PLANO INTEGRADO DE ENFRENTAMENTO À FEMINIZAÇÃO DA EPIDEMIA DA AIDS E OUTRAS DST DO ESTADO DO PARÁ

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1 PLANO INTEGRADO DE ENFRENTAMENTO À FEMINIZAÇÃO DA EPIDEMIA DA AIDS E OUTRAS DST DO ESTADO DO PARÁ

2 2010. Governo do Estado do Pará. Secretaria de Estado de Saúde Pública É permitida a reprodução parcial ou total desde que citada a fonte. Tiragem: exemplares ELABORAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO E INFORMAÇÕES Secretaria de Estado de Saúde Pública Coordenação Estadual de DST/AIDS/Hepatites Virais Rua Presidente Pernambuco, 489 CEP: Bairro: Batista Campos Belém-Pará Publicação financiada com recursos da Política de Incentivo (Portaria n.º 2313, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2002) por meio do Plano de Ações e Metas da Secretaria de Estado de Saúde Pública de Governadora do Estado Ana Júlia de Vasconcelos Carepa Secretária de Estado de Saúde Pública Maria Sílvia Martins Comarú Leal Diretora Técnica Domingas Alves de Sousa Coordenador Estadual de DST/AIDS/HV Lourival Rodrigues Marsola Técnico da CE de DST/AIDS, Articulador com as OSC Ricardo Alexandre Monteiro de Brito Técnica da CE de DST/AIDS responsável pela Unidade de Prevenção, Promoção e Proteção Sílvia Maria Gonçalves da Silva

3 GRUPO DE TRABALHO: 1. Secretaria de Estado de Saúde Pública do Pará: CE de DST/AIDS do Estado do Pará; CE de Saúde da Mulher; CE da Saúde da Criança; CE de Saúde do Adolescente; CE de Saúde Indígena e das Populações Tradicionais; Centros Regionais de Saúde (CRS); NUEPI 2. SEGUP 3. SEJUDH 4. Secretaria Municipal de Saúde de Belém: CM de DST/AIDS-Belém; 5. ONG/OSC: RNP de Belém e Marituba; FEMEPA; SINTDAC; GEMPAC; MOPROM; MMCC; ACYIOMI CEDENPA 6. OAB-Pará.

4 INTRODUÇÃO: A Secretaria de Estado de Saúde Pública por meio da Coordenação Estadual de DST/AIDS com apoio do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde apresentam às instituições que atuam no campo dos direitos humanos, direitos sexuais e direitos reprodutivos das mulheres paraenses o Plano Integrado de Enfrentamento à Feminização da Epidemia da Aids e outras DST do Estado do Pará. A elaboração do plano contou com Grupo de Trabalho composto pela SESPA (CE de DST/AIDS, CE de Saúde da Mulher, CE de Educação em Saúde, CE de Saúde Indígena e das Populações Tradicionais, CE de Saúde da Criança, CE de Saúde dos Adolescentes), SEJUDH, SEGUP, 13 Centros Regionais de Saúde, NUEPI, Coordenação Municipal de DST/AIDS de Belém, SEJUDH, SEGUP, Organizações da Sociedade Civil (RNP Belém e Marituba; MOPROM, MMCC, GEMPAC, FEMEA, SINTDAC, ACYIOMI) e OAB-Pará. Esta parceria teve como principal meta reunir esforços na tentativa de reduzir à vulnerabilidade das mulheres paraenses a infecção pelo HIV/AIDS e demais doenças sexualmente transmissíveis. Para tanto, deve ser estabelecido estratégias intersetoriais que possam acelerar o acesso aos insumos de prevenção, ao diagnóstico e ao tratamento das doenças sexualmente transmissíveis e da AIDS, para as mulheres das diferentes regiões do Pará. Os componentes econômicos, socioculturais, raciais e étnicos que estruturam as desigualdades sociais devem ser considerados. A violência doméstica e sexual contra mulheres e meninas, bem como a discriminação e o preconceito relacionados à lesbianidade, bissexualidade feminina e transexualidade são agravantes na desigualdade entre homens e mulheres. Caso estes fatores não sejam considerados, o Plano poderá ter comprometido o alcance de seus objetivos. O cumprimento das metas previstas no Plano depende do empenho de todos: gestores, profissionais de saúde e participação ativa da comunidade para que as diferentes necessidades das mulheres possam ser contempladas.

5 JUSTIFICATIVA A epidemia de AIDS tornou-se uma realidade para mulheres brasileiras desde 1980, quando ocorreram as primeiras notificações. No Estado do Pará, o primeiro caso de notificação de AIDS no sexo feminino foi em A partir de então, o número de casos em mulheres vem aumentando anualmente e em 2008 a razão de homens/mulheres infectados era de 1,5. O Plano Integrado de Enfrentamento da Feminização da Epidemia de AIDS e outras DST visa a ampliar, por meio de ações intra e intersetoriais, os trabalhos que vêm sendo realizados na área de promoção aos direitos sexuais e reprodutivos, diagnóstico, assistência, prevenção e tratamento de DST/HIV/AIDS e apoio às mulheres que vivem com HIV e AIDS. Mundialmente, as mulheres representam 50% do número de pessoas adultas vivendo com HIV. Alguns dados sobre a infecção pelo HIV/AIDS no mundo devem ser ressaltados: Estima-se que 90% das pessoas vivendo com HIV, em todo o mundo, não sabem que estão infectadas, e menos de 10% das mulheres grávidas fizeram teste de HIV; A maioria das 17,6 milhões de mulheres vivendo com HIV/AIDS estão em idade reprodutiva; A prevalência da infecção pelo HIV em mulheres grávidas é bastante diversa em todo o mundo, variando desde menos 1%, como no Brasil, a mais de 20%, como na África Subsaariana; No Brasil, até junho de 2009, 65,4% dos casos de AIDS foram do sexo masculino ( casos) e 34,6% do feminino ( casos); No Estado do Pará, até junho de 2009, casos de AIDS foram notificados. Trinta e seis por cento (3.398 casos) foram em mulheres. Portanto, seguindo a tendência nacional; Em 2008, a incidência de AIDS no Estado foi de 17,3 casos por habitantes, sendo no sexo masculino maior (20,4) que no feminino (14,1). Porém, em ambos os sexos a epidemia está em crescimento;

6 Observa-se também que no do período de , cento e vinte (84%) dos 143 municípios do Estado apresentam pelo menos um caso notificado de AIDS. Este dado demonstra que a epidemia vem apresentando um caráter de interiorização. As DST são muitas vezes assintomáticas, principalmente entre mulheres, dificultando o diagnóstico precoce e facilitando a ocorrência de complicações, como infertilidade e gravidez fora do útero (ectópica). Vários fatores, além das características biológicas, contribuem para que as mulheres estejam mais suscetíveis às DST, como as relações desiguais entre homens e mulheres, a falta de oportunidade de falar sobre sexualidade e conhecer seu corpo, a dificuldade em negociar o sexo protegido, o não uso do preservativo com o/a parceiro/a, as condições socioeconômicas e culturais que podem limitar o seu acesso a serviços, a falta de ações e informações adequadas. Com a evolução da epidemia do HIV, as DST assumiram um papel ainda mais relevante, uma vez que facilitam a propagação do HIV. As lesões provocadas pelas DST possibilitam a entrada do vírus no organismo, aumentando os riscos de uma pessoa se infectar pelo HIV em até 10 vezes no caso de sífilis, seis vezes no caso da clamídia, nove vezes nos casos de herpes genital e gonorréia e em até 18 vezes pela presença de úlceras genitais, por exemplo.

7 OBJETIVO GERAL: Enfrentar a feminização da epidemia do HIV/AIDS e outras DST por meio da redução das vulnerabilidades que atingem as mulheres, estabelecendo políticas de prevenção, promoção e atenção integral. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1. Promover o acesso universal à atenção integral em DST/AIDS para as mulheres; 2. Reduzir a morbidade das mulheres relacionadas as DST; 3. Reduzir os índices de violência sexual e doméstica contra as mulheres; 4. Reduzir a Transmissão Vertical do HIV e da sífilis; 5. Promover a qualidade de vida das mulheres vivendo com HIV/AIDS, no âmbito dos direitos humanos, direitos sexuais e direitos reprodutivos. METAS E ATIVIDADES: Meta 1: Garantir até dezembro de 2011 recursos para a execução de ações previstas neste Plano. 1) Realizar encontro entre gestores municipais e dos Centros Regionais de Saúde para sensibilização referente às temáticas das mulheres (geral e populações específicas). 2) Articular com os movimentos sociais para pautar a discussão sobre temáticas relacionadas a população de mulheres para divulgação do Plano nos encontros programados pelo Estado e municípios; 3) Articular com os municípios com PAM que garantam a participação da sociedade civil nas oficinas de discussão e elaboração dos PAM municipais; 4) Pautar a relevância do enfrentamento da feminização da epidemia de DST/HIV/AIDS e outras DST nas reuniões com os CRS e com os municípios que têm PAM. Secretaria de Estado de Saúde Pública: Coordenação Estadual de DST/AIDS e Coordenação Estadual de Hepatites Viral; Centros Regionais de Saúde Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos; Coordenações Municipais de DST/AIDS; Municípios que possuem recursos dentro da política de incentivo de DST/AIDS (Plano de Ações e Metas); Organizações da Sociedade Civil.

8 Meta 2: Ampliar a discussão sobre a sexualidade na população feminina e as suas especificidades, direcionando para 100% dos pólos macroregionais: a) Realizar seminários para debates sobre direitos sexuais e reprodutivos das mulheres nas cidades-pólo de macrorregiões do Estado. b) Produzir e distribuir material informativo para as mulheres dos pólos macroregionais. c) Fazer avaliação junto aos 13 CRS da existência de ações voltadas para o enfrentamento da epidemia de AIDS e outras DST. Secretaria de Estado de Saúde Pública: Coordenação Estadual de DST/AIDS/Hepatites Viral; Centros Regionais de Saúde; Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos; Coordenações Municipais de DST/AIDS; Municípios que possuem recursos dentro da política de incentivo de DST/AIDS (Plano de Ações e Metas); Organizações da Sociedade Civil. Meta 3: Reduzir a Sífilis Congênita de acordo com as metas previstas no Plano Estadual de Erradicação da Sífilis Congênita: previstas no Plano de Erradicação da Sífilis Congênita no Estado do Pará Cronograma: até dezembro de 2013 Meta 4: Ampliar a rede de atenção para atendimento de mulheres vítimas de violência sexual no Estado do Pará (para oito municípios com população acima de habitantes e três municípios estratégicos). a) Realização de seminário para diagnóstico situacional do atendimento às vítimas de violência sexual no estado e apresentação de ações; b) Sensibilização dos gestores e capacitação dos profissionais de saúde nos municípios selecionados; c) Acompanhamento da implantação dos serviços e monitoramento dos serviços já em atividade; d) Organizar o atendimento com foco a prevenção da infecção pelo HIV/AIDS com disponibilização de insumos de diagnóstico bem como de medicamentos. SESPA: CE de DST/AIDS/HV, CE de Saúde da Mulher, CE de Saúde do Adolescente, CE de Saúde da Criança, Centros Regionais de Saúde; SEJUDH; Secretarias Municipais de Saúde; Fórum ONG/AIDS do Estado do Pará; OAB Pará; CEDM (Conselho Estadual de Defesa da Mulher);

9 SUSIPE. Meta 5: Ampliar as ações nas UBS de 100% dos municípios com incentivo DST/AIDS em relação à saúde sexual e reprodutiva dos adolescentes: a) Promover articulações entre o Grupo Gestor Estadual do Saúde e Prevenção nas Escolas e os municípios com o intuito de ampliar as ações de orientação, prevenção e promoção à saúde sexual e reprodutiva dos adolescentes, nas UBS da área de abrangência das escolas (SPE); b) Capacitar os profissionais de saúde de 100% das UBS responsáveis pela área de abrangência onde existem escolas do 2º grau nos municípios selecionados; c) Produção e distribuição de material educativo em relação à prevenção de DST/AIDS e saúde sexual e reprodutiva. SESPA: CE de DST/AIDS/HV; CE de Saúde do Adolescente; CE de Saúde da Mulher; Centros Regionais de Saúde; Grupo Gestor Estadual do Saúde e Prevenção nas Escolas; Secretarias Municipais de Saúde e de Educação; Fórum ONG/AIDS do Pará. Meta 6. Ampliar as ações de sexual e reprodutiva das mulheres para as UBS e ESF de 100% dos municípios com mais de habitantes: a) Capacitar profissionais de saúde para promoção da saúde sexual e reprodutiva de 50% das UBS nos municípios selecionados; b) Produção e distribuição de material educativo voltado às DST/AIDS/HV; c) Distribuição de insumos de prevenção nas UBS e pelas equipes de ESF. SESPA: CE de DST/AIDS/HV; CE de Saúde da Família, CE de Saúde da Mulher, CE de Saúde do Adolescente, Centros Regionais de Saúde; Secretarias Municipais de Saúde; Fórum ONG/AIDS do Pará. Meta 7: Implantar o Plano Estadual para Ampliação pela Testagem ao HIV, Hepatites Virais e Sífilis para atendimento das mulheres do Estado a) Descentralizar o diagnóstico da infecção pelo HIV para unidades básicas de 100% dos municípios com PAM. b) Descentralizar o diagnóstico da infecção pelo HIV em UBS de 50% dos

10 municípios com mais de 50 mil habitantes. c) Ofertar aconselhamento e testagem anti-hiv às mulheres em CTA itinerantes em locais e eventos estratégicos, tais como: grupos pertencentes à movimentos sociais, populações tradicionais e especiais (indígenas, quilombolas, profissionais do sexo, transsexuais, populações de assentamento e ribeirinhas)municípios do estado onde não há CTA, praças, universidades, penitenciárias, etc. d) Pactuar junto aos serviços com CTA a realização de atividades extra-muro bem como horário de atendimento a mulheres em situação de maior vulnerabilidade. e) Articular junto aos municípios para que durante o pré-natal haja realização de pelo menos 02 (dois) VDRL e 02 (dois) testes anti-hiv para as mulheres durante o pré-natal. SESPA: CE de DST/AIDS/HV; CE de Saúde da Família; CE de Saúde da Mulher, CE de Saúde do Adolescente, Centros Regionais de Saúde; Secretarias Municipais de Saúde; Fórum ONG/AIDS do Pará. Meta 8: Promover o acesso ao serviço de saúde em relação a saúde sexual e reprodutiva a 100% da população feminina presa e em cumprimento de medidas sócio educativas: a) Capacitar profissionais das equipes de saúde das Unidades Prisionais e das Unidades de Medidas Socioeducativas, assim como das UBS de referência, em relação à saúde sexual e reprodutiva das mulheres. b) Realizar capacitações voltadas aos direitos humanos das pessoas vivendo com HIV/AIDS que se encontra em regime privado de liberdade. c) Treinar profissionais de saúde das Unidades de Medidas Socioeducativas para atenção à saúde do adolescente em relação à direitos sexuais e reprodutivos. d) Capacitar profissionais de saúde das unidades quanto à redução de danos. e) Disponibilizar preservativos femininos e masculinos às mulheres detentas do sistema prisional e das unidades de medidas socioeducativas. f) Promover o acesso ao pré-natal, parto e puerpério para as mulheres privadas de liberdade. g) Ter profissionais de saúde habilitados para realizar o teste rápido para diagnóstico da infecção pelo HIV bem como realizar aconselhamento pré e pós-teste para detentas do sistema prisional e das unidades de medidas socioeducativas. h) Pactuar junto aos SAE o encaminhamento para acompanhamento das mulheres detectadas com diagnóstico sorológico para infecção pelo HIV/AIDS i) Produzir e distribuir material educativo voltado a prevenção das DST/AIDS/HV bem como de incentivo a realização da testagem para o HIV.

11 SESPA: CE de DST/AIDS/HV; CE de Saúde da Mulher; CE de Saúde do Adolescente; Centros Regionais de Saúde; Secretarias Municipais de Saúde; SEGUP; SUSIPE. Meta 9. Garantir os insumos de diagnóstico (testes rápidos para diagnóstico da infecção pelo HIV), insumos de prevenção/tratamento (profilaxia antirretroviral e fórmula láctea) a 100% das maternidades cadastradas no Projeto Nascer Maternidades: a) Manter e implementar as ações do Projeto Nascer Maternidades a 100% das maternidades com mais de 600 partos ao ano. b) Realizar monitoramento das maternidades participantes do Projeto Nascer Maternidades com elaboração de relatórios. c) Realizar um (01) encontro anual das maternidades cadastradas no Projeto Nascer Maternidades. d) Organizar a logística de distribuição de insumos bem como de medicamentos. SESPA: CE de DST/AIDS/HV; CE de Saúde da Mulher; CE de Saúde da Criança; Centros Regionais de Saúde; Secretarias Municipais de Saúde. Meta 10: Implantar a Agenda Mínima de Prevenção PostHIVa do Estado para as mulheres vivendo com HIV/AIDS: a) Implantar no Estado o atendimento de usuárias com lipodistrofia. b) Produção de material educativo específico sobre prevenção de DST/AIDS contemplando as especifidades dos grupos. c) Realizar um encontro anual para usuárias vivendo com HIV/AIDS. d) Articular junto aos municípios com SAE a realização de oficinas de geração de renda. e) Elaborar material educativo sobre direitos humanos de PVHA. f) Avaliar a qualidade de atendimento dos serviços especializados no atendimento de pessoas com infecção pelo HIV/AIDS. g) Articular junto aos municípios o cumprimento da pactuação de medicamentos para tratamento das DST e para infecções oportunistas. h) Estimular os SAE a realização de atividades de adesão ao tratamento. i) Realizar em parceria com os municípios, atividades de capacitação com objetivo de melhorar a qualidade de atendimento nos SAE incluindo assuntos referentes a saúde sexual e reprodutiva. j) Apoiar projetos sociais voltados a mulheres que vivem com HIV/AIDS. k) Garantir a inclusão da temática de mulheres vivendo com HIV/AIDS nos editais de apoio a projetos comunitários

12 SESPA: CE de DST/AIDS/H; CE de Saúde da Mulher; Centros Regionais de Saúde; Secretarias Municipais de Saúde (SAE) RNP + Fórum ONG/AIDS do Pará Meta 10: Reduzir a vulnerabilidade das mulheres em relação ao HIV/AIDS/Hepatites Virais e abuso de álcool e outras drogas, em 100% municípios com política de incentivo: a) Ações de prevenção em relação às DST/AIDS/HV, uso abusivo de álcool e outras drogas com comunidades de maior vulnerabilidade, através de oficinas de trabalhos semestrais para mulheres usuárias de drogas e álcool formando multiplicadores (100 pessoas/oficina). b) Produção e distribuição de material gráfico específico c) Realizar oficinas para profissionais de saúde que atendem esta população vulnerável. SESPA: CE de DST/AIDS/HV; CE de Saúde Mental; Centros Regionais de Saúde; Programas Municipais de DST/AIDS; Fórum ONG/AIDS do Pará. Meta 11: Realizar atividades de diagnóstico; prevenção, promoção e proteção; controle social voltadas às populações especiais e tradicionais em maior situação de vulnerabilidade a AIDS e outras DST: Atividades a) Mapear as populações especiais e tradicionais. b) Organizar ações voltadas a capacitações de movimentos sociais sobre sensibilização a testagem ao HIV e outras DST. c) Organizar fluxo de referencia nos locais onde não há ESF. d) Capacitar ESF nas populações nas quais existem. e) Apoiar a realização de ações móveis de ampliação ao diagnóstico em regiões nas quais não existem serviços habilitados para testagem. f) Disponibilizar insumos de prevenção e material de educação para estas populações. SESPA: CE de DST/AIDS/HV; CE de Saúde da Mulher; CE de Saúde Indígena e de Populações Tradicionais; Centros Regionais de Saúde; Fórum ONG/AIGS do Pará e Organizações da Sociedade Civil; FUNASA

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