Distribuição dos incêndios florestais no concelho de Oliveira do Hospital *

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Distribuição dos incêndios florestais no concelho de Oliveira do Hospital *"

Transcrição

1 25 Distribuição dos incêndios florestais no concelho de Oliveira do Hospital * Introdução Os incêndios florestais, como quaisquer outros fenómenos que se desenrolem à superfície terrestre, são localizáveis. A sua representação cartográfica, porque permite visualizar a respectiva distribuição geográfica, pode ser um instrumento muito útil tanto na definição das áreas ardidas como na prevenção desse mesmo fenómeno, podendo ainda contribuir para a identificação das eventuais causas e para a explicação do seu maior ou menor desenvolvimento. Para comprovar estes possíveis objectivos, cartográfamos, não só os grandes incêndios florestais (ž 10 ha) ocorridos no concelho de Oliveira do Hospital nos últimos anos, mas também representámos os fogos detectados nesse concelho durante a época de Características físicas O concelho de Oliveira do Hospital, situado na extremidade oriental do Alto Distrito de Coimbra, apresenta acentuados contrastes altitudinais e morfológicos, particularmente entre os sectores setentrional e meridional, cuja divisória coincide com a Estrada da Beira, EN 17. * Floresta e Ambiente, Parede, 11, 1990, p (agora com a versão completa das figuras, algumas das quais não foram publicadas). Resumo da Conferência sobre Impacte dos incêndios florestais nos ecossistemas do concelho de Oliveira do Hospital, proferida no dia 21 de Junho de 1990, na Escola Secundária de Oliveira do Hospital, integrada na Semana Cultural. Desenhos de VICTOR HUGO FERNANDES.

2 26 Luciano Lourenço A Norte predominam as superfícies aplanadas da Plataforma inclinada da Beira Alta, recortadas, aqui e além, pelo entalhe vigoroso da rede de drenagem (Mondego e Seia), enquanto que a Sul, as formas de relevo se apresentam mais movimentadas. Os vales profundos dos rios Alva e Alvôco aparecem separados pela Lomba da Carvalha e, na parte mais meridional do concelho, ergue-se, alterosa, a serra do Colcorinho, que culmina no Cabeço da Senhora das Necessidades com 1242 metros de altitude (fig. 1). Estas características morfológicas estabelecem localmente alguma diferenciação climática, em particular ao nível da precipitação e da temperatura do ar, que, contudo, não são suficientes para provocar uma grande diversidade entre as espécies florestais. Fig. 1 - Corte esquemático do concelho de Oliveira do Hospital. 1 - Áreas não queimadas e 2 - Áreas que foram queimadas. Na actualidade predomina o pinheiro bravo (Pinus pinaster) a que, por vezes, nas áreas mais planas, se associa o pinheiro manso (Pinus pinea), em povoamentos de relativa importância. Recentemente, nas áreas queimadas situadas a sul do concelho, foi introduzida a monocultura do eucalipto (Eucaliptus globulus). Nesta área ainda se encontram localmente alguns povoamentos de medronheiros (Arbustus unedo), por vezes arbóreos, chegam a alcançar 10 metros de altura, e também restos de soutos de castanheiros (Castanea sativa), vestígios das espécies vegetais que, até meados deste século, foram dominantes na região. Desde então, devido ao progressivo abandono dos campos, a área com aptidão florestal tem vindo a aumentar sem que, no entanto, a superfície

3 27 florestal tenha crescido, antes pelo contrário, pois grande parte das manchas florestais foram, entretanto, consumidas pelas chamas e, na realidade, o que aumentou foi a área de incultos. As condições morfoclimáticas deste concelho fazem dele uma área dominantemente florestal apresentando uma taxa de arborização (1) de 54,2% (QUADRO I). QUADRO I - Ocupação do solo no concelho Fonte: Distribuição da Floresta em Portugal Continental. Áreas florestais por concelhos. Estudos e Informação, nº. 289, Direcção-Geral de Ordenamento e Gestão Florestal, Ministério da Agricultura e Pescas. 2. Análise estatística dos incêndios florestais Apesar de um tanto irregular, a evolução do número de incêndios ocorridos nos últimos anos neste concelho (fig. 2) mostra uma certa propensão para o registo de uma média anual relativamente elevada, 84 fogos entre 1982 e 1989, o que, em termos médios, traduz a ocorrência de um incêndio por dia, durante a época de fogos, na floresta do concelho de Oliveira do Hospital. 1 Os valores referem-se a 1974, ano em que foram cartografadas as manchas florestais.

4 28 Luciano Lourenço Fig. 2 - Evolução anual do número de incêndios florestais ocorrido no concelho. Fig. 3 - Evolução anual das áreas ardidas no concelho.

5 29 No que respeita à área ardida anualmente, dispomos de informações mais antigas que também apresentam um comportamento com altos e baixos. Os anos com problemas mais graves foram, neste concelho, os de 1978, 1983 e 1987, respectivamente com 1110, 1207 e 1601 ha de floresta queimados (fig. 3). Em termos médios, no período de 1975 a 1989, arderam anualmente 516 ha de floresta e mato no concelho, o que significa uma área ligeiramente superior a 6 ha por fogo, ou seja, registaram-se muitos incêndios mas a sua maior parte apresentou pequenas dimensões. 3. Distribuição espacial dos fogos A apresentação cartográfica dos incêndios florestais ž 10 ha, ocorridos depois de 1975 no concelho, denota a propensão de certas áreas para o registo de sinistros com alguma gravidade. Trata-se, naturalmente, dos locais onde o relevo se apresenta mais movimentado, logo, onde os declives são mais acentuados e, por isso, onde existe maior dificuldade de acesso o que dificulta não só o combate às chamas mas também a própria limpeza das matas. Verifica-se que existem duas áreas preferenciais para a ocorrência de grandes incêndios florestais. Uma delas, situada na parte Norte do concelho, desenvolve-se ao longo dos vales encaixados dos dois principais rios, o Mondego e o Seia. A outra área, localiza-se a Sul do concelho e engloba tanto o vale do rio Alva, de vertentes abruptas, como o conjunto montanhoso que lhe fica a Sul, constituído pela Lomba da Carvalha, correspondente ao interflúvio Alva/Alvôco, e pela serra do Colcorinho, situada na parte mais meridional do concelho (figs. 1 e 4). Deste modo, a repartição espacial das áreas ardidas no concelho de Oliveira do Hospital, traduz bem o peso das características físicas, em particular do relevo, que, directa ou indirectamente, são determinantes para a rápida progressão dos fogos florestais, como se depreende do facto dos maiores incêndios se terem verificado nas áreas mais montanhosas da serra do Colcorinho.

6 30 Luciano Lourenço Rio Mondego Áreas Ardidas 1976 Sem Seixo da Beira RioSeia Sem 1988 Ervedal 1989 Legenda - 1 Travanca de Lagos Lagares da Beira Lajeosa Lagos da Beira Meruge E. N. Bobadela OLIVEIRA DO HOSPITAL S. Paio de Gramaços Rio Alva Nogueira do Cravo Penalva de Alva S. Gião Lourosa S. Sebastião da Feira Santa Ovaia Vila Pouca da Beira Avô Aldeia das Dez Alvoco das Várzeas RioAlvoco Escala Gráfica 1000 m Km Fig. 4 - Distribuição espacial dos grandes incêndios florestais (ž 10 ha) registados no concelho. 1 - Sede de concelho; 2 - Sedes de freguesia; 3 - Estrada da Beira (EN 17); 4 - Rios; 5 - Limite do concelho; 6 - Limites das áreas ardidas

7 31 Fig. 5 - Localização dos fogos ocorridos durante a época de Sede de concelho; 2 - Sedes de freguesia; 3 - Estrada da Beira (EN 17); 4 - Rios; 5 - Limite de concelho; 6 - Fogos florestais.

8 32 Luciano Lourenço 4. Situação observada em 1989 A época de 1989 foi, de entre todas aquelas de que há registos, uma das que, neste concelho, apresentou maior número de incêndios florestais, 129, tendo sido apenas excedida em 1985, altura em que ocorreram 175 fogos, embora todos eles fossem de pequenas proporções, pois a área ardida foi das mais reduzidas. A cartografia dos focos de incêndios verificados em 1989, mostrou a sua concentração em certas áreas do concelho (fig. 5). Este simples facto suscitou-nos algumas dúvidas quanto à origem dos fogos. Efectivamente, o elevado número de incêndios florestais não poderá ser atribuído apenas a causas fortuitas, tanto mais que a sua representação cartográfica mostrou a concentração do fenómeno em determinados locais, normalmente a menos de um quilómetro dos agregados populacionais. Por isso, a distribuição espacial dos incêndios florestais, teoricamente aleatória, acaba por ilustrar a concentração de focos em áreas específicas. Tal facto poderá ajudar a reflectir sobre algumas das prováveis causas dos incêndios, nomeadamente sobre as intencionais, pois a concentração dos fogos em determinadas áreas atesta a sua indubitável origem humana, quer tenha sido propositada ou não. Conhecidos os locais de actuação preferencial dos descuidados ou dos malfeitores, pela repartição de fogos em certos lugares, torna-se necessário exercer particular vigilância nessas áreas, o que terá um efeito não só dissuador mas também contribuirá para a identificação de alguns criminosos, além de que pode auxiliar no combate aos fogos nascentes.

9 33 Conclusões A cartografia dos incêndios observados na floresta do concelho de Oliveira do Hospital, durante o ano de 1989, mostrou uma certa concentração dos incêndios florestais em determinadas áreas, próximas das povoações, o que pode ajudar a identificar a sua origem. No entanto, como apenas os grandes incêndios produzem efeitos calamitosos é nestes que se deve concentrar particular atenção, no sentido de tentar reduzir as causas que permitem o seu desenvolvimento, de molde a poderem ser minorados se não mesmo debelados. Como normalmente ocorrem em áreas de relevo movimentado é necessário envidar todos os esforços para que os fogos nascentes nessas áreas acidentadas, sejam sempre controlados rapidamente. Só assim será possível evitar que, todos os anos, milhares de hectares de floresta continuem a ser incinerados.

ANEXO 3. A floresta portuguesa FACTOS E NÚMEROS

ANEXO 3. A floresta portuguesa FACTOS E NÚMEROS ANEXO 3 FACTOS E NÚMEROS A floresta portuguesa 1. Os espaços florestais ocupam 5,4 milhões de hectares e representam cerca de dois terços da superfície de Portugal Continental. Destes, 3,4 milhões de hectares

Leia mais

A florestação do PFSMMV e a gestão do risco de incêndio florestal

A florestação do PFSMMV e a gestão do risco de incêndio florestal A florestação do PFSMMV e a gestão do risco de incêndio florestal Índice: Breve caracterização do Perímetro Florestal da Serra do Marão e Meia Via Florestação do PFSMMV Incêndios e Reflorestação O incêndio

Leia mais

O Risco dos Incêndios Florestais

O Risco dos Incêndios Florestais Estratégias de Gestão do Risco de Incêndio Florestal, 18 de Março, Lisboa O Risco dos Incêndios Florestais Paulo Fernandes Dept. Ciências Florestais e Arquitectura Paisagista, Universidade de Trás-os-Montes

Leia mais

Visita de Estudo ao Perímetro Florestal da Serra do Marão. Março de 2010 UTAD. Desenvolvimento Rural

Visita de Estudo ao Perímetro Florestal da Serra do Marão. Março de 2010 UTAD. Desenvolvimento Rural Março de 2010 UTAD Visita de Estudo ao Perímetro Florestal da Serra do Marão Desenvolvimento Rural Nuno Novais nº34001 Cláudio Lourenço nº 33999 André Ferreira nº34842 Luís Resende nº35462 Introdução O

Leia mais

Caracterização Florestal

Caracterização Florestal Caracterização Florestal Enquadramento A. Geral O Concelho de Valença tem uma área de 11 790 ha e situa-se na zona Norte do país, região do Minho, distrito de Viana do Castelo, e faz fronteira fluvial

Leia mais

Figura 1: Bosque de Casal do Rei, alguns meses após o incêndio que ocorreu no Verão de 2005.

Figura 1: Bosque de Casal do Rei, alguns meses após o incêndio que ocorreu no Verão de 2005. Estudo da vegetação 1. Introdução A intensa actividade humana desenvolvida na região Centro ao longo dos últimos milénios conduziu ao desaparecimento gradual de extensas áreas de floresta autóctone, que

Leia mais

Incêndio. quilómetros, devido aos seus fumos negros e densos

Incêndio. quilómetros, devido aos seus fumos negros e densos Incêndio A propagação de um incêndio depende das condições meteorológicas (direcção e intensidade do vento, humidade relativa do ar, temperatura), do grau de secura e do tipo do coberto vegetal, orografia

Leia mais

CARTA EDUCATIVA DO MUNICÍPIO DE OLIVEIRA DO HOSPITAL

CARTA EDUCATIVA DO MUNICÍPIO DE OLIVEIRA DO HOSPITAL CARTA EDUCATIVA DO MUNICÍPIO DE OLIVEIRA DO HOSPITAL RELATÓRIO PROGRAMA DE EXECUÇÃO PLANO DE FINANCIAMENTO Julho de 2007 Ficha Técnica: Título: Carta Educativa do Relatório, Programa de Execução, Plano

Leia mais

Recursos Hídricos. Fig. 1 Distribuição da Água no Planeta

Recursos Hídricos. Fig. 1 Distribuição da Água no Planeta Recursos Hídricos Recursos Hídricos Os recursos hídricos representam a água subterrânea e superficial disponível para qualquer tipo de uso dado pelo Homem numa determinada região. Estes recursos hídricos

Leia mais

Sistemas de informação de risco de incêndio florestal *

Sistemas de informação de risco de incêndio florestal * 143 Sistemas de informação de risco de incêndio florestal * Introdução O título proposto para esta intervenção poderá sugerir uma eventual análise exaustiva dos diferentes sistemas de informação do risco

Leia mais

Plano Desenvolvimento Rural de Linhares 2010/2013

Plano Desenvolvimento Rural de Linhares 2010/2013 Plano Desenvolvimento Rural de Linhares 2010/2013 Esta freguesia localizada em região planaltica está situada a cerca de oito quilómetros da sede do concelho, e a cerca de 5 Km da Auto Estrada Porto- Valença.

Leia mais

I Revisão do. Caracterização biofísica. Leiria

I Revisão do. Caracterização biofísica. Leiria I Revisão do Plano Director Municipal de Caracterização biofísica Leiria Volume II 2004 1. ECOZONAS Ao percorrer o concelho de Leiria de Norte para Sul e de Este para Oeste a paisagem varia. Uma imagem

Leia mais

X Ambiente e Salubridade

X Ambiente e Salubridade X Ambiente e Salubridade 1. Abastecimento de Água A taxa de Cobertura de Abastecimento de água no Concelho de Pombal é de aproximadamente 99%, podendo deste modo considerar-se que cobre todas as freguesias

Leia mais

MAPA 1. DEMARCAÇÃO GEOGRÁFICA DO CONCELHO DE RIBEIRA BRAVA E RESPECTIVAS FREGUESIAS. Fonte:www.geocities.com/Heartland/Plains/9462/map.

MAPA 1. DEMARCAÇÃO GEOGRÁFICA DO CONCELHO DE RIBEIRA BRAVA E RESPECTIVAS FREGUESIAS. Fonte:www.geocities.com/Heartland/Plains/9462/map. 8. Ribeira Brava MAPA 1. DEMARCAÇÃO GEOGRÁFICA DO CONCELHO DE RIBEIRA BRAVA E RESPECTIVAS FREGUESIAS Fonte:www.geocities.com/Heartland/Plains/9462/map.html (adaptado) A vila de Ribeira Brava, situada no

Leia mais

Aplicação de metodologias de definição de áreas de interface urbano-rural (IUR) relacionadas com o risco de incêndio

Aplicação de metodologias de definição de áreas de interface urbano-rural (IUR) relacionadas com o risco de incêndio Aplicação de metodologias de definição de áreas de interface urbano-rural (IUR) relacionadas com o risco de incêndio António VIEIRA (CEGOT/NIGP-UMinho) António BENTO GONÇALVES (NIGP- UMinho) Luciano LOURENÇO

Leia mais

RESUMO. José Rocha. Capítulo 2: Geotecnologias aplicadas à análise e gestão de riscos

RESUMO. José Rocha. Capítulo 2: Geotecnologias aplicadas à análise e gestão de riscos Cartografia Municipal de risco com recurso ao MODEL BUILDER José Rocha Departamento de Geografia, Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho jmanuelfrocha@sapo.pt RESUMO A cartografia municipal

Leia mais

Avaliação Quantitativa de Biomassa Florestal Queimada

Avaliação Quantitativa de Biomassa Florestal Queimada A Multifuncionalidade da Floresta através da Exploração dos Recursos Florestais, Silvopastorícia, Lazer e Turismo Avaliação Quantitativa de Biomassa Florestal Queimada L o u s ã 1 0 A b r i l 2 0 0 8 Medida

Leia mais

Promoção da actividade resineira em Portugal no âmbito da PAC pós 2013

Promoção da actividade resineira em Portugal no âmbito da PAC pós 2013 Promoção da actividade resineira em Portugal no âmbito da PAC pós 2013 Francisco Avillez (Professor Emérito do ISA, UTL e coordenado científico da AGR.GES) 16 de Abril de 2013 1. Evolução do pinheiro bravo

Leia mais

RECUPERAÇÃO DE ÁREAS ARDIDAS

RECUPERAÇÃO DE ÁREAS ARDIDAS RECUPERAÇÃO DE ÁREAS ARDIDAS Informação-síntesepara apoioà sessãode avaliação dos trabalhos desenvolvidosapóso GIF de Catraia São Brás de Alportel e Tavira, 24 de novembro de 2014 1. ÁREA ARDIDA ENTRE

Leia mais

TROÇO IC2 BATALHA SUL / PORTO (IC1) PLANO DE ACÇÃO RESUMO NÃO TÉCNICO

TROÇO IC2 BATALHA SUL / PORTO (IC1) PLANO DE ACÇÃO RESUMO NÃO TÉCNICO ESTRADAS DE PORTUGAL, S.A. TROÇO IC2 BATALHA SUL / PORTO (IC1) PLANO DE ACÇÃO RESUMO NÃO TÉCNICO Lisboa, Abril de 2015 Esta página foi deixada propositadamente em branco 2 ESTRADAS DE PORTUGAL, S.A. TROÇO

Leia mais

CAPÍTULO 7 EVOLUÇÃO DA ÁREA NA AUSÊNCIA DO PROJECTO

CAPÍTULO 7 EVOLUÇÃO DA ÁREA NA AUSÊNCIA DO PROJECTO CAPÍTULO 7 EVOLUÇÃO DA ÁREA NA AUSÊNCIA DO PROJECTO ÍNDICE DE TEXTO VII. EVOLUÇÃO DA ÁREA NA AUSÊNCIA DO PROJECTO...219 217 218 VII. EVOLUÇÃO DA ÁREA NA AUSÊNCIA DO PROJECTO O presente capítulo tem como

Leia mais

Hugo Saturnino Paulo Fernandez e José M. Monteiro Coimbra - 30 Maio de 2009

Hugo Saturnino Paulo Fernandez e José M. Monteiro Coimbra - 30 Maio de 2009 OS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA NO PLANEAMENTO ESTRATÉGICO DE INFRA- ESTRUTURAS DE PREVENÇÃO E SUPRESSÃO DE INCÊNDIOS FLORESTAIS CASO DE ESTUDO: CONCELHO DA SERTÃ Hugo Saturnino Paulo Fernandez e

Leia mais

LOCALIZAÇÃO E BREVE APRESENTAÇÃO GEOGRÁFICA DA SUB-REGIÃO DO DOURO SUPERIOR

LOCALIZAÇÃO E BREVE APRESENTAÇÃO GEOGRÁFICA DA SUB-REGIÃO DO DOURO SUPERIOR LOCALIZAÇÃO E BREVE APRESENTAÇÃO GEOGRÁFICA DA SUB-REGIÃO DO DOURO SUPERIOR 1. LOCALIZAÇÃO A sub-região Douro Superior localiza-se no Interior Norte do país e integra os distritos de Bragança e Guarda,

Leia mais

Controlo de Espécies Vegetais Exóticas Invasoras

Controlo de Espécies Vegetais Exóticas Invasoras Programa de Ocupação dos Tempos Livres RELATÓRIO DO PROJECTO Controlo de Espécies Vegetais Exóticas Invasoras Julho de 2006 Programa de Ocupação dos Tempos Livres RELATÓRIO DO PROJECTO Controlo de Espécies

Leia mais

PLANO REGIONAL ORDENAMENTO FLORESTAL DO TÂMEGA

PLANO REGIONAL ORDENAMENTO FLORESTAL DO TÂMEGA PLANO GIONAL ORDENAMENTO FLOSTAL DO TÂMEGA Objectivos específicos comuns a) Diminuir o número de ignições de incêndios florestais; b) Diminuir a área queimada; c) Reabilitação de ecossistemas florestais:

Leia mais

ESTRUTURA EMPRESARIAL NACIONAL 1995/98

ESTRUTURA EMPRESARIAL NACIONAL 1995/98 ESTRUTURA EMPRESARIAL NACIONAL 1995/98 NOTA METODOLÓGICA De acordo com a definição nacional, são pequenas e médias empresas aquelas que empregam menos de 500 trabalhadores, que apresentam um volume de

Leia mais

Tema: INCÊNDIO FLORESTAL EM MONTE TCHOTA NO MUNICÍPIO DE SÃO DOMINGOS EM CABO VERDE Estudo de caso 23-25 DE ABRIL DE 2014

Tema: INCÊNDIO FLORESTAL EM MONTE TCHOTA NO MUNICÍPIO DE SÃO DOMINGOS EM CABO VERDE Estudo de caso 23-25 DE ABRIL DE 2014 Tema: INCÊNDIO FLORESTAL EM MONTE TCHOTA NO MUNICÍPIO DE SÃO DOMINGOS EM CABO VERDE Estudo de caso 23-25 DE ABRIL DE 2014 Início intervenção Muito obrigado! Exmo. Sr. Presidente da UCCLA (Dr. Victor Ra..

Leia mais

2 Caracterização climática da região Amazônica 2.1. Caracterização da chuva em climas tropicais e equatoriais

2 Caracterização climática da região Amazônica 2.1. Caracterização da chuva em climas tropicais e equatoriais 2 Caracterização climática da região Amazônica 2.1. Caracterização da chuva em climas tropicais e equatoriais Para uma maior precisão na modelagem da atenuação provocada pela precipitação no sinal radioelétrico,

Leia mais

Agrupamento de Escolas de Lagares da Beira Morada: Bairro Nª Srª da Conceição Lagares OHP Telefone: Fax:

Agrupamento de Escolas de Lagares da Beira Morada: Bairro Nª Srª da Conceição Lagares OHP Telefone: Fax: Agrupamento de Escolas Brás Garcia de Mascarenhas Morada: Largo Dr. Vasco de Campos 3400-068 - Oliveira do Hospital Telefone: 238602026 Fax: 238602188 Página Web: escola23oliveirahospital@hotmail.com Agrupamento

Leia mais

5.11 Vagos. 5.11.1 Forças motoras

5.11 Vagos. 5.11.1 Forças motoras 5.11 Vagos O concelho de Vagos, com uma área de aproximadamente 165 km 2 possui onze freguesias: Calvão, Covão do Lobo, Fonte de Angeão, Gafanha da Boa Hora, Ouca, Ponte de Vagos, Sosa, Vagos, Santo António

Leia mais

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL PORTA DO MEZIO ARCOS DE VALDEVEZ PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Olá, sou o Lobito, a mascote da Porta do Mezio. Vem comigo descobrir as atividades que podes fazer na Porta do Mezio! 2013/2014 Localizado

Leia mais

IncêndiosFlorestais Redeprimáriae Plano Nacionalde DefesadaFlorestaContra Incêndios

IncêndiosFlorestais Redeprimáriae Plano Nacionalde DefesadaFlorestaContra Incêndios IncêndiosFlorestais Redeprimáriae Plano Nacionalde DefesadaFlorestaContra Incêndios Manteigas,27 de Abril 2011 Seminário de Encerramento do Projecto EEAGrants Rui Almeida EIXOS ESTRATÉGICOS DO PLANO NACIONAL

Leia mais

Geografia de Portugal

Geografia de Portugal Geografia de Portugal Lúcio CUNHA Departamento de Geografia CEGOT Universidade de Coimbra Email: luciogeo@ci.uc.pt Europa: o espaço Características gerais da Europa: - A Europa na placa euroasiática Características

Leia mais

Pellets Power, Lda. Relatório da base de abastecimento para Produtores de biomassa. www.sustainablebiomasspartnership.org

Pellets Power, Lda. Relatório da base de abastecimento para Produtores de biomassa. www.sustainablebiomasspartnership.org Pellets Power, Lda Relatório da base de abastecimento para Produtores de biomassa www.sustainablebiomasspartnership.org Version 1.0 March 2015 For further information on the SBP Framework and to view the

Leia mais

Curso Defesa da Floresta contra Incêndios

Curso Defesa da Floresta contra Incêndios Curso Defesa da Floresta contra Incêndios os antecedentes do Projecto: Fogos de 2003 e 2005 que devastaram a Região Centro; Implementação do Plano Nacional DFCI; Instalação das Comissões Municipais; Aprovação

Leia mais

O POTENCIAL HIDROGRÁFICO DA BACIA DO RIO ZAMBEZE Situação geográfica da Bacia do Zambeze (Moçambique) Cont. Características Físicas e Climática Bacia do Zambeze da A Bacia do rio Zambeze é a quarta maior

Leia mais

Erosão e Voçorocas. Curso: Arquitetura e Urbanismo Disciplina: Estudos Ambientais Professor: João Paulo Nardin Tavares

Erosão e Voçorocas. Curso: Arquitetura e Urbanismo Disciplina: Estudos Ambientais Professor: João Paulo Nardin Tavares Erosão e Voçorocas Curso: Arquitetura e Urbanismo Disciplina: Estudos Ambientais Professor: João Paulo Nardin Tavares O que é erosão? A erosão caracteriza-se pela abertura de enormes buracos no chão pela

Leia mais

Plataforma Integrada de Gestão e Accionamento de Cenários

Plataforma Integrada de Gestão e Accionamento de Cenários , Plataforma Integrada de Gestão e Accionamento de Cenários Cláudia Paixão A Ilha da Madeira apresenta um conjunto de riscos específicos entre os quais se destacam: Movimentação de Massas Cheias Rápidas

Leia mais

rofa Lia Pimentel TOPOGRAFIA

rofa Lia Pimentel TOPOGRAFIA rofa Lia Pimentel TOPOGRAFIA Diferença entre Cartografia e Topografia: A Topografia é muitas vezes confundida com a Cartografia ou Geodésia pois se utilizam dos mesmos equipamentos e praticamente dos mesmos

Leia mais

MAPA 1. DEMARCAÇÃO GEOGRÁFICA DO CONCELHO DE CÂMARA DE LOBOS E RESPECTIVAS FREGUESIAS

MAPA 1. DEMARCAÇÃO GEOGRÁFICA DO CONCELHO DE CÂMARA DE LOBOS E RESPECTIVAS FREGUESIAS 2. CÂMARA DE LOBOS MAPA 1. DEMARCAÇÃO GEOGRÁFICA DO CONCELHO DE CÂMARA DE LOBOS E RESPECTIVAS FREGUESIAS Fonte: www.geocities.com/heartland/plains/9462/map.html (adaptado) Localizada na vertente sul da

Leia mais

Morfologia do Terreno

Morfologia do Terreno Conferência Internacional ESTRUTURA ECOLÓGICA NACIONAL CONCEITOS E DELIMITAÇÃO Auditório da Torre do Tombo, 22 de Novembro de 2013 Morfologia do Terreno Natália Cunha Manuela Raposo Magalhães Maria Manuela

Leia mais

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Na folha de respostas, indique de forma legível a versão da prova.

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Na folha de respostas, indique de forma legível a versão da prova. EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Prova Escrita de Geografia A 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Prova 719/2.ª Fase 16 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:

Leia mais

01 DE JANEIRO A 15 DE SETEMBRO

01 DE JANEIRO A 15 DE SETEMBRO NÚMERO 07/2014 DATA 16/09/2014 TÍTULO RELATÓRIO PROVISÓRIO DE INCÊNDIOS FLORESTAIS - 2014 01 DE JANEIRO A 15 DE SETEMBRO RELATÓRIO PROVISÓRIO DE INCÊNDIOS FLORESTAIS 2014 01 DE JANEIRO A 15 DE SETEMBRO

Leia mais

O Mosaico Agro-Florestal e a Biodiversidade

O Mosaico Agro-Florestal e a Biodiversidade O Mosaico Agro-Florestal e a Biodiversidade Comissão de Protecção da Natureza 23 de Abril de 2012 PARTE 1 João da Fonseca Caldeira Cabral Introdução A Paisagem como a Vida é constituída por equilíbrios

Leia mais

PEGADA HÍDRICA EM PORTUGAL

PEGADA HÍDRICA EM PORTUGAL Resumo do relatório Water Footprint in Portugal WWF Mediterrâneo, 2010 O Problema: uma pegada demasiado elevada O Relatório Planeta Vivo 2008 da WWF demonstra que o uso insustentável da água é um problema

Leia mais

TECNOLOGIAS WEBSIG NO PLANEAMENTO MUNICIPAL DA DEFESA DA FLORESTA CONTRA INCÊNDIOS

TECNOLOGIAS WEBSIG NO PLANEAMENTO MUNICIPAL DA DEFESA DA FLORESTA CONTRA INCÊNDIOS 1 Auditório da Reitoria Universidade de Coimbra TECNOLOGIAS WEBSIG NO PLANEAMENTO MUNICIPAL DA DEFESA DA FLORESTA CONTRA INCÊNDIOS Susana CASO DE ESTUDO: CONCELHO DE GOUVEIA quinta-feira, 9 de Setembro

Leia mais

Portugueses com mais de 65 anos Breve caracterização estatística

Portugueses com mais de 65 anos Breve caracterização estatística E S T U D O S Cada etapa da vida tem as suas próprias especificidades mas tem, também, os seus próprios desafios e as suas próprias capacidades, para a construção de uma sociedade para todas as idades.

Leia mais

Oportunidades do Aproveitamento da Biomassa Florestal

Oportunidades do Aproveitamento da Biomassa Florestal A Biomassa Florestal, energia e desenvolvimento rural Universidade Católica do Porto Oportunidades do Aproveitamento da Biomassa Florestal Centro de Biomassa para a Energia 1 O QUE É A BIOMASSA? De acordo

Leia mais

ALGUMAS CARACTERÍSTICAS MORFOLÓGICAS DA BACIA HIDROGRÁFICA E DO PERCURSO DO RIO PINHÃO RESUMO

ALGUMAS CARACTERÍSTICAS MORFOLÓGICAS DA BACIA HIDROGRÁFICA E DO PERCURSO DO RIO PINHÃO RESUMO ALGUMAS CARACTERÍSTICAS MORFOLÓGICAS DA BACIA HIDROGRÁFICA E DO PERCURSO DO RIO PINHÃO Ana Maria ALENCOÃO 1 ; Martim R. PORTUGAL FERREIRA 2 RESUMO Na região de Trás-os-Montes e Alto Douro (NE de Portugal)

Leia mais

www.tiberioge.tibe o.c rioge om.br o.c A Ge G og o r g afi f a Le L va v da d a Sério

www.tiberioge.tibe o.c rioge om.br o.c A Ge G og o r g afi f a Le L va v da d a Sério 1 FLORESTA AMAZÔNICA 2 Características Localiza-se: Região Norte; parte do norte do Mato Grosso e Goiás; e parte oeste do Maranhão; O maior bioma brasileiro ocupa, praticamente, um terço da área do País.

Leia mais

BLOCO 11. ASSUNTOS: Controlo Análise dos Registos Contabilísticos Análise de estrutura e de eficiência Análise de actividade PROBLEMAS:

BLOCO 11. ASSUNTOS: Controlo Análise dos Registos Contabilísticos Análise de estrutura e de eficiência Análise de actividade PROBLEMAS: BLOCO 11 ASSUNTOS: Controlo Análise dos Registos Contabilísticos Análise de estrutura e de eficiência Análise de actividade PROBLEMAS: PROBLEMA 1 O empresário do Monte da Ribeira pretende realizar uma

Leia mais

1993: MELHOR, PIOR OU IGUAL A 1992?

1993: MELHOR, PIOR OU IGUAL A 1992? 1993: MELHOR, PIOR OU IGUAL A 1992? UM ESTUDO PARA O 7º ANO Os incêndios são um dos actuais flagelos do Verão. Através da comunicação social, durante toda a época estival, somos informados da ocorrência

Leia mais

Colégio São Paulo Geografia Prof. Eder Rubens - 2013

Colégio São Paulo Geografia Prof. Eder Rubens - 2013 Colégio São Paulo Geografia Prof. Eder Rubens - 2013 CAP. 02 O território brasileiro e suas regiões.( 7º ano) *Brasil é dividido em 26 estados e um Distrito Federal (DF), organizados em regiões. * As divisões

Leia mais

CAPÍTULO 13 OS CLIMAS DO E DO MUNDOBRASIL

CAPÍTULO 13 OS CLIMAS DO E DO MUNDOBRASIL CAPÍTULO 13 OS CLIMAS DO E DO MUNDOBRASIL 1.0. Clima no Mundo A grande diversidade verificada na conjugação dos fatores climáticos pela superfície do planeta dá origem a vários tipos de clima. Os principais

Leia mais

OS NOSSOS SERVIÇOS! TIROMATO Limpeza e Proteção Florestal, Lda. Qualidade e Profissionalismo

OS NOSSOS SERVIÇOS! TIROMATO Limpeza e Proteção Florestal, Lda. Qualidade e Profissionalismo TIROMATO Limpeza e Proteção Florestal, Lda. A responsabilidade social e a preservação ambiental significa um compromisso com a vida. OS NOSSOS SERVIÇOS! Qualidade e Profissionalismo TIROMATO, Lda. A limpeza

Leia mais

ÍNDICE. 8.2.3 - Unidades de Conservação e Áreas Prioritárias para Conservação... 1/4. 8.2.3.1 - Áreas Prioritárias para Conservação...

ÍNDICE. 8.2.3 - Unidades de Conservação e Áreas Prioritárias para Conservação... 1/4. 8.2.3.1 - Áreas Prioritárias para Conservação... 2324-00-EIA-RL-0001-01 UHE SANTO ANTÔNIO DO JARI ÍNDICE 8.2.3 - Unidades de Conservação e Áreas Prioritárias para Conservação... 1/4 8.2.3.1 - Áreas Prioritárias para Conservação... 3/4 agosto de 2009

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 247/IX CRIA O PASSE SOCIAL INTERMODAL NA ÁREA METROPOLITANA DO PORTO

PROJECTO DE LEI N.º 247/IX CRIA O PASSE SOCIAL INTERMODAL NA ÁREA METROPOLITANA DO PORTO PROJECTO DE LEI N.º 247/IX CRIA O PASSE SOCIAL INTERMODAL NA ÁREA METROPOLITANA DO PORTO A população da Área Metropolitana do Porto nunca teve a possibilidade de aceder a um título de transporte colectivo

Leia mais

Reorganização Administrativa do Território das Freguesias - (RATF)

Reorganização Administrativa do Território das Freguesias - (RATF) Coimbra Arganil Anceriz Agregação União das freguesias de Vila Cova de Alva e Anseriz Coimbra Arganil Arganil Sem alteração Coimbra Arganil Barril de Alva Agregação União das freguesias de Côja e Barril

Leia mais

UNIDADE 5 AMÉRICA DO NORTE. Os Estados Unidos Tema 1

UNIDADE 5 AMÉRICA DO NORTE. Os Estados Unidos Tema 1 UNIDADE 5 AMÉRICA DO NORTE Os Estados Unidos Tema 1 ORIGEM (resumo): Formação territorial no século XVI; Independência 04/07/1776; Colônias de povoamento as treze colônias costa leste do país e se expandiu

Leia mais

5.º INVENTÁRIO FLORESTAL NACIONAL Apresentação do Relatório Final. Direcção Nacional de Gestão Florestal

5.º INVENTÁRIO FLORESTAL NACIONAL Apresentação do Relatório Final. Direcção Nacional de Gestão Florestal 5.º INVENTÁRIO FLORESTAL NACIONAL Apresentação do Relatório Final Direcção Nacional de Gestão Florestal SEFDR 7 de Setembro de 2010 1. INOVAÇÕES 1.ª cobertura aerofotográfica digital Utilização de software

Leia mais

Escola Secundária Mouzinho da Silveira Departamento de Ciências Sociais e Humanas Grupo de Recrutamento 420 Ano Letivo de 2014 / 2015 Curso Básico

Escola Secundária Mouzinho da Silveira Departamento de Ciências Sociais e Humanas Grupo de Recrutamento 420 Ano Letivo de 2014 / 2015 Curso Básico Escola Secundária Mouzinho da Silveira Departamento de Ciências Sociais e Humanas Grupo de Recrutamento 420 Ano Letivo de 2014 / 2015 Curso Básico Planificação Anual da disciplina de GEOGRAFIA 7 º Ano

Leia mais

GEOGRAFIA DO RIO GRANDE DO SUL

GEOGRAFIA DO RIO GRANDE DO SUL GEOGRAFIA DO RIO GRANDE DO SUL 1. Posição e situação geográfica. O Rio Grande do Sul é o estado mais meridional do Brasil, localiza-se no extremo sul do país. Tem um território de 282.062 km 2, ou seja,

Leia mais

Definições dos Parâmetros úteis para o uso de V e E

Definições dos Parâmetros úteis para o uso de V e E Anexo 1 Definições dos Parâmetros úteis para o uso de V e E 133 134 Definições dos parâmetros úteis para o uso de V e E Definição das situações a, b, c, e d da construção a construções situadas no interior

Leia mais

Domínios Florestais do Mundo e do Brasil

Domínios Florestais do Mundo e do Brasil Domínios Florestais do Mundo e do Brasil Formações Florestais: Coníferas, Florestas Temperadas, Florestas Equatoriais e Florestas Tropicais. Formações Herbáceas e Arbustivas: Tundra, Pradarias Savanas,

Leia mais

AFOGAMENTOS EM CRIANÇAS E JOVENS ATÉ AOS 18 ANOS, EM PORTUGAL

AFOGAMENTOS EM CRIANÇAS E JOVENS ATÉ AOS 18 ANOS, EM PORTUGAL APSI Afogamentos de Crianças Principais Resultados 2002/2010 www.apsi.org.pt 1/6 AFOGAMENTOS EM CRIANÇAS E JOVENS ATÉ AOS 18 ANOS, EM PORTUGAL 2002 2010 RESUMO E PRINCIPAIS CONCLUSÕES I Introdução O afogamento

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DA HISTÓRIA RECENTE DE INCÊNDIOS EM PLANTAÇÕES INDUSTRIAIS NO BRASIL

CARACTERIZAÇÃO DA HISTÓRIA RECENTE DE INCÊNDIOS EM PLANTAÇÕES INDUSTRIAIS NO BRASIL NOVTEC 2010 Workshop Novas Tecnologias em Gestão Florestal Sustentável A gestão do risco de incêndio e a gestão da cadeia de valor 25-26 de Outubro, 2010 Lisboa, Portugal CARACTERIZAÇÃO DA HISTÓRIA RECENTE

Leia mais

PLANO DIRETOR MUNICIPAL - ESTUDOS DE CARATERIZAÇÃO II. 1.10 CARATERIZAÇÃO DE RISCO

PLANO DIRETOR MUNICIPAL - ESTUDOS DE CARATERIZAÇÃO II. 1.10 CARATERIZAÇÃO DE RISCO PLANO DIRETOR MUNICIPAL - ESTUDOS DE CARATERIZAÇÃO II. 1.10 FEVEREIRO DE 2015 Fevereiro de 2015 >> ii ÍNDICE 1. PROTEÇÃO CIVIL 1 2. 3 2.1 ONDAS DE CALOR 3 2.2 VAGAS DE FRIO 4 2.3 SECAS 5 2.4 NEVÕES 6 2.5

Leia mais

FLORESTA SEGURA SINTRA,

FLORESTA SEGURA SINTRA, P R O G R A M A P I L O T O FLORESTA SEGURA SINTRA, 26.06.2013 1 Sessão Boas vindas; Descrição geral do projeto; Apresentação de resultados; Apresentação de propostas de melhorias; Próximos passos. 2 3

Leia mais

Relatório de Monitorização do Regime de Fruta Escolar. Ano lectivo 2010/2011

Relatório de Monitorização do Regime de Fruta Escolar. Ano lectivo 2010/2011 Relatório de Monitorização do Regime de Fruta Escolar Ano lectivo 2010/2011 Apreciação Geral A aplicação do Regime de Fruta Escolar (RFE) em Portugal tem os seguintes objectivos gerais: Saúde Pública:

Leia mais

FERNANDA ROTEIRO DE ESTUDOS DE RECUPERAÇÃO E REVISÃO

FERNANDA ROTEIRO DE ESTUDOS DE RECUPERAÇÃO E REVISÃO Aluno (a): Disciplina GEOGRAFIA Curso Professor ENSINO MÉDIO FERNANDA ROTEIRO DE ESTUDOS DE RECUPERAÇÃO E REVISÃO Série 1ª SÉRIE Número: 1 - Conteúdo: Domínios morfoclimáticos - estudar as interrelações

Leia mais

Nome Nº Turma Nome Nº Turma Nome Nº Turma Nome Nº Turma Nome Nº Turma

Nome Nº Turma Nome Nº Turma Nome Nº Turma Nome Nº Turma Nome Nº Turma DISCIPLINA DE GEOGRAFIA 7º ANO TRABALHO DE GRUPO HYPERPAISAGENS PROFESSORA: CRISTINA CÂMARA ANO LECTIVO 2002/03 FOTOGRAFIA AÉREA (1 E 2) A Fotografia Aérea é: a) Uma fotografia digital, tirada na vertical

Leia mais

CARTOGRAFIA DE RISCO DE INCÊNDIO NO PARQUE NACIONAL DA PENEDA-GERÊS E GESTÃO ADEQUADA DOS RECURSOS FLORESTAIS E SISTEMAS NATURAIS

CARTOGRAFIA DE RISCO DE INCÊNDIO NO PARQUE NACIONAL DA PENEDA-GERÊS E GESTÃO ADEQUADA DOS RECURSOS FLORESTAIS E SISTEMAS NATURAIS CARTOGRAFIA DE RISCO DE INCÊNDIO NO PARQUE NACIONAL DA PENEDA-GERÊS E GESTÃO ADEQUADA DOS RECURSOS FLORESTAIS E SISTEMAS NATURAIS Ana M. P. Fernandes Fontes 1 (pnpg.fontesa@icn.pt), António José Bento

Leia mais

Revisão do Plano Diretor Municipal de Carrazeda de Ansiães Fase 4 Plano Diretor Municipal Volume III Programa de Execução

Revisão do Plano Diretor Municipal de Carrazeda de Ansiães Fase 4 Plano Diretor Municipal Volume III Programa de Execução Revisão do Plano Diretor Municipal de Carrazeda de Ansiães Fase 4 Plano Diretor Municipal Volume III Programa de Execução Janeiro 2015 E17093 RR - Planning, Lda. Av. Gomes Freire, n.º 18 2760 066 Caxias

Leia mais

O que é a DESERTIFICAÇÃO?

O que é a DESERTIFICAÇÃO? Maria José Roxo Pedro Cortesão Casimiro Tiago Miguel Sousa O que é a DESERTIFICAÇÃO? Projecto DesertLinks Framework 5 União Europeia Geografia e Planeamento Regional Faculdade de Ciências Sociais e Humanas

Leia mais

Profª: Sabrine V. Welzel

Profª: Sabrine V. Welzel Geografia 6 Ano Águas Continentais e Oceânicas 1 - Observe a imagem a seguir e explique com suas palavras sobre o que se trata: 2 Complete os espaços em branco com palavras abaixo destacadas: Solos subterrâneas

Leia mais

Município de Oliveira do Hospital

Município de Oliveira do Hospital 2º Prémio do Concurso Municipal de Ideias de Negócio A.H. - André Henriques - Saúde e Formação, Unipessoal, Lda 510208525 10.000,00 22-01-2013 "Empreender +" - Edição 2012 ADEPTOLIVA 504739980 15.000,00

Leia mais

Situações de emergência de incêndio na FEUP

Situações de emergência de incêndio na FEUP RELATÓRIO Situações de emergência de incêndio na FEUP MIEEC - ELE305 Hugo Ribeiro (090503141) Jorge Corujas (090503045) Mafalda Machado (090503057) Ricardo Coelho (090503084) Sérgio Moreira (090503125)

Leia mais

1. Introdução. Ao nível dos diplomas complementares destaca-se:

1. Introdução. Ao nível dos diplomas complementares destaca-se: ÍNDICE 1. Introdução 3 2. Organograma 7 3. Caracterização Global do Efectivo 9 4. Emprego 10 5. Estrutura Etária do Efectivo 13 6. Antiguidade 14 7. Trabalhadores Estrangeiros 15 8. Trabalhadores Deficientes

Leia mais

Em termos conceptuais, a operação de

Em termos conceptuais, a operação de 40 Fiscalidade Este artigo versa sobre o enquadramento em sede de IVA da prestação de transporte de bens e surge com o objectivo de compilar e esquematizar as diversas normas relativas ao tema. Espera-se,

Leia mais

CRÉDITO À HABITAÇÃO ENDIVIDAMENTO E INCUMPRIMENTO EM PORTUGAL

CRÉDITO À HABITAÇÃO ENDIVIDAMENTO E INCUMPRIMENTO EM PORTUGAL CRÉDITO À HABITAÇÃO ENDIVIDAMENTO E INCUMPRIMENTO EM PORTUGAL CENTRO DE ESTUDOS SOCIAIS DA FACULDADE DE ECONOMIA DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA Fevereiro de 2002 1 1. Crédito à habitação 1.1. Crédito à habitação

Leia mais

PORTUCEL SOPORCEL. INVESTIGAÇÃO NAS ÁREAS DA FLORESTA E DO PAPEL Uma renovação de raiz EMPRESA

PORTUCEL SOPORCEL. INVESTIGAÇÃO NAS ÁREAS DA FLORESTA E DO PAPEL Uma renovação de raiz EMPRESA PORTUCEL SOPORCEL INVESTIGAÇÃO NAS ÁREAS DA FLORESTA E DO PAPEL Uma renovação de raiz EMPRESA Com uma posição de grande relevo no mercado internacional de pasta e papel, o Grupo Portucel Soporcel é uma

Leia mais

OS SISTEMAS DE INFORMATICA EMBARCADA COMO APOIO À GESTÃO DO SISTEMA RODOVIÁRIO E À ASSISTÊNCIA AOS UTENTES NA ESTRADA

OS SISTEMAS DE INFORMATICA EMBARCADA COMO APOIO À GESTÃO DO SISTEMA RODOVIÁRIO E À ASSISTÊNCIA AOS UTENTES NA ESTRADA OS SISTEMAS DE INFORMATICA EMBARCADA COMO APOIO À GESTÃO DO SISTEMA RODOVIÁRIO E À ASSISTÊNCIA AOS UTENTES NA ESTRADA DOLORES TORRES GESTORA DE PRODUTO TECMIC, SA. RESUMO Existem em Portugal várias soluções

Leia mais

Desenvolvimento Sustentável para controlo da população humana.

Desenvolvimento Sustentável para controlo da população humana. Desenvolvimento Sustentável para controlo da população humana. O aumento da população humana é frequentemente citado como a principal causa de problemas para o planeta. De facto a humanidade está a crescer

Leia mais

DIREÇÃO DE SERVIÇOS DA REGIÃO ALGARVE Agrupamento de Escolas José Belchior Viegas (Sede: Escola Secundária José Belchior Viegas)

DIREÇÃO DE SERVIÇOS DA REGIÃO ALGARVE Agrupamento de Escolas José Belchior Viegas (Sede: Escola Secundária José Belchior Viegas) DIREÇÃO DE SERVIÇOS DA REGIÃO ALGARVE Agrupamento de Escolas José Belchior Viegas (Sede: Escola Secundária José Belchior Viegas) PLANIFICAÇÃO ANUAL 2015 / 2016 Área Curricular: ESTUDO DO MEIO - 4º ANO

Leia mais

Questões Climáticas e Água

Questões Climáticas e Água Questões Climáticas e Água Material de apoio para Monitoria 1. (UNICAMP-2012) O mapa abaixo indica a ocorrência de queda de neve na América do Sul. Observe o mapa e responda às questões. a) Que fatores

Leia mais

Realidades e Perspectivas da Fileira Florestal de Cabo Verde

Realidades e Perspectivas da Fileira Florestal de Cabo Verde República de Cabo Verde Realidades e Perspectivas da Fileira Florestal de Cabo Verde I Congresso de Engenheiros de Língua Portuguesa A Engenharia como Fator Decisivo no Processo de Desenvolvimento LISBOA

Leia mais

SERVIÇO ESTAFETAS - 2013

SERVIÇO ESTAFETAS - 2013 SERVIÇO ESTAFETAS - 2013 A VIADIRECTA nasceu de um projecto universitário do Instituto Superior de Comunicação Empresarial, e é formada por dois licenciados da referida Universidade e por dois profissionais

Leia mais

ECONOMIA C E ÁREA DE PROJECTO

ECONOMIA C E ÁREA DE PROJECTO ESCOLA SECUNDÁRIA DE CANEÇAS ECONOMIA C E ÁREA DE PROJECTO SEGURANÇA SOCIAL A DESPESA DA POBREZA Bruno Simões, nº 6 12º D David Figueira, nº 9-12º D Fábio Vilela, nº 13 12º D Professores: Ana Rita Castro

Leia mais

Evolução da Agricultura Portuguesa no Período 1989/2010. Análise de Indicadores Relevantes.

Evolução da Agricultura Portuguesa no Período 1989/2010. Análise de Indicadores Relevantes. Evolução da Agricultura Portuguesa no Período 1989/2010. Análise de Indicadores Relevantes. Deolinda Alberto 1, José Pedro Fragoso Almeida 2 1 Professor Adjunto, Escola Superior Agrária de Castelo Branco,

Leia mais

Geografia - Clima e formações vegetais

Geografia - Clima e formações vegetais Geografia - Clima e formações vegetais O MEIO NATURAL Clima e formações vegetais 1. Estado do tempo e clima O que é a atmosfera? A atmosfera é a camada gasosa que envolve a Terra e permite a manutenção

Leia mais

VEGETAÇÃO. Página 1 com Prof. Giba

VEGETAÇÃO. Página 1 com Prof. Giba VEGETAÇÃO As formações vegetais são tipos de vegetação, facilmente identificáveis, que dominam extensas áreas. É o elemento mais evidente na classificação dos ecossistemas e biomas, o que torna importante

Leia mais

A Paisagem Monumental de Loriga

A Paisagem Monumental de Loriga A Paisagem Monumental de Loriga Valor Patrimonial, Ambiental e Cultural Que Futuro? Localização Principais linhas de água e de escoamento de ar frio Área de Paisagem intensamente humanizada Corte fito-climacico

Leia mais

QUALIDADE DE SERVIÇO DE NATUREZA TÉCNICA NO SECTOR ELÉCTRICO

QUALIDADE DE SERVIÇO DE NATUREZA TÉCNICA NO SECTOR ELÉCTRICO QUALIDADE DE SERVIÇO TÉCNICA A qualidade de serviço de natureza técnica no sector eléctrico está associada à análise dos seguintes aspectos: Fiabilidade do fornecimento da energia eléctrica (continuidade

Leia mais

Primeiro Fundo Floresta Atlântica

Primeiro Fundo Floresta Atlântica Primeiro Fundo Floresta Atlântica Dezembro.2011 www.floresta-atlantica.pt CONFIDENCIAL Primeiro Fundo Floresta Atlântica Fundo Especial de Investimento Imobiliário Florestal Fechado CONFIDENCIAL 2 Sinopse

Leia mais

Norma Nr.016 / 1999 de 29/12 REVOGA AS NORMAS N.º 10/96-R E N.º 11/97-R

Norma Nr.016 / 1999 de 29/12 REVOGA AS NORMAS N.º 10/96-R E N.º 11/97-R Norma Nr.016 / 1999 de 29/12 REVOGA AS NORMAS N.º 10/96-R E N.º 11/97-R AVALIAÇÃO DOS TERRENOS E EDIFÍCIOS DAS EMPRESAS DE SEGUROS E DOS FUNDOS DE PENSÕES Considerando que, de acordo com a regulamentação

Leia mais

AVALIAÇÃO DA SITUAÇÃO TOPOGRÁFICA DOS VINHEDOS NO VALE DOS VINHEDOS, RIO GRANDE DO SUL, BRASIL

AVALIAÇÃO DA SITUAÇÃO TOPOGRÁFICA DOS VINHEDOS NO VALE DOS VINHEDOS, RIO GRANDE DO SUL, BRASIL AVALIAÇÃO DA SITUAÇÃO TOPOGRÁFICA DOS VINHEDOS NO VALE DOS VINHEDOS, RIO GRANDE DO SUL, BRASIL ELISEU WEBER, ELIANA CASCO SARMENTO, HEINRICH HASENACK Universidade Federal do Rio Grande do Sul, eweber@portoweb.com.br

Leia mais

A distribuição da população mundial

A distribuição da população mundial A distribuição da população mundial Trabalho que pode ser visualizado na página da Internet: www.geografiafixe.com.sapo.pt Professor: José Maia Distribuição da população Quais são as principais razões

Leia mais

região madeira acaporama adrama madeira leste e porto santo madeira norte e oeste projetos leader 122

região madeira acaporama adrama madeira leste e porto santo madeira norte e oeste projetos leader 122 TERRITÓRIO região madeira madeira leste e porto santo acaporama 124 madeira norte e oeste adrama 126 projetos leader 122 minha terra 123 acaporama território madeira leste e porto santo www.acaporama.org

Leia mais

MUNICÍPIO DE CONDEIXA-A-NOVA REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE LOTES DA ZONA INDUSTRIAL LIGEIRA

MUNICÍPIO DE CONDEIXA-A-NOVA REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE LOTES DA ZONA INDUSTRIAL LIGEIRA NOTA JUSTIFICATIVA 1º-O presente Regulamento, tem como principal objectivo compilar as alterações a que a versão inicial foi sujeita e expurgá-lo de algumas dificuldades de leitura e interpretação que

Leia mais

Humidade do combustível em tipos florestais contíguos. Anabela Borges da Eira

Humidade do combustível em tipos florestais contíguos. Anabela Borges da Eira Humidade do combustível em tipos florestais contíguos Anabela Borges da Eira Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro Vila Real, 2008 Humidade do Combustível Morto em Tipos Florestais Contíguos 1 Trabalho

Leia mais