Júlio Nascif- setembro 2010 TECÉM Tecnologia Empresarial Lda

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3 ORIENTA, INDICA A DIREÇÃO ESTABELECE A VISÃO, DEFINE AS METAS LIDERA O PROCESSO DO QUAL PARTICIPAM TODOS OS SEGMENTOS E COLABORADORES FORNECE OS RECURSOS NECESSÁRIOS FAZ AS AUDITORIAS PROMOVE AS CORREÇÕES NECESSÁRIAS

4 GESTÃO ESTRATÉGICA DAS ORGANIZAÇÕES

5 cliente NECESSIDADES DO CONSUMIDOR Qualidade, Prazo de entrega, Preço REQUISITOS DE PERFORMANCE NA PRODUÇÃO Segurança, Meio Ambiente, Qualidade, Disponibilidade, Custos, Confiabilidade CONDIÇÃO DOS ATIVOS PRÁTICAS DE PROJETO PRÁTICAS DE OPERAÇÃO PRÁTICAS DE MANUTENÇÃO

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7 1. Eliminação das falhas ocorridas através da análise da causa básica (causa raiz da falha); 2. Atuação integrada com a Operação e a Engenharia na busca de soluções para as falhas ocorridas; 3. Ênfase na Inspeção e na Manutenção Preditiva em detrimento da Manutenção Corretiva não planejada e da Manutenção Preventiva em excesso; 4. Aplicação da técnica de Análise Preliminar de Riscos para os principais serviços de manutenção como prática para aumentar a confiabilidade e segurança das intervenções; 5. Análise crítica das intervenções com foco na disponibilidade e na confiabilidade; 6. Aplicação do TPM como premissa de que operador contribua para a disponibilidade ao mesmo tempo em que se libera a mão de obra de manutenção para tarefas mais complexas. 7. Prática da multifuncionalidade (polivalência) para os serviços com pessoal próprio e pessoal terceirizado; 8. Contratação, sempre que possível, por resultados com indicadores de desempenho focados nas metas da manutenção e da empresa - disponibilidade, confiabilidade, custos...; 9. Aplicação sistematizada de programas de capacitação de pessoal; 10. Aplicação sistêmica de programas de auditorias internas e externas como ferramenta para avaliação e divulgação das melhores práticas.

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15 Commonwealth of Independent States (CIS) Fonte - 59 th AIIS Annual Conference - WORLD STEEL DYNAMICS - November 9, 2009

16 Custo Aço líquido US$/ton Custo Aço bruto US$ ton Preço no mercado US$/ton Custo de produção US$/ton Custo de Manutenção US$/ton A 830 CSN (07/2005) 1260 Guia Metal FREFER (2010) 735 (internacional) TISCO (Índia) custo 75 (2001) 152 GULF COAST 100 a 135 BLAST FURNACE (BOF) 380,37 (1) ELECTRIC AIR FURN. (EAF) 479,1 (1) BRASIL (média) 21 aço líquido (2010) BRASIL (média) 200 (10/2006) 50 aço bruto (2010) GERDAU (2004/1T05) (2) 551,31 380,89 8% 31 Todos os produtos (1) Blast Furnace Route Steelmaking Costs 2010 Conversion costs for BOF steelmaking - (2) Gerdau 6ª conferencia anual Santander Banespa Junho 2005

17 World Steel Prices US $/tonne 0 PREÇOS CORRENTES PARA O AÇO Preços de mercado para aço carbono Hot Rolled Steel Coil Fonte : Hot Cold Rolled Rolled Steel Plate Steel Coil Steel Wire Rod Medium Steel Sections Jan Feb Mar Apr May Jun Jul Aug Sep Oct Nov Dec Jan Feb Mar Apr

18 DATA 10/2006

19 GERDAU JUNHO 2005

20 Custo de Manutenção / Custo Aço Líquido = 21% = US$ 21 / US$ 100 * 100 Custo de Manutenção / Custo Aço Bruto = 25% = US$ 50 / US$ 200 * 100 Custo de Manutenção / Custo por ton produzida*= 8% * Todos os produtos vendidos LAMINAÇÃO Custo de Manutenção / E R V* = 1,9 a 3,5% Custo de Manutenção / Custo de Operação da Planta = 13 a 25% * E R V- estimated replacement value (valor de substituição dos ativos) Dados obtidos na Internet ou de outras fontes, não referidos à mesma base / fonte ou tempo devendo ser utilizados apenas como orientação didática.

21 ENERGY INTENSITY INDEX (Índice de Intensidade Energética) mede a quantidade de energia requerida para realizar uma determinada atividade, ou de modo mais simples, MEDE O QUÃO BEM A ENERGIA É USADA NA PRODUÇÃO. As indústrias siderúrgicas são consideradas energy intensive. Em alguns países Energia representa entre 20 e 40% dos custos do aço.(2) (1) (1) World Best Practice Energy Intensity Values for Selected Industrial Sectors Junho 2007 (2) World steel association fact sheet energy 10/2008

22 33 6% 31 Energy Efficiency and Carbon Dioxide Emissions Reduction Opportunities in the U.S. Iron and Steel Sector Julho % World steel association fact sheet energy, outubro 2008

23 A indústria siderurgica participa com cerca de 3 a 4% do total de emissão de gases que provocam o efeito estufa. Em média, 1,9 toneladas de dióxido de carbono são emitidas para cada tonelada de aço produzida. Setor siderúrgico do CANADÁ Objetivos do programa: aumentar a eficiência energética na fabricação do aço diminuir as emissões de CO 2 nos próximos 7 a 10 anos Empresa Resultados Algoma Steel Inc. Melhoria de 10,5 % no EII e redução de 22,5% na emissão de CO 2 entre 1993 e 2002 Stelco Inc. Melhoria de 14% no EII e de 16,8% na emissão de CO 2.

24 BENCHMARKING CUSTO DO MINÉRIO E DO CARVÃO CUSTOS OPERACIONAIS MANUTENÇÃO ENERGIA

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28 Item R$ bi % R$bi % R$ bi % Receita Bruta 46,7 72,8 49,8 Lucro Líquido ,3 10,2 Preço (US$/ton médio) 40,0 67,2 56,0 (R$/ton) 70,0 117,6 98,0 Custo Produto Vendido 20,7 100% 28,9 100% 23,6 100% Terceiros 4, ,0 17,3 4,0 16,9 Energia Elétrica 3, ,9 6,6 1,5 6,3 Combustível 3,2 11,0 2,2 9,4 Materiais ,1 17,6 4,0 16,9 Pessoal ,7 12,8 3,4 14,4 Depreciação / Exaustão 2, ,7 16,3 4,1 17,4 Pesquisa & Desenvolvimento ,9 6,6 1,7 7.3 Outros custos operacionais ,4 11,8 2,7 11,4 VALE - Relatórios Anuais 2006 a 2009

29 Fone Relatório VALE 2009

30 Custo de manutenção por tonelada de minério varia entre R$6,00 e R$13,00 Entre 2008 e 2010 (fonte Brasil 2010) Os Custos de Manutenção na indústria de mineração estão comumente entre 30 e 50% do custo de operação total da mina. O. Krellis T. Singleton 1998 Um dos maiores custos em mineração é o custo de manutenção. A faixa varia de 20% a 50% (4) dos custos totais, a mais alta relação de todas as indústrias. Pesquisas internacionais e particularmente na Austrália indicam que um terço do tempo de manutenção não é utilizado efetivamente e é basicamente desperdiçado. Isso significa algo entre 7 a 15% dos custos total que são desperdiçados através de utilização ineficaz da manutenção (1) (4)John Campbell, 1995, Uptime: Strategies for Excellence in Maintenance Management, New York, Productivity Press, 1995, p 2 [1] The Cost of a Reacting Maintenance Culture in the Mining Industry (Prospect) Em minas subterrâneas o custo de manutenção é de 35% do custo total da planta. Underground mining methods: engineering fundamentals and international case editado por William A. Hustrulid,Richard L. Bullock

31 Custo de Manutenção / Custos Operacionais= 35% média 2010 Item R$ bi R$ bi R$ bi R$bi Receita Bruta 46,7 72,8 49,8 56,4 59% minério de ferro 33,3 Custo Produto Vendido (operacional) 20,7 28,9 23,6 24,4 59% custo produto vendido 14,4 Custo de Manutenção / Custo total da planta 20 a 50%(1), 30 a 50%(2), 35%(3) 35% Custo de Manutenção 5,04 Preço (US$/ton médio) (R$/ton) 40,0 70,0 67,2 117,6 56,0 98,0 95, Custo de manutenção por tonelada 6 a 13 R$/ton 9,5 média 9,5 Relação entre custo de manutenção e preço do minério. 10% 4,5%

32 Custo de Manutenção / Faturamento Bruto % 8 a 10% 4 a 6% 2 a 4%

33 Custo de Manutenção / Custos Operacionais 20 a 50% Custo de Manutenção R$/ Tonelada de minério 6 a 13 Custo de Manutenção / Preço de venda da tonelada de minério = 4,5 a 10% Custo de Manutenção / Faturamento bruto = 3 a 6%

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35 Manutenção representa mais do que 20% dos custos operacionais para cerca de 60% dos consultados na pesquisa. De fato, 30,8% das grandes empresas reportaram gastos de manutenção de 25% ou mais em relação aos custos operacionais Critical Trends in the North American Cement Industry - Jul 1, :00 PM Manutenção representa entre 20 e 29% dos custos de operação para cerca de 25% das respostas à pesquisa Critical Trends in the North American Cement Industry Fábricas de cimento A manutenção exigida nas plantas de cimento pode resultar, muitas vezes, em um gasto de até 20% dos custos totais de produção.

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38 116

39 Quantidade vendida 10,5 milhões ton Custos de Manutenção AU$160 milhões US$ 141 milhões Preço do cimento (média US$/ton) Faturamento bruto Custo de Manutenção / faturamento bruto Custo de manutenção/ custos de produção 116 US$ 1,218 bilhões =141/ ,5% 141/490 28,8% Valores obtidos a partir dos dados da Australia Cement Industry com preços no mercado das Áméricas pela J.P.. Morgan.

40 CUSTOS FIXOS ITEM 11% custo total=r$ 2.2 milhões Embalagem 20% Mínerio de ferro 5% Argila 1% Gesso 6% Clínquer 68% CUSTOS SEMI VARIÁVEIS R$ milhões 32% custo total = R$ 6,3milhões Energia elétrica 1,5 milhões Combustível 0,3 milhões Manutenção 4,0 milhões CUSTOS VARIÁVEIS 57% custo total = R$ 11,1milhões CUSTO TOTAL R$ 19,6 milhões PRODUÇÃO MENSAL 100 mil ton 1,7milhões de sacos de 50kg FATURAMENTO MÉDIO MENSAL cimento R$ 22 milhões Custo de manutenção /faturamento bruto =4 / 22 18% (3) ESTRUTURA DE CUSTOS: UM ESTUDO DE CASO EM UMA INDÚSTRIA DE CIMENTO -Rosa Amélia dos Santos1 - Paulo Roberto Barbosa Lustosa2 (2004)

41 Para produzir 1 tonelada de cimento gasta-se: 0,101 GJ na preparação de matéria prima 3,06 GJ na queima (produção do clinquer) 93.1% 0,124 GJ na moagem Ernest Orlando Lawrence Berkeley National Laboratory USA 2005 PAÍS Energia (MJ) /ton USA 4200 CANADÁ 4500 AUSTRÁLIA 3200 BRASIL 3800 (4) (4) CONSUMO ENERGIA CIMENTO BRASIL Silva 1994 e Luiz Gonzaga de Paulo tese mestrado FEI 2009 Via seca, preaquecedor, precalcinador 3300 MJ/ton Energia elétrica Moagem de crú 33,6 Kwh/t 0,28 GJ Moagem de clinquer 44,7 Kwh/t Consumo total na planta 129,0 Kwh/ton 0,464 GJ

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44 RESULTADO R3 R2 R1 ESFORÇO, ENERGIA

45 Segmento Custo de manutenção / faturamento bruto (%) Mineração 4,4 Transporte 8,5 a 12% Siderurgia 5,0 Cimento 4,8 Petróleo/petroquímica 2,8 FONTES ABRAMAN DOC NACIONAL 2009, PROFITABILITY ENGINEERS 2007

46 Indicador Abraman Benchmark Custo de manutenção / imobilizado 4,2% 2 3% Custo de manutenção / faturamento bruto 3,9% 2 4% Disponibilidade (Up time) 91,0% >90% Manutenção Preventiva + Preditiva / Total horas 56% >50% Corretiva não planejada / total de horas 25% <10% Estoque como valor % do imobilizado 1,2% 0,25 a 1% Giro do estoque de sobressalentes por ano 2,4 1,0 Custo do estoque / custo total de manutenção 13,0% 25,0% Fontes Abraman, Tecém, Manutenção Orientada para Resultados Nascif/Dorigo

47 A POLÍTICA DE CORTAR CUSTOS PODE DAR RESULTADOS NO CURTO PRAZO MAS, NO MÉDIO E LONGO PRAZO Desmantelamento da estrutura organizacional Perda de bons profissionais Colapso na moral dos empregados Redução na produtividade Degradação dos ativos Aumento nos custos (é paradoxal mas ocorre).

48 CUSTOS SÃO A CONSEQUÊNCIA DAS PRÁTICAS ADOTADAS PELAS EMPRESAS.

49 Um bom PCM (Planejamento e Controle da Manutenção) associado ao uso efetivo do CMMS (software de gerenciamento de serviços de manutenção) pode promover uma redução nos Custos de Manutenção de até 25% O S Delineamento Ferramentas EPI Dependência Informações complementares Material / Sobressalentes Histórico

50 REDUZINDO A DEMANDA DE SERVIÇOS DEMANDA ADEQUADA DEMANDA ATUAL (EXAGERADA)

51 Fazer, executar, trabalhar, segundo as melhores práticas Adotar os melhores procedimentos e/ou técnicas Buscar as melhores soluções Lembrar sempre da relação custo benefício O que pode parecer caro agora pode dar um retorno muito maior

52 Alinhamento de equipamentos rotativos redução das forças nos mancais garantindo maior vida minimização do desgaste dos componentes dos acoplamentos eliminação da possibilidade de falha do eixo por fadiga cíclica redução da potência consumida (entre 2 e 17%) manutenção das folgas internas do rotor baixos níveis de vibração na carcaça, mancais, peças móveis e base.

53 PERCENTUAL POR TIPO DE MANUTENÇÃO fonte - Universidade do Tenessee % REATIVA PREDITIVA PREVENTIVA TIPO DE MANUTENÇÃO AMERICA DO NORTE 1991 AMERICA DO NORTE 2008 GLOBAL 2008

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55 Tipo de Manutenção Relação de Custo Corretiva não planejada 2,0 a 6,0 Preventiva 1,5 Preditiva + Corretiva Planejada 1,0

56 Análise Crítica principal ferramenta melhoria dos processos (recuperação, paradas,...) melhoria da capacitação do pessoal melhoria da contratação (terceiros) melhoria dos processos de gestão (auditoria)

57 1988/ Petrobras-REGAP

58 Demand for World-Class Maintenance Will Increase as U.S. Automakers Pursue Japanese Standards O relatório concluiu que se os fabricantes de automóveis dos USA implementassem a eficiência dos Japoneses na performance em todas as suas plantas, os benefícios seriam gigantescos. Se a GM pudesse produzir veículos com a mesma eficiência da líder Nissan, por exemplo, ela poderia economizar US$925 por veículo ou US$ 5,3 bilhões em um ano; A Ford economizaria US$625 por veículo ou US$ 2,8 bilhões por ano e a Daymler Chrysler poderia economizar US$ 950 por veículo ou US$ 2,8 bilhões por ano. IMPO, Advantage Business Media, 100 Enterprise Drive, Rockaway, NJ

59 Muita gente pensa que os programas de melhoria tem começo e fim. No entanto programas de melhoria só têm começo. A melhoria deve ser permanente. Heraclitus século VI A.C,

60 Os gerentes querem colocar sua marca e, em geral, mudam tudo que estava feito. O gerente sábio aproveita o que de bom está feito e trabalha para melhorar o que necessita melhoria.

61 Não estamos ruins mas temos muito a melhorar. Temos capacidade Conhecemos as melhores práticas Sabemos como aplicá-las Estamos cientes da necessidade de melhorar sempre Pelos nossos filhos e netos Por nós mesmos Pelas nossas empresas Pelo nosso país.

% APLICAÇÃO HH POR TIPO DE MANUTENÇÃO BRASIL (fonte: Abraman- Documento Nacional) ANO

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