opção de Acordo. Outra funcionalidade é a consistência máxima de período permitido por lei de afastamento, que de acordo com a legislação vigente é de 14,5 diárias/mês. Por fim, a funcionalidade de automatização de todos os cálculos necessários, permitindo assim, característica de grande praticidade e objetividade da Solicitação. Por sua vez, o módulo de Passagem Aérea, apresenta sua funcionalidade de diferenciação de beneficiário dividido em Servidores UFV, Dependentes de Servidores UFV e Não Servidores UFV. Os grupos de Servidores UFV e Não Servidores UFV são constituídos pelos mesmos beneficiários que o do módulo de Diária, porém, o grupo de Dependentes de Servidores UFV, abrange todos os dependentes e cônjuges, com direito legal, que acompanham o beneficiário, Servidor UFV, em deslocamento internacional com objetivos de aprimoramento de formação acadêmica. Como as principais funcionalidades deste módulo, destacam-se, a possibilidade de Solicitação de benefício de Ida ou Volta, isoladamente, quanto ambas na mesma solicitação. A funcionalidade para informação da realização da Reserva do Bilhete com o Menor Preço e o atendimento do Prazo de Solicitação Inferior a Dez (10) Dias Antes da Viagem, como sendo artifícios para a melhor utilização dos recursos e previsão da despesa, respectivamente, atendendo assim a legislação vigente Sistema Cliente/Servidor Como dito previamente, as aplicações de Sistema Cliente/Servidor se dividiram em três ferramentas, atendendo especificamente necessidades da Pró-Reitoria de Planejamento e Orçamento, Diretoria Financeira e Central de Processamento de Dados. A aplicação disponibilizada a Pró-Reitoria de Planejamento e Orçamento, possui com funcionalidades opções de consultas a saldos de todos os gestores, porém, restrito somente à fonte de recurso do tesouro, tanto de Diária e Passagem Aérea. Outra funcionalidade é o cadastro e o lançamento efetivo da dotação orçamentária, também, restrito ao recurso do tesouro. Por fim, a funcionalidade de obtenção de informação através de relatórios por períodos distintos. A ferramenta de utilização pela Diretoria Financeira, possui como principal funcionalidade, opção de aprovação das Solicitações e Prestações de Contas, tanto de Diárias e Passagens Aéreas. Também está presente exclusivamente nesta aplicação, a funcionalidade para Solicitação de Diárias Internacionais, bem como, a funcionalidade de acesso para gerência das tabelas especiais de todo o sistema, tais como as tabelas de Feriado_Diária, Grupo_Diaria, Tipo_Diaria, Valor_Diaria e Nível_Dotacao. Nesta aplicação também é possível encontrar a funcionalidade de cadastro e lançamento efetivo da dotação orçamentária, porém, restrito as fontes de recursos de 13

14 convênios. Outras funcionalidades são a consulta do saldo de todas as contas e fontes de recursos, irrestritamente, e a extração de relatórios mensais. Por fim, o Sistema Cliente/Servidor da Central de Processamento de Dados, que possui com função a audição dos saldos de todas as contas, de ambas naturezas de despesas, gestores e fontes de recurso. Tal aplicação possibilita o acompanhamento da movimentação dos recursos através de relatórios sintéticos e analíticos, tanto para Diárias quanto para Passagens Aéreas Implantação O processo de implantação do Sistema de Diária e Passagem Aérea - SisDPA, deu-se no período de fevereiro a junho do ano de 2003 e foi composto pela fase de Divulgação e Treinamento, Acompanhamento e Correção Divulgação e Treinamento A fase de divulgação e treinamento do sistema contou com ações de divulgação periódica, explorando a mídia interna da Universidade Federal de Viçosa, através da utilização de todos seu meios de comunicação. Em paralelo ao processo de divulgação à comunidade acadêmica sobre a implantação do novo Sistema de Diária e Passagem Aérea, realizou-se ações como palestras e treinamento junto ao pessoal de expediente, bem como, aos Chefes de Departamentos, Diretores de Centros, Pró-Reitores e o pessoal de uso específico na Pró-Reitoria de Planejamento e Orçamento e na Diretoria Financeira. Simultaneamente a todo esse trabalho, e disponível até o momento atual, abriu-se um canal de comunicação junto à Central de Processamento de Dados para esclarecimentos mais detalhados e suporte telefônico, durante todo o horário de expediente Acompanhamento A fase de acompanhamento deu-se em paralelo a fase de divulgação e treinamento, pois, a medida que iria surgindo novas dúvidas e/ou necessidade de atendimento personalizado, não era medido esforços por parte da equipe de desenvolvimento para tentar solucionar tais situações. Esta também é uma atividade que continua sendo oferecida até a data atual Correção Com a adoção das atividades de implantação descritas nos dois itens anteriores, pôdese evidenciar, para a equipe de desenvolvimento, o aparecimento de demanda por funcionalidades e peculiaridades que ainda não havia sido observado. Nesse ponto, faz-se importante a observação quanto a robustez da modelagem do sistema, pois, as funcionalidades e peculiaridades levantas nesta fase, eram, em sua totalidade, contemplada com o modelo proposto. Essas novas proposições e o aparecimento de erros nas aplicações a partir da utilização da mesma por diversos níveis de usuários, foram solucionados a medida do possível, focando sempre o melhor funcionamento do sistema, tendo como prioridade a correção de erros ou falhas em rotinas já desenvolvidas. Por fim, após as devidas correções e atualizações das novas funcionalidades, era publicada a nova versão, já não mais apresentando os problemas citados anteriormente e se necessário, feito nova divulgação e treinamento e acompanhamento Impacto e Discussão Para municiar a avaliação do impacto e a discussão do processo de desenvolvimento, aplicou-se uma pesquisa, por meio de questionário, como previamente apresentada e caracterizada no item 3. Definição Metodológica. Através da aplicação e análise da pesquisa, pode-se averiguar que as atividades desempenhadas por estes entrevistados abrangem o acompanhamento de saldos; a solicitação e prestação de contas; o controle e análise de todos os processos; a alimentação das cotas 14

15 orçamentárias e gerenciamento de permutas, adiantamentos e contigenciamento; a elaboração da matriz técnica de distribuição interna de cotas; e os responsáveis pelo órgão que desenvolveram o sistema. Também pode-se constatar que 83% (oitenta e três por cento) dos entrevistados concordam plenamente que o novo sistema contribuiu no desempenho de suas atividades pessoais e também nas atividades do órgão no qual representam. Para eles todo o processo também ficou mais claro. Os outros 17% (dezessete por cento) deste grupo também concordam com essas melhorias, porém, não plenamente. Verificou-se ainda que 67% (sessenta e sete por cento) destes entrevistados, concordam plenamente, que houve, após a implantação do novo sistema, melhorias diretas no trabalho desempenhado por eles, e que o sistema propiciou maior eficácia a todo o processo. Já os outros 33% (trinta e três por cento) também concordaram com essa situação, porém, não plenamente. Nesta mesma proporção, esse grupo avaliou o processo de implantação do novo sistema, a partir de fevereiro de 2003, como sendo bom - sem ressalva - e como sendo bom - com ressalva-, respectivamente. Assim sendo, pôde-se notar que a aprovação do sistema é bastante considerável, pois, um maior percentual de entrevistados Concordam Plenamente com as proposições do novo sistema, e um menor percentual, também concordam, porém não plenamente. Em todos os questionários, em momento algum, foi mencionado por parte dos entrevistados o fato de Não Concordar ou Não Discordar e também o fato de Discordar Plenamente de alguma proposição, que eram as outras opções a serem respondidas, reforçando assim a observação de aceitação do novo sistema. Como pontos positivos do novo sistema, foram citados pelos entrevistados: maior agilidade, segurança, transparência e confiabilidade dos dados. O acompanhamento gerencial mais eficiente e a integração com outros bancos de dados também foram mencionados. Por fim, a facilidade, tranqüilidade e rapidez na mudança de exercício orçamentário. Como pontos negativos, foram citados: a não existência de alguns relatórios, a falta de flexibilidade para alteração de algumas informações e por último, a manutenção de algumas exigências burocráticas. A partir da análise destes dados, podemos observar finalmente que a adoção deste novo sistema de informação, causou na comunidade na qual ele se destina, um impacto bastante positivo, vindo a suprir enorme lacuna e necessidades pré-existentes. Por fim, pode-se destacar como facilidade no desenvolvimento deste projeto, a boa infra-estrutura para o desenvolvimento; a maleabilidade de cronograma e horário; e o interesse comum no desenvolvimento por parte dos envolvidos de todos os órgãos. Por sua vez, as dificuldades no desenvolvimento do projeto, estiveram voltadas para alguns erros de cronograma de atividade, principalmente pela morosidade no processo da tomada de decisão; o tamanho reduzido da equipe; e, apesar do interesse de todos os envolvidos, dificuldade em atingir pontos convergentes que contemplasse as necessidades de todos os envolvidos. 5. Conclusão A partir da apresentação das deficiências da configuração pré-existente e da apresentação das necessidades a serem contempladas por uma nova configuração, conclui-se que foi possível conceder e desenvolver um sistema de informação computacional, que por sua vez, é capaz de controlar e acompanhar a execução e avaliação orçamentária da Universidade Federal de Viçosa, junto às naturezas de despesas de Diárias e Passagens Aéreas, cumprindo assim seu papel funcional-organizacional. Tal processo de concepção e desenvolvimento pode ser exposto a partir da correta caracterização teórica, subsidiando de maneira clara e consistente a explanação dos temas abordados. 15

16 16 Pode-se também concluir, que a proposta da nova configuração e seu desenvolvimento só pode ser levado a frente, pois foi realizado estudo organizacional, a partir de pesquisa experimental, de forma sólida e coerente. É importante ressaltar, porém, que o processo em estudo demonstra limitações quanto sua execução, pois, a configuração proposta atende de maneira específica o caso em estudo, não servindo assim, como uma avaliação que possa ser tomada de forma generalizada. Os resultados apresentados a partir da implantação da nova configuração proposta, como visto na pesquisa realizada, nos faz concluir que a adoção da nova configuração foi extremamente vantajosa para a instituição, nas características de melhoria do desenvolvimento do trabalho, na clareza e eficácia da execução e acompanhamento de todo o processo e por conseqüência, na utilização e audição dos recursos públicos. Porém, toda essa melhoria demonstrada não deve nos permitir subentender que tal configuração reflete a estrutura possível em termos final de maximização, assim sendo, deve-se continuamente existir um processo de avaliação crítica, no qual pode-se concluir que todo esse processo é extremamente dinâmico, e se, a configuração apresentada não estiver em constante observação e avaliação, possivelmente em um curto espaço de tempo, o sistema não se portará como deveria em sua proposta, diminuindo assim, em muito, a vida útil e utilidade do mesmo. Como consideração final, percebe-se que o estudo e a compreensão da ciência contábil frente a ciência da informação, gera verdadeiras ferramentas de suporte a condução de negócios, seja no setor público, como visto nesse trabalho, e também no setor privado. Podese notar que a interação entre essas duas ciências deve ser abordada de forma dinâmica e aprofundada, pois, somente assim será possível a mensuração desta interação e de sua produção, fortalecendo tal laço e a aplicação da ciência social como um todo. Referência Bibliográfica FILHO, Wilson de Pádua Paula. Engenharia de Software. LTC, Rio de Janeiro, HOMER, Alex et al. Professional Active Server Pages 3.0. Ciência Moderna, Rio de Janeiro, KOHAMA, Heilio. Contabilidade Pública. Atlas, São Paulo, LAUDON, Kenneth C. & LAUDON, Jane Price. Gerenciamento de Sistemas de Informação. LTC, Rio de Janeiro, OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Sistemas de Informações Gerenciais. Atlas, São Paulo, PADOVEZE, Clóvis Luís. Sistemas de Informações Contábeis Fundamentos e Análise. Atlas, São Paulo, ROSENFELD, Louis & MORVILLE, Peter. Information Architecture. O Reilly, Sebastopol, SILBERSCHATZ, Abraham & KORTH, Henry F. Sistema de Banco de Dados. Makron Books, São Paulo, TANEMBAUM, Andrew S. Redes de Computadores Tradução da 4ª Edição Americana. Campus, São Paulo, 2003.

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