Perguntas & Respostas. Ferramenta de Benchmarking hospitais EPE e PPP

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1 Ferramenta de Primeiro Semestre de 2013 Desde setembro de 2011, o processo de contínua disponibilização de informação tem permitido um maior conhecimento do desempenho das instituições hospitalares do Serviço Nacional de Saúde (SNS) por parte dos cidadãos e das comunidades, bem como reforçar os mecanismos de transparência e de responsabilização da gestão, da prestação e do consumo de cuidados de saúde. O ano de 2013 é marcado pela disponibilização de dados de benchmarking trimestrais e a publicação de um relatório anual de benchmarking, baseados no modelo proposto pela Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), que permite comparar o desempenho das instituições, identificar as melhores práticas e aumentar a transparência e partilha de informação com a comunidade, numa perspetiva de construção do mercado público de prestadores de cuidados de saúde. Tendo sido divulgado o Relatório de Benchmarking referente ao ano de 2012, a ACSS disponibiliza agora em formato web uma ferramenta acessível através da internet que permitirá comparar o desempenho entre instituições de uma dinâmica e mais atrativa. Perguntas O que é o benchmarking hospitalar?... 2 Quais são os objetivos do benchmarking hospitalar?... 2 Qual é a diferença entre o Relatório Anual de Benchmarking e a ferramenta benchmarking?... 2 O benchmarking pretende criar um ranking das instituições?... 2 O que é e quais são os objetivos do planeamento estratégico das instituições hospitalares do SNS?... 2 Como é avaliada a execução do Plano Estratégico?... 3 Quais são as instituições analisadas pelo benchmarking hospitalar?... 3 Porquê agrupar os hospitais em grupos distintos?... 3 Qual é a periodicidade do relatório de benchmarking hospitalar?... 3 O que é o doente-padrão?... 4 Quais são as dimensões de avaliação analisadas no relatório de benchmarking hospitalar?... 4 Que indicadores são analisados na dimensão acesso?... 4 Que indicadores são analisados na dimensão qualidade?... 4 Que indicadores são analisados na dimensão produtividade?... 5 Que indicadores são analisados na dimensão económica?... 6 É expectável que todas as instituições atinjam os montantes de redução da despesa potencial identificados?

2 A ACSS publica mensalmente, desde setembro de 2011, relatórios de desempenho (tableaux de bord) por instituição hospitalar do SNS. Os relatórios trimestrais de benchmarking substituem estes quadros de monitorização mensal?... 7 O que é o benchmarking hospitalar? O benchmarking é um instrumento que compara o desempenho das várias instituições hospitalares do Serviço Nacional de Saúde, permitindo identificar as melhores práticas e potenciais de melhoria. Quais são os objetivos do benchmarking hospitalar? A flexibilidade dos modelos de gestão exige mecanismos de comparabilidade entre as instituições, de forma a explicar as diferenças de acesso, qualidade, produtividade e desempenho económico-financeiro, avaliar o potencial de melhoria de cada instituição em cada uma das suas principais áreas de atuação, bem como identificar alavancas operacionais de gestão corrente, melhores práticas e programas transversais a lançar no breve prazo para capturar potencial de melhoria identificado. Desta forma, o processo de benchmarking entre os hospitais do Setor Empresarial do Estado e hospitais em regime de Parceria Público-Privada do SNS tem como objetivo fundamental melhorar a qualidade e acesso do serviço prestado aos utentes e, simultaneamente, identificar aspetos particularmente relevantes em termos de melhoria do desempenho económico-financeiro das instituições. A nível de médio prazo, o relatório pretende apoiar os hospitais e as ARS no desenvolvimento do planeamento estratégico em curso. Qual é a diferença entre o Relatório Anual de Benchmarking e a ferramenta benchmarking? A nova ferramenta de benchmarking permite aos utilizadores observar tendências longitudinais mensais, possibilitando um acompanhamento mais tempestivo e melhorar a comparabilidade entre instituições. Contudo, os dados disponibilizados ao trimestre são parciais e estão sujeitos a alterações. Estamos certos que este novo atributo colocará maior ênfase na qualidade do reporte mensal de dados e constituirá uma ferramenta relevante na gestão de cada instituição e da rede hospitalar. É nosso objetivo que os dados disponíveis ao público sejam atualizados e aperfeiçoados ao longo do ano. No final de cada ano, a ACSS produzirá um relatório nacional de benchmarking para todas as instituições hospitalares do SNS que permitirá avaliar o desempenho de cada instituição face ao encerramento do ano. O benchmarking pretende criar um ranking das instituições? Não. O relatório compara as instituições em diferentes dimensões e identifica, para cada grupo de hospitais, a instituição com o melhor comportamento. O relatório visa explicar as diferenças ao nível do desempenho, avaliar o potencial de melhoria, identificar alavancas operacionais de gestão corrente, melhores práticas e, ainda, programas transversais a lançar no breve prazo para capturar potencial de melhoria identificado. O que é e quais são os objetivos do planeamento estratégico das instituições hospitalares do SNS? 2

3 O processo de planeamento estratégico em curso nas instituições hospitalares do SNS assenta num instrumento estruturado que permite ao conselho de administração planear e gerir a atividade do hospital, definindo metas para alcançar a viabilidade sustentada. Este instrumento consiste num plano estratégico trianual, com horizonte rolante, incluindo a definição de objetivos estratégicos, principais linhas de ação, plano de investimentos, mapa de pessoal e projeções económico-financeiras para o período, bem como a explicitação dos ganhos de eficiência e de produtividade que permitam garantir a sustentabilidade a médio prazo da unidade hospitalar. O plano estratégico tem por base o conhecimento no terreno, sendo um processo bottom-up iniciado com o planeamento das entidades e depois enquadrado pelas Administrações Regionais de Saúde, de forma a criar um padrão de oferta regional consistente, e pela ACSS ao nível da coerência e prioridades nacionais. O plano estratégico é aprovado pela tutela consubstanciando-se num compromisso bilateral, através do qual se acorda a natureza e volume de esforços de melhoria e de investimentos que se prevê realizar. Como é avaliada a execução do Plano Estratégico? A execução do plano estratégico é avaliada anualmente a nível regional, pela respetiva ARS, e ao nível nacional, pela Administração Central do Sistema de Saúde. O incumprimento do Plano Estratégico coloca em risco o Contrato de Gestão entre o Ministério da Saúde e cada Conselho de Administração. Quais são as instituições analisadas pelo benchmarking hospitalar? O exercício agora apresentado baseia-se nos dados reportados pelas instituições referindo-se ao período de atividade entre janeiro e junho de 2013, tendo-se analisado apenas as entidades hospitalares (43) pertencentes ao setor empresarial do estado (39) e em regime de parceria público privada (4). Algumas instituições são excluídas da avaliação em alguns indicadores por não cumprirem os critérios de reporte e qualidade de dados. Porquê agrupar os hospitais em grupos distintos? Os hospitais são avaliados em cinco grupos homogéneos determinados com recurso a clustering hierárquico após estandardização de variáveis com capacidade explicativa dos custos seguida de Análise de Componentes Principais. Não pretendendo ser perfeito, este instrumento possibilita a comparação entre instituições similares, podendo existir instituições fronteira (entre grupos) que podem ser penalizadas no exercício. Qual é a periodicidade do relatório de benchmarking hospitalar? A ACSS irá produzir com uma periocidade anual um relatório de benchmarking podendo as entidades observar tendências longitudinais através do microsite criado para o efeito. Assim, as instituições verão os seus dados publicados ao trimestre podendo os mesmos ir sendo atualizados e aperfeiçoados ao longo do ano. O número e tipologia de indicadores terão em consideração o Plano Nacional de Saúde e aproximar-se das metodologias internacionalmente adotadas com o objetivo de comparar o desempenho dos hospitais portugueses no contexto internacional. Nesta lógica será necessário aprofundar progressivamente os indicadores de qualidade clínica assegurando-se a sua comparabilidade e fiabilidade dos dados. 3

4 O que é o doente-padrão? A eficiência de cada instituição é determinada pela relação de custos com a medida doente-padrão. O cálculo do doente padrão baseia-se na transformação da atividade hospitalar por natureza heterogénea numa unidade de produção única de forma a possibilitar o exercício de comparação entre entidades. Importa esclarecer que o cálculo de doente padrão não incorpora as especificidades particulares e toda a carteira de serviços das entidades hospitalares pelo que qualquer análise requer um aprofundamento da mesma a nível micro. Quais são as dimensões de avaliação analisadas no relatório de benchmarking hospitalar? As entidades são comparadas em quatro dimensões: (1) acesso; (2) qualidade; (3) produtividade; (4) económica. Estas quatro dimensões não são estanques, relacionando-se e influenciando-se entre si. Ou seja, um bom desempenho ao nível das dimensões acesso e qualidade terá implicações na dimensão de produtividade e económica e vice-versa. Que indicadores são analisados na dimensão acesso? A dimensão acesso analisa os indicadores (1) percentagem de consultas realizadas em tempo adequado e (2) percentagem de cirurgias realizadas em tempo adequado. Estes indicadores referem-se à percentagem de consultas e cirurgias programadas que são realizadas dentro dos tempos máximo de resposta garantidos que estão dependentes do nível de prioridade definido clinicamente. Os tempos máximos de resposta garantida estão definidos pela Portaria n.º 1529/2008, de 26 de dezembro. Os tempos máximos de resposta garantida para cirurgia variam entre 72 horas (Prioridade «de nível 4») e 270 dias (prioridade normal) após indicação cirúrgica. Importa destacar que as cirurgias urgentes têm resposta imediata não sendo consideradas neste âmbito. De igual forma, os tempos máximos de resposta garantida para consulta externa variam entre imediato (admissão serviço de urgência hospitalar ou serviço de atendimento não programado hospitalar - Prioridade «de nível 4» - doença oncológica) e 150 dias (prioridade normal) após pedido de consulta pelo médico de família. Até 2016, a ACSS estima que as unidades hospitalares assegurem a cerca de 94% dos doentes a realização de consulta em tempo adequado em 2016 e que o aumento da atividade cirúrgica permita que, em 2016, todos os doentes tenham pleno acesso a cirurgia em tempo adequado. Que indicadores são analisados na dimensão qualidade? A dimensão qualidade analisa os indicadores: (1) percentagem de cirurgias realizadas em ambulatório no total de cirurgias ambulatorizáveis (GDH), (2) percentagem de reinternamentos em 30 dias, (3) percentagem de internamentos com demora superior a 30 dias, (4) percentagem de partos por cesariana e (5) percentagem de fraturas da anca com cirurgia realizada nas primeiras 48h. A percentagem de cirurgias realizadas em ambulatório no total de cirurgias ambulatorizáveis (GDH) refere-se apenas aos procedimentos cirúrgicos passíveis de ser realizado em ambulatório excluindo-se portanto as cirurgias que exigem exclusivamente cirurgia convencional. A cirurgia de ambulatório permite que se consigam vários 4

5 benefícios para o doente e para os serviços de saúde. O doente pode estar junto da família, a qual tem um papel ativo e fundamental neste regime, possibilitando para o doente uma menor incidência de infeções adquiridas em meio hospitalar e, por isso, menor risco de algumas complicações, benefícios sociofamiliares, económicos e psicológicos para o doente, e uma mais rápida reintegração socioprofissional do doente. A percentagem de reinternamentos em 30 dias refere-se aos doentes que após alta hospitalar são reinternados num período de 30 dias independentemente da causa (indicador da OCDE). A este nível, Portugal apresenta excelentes resultados a nível internacional. Este indicador será afinado no futuro para reinternamentos relacionados clinicamente com o episódio de internamento prévio. Este indicador está dependente de múltipla causalidade entre as quais a gravidade e agravamento da situação clínica e o apoio extra-hospitalar. É expetável que instituições com maior nível de diferenciação apresentam valores mais elevados neste indicador. A percentagem de internamentos com demora superior a 30 dias refere-se ao número de doentes cujo episódio de internamento ultrapassou os 30 dias. Os episódios de internamento com demora superior a 30 dias têm uma causalidade múltipla, podendo estar associados a várias complicações entre as quais uma maior incidência de infeções adquiridas em meio hospitalar. É expetável que instituições com maior nível de diferenciação apresentam valores mais elevados neste indicador. A percentagem de partos por cesarianas retrata o número de partos que são realizados com recurso a cesariana. A realização de cesarianas sem necessidade clínica acarreta riscos acrescidos para a mãe e para o feto. Neste contexto, todas as instituições hospitalares devem assegurar quem, em 2016, as taxas de cesarianas sejam inferiores a 25% (meta da Organização Mundial de Saúde). É expetável que instituições com maior nível de diferenciação apresentam valores mais elevados neste indicador. O tempo de tratamento para doentes com fraturas da anca continua a ser um dos maiores desafios para os sistemas de saúde, necessitando de uma elevada coordenação multidisciplinar. No passado, foi dada baixa prioridade a esta matéria pelos sistemas hospitalares. Reconhece-se que não é apenas importante o tempo para a realização da cirurgia, mas também a estabilização clínica do doente e a preparação anestésica. Um sistema hospitalar para responder com eficácia a este estado clínico deve estar configurado com elevada flexibilidade. Existem motivos fundamentados para a realização da cirurgia para além das 48h. Muitos doentes apresentam comorbilidades sendo inevitável adiar a intervenção cirúrgica. No entanto, a maioria destas comorbilidades podem ser controladas nas primeiras 48h possibilitando a realização da cirurgia. Assim, é comummente aceite que a cirurgia precoce e adequada para fratura da anca é a forma mais eficaz de alívio da dor, acelerando a recuperação e reduzindo complicações. Que indicadores são analisados na dimensão produtividade? A dimensão produtividade analisa os indicadores: (1) Demora Média, (2) Taxa anual de ocupação em internamento; (3) Doentes padrão/ Médicos Equivalente em Tempo Completo (ETC), (4) Doentes padrão/ Enfermeiros ETC e (5) Demora média antes de cirurgia. 5

6 A demora média exprime o número médio de dias de internamento por doente saído de um estabelecimento de saúde num período. É obtido pela divisão do número de dias de internamento num período pelo número de doentes saídos do estabelecimento de saúde, no mesmo período. Este indicador é um dos indicadores clássicos de avaliação da efetividade e eficiência das instituições hospitalares. É expetável que instituições com maior nível de diferenciação apresentam valores mais elevados neste indicador. Até 2016, é imperativo assegurar uma redução da demora média de internamento para 6,5 dias nas instituições do grupo B e C. Neste indicador é apresentado um indicador de demora média esperada calculado pela IASIST para a atividade realizada em Os valores esperados apresentados consideram o comportamento das instituições com melhor desempenho a nível da Península Ibérica. Assim, é dada a indicação do número de dias a reduzir em condições ideais para cada instituição hospitalar. Este indicador está dependente de vários fatores de gestão clínica interna (responsabilidade direta de cada instituição) e a resposta extra-hospitalar (responsabilidade sistémica). A taxa anual de ocupação em internamento estabelece a relação percentual entre o total de dias de internamento no ano e a capacidade do estabelecimento (a capacidade é o total global de dias disponíveis ou seja a lotação praticada x 365 dias). Genericamente considera-se que é atingida uma utilização adequada das camas de agudos sempre que a taxa de ocupação esteja compreendida entre os 75% e os 85%. Este indicador é interdependente com a demora média. Os indicadores Doentes padrão/ Médicos Equivalente em Tempo Completo (ETC) e (4) Doentes padrão/ Enfermeiros ETC correspondem à relação entre o nível de atividade realizada e a normalização do número de horas médicas e de enfermagem disponíveis. O número de ETC é calculado somando o número de horas/semana de indivíduos com vínculo à instituição dividindo-se este valor por 35 horas (tempo completo). Os dados apresentados devem ser lidos com muita cautela dada a falta de consistência entre entidades hospitalares. Apesar da fragilidade dos dados apresentados, a contínua disponibilização destes indicadores permitirá uma maior fiabilidade do mesmo e um acrescido suporte à gestão de cada unidade hospitalar em matéria de recursos humanos. Como consequência destes indicadores estabelecem-se tendências de necessidade de ajustamento de horas ou aumento de produtividade para os recursos existentes. Que indicadores são analisados na dimensão económica? A dimensão económica analisa os indicadores: (1) Custos Operacionais por Doente Padrão, (2) Custos com Pessoal por Doente Padrão, (3) Custos ajustados com pessoal por Doente Padrão, (4) Custos com Material Consumo Clínico por Doente Padrão, (5) Custos com Produtos Farmacêuticos por Doente Padrão e (6) Fornecimento de Serviços Externos por Doente Padrão. Adicionalmente, estes indicadores são complementados por percentagem dos custos com horas extraordinárias e suplementos, percentagem dos custos com prestações de serviços. O indicador custos operacionais por Doente Padrão é uma medida global de eficiência que relaciona os custos da instituição com a atividade realizada. Importa destacar que apesar das instituições estarem em agrupamentos homogéneos, dentro de cada grupo as instituições não apresentam a mesma carteira de serviços nem as mesmas obrigações em dispensa de medicamento em farmácia hospitalar (o cálculo de doente padrão ainda não incorpora parte da dispensa obrigatória de medicamentos em farmácia hospitalar). Assim, são analisadas com maior 6

7 refinamento as restantes rúbricas de custos que explicam o comportamento neste indicador genérico: custos com pessoal, custos com material de consumo clínico, custos com produtos farmacêuticos e custos com fornecimento de serviços externos. Para cada área é possível, ao considerarmos os hospitais com melhor comportamento de cada grupo, estimar um potencial para a redução de custos para cada instituição e para a região de saúde respetiva. As poupanças estimadas para cada área de custos são indicativas e não são cumulativas, refletindo apenas o posicionamento de cada instituição face à instituição mais eficiente do grupo. Assim, não é expetável que todas instituições atinjam de igual forma os níveis de poupança propostos. Os indicadores custos e custos ajustados com Pessoal por Doente Padrão estabelecem a relação entre os custos com recursos humanos e a atividade realizada pela instituição. O indicador custos com Pessoal por Doente Padrão considera apenas a responsabilidade direta com pessoal e o indicador custos ajustados com Pessoal por doente Padrão considera ainda os honorários e serviços técnicos de recursos humanos (Fornecimento e Serviços Externos). Os resultados destes indicadores estão dependentes de vários fatores que podem ser melhor analisados através dos indicadores: percentagem dos custos com horas extraordinárias e suplementos e percentagem dos custos com prestações de serviços. Ao nível de gestão de recursos humanos e qualidade da prestação de cuidados de saúde é reconhecidamente considerado que o recurso a horas extraordinárias e prestação de serviços deve ser reduzido ao estritamente indispensável. Os custos com pessoal por doente padrão dependem ainda da externalização (outsourcing) de serviços que genericamente tem apresentado várias mais-valias na gestão hospitalar induzindo uma maior eficiência da gestão (contabilisticamente os custos inerentes à externalização estão refletidos no fornecimento de serviços externos). É expectável que todas as instituições atinjam os montantes de redução da despesa potencial identificados? Os valores apresentados na dimensão económica representam uma poupança potencial considerando o desempenho da instituição mais eficiente do grupo hospitalar. Importa destacar que apesar das instituições estarem em agrupamentos homogéneos, dentro de cada grupo as instituições não apresentam a mesma carteira de serviços nem as mesmas obrigações em dispensa de medicamento em farmácia hospitalar. As poupanças estimadas para cada área de custos são indicativas e não são cumulativas, refletindo apenas o posicionamento de cada instituição face à instituição mais eficiente do grupo. Assim, não é expetável que todas instituições atinjam de igual forma os níveis de poupança propostos. A ACSS publica mensalmente, desde setembro de 2011, relatórios de desempenho (tableaux de bord) por instituição hospitalar do SNS. Os relatórios trimestrais de benchmarking substituem estes quadros de monitorização mensal? No cumprimento do Despacho n.º 11374/2011, do Senhor Secretário de Estado da Saúde, a ACSS publica mensalmente quadros de monitorização mensal do SNS. Este instrumento tem demonstrado a sua mais-valia a vários níveis. A disponibilização de dados trimestrais de benchmarking tem objetivos distintos e não substituem a publicação dos quadros de monitorização mensal. A prazo, os quadros de monitorização mensal serão incluídos no microsite de monitorização do Serviço Nacional de Saúde. 7

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