ANÁLISE DE ANOS COM ESTIAGEM NA REGIÃO DE BAGÉ/RS

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1 ANÁLISE DE ANOS COM ESTIAGEM NA REGIÃO DE BAGÉ/RS Flavio Varone 1,2,3, Simone Ferreira 2, Rita Alves 2 1 FEPAGRO Brasil - Rio Grande do Sul CEPSRM/UFRGS - Brasil - Rio Grande do Sul RESUMO Ao longo dos anos, eventos de seca afetam o desenvolvimento da Campanha no Rio Grande do Sul, prejudicando o abastecimento urbano e a área agrícola, principal fonte de renda da região. Neste trabalho, a finalidade é determinar os períodos de estiagem que ocorreram entre 1912 e 2010 na região de Bagé/RS. Para isso foi utilizada a técnica dos quantis para classificar e analisar a distribuição da precipitação anual da série de dados do INMET no município, além de verificar os anos secos e muito secos, e a taxa de retorno dos eventos. ABSTRACT Over the years, drought events affecting Região da Campanha, in Rio Grande do Sul South- West, development, affecting the urban water supply and agricultural area, region s main source of income. This work purpose is to determine drought periods that occurred between 1912 and 2010 in Bagé/RS. We used the quantiles technique to classify and analyze the annual rainfall distribution of INMET data series, in the city, to verify dry and very dry years and event s rate of return. 1. INTRODUÇÃO O município de Bagé/RS possui um histórico problema de falta de água para abastecimento urbano e irrigação de lavouras, feito por reservatórios de água da chuva. Ao longo dos anos já foram registrados vários eventos de estiagens, sendo que a população e a agropecuária já foram gravemente afetadas por longos períodos de seca. Para identificar uma situação de seca, inicialmente é necessário questionar se a precipitação anual num ano particular, num ponto especifico, é suficiente ou escasso, ao comparar a oferta (chuva) com a demanda (necessidade), Fernandez (1991). Ferreira et. al (2010) constatou uma mudança no regime de chuvas no município de Bagé. Entre os anos de 2000 e 2009 foi observado aumento do volume de chuva no mês mais seco (novembro) e diminuição no mês mais chuvoso (julho). O objetivo deste trabalho é mostrar os períodos de estiagem que ocorreram entre 1912 e 2010 na região de Bagé/RS, além de determinar a taxa de retorno dos eventos. Para isso foi utilizada a técnica dos quantis para classificar e analisar a distribuição da precipitação anual.

2 O município de Bagé/RS está localizado, segundo classificação do IBGE, na microrregião Campanha Meridional (Figura 1), e de acordo com a classificação de Köppen, o clima é do tipo Cfa (Temperado Subtropical com verões quentes sem estações de seca e chuva definidas). 2. MATERIAL E MÉTODOS Para o desenvolvimento do trabalho foram analisados os totais anuais de chuva do período compreendido de 1912 até 2010 da estação do Instituto Nacional de Meteorologia - INMET que está localizada na latitude -31,33 e na longitude -54,1 (Figura 1) e altitude de 242,31m. Para a série de dados foram calculadas as médias anuais, que posteriormente foram classificados em ordens quantílicas propostas por Pinkayan (1966, apud Xavier, 1999) para delimitar as categorias de chuva. Para cada ano foram utilizadas as ordens quantílicas p=0,15; p=0,35; p=0,65 e p=0,85 para delimitar os intervalos: muito seco (ta <Q 0,15 ), seco (Q 0,15 ta <Q 0,35 ), normal (Q 0,35 ta <Q 0,65 ), chuvoso (Q 0,65 ta <Q 0,85 ) e muito chuvoso (ta >Q 0,85 ), onde ta é o total anual de chuva. O período de retorno ou taxa de recorrência de um determinado evento de seca pode ser definido como o intervalo de tempo médio, em anos, onde um determinado valor de precipitação anual pode ser menor ou igualado pelo menos uma vez. Dessa forma, admitindo-se que a frequência de ocorrência de um evento é uma boa estimativa da probabilidade teórica temse a seguinte relação: onde: T = número de anos e P = probabilidade de ocorrência de evento igual ou superior 3. RESULTADOS Para o período entre 1912 e 2010 a média anual da precipitação pluvial em Bagé/RS é de 1413,7 mm e, em toda série, o ano com menor índice pluviométrico foi 1917, onde o volume ficou em 513,6 mm. Através da análise dos quantis, os intervalos de precipitação foram delimitados como: ta < 1051,0 - muito seco 1051,0 ta <1250,8 - seco 1250,8 ta <1521,1 - normal 1521,1 ta <1817,1 - chuvoso ta >1817,1 - muito chuvoso; onde, ta é o total anual de chuva em mm. A análise dos quantis para Bagé/RS mostrou que no período de 1912 até 2010 ocorreram 35 anos com totais de chuva anual inferiores a 1250,8 mm, que foram classificados como secos ou muito secos, o que corresponde a 36% das observações. Sendo que foram observados 20 anos

3 classificados como secos e 15 anos muito secos. Na figura 2 são apresentados os 98 anos analisados e suas respectivas classificações. Dentre os anos secos e muitos secos 22 casos ocorreram no período de 1912 até 1960, já de 1961 até 2010 foram observados apenas 13 anos com totais inferiores ao limite de 1258,0 mm, sendo que, nas últimas três décadas somente seis casos apresentaram valores referentes aos intervalos de secos e muitos secos. Nos anos de 1989 e 1999 ocorreram duas secas severas na região da Campanha Gaúcha, e os totais acumulados em Bagé/RS foram de 798,9 mm e 976,3 mm, respectivamente. Na figura 3 são apresentados os casos de anos classificados como secos e muito secos entre 1912 e 2010 em Bagé/RS. No período analisado também foram verificados anos consecutivos de baixo volume pluviométrico com classificações de secos ou muito secos apresentados na Tabela 1. A maior sequência de anos consecutivos com pouca chuva ocorreu no período de 1942 a Já a taxa de retorno para os casos secos e muitos secos foi de 2,8 anos, sendo que os eventos classificados como secos podem retornar a cada cinco anos e os casos muito secos tem um período de recorrência igual a 6,6 anos. 4. CONCLUSÕES A análise dos totais anuais de chuva através do método dos quantis em Bagé/RS mostrou que eventos de secas são recorrentes na região. Entre os anos de 1912 e 1960 ocorreu a maior parte dos casos, e nas últimas três décadas somente seis anos apresentaram valores referentes aos intervalos de secos ou muitos secos. Já a taxa de retorno de eventos de seca foi de 2,8 anos. Também foi observado que na última década dois anos, 2005 e 2006, foram classificados como secos, o que mostra um relativo aumento da precipitação na região de Bagé/RS. 5. REFERÊNCIAS FERNANDEZ, B.L. Sequias en Ia zona central de Chile. Pontificia Universidad Catolica de Chile. Escola de Ingenieria. Departamento de Ingenieria Hidraulica Y Ambiental. 1991, p FERREIRA, S., VARONE, F.; ALVES, R. Análise da Precipitação em Bagé-RS Utilizando a Técnica dos Quantis. Anais do XVI Congresso Brasileiro de Meteorologia. SBMET, PINKAYAN, S. Conditional Probabilities of Occurrence of Wet and Dry Years Over a Large Continental Area. Hydrology Papers. Number 12. Colorado State University. Fort-Collins. Colorado-USA. XAVIER, T da Ma. B. S.; XAVIER, A. F. S. Caracterização de Períodos Secos ou Excessivamente Chuvosos no Estado do Ceará através da Técnica dos Quantis: Revista Brasileira de Meteorologia, Vol. 14, N. 2. Dezembro de 1999, pp

4 Figura 1 Localização do município de Bagé/RS. Tabela 1 Períodos consecutivos com anos classificados como secos ou muito secos em Bagé/RS ( ). Anos consecutivos Períodos secos ou muitos secos 2 anos ; ; ; ; ; anos anos Figura 2 Quantis total de chuva anual em Bagé/RS no período de

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