Programa Montepio Incentivo Superior Regulamento Ano letivo 2014/2015

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2 Programa Montepio Incentivo Superior Regulamento Ano letivo 2014/2015 Considerando que a atual conjuntura de crise económica afetou também os estudantes, que manifestam cada vez maiores dificuldades em suportar os custos de frequência do ensino superior, e que tais dificuldades resultam, entre outras, da diminuição dos rendimentos das famílias, do aumento das situações de desemprego, da subida do preço de bens e serviços e, ainda, dos cortes no financiamento do Estado à ação social escolar, Considerando ainda que estas dificuldades têm como consequência a diminuição do aproveitamento escolar, o aumento do abandono escolar precoce, bem como o crescimento das desigualdades no acesso e na frequência do ensino superior, com consequentes discriminações económicas, sociais e culturais, suscitando também preocupação quanto à coesão social e solidariedade, Considerando os cortes na ação social escolar e a insuficiência das respostas, Considerando, por último, as suas Linhas de Orientação Estratégica para 2014, A Fundação Montepio decidiu criar o Programa Montepio Incentivo Superior, que se rege pelas regras constantes do presente regulamento. Norma I Objetivos O Programa Montepio Incentivo Superior tem como principais objetivos: a) Apoiar os estudantes nos encargos relativos à frequência do ensino superior; b) Contribuir para a melhoria do aproveitamento escolar dos alunos; c) Contribuir para a diminuição das situações de insucesso do percurso formativo e de abandono escolar precoce, por razões socioeconómicas;

3 d) Contribuir para a promoção de uma efetiva igualdade de oportunidades no acesso, frequência e sucesso no ensino superior, reduzindo as discriminações económicas, sociais e culturais; e) Promover a coesão social e a solidariedade. Norma II Âmbito de aplicação 1. O Programa Montepio Incentivo Superior dirige-se às instituições de ensino superior portuguesas, públicas, privadas ou cooperativas. 2. O apoio a conceder pela Fundação Montepio tem como beneficiários os estudantes portugueses matriculados em instituições de ensino superior que, estando inscritos em ciclo de estudos conducente ao grau de licenciado, apresentem situações de carência económica. 3. O Programa Montepio Incentivo Superior promovido pela Fundação Montepio constitui uma intervenção complementar e não substitutiva da ação do Estado. Norma III Pressupostos de aplicação O Programa Montepio Incentivo Superior está assente nos seguintes pressupostos: a) As candidaturas ao Programa devem ser apresentadas pelas instituições de ensino superior, não sendo admitidas candidaturas apresentadas pelos alunos; b) As candidaturas ao Programa devem consubstanciar-se na elaboração de um projeto ou proposta de intervenção global dirigida ao apoio aos estudantes, não sendo necessária a apresentação de lista nominal de alunos a apoiar, em respeito da reserva da vida privada; c) O projeto ou proposta de intervenção deve incluir, entre outras, a definição dos critérios de seleção dos alunos em situação de carência económica, as regras de concessão, tipologia e montante do apoio destinado aos estudantes, a indicação do número estimado de beneficiários e, ainda, a

4 solução para eventuais casos de transferência de alunos para outra instituição de ensino superior ou de abandono escolar; d) A seleção dos alunos em situação de carência económica deve ser realizada pelas instituições de ensino superior, com envolvimento dos respetivos serviços de ação social; e) As instituições de ensino superior devem definir as regras e o modo de formalização da relação com os alunos abrangidos pelo Programa, nomeadamente os direitos e deveres de cada uma das partes envolvidas; f) As instituições de ensino superior devem definir um plano individual de acompanhamento dos alunos beneficiários do Programa; g) As instituições de ensino superior devem definir as regras de gestão do apoio concedido pela Fundação Montepio, comprometendo-se à apresentação semestral de rigorosos relatórios de execução e avaliação do apoio concedido aos alunos; h) As instituições de ensino superior podem definir áreas de estudo consideradas prioritárias; i) As áreas de estudo identificadas como prioritárias pelas instituições de ensino superior apenas serão consideradas pela Fundação Montepio no caso de empate entre candidaturas, servindo, nesse caso, como critério de desempate; j) Baseando-se o Programa Montepio Incentivo Superior no princípio da responsabilização financeira de cada uma das partes envolvidas, as candidaturas devem referir o contributo específico da instituição de ensino superior para o projeto. Norma IV Concessão de Apoio 1. O apoio financeiro da Fundação Montepio às instituições de ensino superior deverá ser canalizado para a constituição ou reforço de um fundo de apoio social aos estudantes.

5 2. As instituições de ensino superior devem utilizar o apoio financeiro da Fundação Montepio exclusiva e integralmente na supressão das necessidades dos alunos em situação de carência económica. 3. O apoio das instituições de ensino superior aos estudantes deverá ser concedido a fundo perdido, não devendo estar dependente de contrapartidas dos alunos. 4. A não execução do total do apoio concedido, que deverá ser devidamente fundamentada, pode justificar que a verba não utilizada transite para o ano letivo seguinte, sendo necessária autorização prévia da Fundação Montepio para o efeito. 5. O Programa Montepio Incentivo Superior terá, para o ano letivo de 2014/2015, a dotação orçamental de euros. Norma V Tipologia, montante e duração dos apoios aos alunos 1. As instituições de ensino superior são responsáveis pela definição da situação de carência económica, devendo estipular os critérios necessários à seleção dos alunos nessa condição. 2. As instituições de ensino superior devem definir quais os encargos inerentes à prossecução dos estudos que são abrangidos pelo Programa da Fundação Montepio, podendo incluir, entre outros, os encargos com propinas, alojamento, alimentação, transportes e/ou material escolar. 3. O montante e a duração do apoio a conceder a cada estudante são definidos pelas instituições de ensino superior, após avaliação das necessidades de cada aluno. 4. O apoio aos estudantes deve ter a duração de um ano letivo, salvo alteração de circunstâncias ou situações excecionais. 5. Devem também ser definidos os prazos de concessão do apoio, nomeadamente a data de entrega das verbas aos seus beneficiários. Norma VI Condições de elegibilidade e seleção dos alunos a apoiar

6 1. O apoio financeiro concedido pela Fundação Montepio tem como beneficiários os estudantes portugueses matriculados numa instituição de ensino superior, desde que, cumulativamente: a) Se encontrem inscritos num curso conducente ao grau de licenciado, não sendo titulares desse mesmo grau; b) Tenham aproveitamento escolar; c) Apresentem situações de comprovada carência económica; d) Não usufruam, sejam ou possam ser candidatos a bolsas concedidas pelo Estado. 2. Estão contemplados na alínea a) do número anterior os casos de mestrado integrado no programa de estudos ou requisito de exercício de atividade profissional. 3. Os critérios de aproveitamento escolar e comprovada carência económica são analisados de acordo com as condições definidas pelas instituições de ensino superior. 4. O critério previsto na alínea d) no número anterior pode ser dispensado no caso de situações excecionais, definidas pelas instituições de ensino superior. 3. Salvo casos excecionais, deve ser prevista a impossibilidade de acumulação de apoios, mesmo que concedidos por diferentes entidades privadas. Norma VII Apresentação de candidaturas 1. As candidaturas ao Programa Montepio Incentivo Superior promovido pela Fundação Montepio devem consistir num projeto ou proposta de intervenção dirigido ao apoio aos estudantes matriculados nas instituições de ensino superior que, estando inscritos em ciclo de estudos conducente ao grau de licenciado, apresentem situações de carência económica. 2. O projeto ou proposta de intervenção deverá ser concebido e apresentado por instituições de ensino superior.

7 3. As candidaturas devem ser formalizadas até ao dia 30 de novembro de 2014, através de proposta assinada pelo responsável do projeto, acompanhada da apresentação de: a) Documento de apresentação do projeto ou proposta de intervenção (nome, fundamentação, objetivos, pressupostos e regras de concessão de apoio aos alunos, síntese dos aspetos inovadores e orçamento estimado, entre outros); b) Documento de informação genérica relativa à instituição de ensino superior, com descrição geral e sucinta da organização, identificação da mesma (representante, morada, telefone e ) e elementos relativos aos responsáveis do projeto (nome, morada, telefone e ). 4. As candidaturas deverão ser enviadas para a Fundação Montepio, através do endereço de Norma VIII Processo de Seleção 1. A seleção das candidaturas é realizada com base nos seguintes critérios: a) Cumprimento dos pressupostos e regras constantes do presente regulamento; b) Número estimado de estudantes beneficiários; c) Inovação avalia a originalidade e inovação do projeto; d) Capacidade de estabelecimento de parcerias com outras entidades; e) Contributo financeiro da instituição de ensino superior para o projeto. 2. A Fundação Montepio reserva-se o direito de não conceder qualquer apoio financeiro caso não sejam apresentadas propostas que preencham os objetivos do Programa e/ou os pressupostos e regras constantes do presente regulamento. 3. As eventuais lacunas do presente regulamento serão integradas pela Fundação Montepio. Norma IX

8 Seleção das Instituições 1. A seleção das candidaturas realizar-se-á no mês de dezembro de As instituições finalistas serão anunciadas no mês de dezembro de Norma X Formalização do apoio financeiro A formalização das relações de parceria entre a Fundação Montepio e as instituições de ensino superior será realizada mediante a celebração de protocolos de cooperação entre as entidades envolvidas. Norma XI Vigência O Programa de Apoio aos Estudantes do Ensino Superior é criado para o ano letivo de 2014/2015, tendo o presente regulamento idêntica aplicação no tempo.

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