Prof. Rogério Rocha 1

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Prof. Rogério Rocha 1"

Transcrição

1 Uma estrutura de dados é um modo particular de armazenamento e organização de dados em um computador de modo que possam ser usados eficientemente. Diferentes tipos de estrutura de dados são adequados a diferentes tipos de aplicação e algumas são altamente especializadas, destinando-se a algumas tarefas específicas. Estruturas de dados e algoritmos são temas fundamentais da ciência da computação, sendo utilizados nas mais diversas áreas do conhecimento e com os mais diferentes propósitos de aplicação. Sabe-se que algoritmos manipulam dados. Quando estes dados estão organizados (dispostos) de forma coerente, caracterizam uma forma, uma estrutura de dados. A organização e os métodos para manipular essa estrutura é que lhe conferem singularidade. A escolha de uma estrutura de dados apropriada pode tornar um problema complicado em um de solução relativamente simples. O estudo das estruturas de dados está em constante desenvolvimento (assim como o de algoritmos), mas, apesar disso, existem certas estruturas clássicas que se comportam como padrões. As estruturas de dados são chamadas tipos de dados compostos que se dividem em homogêneos (vetores e matrizes) e heterogêneos (registros). As estruturas homogêneas são conjuntos de dados formados pelo mesmo tipo de dado primitivo. As estruturas heterogêneas são conjuntos de dados formados por tipos de dados primitivos diferentes (campos do registro) em uma mesma estrutura. I - Estruturas homogêneas um array, também conhecido como vetor (para arrays uni-dimensionais) ou matriz (para arrays bi-dimensionais), é uma das mais simples estruturas de dados. Os arrays mantêm uma série de elementos de dados, geralmente do mesmo tamanho e tipo de dados. Elementos individuais são acessados por sua posição no array. A posição é dada por um índice, também chamado de subscrição. O índice geralmente utiliza uma sequência de números inteiros, mas o índex pode ter qualquer valor ordinal. Os arrays podem ser considerados como as estruturas de dados mais simples. Têm a vantagem de que os seus elementos são acessíveis de forma rápida, mas têm uma notável limitação: são de tamanho fixo. A) Vetores Declaramos vetores de maneira muito semelhante à declaração de variáveis normais. A única diferença é que depois do nome da variável deve ser informada a quantidade de elementos do vetor. Para declarar um vetor chamado vetor, com cinco elementos inteiros, escrevemos: int vetor[5]; Note que a quantidade de elementos de um vetor não pode ser alterada depois que o vetor for declarado. Para criar vetores de tamanho dinâmico, podemos usar ponteiros, que serão abordados mais adiante. Da mesma maneira que podemos inicializar uma variável junto com sua declaração, podemos usar as chaves () para inicializar um array. int vetor[5] = 17, 42, 9, 33, 12; 1

2 Para fazer referência a um valor a um elemento de um vetor, usamos a notação vetor[índice], que serve tanto para obter quanto para definir o valor de um elemento específico, dada sua posição. Note que os elementos são numerados a começar do zero, e, portanto, se o número de elementos é N, o índice ou posição do último elemento será N 1. vetor[0] = 3; int x = vetor[2]; int y = vetor[5]; ERRO! Repare em que a última linha contém um erro: ela referencia um elemento do vetor que não existe. No entanto, o compilador não se recusará a compilar esse código; dará apenas um aviso. Se essa linha for executada, a variável y receberá um valor que não tem nada a ver com o vetor. O código abaixo é de um programa que declara uma vetor de inteiros de 5 ocorrências, popula e exibe. public class Vet01 public static void main(string args[]) int vetor[]; vetor = new int[10]; for (int i = 0; i < vetor.length; i++) vetor[i] = i; System.out.println("vetor["+i+"] = "+i); 2

3 B) Strings import javax.swing.joptionpane; public class Ex public static String le_frase(string msg,int piso,int teto) String entrada=""; while ((entrada.length() < piso) (entrada.length() > teto)) entrada = JOptionPane.showInputDialog(msg+"\n[ mínimo "+piso+" máximo "+teto+" ]"); Se pressione "cancel" if ( entrada == null ) entrada = ""; return entrada.trim(); public static String vertical(string entrada) String ret=""; int x =0; for (x = 0; x < entrada.length(); x++) ret += entrada.charat(x)+"\n"; return ret; public static String invertida(string entrada) String ret=""; int x =0; for (x = entrada.length()-1; x >= 0; x--) ret += entrada.charat(x); return ret; 3

4 public static String vogais(string entrada) String ret = ""; String vogais = "AaÁáÃãÂâEeÉéÊêIiÍíÎîOoÓóÔôUuÚúÛû"; int x = 0; int y = 0; for (x = 0; x < entrada.length(); x++) for (y = 0; y < vogais.length(); y++) if ( entrada.charat(x) == vogais.charat(y)) ret += entrada.charat(x); return ret; public static String consoantes(string entrada) String ret = ""; String vogais = "AaÁáÃãÂâEeÉéÊêIiÍíÎîOoÓóÔôUuÚúÛû"; int x = 0; int y = 0; boolean consoante = false; for (x = 0; x < entrada.length(); x++) consoante = true; for (y = 0; y < vogais.length(); y++) if ( entrada.charat(x) == vogais.charat(y)) consoante = false; break; if ( consoante ) ret += entrada.charat(x); return ret; 4

5 public static void main(string args[]) String frase = "", aux=""; int metade = 0; frase = le_frase("digite uma frase",5,25); JOptionPane.showMessageDialog(null,"Frase = ["+frase+"]","tratamento de Strings",JOptionPane.WARNING_MESSAGE); JOptionPane.showMessageDialog(null,"Quantidade de caracteres = "+frase.length(),"tratamento de Strings",JOptionPane.WARNING_MESSAGE); aux = vertical(frase); JOptionPane.showMessageDialog(null,aux,"Frase na vertical",joptionpane.warning_message); aux = invertida(frase); JOptionPane.showMessageDialog(null,aux,"Frase invertida",joptionpane.warning_message); aux = vogais(frase); JOptionPane.showMessageDialog(null,aux,"Somente as vogais",joptionpane.warning_message); aux = consoantes(frase); JOptionPane.showMessageDialog(null,aux,"Somente as consoantes",joptionpane.warning_message); aux = frase.touppercase(); JOptionPane.showMessageDialog(null,aux,"Maiúsculas",JOptionPane.WARNING_MESSAGE); aux = frase.tolowercase(); JOptionPane.showMessageDialog(null,aux,"Maiúsculas",JOptionPane.WARNING_MESSAGE); metade = (int) frase.length() / 2; aux = frase.substring(0, metade); JOptionPane.showMessageDialog(null,aux,"1a metade",joptionpane.warning_message); aux = frase.substring(metade); JOptionPane.showMessageDialog(null,aux,"2a metade",joptionpane.warning_message); System.exit(0); Saída do programa: 5

6 6

7 7

8 C) Matrizes São matrizes linha-coluna, onde o primeiro índice indica a linha e o segundo a coluna. Esse tipo de matriz é considerado o caso mais simples de matrizes multidimensionais. import javax.swing.joptionpane; import java.text.*; public class Mat01 public static void main(string args[]) int mat[][]; int linhas = 0,colunas=0; double x = 0; String aux = ""; DecimalFormat Mk3 = new DecimalFormat("000"); DecimalFormat Mk2 = new DecimalFormat("00"); while ( linhas < 5 ) x = Math.random()*20; linhas = (int) x; while ( colunas < 5 ) x = Math.random()*8; colunas = (int) x; mat = new int[linhas][colunas]; for (int l = 0; l < mat.length; l++) for (int c = 0; c < mat[l].length; c++) x = Math.random()*1000; mat[l][c] = (int) x; aux += "mat["+mk2.format(l)+"]["+mk2.format(c)+"] = "+Mk3.format(mat[l][c])+" "; aux += "\n"; JOptionPane.showMessageDialog(null,aux,"Matriz",JOptionPane.INFORMATION_MESSAGE); System.exit(0); Esse exemplo calcula a determinante de uma matriz de ordem 2 e através dele podemos ver como deve ser feita a declaração de uma matriz bidimensional. mat = new int[linhas][colunas]; Que a forma geral é: tipo nome_matriz[numero_linhas][numero_colunas]; Observe na formula que calcula a determinante que os valores são acessados através de seus índices (linhas e colunas). 8

9 A seguir são apresentadas as saídas do programa: D) Matrizes multidimensionais A linguagem Java permite também utilizar matriz de três ou mais dimensões, porém não é frequentemente usada, pois requer uma quantidade grande de memória e os acessos aos seus elementos são mais lentos. Declaração de matrizes multidimensionais: Tipo nome [tamanho1][tamanho2][tamanho3]...[tamanho n] 9

10 import javax.swing.joptionpane; import java.text.*; public class BolhaMat FACULDADE BATISTA MINEIRA - CST Banco de Dados static int le_int(string msg, int piso, int teto) int x; String aux; boolean repete; x = 0; repete = true; while ( repete ) aux = JOptionPane.showInputDialog(msg+" entre "+piso+" e "+teto); try x = Integer.parseInt(aux); return x; if (( x < piso ) ( x > teto)) throw new NumberFormatException(); else repete = false; catch (NumberFormatException nfe) JOptionPane.showMessageDialog(null,"Valor incorreto. Digite novamente.", "Erro",JOptionPane.ERROR_MESSAGE); static void popula(int m[][]) for (int l=0;l<m.length;l++) for (int c=0;c<m[l].length;c++) m[l][c] = le_int("digite o valor da linha "+(l+1)+" e da coluna "+(c+1),-100,100); public static void exibe(int m[][],string tit) DecimalFormat Mk = new DecimalFormat("000 "); String msg="",aux=""; System.out.println("\n"+tit); for (int l=0;l<m.length;l++) for (int c=0;c<m[l].length;c++) aux = Mk.format(m[l][c]); System.out.print(aux); msg = msg+aux; System.out.print("\n"); msg = msg+"\n"; JOptionPane.showMessageDialog(null,msg,tit,JOptionPane.PLAIN_MESSAGE); System.out.println(); 10

11 public static void ordena(int mat[][]) int tam; tam = qtd_ocorrencias(mat); int vet[] = new int [tam]; popula_vet(vet,mat); bolha(vet); popula_mat(mat,vet); public static int qtd_ocorrencias(int mat[][]) int t=0; for (int l=0;l<mat.length;l++) for (int c=0;c<mat[l].length;c++) t++; return t; public static void popula_vet(int v[],int m[][]) int i=0; for (int l=0;l<m.length;l++) for (int c=0;c<m[l].length;c++) i = ((l*m[l].length)+c); v[i] = m[l][c]; public static void popula_mat(int m[][],int v[]) int i=0; for (int l=0;l<m.length;l++) for (int c=0;c<m[l].length;c++) i = ((l*m[l].length)+c); m[l][c] = v[i]; FACULDADE BATISTA MINEIRA - CST Banco de Dados 11

12 FACULDADE BATISTA MINEIRA - CST Banco de Dados public static void bolha(int vet[]) int limite = vet.length-1; int bolha = 0; int atual = 0; int proximo = 0; int temp = 0; for (bolha = limite; bolha >= 0; bolha-- ) for (atual=0,proximo=1; atual < bolha; atual++,proximo++) if (vet[atual] > vet[proximo]) temp = vet[atual]; vet[atual] = vet[proximo]; vet[proximo] = temp; public static void main(string args[]) int linhas = 0; int colunas = 0; System.out.println("(C) 2005 Prof. Rogerio Rocha"); Define a qtd de linhas linhas = le_int("digite a qtd de linhas",2,10); Define a qtd de colunas colunas = le_int("digite a qtd de colunas",2,10); Define a matriz int mat[][] = new int[linhas][colunas]; Popula a matriz popula(mat); Exibe a matriz exibe(mat,"desordenada"); Ordena a matriz pelo metodo da bolha ordena(mat); Exibe a matriz exibe(mat,"ordenada"); System.exit(0); 12

Tipos, Literais, Operadores

Tipos, Literais, Operadores Tipos, Literais, Operadores Identificadores São palavras utilizadas para nomear variáveis, métodos e classes Na linguagem Java, o identificador sempre começa por letra, sublinhado(_) ou cifrão ($) Não

Leia mais

insfcanceof new public switch transient while byte continue extends for int null

insfcanceof new public switch transient while byte continue extends for int null Palavras -chave de JAV A abstract catch do final implements long private static throw void boolean char double finally import native protected super throws volatile break class float insfcanceof new public

Leia mais

Programação: Vetores

Programação: Vetores Programação de Computadores I Aula 09 Programação: Vetores José Romildo Malaquias Departamento de Computação Universidade Federal de Ouro Preto 2011-1 1/62 Motivação Problema Faça um programa que leia

Leia mais

UNIP - Ciência da Computação e Sistemas de Informação. Estrutura de Dados. AULA 6 Filas

UNIP - Ciência da Computação e Sistemas de Informação. Estrutura de Dados. AULA 6 Filas UNIP - Ciência da Computação e Sistemas de Informação Estrutura de Dados AULA 6 Filas Estrutura de Dados A Estrutura de Dados Fila Fila é uma estrutura de dados usada em programação, que tem regras para

Leia mais

Vetores Unimensionais

Vetores Unimensionais Vetores Unimensionais Objetivos Entender a importância e a necessidade do uso de Vetores Definição de Manipulação de Vetores Inserir elementos em um vetor (usando laços ou não) Imprimir elementos de um

Leia mais

Instituto Superior de Engenharia de Lisboa

Instituto Superior de Engenharia de Lisboa Instituto Superior de Engenharia de Lisboa Introdução à Programação (PG) Docente: Pedro Viçoso Fazenda (pfazenda@cedet.isel.ipl.pt) Professor Responsável: Pedro Alexandre Pereira (palex@cc.isel.ipl.pt)

Leia mais

Computação L2. Linguagem C++ Observação: Material Baseado na Disciplina Computação Eletrônica.

Computação L2. Linguagem C++ Observação: Material Baseado na Disciplina Computação Eletrônica. Computação L2 Linguagem C++ ovsj@cin.ufpe.br Observação: Material Baseado na Disciplina Computação Eletrônica. Alfabeto São os símbolos ( caracteres ) permitidos na linguagem: Letras (maiúsculas e minúsculas);

Leia mais

Algoritmos I Aula 13 Linguagem de Programação Java

Algoritmos I Aula 13 Linguagem de Programação Java Algoritmos I Aula 13 Linguagem de Programação Java Professor: Max Pereira http://paginas.unisul.br/max.pereira Ciência da Computação IDE Eclipse IDE (Integrated development environment) Criar um projeto

Leia mais

Introdução a classes e objetos. Prof. Marcelo Roberto Zorzan Prof a. Rachel Reis

Introdução a classes e objetos. Prof. Marcelo Roberto Zorzan Prof a. Rachel Reis Introdução a classes e objetos Prof. Marcelo Roberto Zorzan Prof a. Rachel Reis Estruturas de Seleção if... else Operador condicional (? : ) switch Aula de Hoje Estruturas de Repetição: while/do... while/for

Leia mais

Simulado de Linguagem de Programação Java

Simulado de Linguagem de Programação Java Simulado de Linguagem de Programação Java 1. Descreva o processo de criação de programas em Java, desde a criação do código-fonte até a obtenção do resultado esperado, por meio de sua execução. Cite as

Leia mais

Entrada e Saída de dados por JOptionPane

Entrada e Saída de dados por JOptionPane Entrada e Saída de dados por JOptionPane As caixas de diálogo têm uma função importante na interação do programa com o usuário. É através delas que dados são solicitados pelo programa e é através delas

Leia mais

5 Arrays. 5.1 Criando um array. 5.2 Inicializando arrays. c:\>java Array Janeiro tem 31 dias.

5 Arrays. 5.1 Criando um array. 5.2 Inicializando arrays. c:\>java Array Janeiro tem 31 dias. 5 Arrays Arrays são grupos de variáveis do mesmo tipo. As arrays podem armazenar variáveis de qualquer tipo (tipo de dado primitivo ou objetos), mas é importante lembrar que todos os valores devem ser

Leia mais

Conversão de Tipos e Arrays

Conversão de Tipos e Arrays Conversão de Tipos e Arrays Universidade Católica de Pernambuco Ciência da Computação Prof. Márcio Bueno poonoite@marciobueno.com Fonte: Material da Profª Karina Oliveira Conversão de Tipos Permite converter

Leia mais

Introdução à Linguagem de Programação Java 1 INTRODUÇÃO À LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO JAVA

Introdução à Linguagem de Programação Java 1 INTRODUÇÃO À LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO JAVA 1 INTRODUÇÃO À LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO JAVA 2 INDICE 1. COMENTÁRIOS... 4 1.1. Comentário de uma linha... 4 1.2. Comentário de múltiplas linhas... 4 2. IMPRESSÃO DE TEXTOS... 5 2.1. Imprimindo um texto

Leia mais

INF1636 PROGRAMAÇÃO ORIENTADA A OBJETOS

INF1636 PROGRAMAÇÃO ORIENTADA A OBJETOS INF1636 PROGRAMAÇÃO ORIENTADA A OBJETOS Departamento de Informática PUC-Rio Ivan Mathias Filho ivan@inf.puc-rio.br Programa Capítulo 9 Tratamento de Exceções Assertivas 1 Programa Capítulo 9 Tratamento

Leia mais

Dados armazenados em um objeto podem ser tanto primitivos, tais como inteiros ou caracteres, ou referências para outros objetos.

Dados armazenados em um objeto podem ser tanto primitivos, tais como inteiros ou caracteres, ou referências para outros objetos. 2. Classes e Objetos Uma classe é um modelo que define os atributos e métodos comuns a um conjunto de objetos de forma encapsulada. Atributos são informações ou dados que descrevem, categorizam ou quantificam

Leia mais

INF1337 LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO ORIENTADA A OBJETOS

INF1337 LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO ORIENTADA A OBJETOS INF1337 LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO ORIENTADA A OBJETOS Departamento de Informática PUC-Rio Andrew Diniz da Costa andrew@les.inf.puc-rio.br Programa Capítulo 9 Tratamento de Exceções Assertivas Programa Capítulo

Leia mais

Algoritmos e Programação. Linguagem C Procedimentos e. Eliane Pozzebon

Algoritmos e Programação. Linguagem C Procedimentos e. Eliane Pozzebon Algoritmos e Programação Linguagem C Procedimentos e Funções Eliane Pozzebon Procedimentos e Funções Procedimentos são estruturas que agrupam um conjunto de comandos, que são executados quando o procedimento

Leia mais

Algoritmia e Programação APROG. Vetores. Algoritmia e Java. Nelson Freire (ISEP DEI-APROG 2012/13) 1/32

Algoritmia e Programação APROG. Vetores. Algoritmia e Java. Nelson Freire (ISEP DEI-APROG 2012/13) 1/32 APROG Algoritmia e Programação Vetores Algoritmia e Java Nelson Freire (ISEP DEI-APROG 2012/13) 1/32 Arrays Introdução Enquadramento Interesse Noção Tipos Vetor Matriz Vetores Noções Básicas Interesse

Leia mais

Introdução à Computação

Introdução à Computação Introdução à Computação Linguagem C Aula de hoje Introdução Vetores (revisão) Relacionamento entre vetores e ponteiros Professor: André de Carvalho Definição: coleção de valores de dados individuais com

Leia mais

Métodos. Utilizados para dividir o programa em subprogramas

Métodos. Utilizados para dividir o programa em subprogramas Métodos Isidro Métodos Utilizados para dividir o programa em subprogramas Métodos Porque é importante o uso de métodos? Evita retrabalho Diminui o tamanho do código Aumenta a clareza Dividir e Conquistar

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Departamento de Ciência da Computação

Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Departamento de Ciência da Computação Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Departamento de Ciência da Computação LP: Laboratório de Programação Apontamento 3 Prof. ISVega Fevereiro de 2004 Estilo de Codificação CONTEÚDO 3.1 Regras

Leia mais

Fabiano Moreira.

Fabiano Moreira. Fabiano Moreira professor@fabianomoreira.com.br Um pouco de história Java 1.02 (250 classes, lenta) Java 1.1 (500 classes, um pouco mais rápida) Java 2, versões 1.2-1.4 (2300 classes, muito mais rápida)

Leia mais

ruirossi@ruirossi.pro.br

ruirossi@ruirossi.pro.br Tratamento de Exceções Rui Rossi dos Santos ruirossi@ruirossi.pro.br Mediador: Rui Rossi dos Santos Slide 1 o Exceção: condição anormal Introdução o Causas: Falhas na implementação Falhas na operação o

Leia mais

Programação de Computadores para GI

Programação de Computadores para GI Programação de Computadores para GI Aula 05 Java - Identificadores Nomes que o programa manipula: variáveis, constantes, subprogramas e classes Não devem começar com números nem com _ Não existe tamanho

Leia mais

Conceitos Básicos da Programação OO

Conceitos Básicos da Programação OO Conceitos Básicos da Programação OO Universidade Católica de Pernambuco Ciência da Computação Prof. Márcio Bueno poonoite@marciobueno.com Fonte: Material da Profª Karina Oliveira Objetivos Aprender os

Leia mais

Agregado Homogêneo e Heterogêneo

Agregado Homogêneo e Heterogêneo Universidade Estadual de Maringá - UEM Centro de Tecnologia - CTC Departamento de Informática - DIN Fundamentos da Computação Agregado Homogêneo e Heterogêneo Prof. Yandre Maldonado - 1 Prof. Yandre Maldonado

Leia mais

Agregado Homogêneo e Heterogêneo. Agregado Homogêneo. Agregado Homogêneo 28/11/2015

Agregado Homogêneo e Heterogêneo. Agregado Homogêneo. Agregado Homogêneo 28/11/2015 8//0 Universidade Estadual de Maringá - UEM Centro de Tecnologia - CTC Departamento de Informática - DIN Fundamentos da Computação e Heterogêneo Prof. Yandre Maldonado - Prof. Yandre Maldonado e Gomes

Leia mais

Programação Orientada a Objetos (DPADF 0063)

Programação Orientada a Objetos (DPADF 0063) Programação Orientada a Objetos (DPADF 0063) Aula 3 Abstração Universidade Federal de Santa Maria Colégio Agrícola de Frederico Westphalen Curso Superior de Tecnologia em Sistemas para Internet Prof. Bruno

Leia mais

Para entender o conceito de objetos em programação devemos fazer uma analogia com o mundo real:

Para entender o conceito de objetos em programação devemos fazer uma analogia com o mundo real: Introdução a Orientação a Objetos com Java Autor: Professor Victor Augusto Zago Menegusso. Orientação a Objetos É um paradigma de programação que define a estrutura de um programa baseado nos conceitos

Leia mais

Arrays. Declaração e criação de arrays

Arrays. Declaração e criação de arrays Arrays Os arrays são estruturas de dados que consistem em itens de dados relacionados do mesmo tipo. São entidades estáticas no sentido de que, uma vez criadas, mantém o mesmo tamanho, embora uma referência

Leia mais

C++ - Ponteiros (continuação) cout << \nquantas notas? ; cin >> tamanho; notas = new int[tamanho]; //aloca memória

C++ - Ponteiros (continuação) cout << \nquantas notas? ; cin >> tamanho; notas = new int[tamanho]; //aloca memória C++ - Ponteiros (continuação) Dimensionando matrizes em tempo de execução : Exemplo int tamanho; int *notas; // ponteiro para inteiro cout > tamanho; notas = new int[tamanho];

Leia mais

Exercício de Estrutura de dados. Java Fila

Exercício de Estrutura de dados. Java Fila Exercício de Estrutura de dados Java Fila Obs.: Esse projeto foi um exercício realizado em sala de aula da matéria de Estrutura de dados com o Profº Frederico Augusto Siqueira Gentil Aqui está sendo relatado

Leia mais

double [] precoa = new double [1000]; // Preço com desconto para compras Avista

double [] precoa = new double [1000]; // Preço com desconto para compras Avista import java.util.scanner; import javax.swing.joptionpane; import java.text.decimalformat; public class ControleVendas{ public static String arraytostring(string[] array, String delimiter) { StringBuilder

Leia mais

Fundamentos de Programação. Linguagem C++ Introdução, identificadores, tipos de dados. Prof. Bruno E. G. Gomes IFRN

Fundamentos de Programação. Linguagem C++ Introdução, identificadores, tipos de dados. Prof. Bruno E. G. Gomes IFRN Fundamentos de Programação Linguagem C++ Introdução, identificadores, tipos de dados Prof. Bruno E. G. Gomes IFRN 1 Linguagem de Programação Constituída por símbolos e por regras para combinar esses símbolos

Leia mais

public Agenda() { compromissos = null; } public int getnumerodecompromissos() { if (compromissos==null) return 0; else return compromissos.

public Agenda() { compromissos = null; } public int getnumerodecompromissos() { if (compromissos==null) return 0; else return compromissos. import java.util.scanner; class Data... class Compromisso... public class Agenda private Compromisso[] compromissos; private Compromisso[] realoquecompromissos (Compromisso[] vetor, int tamanhodesejado)

Leia mais

Sintaxe Geral Tipos de Dados. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc.

Sintaxe Geral Tipos de Dados. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. Sintaxe Geral Tipos de Dados Comentários Comentários: De linha: // comentário 1 // comentário 2 De bloco: /* linha 1 linha 2 linha n */ De documentação: /** linha1 * linha2 */ Programa Exemplo: ExemploComentario.java

Leia mais

Programação Java (nível intermediário) Encapsulamento

Programação Java (nível intermediário) Encapsulamento Programação Java (nível intermediário) Encapsulamento Conceitos Fundamentais Métodos Os métodos servem para agregar uma porção de código que realiza uma função especifica Ex: cadastrar um aluno, lista-lo,

Leia mais

Unidade IV: Ponteiros, Referências e Arrays

Unidade IV: Ponteiros, Referências e Arrays Programação com OO Acesso em Java a BD Curso: Técnico em Informática Campus: Ipanguaçu José Maria Monteiro Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro PUC-Rio Departamento Clayton Maciel de Informática

Leia mais

JSP Prof. Daniela Pires. VARIAVEIS... 2 Tipos de Dados... 2 String Float Integer Boolean... 3

JSP Prof. Daniela Pires. VARIAVEIS... 2 Tipos de Dados... 2 String Float Integer Boolean... 3 Conteúdo VARIAVEIS... 2 Tipos de Dados... 2 String... 2 Float... 3 Integer... 3 Boolean... 3 Variáveis... 4 O que são variáveis?... 4 Tipo de variáveis... 5 Concatenação:... 6 1 VARIAVEIS Antes de falarmos

Leia mais

Universidade Estadual de Santa Cruz

Universidade Estadual de Santa Cruz Universidade Estadual de Santa Cruz Departamento de Ciências Exatas e Tecnológicas DCET Bacharelado em Ciência da Computação Professor: Esbel Tomás Valero Orellana Linguagem de Programação III Introdução

Leia mais

JSP - ORIENTADO A OBJETOS

JSP - ORIENTADO A OBJETOS JSP Orientação a Objetos... 2 CLASSE:... 2 MÉTODOS:... 2 Método de Retorno... 2 Método de Execução... 2 Tipos de Dados... 3 Boolean... 3 Float... 3 Integer... 4 String... 4 Array... 4 Primeira:... 4 Segunda:...

Leia mais

LINGUAGEM JAVA - RESUMO

LINGUAGEM JAVA - RESUMO LINGUAGEM JAVA - RESUMO 1.1. Estrutura Geral de um Programa 1. ESTRUTURAS BÁSICAS public class nome do programa public static void main(string[] args) instruções do programa 1.2. Tipos Primitivos de Dados

Leia mais

Orientação a Objetos e a Linguagem Java

Orientação a Objetos e a Linguagem Java Orientação a Objetos e a Linguagem Java Afrânio Assis afranio@gmail.com Novembro/2006 1 Tipos, Literais, Operadores e Controle de Fluxo Novembro/2006 2 Identificadores Identificadores são palavras utilizadas

Leia mais

Bacharelado em Ciência e Tecnologia Processamento da Informação. Equivalência Portugol Java. Linguagem Java

Bacharelado em Ciência e Tecnologia Processamento da Informação. Equivalência Portugol Java. Linguagem Java Linguagem Java Objetivos Compreender como desenvolver algoritmos básicos em JAVA Aprender como escrever programas na Linguagem JAVA baseando-se na Linguagem Portugol aprender as sintaxes equivalentes entre

Leia mais

Técnicas de Teste Estrutural. Teste de Fluxo de Controle. Introdução. Introdução. Introdução. Introdução. Introdução

Técnicas de Teste Estrutural. Teste de Fluxo de Controle. Introdução. Introdução. Introdução. Introdução. Introdução Técnicas de Teste Estrutural Teste de Fluxo de Controle Teste funcional vs. Teste Estrutural Teste funcional Usa como entrada a especificação funcional. Procura verificar se todas as funcionalidades previstas

Leia mais

PROGRAMAÇÃO I E N T R A DA E S A Í DA D E DA D O S

PROGRAMAÇÃO I E N T R A DA E S A Í DA D E DA D O S PROGRAMAÇÃO I VA R I Á V E I S, C O N S TA N T E S, O P E R A D O R E S E N T R A DA E S A Í DA D E DA D O S Variáveis 2 Variáveis são locais onde são armazenados os valores na memória. Toda variável é

Leia mais

Introdução à Programação Orientada a Objetos em C++

Introdução à Programação Orientada a Objetos em C++ Introdução à Programação Orientada a Objetos em C++ Disciplina de Programação Científica II Aula 12 de 18 24/05/2013 Professor Giovani Gracioli giovanig@gmail.com Objetivos Os objetivos dessa aula são:

Leia mais

Estrutura de Programas e Tipos de Dados Simples

Estrutura de Programas e Tipos de Dados Simples SSC0101 - ICC1 Teórica Introdução à Ciência da Computação I Estrutura de Programas e Tipos de Dados Simples Prof. Vanderlei Bonato: vbonato@icmc.usp.br Prof. Claudio Fabiano Motta Toledo: claudio@icmc.usp.br

Leia mais

Especialização em Engenharia de Software

Especialização em Engenharia de Software Especialização em Engenharia de Software Programação Orientada a Objetos Conceitos gerais e array Sérgio Soares scbs@cin.ufpe.br Programação Orientada a Objetos Foco nos dados (objetos) do sistema, não

Leia mais

Universidade da Beira Interior Cursos: Matemática /Informática e Ensino da Informática

Universidade da Beira Interior Cursos: Matemática /Informática e Ensino da Informática Folha 1-1 Introdução à Linguagem de Programação JAVA 1 Usando o editor do ambiente de desenvolvimento JBUILDER pretende-se construir e executar o programa abaixo. class Primeiro { public static void main(string[]

Leia mais

Programação Orientada a Objetos I

Programação Orientada a Objetos I Introdução à Orientação à Objetos I 1/18 Programação Orientada a Objetos I Introdução à Orientação à Objetos I Rafael Silva Guimarães Instituto Federal do Espírito Santo rafaelg@ifes.edu.br http://rafaelguimaraes.net

Leia mais

Modularização Parte IV

Modularização Parte IV Profa. Dra. Juliana Cristina Braga Centro de Matemática, Computação e Cognição Objetivo da Aula Bacharelado em Ciência e Tecnologia Entender o que é escopo em programação Entender a importância do escopo

Leia mais

Classe. Objeto é uma instância de uma classe. Classe é onde conceituamos o objeto É a essência do objeto Define os atributos e métodos

Classe. Objeto é uma instância de uma classe. Classe é onde conceituamos o objeto É a essência do objeto Define os atributos e métodos Criação de Objetos e Acesso à Métodos Prof. Bruno Gomes bruno.gomes@ifrn.edu.br Programação Orientada a Objetos Introdução Classe Classe é onde conceituamos o objeto É a essência do objeto Define os atributos

Leia mais

Comando Portugol (Visualg) Java

Comando Portugol (Visualg) Java Variável tipo inteiro i: inteiro short i; int i; long i; byte i; Variável tipo real d: real float d; double d; Variável tipo lógico b: logico boolean b; Variável tipo texto s: caractere char s; String

Leia mais

Aula 2. Objetivos. Encapsulamento na linguagem Java; Utilizando a referência this.

Aula 2. Objetivos. Encapsulamento na linguagem Java; Utilizando a referência this. Aula 2 Objetivos Encapsulamento na linguagem Java; Utilizando a referência this. Encapsulamento, data hiding é um conceito bastante importante em orientação a objetos. É utilizado para restringir o acesso

Leia mais

Escola Náutica Infante Dom Henrique. Grupo I (7.5 valores)

Escola Náutica Infante Dom Henrique. Grupo I (7.5 valores) Grupo I (7.5 valores) Este grupo é formado por questões de resposta múltipla. Para cada uma delas, existe uma resposta correcta. Assinale com uma cruz no enunciado do exame a opção que considere correcta.

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA E MATEMÁTICA APLICADA. DIM0320 Algoritmos e Programação de Computadores

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA E MATEMÁTICA APLICADA. DIM0320 Algoritmos e Programação de Computadores UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA E MATEMÁTICA APLICADA DIM0320 Algoritmos e Programação de Computadores #VARIÁVEIS #TIPOS DE DADOS E L I EZ I O S O A R ES E L I EZ

Leia mais

Simulado de Linguagem de Programação Java

Simulado de Linguagem de Programação Java Simulado de Linguagem de Programação Java 1. Descreva o processo de criação de programas em Java, desde a criação do código-fonte até a obtenção do resultado esperado, por meio de sua execução. Cite as

Leia mais

Linguagem de Programação Orientada a Objeto Polimorfismo, Classes Abstractas e Interfaces

Linguagem de Programação Orientada a Objeto Polimorfismo, Classes Abstractas e Interfaces Linguagem de Programação Orientada a Objeto Polimorfismo, Classes Abstractas e Interfaces Professora Sheila Cáceres Polimorfismo Polimorfismo Polimorfismo é a característica única de linguagens orientadas

Leia mais

Introdução a Programação de Jogos

Introdução a Programação de Jogos Introdução a Programação de Jogos Aula 03 Introdução a Linguagem C Edirlei Soares de Lima Estrutura de um Programa C Inclusão de bibliotecas auxiliares: #include Definição

Leia mais

Estruturas de Dados Aulas 3 e 4: Uso da. 14/03/2011 e 16/03/2011

Estruturas de Dados Aulas 3 e 4: Uso da. 14/03/2011 e 16/03/2011 Estruturas de Dados Aulas 3 e 4: Uso da memória e Vetores 14/03/2011 e 16/03/2011 Uso da memória Existem 3 maneiras de reservar o espaço da memória: Variáveis globais (estáticas) Espaço existe enquanto

Leia mais

Curso de PHP. FATEC - Jundiaí TIPOS DE VARIÁVEIS

Curso de PHP. FATEC - Jundiaí TIPOS DE VARIÁVEIS Curso de PHP FATEC - Jundiaí TIPOS DE VARIÁVEIS - Inteiros - Ponto Flutuante - String - Array - Objetos - Booleanos PHP utiliza checagem de tipos dinâmica, ou seja, uma variável vel pode conter valores

Leia mais

Algoritmos. Algoritmos. Linguagem de programação. Conceitos. Conceitos. Conceitos. Sintaxe do comando para incluir bibliotecas no programa:

Algoritmos. Algoritmos. Linguagem de programação. Conceitos. Conceitos. Conceitos. Sintaxe do comando para incluir bibliotecas no programa: Algoritmos Algoritmos Leandro Tonietto Unisinos ltonietto@unisinos.br http://www.inf.unisinos.br/~ltonietto/inf/pg1/algoritmosi_java.pdf Mar-2008 Possuem sintaxe flexível e são mais úteis para descrição

Leia mais

JAVA. Fabrício de Sousa fabbricio7@yahoo.com.br

JAVA. Fabrício de Sousa fabbricio7@yahoo.com.br JAVA Fabrício de Sousa fabbricio7@yahoo.com.br Agenda 2 Características Ambientes de Desenvolvimento Sintaxe Comentários Tipos de dados primitivos Caracteres especiais Variáveis Operadores Aritméticos

Leia mais

Programação. Orientada a Objetos: Herança. Objetos. Relacionamento entre classes. Análise e Projeto Orientados a. Objetos

Programação. Orientada a Objetos: Herança. Objetos. Relacionamento entre classes. Análise e Projeto Orientados a. Objetos Programação Orientada a Objetos: Herança Alexandre César Muniz de Oliveira Análise e Projeto Orientados a Objetos A análise orientada a objetos Determina o que o sistema deve fazer: Quais os atores envolvidos?

Leia mais

Algoritmos e Estruturas de Dados II IEC013

Algoritmos e Estruturas de Dados II IEC013 Algoritmos e Estruturas de Dados II IEC013 Linguagem C -Vetores e Matrizes- Prof. César Melo Todos os créditos ao Prof. Leandro Galvão Variáveis Compostas São um conjunto de variáveis identificadas por

Leia mais

Introdução à Linguagem C

Introdução à Linguagem C Introdução à Linguagem C Eduardo Simões de Albuquerque Instituto de Informática UFG 13/03/2006 1 História Inventada e desenvolvida por Dennis Ritchie em um DEC- PDP 11 Originária de: BCPL desenvolvida

Leia mais

Fundamentos de Programação. Linguagem C++ aula II - Variáveis e constantes. Prof.: Bruno Gomes

Fundamentos de Programação. Linguagem C++ aula II - Variáveis e constantes. Prof.: Bruno Gomes Fundamentos de Programação Linguagem C++ aula II - Variáveis e constantes Prof.: Bruno Gomes 1 Variáveis Representa uma porção da memória que pode ser utilizada pelo programa para armazenar informações

Leia mais

Tabelas (arrays) (vetores, matrizes, etc) Algoritmos de pesquisa Algoritmos de ordenação

Tabelas (arrays) (vetores, matrizes, etc) Algoritmos de pesquisa Algoritmos de ordenação Java Tabelas (arrays) (vetores, matrizes, etc) Algoritmos de pesquisa Algoritmos de ordenação 1 Tabelas para quê? As tabelas são utilizadas quando se pretende armazenar e manipular um grande número de

Leia mais

Interfaces. Universidade Católica de Pernambuco Ciência da Computação. Prof. Márcio Bueno.

Interfaces. Universidade Católica de Pernambuco Ciência da Computação. Prof. Márcio Bueno. Interfaces Universidade Católica de Pernambuco Ciência da Computação Prof. Márcio Bueno poonoite@marciobueno.com Fonte: Material da Profª Karina Oliveira Interfaces É utilizada para agrupar conceitos em

Leia mais

Universidade Federal de Uberlândia

Universidade Federal de Uberlândia Universidade Federal de Uberlândia Programação Orientada a Objetos I Introdução a Java Sintaxe básica OO Prof. Fabiano Azevedo Dorça Em Java, cada classe dá origem a um arquivo.java contendo o código fonte.

Leia mais

A Linguagem Java. Alberto Costa Neto DComp - UFS

A Linguagem Java. Alberto Costa Neto DComp - UFS A Linguagem Java Alberto Costa Neto DComp - UFS 1 Roteiro Comentários Variáveis Tipos Primitivos de Dados Casting Comandos de Entrada e Saída Operadores Constantes 2 Comentários /** Classe para impressão

Leia mais

Programação Orientada a Objetos em Java

Programação Orientada a Objetos em Java Universidade Federal do Amazonas Departamento de Ciência da Computação IEC481 Projeto de Programas Programação Orientada a Objetos em Java Classes e Objetos, Construtores e Desconstrutores, Atributos e

Leia mais

Programação Orientada a Objeto Java

Programação Orientada a Objeto Java Programação Orientada a Objeto Java Aula 2 Introdução a Programação Java Sintaxe da Linguagem e Principais Conceitos Profª Kelly Christine C. Silva Sumário Construção do programa Saída de dados Entrada

Leia mais

JAVA. José de Siqueira UFMG - ICEx - DCC

JAVA. José de Siqueira UFMG - ICEx - DCC ESTRUTURAS DE DADOS JAVA BÁSICAS EM José de Siqueira UFMG - ICEx - DCC 1 o semestre de 2005 O Tipo Abstrato de Dados Pilha O TAD pilha tem quase as mesmas operações apresentadas anteriormente: 1. empilha(o):

Leia mais

Variáveis, Tipos de Dados e Operadores

Variáveis, Tipos de Dados e Operadores ! Variáveis, Tipos de Dados e Operadores Engenharias Informática Aplicada 2.o sem/2013 Profa Suely (e-mail: smaoki@yahoo.com) VARIÁVEL VARIÁVEL É um local lógico, ligado a um endereço físico da memória

Leia mais

9 Classes Abstractas e Interfaces

9 Classes Abstractas e Interfaces 9 Classes Abstractas e Interfaces Classe Abstracta Classe em que pelo menos um dos métodos de instância não é implementado. Exemplo: public abstract class Forma{ public abstract double area(); public abstract

Leia mais

Leitura Segura de Strings

Leitura Segura de Strings Leitura Segura de Strings As funções da biblioteca padrão de C que podem ser usadas para leitura de strings não são suficientemente adequadas para esta finalidade básica. Nesta seção, serão descritos alguns

Leia mais

Linguagens de Programação. Marco A L Barbosa

Linguagens de Programação. Marco A L Barbosa Expressões e sentença de atribuição Linguagens de Programação Marco A L Barbosa cba Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-CompartilhaIgual 4.0 Internacional. http://github.com/malbarbo/na-lp-copl

Leia mais

Notas de Aula 01: Introdução à linguagem de programação Java e ao ambiente de desenvolvimento NetBeans

Notas de Aula 01: Introdução à linguagem de programação Java e ao ambiente de desenvolvimento NetBeans Notas de Aula 01: Introdução à linguagem de programação Java e ao ambiente de desenvolvimento NetBeans Objetivos da aula: Introduzir conceitos da linguagem Java Apresentar um histórico da linguagem Apresentar

Leia mais

Danilo Antônio Leite. Todo o desenvolvimento dos algoritmos e os testes foram realizados em um computador com as seguintes configurações:

Danilo Antônio Leite. Todo o desenvolvimento dos algoritmos e os testes foram realizados em um computador com as seguintes configurações: PÓS GRADUAÇÃO EM MODELAGEM MATEMÁTICA E COMPUTACIONAL - CEFET-MG ALGORITMOS E ESTRUTURAS DE DADOS - PROF. DRA. CRISTINA D. MURTA TRABALHO PRÁTICO N o 2 IMPLEMENTAÇÃO, EXECUÇÃO, TESTE E MEDIÇÃO EM TABELAS

Leia mais

Linguagem de Programação Introdução a Orientação a Objetos

Linguagem de Programação Introdução a Orientação a Objetos Linguagem de Programação Introdução a Orientação a Objetos Rafael Silva Guimarães Instituto Federal do Espírito Santo Campus Cachoeiro de Itapemirim Definição de Orientação a Objetos. Orientação a Objetos:

Leia mais

ALGORITMOS 3ª Aula. 3. Introdução Tipos de dados, variáveis e operadores Tipos de dados

ALGORITMOS 3ª Aula. 3. Introdução Tipos de dados, variáveis e operadores Tipos de dados 3. Introdução Segundo alguns especialistas, qualquer programa de computador pode ser escrito utilizando apenas três estruturas básicas: Seqüência, Condição e Repetição. Isto significa que, na construção

Leia mais

Sumário. 1.1 Variáveis Globais e Locais Passagem de Parâmetro (por valor por referência) 1

Sumário. 1.1 Variáveis Globais e Locais Passagem de Parâmetro (por valor por referência) 1 Sumário Sobre as Autoras ix Introdução xi 1 Sub-rotinas 1 1.1 Variáveis Globais e Locais 1 1.2 Passagem de Parâmetro (por valor por referência) 1 2 Vetores e Matrizes 7 2.1 Vetores 7 2.2 Matrizes 8 2.2.1

Leia mais

Exceções. Profa. Patrícia A. Jaques Slides alterados por Leandro Tonietto Mar-12. quarta-feira, 21 de março de 12

Exceções. Profa. Patrícia A. Jaques Slides alterados por Leandro Tonietto Mar-12. quarta-feira, 21 de março de 12 Exceções Profa. Patrícia A. Jaques Slides alterados por Leandro Tonietto Mar-12 Tratamento de Exceções O tratamento de exceções em Java permite o gerenciamento de erros em tempo de execução. Uma exceção

Leia mais

AULA 8 Polimorfismo de: coerção, overloading, inclusão e paramétrico Prof. Dr. Fernando Henrique Campos

AULA 8 Polimorfismo de: coerção, overloading, inclusão e paramétrico Prof. Dr. Fernando Henrique Campos Câmpus Santa Helena Curso: Ciência da Computação Disciplina: Programação Orientada a Objetos AULA 8 Polimorfismo de: coerção, overloading, inclusão e paramétrico Prof. Dr. Fernando Henrique Campos Tema

Leia mais

Tipos Abstractos de Dados (TADs) e Java

Tipos Abstractos de Dados (TADs) e Java Tipos Abstractos de Dados (TADs) e Java Neste capítulo apresentamos a metodologia de desenvolvimento dos TADs em Java, introduzimos o conceito de estrutura linear e sua implementação utilizando a estrutura

Leia mais

Introdução à linguagem C++

Introdução à linguagem C++ Estrutura de Dados e Algoritmos e Programação e Computadores II Aula 2: Introdução à linguagem C++ Introdução à linguagem C++ Conceitos básicos: variáveis, tipos de dados, constantes, I/O, etc. Estruturas

Leia mais

Estruturas de Repetição em Java

Estruturas de Repetição em Java 1 Linguagem de Programação Estruturas de Repetição em Java A realização da repetição controlada por contador requer: 1. Uma variável de controle (ou contador de loop). 2. O valor inicial da variável de

Leia mais

Estruturas de Dados Pilhas, Filas, Listas

Estruturas de Dados Pilhas, Filas, Listas PMR2300 Escola Politécnica da Universidade de São Paulo Introdução Estruturas de dados são objetos que armazenam dados de forma eficiente, oferecendo certos serviços para o usuário (ordenação eficiente

Leia mais

Computação II Orientação a Objetos

Computação II Orientação a Objetos Computação II Orientação a Objetos Fabio Mascarenhas - 2016.2 http://www.dcc.ufrj.br/~fabiom/java Introdução Esse não é um curso de Java! O objetivo é aprender os conceitos da programação orientada a objetos,

Leia mais

Programação Estruturada e Orientada a Objetos. Objetos e Métodos

Programação Estruturada e Orientada a Objetos. Objetos e Métodos Programação Estruturada e Orientada a Objetos Objetos e Métodos 2013 O que veremos hoje? Objetos e Métodos Transparências baseadas no material do Prof. Jailton Carlos Objetivos Aprender a criar construtores;

Leia mais

Ciência da Computação. Prof. Dr. Leandro Alves Neves Prof. Dr. Adriano M. Cansian

Ciência da Computação. Prof. Dr. Leandro Alves Neves Prof. Dr. Adriano M. Cansian Algoritmos e Programação Informática II Ciência da Computação Prof. Dr. Leandro Alves Neves Prof. Dr. Adriano M. Cansian 1 Sumário Tipos de Dados Variáveis Modelo esquemático Características e Regras para

Leia mais

Caderno de Exercícios

Caderno de Exercícios Caderno de Exercícios Processamento da Informação Edição Java Jesús P. Mena-Chalco Centro de Matemática, Computação e Cognição - CMCC Universidade Federal do ABC Alguns exercícios podem conter erros. Caso

Leia mais

Atributos e Métodos de Classe

Atributos e Métodos de Classe Algoritmos e Programação II Aula 5 Atributos e Métodos de Carga *Adaptado do material do Prof. Júlio Machado e Profa. Isabel Manssour Atributos e Métodos de Classe Java permite declarar duas categorias

Leia mais

JavaScript (Elementos de Programação e Programação Básica)

JavaScript (Elementos de Programação e Programação Básica) Linguagem de Programação para Web JavaScript (Elementos de Programação e Programação Básica) Prof. Mauro Lopes 1 Objetivos Iniciaremos aqui o nosso estudo sobre a Linguagem de Programação JavaScript. Apresentaremos

Leia mais

public void setdata(data d) { data = d;

public void setdata(data d) { data = d; class Data... public class Compromisso private Data data; private int hora; private String descricao; /**java.lang.string*/ public Compromisso() public Compromisso(Data data, int hora, String descricao)

Leia mais

Introdução à Programação de Computadores Parte I

Introdução à Programação de Computadores Parte I Introdução à Programação de Computadores Parte I Prof. Dr. Edson Pimentel Centro de Matemática, Computação e Cognição Objetivos Compreender os componentes básicos de um programa... Objetivos Bacharelado

Leia mais