DACEX CTCOM Disciplina: Análise do Discurso. Profa. Dr. Carolina Mandaji

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1 DACEX CTCOM Disciplina: Análise do Discurso Profa. Dr. Carolina Mandaji

2 Análise do Discurso Fernanda Mussalim

3 Condições de produção do discurso Formação discursiva, formação ideológica

4 Formações imaginárias as relações entre esses lugares acham-se representadas por uma série de formações imaginárias que designam o lugar que destinador e destinatário atribuem a si mesmo e ao outro a imagem que eles fazem de seu próprio lugar e do lugar do outro.

5 Formações ideológicas Conjunto de valores e crenças a partir dos quais julgamos a realidade na qual estamos inseridos; Identificar nos textos as ideias que podem estar associadas aos valores, aos princípios, às crenças de determinado grupo social.

6 Texto anterior FORMAÇÃO IDEOLÓGICA: felicidade conjugal como decorrente da vida comum em que cabe à mulher a organização do contexto familiar.

7 Formação ideológica da sociedade brasileira através das músicas perfil da mulher Música Ai, que saudades da Amélia (1941); Música Dandara (2004).

8 Perfil de mulher Amélia Submissa Companheira Donas de casa competentes Dedicadas ao marido Dandara Independente Livre Autonomia

9 Discursos Categorias que se agrupam e dão sentido aos atos da coletividade (Maingueneau, 2006); Zonas de falas que instauram relações de poder; Remete ao processo e aos modos de organização textual e discursiva (sujeitos, tempo e espaço); Enunciado=conteúdo+modo de dizê-lo (suporte).

10 Círculo de Bakhtin Grupo de intelectuais [...] que se reuniu regularmente de 1919 a 1929, primeiro em Nevel e Vitebsk e, depois, em São Petersbursgo. As obras expoentes que tematizam questões sobre linguagem são assinadas por Mikhail Mikhailovich Bakhtin e Valentin N. Volochinov. Visa a língua na sua concretude, enquanto construção verbal e dialógica. Volochinov ("Marxismo e Filosofia da Linguagem -1929)

11 Círculo de Bakhtin - Volochinov pontos comuns e divergentes com a lingüística saussuriana: relevância para uma construção da noção de língua - importância histórica; Visão equivocada ao abordar a língua sob um ponto de vista meramente abstrato, como uma entidade incapaz de notar os fluxos e as mudanças das relações sociais.

12 Língua interação verbal a substância da linguagem : seria a interação verbal, seu alcance e diálogo com o outro; toda comunicação, seja verbal ou não, se mescla num campo comum de produção (contexto) (Volochinov, [1929] 1999, p. 124) Os trabalhos do Círculo de Bakhtin possuem dois pilares que fundamentam sua teoria da linguagem: a alteridade, enquanto uma forma de reconhecer Outro como constituinte do "eu"; e o diálogo, como essa relação/interação com o Outro.

13 Diálogo: manifestação sígnica falada ou escrita. signo como fragmento da realidade: cápsula ideológica que se manifesta no discurso, na interação verbal ou escrita. surge em um terreno interindividual como uma ponte, no contato entre indivíduos num dado meio social; é seu caráter semiótico que coloca todos os fenômenos ideológicos sob a mesma definição geral. (Volochinov, [1929] 1999, p. 33).

14 Círculo de Bakhtin - discurso e ideologia a ideologia (difere parcialmente da proposta pelo marxismo) é flexível e dinâmica, nascida das relações do cotidiano e das trocas sociais de valores. Não existe uma ideologia dominante nem subordinados, nem luta desigual, mascarando realidades;

15 Círculo de Bakhtin - ideologia existe apenas uma ideologia que refrata e reflete uma realidade concreta, que lhe é exterior (Volochinov, 1929, p. 31). Os aspectos ideológicos do signo se materializam como tema do enunciado, não devendo ser entendido como um assunto. O tema é uma reação da consciência em devir ao ser em devir. (Volochinov, 1929, p. 129).

16 Círculo de Bakhtin - enunciação contexto e sujeitos do discurso: uma mesma palavra poderia ser pronunciada repetidamente; tomaria tonalidades diferentes o gênero do discurso ou a enunciação oral ou escrita é diretamente vinculado à vida em si e não pode ser divorciado dela sem perder sua significação. (Volochinov, 1929, p. 4).

17 consciência competência particular, individual, mas faz parte do social, do todo. essa construção da consciência acontece com a absorção dos signos exteriores; o individuo só toma consciência de si, a partir do momento que é integrado num sistema de signos (língua). Essa assimilação da língua materna ou de outra língua é realizada de forma processual, integrandose na comunicação verbal (Volochinov, 1929, p. 117).

18 Relação com a Antropologia De fato, o aspecto conceitual que o Círculo propõe ao signo, assemelha-se ao que Geertz aponta em Interpretação das Culturas" fazendo uso do termo símbolo. No caso, o Círculo acaba se aprofundando nos fragmentos da engenharia discursiva, diferente de Geertz, que se mantinha preocupado com outros elementos, talvez para não cair numa armadilha lingüística. Segundo o antropólogo, os símbolos são "incorporações concretas de ideais, atitudes, julgamentos, saudades ou crenças" (Geertz, 1978, p. 105), localizado socialmente e utilizado especialmente para significar. O homem seria um animal simbolizante, capaz de ordenar experiências e realidades dando-lhe formas (Geertz, 1978, p. 158).

19 Cultura: a cultura pode ser entendida e visualizada como um emaranhado dialógico, semiótico, repleto de signos exteriores que se cruzam na palavra interior. Círculo Antropologia caráter semiótico (linguagem); Bakhtin menciona que "Todo ato cultural vive por essência sobre fronteiras: nisso está sua seriedade e importância; abstraído da fronteira, ele perde terreno, torna-se vazio, pretensioso, degenera e morre." (1975, p. 29). cada época e cada grupo social têm seu repertório de formas de discurso na comunicação sócioideológica" (Volochinov, 1929, p. 23) caráter semiótico (interpretação); Geertz assume que o homem é um animal amarrado a teias de significado que ele mesmo teceu, [...] sendo [a cultura] essas teias e a sua análise. (1978, p. 15); A cultura é um documento público, onde todos podem ler e compreender seus significados (Geertz, 1978, p. 20).

20 sujeito CÍRCULO: Um sujeito que é capaz de produzir, transmitir, receber e alterar formas simbólicas.

21 Referências: BRANDÃO, Helena H. Nagamine. Introdução à análise do discurso. 2. ed. rev., Campinas: Editora Unicamp, 2004 BAKHTIN, Mikhail M. Estética da Criação Verbal. Trad. do russo por Paulo Bezerra. São Paulo: Martins Fontes, 2003., Problemas da Poética de Dostoiévski. Trad. do russo por Paulo Bezerra. ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, Questões de literatura e de estética: a teoria do romance. São Paulo: Unesp, FARACO, Carlos Alberto. Linguagem e diálogo: as ideias linguísticas do Círculo de Bakhtin. Curitiba, Paraná: Criar, LOUZADA, Maria Sílvia Olivi, LOUZADA, Roberto. Identidade política, literatura de cordel e interdiscurso. Disponível em VOLOCHINOV, V. Marxismo e filosofia da linguagem. 9ª ed. Trad. Michel Lahud e Yara Frateschi Vieira. São Paulo: Editora Hucitec, 1929 (1999).

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