Ano II Nº 12 Junho 2000 R$ 5,00. o presente e o futuro da logística embalagens PARA CARNES

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1 Ano II Nº 12 Junho 2000 R$ 5,00 o presente e o futuro da logística embalagens PARA CARNES

2 Não, não estamos loucos E Carta do editor sta é uma men sa gem mui to pes soal de agrade ci men to aos lei to res, anun cian tes e ami gos que Em ba la gemmm ar ca, sua equi pe e eu, pes soal men te, ga nha mos ao lon go dos úl ti mos doze me ses. Ao che gar mos a esta edi ção de pri mei ro ani ver sá rio da re vis ta, con cluo que, ao con trá rio do que al guns me dis se ram um ano atrás ao sa ber que lan ça ria uma re vis ta, não es ta va lou co. Em bo ra já exis tis sem re vistas em bom nú me ro no segmento de embalagens, con se gui mos con quis tar nos so lu gar, sem re ti rar es pa ço de nin guém. As de mais pu bli ca ções do se tor con ti nuam aí e, sin cera men te, es pe ro que se tornem cada vez me lho res. En ten do que, em vez de ser mais uma, Em ba la gem Mar ca con se guiu fir marse como ou tra re vis ta, que, ao con trá rio de ape nas concor rer com as de mais, veio re for çar o ar se nal de in forma ções co lo ca do à dis posi ção dos pro fis sio nais da ca deia de em ba la gem. Se algo nos faz di fe ren tes é a de ter mi na ção de abor dar o uni ver so da em ba la gem sob ân gu los não abor da dos pelos ou tros. Afi nal (com meus pe di dos de des cul pas pela fi lo so fa da), nin guém pode ser tão com ple to a pon to de ser com ple to. Im por tan te é fazer bem feito aqui lo que se faz, pro curan do sem pre fazer me lhor. Isso, sim, con ti nua re mos a ten tar, acre di tan do, como um ano atrás e sem pre, que o Bra sil não vai aca bar. Ao con trá rio, vai cres cer. Es tou cer to de que eu e to dos que par ti lham des sa idéia não es ta mos lou cos. Até ju lho. Wilson Palhares PS Com ti ra gem ini cial de exem pla res, Em ba la gemmm ar ca che ga a esta edi ção com 8 000, au di ta dos pelo IVC. BLOCO

3 Espaço aberto Ex cep cio nal men te, a equi pe de Em ba la gemmmar ca ocu pa este Es paço Aber to a fim de re gis trar seus agra de ci men tos pelo apoio aqui ma ni fes ta do por lei to res ao lon go dos úl ti mos doze me ses, na forma de aplau sos, crí ti cas e su ges tões. A equi pe da revista agra de ce também aos anun cian tes, que tor na ram pos sí vel le var adian te o pro je to de ofe re cer ao mercado um ins tru men to de tra ba lho de lei tu ra útil e agra dá vel, pau ta do pela im par cia li da de e pela de ci são de con tri buir para o for ta le cimen to do uni ver so das embalagens e das mar cas. Den tro do ob je ti vo de mostrar da melhor maneira possível o que acontece na cadeia de embalagem, a re vista se em pe nha para ser di fe ren cia da e ino va do ra não só no con teú do e na forma de seu ma te rial edi to rial. Também na área co mer cial Em ba la gem Mar ca tem por meta ino var, dar des ta que aos produtos dos anun ciantes, cau sar im pac to. Esta edi ção é um exem plo con cre to de que, com cria tivi da de, as pe ças pu bli ci tá rias po dem ob ter alta vi si bi li da de e re per cus são. O pri mei ro exem plo, até por consti tuir a em ba la gem da pre sen te edi ção, é dado pela Cia. Su za no de Pa pel e Ce lu lo se. A empresa apro veitou a opor tu ni da de de ani ver sá rio da re vis ta para apre sen tar, na forma de capa da pu bli ca ção, seu mais re cen te lançamento, o Pa pel car tão Su pre mo Duo Design. Tra ta-se de um car tão com am plas pos si bi li da des de uso e de gran de efei to em embalagens, em ações pro mo cio nais e no mercado edi to rial, para ca pas de li vros e de re vis tas, como se vê aqui. Anúncios interativos Esta edição de aniversário marca o início de uma nova era para a revista. Pretendemos, a partir de agora, levar aos leitores anúncios diferenciados, que tragam amostras de produtos e tenham maior grau de interatividade. Já na estréia temos dois exemplos. Os anún cios cons tan tes do fol der da se gun da capa e da quar ta capa fo ram cria dos pela agên cia Light Comunicação, e o da ter cei ra capa, pela The Group. A im pres são foi fei ta 4 embalagemmarca jun 2000 pela Aga print, em pra zo re cor de. Para com ple tar, as em ba la gens de trans por te os sacos com zíper que serviram para remeter os exem pla res des ta edi ção fo ram con fec cio na das pela Eco Plas tic. A criação ficou a cargo da Hi Design. Com es ses exem plos, Em ba lagemmm ar ca rei te ra ao mercado sua de ter mi na ção de for ta le cer cada vez mais as duas pa ra le las em que percor reu seus pri mei ros doze me ses de vida: con teú do edi to rial isen to e co mer cial que tra ga o má xi mo retorno aos anun cian tes. Nes te as pec to, a re vis ta co lo ca a ca pa ci da de de tra balho e a cria ti vi da de de sua equi pe para co la bo rar com agên cias e anuncian tes na idea li za ção de pe ças pu bli ci tá rias in te ra ti vas, ino va do ras e im pac tan tes. A pro pó si to, em breve ha ve rá mais. Mensagens para EmbalagemMarca Redação: Rua Arcílio Martins, 53 CEP São Paulo, SP Tel: (11) Fax: (11) As men sa gens re ce bi das por car ta, ou fax po de rão ter tre chos não es sen ciais eli mi na dos, em fun ção do es pa ço dis po ní vel, de modo a dar o maior nú me ro pos sí vel de opor tu ni dades aos lei to res. As men sa gens po de rão tam bém ser in se ri das no site da revista (www.embalagemmarca.com.br). Com ple ta mos esta co me mo ra ção agrade cen do aos se guin tes anun cian tes que nos pres ti gia ram durante este ano: ABIVIDRO ABRE - Comitê de Design ADK AGAPRINT ALCAN ALCANTARA MACHADO ALCOA ALLIVE ARCONVERT AVERY DENNISON BAUCH & CAMPOS BRACELPA BRASEMBA BRASIL RIO BRASILATA CALIXTO`S CIA. METALÚRGICA PRADA CISPER CIV CONFIDENCE CSN DIPRO LTDA. EAC EMPR. AMAZ. DE CANETAS ECO PLASTIC FENIX FRUGIS GRÁFICA ESPÍRITO SANTO GRÁFICA RAMI GRAPHIC DESIGNERS DA EMBALAGEM HENKEL IMAJE INAPEL EMBALAGENS KENWORK PACKAGING KROMOS MA ASSOCIADOS MÁLAGA MALLUMAR MD PAPÉIS MILLER FREEMAN NADIR FIGUEIREDO NOVELPRINT NOVOFOTOLITO PACKING DESIGN PAPIRUS POLIGRAN POLY SCREEN PRODESMAQ PROMOSALONS PS CARNEIRO PTI POLYFIBRON BRASIL RAFT EMBALAGENS REED EXHIBITION COMPANIES REMARCA RIGESA WESTVACO DO BRASIL ROTO DESIGN SERAGINI DESIGN SIPA SÃO PAULO FEIRAS COMERCIAIS STUDIO AG SUZANO TETRA PAK TME PLÁSTICOS VIFRAN WB2 DESIGN WHEATON DO BRASIL WHITE CAP WILLETT WMM ACAB. E EMBALAGENS

4 8 12 EN TRE VIS TA: PEDRO FRANCISCO MOREIRA Presidente da Associação Brasileira de Movimentação e Logística fala da necessidade de integração com a área de embalagem CARNES Setor aposta em materiais e em novos sistemas de acondicionamento para aproveitar o grande potencial de mercado junho METÁLICAS Novos implementos para latas de tintas e alimentos investem na praticidade para conquistar o consumidor CAPA: BRASIL PACK TRENDS 2005 EmbalagemMarca antecipa documento que traz a opinião de especialistas sobre os rumos da embalagem para os próximos anos Diretor de Redação Wilson Palhares Reportagem Flávio Palhares Guilherme Kamio Thays Freitas Colaboradores Adélia Borges, Fernando Barros, Josué Machado, Luiz Antonio Maciel Diretor de Arte Carlos Gustavo Curado Administração Marcos F. Palhares (Diretor) Eunice Fruet (Financeiro) Departamento Comercial Wagner Ferreira Circulação e Assinaturas Cesar Torres Público-Alvo Em ba la gemmm ar ca é di ri gi da a pro fis sio nais que ocu pam car gos téc ni cos, de di re ção, ge rên cia e su per vi são em em pre sas for ne ce do ras, conver te do ras e usuá rias de em ba la gens para alimentos, be bi das, cos mé ti cos, me di ca mentos, ma te riais de lim pe za e home ser vi ce, bem como pres ta do res de ser vi ços re la cio na dos com a ca deia de em ba la gem. A re vis ta é distri buí da gra tui ta men te a ór gãos go ver na mentais, uni ver si da des, cen tros de pes qui sa, as socia ções, im pren sa e agên cias de propaganda. 18 EQUIPAMENTOS Ficam mais acessíveis as codificadoras a laser, que podem levar vantagem sobre as ink jet, dependendo da aplicação Tiragem exemplares Filiada ao 22 ADESIVOS Euromelt, da Henkel Loctite, inova ao vir acondicionado em embalagem feita com o próprio material, evitando resíduos após a utilização E MAIS CARTA DO EDITOR... 3 ESPAÇO ABERTO... 4 LOGÍSTICA...24 REGISTRO PANORAMA DISPLAY EVENTOS COMO ENCONTRAR ALMANAQUE ILustração de capa: the image bank Emba l ag e mmar c a é uma publicação mensal da Bloco de Comunicação Ltda. Rua Arcílio Martins, 53 Chácara Santo Antonio - CEP São Paulo, SP Tel. (11) Fax (11) O con teú do edi to rial de Em ba la gemmm ar ca é res guar da do por di rei tos au to rais. Não é permi ti da a re pro du ção de ma té rias edi to riais pu bli ca das nes ta re vis ta sem au to ri za ção da Blo co de Co mu ni ca ção Ltda. Opi niões ex pressas em ma té rias as si na das não re fle tem ne ces sa ria man te a opi nião da re vis ta.

5 ENTREVISTA Sem embalagem não há logística PEDRO FRANCISCO MOREIRA, presidente da Associação Brasileira de Movimentação e Logística, fala dos problemas, do enorme potencial do setor e da necessidade de sua integracão com a área de embalagem (em especial com os designers) 8 embalagemmarca jul 2000 Nin guém é tão de sin forma do a pon to de não sa ber que, se a eco no mia se glo ba li za, o co mér cio ele trô ni co se acen tua e a con cor rên cia se tor na im pie do sa, a lo gís ti ca se tor na de ci si va. É na tu ral, já que ela se de sen vol veu para aten der ne cessi da des de guer ra, sen do de pois apli ca da em ati vi da des in dus triais e co mer ciais ou tras for mas de guerra. Mas, ape sar de cons cien tes da im por tân cia da lo gís ti ca, nem to dos os em pre sá rios a va lo ri zam na prá tica. Tal vez não te nham ainda se dado con ta de que, para que as coi sas dêem cer to é ne ces sá rio que o conjun to fun cio ne de forma in te gra da e har mo nio sa. Divulgação É so bre essa ne ces si da de de in tegra ção em to dos os níveis, cor po rati vos e go ver na men tais, com ên fa se na har mo nia em ba la gem-lo gís ti ca, que fala nes ta en tre vis ta Pe dro Francis co Mo rei ra, pre si den te da Associação Brasileira de Mo vi menta ção e Lo gís ti ca. Qua li fi ca ções não lhe fal tam para isso. For ma do em en ge nha ria in dus trial e em tec no logia de alimentos, ele tra ba lhou três anos em in dús tria de alimentos. De pois, teve uma car rei ra de sete anos no Ce tea Cen tro de Tec no logia de Em ba la gem. Lá, tive uma base mui to im por tan te so bre a im por tân cia da em ba la gem e sua in te gra ção com a lo gís ti ca, con ta. Pos te rior men te, como con sul tor por dez anos, Mo rei ra par ti ci pou de mais de 130 pro je tos de lo gís ti ca, de senvol vi men to de embalagens e pla ne jamen to es tra té gi co de em pre sas. De dicou-se en tão a seu pró prio ne gó cio, a empresa de mul ti pa le tes para embalagens Sped, que veio a as so ciar-se com a gi gan te mun dial des sa área, a Chep, da qual é di re tor no Bra sil. Como pre si den te da ABML, ele re pre sen ta a en ti da de no Co mi tê de Lo gís ti ca do Mer co sul, além de parti ci par de mo vi men tos de pa dro niza ção de embalagens da in dús tria au to mo ti va e de ações em ou tras en ti da des em pre sa riais e ge ren ciais. Aqui, Pe dro Fran cis co Mo rei ra adian ta um pou co do que será de bati do II Con gres so In ter na cio nal da ABML, a rea li zar-se em ou tu bro pró xi mo em São Pau lo, sob o tema A Lo gís ti ca no Novo Mi lê nio. Qual a si tua ção da lo gís ti ca no Bra sil em com pa ra ção com paí ses da Eu ro pa, com os Es ta dos Uni dos e com a Amé ri ca do Sul? Hou ve uma ex plo são a partir de 1994, em con se qüên cia da es ta bi lida de eco nô mi ca e da ten dên cia de

6 re du zir cus tos em di ver sas ati vi dades, in cluin do as de lo gís ti ca. Até en tão pre do mi na va nas em pre sas a cul tu ra in fla cio ná ria, com foco no au men to de pre ços e dos ga nhos na ci ran da fi nan cei ra. Em 1994 ocor reu um cor te nes sa rea li da de. As em presas pas sam a en con trar di fi cul da de em re pas sar cus tos. A saí da foi re duzi-los na pro du ção, na ad mi nis tração, até che gar à lo gís ti ca, não só no as pec to do trans por te, mas passando por pla ne ja men to, ges tão e con tro le do flu xo de in for ma ções e ma te riais, da cap ta ção do pe di do à dis tri buição. Foi uma gran de ex pe riên cia. As ati vi da des de lo gís ti ca, que en globam pre vi são de ven das, pro du ção, ar ma ze na gem etc., es ta vam dis socia das. Via-se e ainda se vê o transpor te sob o cha péu da di re to ria ad mi nis tra ti va ou fi nan cei ra. Então, não hou ve pro gres so? Evo luiu, mas o Bra sil tem po ten cial mui to gran de para ex pan dir, tan to nas cor po ra ções in dus triais quan to nas de ser vi ço. Com pa ra do aos gran des cen tros, es ta mos um pou co dis tan tes. Em ter mos de Amé ri ca do Sul te mos van ta gens, como a Argentina, que tem mos tra do bom avan ço em lo gís ti ca. Cito um in dica dor: a em pi lha dei ra, que é um equi pa men to de mo vi men ta ção larga men te uti li za do, mos tra um pouco da evo lu ção da lo gís ti ca nas em pre sas. De tudo o que se ven de de em pi lha dei ras no mun do, o Brasil par ti ci pa ape nas com 1%. Con side ran do o nos so PIB, o fato de que so mos hoje a nona po tên cia eco nômi ca mun dial, algo as sim, te mos um po ten cial imen so para cres cer. 10 embalagemmarca jul 2000 Quais as prin ci pais bar rei ras para que a área de lo gís ti ca se tor ne mais efi caz? Um dos gran des en tra ves é a cria ção de uma cul tu ra cor po ra ti va da lo gísti ca. As em pre sas pre ci sam en ten der a lo gís ti ca como algo es tra té gi co para o seu ne gó cio. De vem par ti cipar do pla ne ja men to, da es co lha da lo ca li za ção es tra té gi ca de fá bri cas e de pó si tos. É ne ces sá rio di fun dir a cul tu ra cor po ra ti va de lo gís ti ca. Esse é um pro ble ma sé rio de for mação de pro fis sio nais, não há uni versi da des fo ca das em lo gís ti ca. Existem al guns cen tros preocupados com isso, mas é pre ci so dis se mi nar a cul tu ra cor po ra ti va. Lo gi ca men te, te mos pro ble mas, o Bra sil é um país con ti nen tal, há um pro ble ma sé rio A logística é um dos pilares de sustentação do comércio eletrônico. Quem pensa que vai abrir um e-commerce sem entrar na questão da logística está com os seus dias contados de ba lan cea men to de de man da, que é mui to con cen tra da. Numa área de qui lô me tros em tor no de São Pau lo se con cen tram cer ca de 60% do nos so PIB, e te mos de ven cer um ter ri tó rio imen so. Aí en tra mos nos pro ble mas es tru tu rais do país, na es tru tu ra ro do viá ria, na fer ro viá ria, na hi dro viá ria. De qual quer forma, pro gre di mos al gu ma coi sa. O go verno tem fei to um tra ba lho mui to in teres san te, um pa co te de ações vi sando in te grar os mo dais e mo der ni zálos. Os pro ces sos de pri va ti za ção, ques tio ná veis ou não, de al gu ma forma têm tra zi do al gu ma me lho ra nas con di ções. Pelo me nos a mé dio pra zo a pers pec ti va é boa. A lo gís ti ca se tor na cada vez mais um fa tor de com pe ti ti vi da de nos ne gó cios. Isso se acen tua com a pers pec ti va de crescimento do co mér cio ele trô ni co, no qual as exigên cias do con su mi dor se acen tuam quan to a pra zos, tro cas e de vo luções. Uma res pos ta ina de qua da da área de lo gís ti ca não pode com prome ter o e-com mer ce? Sem dú vi da. A lo gís ti ca é um dos pi la res de sus ten ta ção do e-commer ce. Quem pen sa que vai abrir um e-com mer ce sem en trar na lo gísti ca tem os dias con ta dos. Na re lação empresa-empresa, a re la ção B2B, a prá ti ca da lo gís ti ca é um pou co tran qüi la. Os vo lu mes tran sacio na dos são maio res, a dis tri bui ção é fei ta pon to a pon to, dá para apli car al guns mo de los tra di cio nais da lo gís ti ca. Já na ven da para o con sumi dor final, a re la ção B2C, o ne gócio pega. Ve mos ca sos de em pre sas que ten ta ram fazer mo de los conven cio nais de lo gís ti ca para a prá tica do B2C e es tão en fren tan do proble mas sé rios de pra zo de en tre ga. Como prever esses prazos? A pre vi são de ven das é uma in cógni ta. Como pre ver ven das de um ne gó cio que pode acon te cer em ques tão de se gun dos? A co ber tu ra de es to que é ou tro gran de de sa fio. Qual é a taxa de co ber tu ra de es toque que se deve dar? Quais os proces sos in ter nos de se le ção de pe didos, que são mui to fra cio na dos? As en tre gas são mui to fra cio na das. A di nâ mi ca é ou tra. Esse as pec to da lo gís ti ca é fun da men tal. Em pre sas de e-com mer ce que não ti ve rem bons pro fis sio nais de lo gís ti ca, que não co nhe çam a ma té ria, es tão fa dadas ao in su ces so. Tan to é ver da de que nes te ano o flu xo de ca pi tais para em pre sas de e-com mer ce no Bra sil deve gi rar em tor no de 500 milhões de dó la res. Des se total, apro xi ma da men te 40% se rão de dica dos à per for man ce lo gís ti ca dessas em pre sas. Isso é im por tan te, por que é um novo ne gó cio no mundo. Este ano o mun do deverá mo vi

7 men tar 940 bi-lhões de dó la res em tran sa ções co mer ciais via e-commer ce. Esse nú me ro deve do brar no ano que vem, e o crescimento é ex po nen cial para os pró xi mos anos. A lo gís ti ca cres ce rá em im por tância. Qual é hoje a po si ção do se tor na ques tão da em ba la gem? A em ba lagem bra si lei ra, de modo ge ral, atinge as ne ces si da des da lo gís ti ca? A em ba la gem é um dos fo cos da lo gís ti ca, tem re la ção di re ta com ela. O que se ob ser va no Bra sil é que, mesmo na em ba la gem pri má ria, exis te ainda fal ta de in te gra ção no de sen vol vi men to di men sio nal. Há pro gres sos, mas há ca rên cias. Do pon to de vis ta di men sio nal, os de signers não es tão mui to aten tos a as pectos lo gís ti cos. Não se vê uma bus ca de oti mi za ção da em ba la gem se cundá ria, da em ba la gem de trans por te, do pa le te, do sis te ma de ar ma ze namen to e trans por te, para que haja ga nho de ocu pa ção por me tro. Isso não quer di zer que a em ba la gem tem de ser qua dra di nha para oti mizar es pa ço, mas tem de ser in te ligen te, tem de bus car a oti mi za ção. A fal ta de in te gra ção di men sio nal da em ba la gem é o que vejo como uma ca rên cia no mercado brasileiro. No as pec to de re sis tên cia, o Bra sil ainda per de mui tos produtos de vi do a em ba la gem ina de qua da. Há ca sos em que 60% das ava rias de produtos de cor rem de embalagens ina de quadas. Ou tro pro ble ma é a nos sa condi ção de ma nu seio. O Bra sil é um dos paí ses que ma nu seia mui to a car ga. Da in dús tria ao con su mi dor final, aque le que vai bus car o pro duto, o pro du to pode ter de ca tor ze a de zoi to ma nu seios. São vá rios ca nais de dis tri bui ção, vá rios re passes, e isso gera uma ma ni pu la ção mui to gran de. Em com pa ra ção com paí ses efi cazes nes se cam po, isso sig ni fi ca um ônus de quan to? 12 embalagemmarca jul 2000 Com cer te za, de 50%, pelo me nos. Em paí ses de sen vol vi dos isso cai para seis ma nu seios. Ou tro pro ble ma é que, além de ma ni pu lar mui to a car ga, o Bra sil me ca ni za pou co. Pe gue mos uma mé dia na cio nal: de tudo que o Bra sil dis tri bui de produtos e bens de con su mo, não mais de 50% são pa le ti za dos. Há em pre sas que mo vi men tam 70% da car ga pa le ti za da, mas na mé dia pon de ra da não se pas sa dos 50%. Na Argentina, esse ín di ce che ga a 75%, na Eu ro pa Às vezes projetamos uma embalagem perfeita, mas quando vai se fazer sua modulação no pátio o aproveitamento da área é de apenas 60%. Perde-se 40% do espaço de armazenagem che ga a 80%, 90%. Te mos de me cani zar mais, e isso in fluen cia di re tamen te na em ba la gem. A em ba la gem e a lo gís ti ca de vem ca mi nhar jun tas. Os pro fis sio nais de mar ke ting e, prin ci pal men te, de de sign vêem a pa la vra pa dro ni za ção como uma es pé cie de aná te ma. Em bo ra te nham de su bor di nar-se a ques tões de custo para que os produtos das em presas e clien tes se jam com pe ti ti vos, em ge ral de fen dem a ne ces si da de de di fe ren cia ção da em ba la gem como fa tor cru cial na de ci são de com pra do con su mi dor. O mo vimen to de apro xi ma ção en tre pro fissio nais de lo gís ti ca e de mar ke ting, en tre ou tros, de modo ge ral ocor re nas ati vi da des de ECR, o Ef fi cient Con su mer Res pon se. Exis te essa apro xi ma ção com téc ni cos e de signers de em ba la gem? Esse é o gran de de sa fio. A em ba lagem ade qua da não é a mais bo ni ta, mas a que é in te li gen te. Na área de alimentos já exis te in te gra ção na hora do de sen vol vi men to. Já se co lo ca a ques tão: Este pro du to que es ta mos lan çan do tem uma ca deia pro du ti va com pli ca da, a ma ni pu lação é gran de, hoje te mos um cus to lo gís ti co mui to gran de, va mos ten tar oti mi zar es pa ço. Às vezes pro je tase uma em ba la gem fan tás ti ca, mas quan do vai se fazer sua mo du la ção no pá tio o apro vei ta men to da área é de ape nas de 60%. Per de-se 40% de es pa ço de ar ma ze na gem, de transpor te. Tudo isso é cus to que está sen do ge ra do. A pa la vra, em suma, é in te gra ção. Per fei ta men te, é fun da men tal. Ao fazer o brie fing do novo pro du to ou da em ba la gem, é pre ci so cha mar pro fis sio nais de lo gís ti ca para a tro ca de in for ma ções, para mos trar os proble mas que apa re cem na ca deia lo gís ti ca e o quan to a em ba la gem pode aju dar na me lho ria. Além do mais, te mos soft wa res que aju dam, que dão ba li za men to bá si co di mensio nal, mo vi men to de lar gu ra e al tura, oti mi za ção de es pa ço e tudo o mais. A partir des sas re fe rên cias bá sicas, o de sig ner te ria con di ções de criar e co lo car sua arte em prá ti ca. É um de sa fio para as duas pon tas, prin ci pal men te para os de signers. Exa ta men te. Em ba la gem in te li gen te é aque la que está in te gra da no proces so. Pega to dos os be ne fí cios, é bo ni ta, tem uma boa dia gra ma ção, um bom de sign. Se com ple ta toda a ca deia lo gís ti ca, traz ga nhos para a empresa, oti mi za cus tos. O ECR se preo cu pa com isso. Se é es pa ço, é cus to. É ne ces sá rio que o de sig ner faça um cur so de lo gís ti ca para co nhe cer a rea li da de ope ra cio nal. A AMBL está aí para ajudar.

8 carnes bandejas filmes e Materiais e sistemas modernos são a aposta do mercado de car Mas, como diz o antigo ditado, há ma les que vêm para bem. A fal ta de es tru tu ra lo gís ti ca cau sou in ten sa mo vi men ta ção dos fa bri can tes de em ba la gem no sen ti do de ga ran tir maior tem po de pra te lei ra (shelf life) aos produtos, mi ni mi zan do per das. Por isso, o em pre go de filmes de alta bar rei ra tor nou-se crucial, por te rem bai xa taxa de permea bi li da de de oxi gê nio. O oxi gê ain da há mui to a fazer ou seja, há gran des oportu ni da des no mercado de carne bo vi na no Brasil, in clu si ve para a in dús tria de embalagens. Com pa ra da aos mé todos de pro du ção e de acon di cio namen to de aves, por exem plo, a carne ver me lha per de de go lea da. Para su pe rar tal si tua ção, os fa bri can tes de embalagens assumem im por tância cru cial, em bo ra se saiba que pro je tos de em ba la gem, por si só, não podem re sol ver pro ble mas que per du ram no segmento, como mé todos pre cá rios de pro ces sa men to, trans por te e co mer cia li za ção. A in te gra ção en tre su per mer cados, açou gues, fri go rí fi cos e dis tribui do res é fun da men tal na bus ca de uma ca deia de dis tri bui ção efi cien te e de uma carne de boa qua li da de, afir ma Clai re Sa ran tó pou los, en genhei ra pesquisadora do Cen tro de Tec no lo gia de Em ba la gem (Ce tea) do ITAL Ins ti tu to de Tec no lo gia de Alimentos. Essa ne ces si da de é re for ça da pela pre ca rie da de da co mer cia li za ção em re giões dis tantes em ca sos ex tre mos, há a ex posi ção da carne em ca va le tes im provi sa dos ao ar li vre e até mesmo nas re giões me tro po li ta nas, sobretudo nos açou gues mais po pu la res, onde o bi nô mio de fi ciên cia de distri bui ção e embalagens ina de qua das mui tas vezes se tra duz na ven da de car nes im pró prias para con su mo. Se gun do Clai re, há de fi ciên cia na maio ria dos es to ques e pon tos-deven da em ter mos de re fri ge ra ção. 12 embalagemmarca jun 2000 nio é o maior ini mi go da con ser vação dos alimentos, lem bra a pesquisadora do Ce tea. No vá cuo da opor tu ni da de Por er ra di car esse ini mi go, as embalagens a vá cuo tor na ram-se qua se vi tais para o trans por te em gran des dis tân cias, já que mi ni mizam, com efi cá cia, os efei tos da de fi ci tá ria ca deia do frio. Com fotos: divulgação

9 ampliam vida da carne ne vermelha para superar entraves logísticos e de armazenagem re fri ge ra ção e se lan tes ade qua dos, as embalagens a vá cuo ga ran tem trin ta ou mais dias de vida útil à carne. No vá cuo, po rém, o produto ad qui re uma apa rên cia es cu ra, ainda não to tal men te as si mi la da pelo con su mi dor brasileiro. Apesar de dei xar a carne ar roxea da, as embalagens a vá cuo têm boas pers pec ti vas de crescimento, pois di mi nuem o pro ces so de de grada ção mi cro bio ló gi ca e es ten dem o tem po de pra te lei ra do pro du to, fa ci li tan do a dis tri bui ção e o transpor te, de fi ne Wal mir Sol ler, ge rente de embalagens da Du Pont. Ele afir ma que o acon di cio na men to a vá cuo tam bém agre ga valor, pois pode le var à ma tu ra ção da carne, tor nan do-a mais ma cia. Ade mais, a carne ad qui re sua co lo ra ção ver me lha no va men te quando é ex po sta ao ar. O con sumi dor já está se ade quan do a essa tec no lo gia, afir ma Re nal do Lo nat Jr., su per vi sor de ven das da Se lovac, uma das prin ci pais fa bri can tes de má qui nas para acon di cio na mento a vá cuo. Ele res sal ta que, de pois Embalagens a vácuo da Intervac (acima) e da Cryovac dos fri go rí fi cos, o pe que no va re jo tam bém está de mons tran do in te resse em acon di cio nar car nes utilizando esse sis te ma. De olho nes se pa no ra ma, a Du Pont apos ta na re si na io no mé ri ca Surlyn, que, usa da in ter na men te nos fil mes mul ti ca ma da, man tém o vá cuo ín te gro, pois é efi cien te na se la gem através de con ta mi na ção, isto é, sela mesmo que a área de se la gem con te nha tra ços de san gue ou gordura, ilus tra Walmil Sol ler. E em li nhas au to má ti cas, onde a efi ciên cia e a pro du ti vi da de são críti cas, ele faz as má qui nas fluí rem sem pro ble mas com per da de vá cuo ou reem ba la gem. Filmes lisos Para em ba lar a vá cuo, a op ção mais co mum são fil mes ter moen co lhíveis, mas há al ter na ti vas. A In tervac, por exem plo, ofe re ce so lu ções em fil mes li sos. A empresa tra ba lha com o nylon-poli (nái lon e po liés ter em cin co ca ma das), cujo gran de ape lo é dri blar al tos investimentos. As embalagens ter moen co lhí veis Atmosfera modificada mantém a coloração avermelhada são bem mais ca ras, com pa ra Walter Fol co, res pon sá vel pela área co mer cial da In ter vac. En tre tan to, a al ter na ti va é me nos re sis ten te do que os fil mes ter moen co lhí veis, sobretudo na mo vi men ta ção e nos cor tes com osso, si tua ções que trazem pres são ex tra à em ba la gem. Já a Cryo vac, sub si diá ria da norte-ame ri ca na Sea led Air Cor po ration, ofe re ce vá rias op ções de embalagens que, em li nhas ge rais, se di fe ren ciam pela tem pe ra tu ra de en co lhi men to, pela re sis tên cia me câ ni ca e pelos níveis de bar rei ra. Com essa linha, a empresa con seguiu tor nar sua mar ca si nô ni mo de sis te mas de em ba la gem a vá cuo no Bra sil. Essa es pe cia li za ção re sul tou em estratégias bem de fi ni das de atua ção. Nos so ob je ti vo, re ve la o ge ren te de ven das Pau lo de Lara, é fo men tar o mercado de carne de sossa da, como ocor re nos Es ta dos Unidos, onde 99% da carne con su mi da são co mer cia li za dos as sim. A empresa ofe re ce, to da via, um proces so de acon di cio na men to a vá cuo que usa um fil me ca paz de su por tar a pres são dos cor tes com osso. Ou tra op ção que au men ta o shelf jun 2000 embalagemmarca 13

10 Um nicho estratégico Ao lado de fil mes e ban de jas, os ab sor ven tes re pre sen tam um nicho es tra té gi co no atual mercado de embalagens para carne. Tan to que, para in ten si fi car a atua ção nes se ni cho, a Cryo vac pre ten de cons truir uma nova uni da de in dus trial de dica da ao pro du to. Fei tos de pol pa de ce lu lo se ve ge tal vir gem, os ab sorven tes ofe re ci dos pela Cryo vac fo ram pa ten tea dos sob a mar ca Dri- Loc. A fun ção dos ab sor ven tes é re ter os su cos na tu rais que toda carne li be ra, man ten do a ban de ja lim pa, ex pli ca o ge ren te de ven das Pau lo de Lara. Além da Cryo vac, a John son & John son vem pro du zin do, des de 1998, pe lí cu las ab sor ven tes re gistra das como Sa fe drier. Como ex plica Luiz Car los Du tra, do de par tamen to de as sun tos pú bli cos da empresa, elas se es tru tu ram em três ca ma das: fil me plás ti co, pol pa de ce lu lo se e um não te ci do. A inicia ti va de en trar no segmento, bastan te es pe cí fi ca se com pa ra da à vo ca ção da J&J, de pro du zir itens de hi gie ne pes soal, foi se di men ta da em dois fa to res. Pri mei ro, o boom dos alimentos im por ta dos nas gôndo las na cio nais di vul gou as pe lí culas para uma es tra té gi ca fa tia de consumidores. Além dis so, a in cur são nes ta área deve-se à fa ci lida de de pro du ção, pois já de tí nhamos a tec no lo gia, lem bra Du tra, evo can do o know-how na pro du ção d e ab sor ven tes ín ti mos fe mi ni nos. life da carne é o acon di cio na men to com at mos fe ra mo di fi ca da, por meio de mis tu ras ga so sas de alta con cen tra ção de oxi gê nio. Isso man tém a co lo ra ção ver me lha da carne por mais tem po do que em ar. Con tu do, a vida útil do pro du to, em bo ra mais lon ga que no ar oito a doze dias ver sus dois a três é me nor que no vá cuo, ob ser va Claire Sarantópoulos, do Ce tea. Para se tra ba lhar com at mos fe ra mo di fi cada, tam bém são ne ces sá rios fil mes es pe ciais, que ga ran tam a pro te ção con tra per da das mis tu ras ga so sas. Do freezer ao microondas En tre as em pre sas que tra ba lham nes se segmento, a Con ve nien ce Food Systems apos ta em fil mes que in ter ca lam ca ma das de PET, SiOx e po lie ti le no, com tra ta men to an tiem ba çan te. O SiOx subs ti tui o EVOH, ge ral men te usa do para barrei ra, com van ta gens, por ser me nos es pes so e mais trans pa ren te, ilustra a en ge nhei ra de ven das da empresa, Ales san dra Sa les. A Con ve nien ce Food Systems apos ta também em ban de jas com base em fil me de po li pro pi le no ex pan di do (XPP) que, por te rem me mó ria, não que bram nem amassam e po dem ir di re to do free zer ao mi croon das sem va ria ção de tem pe ra tu ra, diz Ro gi val do Coelho de Oli vei ra, da área de ven das da empresa. Essas bandejas po dem pos suir bar rei ra de EVOH para acondicionar produtos em at mosfe ra mo di fi ca da e são en con tra das em di ver sas co res. Já a Band Plast apos ta em ban de jas de po lie ti le no de alta den si da de (PEAD), que re sis tem a al te ra ções de tem pe ratu ra e tam bém são mais du rá veis, de acor do com José To nha to de Lima, ge ren te co mer cial da empresa. O auto-ser vi ço tam bém pro moveu uma ex plo são para os fil mes es ti cá veis de PVC. Para se ter uma Bandejas da CFS em XPP idéia, das to ne la das de PVC con su mi das no Bra sil em 1999, fo ram ex tru da das em fil mes es ti cá veis, para acon di cio nar alimentos. O dado é do Ins ti tu to do PVC, que pre vê para este ano um crescimento de 10% a 20% nes se nú me ro, pu xa do pe las em pre sas es pe cia li za das. A Good year, tra di cio nal fa brican te de pneus para au to mó veis, já for ne ce há al gum tem po o Om nifilm Açou gue, es pe cial para bai xas tem pe ra tu ras com agen te an tiem baçan te. Se gun do Fer nan do Cor rêa Jú nior, ins pe tor de ven das da empresa, as re des de va re jo vêm sen do a prin ci pal clien te la do pro du to. Já a Du Pont apos ta na fa mí lia Clysar de fil mes en co lhí veis e es ti cá veis de po lio le fi na de alta trans pa rên cia, ade qua da a li nhas au to má ti cas de gran de ve lo ci da de. Se gun do Marcos Can ta ri no, ge ren te da área de fil mes po lio le fí ni cos da empresa, o Clysar é ade qua do à carne fres ca, pois não pos sui bar rei ra e dei xa o alimento res pi rar. Omnifilm Açougue, da Goodyear 16 embalagemmarca jun 2000

11 EQUIPAMENTOS codificação premium Tec no lo gia la ser traz van ta gens, de pen den do da apli ca ção opa no ra ma está se agitan do na área de co di fica ção, hoje do mi na da pe las im pres so ras ink jet (a jato de tin ta). É ver da de que a tec no lo gia des ses equi pa men tos vem se aper fei çoan do sen si vel men te e tor nan do pos sí vel in se rir da dos nos mais va ria dos ti pos de ró tu los e embalagens. No entanto, es tão fi cando mais aces sí veis as im pres so ras a la ser, que tra zem ape los con si de ráveis para a pro du ção, como redução de cus tos a mé dio pra zo e maior se gu ran ça. Nes te caso, o be ne fí cio se deve ao fato de o la ser im pri mir có di gos a partir de ca lor, que não cor rem o ris co de de sa pa re cer. O la bo ra tó rio Stie fel, fa bri can te de produtos der ma to ló gi cos e pe diátri cos, ado tou essa nova op ção e subs ti tuiu, em abril, uma de suas sete co di fi ca do ras ink jet por uma Wil lett 550 a la ser. O la bo ra tó rio usa as co di fi ca do ras para im pri mir nú meros de lo tes e da tas de fa bri ca ção e va li da de em fras cos de po lie ti le no. Wal dir Al lan Bo net ti, di re tor in dustrial da Stiefel, re ve la que a in ten ção da empresa é trocar to das as má quinas a jato de tin ta pe las a la ser. Elas dis pen sam o uso de tin tas e sol ventes, que são ca rís si mos, ele diz. Como a co di fi ca do ra a la ser é bem mais cara do que uma ink jet, o in ves ti men to não tem retorno imedia to. Cal cu lan do o valor do equi Produtos da Stiefel. No destaque, codificação com ink jet (à dir.) e a laser pa men to e a redução dos gas tos com os itens con su mí veis, es pe ra mos ter retorno den tro de cin co anos, pre vê Bo net ti. Ou tra van ta gem, segundo ele, é a manutenção da co di fi ca do ra a la ser, mais sim ples e mais prá ti ca, Modelo 550 da Willett divulgação por que não há ma nu seio de tin tas. Por atuar no mercado far ma cêuti co, a Stie fel pre ci sa de am bien te de tra ba lho lim po, as pec to em que a co di fi ca do ra a la ser é mais ade quada. Com a ink jet, já ocor reu de cair tin ta durante o pre pa ro e man char o piso e o equi pa men to, con ta Bo netti. Na im pres so ra a la ser, bas ta passar um pano úmi do por fora da má qui na para re mo ver a poei ra. Para gran des li nhas Não obs tan te es sas van ta gens, nem sem pre o la ser é a me lhor op ção. Se gun do Edi son Lou rei ro, coor dena dor de mar ke ting da Sunny va le, andré godoy 18 embalagemmarca jun 2000

12 fotos: divulgação por cus tar até o dobro de uma ink jet a co di fi ca do ra a la ser é mais in di ca da para gran des li nhas de pro du ção. O cus to com in su mos pra ti ca men te de sa pa re ce e o con sumo de ener gia é me nor, mas o equipa men to a la ser é caro, ele ob serva. Por isso, a seu ver, a ink jet ainda é mais acon se lhá vel para em pre sas com bai xa pro du ção. A Sunny va le dis po ni bi li za ao mercado a co di fi ca do ra di gi tal a la ser DDC3, da Do mi no, que possui ca be ço te com sete ca nhões. Isso per mi te me lhor ajus te de po tên cia, com im pres sões per ma nen tes em embalagens plás ti cas e em pa pel car tão sem da ni fi cá-los. São ca nhões de bai xa po tên cia, que ge ram me nos ca lor e, con se qüen temen te, gas tam me nos ener gia, afir ma Lou rei ro. Além dis so, segundo ele, o equi pa men to pode continuar ope ran do mesmo sem um ou dois ca nhões, di mi nuin do ape nas o ta ma nho da fon te. Adequada à ISO Bus can do man ter com pe ti ti vi da de nes se mercado, a Vi deo jet Com print está lan çan do a La ser Pro DM, fa brica da nos Es ta dos Uni dos pela Mar coni Data Systems. O sis te ma per mi te im pres são em vá rios ti pos de ma teriais, com ro ta ção de 360º e có di gos em até três li nhas, com ve lo ci da de de 225 me tros por mi nu to e re so lu ção Codificadora DDC3, da Domino 20 embalagemmarca jun 2000 LaserPro DM, da Videojet Comprint má xi ma de 133 dpi (pon tos por po lega da). Ri car do Mon tag ni ni, re pre sentan te de ven das da Vi deo jet, afir ma que a aqui si ção de uma co di fi ca do ra a la ser é um in ves ti men to in te res san te para em pre sas que bus cam ob ter se los de qua li da de. Por não usar produtos tó xi cos, a co di fi ca do ra a la ser é adequa da ao selo ISO 14000, lem bra. Ele res sal ta, contudo, que o la ser pode ser pe ri go so se ma nu sea do de forma er ra da. É pre ci so cui da do na ope ração, já que o raio é in vi sí vel e cor ta, diz. Usar ma te riais que pro du zam re fle xos, por exem plo, pode cau sar sé rios aci den tes. Evolução Já o ge ren te de ven das da Wil lett, Joa quim Vi le la, vê a co di fi ca do ra a la ser como uma evo lu ção da ink jet, que na sua opi nião pode vir a ser subs ti tuí da. O la ser é uma al ter nati va mais mo der na, com me lhor qua li da de de im pres são, baixo cus to de manutenção e maior se gu ran ça, pelo fato de a im pres são ser in de lével, re su me. A Wil lett ofe re ce, além do 550, dois ou tros mo de los a la ser, que po dem ser es pe ci fi ca dos de acor do com a ne ces si da de do clien te. Vi le la acre di ta que o la ser subs ti tui rá o jato de tin ta nas in dústrias ali men tí cia, far ma cêu ti ca e de be bi das, onde se exi ge am bien te de pro du ção de hi gie ne má xi ma. En tretan to, ele lem bra que o la ser mal di re cio na do pode cau sar es tra gos, como der re ter embalagens de PET, acrí li co ou bor ra cha e al te rar qui mica men te a su per fí cie do PVC. Espaço para todos A Nytek é ou tra empresa que ofere ce equi pa men tos a la ser. O mo delo Linx Li te Mar que im pri me até seis li nhas com ve lo ci da de de ca rac te res por segundo e me mó ria para men sa gens de até ca rac te res. Wan der ley Fé lix, ge ren te de ser vi ços da empresa, ad ver te que a co di fi ca do ra, além de ser mais cara, exi ge fun cio ná rios trei na dos para ope rá-la e que ma teriais mui to fi nos po dem ser da ni fica dos pelo la ser, inclusive pre ju dicando as ca rac te rís ti cas do pro du to. No entanto, Fé lix acre di ta que há es pa ço para am bas as tec no lo gias. A ink jet não será subs ti tuí da to tal men te e nem a cur to pra zo, diz. Para que isso ocor ra, as co difi ca do ras a la ser de vem fi car me nores e mais ba ra tas. Da mes ma forma, a Tec no tra de, que for ne ce no Bra sil im pres so ras a la ser da fa bri can te ale mã GSI Lu mo nics, não vê con fli tos na venda dos dois ti pos de tec no lo gia. Con se gui mos aten der em pre sas de por tes di fe ren tes em vá rios seg mentos de mercado, con ta Eli sa Ba telli, do de par ta men to de mar ke ting da empresa. É uma es co lha do cliente, de sua apli ca ção e de sua ca pa cida de de in ves ti men to ini cial. Linx LiteMarque, comercializada pela Nytek

13 ADESIVOS sem resíduos Henkel faz embalagem com o material do próprio produto se, do pon to de vis ta am bien tal, boa em ba la gem é aque la que de pois de usa da dei xa pou cos re síduos, o Eu ro melt, da Hen kel Loc ti te Ade si vos, tem a em ba la gem per fei ta. O gran de atra ti vo tec no ló gi co do pro du to um hot-melt de pres são sen siti va para uso nos pro ces sos de ro tu la gem e co la gem é jus ta men te seu en vol tó rio, fa bri ca do com ma te rial do pró prio ade si vo. Isso sig ni fi ca que o pro du to não pre ci sa ser de sem ba la do para sua uti li za ção. Basta de po si tá-lo no co lei ro, para que re ci pien te e con teú do se fun dam to tal men te. Em ou tras pa la vras, a em ba la gem de sa pa rece ao ser usa da. Ju lio Mu ñoz Kampf, di re tor de ade si vos in dus triais da Hen kel Loc ti te para a Amé ri ca do Sul, ob ser va que, além de pro pi ciar be ne fí cios am bien tais, a em ba la gem do Eu ro melt é um fa ci li ta dor de uso, tra zen do gran des van ta gens de pro du ti vi da de. Com ela foi dis pen sa do o en vol tó rio de pa pel si li co na do em que eram acon di ciona dos os cu bos de hot melt de pres são sen si ti va. A eli mi na ção da que la em ba la gem, que era im por ta da, signi fi ca o fim da ma ni pu la ção e do des car te, ele diz. O executivo da Henkel não re ve la de ta lhes do proces so de acon di cio na men to do Eu ro melt, mas cha ma a aten ção para o fato de tra tar-se de tec no lo gia mui to avan ça da, já que o en vol tó rio é se la do com o con teú do em tem pe ra tu ra su pe rior a 140ºC. O lançamento do Eu ro melt mar ca a inau gu ra ção da fá bri ca do pro du to no Bra sil, na mes ma área de Ja ca reí (SP) onde a Hen kel inau gu rou, no ano pas sa do, a fá bri ca de Tech no melt, um hot melt gra nu la do ob ti do em pro ces so de Gra nu lação Sub mer sa em Água (Un der wa ter Gra nu la tion). Kampf in for ma que a nova fá bri ca, úni ca uni da de de pro du ção do Eu ro melt fora da Ale ma nha, abas te ce rá toda a Amé ri ca do Sul e fi ca rá dis po ní vel para ex por tar para ou tras re giões. Toda a tec no lo gia uti li za da pela fá bri ca do Eu ro melt foi de sen vol vi da pela Hen kel na Ale ma nha, e a im plan ta ção dos sis te mas de pro du ção foi fei ta com total as ses so ria de pro fis sio nais da que le país. Preocupação ambiental O diretor da Henkel Loctite destaca que a empresa se preo cu pa com o forne ci men to de ma te riais que cau sem o mí ni mo im pac to pos sí vel ao am bien te, par tin do do de sen vol vi men to de produtos com ca rac te rís ti cas bio de gra dá veis e con si deran do o ci clo de vida de seus produtos. Por le var às úl ti mas con se qüên cias essa preo cu pa ção, cum prin do as nor mas da ISO 14001, lem bra ele, a Hen kel foi no vamen te cer ti fi ca da pelo BVQI (Bu reau Ve ri tas). As cai xas de pa pe lão on du la do em que são trans porta dos os sa chês de Eu ro melt tam bém se en qua dram no con cei to de embalagens não agres si vas ao am bien te e fa ci li ta do ras de uso. Re ci clá veis, não uti li zam gram pos e tra zem na parte ex ter na ins tru ções de uso ape nas vi suais, com preen sí veis em qual quer idio ma. andré godoy 22 embalagemmarca jun 2000

14 LOGÍSTICA parceria global, local produção Intermediate Bulk Containers terão fabricação nacional Forte apelo ecológico O pro du to, cria do em 1975 por Udo Schütz, fun da dor da Schütz Wer ke, apre sen ta vir tu des no trans oguilherme Kamio pe rar so lu ções res guarda das pela ex pe riên cia de par cei ros in ter na cionais vem sen do a tô ni ca nas gran des em pre sas na cio nais li ga das à mo vi men ta ção de cargas. Com tec no lo gia e know-how de sis te mas já con sa gra dos em mercados ex te rio res, ga nha-se ape lo de ex ce lên cia e, aci ma de tudo, no vas ar mas para plei tear es pa ço jun to ao enor me cam po de opor tu ni da des que o Bra sil apresen ta na área de lo gís ti ca. O re cente anún cio da im plan ta ção da Schütz do Bra sil é mais um caso a ilus trar essa ten dên cia. A empresa é fru to da união da ale mã Schütz Wer ke, lí der mundial no for ne ci men to de In ter media te Bulk Con tai ners (IBCs), com as na cio nais Steel Drum-Raft Em ba la gens, pro du to ra de tambo res, a ope ra do ra lo gís ti ca In ter Tank e a J.C. Thomp son Con sulto ria. A joint-ven tu re irá per mi tir uma ope ra ção iné di ta: a fa bri cação lo cal de IBCs, atual men te im por ta dos. Para tan to, já está sen do cons truí da uma mo der na plan ta in dus trial em Jun diaí (SP), cu jos investimentos che gam a 10 milhões de dó la res. O Bra sil é o fotos: divulgação 24 embalagemmarca jun 2000 mercado mais im por tan te para nós no Mer co sul, ava lia o francês Ber nard Hen net, mem bro do con se lho e vice-pre si den te da Schütz em sua ma triz. O volume de tais con têi ne res em ati vi da de no Bra sil, es ti ma do em sete a oito mil uni da des, re ve la um mercado cres cen te e se du tor. por te de lí qui dos e produtos pas to sos. Tem ca pa ci da de para car re gar o volume de cin co tam bo res de aço, po rém ocu pan do o es pa ço de qua tro, é re tor ná vel e pos sui sis te mas de vál vu las e manguei ras es pe ciais mo du la res, que im pe dem va za men tos um forte ape lo eco ló gi co. Com cor po em po lie ti le no de alta den si da de (PEAD), o IBC já é for ne ci do so bre pa le tes, que po dem ser de ma dei ra, aço ou plás ti co, e é en volvi do por gra de de aço gal va ni za do com cha pa de ro tu la gem. O IBC

15 O contêiner é fornecido sobre palete de aço, plástico ou madeira irá se im por na tu ral men te, prin cipal men te no trans por te de produtos quí mi cos, por ser op ção que ma xi mi za ga nhos na ca deia pro duti va como um todo, ar gu men ta Ber nard Hen net. Preços reduzidos Se gun do José Car los Thomp son, di re tor co mer cial da Raft Em ba lagens, a meta é ini ciar a pro du ção dos IBCs de 640, 1000 e 1250 li tros já no iní cio do pró xi mo ano. Ele ga ran te que os pre ços se rão dras ti ca men te re du zi dos, pela su pres são dos im pos tos al fan degá rios e pela po lí ti ca da Schütz de ofe re cer ser vi ços e con di ções si mi la res ao re dor do mun do, numa po lí ti ca de par ce rias globais. No caso brasileiro, a união de for ças é vi sí vel: a Schütz forne ce a tec no lo gia, à In ter Tank cabe o ser vi ço de re cu pe ra ção e re co lhi men to dos IBCs após o uso e a Raft en tra com a ex pe riên cia de fa bri ca ção lo cal, sal va guar dada por re cen tes investimentos em seus par ques in dus triais de Re sende (RJ) e Gua ru lhos (SP), para o for ne ci men to de tam bo res de aço, que, ape sar de se rem con cor ren tes di re tos dos IBCs, te rão sem pre sua fa tia de mercado res guar da da, sem ca ni ba li za ção ma ci ça, no en ten der de Thomp son. O IBC ocupa o espaço de quatro tambores, mas tem o volume equivalente ao de cinco

16 METÁLICAS latas Mais práticas Tin tas, sol ven tes, óleos e alimentos ga nham com novos im ple men tos dis po si ti vos prá ti cos são fun da men tais na luta pela con quis ta da atenção do con su mi dor. Fa ci li tar o uso do produ to através da em ba lagem sem pre dei xa a im pres são de preo cu pa ção com o usuá rio, o que aca ba re ver ten do num ines ti má vel ga nho em imagem e em ven das. Quem vem sen do be ne fi cia da por pro gres sivas evo lu ções em acon di cio namen to são as la tas, uti li za das nos mais di ver sos mercados, como o de tin tas, sol ven tes, alimentos e óleos, tan to lu bri fi can tes quan to co mes tí veis. A Bra si la ta, uma das prin ci pais for ne ce do ras de embalagens me táli cas no país, apresentou no vi dades durante a Bra sil pack, no final de abril. A nova lata Bi plus é uma de las. Tra ta-se de uma lata ar redon da da com a já co nhe ci da tampa Plus e um ba to que plás ti co trans pa ren te em seu cen tro. O ba to que, in se ri do na tam pa por pro ces so pneu má ti co, pos sui la cre ex clu si vo que, de pois de rom pi do, se trans for ma numa alça, ga ran tindo a se gu ran ça do usuá rio e oti mizan do o tem po de abrir e fe char o re ci pien te. De vi do à fa ci li da de de aber tura, a nova lata per mi te me lhor traba lho com os mis tu ra do res de pigmen to dos sis te mas tin to mé tri cos (mix ma chi nes), agi li zan do o prepa ro de co lo ra ções de tin tas imobi liá rias. Como o ba to que é trans Biplus, da Brasilata: abaixo, o uso do batoque, com lacre que vira alça pa ren te, tam bém per mi te me lhor vi sua li za ção da cor pelo usuá rio. O fe cha men to es pe cial está dis poní vel ini cial men te no ga lão (lata com 3,6 li tros) e será es ten di do, no pró xi mo ano, às la tas de 900 mi li li tros e 18 li tros. Frisos e vincos Além da Bi plus, a Brasi la ta apos ta em sua lata re tan gu lar de 5 li tros com fri sos ho rizon tais e vin cos ver ticais. O pro du to é re sulta do da com bi na ção da téc ni ca de fri sos ho rizon tais con tem pla da andré godoy com o Di plo ma de Pra ta no prêmio in ter na cio nal Cans of the Year de 1999 com a con fec ção de re for ços ver ti cais nas ares tas. Além do ga nho em ri gi dez, que pos si bi li ta maior car ga de em pilha men to, há eco nomia na ma té ria-prima, com a di mi nuição sen sí vel na es pessu ra das fo lhas, diz Car los Vi ter bo Jú nior, ge ren te de mar ke ting da Bra si la ta. Ou tra no vi da de Lata retangular de 5 litros da Brasilata: empilhamento fácil jun 2000 embalagemmarca 27 andré godoy divulgação

17 vem da Uni da de Me tal grá fi ca da Ren ner Herr mann, do Rio Gran de do Sul: a lata cô ni ca para múl ti plas apli ca ções. Ela tem bo cal com bor da en ro lada, para evi tar des per dí cio do con teú do e es cor ri men to pe las pa re des ex ter nas da em ba lagem. O fe cha men to é fei to com tam pa de pres são du pla, o que pro por cio na ve da ção total e fá cil aber tu ra, segundo José Vic tor Bas so, ge ren te da Me talgrá fi ca. A nova lata cô ni ca per mite ainda o en cai xe su per pos to de la tas va zias, fa ci li tan do o es to que. Há um ga nho de até 62% em es pa ço com o em pi lha men to que a lata per mi te, afir ma Bas so. Diâmetro maior Já a Cia. Me ta lúr gi ca Pra da, ou tra tra di cio nal for ne ce do ra na área, está re for çan do, nos se to res de Lata cônica da Renner Herrmann alimentos e de tin tas, o tra ba lho com suas la tas de qua tro fri sos ver ti cais e tam pa de pres são La ta lim pa. Esta con sis te num siste ma de fe cha men to do tipo tamper-evi dent, de sen vol vi do para ga ran tir a in vio la bi li da de do produ to e para eli mi nar áreas de pos sí vel oxi da ção nas ares tas da em ba la gem. Para maior co mo di da de do usuá rio, o sis te ma con ta com aber tu ra de diâ me tro pro lon ga do, de 210 mi lí me tros, em vez dos tra di cio nais 170 mi lí me tros. Isso divulgação ga ran te o ma nu seio mais fá cil, prin ci pal men te para si tua ções em que o con teú do das la tas é uti li zado aos pou cos, como mar ga ri nas e até tin tas, ilus tra Djal ma Carlos, ge ren te de ven das da empresa. A Pra da anun cia tam bém que está pre pa ran do no vas op ções em tam pas easy-open para alimentos, a se rem di vul ga das em bre ve. Frisos aumentam a resistência; abertura maior facilita o manuseio andré godoy Na dose cer ta, sem es cor rer e denunciando violações divulgação As tam pas re trá teis es tão com tudo. São vis tas em nú me ro cada vez maior de produtos, e a pers pec ti va de crescimento em novos mercados é das me lho res, pois es tão subs tituin do ba to ques tra di cio nais com ape los ir re sis tí veis. Além de não ne ces si ta rem de ins tru men tos pontia gu dos para aber tura, ser vem como bico do sa dor o que gera se gu ran ça ao im pe dir os ine vi tá veis es cor ri men tos pelo cor po da em ba lagem e tra zem la cres, para a compro va ção de vio la ções do pro du to. A opi nião do con su mi dor vem sendo de ci si va para a ado ção das re tráteis, con si de ra Car los Barfk necht, su per vi sor co mer cial da Tec plas, Retráteis da Tampaflex empresa de Co lom bo (PR) que já forne ce es sas tam pas para azei tes de oli va e pre ten de au men tar a par ti ci pação em ali men tos. A empresa in ves tiu cer ca de 1,5 mi lhão de dó la res no de sen vol vi men to de ma té rias-pri mas que re sis tis sem às mais va ria das con di ções de uso e aos mais di fe rentes produtos en va sa dos. As tam pas já es tão sen do fa bri ca das no Bra sil, a partir de um mix de ma té ria-pri ma na cio nal e im por ta da, e têm vá rias op ções de ta ma nhos. A Be ri cap tam bém vê o mercado de azei tes de oli va como po ten cial consu mi do ra das re trá teis. De acor do com o ge ren te de ven das Iri neu Sa lata, os pe di dos des sa in dús tria à unida de es pa nho la da empresa têm au men ta do bas tan te, prin ci pal men te por parte de mar cas for tes do segmento. A ten dên cia é que tais produtos já che guem aqui com as tam pas, ele acre di ta. A Be ri cap está na cio na li zan do pro gres si va men te a fa bri ca ção das tam pas re trá teis, e pre ten de for ne cer toda a linha na ciona li za da até o fim do ano. Já a Tam pa flex, de São Pau lo, con seguiu de sen vol ver um pro ces so de fa bri ca ção de tais tam pas sem a ne ces si da de de tra ta men to gamamo le cu lar, fase ra dia ti va que ser ve para fe char mi cro fu ros ine ren tes ao pro ces so de re ti cu la ção do po lí me ro. Isso per mi tiu uma redução drás ti ca no pre ço final, ex põe o gerente de marketing Adria no Mar çal Var gas. As tam pas, fei tas a partir de uma mis tura de po li pro pi le no de alta e bai xa den si da de com adi ti vos quí mi cos, têm vá rias co res, po den do com bi nar com a li to gra fia da lata. Além de se gu ran ça e pra ti ci da de, o ape lo visual tam bém é forte, diz Var gas. 28 embalagemmarca jun 2000

18 CAPA Iné di to Bra sil Pack Trends 2005 EdI ção 2000 bom espaço para crescer s Ten 30 embalagemmarca jun 2000 dên cias de em ba la gem nos pró xi mos anos i tua do de forma des ta ca da na rota de ex pansão do va re jo in ter na cio nal e, por tan to, consti tuin do um cam po fér til para a ex pan são da in dús tria de produtos de con su mo, o Bra sil tem lar go es pa ço para o crescimento e para as ino vações de todo tipo no se tor de embalagens. Fren te aos de sa fios da glo ba li za ção e do rá pi do de sen vol vi mento tec no ló gi co daí de cor ren te, já em 1998 o Ce tea Cen tro de Tec no lo gia de Em ba la gem do Ins ti tu to de Tec no lo gia de Alimentos (ITAL) criou o Bra sil Pack Trends 2005, um va lio so conjun to de in for ma ções e aná li ses de tendên cias na ca deia de em ba la gem no país. De sen vol vi do com apoio da Da tamark, da Mül ler As so cia dos e da Fispal, o do cu men to tor nou-se uma re ferên cia para o se tor. No entanto, de lá para cá o pro ces so evo lu ti vo da área acen tuou-se, mo ti van do o Ce tea a fazer a Edi ção 2000 da que le tra ba lho, com apoio da Ar thur An der sen Bu siness Con sul ting. O novo do cu men to, ba sea do nas pa les tras de vin te es pecia lis tas de di fe ren tes seg men tos prepa ra das para o Se mi ná rio Bra sil Pack Trends 2005 Fis pal 2000, tem seu lançamento pro gra ma do para se tem bro pró xi mo. Seu con teú do abran ge rá a vas ta ex pe riên cia dos pa les tran tes e in for ma ções de do cu men tos pu bli cados por cer ca de cin qüen ta es pe cialis tas de mais de vin te paí ses. Nas pró xi mas pá gi nas, por cor te sia do Ce tea, que per mi tiu o aces so da re por ta gem aos tra ba lhos em an da men to para o even to pa ra le lo à fei ra de alimentos que se rea li za to dos os anos em ju nho, em São Pau lo, Em ba la gemmm ar ca faz um re su mo an te ci pa do do que será o Bra sil Pack Trends 2005 Edi ção Na pró xi ma edi ção esse tra ba lho será apro fun da do. a embalagem no século xxi: perspectivas e tendências Luis Madi, di re tor ge ral do Ins ti tu to de Tec no lo gia de Alimentos - ITAL Ain dús tria de em ba la gem é uma das mais im por tantes no mun do, em bo ra so men te ago ra co me ce a ser re co nhe ci da como es tra té gi ca. Isto se deve prin ci pal men te ao tra ba lho das as so cia ções e sin di ca tos li ga dos ao se tor, bem como o de todo o segmento in dus trial e ins ti tui ções de pes qui sa e de sen vol vi men to, como o Ce tea Cen tro de Tec no lo gia de Em ba la gem do Ital no Bra sil. Mun dial men te, a in dús tria de em ba la gem re pre sen ta um mercado de 500 bilhões de dólares, com es tima ti va de em pre sas e ge ra ção de 5 milhões de em pre gos. O con sumo está con cen tra do na Eu ro pa, nos Estados Unidos e no Ja pão, paí ses que atin gi ram a ma tu ri da de em qua se to dos os seg men tos, mas novos há bitos de ali men ta ção, es ti lo de vida e apa re ci men to de ni chos pro por cio nam opor tu ni da des de crescimento, que a longo prazo deverá ocorrer sobretudo nos paí ses em de sen vol vi men to. Até 2005 a in dús tria de em ba lagem será afe ta da por fa to res de mé dio e lon go ter mo, como crescimento da po pu la ção, PIB, im pac to da redução de peso e uso de ma te riais nas embalagens, além de no vas tec no lo gias e im po si ções le gais. Es tes tra ba lhos or ga ni za dos pelo Ce tea pro cu ram mostrar, com base em in di ca do res, es tu dos e pes qui sas, quais as di fe ren tes ten dên cias de embalagens no mun do, prin ci pal men te nos Es ta dos Uni dos, na Eu ro pa e no Ja pão. Ex tra po lá-las para o ce ná rio brasileiro é o de sa fio que os par ti ci pan tes ten tam res pon der aqui.

19 o panorama geral o po d e r da in f o r m a ção e o pa pel da s as so cia ç õ e s n a in d ú s tria d e em ba la g e m Sér gio Ha ber feld, pre si den te da Associação Brasileira de Em ba la gem (Abre), União La ti no-ame ri ca na de Em ba lagem (Ula de) e Or ga ni za ção Mun dial de Em ba la gem (WPO) De pois da in ten sa evo lu ção que os ma te riais e má qui nas para em ba la gem ex pe ri men ta ram nos úl ti mos anos, a in for ma ção pode ser con si de ra da um dos prin ci pais in gre dien tes da atua li da de para o su ces so de um ne gó cio. Em pre sá rios e em pre sas que pre ten dam se si tuar no ce ná rio dos bem su ce di dos de verão ne ces sa ria men te ser bem in for ma dos. Um dos pa péis bá si cos das as so cia ções e or ga ni za ções do se tor é ge rar e pro pa gar da dos que nor teiem ne gó cios e pro mo vam a in te ra ção e a glo ba li za ção de ações e estratégias. Nes se pa no ra ma, o se tor de embalagens terá de en fren tar nos pró xi mos anos al guns de sa fios para se man ter com pe ti ti vo em toda a ca deia e con fir mar a afirma ção de que em ba la gem ven de. Hoje co bra-se da em ba la gem uma atua ção res pon sá vel, que não se li mi ta aos la res in di vi dual men te. Cada vez mais as re des de dis tri bui ção, os su per mer ca dos e as lo jas de con ve niência con tam com a em ba la gem como um ele men to fa cili ta dor do dia-a-dia e ala van ca dor de ne gó cios. Os su per mer ca dos, prin ci pal men te, es tão in ves tin do em ECR (Ef fi cient Con su mer Res pon se), es pe ran do a parti ci pa ção ati va da in dús tria de em ba la gem. Ou tro de sa fio é ter embalagens que agüen tem fir me as eta pas de trans por te e dis tri bui ção e che guem in tac tas ao pon to-de-ven da, aten den do às ne ces si da des do con su midor, com o plus da con ve niên cia. Acres ce a esse de sa fio o re sul tan te da preo cu pa ção ver de. Até que pon to a em ba la gem é a vilã da his tó ria da po lui ção e da ge ra ção de re sí duos só li dos? Até o pon to em que a in dús tria não sou ber se de fen der cor re ta men te e pro var que todo o ma te rial de em ba la gem é pas sí vel de re ci cla gem ou de ou tros ti pos de rea pro vei ta men to, des de que o go ver no cum pra sua parte, pro mo ven do a co le ta se le ti va de ma neira efi cien te e não ta xan do ma te rial re ci cla do com im postos su pe rio res aos da ma té ria-pri ma vir gem. Mas a re cupe ra ção e a re ci cla gem não são as úni cas preo cu pa ções da in dús tria para pre ser var o meio-am bien te. O se tor deve mo bi li zar-se, tor nar-se pró-ati vo na ques tão, e não fi car sim ples men te à mer cê dos âni mos de le gis la do res que ten tam im por re gu la men ta ções no mí ni mo in ca bí veis. A em ba la gem deve es tar em dia com a tec no lo gia de pon ta. O de sen vol vi men to pas sa hoje por embalagens pro du zi das com me nos ma te rial, a cha ma da redução na fon te. Ao lado dis so, um gran de de sa fio é o de sen vol vi men to de embalagens que aten dam às re des vir tuais de co mér cio. O e-com mer ce dis pen sa embalagens atra ti vas que ven dam o pro du to na tela do com puta dor, mas des per ta a ne ces si da de de embalagens muito mais re sis ten tes, le ves e ba ra tas, que via bi li zem a en tre ga de um CD ou de uma ge la dei ra em qual quer parte do mun do in tac tos. Mas os de sa fios não pa ram por aí. É pre ci so transfor mar to dos os da dos e nú me ros que even tual men te che guem a nos sas mãos em ma té ria-pri ma para gran des rea li za ções. Todo o ma te rial de apoio para o su ces so de uma empresa de em ba la gem não tem ra zão de ser se não for ade qua da men te di vul ga do e pro mo vi do. Este é o prin ci pal pa pel das as so cia ções do se tor, como Abre, Ula de e WPO. Os mercados exis tem e as for mas para ex plo rá-los têm de ser cada vez mais tra ba lha das. O se tor de embalagens tem la ten te um di na mis mo úni co que, por si só, im pu li so na a evo lu ção e a re vo lu ção de há bi tos de con su mo Par ti ci par des se pro ce so não é mais uma op ção, e sim uma ne ces si da de. a evo lu ção do mercado brasileiro de em ba la g e m e sua in ser ção no mercado in ter na cio nal Gra ham Wal lis, só cio da Da ta mark Ain dús tria bra si lei ra de embalagens, es ti ma da em 5,5 milhões de to ne la das (10 bilhões de dó la res) em 1998, dos quais 61% fo ram para alimentos, cresceu 10% em volume no ano se guin te, mas caiu para 6,8 bilhões de dó la res, de vi do à des va lo ri za ção do real. Até 2005, o se tor deverá cres cer 35% em volume, al can çan do 7,4 bilhões de to ne la das, ou 8,7 bilhões de dó la res aos preços de Com to das es sas va ria ções, o Bra sil perma ne ce em nono lu gar no ran king dos prin ci pais mercados mun diais de jun 2000 embalagemmarca 31

20 Principais mercados de embalagens em ba la gem, com gran de poten cial para o fu tu ro. En tre os três maio res mercados da Amé ri ca La ti na, o Bra sil se destaca no con su mo em to dos os ma te riais, ex ce to no vi dro, onde está atrás do Mé xi co. No con su mo per ca pi ta, Argentina e Mé xi co es tão na fren te. A im por tância do mercado brasileiro pode ser me di da, tam bém, por ser o país o ter cei ro maior con su mi dor de re fri geran tes de pois dos Es ta dos Uni dos e do Mé xi co, o sex to co lo ca do mun dial em cer ve ja e um dos mais im por tantes do mun do em alimentos. Consumo de embalagens o c o n s u m i d o r e a embalagem Ar thur An der sen Bu si ness Con sul ting OBra sil tem o maior ín di ce mun dial de de ci são de com pra nas lo jas (85%), in di ca ti vo de que o con su mi dor brasileiro não pla ne ja suas compras, de ci din do-as no pon to-de-ven da. Isso faz ne cessá rio dar ên fa se ao mer chan di sing e à pro mo ção no pon to-de-ven da para con quis tar a aten ção do con su midor, con tex to em que o pa pel da em ba la gem se tor na im por tan tís si mo. É in te res san te ob ser var que o brasileiro gas ta em mé dia 12% a mais do que pla ne ja em sua ida ao su per mer ca do e, tam bém, que nas com pras de maior valor o ín di ce de com pra não pla ne ja da é maior. Por di fe ren tes ra zões, a em ba la gem pas sou a representar um meio de con ta to, co mu ni ca ção e con quis ta jun to ao con su mi dor final. Se se fi zer uma com pa ra ção com os ou tros meios de co mu ni ca ção nor mal men te fonte: amee, cenem, datamark fonte: datamark uti li za dos, a em ba lagem pos sui as ca rac terís ti cas ex clu si vas de con ta to di re to, tá til, senso rial e in te lec tual com seu usuá rio. Esse con tato é ca paz de trans mi tir o po si cio na men to da mar ca, no sen ti do de re for çar sua per so na lida de, seu va-lor e seus be ne fí cios fun cio nais aos consumidores. Es tes, hoje, já não exi gem das embalagens ape nas pro te ção, con serva ção e hi gie ne. É mui to ní ti da a rea ção dos consumidores atuais dian te de novos ma te riais e de fa ci li da des de uso das embalagens, além de novo com por ta men to e novo po si cio na men to pe ran te a ques tão am bien tal. O cer to é que in fluên cias exer ci das pe las no vas con di ções de mercado re fle tem e in du zem novos com por ta men tos, tor nan do os consumidores oni po ten tes no mercado de con su mo. A em ba la gem é o fa tor que mais in flui na per cep ção que eles têm do pro du to. Se o con su mi dor não é con quis ta do pela em ba la gem, o pro du to pas sa des per ce bi do ou se tor na frá gil ante o con cor ren te. Nes se qua dro, onde co me çam e onde ter mi nam as res pon sa bi li da des dos agen tes da ca deia pro du ti va de embalagens? Suas res pon sa bi li da des não só com preendem suas res pec ti vas ati vi da des e seus li mi tes de atuação, mas tam bém os com pro me ti men tos com seus par cei ros em de sen vol ver em con jun to embalagens ino va do ras e con di zen tes com as ne ces si da des e de sejos dos mais di ver sos ti pos de con su mi dor. O ali nha men to dos in te res ses dos agen tes da ca deia pode pro mo ver uma com pe ti ção sau dá vel e fo men tar o de sen vol vi men to sus ten tá vel do se tor brasileiro de embalagens. As em pre sas fa bri can tes de produtos de con su mo aler tam para que, mais do que nun ca, haja maior pró-ati vi da de por parte das em pre sas de em ba lagem, de modo a aten der com maior ra pi dez o que o mercado está pe din do ou, mui tas vezes, su ge rin do. Decisão de compra nas lojas fonte: popai jan/ embalagemmarca jun 2000

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