Riscos e oportunidades

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1 REVISTACARGILL Riscos e oportunidades Saber identificar o melhor caminho diante das incertezas contribui para o sucesso e a sustentabilidade da organização. As empresas que aprenderam essa lição no ano passado estarão mais bem preparadas para 2010 ANO 30 - JAN. FEV. MAR

2 Otimismo para 2010 m e n s a g e m 3 s u m á r i o B2B, um negócio promissor e n t r e v i s t a Projetos de valor r e s p o n s a b i l i d a d e s o c i a l Gestão de riscos v i s ã o g l o b a l A N O N º J A N. / F E V. / M A R Sorvete: destaque da estação c o n s u m o CO 2 na berlinda r e s p o n s a b i l i d a d e s o c i a l Por que ficar na defesa? d i r e c t i o n s 14 Notícias Cargill d e s t a q u e s 16 Trabalho em casa p e r s o n a g e n s 19 Revista Cargill é uma publicação trimestral editada pelo Departamento de Assuntos Corporativos e dirigida aos funcionários, clientes e fornecedores da Cargill Av. Morumbi, CEP São Paulo Tel.: (11) Direção Editorial: Afonso Champi Jornalista Responsável: Anna Costa (MTb 22255) Comitê Editorial: Alessandra Cher, Ana Caiasso, César Neres, Débora Sesti, Denise Cantarelli, Emerson Sanders, Gerson Beraldo, José Cardoso, Luciane Reis, Marcello Moreira, Mauricio Chiavolotti, Neusa Duarte, Regiane Peres, Renata Holzer, Shirley Lobo, Sônia Matangrano, Vagner Rodrigues, Valmir Tambelini, Vitor Ideriba e Yanah Abreu Colaboração: Kátia Sala e Ana Caiasso Projeto Gráfico: Oz Design - Editoração e Direção de Arte: Arco W Comunicação & Design Elaboração de Conteúdo: Quintal 22 Edição de Textos: Anna Costa e Letícia Tavares Reportagem: Carla Jimenez, Fabiana Garbelotto, Paula Meireles e Renata Nogueira Foto Capa: Jump Run Productions/GettyImages. A Revista Cargill não se responsabiliza pelas opiniões emitidas em entrevistas. A Revista Cargill adota o novo acordo ortográfico da Língua Portuguesa. Para comentários ou sugestões sobre a Revista, envie seu para ou telefone para (11)

3 Oano de 2009 ensinou a todos nós grandes lições. Mostrou que ter um olhar para o futuro e saber diagnosticar o presente é necessário para manter a prosperidade da empresa. É, também, fundamental para alcançar o seu objetivo estratégico de ser líder em alimentos e reconhecida como empresa preferida. E mais: que é preciso unir cautela e inovação. Diante da crise na economia mundial, a Cargill revelou a sua força e contou com a agilidade e o profissionalismo de suas equipes no mundo para fazer os acertos necessários e escolher os caminhos mais seguros. Foi um momento que usamos nossa experiência na gestão de riscos, buscando também as oportunidades que surgiram nesse cenário para manter a solidez dos nossos negócios. Mais do que olhar apenas para dentro da empresa e gerir nossos recursos com inteligência, 2009 propôs uma aproximação ainda maior com os nossos clientes, não apenas para oferecer os melhores produtos ou serviços, mas nas trocas de boas práticas para, assim, enfrentar melhor as incertezas do ambiente econômico. É fato que a união de forças facilita a superação de obstáculos, e fizemos isso. O novo ano inicia-se com promessa de menor volatilidade, mas não menos desafiador. É hora de ficarmos atentos aos movimentos das economias mundial e nacional em busca de oportunidades. Estamos otimistas e acreditamos num cenário favorável para a retomada do crescimento, mas com avanço coerente, que combine resultados positivos com preservação ambiental e responsabilidade social. Nesta edição, trazemos como assunto de capa a sabedoria da prevenção, na qual dimensionar os riscos mostra-se grande vantagem competitiva. E mais: uma entrevista sobre o potencial do comércio on-line B2B; as oportunidades que o verão apresenta quando o assunto é sorvete; uma análise sobre a complexa questão das emissões de CO 2 e as ações ambientais da Cargill. Cabe um destaque especial para a Fundação Cargill. Criada em 1973 com foco em publicações direcionadas à agricultura e agropecuária, há dez anos iniciou o programa Fura-Bolo para dar apoio ao Ensino Fundamental, com incentivo à leitura e à cultura popular. Foi além e deu início também, há cinco anos, ao projeto de grão em grão, com objetivo de resgatar a cidadania e incentivar a agricultura familiar. Para comemorar ambas as datas, em 2009, a Fundação desenvolveu concursos literários entre crianças e jovens. O resultado foi um grande presente para a empresa, os funcionários e seus filhos e a comunidade. Vale a pena conferir mais essa reportagem. Boa leitura e um excelente m e n s a g e m d o p r e s i d e n t e Marcelo Martins Presidente Foto: Sergio Zacchi

4 e n t r e v i s t a d a n i e l d o m e n e g h e t t i Foto: Arquivo Pessoal B2B, muitos negócios em poucos cliques No mundo corporativo as transações on-line já fazem parte do dia a dia e movimentam bilhões As movimentações financeiras geradas pelo varejo on-line, de compras pela internet, quintuplicaram de tamanho nos últimos sete anos no Brasil, passando de um total de R$ 4,22 bilhões para R$ 21,8 bilhões em operações. No mundo corporativo, não poderia ser diferente. O B2B (business to business), comércio entre empresas, também vem crescendo a olhos vistos. Mesmo em um ano difícil como 2009, marcado pela crise econômica mundial, as companhias comercializaram entre si no Brasil, via on-line, R$ 783,7 bilhões, segundo dados da consultoria E-Consulting Corp. Em 2008, foram R$ 644,5 bilhões em transações entre empresas, hoje uma das formas mais utilizadas de B2B. Uma das maiores vantagens do e-commerce, como também é chamada essa forma de fazer transações envolvendo empresas, é a possibilidade de fornecedores participarem de concorrências e processos de vendas a partir de qualquer lugar em que estejam o que é especialmente vantajoso para o setor do agronegócio, com a cadeia de suprimentos espalhada por diversos pontos geográficos. O B2B também permite processos comerciais mais ágeis e transparentes, já que muitas vezes as negociações de preços são feitas em tempo real, na tela de um computador. Não faltam exemplos de empresas que têm investido cada vez mais no comércio eletrônico. No setor petroquímico, a Copene Petroquímica do Nordeste, que fabrica matéria-prima usada no pólo industrial de Camaçari, na Bahia, já realiza boa parte de suas comercializações B2B. O setor automotivo, por sua vez, vem focando na capacitação digital de fornecedores para agilizar as compras on-line. Trata-se de uma tendência geral no mercado, diz Daniel Domeneghetti, sócio-fundador da E-Consulting Corp., presidente do Instituto Titãs do Conhecimento e coautor do livro Ativos Intangíveis O Real Valor das Empresas, da Ed. Campus Elsevier. Em entrevista à Revista Cargill, o especialista em estratégia competitiva, marketing e gestão aponta as oportunidades dessa economia digital. Revista Cargill - Por que o B2B cresceu no Brasil e no mundo mesmo em um ano de crise econômica? Domeneguetti - Há dois fenômenos aí. Um deles é de ordem mundial e diz respeito à substituição constante de antigas formas de transações entre empresas pelas negociações via web. Em outras palavras, empresas que até então não usavam a internet para comprar de fornecedores, ou vender, passaram a fazer isso. Foi por isso que o B2B cresceu no mundo todo a despeito de crises. No Brasil, houve um aumento real também, com as empresas ampliando volume de transações comerciais com outras empresas pela web. Revista Cargill - Quais as tendências do B2B no Brasil e no mundo? Domeneguetti - Vejo duas grandes tendências, e ambas têm a ver com tecnologia da informação. A primeira é uma maior procura por parte das empresas por plataformas de integração de dados. Trata-se de ferramentas de TI que permitem todo o gerenciamento dos processos de compra e venda entre empresas, com quantidades, preços, perfil dos fornecedores etc. Também há os sistemas conhecidos como e-procurement, que permitem a cotação e negociação de preços on-line, em tempo real. Outra tendência é a opção por modelos que não se limitam à web. É possível, por exemplo, fazer compras usan-

5 do palmtops ou smartphones. Um produtor rural pode vender sua safra usando essas tecnologias. Revista Cargill - Como é o envolvimento do agronegócio com o comércio eletrônico? Domeneguetti - No Brasil ainda não é muito grande. Creio que ainda existe pouco investimento em TI por parte dos pequenos e médios produtores. As grandes empresas do setor vêm trabalhando com o B2B há algum tempo, criando inclusive portais próprios, mas não é o que observamos com os pequenos produtores. De qualquer forma, tem havido progressos, principalmente com o aumento das exportações, o que incentiva a inclusão digital de várias empresas. O agronegócio só tem a ganhar com o e-commerce. É uma maneira de vender e comprar eficiente e que aproxima vendedores e compradores, não importa a distância geográfica que os separe. Revista Cargill - Como incentivar o agronegócio a ampliar o B2B? Domeneguetti - Principalmente os pequenos fornecedores precisariam passar por um processo de capacitação. As grandes empresas, que seriam as maiores beneficiadas com essa inclusão, poderiam criar programas de treinamento para os pequenos fornecedores. Claro que seria algo complexo, até porque essas empresas estão espalhadas por praticamente todo o Brasil, mas os resultados seriam bastante satisfatórios. Os grandes grupos do setor poderiam buscar apoio também em associações de classe e representantes da indústria para elaborar e executar esses programas. Revista Cargill - Nos Estados Unidos e na Europa, existem vários portais independentes que são utilizados por grandes e pequenas empresas que querem negociar entre si. O mesmo acontece no Brasil? Domeneguetti - Por aqui ainda estamos um pouco atrasados nesse ponto. De fato, esses portais são bem comuns na Europa e nos Estados Unidos, com adesão de vários fornecedores e compradores. Aqui no Brasil o B2B é feito principalmente por portais criados por grandes empresas. Para um fornecedor entrar em um deles há um processo complexo, que compreende desde a análise financeira do candidato até sua capacidade operacional. No início dessa década foram feitas algumas tentativas no Brasil de criar portais independentes, mas não deu certo por falta de adesão das empresas. Acredito que seja uma questão cultural. Só mais recentemente o brasileiro começou a comprar pela internet, enquanto em outros países há tempos essa é uma realidade. Revista Cargill - Quais mercados no Brasil têm investido em novas ferramentas de B2B? Domeneguetti - Talvez o maior deles seja o automobilístico. As montadoras estão capacitando os fornecedores para que eles possam vender pela internet. O setor petroquímico também tem tido uma presença cada vez maior na compra de matérias-primas feita dessa maneira. Vemos ainda iniciativas interessantes na área da construção civil, com grandes empresas criando redes de relacionamento específicas para cada tipo de cliente. No Brasil, houve aumento real do volume de transações comerciais entre empresas pela web, mas ainda há muito para crescer, principalmente no agronegócio Revista Cargill - De que forma as empresas podem tirar o melhor proveito das negociações pelas internet? Domeneguetti - Antes de tudo, a empresa precisa ter claro por que ela precisa investir no B2B. É para reduzir custos? É para aumentar o raio de vendas, alcançando mais localidades? São perguntas que o empresário deve fazer. A resposta a essas indagações é que vai determinar qual a plataforma mais adequada. Hoje existem inúmeras tecnologias disponíveis. Para um pequeno produtor, por exemplo, talvez seja mais interessante investir em palmtops, para outro pode ser bom ingressar em um portal de vendas de uma grande empresa. Ou ainda, no caso de uma empresa maior, com mais recursos para investir, pode valer a pena criar o o próprio portal de e-commerce, onde estejam presentes seus fornecedores.

6 Ações sociais de longa data r e s p o n s a b i l i d a d e s o c i a l Concursos culturais celebram marcos das ações da Fundação Cargill em Para este ano, projetos contemplam a qualidade de vida de comunidades carentes AFundação Cargill encerrou o ano de 2009 com poesia e arte. Em comemoração ao aniversário de 5 anos do Programa de grão em grão e de 10 anos do Fura-Bolo, foram lançados dois concursos culturais que envolveram a participação de milhares de jovens em todo o Brasil. O programa de grão em grão desenvolveu um concurso para filhos de funcionários. As crianças foram convidadas a escrever uma história em quadrinhos com o tema: Festança na Horta o Mister grão em grão está fazendo 5 anos. A iniciativa teve como objetivo divulgar o programa internamente e mostrar mais uma vez a importância da agricultura e do alimento seguro. Foram criadas três categorias, por faixa etária: dos 7 aos 8 anos, dos 9 aos 10 anos e dos 11 aos 12 anos. Os trabalhos passaram por uma pré-seleção, feita por um júri formado por nutricionista, prestador de serviço, funcionários da Cargill, de órgão público e um jornalista da região dos concorrentes. Depois desse processo, cada Unidade enviou trabalhos finalistas para o Escritório Central, em São Paulo, cujo júri era composto de funcionários da Cargill. Para garantir que os jurados soubessem avaliar de maneira crítica os desenhos, todos participaram de uma aula sobre a história dos quadrinhos, explica Denise Cantarelli, gerente da Fundação Cargill. O resultado foi anunciado no dia 18 de outubro e os premiados receberam MP3, radiogravador, patinete ou laptop infantil, entre outros itens. Para completar o presente, os pequenos puderam almoçar na empresa com os pais. Adorei participar, melhor foi ter o meu quadrinho escolhido e ainda levar o laptop para casa. Eu uso o computador quase todo dia, principalmente por causa da escola, conta Murilo Araújo Sacchi, vencedor da categoria de 7 a 8 anos, filho de Eder José da Silva Sacchi, operador de caldeira da Unidade de Três Lagoas. Além da satisfação dos jovens participantes, os voluntários que formaram o júri se mostraram muito contentes com o resultado. Foi prazeroso fazer parte dessa ação. Fiquei surpresa com os desenhos das crianças e feliz por contribuir com programas da Fundação. E mais: saí da minha rotina para aprender um pouco sobre história em quadrinhos. Valeu!, afirma Débora Sesti, analista de Marketing da Unidade Cacau & Chocolate e jurada do concurso de grão em grão. Espaço para a poesia Já o concurso do Fura-Bolo contou com a participação de 46 mil crianças de 13 cidades que fazem parte do programa, cujo objetivo é resgatar a cultura popular

7 em parceria com a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID), realizará uma intervenção com foco na área de saneamento básico da zona rural do município. Essa iniciativa conta com o apoio e a tecnologia desenvolvida pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Denominado Sistema de Saneamento Básico da zona rural ou Fossa Séptica Biodigestora, é um modo simples e econômico de tratar o esgoto na zona rural. e incentivar a leitura. Os participantes desenvolveram desenho ou poesia com o tema Uma história de folclore diferente. Os participantes foram divididos em dois grupos: alunos de 2º e 3º ano e de 4º e 5º ano. Os mais novos fizeram desenhos e os mais velhos, poesia. Como forma de reconhecimento e para dar oportunidade a essas crianças para mostrarem o que aprendem com o programa, a Fundação Cargill premiou um aluno por série, o que gerou dois vencedores por categoria (poesia e desenho). A primeira etapa de seleção dos trabalhos foi realizada por funcionários da Cargill das localidades atendidas pelo Programa, depois os finalistas passaram pelo júri de voluntários da Fundação Cargill. Outra iniciativa da Fundação Cargill para 2010 é a implementação do programa Fura-Bolo nas três escolas próximas à Usina Cevasa, localizada em Patrocínio Paulista (SP), uma empresa que tem 63% de participação da Cargill. Esse projeto beneficiará crianças. De fevereiro a abril serão realizados treinamentos sobre o programa para funcionários e professores e ainda ocorrerá a entrega de materiais escolares que fazem parte do Fura-Bolo. Devido à proximidade do município de Patrocínio Paulista, a cidade de Restinga também será beneficiada pelo Programa. Fotos: Arquivo Cargill Em oito anos de empresa, nunca pensei que iria passar por um coisa tão diferente. Durante o processo de seleção dos vencedores, tive de separar a emoção da razão. Não havia como olhar o nome, idade e local em que as crianças moravam, pois estavam tampados. Dei as notas para os desenhos de acordo com a melhor mensagem. Foi muito difícil, mas satisfatório, diz Rosa Souza, encarregada de Manutenção, jurada da categoria de 2º e 3º ano do concurso. Números do bem Em sua trajetória, a Fundação Cargill já colaborou com a educação de muitos brasileiros. Planos para 2010 Este ano, a Fundação Cargill incluiu ações que vão além do incentivo à educação e à cultura. Preocupada com as questões de higiene, saúde e bemestar dos moradores do município de Porto Velho (RO) que pertence ao bioma amazônico, a Fundação Cargill, Programa Fura-Bolo Em 10 anos: Aproximadamente 460 mil crianças beneficiadas 22 cidades já receberam o programa em 8 estados brasileiros Cerca de 1 milhão de livros distribuídos Programa de grão em grão Em 5 anos: 10 mil professores merendeiras Presente em 13 municípios de 8 estados 200 mil alunos atendidos 600 toneladas de alimentos produzidos em 7 estados

8 v i s ã o g l o b a l Perigo sob controle O risco faz parte de qualquer negócio. Saber identificar e fazer as melhores escolhas diante das incertezas são alguns dos fatores que determinam o bom desempenho de uma organização diante da crise Há mais de 150 anos, quando foram criadas as primeiras bolsas de valores, as empresas perceberam que era preciso estabelecer mecanismos de proteção contra perdas de patrimônio para atrair acionistas. Com o tempo, essas diretrizes foram evoluindo até ganhar um nome, gestão de risco. Hoje, a maioria das empresas tem comitês internos para cuidar de tudo o que diz respeito à avaliação de possíveis situações que possam comprometer a saúde da organi- zação. No Brasil, estima-se que 60% das grandes corporações se preocupam ativamente com a identificação de risco e soluções para eventuais crises, diz Fabiano Lima, professor dos cursos de MBA e de graduação de gestão de risco da USP (Universidade de São Paulo) de Ribeirão Preto (SP). Em muitas organizações, a identificação de cenários adversos como reveses financeiros, problemas ambientais e falhas de TI (Tecnologia da Informação) cabe a um comitê específico, encarregado também de apresentar soluções.

9 ferramentas de governança corporativa e detecção de riscos para evitar consequências ainda maiores, diz Belmiro Ribeiro Neto, coordenador do curso de Gestão de Risco e Comunicação de Crise da Fundação Getulio Vargas (FGV), de São Paulo (SP). Empresas que já tinham criado comitês internos de gestão de risco passaram com menor dificuldade pela crise. Outras viveram destinos diferentes e tiveram perdas consideráveis com a última crise econômica mundial, deflagrada em setembro de 2008 nos Estados Unidos, e acabaram sendo vendidas. O mercado aprendeu que a crise pode atingir qualquer um, diz o especialista, lembrando o risco ao qual estão expostas as empresas que não se preparam adequadamente. Mas a gestão de risco ainda é algo relativamente novo no Brasil. Foi só a partir do final dos anos 1990 que a ferramenta começou a tomar corpo no País, em grande parte graças a acontecimentos econômicos. O principal deles foi a crise cambial de 1999, quando houve uma rápida desvalorização do real ante o dólar, seguida de uma alta na taxa de juros, atingindo várias empresas. Naquele momento, muitas companhias perceberam a importância de investir em gestão de risco para poder lidar melhor, dali em diante, com situações de reviravoltas econômicas. No mesmo período, as estatais eram privatizadas, e os acionistas passaram a exigir a utilização de instrumentos de governança corporativa o que inclui a gestão de risco para ter maior segurança quanto à transparência e eficiência da administração. Foto: David Madison/GettyImages Ao mesmo tempo, em momento de volatilidade, as empresas que estiverem mais bem preparadas para avaliar os riscos, identificar sua origem exata, considerar os cenários possíveis e as consequências em cada um deles poderão sair-se melhor. Significa dizer que, mesmo diante do risco, há oportunidades. Enxergar essas oportunidades, no entanto, não é tarefa fácil e exige disciplina e experiência, adquiridas com o tempo. Ao estabelecer processos de gerenciamento de risco, as empresas assumem um compromisso com seus stakeholders de considerar variáveis de risco em suas decisões. Isso pode levar a uma postura mais prudente, pois as análises são feitas com maior profundidade Responsáveis pelas crises nas empresas Executivos 51% Funcionários abaixo do nível de gerência 31% No ano passado, quem ainda não tinha investido no gerenciamento de risco aprendeu uma dura lição. Na crise de 2008, que provocou a quebra de gigantes como a Merrill Lynch, a seguradora AIG e o banco Lehman Brothers, ficou evidente a necessidade de adotar boas Fonte: Institute for Crisis Management Outros 18%

10 v i s ã o g l o b a l e coerência. Dessa forma, as quedas em momentos de crise ou as surpresas tornam-se menos prováveis. Essa postura criará condições favoráveis para uma recuperação de performance no momento em que a crise passar ou oportunidade de assumir espaços deixados por outros competidores menos preparados. A tendência é que esse tipo de ferramenta, por ser capaz de apontar caminhos e soluções, seja mais utilizado inclusive pelas pequenas e médias empresas, diz Fabiano Lima, da USP. Solucionando crises Segundo o Institute for Crisis Management (ICM), dos Estados Unidos, 64% dos problemas são passíveis de ser detectados e solucionados antes de se transformarem em uma crise. Para que isso aconteça, no entanto, devem ser instituídos comitês dentro da organização com parâmetros para medir riscos e solucionar rapidamente tudo o que pode fazer a empresa ter sua imagem arranhada, ou mesmo impactos relevantes em seu patrimônio. Categorias de crises das empresas americanas em 2008 Financeira e crimes do colarinhobranco 31% Defeitos nos produtos e recalls 4% Outros 13% * Como ataques a escolas. Fonte: Institute for Crisis Management Ações de sindicatos 5% Violência no local de trabalho* 17% Processos trabalhistas 11% Má administração 10% Acidentes no local de trabalho 9% Gestão de risco na Cargill A Cargill atua em duas frentes na gestão de risco. Internamente, comitês em diversos países onde a empresa atua identificam e medem, localmente, os eventuais riscos que a empresa pode correr para crescer como investimentos financeiros e em equipamentos, construções de novas fábricas etc. e apontam aqueles que devem ser evitados. Além disso, a Cargill conta com um departamento de auditoria corporativa, área atrelada à governança corporativa, que levanta potenciais problemas relacionados ao risco de cada unidade. Há quatro bases da auditoria no mundo em Cingapura, na Inglaterra, nos Estados Unidos e no Brasil, com sede em São Paulo, que responde por toda a América Latina. Quando identificamos algum potencial risco relacionado a determinado processo ou negócio, propomos um projeto de auditoria para validarmos os controles internos implementados, no qual, através de testes, identificamos os riscos não controlados. Desta forma, auxiliamos a Unidade de Negócio a melhorar sua gestão. O alvo é sempre manter um razoável ambiente de controle que permita ao negócio atingir seus objetivos (No Control Breakdown), diz William Mills, representante de Auditoria Corporativa para a América Latina (Plataforma FIS e Proteína Animal). A Cargill é reconhecida no mundo como uma empresa de grande conhecimento em gerenciamento de risco de commodity, em grande parte graças aos mecanismos internos adotados há tempos, complementa. Há cerca de 16 anos, a Cargill criou um departamento que oferece a seus clientes ferramentas de gestão de risco para o setor de commodities, a Cargill Risk Management. Presente no Brasil há oito anos, a área vem crescendo e deve triplicar de tamanho nos próximos três anos, segundo Francisco Gomes, gerente de Risco de Commodity da Cargill. Entre as ferramentas de maior impacto entre os produtores rurais está o Garantia Plus, que garante um preço mínimo da cultura e participação em eventuais oscilações de preços no mercado. Assim, o produtor fica menos exposto a mudanças bruscas de preço, e pode se concentrar no gerenciamento do seu negócio, diz Gomes. Nosso objetivo é criar soluções de proteção customizadas, que ajudem nossos clientes a se prevenir contra riscos desnecessários, afirma. 10

11 Chegou a hora do sorvete Verão, calor, sorvete. Três palavras que combinam, se complementam. Principalmente em um país tropical como o Brasil. Tanto é verdade que, segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Sorvetes (Abis), durante todo o ano o Brasil produz 950 milhões de litros do produto, incluindo massa, picolé e a versão soft, que sai direto da máquina, mas cerca de 70% desse total é consumido apenas de janeiro a março. O Brasil está entre o 10º e 12º produtor de sorvetes do mundo, com consumo médio de 4,7 litros por ano por pessoa, o que significa menos de um terço do consumo per capita de alguns países nórdicos da Europa, como Finlândia e Dinamarca. Para Eduardo Weisberg, presidente da Abis, essa posição ainda é baixa pela capacidade de produção e de consumo do País. Essa é uma questão cultural. As pessoas não entendem o sorvete como alimento, mas como uma guloseima refrescante. Queremos mudar essa visão, diz. Mercado em expansão Variedade de ingredientes Esse mercado tem um grande potencial de crescimento no País, mas primeiro o brasileiro precisa mudar seu hábito de consumo Para Weisberg, o sorvete precisa ser percebido também pelos nutrientes que contém, como proteínas, ferro, vitaminas, cálcio e fósforo. A partir disso, o brasileiro passará a consumi-lo não apenas no verão, mas em todas as estações do ano. Existem hospitais nos quais nutricionistas incluíram o sorvete no cardápio dos pacientes. Para crianças com câncer de garganta, por exemplo, o alimento ajuda na nutrição e na manutenção do peso, pois os pequenos não precisam mastigar, explica o presidente da Abis. Nos últimos sete anos, o mercado cresceu 20% em consumo per capita e, atualmente, as 10 mil empresas do setor movimentam cerca de R$ 2 bilhões por ano. Uma das explicações para essa ampliação em vendas é a inovação de produtos. São sabores e texturas diferentes que têm atraído cada vez mais consumidores, sejam eles crianças, adultos ou idosos. Para incrementar ainda mais o mercado, a Abis tem planos para a exportação de sorvetes de frutas tropicais e a inclusão do alimento na merenda escolar. Foto: Arquivo Arco W/PhotoXpert - RF c o n s u m o A Cargill oferece um dos mais completos portfólios de ingredientes para o mercado de sorvetes. A linha é composta por gorduras vegetais, pós de cacau, coberturas de chocolate para picolés, compounds, casquinhas, preparo de flocos de chocolate, preparados de frutas para recheios, coberturas e misturas para a massa, xaropes de glucose, glucose em pó, aromas variados, soro de leite e edulcorantes para produtos light. A variedade de ingredientes traduz a intenção da empresa de se fortalecer nesse segmento e se tornar referência. Em 2009, iniciamos um trabalho diferenciado, apresentamos ingredientes alinhados às principais tendências de mercado e, com isso, tivemos crescimento em nossa participação, afirma Erivelton Peixoto, líder de categoria da área de Tecnologia da Cargill. Para o primeiro semestre deste ano, os clientes da empresa podem aguardar diversas inovações, tanto em produtos como em serviços. 11

12 Na batalha contra o aquecimento global r e s p o n s a b i l i d a d e s o c i a l Vários temas foram discutidos em Copenhague para redução de emissão de CO 2. As empresas também estão incluindo cada vez mais a responsabilidade ambiental em sua agenda Desde a primeira Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente, em 1972 na Suécia, cientistas alertam os líderes mundiais sobre a interferência das atividades humanas no clima do planeta. O assunto, porém, só tomou fôlego em 1997, com a assinatura do Protocolo de Kyoto. O documento sugere a redução de emissões de gases do efeito estufa para os países que aderiram ao acordo e, no caso dos grandes poluidores, impõe metas de redução, tomando como parâmetro os níveis de Para que fosse efetivo, deveria ter sido ratificado por todos os países desenvolvidos, cuja soma de emissões de gás carbônico representava 55% do total. Em dezembro do ano passado, mais de 190 países se reuniram para a Conferência sobre Mudança Climática da ONU, em Copenhague, na Dinamarca. Na ocasião, líderes discutiram mais uma vez sobre as grandes taxas de emissões de CO 2 e as possibilidades de redução tanto de países desenvolvidos quanto naqueles que estão em crescimento, como o Brasil. O governo brasileiro anunciou o compromisso voluntário de diminuir entre 36,1% e 38,9% suas emissões até 2020, das quais 20% se referem à redução do desmatamento. Mesmo depois de muitos discursos, inclusive alinhados, sobre a importância de atitudes severas para diminuir a emissão de CO 2, a COP15 não fechou nenhum acordo formal. Não há prazo estipulado para cortes nas emissões. Só ficou a promessa de doação, pelos países ricos, de US$ 100 bilhões, para ajudar as nações em desenvolvimento a adaptar sua economia e investir em ações ambientais. Um dos desafios do Brasil é diminuir as emissões na produção agrícola, responsável por 14% dos gases do efeito estufa, enquanto o desmatamento da Amazônia corresponde a 17% e as queimadas emitem entre 50% e 70% de CO 2. A proposta do governo é a redução de 5% a 6%. Isso significa rever processos para gerar menos CO 2 e, também, fixar carbono emitido no ar. É necessário que adotemos boas práticas agrícolas com o uso da tecnologia. Com isso, teremos uma agricultura eficiente e ao mesmo tempo sustentável, afirma Eduardo Assad, coordenador da Plataforma de Pesquisas de Mudanças Climáticas da Embrapa. Além do compromisso do governo federal, a preocupação com o meio ambiente também é pauta de discussão entre as empresas. Alguns setores têm realizado inventário de suas emissões e tentado diminuir esse impacto. É preciso que as companhias entendam que o termo sustentável é, na verdade, uma prática que vai nos posicionar melhor no mercado, não nos prejudicar, diz Fernanda Carvalho, coordenadora política para Mudança do Clima da The Nature Conservancy (TNC), organização não governamental americana que atua em mais de 30 países. Práticas sustentáveis Dentro da Cargill foi criado um Comitê Internacional que discute as mudanças climáticas e os impactos das emissões da atividade industrial. No Brasil, a empresa já realiza um inventário de suas emissões em cada uma das Unidades de Negócio. Entre as principais ações da empresa no País está a substituição da queima de óleo diesel (BPF), para a geração de energia na fábrica, pela biomassa energia renovável proveniente do eucalipto, que emite menor quantidade de CO 2. Praticamente zeramos o consumo de BPF nas Unidades. Em muitos casos, nós produzimos 12

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