LEI GERAL DA MICRO E PEQUENA EMPRESA LC 123/2006 SIMPLES NACIONAL (SUPER SIMPLES)

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1 A s s e s s o r i a C o n t á b i l Av. Maruípe, 2.260, 2º andar - Itararé - Vitória/ES. Cep: Em frente ao Supermercado Pontes Telefax: (27) LEI GERAL DA MICRO E PEQUENA EMPRESA LC 123/2006 SIMPLES NACIONAL (SUPER SIMPLES) Artigo elaborado por Adriano de Figueiredo Ferreira, Empresário Contábil, Professor de Contabilidade pelo Senac e Instrutor contratado pelo Sebrae e Fenacon para multiplicar a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa no Estado do Espírito Santo. Vitória, Agosto de 2007

2 1 Apresentação da LC 123/2006 Lei Geral é o novo Estatuto Nacional das Microempresas e das Empresas de Pequeno Porte. Instituída pela Lei Complementar n º123,de 14 de dezembro de 2006, vem estabelecer normas gerais relativas ao tratamento diferenciado e favorecido a ser dispensado às Microempresas (MEs)e Empresas de Pequeno Porte (EPPs) no âmbito dos Poderes da União,dos Estados,do Distrito Federal e dos Municípios, nos termos dos artigos 146,170 e 179 da Constituição Federal. 1.1 Conceito de ME e EPP A definição de microempresa e de empresa de pequeno porte quanto aos limites de receita bruta anual segue as mesmas diretrizes adotadas pela Lei do Simples Federal (Lei n º9.317/96) que foi revogada em 1 º de julho de Microempresa (ME):pessoa jurídica que aufere em cada ano-calendário,receita bruta igual ou inferior a R$ ,00 (duzentos e quarenta mil reais); Empresas de Pequeno Porte (EPP):pessoa jurídica que aufere em cada anocalendário, receita bruta superior a R$ ,00 (duzentos e quarenta mil reais) e igual ou inferior a R$ ,00 (dois milhões e quatrocentos mil reais). 1.2 Entrada em vigor da Lei Nos termos do art.88,a Lei Geral entra em vigor na data de sua publicação (dia 15/12/2006), ressalvado o regime de tributação das microempresas e empresas de pequeno porte (Simples Nacional), que entra em vigor em 1 º de julho de Benefícios da Lei Geral a) Regime unificado de apuração e recolhimento dos impostos e contribuições da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, inclusive com simplificação das obrigações fiscais acessórias; b) Desoneração tributária das receitas de exportação e substituição tributária; c) Dispensa no cumprimento de certas obrigações trabalhistas e previdenciárias; d) Simplificação no processo de abertura, alteração e encerramento das MPEs; e) Facilitação no acesso a crédito e ao mercado; f) Preferência nas compras públicas; g) Estímulo à inovação tecnológica; h) Incentivo ao associativismo na formação de consórcios simples para fomentação dos negócios; i) Incentivo à formação de consórcios para acesso a serviços de segurança e medicina do trabalho; Página 2

3 j) Regulamentação da figura do pequeno empresário criando condições para sua formalização; l) Parcelamento de dívidas tributárias para adesão ao Simples Nacional; m) Simplificação nas deliberações sociais; n) Protesto de títulos das MPE s, ou seja, redução dos emolumentos de protesto das MPE s, além da dispensa de algumas obrigações; o) Acesso aos Juizados Especiais de Pequenas Causas; p) Conciliação, Mediação e Arbitragem, para solucionarem os conflitos extrajudicialmente com fornecedores, clientes, empregados, concorrentes, etc 3 Simples Nacional Simples Nacional é o Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, instituído pela Lei Geral LC 123/2006. A idéia do Simples Nacional originou-se da necessidade de unificar, dentro do possível, a complexa legislação tributária atualmente aplicável às MPEs em âmbito Federal, Distrito Federal, Estados e Municípios. Nesse sentido, o sistema Simples Nacional ou Supersimples, como também é conhecido, substitui todas essas legislações. Em âmbito federal, as MPEs conviviam com a Lei do Simples (Lei n º9.317/96) que concedia benefícios tributários às MPEs. Considerando que os Estados se recusaram a aderir ao Simples Federal incluindo o ICMS à mesma sistemática de recolhimento dos impostos e contribuições federal, acabaram por fazer suas próprias leis de incentivo às MPEs. Tanto a Lei do Simples quantos as leis estaduais de incentivo às MPEs foram revogadas em 30/06/2007, dando lugar ao Simples Nacional. 3.1 Limites e Sublimites de Receita Bruta no Simples Nacional Como regra, o Simples Nacional adota os seguintes parâmetros de limite de receita bruta anual para as MPEs: Microempresa (ME): receita bruta igual ou inferior a R$ ,00; Empresas de Pequeno Porte (EPP): receita bruta superior a R$ ,00 e inferior a R$ ,00 No entanto, para efeito de recolhimento do ICMS e do ISS na forma do Simples Nacional, a Lei Geral estabelece exceções à regra aos Estados que tiverem participação no PIB de até 5%. A opção feita pelo Estado vincula os municípios nele localizados. Trata-se de medida facultativa, isto é, o Estado decidirá se adota os limites acima ou se opta por um dos sublimites abaixo, de acordo com sua participação no PIB: Página 3

4 I Estado com PIB inferior a 1% poderá estabelecer o sublimite de receita bruta anual até R$ ,00; II Estado com PIB entre 1 e 5% poderá estabelecer o sublimite de receita bruta anual até R$ ,00; III Estado com PIB igual ou superior a 5% obriga-se a adotar o limite normal de receita bruta anual. Convém repetir que a adoção desses sublimites pelo Estado vale somente para efeito de recolhimento do ICMS e do ISS na forma do Simples Nacional em seus respectivos territórios. De acordo com o IBGE o Estado do Espírito Santo tem uma participação no PIB de 1,8%, e por esse motivo adotou o sublimite de R$ ,00 para o ano de As MPEs que ultrapassarem os sublimites de receita bruta estarão automaticamente impedidas de recolher o ICMS e o ISS na forma do Simples Nacional no ano-calendário subseqüente ao que tiver ocorrido o excesso. 3.2 Impostos e Contribuição que integram o Simples Nacional O Simples Nacional implica o recolhimento mensal, mediante documento único de arrecadação, dos seguintes impostos e contribuições: I Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica - IRPJ ; II Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI, exceto importação; III Contribuição Social sobre o Lucro Líquido - CSLL ; IV Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - COFINS, exceto importação; V Contribuição para o PIS/Pasep, exceto importação; VI INSS, a cargo da pessoa jurídica.com exceção de certas prestadoras de serviços; VII Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS; VIII Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISS. As MPEs optantes pelo Simples Nacional também estão dispensadas do pagamento: a. das contribuições instituídas pelas entidades de serviço social autônomo, dentre elas o Sebrae, o Senai, Senac, Sesi, Sesc, Senat; b. da contribuição sindical patronal instituída pela CLT; c.das demais contribuições instituídas pela União. Permanecem obrigatórios os demais tributos de competência da União, dos Estados, do Distrito Federal ou dos Municípios, não dispensados expressamente acima, entre eles: o IOF; Imposto de Importação; PIS, Cofins e IPI na importação; Imposto de Exportação; Página 4

5 IPTR; INSS relativo ao empregado e ao empresário; CPMF; FGTS; ICMS e ISS em regime de substituição tributária e na importação; etc. 3.3 Pessoas Jurídicas impedidas de participar da Lei Geral Há algumas vedações ao sistema da Lei Geral e, consequentemente, ao Simples Nacional. Nos termos da lei, não poderão ingressar e se beneficiar do regime diferenciado e favorecido previsto na Lei Geral as pessoas jurídicas: I de cujo capital participe outra pessoa jurídica; II que seja filial,sucursal,agência ou representação, no País, de pessoa jurídica que tenha sede no exterior; III de cujo capital participe pessoa física inscrita como empresário ou que seja sócia de outra empresa beneficiada pela Lei Geral, desde que a receita bruta global ultrapasse o limite da EPP (R$ ,00); IV cujo titular ou sócio participe com mais de 10% do capital de outra empresa não beneficiada pela Lei Geral, desde que a receita bruta global ultrapasse o limite de EPP; V cujo sócio ou titular seja administrador ou equiparado de outra pessoa jurídica com fins lucrativos, desde que a receita bruta global ultrapasse o limite de EPP; VI cooperativas, salvo as de consumo; VII que participe do capital de outra pessoa jurídica; VIII instituição financeira, corretora ou distribuidora de títulos, valores mobiliários e câmbio, arrendamento mercantil, seguros e previdência em geral; IX resultante de cisão ou qualquer outra forma de desmembramento de pessoa jurídica ocorrido nos últimos 5 anos; X sociedade por ações; XI que explore atividade de prestação de serviços de assessoria creditícia. Exemplo:factoring; XII que tenha sócio domiciliado no exterior; XIII de cujo capital participe entidade da administração pública; XIV que preste serviço de comunicação; XV que possua débito com o INSS, ou com as Fazendas Públicas Federal, Estadual ou Municipal, cuja exigibilidade não esteja suspensa; XVI que preste serviço de transporte intermunicipal e interestadual de passageiros; XVII que seja geradora, transmissora ou distribuidora de energia elétrica; XVIII que exerça atividade de importação ou fabricação de automóveis e motocicletas; XIX que exerça atividade de importação de combustíveis; XX que exerça atividade de produção ou venda no atacado de bebidas alcoólicas, bebidas tributadas pelo IPI com alíquota específica, cigarros, cigarrilhas, charutos, filtros para cigarros, armas de fogo, munições e pólvoras, explosivos e detonantes; XXI que preste serviços de cunho intelectual, de natureza técnica, científica, desportiva, artística ou cultural, que constitua profissão regulamentada ou não, bem como a que preste serviços de instrutor, de corretor, de despachante ou de qualquer tipo de intermediação de negócios; XXII que realize cessão ou locação de mão-de-obra; XXIII que realize atividade de consultoria; Página 5

6 3.4 Forma de Tributação Base de Cálculo A base de cálculo do tributo é o valor sobre o qual o contribuinte aplica uma alíquota e encontra o valor do tributo devido. No caso do Simples Nacional, a base de cálculo é o valor da receita bruta mensal. Para efeito de determinação da alíquota, a MPE utilizará a receita bruta acumulada nos 12 meses anteriores ao do período de apuração. Exemplificando: Suponhamos que uma ME ou EPP precisa calcular o tributo referente ao mês de Julho/07 (que deverá ser pago até o dia 15/08/07). No Simples Nacional a empresa deverá considerar os últimos 12 meses de receita bruta. Isto é, terá que somar as receitas desde Julho/06 até Junho/07. Segregação de Receitas por Atividade O Simples Nacional estabelece diferenças na tributação de MPEs que atuam no comércio, indústria e serviços. A Lei Geral optou por um sistema que desse maior justiça tributária às MPEs. Para tanto, a segregação de suas receitas foi a medida encontrada para solucionar o problema. O comércio, a indústria e os serviços são tributados diferentemente. Além disso, houve a necessidade de desonerar algumas operações que não poderiam ser alvo da tributação pelo Simples Nacional. Este é o caso das receitas de exportação e da substituição tributária. Nesse sentido, para fim de pagamento pelo Simples Nacional, a MPE deverá considerar, destacadamente, as receitas decorrentes: I da revenda de mercadorias;; II da venda de mercadorias industrializadas pelo contribuinte; III da prestação de serviços, bem como a de locação de bens móveis; IV da venda de mercadorias sujeitas à substituição tributária; V da exportação de mercadorias para o exterior, inclusive as vendas realizadas por meio de comercial exportadora ou do consórcio previsto na Lei Geral. Tabelas de Tributação por Atividades Para efeito de tributação pelo Simples Nacional, as atividades comerciais, industriais e de prestação de serviços terão tabelas próprias, conforme as regras a seguir: a. Comércio: Anexo I b. Indústria: Anexo II c. Serviços: Anexo III, IV ou V (o tipo de serviço é que irá determinar qual o anexo a ser utilizado) As empresas comerciais estão sujeitas ao Anexo I. Neste anexo existem 9 tipos de receitas e, consequentemente, 9 tipos de alíquotas. Vejamos: 1 - Receitas decorrentes da revenda de mercadorias não sujeitas a substituição tributária, exceto as receitas decorrentes da revenda de mercadorias para exportação; 2 - Receitas decorrentes da revenda de mercadorias sujeitas a substituição tributária somente do ICMS, exceto as receitas decorrentes da revenda de mercadorias para exportação; 3 - Receitas decorrentes da revenda de mercadorias sujeitas a substituição tributária do Pis e do ICMS, exceto as receitas decorrentes da revenda de mercadorias para exportação; Página 6

7 4 - Receitas decorrentes da revenda de mercadorias sujeitas a substituição tributária da Cofins e do ICMS, exceto as receitas decorrentes da revenda de mercadorias para exportação; 5 - Receitas decorrentes da revenda de mercadorias sujeitas a substituição tributária da Cofins, do Pis/Pasep e do ICMS, exceto as receitas decorrentes da revenda de mercadorias para exportação; 6 - Receitas decorrentes da revenda de mercadorias sujeitas a substituição tributária somente do Pis/Pasep, exceto as receitas decorrentes da revenda de mercadorias para exportação; 7 - Receitas decorrentes da revenda de mercadorias sujeitas a substituição tributária somente da Cofins, exceto as receitas decorrentes da revenda de mercadorias para exportação 8 - Receitas decorrentes da revenda de mercadorias sujeitas a substituição tributária do Pis/Pasep e da Cofins, exceto as receitas decorrentes da revenda de mercadorias para exportação 9 - Revenda de mercadorias para exportação 3.5 Alíquotas do Anexo I (Empresas Comerciais) Receita Bruta Total em 12 meses (em R$) Alíquotas conforme o tipo de receita mencionado no item Até ,00 4,00% 2,75% 2,75% 2,01% 2,01% 4,00% 3,26% 3,26% 2,01% De ,01 a ,00 5,47% 3,61% 3,61% 2,53% 2,53% 5,47% 4,39% 4,39% 2,53% De ,01 a ,00 6,84% 4,51% 4,28% 3,56% 3,33% 6,61% 5,89% 5,66% 3,33% De ,01 a ,00 7,54% 4,98% 4,73% 3,94% 3,69% 7,29% 6,50% 6,25% 3,69% De ,01 a ,00 7,60% 5,02% 4,77% 3,97% 3,72% 7,35% 6,55% 6,30% 3,72% De ,01 a ,00 8,28% 5,46% 5,19% 4,31% 4,04% 8,01% 7,13% 6,86% 4,04% De ,01 a ,00 8,36% 5,52% 5,24% 4,36% 4,08% 8,08% 7,20% 6,92% 4,08% De ,01 a ,00 8,45% 5,58% 5,30% 4,41% 4,13% 8,17% 7,28% 7,00% 4,13% De ,01 a ,00 9,03% 5,96% 5,66% 4,71% 4,41% 8,73% 7,78% 7,48% 4,41% De ,01 a ,00 9,12% 6,02% 5,72% 4,76% 4,46% 8,82% 7,86% 7,56% 4,46% De ,01 a ,00 9,95% 6,57% 6,24% 5,19% 4,86% 9,62% 8,57% 8,24% 4,86% De ,01 a ,00 10,04% 6,63% 6,30% 5,24% 4,91% 9,71% 8,65% 8,32% 4,91% De ,01 a ,00 10,13% 6,68% 6,35% 5,28% 4,95% 9,80% 8,73% 8,40% 4,95% De ,01 a ,00 10,23% 6,75% 6,41% 5,33% 4,99% 9,89% 8,81% 8,47% 4,99% De ,01 a ,00 10,32% 6,81% 6,47% 5,38% 5,04% 9,98% 8,89% 8,55% 5,04% De ,01 a ,00 11,23% 7,41% 7,04% 5,85% 5,48% 10,86% 9,67% 9,30% 5,48% De ,01 a ,00 11,32% 7,47% 7,10% 5,90% 5,53% 10,95% 9,75% 9,38% 5,53% De ,01 a ,00 11,42% 7,54% 7,16% 5,96% 5,58% 11,04% 9,84% 9,46% 5,58% De ,01 a ,00 11,51% 7,60% 7,22% 6,00% 5,62% 11,13% 9,91% 9,53% 5,62% De ,01 a ,00 11,61% 7,66% 7,28% 6,06% 5,68% 11,23% 10,01% 9,63% 5,68% Página 7

8 3.6 Exemplo Prático para Empresas Comerciais A seguir faremos dois exemplos, sendo o primeiro com apenas um tipo de receita e o segundo com dois tipos receitas. Exemplo 1: Micro empresa comercial Mês de tributação: Julho/2007 Receita do Mês de Julho/2007: R$18.000,00 (decorrentes da revenda de mercadorias não sujeitas a substituição tributária) Receitas auferidas entre Julho/2006 a Junho/2007: R$ ,00 Simples Nacional devido: R$18.000,00 x 5,47% = R$984,60. Este valor inclui o IRPJ, a CSLL, o Pis, a Cofins, o INSS Patronal 1 e o ICMS. 1 O INSS descontado dos funcionários e os 11% descontados sobre o pró-labore e autônomos não estão incluídos no cálculo do Simples Nacional, devendo ser recolhidos da forma como é feita atualmente, através da GPS todo dia 10 de cada mês. Exemplo 2: Empresa de Pequeno Porte comercial Mês de tributação: Dezembro/2007 Receita do Mês de dezembro/2007: R$ ,00 sendo: R$85.000,00 decorrentes da revenda de mercadorias não sujeitas a substituição tributária e R$15.000,00 decorrentes da revenda de mercadorias sujeitas a substituição tributária somente do ICMS Receitas auferidas entre dezembro/2006 a novembro/2007: R$ ,00 Simples Nacional devido: R$85.000,00 x 9,95% = R$8.457,50 R$15.000,00 x 6,57% = R$ 985,50 Total a pagar... R$ 9.443, Comparações com os Regimes de Tributação Anteriores Se o dois exemplos do item 3.6 forem calculados de acordo com a antiga sistemática de apuração (Simples Federal e ICMS Estimativa) teríamos: Exemplo 1: Simples Federal Devido: R$ ,00 x 5,4% 1 = R$972,00 ICMS Estimativa Devido: R$405,27 2 Total a pagar... R$1.377,27 1 Considerando que a empresa obteve a mesma receita nos meses de janeiro/2007 a Junho/2007 (R$18.000,00) 2 Calculado em conformidade com o artigo 150 do RICMS/ES (revogado em 30/06/2007) Página 8

9 Pode-se notar que, comparando-se com a antiga sistemática, no Simples Nacional houve uma redução de R$392,67 no valor devido, o que significa uma redução da carga tributária de 28,51% Exemplo 2: Simples Federal Devido: R$ ,00 x 8,6% 1 = R$8.600,00 ICMS Estimativa Devido: R$4.409,70 2 Total a pagar... R$13.009,70 1 Considerando que a empresa obteve a mesma receita nos meses de janeiro/2007 a novembro/2007 (R$ ,00) 2 Calculado em conformidade com o artigo 150 do RICMS/ES (revogado em 30/06/2007) Pode-se notar que, comparando-se com a antiga sistemática, no Simples Nacional houve uma redução de R$3.566,70 no valor devido, o que significa uma redução da carga tributária de 27,42% Maiores informações: FIM Página 9

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