Análise PLD 4ª semana operativa de maio

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1 37,61 13,25 19,3 28,95 67,31 38,73 125,16 97,36 7,28 29,42 35,66 3,42 37,73 49,42 135,43 86,45 8,39 74,51 73,31 166,69 263,6 287,2 395,73 689,25 Nº 243 4ª semana de o/ O InfoPLD é uma publicação semanal que traz uma análise dos fatores que influenciam na formação do Preço de Liquidação das Diferenças - PLD, calculado semanalmente pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica - CCEE. O boletim também apresenta a estimativa dos Encargos de Serviços do Sistema ESS, originados por razão de segurança energética e por restrições elétricas no sistema; e a expectativa dos custos devido ao descolamento entre o Custo Marginal da Operação CMO e o PLD, além da estimativa do fator de Ajuste do Mecanismo de Realocação de Energia - MRE. Análise PLD 4ª semana operativa de o A Tabela 1 apresenta o PLD válido para o período de 21 a 27 de o. Tabela 1 PLD (em ) Patamar de carga SE/CO S NE N Pesada 77,64 77,64 99,79 8,72 Média 74,96 74,96 99,79 78,11 Leve 7,62 7,62 99,79 77,28 Média semanal 73,31 73,31 99,79 77,98 A Tabela 2 traz a comparação entre o PLD médio da terceira e da quarta semana de o: Tabela 2 - Comparação entre o PLD médio da terceira e da quarta semana de o (em ) Submercado PLD 3ª sem - 4ª sem - Variação % Norte (R$ 77,98/MWh) subiu 1% e 2%, respectivamente, mas não sofreu alterações no Nordeste, permanecendo em R$ 99,79/MWh. Em o, a previsão de afluências foi revista de 73% para 71% da Média de Longo Termo MLT, ficando abaixo da média em todos os submercados. As Energias Naturais Afluentes - ENAs são esperadas em 98% da MLT no Sul, 82% no Sudeste, 4% no Norte, e em 24% no Nordeste. A diferença entre o PLD do Nordeste com os des permanece, uma vez que os limites de recebimento de energia deste submercado foram atingidos. O envio de energia pelo Norte atinge o limite máximo e seu preço fica diferente. Já a redução das afluências do Sul diminui o envio de energia para o Sudeste, o que provoca a equalização dos preços entre estes submercados. Os níveis dos reservatórios do SIN ficaram aproximadamente 98 acima do esperado, elevação observada no Sudeste (+6 ) e no Sul (+76 ). A redução foi registrada apenas no Norte (-39 ), enquanto os níveis do Nordeste não foram alterados. A previsão de carga para o SIN na quarta semana de o está aproximadamente 4 s baixa no Sudeste, reflexo das temperaturas s amenas na região. Não há alterações das cargas nos des submercados. O fator de ajuste do MRE estimado para o passou de 93,9% para 92,8% e os Encargos de Serviços do Sistema ESS estão previstos em R$ 124 milhões, sendo R$ 55 milhões referentes à segurança energética. Com o objetivo de demonstrar o impacto da atualização de todas as variáveis na formação do PLD, o Gráfico 2 ilustra as mudanças no preço do Sudeste. SE/CO 74,51 73,31-2 % S 72,54 73,31 +1 % 12 SUDESTE NE 99,79 99,79 % 1 N 76,7 77,98 +2 % 8 74,51 74,67 73,41 73,31 73,31 As variações do PLD estão atreladas, entre outros fatores, à previsão de afluências no Sistema Interligado Nacional SIN, que corresponde à estimativa do volume de água que deverá chegar aos reservatórios ,92 73,87 73,37 72,94 72,92 O Gráfico 1 ilustra a evolução do PLD no Sudeste: Gráfico 2 - Decomposição da variação do PLD para o submercado Sudeste/Centro-Oeste 4 3 O Gráfico 3 ilustra a decomposição do PLD para o Sul e o Gráfico 4 para o Norte: 2 1 Média Anual - SE Média Mensal - SE Média Semanal - SE Gráfico 1 Evolução do PLD no Sudeste/C. Oeste (em ) O PLD para o período entre 21 e 27 de o no Sudeste/Centro-Oeste passou de R$ 74,51/MWh para R$ 73,31/MWh, queda de 2% frente ao valor da semana passada. O preço fixado no Sul (R$ 73,31/MWh) e no

2 Maio/216 - Semana 4 12 SUL 12 SUDESTE - SUL ,54 74,36 73,41 73, ,75 72,87 72,9 72,91 72,91 72,91 73,31 73,31 73,31 6 7,84 73,44 73,37 72,94 72,85 73, , Gráfico 3 - Decomposição da variação do PLD para o submercado Sul Gráfico 6 Decomposição da variação do CMO x PLD para os submercados Sudeste/Sul 12 NORTE O Gráfico 7 traz a decomposição da variação entre o CMO e o PLD para o submercado Nordeste: ,7 73,92 78,42 78,38 78,5 77,98 77,97 77,96 77,98 77, NORDESTE Gráfico 4 - Decomposição da variação do PLD para o submercado Norte ,79 99,79 99,79 99,79 99,79 99,79 99,79 99,79 99,79 99,79 Os preços de Sudeste, Sul e Norte praticamente não sofreram variações em relação à semana passada. Ressalta-se o passo Vazões de todos os gráficos, no qual se observa pequena elevação em decorrência da queda das afluências previstas. O Gráfico 5 ilustra a variação do PLD do Nordeste, em que é possível observar que o mesmo não sofreu variação quando comparado com o valor da semana anterior. Gráfico 7 Decomposição da variação do CMO x PLD para o Nordeste O Gráfico 8 traz a decomposição da variação entre o CMO e o PLD para o Norte: 12 NORTE NORDESTE ,74 75,2 74,98 79,61 79,65 79,65 79,65 77,98 77,98 77, ,79 99,79 99,79 99,79 99,79 99,79 99,79 99,79 99,79 99,79 2 Gráfico 8 Decomposição da variação do CMO x PLD para o Norte Gráfico 5 - Decomposição da variação do PLD para o submercado Nordeste O Gráfico 6 ilustra a decomposição da variação entre o CMO e o PLD para o Sudeste e Sul Levando em conta que o cálculo do PLD desconsidera as restrições elétricas internas aos submercados, desde que estas não afetem os limites de intercâmbio de energia entre eles, o custo total de operação resultante do cálculo do PLD tende a ser inferior ao custo total de operação do cálculo do CMO, uma vez que este é menos restritivo. 2

3 MWmed sem5 MWmédio Maio/216 - Semana 4 Porém, em decorrência da redução da carga, devido à geração proveniente da restrição elétrica, o CMO resultante do cálculo do PLD tende a ser superior ao CMO resultante do cálculo que considera as restrições elétricas. Ao analisar o Gráfico 6, o Gráfico 7 e o Gráfico 8, observa-se que o custo médio semanal decorrente do cálculo do PLD, na quarta semana operativa de o, é superior ao CMO em todos os submercados, com exceção do Nordeste, cujos custos foram os mesmos entre os dois cálculos. Os passos destes gráficos ilustram o efeito acumulado da desconsideração das restrições elétricas. São elas: Cortes (função de custo futuro); PA (geração mínima da UHE Paulo Afonso necessária para segurança do sistema); StAntJirau (limitação da geração de Santo Antônio e Jirau decorrente dos limites de transmissão); RestConj (restrições conjunturais); RestSul (Despacho por razões elétricas do Sul); RestNE (Despacho por razões elétricas do Nordeste); RestSECO (Despacho por razões elétricas do Sudeste); RestN (Restrição operativa da região Manaus) Gráfico 9 Variação da ENA de acoplamento do SIN abril e o de 216 O Gráfico 1 apresenta a variação da ENA média do SIN, na quarta semana operativa de o abr/16 Sudeste Sul Nordeste Norte DECOMP 75. O modelo Decomp é utilizado para determinar o despacho de geração que minimiza o custo total de operação ao longo do período de planejamento. Um de seus resultados é o CMO 1 que, limitado por um piso e um teto, origina o PLD. Entre as variáveis que influenciam o modelo Decomp destacam-se a Energia Natural Afluente ENA 2 média para acoplamento com o Newave, o armazenamento inicial e a carga Sem 1 Sem 2 Sem 3 Sem 4 Energia Natural Afluente - ENA Gráfico 1 - ENA de acoplamento média do SIN É possível observar no Gráfico 9 a redução da ENA ao longo do mês de abril, comportamento totalmente influenciado pelo sistema de alta pressão que impediu que as frentes frias avançassem pelo Sudeste. Também se observa a redução das afluências previstas para a primeira semana de o, queda esperada em função da época do ano. Na segunda semana do mês, as ENAs previstas ficaram levemente s altas que as estimadas anteriormente no Sudeste, Sul e Norte. No Sul, embora as afluências tenham ficado menores que a previsão anterior, elas permanecem próximas à média, em 96% da média histórica. Na terceira semana, as afluências previstas para o mesmo submercado voltaram a ficar acima da média histórica, impactando junto com a nova previsão para o Sudeste, as ENAs do SIN. Já na última semana operativa do mês, observou-se nova redução nas afluências esperadas, queda de 2 p.p. em relação ao esperado anteriormente. A Tabela 3 traz a contribuição de cada um dos submercados para a redução da ENA média de acoplamento, considerada no horizonte do Decomp. Tabela 3 ENA de acoplamento média no SIN () SE/CO S NE N Armazenamento inicial O Gráfico 11 ilustra o armazenamento inicial no SIN estimado pelo modelo Decomp: 1 Custo Marginal da Operação - custo do recurso para atendimento a um acréscimo marginal de demanda. 2 Energia Natural Afluente - soma dos produtos da vazão natural afluente a cada usina pela sua produtibilidade média. 3

4 Inflexibilidade térmica Inflexibilidade hidrelétrica Usinas não despachadas individualmente Intercâmbio Importação Sudeste e Norte Usinas não despachadas individualmente Inflexibilidade térmica Inflexibilidade hidrelétrica + Intercâmbio (Exportação Nordeste) % EARM Máxima Maio/216 - Semana 4 56, Tabela 5 () SE/CO S NE N 55, 54,4-4 54,1 54, 53, 53,7 Ressaltamos que os dados do Gráfico 12 consideram apenas a carga prevista para a semana em análise. Neste caso, comparamos o que estava previsto para a quarta semana de o na RV2 (1ª coluna) com o previsto para a mesma semana na RV3 (2ª coluna). Previsto Realizado 52, Oferta e demanda Gráfico 11 Energia armazenada no SIN O processamento do Decomp da 3ª semana de o indicava nível de armazenamento de 53,74% (Energia Armazenada de MWmês), no SIN, para o início desta semana. Contudo, o valor verificado foi de 54,7% (Energia Armazenada de MWmês), o que representa um aumento de 978 MWmês. A Tabela 4 traz os níveis de armazenamento por submercado: As curvas de oferta e demanda do SIN, para a quarta semana de o, são apresentadas no Gráfico 13, Gráfico 14 e Gráfico 15. Observa-se que, até o valor da demanda, a curva de oferta é formada nesta ordem: usinas não-despachadas individualmente; geração inflexível; e por ordem de mérito Tabela 4 EARM (MWmês) prevista e realizada para a terceira semana operativa de o 1. RV3 - previsto RV3 - realizado Diferença Submercado (MWmês) (MWmês) (MWmês) SE/CO S NE N Oferta Hidro Oferta Térmica Gráfico 13 Curva de oferta x demanda Sudeste/Centro-Oeste e Sul O Gráfico 12 ilustra a variação da carga prevista para a quarta semana de o: Oferta Hidro 1 Oferta Térmica Sudeste Sul Nordeste Norte SIN Gráfico 14 Curva de oferta x demanda Nordeste Gráfico 12 no SIN A Tabela 5 traz a variação da carga do sistema considerada na quarta semana de o. A expectativa é que fique s baixa no submercado Sudeste. 4

5 R$ MM MM R$ R$ MM Usinas não despachadas Inflexibilidade térmica Inflexibilidade hidrelétrica Intercâmbio Maio/216 - Semana Decomp da revisão 3 de o de 216. O ESS referente à segurança energética foi estimado considerando o despacho adicional das UTEs com CVU até R$ 15,/MWh, seguindo determinação do CMSE Oferta Hidro 1 Oferta Térmica Gráfico 15 Curva de oferta x demanda Norte Estimativa de ESS o de 216 O Gráfico 16 apresenta a estimativa de Encargos de Serviços do Sistema ESS por tipo de despacho, que para o é de R$ 124 milhões, sendo R$ 55 milhões por segurança energética ,51 2,93 37,4 37,83 5,83 12,3 15 1, ,58 5,58 1,1 31,21 25,53 5,58 1 a 6 7 a a 2 21 a a 31 Gráfico 16 Estimativa de ESS para o SIN por razão de despacho para o mês de o O Gráfico 17 ilustra a previsão de ESS, por submercado, para o: ,51 3,66 15,18 14,67 Restrições Operativas Segurança Energética Total Sudeste Sul Nordeste Norte 37,4 37,83 1,75 2,86 25,35 9,94 19,37 15,6 1,1 2,47 5,58 2,87 1,45 1,64 4,67 2,49 1 a 6 7 a a 2 21 a a 31 Gráfico 17 Estimativa de ESS para o SIN por submercado para o mês de o O valor estimado para a geração do período de 1º a 19 de o pode ser encontrado no Informativo Preliminar Diário da Operação - IPDO, disponibilizado diariamente pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico ONS. Para o dia 2 foi considerada a mesma geração do dia 19. Ressaltamos que os valores previstos neste boletim consideram os encargos por restrição de operação por Constrained-On, ou seja, aqueles pagos pela geração despachada acima da ordem de mérito de custo. A estimativa para o período de 21 a 31 de o foi calculada com base na programação de despacho termelétrico indicada pelo modelo Custo devido ao descolamento entre CMO e PLD Considerando o Despacho ANEEL nº 183/215; o descrito na Nota Técnica nº 52/215 SRM/SRG/ANEEL, aprovada na 12ª Reunião Pública Ordinária da Diretoria do órgão regulador, realizada em 14/4/215; e o disposto na REN ANEEL nº 658/215, as usinas enquadradas na condição CMO>CVU>PLD, ou seja, despachadas por ordem de mérito no Deck do ONS e não despachadas em comparativo ao PLD, têm seus custos caracterizados como custos devido ao descolamento entre CMO e PLD. A mesma nota técnica esclarece que as usinas termelétricas contratadas por meio dos Contratos de Comercialização de Energia no Ambiente Regulado - CCEAR, na modalidade por disponibilidade, na situação CMO>CVU>PLD, devem ter seus custos adicionais cobertos por meio das receitas de venda advindas desses contratos. Desta maneira, nos custos previstos neste boletim, a parcela da geração comprometida com o CCEAR não é considerada na estimativa, devido ao descolamento entre o CMO e o PLD. Confira no item anterior o detalhamento de como foram obtidos os valores estimados para o período. A expectativa de custos para o de 216 devido ao descolamento entre CMO e PLD - apresentada no Gráfico 18 por submercado - totalizou cerca de R$,76 milhões.,22 1 a 6 Custos decorrentes do descolamento entre CMO e PLD,27,27 7 a 13 Gráfico 18 Estimativa de custos decorrentes do descolamento entre CMO e PLD para o SIN por submercado para o mês de o Fator de Ajuste do MRE 14 a 2,, 21 a 27 Sudeste Sul Nordeste Norte 28 a 31 O MRE é um mecanismo de compartilhamento e mitigação de risco hidrológico, o que possibilita o despacho centralizado das usinas hidrelétricas. O fator de ajuste do MRE representa a razão entre a geração hidráulica, no centro de gravidade das usinas participantes desse mecanismo, pelo montante total de suas garantias físicas sazonalizadas. O Gráfico 19 traz a previsão da geração hidráulica das usinas participantes do MRE, comparada com a garantia física sazonalizada para abril e o de 216. Em o, essa estimativa é exibida em base semanal. No período de 1º de abril a 19 de o, as informações de geração hidráulica foram obtidas a partir dos dados do Acompanhamento Diário da Operação - ADO, disponibilizado diariamente pelo ONS. Para o dia 2 foi considerada a mesma geração do dia 19. O período de 21 a 31 de o teve os valores de geração hidráulica definidos a partir da revisão 3 do Decomp de o, levando em consideração uma expectativa da geração térmica por segurança energética. 5

6 [%] [%] Maio/216 - Semana 4 Adicionalmente, sobre a geração hidráulica aplicou-se um fator de perdas totais (rede básica e internas), obtido a partir da análise do histórico e um fator de modulação semanal, com o objetivo de emular o comportamento operativo do SIN aos finais de semana. 11% 1% 9% 8% 9,7% 99,5% 99,5% 95,7% 92,2% As garantias físicas sazonalizadas de abril e o foram estimadas a partir da planilha com dados mensais consolidados do InfoMercado ( InfoMercado Dados Gerais 216 ), publicada no dia 14 de abril de 216. Os valores consideram o fator de operação comercial da última hora e mês contabilizado. Esses valores de garantias físicas sazonalizadas foram reduzidos em 4%, o que representa uma expectativa global dos fatores de disponibilidade, perdas internas e de rede básica, calculadas com base nos dados de 214. Além disso, foram adicionadas as parcelas de garantia física das unidades geradoras com entrada em operação prevista para 216, no perfil do MRE, de acordo com cronograma da reunião do DMSE de abril de 216. Também foi considerado o perfil de modulação da garantia física. 7% 6% 5% jan/16 fev/16 mar/16 abr/16 jun/16 jul/16 ago/16 set/16 out/16 nov/16 dez/16 Gráfico 22 - Estimativa do fator de ajuste do MRE para fins de repactuação do risco hidrológico abr/16 sem5 Ger. Hidr. MRE G. F. Sazo Gráfico 19 - Estimativa de geração hidráulica das usinas participantes do MRE e garantia física sazonalizada O Gráfico 2 traz a previsão do fator de ajuste do MRE para abril e o de % 1% 9% 9,7% 94,3% 92,7% 92,8% 8% 7% 78,5% 6% 5% jan/16 fev/16 mar/16 abr/16 jun/16 jul/16 ago/16 set/16 out/16 nov/16 dez/16 Gráfico 2 - Estimativa do fator de ajuste do MRE Por fim, de acordo com a Resolução Normativa ANEEL nº 684, de 11 de dezembro de 215, o Gráfico 21 traz as estimativas do fator de ajuste do MRE para fins de repactuação do risco hidrológico, o qual considera a garantia física com a sazonalização uniforme ( flat ) abr/16 sem5 Ger. Hidr. MRE G. F. FLAT Gráfico 21 - Estimativa de geração hidráulica das usinas participantes do MRE e garantia física flat O Gráfico 22 traz o valor consolidado do fator de ajuste do MRE para fins de repactuação do risco hidrológico para abril e o de

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