CLÍNICAS FORENSES SOCIEDADES COMERCIAIS

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CLÍNICAS FORENSES SOCIEDADES COMERCIAIS"

Transcrição

1 CLÍNICAS FORENSES SOCIEDADES COMERCIAIS Fevereiro 2006

2 ÍNDICE 1. Boas Vindas 3 2. Horário e Funcionamento 4 3. Metodologia das Sessões 5 4. Programa 6 5. Calendarização das Sessões 7 6. Objectivos e Planificação das Sessões 8 7. Bibliografia de suporte às matérias abordada Material de Apoio às sessões 18 2

3 1. BOAS VINDAS Aos Advogados estagiários que acederam às Clínicas Forenses Sociedades Comerciais, do Conselho Distrital de Lisboa da Ordem dos Advogados, queremos dar as Boas-Vindas. As Clínicas Forenses procuram contribuir para o aperfeiçoamento e desenvolvimento dos conhecimentos adquiridos na universidade e no estágio, tentando aproximar o advogado estagiário à prática forense. A metodologia adoptada, essencialmente prática, procura complementar o estágio numa vertente de especialização uma vez que, enquanto ciência jurídica, o estudo do direito não é suficiente para resolver integralmente os problemas suscitados pelas partes intervenientes no litígio O direito aprende-se estudando; porém, pratica-se pensando. Visa-se assim, proporcionar um ambiente adequado ao desenvolvimento de capacidades jurídicas específicas no âmbito do processo de insolvência, através do contacto com o labor diário do escritório de advocacia. A Sociedade deseja as BOAS VINDAS aos advogados estagiários e manifesta a sua total disponibilidade para os auxiliar no conhecimento das matérias abordadas. Esperamos que a experiência seja enriquecedora. Lisboa, Fevereiro de

4 2. HORÁRIO E FUNCIONAMENTO Escritório Fernanda Quadros, Abreu Semedo e Associados; Localização: R Tierno Galvan,Torre 3-17º Lisboa Tel: Fax: Coordenação: Dra. Fernanda Quadros Calendário: Carga Horária: Periodicidade: Horário: 30 horas* Tipo de Sessões: Presenciais Total de Alunos: * O horário poderá sofrer alterações. 4

5 3. METODOLOGIA a. O projecto decorrerá em 10 sessões de 3 horas; b. A concretização das Clínicas Forenses Sociedades Comerciais assenta em três componentes essenciais: Estudo e análise prática das matérias seleccionadas; Elaboração de minutas de documentos; Simulação de um processo completo; c. As sessões terão como objectivo estimular os conhecimentos, permitindo a sua aplicação prática; d. Os trabalhos desenvolvidos serão, sempre que possível, suportados por situações reais ou simulações; e. Entre outros objectivos, as sessões pretendem estimular a redacção de documentos de natureza jurídica e abordar assuntos relacionados com a área; f. Serão potencializadas as competências individuais dos alunos, aferindo da sua capacidade para avaliar e assimilar factos e concretização escrita; g. Todos os trabalhos desenvolvidos terão uma componente maioritariamente prática; 5

6 4. PROGRAMA 1. Regime Geral das Sociedades Comerciais: a) Constituição de Sociedades; b) Modificação do Contrato Social; c) Órgãos das sociedades comerciais atribuições práticas. 2. Sociedades por Quotas: a) Requisitos especiais de constituição; b) Capital social e Quotas; c) Prestações suplementares e suprimentos; d) Sociedade Unipessoal por quotas. 3.Sociedades Anónimas: a) Requisitos especiais de constituição; b) Capital social e Acções; c) Assembleias Gerais, Administração e fiscalização da sociedade 4. Elaboração de minutas de documentos vários: contrato social, actas, relatórios, cartas mandadeiras, cartas de renúncia. 5. Processos Escriturais e Registrais: a) constituição de sociedade; b) Alteração estatutária: Alteração de sede, Alteração de objecto, Reforço de capital, Redução de capital, Transformação, etc 6

7 5. CALENDARIZAÇÃO DAS SESSÕES SESSÃO DATA ASSUNTO Início das clínicas Forenses 1ª Apresentação Esclarecimento sobre o funcionamento das Clínicas Forenses Regime Geral das Sociedades Comerciais: Constituição de Sociedades 2ª 3ª 4ª 5ª 6ª 7ª 8ª Modificação do Contrato Social; Órgãos das sociedades comerciais atribuições práticas. Sociedades por Quotas: Requisitos especiais de constituição; Capital social e Quotas Sociedades por Quotas: Prestações suplementares e suprimentos; Sociedade Unipessoal por quotas. Sociedades Anónimas: Requisitos especiais de constituição; Capital social e Acções Sociedades Anónimas: Assembleias Gerais, Administração e fiscalização da sociedade Elaboração de minutas de documentos vários: contrato social, actas, relatórios, cartas mandadeiras, cartas de renúncia Elaboração de minutas de documentos vários: contrato social, convocatórias, actas, relatórios, cartas mandadeiras, cartas de renúncia (cont.) 9ª Processos Escriturais e Registrais 10ª Projecto de Constituição de uma sociedade Nota: Poderão ser definidas outras tarefas além das indicadas na calendarização. 7

8 6. E PLANIFICAÇÃO DAS SESSÕES 1ª - Esclarecer os alunos relativamente ao funcionamento das Clínicas Forenses - Enquadramento prático do Direito das Sociedades Comerciais Apresentação do conceito Clínicas forenses ; Esclarecimento sobre o método e organização dos trabalhos; Conhecer as linhas gerais do Processo de Insolvência. Plano da 1ª Actividade 1 Actividade 2 Apresentação do escritório; Reunião para apresentação do conceito; Organização e funcionamento dos trabalhos; Deverá ser feito um brainstorming com os advogados estagiários relativamente aos diferentes meios que poderão utilizar para realizar os exercícios seleccionados; Duração: 30m Material: Enquadramento das regras gerais de Constituição: fases obrigatórias certificação de admissibilidade de firma ou denominação; cartão provisório de pessoa colectiva; depósito do capital realizado; elaboração de estatutos; escritura pública; declaração de início de actividade; registo na Conservatória do Registo Comercial; Pacto social e acordos parassociais; Capital social e reservas; Duração: 2h30m Material de apoio: Código das Sociedades Comerciais 8

9 2ª OBJECTIVO GERAL Conhecer os órgãos das Sociedades Comerciais Conhecer as modificações típicas de alterações estatutárias Elencar as modificações típicas: Aumento de capital (modalidades e procedimento); redução do capital (procedimento e efeitos); fusão e cisão (projecto e tramitação), transformação da sociedade (procedimento). Actividade 1 Identificação dos órgãos sociais típicos das sociedades e distinguir as suas funções e competências próprias; Assembleias Gerais: Modo de convocação de funcionamento normal; elencar os elementos essenciais de uma acta; identificar as formas de registo das deliberações; acções judiciais de nulidade ou anulabilidade ou suspensão de uma deliberação. Gerência/Administração: designação/ nomeação, renúncia/ demissão; competências; Conselho Fiscal/ Fiscal único: designação/ nomeação, renúncia/ demissão; competências; -Consulta, análise de versões várias de contratos sociais; de deliberações de aumento e redução de capital; relatórios de Revisores Oficiais de Contas; projectos de fusão e cisão: - Simulação ou participação de reunião com o cliente (consulta jurídica). Duração: 1h30m Plano da Actividade 2 Material de apoio: Código das Sociedades Comerciais -Exposição prática sobre quais os vários órgãos societários, composição e competências; - Análise de convocatórias de Assembleias Gerais; de actas das AG; processos registrais de deliberações; - Consulta, análise, ou participação em procedimentos judiciais de nulidade ou anulabilidade ou suspensão de uma deliberação; - Consulta, análise, ou participação nos procedimentos de nomeação/designação de gerentes, administradores ou membros do Conselho Fiscal ou fiscal Único; de cartas de renúncia ao cargo, procedimentos de suspensão e destituição dos titulares dos cargos; Duração: 1h:30m Material de apoio: Código das Sociedades Comerciais 9

10 3ª Sociedades POR QUOTAS Conhecer os requisitos específicos (para além da observação das regras gerais): capital social; valor nominal das quotas; composição da denominação/firma; realização de entradas; Conhecer os requisitos legais e contratuais da transmissão de quotas e amortização de quotas; exclusão de sócio; Identificar o modo de vinculação/representação da sociedade Plano da Actividade 1 - Consulta, análise, ou participação na tramitação de um caso real de constituição de sociedade com realização de entradas em espécie; casos de cessão ou partilha de quotas; amortização de quotas e exclusão de sócio. - Exposição prática e exemplificativa sobre modo de vinculação e representação de sociedade; delegação de poderes, mandatos, etc. Duração: 3h Material de apoio: Código das Sociedades Comerciais 10

11 4ª Sociedades POR QUOTAS Distinção entre prestações suplementares, suprimentos e prestações acessórias de capital; Conhecer as especificidades das Sociedade Unipessoal por quotas. Plano da Material de apoio Actividade 1 Actividade 2 Minutas várias - Exposição prática e exemplificativa sobre modo de prestação de suprimentos e respectivo reembolsa, realização de prestações acessórias de capital; - Perguntas práticas sobre a distinção dos conceitos; - Mesa redonda sobre a estratégia a adoptar para um caso concreto. Duração: 02:00 Material de apoio: Código das Sociedades Comerciais Os advogados estagiários devem elaborar minuta de um contrato constitutivo de uma sociedade unipessoal por quotas. Duração: 01:00 Material de apoio: 11

12 5ª Sociedades Anónimas Conhecer os requisitos específicos (para além da observação das regras gerais): capital social; valor nominal das acções; composição da denominação/firma; realização de entradas; Conhecer as formas de emissão e representação de acções; espécies e categorias; requisitos legais e contratuais da transmissão de acções; Plano da Actividade - Consulta, análise, ou participação na tramitação de um caso real de constituição de sociedade anónima; - Exposição prática e exemplificativa sobre modo de vinculação e representação de sociedade; delegação de poderes, mandatos, etc.; - Análise de minutas de acções tituladas, livros de registo de acções, formas de transmissão de acções. Material de apoio Minutas várias Duração: 3h Material de apoio: Código das Sociedades Comerciais 12

13 6ª Conhecer os órgãos das S.A. - Identificar a forma regular de convocação de assembleias gerais; quorum de participação e quorum deliberativo; - Reconhecer os elementos essenciais das actas da AG e do Conselho de Administração; - Identificar as competências do Conselho de Administração e Conselho Fiscal/fiscal único; Plano da Actividade - Análise e elaboração de minutas de convocatórias de AG; - Análise e elaboração de actas de reuniões da AG e do Conselho de Administração; e outros documentos atinentes; - Consulta de documentos de designação, renúncia e destituição dos membros dos órgãos; Duração: 03:00 Material de apoio: Minutas várias 13

14 7ª Plano da Actividade Debate e confronto de versões de minutas, 8ª Plano da Actividade 1 Actividade 2 Duração: 1h Material de apoio: Duração: 2h Material de apoio: 14

15 9ª Plano da Actividade 1. Duração: 1h Material de apoio: Código Processo Civil Material de apoio Documento com perguntas e respostas. 10ª Encerramento/Mesa redonda Mesa redonda - de dúvidas sobre o CSC Plano da Actividade 1 Actividade 2 - Debate/dúvidas sobre o CSC Duração: - Estratégia processual. Duração: Material de apoio 15

16 Material de Apoio às Sessões BIBLIOGRAFIA 16

CLÍNICAS FORENSES CONTRATOS

CLÍNICAS FORENSES CONTRATOS CLÍNICAS FORENSES CONTRATOS Fevereiro 2006 ÍNDICE 1. Boas Vindas 3 2. Horário e Funcionamento 4 3. Metodologia das Sessões 5 4. Programa 6 5. Calendarização das Sessões 7 6. Objectivos e Planificação das

Leia mais

CLÍNICAS FORENSES PRÁTICAS PROCESSUAIS ADMINISTRATIVAS

CLÍNICAS FORENSES PRÁTICAS PROCESSUAIS ADMINISTRATIVAS CLÍNICAS FORENSES PRÁTICAS PROCESSUAIS ADMINISTRATIVAS MARÇO 2006. ÍNDICE 1. Boas Vindas. 3 2. Horário e Funcionamento.. 4 3. Metodologia das Sessões....... 5 4. Programa...... 6 5. Calendarização das

Leia mais

TÍTULO I CARACTERÍSTICAS GERAIS DAS SOCIEDADES COMERCIAIS

TÍTULO I CARACTERÍSTICAS GERAIS DAS SOCIEDADES COMERCIAIS INTRODUÇÃO 5 ABREVIATURAS 7 TÍTULO I CARACTERÍSTICAS GERAIS DAS SOCIEDADES COMERCIAIS CAPÍTULO I - A SOCIEDADE COMO ORGANIZAÇÃO JURÍDICA DA EMPRESA 11 1) Definição de contrato de sociedade 12 a) Elemento

Leia mais

1. A sociedade tem por objecto:.

1. A sociedade tem por objecto:. CONTRATO DE SOCIEDADE ANÓNIMA Artigo 1.º Tipo e firma 1. A sociedade é [civil] OU [comercial], adopta o tipo de sociedade anónima e a firma. 2. A sociedade tem o número de pessoa colectiva e o número de

Leia mais

euros, dividido em acções do valor nominal de euros, pertencentes:

euros, dividido em acções do valor nominal de euros, pertencentes: CONTRATO DE SOCIEDADE ANÓNIMA A) Declaram constituir uma sociedade nos termos dos artigos seguintes: Artigo 1.º Tipo e firma 1. A sociedade é [civil] OU [comercial], adopta o tipo de sociedade anónima

Leia mais

SECÇÃO III - Regime da sociedade antes do registo. Invalidade do contrato

SECÇÃO III - Regime da sociedade antes do registo. Invalidade do contrato Legislação Comercial Ficha Técnica Código das Sociedades Comerciais TÍTULO I - Parte geral CAPÍTULO I - Âmbito de aplicação CAPÍTULO II - Personalidade e capacidade CAPÍTULO III - Contrato de sociedade

Leia mais

Diapositivo 3. U1 User;

Diapositivo 3. U1 User; A Empresa Societária (MDTF) Maria Miguel Carvalho 4 de novembro de 2011 Módulo II Estrutura organizatória das sociedades U1 Deliberações dos Sócios (Procedimento Deliberativo) 1 Diapositivo 3 U1 User;

Leia mais

Ficha de Unidade Curricular (FUC) de Direito das Sociedades

Ficha de Unidade Curricular (FUC) de Direito das Sociedades INSTITUTO POLITÉCNICO DE COIMBRA INSTITUTO SUPERIOR DE CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÂO DE COIMBRA Aprovação do Conselho Pedagógico 26/3/2014 Aprovação do Conselho Técnico-Científico 21/5/2014 Ficha de Unidade

Leia mais

1. A sociedade tem por objecto:.

1. A sociedade tem por objecto:. CONTRATO DE SOCIEDADE POR QUOTAS Artigo 1.º Tipo e firma 1. A sociedade é [civil] OU [comercial], adopta o tipo sociedade por quotas e a firma. 2. A sociedade tem o número de pessoa colectiva e o número

Leia mais

ARSENAL DO ALFEITE, S. A. ESTATUTOS

ARSENAL DO ALFEITE, S. A. ESTATUTOS ARSENAL DO ALFEITE, S. A. (Constituída pelo Decreto-Lei n.º33/2009, de 5 de Fevereiro) ESTATUTOS CAPÍTULO I Denominação, sede, objecto e duração Artigo 1º Forma e denominação A sociedade adopta a forma

Leia mais

ESTATUTOS CAPÍTULO I. Denominação, sede, objecto e duração da sociedade ARTIGO 1º

ESTATUTOS CAPÍTULO I. Denominação, sede, objecto e duração da sociedade ARTIGO 1º ESTATUTOS CAPÍTULO I Denominação, sede, objecto e duração da sociedade ARTIGO 1º A sociedade anónima que, por força do Decreto-Lei nº 93/93, de 24 de Março, continua a personalidade jurídica da empresa

Leia mais

SOCIEDADES ABERTAS E DO MERCADO 2014 PÓS-GRADUAÇÃO

SOCIEDADES ABERTAS E DO MERCADO 2014 PÓS-GRADUAÇÃO 2013-2014 PÓS-GRADUAÇÃO 2ª edição outubro de 2013 a fevereiro de 2014 ABERTAS E DO MERCADO 2014 PÓS-GRADUAÇÃO 2ª edição janeiro a junho de 2014 DIREITO COMERCIAL 2013-2014 PÓS-GRADUAÇÕES 2ª edição Em 2012/13

Leia mais

I INTRODUÇÃO CAPÍTULO I A EVOLUÇÃO HISTÓRICA DAS SOCIEDADES

I INTRODUÇÃO CAPÍTULO I A EVOLUÇÃO HISTÓRICA DAS SOCIEDADES FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE DE LISBOA DIREITO COMERCIAL II (SOCIEDADES COMERCIAIS) ANO LETIVO 2015/2016, TURMA A Regência: Prof. Doutor António Menezes Cordeiro Colaboradores: Profs. Doutores

Leia mais

Associação Alentejo de Excelência ESTATUTOS. Artigo 1º Denominação, Sede e Duração

Associação Alentejo de Excelência ESTATUTOS. Artigo 1º Denominação, Sede e Duração Associação Alentejo de Excelência ESTATUTOS Artigo 1º Denominação, Sede e Duração 1. A associação, sem fins lucrativos, adopta a denominação de Alentejo de Excelência - Associação para a Competitividade,

Leia mais

Ficha de Unidade Curricular (FUC) de Direito das Sociedades

Ficha de Unidade Curricular (FUC) de Direito das Sociedades INSTITUTO POLITÉCNICO DE COIMBRA INSTITUTO SUPERIOR DE CONTABILIDADE E ADMINISTRAÇÂO DE COIMBRA Aprovação do Conselho Pedagógico / / Aprovação do Conselho Técnico-Científico / / Ficha de Unidade Curricular

Leia mais

NOVO CONTRATO DE SOCIEDADE DA RIBEIRA DA TEJA PRODUÇÃO DE ENERGIA ELÉCTRICA, E.M., LDA. CAPÍTULO I FIRMA, SEDE, DURAÇÃO E OBJECTO.

NOVO CONTRATO DE SOCIEDADE DA RIBEIRA DA TEJA PRODUÇÃO DE ENERGIA ELÉCTRICA, E.M., LDA. CAPÍTULO I FIRMA, SEDE, DURAÇÃO E OBJECTO. NOVO CONTRATO DE SOCIEDADE DA RIBEIRA DA TEJA PRODUÇÃO DE ENERGIA ELÉCTRICA, E.M., LDA. CAPÍTULO I FIRMA, SEDE, DURAÇÃO E OBJECTO Artigo Primeiro (Firma) A sociedade é constituída sob a forma de sociedade

Leia mais

BANCO SANTANDER TOTTA, S.A. CONVOCATÓRIA

BANCO SANTANDER TOTTA, S.A. CONVOCATÓRIA BANCO SANTANDER TOTTA, S.A. Capital Social: 620.104.983 Euros Matriculado na Conservatória do Registo Comercial de Lisboa sob o N.º 500 844 321 de Pessoa Colectiva Sede: Rua Áurea, 88-1100-063 Lisboa CONVOCATÓRIA

Leia mais

1/2006 CONTRATO DE SOCIEDADE POR QUOTAS. Artigo 1.º Tipo e firma

1/2006 CONTRATO DE SOCIEDADE POR QUOTAS. Artigo 1.º Tipo e firma CONTRATO DE SOCIEDADE POR QUOTAS Artigo 1.º Tipo e firma 1. A sociedade é [civil] OU [comercial], adopta o tipo sociedade por quotas e a firma. 2. A sociedade tem o número de pessoa colectiva e o número

Leia mais

Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas (CTOC) Formação à Distância

Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas (CTOC) Formação à Distância Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas (CTOC) Formação à Distância CURSO DIS2409 Curso: DISSOLUÇÃO, LIQUIDAÇÃO, FUSÃO E CISÕES DE SOCIEDADES (ASPECTOS CONTABILÍSTICOS) 1 - OBJECTIVOS : O curso de DISSOLUÇÃO,

Leia mais

PARTE GERAL CONTRATO DE SOCIEDADE

PARTE GERAL CONTRATO DE SOCIEDADE PARTE GERAL CONTRATO DE SOCIEDADE 1 CONTRATO DE SOCIEDADE 1 Elementos contratuais 2 Sociedades simples e empresárias 3 Sociedades não personificadas 4 Sociedade em comum 4.1 Patrimônio social e responsabilidade

Leia mais

Código das Sociedades Comerciais

Código das Sociedades Comerciais CÓDIGOS ELECTRÓNICOS DATAJURIS DATAJURIS é uma marca registada no INPI sob o nº 350529 Código das Sociedades Comerciais Texto Simples Todos os direitos reservados à DATAJURIS, Direito e Informática, Lda.

Leia mais

REGULAMENTO DO REGISTO DAS SOCIEDADE CIVIS DE SOLICITADORES

REGULAMENTO DO REGISTO DAS SOCIEDADE CIVIS DE SOLICITADORES REGULAMENTO DO REGISTO DAS SOCIEDADE CIVIS DE SOLICITADORES O Estatuto da Câmara dos Solicitadores, aprovado pelo Decreto-Lei 88/2003, de 26 de Abril, no seu artigo 102º, prevê que os solicitadores podem

Leia mais

A associação tem como fim...

A associação tem como fim... ASSOCIAÇÃO Artigo 1.º Denominação, sede e duração 1. A associação, sem fins lucrativos, adopta a denominação, e tem a sede na, freguesia de, concelho de e constitui-se por. 2. A associação tem o número

Leia mais

CONSTITUIÇÃO DE UMA COOPERATIVA ATRAVÉS DE INSTRUMENTO PARTICULAR

CONSTITUIÇÃO DE UMA COOPERATIVA ATRAVÉS DE INSTRUMENTO PARTICULAR CONSTITUIÇÃO DE UMA COOPERATIVA ATRAVÉS DE INSTRUMENTO PARTICULAR (retirado de www.inscoop.pt site do Instituto António Sérgio do Sector Cooperativo) Podem constituir-se por instrumento particular as cooperativas

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA C/ 3º CICLO DE MANUEL DA FONSECA CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE GESTÃO DISCIPLINA: DIREITO DAS ORGANIZAÇÕES PLANIFICAÇÃO ANUAL

ESCOLA SECUNDÁRIA C/ 3º CICLO DE MANUEL DA FONSECA CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE GESTÃO DISCIPLINA: DIREITO DAS ORGANIZAÇÕES PLANIFICAÇÃO ANUAL MÓDULOS / CONTEÚDOS OBJECTIVOS DE APRENDIZAGEM TEMPO PREVISTO (BLOCOS 45 MINUTOS) OBSERVAÇÕES I MÓDULO 40 NOÇOES FUNDAMENTAIS DE DIREITO. NATUREZA SOCIAL DO HOMEM ORDEM SOCIAL NORMATIVA DIREITO, SENTIDOS

Leia mais

COMISSÃO NACIONAL DE ESTÁGIO E FORMAÇÃO

COMISSÃO NACIONAL DE ESTÁGIO E FORMAÇÃO COMISSÃO NACIONAL DE ESTÁGIO E FORMAÇÃO Prática Processual Civil Programa I CONSULTA JURÍDICA 1.1 Consulta jurídica 1.2 Tentativa de resolução amigável 1.3 Gestão do cliente e seu processo II PATROCÍNIO

Leia mais

CONTEÚDO OBRIGATÓRIO GERAL. Artigo 1º

CONTEÚDO OBRIGATÓRIO GERAL. Artigo 1º Modelo MODELO DE ESTATUTOS CONTEÚDO OBRIGATÓRIO GERAL Artigo 1º CONSTITUIÇÃO, DENOMINAÇÃO E DIREITO APLICÁVEL É constituída a Cooperativa de Responsabilidade Limitada (CRL), a qual será regida pelos presentes

Leia mais

ANEXO II ORDENS DE TRABALHO DAS REUNIÕES DO GRUPO DE GESTÃO DA CPEE

ANEXO II ORDENS DE TRABALHO DAS REUNIÕES DO GRUPO DE GESTÃO DA CPEE ANEXO II ORDENS DE TRABALHO DAS REUNIÕES DO GRUPO DE GESTÃO DA CPEE Durante o ano de 2009, nas 25 (vinte e cinco) reuniões de Grupo de Gestão da CPEE os assuntos abordados e as matérias alvo de deliberação

Leia mais

REGULAMENTO DA COMISSÃO EXECUTIVA. Artigo 1.º. Âmbito

REGULAMENTO DA COMISSÃO EXECUTIVA. Artigo 1.º. Âmbito Sociedade Comercial Orey Antunes, S.A. Sociedade aberta com o Capital Social: 12.000.000,00 (doze milhões de euros) Sede: Rua Carlos Alberto da Mota Pinto, n.º 17, 6.º andar, 1070-313 Lisboa Registada

Leia mais

COLECTÂNEA DE LEGISLAÇÃO BÁSICA INCLUÍDA

COLECTÂNEA DE LEGISLAÇÃO BÁSICA INCLUÍDA ÍNDICE PREFÁCIO 7 NOTA PRÉVIA 9 SIGLAS UTILIZADAS 13 Capo I - Algumas considerações introdutórias. A relação jurídica de emprego público na Administração Pública 15 Capo II - Âmbito de aplicação subjectivo

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular DIREITO CIVIL (AVANÇADO) Ano Lectivo 2016/2017

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular DIREITO CIVIL (AVANÇADO) Ano Lectivo 2016/2017 Programa da Unidade Curricular DIREITO CIVIL (AVANÇADO) Ano Lectivo 2016/2017 1. Unidade Orgânica Direito (2º Ciclo) 2. Curso Mestrado em Direito 3. Ciclo de Estudos 2º 4. Unidade Curricular DIREITO CIVIL

Leia mais

PROPOSTAS DE ALTERAÇÃO AO CÓDIGO DAS SOCIEDADES COMERCIAIS

PROPOSTAS DE ALTERAÇÃO AO CÓDIGO DAS SOCIEDADES COMERCIAIS COMISSÃO DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS CMVM AO CÓDIGO DAS SOCIEDADES COMERCIAIS GOVERNO DAS SOCIEDADES ANÓNIMAS 6 DE FEVEREIRO DE 2006 Desactualização dos Modelos de Governação Actual regime concebido

Leia mais

ÍNDICE. Nota Prévia à 4: edição 1 Nótu1a à 2: edição 3 Abreviaturas 5

ÍNDICE. Nota Prévia à 4: edição 1 Nótu1a à 2: edição 3 Abreviaturas 5 ÍNDICE Nota Prévia à 4: edição 1 Nótu1a à 2: edição 3 Abreviaturas 5 TIPOS DE SOCIEDADES COMERCIAIS 1. Princípio da tipicidade 7 1.1. Sentido 7 1.2. Justificação 9 2. Caracterização geral dos tipos legais

Leia mais

Programa de Unidade Curricular

Programa de Unidade Curricular Programa de Unidade Curricular Faculdade Ciências Económicas e Empresariais Licenciatura Contabilidade Unidade Curricular Contabilidade das Sociedades Semestre: 5 Nº ECTS: 6,0 Regente Prof. Dr. Sérgio

Leia mais

REGULAMENTO DA COMISSÃO AUDITORIA E CONTROLO DA EDP RENOVÁVEIS, S.A.

REGULAMENTO DA COMISSÃO AUDITORIA E CONTROLO DA EDP RENOVÁVEIS, S.A. Este documento em Português é fornecido apenas para efeitos informativos. No caso de qualquer discrepância entre esta versão e a versão original em Espanhol, esta prevalecerá. REGULAMENTO DA COMISSÃO DE

Leia mais

DIREITO EMPRESARIAL II - CCJ0027 DIREITO EMPRESARIAL II (22/07/2014) Contextualização

DIREITO EMPRESARIAL II - CCJ0027 DIREITO EMPRESARIAL II (22/07/2014) Contextualização DIREITO EMPRESARIAL II - CCJ0027 DIREITO EMPRESARIAL II (22/07/2014) Contextualização O Direito Societário, dentro do sistema jurídico brasileiro, está distribuído em duas etapas: a Teoria Geral do Direito

Leia mais

Glossário Acordo entre sócios/acionistas Administração Agenda de reunião

Glossário Acordo entre sócios/acionistas Administração Agenda de reunião Glossário Acordo entre sócios/acionistas Regula os direitos e obrigações entre sócios/acionistas, as condições que regem as transferências de ações de emissão da organização, o exercício dos direitos políticos,

Leia mais

SPORTING CLUBE DE PORTUGAL FUTEBOL, SAD

SPORTING CLUBE DE PORTUGAL FUTEBOL, SAD SPORTING CLUBE DE PORTUGAL FUTEBOL, SAD Sociedade Aberta Capital Social: 39 000 000 euros Capital Próprio: (75.593.000) euros aprovado em Assembleia Geral de 28 de Setembro de 2012 Sede Social: Estádio

Leia mais

Anexo 2 ao Relatório do Conselho de Administração

Anexo 2 ao Relatório do Conselho de Administração Anexo 2 ao Relatório do Conselho de Administração Em conformidade com o regulamento nº 07/2001 Governo das Sociedades Cotadas, apresenta-se de seguida relatório sobre as práticas de governo societário.

Leia mais

Código das Sociedades Comerciais

Código das Sociedades Comerciais Código das Sociedades Comerciais Decreto-Lei n.º 262/86 Artigo 1.º - Aprovação do Código das Soc. Comerciais Artigo 2.º - Começo de vigência Artigo 3.º - Revogação do direito anterior [Rectificado pelo

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO JUVENIL

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO JUVENIL ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO JUVENIL CAPÍTULO I Princípios Gerais Artigo 1º - Natureza e Sede A Associação adopta a designação de (nome da Associação), e tem a sua sede provisória no Concelho de (designação

Leia mais

Reditus Sociedade Gestora de Participações Sociais, S.A. ESTATUTOS

Reditus Sociedade Gestora de Participações Sociais, S.A. ESTATUTOS Reditus Sociedade Gestora de Participações Sociais, S.A. ESTATUTOS CAPITULO PRIMEIRO Denominação, sede, objectivo e duração ARTIGO PRIMEIRO (Denominação Social) A sociedade adopta a denominação de Reditus

Leia mais

I - REPRESENTAÇÃO, AUTENTICAÇÃO E RECONHECIMENTOS II CONTRATOS EM ESPECIAL (1)

I - REPRESENTAÇÃO, AUTENTICAÇÃO E RECONHECIMENTOS II CONTRATOS EM ESPECIAL (1) ACTOS NOTARIAIS - EM ESPECIAL: TITULAÇÃO E AUTENTICAÇÃO DE ACTOS POR ADVOGADOS. uma perspectiva prática que permite implementar métodos e procedimentos no escritório I - REPRESENTAÇÃO, AUTENTICAÇÃO E RECONHECIMENTOS

Leia mais

03_BES_Corporate Governance_13ABRIL 05/04/14 8:21 Page 320 Sugerimos bem estar

03_BES_Corporate Governance_13ABRIL 05/04/14 8:21 Page 320 Sugerimos bem estar Sugerimos bem estar RELATÓRIO CONTAS 2004 04 Informações Gerais 01 Acções do BES Em 31 de Dezembro de 2004 o capital social do Banco Espírito Santo encontrava-se representado por 300 000 000 acções com

Leia mais

Eleição, destituição ou renúncia de ocupante de cargo estatutário.

Eleição, destituição ou renúncia de ocupante de cargo estatutário. Eleição, destituição ou renúncia de ocupante de cargo estatutário. Legislação: Lei 6.404, de 1976, Resolução CNSP 330, de 2015, Circular Susep 526, de 2016 e Portaria MTE 132, de 2002 Eleição de Membros

Leia mais

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES

FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES ACÇÃO TIPO: Formação Pedagógica Inicial de Formadores PÚBLICO ALVO: Futuros formadores, formadores sem formação pedagógica. DURAÇÃO: 96 Horas N.º de ACÇÕES: 1

Leia mais

Olho Vivo - Associação para a Defesa do Património, Ambiente e Direitos Humanos

Olho Vivo - Associação para a Defesa do Património, Ambiente e Direitos Humanos Olho Vivo - Associação para a Defesa do Património, Ambiente e Direitos Humanos Estatutos Capítulo I (Princípios Gerais) Art.º1 (Denominação, Natureza e Duração) É constituída por tempo indeterminado,

Leia mais

1. A associação tem os seguintes associados fundadores:

1. A associação tem os seguintes associados fundadores: ASSOCIAÇÃO Artigo 1.º Denominação e sede 1. A associação adopta a denominação. 2. A associação tem a sua sede na, freguesia de, concelho de. 3. A associação tem o número de pessoa colectiva e o número

Leia mais

Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas (CTOC) Formação à Distância

Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas (CTOC) Formação à Distância Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas (CTOC) Formação à Distância CURSO DIS0809 1 - OBJECTIVOS : Curso: PROCESSO DE EXECUÇÃO FISCAL O curso de Processo de Execução Fiscal visa facultar aos TOC os conhecimentos

Leia mais

Lista de Jurisprudência sobre Direito das Sociedades *

Lista de Jurisprudência sobre Direito das Sociedades * Lista de Jurisprudência sobre Direito das Sociedades * (ordenada cronologicamente, com indicações sobre os assuntos tratados) Ac. STJ 16.3.76 - RLJ 3.590, ano 110, 1977 (conta em participação) Ac. STJ

Leia mais

A Regulamentação do Mercado de Valores Mobiliários Uma Perspectiva Geral (Parte III)

A Regulamentação do Mercado de Valores Mobiliários Uma Perspectiva Geral (Parte III) A Bolsa de Valores Na parte final do artigo anterior caracterizámos o mercado secundário de valores e, neste âmbito, apresentámos a definição basilar da bolsa de valores, como uma entidade que tem por

Leia mais

Constituição e Estruturação de Sociedades Comerciais [6 ECTS]

Constituição e Estruturação de Sociedades Comerciais [6 ECTS] Rui Pinto Duarte Julho 2013 Constituição e Estruturação de Sociedades Comerciais [6 ECTS] Objetivo da disciplina: desenvolver o conhecimento dos problemas relativos à constituição e à estruturação das

Leia mais

Serra do Saber. Formação Pedagógica Inicial de Formadores

Serra do Saber. Formação Pedagógica Inicial de Formadores Formação Pedagógica Inicial de Formadores Fundamentação Este curso apresenta de uma forma clara e recorrendo a uma metodologia teórico-prática, os conhecimentos necessários para a formação de formadores

Leia mais

DIREITO DAS SOCIEDADES COMERCIAIS

DIREITO DAS SOCIEDADES COMERCIAIS SOCIEDADES COMERCIAIS 4 de outubro de 2016 a 18 fevereiro de 2017 DIREITO DAS SOCIEDADES ABERTAS E DO MERCADO 26 janeiro a 2 de junho de 2017 12016-2017 DIREITO COMERCIAL PÓS-GRADUAÇÕES 5ª edição 2016-2017

Leia mais

IMPUGNAÇÃO DE DELIBERAÇÕES SOCIAIS 2010/11

IMPUGNAÇÃO DE DELIBERAÇÕES SOCIAIS 2010/11 MESTRADO FORENSE IMPUGNAÇÃO DE DELIBERAÇÕES SOCIAIS 2010/11 PROGRAMA, MÉTODOS E BIBLIOGRAFIA I PROGRAMA (GERAL) INTRODUÇÃO As deliberações sociais e a assembleia geral I Deliberações dos sócios e dos accionistas

Leia mais

PROGRAMA DE UNIDADE CURRICULAR

PROGRAMA DE UNIDADE CURRICULAR PROGRAMA DE UNIDADE CURRICULAR Curso: Desporto Ciclo: 1º Ramo: Licenciatura em Desporto Ano: 3º Designação: ECONOMIA E MARKETING DO DESPORTO Créditos: 6 Departamento: Ciências e Tecnologias Tipo: Área

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUVENTUDE E DESPORTOS

MINISTÉRIO DA JUVENTUDE E DESPORTOS MINISTÉRIO DA JUVENTUDE E DESPORTOS REGIME JURÍDICO DAS ASSOCIAÇÕES JUVENIS E ESTUDANTIS Decreto nº 15/03 de 22 de Abril (Diário da República I Série nº 31, de 22 de Abril de 2003) A juventude angolana

Leia mais

(NÃO DISPENSA A LEITURA E ADOÇÃO DE REGRAS ESTABELECIDAS NO DECRETO-LEI Nº 229/2004, DE 10 DE DEZEMBRO) CONTRATO DE SOCIEDADE DE SOLICITADORES

(NÃO DISPENSA A LEITURA E ADOÇÃO DE REGRAS ESTABELECIDAS NO DECRETO-LEI Nº 229/2004, DE 10 DE DEZEMBRO) CONTRATO DE SOCIEDADE DE SOLICITADORES (NÃO DISPENSA A LEITURA E ADOÇÃO DE REGRAS ESTABELECIDAS NO DECRETO-LEI Nº 229/2004, DE 10 DE DEZEMBRO) CONTRATO DE SOCIEDADE DE SOLICITADORES OUTORGANTES: PRIMEIRO: F., natural da freguesia de concelho

Leia mais

ESCOLA BÁSICA DOS 2º E 3º CICLOS DOS LOUROS ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCAREGADOS DE EDUCAÇÃO

ESCOLA BÁSICA DOS 2º E 3º CICLOS DOS LOUROS ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCAREGADOS DE EDUCAÇÃO CAPITULO I ARTIGO 1.º (Denominação, natureza, sede e âmbito) 1. A Associação adopta a designação de Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos dos Louros. 2. É uma

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO DOS CANDIDATOS A SOLICITADOR 2010/2011

REGULAMENTO DE ESTÁGIO DOS CANDIDATOS A SOLICITADOR 2010/2011 REGULAMENTO DE ESTÁGIO DOS CANDIDATOS A SOLICITADOR 2010/2011 O estágio dos candidatos a solicitadores rege-se pelas disposições do Estatuto da Câmara dos Solicitadores e pelo presente regulamento, aprovado

Leia mais

Guião orientador Manual de Qualidade da Actividade Formativa

Guião orientador Manual de Qualidade da Actividade Formativa Guião orientador Manual de Qualidade da Actividade Formativa I. INTRODUÇÃO A orientação para a qualidade deve constituir um pressuposto fundamental na actividade das entidades formadoras, traduzida na

Leia mais

INSCRIÇÃO DE ADVOGADO PROVENIENTE DA UNIÃO EUROPEIA

INSCRIÇÃO DE ADVOGADO PROVENIENTE DA UNIÃO EUROPEIA INSCRIÇÃO DE ADVOGADO PROVENIENTE DA UNIÃO EUROPEIA DOCUMENTOS A ENTREGAR (Reg. Nº 232/2007, de 4 de Setembro) 1) Requerimento de inscrição (Anexo A) 2) Boletim de inscrição com a assinatura pessoal e

Leia mais

ESTÁGIOS PROFISSIONAIS

ESTÁGIOS PROFISSIONAIS SECRETARIA REGIONAL DOS ASSUNTOS SOCIAIS INSTITUTO DE EMPREGO DA MADEIRA, IP RAM ESTÁGIOS PROFISSIONAIS Processo nº: /EP/2014 O formulári o deve est ar totalmente preenchido (sob pe na de devo lução) e

Leia mais

Práticas Processuais: Direito Civil

Práticas Processuais: Direito Civil Práticas Processuais: Direito Civil Curso de Formação Contínua Objetivo: A criação do curso procura dar resposta à necessidade de complementar a formação académica dos participantes com as noções elementares

Leia mais

Mestrado em Direito Empresarial 2017 Responsabilidade de gestores e de sócios Maria de Fátima Ribeiro. Objectivos da disciplina:

Mestrado em Direito Empresarial 2017 Responsabilidade de gestores e de sócios Maria de Fátima Ribeiro. Objectivos da disciplina: Mestrado em Direito Empresarial 2017 Responsabilidade de gestores e de sócios Maria de Fátima Ribeiro Objectivos da disciplina: Pretende-se fornecer aos alunos elementos que permitam identificar o tipo

Leia mais

Plano de Intervenção Avaliadores

Plano de Intervenção Avaliadores Plano de Intervenção Avaliadores Apresentam-se algumas especificidades do processo SIADAP 2012 visando o esclarecimento da abordagem a prosseguir pelos Avaliadores. Para obter esclarecimentos adicionais

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular TEORIA GERAL DAS OBRIGAÇÕES Ano Lectivo 2014/2015

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular TEORIA GERAL DAS OBRIGAÇÕES Ano Lectivo 2014/2015 Programa da Unidade Curricular TEORIA GERAL DAS OBRIGAÇÕES Ano Lectivo 2014/2015 1. Unidade Orgânica Direito (1º Ciclo) 2. Curso Direito 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade Curricular TEORIA GERAL DAS OBRIGAÇÕES

Leia mais

CONTRATO DE SOCIEDADE DE SOLICITADORES

CONTRATO DE SOCIEDADE DE SOLICITADORES (NÃO DISPENSA A LEITURA E ADOÇÃO DE REGRAS ESTABELECIDAS NO CÓDIGO CIVIL, NA LEI 53/2015, DE 11 DE JUNHO, CONJUGADO COM O ESTATUTO DA ORDEM DOS SOLICITADORES E DOS AGENTES DE EXECUÇÃO) CONTRATO DE SOCIEDADE

Leia mais

Código de Processo Civil

Código de Processo Civil Lei nº 7/2009, de 12 de Fevereiro [1] Código de Processo Civil 2011 22ª Edição Actualização nº 2 1 [1] Código do Trabalho CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL Actualização nº 2 ORGANIZAÇÃO BDJUR BASE DE DADOS JURÍDICA

Leia mais

CÓDIGO DAS SOCIEDADES COMERCIAIS

CÓDIGO DAS SOCIEDADES COMERCIAIS CÓDIGO DAS SOCIEDADES COMERCIAIS EDIÇÃO DE BOLSO (6.ª Edição) Actualização N.º 1 Código das Sociedades Comerciais 2 TÍTULO: AUTORES: CÓDIGO DAS SOCIEDADES COMERCIAIS EDIÇÃO DE BOLSO Actualização N.º 1

Leia mais

Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas (CTOC) Formação à Distância

Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas (CTOC) Formação à Distância Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas (CTOC) Formação à Distância CURSO DIS1209 1 - OBJECTIVOS: Curso: INFRACÇÕES TRIBUTÁRIAS O curso de Infracções Tributárias tem como objectivo dar conhecer aos TOC

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL PARA REALIZAÇÃO DE LEILÕES

REGULAMENTO MUNICIPAL PARA REALIZAÇÃO DE LEILÕES REGULAMENTO MUNICIPAL PARA REALIZAÇÃO DE LEILÕES (Aprovado na 24ª Reunião Ordinária de Câmara Municipal realizada em 16 de Dezembro de 2003, na 2ª Reunião da 5ª Sessão Ordinária de Assembleia Municipal,

Leia mais

REGULAMENTO DA COMISSÃO DE NOMEAÇÕES, AVALIAÇÃO E REMUNERAÇÕES CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS, S.A. 15 de Dezembro de 2016

REGULAMENTO DA COMISSÃO DE NOMEAÇÕES, AVALIAÇÃO E REMUNERAÇÕES CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS, S.A. 15 de Dezembro de 2016 COMISSÃO DE NOMEAÇÕES, AVALIAÇÃO E REMUNERAÇÕES da CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS, S.A. 15 de Dezembro de 2016 ÍNDICE 2 REGULAMENTO DA COMISSÃO DE NOMEAÇÕES, AVALIAÇÃO E REMUNERAÇÕES OBJECTO O presente Regulamento

Leia mais

Regimento do Comitê de Remuneração e Sucessão GRUPO NEOENERGIA

Regimento do Comitê de Remuneração e Sucessão GRUPO NEOENERGIA Regimento do Comitê de Remuneração e Sucessão GRUPO NEOENERGIA Minuta de 18.04.2004 Regimento do Comitê de Remuneração e Sucessão do GRUPO NEOENERGIA, o qual é constituído pela NEOENERGIA S.A. e por suas

Leia mais

CURSO DE PREPARAÇÃO PARA O EXAME DE ACESSO

CURSO DE PREPARAÇÃO PARA O EXAME DE ACESSO PROGRAMA CURSO DE PREPARAÇÃO PARA O EXAME DE ACESSO AO ESTÁGIO DE AGENTES DE EXECUÇÃO Destinatários: Solicitadores Data: Novembro 2011 Locais: Lisboa Porto Leiria Beja Mirandela Portimão Idanha-a-Nova

Leia mais

PROGRAMA DO CURSO. Gestão Associativa Contabilidade e Fiscalidade Associativa

PROGRAMA DO CURSO. Gestão Associativa Contabilidade e Fiscalidade Associativa PROGRAMA DO CURSO Gestão Associativa Contabilidade e Fiscalidade Associativa Í N D I C E Pág. 1. DESTINATÁRIOS... 3 2. OBJECTIVO GERAL... 3 3. OBJECTIVOS ESPECÍFICOS... 3 4. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS...

Leia mais

Regimento dos Grupos de Recrutamento 300 e 320 Português e Francês

Regimento dos Grupos de Recrutamento 300 e 320 Português e Francês Regimento dos Grupos de Recrutamento 300 e 320 Português e Francês Art.º 1º Composição e competências O Grupo de Recrutamento tem a composição e as competências determinadas pelo Decreto-lei 75/2008 de

Leia mais

CONSTITUIÇÃO DE UMA ASSOCIAÇÃO

CONSTITUIÇÃO DE UMA ASSOCIAÇÃO CONSTITUIÇÃO DE UMA ASSOCIAÇÃO MODELO DE ESTATUTOS CAPÍTULO I Princípios Gerais Artigo 1º (Natureza e Sede) 1 - A Associação X, adiante designada por Associação, é constituída por jovens 18 aos 30 anos

Leia mais

CÓDIGO DAS SOCIEDADES COMERCIAIS

CÓDIGO DAS SOCIEDADES COMERCIAIS CÓDIGO DAS SOCIEDADES COMERCIAIS Edição de Bolso 8.ª EDIÇÃO ACTUALIZAÇÃO N. 2 1 CÓDIGO DAS SOCIEDADES COMERCIAIS EDIÇÃO DE BOLSO Actualização n. 2 ORGANIZAÇÃO BDJUR BASE DE DADOS JURÍDICA EDITOR EDIÇÕES

Leia mais

TERMOS DE REFERÊNCIA POLÍTICA E ESTRATÉGIAS REGIONAL DA INFORMAÇÃO SANITÁRIA NO ESPAÇO DA CEDEAO PARA O CONSULTOR PRINCIPAL

TERMOS DE REFERÊNCIA POLÍTICA E ESTRATÉGIAS REGIONAL DA INFORMAÇÃO SANITÁRIA NO ESPAÇO DA CEDEAO PARA O CONSULTOR PRINCIPAL TERMOS DE REFERÊNCIA POLÍTICA E ESTRATÉGIAS REGIONAL DA INFORMAÇÃO SANITÁRIA NO ESPAÇO DA CEDEAO PARA O CONSULTOR PRINCIPAL 1. CONTEXTO E JUSTIFICAÇÃO A informação sanitária tem uma importância crucial

Leia mais

INSTITUTO SUPERIOR MIGUEL TORGA. Regulamento da Componente de Formação em Contexto de Trabalho dos Cursos de Especialização Tecnológica

INSTITUTO SUPERIOR MIGUEL TORGA. Regulamento da Componente de Formação em Contexto de Trabalho dos Cursos de Especialização Tecnológica INSTITUTO SUPERIOR MIGUEL TORGA Cursos de Especialização Tecnológica Regulamento da Componente de Formação em Contexto de Trabalho dos Cursos de Especialização Tecnológica A componente de formação em contexto

Leia mais

Instituto Superior de Ciências Empresariais e do Turismo

Instituto Superior de Ciências Empresariais e do Turismo Instituto Superior de Ciências Empresariais e do Turismo DESDE 1990 O ISCET Instituto Superior de Ciências Empresariais e do Turismo é um estabelecimento de ensino superior politécnico, criado em 25 de

Leia mais

DESTINO: POLÓNIA OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS Enquadramento Legal

DESTINO: POLÓNIA OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS Enquadramento Legal DESTINO: POLÓNIA OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS Enquadramento Legal 1 SUMÁRIO 1. Tipos de Sociedades 2. Sociedades de Responsabilidade Limitada e Sociedades Anónimas 3. Constituição de sociedades 4. Regime

Leia mais

Nesta medida, pretende, pois, a Sra Advogada consulente saber se lhe é possível prestar tais serviços.

Nesta medida, pretende, pois, a Sra Advogada consulente saber se lhe é possível prestar tais serviços. > Conselho Distrital de Lisboa > Parecer CDL n.º 27/2009, de 28 de Maio de 2009 Consulta Mediante ofício datado que deu entrada nos serviços deste CDL em 8 de Abril de 2009, com o nº, veio a Sra Dra...,

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DA PORTUCEL

REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DA PORTUCEL REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DA PORTUCEL 1º (Composição) O Conselho Fiscal é composto por três membros efetivos, um dos quais será o Presidente, e dois suplentes, eleitos em Assembleia Geral,

Leia mais

Constituição e Estruturação de Sociedades Comerciais [6 ECTS]

Constituição e Estruturação de Sociedades Comerciais [6 ECTS] Rui Pinto Duarte Setembro 2016 Constituição e Estruturação de Sociedades Comerciais [6 ECTS] Objetivo da disciplina: desenvolver o conhecimento dos problemas relativos à constituição e à estruturação das

Leia mais

MANUAL DE DIREITO EMPRESARIAL

MANUAL DE DIREITO EMPRESARIAL Benigno Cavalcante MANUAL DE DIREITO EMPRESARIAL Sumário Apresentação... 17 Abreviatura... 21 CAPÍTULO I HISTÓRIA DO DIREITO COMERCIAL 1. O Surgimento do Direito Comercial... 25 1.2. Evolução do Direito

Leia mais

Estatutos da Sociedade

Estatutos da Sociedade Estatutos da Sociedade Estatutos da sociedade Oitante, S.A. Capítulo I- Disposições Gerais Artigo 1.º Denominação, natureza e duração 1 - A Oitante,S.A., é um veículo de gestão de ativos constituído nos

Leia mais

CÓDIGO DOS CONTRATOS PÚBLICOS CURSOS DE FORMAÇÃO

CÓDIGO DOS CONTRATOS PÚBLICOS CURSOS DE FORMAÇÃO CÓDIGO DOS CONTRATOS PÚBLICOS CURSOS DE FORMAÇÃO CURSO 1 (09 e 10 de Abril de 2013) Nome do Curso Código dos Contratos Públicos Aspetos Técnicos da Fase de Formação do Contrato. Objectivos Gerais A formação

Leia mais

EESTÁGIO PROFISSIONAL

EESTÁGIO PROFISSIONAL CAPÍTULO I Artigo 1.º Regime aplicável 1. O presente regulamento refere-se aos procedimentos de regulação do Estágio do 1.º ano do ramo de Design, da licenciatura do Curso de Arte e Design da Escola Superior

Leia mais

Da Atividade da Associação. Dos Sócios

Da Atividade da Associação. Dos Sócios REGULAMENTO GERAL INTERNO Associação Trilhos da Boa Viagem (ATBV) Artigo 1º Da Atividade da Associação Objetivos e Atividades 1 A ATBV é uma associação de carácter desportivo, recreativo, cultural e educativo,

Leia mais

Informação Empresarial Simplificada (IES)

Informação Empresarial Simplificada (IES) www.pwc.pt/academy Informação Empresarial PwC s Academy 2ª Edição Um curso intensivo para compreensão dos principais elementos da Informação Empresarial Venha partilhar esta experiência connosco! Informação

Leia mais

Estatutos para associações, clubes e colectividades

Estatutos para associações, clubes e colectividades Estatutos para associações, clubes e colectividades Artigo 1.º Designação e Objectivos O/A (nome da colectividade ou associação), adiante designada por (sigla) é uma associação de fins (concretização dos

Leia mais

ESTATUTOS SECÇÃO DE INTERNOS SOCIEDADE PORTUGUESA DE ANESTESIOLOGIA PORTUGUESE TRAINEE NETWORK (SI/SPA-PTN) Artigo 1º Definição e símbolo

ESTATUTOS SECÇÃO DE INTERNOS SOCIEDADE PORTUGUESA DE ANESTESIOLOGIA PORTUGUESE TRAINEE NETWORK (SI/SPA-PTN) Artigo 1º Definição e símbolo ESTATUTOS SECÇÃO DE INTERNOS SOCIEDADE PORTUGUESA DE ANESTESIOLOGIA PORTUGUESE TRAINEE NETWORK (SI/SPA-PTN) Artigo 1º Definição e símbolo 1 - A Seção de Internos da Sociedade Portuguesa de Anestesiologia

Leia mais

IDN - Incubadora de Empresas de Idanha-a-Nova

IDN - Incubadora de Empresas de Idanha-a-Nova IDN - Incubadora de Empresas de Idanha-a-Nova Formulário de Candidatura N.º de Processo Data de Entrada Denominação Social Pessoa a contactar Nome: Função: Telefone Fax Ass: IDENTIFICAÇÃO DO PROMOTOR/EMPRESA

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MOGADOURO REGIMENTO INTERNO DO DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MOGADOURO REGIMENTO INTERNO DO DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE MOGADOURO REGIMENTO INTERNO DO DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS Quadriénio 2009-2013 Segundo o artigo 68º do Regulamento Interno, aprovado em 4 de Janeiro de 2011, para o quadriénio 2009/2013,

Leia mais

c) Organização de festas tradicionais e outras manifestações Artigo 5º O CCD cooperará com todos os organismos públicos e

c) Organização de festas tradicionais e outras manifestações Artigo 5º O CCD cooperará com todos os organismos públicos e ESTATUTOS DO CENTRO DE CULTURA E DESPORTO DOS TRABALHADORES DA CÂMARA MUNICIPAL DE PONTE DE LIMA CAPÍTULO I (DENOMINAÇÃO, SEDE, CONSTITUIÇÃO OBJECTIVOS) excursões e viagens. c) Organização de festas tradicionais

Leia mais

Matriculada na Conservatória do Registo Comercial de Lisboa Banco de Portugal (Rua do Ouro, 27, Lisboa)

Matriculada na Conservatória do Registo Comercial de Lisboa Banco de Portugal (Rua do Ouro, 27, Lisboa) FICHA DE INFORMAÇÃO NORMALIZADA EM MATÉRIA DE CRÉDITO AOS CONSUMIDORES, EM CASO DE CONTRATAÇÃO À DISTÂNCIA GERAL INFORMAÇÃO PRÉ-CONTRATUAL A. ELEMENTOS DE IDENTIFICAÇÃO 1. Identificação da instituição

Leia mais

As reuniões e o secretariado das reuniões

As reuniões e o secretariado das reuniões Escola Secundaria de Paços de Ferreira As reuniões e o secretariado das reuniões Trabalho realizado por: Tânia Leão n.º19 Reuniões As reuniões permitem a um grupo de pessoas com um interesse ou objectivo

Leia mais

CURSO DE FORMAÇÃO ESPECIALIZADA EM EDUCAÇÃO ESPECIAL:

CURSO DE FORMAÇÃO ESPECIALIZADA EM EDUCAÇÃO ESPECIAL: CURSO DE FORMAÇÃO ESPECIALIZADA EM EDUCAÇÃO ESPECIAL: Domínio Cognitivo e Motor (Código A71) Educadores de Infância e Professores dos 1º, 2º e 3º ciclos do ensino básico e do ensino secundário Curso de

Leia mais