INFORME ECONÔMICO 2 de dezembro de 2016

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1 mar-11 jun-11 set-11 dez-11 mar-12 jun-12 set-12 dez-12 mar-13 jun-13 set-13 dez-13 mar-14 jun-14 set-14 dez-14 mar-15 jun-15 set-15 dez-15 mar-16 jun-16 set-16 dez III 2002.II 2003.I 2003.IV 2004.III 2005.II 2006.I 2006.IV 2007.III 2008.II 2009.I 2009.IV 2010.III 2011.II 2012.I 2012.IV 2013.III 2014.II 2015.I 2015.IV 2016.III RESENHA SEMANAL E PERSPECTIVAS No Brasil, a expectativa de recuperação da atividade é adiada. Nos Estados Unidos, mercado de trabalho segue melhorando. No Brasil, a economia registrou forte contração no terceiro trimestre e indica que o cenário de recuperação deverá ser mais lento. O PIB do terceiro trimestre contraiu 0,8% na margem e ficou ligeiramente abaixo das expectativas e da nossa projeção de queda de 0,9%, na mesma base comparação. A indústria contraiu 1,3% na margem, com destaque para a indústria de transformação e construção civil, que recuaram 2,1% e 1,7%, respectivamente. Por outro lado, a indústria extrativa mineral cresceu 3,8% no terceiro trimestre com a recuperação da produção de petróleo e minério de ferro. O setor de serviços teve uma contração 0,6% na margem, e foi um resultado um pouco melhor que do esperado devido ao crescimento de serviços de informação e à menor queda das atividade ligadas ao governo (educação e saúde). O consumo seguiu contraindo no trimestre e recuou 0,6%, na margem, o que representa uma sequência de sete trimestres negativos. Os investimentos também tiveram uma reversão da ligeira melhora do segundo trimestre, e recuaram 2,4% na margem, após alta de 0,4%, no trimestre anterior. Com essa nova queda, a taxa de investimento (formação bruta de capital físico) recuou para 16,7% do PIB, o menor patamar desde o segundo trimestre de Esse é um desafio adicional de médio prazo para o cenário de atividade, pois a economia tem diminuído o estoque líquido de capital, pois o investimento tem sido abaixo da taxa de depreciação. Nossa expectativa de recuperação da atividade foi adiada após a divulgação do resultado do PIB do terceiro trimestre, e revisamos nossa projeção de crescimento para 2017 de 0,7% para 0,2%, o que implica em crescimento na margem somente a partir do segundo trimestre de 2017, postergando a recuperação em um trimestre em relação ao cenário anterior. Para o quarto trimestre desse ano, a nossa expectativa é nova contração de 0,3%, na comparação trimestral. 3,0 2,0 1,0 0,0-1,0-2,0-3,0 0,7 Fonte: IBGE, BRAM 1,6 Brasil - PIB T/T (%) - dessazonalizado 0,2-0,1 2,3 0,4 0,0 0,7-1,3 0,1 0,2-0,9-2,3-0,5-0,4-0,3-0,8-1,1-1,6 22% 20% 18,4% 18% 16% 14% 12% 16,8% 17,1% Brasil - FBKF/ PIB (preços correntes) 19,2% 20,6% 20,2% 19,5% 18,1% 16,7% Fonte: IBGE, BRAM A produção industrial registrou forte recuo no início do terceiro trimestre com contração em todos os segmentos. A produção industrial contraiu 1,1%, na margem, em outubro, e foi mais fraca que as expectativas e que a nossa projeção, que eram queda de 0,8% e 0,9%, respectivamente. A queda entre os setores foi disseminada, com destaque para produção de bens de capital e intermediários, que registraram contração de 2,0% e 2,2%, na mesma base de comparação. No caso da produção de bens de capital, o patamar de produção voltou para o nível de janeiro desse ano, e 1

2 Feb/06 Oct/06 Jun/07 Feb/08 Oct/08 Jun/09 Feb/10 Oct/10 Jun/11 Feb/12 Oct/12 Jun/13 Feb/14 Oct/14 Jun/15 Feb/16 Oct/16 abr-06 nov-06 jun-07 jan-08 ago-08 mar-09 out-09 mai-10 dez-10 jul-11 fev-12 set-12 abr-13 nov-13 jun-14 jan-15 ago-15 mar-16 out-16 anulou todo crescimento que o setor tinha acumulado até o final do segundo trimestre. Esse fraco desempenho de bens de capital, sinaliza que os investimentos devem seguir contraindo no quarto trimestre. Os insumos típicos da construção civil, que também são um importante indicador de investimento, contraíram 3,6% na margem em outubro. A produção de bens duráveis voltou a contrair 1,2% em outubro, após a recuperação da produção de automóveis em setembro com a normalização da produção que havia sido interrompida por problemas na cadeia de fornecedores. A produção de automóveis recuou 4,5% em outubro e anulou a alta de 4,7% em setembro, na margem. O desempenho da indústria em outubro reforça a expectativa de nova contração da atividade no quarto trimestre ,1 Fonte: IBGE Brasil - Produção Industrial dessazonalizado- média 2002=100 82,8 105,1 97,6 105,7 98,9 86,5 82, Brasil - PIM: Produção Bens Capital dessazonalizado 114,4 116,6 118,4 108,8 77,3 Fonte: IBGE, BRAM 88,5 91,3 94,4 61,1 70,9 63,5 O Banco Central reduziu a taxa Selic como esperado e sinalizou que o ritmo de cortes poderá ser alterado nas próximas reuniões. O Banco Central diminuiu a taxa Selic em 25 pontos base com esperado para 13,75% a.a. No comunicado da decisão, o Copom reconheceu que os indicadores econômicos de curto prazo frustraram as expectativas, e que as evidências sinalizam uma recuperação mais demorada e gradual. A avaliação do cenário externo foi alterada para reconhecer o aumento da incerteza após o resultado das eleições americanas, e que isso provavelmente indica o fim do interregno benigno do cenário internacional para as economias emergentes. Com relação ao ciclo de flexibilização da política monetária, o Copom retirou a menção à referencia de um ciclo total moderado, mas manteve a avaliação que deverá ser gradual. Na avaliação sobre a magnitude e a intensificação do ciclo de política monetária, o Copom destacou dois condicionantes: a recuperação da atividade economia e o comportamento do cenário externo, em especial, a taxa de câmbio. Na nossa avaliação, o reconhecimento do risco de retomada mais fraca que esperada da atividade é um sinal importante para a sinalização da aceleração do ritmo de cortes na reunião de janeiro, mas o comportamento do câmbio deverá condicionar essa decisão. Acreditamos que a continuidade da frustração dos indicadores de atividade, que deverá se manter até a próxima reunião, juntamente com a permanência da taxa de câmbio em patamar relativamente estável deverão permitir a aceleração para o ritmo de redução da taxa Selic para 50 pontos base na reunião de janeiro. Nossa expectativa é que a taxa de juros encerre 2017 em 10,5% a.a. No âmbito fiscal, influenciado por receitas extraordinárias, o setor público voltou a registrar superávit. Em outubro, o setor público registrou superávit de R$ 39,6 bilhões após déficits de R$ 26,6 bilhões em setembro e R$ 11,5 bilhões em outubro do ano passado. O resultado ficou em linha com a nossa expectativa e acima da projeção do mercado (R$ 38,7 bilhões). O resultado de outubro foi influenciado pelas receitas de extraordinárias da regulação de ativos no exterior (repatriação) que totalizou R$ 45,1 bilhões. Apesar do bom desempenho em outubro, no acumulado do ano, o setor 2

3 ago-10 dez-10 abr-11 ago-11 dez-11 abr-12 ago-12 dez-12 abr-13 ago-13 dez-13 abr-14 ago-14 dez-14 abr-15 ago-15 dez-15 abr-16 ago público registra déficit de R$ 45,9 bilhões, com o governo central apurando déficit de R$ 55,3 bilhões e os governos regionais e empresas públicas com superávit de R$ 9,4 bilhões. Nos últimos 12 meses, o setor público totalizou déficit de 2,2% do PIB, recuando de 3,1% em setembro. A dívida bruta recuou para 70,3% do PIB de 70,5% no mês anterior enquanto a dívida líquida ficou estável em 44,2% do PIB. Para os próximos meses, esperamos que setor público volte a registrar déficit influenciado principalmente por questões sazonais e pelo pagamento de despesas atrasadas. Esperamos que o setor público encerre o ano com déficit de 2,6% do PIB. 5,0% 4,0% 3,0% 2,0% 1,0% 0,0% -1,0% -2,0% -3,0% -4,0% 3,1% Fonte: BCB, BRAM Brasil - Resultado Primário (%PIB) acumulado 12 meses 4,0% 3,3% 3,7% 1,3% 2,2% 2,9% 2,2% 1,7% -2,2% -3,1% ,1 Fonte: BCB, BRAM Brasil - Dívida Líquida e Bruta (%PIB) 56,7 37,0 60,3 41,5 52,8 30,1 70,3 44,2 Dívida Líquida Dívida Bruta Nos Estados Unidos, a economia seguiu gerando empregos e a taxa de desemprego recuou em novembro. A economia americana gerou 178 mil postos de trabalho em novembro, e ficou em linha com as expectativas, que eram geração de 180 mil vagas. Com esse resultado, a média móvel de três meses ficou estável 176 mil vagas, o que é bom ritmo de abertura de vagas. A taxa de desemprego registrou forte recuo na margem de 4,9% para 4,6%, mas grande parte dessa queda deveu-se à menor procura de trabalho, o que não caracteriza melhora das condições do mercado de trabalho. A forca de trabalho recuou 226 mil e reflete as pessoas deixando de procurar emprego nesse período. A tendência provavelmente nos próximos meses será o retorno dessas pessoas, o que elevará a taxa de desemprego. Os salários também registraram menor pressão em novembro, e subiram 2,5% após alta de 2,8% em outubro. A moderação da alta de salários é uma boa noticia nesse momento, pois mostra que o risco de aceleração das pressões inflacionarias nos próximos meses é menor. Historicamente, o aumento de salários acima de 3,0% na comparação anual é um indicativo de aceleração da inflação mais à frente. Com esse resultado do mercado de trabalho, o FED deverá elevar a taxa de juros em 25 pontos base na reunião de dezembro, e manter o discurso de alta gradual da taxa de juros ao longo de Obviamente, esse cenário deverá ser reavaliado após a posse do novo presidente americano e o conhecimento da sua política econômica. 11,0% 10,0% 9,0% 8,0% 7,0% 6,0% 5,0% 4,0% 3,0% 6,1% 4,0% EUA - Desemprego (% PEA) 9,8% 4,7% 7,6% Fonte: Bloomberg, BRAM ,6% EUA - Criação de vagas mil vagas Fonte: Bloomberg, BRAM Mensal Média Móvel 3 meses 3

4 mai-13 dez-13 jul-14 fev-15 set-15 abr-16 nov-16 fev-08 set-08 abr-09 nov-09 jun-10 jan-11 ago-11 mar-12 out-12 mai-13 dez-13 jul-14 fev-15 set-15 abr-16 nov-16 jul-09 dez-09 mai-10 out-10 mar-11 ago-11 jan-12 jun-12 nov-12 abr-13 set-13 fev-14 jul-14 dez-14 mai-15 out-15 mar-16 ago-16 Na Europa, os indicadores de atividade na Zona do Euro sinalizam que a trajetória de recuperação na região segue intacta. Em novembro, o PMI da indústria ficou em 53,7 pontos, acelerando em relação ao patamar de outubro (53,5). A média preliminar do PMI no quarto trimestre é de 53,6 pontos, número compatível com um PIB crescendo 0,4%, ritmo superior ao crescimento do trimestre anterior (0,3%). A respeito da dinâmica dos preços, a prévia da inflação entre outubro e novembro acelerou de 0,5% para 0,6%, em termos anuais. O núcleo de inflação (exclui itens voláteis), por sua vez, se manteve em 0,8%, permanecendo distante da meta de 2% estipulada pelo Banco Central Europeu (BCE). Diante do quadro de incerteza política e sem diagnosticar uma tendência latente de aceleração inflacionária, o BCE deve manter sua política monetária acomodatícia nos próximos meses Zona do Euro - PMI Fonte: Markit, BRAM 53,7 3,5% 3,0% 2,5% 2,0% 1,5% 1,0% 0,5% 0,0% -0,5% -1,0% Zona do Euro - Inflação A/A (%) 0,80% 0,60% Manufatura Inflação Núcleo Fonte: Eurostat, BRAM Na China, a confiança segue melhorando e indica que os temores de desaceleração da atividade não estão se confirmando. O PMI industrial subiu de 51,2, em outubro, para 51,7 pontos, em novembro, e surpreendeu positivamente as expectativas, que esperavam recuo para 51,0 pontos. Na abertura do indicador de confiança, a melhora resultou da alta dos itens ligados à produção e às novas ordens. As novas ordens de exportação também tiveram forte alta e atingiram o maior patamar desde julho de Com relação ao componente de preços, o indicador subiu para 68,3 pontos e atingiu o maior patamar desde março de Esse comportamento dos custos indica que a reversão recente da deflação dos preços no atacado deverá se acentuar nos próximos meses, o que a principio devera ajudar a melhorar a receita e os lucros das empresas, mas representará a diminuição de uma importante força deflacionaria do cenário global. China - PMIs 58,0 56,0 54,0 52,0 50,0 56,3 55,5 PMI Industrial NBS PMI Industrial Caixin PMI Nao Industrial NBS 54,7 53,2 51,4 51,7 51,7 50,9 48,0 46,0 Fonte: Bloomberg, NBS, Caixin, BRAM 4

5 Na próxima semana, o destaque ficará por conta da publicação da ata da reunião do Copom, bem como a publicação do IPCA do mês de novembro. No Brasil, a ata da reunião do Copom será publicada na terça-feira, a expectativa é de que o Banco Central descreva de forma mais aprofundada as condições para a condução do ciclo de corte de juros nas próximas reuniões. Ainda no Brasil, haverá a divulgação do IPCA do mês de novembro na sexta-feira, para o qual esperamos alta de 0,29% em relação ao mês anterior. Pelo mundo, as atenções estarão centradas sobre a reunião do Banco Central Europeu (BCE) na quinta-feira. No domingo, ocorrerá o referendo na Itália sobre reforma política e a tendência é que a proposta seja rejeitada pela população, o que será uma derrota importante para o primeiro ministro Matteo Renzi. Nos Estados Unidos, haverá divulgação de dados preliminares de atividade referentes já ao quarto trimestre (Confiança ISM de Serviços, Encomendas de bens duráveis e Vendas no Atacado). 5

6 2-set-16 9-set set set set-16 7-out out out out-16 4-nov nov nov nov-16 2-dez ago ago-16 2-set-16 9-set set set set-16 7-out out out out-16 4-nov nov nov nov-16 2-dez-16 INDICADORES DE MERCADO 3,50 3,45 3,40 3,35 3,30 3,25 3,20 3,15 3,10 3,20 3,34 Taxa de Câmbio (BRL/USD) 3,26 3,24 3,22 3,21 3,17 3,11 3,35 3,46 14,100 14,000 13,900 13,800 13,700 13,600 Taxa de Juros (DI 2017) 14,01 13,98 13,96 13,96 13,77 13,72 13,66 Fonte: Bloomberg, BRAM 13,71 13,63 Fonte: Bloomberg, BRAM MERCADO DOMÉSTICO Nível 2-dez Semana Mês Ano Real (R$/US$) 1 3,46 1,4% -0,1% -12,6% CDS Brasil 5 anos 316 8,8 3,1-176,7 Taxa DI Jan 2017 (%) 13,63 0,00 0,00-2,24 Taxa DI Jan 2025 (%) 12,59 0,30 0,07-3,98 Taxa NTN-B 2019 (%) 6,40 0,11 0,00-0,80 Taxa NTN-B 2050 (%) 6,31 0,19 0,04-0,91 Ibovespa ,4% 1,0% 38,6% IBX ,4% 0,9% 36,1% MERCADOS INTERNACIONAIS Moedas¹ Commodities Cotação Cotação 2-dez Semana Mês Ano 2-dez Semana Mês Ano Dólar (Índice DXY) 100,69-0,8% -0,3% 2,1% CRB (US$) 420,83 0,9% 0,0% 12,3% Euro (USD/EUR) 1,07-0,8% -0,1% 1,7% CRB (R$) ,4% 0,0% 2,0% Libra (USD/GBP) 1,27-1,57% 12,0% 14,0% Petróleo BRENT (US$/bbl.) 54,09 11,3% 0,3% 26,1% Iene - Japão (JPY/USD) 113,66 0,39% -0,4% -5,5% Minério de Ferro 77,79-2,3% -0,7% 78,5% Renminbi - China (CNY/USD) 6,88-0,56% -0,1% 5,9% Ouro (US$) 1.176,82-0,6% 0,4% 10,9% Peso Chileno (CLP/USD) 671,02-1,27% -0,5% -5,3% Soja (US$/bu.) 1.032,00-1,3% 0,2% 20,0% Peso Mexicano (MXN/USD) 20,61-0,23% -0,8% 19,7% Milho (US$/bu.) 345,25-4,4% 0,8% -12,9% Peso Colombiano (COP/USD) 3.073,57-3,1% 0,0% -3,2% Trigo (US$/bu.) 400,00-4,3% 1,1% -27,6% Sol Peruano (PEN/USD) 3,41-0,3% -0,1% 0,0% Açúcar (US$/bu.) 19,08-3,8% -1,4% 20,4% Juros Bolsas 2 Cotação Cotação 2-dez Semana Mês Ano 2-dez Semana Mês Ano Libor USD 3m 0,94 0,00 0,00 0,33 S&P 500 Index 2.193,31-0,9% 0,1% 7,3% Libor EUR 3m -0,31 0,00 0,00-0,18 VIX 13,74 1,40-0,33-3,55 Título 10 anos EUA 2,38 0,02-0,07 0,11 Bolsas Europeias (MSCI) 115,48-0,4% 0,0% -6,2% Título 10 anos Alemanha 0,28 0,04-0,09-0,35 Bolsas LATAM (MSCI) ,8% 0,0% 22,0% Nikkei 225 (Japão) ,2% -0,5% -3,2% Dados atualizados às 15:30 Shangai (China) ,6% -0,9% -8,3% (1) Variações negativas significam valorização em relação ao dólar (2) Índices acionários medidos em moeda local 6

7 CALENDÁRIO E PROJEÇÕES Data Evento País Período BRAM Consenso Anterior 5/12 até 9/12 - IC-Br (M/M) Brasil Nov ,10% - IC-Br (A/A) Brasil Nov ,42% - Balança Comercial Mensal China Nov -- US$ 46,7 Bi US$ 49,1 Bi Segunda 5-dez 07:00 PMI Serviços Z. Euro Nov -- 54,10 54,10 07:00 PMI Composto Z. Euro Nov -- 54,10 54,10 08:00 Vendas no Varejo (M/M) Z. Euro Out -- 0,80% -0,20% 08:00 Vendas no Varejo (A/A) Z. Euro Out -- 1,70% 1,10% 13:00 ISM Serviços EUA Nov -- 55,30 54,80 Terça 6-dez 08:00 PIB (T/T a.s.) Z. Euro 3T -- 0,30% 0,30% 08:00 PIB AS (A/A) Z. Euro 3T -- 1,60% 1,60% 08:30 Ata do COPOM Brasil :20 Produção de Veículos Brasil Nov mil 11:20 Venda de Veículos Brasil Nov mil 13:00 Encomendas à Indústria (M/M) EUA Out -- 2,50% 0,30% 13:00 Pedidos de Bens Duráveis EUA Out -- 4,80% 4,80% 13:00 Pedidos Bens de Capital ex Defesa e Aviação EUA Out ,40% Quarta 7-dez 08:00 IGP-DI (M/M) Brasil Nov 0,06% 0,03% 0,13% Quinta 8-dez 10:45 Reunião BCE - Taxa de Juros Z. Euro ,00% 0,00% 23:30 Preços ao Consumidor - CPI (A/A) China Nov -- 2,20% 2,10% 23:30 Preços ao Produtor - PPI (A/A) China Nov -- 2,20% 1,20% Sexta 9-dez 09:00 IPCA (M/M) Brasil Nov 0,29% 0,28% 0,26% 09:00 IPCA (A/A) Brasil Nov 7,12% 7,09% 7,87% 13:00 Estoques no Atacado (M/M) EUA Out -- -0,40% -0,40% 13:00 Vendas no Atacado (M/M) EUA Out -- 0,70% 0,20% Projeções Macroeconômicas - BRAM PIB (% ao ano) 4,0% 1,9% 3,0% 0,5% -3,8% -3,5% 0,2% Taxa de Inflação - IPCA (% a.a.) 6,5% 5,8% 5,9% 6,4% 10,7% 6,6% 4,6% Taxa de Inflação - IGP-M (% a.a.) 5,1% 7,8% 5,5% 3,7% 10,5% 6,8% 4,3% Taxa Selic (final do ano) 11,00% 7,25% 10,00% 11,75% 14,25% 13,75% 10,50% CDI Acumulado no ano 11,59% 8,41% 8,06% 10,82% 13,26% 14,15% 11,60% R$/US$ média do ano 1,67 1,95 2,16 2,35 3,33 3,49 3,43 R$/US$ final do ano 1,88 2,04 2,34 2,66 3,90 3,40 3,50 cambial no ano 12,54% 8,95% 14,64% 13,39% 47,02% -12,91% 2,94% Exportações (US$ bilhões) 256,0 242,6 242,2 225,1 191,1 181,6 190,7 Importações (US$ bilhões) 226,2 223,2 239,7 229,2 171,4 135,6 148,7 Balança Comercial (US$ bilhões) 29,8 19,4 2,4-4,0 19,7 46,0 42,0 Balanço em Conta-Corrente (US$ bilhões) -52,6-54,2-81,2-90,9-40,5-13,0-26,0 Balanço em Conta-Corrente (% do PIB) -2,0-2,2-3,4-4,2-2,3-0,7-1,3 Superávit Primário (% PIB) 2,9 2,2 1,8-0,6-1,9-2,6-2,8 Dívida Líquida (% PIB) 34,5 32,3 30,6 33,1 36,0 43,2 47,0 Dívida Bruta (% PIB) 51,3 53,8 51,7 57,2 66,2 69,9 75,4 7

8 MARCELO CIRNE DE TOLEDO Economista Chefe ANA PAULA ALMEIDA ANDRE NASCIMENTO NOGGERINI DANIEL XAVIER FRANCISCO HUGO RIBAS DA COSTA JOSE LUCIANO DA SILVA COSTA MARIANNE KOMORI GEHRINGER THIAGO NEVES PEREIRA Tel.: Material produzido em 02/12/2016 às 15h00 Outras edições estão disponíveis no Site: item Informações aos Investidores / Nossa visão / Informativos de Macroeconomia. As opiniões, estimativas e previsões apresentadas neste relatório constituem o nosso julgamento e estão sujeitas a mudanças sem aviso prévio, assim como as perspectivas para os mercados financeiros, que são baseadas nas condições atuais de mercado. Acreditamos que as informações apresentadas aqui são confiáveis, mas não garantimos a sua exatidão e informamos que podem estar apresentadas de maneira resumida. Este material não tem intenção de ser uma oferta ou solicitação de compra ou venda de qualquer instrumento financeiro. BRAM - Bradesco Asset Management é a empresa responsável pela atividade de administração de recursos de terceiros do Banco Bradesco S.A. BRAM - Bradesco Asset Management - Todos os direitos reservados. 8

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