RAFAEL RIBEIRO DÉDA REPLICAÇÃO DE BASE DE DADOS: EMPREGABILIDADE E ANÁLISE DE REDUNDÂNCIA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "RAFAEL RIBEIRO DÉDA REPLICAÇÃO DE BASE DE DADOS: EMPREGABILIDADE E ANÁLISE DE REDUNDÂNCIA"

Transcrição

1 RAFAEL RIBEIRO DÉDA REPLICAÇÃO DE BASE DE DADOS: EMPREGABILIDADE E ANÁLISE DE REDUNDÂNCIA Rafael Ribeiro Déda 1 RESUMO Com o aumento da quantidade de dados e, subsequentemente, de sua importância, as empresas precisam se preocupar em manter os mesmos seguros contra situações como desastres naturais entre outros. Para isso, deve-se ter backup das bases de dados e, se possível, num lugar que não esteja no mesmo local do servidor central da empresa, ou seja, que o site backup esteja em outro Estado por exemplo. Para atender essa questão, deve-se ter uma infraestrutura de redes que permita enviá-los de maneira segura, rápida e com um bom custo x benefício para o site backup. Para isso, pode-se usar tecnologias como frame relay, fibra ótica e WiMax. Cada uma possui vantagens e desvantagens e a escolha de usar uma ou outra irá variar de acordo com a situação. Por fim, independente da tecnologia escolhida, há uma necessidade uma atenção especial em relação a sua empregabilidade e importância, bem como, deve-se ter uma rede redundante para, caso a primeira rede falhe, a outra possa entram em funcionamento para permitir que a comunicação entre a matriz e o site backup seja mantida. PALAVRAS-CHAVE Frame Relay; Fibra Ótica; WiMax; Backup; Site Backup; Replicação; Redundância. 1 Bacharel em Sistema de Informação pela Universidade Tiradentes, Pós-graduado em Administração de Banco de Dados pela Faculdade de Negócios de Sergipe - FANESE.

2 2 ABSTRACT With the increasing amount of data and, subsequently, its importance, companies need to worry about keeping them safe from things like natural disasters among others. To do this, you should take backup of databases and, if possible, a place that is not the same place on the company's central server, or the backup site is in another state for example. To answer this question, one must have a network infrastructure that allows sending data securely, quickly and with a good cost / benefit to the backup site. For this, we can use technologies such as frame relay, optical fiber and WiMax. Each has advantages and disadvantages and the choice of using one or the other will vary depending on the situation. Finally, regardless of the technology chosen, one must have a redundant networkin case the primary network fails, the other can come into operation to allowcommunication between hea dquarters and the site is kept up. KEY WORDS Frame Relay, Fiber Optics, WiMax, Backup, Site Backup. 1 INTRODUÇÃO A quantidade de dados armazenados pelas empresas aumentou muito nos últimos anos. Determinados tipos de empresas precisam manter dados por anos, a exemplo de Instituições financeiras que necessitam manter os dados armazenados por 05 (cinco) anos. Assim como aumentou o fluxo de dados, aumentou também a preocupação e a necessidade de manter os mesmos guardados num local separado do servidor central da empresa, um site backup. Isso acontece porque, em caso de catástrofes naturais ou algum outro desastre, os backups estarão salvos e, com isso, a empresa pode voltar a funcionar com o mínimo de perda de dados, afinal, os dados são a alma da empresa. A proposta deste projeto é demonstrar um caso de uso onde será mostrado um cenário que é comum atualmente, expondo o ambiente e as necessidades da empresa para tentar manter os dados seguros em caso de perda do servidor principal. Tendo sido descrito o caso de uso, irá ser demostrado como atender ao cenário da empresa, demostrando as tecnologias de rede que podem ser utilizadas para a transferência de dados, mostrando os prós e contras de cada uma e terminando por selecionar uma e explicando o por que.

3 3 Por fim, será escolhida uma tecnologia e será explicado o porquê da mesma ter sido escolhida em detrimento das outras, mostrando inclusive, em alguns passos como poderá ser feito a replicação de uma base de dados (explicando as possíveis formas) do Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD) utilizado no caso de uso. 2 DESENVOLVIMENTO Neste capítulo, serão discutidos um caso de uso e as melhores práticas de rede para atender ao mesmo, sempre tendo em vista o melhor custo benefício para a empresa Caso de Uso O estudo de caso irá analisar opções de estrutura de rede para interligar 02 (duas) unidades de uma empresa para montar uma estrutura de backup da base de dados que contém as informações pertencentes a todos os sistemas que são utilizados na empresa. O SGBD usado é a solução SQL Server 2008 R2 Enterprise e sistema operacional Windows Server A base de dados atualmente possui 100 GB. O servidor usa a estrutura de Cluster, onde um nó é ativo e o outro passivo, ou seja, o segundo nó só será ativado caso o principal falhe. Mas a estrutura em cluster do banco de dados é só o primeiro nível de segurança. Para qualquer empresa, o fundamental é ter todos os dados pertencentes à organização seguros de qualquer sinistro que venha a acontecer no local onde seus sistemas de informações são mantidos. Pensando nisso, o servidor secundário ficará responsável pelo backup dos dados e fazer o controle das gravações em fitas. A política de backup utilizada será a de um backup Full semanal, que ocorre toda sexta às 22h00min. Os backups de log transacional ocorrerão a cada 07 minutos. O backup diferencial ocorrerá de segunda a sexta às 12h00min. Estes backups serão guardados em fita automaticamente pela ferramenta Tivoli Storage Manager da IBM, 03 vezes na semana às 02h00min da madrugada. Com o objetivo de manter guardado com segurança sempre a última posição da semana, ao final do processo de backup, o arquivo gerado será enviado para um site backup que fica a aproximadamente 80 km da matriz. Para isso, o arquivo deverá ser transmitido pela rede. Essa transmissão é para garantir que em caso de catástrofes naturais que possam

4 4 acontecer na matriz, os dados da última semana estarão seguros e prontos para serem utilizados em operações de restore. Para garantir que os backups que estão sendo gravados nas fitas estão funcionando, após a rotina de backup, sempre é executado um comando para verificar a integridade do arquivo de backup. A topologia que será analisada em todas as tecnologias é a do tipo ponto-a-ponto e fará o uso de QoS(Quality of Service) para priorização dos pacotes que serão transmitidos. Além disso, deverá haver uma rede redundante para que, em caso de falha da rede principal, a rede alternativa deverá ser utilizada. Por fim, iremos mostrar os passos de como se fazer uma replicação do tipo Snapshot Replication no SQL Server, mostrando sua funcionalidade como é feita a implementação mediante exemplo com a criação de um database simples, exibindo como realizar configuração no servidor primário e no servidor secundário Opções de Infraestrutura Atualmente, a empresa pode contar com 03 (três) tipos de conexão, as quais seguem listadas abaixo: Frame Relay; Fibra Ótica; WiMax. Cada uma destas tecnologias possuem prós e contras e caraterísticas particulares, as quais serão explicadas a seguir Frame Relay O frame relay é uma tecnologia de comunicação de dados de alta velocidade que é usada em muitas redes ao redor do mundo para interligar aplicações do tipo LAN, SNA, Internet e voz. Basicamente pode-se dizer que esta tecnologia fornece um meio para enviar informações através de uma rede de dados, dividindo essas informações em quadros (frames) ou pacotes (packets). Cada frame carrega um endereço que é usado pelos equipamentos de rede para determinar seu destino.

5 5 A tecnologia Frame Relay utiliza uma forma simplificada de chaveamento de pacotes, que é adequada para computadores, estações de trabalho e servidores de alto desempenho que operam com protocolos inteligentes, tais como SNA e TCP/IP. Isto permite que uma grande variedade de aplicações utilize essa tecnologia, aproveitando-se de sua confiabilidade e eficiência no uso de banda. Figura 1 - Frame Relay Como toda tecnologia, o frame relay possui vantagens e desvantagens. Os principais benefícios são: Altas velocidades de acesso; Baixos retardos; Facilidade de migração e interoperabilidade com protocolos como ATM e TCP/IP; Custo com equipamentos são reduzidos, uma vez que os mesmos são mais simples. As principais desvantagens são: Devido à inexistência de mecanismos de controle de erro, os equipamentos de usuário devem utilizar aplicações com protocolos inteligentes, que controlem o fluxo de dados enviados/recebidos; A rede de transporte deve ser virtualmente a prova de falhas Fibra Ótica

6 6 A fibra ótica é um pedaço de vidro ou de materiais poliméricos com capacidade de transmitir luz. Possui diâmetros variáveis, dependendo da aplicação, indo desde diâmetros ínfimos, da ordem de micrômetros até vários milímetros. Cabos de fibra ótica atravessam oceanos e são muito usados pelas telecomunicações. Para transmitir dados pela fibra ótica são necessários equipamentos especiais, que contém um componente foto emissor, que pode ser um diodo emissor de luz (LED) ou um diodo laser. Figura 2 - Cabos submarinos de fibra ótica Esta tecnologia possui as seguintes vantagens e desvantagens. As vantagens do uso da fibra ótica são: Dimensões reduzidas; Capacidade para transportar grandes quantidades de informação (Dezenas de milhares de conversações num par de fibras); Atenuação muito baixa, que permite grandes equipamentos entre repetidores, com distância entre repetidores superiores a algumas centenas de quilômetros; Imunidade às interferências eletromagnéticas; Matéria-prima muito abundante. Contudo, essa tecnologia possui as seguintes desvantagens: Custo ainda elevado de compra e manutenção; Fragilidade das fibras óticas sem encapsulamento;

7 7 Dificuldade de conexões das fibras óticas; Acopladores tipo T com perdas muito grandes; Impossibilidade de alimentação remota de repetidores; Falta de padronização dos componentes óticos. Figura 3 - Mapa dos Cabos Submarinos pelo Mundo 2.5. WiMax O WiMax é uma rede sem fio para redes metropolitanas (WMAN). É muito similar ao padrão Wi-Fi, porém agrega conhecimentos e recursos mais recentes, visando a um melhor desempenho de comunicação. Possui uma cobertura na ordem de quilômetros e taxas de transmissão de até 74 Mbps, além de qualidade de serviço (QoS) e interfaces para redes IP, ATM, E1/T1 e Ethernet. As redes WiMax funcionam ponto-multiponto, semelhante à tecnologia Wi-Fi do ponto de vista de transmissão e recepção de dados via rádio, as transmissões de dados podem chegar a 1 Gbps a uma distância de até 50 Km, a uma faixa de frequência centrada de Ghz.

8 8 O padrão WiMax tem como objetivo estabelecer a parte da infraestrutura de conexão de banda larga (last smile) oferecendo conectividade para uso doméstico, empresarial e em hotspots. Figura 4 - Wimax Essa tecnologia possui as seguintes vantagens: Baixos custos na implementação; Redução de custos de acesso à internet com banda larga; Alta flexibilidade; Altas taxas de transferência; Qualidade de serviço. As desvantagens do WiMax são: Tecnologia nova, não se sabe se irá possuir uma boa aceitação; Incompatibilidade do WiMax móvel com o fixo; Nas frequências mais altas, sofre com interferências pela chuva, causando diminuição de taxas de transferências e dos raios de cobertura.

9 9 Figura 5 Funcionamento da Rede WiMax em relação ao Wi-Fi 2.6. Fazendo a Replicação das Bases para outro Servidor Nos tópicos anteriores, mostramos soluções de como faríamos as transferências dos backups dos dados levando em conta os meios físicos de rede existentes. Já neste, iremos supor que nessa empresa que possui 2 (dois) servidores, quiséssemos utilizar um desse para receber a replicação dos dados do primeiro para que caso haja uma parada abrupta do servidor principal, o secundário possa assumir o controle. Existem vários cenários de replicação existentes, dentre eles temos processamento offline e a redundância. No caso de uso em questão iremos usar a 2ª forma, a redundância. Na replicação, a ferramenta de replicação permite que você construa uma base "espelhada" da base de sua aplicação, o que permite que em algum momento de indisponibilidade ela tome o lugar da base de "produção" sem maiores dificuldades. Em qualquer cenário de replicação existem dois principais componentes, os Editores ( Publishers) e ao Assinantes (Subscribers).

10 10 Os Editores disponibilizam seus dados para outros servidores através de Artigos (Articles), um artigo é um objeto em uma base de dados, como por exemplo, views, tabelas, entre outros. Os Assinantes consomem os dados dos editores, eles que recebem as atualizações quando há alguma modificação na base Editora. Lembrando que nada impede que uma base de dados seja Assinante e Editora ao mesmo tempo, onde isso é frequentemente utilizado. O processo de "meio de campo" entre Editores e Assinantes é feito pelos Agentes (Agents). O SQL Server suporta três diferentes tipos de replicação, Snapshot, Transactional e Merge Replication. Para facilitar o nosso estudo, iremos apresentar a replicação Snapshot, por ser mais simples e didático. No Snaphot Replication, esse é o modelo inicial de replicação, pois, ele simplesmente tira uma "foto" da base de dados replicada e compartilha essa "foto" com os seus Assinantes, em um processo longo e que consome muitos recursos do servidor, afinal é uma cópia completa de todos os artigos da Publicação, lembrando que esse tipo de replicação não é utilizado em uma base de dados que sofre frequentes alterações. Primeiramente, devemos habilitar a replicação no servidor de banco de dados que será replicado. Na instalação, selecione a opção SQL Server Replication, conforme exibido abaixo. Figura 6 - Habilitar SQL Server Replication Depois de instalada a feature de replicação no servidor de banco de dados, devemos configurar o Distributor. No cenário ideal, devemos separar o distributor em um servidor dedicado (que no nosso caso teremos dois servidores), porém também podemos configurá-lo no servidor que será replicado, lembrando que essa decisão deve ser estudada, levando em

11 11 consideração os databases existentes no servidor e o tamanho da replicação que estará sendo implementada. Para configurar o distributor, clique com o botão direito em Replication e em seguida Configure Distribution, conforme Figura 7. Figura 7 - Configurando o Distributor Em Configure Distribution Wizard Distributor (logo abaixo), você irá configurar o servidor atual como Distributor ou poderá indicar um outro servidor para ser o Distributor. No nosso exemplo, o próprio servidor será o Distributor. Figura 8 - Selecionando o servidor para Distributor Na Figura 9, caso o seu servidor não esteja com o SQL Server Agent configurado para iniciar automaticamente, o wizard da replicação irá questionar se você não quer mudar a

12 12 inicialização para automática. É altamente recomendável que o SQL Server Agent seja configurado para iniciar automaticamente, pois ele tem papel fundamental no funcionamento da replicação. Figura 9 - Alterar inicialização do SQL Server Agent para iniciar automaticamente Como dito anteriormente, para todo tipo de replicação, será necessário criar um pacote Snapshot, com a estrutura e dados para carga inicial. Para que todos os assinantes consigam acessar esse pacote, criaremos um compartilhamento com acesso somente aos usuários que iniciam o SQL Server Agent dos servidores replicados (Figura 10). Figura 10 - Configurando a Snapshot Folder

13 13 Apenas um detalhe, para um bom funcionamento de toda a estrutura de replicação, sugere que utilize sempre um mesmo usuário e senha locais, criados em todos os servidores que fazem parte da replicação, e que esse usuário seja configurado para iniciar o SQL Server e o SQL Server Agent. Mas fica a critério, lembrando que se forem usuários diferentes em cada servidor replicado, você precisará configurar o acesso desses usuários no compartilhamento do snapshot. O passo seguinte, conforme Figura 11, é configurar o nome do database e o local onde ficarão fisicamente os arquivos de dados e log. Nesse exemplo, iremos seguir o sugerido, mas lembre-se, é sempre recomendável separar os arquivos de dados e log em discos físicos diferentes. Figura 11 - Nome e local do database distributor A próxima tela do wizard será para habilitar os servidores e databases publicadores (Publishers). Conforme Figura 12, nesse exemplo somente teremos o servidor local.

14 14 Figura 12 - Habilitando os publicadores Em seguida, será perguntada qual a ação que você quer tomar para finalizar o wizard. Temos 2 opções, configurar o Distributor nesse momento ou gerar um script para configurálo depois. Nesse exemplo, já iremos configurá-lo. Adiante, será mostrado um resumo de todas as opções selecionadas durante esse wizard, na Figura 13 abaixo. Figura 13 - Ação para finalização e resumo das opções selecionadas Agora já podemos criar nossos pacotes de replicação, chamados de Publications. Iremos criar uma publicação, utilizando a Transaction Replication, para ilustrar o que podemos fazer com a replicação do SQL Server. Para criar uma publicação, clique com o botão direito em Local Publication e depois em New Publication, conforme Figura 14 abaixo.

15 15 Figura 14 - Criando nova publicação Na tela seguinte, clique me Next. Como mostrado na Figura 15, em Publication Database, vamos selecionar o database que iremos replicar as informações, no nosso exemplo DBMatriz. Em seguida, na tela Publication Type, iremos selecionar a opção Transactional Replication. Nessa replicação, como dito anteriormente, os dados somente são enviados aos assinantes, não haverá retorno de nenhuma alteração ou novos dados. Clique em Next. Figura 15 - Selecionando o database e o tipo de replicação Serão exibidos todos os objetos do dabatase escolhido. Agora iremos selecionar as tabelas que desejamos replicar. Note na Figura 11, onde estão listadas as tabelas de nosso exemplo, que há uma tabela com um símbolo indicando que ela não pode ser

16 16 selecionada/replicada. A tabela tbamb2 não tem primary key definida, por esse motivo não pode ser replicada. Um requisito básico para replicar tabelas, é que elas precisam ter a chave primária criada. Figura 16 - Selecionando as tabelas a serem replicadas Após selecionar todas as tabelas, iremos verificar as propriedades dos objetos selecionados, clicando em Article Properties e depois em Set Properties of All Table Articles, conforme indica a Figura 17. Figura 17 - Verificando as propriedades das tabelas selecionadas A Figura 18 mostra a tela de propriedades que podemos alterar para replicar, tanto a estrutura da tabela, quando seus dados. Obviamente para cada tipo de necessidade, temos que alterar propriedades diferentes, porém sugiro uma atenção para as seguintes

17 17 propriedades: Copy foreign keys constraints, Copy check constraints, Copy Clustered index, Copy nonclustered indexes, Copy collation, Copy permissions. Uma atenção especial em Action if name is in use, pois é nesse item que definiremos qual o comportamento da replicação, caso a tabela já exista no destino. Normalmente utilizo a opção, Truncate all data in the existing object. Essa opção irá realizar um truncate na tabela antes de enviar os dados a serem replicados. Figura 18 - Propriedades das tabelas selecionadas Depois de configuradas as propriedades, clique em OK e depois em Next. Então, chegamos aos filtros que podemos criar para as tabelas que serão replicadas na Figura 19. Para cada tabela que selecionamos anteriormente, podemos criar filtros para os dados que serão replicados. Não criem filtros complexos ou selects muito extensos, pois isso pode impactar drasticamente na performance da replicação, e consequentemente no seu database principal. Justamente por esse motivo, você poderá notar que JOINs não são permitidos no select principal desses filtros. Outro fator importante ao criar um filtro, tenha em mente que se nas propriedades das tabelas, você habilitou enviar para os assinantes todas as regras de constraints, certifique-se que não haverá violação dos dados nesses filtros.

18 18 Figura 19 - Adicionando filtros as tabelas de sua replicação Seguindo adiante, iremos configurar o Snapshot Agent. Como mencionado no início, toda replicação é sempre iniciada através de um snapshot do database. Nesse momento, iremos indicar se queremos criar o snapshot imediatamente ao término do wizard, e deixá-lo disponível para os novos assinantes, e as opções de agendamento da execução do agente que controla o snapshot. Conforme mostrado na Figura 20, recomendo deixar marcada a opção Create snapshot immediately and keep ths snapshot available to initialize subscriptions e deixar desmarcada a opção que configura o agente do snapshot. O Snapshot Agent somente deve ser executado na criação de um novo assinante, ou na necessidade de reinicializar algum assinante, portando sua execução poderá ser manual, somente quando necessária.

19 19 Figura 20 - Configuração do Snapshopt Agent Na Figura 21, vamos configurar as contas de usuários que irão executar o Snapshot Agent e Log Reader Agent. O ideal, é que você tenha em todos os servidores que fazem parte da replicação, uma mesma conta local, com usuários e senhas iguais, para evitarmos problemas de acessos e permissões pelos agentes. Figura 21 - Configurando a segurança dos agentes do snapshot e log reader Por fim, será questionado se queremos criar a publicação nesse momento ou gerar um script que fará todo esse trabalho. No nosso caso, só iremos deixar marcada a opção Create the publication. Após será solicitado um nome para nossa publicação.

20 20 Figura 22 - Finalizando o processo de criação de uma publicação e nomeando o publication Finalizamos o primeiro passo. Agora iremos criar os assinantes que receberão os dados da publicação que acabamos de criar. No Microsoft SQL Server Management, em Replication e depois em Local Publications, note que apareceu um item com o nome do database replicado, mais o nome que você preencheu ao criar a publicação. Clique com o botão direito em cima desse novo item, e depois em New Subscriptions, conforme indica a Figura 23. Figura 23 - Criando um novo Subscription (assinante) Conforme ilustrado na Figura 24, devemos selecionar um Publisher e depois qual será a ação do Distributor. Temos duas opções, a Push subscriptions e Pull subscriptions. Na Push o distributor irá enviar as informações ao subscriber (assinante), já na Pull, o assinante é

21 21 responsável por ir até o distributor e pegar as informações. No nosso exemplo, iremos utilizar a push subscription. Figura 24 - Selecionando o publisher e a opção do distributor Na próxima tela, iremos selecionar os subscribers que receberão a replicação. Note que aparecerão os servidores que você tem registrado no seu Management Studio. Caso queira incluir mais servidores, basta clicar no botão Add Subscriber e cadastrá-los. Após selecionar cada servidor subscriber, será necessário escolher o database no servidor assinante que receberá os dados ou até poderá criar novos databases nos mesmos. Figura 25 - Selecionando os assinantes e os respectivos databases Após, iremos configurar as contas que serão utilizadas pelos agentes do subscriber. Clicando em ( ), irá abrir uma tela para configurar as contas que serão utilizadas pelos

22 22 agentes. Recomendo que utilize a mesma conta local criada anteriormente, lembrando novamente que a utilização de uma mesma conta, irá reduzir a possibilidade de problemas referentes a permissões entre os servidores. Figura 26 - Configurando as contas utilizadas pelos agentes no subscriber Em seguida iremos definir como o agente do distributor irá enviar as informações ao assinante. Essa é uma informação que você deverá ter definido no projeto de sua replicação. A pergunta que se aplica a isso é: Por quanto tempo posso manter as informações das tabelas sem atualizar?. Respondida essa pergunta, poderemos configurar a latência dessa replicação. Mas não podemos deixar a replicação por um longo período de tempo sem replicar os dados, pois isso pode expirar os dados, e se isso acontecer, será necessário reiniciar o assinante e novamente gerar um snapshot do database principal. A tela seguinte, conforme Figura 27, nos dá a opção de inicializar imediatamente a Subscription no término do wizard.

23 23 Figura 27 - Agendamento e inicialização do assinante Finalizando, a Figura 23 mostra as duas últimas telas no processo de criação do subscriber. A primeira mostra as opções de criação do subscriber. Deixaremos marcada a primeira opção, que irá criar o subscriber imediatamente e a segunda é para gerar o script desse wizard. Após será exibido um resumo do wizard. Figura 28 - Finalizando a criação do subscriber Agora iremos abrir o Replication Monitor e verificar se todas as ações de inicialização, criação do snapshot e envio das informações ao subscriber foram realizadas com sucesso. No Management Studio do servidor matriz, vá em Replication e clique com o botão direito. Após selecione a opção Launch Replication Monitor. Será apresentada uma tela como a Figura 29.

24 24 Figura 29 - Replication Monitor Essa é a tela que utilizamos para administrar a replicação no SQL Server. Nela podemos definir as propriedades de tempo de sincronização, iniciar e parar replicações para um ou todos os assinantes, ver detalhes da replicação, entre outras coisas. Como podemos visualizar na Figura 29, na guia All Subscriptions, estão listados todos os assinantes da publicação selecionada. Como a latência está em 00:00:00, podemos perceber que os dados foram enviados e o pelo tempo da latência, essa indica que o dados está praticamente on-line. Outra guia importante e que temos que monitorar constantemente, é a guia Agents (Figura 30). Nela podemos verificar os status dos agentes de Snapshot e Log Reader. Figura 30 - Guia Agents do Replication Monitor Para testar na prática, crie uma nova Database Engine Query no seu Management Studio, e no database DBMatriz, execute os inserts abaixo:

25 Inserindo dados na tabela da matriz: INSERT INTO tbacaotipo (nmacaotipo, idusuariogrupo) VALUES ('Preparando', 1) INSERT INTO tbacaotipo (nmacaotipo, idusuariogrupo) VALUES ('Replicando', 1) Após, execute um select na tabela tbacaotipo no database DBFilial (nosso exemplo), e veja que os dados encontram-se lá. Dessa maneira concluímos o estudo de caso exibindo os passos de replicação utilizando o SQL Server 2008.

26 26 CONSIDERAÇÕES FINAIS Analisando as tecnologias expostas, vemos que algumas são muito boas e possuem uma boa taxa de transferência, contudo pode ter um custo muito grande de manutenção, ou então pode sofrer de interferências externas que podem inviabilizar a transmissão de arquivos. Como a empresa em questão está querendo ter um baixo custo de implementação, mas também quer possuir uma boa confiabilidade da rede para que o processo de transferência do arquivo de backup possa ser transferido sem interferências externas, a tecnologia a ser escolhida será a de frame relay, uma vez que ela já é muito difundida pelo mundo e já muito consolidada. Além disso, o frame relay possui a vantagem de ter a manutenção sob responsabilidade das empresas que fornecem este tipo de serviço, devendo garantir a operação contínua, tanto na rede interna (dentro da empresa com a configuração de DTU s e roteadores) como na rede externa (nos postos e centrais de comunicação), fazendo-as responsáveis por todo esse serviço. Com o frame relay, pode-se optar por dois links de 45 Mbps, onde com isso pode-se tentar transferir os dados para o servidor do site backup em até 07 (sete) horas. E como será utilizado um segundo link, caso o primeiro falhe pode-se usar o segundo link para o envio do arquivo de backup de sexta.

27 27 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DUPONT, Marco Antônio. Redes Frame Relay Como funcionam. Disponível em: <http://www.malima.com.br/article_read.asp?id=363>. Acesso em: 26/03/2011. FIGUEIREDO, José Eduardo N. REDES WIMAX. Disponível em: < Acesso em: 26/03/2011. TELECO Inteligência em Telecomunicações. Frame Relay: O que é. Disponível em: <http://www.teleco.com.br/tutoriais/tutorialfr/pagina_1.asp>. Acesso em: 26/03/2011. UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO. Fibras ópticas Conceitos e ConceitoseComposio.html>. Acesso em: 26/03/2011. WIKIPÉDIA A enciclopédia livre. Fibra óptica. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/fibra_%c3%b3ptica>. Acesso em: 26/03/2011. Composição. Disponível em: <http://www.gta.ufrj.br/grad/08_1/wdm1/fibraspticas /

RAFAEL RIBEIRO DÉDA NECESSIDADE DE DEFINIÇÃO DE REQUISITOS DE ENLACES DE COMUNICAÇÃO PARA O USO EM REPLICAÇÃO DE BASES DE DADOS

RAFAEL RIBEIRO DÉDA NECESSIDADE DE DEFINIÇÃO DE REQUISITOS DE ENLACES DE COMUNICAÇÃO PARA O USO EM REPLICAÇÃO DE BASES DE DADOS RAFAEL RIBEIRO DÉDA NECESSIDADE DE DEFINIÇÃO DE REQUISITOS DE ENLACES DE COMUNICAÇÃO PARA O USO EM REPLICAÇÃO DE BASES DE DADOS RESUMO Rafael Ribeiro Déda 1 Com o aumento da quantidade de dados e, subsequentemente,

Leia mais

Replicação de servidores de banco de dados

Replicação de servidores de banco de dados Replicação de servidores de banco de dados Cresce cada vez mais dentro das organizações a necessidade de garantir a alta disponibilidade das informações. Como a base de dados de qualquer empresa é seu

Leia mais

Noções de. Microsoft SQL Server. Microsoft SQL Server

Noções de. Microsoft SQL Server. Microsoft SQL Server Noções de 1 Considerações Iniciais Basicamente existem dois tipos de usuários do SQL Server: Implementadores Administradores 2 1 Implementadores Utilizam o SQL Server para criar e alterar base de dados

Leia mais

Computação Móvel 2007/2008

Computação Móvel 2007/2008 Computação Móvel 2007/2008 Tutorial 2 Criação de uma nova publicação de base de dados no SQL Server 2005 Standard Edition / Enterprise Edition / Developer Edition No computador cliente: 1. Estabelecer

Leia mais

REPLICACÃO DE BASE DE DADOS

REPLICACÃO DE BASE DE DADOS FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS DE SERGIPE FANESE NÚCLEO DE PÓS-GRADUAÇÃO E EXTENSÃO - NPGE REPLICACÃO DE BASE DE DADOS BRUNO VIEIRA DE MENEZES ARACAJU Março, 2011 2 FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E

Leia mais

Comunicação Comunicação é o ato de transmissão de informações de uma pessoa à outra. Emissor: Receptor: Meio de transmissão Sinal:

Comunicação Comunicação é o ato de transmissão de informações de uma pessoa à outra. Emissor: Receptor: Meio de transmissão Sinal: Redes - Comunicação Comunicação é o ato de transmissão de informações de uma pessoa à outra. Comunicação sempre foi, desde o início dos tempos, uma necessidade humana buscando aproximar comunidades distantes.

Leia mais

5.2 MAN s (Metropolitan Area Network) Redes Metropolitanas

5.2 MAN s (Metropolitan Area Network) Redes Metropolitanas MÓDULO 5 Tipos de Redes 5.1 LAN s (Local Area Network) Redes Locais As LAN s são pequenas redes, a maioria de uso privado, que interligam nós dentro de pequenas distâncias, variando entre 1 a 30 km. São

Leia mais

CRIANDO BANCOS DE DADOS NO SQL SERVER 2008 R2 COM O SQL SERVER MANAGEMENT STUDIO

CRIANDO BANCOS DE DADOS NO SQL SERVER 2008 R2 COM O SQL SERVER MANAGEMENT STUDIO CRIANDO BANCOS DE DADOS NO SQL SERVER 2008 R2 COM O SQL SERVER MANAGEMENT STUDIO Antes de criarmos um novo Banco de Dados quero fazer um pequeno parênteses sobre segurança. Você deve ter notado que sempre

Leia mais

TI Aplicada. Aula 05 Redes de Computadores (parte 2) Prof. MSc. Edilberto Silva edilms@yahoo.com http://www.edilms.eti.br

TI Aplicada. Aula 05 Redes de Computadores (parte 2) Prof. MSc. Edilberto Silva edilms@yahoo.com http://www.edilms.eti.br TI Aplicada Aula 05 Redes de Computadores (parte 2) Prof. MSc. Edilberto Silva edilms@yahoo.com http://www.edilms.eti.br Conceitos Básicos Equipamentos, Modelos OSI e TCP/IP O que são redes? Conjunto de

Leia mais

MANUAL DE CONFIGURAÇÃO

MANUAL DE CONFIGURAÇÃO MANUAL DE CONFIGURAÇÃO CONTMATIC PHOENIX SUMÁRIO CAPÍTULO I APRESENTAÇÃO DO ACESSO REMOTO... 3 1.1 O que é o ACESSO REMOTO... 3 1.2 Como utilizar o ACESSO REMOTO... 3 1.3 Quais as vantagens em usar o PHOENIX

Leia mais

Universidade de Brasília

Universidade de Brasília Universidade de Brasília Introdução a Microinformática Turma H Redes e Internet Giordane Lima Porque ligar computadores em Rede? Compartilhamento de arquivos; Compartilhamento de periféricos; Mensagens

Leia mais

DISPOSITIVOS DE REDES SEM FIO

DISPOSITIVOS DE REDES SEM FIO AULA PRÁTICA DISPOSITIVOS DE REDES SEM FIO Objetivo: Apresentar o modo de operação Ad Hoc de uma rede padrão IEEE 802.11g/b e implementá-la em laboratório. Verificar os fundamentos de associação/registro

Leia mais

Manual de Utilização

Manual de Utilização Se ainda tiver dúvidas entre em contato com a equipe de atendimento: Por telefone: 0800 642 3090 Por e-mail atendimento@oisolucoespraempresas.com.br Introdução... 3 1. O que é o programa Oi Backup Empresarial?...

Leia mais

Acesso Remoto Placas de captura

Acesso Remoto Placas de captura Acesso Remoto Placas de captura 1 instalar o DVR Siga os passos de instalação informados na caixa do produto, após seu perfeito funcionamento vá para próximo passo. 2 Configurá-lo na rede Local O computador

Leia mais

Revisão: Introdução. - Integração com o AutoManager; 1 Atualização de versão do banco de dados PostgreSQL

Revisão: Introdução. - Integração com o AutoManager; 1 Atualização de versão do banco de dados PostgreSQL Urano Indústria de Balanças e Equipamentos Eletrônicos Ltda. Rua Irmão Pedro 709 Vila Rosa Canoas RS Fone: (51) 3462.8700 Fax: (51) 3477.4441 Características do Software Urano Integra 2.2 Data: 12/05/2014

Leia mais

Av. Nsa. Sra. de Copacabana, 583 Gr. 604 - Copacabana - Rio de Janeiro / RJ - 22050-002 Tel. / Fax: (021) 2255-3549 / 2236-2721 - E - MAIL:

Av. Nsa. Sra. de Copacabana, 583 Gr. 604 - Copacabana - Rio de Janeiro / RJ - 22050-002 Tel. / Fax: (021) 2255-3549 / 2236-2721 - E - MAIL: Perguntas Mais Freqüentes sobre Double-Take 1. Quais os sistemas operacionais suportados pelo Double-Take? O Double-Take suporta o sistema operacional Microsoft Windows nas seguintes versões: Licença DoubleTake

Leia mais

Para montar sua própria rede sem fio você precisará dos seguintes itens:

Para montar sua própria rede sem fio você precisará dos seguintes itens: Introdução: Muita gente não sabe que com o Windows XP ou o Windows Vista é possível montar uma rede sem fio em casa ou no escritório sem usar um roteador de banda larga ou um ponto de acesso (access point),

Leia mais

Manual de Instalação e Configuração MySQL

Manual de Instalação e Configuração MySQL Manual de Instalação e Configuração MySQL Data alteração: 19/07/11 Pré Requisitos: 1. Baixar os seguintes arquivos no através do link http://ip.sysfar.com.br/install/ mysql-essential-5.1.46-win32.msi mysql-gui-tools-5.0-r17-win32.msi

Leia mais

Como montar uma rede Wireless

Como montar uma rede Wireless Como montar uma rede Wireless Autor: Cristiane S. Carlos 1 2 Como Montar uma Rede Sem Fio sem Usar um Roteador de Banda Larga Introdução Muita gente não sabe que com o Windows XP ou o Windows Vista é possível

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS OPERACIONAIS SISTEMA DE ARQUIVOS

ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS OPERACIONAIS SISTEMA DE ARQUIVOS ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS OPERACIONAIS SISTEMA DE ARQUIVOS DISTRIBUÍDOS (DFS) Visão geral sobre o Sistema de Arquivos Distribuídos O Sistema de Arquivos Distribuídos(DFS) permite que administradores do

Leia mais

Guia de configuração para liberar Portas no DSLink 260E para acesso via PPPoE Rev. 3.3

Guia de configuração para liberar Portas no DSLink 260E para acesso via PPPoE Rev. 3.3 Guia de configuração para liberar Portas no DSLink 260E para acesso via PPPoE Rev. 3.3 http://www.dslink.com.br/ Índice Como conectar o modem DSLink 260E ao meu computador?... 3 Configurando o modem como

Leia mais

1 Introdução... 4. Características... 4 Requisitos do Dispositivo... 5. 2 Conhecendo o dispositivo... 6

1 Introdução... 4. Características... 4 Requisitos do Dispositivo... 5. 2 Conhecendo o dispositivo... 6 Índice 1 Introdução... 4 Características... 4 Requisitos do Dispositivo... 5 2 Conhecendo o dispositivo... 6 Verificação dos itens recebidos... 6 Painel Frontal... 7 Painel Traseiro... 8 3 Conectando o

Leia mais

GUIA DE INSTALAÇÃO RÁPIDA CÓD.:682-0

GUIA DE INSTALAÇÃO RÁPIDA CÓD.:682-0 WPS Roteador Wireless 300N GWA-101 5dBi Bi-Volt GUIA DE INSTALAÇÃO RÁPIDA CÓD.:682-0 Roteador Wireless 300Mbps Guia de Instalação Rápida REV. 2.0 1. Introdução: O Roteador Wireless 300Mbps, modelo 682-0

Leia mais

Instalando o IIS 7 no Windows Server 2008

Instalando o IIS 7 no Windows Server 2008 Goiânia, 16/09/2013 Aluno: Rafael Vitor Prof. Kelly Instalando o IIS 7 no Windows Server 2008 Objetivo Esse tutorial tem como objetivo demonstrar como instalar e configurar o IIS 7.0 no Windows Server

Leia mais

Instalando o IIS 7 no Windows Server 2008

Instalando o IIS 7 no Windows Server 2008 Goiânia, 16/09/2013 Aluno: Rafael Vitor Prof. Kelly Instalando o IIS 7 no Windows Server 2008 Objetivo Esse tutorial tem como objetivo demonstrar como instalar e configurar o IIS 7.0 no Windows Server

Leia mais

1. Introdução. 2. Conteúdo da embalagem

1. Introdução. 2. Conteúdo da embalagem 1 1. Introdução / 2. Conteúdo da embalagem 1. Introdução O Repetidor WiFi Multilaser é a combinação entre uma conexão com e sem fio. Foi projetado especificamente para pequenas empresas, escritórios e

Leia mais

O programa Mysql acompanha o pacote de instalação padrão e será instalado juntamente com a execução do instalador.

O programa Mysql acompanha o pacote de instalação padrão e será instalado juntamente com a execução do instalador. INTRODUÇÃO O Programa pode ser instalado em qualquer equipamento que utilize o sistema operacional Windows 95 ou superior, e seu banco de dados foi desenvolvido em MySQL, sendo necessário sua pré-instalação

Leia mais

Produto: CL Titânio Assunto: Quais as funções que podem ser executadas no software client?

Produto: CL Titânio Assunto: Quais as funções que podem ser executadas no software client? Produto: CL Titânio Assunto: Quais as funções que podem ser executadas no software client? Assim que abrir o DVR Client, no canto superior direito há um grupo de opções denominado Login, preencha de acordo

Leia mais

Faça mais. Saiba mais sobre o EX6200

Faça mais. Saiba mais sobre o EX6200 Faça mais Saiba mais sobre o EX6200 Conteúdo Conheça o WiFi da próxima geração................................. 3 Otimize seu WiFi.................................................. 4 Compartilhe arquivos

Leia mais

Manual do usuário. Mobile Server

Manual do usuário. Mobile Server Manual do usuário Mobile Server Mobile Server Parabéns, você acaba de adquirir um produto com a qualidade e segurança Intelbras. Este manual serve como referência para a sua instalação e operação e traz

Leia mais

Data: 22 de junho de 2004. E-mail: ana@lzt.com.br

Data: 22 de junho de 2004. E-mail: ana@lzt.com.br Data: 22 de junho de 2004. E-mail: ana@lzt.com.br Manual do Suporte LZT LZT Soluções em Informática Sumário VPN...3 O que é VPN...3 Configurando a VPN...3 Conectando a VPN... 14 Possíveis erros...16 Desconectando

Leia mais

Print Audit 6 - Instalação do SQL Server 2008 express R2

Print Audit 6 - Instalação do SQL Server 2008 express R2 Print Audit 6 - Instalação do SQL Server 2008 express R2 Este tutorial mostra a instalação e configuração passo a passo do SQLServer 2008 express R2. Antes de instalar o SQL Server 2008 Express R2 Antes

Leia mais

GUIA DE INSTALAÇÃO NETDEEP SECURE COM VMWARE WORKSTATION

GUIA DE INSTALAÇÃO NETDEEP SECURE COM VMWARE WORKSTATION GUIA DE INSTALAÇÃO NETDEEP SECURE COM VMWARE WORKSTATION GUIA DE INSTALAÇÃO NETDEEP SECURE COM VMWARE WORKSTATION 1- Visão Geral Neste manual você aprenderá a instalar e fazer a configuração inicial do

Leia mais

Equipamentos de Rede. Prof. Sérgio Furgeri 1

Equipamentos de Rede. Prof. Sérgio Furgeri 1 Equipamentos de Rede Repetidor (Regenerador do sinal transmitido)* Mais usados nas topologias estrela e barramento Permite aumentar a extensão do cabo Atua na camada física da rede (modelo OSI) Não desempenha

Leia mais

NOMES: Leonardo Claro Diego Lage Charles Tancredo Márcio Castro

NOMES: Leonardo Claro Diego Lage Charles Tancredo Márcio Castro NOMES: Leonardo Claro Diego Lage Charles Tancredo Márcio Castro O MySQL Cluster é versão do MySQL adaptada para um ambiente de computação distribuída, provendo alta disponibilidade e alta redundância utilizando

Leia mais

REDES DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br

REDES DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br - Aula Complementar - EQUIPAMENTOS DE REDE 1. Repetidor (Regenerador do sinal transmitido) É mais usado nas topologias estrela e barramento. Permite aumentar a extensão do cabo e atua na camada física

Leia mais

www.neteye.com.br NetEye Guia de Instalação

www.neteye.com.br NetEye Guia de Instalação www.neteye.com.br NetEye Guia de Instalação Índice 1. Introdução... 3 2. Funcionamento básico dos componentes do NetEye...... 3 3. Requisitos mínimos para a instalação dos componentes do NetEye... 4 4.

Leia mais

Print Audit 6 - SQL Server 2005 Express Edition Installation Guide

Print Audit 6 - SQL Server 2005 Express Edition Installation Guide Print Audit 6 - SQL Server 2005 Express Edition Installation Guide Resumo Este é um guia passo a passo para instalar o SQL Server 2005 Express Edition como base de dados para o Print Audit 6. Pré-Requisitos

Leia mais

Analysis Services. Manual Básico

Analysis Services. Manual Básico Analysis Services Manual Básico Construindo um Banco de Dados OLAP... 2 Criando a origem de dados... 3 Definindo as dimensões... 5 Níveis de dimensão e membros... 8 Construindo o cubo... 11 Tabela de fatos...12

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS OPERACIONAIS

ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS OPERACIONAIS ADMINISTRAÇÃO DE SISTEMAS OPERACIONAIS FUNDAMENTOS DE Visão geral sobre o Active Directory Um diretório é uma estrutura hierárquica que armazena informações sobre objetos na rede. Um serviço de diretório,

Leia mais

internet Fibra Guia de Informações

internet Fibra Guia de Informações internet Fibra Guia de Informações Aproveite! Agora você tem o melhor em banda larga com ultravelocidade de ponta a ponta. Para curtir ao máximo todos os recursos da sua Vivo Internet Fibra, conheça as

Leia mais

REPLICAÇÃO E AUTO DISPONIBILIDADE NO SQL SERVER

REPLICAÇÃO E AUTO DISPONIBILIDADE NO SQL SERVER FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS DE SERGIPE FANESE NÚCLEO DE PÓS-GRADUAÇÃO E EXTENSÃO NPGE CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO EM BANCO DE DADOS REPLICAÇÃO E AUTO DISPONIBILIDADE NO SQL

Leia mais

INSTALANDO SQL SERVER 2008

INSTALANDO SQL SERVER 2008 VERSÃO 2 INSTALANDO SQL SERVER 2008 Pré-requisitos para instalação do SQL SERVER 2008 Antes de iniciar o instalador do SQL SERVER 2008 é necessário instalar os seguintes componentes: Microsoft Windows

Leia mais

W-R2000nl Guia de instalação

W-R2000nl Guia de instalação W-R2000nl Guia de instalação Sumário Introdução...3 Instalação...5 Configurando seu computador...6 Acessando a tela de configurações...7 Configuração de Roteamento...8 Trocando senha de sua rede sem fio...13

Leia mais

Estratégia para fazer cópias de segurança ( backup ) em nuvem

Estratégia para fazer cópias de segurança ( backup ) em nuvem 1 de 20 Estratégia para fazer cópias de segurança ( backup ) em nuvem Resolvi documentar uma solução que encontrei para fazer minhas cópias de segurança. Utilizo um software gratuito chamado Cobian Backup

Leia mais

Treinamento GVcollege Módulo Financeiro 1

Treinamento GVcollege Módulo Financeiro 1 Treinamento GVcollege Módulo Financeiro 1 AVISO O conteúdo deste documento é de propriedade intelectual exclusiva da GVDASA Sistemas e está sujeito a alterações sem aviso prévio. Nenhuma parte desta publicação

Leia mais

Figura 1 Taxas de transmissão entre as redes

Figura 1 Taxas de transmissão entre as redes Conceitos de Redes Locais A função básica de uma rede local (LAN) é permitir a distribuição da informação e a automatização das funções de negócio de uma organização. As principais aplicações que requerem

Leia mais

Meios de Transmissão. Conceito. Importância. É a conexão física entre as estações da rede. Influência diretamente no custo das interfaces com a rede.

Meios de Transmissão. Conceito. Importância. É a conexão física entre as estações da rede. Influência diretamente no custo das interfaces com a rede. Meios de Transmissão Conceito Importância É a conexão física entre as estações da rede. Influência diretamente no custo das interfaces com a rede. Meios de Transmissão Qualquer meio físico capaz de transportar

Leia mais

Capítulo 2 - Conceitos Básicos de Redes. Associação dos Instrutores NetAcademy - agosto de 2007 - Página

Capítulo 2 - Conceitos Básicos de Redes. Associação dos Instrutores NetAcademy - agosto de 2007 - Página Capítulo 2 - Conceitos Básicos de Redes 1 Redes de Dados Inicialmente o compartilhamento de dados era realizado a partir de disquetes (Sneakernets) Cada vez que um arquivo era modificado ele teria que

Leia mais

CONFIGURAÇÃO MINIMA EXIGIDA:

CONFIGURAÇÃO MINIMA EXIGIDA: Este tutorial parte do princípio que seu usuário já possua conhecimentos básicos sobre hardware, sistema operacional Windows XP ou superior, firewall, protocolo de rede TCP/IP e instalação de software.

Leia mais

1 Introduc ao 1.1 Hist orico

1 Introduc ao 1.1 Hist orico 1 Introdução 1.1 Histórico Nos últimos 100 anos, o setor de telecomunicações vem passando por diversas transformações. Até os anos 80, cada novo serviço demandava a instalação de uma nova rede. Foi assim

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO. Software de Ferramenta de Backup

MANUAL DO USUÁRIO. Software de Ferramenta de Backup MANUAL DO USUÁRIO Software de Ferramenta de Backup Software Ferramenta de Backup Parabéns, você acaba de adquirir um produto com a qualidade e segurança Intelbras. Este manual serve como referência para

Leia mais

Instalação e Operação dos Aplicativos Serie 5000/6000

Instalação e Operação dos Aplicativos Serie 5000/6000 Instalação e Operação dos Aplicativos Serie 5000/6000 Requisitos mínimos de Hardware: Pentium 3 de 500 mhz ou Celeron de 700 mhz ou superior 128 MB de RAM 100 MB livres no disco rígido Requisitos de Software:

Leia mais

Restauração do Exchange Server.

Restauração do Exchange Server. Restauração do Exchange Server. Considerações Iniciais Como visto anteriormente, não há maiores dificuldades na configuração de backups de um banco Exchange. Reservam-se à restauração as operações mais

Leia mais

Configurando o sistema em rede Local

Configurando o sistema em rede Local O SHOficina, SHPet e o SHSap podem ser utilizados como monousuário ou em rede de até 3 computadores (1 Servidor + 2 estações). Se você tem conhecimento intermediário em informática conseguirá seguir este

Leia mais

Prof. Manuel A Rendón M

Prof. Manuel A Rendón M Prof. Manuel A Rendón M MORAES, C. C. Engenharia de Automação Industrial, Cap. 6 Tanenbaum, Redes de Computadores, Cap. 1.2 AGUIRRE, L. A. Enciclopédia da Automática, Volume II, Cap. 15.3 Escravo é um

Leia mais

Unidade 1. Conceitos Básicos

Unidade 1. Conceitos Básicos Unidade 1 Conceitos Básicos 11 U1 - Conceitos Básicos Comunicação Protocolo Definição de rede Rede Internet 12 Comunicação de dados Comunicação de dados comunicação de informação em estado binário entre

Leia mais

Manual Operacional Linx Datasync Franchising

Manual Operacional Linx Datasync Franchising Linx Datasync Franchising Linx Datasync Franchising Todos os direitos reservados. Nenhuma parte deste material pode ser reproduzida por qualquer forma ou meio gráfico, eletrônico, ou mecânico, incluindo

Leia mais

Manual de Instalação do Servidor Orion Phoenix Versão 1.0 - Novembro/2010

Manual de Instalação do Servidor Orion Phoenix Versão 1.0 - Novembro/2010 Manual de Instalação do Servidor Orion Phoenix Versão 1.0 - Novembro/2010 Manual de Instalação do Sistema Orion Phoenix 1.0 - Novembro/2010 Página 1 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO...3 2. VISÃO GERAL...3 3. PROCEDIMENTOS

Leia mais

Procedimentos para Instalação do SISLOC

Procedimentos para Instalação do SISLOC Procedimentos para Instalação do SISLOC Sumário 1. Informações Gerais...3 2. Instalação do SISLOC...3 Passo a passo...3 3. Instalação da Base de Dados SISLOC... 11 Passo a passo... 11 4. Instalação de

Leia mais

Algumas dicas para você ter uma boa qualidade de navegação

Algumas dicas para você ter uma boa qualidade de navegação internet via rádio MUITO OBRIGADO! 02 Estamos muito felizes por nos escolher. Por isso, trabalhamos todos os dias buscando inovações e procurando desenvolver novos produtos e serviços para a sua satisfação,

Leia mais

Revista Eletrônica da FANESE ISSN 2317-3769

Revista Eletrônica da FANESE ISSN 2317-3769 REPLICAÇÃO E ALTA DISPONIBILIDADE NO SQL SERVER 2012 Renata Azevedo Santos Carvalho 1 RESUMO Neste artigo serão relatadas as novidades que o SQL Server 2012 vem trazendo nesta sua nova versão no que se

Leia mais

Manual de Instalação e Configuração

Manual de Instalação e Configuração e Configuração MyABCM 4.0 Versão 4.00-1.00 2 Copyright MyABCM. Todos os direitos reservados Reprodução Proibida Índice Introdução... 5 Arquitetura, requisitos e cenários de uso do MyABCM... 7 Instalação

Leia mais

Procedimentos para Instalação do Sisloc

Procedimentos para Instalação do Sisloc Procedimentos para Instalação do Sisloc Sumário: 1. Informações Gerais... 3 2. Instalação do Sisloc... 3 Passo a passo... 3 3. Instalação da base de dados Sisloc... 16 Passo a passo... 16 4. Instalação

Leia mais

1 REQUISITOS BÁSICOS PARA INSTALAR O SMS PC REMOTO

1 REQUISITOS BÁSICOS PARA INSTALAR O SMS PC REMOTO 1 ÍNDICE 1 REQUISITOS BÁSICOS PARA INSTALAR O SMS PC REMOTO... 3 1.1 REQUISITOS BASICOS DE SOFTWARE... 3 1.2 REQUISITOS BASICOS DE HARDWARE... 3 2 EXECUTANDO O INSTALADOR... 3 2.1 PASSO 01... 3 2.2 PASSO

Leia mais

INTRODUÇÃO. A SKA preparou este documento técnico com o objetivo de auxiliar seus clientes a realizar a instalação do SolidWorks 2009.

INTRODUÇÃO. A SKA preparou este documento técnico com o objetivo de auxiliar seus clientes a realizar a instalação do SolidWorks 2009. Guia de Instalação do SolidWorks 2009 INTRODUÇÃO A SKA preparou este documento técnico com o objetivo de auxiliar seus clientes a realizar a instalação do SolidWorks 2009. O SolidWorks pode ser instalado

Leia mais

Claudivan C. Lopes claudivan@ifpb.edu.br

Claudivan C. Lopes claudivan@ifpb.edu.br Claudivan C. Lopes claudivan@ifpb.edu.br Por que redes de computadores? Tipos de redes Componentes de uma rede IFPB/Patos - Prof. Claudivan 2 Quando o assunto é informática, é impossível não pensar em

Leia mais

GUIA DE CONFIGURAÇÃO CONEXÕES VPN SSL (CLIENT TO SERVER)

GUIA DE CONFIGURAÇÃO CONEXÕES VPN SSL (CLIENT TO SERVER) GUIA DE CONFIGURAÇÃO CONEXÕES VPN SSL (CLIENT TO SERVER) Conexões VPN SSL (Client to Server) 1- Introdução Uma VPN (Virtual Private Network, ou rede virtual privada) é, como o nome sugere, uma rede virtual,

Leia mais

Banco de Dados. Conversão para o Banco de Dados SisMoura

Banco de Dados. Conversão para o Banco de Dados SisMoura Banco de Dados Conversão para o Banco de Dados SisMoura Objetivo : Converter as informações contidas em um determinado banco de dados para o banco de dados do Sismoura. Restaurar Banco de Dados em branco

Leia mais

ESET Remote Administrator ESET EndPoint Solutions ESET Remote Adminstrator Workgroup Script de Logon

ESET Remote Administrator ESET EndPoint Solutions ESET Remote Adminstrator Workgroup Script de Logon AGENDA 1. Download dos pacotes de instalação ESET Remote Administrator 2. Download dos pacotes de instalação ESET EndPoint Solutions 3. Procedimento de instalação e configuração básica do ESET Remote Adminstrator

Leia mais

UNIDADE II. Fonte: SGC Estácio e Marco Filippetti

UNIDADE II. Fonte: SGC Estácio e Marco Filippetti UNIDADE II Metro Ethernet Fonte: SGC Estácio e Marco Filippetti Metro Ethernet é um modo de utilizar redes Ethernet em áreas Metropolitanas e geograficamente distribuídas. Esse conceito surgiu pois, de

Leia mais

PROCEDIMENTOS DE BACKUP/RESTORE SQL SERVER 2005

PROCEDIMENTOS DE BACKUP/RESTORE SQL SERVER 2005 PROCEDIMENTOS DE BACKUP/RESTORE SQL SERVER 2005 SUMÁRIO 1 PROCEDIMENTOS DE BACKUP/RESTORE PARA SQL SERVER 2005... 3 1.1 Backup... 3 1.2 Restore... 9 www.aurum.com.br 1 PROCEDIMENTOS DE BACKUP/RESTORE PARA

Leia mais

SUMÁRIO 1. AULA 7 INTRODUÇÃO À REDES PONTO A PONTO = PARTE 1:... 2

SUMÁRIO 1. AULA 7 INTRODUÇÃO À REDES PONTO A PONTO = PARTE 1:... 2 SUMÁRIO 1. AULA 7 INTRODUÇÃO À REDES PONTO A PONTO = PARTE 1:... 2 1.1 Introdução... 2 1.2 Montando Redes Ponto-a-Ponto... 3 1.2.1 Parte lógica... 3 1.2.2 Escolhendo o sistema operacional... 3 1.2.3 Instalação

Leia mais

Manual do usuário. Mobile Client

Manual do usuário. Mobile Client Manual do usuário Mobile Client Mobile Client Parabéns, você acaba de adquirir um produto com a qualidade e segurança Intelbras. Este manual serve como referência para a sua instalação e operação e traz

Leia mais

1. Introdução. 2. Funcionamento básico dos componentes do Neteye

1. Introdução. 2. Funcionamento básico dos componentes do Neteye 1. Introdução Esse guia foi criado com o propósito de ajudar na instalação do Neteye. Para ajuda na utilização do Software, solicitamos que consulte os manuais da Console [http://www.neteye.com.br/help/doku.php?id=ajuda]

Leia mais

MAN004 Back-up e Restore MS SQL Server Cliente: Duralex Sistemas

MAN004 Back-up e Restore MS SQL Server Cliente: Duralex Sistemas MAN004 Back-up e Restore MS SQL Server Autor Data Versão Boby Mayky 18/06/2014 1.0 Diego Hordi 18/06/2014 1.1 1. Objetivo O objetivo deste manual é apresentar as rotinas necessárias para a realização dos

Leia mais

INSTALANDO E CONFIGURANDO O ACTIVE DIRECTORY NO WINDOWS SERVER 2008

INSTALANDO E CONFIGURANDO O ACTIVE DIRECTORY NO WINDOWS SERVER 2008 INSTALANDO E CONFIGURANDO O ACTIVE DIRECTORY NO WINDOWS SERVER 2008 Objetivo Esse artigo tem como objetivo demonstrar como instalar e configurar o Active Directory no Windows Server 2008. Será também apresentado

Leia mais

Manual Software CMS. Introdução:

Manual Software CMS. Introdução: Introdução: O CMS é uma central de gerenciamento de DVRs, é responsável por integrar imagens de DVRs distintos, com ele é possível realizar comunicação bidirecional, vídeo conferência, função mapa eletrônico

Leia mais

PgAdmin. O pgadmin é um software gráfico para administração do SGBD PostgreSQL disponível para Windows e UNIX.

PgAdmin. O pgadmin é um software gráfico para administração do SGBD PostgreSQL disponível para Windows e UNIX. 1/20 PgAdmin O pgadmin é um software gráfico para administração do SGBD PostgreSQL disponível para Windows e UNIX. Site para download. Caso queira a última versão - http://www.pgadmin.org/download/ É uma

Leia mais

04W FI8905W. Modelo:FI8904. Modelo:FI8905W. Modelo:FI8904W. ShenZhen Foscam Intelligent Technology Co., Ltd

04W FI8905W. Modelo:FI8904. Modelo:FI8905W. Modelo:FI8904W. ShenZhen Foscam Intelligent Technology Co., Ltd Modelo:FI8904 04W FI8905W Manual de Instalaçã ção Rápida Modelo:FI8904W Modelo:FI8905W Para Windows OS ------1 Para MAC OS ------13 ShenZhen Foscam Intelligent Technology Co., Ltd Manual de Instalaçã ção

Leia mais

MANUAL DE INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO

MANUAL DE INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO PÉGASUS (ETHERNET) STUDIO V2.02 MANUAL DE INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO Rua Coronel Botelho, 64 - Alto da Lapa - CEP: 05088-020 São Paulo - SP - Brasil +55 (11) 3832-6102 PÉGASUS (ETHERNET) STUDIO V2.02 - MANUAL

Leia mais

CONCEITOS BÁSICOS DE REDES E FIREWALL

CONCEITOS BÁSICOS DE REDES E FIREWALL Secretaria Municipal de Educação SME Coordenadoria de Tecnologia da Informação e Comunicação CTIC Núcleo de Tecnologia Municipal NTM CONCEITOS BÁSICOS DE REDES E FIREWALL Amauri Soares de Brito Mário Ângelo

Leia mais

Redes de Computadores IEEE 802.3

Redes de Computadores IEEE 802.3 Redes de Computadores Ano 2002 Profª. Vívian Bastos Dias Aula 8 IEEE 802.3 Ethernet Half-Duplex e Full-Duplex Full-duplex é um modo de operação opcional, permitindo a comunicação nos dois sentidos simultaneamente

Leia mais

Configurando opções do servidor de páginas e do servidor ftp.

Configurando opções do servidor de páginas e do servidor ftp. Configurando opções do servidor de páginas e do servidor ftp. Após ter criado um diretório virtual, quer seja de http ou de ftp, você pode configurar uma série de opções para este diretório. As configurações

Leia mais

Procedimentos para Reinstalação do Sisloc

Procedimentos para Reinstalação do Sisloc Procedimentos para Reinstalação do Sisloc Sumário: 1. Informações Gerais... 3 2. Criação de backups importantes... 3 3. Reinstalação do Sisloc... 4 Passo a passo... 4 4. Instalação da base de dados Sisloc...

Leia mais

Manual Operacional Datasync Retail

Manual Operacional Datasync Retail Datasync Retail Datasync Retail Todos os direitos reservados. Nenhuma parte deste material pode ser reproduzida por qualquer forma ou meio gráfico, eletrônico, ou mecânico, incluindo fotocópias, fotos

Leia mais

Configurações do adaptador W-U3300nL

Configurações do adaptador W-U3300nL Configurações do adaptador W-U3300nL Introdução Obrigado por adquirir o adaptador para rede sem fio C3 Tech. Apresentando o que há de melhor em Tecnologia Wireless, o Adaptador para Rede Sem Fio C3 Tech

Leia mais

Active Directory - Criação de seu primeiro domínio Windows 2003

Active Directory - Criação de seu primeiro domínio Windows 2003 Active Directory - Criação de seu primeiro domínio Windows 2003 O Active Directory é o serviço de diretório utilizado em uma rede Windows 2003. O AD, sendo um serviço de diretório, serve à nossa rede como

Leia mais

Indice. Indice.1. 6.1- Reprodução Local...18. 6.2- Reprodução Remota...19

Indice. Indice.1. 6.1- Reprodução Local...18. 6.2- Reprodução Remota...19 Indice Indice.1 1. Introdução...2 1.1. Ambiente de Operação...2 1.2. Instruções de Instalação...2 2. Instalação e desinstalação...3 2.1. Instalação...3 2.2. Desinstalação...4 2.3. Reparo...5 3. Operação

Leia mais

Centro Federal de Educação Tecnológica CEFET/BA

Centro Federal de Educação Tecnológica CEFET/BA Centro Federal de Educação Tecnológica CEFET/BA Disciplina: Redes de Computadores Prof.: Rafael Freitas Reale Aluno: Data / / Prova Final de Redes Teoria Base 1) Qual o tipo de ligação e a topologia respectivamente

Leia mais

TUTORIAL PARA CONFIGURAÇÃO MIKROTIK UTILIZANDO ROTEAMENTO DINÂMICO COM OSPF E AUTENTIÇÃO RADIUS EM NOSSO SISTEMA IXCPROVEDOR.

TUTORIAL PARA CONFIGURAÇÃO MIKROTIK UTILIZANDO ROTEAMENTO DINÂMICO COM OSPF E AUTENTIÇÃO RADIUS EM NOSSO SISTEMA IXCPROVEDOR. TUTORIAL PARA CONFIGURAÇÃO MIKROTIK UTILIZANDO ROTEAMENTO DINÂMICO COM OSPF E AUTENTIÇÃO RADIUS EM NOSSO SISTEMA IXCPROVEDOR. Neste senário temos um roteador de internet que vai ser nosso gateway do MK1,

Leia mais

Prof. Luís Rodolfo. Unidade I REDES DE COMPUTADORES E

Prof. Luís Rodolfo. Unidade I REDES DE COMPUTADORES E Prof. Luís Rodolfo Unidade I REDES DE COMPUTADORES E TELECOMUNICAÇÃO C Redes de computadores e telecomunicação Objetivo: apresentar os conceitos iniciais e fundamentais com relação às redes de computadores

Leia mais

Como utilizar a central de gerenciamento VPN.

Como utilizar a central de gerenciamento VPN. Como utilizar a central de gerenciamento VPN. Construir conexões VPN entre vários roteadores pode ser uma tarefa demorada. Em cada um dos roteadores há diversos parâmetros que precisam ser sincronizados,

Leia mais

ATIVIDADE 1. Redes Windows. 1.1 Histórico do SMB

ATIVIDADE 1. Redes Windows. 1.1 Histórico do SMB ATIVIDADE 1 Redes Windows Falar sobre Samba e redes mistas Windows / Linux, sem antes explicar o conceito básico de uma rede não parece correto e ao mesmo tempo, perder páginas e mais páginas explicando

Leia mais

A. Modos de operação. Introdução. 1.1 - Repetidor Wireless N. Configurações mínimas. 1.2 - Repetidor Wireless N + cabo RJ-45. A embalagem contém

A. Modos de operação. Introdução. 1.1 - Repetidor Wireless N. Configurações mínimas. 1.2 - Repetidor Wireless N + cabo RJ-45. A embalagem contém Introdução O Repetidor Wi-Fi N - 300 Mbps com 2 portas de rede (1 porta LAN + 1 porta WAN/LAN) Comtac modelo WN9254 foi desenvolvido para usuários que buscam ampliar a cobertura de uma rede Wireless existente

Leia mais

Sophos SafeGuard Enterprise 6.00.1

Sophos SafeGuard Enterprise 6.00.1 Sophos SafeGuard Enterprise 6.00.1 Guia: Manual de instalação do Sophos SafeGuard Enterprise 6.00.1 Data do Documento: novembro de 2012 1 Conteúdo 1. Sobre este manual... 3 2. Requisitos de Sistema...

Leia mais

1- Requisitos mínimos. 2- Instalando o Acesso Full. 3- Iniciando o Acesso Full pela primeira vez

1- Requisitos mínimos. 2- Instalando o Acesso Full. 3- Iniciando o Acesso Full pela primeira vez Manual Conteúdo 1- Requisitos mínimos... 2 2- Instalando o Acesso Full... 2 3- Iniciando o Acesso Full pela primeira vez... 2 4- Conhecendo a barra de navegação padrão do Acesso Full... 3 5- Cadastrando

Leia mais

Aviso Importante. Para executar o aplicativo GO! Suite, você deverá instalá-lo em seu micro computador ou computador portátil (notebook ou netbook).

Aviso Importante. Para executar o aplicativo GO! Suite, você deverá instalá-lo em seu micro computador ou computador portátil (notebook ou netbook). Aviso Importante Para executar o aplicativo GO! Suite, você deverá instalá-lo em seu micro computador ou computador portátil (notebook ou netbook). Obs: Caso você tenha baixado o aplicativo (arquivo ZIP)

Leia mais