ANÁLISE TERRITORIAL DE GOIÁS VIA FUNDO CONSTITUCIONAL DO CENTRO-OESTE (FCO)

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ANÁLISE TERRITORIAL DE GOIÁS VIA FUNDO CONSTITUCIONAL DO CENTRO-OESTE (FCO)"

Transcrição

1 ANÁLISE TERRITORIAL DE GOIÁS VIA FUNDO CONSTITUCIONAL DO CENTRO-OESTE (FCO) Júlio César Pereira Borges Universidade Estadual de Goiás - Unidade de Iporá Introdução Propõe-se com esse texto uma discussão sobre a inserção de Goiás na dinâmica da ocupação do Cerrado brasileiro. Para isso, considera-se a importância das políticas territoriais na apropriação e produção territorial do Brasil. Entendendo-as como vetores de um desenvolvimento socioeconômico desigual no país. A política territorial é o veículo concreto, financeiro, ideológico que põe máquinas, fios e políticas para desenvolver a aproximação entre os lugares e o mundo capitalista. (BORGES 2007) Uma simples análise da estrutura territorial brasileira é o suficiente para perceber uma diversificada configuração regional, no que se diz respeito às condições socioeconômicas. O contexto histórico da produção e apropriação do seu território justifica essa realidade. Ao longo do tempo, promoveu-se uma andança do capital pelo território brasileiro, que por meio das políticas governamentais, direcionou os investimentos de acordo com os interesses capitalistas. Tal ação é responsável pela desigualdade regional no país, constatada na existência de espaços luminosos e espaços opacos, o primeiro caracterizado pelo acúmulo das técnicas informacionais e o segundo pela sua ausência. (SANTOS E SILVEIRA, 2011, 264). Partindo do pressuposto, que a intensidade das técnicas informacionais, determina o nível de relações, circulação, consumo, fluidez, pode ser empregada à tese dos espaços da rapidez e da lentidão, dos autores supracitados, interligando espaços luminososrapidez e opacos-lentidão, tendo em vista que ambos se realizam. Os espaços luminosos-rapidez tendem a incrementar as técnicas informacionais intensificando sua fluidez, ao contrario dos espaços opacos-lentidão, salvo o caso de que este por algum motivo passe a interessar ao capital, que por sua vez alia-se ao poder político e ilumina-o rapidamente. Esse é o caso de Goiás, pós 1960, que passa por uma modernização territorial, via industrialização da agricultura, inserindo-o na dinâmica capitalista de produção. Essa condição consiste na passagem de um Goiás rural tradicional para um Goiás da 1

2 empresa-fazenda. Termo utilizado por Estevam (2004), ao analisar as transformações da estrutura produtiva a qual pelo incremento de técnicas avançadas, ocorre à industrialização da agricultura, simbolizada pelas empresas-fazendas. Essa faz parte de uma nova dinâmica territorial, dotada de novos elementos políticos, econômicos e sociais. É a modernização de Goiás. É a substituição do tempo lento, da acumulação primitiva pela veloz acumulação capitalista. Na verdade, modernizar é se opor a rentabilidade da acumulação simples, que é lenta, compartilhada, ligada apenas à produção da existência, que não interessa ao capitalismo de mercado, é inserir a rentabilidade liberal que é inteligente, planejada, calculada e individualista. Coloca-se então, a ligação entre Goiás e o mundo; através da qual se dá os pactos de forças, a implementação da infra-estrutura e a imponência do capitalismo mundial na apropriação do território goiano. Goiás atual Nas últimas décadas Goiás vem passando por um crescimento econômico acima da média nacional. A política de incentivos fiscal e creditícia vem sendo na atualidade a tônica da ação governamental. Distribuídas nas atividades comercial, industrial e rural resultam na instalação de empreendimentos pelo território goiano. Essa tem sido a lógica do Centro-oeste brasileiro, onde, os poderes executivos exercem funções de agenciadores. Atraem empreendedores e incentivam a produção interna. Para Borges (2007), essa ação coloca o Estado no papel de representante de classe, pois as políticas implantadas, estrategicamente beneficiam as grandes corporações. Esta realidade é evidenciada na atuação do Fundo Constitucional do Centro-oeste que, na atualidade, é um dos principais agentes interventores na economia goiana, através do fomento do agronegócio, da indústria, do comércio e serviços. Goiás é a unidade da federação que mais recebe investimento (gráfico 1). A maior parte deste investimento vai para o setor rural (gráfico 2). O que justifica essa prioridade é o fato desse setor ser a base da economia goiana, assim ao investir no setor agrário, automaticamente movimenta-se os outros setores. (BORGES 2007) Uma condição que corrobora com essa afirmação é a geração de emprego, que no setor rural é bem superior em relação ao setor industrial e de comercio e serviço. (gráfico 3). 2

3 Fonte Banco do Brasil Fonte Banco do Brasil A geração de emprego pelo FCO em Goiás merece uma discussão mais aprofundada. Ao observar dados dos investimentos por empreendimentos, constata-se que o emprego gerado pelos grandes empreendimentos é mais caro para os cofres públicos, se comparados aos médios, pequenos e microempreendimentos. O que se afirma é que os 3

4 grandes empreendimentos absorvem a maior parte de investimento, mas a inserção no mercado de trabalho é maior por parte dos menores. (Gráficos 6 e 7) Diante desta constatação, fica evidente a tese de que o Estado é um representante de classe e por isso, em Goiás sua ação tem sido o de favorecimento das grandes corporações. A arrecadação é feita através de impostos e o investimento é encaminhado preferencialmente aos grandes empreendimentos. Todos pagam para o enriquecimento de poucos. Fonte Banco do Brasil Outro fato relevante, no que diz respeito à aplicabilidade do FCO em Goiás, é a regionalização dos investimentos. Os dados levantados revelam que há uma prioridade regional do FCO, tendo em vista que os dez municípios que mais receberam investimentos, 55, 20% do total, estão localizados no centro-sul do Estado (mapa 1). Os 4

5 demais 55 municípios, que estão no planejamento do FCO, recebem 44,80 %. O que denota uma concentração regional de investimentos. O que chama atenção sobre o supracitado é que ao contrário do que reza a cartilha do FCO, que tem como função reduzir a disparidade socioeconômica entre as regiões, essa é intensificada. O que justifica o afirmado é o fato dos maiores investimentos serem aplicados na região mais dinâmica economicamente, como é o caso do centro-sul goiano, que possui o maior PIB e o maior IDH do Estado. Mapa 1- As 10 cidades que mais receberam investimentos do FCO Fonte: elaborado pelo autor. Essa realidade leva ao entendimento de que o planejamento governamental, não está empenhado em resolver os problemas sociais de Goiás. O verdadeiro interesse é suprir a volúpia das grandes corporações, que por sua vez, dita regras para aplicação de políticas públicas no Estado, absorvendo e subvertendo programas, que em tese são destinados a beneficio da sociedade em geral. 5

6 Referências BORGES, J. C. P.. O Estado e Políticas Públicas: trilhos, estradas, fios e genes da modernização do território goiano. Goiânia, GO, ESTEVAM, Luís. O Tempo da Transformação: estrutura e dinâmica da formação econômica de Goiás. 2ª Ed. Goiânia: Editoria da UCG, SANTOS, Milton e SILVERA, Maria Laura. O BRASIL: Território e Sociedade no inicio do século XXI. Ed Record, Rio de Janeiro

2º ano do Ensino Médio. Ciências Humanas e suas Tecnologias Geografia

2º ano do Ensino Médio. Ciências Humanas e suas Tecnologias Geografia 2º ano do Ensino Médio Ciências Humanas e suas Tecnologias Geografia - Pedro Pinchas Geiger (1967) - Em 1967, o geógrafo brasileiro Pedro Pinchas Geiger propôs uma divisão regional do país, em três Regiões

Leia mais

Geografia - 6º AO 9º ANO

Geografia - 6º AO 9º ANO 5ª Série / 6º Ano Eixos norteadores Temas Conteúdo Habilidades Competências A Geografia como uma - Definição de Geografia - Noções de tempo e -Compreender processos - Identificar diferentes formas de representação

Leia mais

PROCESSO SELETIVO GEOGRAFIA

PROCESSO SELETIVO GEOGRAFIA PROCESSO SELETIVO GEOGRAFIA EIXO TEMÁTICO: O MUNDO 1 O ESPAÇO MUNDIAL CONTEÚDOS COMPETÊNCIAS HABILIDADES Compreender o espaço geográfico como resultante das interações históricas entre sociedade e natureza

Leia mais

a) b) c) d) e) 3 2 1

a) b) c) d) e) 3 2 1 SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA/SECRETARIA DE EDUCAÇÃO POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE GOIÁS COMANDO DE ENSINO POLICIAL MILITAR COLÉGIO DA POLÍCIA MILITAR SARGENTO NADER ALVES DOS SANTOS SÉRIE/ANO: 7 ª TURMA(S):

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ GEOGRAFIA PROSEL/ PRISE 1ª ETAPA EIXO TEMÁTICO I MUNDO 1. ESPAÇO MUNDIAL

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ GEOGRAFIA PROSEL/ PRISE 1ª ETAPA EIXO TEMÁTICO I MUNDO 1. ESPAÇO MUNDIAL UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ GEOGRAFIA PROSEL/ PRISE 1ª ETAPA EIXO TEMÁTICO I MUNDO 1. ESPAÇO MUNDIAL COMPETÊNCIAS HABILIDADES CONTEÚDOS 1. A reestruturação do espaço mundial:modos de 1. Entender a reestruturação

Leia mais

Universidade Federal do Pará Processo Seletivo Especial Conteúdo de Geografia 1. ESPAÇO MUNDIAL

Universidade Federal do Pará Processo Seletivo Especial Conteúdo de Geografia 1. ESPAÇO MUNDIAL Universidade Federal do Pará Processo Seletivo Especial 4-2011 Conteúdo de Geografia 1. ESPAÇO MUNDIAL EIXO TEMÁTICO I MUNDO COMPETÊNCIAS HABILIDADES CONTEÚDOS 1. Entender a reestruturação do espaço mundial

Leia mais

Regionalização e Planejamento regional

Regionalização e Planejamento regional Regionalização e Planejamento regional O que é regionalização? Entende-se por regionalização, a divisão de um espaço ou território em unidades de área que apresentam características que as individualizam.

Leia mais

DOCENTE: JORDANA MEDEIROS COSTA

DOCENTE: JORDANA MEDEIROS COSTA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE DISCIPLINA: GEOGRAFIA DOCENTE: JORDANA MEDEIROS COSTA Conteúdos Estrutura fundiária brasileira; Mão-de-obra empregada no campo;

Leia mais

GEOGRAFIA - 1 o ANO MÓDULO 51 DITADURA MILITAR: MARCHA FORÇADA E ANOS 80

GEOGRAFIA - 1 o ANO MÓDULO 51 DITADURA MILITAR: MARCHA FORÇADA E ANOS 80 GEOGRAFIA - 1 o ANO MÓDULO 51 DITADURA MILITAR: MARCHA FORÇADA E ANOS 80 Como pode cair no enem? (ENEM) A charge remete ao contexto do movimento que ficou conhecido como Diretas Já, ocorrido entre os anos

Leia mais

Setor de Bens de Capital 1

Setor de Bens de Capital 1 Setor de Bens de Capital 1 A indústria de Bens de Capital (BC) que produz máquinas e equipamentos é tradicionalmente reconhecida como um componente estratégico de um padrão de desenvolvimento rápido e

Leia mais

AGRICULTURA EM GOIÁS: POLÍTICAS DE MODERNIZAÇÃO AGRÍCOLA NO PERÍODO MILITAR.

AGRICULTURA EM GOIÁS: POLÍTICAS DE MODERNIZAÇÃO AGRÍCOLA NO PERÍODO MILITAR. AGRICULTURA EM GOIÁS: POLÍTICAS DE MODERNIZAÇÃO AGRÍCOLA NO PERÍODO MILITAR. Pedro Henrique Marques Cardoso 1,3 ; Dulce Portilho Maciel 2,3 1 Bolsista PBIC/UEG 1 Pesquisadora Orientadora 3 Curso de História-licenciatura,

Leia mais

Micro e Pequenas Centrais Hidrelétricas. Fontes alternativas de energia - micro e pequenas centrais hidrelétricas 1

Micro e Pequenas Centrais Hidrelétricas. Fontes alternativas de energia - micro e pequenas centrais hidrelétricas 1 Micro e Pequenas Centrais Hidrelétricas Fontes alternativas de energia - micro e pequenas centrais hidrelétricas 1 PCH's De acordo com a resolução No. 394-04/12/1998 da ANEEL Agência Nacional de Energia

Leia mais

2º ano do Ensino Médio. Ciências Humanas e suas Tecnologias Geografia

2º ano do Ensino Médio. Ciências Humanas e suas Tecnologias Geografia 2º ano do Ensino Médio Ciências Humanas e suas Tecnologias Geografia Características gerais O Centro-Sul caracteriza-se por ser o centro articulador do território brasileiro, com maior dinamismo industrial,

Leia mais

Geografia. As Regiões Geoeconômicas do Brasil. Professor Luciano Teixeira.

Geografia. As Regiões Geoeconômicas do Brasil. Professor Luciano Teixeira. Geografia As Regiões Geoeconômicas do Brasil Professor Luciano Teixeira www.acasadoconcurseiro.com.br Geografia Aula XX AS REGIÕES GEOECONÔMICAS DO BRASIL A divisão regional oficial do Brasil é aquela

Leia mais

OLIVEIRA, Francisco de. Elegia Para uma Re(li)gião. Sudene, Nordeste. Planejamento e conflitos de classe. 5. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.

OLIVEIRA, Francisco de. Elegia Para uma Re(li)gião. Sudene, Nordeste. Planejamento e conflitos de classe. 5. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987. OLIVEIRA, Francisco de. Elegia Para uma Re(li)gião. Sudene, Nordeste. Planejamento e conflitos de classe. 5. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987. Faculdade de Ciências e Tecnologia Universidade Estadual

Leia mais

Resolução de Questões do ENEM (Manhã)

Resolução de Questões do ENEM (Manhã) Resolução de Questões do ENEM (Manhã) Resolução de Questões do ENEM (Manhã) 1. O processo indicado no gráfico demonstra um aumento significativo da população urbana em relação à população rural no Brasil.

Leia mais

Foi base para a estruturação da Lei Nº /2014 Estatuto da Metrópole. Criação: 1973 Lei LC14/1973; LCE 88/2006 e LCE 89/2006

Foi base para a estruturação da Lei Nº /2014 Estatuto da Metrópole. Criação: 1973 Lei LC14/1973; LCE 88/2006 e LCE 89/2006 1 SBC 09/06/2016 1 2 Criação: 1973 Lei LC14/1973; LCE 88/2006 e LCE 89/2006 Cidade Pólo: Belo Horizonte Foi base para a estruturação da Lei Nº 13.089 /2014 Estatuto da Metrópole Área: 9.472,4 Km 2 (1,6%

Leia mais

Não é possível pensar em sociedade separada do espaço que ocupa.

Não é possível pensar em sociedade separada do espaço que ocupa. O ESPAÇO GEOGRÁFICO As sociedades humanas desenvolvem, durante sua história, modos próprios de vida. Estes decorreram da combinação de formas de subsistência material - com culturas diversas -, de diferentes

Leia mais

UNIDADE: DATA: 03 / 12 / 2015 III ETAPA AVALIAÇÃO ESPECIAL DE GEOGRAFIA 7.º ANO/EF

UNIDADE: DATA: 03 / 12 / 2015 III ETAPA AVALIAÇÃO ESPECIAL DE GEOGRAFIA 7.º ANO/EF SOCIEDADE MINEIRA DE CULTURA Mantenedora da PUC Minas e do COLÉGIO SANTA MARIA UNIDADE: DATA: 03 / 2 / 205 III ETAPA AVALIAÇÃO ESPECIAL DE GEOGRAFIA 7.º ANO/EF ALUNO(A): N.º: TURMA: PROFESSOR(A): VALOR:

Leia mais

O FNO E O DESENVOLVIEMNTO DA REGIÃO AMAZÔNICA. Prof. Bernardo Campolina (CEDEPLAR/UFMG) Seminários Regionais Norte ABDE

O FNO E O DESENVOLVIEMNTO DA REGIÃO AMAZÔNICA. Prof. Bernardo Campolina (CEDEPLAR/UFMG) Seminários Regionais Norte ABDE O FNO E O DESENVOLVIEMNTO DA REGIÃO AMAZÔNICA Prof. Bernardo Campolina (CEDEPLAR/UFMG) Seminários Regionais Norte ABDE O que é desenvolvimento? Mudanças estruturais e sociais que combinem crescimento econômico

Leia mais

ESPAÇO RURAL E MODERNIZAÇÃO DO CAMPO

ESPAÇO RURAL E MODERNIZAÇÃO DO CAMPO ESPAÇO RURAL E MODERNIZAÇÃO DO CAMPO COMO ENTENDER A SITUAÇÃO DO CAMPO NO BRASIL? COMO ENTENDER A PRODUÇÃO DE ALIMENTOS NO BRASIL E NO MUNDO? Tipos de agropecuária: intensiva e extensiva Principais modelos

Leia mais

Centro-Sul Brasileiro

Centro-Sul Brasileiro Centro-Sul Brasileiro 1. Analise o mapa, que representa as concentrações industriais no Brasil. Concentrações Industriais no Brasil A partir da análise do mapa e de seus conhecimentos, assinale a alternativa

Leia mais

Boletim de Conjuntura Econômica de Goiás N.1/mar. 2010

Boletim de Conjuntura Econômica de Goiás N.1/mar. 2010 Boletim de Conjuntura Econômica de Goiás N.1/mar. 2010 1 Na primeira edição do Boletim de Conjuntura Econômica de Goiás serão apresentadas análises de quatro índices que retratam a dinâmica da economia

Leia mais

Introdução. JOHN LINDAUER, Macroeconomics

Introdução. JOHN LINDAUER, Macroeconomics Introdução A meta mais importante de um sistema econômico, que é a de produzir uma quantidade suficiente de bens e serviços, capaz de satisfazer integralmente às aspirações diversificadas e por vezes conflitantes

Leia mais

GEOGRAFIA - 2 o ANO MÓDULO 29 CONHECENDO O TERRITÓRIO CHINÊS

GEOGRAFIA - 2 o ANO MÓDULO 29 CONHECENDO O TERRITÓRIO CHINÊS GEOGRAFIA - 2 o ANO MÓDULO 29 CONHECENDO O TERRITÓRIO CHINÊS Como pode cair no enem (UERJ) O gasto militar é um dos indicadores do poder dos países no cenário internacional em um dado contexto histórico.

Leia mais

Oportunidades para apoio ao desenvolvimento do Centro Oeste. 25 de junho de 2013.

Oportunidades para apoio ao desenvolvimento do Centro Oeste. 25 de junho de 2013. Oportunidades para apoio ao desenvolvimento do Centro Oeste. 25 de junho de 2013. O Estado de Goiás Goiás, uma das 27 unidades federativas, está situado na região Centro Oeste do País ocupando uma área

Leia mais

A Dinâmica dos Bairros de Goiânia (GO) como Apoio ao Estudo do Crescimento Urbano do Município.

A Dinâmica dos Bairros de Goiânia (GO) como Apoio ao Estudo do Crescimento Urbano do Município. A Dinâmica dos Bairros de Goiânia (GO) como Apoio ao Estudo do Crescimento Urbano do Município. Rubia Nara Silva Martins 1 rubianara00@hotmail.com Ivanilton José de Oliveira 2 ivanilton.oliveira@gmail.com

Leia mais

PLANEJAMENTO ANUAL / TRIMESTRAL 2013 Conteúdos Habilidades Avaliação

PLANEJAMENTO ANUAL / TRIMESTRAL 2013 Conteúdos Habilidades Avaliação COLÉGIO LA SALLE BRASÍLIA Disciplina: Geografia Trimestre: 1º PLANEJAMENTO ANUAL / TRIMESTRAL 2013 1. Mundo contemporâneo: economia e geopolítica: - Processo de desenvolvimento do capitalismo - Geopolítica

Leia mais

Industrialização Brasileira

Industrialização Brasileira Industrialização Brasileira Aula 26 LEMBRAR QUE A URBANIZAÇÃO SEMPRE FOI INFLUENCIADA PELA ECONOMIA. Algodão Maranhão. Açúcar Nordeste Brasileiro. Borracha Acre. Café- Sudeste. Minério- Minas Gerais. A

Leia mais

Território e planejamento de longo prazo: a experiência do Estudo da Dimensão territorial do planejamento

Território e planejamento de longo prazo: a experiência do Estudo da Dimensão territorial do planejamento Território e planejamento de longo prazo: a experiência do Estudo da Dimensão territorial do planejamento Leandro Freitas Couto Analista de Planejamento e Orçamento 27.07.2016 Retomada do planejamento

Leia mais

CIDADES MELHORES, MAS AINDA DESIGUAIS. A Geografia Levada a Sério

CIDADES MELHORES, MAS AINDA DESIGUAIS.  A Geografia Levada a Sério CIDADES MELHORES, MAS AINDA DESIGUAIS CIDADES MELHORES, MAS AINDA DESIGUAIS A qualidade de vida nas metrópoles brasileiras melhorou, no séc. XXI, entre os anos de 2000 a 2010, com base no Censo; É o que

Leia mais

APTIDÃO PARA A SILVICULTURA DE EUCALIPTO NAS DIFERENTES REGIÕES DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO. Documento Síntese

APTIDÃO PARA A SILVICULTURA DE EUCALIPTO NAS DIFERENTES REGIÕES DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO. Documento Síntese APTIDÃO PARA A SILVICULTURA DE EUCALIPTO NAS DIFERENTES REGIÕES DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO Documento Síntese Coordenação Apoio Institucional Vitória ES 2015 1 APTIDÃO PARA A SILVICULTURA DE EUCALIPTO

Leia mais

Análise dos impactos socioeconômicos e ambientais do complexo minero-siderúrgico de Mato Grosso do Sul (CMS-MS)

Análise dos impactos socioeconômicos e ambientais do complexo minero-siderúrgico de Mato Grosso do Sul (CMS-MS) Análise dos impactos socioeconômicos e ambientais do complexo minero-siderúrgico de Mato Grosso do Sul (CMS-MS) André Carvalho Deborah Baré Hubner Mario Monzoni FGV-EAESP Centro de Estudos em Sustentabilidade

Leia mais

FINACIAMENTO DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL Secretaria de Fundos Regionais e Incentivos Fiscais

FINACIAMENTO DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL Secretaria de Fundos Regionais e Incentivos Fiscais FINACIAMENTO DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL Secretaria de Fundos Regionais e Incentivos Fiscais Maio/2013 INSTRUMENTOS DE FINANCIAMENTO DA PNDR ORIGEM FUNDOS CONSTITUCIONAIS DE FINANCIAMENTO Constituição

Leia mais

COLÉGIO ESTADUAL LUIZ AUGUSTO MORAS REGO- ENSINO FUNDAMENTAL, MÉDIO E PROFISSIONAL - PTD

COLÉGIO ESTADUAL LUIZ AUGUSTO MORAS REGO- ENSINO FUNDAMENTAL, MÉDIO E PROFISSIONAL - PTD COLÉGIO ESTADUAL LUIZ AUGUSTO MORAS REGO- ENSINO FUNDAMENTAL, MÉDIO E PROFISSIONAL - PTD Professor (a):rosi Magda Guimarães Disciplina:Geografia Ano:2015 Bimestre: 2º ano A 1º bimestre ESTRUTURANTES: :

Leia mais

CONTEÚDOS GEOGRAFIA - 4º ANO COLEÇÃO INTERAGIR E CRESCER

CONTEÚDOS GEOGRAFIA - 4º ANO COLEÇÃO INTERAGIR E CRESCER CONTEÚDOS GEOGRAFIA - 4º ANO COLEÇÃO INTERAGIR E CRESCER UNIDADE 1 ORGANIZAÇAO DOS ESPAÇOS TERRITORIAIS 1. Organização dos espaços no país Território e fronteira Organização política do Brasil Regiões

Leia mais

PLANTÕES DE FÉRIAS GEOGRAFIA

PLANTÕES DE FÉRIAS GEOGRAFIA PLANTÕES DE FÉRIAS GEOGRAFIA Nome: Nº: Série: 2º ANO Turma: Profª JÉSSICA CECIM Data: JULHO 2016 1. ROTEIRO a) Industrialização Brasileira e Urbanização 2. EXERCÍCIOS 1. A respeito do processo da industrialização

Leia mais

GEOGRAFIA DA POPULAÇÃO - I -

GEOGRAFIA DA POPULAÇÃO - I - GEOGRAFIA DA POPULAÇÃO - I - DEMOGRAFIA POPULAÇÃO - conjunto de pessoas que habitam uma determinada área, classificada de vários aspectos: religião, etnia, local de moradia, atividades econômicas, faixa

Leia mais

A URBANIZAÇÃO PELA INDUSTRIALIZAÇÃO: MODIFICAÇÃO DO ESPAÇO PELA CRIAÇÃO DO DISTRITO INDUSTRIAL RENAULT EM SÃO JOSÉ DOS PINHAIS- BAIRRO BORDA DO CAMPO.

A URBANIZAÇÃO PELA INDUSTRIALIZAÇÃO: MODIFICAÇÃO DO ESPAÇO PELA CRIAÇÃO DO DISTRITO INDUSTRIAL RENAULT EM SÃO JOSÉ DOS PINHAIS- BAIRRO BORDA DO CAMPO. A URBANIZAÇÃO PELA INDUSTRIALIZAÇÃO: MODIFICAÇÃO DO ESPAÇO PELA CRIAÇÃO DO DISTRITO INDUSTRIAL RENAULT EM SÃO JOSÉ DOS PINHAIS- BAIRRO BORDA DO CAMPO. Helen Caroline Cunha BARBOSA Universidade Federal

Leia mais

Indústria Química, Sociedade e Território: novos desafios para o Grande ABC

Indústria Química, Sociedade e Território: novos desafios para o Grande ABC Indústria Química, Sociedade e Território: novos desafios para o Grande ABC Luis Paulo Bresciani Consórcio Intermunicipal Grande ABC Universidade Municipal de São Caetano do Sul ciclo de debates A indústria

Leia mais

PLANEJAMENTO ANUAL / TRIMESTRAL 2014 Conteúdos Habilidades Avaliação

PLANEJAMENTO ANUAL / TRIMESTRAL 2014 Conteúdos Habilidades Avaliação Disciplina: Geografia Trimestre: 1º PLANEJAMENTO ANUAL / TRIMESTRAL 2014 1. Mundo contemporâneo: economia e geopolítica: - Processo de desenvolvimento do capitalismo - Geopolítica e economia do pós-segunda

Leia mais

República Conceitos básicos

República Conceitos básicos República Conceitos básicos Estado: e a formação de um povo. Território:, ou seja, representa a base física limitada por suas fronteiras. República Conceitos básicos Povo: é todo o, regulamentados por

Leia mais

A estrutura social e as desigualdades

A estrutura social e as desigualdades 3 A estrutura social e as desigualdades O termo classe é empregado de muitas maneiras. Sociologicamente, ele é utilizado na explicação da estrutura da sociedade capitalista, que tem uma configuração histórico-estrutural

Leia mais

Prof. Clésio Farrapo

Prof. Clésio Farrapo Prof. Clésio Farrapo Podemos dividir a área agrícola em dois tipos de Iavoura: cultura permanente e cultura temporária. No primeiro caso, as culturas Ievam mais de um ano para produzir; podem ser retiradas

Leia mais

AGENTES, FLUXOS E AS QUESTÕES CHAVE DA ECONOMIA

AGENTES, FLUXOS E AS QUESTÕES CHAVE DA ECONOMIA AGENTES, FLUXOS E AS QUESTÕES CHAVE DA ECONOMIA Rossetti (Cap. III) As 4 Questões Chave da Economia Eficiência Produtiva Eficácia alocativa Justiça distributiva e Ordenamento Institucional Principais Elementos

Leia mais

Unidade. A estrutura social e as desigualdades

Unidade. A estrutura social e as desigualdades Unidade 3 A estrutura social e as desigualdades O termo classe é empregado de muitas maneiras. Sociologicamente, ele é utilizado na explicação da estrutura da sociedade capitalista, que tem uma configuração

Leia mais

PODER EXECUTIVO DECRETO Nº DE 15 DE ABRIL DE 2013.

PODER EXECUTIVO DECRETO Nº DE 15 DE ABRIL DE 2013. DECRETO Nº 44.159 DE 15 DE ABRIL DE 2013. DISPÕE SOBRE A CONSTITUIÇÃO DO RIO CRIATIVO - PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DA ECONOMIA CRIATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO,

Leia mais

REVOLUÇÃO INDUSTRIAL E INDUSTRIALIZAÇÃO

REVOLUÇÃO INDUSTRIAL E INDUSTRIALIZAÇÃO REVOLUÇÃO INDUSTRIAL E INDUSTRIALIZAÇÃO ORIGENS DA INDUSTRIALIZAÇÃO A industrialização é baseada numa economia de mercado e numa sociedade de classes. ECONOMIA DE MERCADO (CAPITALISTA) O mercado consiste

Leia mais

Objetivos. Representação dos municípios brasileiros, sobretudo pequenos e médios. Aprimoramento do pacto federativo

Objetivos. Representação dos municípios brasileiros, sobretudo pequenos e médios. Aprimoramento do pacto federativo 69 anos de história Fundada em 15 de março de 1946, no Rio de Janeiro Entidade Municipalista mais antiga do Brasil e da América Latina Atua em um regime de íntima cooperação com as municipalidades, instituições

Leia mais

PLANO DE CURSO DISCIPLINA:Geografia ÁREA DE ENSINO: Fundamental I SÉRIE/ANO: 5 ANO DESCRITORES CONTEÚDOS SUGESTÕES DE PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS

PLANO DE CURSO DISCIPLINA:Geografia ÁREA DE ENSINO: Fundamental I SÉRIE/ANO: 5 ANO DESCRITORES CONTEÚDOS SUGESTÕES DE PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS UNIDADE 1 BRASIL: UM PAIS DE MUITAS DIVERSIDADES *Conhecer e compreender a diversidade de paisagens do Brasil *Conhecer a diversidade da população brasileira. *Perceber os contrastes sociais existentes

Leia mais

O MUNICÍPIO DE ANICUNS NO CONTEXTO DA ATUAL PRODUÇÃO DO TERRITÓRIO GOIANO

O MUNICÍPIO DE ANICUNS NO CONTEXTO DA ATUAL PRODUÇÃO DO TERRITÓRIO GOIANO O MUNICÍPIO DE ANICUNS NO CONTEXTO DA ATUAL PRODUÇÃO DO TERRITÓRIO GOIANO Ironi Felipe de Brito ironibrito@gmail.com Programa de Pós-graduação em Administração, Universidade de Taubaté (UNITAU) Rua Daniel

Leia mais

Desenvolvimento definição

Desenvolvimento definição Desenvolvimento definição O termo situação de foi criado para retratar a de um país, dentro dos moldes capitalistas. Países desenvolvidos são também chamados de: ; ; ; Fatores do Desenvolvimento Crescimento

Leia mais

O FUNDO CONSTITUCIONAL DE FINANCIAMENTO DO NORTE (FNO) COMO INDUTOR DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL

O FUNDO CONSTITUCIONAL DE FINANCIAMENTO DO NORTE (FNO) COMO INDUTOR DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL DIÁLOGOS RBMA_NO Limites e Possibilidades da avaliação das políticas públicas: a prática do Norte O FUNDO CONSTITUCIONAL DE FINANCIAMENTO DO NORTE (FNO) COMO INDUTOR DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL Marcelo

Leia mais

Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020. Identidade, Competitividade, Responsabilidade

Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020. Identidade, Competitividade, Responsabilidade Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020 Identidade, Competitividade, Responsabilidade Lezíria do Tejo Alto Alentejo Alentejo Central Alentejo Litoral Baixo Alentejo Planeamento Estratégico Regional

Leia mais

TRABALHO E SISTEMAS DE ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO

TRABALHO E SISTEMAS DE ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO 1 TRABALHO E SISTEMAS DE ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO O ser humano trabalha quando cria a vida ou melhora as condições de vida. O trabalho transforma a natureza O trabalho também serve a estratificação está

Leia mais

Câmara Municipal de São Caetano do Sul

Câmara Municipal de São Caetano do Sul SENHOR PRESIDENTE PROJETO DE LEI INSTITUI O CONSELHO MUNICIPAL DE ECONOMIA POPULAR SOLIDÁRIA, COM A FINALIDADE DE ELABORAR E IMPLEMENTAR O PROGRAMA DE APOIO À ECONOMIA SOLIDÁRIA E AO COOPERATIVISMO POPULAR

Leia mais

Rede Salesiana de Escolas Colégio Salesiano DOM BOSCO Natal RN 7 ano INDUSTRIA E ENERGIA NO BRASIL

Rede Salesiana de Escolas Colégio Salesiano DOM BOSCO Natal RN 7 ano INDUSTRIA E ENERGIA NO BRASIL Rede Salesiana de Escolas Colégio Salesiano DOM BOSCO Natal RN 7 ano INDUSTRIA E ENERGIA NO BRASIL NATAL- RN 2015 INTRODUÇÃO Companhia Siderúrgica Nacional, construída entre os anos de 1942 e 1947, empresa

Leia mais

O AGRONEGÓCIO E AS RELAÇÕES SOCIOAMBIENTAIS NO SUDOESTE GOIANO

O AGRONEGÓCIO E AS RELAÇÕES SOCIOAMBIENTAIS NO SUDOESTE GOIANO O AGRONEGÓCIO E AS RELAÇÕES SOCIOAMBIENTAIS NO SUDOESTE GOIANO Roberto Eduardo Castillo Pizarro 1 Introdução O Sudoeste Goiano é sem dúvida, a região do estado de Goiás com maior dinâmica associada ao

Leia mais

Dinâmica Recente da Rede Urbana Brasileira

Dinâmica Recente da Rede Urbana Brasileira Dinâmica Recente da Rede Urbana Brasileira Entendida como um conjunto de centros funcionalmente articulados, constitui-se num REFLEXO SOCIAL, resultante da ação de vários agentes sociais. UNIVERSIDADE

Leia mais

Os Estados Membros e os Municípios na Federação Brasileira: Paradoxos do Federalismo no Brasil. Marcelo Neves

Os Estados Membros e os Municípios na Federação Brasileira: Paradoxos do Federalismo no Brasil. Marcelo Neves Os Estados Membros e os Municípios na Federação Brasileira: Paradoxos do Federalismo no Brasil Marcelo Neves Os Estados Membros e os Municípios na Federação Brasileira: Paradoxos do Federalismo no Brasil

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS Aula 11. Prof. a Dr. a Maria das Graças Rua

POLÍTICAS PÚBLICAS Aula 11. Prof. a Dr. a Maria das Graças Rua POLÍTICAS PÚBLICAS Aula 11 Prof. a Dr. a Maria das Graças Rua O Financiamento do SUS: CF-88 art. 198: O SUS é financiado por recursos do Orçamento da Seguridade Social da União, dos estados, do Distrito

Leia mais

Iniciamos nossas palavras com um sincero, OBRIGADO.

Iniciamos nossas palavras com um sincero, OBRIGADO. 1 Iniciamos nossas palavras com um sincero, OBRIGADO. OBRIGADO, primeiramente a Deus que nos concede o dom da vida; com saúde, serenidade e determinação para mais esse desafio. OBRIGADO, senhor Governador,

Leia mais

Tudo que a gente quer é ver você aqui.

Tudo que a gente quer é ver você aqui. Tudo que a gente quer é ver você aqui. Em outubro de 2011, o oeste catarinense deu as boas-vindas ao seu primeiro e único shopping. Trazendo inovação, praticidade e entretenimento, o Shopping Pátio Chapecó

Leia mais

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Setembro 2009

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Setembro 2009 Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Setembro 2009 CARACTERÍSTICAS DOS CONDOMÍNIOS INDUSTRIAIS COMO OPÇÃO DE INVESTIMENTO EM REAL ESTATE Prof. M.Eng. Rogerio Santovito em

Leia mais

TOTAL - FISCAL 1.300.000 TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL 1.300.000

TOTAL - FISCAL 1.300.000 TOTAL - SEGURIDADE 0 TOTAL - GERAL 1.300.000 ORGAO : 22000 - MINISTERIO DA AGRICULTURA, PECUARIA E ABASTECIMENTO UNIDADE : 22202 - EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUARIA - EMBRAPA 1161 PESQUISA E DESENVOLVIMENTO AGROPECUARIO E AGROINDUSTRIAL

Leia mais

ENERGIAS RENOVÁVEIS E EFICIÊNCIA ENERGÉTICA

ENERGIAS RENOVÁVEIS E EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EIXO 4 ENERGIAS RENOVÁVEIS E EFICIÊNCIA ENERGÉTICA VERSÃO PRELIMINAR Contexto O mundo vive atualmente o desafio de seguir com seu processo de desenvolvimento socioeconômico com recursos cada vez mais escassos.

Leia mais

Organização do Território

Organização do Território Organização do Território 1. No século XXI, a participação do Produto Interno Bruto (PIB) do Nordeste no PIB brasileiro vem aumentando paulatinamente, o que indica que a região passa por um ciclo de crescimento

Leia mais

Banco do Brasil Desenvolvimento Sustentável. Financiamento do Desenvolvimento Regional

Banco do Brasil Desenvolvimento Sustentável. Financiamento do Desenvolvimento Regional Banco do Brasil Desenvolvimento Sustentável Financiamento do Desenvolvimento Regional Desenvolvimento Regional Sustentável - DRS Visão Participativa - Concertação BB Associações Universidades Região Empresas

Leia mais

ATIVIDADES ONLINE 8º ANO

ATIVIDADES ONLINE 8º ANO ATIVIDADES ONLINE 8º ANO 1) Assinale a alternativa que melhor representa a Divisão Internacional do Trabalho (DIT) no Capitalismo Financeiro. 2) Observe. A primeira grande fase do sistema capitalista foi

Leia mais

Diretoria de Agronegócios. BB e o Agronegócio

Diretoria de Agronegócios. BB e o Agronegócio Diretoria de Agronegócios BB e o Agronegócio Importância do Agronegócio no Brasil + 35% nas exportações do país 197,9 40,9% 41,1% 37,4% 55,1 58,2 60,4 20,6 23,8 24,8 41,9% 73,1 30,6 160,6 40,4% 137,5 118,3

Leia mais

PROPOSTA DE INTEGRAÇÃO DA PRODUÇÃO DE LEITE DO SUL DO BRASIL - REDE DE COOPERATIVAS DA AGRICULTURA FAMILIAR

PROPOSTA DE INTEGRAÇÃO DA PRODUÇÃO DE LEITE DO SUL DO BRASIL - REDE DE COOPERATIVAS DA AGRICULTURA FAMILIAR PROPOSTA DE INTEGRAÇÃO DA PRODUÇÃO DE LEITE DO SUL DO BRASIL - REDE DE COOPERATIVAS DA AGRICULTURA FAMILIAR JUSTIFICATIVA Odilio Sepulcri 1 Milton Satoshi Matsushita 2 José Geraldo Alves 3 Nos últimos

Leia mais

MATRIZ DE REFERÊNCIA DE GEOGRAFIA - ENSINO FUNDAMENTAL

MATRIZ DE REFERÊNCIA DE GEOGRAFIA - ENSINO FUNDAMENTAL D1 Identificar diferentes tipos de representação da superfície terrestre (globo terrestre, maquetes, mapas, plantas, croquis). Identificar diferenças entre as representações do espaço geográfico. Comparar

Leia mais

Impactos socioeconômicos Projeto de empreendimento Fonte Sônia

Impactos socioeconômicos Projeto de empreendimento Fonte Sônia Impactos socioeconômicos Projeto de empreendimento Fonte Sônia Marcelo Cunha mpcunha@unicamp.br Rodrigo Lanna rlanna@unicamp.br Campinas, maio de 2016 Estrutura da apresentação A. Introdução B. Características

Leia mais

Definição. é um sistema econômico (e por. vezes político) em que os meios de produção, distribuição, decisões sobre oferta, demanda, preço

Definição. é um sistema econômico (e por. vezes político) em que os meios de produção, distribuição, decisões sobre oferta, demanda, preço Definição O é um sistema econômico (e por vezes político) em que os meios de produção, distribuição, decisões sobre oferta, demanda, preço e investimentos são em grande parte ou totalmente de propriedade

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO Centro de Filosofia e Ciências Humanas Departamento de Ciências Geográficas

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO Centro de Filosofia e Ciências Humanas Departamento de Ciências Geográficas SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO Centro de Filosofia e Ciências Humanas Departamento de Ciências Geográficas CONCURSO PÚBLICO PARA DOCENTES DO MAGISTÉRIO SUPERIOR Edital nº 42,

Leia mais

Políticas públicas para a agricultura

Políticas públicas para a agricultura Políticas públicas para a agricultura Políticas Públicas Formas de intervenção do Estado, através de mecanismos de participação. Serve de orientação para instrumentalizar, regular e amparar a produção

Leia mais

MARKETING DE LUGARES: UM ESTUDO CASO DE MATO GROSSO DO SUL

MARKETING DE LUGARES: UM ESTUDO CASO DE MATO GROSSO DO SUL MARKETING DE LUGARES: UM ESTUDO CASO DE MATO GROSSO DO SUL LAUTHER DA SILVA SERRA JÚNIOR 1 IDO LUIZ MICHELS 2 IVO MARTINS CEZAR 3 FERNANDO PAIM COSTA 4 SILVANA KATO DA SILVA 5 GERCINA GONÇALVES DA SILVA

Leia mais

Perfil das Micro e Pequenas Empresas no ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Perfil das Micro e Pequenas Empresas no ESTADO DO RIO DE JANEIRO Perfil das Micro e Pequenas Empresas no ESTADO DO RIO DE JANEIRO NOTA CONJUNTURAL DO OBSERVATÓRIO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, SETEMBRO DE 2011 03 2011 PANORAMA GERAL O crescimento

Leia mais

PLATAFORMA PARA AS ELEIÇÕES 2.014

PLATAFORMA PARA AS ELEIÇÕES 2.014 PLATAFORMA PARA AS ELEIÇÕES 2014 Considerando que a Bacia do Rio Paraguai abrange a maior planície inundável do planeta, o Pantanal; Considerando que a bacia abriga mais de 8 milhões de habitantes com

Leia mais

Questionário Simplificado

Questionário Simplificado Contrato BNDES/FINEP/FUJB Arranjos e Sistemas Produtivos Locais e as Novas Políticas de Desenvolvimento Industrial e Tecnológico Questionário Simplificado A ser aplicado nas pequenas empresas Fevereiro/2000

Leia mais

Aula Ao Vivo(18/04/2013) - Geografia Agrária do Brasil

Aula Ao Vivo(18/04/2013) - Geografia Agrária do Brasil Aula Ao Vivo(18/04/2013) - Geografia Agrária do Brasil IFCE 1 - O agronegócio, também conhecido por seu nome em inglês "agribusiness", cujas cadeias produtivas se baseiam na agricultura e na pecuária,

Leia mais

MAPA ESTRATÉGICO DO COMÉRCIO EXTERIOR CATARINENSE JARAGUÁ DO SUL, 05/12/2014

MAPA ESTRATÉGICO DO COMÉRCIO EXTERIOR CATARINENSE JARAGUÁ DO SUL, 05/12/2014 MAPA ESTRATÉGICO DO COMÉRCIO EXTERIOR CATARINENSE JARAGUÁ DO SUL, 05/12/2014 MAPA ESTRATÉGICO DO COMÉRCIO EXTERIOR CATARINENSE JARAGUÁ DO SUL, 05/12/2014 Focos estratégicos Diversificação e agregação

Leia mais

1. IDENTIFICAÇÃO 3. OBJETIVOS 4. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO CÓDIGO DA DISCIPLINA: PERÍODO: 8º CRÉDITO: 04 CARGA HORÁRIA SEMANAL: 04

1. IDENTIFICAÇÃO 3. OBJETIVOS 4. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO CÓDIGO DA DISCIPLINA: PERÍODO: 8º CRÉDITO: 04 CARGA HORÁRIA SEMANAL: 04 1. IDENTIFICAÇÃO CÓDIGO DA DISCIPLINA: 020031 PERÍODO: 8º CRÉDITO: 04 CARGA HORÁRIA SEMANAL: 04 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 60 NOME DA DISCIPLINA: ECONOMIA AGRÍCOLA NOME DO CURSO: ECONOMIA 2. EMENTA A agricultura

Leia mais

ESTADOS UNIDOS: superpotência mundial. Capítulo 9 Educador: Franco Augusto

ESTADOS UNIDOS: superpotência mundial. Capítulo 9 Educador: Franco Augusto ESTADOS UNIDOS: superpotência mundial Capítulo 9 Educador: Franco Augusto Alguns significados: fonte: http://www.significados.com.br Hegemonia significa preponderância de alguma coisa sobre outra. É a

Leia mais

A INSERÇÃO DOS NEGROS NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS

A INSERÇÃO DOS NEGROS NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS OS NEGROS NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS NOVEMBRO DE 2012 A INSERÇÃO DOS NEGROS NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS A sociedade brasileira comemora, no próximo dia 20 de novembro, o Dia da

Leia mais

2. ((UFMG) Analise este trecho de música, em que se retratam condições socioambientais das grandes cidades brasileiras: A Cidade

2. ((UFMG) Analise este trecho de música, em que se retratam condições socioambientais das grandes cidades brasileiras: A Cidade 1. (Puccamp) "Nos Estados Unidos, a região das Planícies Centrais tem apresentado grande evolução agrícola: no Corn Belt, o milho está cada vez mais associado à beterraba e à soja; no antigo Cotton Belt

Leia mais

Dinâmicas de Investimento Privado em Moçambique: tendências e questões preliminaries para análise

Dinâmicas de Investimento Privado em Moçambique: tendências e questões preliminaries para análise Dinâmicas de Investimento Privado em Moçambique: tendências e questões preliminaries para análise Carlos Muianga, Helena Pérez-Nino, Sara Stevano, Michael Sambo Conference Paper nº 41 III CONFERÊNCIA INTERNACIONAL

Leia mais

IDH e Globalização. Uma longa viagem começa com um único passo (Lao Tsé).

IDH e Globalização. Uma longa viagem começa com um único passo (Lao Tsé). IDH e Globalização. Uma longa viagem começa com um único passo (Lao Tsé). O termo está vinculado à situação econômica e social das nações ricas ; Para atingir este estado, um país precisa de: 1. Controle

Leia mais

Aulas 05 e 06: Estrutura fundiária brasileira e industrialização. Não espere por uma crise para descobrir o que é importante em sua vida (Platão)

Aulas 05 e 06: Estrutura fundiária brasileira e industrialização. Não espere por uma crise para descobrir o que é importante em sua vida (Platão) Aulas 05 e 06: Estrutura fundiária brasileira e industrialização. Não espere por uma crise para descobrir o que é importante em sua vida (Platão) O comércio mundial de alimentos. Commodity: valor que um

Leia mais

Tabela 1 Taxa de Crescimento do Produto Interno Bruto no Brasil e em Goiás: 2011 2013 (%)

Tabela 1 Taxa de Crescimento do Produto Interno Bruto no Brasil e em Goiás: 2011 2013 (%) 1 PANORAMA ATUAL DA ECONOMIA GOIANA A Tabela 1 mostra o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil e de Goiás no período compreendido entre 211 e 213. Nota-se que, percentualmente, o PIB goiano cresce relativamente

Leia mais

PRINCÍPIOS DA GESTÃO PARA A EDUCAÇÃO

PRINCÍPIOS DA GESTÃO PARA A EDUCAÇÃO PRINCÍPIOS DA GESTÃO PARA A EDUCAÇÃO Prof. Dr. Bernardo Meyer Departamento de Ciências da Administração - CAD Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC EDUCAÇÃO EDUCAÇÃO - A educação vive um processo

Leia mais

Disciplina: Geografia. Período: I. Professor (a): Liliane Cristina de Oliveira Vieira e Maria Aparecida Holanda Veloso

Disciplina: Geografia. Período: I. Professor (a): Liliane Cristina de Oliveira Vieira e Maria Aparecida Holanda Veloso COLÉGIO LA SALLE BRASILIA Associação Brasileira de Educadores Lassalistas ABEL SGAS Q. 906 Conj. E C.P. 320 Fone: (061) 3443-7878 CEP: 70390-060 - BRASÍLIA - DISTRITO FEDERAL Disciplina: Geografia Período:

Leia mais

olo de Moda Divinópolis

olo de Moda Divinópolis olo de Moda Divinópolis ivinópolis Polo de Moda População de Divinópolis representa 17% da população da região centro-oeste de Minas Gerais. 220.000 1.300.000 De cada 100 habitantes 17 são residentes em

Leia mais

URBANIZAÇÃO BRASILEIRA

URBANIZAÇÃO BRASILEIRA URBANIZAÇÃO BRASILEIRA Urbanização é um conceito geográfico que representa o desenvolvimento das cidades. Neste processo, ocorre a construção de casas, prédios, redes de esgoto, ruas, avenidas, escolas,

Leia mais

TD DE GEOGRAFIA - ESPECÍFICA PROF. DAVI COSTA / DATA: 05/04/2014

TD DE GEOGRAFIA - ESPECÍFICA PROF. DAVI COSTA / DATA: 05/04/2014 TD DE GEOGRAFIA - ESPECÍFICA PROF. DAVI COSTA / DATA: 05/04/2014 01. Durante o processo de industrialização da economia brasileira, dois presidentes se destacaram no estímulo ao desenvolvimento deste setor

Leia mais

SECRETARIA MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO URBANO

SECRETARIA MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO URBANO SECRETARIA MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO URBANO AUDIÊNCIA PÚBLICA PARA O PLANO DE SANEAMENTO RESÍDUOS SÓLIDOS DO MUNICÍOIO DE APARECIDA DE GOIÂNIA GOIÁS Respostas aos Questionamentos e Sugestões Nome: Lara

Leia mais

COPETAP - OPERADOR EM CONFIGURAÇÃO DE EQUIPAMENTOS NA AGRICULTURA DE PRECISÃO

COPETAP - OPERADOR EM CONFIGURAÇÃO DE EQUIPAMENTOS NA AGRICULTURA DE PRECISÃO INSTITUTO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PROFESSOR ISAÍAS EIXO AGROPECUÁRIA E AGROECOLOGIA COPETAP - OPERADOR EM CONFIGURAÇÃO DE EQUIPAMENTOS NA AGRICULTURA DE PRECISÃO AUTOR VALDIR CRUZ TRINDADE JUNIOR PROFESSORA

Leia mais

Sociedade Ecológica Amigos de Embu

Sociedade Ecológica Amigos de Embu OFÍCIO Nº 142/2015 Embu das Artes, 29 de Setembro de 2015 À V. Ex.ª Dra. Patrícia Tiemi Momma Ministério Público do Estado de São Paulo Com Cópia para o CAEX Referente ao Inquérito Civil num. 14.0256.0000530/2015

Leia mais

Experiência Supraconcelhia do Tâmega e Sousa

Experiência Supraconcelhia do Tâmega e Sousa Experiência Supraconcelhia do Tâmega e Sousa conjunto de ações e comportamentos estabelecidos através da interação social que permite aos parceiros, a capacidade de agir, participar e provocar mudança

Leia mais

Apresentação de Fernando Varella Economista e Diretor da Protec

Apresentação de Fernando Varella Economista e Diretor da Protec Comprometimento dos Recursos Financeiros do Governo com os Juros da Dívida Pública X Insuficientes Recursos para Inovação e Desenvolvimento Tecnológico Apresentação de Fernando Varella Economista e Diretor

Leia mais