PROJETO DE LEI Nº 787/2014. Capítulo I Do Sistema

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1 Autor(es): VEREADOR EDSON ZANATA PROJETO DE LEI Nº 787/2014 EMENTA: DISPÕE SOBRE A INSTITUIÇÃO DO SISTEMA MUNICIPAL DE GESTÃO DA ÉTICA PÚBLICA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. A CÂMARA MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO Capítulo I Do Sistema D E C R E T A : Art. 1º Fica instituído o Sistema Municipal de Gestão da Ética Pública com a finalidade de promover atividades que promovam e zelem pela conduta ética no âmbito do Executivo Municipal, competindo lhe: I integrar os órgãos, entidades, programas e ações relacionadas com a ética pública; II contribuir para a implementação de políticas públicas, tendo a transparência e o acesso à informação como instrumentos fundamentais para o exercício de gestão da ética pública; III promover, com apoio dos segmentos pertinentes, a compatibilização e interação de normas, procedimentos técnicos e de gestão relativos à ética pública; IV articular ações com vistas a estabelecer e efetivar procedimentos de incentivo e incremento ao desempenho institucional na gestão da ética pública. Capítulo II Da Política e Diretrizes Art. 2º Fica instituída a Política Municipal de Ética Pública, a ser implementada por órgãos e entidades da Administração Pública Municipal, direta, indireta e fundacional, com a finalidade de garantir e assegurar a aplicação e a prática dos princípios constitucionais da Administração Pública, insculpidos na Lei Orgânica do Município, de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e interesse coletivo. Art. 3º São diretrizes da Política Municipal de Ética Pública: I agir segundo a lei, só praticando aquilo que a lei expressamente autorizar, ficando proibido de agir no seu silêncio; II manter a neutralidade em relação aos administrados, sendo proibido estabelecer qualquer tipo de discriminação; III atuar com ética, honestidade e integridade de caráter, em observância e conformidade com a legislação vigente; IV agir com a maior transparência possível, assegurando a transparência da atuação 1/10

2 administrativa; V assegurar o cumprimento da legislação, objetivando o bem estar da coletividade; VI buscar a eficácia na prestação dos serviços públicos, mantendo ou melhorando a qualidade dos serviços, com economia de despesas, atuando com presteza, racionalidade e razoabilidade. Art. 4º Entende se por agente público municipal, para fins de aplicação desta Lei, todo aquele que, por força de dispositivos legais, contrato ou de qualquer ato jurídico, preste serviços de natureza permanente, temporária ou excepcional, ainda que sem retribuição financeira, desde que ligado direta ou indiretamente a qualquer órgão ou entidade da Administração Pública Municipal Direta ou Indireta, ou em qualquer setor onde prevaleça o interesse do Município. Capítulo III Da Estrutura Art. 5º Integram o Sistema Municipal de Gestão da Ética Pública: I a Comissão de Ética Pública do Poder Executivo do Município do Rio de Janeiro CEP Rio, vinculada ao Prefeito; II as Comissões de Ética Setoriais, vinculadas aos órgãos da Administração Pública Municipal direta; III as Comissões de Ética Seccionais, vinculadas às entidades da Administração Pública Municipal indireta ou fundacional. Capítulo IV Da Rede de Ética Art. 6º Fica constituída a Rede de Ética Pública do Poder Executivo Municipal, integrada pelos representantes das Comissões de Ética Pública do Poder Executivo Municipal CEP Rio, Setoriais e Seccionais, com o objetivo de promover a cooperação técnica e a avaliação em gestão da ética. Parágrafo único. Os integrantes da Rede de Ética Pública se reunirão semestralmente, sob a coordenação da CEP Rio, em fórum específico, para avaliar o programa e as ações para a promoção da ética na administração pública municipal. Capítulo V Da Comissão de Ética Pública Seção I Da Definição e Finalidade Art. 7º Fica criada a Comissão de Ética Pública do Poder Executivo do Município do Rio de Janeiro CEP Rio, vinculada ao Prefeito, com a finalidade de propor a revisão das normas que dispõem sobre conduta ética na Administração Pública Municipal e orientar e aconselhar sobre a ética profissional do servidor, no tratamento com as pessoas e com o patrimônio público, competindo lhe analisar e julgar procedimento suscetível de censura. Parágrafo único. A CEP Rio é a unidade coordenadora do Sistema Municipal de Gestão da Ética Pública. Art. 8º À CEP Rio compete: I atuar como instância consultiva do Prefeito e Secretários Municipais em matéria de 2/10

3 ética pública; II administrar a aplicação do Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Municipal, de que trata o Decreto nº , de 20 de outubro de 1994, devendo: a) submeter ao Prefeito medidas para seu aprimoramento; b) dirimir dúvidas a respeito de interpretação de seus dispositivos, resolvendo os casos omissos; c) apurar, mediante denúncia, ou de ofício, condutas que transgridem as normas nele previstas, quando praticadas pelas autoridades a ele submetidas; d) comunicar ao denunciante as providências adotadas, ao final do procedimento; e e) aplicar a pena de censura, com base no seu parecer conclusivo, dando ciência ao servidor objeto da sanção. III coordenar, avaliar e supervisionar as atividades das Comissões Setoriais de Ética Pública; IV coordenar os Encontros Municipais de Ética Pública; V dar ampla divulgação do Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Municipal; VI aprovar o seu Regimento Interno; VII escolher o seu Presidente. Art. 9º À CEP Rio incumbe: I fornecer os registros sobre a conduta ética dos servidores, às unidades administrativas de Gestão de Pessoas, dos órgãos e entidades da Administração Pública Municipal, para o efeito de instruir e fundamentar promoções e para todos os demais procedimentos próprios da carreira do servidor público municipal; II responder a consultas sobre aspectos éticos que lhe forem dirigidas pelas demais CEP s e pelos órgãos e entidades que integram a Administração Pública Municipal, bem como pelos cidadãos e servidores que venham a ser indicados para ocupar cargo ou função abrangida pelo Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Municipal. Seção II Da Estrutura e Composição Art. 10. A CEP Rio será integrada por cinco servidores públicos municipais, que preencham os requisitos de idoneidade moral, reputação ilibada e notória experiência em administração pública, designados pelo Prefeito. 1º A atuação no âmbito da CEP Rio não enseja qualquer remuneração para seus membros e os trabalhos nela desenvolvidos são considerados prestação de relevante serviço público. 2º O Presidente terá o voto de qualidade nas deliberações da Comissão. 3º Os membros da Comissão cumprirão mandato de dois anos, podendo ser reconduzidos. 4º A Comissão contará com uma Secretaria Executiva, vinculada à Secretaria Municipal da Casa Civil, à qual competirá prestar o apoio técnico e administrativo aos seus trabalhos. Capítulo VI Das Comissões de Ética Pública Setorial e Seccional Art. 11 A Comissão de Ética Pública Setorial CEP Setorial atuará como elemento de ligação com a CEP Rio, cabendo lhe, no âmbito do respectivo órgão: 3/10

4 I supervisionar a observância do Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Municipal e comunicar à CEP Rio situações que possam configurar descumprimento de suas normas; II promover a adoção de normas de conduta ética específicas para os agentes públicos, no âmbito do seu órgão, da Administração Pública Direta. Art. 12 À Comissão de Ética Pública Seccional CEP Seccional atuará como elemento de ligação com a CEP Setorial, ao qual estará vinculada, cabendo lhe, no âmbito da respectiva entidade, da Administração Pública Indireta ou Fundacional: I supervisionar a observância do Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Municipal e comunicar à CEP Setorial situações que possam configurar descumprimento de suas normas, no âmbito de sua entidade; II promover a adoção de normas de conduta ética específicas para os agentes públicos, no âmbito de sua entidade. Art. 13 As CEP Setorial e CEP Seccional serão integradas por três membros titulares e três suplentes, escolhidos entre servidores do seu quadro permanente, e designados pelo Secretário Municipal, no âmbito da Administração Direta, e entre os servidores e empregados do seu quadro de pessoal e designados pela autoridade máxima da entidade, no âmbito da Administração Indireta e Fundacional, para mandatos de dois anos. Art. 14 Compete às CEP Setorial e CEP Seccional: I atuar como instância consultiva de dirigentes e servidores no âmbito de seu respectivo órgão ou entidade; II aplicar o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Municipal, devendo: a) submeter à CEP Rio propostas para seu aperfeiçoamento, no caso das Setoriais, e à CEP Setorial, no caso das Seccionais; b) dirimir dúvidas a respeito da interpretação de suas normas e deliberar sobre casos omissos; c) apurar, mediante denúncia ou de ofício, conduta em desacordo com as normas éticas pertinentes; e d) recomendar, acompanhar e avaliar, no âmbito do órgão ou entidade a que estiver vinculada, a execução de ações que objetivem a disseminação, capacitação e treinamento sobre o Código de Ética; III representar o respectivo órgão ou entidade na Rede de Ética do Poder Executivo Municipal; e IV supervisionar a observância do Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Municipal e comunicar à CEP Rio, no caso das Setoriais, e à CEP Setorial, no caso das Seccionais, situações que possam configurar descumprimento de seus dispositivos. 1º As CEP Setorial e CEP Seccional contarão com Secretarias Executivas, vinculadas administrativamente às instâncias máximas das entidades ou órgãos, para cumprirem com plano de trabalho por elas aprovado e proverem o apoio técnico e material necessário ao cumprimento das suas atribuições. 2º As Secretarias Executivas das CEP Setorial e CEP Seccional serão chefiadas por servidores ou empregados do quadro permanente do órgão ou entidade, ocupantes de cargo de direção compatível com sua estrutura, alocados sem aumento de despesas. 4/10

5 Art. 15 Os trabalhos nas CEP Setorial e CEP Seccional são considerados relevantes e têm prioridade sobre as atribuições pertinentes aos cargos dos seus membros, quando não atuarem com exclusividade nas Comissões. Capítulo VII Da Atuação da Comissão de Ética Pública Art. 16 Os trabalhos da CEP Rio, das CEP Setoriais e das CEP Seccionais devem ser desenvolvidos com celeridade e observância dos seguintes princípios: I proteção à honra e à imagem da pessoa investigada; II proteção à identidade do denunciante, que deverá ser mantida sob reserva, se este assim o desejar; III independência e imparcialidade dos seus membros na apuração dos fatos, com as garantias asseguradas na legislação vigente. Art. 17 Qualquer cidadão, agente público, pessoa jurídica de direito privado, associação ou entidade de classe poderá provocar a atuação das Comissões de Ética Pública, com vistas à apuração de infração ética imputada a agente público, órgão ou entidade da Administração Pública Municipal. Art. 18 O processo de apuração de prática de ato em desrespeito aos dispositivos do Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Municipal será instaurado, de ofício ou em razão de denúncia fundamentada, respeitando se, sempre, as garantias do contraditório e da ampla defesa, pela Comissão de Ética Pública, no âmbito de sua jurisdição, conforme o caso, que notificará o investigado para manifestar se, por escrito, no prazo de dez dias. 1º Caso a denúncia não seja do âmbito da Comissão que recebê la, deverá ser encaminhada para a Comissão que tiver jurisdição sobre o assunto. 2º O investigado poderá produzir prova documental necessária à sua defesa. 3º A Comissão poderá requisitar os documentos que entender necessários à instrução probatória e, também, promover diligências e solicitar parecer de especialista. 4º Na hipótese de serem juntados aos autos da investigação, após a manifestação referida no caput deste artigo, novos elementos de prova, o investigado será notificado para nova manifestação, no prazo de dez dias. 5º Concluída a instrução processual, a Comissão proferirá a decisão conclusiva e fundamentada. 6º Se a conclusão for pela existência de falta ética, além das providências previstas no Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Municipal, a Comissão tomará as seguintes providências, no que couber: I encaminhamento de sugestão de exoneração de cargo ou função de confiança à autoridade hierarquicamente superior ou devolução ao órgão ou entidade de origem; II encaminhamento, conforme o caso, para a Controladoria Geral do Município para exame de eventuais transgressões disciplinares; III recomendação de abertura de procedimento administrativo, se a gravidade do assunto assim o recomendar. Art. 19 O procedimento instaurado para apuração de prática em desrespeito às 5/10

6 normas éticas será mantido com a chancela de reservado, até que esteja concluído. 1º Concluída a investigação e após a deliberação da Comissão de Ética Pública os autos do procedimento deixarão de ser reservados. 2º Na hipótese de os autos estarem instruídos com documento classificado como sigiloso, o acesso a esse tipo de documento somente será permitido a quem detiver igual direito perante o órgão ou entidade originariamente encarregado da sua guarda. 3º Para resguardar o sigilo de documentos que assim devam ser mantidos, a Comissão, depois de concluído o processo de investigação, providenciará para que esses documentos sejam desentranhados dos autos, lacrados e acautelados. Art. 20 A qualquer pessoa que esteja sendo investigada é assegurado o direito de saber o que lhe está sendo imputado, de conhecer o teor da acusação e de ter vista dos autos, no recinto da Comissão de Ética Pública, mesmo que ainda não tenha sido notificada da existência do procedimento investigatório. Parágrafo único. O direito assegurado neste artigo inclui o de obter cópia dos autos e de certidão do seu teor. Art. 21 Todo ato de posse, investidura em função pública ou celebração de contrato de trabalho, deverá ser acompanhado de compromisso formal de acatamento e observância das regras estabelecidas pelo Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Municipal. Art. 22 A CEP não poderá escusar se de proferir decisão sobre matéria de sua competência alegando omissão do Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Municipal. 1º Nos casos em que o Código for omisso, o assunto será julgado pela analogia e invocação aos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. 2º Havendo dúvida quanto à legalidade, a CEP competente deverá ouvir previamente a área jurídica do órgão ou entidade de sua jurisdição. Art. 23 A CEP, sempre que constatar a possível ocorrência de ilícitos penais, civis, de improbidade administrativa ou de infração disciplinar, encaminhará cópia dos autos às autoridades competentes para apuração de tais fatos, sem prejuízo das medidas de sua competência. Art. 24 As decisões das CEP Setorial e CEP Seccional, na análise de qualquer fato ou ato submetido à sua apreciação ou por ela levantado, serão resumidas em ementa e, com a omissão dos nomes dos investigados, divulgadas no sítio do próprio órgão, bem como remetidas à CEP Rio. Capítulo VIII Das Instâncias Superiores Art. 25 Compete às instâncias superiores dos órgãos e entidades do Poder Executivo Municipal, abrangendo a administração direta, indireta e fundacional: I observar e fazer observar as normas de ética e disciplina; II constituir as CEP Setorial ou CEP Seccional, conforme o caso; 6/10

7 III garantir os recursos humanos, materiais e financeiros para que a Comissão cumpra com suas atribuições; IV atender com prioridade às solicitações da CEP. Art. 26 É dever do titular de entidade ou órgão da Administração Pública Municipal, direta, indireta ou fundacional: I assegurar as condições de trabalho para que a CEP do seu órgão ou entidade cumpra suas funções; II garantir o exercício das atribuições dos integrantes da CEP para que não lhes resulte qualquer prejuízo ou dano funcional; III conduzir em seu âmbito a avaliação da gestão da ética, conforme processo coordenado pela CEP do seu órgão ou entidade. Capítulo IX Das Disposições Gerais Art. 27 Os órgãos e entidades da Administração Pública Municipal darão tratamento prioritário às solicitações de documentos necessários à instrução dos procedimentos de investigação instaurados pelas CEP s. Art. 28 A infração de natureza ética cometida por membro de Comissão de Ética Pública será apurada pela CEP de ordem superior, à qual está vinculada. Art. 29 A CEP Rio manterá banco de dados de sanções aplicadas pelas CEP Setoriais e CEP Seccionais e de suas próprias sanções, para fins de consulta pelos órgãos ou entidades da Administração Pública Municipal, em casos de nomeação para cargo em comissão. Parágrafo único O banco de dados referido neste artigo engloba as sanções aplicadas a qualquer dos agentes públicos, definidos nesta Lei. Art. 30 Os dispositivos do Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Municipal aplicam se, no que couber, às autoridades e agentes públicos neles referidos, mesmo quando em gozo de licença. Art. 31 Eventuais despesas com a execução do disposto nesta Lei, correrão à conta das verbas de modernização administrativa da Prefeitura. Art. 32 Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Plenário Teotônio Villela, 8 de abril de 2014 Vereador EDSON ZANATA JUSTIFICATIVA A partir da existência do Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Municipal, instituído o Decreto nº , de 20 de outubro de 1994, ficou faltando a estrutura adequada para a sua publicidade e execução, como tarefa rotineira, permeando toda a estrutura do Poder Executivo Municipal. O Código é considerado, pelo próprio espírito da lei (mens legis), como o instrumento principal e adequado para analisar e avaliar as condutas sobre o prisma da ética, fundamentada nos princípios constitucionais insculpidos nas Cartas Federal, Estadual 7/10

8 e na Lei Orgânica do Município. Entendemos, então, que falta esse elemento fundamental para dar vida ao mencionado Código de Ética. Desta forma, com base na legislação já existente no âmbito federal, que vem surtindo efeitos excelentes, que todos nós temos testemunhado por intermédio da imprensa, o Sistema de Gestão da Ética Pública vem analisando, avaliando e julgando condutas em todos os níveis hierárquicos da Administração Pública Federal, com absoluto êxito. Esse instrumento fundamental servirá para avaliar a conduta dos agentes públicos municipais a partir de denúncias e representações externas e internas, garantindo a administradores e administrados o direito e o dever de não só aplicar a lei, mas, de exigir a sua aplicação, na sua condição de cidadão contribuinte agente público. Cremos que a instituição do Sistema Municipal de Gestão da Ética Pública será mais um passo dado em direção à democratização e à transparência da Administração Pública Municipal, razão pela qual temos a certeza de contar com o apoio e aprovação do plenário dessa Casa de Leis. Legislação Citada LEI ORGÂNICA DO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO (...) DECRETO LEGISLATIVO Nº DE 20 DE OUTUBRO DE 1994 "DISPÕE SOBRE NORMAS DE ÉTICA PROFISSIONAL DO SERVIDOR PÚBLICO CIVIL DO PODER EXECUTIVO MUNICIPAL" (...) Atalho para outros documentos Informações Básicas Código Autor VEREADOR EDSON ZANATA Protocolo Mensagem Regime de Tramitação Projeto Ordinária Link: Datas: Entrada 08/04/2014 Despacho 08/04/2014 Publicação 06/05/2014 Republicação 8/10

9 Outras Informações: Pág. do DCM da Publicação 35 a 38 Pág. do DCM da Republicação Tipo de Quorum MA Arquivado Não Motivo da Republicação Observações: Section para Comissoes Editar DESPACHO: A imprimir Comissão de Justiça e Redação, Comissão de Administração e Assuntos Ligados ao Servidor Público, Comissão de Finanças Orçamento e Fiscalização Financeira. Em 08/04/2014 JORGE FELIPPE Presidente Comissões a serem distribuidas 01.:Comissão de Justiça e Redação 02.:Comissão de Administração e Assuntos Ligados ao Servidor Público 03.:Comissão de Finanças Orçamento e Fiscalização Financeira TRAMITAÇÃO DO PROJETO DE LEI Nº 787/2014 Projeto de Lei Cadastro de Proposições DISPÕE SOBRE A INSTITUIÇÃO DO SISTEMA MUNICIPAL DE GESTÃO DA ÉTICA PÚBLICA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. => => {Comissão de Justiça e Redação Comissão de Administração e Assuntos Ligados ao Servidor Público Comissão de Finanças Orçamento e Fiscalização Financeira } Envio a Assessoria Técnico Legislativa. Resultado => Informação Técnico Legislativa nº781/2014 Distribuição => => Comissão de Justiça e Redação => Relator: VEREADOR JORGE BRAZ => Proposição => Parecer: Pela Constitucionalidade Distribuição => => Comissão de Administração e Assuntos Ligados ao Servidor Público => Relator: Sem Distribuição => Proposição => Parecer: Sem Parecer Distribuição => => Comissão de Finanças Orçamento e Fiscalização Financeira => Relator: Sem Distribuição => Proposição => Parecer: Data Public Autor(es) 06/05/2014 Vereador Edson Zanata 19/05/ /07/ /10

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