AVALIAÇÃO E MENSURAÇÃO DO PATRIMÔNIO PÚBLICO A Experiência do Estado de Santa Catarina. Michele Patricia Roncalio GENOC/DCOG/SEF-SC

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1 AVALIAÇÃO E MENSURAÇÃO DO PATRIMÔNIO PÚBLICO Michele Patricia Roncalio GENOC/DCOG/SEF-SC

2 IMOBILIZADO Bens Móveis e Imóveis INTANGÍVEL Softwares ATIVOS DE INFRAESTRUTURA Rodovias

3 IMOBILIZADO Bens Móveis e Imóveis

4 Secretaria de Estado da Fazenda Planejamento e Orçamento Administração Financeira Controle Interno Diretoria de Contabilidade Geral Diretoria de Auditoria Geral Secretaria de Estado da Administração Gestão de Pessoas Gestão de Materiais e Serviços Gestão Patrimonial Gestão Documental, Editoração e Publicação Gestão de Tecnologia da Informação e Governança Eletrônica Ouvidoria

5 Diretoria de Contabilidade Geral DCOG/SEF GENOC ATUALIZAÇÃO PATRIMONIAL Diretoria de Gestão Patrimonial DGPA/SEA GEIMO e GEMOV

6 Atualização de Valores Depreciação Critérios e Métodos EVIDENCIAÇÃO DOS BENS

7 Princípios de Contabilidade NBC T SP 16.9 e (CFC) MCASP (STN) Decreto Estadual nº 3.486, de 03/09/2010: Institui a obrigatoriedade de realizar os procedimentos de reavaliação, redução ao valor recuperável de ativos, depreciação, amortização e exaustão dos bens do Estado nos casos que especifica. Nota Técnica GENOC/DCOG n. 006/2010, de dezembro/2010: Registroda Reavaliação, Redução ao Valor Recuperável, Depreciação, Amortização e Exaustão previstos pelo Decreto n /2010

8 Instrução Normativa Conjunta DGPA- SEA/DCOG-SEF nº 001, de 12/04/2011: Estabelece normas de administração de Bens Móveis no que tange a Reavaliação, Redução ao Valor Recuperável do Ativo, Depreciação, Amortização e Exaustão dos bens do Estado Nota Técnica GECOC/DCOG n. 006/2011: Contabilização de Obras em Andamento. Obs;: Revisão está sendo publicada em setembro/2013. INSTRUÇÃO NORMATIVA SEA/SEF nº 003, de 19/07/2013: Estabelece normas de administração de Bens Imóveis no que tange a Reavaliação, Redução ao Valor Recuperável do Ativo, Depreciação e Exaustão dos bens do Estado, aplicável à Autarquias, Fundações e Empresas Dependentes do Poder Executivo.

9 REFERENCIAL PRINCÍPIOS DE CONTABILIDADE PRINCÍPIO DA CONTINUIDADE pressupõe que a Entidade continuará em operação no futuro e, portanto, a mensuração e a apresentação dos componentes do patrimônio consideram esta situação. PRINCÍPIO DA OPORTUNIDADE refere-se ao processo de mensuração e apresentação dos componentes patrimoniais para produzir informações íntegras e tempestivas. as variações devem ser reconhecidas em sua totalidade.

10 REFERENCIAL PRINCÍPIOS DE CONTABILIDADE PRINCÍPIO DO REGISTRO PELO VALOR ORIGINAL os componentes do patrimônio devem ser inicialmente registrados pelos valores originais das transações; Bases de mensuração devem ser utilizadas em graus distintos e combinadas, ao longo do tempo. PRINCÍPIO DA COMPETÊNCIA os efeitos das transações e outros eventos devem reconhecidos nos períodos a que se referem; pressupõe a simultaneidade da confrontação de receitas e de despesas correlatas. PRINCÍPIO DA PRUDÊNCIA

11 REFERENCIAL NBC T SP itens 36 a 40 as reavaliações devem ser feitas utilizando-se o valor justo ou o valor de mercado na data de encerramento do Balanço Patrimonial, pelo menos: anualmente, para as contas ou grupo de contas cujos valores de mercado variarem significativamente em relação ao valores anteriormente registrados; a cada quatro anos, para as demais contas ou grupos de contas. na impossibilidade de se estabelecer o valor de mercado, o valor do ativo pode ser definido com base em parâmetros de referência que considerem características, circunstâncias e localizações assemelhadas.

12 DECRETO ESTADUAL N /2010 Institui a obrigatoriedade de realizar os procedimentos de reavaliação, redução ao valor recuperável de ativos, depreciação, amortização e exaustão dos bens do Estado nos casos que especifica.

13 DECRETO ESTADUAL N /2010 Institui a obrigatoriedade de realizar os procedimentos de reavaliação, redução ao valor recuperável de ativos, depreciação, amortização e exaustão dos bens do Estado nos casos que especifica. Ficam dispensados dos procedimentos em: Reavaliação para bens com vida útil estimada inferior a 02 anos; Depreciação, amortização ou exaustão de bens com vida útil inferior a 01 ano; Cujo custo de aquisição, valor recuperável ou valor reavaliado seja inferior a R$ 1.000,00.

14 DECRETO ESTADUAL N /2010 Bens sujeitos à (re)avaliação (cronograma SEA) 1 de janeiro 2010 Bens que se sujeitam à depreciação, amortização ou exaustão APÓS a reavaliação. Depreciação, amortização ou exaustão desde sua colocação em uso.

15 DECRETO ESTADUAL N /2010 (RE) AVALIAÇÃO PATRIMONIAL Comissão Técnica Laudo Técnico Registro Analítico Sistema PAT Registro Sintético na Contabilidade DEPRECIAÇÃO E SIMILARES Início após (Re)Avaliação Patrimonial Registro Analítico Sistema PAT Registro Sintético na Contabilidade

16 DECRETO ESTADUAL N /2010 Estimativa de Vida Útil Capacidade de geração de benefícios; Desgaste físico; Obsolescência tecnológica; Limites legais ou contratuais sobre o uso ou a exploração do ativo.

17 DECRETO ESTADUAL N /2010 Depreciação: Regras Método de quotas constantes Instrução Normativa RFB n. 162/1998 (transição) Inicia quando o item está em condições de uso ou após (re)avaliação

18 Instrução Normativa Conjunta 001/2011 Balanço Patrimonial Estabelece normas de administração de Bens Móveis no que tange a Reavaliação, Redução ao Valor Recuperável do Ativo, Depreciação, Amortização e Exaustão dos bens do Estado.

19 Instrução Normativa Conjunta 001/2011 Balanço Patrimonial Estabelece normas de administração de Bens Móveis no que tange a Reavaliação, Redução ao Valor Recuperável do Ativo, Depreciação, Amortização e Exaustão dos bens do Estado. Avaliação de Bens Doados Prazo de Envio de Relatório à Contabilidade Parâmetros para Re(Avaliação) Prazo de Reavaliação Permite (Re)Avaliação por Lotes Cronograma de (Re)Avaliação

20 Instrução Normativa Conjunta 001/2011 Grupos Título Prazo Máximo 1 Veículos Automotores Aeronaves Embarcações Equipamentos, Máquinas e Motores à combustível Veículos Acoplados e Rebocáveis Equipamentos de Processamento de Dados Aparelho, Equipamentos e Utensílios Médicos, Odontológicos, 2012 Laboratoriais e Hospitalar 3 Aparelhos e Equipamentos de Comunicação, Medição e 2012 Orientação 3 Armamentos, Equipamentos de Manobra e Patrulhamento Animais e Semoventes Mobiliário em Geral Bens móveis não especificados nos itens anteriores 2013

21 (RE) AVALIAÇÃO EM 2011 Valor de Referência: TABELA FIPE Itens Relevantes x Estado de Conservação( TABELA) (RE) AVALIAÇÃO ATÉ 2012 estado físico do bem e desgaste capacidade de geração de benefícios futuros, anos. (RE) AVALIAÇÃO ATÉ 2012 Profissional qualificado Estado de conservação e obsolescencia tecnológica (RE) AVALIAÇÃO ATÉ 2013 Estado de conservação Usabilidade

22 Veículos Itens % Motor 33 % Câmbio 25 % Funilaria 20 % Pneus 5 % Suspensão 5 % Estofamento 3 % Diferencial 3 % Direção 3 % Embreagem 3 % Veículos Estado de Conservação % Ótimo 100 % Bom 90 % Regular 70 % Ruim 30 % Péssimo 20 % Demais Bens Estado de Conservação % Ótimo 80 % Bom 60 % Regular 40 % Ruim e/ou Péssimo 20 %

23 Instrução Normativa Conjunta 003/2013 Balanço Patrimonial Estabelece normas de administração de Bens Imóveis no que tange a Reavaliação, Redução ao Valor Recuperável do Ativo, Depreciação e Exaustão dos bens do Estado, aplicável à Autarquias, Fundações e Empresas Dependentes do Poder Executivo do Estado de Santa Catarina.

24 Instrução Normativa Conjunta 003/2013 Balanço Patrimonial Estabelece normas de administração de Bens Imóveis no que tange a Reavaliação, Redução ao Valor Recuperável do Ativo, Depreciação e Exaustão dos bens do Estado, aplicável à Autarquias, Fundações e Empresas Dependentes do Poder Executivo do Estado de Santa Catarina. Terrenos X Benfeitorias Depreciação Benfeitorias Reavaliações a cada 4 anos Prazo de Envio de Relatório à Contabilidade Cadastro e Controle Analítico Comissão e Laudo de (Re) Avaliação

25 IMOBILIZADO Reavaliação Aumentativa (1) Reavaliação Diminutiva (2) Total (1-2) Exercício/ Exercício/ Exercício/ ,

26 Item Reavaliado Bens Imóveis Reavaliação AVALIAÇÃO E MENSURAÇÃO PATRIMONIAL Parâmetro Urbanos = valor venal da prefeitura local; Rurais = tabela EPAGRI (97% dos bens imóveis foram reavaliados em 2011 seguindo esses parâmetros) Em 2012, os 276 bens de maior valor foram reavaliados segundo valores de mercado (excepcionalmente, não houve registro contábil desses valores em decorrência de problemas técnicos no SIGEP) Veículos Automotores Tabela FIPE ajustada Anexo II da IN Conjunta SEA/SEF n. 001/2011 Aeronaves Valor de referência do mercado Anexo II da IN Conjunta SEA/SEF n. 001/2011 Embarcações Valor de referência do mercado Anexo II da IN Conjunta SEA/SEF n. 001/2011 Equipamentos, Máquinas e Motores à combustível Veículos Acoplados e Rebocáveis Equipamentos de Processamento de Dados Aparelho, Equipamentos e Utensílios Médicos, Odontológicos, Laboratoriais e Hospitalar Aparelhos e Equipamentos de Comunicação, Medição e Orientação Armamentos, Equipamentos de Manobra e Patrulhamento Animais e Semoventes Valordereferênciadomercado AnexoIIdaINConjuntaSEA/SEFn.001/2011 Valordereferênciadomercado AnexoIIdaINConjuntaSEA/SEFn.001/2011 Valor constante de laudo técnico, elaborado por profissional qualificado, conforme 2º do art. 9º da IN Conjunta SEA/SEF n. 001/2011, com base no estado de conservação previstonatabelacdoanexoiidareferidain. Valor constante de laudo técnico, elaborado por profissional qualificado, conforme 2º do art. 9º da IN Conjunta SEA/SEF n. 001/2011, com base no estado de conservação previstonatabelacdoanexoiidareferidain. Valor constante de laudo técnico, elaborado por profissional qualificado, conforme 2º do art. 9º da IN Conjunta SEA/SEF n. 001/2011, com base no estado de conservação previstonatabelacdoanexoiidareferidain. Valor constante de laudo técnico, elaborado por profissional qualificado, conforme 2º do art. 9º da IN Conjunta SEA/SEF n. 001/2011, com base no estado de conservação previstonatabelacdoanexoiidareferidain. Valor constante de laudo técnico, utilizando-se dos critérios estabelecidos no art. 5º da INConjuntaSEA/SEFn.001/2011,inc.II,IIIeV.

27 DEPRECIAÇÃO BENS MÓVEIS 31/12/ /12/ /08/2013 Administração Direta Autarquias Fundações Fundos Especiais Empresas Dependentes Tribunal de Justiça 0, Consolidado Geral

28 IMOBILIZADO 31/12/ /12/ /12/ /08/2013 Bens Móveis Bens Imóveis

29 INTANGÍVEL Softwares

30 Princípios de Contabilidade NBC T SP 16.9 e (CFC) MCASP (STN) Nota Técnica GENOC/DCOG n. 002/2009, de dezembro de 2009: Contabilização de software em desenvolvimento Nota Técnica GENOC/DCOG n. 001/2011, de março: Softwares classificáveis no subgrupo Intangível reconhecimento, mensuração, avaliação e evidenciação.

31 O que reconhecer? Como reconhecer? Amortização?

32 INTANGÍVEL Softwares Softwares em Desenvolvimento Total Saldo em 1/1/ Saldo em 31/12/ Saldo em 31/12/ Saldo em 31/12/ Saldo em 31/8/

33 ATIVOS DE INFRAESTRUTURA Rodovias

34 Diretoria de Contabilidade Geral DCOG/SEF GENOC RECONHECIMENTO E MENSURAÇÃO DEINFRA Autarquia

35 Atualização de Valores Valor Residual e Depreciação Critérios e Métodos ATIVOS DE INFRAESTRUTURA

36 Linha de Corte: Obras em Andamento em 2012, reconhecimento e reclassificação quando da conclusão -> Projeto, Execução e Fiscalização. Avaliação de Ativos Existentes e Parâmetros para Valor Residual e Depreciação: Comissão formada em 2013, GENOC/DCOG e DEINFRA (Engenharia)

37 OBRIGADA! Agradeço à DEUS por Tudo, simplesmente Tudo Michele Patricia Roncalio, Me. Gerente de Estudos e Normatização Contábil Secretaria de Estado da Fazenda Vice-Presidente do Conselho Regional de Contabilidade de Santa Catarina

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