DEMANDA DE FORMAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL EM EMPRESAS DE SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NO ESTADO DO RJ

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DEMANDA DE FORMAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL EM EMPRESAS DE SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NO ESTADO DO RJ"

Transcrição

1 DEMANDA DE FORMAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL EM EMPRESAS DE SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NO ESTADO DO RJ Luiz Carlos de Sá Carvalho, Dr. Dezembro, 2006

2 RESUMO Este estudo tem por objetivo pesquisar, em nível exploratório, o perfil qualitativo da demanda de recrutamento, formação e aperfeiçoamento de recursos humanos especializados nas empresas de serviços de TI no Estado do Rio de Janeiro e verificar o alinhamento da oferta a esta demanda. Estas empresas, predominantemente de pequeno porte, mesmo tendo sido bem sucedidas durante muitos anos, apresentam uma demanda educacional importante, em várias de suas funções e negócios, incluindo aspectos gerenciais, de processos, comportamentais e técnicos, a despeito de haver uma oferta acadêmica qualitativamente bem conceituada (mas nem sempre bem realizada). As empresas, que começam a se interessar mais e mais por qualidade e padronização de seus processos, já investem correntemente em educação, só não o fazem mais por falta de meios. Mas um reforço qualitativo e quantitativo dos recursos humanos dessas empresas só pode ser bem sucedido se integrado sistemicamente com a própria evolução organizacional, gerencial, mercadológica etc. dessas empresas. 2

3 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO 4 2 OBJETIVOS E DELIMITAÇÃO DA PESQUISA 7 3 CONTEXTO E CONCEITUAÇÃO O MERCADO DE SOFTWARE E SERVIÇOS DE TI DADOS BÁSICOS E TENDÊNCIAS GERAIS O MERCADO DO ESTADO DO RJ A QUESTÃO DA EXPORTAÇÃO O NEGÓCIO SERVIÇOS DE TI AS EMPRESAS E SEUS SERVIÇOS/PRODUTOS O CONHECIMENTO NAS EMPRESAS DE SERVIÇOS DE TI TECNOLOGIA DO PRODUTO TECNOLOGIA DA PRODUÇÃO ASPECTOS GERENCIAIS, PAPÉIS E PERFIS A EDUCAÇÃO EM TI PANORAMA ENSINO REGULAR OUTRAS FORMAÇÕES ASPECTOS METODOLÓGICOS AÇÕES INSTITUCIONAIS 39 4 METODOLOGIA TIPO DE PESQUISA A AMOSTRA INSTRUMENTOS DE COLETA DE DADOS ENTREVISTAS ALGUNS CONCEITOS IMPORTANTES TIPOS DE NEGÓCIOS A QUESTÃO DA CERTIFICAÇÃO RELACIONAMENTO CAPITAL-CONHECIMENTO X DEMANDA CONCEITOS DE FUNÇÕES TÍPICAS TRATAMENTO DOS DADOS O FÓRUM EDUC-TI 46 5 RESULTADOS RESULTADOS DO FÓRUM EDUC-TI ALGUMAS PREOCUPAÇÕES E VIVÊNCIAS PROPOSIÇÕES DO FÓRUM PREMISSAS DE CONTEXTO ALGUNS PROJETOS/TEMAS DE INVESTIGAÇÃO DIMENSÕES DE INVESTIGAÇÃO PESQUISA DE CAMPO DISTRIBUIÇÃO DAS EMPRESA POR PORTE IDADE DAS EMPRESAS ORIGEM DO CAPITAL INTERESSE PELA CERTIFICAÇÃO TIPOS DE NEGÓCIOS PREDOMINANTES A EXPORTAÇÃO DEMANDA DE CAPITAL-CONHECIMENTO IMPLÍCITA CONTROLE DAS TECNOLOGIAS DE PRODUTO 59

4 PREVISÃO DE MUDANÇAS. NAS TECNOLS. PRODUTO TECNOLOGIAS DE PRODUTO EXISTENTES TECNOLOGIAS DE PRODUTO A ADQUIRIR CONTROLE DAS TECNOLOGIAS DE PRODUÇÃO PREVISÃO DE MUDANÇAS NAS TECNOLS. PRODUÇÃO TECNOLOGIAS DE PRODUÇÃO EXISTENTES TECNOLOGIAS DE PRODUÇÃO A ADQUIRIR DEMANDA CAPITAL-CONHECIMENTO EXPLÍCITA NECESSIDADES DE RECRUTAM., ESCOLARID. E PERFIL INVESTIMENTOS EM TREINAMENTO 73 6 CONCLUSÕES SÍNTESE DOS RESULTADOS PRINCIPAIS E COMENTÁRIOS SUGESTÕES DE OUTRAS PESQUISAS 81 7 REFERÊNCIAS 82 ANEXOS 3

5 1 INTRODUÇÃO Este estudo tem por objetivo pesquisar, em nível exploratório, o perfil qualitativo da demanda de recrutamento, formação e aperfeiçoamento de recursos humanos especializados nas empresas de serviços de TI no Estado do Rio de Janeiro. O interesse deste tipo de avaliação é evidente: o sucesso do atual esforço privado e público (leis de incentivo, instrumentos de financiamento, políticas de desenvolvimento tecnológico etc.) para fortalecer e inserir as empresas nacionais de software e serviços como atores principais no mercado interno e global de tecnologia depende, mais do que tudo, da qualidade, adequação e disponibilidade desses recursos humanos. Apenas como referência, somente 17% da demanda do mercado nacional, cujo crescimento previsto para os próximos anos será substancial (ABES, 2006), é hoje atendida por empresas nacionais (Kurtz, 2005). Por outro lado, sendo as empresas deste setor em sua grande maioria micro ou pequenas, não existe sobra de recursos para investir pesadamente em treinamento e formação complementar, caso os profissionais que chegam ao mercado estejam, por razões quaisquer, muito desalinhados com relação à demanda e os requisitos dessas empresas. Essa demanda e esses requisitos, por sua vez, dependem fortemente da percepção e das intenções dos dirigentes dessas empresas, assim como do mercado e do perfil atual das mesmas (missão, estilo gerencial, produtos etc.). O panorama se torna ainda mais desafiador se pensarmos na velocidade com que o conhecimento neste setor avança. Por exemplo, como reduzir, na formação de um profissional, a obsolescência precoce? Como, ao mesmo tempo, possibilitar-lhe tornar-se rapidamente produtivo, o que demanda uma certa especialização? Como dividir as responsabilidades pela formação e atualização desses profissionais entre universidades e empresas? Como as pequenas empresas, que constituem a imensa maioria do setor, podem organicamente ampliar seu nível de atuação aproveitando ao máximo recursos humanos mais efetivos se e quando eles tornarem disponíveis? Etc. Naturalmente, as autoridades do MEC, a academia e as empresas que atuam em treinamento (como atividade principal ou complementar a outros serviços) vêm discutindo intensamente, assim como em outros países, como melhor atender a demanda das empresas e da sociedade. Estas propostas relativas à oferta de formação de recursos humanos se baseiam em fatores como: 4

6 Academia: o estado da arte e as tendências tecnológicas (até onde se pode antecipá-las, o que não é trivial, tendo em vista o tempo de formação e maturação de um profissional). (Ver, por exemplo, Computerworld, 2006); Autoridades educacionais: atender às necessidades percebidas da sociedade (com os mesmos desafios de previsão de futuro acima citados) e alinhar-se com um modelo de desenvolvimento geral e setorial. Por exemplo, o país deve tornar-se grande exportador de software (Gazeta Mercantil, 2006)? Em caso positivo, qual seria o modelo? Empresas de treinamento: atender a uma demanda explicitamente percebida. Empresas fornecedoras de produtos e serviços (que demandam mão-de-obra especializada): facilitar a comercialização desses produtos. Cada um deste atores, naturalmente, tem também uma visão particular dos métodos educacionais que seriam os mais efetivos e rápidos: ensino à distância, residência, concentração dos esforços no nível médio, superior de curta duração ou plena etc. Há ainda uma outra questão: como isto tudo se insere dentro das políticas nacionais para o setor, que ainda estão em processo de indefinição e amadurecimento (Queiroz, 2006)? Evidentemente, há também o aspecto quantitativo, que não será abordado nesta pesquisa. Quantos programadores, com que perfil? Quantos analistas de sistemas (o que quer que isto signifique atualmente)? As empresas têm capacidade para absorver estes profissionais em quanto tempo? Esta pesquisa, realizada entre Julho e Dezembro de 2006, foi apoiada pela RIOSOFT, ASSESPRO-RJ e SEPRORJ e patrocinada pelo SEBRAE. 5

7 2 OBJETIVOS E DELIMITAÇÃO DA PESQUISA Trata-se de uma pesquisa exploratória e qualitativa, cujo objetivo maior é enriquecer o panorama acima alinhavado com um elemento essencial: uma visão mais precisa e talvez menos evidente da natureza da demanda das empresas de serviços de TI em matéria de perfil qualitativo da sua mão-de-obra. Esta perspectiva inclui levantar alguns aspectos implícitos dessa demanda, através do confronto entre as necessidades expressas de recursos humanos (que papéis na empresa estão demandando reforço, na visão dos gestores) e fatores como valorização das certificações, busca de qualidade, gestão empresarial, status dinâmico da empresa (negócios mais ou menos estáveis ou com prognóstico de mudanças importantes), cultura, tipos de atividades e valores empresariais e a vivência prática do recrutamento e emprego de profissionais. Naturalmente, vai-se procurar cotejar esta demanda com a oferta e as propostas de aperfeiçoamento educacional para o setor. As perguntas da pesquisa são: a) Perfil da empresa do ponto de vista do porte, tempo de atuação e interesse na formalização e consolidação do seu capital-conhecimento: Porte Tempo de existência Origem da empresa (essencialmente, se o seu capital inicial foi conhecimento ou capital propriamente dito). Existência, interesse e tipo de motivação por certificações e padrões de qualidade e produção (CMMI, MPS-Br, ISO etc.). b) O negócio: Quais os tipos de fontes de receita (incluindo eventualmente a proveniente de exportação) atuais e futuras (previstas ou planejadas): desenvolvimento de software sob encomenda, pacotes, consultoria etc. c) A tecnologia do produto atual e futura, ou seja, o conhecimento do negócio do cliente ou da aplicação: Campos de aplicação dos serviços ou produtos 6

8 Quem detém (e deve deter no futuro) o conhecimento (gestores, profissionais ou terceiros) d) A tecnologia da produção atual e futura, ou seja, o conhecimento, usado na geração dos produtos e serviços: Tipos de ambientes, métodos e ferramentas Quem detém (e deveria deter no futuro) o conhecimento (gestores, profissionais ou terceiros). e) Funções da empresa que precisariam ser aperfeiçoadas através de recrutamento ou educação: Que níveis e tipos de escolaridade são desejados para cada um desses papéis Que características pessoais são vistas (ou não) como importantes Onde a empresa já investe ou investiria em educação, se tivesse recursos. Além destes aspectos de demanda, captados na pesquisa de campo, também serão exploradas, através de pesquisa documental, as principais características da oferta de educação para o setor, incluindo propostas futuras. Finalmente, serão feitas considerações sobre como a demanda e oferta parecem ou não alinhar-se neste momento. No Capítulo 4 Metodologia, as perguntas da pesquisa de campo serão melhor detalhadas e justificadas do ponto de vista do objetivo central da pesquisa, qual seja, qual o perfil qualitativo da demanda de recursos humanos dessas empresas? Embora a pesquisa tenha levantado alguns aspectos mais gerais das empresas entrevistadas, o foco é apenas o perfil, a formação e o aperfeiçoamento dos profissionais que atuam na empresa (incluindo eventualmente os próprios gestores). Não se trata portanto de um diagnóstico mais abrangente do setor. As limitações da pesquisa são as seguintes: a) Foram estudadas empresas de serviços de informática do Estado do Rio de Janeiro, identificadas por meio do cadastro do SEPRORJ, que se dispuseram a ser entrevistadas ou a responder a um questionário via . Algumas dessas empresas são ou foram participantes do programa Qualisoft, coordenado pela RIOSOFT. b) O estudo trata apenas dos serviços de TI enquanto negócio. Não foram portanto 7

9 pesquisados serviços de TI internos de empresas usuárias. c) Os dados existentes sobre o setor são ainda muito incompletos, fragmentários e pouco consistentes (FINEP, 2003), a despeito de esforços de entidades como SOFTEX, ASSESPRO (Projeto Canesi: ASSESPRO, 1996; Estatística Sobre as Empresas do RJ 2001: ASSESPRO, 2002; e Perfil das Associadas do RJ 2005: ASSESPRO, 2005), ABES e outras, com o apoio da FINEP, do IBGE e do MCT. Um dos documentos de referência é o censo na verdade uma amostragem de associadas da SOFTEX de 2001, elaborado junto com o MCT (SOFTEX, 2001). É importante lembrar que cinco anos são um tempo um tanto longo em um mercado tão dinâmico. d) A própria conceituação das diferentes formações, assim como das funções e papéis nas empresas do setor é um tanto heterogênea e muito volátil, o que torna qualquer generalização bastante delicada (p. ex. Tandon, 2003). A recente iniciativa do MEC no sentido de normalizar a nomenclatura e conceituação dos cursos e disciplinas é um exemplo a mais da necessidade de lidar permanentemente com deste desafio conceitual (Paraguassú, 2006). e) O tratamento dos dados foi qualitativo, sem buscar qualquer generalização estatística. Os resultados tabulados servem apenas como indicativos do tipos de achados da pesquisa. f) Foram levantadas, com garantia de sigilo das informações, 60 empresas, entre respondentes de questionários (33) e entrevistadas diretamente pelo pesquisador (27). 8

10 3 CONTEXTO E CONCEITUAÇÃO 3.1 O MERCADO DE SOFTWARE E SERVIÇOS DE TI DADOS BÁSICOS E TENDÊNCIAS GERAIS Como dissemos anteriormente, os dados sobre este mercado são bastante frágeis. Várias razões concorrem para isso, dentre elas as diferentes conceituações adotadas nas pesquisas, a dinâmica e a intangibilidade e ubiqüidade do software e serviços correlatos (Roselino, ). Sem falar, é claro, no notório custo e dificuldade para a obtenção de dados de campo. Do ponto de vista desta pesquisa, há outro desafio a considerar: os dados existentes são bastante gerais e voltados predominantemente para a perspectiva econômica: receitas, participação no mercado, porte das empresas, custos etc. Mesmo nos estudos mais focais, a categorizações da informação são bastante largas. Segundo a ABES (2006), resumindo pesquisa do IDC 1 de 2005, os principais dados econômicos globais e nacionais do setor são os seguintes. De um mercado global de software e serviços de US$662 bilhões, o Brasil ocupa 1,09% do mercado (12º lugar), com US$7,23 bilhões, assim distribuídos: a) Software: US$ 2,72 bilhões (1,2% do mercado global) Variação 2005/2004: 40,1% Cerca de 6000 empresas 29% produzidos no país: Exportação: 1,2% Produção local sob encomenda: 20,5% Produção local de software-produto: 7,3% Aplicativos: 47,2% Ambientes de desenvolvimento: 19,8% Infra-estrutura: 32,9% Segmentação por classe de software: 9

11 Software-padrão: 14,6% Software parametrizável: 64,8% Software por encomenda: 20,5% b) Serviços: US$ 4,69 bilhões (0,9% do mercado global) Variação 2005/2004: 40,9% Cerca de 1700 empresas Exportação: 3% Mercado local: 97% Segmentação por tipo de serviço: Consultoria: 12% Integração de sistemas: 29% Outsourcing: 29% Suporte: 27% Treinamento: 3% c) Segmentação de software e serviços de acordo com o mercado comprador: Indústria: 27,6% Comércio: 7,6% Agroindústria: 1% Governo: 6,4% Finanças: 22,7% Serviços: 14% Óleo e gás: 2,6% Outros: 18% Este estudo, feito por amostragem, não considera alguns tipos de negócios: software embarcado, software básico e outros. As fontes primárias de consulta também são empresas 1 Empresa de consultoria e pesquisa de mercado especializada em TIC: 10

12 provavelmente acima de um certo porte e faturamento (58 fornecedores de produtos e 455 desenvolvedores de software customizado e parametrizável). Há uma discrepância entre os dados relativos ao número de empresas e o indicado em outras estatísticas. Por exemplo, Kubota (2006) estima cerca de empresas no País em Com todo o crescimento deste período, dificilmente teria havido uma redução ao invés de crescimento até 2005 (7700, de acordo com a pesquisa acima). É mais provável que a razão seja metodológica: os tipos de negócios não considerados e as extrapolações a partir de empresas de algum porte. Do ponto de vista econômico, isso pode fazer uma diferença pequena, já que estas empresas provavelmente representam o grosso do mercado em valor. Mas o mesmo não pode ser dito em relação à quantidade de empresas e de postos de trabalho, o aspecto que interessa mais de perto à presente pesquisa. Um outro aspecto a destacar nestes dados é que os critérios de segmentação, embora realistas e bem definidos no estudo, não são compatíveis com os utilizados em outros trabalhos. É uma situação freqüente em pesquisas no setor (Roselino, ). Por outro lado, chama a atenção o enorme crescimento do mercado nacional entre 2004 e 2005, mesmo se comparado com o crescimento global, também significativo (24% no total, sendo 30% em serviços e 15% em software). A não ser que exista alguma anomalia inexplicável ou erro grosseiro de pesquisa, aparentemente não há razões para supor que este crescimento se torne subitamente muito menor, sem falar de uma eventual forte expansão das exportações, como muitos preconizam. Há estimativas, feitas pelo IDC-Brasil, de 14,9% de crescimento do mercado de TI como um todo em 2006, esperando-se que o setor de serviços ultrapasse o de hardware entre 2007 e 2008 (Ângelo, ). Quanto à mão-de-obra, dados do IDC citados por Ângelo ( ), indicam que o País teria cerca de 587 mil profissionais empregados no setor de software. Haveria ainda, de acordo com MCT (2006), uma carência de 17 mil postos de trabalho em 2005 e uma projeção de 213 mil até 2012, se o país quiser ocupar 2% do mercado internacional. Neste mesmo sentido, Cristoni (2006) fala de um déficit de 15 a 20 mil profissionais. TI-Inside (2006) reforça estes argumentos, destacando ainda algumas necessidades particulares, principalmente relacionados com a exportação, como o domínio do inglês e até do Cobol. A pergunta a fazer é: como esses recursos humanos a serem formados, aperfeiçoados e integrados no processo produtivo poderão suportar tamanha expansão do mercado? Poderão? 11

13 Mais adiante, veremos as propostas e iniciativas já existentes com estas preocupações em mente: como acelerar e focar adequadamente o processo educacional para enfrentar estes desafios. A este respeito, um interessante trabalho sobre o desejo de queimar etapas na aprendizagem pode ser encontrado em Newel (2005). Tomando como base o generalizado reconhecimento, pelas empresas e nações, de que o conhecimento é o recurso organizacional chave para o crescimento, o autor alerta para o risco da tentação de curto-circuitar o processo de aprendizagem através do uso de melhores práticas codificadas e automatizadas. Segundo ele, apoiado por muitos autores, a aprendizagem depende da vivência pessoal e compartilhada, podendo ser acelerada apenas através de sistemas sociais adequados e adequadamente implementados, com apoio, naturalmente, de sistemas tecnológicos O MERCADO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Dados da ASSESPRO-RJ referentes a 2001 (ASSESPRO, 2002) indicam para o setor de serviços no Estado uma receita de cerca de 300 milhões de reais, gerada por perto de 5000 empresas. Estes dados são estimativas baseadas nas empresas associadas da ASSESPRO, ou seja, basicamente empresas privadas de capital nacional. Considerando a evolução destas empresas associadas à ASSESPRO até 2005, ASSESPRO (2005) indica um crescimento do faturamento de 25,5%, contra um IGPM de 53,10%. A mão-de-obra empregada caiu cerca de 25%. Roselino ( ) estima que o Rio de Janeiro, em 2002, possuía cerca de 13% do total de empresas de serviços do País (5400 empresas), com uma receita igual a 30% do total (perto de 6 bilhões de reais) e empregando 17% da mão-de-obra (43000 profissionais). Estes dados incluem não apenas empresas privadas nacionais, mas também estatais de grande porte como o SERPRO e o IBGE, multinacionais etc. Pelas razões anteriormente expostas, não faz sentido tentar extrapolar para o RJ, com estes parâmetros, os dados gerais de 2006 da pesquisa da ABES. Podemos apenas estimar que o mercado de educação em TI no Estado é da ordem, grosso modo, de profissionais (2005), sem considerar crescimento, exportação, novas empresas e oportunidades etc. 12

14 3.1.3 A QUESTÃO DA EXPORTAÇÃO O estudo da ABES (2006) confirma também claramente a já conhecida insignificância da nossa participação no mercado global, principalmente se comparada com a de outras nações de desenvolvimento intermediário como a nossa (Índia etc.), em que pese o fato de que estes dados são tidos como subestimados por alguns por causa, entre outros fatores, das dificuldades em caracterizar e contabilizar plenamente a exportação de software (Stefanuto e Carvalho, 2005). Além do nosso pequeno papel no cenário internacional, as propostas de saltos quantitativos também não estão se concretizando com a rapidez desejada. Um cuidadoso diagnóstico pode ser encontrado em Stefanuto (2004), que apresenta o seguinte quadro resumo: CENA INICIAL (1990) CENÁRIO OBSERVADO (2000) Projeto Nacional para a IBSw 2 : remanescente da Projeto Nacional para a IBSw: tentativas de articulação reserva Imagem do software brasileiro: praticamente Imagem do software brasileiro: pouco conhecido no inexistente no mercado externo exterior. Exceção a nichos de mercado. Moderado conhecimento no mercado interno. Regulação Governamental: desconsideração da Regulação Governamental: baixa consideração da existência da IBSw IBSw. Mercados cativos: estatais, mercado financeiro e indústria (in-house) Empresas transnacionais: Participação equilibrada entre empresas de capital nacional e ETNs. Destaque das empresas nacionais: empresas de hardware e estatais de processamento de dados. Estratégia de criação das empresas início do processo de terceirização (CPDs), redes de fornecedores, aproveitamento de oportunidades pontuais. Padrão de concorrência da IBSw (modelos de negócios): predomínio do software embarcado e integração de sistemas Tecnologia: P&D nas empresas em queda Crescimento de importação. Interação univ./empresa em deterioração. Baixa disseminação do estado-da-arte da tecnologia de software. Multinacionais com poucas atividades de P&D em software no País. Exportação: inexistente Cooperação entre empresas: Inexistente entre PMEs, desagregação entre grandes empresas de hardware Capacidade financeira: auto-financiamento (grandes empresas de hardware) e inexistência de instrumentos específicos. QUADRO 1 - Fonte: Stefanuto, 2004 p.87 Mercados cativos: Presença de grandes mercados cativos (bancos, estatais, etc.), mas relativamente reduzido em função de terceirizações Empresas transnacionais: Mercado de Software majoritariamente dominado por ETNs (80%). Subsistemas de ETNs. Estratégia de criação das empresas: predomínio de spin-offs de empresas e startups Padrão de concorrência da IBSw : Predomínio de produtos customizáveis e desenvolvimento sob encomenda (serviços de alto valor agregado) Tecnologia : Alta importação de tecnologia e agregação de valor predomínio da customização. Alguns nichos de excelência no desenvolvimento de tecnologia local: setor bancário, telecomunicações, energia e automação de empresas e comercial Exportação: pouca, concentrada em ETNs (canais de comercialização e software embarcado); Cooperação entre empresas: formação de alguns consórcios de grandes e médias empresas; Capacidade financeira: reinvestimento, capital de risco e instrumentos específicos (PROSOFT). 2 Indústria Brasileira de Software 13

15 Uma série de autores e autoridades tem argumentado enfaticamente em favor dessa estratégia exportadora. Arbache (2002), por exemplo, ao afirmar que a ampliação da exportação principalmente para o Mercosul e para os EUA, nossos principais mercados atuais deveria ser o objetivo número um do governo brasileiro, coloca como vantagens do modelo exportador a economia de escala, a geração de divisas e o aumento do emprego. Por sua vez, Saur (2004) afirma: Ao longo dos últimos 12 a 15 meses, ficamos convencidos de que o Brasil tem, em 2004/2005, uma oportunidade única - mas passageira - para se tornar um dos principais exportadores mundiais de software nos próximos anos, desde que não repita erros recentes, aprenda com quem fez certo, e consiga estabelecer parcerias internas. A principal delas é a governo-iniciativa privada. É, porém, necessário que a discussão de exportação de software se faça com urgência, pois como veremos abaixo, as condições favoráveis existentes hoje no mercado internacional abrem uma janela de tempo para que alguns países possam passar a ingressar o seleto grupo de global software outsourcers. Como ponto central de sua argumentação, o autor contrapõe o modelo exportador de software como produto, que demandaria imensos e impraticáveis investimentos na formação de uma marca Brasil ao esforço mais viável, segundo ele de exportar software como serviço (terceirização), seguindo em parte o modelo indiano. Como fundamento deste esforço estaria a alta e reconhecida capacidade brasileira em segmentos como automação bancária, e- government etc. Mas há vozes discordantes. Roselino ( ), por exemplo, questiona: Por que a ênfase no modelo exportador como instrumento de desenvolvimento do setor? Sua argumentação é a de que o modelo voltado para o mercado interno apresentaria um potencial de desenvolvimento mais virtuoso do que outras configurações nacionais voltadas ao atendimento externo. Analisando os dados do PAS e da RAIS, através de uma matriz de categorias (software de baixo valor, software de alto valor e software-produto) e classes de empresas por origem do capital (estrangeiro, nacional privado e nacional público), o autor procura demonstrar que o setor de software brasileiro é resultante de um complexo histórico econômico particular e, devido ao seu porte e pujança, não pode nem deve ser sumária e rapidamente deslocado da sua vocação e mercado natural, o imenso mercado interno. Uma 14

16 série de propostas de fortalecimento das empresas voltado para o mercado interno acompanha sua análise, procurando demonstrar a viabilidade deste caminho. Por outro lado, o estudo de Gomel (2006) sobre investimentos em P&D, privilégio de empresas com uma certa capacidade econômica, portanto teoricamente mais capacitadas para exportar, revela que:...os resultados desses investimentos [em P&D] não estão diretamente relacionados aos resultados de exportação. As empresas que mais investem em P&D são justamente aquelas que apresentam baixo volume de exportação. Este fato pode conduzir a duas conclusões: a primeira supõe que as empresas com maior investimento em P&D se preparam para aumentar sua capacidade tecnológica e, dentro de algum tempo, aumentar seu volume de exportação; ou, no segundo caso, esse segmento concentra sua atuação no mercado interno e não se interessa por expandir suas vendas externas, por razões diversas. É evidente que, dependendo da estratégia nacional adotada com relação a esta questão de mercado interno versus exportação, a natureza dos esforços para o aperfeiçoamento dos recursos humanos e das empresas de serviços de TI deverá ser fortemente afetada. 3.2 O NEGÓCIO SERVIÇOS DE TI AS EMPRESAS E SEUS SERVIÇOS/PRODUTOS Sendo o foco deste trabalho a educação, portanto a aquisição de conhecimento, torna-se necessário tentar caracterizar, deste ponto de vista, a natureza do negócio e das atividades dessas empresas, que são, elas próprias, essencialmente empresas de conhecimento e inovação. Segundo Carvalho, Jr. (2005) 3, citado por Roselino ( ), as empresas de software são dinâmicas e intensivas em P&D, apoiando-se fortemente em processos de inovação, além de representarem importante efeito indutor de melhorias em outras cadeias produtivas. É sabido também que este setor tem forte predominância de micro, pequenas e médias empresas 4 (ABES, 2006), cuja existência, enquanto também intensivas em conhecimento e inovadoras, é extremamente desafiadora no Brasil (Forman, 2006). 3 Carvalho Jr. A. M. A Política Industrial e o BNDES. Revista do BNDES, v.12, n.23, p.17-18, 06/ Usamos neste estudo a classificação do SEBRAE para empresas de serviços: Micro: <10 empregados; Pequena: 10 a 49; Média: 50 a 99; Grande: >99. 15

17 Essa dupla característica empresa simultaneamente de pequeno porte e de conhecimento provoca a seguinte interrogação: como o capital-conhecimento é percebido e gerido nessas empresas? Carvalho, Rodrigues e Paret (2000) em uma pesquisa sobre a gestão do conhecimento e da informação em MPMEs, concluem pela existência de fortes indícios de que: A sobrevivência por mais de 5 anos da MPME (considerada como sucesso por muitos estudiosos), se apoia fortemente no conhecimento do empresário, que o utiliza também como instrumento de controle da mesma. No entanto, a relativa falta de capacidade de gerir conhecimento (ou seja, ensinar não apenas treinar ou passar informação, criar mecanismos para geração e transferência coletiva de conhecimento, criar padrões, delegar, transformar comportamentos etc.), sem perder o controle da organização, limita e restringe esse mesmo sucesso e o crescimento da empresa na medida em que centraliza as decisões e sobrecarrega o empresário [...] Os autores afirmam ainda que: Quanto às empresas de conhecimento, [...] foram identificados outros aspectos interessantes, dentre os quais, a experiência dos executivos, bem menor do que nas outras empresas (são empresas jovens), o maior índice de metas e planos formalizados, uma auto-avaliação pouco favorável no conhecimento de marketing e o nível de delegação ainda menor do que nos setores tradicionais. Este último aspecto parece dever-se ao fato desses executivos serem, em geral, os experts na atividade-fim da empresa, que nasceu exatamente com esta motivação [grifo nosso]. Com relação ao foco do presente trabalho, a principal implicação destes fatos seria a de que a educação para empresas de TI não deveria ser pensada apenas para o pessoal técnico e gerencial, mas também refletir uma demanda latente dos próprios executivos superiores. Existem múltiplas propostas de classificação de empresas de serviços de TI. A IDC, citada em ABES (2006) propõe segmentar o mercado em: a) Software: Aplicativos: pacotes de soluções fechados ou customizados. Ambientes de desenvolvimento e implementação de aplicativos Software de infra-estrutura: gerenciamento de redes, segurança etc. b) Serviços: 16

18 Consultoria Integração de sistemas: desenvolvimento de sistemas sob encomenda Outsourcing: gestão da infra-estrutura de TI do cliente Suporte: instalação, configuração, suporte a usuários etc. Treinamento Este mesmo estudo propõe ainda uma subdivisão do produto software em classes: Standard: instalados pelo próprio usuários, sem necessidade de suporte. Parametrizável: requerem contratação de serviços adicionais Sob encomenda: desenvolvidos de acordo com especificações de um único usuário. Serviços: todos os demais serviços técnicos agregados ao software, tais como, por exemplo, treinamento, suporte, criação e manutenção de páginas na Internet etc. Roselino ( ), com a preocupação de destacar a densidade tecnológica, propõe uma taxonomia para as empresas de software assim definida resumidamente: a) Serviços de informática, voltados para consultoria em hardware (configuração e redes), manutenção, etc., inclusive a comercialização de hardware. b) Serviços de software de baixo valor agregado, que são os ligados à Internet (exceto provedores), criação e manutenção de bancos de dados, processamento de dados para terceiros, suporte e terceirização. c) Serviços de software de alto valor agregado, que compreendem o desenvolvimento de software sob encomenda e o desenvolvimento de projetos e modelagem de bancos de dados. d) Desenvolvimento e comercialização de software-produto, incluindo a eventual customização, a comercialização, licenciamento e locação etc., de software (eventualmente de terceiros). Uma outra proposta de classificação de empresas pode ser encontrada em Malaia (2002): a) Desenvolvimento de software 17

19 b) Consultoria c) Educação e treinamento d) Instalação de infra-estutura e) Manutenção f) Suprimentos g) Outros A SOFTEX (2001), por sua vez, apresenta a seguinte classificação: a) Desenvolve software para uso próprio b) Desenvolve software-pacote para comercialização (packaged software) c) Desenvolve software sob encomenda para terceiros (custom software) d) Desenvolve software embarcado (embedded / bundled software) e) Desenvolve software para Internet (Internet enable software) f) É distribuidora ou editora de software de terceiros O maior desafio dessas classificações reside no fato de que freqüentemente uma empresa e até mesmo um único negócio da empresa podem misturar, no que se refere ao escopo e forma de remuneração, várias dessas categorias. Assim sendo, é natural que o perfil e a formação desejados dos recursos humanos dessas empresas varie bastante, conforme cada situação. Por exemplo, a especificação de um sistema para um cliente pode agregar um tanto de negociação e comercialização ou envolver decisões sobre mudanças organizacionais importantes no ambiente, que nada têm a ver diretamente com conhecimentos de TI O CONHECIMENTO NAS EMPRESAS DE SERVIÇOS DE TI Que tipos principais de conhecimentos uma empresa deste setor deve possuir para competir no mercado e perdurar? Além do conhecimento genérico de negócios necessário a qualquer empresa (planejamento estratégico, marketing, finanças, RH etc.), estamos supondo, nesta pesquisa, dois grandes campos de investigação Tecnologia do Produto É o conhecimento de como os produtos e serviços oferecidos se alinham e beneficiam 18

20 os clientes. Ou seja, é o conhecimento do universo dos problemas e aplicações dos clientes e das atividades dos usuários que serão afetadas pelo uso daqueles serviços e produtos. Este não é um conhecimento conhecido convencionalmente como tecnológico, mas é tão ou mais vital quanto este último para o sucesso da empresa. Tem a ver, é claro, com o marketing da empresa, porém, como se constrói e apoia em ferramentas e processos eventualmente revolucionários, vai muito além do marketing convencional (além de modificá-lo). Um exemplo claro disso são os ERPs, que, do ponto de vista estrito de implementação técnica, infra-estrutura de banco de dados etc., podem ser totalmente convencionais, mas que, ao trazerem embutida em sua implementação uma imensa e selecionada bagagem de processos de negócios de diferentes empresas, terminam por forçar a empresa usuária a mudanças que são a verdadeira fonte dos benefícios deste tipo de solução (Zwicker e Souza, 2003). Um outro exemplo são os novos nichos de aplicação que a Internet tem propiciado a cada dia, como o YouTube, Skype, novos ambientes colaborativos etc. além de outros como a TV digital, software para celulares etc. Nesse sentido, a competência e os investimentos em marketing, criando e moldando necessidades novas, associadas a marcas poderosas (independentemente da qualidade tecnológica intrínseca) fazem toda diferença. A Microsoft foi e é um grande exemplo disso (Kubota, citado por Roselino, ). As pequenas empresas nacionais de software dificilmente, por falta de capital e cultura de marca, poderiam fazer o mesmo. Mas nada impede que encontrem nichos aplicativos inovadores. A importância dessa competência na criação de produtos diferenciados e adequados a uma demanda nem sempre visível pode também ser destacada com base na constatação de que a TI está se tornando uma commodity, até certo ponto similar para todos, a não ser que se concentre em aspectos realmente fundamentais e diferenciados do negócio do usuário (Ferreira e Ramos, 2005). Evidentemente, a variedade de campos de conhecimento relacionados com a tecnologia do produto é gigantesca, praticamente confundindo-se com todos os campos de aplicação da TI. No entanto, é possível desenvolver um tipo de enfoque que permita compreender mais efetiva e rapidamente, ao se desenvolver uma solução de TI, as reais necessidades do usuário. É a aptidão do que Cunha e Souza (2005) chamam de Profissional tipo M, voltado para o 5 Kubota L. C. Desafios para a Indústria de Software, Texto para Discussão n , Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada IPEA, Rio de Janeiro, Janeiro de

MERCADO BRASILEIRO DE SOFTWARE PANORAMA E TENDÊNCIAS

MERCADO BRASILEIRO DE SOFTWARE PANORAMA E TENDÊNCIAS MERCADO BRASILEIRO DE SOFTWARE PANORAMA E TENDÊNCIAS 2009 Introdução Resumo Executivo Apesar das turbulências que marcaram o ano de 2008, com grandes variações nos indicadores econômicos internacionais,

Leia mais

MBA Gestão da Tecnologia de Informação

MBA Gestão da Tecnologia de Informação MBA Gestão da Tecnologia de Informação Informações: Dias e horários das aulas: Segundas e Terças-feiras das 18h00 às 22h00 aulas semanais; Sábados das 08h00 às 12h00 aulas quinzenais. Carga horária: 600

Leia mais

Sistemas de Informações Gerenciais

Sistemas de Informações Gerenciais Sistemas de Informações Gerenciais Aula 4 Sistema de Informação SI baseado em computadores Organização, administração e estratégia Professora: Cintia Caetano INTRODUÇÃO Sistemas de Informação são parte

Leia mais

Desenvolvimento de Novos Produtos e Serviços para a Área Social

Desenvolvimento de Novos Produtos e Serviços para a Área Social Programa 0465 SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO - INTERNET II Objetivo Incrementar o grau de inserção do País na sociedade de informação e conhecimento globalizados. Público Alvo Empresas, usuários e comunidade

Leia mais

Projeto Pedagógico do Curso

Projeto Pedagógico do Curso Projeto Pedagógico do Curso Fundamentação Diretrizes curriculares do MEC Diretrizes curriculares da SBC Carta de Princípios da UNICAP Projeto Pedagógico Institucional da UNICAP Diretrizes Curriculares

Leia mais

APÊNDICE A QUESTIONÁRIO APLICADO AOS GESTORES

APÊNDICE A QUESTIONÁRIO APLICADO AOS GESTORES 202 INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO ALGUNS COMENTÁRIOS ANTES DE INICIAR O PREENCHIMENTO DO QUESTIONÁRIO: a) Os blocos a seguir visam obter as impressões do ENTREVISTADO quanto aos processos de gestão da Policarbonatos,

Leia mais

Pesquisa FGV-EAESP de Comércio Eletrônico no Mercado Brasileiro 16 a Edição 2014

Pesquisa FGV-EAESP de Comércio Eletrônico no Mercado Brasileiro 16 a Edição 2014 Resumo Introdução O Comércio Eletrônico é um dos aspectos relevantes no ambiente empresarial atual e tem recebido atenção especial das empresas nos últimos anos, primeiro por ser considerado como uma grande

Leia mais

Agenda. Noções de Empregabilidade; Profissões tecnológicas ligadas à Computação; Visão do Mercado de Trabalho na Bahia e no Brasil.

Agenda. Noções de Empregabilidade; Profissões tecnológicas ligadas à Computação; Visão do Mercado de Trabalho na Bahia e no Brasil. Prof. Fernando Cardeal fcardeal@ifba.edu.br Agenda Noções de Empregabilidade; Profissões tecnológicas ligadas à Computação; Visão do Mercado de Trabalho na Bahia e no Brasil. Tempo estimado: 40 minutos.

Leia mais

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS GESTÃO POR COMPETÊNCIAS STM ANALISTA/2010 ( C ) Conforme legislação específica aplicada à administração pública federal, gestão por competência e gestão da capacitação são equivalentes. Lei 5.707/2006

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAIS

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAIS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAIS O PODER DA INFORMAÇÃO Tem PODER quem toma DECISÃO Toma DECISÃO correta quem tem SABEDORIA Tem SABEDORIA quem usa CONHECIMENTO Tem CONHECIMENTO quem possui INFORMAÇÃO (Sem

Leia mais

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1 SISTEMAS DE NEGÓCIOS a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1. COLABORAÇÃO NAS EMPRESAS Os sistemas colaborativos nas empresas nos oferecem ferramentas para nos ajudar a colaborar, comunicando idéias, compartilhando

Leia mais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Tecnologia da Informação

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Tecnologia da Informação Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Tecnologia da Informação Apresentação O programa de Pós-graduação Lato Sensu em Gestão de Tecnologia da Informação tem por fornecer conhecimento

Leia mais

Perspectivas para o Mercado de Sw & Serviços de TI:

Perspectivas para o Mercado de Sw & Serviços de TI: Perspectivas para o Mercado de Sw & Serviços de TI: Política Industrial & Plano de Ação C,T&I 2007-2010 Ministério da Ciência e Tecnologia Secretaria de Política de Informática - SEPIN outubro/2010 Agenda

Leia mais

A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos

A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos Denis Alcides Rezende Do processamento de dados a TI Na década de 1960, o tema tecnológico que rondava as organizações era o processamento de

Leia mais

Capítulo 13: Tecnologia da Informação. Prof.: Roberto Franciscatto

Capítulo 13: Tecnologia da Informação. Prof.: Roberto Franciscatto Capítulo 13: Tecnologia da Informação Prof.: Roberto Franciscatto Introdução Uma informação é um arranjo de dados (nomes, palavras, números, sons, imagens) capazes de dar forma ou sentido a algo do interesse

Leia mais

Visão Geral da Certificação CERTICS

Visão Geral da Certificação CERTICS Projeto 0113009300 - Implementação da CERTICS - Certificação de Tecnologia Nacional de Software IX Workshop Anual do MPS WAMPS 2013 Visão Geral da Certificação CERTICS Palestrante: Adalberto Nobiato Crespo

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: SISTEMAS DA INFORMAÇÃO MISSÃO DO CURSO Os avanços da ciência, a melhoria dos processos produtivos e a abertura de mercado, são exemplos de fatores que contribuíram

Leia mais

A Gestão do Conhecimento vai, no entanto, muito além, do investimento em tecnologia ou o gerenciamento da inovação.

A Gestão do Conhecimento vai, no entanto, muito além, do investimento em tecnologia ou o gerenciamento da inovação. Aponta a Gestão do Conhecimento como uma estratégia central para desenvolver a competitividade de empresas e países, discute o investimento em pesquisa e desenvolvimento, e os avanços da tecnologia gerencial

Leia mais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Capítulo 3: Sistemas de Apoio Gerenciais Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos,

Leia mais

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG Capítulo 3: Sistemas de Negócios Colaboração SPT SIG Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos, gerentes e profissionais de empresas.

Leia mais

NOTAS DE AULA - TELECOMUNICAÇÕES

NOTAS DE AULA - TELECOMUNICAÇÕES NOTAS DE AULA - TELECOMUNICAÇÕES 1. Conectando a Empresa à Rede As empresas estão se tornando empresas conectadas em redes. A Internet e as redes de tipo Internet dentro da empresa (intranets), entre uma

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM PROCESSOS GERENCIAIS 1º SEMESTRE

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM PROCESSOS GERENCIAIS 1º SEMESTRE CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM PROCESSOS GERENCIAIS 1º SEMESTRE DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO Ementa: Identificar os elementos básicos das organizações: recursos, objetivos e decisões. Desenvolver

Leia mais

TIC Microempresas 2007

TIC Microempresas 2007 TIC Microempresas 2007 Em 2007, o Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação do NIC.br, no contexto da TIC Empresas 2007 1, realizou pela primeira vez um estudo sobre o uso das

Leia mais

Apresentação, xix Prefácio à 8a edição, xxi Prefácio à 1a edição, xxiii. Parte I - Empresa e Sistemas, 1

Apresentação, xix Prefácio à 8a edição, xxi Prefácio à 1a edição, xxiii. Parte I - Empresa e Sistemas, 1 Apresentação, xix Prefácio à 8a edição, xxi Prefácio à 1a edição, xxiii Parte I - Empresa e Sistemas, 1 1 SISTEMA EMPRESA, 3 1.1 Teoria geral de sistemas, 3 1.1.1 Introdução e pressupostos, 3 1.1.2 Premissas

Leia mais

Francisco José da Silva e Silva. fssilva@deinf.ufma.br Depto. de Informática, UFMA

Francisco José da Silva e Silva. fssilva@deinf.ufma.br Depto. de Informática, UFMA O Profissional de Informática e as Novas Exigências do Mercado de Trabalho Francisco José da Silva e Silva fssilva@deinf.ufma.br Depto. de Informática, UFMA Agenda Profissionais de informática: funções

Leia mais

Anderson L. S. Moreira

Anderson L. S. Moreira Tecnologia da Informação Aula 9 Telecomunicações e Rede Interconectando a Empresa Anderson L. S. Moreira anderson.moreira@ifpe.edu.br Instituto Federal de Pernambuco Recife PE Esta apresentação está sob

Leia mais

Unidade III PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE. Prof. Luís Rodolfo

Unidade III PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE. Prof. Luís Rodolfo Unidade III PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Luís Rodolfo Vantagens e desvantagens de uma rede para a organização Maior agilidade com o uso intenso de redes de computadores; Grandes interações

Leia mais

Introdução a Gestão de Projetos e Pequenos Negócios: introdução a pequena empresa Prof. MSc Hugo Vieira L. Souza

Introdução a Gestão de Projetos e Pequenos Negócios: introdução a pequena empresa Prof. MSc Hugo Vieira L. Souza Introdução a Gestão de Projetos e Pequenos Negócios: introdução a pequena empresa Prof. MSc Hugo Vieira L. Souza Este documento está sujeito a copyright. Todos os direitos estão reservados para o todo

Leia mais

Capital Intelectual. O Grande Desafio das Organizações. José Renato Sátiro Santiago Jr. José Renato Sátiro Santiago. Novatec

Capital Intelectual. O Grande Desafio das Organizações. José Renato Sátiro Santiago Jr. José Renato Sátiro Santiago. Novatec Capital Intelectual O Grande Desafio das Organizações José Renato Sátiro Santiago Jr. José Renato Sátiro Santiago Novatec 1 Tudo começa com o conhecimento A gestão do conhecimento é um assunto multidisciplinar

Leia mais

GRADUAÇÃO E PÓS-GRADUAÇÃO APRESENTAÇÃO E GRADE CURRICULAR DOS CURSOS

GRADUAÇÃO E PÓS-GRADUAÇÃO APRESENTAÇÃO E GRADE CURRICULAR DOS CURSOS GRADUAÇÃO E PÓS-GRADUAÇÃO APRESENTAÇÃO E GRADE CURRICULAR DOS CURSOS Graduação PROCESSOS GERENCIAIS 1.675 HORAS Prepara os estudantes para o empreendedorismo e para a gestão empresarial. Com foco nas tendências

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DA INFORMÁTICA

ADMINISTRAÇÃO DA INFORMÁTICA ADMINISTRAÇÃO DA INFORMÁTICA A informação sempre esteve presente em todas as organizações; porém, com a evolução dos negócios, seu volume e valor aumentaram muito, exigindo uma solução para seu tratamento,

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 039/2004-COU/UNICENTRO

RESOLUÇÃO Nº 039/2004-COU/UNICENTRO RESOLUÇÃO Nº 039/2004-COU/UNICENTRO REVOGADA PELA RESOLUÇÃO Nº 128/2014- COU/UNICENTRO. DISPOSITIVOS DO PROJETO PEDAGÓGICO APROVADO POR ESTA RESOLUÇÃO, ESTÃO ALTERADOS PELA RESOLUÇÃO Nº 26/2009-COU/UNICENTRO.

Leia mais

Tecnologias e Sistemas de Informação

Tecnologias e Sistemas de Informação Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Administração Tecnologia e Sistemas de Informação - 02 Prof. Jorge Cavalcanti jorge.cavalcanti@univasf.edu.br www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti

Leia mais

Administração de Sistemas de Informação Gerenciais

Administração de Sistemas de Informação Gerenciais Administração de Sistemas de Informação Gerenciais UNIDADE VI: Como desenvolver Sistemas de Informação e Gerenciar Projetos. Novos sistemas de informação são construídos como soluções para os problemas

Leia mais

Gerenciamento de Redes

Gerenciamento de Redes Gerenciamento de Redes As redes de computadores atuais são compostas por uma grande variedade de dispositivos que devem se comunicar e compartilhar recursos. Na maioria dos casos, a eficiência dos serviços

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO PRESENCIAL SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

CURSO DE GRADUAÇÃO PRESENCIAL SISTEMAS DE INFORMAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO TOCANTINS CURSO DE GRADUAÇÃO PRESENCIAL SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Identificação do Curso Nome do Curso: Sistemas de Informação Titulação: Bacharelado Modalidade de ensino: Presencial

Leia mais

Objetivo da Aula. Enterprise Resource Planning - ERP. Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 23/4/2010

Objetivo da Aula. Enterprise Resource Planning - ERP. Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 23/4/2010 Enterprise Resource Planning - ERP Objetivo da Aula Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 2 1 Sumário Informação & TI Sistemas Legados ERP Classificação Módulos Medidas

Leia mais

PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL. Diretrizes e Estratégias para Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil

PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL. Diretrizes e Estratégias para Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL Diretrizes e Estratégias para Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil Projeto 914 BRA5065 - PRODOC-MTC/UNESCO DOCUMENTO TÉCNICO Nº 01 ASPECTOS DE MUDANÇA CULTURAL

Leia mais

ERP Enterprise Resourse Planning Sistemas de Gestão Empresarial

ERP Enterprise Resourse Planning Sistemas de Gestão Empresarial ERP Enterprise Resourse Planning Sistemas de Gestão Empresarial Prof. Pedro Luiz de O. Costa Bisneto 14/09/2003 Sumário Introdução... 2 Enterprise Resourse Planning... 2 Business Inteligence... 3 Vantagens

Leia mais

Planejamento de sistemas de informação.

Planejamento de sistemas de informação. Planejamento de sistemas de informação. O planejamento de sistemas de informação e da tecnologia da informação é o processo de identificação das aplicações baseadas em computadores para apoiar a organização

Leia mais

Janeiro de 2008 A nova agenda para gestão da informação: você tem uma?

Janeiro de 2008 A nova agenda para gestão da informação: você tem uma? Janeiro de 2008 A nova agenda para gestão da informação: Agenda para gestão da Informação Página Conteúdo 2 Introdução 3 A necessidade de informações confiáveis 5 Uma nova abordagem a agenda para gestão

Leia mais

Gestão. Curso Superior de Tecnologia em Gestão da Qualidade. Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos

Gestão. Curso Superior de Tecnologia em Gestão da Qualidade. Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos da Qualidade Gestão O tecnólogo em Gestão da Qualidade é o profissional que desenvolve avaliação sistemática dos procedimentos, práticas e rotinas internas e externas de uma entidade, conhecendo e aplicando

Leia mais

2.3. ORGANIZAÇÕES E GESTÃO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

2.3. ORGANIZAÇÕES E GESTÃO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 2.3. ORGANIZAÇÕES E GESTÃO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO As Empresas e os Sistemas Problemas locais - impacto no sistema total. Empresas como subsistemas de um sistema maior. Uma empresa excede a soma de

Leia mais

Unidade IV SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. Prof. Daniel Arthur Gennari Junior

Unidade IV SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. Prof. Daniel Arthur Gennari Junior Unidade IV SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Daniel Arthur Gennari Junior Sobre esta aula Sistema de informação nos negócios Sistemas de informação no apoio ao processo de tomada de decisão Sistemas colaborativos

Leia mais

De Boas Ideias para Uma Gestão Baseada em Processos

De Boas Ideias para Uma Gestão Baseada em Processos De Boas Ideias para Uma Gestão Baseada em Processos O que você vai mudar em sua forma de atuação a partir do que viu hoje? Como Transformar o Conteúdo Aprendido Neste Seminário em Ação! O que debatemos

Leia mais

Visão Geral dos Sistemas de Informação

Visão Geral dos Sistemas de Informação Visão Geral dos Sistemas de Informação Existem muitos tipos de sistemas de informação no mundo real. Todos eles utilizam recursos de hardware, software, rede e pessoas para transformar os recursos de dados

Leia mais

SISTEMAS DE NEGÓCIOS B) INFORMAÇÃO GERENCIAL

SISTEMAS DE NEGÓCIOS B) INFORMAÇÃO GERENCIAL 1 SISTEMAS DE NEGÓCIOS B) INFORMAÇÃO GERENCIAL 1. SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL (SIG) Conjunto integrado de pessoas, procedimentos, banco de dados e dispositivos que suprem os gerentes e os tomadores

Leia mais

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Roberto Marcello SI Sistemas de gestão A Gestão dos Sistemas Integrados é uma forma organizada e sistemática de buscar a melhoria de resultados.

Leia mais

SISTEMAS INTELIGENTES DE APOIO À DECISÃO

SISTEMAS INTELIGENTES DE APOIO À DECISÃO SISTEMAS INTELIGENTES DE APOIO À DECISÃO As organizações estão ampliando significativamente suas tentativas para auxiliar a inteligência e a produtividade de seus trabalhadores do conhecimento com ferramentas

Leia mais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Engenharia de Software Orientada a Serviços (SOA)

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Engenharia de Software Orientada a Serviços (SOA) Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Engenharia de Software Orientada a Serviços (SOA) Apresentação O programa de Pós-graduação Lato Sensu em Engenharia de Software Orientada a Serviços

Leia mais

Engª de Produção Prof.: Jesiel Brito. Sistemas Integrados de Produção ERP. Enterprise Resources Planning

Engª de Produção Prof.: Jesiel Brito. Sistemas Integrados de Produção ERP. Enterprise Resources Planning ERP Enterprise Resources Planning A Era da Informação - TI GRI Information Resource Management -Informação Modo organizado do conhecimento para ser usado na gestão das empresas. - Sistemas de informação

Leia mais

SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1

SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1 SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1 PROSPERE NA NOVA ECONOMIA A SPEKTRUM SUPORTA A EXECUÇÃO DA SUA ESTRATÉGIA Para as empresas que buscam crescimento

Leia mais

Ementários. Disciplina: Gestão Estratégica

Ementários. Disciplina: Gestão Estratégica Ementários Disciplina: Gestão Estratégica Ementa: Os níveis e tipos de estratégias e sua formulação. O planejamento estratégico e a competitividade empresarial. Métodos de análise estratégica do ambiente

Leia mais

Os Sistemas de Informação e a Evolução das Organizações

Os Sistemas de Informação e a Evolução das Organizações Os Sistemas de Informação e a Evolução das Organizações Leonardo C. de Oliveira1, Diogo D. S. de Oliveira1, Noemio C. Neto 1, Norberto B. de Araripe1, Thiago N. Simões1, Antônio L. M. S. Cardoso 1,2 1.Introdução

Leia mais

E-Business global e colaboração

E-Business global e colaboração E-Business global e colaboração slide 1 2011 Pearson Prentice Hall. Todos os direitos reservados. 2.1 Copyright 2011 Pearson Education, Inc. publishing as Prentice Hall Objetivos de estudo Quais as principais

Leia mais

ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO

ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO SOBRE O CURSO A revolução tecnológica das últimas décadas, especialmente na área de informática, tem alterado nossa sociedade. O Engenheiro de Computação é um profissional que

Leia mais

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Concepção do Curso de Administração

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Concepção do Curso de Administração CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Concepção do Curso de Administração A organização curricular do curso oferece respostas às exigências impostas pela profissão do administrador, exigindo daqueles que integram a instituição

Leia mais

GRADUAÇÃO APRESENTAÇÃO E GRADE CURRICULAR DOS CURSOS PROCESSOS GERENCIAIS 1.675 HORAS

GRADUAÇÃO APRESENTAÇÃO E GRADE CURRICULAR DOS CURSOS PROCESSOS GERENCIAIS 1.675 HORAS GRADUAÇÃO APRESENTAÇÃO E GRADE CURRICULAR DOS CURSOS PROCESSOS GERENCIAIS 1.675 HORAS Apresentação: Prepara os estudantes para o empreendedorismo e para a gestão empresarial. Com foco nas tendências de

Leia mais

01/12/2009 BUSINESS INTELLIGENCE. Agenda. Conceito. Segurança da Informação. Histórico Conceito Diferencial Competitivo Investimento.

01/12/2009 BUSINESS INTELLIGENCE. Agenda. Conceito. Segurança da Informação. Histórico Conceito Diferencial Competitivo Investimento. BUSINESS INTELLIGENCE Agenda BI Histórico Conceito Diferencial Competitivo Investimento Segurança da Objetivo Áreas Conceito O conceito de Business Intelligencenão é recente: Fenícios, persas, egípcios

Leia mais

As Novas Profissões em Computação. Integrantes Eder Leão Leonardo Jorente Rafael Stéfano Vinícius Akihiro Kuwabara

As Novas Profissões em Computação. Integrantes Eder Leão Leonardo Jorente Rafael Stéfano Vinícius Akihiro Kuwabara As Novas Profissões em Integrantes Eder Leão Leonardo Jorente Rafael Stéfano Vinícius Akihiro Kuwabara Tópicos Contextualização Novas Profissões Impacto Conclusões Referências Contextualização (Histórico

Leia mais

ü Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação

ü Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação Curso - Bacharelado em Sistemas de Informação Nome e titulação do Coordenador: Coordenador: Prof. Wender A. Silva - Mestrado em Engenharia Elétrica (Ênfase em Processamento da Informação). Universidade

Leia mais

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO @ribeirord FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Rafael D. Ribeiro, M.Sc,PMP. rafaeldiasribeiro@gmail.com http://www.rafaeldiasribeiro.com.br Sistemas de Informação Sistemas de Apoio às Operações Sistemas

Leia mais

1º SEMESTRE 2º SEMESTRE

1º SEMESTRE 2º SEMESTRE 1º SEMESTRE 7ECO003 ECONOMIA DE EMPRESAS I Organização econômica e problemas econômicos. Demanda, oferta e elasticidade. Teoria do consumidor. Teoria da produção e da firma, estruturas e regulamento de

Leia mais

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação INSTITUTO VIANNA JÚNIOR LTDA FACULDADES INTEGRADAS VIANNA JÚNIOR Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação Lúcia Helena de Magalhães 1 Teresinha Moreira de Magalhães 2 RESUMO Este artigo traz

Leia mais

Professor: Disciplina:

Professor: Disciplina: Professor: Curso: Esp. Marcos Morais de Sousa marcosmoraisdesousa@gmail.com Sistemas de informação Disciplina: Introdução a SI 19/04 Recursos e Tecnologias dos Sistemas de Informação Turma: 01º semestre

Leia mais

USE O PODER DA NUVEM. VEJA COMO A NUVEM PODE TRANSFORMAR SEUS NEGÓCIOS.

USE O PODER DA NUVEM. VEJA COMO A NUVEM PODE TRANSFORMAR SEUS NEGÓCIOS. USE O PODER DA NUVEM. VEJA COMO A NUVEM PODE TRANSFORMAR SEUS NEGÓCIOS. A computação em nuvem é uma mudança de paradigma no gerenciamento de TI e de datacenters, além de representar a capacidade da TI

Leia mais

TECNOLOGIA E SISTEMAS DE INFORMAÇÃO UM ESTUDO DE CASO NA EMPRESA POSTO DOURADÃO LTDA RESUMO

TECNOLOGIA E SISTEMAS DE INFORMAÇÃO UM ESTUDO DE CASO NA EMPRESA POSTO DOURADÃO LTDA RESUMO TECNOLOGIA E SISTEMAS DE INFORMAÇÃO UM ESTUDO DE CASO NA EMPRESA POSTO DOURADÃO LTDA Hewerton Luis P. Santiago 1 Matheus Rabelo Costa 2 RESUMO Com o constante avanço tecnológico que vem ocorrendo nessa

Leia mais

Dados x Informações. Os Sistemas de Informação podem ser:

Dados x Informações. Os Sistemas de Informação podem ser: CONCEITOS INICIAIS O tratamento da informação precisa ser visto como um recurso da empresa. Deve ser planejado, administrado e controlado de forma eficaz, desenvolvendo aplicações com base nos processos,

Leia mais

PRODUTOS RIOSOFT COM SUBSÍDIO SEBRAEtec

PRODUTOS RIOSOFT COM SUBSÍDIO SEBRAEtec PRODUTOS RIOSOFT COM SUBSÍDIO SEBRAEtec ÁREA DE NORMAS, QUALIDADE E PROCESSOS. I - NORMA ISO/IEC 29110 Micro e Pequenas Empresas focadas no desenvolvimento de software. 2) Ambiente É possível constatar,

Leia mais

Prof.: Roberto Franciscatto. Capítulo 1 Mercado de trabalho em TI

Prof.: Roberto Franciscatto. Capítulo 1 Mercado de trabalho em TI Introdução a Sistemas de Informação Prof.: Roberto Franciscatto Capítulo 1 Mercado de trabalho em TI Este que vos fala... Prof. Roberto Franciscatto Graduação: Informática Mestrado: Computação Aplicada

Leia mais

Aula 15. Tópicos Especiais I Sistemas de Informação. Prof. Dr. Dilermando Piva Jr.

Aula 15. Tópicos Especiais I Sistemas de Informação. Prof. Dr. Dilermando Piva Jr. 15 Aula 15 Tópicos Especiais I Sistemas de Informação Prof. Dr. Dilermando Piva Jr. Site Disciplina: http://fundti.blogspot.com.br/ Conceitos básicos sobre Sistemas de Informação Conceitos sobre Sistemas

Leia mais

Módulo 15 Resumo. Módulo I Cultura da Informação

Módulo 15 Resumo. Módulo I Cultura da Informação Módulo 15 Resumo Neste módulo vamos dar uma explanação geral sobre os pontos que foram trabalhados ao longo desta disciplina. Os pontos abordados nesta disciplina foram: Fundamentos teóricos de sistemas

Leia mais

COMPUTAÇÃO EM NUVEM: TENDÊNCIAS E OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS RELATÓRIO EXECUTIVO DE NEGÓCIOS

COMPUTAÇÃO EM NUVEM: TENDÊNCIAS E OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS RELATÓRIO EXECUTIVO DE NEGÓCIOS COMPUTAÇÃO EM NUVEM: TENDÊNCIAS E OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS TM RELATÓRIO EXECUTIVO DE NEGÓCIOS A visão da computação em nuvem por Aad van Schetsen, vicepresidente da Compuware Uniface, que mostra por que

Leia mais

Estratégias em Tecnologia da Informação. Planejamento Estratégico Planejamento de TI

Estratégias em Tecnologia da Informação. Planejamento Estratégico Planejamento de TI Estratégias em Tecnologia da Informação Capítulo 7 Planejamento Estratégico Planejamento de TI Material de apoio 2 Esclarecimentos Esse material é de apoio para as aulas da disciplina e não substitui a

Leia mais

Engenharia de Software-2003

Engenharia de Software-2003 Engenharia de Software-2003 Mestrado em Ciência da Computação Departamento de Informática - UEM Profa. Dra. Elisa H. M. Huzita eng. de software-2003 Elisa Huzita Produto de Software Conceitos Software

Leia mais

Estratégias em Tecnologia da Informação. Posição e Vantagem Competitiva Aplicações integradas Aplicações Web

Estratégias em Tecnologia da Informação. Posição e Vantagem Competitiva Aplicações integradas Aplicações Web Estratégias em Tecnologia da Informação Capítulo 09 Posição e Vantagem Competitiva Aplicações integradas Aplicações Web Material de apoio 2 Esclarecimentos Esse material é de apoio para as aulas da disciplina

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CST SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DISCIPLINA: Algoritmo e Programação I A disciplina aborda o estudo de algoritmos, envolvendo os conceitos fundamentais: variáveis, tipos de dados, constantes,

Leia mais

1 Introdução 1.1. Problema de Pesquisa

1 Introdução 1.1. Problema de Pesquisa 1 Introdução 1.1. Problema de Pesquisa A motivação, satisfação e insatisfação no trabalho têm sido alvo de estudos e pesquisas de teóricos das mais variadas correntes ao longo do século XX. Saber o que

Leia mais

FACULDADE SENAC GOIÂNIA

FACULDADE SENAC GOIÂNIA FACULDADE SENAC GOIÂNIA NORMA ISO 12.207 Curso: GTI Matéria: Auditoria e Qualidade de Software Professor: Elias Ferreira Acadêmico: Luan Bueno Almeida Goiânia, 2015 CERTIFICAÇÃO PARA O MERCADO BRASILEIRO

Leia mais

Conceitos. - Sistema de Informação, Estruturas e Classificação. - Dados x Informações. Edson Almeida Junior www.edsonalmeidajunior.com.

Conceitos. - Sistema de Informação, Estruturas e Classificação. - Dados x Informações. Edson Almeida Junior www.edsonalmeidajunior.com. Conceitos - Sistema de Informação, Estruturas e Classificação - Dados x Informações Edson Almeida Junior www.edsonalmeidajunior.com.br Definição de Sistema Uma coleção de objetos unidos por alguma forma

Leia mais

1: FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÕES

1: FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÕES 1: FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÕES 1 Os sistemas de informação (SI) utilizam hardware, software, redes de telecomunicações, técnicas de administração de dados computadorizadas e outras formas de

Leia mais

A estrutura do gerenciamento de projetos

A estrutura do gerenciamento de projetos A estrutura do gerenciamento de projetos Introdução O Guia do Conhecimento em Gerenciamento de Projetos (Guia PMBOK ) é uma norma reconhecida para a profissão de gerenciamento de projetos. Um padrão é

Leia mais

Governança de TI Funções Gerenciais e Estrutura Organizacional. Raimir Holanda raimir@tce.ce.gov.br

Governança de TI Funções Gerenciais e Estrutura Organizacional. Raimir Holanda raimir@tce.ce.gov.br Governança de TI Funções Gerenciais e Estrutura Organizacional Raimir Holanda raimir@tce.ce.gov.br Agenda Componentes de uma empresa Objetivos Organizacionais X Processos de negócios Gerenciamento integrado

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS. RECONHECIDO conforme PORTARIA nº 295, de 25 de Junho de 2008.

CURSO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS. RECONHECIDO conforme PORTARIA nº 295, de 25 de Junho de 2008. CURSO DE GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS RECONHECIDO conforme PORTARIA nº 295, de 25 de Junho de 2008. Título: Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Turno: Noturno

Leia mais

Áreas de utilização do GED e o que levar em consideração no Projeto de Implantação de GED em uma empresa Simone de Abreu

Áreas de utilização do GED e o que levar em consideração no Projeto de Implantação de GED em uma empresa Simone de Abreu Áreas de utilização do GED e o que levar em consideração no Projeto de Implantação de GED em uma empresa Simone de Abreu Cerca de dois milhões de pessoas estão trabalhando em aproximadamente 300 mil projetos

Leia mais

Material de Apoio. Sistema de Informação Gerencial (SIG)

Material de Apoio. Sistema de Informação Gerencial (SIG) Sistema de Informação Gerencial (SIG) Material de Apoio Os Sistemas de Informação Gerencial (SIG) são sistemas ou processos que fornecem as informações necessárias para gerenciar com eficácia as organizações.

Leia mais

Conceitos de Sistemas de Informação

Conceitos de Sistemas de Informação Conceitos de Sistemas de Informação Prof. Miguel Damasco AEDB 1 Objetivos da Unidade 1 Explicar por que o conhecimento dos sistemas de informação é importante para os profissionais das empresas e identificar

Leia mais

Unidade II GESTÃO DAS INFORMAÇÕES. Prof. Me. Léo Noronha

Unidade II GESTÃO DAS INFORMAÇÕES. Prof. Me. Léo Noronha Unidade II GESTÃO DAS INFORMAÇÕES ORGANIZACIONAIS Prof. Me. Léo Noronha Objetivos Informação estratégica Sistema de informações como fonte de vantagem competitiva (VC) Conceito de informação estratégica

Leia mais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais O que é ERP Os ERPs em termos gerais, são uma plataforma de software desenvolvida para integrar os diversos departamentos de uma empresa,

Leia mais

:: Portfólio OBJETIVO

:: Portfólio OBJETIVO Disciplina Portfólio N 03 Engenharia de Software Sistema de Informações OBJETIVO :: Portfólio Levar o aluno a conhecer as principais características de um Sistema de Informação e quais os critérios de

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO UNIVERSIDADE DE CUIABÁ - UNIC 1 CURSO: BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Dados de Identificação da Universidade de Cuiabá - UNIC Dirigente da Mantenedora Presidente: Ed. Rodrigo

Leia mais

X SIMPASE Temário TEMA 1. Automação e digitalização de usinas, subestações, redes de distribuição e instalações de grandes consumidores, tais como:

X SIMPASE Temário TEMA 1. Automação e digitalização de usinas, subestações, redes de distribuição e instalações de grandes consumidores, tais como: X SIMPASE Temário TEMA 1 Automação e digitalização de usinas, subestações, redes de distribuição e instalações de grandes consumidores, tais como: - Implantação, operação e manutenção de sistemas de automação

Leia mais

Resultados de Pesquisa sobre utilização empresarial de Plataformas Móveis

Resultados de Pesquisa sobre utilização empresarial de Plataformas Móveis Resultados de Pesquisa sobre utilização empresarial de Plataformas Móveis Apresentação Esta pesquisa sobre a utilização empresarial de Plataformas Móveis, teve como público-alvo profissionais de TI e executivos

Leia mais

e-business Os tipos básicos de ebusiness são (PEDREIRA, 2007):

e-business Os tipos básicos de ebusiness são (PEDREIRA, 2007): e-business (Extraído do Artigo ebusiness: A Atual Maneira de Efetuar Transações Ana Cristina Matos, Gabriela Villanova, Gianluca Nese, Juan Pablo, Maraiana Orrico e Antônio Cardoso) 1. Definição ebusiness,

Leia mais

Projeto gestão de demanda http://www.administradores.com.br/artigos/marketing/projeto-gestao-de-demanda/62517/

Projeto gestão de demanda http://www.administradores.com.br/artigos/marketing/projeto-gestao-de-demanda/62517/ Projeto gestão de demanda http://www.administradores.com.br/artigos/marketing/projeto-gestao-de-demanda/62517/ Muitas empresas se deparam com situações nas tarefas de previsões de vendas e tem como origem

Leia mais

Modelo de Referência para Avaliação da CERTICS

Modelo de Referência para Avaliação da CERTICS CTI RENATO ARCHER Relatório Técnico CTI TRT0084113 Modelo de Referência para Avaliação da CERTICS Documento de Detalhamento Versão 1.1 Este documento apresenta o detalhamento do Modelo de Referência para

Leia mais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Business Intelligence (BI)

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Business Intelligence (BI) Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Business Intelligence (BI) Apresentação O programa de Pós-graduação Lato Sensu em Business Intelligence Inteligência Competitiva tem por fornecer conhecimento

Leia mais

Marcelo Pereira Bergamaschi

Marcelo Pereira Bergamaschi Marcelo Pereira Bergamaschi Bergamaschi Graduado em Bacharelado em Matemática UNISANTA - 1986 Pós-graduado em Ciência da Computação UNISANTA - 1991 Pós-graduado em Sistemas de Informação UFU - 2002 Mestre

Leia mais

ANEXO II - Especificações Técnicas

ANEXO II - Especificações Técnicas ANEXO II - Especificações Técnicas Índice 1 CONTEXTUALIZAÇÃO DO ESCOPO... 24 1.1 OBJETIVO DESTE DOCUMENTO... 24 1.2 CARACTERÍSTICAS DAS SOLUÇÕES SAGER E SAAT... 24 1.3 COMPONENTES DO PROJETO PARA O DESENVOLVIMENTO

Leia mais