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1 Citação: Vieira RF, Vieira C & Vieira RF (2001) Leguminosas graníferas. Viçosa, Editora UFV. 206p. Este capítulo: p FEIJÃO-ADZUKI Nome botânico Vigna angularis (Willd.) Ohwi & Ohashi (sin. Dolichos angularis Willd., Phaseolus angularis (Willd.) Wight, Azukia angularis (Willd.) Ohwi). Nomes comuns Em português, a espécie é também conhecida por feijãoadzuki ou feijão-azuki; em espanhol, por frijol adzuki ou judía adzuki; em inglês, por adzuki bean ou azuki bean. A planta Planta anual, geralmente de porte ereto e com pequena altura (20-60 cm), mas existem cultivares trepadores ou prostrados; folhas com três folíolos ovais, inteiros ou ligeiramente lobulados, lisos ou pouco pubescentes, que persistem até quando as vagens estão completamente maduras; folhas primárias cordiformes, diferindo das de outras espécies asiáticas de Vigna; pecíolos longos; inflorescência em racimos com 2-20 flores amarelas, em pedicelos longos, nos nós inferiores do caule ou dos ramos, e pedicelos curtos, nos nós superiores; flores autoférteis, cuja quilha apresenta, lateralmente, um esporão cônico, oco, e uma das asas enrolada em torno da quilha; vagens cilíndricas, pequenas (5-13 cm de comprimento), com pequeno bico terminal e com ligeira contração entre as sementes, estas normalmente em número de 4 a 10; quando maduras as vagens são desde pardo-claras até negras, dependendo do cultivar. A semente 1

2 Sementes oblongas a ovais, lisas, com diferentes cores: vermelho-vinho, cinza, preta, parda, branca, amarela esverdeada ou mosqueada, com hilo estreito, linear e branco. A massa de 100 sementes varia de 3 a 25 g, dependendo do cultivar (Lumpkin e McClary, 1994). Na Zona da Mata de Minas Gerais, as sementes de 10 cultivares pesaram, em média, de 10 a 18 g por 100 unidades, exceto uma linhagem, cujas sementes foram menores (6 a 11 g/100 unidades, aproximadamente) (Vieira et al., 2000). Cotilédones hipógeos na germinação. Kay (1979) apresenta a seguinte composição aproximada de 100 g de feijão-adzuki: água 13,0 g, proteína 25,3 g, matéria graxa 0,6 g, carboidrato total 57,1 g, fibras 5,7 g, cinza 3,9 g, cálcio 253 mg, ferro 7,6 mg, vitamina A 15 iu, tiamina 0,57 mg, riboflavina 0,18 mg e niacina 3,2 mg. Vieira (1992) verificou que o teor de proteína dos cultivares Kintoki e Dainagon variou em torno de 23,5% e o de metionina e cisteína na proteína dos grãos foi de 1,56% e 1,06%, respectivamente. Distribuição O feijão-adzuki e o feijão-arroz são espécies próximas. Elas têm variações de cores de sementes semelhantes e podem produzir progênies férteis quando cruzadas. O provável ascendente do feijãoadzuki é o V. angularis var. nipponenis. Esta espécie é distribuída em área que abrange Japão, Coréia e China. Essa área é caracterizada por clima quente, sem períodos de seca ou de frio. Com base na avaliação da diversidade genética entre 616 acessos de feijão-adzuki, o leste da Ásia (Japão, China e Coréia) é considerado o centro de diversidade genética da espécie. O Japão, onde houve maior diversidade genética entre os acessos, é considerado o mais provável local de domesticação do feijão-adzuki (Isemura et al., 2011). Foi introduzido em diversos países, inclusive no Brasil, onde é cultivado sobretudo pelos colonos japoneses. Adaptação 2

3 É cultura subtropical que requer temperaturas de 15 a 30 C durante o ciclo vital. Pode ser cultivado em altas altitudes nos trópicos. Requer condições climáticas semelhantes às exigidas pela soja (Joshi et al., 2002). Não tolera geada e baixas temperaturas prejudicam-lhe o rendimento. É mais tolerante a chuvas pesadas que o feijão-comum. Pode ser cultivado em diferentes tipos de solo, porém aqueles com ph inferior a 5,0 ou superior a 7,6 prejudicam-lhe o desenvolvimento (Lumpkin e McClary, 1994). Utilização Os grãos do feijão-adzuki são cozidos inteiros e usados em sopas, mingaus, bolos, sorvetes e doces. Na Índia, os grãos são usados inteiros ou partidos (Jain e Mehra, 1980; Joshi et al., 2002; Li et al., 2011). Os grãos inteiros são às vezes pipocados ou utilizados no preparo de doces (Kay, 1979). Na China, ele pode ser consumido como broto, denominado yuweiya (com 3 dias após o início da germinação) e yuweimiao (brotos com 7 dias). Em Viçosa, MG, os resultados de uma análise sensorial dos grãos cozidos, servidos inteiros ou batidos em liquidificador, mostraram que ele não teria aceitação imediata entre as pessoas que nunca o experimentaram: foi considerado menos que aceitável (Vieira et al., 1989). Contudo, esse feijão pode ser consumido de outras formas, ainda não submetidas à avaliação do consumidor brasileiro. O feijão-adzuki é produzido sobretudo para a alimentação humana, mas há outros usos: fabricação de cosméticos e remédios, adubação verde, forragem, cobertura vegetal do solo (Lumpkin e McClary, 1994). Cultivo O feijão-adzuki é produzido em larga escala na China, Japão, Coreia e Taiwan (Fery, 2002). No Japão, está em sexto lugar entre as espécies mais cultivadas (Fery, 2002). No Brasil, ele é cultivado em pequena escala em colônias japonesas. 3

4 Em Minas Gerais, o feijão-adzuki adapta-se bem tanto ao cultivo de primavera-verão (semeadura em outubro ou novembro) quanto ao cultivo de verão-outono (semeadura em fevereiro ou março). No entanto, em regiões altas o plantio em março pode proporcionar resultados insatisfatórios. O plantio em agosto, com irrigação, também é favorável, mas pode ocorrer o inconveniente de a colheita coincidir com o início das chuvas (Vieira et al., 1992, 2000). Para Minas Gerais, foi lançado o cultivar Coimbra, de hábito de crescimento determinado, ciclo de vida entre 70 e 80 dias, plantas que podem atingir 62 cm de altura e sementes vermelhas, cuja massa de 100 unidades varia de 8,7 a 13,4 g (EPAMIG, 1999). Na literatura nacional há poucos estudos sobre o cultivo e adubação do feijão-adzuki. Por isso, recomenda-se a mesma adubação usada para o feijão-comum. Em Viçosa, quando se usa irrigação e adubação adequada, tem-se empregado, para cultivares de crescimento determinado, o intervalo entre fileiras de 50 cm, com 10 a 15 plantas por metro. Entretanto, em condições hídricas e edáficas menos favoráveis, o intervalo entre fileiras pode ser reduzido para 40 cm. Como as plantas geralmente atingem pequena altura e apresentam dossel compacto, a flora invasora não encontra dificuldade para se estabelecer. Por isso, a semeadura deve ser realizada logo após o preparo do solo, para retardar a competição das plantas daninhas com as da cultura. Recomenda-se manter a cultura no limpo nos primeiros 30 dias após a emergência. Em doses iguais às recomendadas para a soja, os seguintes herbicidas aplicados em pré-plantio incorporado têm potencial de uso no controle de plantas daninhas na cultura do feijão-adzuki: imazethapyr, trifluralin, pendimethalin, cloransulam-methyl e halosulfuron-methyl; em préemergência, imazethapyr, flumetsulam, cloransulam-methyl e halosulfuron-methyl; em pós-emergência, acifluorfen, sethoxydim, quizalofop-p-buty,l e fomesafen, and imazamox + fomesafen (Soltani et al., 2005; Sikkema et al., 2006; Soltani et al., 2006; Stewart et al., 2010). Na Zona da Mata de Minas Gerais, os herbicidas aplicados em pós-emergência fomesafen + fluazifop-p- 4

5 butil, nas doses usadas para o feijão-comum, vêm sendo utilizados com sucesso. O feijão-adzuki, como outras espécies de Vigna, é nodulado por estirpes de Bradyrhizobium. Essas espécies são hospedeiras relativamente promíscuas das bactérias que originam os nódulos radicais (Giller e Wilson, 1991). Segundo Delié et al. (2010), algumas estirpes de B. japonicum, que nodula a soja, foram pelo menos três vezes mais eficientes que estirpes de Bradyrhizobium spp. Os resultados desses autores indicam que o uso de nitrogênio mineral poderia ser suprimido no cultivo do feijão-adzuki quando a inoculação é feita com estirpes adequadas de B. japonicum. No Japão, comparou-se o feijão-comum com o feijão-adzuki, ambos de hábito de crescimento determinado e ciclo de vida de aproximadamente 100 dias, quanto à fonte de obtenção de N. O feijão-adzuki teve um pico de acúmulo de N entre 59 e 77 dias após o plantio (início da fase reprodutiva da planta), enquanto o feijãocomum acumulou N de modo regular entre 45 e 98 dias após o plantio. Verificaram que o feijão-adzuki obteve mais N da fixação simbiótica que o feijão-comum. Esta última espécie apresentou habilidade de acumular altos níveis de N obtido no solo (Kimura et al., 2004). O feijão-adzuki de hábito de crescimento determinado não se adapta bem ao consórcio (simultâneo) com o milho. Vieira e Vieira (1996) testaram o comportamento de dois cultivares nesse sistema e no monocultivo. Enquanto no consórcio os rendimentos foram de 457 e 425 kg/ha, no monocultivo eles atingiram e kg/ha, ou seja, o consórcio reduziu as produtividades em 70%. Para comparação, no mesmo estudo registraram-se reduções de produtividade de apenas 45% causadas pelo consórcio sobre o caupi e o feijão-comum. Colheita e armazenamento No estudo conduzido em Viçosa por Vieira et al. (1992), o ciclo de vida de dois cultivares de crescimento determinado variou de 69 a 82 dias, no plantio das águas (cultivo de primavera-verão), e de 89 a 106 dias, no plantio da seca (cultivo de verão-outono). A 5

6 maturação das vagens foi algo desuniforme, mas, à exceção de um dos ensaios da seca, em que foram efetuadas duas catações das vagens maduras, nos outros ensaios (dois das águas e um da seca ) uma única colheita foi suficiente. Plantado em agosto, o ciclo de vida do feijão-adzuki variou de 81 a 94 dias (Vieira et al., 2000). No armazém, as sementes devem receber os mesmos cuidados dispensados ao feijão-comum. Nas condições de Viçosa, as sementes podem manter a capacidade germinativa acima de 80% por até um e meio ano, se armazenadas em local fresco e seco (Vieira et al., 1998). Rendimento Na Zona da Mata de Minas Gerais, o feijão-adzuki de crescimento determinado pode render tanto quanto o feijão-comum em plantio da primavera-verão (22 de setembro a 20 de março) ou em agosto (Vieira et al., 1992; Vieira et al., 2000; Vieira, 2002). Em plantios entre abril e julho, no entanto, o feijão-comum é mais produtivo que o feijão-adzuki (Vieira et al., 2000; Vieira, 2002), mesmo quando a região tem inverno ameno, como no caso do município de Leopoldina (Vieira, 2002). As produtividades nesses meses mais frios geralmente ficam entre 200 e 800 kg/ha (Vieira et al., 2000; Vieira, 2002). Nessa região de Minas Gerais, as produtividades mais altas do feijão-adzuki de hábito de crescimento determinado (2649 kg/ha) foi obtida em Viçosa com o plantio realizado em 20 de agosto. No caso de cultivar de hábito indeterminado, a produtividade chegou 2720 kg/ha, com o plantio em 27 de fevereiro, em Coimbra (Vieira et al., 2000). O cultivar Coimbra, recomendado para Minas Gerais, em ensaios conduzidos na Zona da Mata, chegou a produzir 2478 kg/ha, com o plantio em novembro, em Coimbra (Vieira et al., 2000). Em Pindorama, SP, Ambrosano et al. (1999) testaram, durante três anos, no inverno, com irrigação, seis cultivares de crescimento determinado (ciclos de vida de 80 a 100 dias) e 13 de crescimento indeterminado (120 a 150 dias). Nos primeiros, as 6

7 produtividades variaram de 213 a 710 kg/ha; nos segundos, de 822 a kg/ha. Doenças e pragas No Japão, diversas doenças causadas por vírus, bactérias e fungos podem causar danos na cultura, sobretudo os vírus do mosaico do adzuki e do pepino e o fungo Sclerotinia sclerotiorum, causador do mofo-branco (Kay, 1979). Nematóides dos gêneros Meloidogyne (causadores de galhas nas raízea) e Heterodera (do cisto) também podem atingi-la (Sikora e Greco, 1990). A raça 3 do nematoide-do-cisto (H. glycines) completa o ciclo de vida no feijãoadzuki (do Valle et al., 1996). Pormenores sobre as doenças (e também sobre as pragas) são apresentadas por Lumpkin e McClary (1994). Em Minas Gerais, não se tem observado doenças foliares no feijão-adzuki, mas ele tem-se mostrado suscetível aos nematóides das galhas nas raízes (Vieira et al., 1992). É provável que, se o seu cultivo expandir-se, moléstias venham a atacá-lo, pois hoje ele é muito pouco plantado no país. No Japão, mais de 20 espécies de insetos atacam o feijãoadzuki (Kay, 1979). No armazém, o caruncho Callosobruchus chinensis é especialmente destrutivo, começando a infestação tão logo o feijão ensacado é guardado, e perdas de 5% a 50% do feijão armazenado ocorrem na Coréia do Sul (Kay, 1979). Em Viçosa, temse observado ataques da lagarta-das-vagens, de crisomelídios (vaquinhas), do capixabinha (Lagria villosa) e de percevejos. Estes últimos causam manchas e deformações nas sementes provocadas pela picada do inseto através das paredes da vagem. Contudo, esses danos são menores que os observados nas sementes do feijãocomum. Isemura, T.; Tomooka, N.; Kaga, A. & Vaughan, D.A. (2011). Comparison of the pattern of crop domestication between two Asian beans, azuki bean (Vigna angularis) and rice bean (V. umbellata). JARQ 45:

8 Vieira, R. F. (2002) Behavior of azuki bean cultivars under different sowing dates in Ponte Nova and Leopoldina, Minas Gerais, Brazil. Rev. Ceres 49: do Valle, L.A.; Dias, W.P. & Ferraz, S. (1996). Reação de algumas espécies vegetais, principalmente leguminosas, ao nematoide de cisto da soja, Heterodera glycines Ichinohe. Nematol. Bras. 20: Li, L.; Liu, B. & Zheng, X. (2011). Bioactive ingredients in adzuki bean sprouts. J. Med. Plant Res. 5: Delié, D.; Stajkovié, O.; Rasulié, N.; Kuzmanovié, D.; Josié, D. & Milieié, B. (2010). Nodulation and N 2 fixation effectiveness of Bradyrhizobium strains in symbiosis with adzuki bean, Vigna angularis. Braz. Arch. Biol. Technol. 53: Stewart, C.L.; Nurse, R.E.; Gillard, C. & Sikkema, P.H. (2010). Tolerance of adzuki bean to preplant-incorporated, preemergence, and post-emergence herbicides in Ontario, Canada Weed Biol. Manag. 10: Sikkema, P.H.; Soltani, N. C. Shropshire, C. & Robinson, D.E. (2006). Response of adzuki bean to pre-emergence herbicides. Can. J. Plant Sci. 86: Soltani, N.; Robinson, D.E.; Shropshire, C. & Sikkema, P.H. (2006). Adzuki bean (Vigna angularis) responses to post-emergence herbicides. Crop Prot. 25: Soltani, N.; Shropshire, C.; Robinson, D.E. & Sikkema, P.H. (2005). Sensitivity of adzuki bean (Vigna angularis) to preplantincorporated herbicides. Weed Technol. 19: Joshi, V.; Gautam, P.L.; Mal, B.; Sharma, G.D. & Kochhar, S. (2002). Conservation and use of underutilizes crops: an indian perspective. In: Engels, J.M.M.; Rao, V.R.; Brown, A.H.D. & 8

9 Jackson, M.T. Managing plant genetic diversity. New Delhi, IPGRI, p Kimura, S.D.; Schmidtke, K.; Tajima, R.; Yoshida, K.; Nakashima, H. & Rauber, R. (2004). Seasonal N uptake and N 2 fixation by common bean and adzuki bean at various spacings. Plant and Soil 258:

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