Variações Granulométricas durante a Progradação da Barreira Costeira Holocênica no Trecho Atlântida Sul Rondinha Nova, RS

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1 ISSN Dezembro Nº Porto Alegre Variações Granulométricas durante a Progradação da Barreira Costeira Holocênica no Trecho Atlântida Sul Rondinha Nova, RS Dorneles L.O. 1 ; Becker J.E.G. 1 & Dillenburg S.R. 2 1 Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/CNPq- CECO/IG/UFRGS; 2 Centro de Estudos de Geologia Costeira e Oceânica CECO/IG/UFRGS. RESUMO Neste trabalho, foi analisada a possível ocorrência de variações nas propriedades granulométricas dos sedimentos da barreira holocênica do Rio Grande do Sul, durante a sua progradação, no trecho costeiro Atlântida Sul Rondinha Nova, nos últimos 7 6 ka. As propriedades analisadas foram: tamanho médio e grau de seleção. Os resultados demonstram não terem ocorrido variações significativas no tamanho médio e na seleção dos sedimentos da barreira ao longo dos perfis. Todavia, foi observada uma tendência de diminuição no tamanho médio e no grau de seleção de sul para norte. A ausência de variações significativas ao longo dos perfis de sondagem sugere a não ocorrência de variações na fonte dos sedimentos e/ou na potência de ondas nos últimos 7 6 ka. Já a variação longitudinal (sul norte), pode estar refletindo uma diminuição no tamanho médio na fonte de sedimentos, de sul para norte, e/ou uma diminuição na potência de ondas. ABSTRACT This paper analyses potential changes on granulometric properties of the sediments of the Holocene barrier of Rio Grande do Sul during its progradation in the last 7 6 ka, at the coastal stretch between Atlântida Sul and Rondinha Nova. The studied properties were: mean grain size and standard deviation. The results show that significant changes did not occur on both properties along each drilling profile, a behavior that might indicate no changes on sediment sources and/or on wave power in the last 7 6 ka. However, along the coast, from south to north, there is a decreasing trend on mean grain size and standard deviation. This behavior might indicate a decreasing trend in grain size at the sediment source and/or on wave power from south to north. Palavras chave: potência de onda, progradação costeira, Holoceno. Trabalho agraciado com o prêmio DESTAQUE DO XVIII SALÃO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFRGS/2006.

2 134 Variações Granulométricas durante a Progradação da Barreira Costeira Holocênica no Trecho Atlântida Sul Rondinha Nova, RS INTRODUÇÃO Os 620 km de extensão da costa do Rio Grande do Sul (RS), desde o Chuí até Torres, são marcados pela presença de depósitos sedimentares dominantemente arenosos de uma barreira costeira. Na maior parte de sua extensão, esta barreira de areia isola do oceano Atlântico uma série de lagoas costeiras (ex: lagoas Itapeva, Quadros, Tramandaí, Peixe, etc.). Desde 2001, no âmbito do projeto: Evolução Geológica da Barreira Costeira Holocênica do RS, esta barreira vem sendo estudada em detalhe, através de dados litológicos e geocronológicos de subsuperfície, viabilizados através da realização de perfis de sondagem. Os resultados já obtidos mostram uma evolução diferenciada da barreira durante o Holoceno médio e tardio (últimos 7 6 ka). Barreiras de natureza regressiva ocorrem nos suaves embaiamentos costeiros existentes entre Tramandaí e Torres, e ao sul de Rio Grande; enquanto barreiras regressivas ou estacionárias (de agradação) ocorrem ao longo das igualmente suaves projeções costeiras. Na barreira regressiva de Tramandaí-Torres, a máxima progradação verificada foi de 4,7 km, na região de Curumim. A fonte dos sedimentos consumidos na progradação corresponde à deriva litorânea e à plataforma continental (DILLENBURG et al., 2000). Todavia, muito pouca informação foi até o presente gerada, no que se refere às propriedades destes sedimentos, em particular quanto a uma possível diferenciação nas suas propriedades granulométricas, potencialmente ocorrida durante a progradação da barreira. Assim sendo, este trabalho teve por objetivo geral a avaliação do comportamento das propriedades granulométricas dos sedimentos da barreira, durante a sua progradação, no trecho costeiro Atlântida Sul Rondinha Nova, Litoral Norte do RS (Fig. 1). Figura 1. Localização geral da área de estudo e dos locais dos perfis de sondagem.

3 Dorneles et al. 135 MÉTODOS Foram executados nove furos de sondagem pelo método à percussão SPT (Standard Penetration Test), dispostos ao longo de três perfis orientados transversalmente à barreira. De sul para norte, estes furos foram locados nos balneários de Atlândida Sul, Curumim e Rondinha Nova (Fig. 1). Os sedimentos amostrados foram analisados granulometricamente em laboratório (108 amostras), pelo método do peneiramento e pipetagem. Os resultados foram processados no Programa de Analise Completa V.91 (TOLDO Jr. & MEDEIROS, 1986). Para o estudo das possíveis variações granulométricas, foram analisados os parâmetros estatísticos: tamanho médio (Mz) e desvio padrão (σ). Foram analisadas três seções geológicas transversais à linha de costa (Figs. 2, 3 e 4) e gráficos representativos das variações dos parâmetros estatísticos considerados (Figs. 5, 6, 7, 8 e 9). Ao longo destas seções foi analisado o comportamento das propriedades granulométricas, durante a progradação, em cada um dos três locais onde foram realizados perfis de sondagem. Procedeu-se também a análise destas propriedades ao longo da costa. Para tanto, foram considerados e analisados dois perfis longitudinais: um perfil próximo à atual linha de costa, definido pelos furos de sondagem 13 (Atlântida Sul), 05 (Curumim) e 17 (Rondinha Nova); e outro perfil situado mais interiorizado na barreira, definido pelos furos de sondagem 12 (Atlântida Sul), 04 (Curumim) e 16 (Rondinha Nova). Figura 2. Seção geológica do perfil de sondagem de Atlântida Sul com representação das amostras analisadas em cada furo de sondagem.

4 136 Variações Granulométricas durante a Progradação da Barreira Costeira Holocênica no Trecho Atlântida Sul Rondinha Nova, RS Figura 3. Seção geológica do perfil de sondagem de Curumim com representação das amostras analisadas em cada furo de sondagem. Figura 4. Seção geológica do perfil de sondagem de Rondinha Nova com representação das amostras analisadas em cada furo de sondagem.

5 Dorneles et al. 137 RESULTADOS Os resultados demonstram não terem ocorrido variações significativas no tamanho médio e na seleção dos sedimentos da barreira ao longo dos perfis (Figs. 5, 6 e 7). Todavia, no trecho costeiro estudado, foi observada uma tendência de diminuição no tamanho médio e no grau de seleção de sul para norte (Figs. 8 e 9). No sul (Atlântida Sul), as areias são finas e apresentam uma seleção boa à moderada; enquanto que, no norte, são finas a muito finas e com uma seleção variando de boa a pobre. A ausência de variações significativas ao longo dos perfis de sondagem reflete a não ocorrência de variações na fonte dos sedimentos e/ou na potência de ondas nos últimos 7 6 ka nos três locais dos perfis. Já a tendência de comportamento das propriedades granulométricas analisadas, verificada no trecho estudado (extensão longitudinal sul norte), pode estar refletindo uma diminuição no tamanho médio na fonte de sedimentos, de sul para norte, e/ou uma diminuição na potência de ondas. Figura 5. Gráfico de variação do tamanho médio e desvio padrão (grau de seleção) nos depósitos eólicos e de antepraia ( shoreface ) no perfil de sondagem de Atlântida Sul. Figura 6. Gráfico de variação do tamanho médio e desvio padrão (grau de seleção) nos depósitos eólicos e de antepraia ( shoreface ) superior e inferior no perfil de sondagem de Curumim.

6 138 Variações Granulométricas durante a Progradação da Barreira Costeira Holocênica no Trecho Atlântida Sul Rondinha Nova, RS Figura 7. Gráfico de variação do tamanho médio e desvio padrão (grau de seleção) nos depósitos eólicos e de antepraia ( shoreface ) superior e inferior no perfil de sondagem de Rondinha Nova. Figura 8. Gráfico de variação do tamanho médio e desvio padrão (grau de seleção) nos depósitos de antepraia ( shoreface ) superior e inferior, de sul para norte, ao longo de perfil longitudinal situado próximo à linha de costa (furos de sondagem 13, 05 e 17). Figura 9. Gráfico de variação do tamanho médio e desvio padrão (grau de seleção) nos depósitos eólicos e de antepraia ( shoreface ) superior e inferior, de sul para norte, ao longo de perfil longitudinal situado na porção mais interiorizada da barreira (furos de sondagem 12, 04 e 16).

7 Dorneles et al. 139 REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS DILLENBURG, S.R.; ROY, P.S.; COWELL, P.J. & TOMAZELLI, L.J Influence of antecedent topography on coastal evolution as tested by the Shoreface Translation-Barrier Model (STM). Journal of Coastal Research 16(1): p TOLDO Jr., E.E. & MEDEIROS, R.K Programa Interpola em Linguagem Basic para Análise Estatística e Propriedades Texturais de Amostras Sedimentares em Computador. Pesquisas 18: p

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