Iª REUNIÃO DO CONSELHO TÉCNICO DO CENTRO NACIONAL DAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO

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1 REPÚBLICA DE ANGOLA MINISTÉRIO DAS TELECOMUNICAÇÕES E TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO CENTRO NACIONAL DAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO Iª REUNIÃO DO CONSELHO TÉCNICO DO CENTRO NACIONAL DAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO LUANDA, 29 E 30 DE JULHO DE 2015 INTEROPERAR PARA REDUZIR CUSTOS 1 21

2 República de Angola Ministério das Telecomunicações e Tecnologias de Informação Centro Nacional das Tecnologias de Informação - CNTI 2015 Plano de Acção A Inovar para melhor Servir 2 21

3 Índice 1. Introdução Enquadramento Plano de Implementação.6 4. Descrição das Iniciativas por Linha de Actuação Reforço das Acções da Visibilidade e do Papel Institucional do CNTI Angola Online e N Gola Digital Massificação e Inclusão Digital Estabelecimento de Joint-Venture na Implementação de Cloud Pública Migração e Operação do Domínio. AO Programa INOVAR Valorização dos Sistemas da Administração Pública Rentabilização dos Data Centers Garantir a funcionalidade da Rede Privativa do Estado RPE e os seus serviços Estratégias de Comunicação do Plano de Princípios Orientadores Objectivos da Estratégia Metas da Comunicação Identificação e Segmentação dos Stakeholders Factores Críticos de Sucesso Cronograma Geral

4 1. Introdução No presente documento, projectamos as acções que pretendemos dar continuidade do ano de 2014 bem como, executar novas acções que visem materializar as ideias de gestão e operacionalização do. Os resultados do trabalho já efectuado que incidem sobre as TIC a utilizar na Administração Pública bem como na sociedade angolana, permitiram que a visão para 2015 assentasse no conceito da participação e partilha de informação entre os diferentes actores dos Gabinetes de Tecnologias de Informação e a prestação de serviço para o reforço dos níveis de gestão financeira e dos benefícios aos funcionários. A partir de uma análise a diferentes frameworks implementados no plano de acção de 2014, e um levantamento de serviços de governo electrónico prestados ao cidadão em vários países, consolidou-se uma visão e estratégia para o foco da acção do CNTI em As Infraestruturas de Data Center recuperadas e operacionalizadas em 2014 estão em linha com essa visão, na medida em que através dela será possível disponibilizar serviços transaccionais. Com o Portal do CNTI vai ser reforçada a aproximação entre as empresas que actuam no sector com o registo massificado online e com os GTI uma framework de partilha de informação e consulta sobre a idoneidade e capacidade técnica das empresas, serviços e consultorias de tecnologias de informação que actuam no mercado nacional, para uma nova forma de trabalhar a Governação Electrónica de maneira mais integrada e colaborativa. As diferentes iniciativas de seguida explanadas são acompanhadas por um Plano de Comunicação estruturado e consistente, fundamental na adopção rápida e eficaz perspectivas de que desejam atingir. O Plano de Acção do CNTI para 2015 é o documento orientador da acção do CNTI, e expõe as principais linhas de actuação e iniciativas a desencadear no decorrer desse período. O presente documento apresenta para cada iniciativa prevista para 2015 as principais actividades e o seu calendário de execução. Também é apresentado um Cronograma Geral das iniciativas para 2015 que ilustrará o foco da acção do CNTI nos diferentes períodos do ano. 4 21

5 Mais do que um documento de estratégia este documento pretende ser um plano sucinto e prático e que deverá guiar a actuação com base numa estratégia de comunicação As iniciativas a desenvolver em 2015 encontram-se alinhadas com a visão global de Angola para a Sociedade de Informação e Governação Electrónica, definidas no Plano Nacional da Sociedade de Informação (PNSI) e no Plano Estratégico para a Governação Electrónica (PEGE). 2. Enquadramento Este documento deve ser um referencial para a actuação do CNTI, sendo flexível para adequar e/ou adaptar alterações resultantes da implementação da estratégia global para a Sociedade da Informação e para a Governação Electrónica. A adopção do Plano de Acção do CNTI possibilita a operacionalização de serviços, que terá a sua manifestação prática através da utilização da Infraestrutura Tecnológica de Datacenter (ITD), em que as entidades que dela recorrem poderão expor e consumir serviços orientados aos negócios, cidadão e às empresas, ou mesmo de interesse na partilha de informação entre Instituições Públicas. A ITD incluirá plataformas de serviço de alojamento em três tipologias nomeadamente Hosting Físico (Aluguer de Servidores dedicados físicos), Housing (Alojamento Físico de Equipamento), hosting privado virtual (Aluguer de Servidores Privados Virtuais), Cloud Computing (Serviços de Nuvem Privada ou Pública), gateway de pagamentos e gateway de SMS, com vista a facilitação do desenvolvimento de serviços electrónicos transaccionais. Será prestado apoio aos utilizadores e entidades aderentes via um Service Desk especialmente criado para o efeito. No Ponto de Vista da massificação e Inclusão digital, o Angola Online será instalado na Província do Uíge e os Centros N gola Digital nas Províncias do Bengo, Cuanza Norte, Malange, Lunda Sul e Cuando Cubango. No âmbito do reforço institucional da relação com os GTI o programa Inovar irá dar continuidade ao acompanhamento dos projectos e serviços de tecnologias de informação implementados na Administração Pública e irá promover a Cerimónia de Premiação dos melhores serviços de TI de

6 Figura 1.Linhas de Actuação para 2015 Reforço das Acções Internas e da Visibilidade e do Papel Institucional do CNTI Angola Online & N gola Digital Massificação e Inclusão Digital Estabelecimento de Joint-Venture na implementação de Cloud Pública Migração e Operação do Domínio.AO Programa Inovar - Valorização dos sistemas da administração pública Rentabilização dos Data Centers Garantir a funcionalidade da Rede Privativa do Estado RPE e os seus serviços 6 21

7 3. Plano de Implementação Os benefícios e o custo das iniciativas foram classificados nos seguintes vectores de análise. Apresentando 4 níveis de 1 a 4, sendo 1 correspondente a Baixo e 4 correspondente a Alto. Figura 1. Plano de Implementação 4. Descrição das Iniciativas por Linha de Actuação 4.1. Reforço das Acções e da Visibilidade e do Papel Institucional do CNTI Figura 2. Iniciativas Legislativas Iniciativas a Desenvolver 1. Proposta para Aprovação do Decreto Workshop com os principais Stakeholders 7 21

8 Iniciativas a Desenvolver Executivo para Implementação da Infra-estrutura de Chaves Publicas e Certificação Digital de Angola ICP-AO. Conclusão da documentação, Técnica e Legal Compilação do Dossier para aprovação em Conselho de Ministros. 2. Auditoria e Revisão dos Manuais e Procedimentos operacionais dos Centros de Dados do CNTI (CD-CNTI) Levantamento dos Manuais e documentos de procedimentos Existentes Analise dos manuais e dos procedimentos Produzir recomendações para a elaboração e melhoria dos manuais e procedimentos operacionais. Aprovação pela Direcção Geral dos Manuais e Procedimentos. Validação pelo DG - CNTI. 3. Criação de uma Politica de Segurança da Informação comum para os CD-CNTI Elaboração da política de Segurança da informação baseada na Norma ISSO Discussão do documento com os demais departamentos Aprovação pela Direcção Geral dos Manuais e Procedimentos. Homologação pelo MTTI Implementação da política 4. Proposta de Decreto Executivo para o Estabelecimento da Equipa Nacional de Resposta a Incidentes Críticos de Tecnologias de Informação - CERT/CIRT 5. Proposta de Decreto Executivo sobre as Normas e Procedimentos para Aquisição e desenvolvimento de Soluções de Tecnologias de Informação e Aplicações Tecnológicas na Aprovação do Roadmap de Implementação Identificação dos Recursos Humanos Propostas das Instalações para o CERT Identificação das Infraestruturas dos Softwares e Hardware Conclusão da documentação, Técnica e Legal Compilação do Dossier para aprovação em Conselho de Ministros. Elaboração do Documentos Apresentação ao MTTI Apresentação aos Departamentos Ministeriais Compilação do Dossier para aprovação em Conselho de Ministros. 8 21

9 Iniciativas a Desenvolver Administração Pública. 6. Proposta de Decreto Executivo do Plano de Racionalização e Redução de Custos nas TIC da Administração Pública Elaboração do Documento Apresentação ao MTTI Apresentação aos Departamentos Ministeriais Compilação do Dossier para aprovação em Conselho de Ministros. 7. Estabelecer Parcerias com Instituições e/ou Organismos da Administração Pública e Sociedade Civil Estabelecimento de Memorandos e/ou Protocolos de Entendimento Figura 3. Iniciativas Reforço das Acções Internas do CNTI Seminários sobre Administração Pública Seminários sobre Técnicas de Comunicação 8. Capacitação e Formação dos Quadros do CNTI Formação para desenvolvimento de competências de gestão e liderança Garantir a realização de avaliação de desempenho por objectivos. Promover a mudança cultural, desenvolver e aprimorar as competências profissionais. Figura 4. Iniciativas Auditoria e Segurança da Informação Iniciativas a Desenvolver 9. Montagem do Sistema de Fiscalização Centralizado e Estruturado de Aprovação e abertura do projecto Alinhamento com outros departamentos intervenientes no processo de fiscalização 9 21

10 Iniciativas a Desenvolver Projectos de TI Alocação do Recurso Humanos Formação Implementação do Sistema de Fiscalização 10. Fortalecer a segurança dos subdomínios do governo com Implementação do Protocolo DNSSEC 11. Identificação e Implementação de Melhorias na Arquitectura de Segurança da Rede Privativa do Estado (RPE) 12. Fiscalização do projecto de Modernização dos Serviços dos Registos e Notariado Apresentação do projecto ao Departamento de Serviço Partilhados. Avaliação da plataforma de domínios gov.ao Implementação das configurações Avaliação da arquitectura geral da RPE Identificação dos Pontos de Vulnerabilidades Desenho da nova arquitectura de segurança Implementação das medidas de segurança Revisão do Cronograma Geral do Projecto Reuniões quinzenais com a equipa técnica do MINJUSDH Avaliação das actividades desenvolvidas pela Empresa MERAP Produzir Relatórios Mensais Figura 5. Iniciativas Soluções Tecnológicas e Inovação Iniciativas a Desenvolver 13. Levantamento e análise da viabilidade de um Programa Nacional de Desenvolvimento de Startup s de Tecnologias de Informação Levantamento das entidades e/ou possíveis intervenientes Elaboração de Memorando de Entendimento com o INAPEM 4.2. Angola Online & N gola Digital Massificação e Inclusão Digital 10 21

11 Figura 6. Iniciativas Massificação e Inclusão Digital Iniciativas a Desenvolver 14. Pontos Públicos de Acesso à Internet grátis (wi fi) Manter a gestão operacional do Angola Online em Luanda e Saurimo Perspectivar todo o processo para a Instalação do Angola Online na Cidade do Uíge. 15. Centros Ngola Digital Disponibilizar 5 (Cinco) Centros Ngola Digital nas províncias do Bengo, Cuanza Norte, Malange, Lunda Sul e Cuando Cubango. Criação de uma campanha de comunicação multimédia expondo o impacto das TIC e projectos já implementados e campanhas pontuais de divulgação de iniciativas em curso. 16. Acções de Sensibilização e Comunicação Promoção de debates e conferências ao longo de todo o ano com especial foco nos jovens que exponha o impacto das TIC e que promova os projectos de e-gov junto dos funcionários públicos. Em coordenação com a REMA elaborar iniciativas de inclusão digital com suporte as Mediatecas de Proximidade. Apresentação de Palestras e seminários sobre tecnologias de informação nas mediatecas fixas Estabelecimento de Joint-Venture na Implementação de Cloud Pública Figura 7. Iniciativa Implementar em Parceria Público Privada uma Infraestrutura de Nuvem Pública Iniciativas a Desenvolver 17. Implementação de uma solução comercial de Cloud Computing Em óptica da parceria público-privada, fazer um joint-venture, para a implementação de uma Cloud Pública e Privativa, tipo Amazon Servers, e partilhando as receitas. O CNTI dá o que já tem (Datacenter, Storage, Servidores, comunicações), Pessoal de Suporte e Monitoramento a parceira instala e configura a Cloud Computing

12 Iniciativas a Desenvolver A Cloud terá um portal de cliente onde cada Entidade cria as máquinas que quiser, aceitando o preço e que poderá pagar via Multicaixa ou Online; É um processo de adjudicação directa simplificada; 4.4. Migração e Operação do Domínio.AO Figura 8. Iniciativas Migração do domínio.ao Iniciativas a Desenvolver 18. Aprovação do Plano de Migração 19. Execução do Processo Com a apresentação do Plano de Migração a Comissão de Monitoramento, aguarda-se a aprovação do mesmo pelos Ministros Envio de Ofício da Faculdade de Engenharia da Universidade Agostinho Neto e do actual Administrador do Domínio Prof. Dr. João Sebastião Teta ao ICANN para definição da nova estrutura de gestão do Domínio. Efectivação dos trabalhos em parceria com a DNS.PT para instalação em Luanda da réplica do Domínio.AO Disponibilização do serviço Programa INOVAR Valorização dos Sistemas da Administração Pública Figura 9. Iniciativas INOVAR Valorizar os Sistemas da Administração Pública Iniciativas a Desenvolver 20. Promoção de uma nova perspectiva das TIC nos Departamentos Ministeriais 21. Elaboração de Planos Estratégicos nos departamentos ministeriais Realização de seminários na Administração Pública sobre mudança de paradigma: Centros de Custo para Centros de Proveitos. Realização de Seminários sobre como Elaborar e Apresentar Planos Estratégicos para os GTI Produzir material de suporte para o Seminários 22. Elaboração de Orçamentos Sectoriais nos departamentos ministeriais Realização de Seminários aos GTIs sobre como Elaborar Orçamentos Sectoriais

13 Iniciativas a Desenvolver 23. Preparação do processo para a realização da cerimónia de premiação na Administração Pública Actualizar o Regulamento dos Prémios de Inovação na Administração Pública; Criação da comissão de avaliação do prémio Inovar; Anúncio formal das candidaturas; Identificar os modelos de troféus a serem atribuídos; Cerimónia de premiação; 4.6. Rentabilização dos Datacenters Figura 10. Iniciativas Data Center e Serviços Partilhados Iniciativas a Desenvolver Promoção da efectiva utilização da estrutura e dos serviços disponibilizados nos Data Centers junto dos Ministérios e articulando a acção com os directores dos Gabinetes de TI e do Público em Geral. 24. Operacionalizar e rentabilizar os Data Centers Criação de um espaço de publicidade aos serviços disponibilizados no Data Center no momento de registo das empresas no Website do CNTI e divulgação às empresas já registadas junto ao CNTI. Criar toda a matriz comercial de gestão parta a Infraestrutura Criar uma Coordenação específica para gestão comercial e operacional do Datacenter km7 com fins de prestação de serviço público disponível para o sector empresarial, universitário e particular de venda de serviços datacenter Garantir a Funcionalidade da Rede Privativa do Estado RPE e os Seus Serviços Figura 11. Iniciativas Governação Electrónica 13 21

14 Iniciativas a Desenvolver 25. Promoção da utilização da Rede Privativa do Estado Operacionalização e expansão do projecto da Rede Privativa do Estado aumentando o n.º de departamentos ministeriais ligados à referida rede. 26. Reforço da promoção do E- mail Institucional na Administração Pública Acções de divulgação e promoção sobre as vantagens da utilização do institucional junto dos organismos públicos. Impulsionar a utilização na Administração dos serviços de Voz sob IP (Telefonia Interna do Governo), Vídeo Conferencia, Sistemas de Automação de Escritório 27. Massificação de Serviços Egov Impulsionar e dar o suporte aos sistemas de gestão hospitalar instalados nos Hospitais Geral de Luanda e Municipal do Cazenga. Expandir todos os serviços a todos os Departamentos Ministeriais. 5. Estratégia de Comunicação do Plano de Acção Princípios Orientadores Este tópico visa apresentar os princípios e boas práticas que devem servir de base a estratégia de comunicação. A implementação da estratégia de comunicação, deverá ser considerada uma iniciativa de acompanhamento à execução do cronograma de implementação do Plano de Acção Os efeitos da implementação da Plano de Acção do CNTI em particular as alterações na estrutura orgânica do CNTI têm impacto no funcionamento desta organização, e consequentemente, nos seus colaboradores. Um plano de comunicação efectivo, coordenado e devidamente focalizado é crítico para gerir o impacto e potenciar o sucesso da implementação do roadmap do Plano de Acção Para isso, o plano de comunicação foi planeado e executado de acordo com diversas realidades: O esforço de mudança é complexo e envolve diversos aspectos que vão afectar um número considerável de pessoas; O público-alvo abrangido pelo plano de comunicação é grande, diferente e dispersa, com variadas preocupações, questões e necessidades; A mudança já está em andamento e em constante alteração. É imperativo uma abordagem 14 21

15 da comunicação coordenada e focalizada, dada a complexidade da mudança e a importância da actividade do CNTI. Esta abordagem permite assegurar que as mensagens certas chegam às pessoas certas através dos canais certos Objectivos da Estratégia A estratégia de comunicação tem dois Objectivos orientadores do desenvolvimento e da concretização de todas as iniciativas de comunicação relacionadas com a mudança: 1. Desenvolver consciência, compreensão, aceitação e compromisso com o esforço de mudança e os seus resultados em todos os interessados: Comunicar informação honesta, exacta e útil de forma oportuna e através dos canais mais adequados; Compreender os aspectos que afectam os diferentes grupos, especialmente o impacto da implementação; Solicitar comentários de oportunidades de melhoria aos interlocutores; Diagnosticar junto dos intervenientes situações de risco que devam ser objecto de atenção particular. Promover uma perspectiva global da mudança: 2. Ter uma perspectiva e expectativas realistas do esforço de mudança e do seu impacto, 15 21

16 incluindo a mudança cultural associada; Coordenar toda a estratégia de comunicação com as equipas responsáveis pela implementação do Plano de Acção 2015: Que mensagens entregar; Quem e quando deve entregar as mensagens; Saber a eficácia da comunicação e saber como a melhorar; Dotar as partes envolvidas no projecto com capacidade para comunicar mensagens chave Metas de comunicação A estratégia de comunicação definida tem por base uma abordagem iterativa, a qual permite que o CNTI evolua em estágios de desenvolvimento graduais, potenciando a aprendizagem contínua e a evolução de negócio de forma sustentada que assenta num fluxo de mecanismos de comunicação que disponibilizam benefícios intermédios em completa articulação com a monitorização do sucesso da disponibilização Identificação e segmentação dos stakeholders Para garantir que os Objectivos do plano de acção 2015 são alcançados, é necessário identificar os diferentes stakeholders que terão uma intervenção directa ou indirecta ao longo da implementação das iniciativas. Para identificação e segmentação dos stakeholders foram utilizados como critérios: 16 21

17 Impacto do projecto no stakeholder: impacto que o projecto tem nos diferentes grupos de colaboradores; Influência dos stakeholders no projecto: influência que o stakeholder poderá representar para o sucesso de implementação das iniciativas definidas para o projecto. De acordo com estes dois critérios cada grupo será localizado no mapa de posicionamento dos stakeholders, garantindo uma comunicação alinhada com os diferentes Objectivos para cada segmento alvo: O posicionamento dos stakeholders na matriz de segmentação permite optimizar as diferentes acções de comunicação a implementar ao longo do projecto. O exemplo abaixo apresentado é meramente ilustrativo e terá de ser adequado à realidade organizacional do CNTI

18 5.5. Factores críticos de sucesso De forma a implementar eficientemente o Plano de Acção 2015 foram identificados

19 factores críticos de sucesso: 19 21

20 6. Cronograma Geral Manutenção Cronograma do Plano de Acção CNTI 2015 dos Níveis de Preços Iniciativas /Impactos a Curto Prazo Especificação de Normas e Padrões para desenvolvimento de Soluções Tecnológicas para os Departamentos Proposta de Decreto Executivo do Plano de Racionalização e Redução de Custos nas TIC da Administração Pública Montagem do Sistema de Fiscalização Centralizado e Estruturado de Projectos de TI Pontos Públicos de Acesso à Internet grátis (wi fi) Implementar em Parceria Público Privada uma Infraestrutura de Núvem Pública Registo de Empresas de Tecnologia de Informação Promoção da utilização da Rede Privativa do Estado Disponibilização dos Datacenters para suporte da infraestrutura e serviços dos novos projectos da Administração Pública, e para Disaster-Recovery dos serviços actuais Reforço da promoção do Institucional na Administração Pública Aprovação e Execução do Plano Migração do Domínio.AO Fortalecer a segurança dos subdomínios do governo com Implementação do Protocolo DNSSEC Massificação de Serviços Egov Redução Aumento da despesa das Receitas Pública Patrimoniais Manutenção das reservas liquidas do Pais Impacto Manutenção do Crescimento Económico Manutenção dos recursos dos Programas Objectivos Redução de 20% a 30% nos custos e riscos de Projectos em Sistemas de Informação. Redução de 15% a 30% nos custos das TIC na AP. Melhoria da qualidade dos serviços e sistemas de TI implementados na AP e Redução de 20% a 40% nos custos das TIC Manutenção do fornecimento gratuito de Internet em comunidades desfavorecidas Aumento da velocidade de implementação de projectos, sem aumento de custos Registo entre e empresas de TIC Potenciador da utilização segura dos centros de serviços partilahdos, permitindo ganhos de escala e racionalização de Permite recuperar o investimento em 4 anos, ao mesmo tempo que possibilita a realização de projectos sem investimentos adicionais em infraestrutura. Consolidação de serviços, com ganhos de escala Dinamização de um mercado digital, com criação de dezenas de milhar de registos. Garantir uma maior segurança dos sistemas da AP para melhor prestação de serviço intra e extra governo Redução de custos de Comunicação de Voz em 20-30% na Administração Pública 1º T 2º T 3º T 4º T J F M A M J J A S O N D

21 Iniciativas /Impactos a Médio-Prazo Proposta para Aprovação do Decreto Executivo para Implementação da Infraestrutura de Chaves Publicas e Certificação Digital de Angola ICP-AO. Proposta de Decreto Executivo para o Estabelecimento da Equipa Nacional de Resposta a Incidentes Críticos de Tecnologias de Informação - CERT/CIRT Aprovação do Plano Nacional de Arquitectura Global para a Interoperabilidade da Administração Pública Central e Local do Estado (PLANAGIA) Proposta de Decreto Executivo sobre as Normas e Procedimentos para Aquisição e desenvolvimento de Soluções de Tecnologias de Informação e Aplicações Tecnológicas na Administração Pública Auditoria e Revisão dos Manuais e Procedimentos Operacionais dos Centro de Dados do CNTI (CD-CNTI) Criação de uma Politica de Segurança da Informação comum para os CD-CNTI Levantamento e análise da viabilidade de um Programa Nacional de Desenvolvimento de Startup s de Tecnologias de Informação Criação de condições legislativas para o desenvolvimento da sociedade de informação Criação de condições legislativas para a Segurança e Credibilização da sociedade de informação Criação de condições legislativas para o desenvolvimento da sociedade de informação Criação de condições legislativas para o desenvolvimento da sociedade de informação Levantamento dos Manuais e documentos de procedimentos Existentes Analise dos manuais e dos procedimentos, Produzir recomendações para a elaboração e melhoria dos manuais e procedimentos Elaboração da política de Segurança da informação baseada na Norma ISSO Potenciar a massificação de serviços e oportunidades de negócios electrónicos para Pequenas e Médias Empresas Aumentar a ligeracia tecnonológica dos Acções de Sensibilização e Comunicação cidadãos Melhorar a qualidade de serviço dos GTI e Implementação do Programa Inovar valorizar as Departamentos Ministeriais que se destacam Promoção da efectiva utilização da estrutura e dos serviços disponibilizados Operacionalizar e rentabilizar os Data nos Data Centers junto dos Ministérios e Centers articulando a acção com os directores dos Gabinetes de TI e do Público em Geral

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