INFORMATIVO GFIP/SEFIP

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "INFORMATIVO GFIP/SEFIP"

Transcrição

1 PREVIDÊNCIA SOCIAL INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL INSS Diretoria de Receitas Previdenciárias DIREP Coordenação Geral de Arrecadação CGA Divisão de Gerenciamento de Declarações INFORMATIVO GFIP/SEFIP Nº 004 COMPENSAÇÃO DE CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS ABRIL/2004 A Instrução Normativa INSS/DC n 100, de 18/12/2003, trouxe mudanças significativas quanto à compensação de contribuições previdenciárias. Por esta razão, este informativo apresenta perguntas e respostas sobre compensação, quadro-resumo sobre os procedimentos até 03/2004 e a partir de 04/2004, bem como as alterações no SEFIP decorrentes da IN 100/2003, com as alterações da IN n 105, de 24/03/2004. As IN n 102, de 29/01/2004 e n 103, de 25/02/2004, alteraram a IN 100/2003 quanto à data da vigência. Assim, a IN 100/2003 entra em vigor a partir de 01/04/2004. Informações adicionais ao conteúdo deste informativo podem ser obtidas por intermédio do Manual da GFIP para Usuários do SEFIP 6, disponível nos sites da Previdência (www.previdenciasocial.gov.br) ou da Caixa Econômica Federal (www.caixa.gov.br), ou pelo telefone (PrevFone). É o procedimento facultativo pelo qual o empregador/contribuinte se ressarce: a) de valores pagos indevidamente ou a maior; e b) de valores deduzidos a menor ou não deduzidos em época própria.! " #$ % % Podem ser compensados: a)valores de contribuições previdenciárias pagos indevidamente; b)sobra de salário-família e salário-maternidade deduzidos parcialmente na competência do pagamento do(s) benefício(s) aos trabalhadores ou salário-família e salário-maternidade não deduzidos em época própria; c) sobra de retenção sobre nota fiscal/fatura, decorrente da prestação de serviços por cessão de mão-de-obra e empreitada (Lei 9.711/98), deduzida parcialmente na competência de emissão da nota fiscal; d) saldo de retenção sobre nota fiscal/fatura, referente a obra de construção civil executada por empreitada total, com as contribuições do estabelecimento da empresa ao qual se vincula a obra. (IN/INSS/DC 100/2003, arts. 201 a 205; art. 212, 8, art. 213; art. 221) &! $ ' %("" $"' $" "" $ O prazo extingue-se em 5 anos contados do dia seguinte: INFORMATIVO GFIP/SEFIP 04/2004 Edição concluída em 15/04/2004 1

2 a) do recolhimento ou do pagamento indevido; b) em que se tornar definitiva a decisão administrativa ou passar em julgado a decisão judicial que tenha reformado, anulado ou revogado a decisão condenatória; c) do vencimento da competência em que deixou de ser efetuado o reembolso, mediante dedução; d) do vencimento para recolhimento da retenção efetuada com base na nota fiscal, fatura ou recibo de prestação de serviços. (IN/INSS/DC 100/2003, art. 227) ) %("" %" $"%% * + %, $"' NÃO, nas compensações relativas a pagamento ou recolhimento indevido e a salário-família ou salário-maternidade não deduzidos em época própria, o empregador/contribuinte deverá: a) estar em situação regular, considerando todos os seus estabelecimentos e obras de construção civil, em relação aos seguintes lançamentos de crédito previdenciário: Notificação Fiscal de Lançamento de Débito (NFLD), cuja exigibilidade não esteja suspensa; Auto de Infração (AI), cuja exigibilidade não esteja suspensa; Lançamento de Débito Confessado (LDC); Lançamento de Débito Confessado em GFIP (LDCG); Débito Confessado em GFIP (DCG). b) estar em dia com as parcelas relativas a acordo de parcelamento de contribuições objeto dos lançamentos de que trata a alínea a, considerados todos os seus estabelecimentos e obras de construção civil. (IN/INSS/DC 100/2003, art. 202, incisos II e III; art. 221, 2º e 3º) SIM, nas compensações relativas a: saldo de retenção sobre nota fiscal/fatura de competências anteriores; saldo de retenção, na própria competência, sobre nota fiscal/fatura, referente a obra de construção civil executada por empreitada total, com as contribuições do estabelecimento da empresa ao qual se vincula a obra. (IN/INSS/DC 100/2003, art. 212 e 213) -."$#$""," NÃO. A partir de 01/01/1996, a compensação ou restituição é acrescida de juros equivalentes à taxa SELIC, acumulada mensalmente. (IN/INSS/DC 100/2003, art. 230) / $"01+ #$ % A taxa SELIC sobre o valor a ser compensado ou restituído é aplicada da seguinte forma: a) 1% no mês do recolhimento indevido ou a maior; b) 1% no mês em que estiver sendo efetuada a compensação ou restituição; e c) taxa SELIC nos meses intermediários entre o pagamento indevido e a efetiva compensação ou restituição. INFORMATIVO GFIP/SEFIP 04/2004 Edição concluída em 15/04/2004 2

3 (IN/INSS/DC 100/2003, art. 230, I e II) Exemplo: Recolhimento a maior de R$ 1.000,00 na competência 12/2003; A GPS da competência 12/2003 foi recolhida no dia 02/01/2004; A compensação foi efetuada na GPS da competência 03/2004, recolhida em 02/04/2004. Competência Juros Valor Atualizado 01/2004 1% (mês do recolhimento indevido ou a maior) 02/2004 1,08% (SELIC de fevereiro) 1.000,00 x 4,46% = 44,60 03/2004 1,38% (SELIC de março) 04/2004 1% (mês em que foi recolhida a GPS com a compensação) 1.000, ,60 = 1.044,60 Total de Juros 4,46% 2% 3#$$"'#$ %+ No site através dos seguintes caminhos: Empregador (parte central da página) Mais serviços Compensação Cálculo da incidência de juros e correção monetária OU Empregador Mais serviços Restituição Cálculo de Restituição de Contribuição 4 "% $ %5 A compensação é abatida apenas do campo 6 VALOR DO INSS, o qual contempla as contribuições sociais destinadas à Previdência Social. 6 #$ % "%% ""7 % "% "%%.% 8" 9 NÃO. A compensação é permitida apenas com as contribuições sociais arrecadas pelo INSS e destinadas à Previdência Social. (Art. 202, I e art. 212, 2º) : % $ #$ "%#"% "%%.% 8" 9 O empregador/contribuinte deverá solicitar restituição, observado o que segue: a) Se o pedido de restituição envolver valores relativos a outras entidades e fundos vinculados a valores destinados à Previdência Social, será formulado no INSS. b) Se o pedido de restituição envolver somente valores relativos a outras entidades e fundos, será formulado diretamente na entidade(s) respectiva(s). (IN/INSS/DC 100/2003, art. 211) INFORMATIVO GFIP/SEFIP 04/2004 Edição concluída em 15/04/2004 3

4 %# ". %; + SIM. Dependendo do modo de operação do SEFIP, a informação deve ser prestada conforme segue: Modo de Operação do SEFIP Entrada de Dados Validação da folha de pagamento Tela Movimento da Empresa REGISTRO TIPO 12 Informações Ficha Informações Complementares Adicionais do Recolhimento da Empresa Campo Compensação Campos 15 a 17 (posições 147 a 173) ; +". %#$% "","$"'% O valor atualizado, pois o SEFIP não atualiza o valor da compensação informado pelo empregador/contribuinte. (IN/INSS/DC 100/2003, art. 203, 2 e art. 230) & %# ". % 3% +3" 3% ;" % Informar a competência inicial e competência final que: a) originou o pagamento ou recolhimento indevido ou a maior; ou b) ocorreu a retenção sobre nota fiscal/fatura não compensada em época própria; ou c) houve saldo de retenção sobre nota fiscal/fatura, referente a obra de construção civil executada por empreitada total; d) houve pagamento de salário-família e salário-maternidade deduzidos parcialmente ou não deduzidos em época própria. No exemplo constante da pergunta nº 6, Período Início = 12/2003 e Período Fim = 12/2003. (Manual da GFIP, Capítulo III, item 2.17) ) "%% < $= #"%#"$ # %> $?" (= $8%5; +9 O SEFIP abate deste campo apenas o valor compensado que, nem sempre, é igual ao valor informado pelo empregador/contribuinte. Isto ocorre por dois motivos: a) compensação sujeita ao limite de 30% da contribuição previdenciária (até a versão 6.3 do SEFIP); ou b) valor informado superior ao valor das contribuições previdenciárias. 3#$. 5 $?"% A partir da IN n 100/2003, sim. Portanto, para compensações efetuadas a partir de 04/2004 pode ser utilizado um documento de arrecadação GPS recolhido em atraso. Caso não esteja sendo recolhida a GPS, mas haja um crédito a compensar, o empregador/contribuinte pode informar este valor de compensação na GFIP, sendo devedor apenas da eventual diferença a recolher. Neste caso a atualização do crédito deve ser feita até a competência da GFIP em que estiver sendo informado o valor a ser compensado. / $$% * %" INFORMATIVO GFIP/SEFIP 04/2004 Edição concluída em 15/04/2004 4

5 Os juros incidentes sobre o valor a compensar devem ser calculados até a competência da efetiva compensação. Exemplo: Recolhimento a maior de R$ 1.000,00 na competência 10/2003; A GPS da competência 10/2003 foi recolhida no dia 03/11/2003; A compensação foi efetuada na GPS da competência 01/2004, recolhida em atraso, no dia 05/04/2004; Valores devidos para a competência 01/2004 (antes da compensação) Valor do INSS = R$ 3.500,00; Valor de outras entidades e fundos = R$ 600,00. Cálculo do valor a compensar atualizado Competência Juros Valor Atualizado 11/2003 1% (mês do recolhimento indevido ou a maior) 12/2003 1,37% (SELIC de dezembro) 1.000,00 x 3,37% = 33,70 01/2004 1% (competência da efetiva compensação) Total de Juros 3,37% 1.000, ,70 = 1.033,70 Cálculo do valor a recolher na GPS da competência 01/2004 Valor do INSS = 3.500,00 menos 1.033,70 = 2.466,30 Valor de outras entidades e fundos = 600,00 Total líquido = 3.066,30 Competência Juros Valor total a recolher 02/2004 1% (mês do vencimento da competência) 03/2004 1,38% (SELIC de março) 3.066,30 x 3,38% = 103,64 04/2004 1% (mês do pagamento) Total de juros 3,38% 3.066, ,64 = 3.169,94 2 ". ; + "% 5 $?"% Por enquanto, o SEFIP não permite a informação de compensação para a opção em atraso (2) ou não gera GPS (3) no campo Indicador de Recolhimento da Previdência Social. Assim, até que o SEFIP seja adaptado, deve ser adotado um dos dois caminhos: a) informação da opção no prazo (1) no campo Indicador de Recolhimento da Previdência Social, devendo ser inutilizada a GPS gerada pelo SEFIP; ou b) retificação do campo Compensação e, conseqüentemente, do campo Valor devido à Previdência Social, por meio de RDE (caso tenham sido escolhidas as opções em atraso (2) ou não gera GPS (3) e por esta razão a compensação não tenha sido informada). 4# /A&B;+$" " &:C % ""7 #"%"," %#"% A, %" "7 3#$ " %$" "%&: C A partir da versão 6.4, o SEFIP abrirá uma tela, no momento do fechamento do movimento, alertando para a informação da compensação acima do limite de 30%. Nesta tela, o empregador/contribuinte será alertado para os casos em que é possível compensar acima do limite e sobre sua responsabilidade pela correta informação do campo Compensação. O empregador/contribuinte poderá confirmar ou não o valor informado. Caso não confirme, o INFORMATIVO GFIP/SEFIP 04/2004 Edição concluída em 15/04/2004 5

6 fechamento será interrompido, devendo-se retornar ao campo Compensação para informá-lo corretamente. O subitem 2.17 do Capítulo III do Manual da GFIP apresenta exemplos para auxiliar no preenchimento do campo Compensação. Ver também, neste informativo, o tópico Exemplos práticos para informar corretamente a COMPENSAÇÃO na GFIP. 6 " 3#$ " %$" "%&: C Nos seguintes casos: salário-família ou salário-maternidade não deduzidos em época própria; saldo de retenção sobre nota fiscal/fatura de competências anteriores; saldo de retenção sobre nota fiscal/fatura, referente a obra de construção civil executada por empreitada total, com as contribuições do estabelecimento da empresa ao qual se vincula a obra; situações amparadas por liminar ou decisão judicial favorável à compensação acima do limite. : " %# %$" "%&: C No seguinte caso: valores recolhidos indevidamente. INFORMATIVO GFIP/SEFIP 04/2004 Edição concluída em 15/04/2004 6

7 ! % %" :&( ::)"%:)( ::) Item Como ficou a compensação a partir da competência 04/2003, em decorrência da IN 100/2003? Como era feita a compensação antes da aplicabilidade da IN 100/2003? Limite do valor a ser compensado Apuração do limite de 30% 1) Permanece o limite de 30% para valores pagos indevidamente (art. 203) 2) Suprimido o limite de 30% para compensar valores decorrentes de: a)saldo de retenção na prestação de serviços por cessão de mão-de-obra e empreitada (art. 213); b) saldo de salário-família e salário maternidade ou salário-família e salário maternidade não deduzidos em época própria (art. 221, 2º e 3º) O SEFIP calcula o limite de 30% antes da dedução dos valores relativos a: (art. 203,III) salário-família salário-maternidade retenção na prestação de serviços por cessão de mão-de-obra e empreitada, na competência Exemplo na competência 04/2003: (Segurados + Empresa + RAT) 100 (Salário-Família) 400 (Salário-Maternidade) (Retenção) Limite de 30% = (5.000 x 30%) Todas as situações estavam sujeitas ao limite de 30% da contribuição previdenciária O SEFIP calculava o limite de 30% após a dedução dos valores relativos a: salário-família salário-maternidade e antes da retenção na prestação de serviços por cessão de mão-de-obra e empreitada, na competência Exemplo na competência 03/2003: (Segurados + Empresa + RAT) 100 (Salário-Família) 400 (Salário-Maternidade) (Retenção) Limite de 30% = ( x 30%) 1) Valores pagos indevidamente Compensação entre os 1) Valores pagos indevidamente estabelecimentos da Admitida a compensação entre os estabelecimentos da empresa O art. 3, III, da IN 67/2003, vedava a empresa (art. 202, 1º) compensação entre estabelecimentos. A Circular Conjunta INFORMATIVO GFIP/SEFIP 05/2004 Edição concluída em 15/04/2004 INSS/CGARREC/CGFISC n 04, de 7

8 Item Compensação entre os estabelecimentos da empresa Como ficou a compensação a partir da competência 04/2003, em decorrência da IN 100/2003? 2) Saldo de retenção sobre nota fiscal/fatura, decorrente da prestação de serviços por cessão de mão-de-obra e empreitada (Lei 9.711/98) Vedada a compensação da retenção sofrida por um estabelecimento com as contribuições devidas por outro estabelecimento (art. 212, 6 ) 3) Saldo de salário-família e salário maternidade ou salário-família e salário maternidade não deduzidos em época própria Admitida a compensação entre os estabelecimentos da empresa (art. 221, 2º e 3º e art. 202, 1º) Como era feita a compensação antes da aplicabilidade da IN 100/2003? INSS/CGARREC/CGFISC n 04, de 21/03/2003, autorizou a compensação entre estabelecimentos da empresa, excetuando-se a compensação referente à retenção sobre nota fiscal/fatura. 2) Saldo de retenção sobre nota fiscal/fatura, decorrente da prestação de serviços por cessão de mão-de-obra e empreitada (Lei 9.711/98) Da mesma forma 3) Saldo de salário-família e salário maternidade ou salário-família e salário maternidade não deduzidos em época própria Mesmas regras do item 1, acima. Compensação de valor referente a obra de construção civil 1) Valores pagos indevidamente Vedada a compensação em outro estabelecimento da empresa ou em outra obra, exceto para obra já encerrada, cuja compensação poderá se feita no CNPJ do estabelecimento responsável pela obra (art. 202, 1º e 2º) 2) Saldo de retenção sobre nota fiscal/fatura referente a obra É admitida a compensação no CNPJ do estabelecimento da empresa ao qual se vincula a obra, inclusive na mesma competência da retenção (da emissão da nota fiscal/fatura). 1) Valores pagos indevidamente Da mesma forma 2) Saldo de retenção sobre nota fiscal/fatura referente a obra Somente no caso de encerramento da obra era permitida a compensação deste saldo no CNPJ do estabelecimento ao qual se vinculava a obra. INFORMATIVO GFIP/SEFIP 05/2004 Edição concluída em 15/04/2004 8

9 Item Compensação de valor referente a obra de construção civil Como ficou a compensação a partir da competência 04/2003, em decorrência da IN 100/2003? (art. 212, 8º) 3) Saldo de salário-família e salário maternidade ou salário-família e salário maternidade não deduzidos em época própria Vedada a compensação em outro estabelecimento da empresa ou em outra obra, exceto para obra já encerrada, cuja compensação poderá se feita no CNPJ do estabelecimento responsável pela obra (art. 221, 2º e 3º e art. 202, 1º e 2º) Como era feita a compensação antes da aplicabilidade da IN 100/2003? 3) Saldo de salário-família e salário maternidade ou salário-família e salário maternidade não deduzidos em época própria Da mesma forma Campo Valor Devido Prev Social no Comprovante de Recolhimento/Declaração (capa da GFIP) Atualização do valor a ser compensado O valor compensado é abatido deste campo Informar no SEFIP o valor corrigido, com juros Da mesma forma Da mesma forma INFORMATIVO GFIP/SEFIP 05/2004 Edição concluída em 15/04/2004 9

10 0 $," ". 5; + 8; +# /A) %"9 < $ *"$" "%&: C Contribuições destinadas à Previdência Social (segurados + empresa) = R$ ,00; Contribuições destinadas a outras entidades e fundos = R$ 1.700,00; Valor recolhido indevidamente em competências anteriores (corrigido) = R$ 8.000,00; Salário-família e salário-maternidade da competência = R$ 1.000,00. Calculando o limite de 30% R$ x 30% = R$ 3.600,00. Caso seja informado o valor de R$ 8.000,00 no campo Compensação, no momento do fechamento o SEFIP abre uma janela alertando para a informação superior ao limite de 30% e solicitando a confirmação ou não do valor informado. Ao escolher a opção não (não confirma), o SEFIP interrompe o fechamento, devendo-se retornar ao campo Compensação e informá-lo corretamente, ou seja, com o valor de R$ 3.600,00. O valor não compensado, no valor de R$ 4.400,00 (acrescido de juros), pode ser compensado nas competências seguintes, adotando-se o mesmo procedimento descrito acima. No Comprovante de Recolhimento/Declaração da GFIP, o campo Valor Devido à Previdência Social apresentará o valor de R$ 9.100,00 (12.000, , , ,00 = 9.100,00). < $ *"$" "%&: C Contribuições destinadas à Previdência Social (segurados + empresa) = R$ ,00; Contribuições destinadas a outras entidades e fundos = R$ 1.700,00; Compensação de retenção de competências anteriores (corrigido) = R$ 4.000,00; Salário-família e salário-maternidade da competência = R$ 1.000,00. Calculando o limite de 30% R$ x 30% = R$ 3.600,00. Ao ser informado o valor de R$ 4.000,00 no campo Compensação, no momento do fechamento o SEFIP abre uma janela alertando para a informação superior ao limite de 30% e solicitando a confirmação ou não do valor informado. Ao escolher a opção sim (confirma), o SEFIP finaliza o fechamento, considerando o valor de R$ 4.000,00 no campo Compensação. No Comprovante de Recolhimento/Declaração da GFIP, o campo Valor Devido à Previdência Social apresentará o valor de R$ 8.700,00 (12.000, , , ,00 = 8.700,00). INFORMATIVO GFIP/SEFIP 05/2004 Edição concluída em 15/04/

11 &<$ *" *" $" "%&:C B D" Contribuições destinadas à Previdência Social (segurados + empresa) = R$ ,00; Contribuições destinadas a outras entidades e fundos = R$ 1.700,00; Compensação de retenção de competências anteriores (corrigido) = R$ 4.000,00; Compensação de valor recolhido indevidamente (corrigido) = R$ 5.000,00; Salário-família e salário-maternidade da competência = R$ 1.000,00. Calculando o limite de 30% R$ x 30% = R$ 3.600,00. (Neste caso, apenas a compensação de R$ 5.000,00 está sujeita ao limite de 30%). No campo Compensação, deve ser informado o valor de R$ 7.600,00, que é resultado da soma de R$ 4.000,00 (retenção de competências anteriores) e de R$ 3.600,00 (valor recolhido indevidamente, limitado a 30%). Ao ser informado o valor de R$ 7.600,00 no campo Compensação, no momento do fechamento o SEFIP abre uma janela alertando para a informação superior ao limite de 30% e solicitando a confirmação ou não do valor informado. Ao escolher a opção sim (confirma), o SEFIP finaliza o fechamento, considerando o valor de R$ 7.600,00 no campo Compensação. Caso seja informado o valor de R$ 9.000,00 no campo Compensação, na janela que alerta para a informação superior ao limite de 30%, deve ser escolhida a opção não (não confirma). O SEFIP interrompe o fechamento, devendo-se retornar ao campo Compensação e informá-lo corretamente, ou seja, com o valor de R$ 7.600,00. Ao fechar o movimento, novamente o SEFIP vai alertar que os R$ 7.600,00 superam o limite de 30%. Deve ser escolhida a opção sim (confirma) para manter a informação e finalizar o fechamento. No Comprovante de Recolhimento/Declaração da GFIP, o campo Valor Devido à Previdência Social apresentará o valor de R$ 5.100,00 (12.000, , , , ,00 = 5.100,00). O saldo de R$ 1.400,00 (5.000, ,00), corrigido, pode ser compensado nas competências seguintes. IMPORTANTE: Para os casos referentes à compensação de sobra de retenção de competências anteriores, saláriofamília e salário-maternidade não deduzidos em época própria, informar no campo Campensação o valor total (corrigido) a que se tem direito a compensar. Para os casos referentes à compensação de valores recolhidos indevidamente, o valor a ser informado no campo Compensação deve se limitar a 30% do total das contribuições destinadas à Previdência Social. INFORMATIVO GFIP/SEFIP 05/2004 Edição concluída em 15/04/

12 ) >." $(. D" $% % % D" " Contribuições destinadas à Previdência Social (segurados + empresa) = R$ ,00; Contribuições destinadas a outras entidades e fundos = R$ 1.700,00; Valor da retenção sobre nota fiscal sofrida na competência = R$ 7.000,00; Compensação de retenção de competências anteriores (corrigido) = R$ 4.000,00; Salário-família e salário-maternidade da competência = R$ 1.000,00. Calculando o limite de 30% R$ x 30% = R$ 3.600,00. No campo Compensação, deve ser informado o valor de R$ 4.000,00. No campo Valor de Retenção deve ser informado o valor de R$ 7.000,00 (deve ser informada apenas a retenção sofrida na própria competência). Ao ser informado o valor de R$ 4.000,00 no campo Compensação, no momento do fechamento o SEFIP abre uma janela alertando para a informação superior ao limite de 30% e solicitando a confirmação ou não do valor informado. Ao escolher a opção sim (confirma), o SEFIP finaliza o fechamento, considerando o valor de R$ 4.000,00 no campo Compensação. No Comprovante de Recolhimento/Declaração da GFIP, o campo Valor Devido à Previdência Social apresentará o valor de R$ 8.700,00 (12.000, , , ,00 = 8.700,00). O valor da retenção sofrida na competência não é abatido do valor devido à Previdência, mas apenas do valor a recolher na GPS. -$%%.% "#"$"%E% $" % $%#"$ Competência 04/2004 Valores referentes ao estabelecimento da Valores referentes à Obra X empresa ao qual se vincula a Obra X Contrib. Prev. Social = R$ 4.000,00 Contrib. Prev. Social = R$ 2.000,00 Contrib. Outras entidades = R$ 750,00 Contrib. Outras entidades = R$ 370,00 Retenção sobre NF = R$ 7.000,00 Na GFIP referente à obra X (códigos de recolhimento 155 ou 908), deve ser informado o valor de R$ 7.000,00 no campo Valor de Retenção. Como o valor da retenção (R$ 7.000,00) supera o valor das contribuições destinadas à Previdência Social (R$ 4.000,00), o empregador/contribuinte pode compensar o saldo com as contribuições do estabelecimento ao qual se vincula a Obra X, na mesma competência ou nas posteriores. Para tanto, deve informar na GFIP deste estabelecimento (GFIP que contém as contribuições que devem ser recolhidas no CNPJ deste estabelecimento) o valor do saldo no campo Compensação. Como o saldo é de R$ 3.000,00 e as contribuições deste estabelecimento, destinadas à Previdência Social, atingem apenas o valor de R$ 2.000,00, pode ser INFORMATIVO GFIP/SEFIP 05/2004 Edição concluída em 15/04/

13 informado até R$ 2.000,00 no campo Compensação. Caso seja informado o valor de R$ 3.000,00, o SEFIP abate os R$ 2.000,00 e gera o Relatório de Compensações, demonstrando que ainda existem R$ 1.000,00 a compensar. Competência 04/2004 GFIP referente à Obra X (códigos 155 ou 908) GFIP que contém as contribuições devidas pelo estabelecimento ao qual se vincula a obra (códigos 115, 150, 905 ou 907, por exemplo) Campo Valor de Retenção = R$ 7.000,00 Campo Compensação = R$ 2.000,00 Campo Valor devido à Prev. Social = R$ 4.750,00 Campo Valor devido à Prev. Social = R$ 370,00 GPS referente à matrícula CEI da Obra X (código 2216) GPS referente ao CNPJ do estabelecimento responsável pela obra (código 2119) Campo 6 = R$ 0,00 Campo 6 = R$ 0,00 Campo 9 = R$ 750,00 Campo 9 = R$ 370,00 Ao ser informado o valor de R$ 2.000,00 no campo Compensação, no momento do fechamento o SEFIP abre uma janela alertando para a informação superior ao limite de 30% e solicitando a confirmação ou não do valor informado. Ao escolher a opção sim (confirma), o SEFIP finaliza o fechamento, considerando o valor de R$ 2.000,00 no campo Compensação. O saldo de R$ 1.000,00, corrigido, pode ser compensado nas competências seguintes. Assim, o empregador/contribuinte poderia, na competência 05/2004, compensar os R$ 1.000,00 + R$ 20,00 (juros = 1% no mês do pagamento + 1% no mês em que está sendo feita a compensação), lançando o valor de R$ 1.020,00 no campo Compensação da GFIP referente à Obra X OU da GFIP que contém as contribuições a serem recolhidas no CNPJ do estabelecimento ao qual se vincula a Obra X. /< $%"%E % $" $ #"$ B?#%5; +0$ "#%F%"%$?" 6: 4A Competência 04/2004 Valores referentes à Obra X Valores referentes ao estabelecimento da empresa ao qual se vincula a obra Contr. Prev. Social = R$ 0,00 Contr. Prev. Social = R$ 5.000,00 Contr. Outras entidades = R$ 0,00 Contr. Outras entidades = R$ 950,00 Retenção sobre NF = R$ 7.000,00 Havendo emissão de nota fiscal/fatura em competência posterior à prestação dos serviços, o empregador/contribuinte pode compensar o valor da retenção com as contribuições previdenciárias devidas pelo estabelecimento responsável pela obra. Nesta hipótese, deve ser feita uma GFIP INFORMATIVO GFIP/SEFIP 05/2004 Edição concluída em 15/04/

14 exclusiva de retenção, referente à Obra X, para informar a retenção sofrida (R$ 7.000,00), e deve ser informado o valor a compensar no campo Compensação da GFIP do estabelecimento responsável pela obra. Como só há R$ 5.000,00 devidos pelo estabelecimento na competência, devem ser informados os R$ 5.000,00 no campo Compensação da GFIP que contém as contribuições devidas pelo estabelecimento ao qual se vincula a Obra X. Caso seja informado o valor de R$ 7.000,00, o SEFIP abate os R$ 5.000,00 e gera o Relatório de Compensações, demonstrando que ainda existem R$ 2.000,00 a compensar. Competência 04/2004 GFIP referente à Obra X (Exclusiva de retenção código 908) GFIP que contém as contribuições devidas pelo estabelecimento ao qual se vincula a obra (códigos 115, 150, 905 ou 907, por exemplo) Campo Valor de Retenção = R$ 7.000,00 Campo Compensação = R$ 5.000,00 Campo Valor devido à Prev. Social = R$ 0,00 Campo Valor devido à Prev. Social = R$ 950,00 GPS referente à matrícula CEI da Obra X Não há GPS GPS referente ao CNPJ do estabelecimento responsável pela obra (código 2119) Campo 6 = R$ 0,00 Campo 9 = R$ 950,00 Ao ser informado o valor de R$ 5.000,00 no campo Compensação, no momento do fechamento o SEFIP abre uma janela alertando para a informação superior ao limite de 30% e solicitando a confirmação ou não do valor informado. Ao escolher a opção sim (confirma), o SEFIP finaliza o fechamento, considerando o valor de R$ 5.000,00 no campo Compensação. O saldo de R$ 2.000,00, corrigido, pode ser compensado nas competências seguintes. INFORMATIVO GFIP/SEFIP 05/2004 Edição concluída em 15/04/

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO MATÉRIAS

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO MATÉRIAS VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO BKR-Lopes, Machado Orientador Empresarial MATÉRIAS Salário-Maternidade Sistemática de Compensação e Atualização do Sistema SEFIP Versão

Leia mais

INFORMATIVO GFIP/SEFIP

INFORMATIVO GFIP/SEFIP PREVIDÊNCIA SOCIAL INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL INSS Diretoria de Receitas Previdenciárias DIREP Coordenação Geral de Arrecadação CGA Divisão de Declarações INFORMATIVO GFIP/SEFIP Nº 003 SALÁRIO-MATERNIDADE

Leia mais

ÍNDICE. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 971/2009, (Atualizada em Janeiro/2012)

ÍNDICE. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 971/2009, (Atualizada em Janeiro/2012) ÍNDICE INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 971/2009, (Atualizada em Janeiro/2012) TÍTULO I DAS OBRIGAÇÕES PREVIDENCIÁRIAS CAPÍTULO I DOS CONTRIBUINTES DA PREVIDÊNCIA SOCIAL Seção II Dos Segurados Contribuintes Obrigatórios

Leia mais

INFORMATIVO GFIP/SEFIP

INFORMATIVO GFIP/SEFIP INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL INSS Diretoria de Receitas Previdenciárias DIREP Coordenação Geral de Arrecadação CGA Divisão de Declarações Previdenciárias INFORMATIVO GFIP/SEFIP Nº 001 JUNHO/2003

Leia mais

RETENÇÃO DE INSS SOBRE FATURAS. Formas de retorno e garantia de direito

RETENÇÃO DE INSS SOBRE FATURAS. Formas de retorno e garantia de direito RETENÇÃO DE INSS SOBRE FATURAS Formas de retorno e garantia de direito Orientações sobre retenção http://www.mpas.gov.br A Lei nº 9.711 de 20 de novembro de 1998, que passou a vigorar a partir de fevereiro

Leia mais

ELABORAÇÃO DE GFIP OBRA DE CONSTRUÇÃO CIVIL PESSOA JURÍDICA

ELABORAÇÃO DE GFIP OBRA DE CONSTRUÇÃO CIVIL PESSOA JURÍDICA ELABORAÇÃO DE GFIP OBRA DE CONSTRUÇÃO CIVIL PESSOA JURÍDICA LEGISLAÇÃO Lei 8.212 de 24/07/91, com alterações estabelecidas pelas Leis 9.528/97 e 11.941/2009 Dispõe sobre a exigência de entrega de GFIP

Leia mais

VARGAS CONTABILIDADE atendimento@vargascontabilidaders.com.br ORIENTAÇÃO

VARGAS CONTABILIDADE atendimento@vargascontabilidaders.com.br ORIENTAÇÃO VARGAS CONTABILIDADE atendimento@vargascontabilidaders.com.br ORIENTAÇÃO PREVIDÊNCIA SOCIAL Décimo Terceiro Salário Nesta orientação, vamos apresentar como deve ser preenchida a declaração do SEFIP Sistema

Leia mais

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX. FGTS Débitos Dos Empregadores Regularização Procedimentos

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX. FGTS Débitos Dos Empregadores Regularização Procedimentos VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX Orientador Empresarial FGTS Débitos Dos Empregadores Regularização Procedimentos CIRCULAR CAIXA Nº 351, DE 04 DE ABRIL DE 2005 - DOU

Leia mais

SEFIP OBRAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL

SEFIP OBRAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL SEFIP OBRAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL ÍNDICE: 1. Tipo de Obras 2. Tomador de Serviço e o Prestador de Serviço (Definição e Obrigação) 3. Obra executada por Construtora empreitada total 4. Obra executada por

Leia mais

INFORMAÇÃO TRIBUTÁRIA CONTRIBUIÇÕES JANEIRO/1989 A DEZEMBRO/1995 INSTRUÇÃO NORMATIVA RFB Nº 1.343/2013

INFORMAÇÃO TRIBUTÁRIA CONTRIBUIÇÕES JANEIRO/1989 A DEZEMBRO/1995 INSTRUÇÃO NORMATIVA RFB Nº 1.343/2013 INFORMAÇÃO TRIBUTÁRIA CONTRIBUIÇÕES JANEIRO/1989 A DEZEMBRO/1995 INSTRUÇÃO NORMATIVA RFB Nº 1.343/2013 Considerando a publicação da Instrução Normativa (IN) nº 1.343 em 08 de abril de 2013 pela Receita

Leia mais

SEFIP SISTEMA EMPRESA DE RECOLHIMENTO DO FGTS E INFORMAÇÕES À PREVIDÊNCIA SOCIAL (CONECTIVIDADE SOCIAL) O que é

SEFIP SISTEMA EMPRESA DE RECOLHIMENTO DO FGTS E INFORMAÇÕES À PREVIDÊNCIA SOCIAL (CONECTIVIDADE SOCIAL) O que é SEFIP SISTEMA EMPRESA DE RECOLHIMENTO DO FGTS E INFORMAÇÕES À PREVIDÊNCIA SOCIAL (CONECTIVIDADE SOCIAL) O que é SEFIP (Sistema Empresa de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social) é um aplicativo

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 87, DE 27 DE MARÇO DE 2003

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 87, DE 27 DE MARÇO DE 2003 Ministério da Previdência Social Instituto Nacional do Seguro Social Diretoria Colegiada INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 87, DE 27 DE MARÇO DE 2003 Dispõe sobre a contribuição para o financiamento da aposentadoria

Leia mais

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 29/11/2011

ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 29/11/2011 ARQUIVO ATUALIZADO ATÉ 29/11/2011 Recolhimento Espontâneo 001 Quais os acréscimos legais que incidirão no caso de pagamento espontâneo de imposto ou contribuição administrado pela Secretaria da Receita

Leia mais

Instrução Normativa 1.343, DE 08.04.2013, DA SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL

Instrução Normativa 1.343, DE 08.04.2013, DA SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL Instrução Normativa 1.343, DE 08.04.2013, DA SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL ASSISTIDOS COM INÍCIO DO RECEBIMENTO DO BENEFÍCIO NO PERÍODO DE JAN.2008 A DEZ.2012 Perguntas e respostas para entendimento

Leia mais

Matéria atualizada com base na legislação vigente em: 11/04/2011. 1 - INTRODUÇÃO. nº 123/2006, com a redação dada pela Lei Complementar nº 128/2008.

Matéria atualizada com base na legislação vigente em: 11/04/2011. 1 - INTRODUÇÃO. nº 123/2006, com a redação dada pela Lei Complementar nº 128/2008. Trabalhistas MICROEMPREENDEDOR - Alterações INDIVIDUAL - MEI - Aspectos Previdenciários e Matéria atualizada com base na legislação vigente em: 11/04/2011. Sumário: 12 Conceito Introdução 3.1 - Tributação

Leia mais

CONTRIBUIÇÃO PREVIDÊNCIA SOCIAL/SENAR PRODUTOR RURAL PESSOA JURÍDICA. Receita Federal do Brasil

CONTRIBUIÇÃO PREVIDÊNCIA SOCIAL/SENAR PRODUTOR RURAL PESSOA JURÍDICA. Receita Federal do Brasil CONTRIBUIÇÃO PREVIDÊNCIA SOCIAL/SENAR Receita Federal do Brasil SEFIP/GFIP? Como declarar no SEFIP/GFIP a Receita da Comercialização Rural Versão 8.4 SENAR Previdência Rural CONTRIBUIÇÃO PREVIDÊNCIA SOCIAL/SENAR

Leia mais

Regulamento do Plano de Empréstimo. Aprovado em 01 de Janeiro de 2015

Regulamento do Plano de Empréstimo. Aprovado em 01 de Janeiro de 2015 Regulamento do Plano de Empréstimo 2015 Aprovado em 01 de Janeiro de 2015 1. Dos Objetivos a) Estabelecer os direitos e obrigações da Previplan - Sociedade de Previdência Privada (aqui designada como Sociedade

Leia mais

Índice 1.Orientações Gerais...2 1.1.O que é GFIP...2 1.2.Quais as vantagens de utilizar o SEFIP?...2 1.3.Prazo de Entrega...2 1.4.Transmissão...

Índice 1.Orientações Gerais...2 1.1.O que é GFIP...2 1.2.Quais as vantagens de utilizar o SEFIP?...2 1.3.Prazo de Entrega...2 1.4.Transmissão... Índice 1.Orientações Gerais...2 1.1.O que é GFIP...2 1.2.Quais as vantagens de utilizar o SEFIP?...2 1.3.Prazo de Entrega...2 1.4.Transmissão...2 1.5.O que deverá ser informado na SEFIP...3 1.6. Ausência

Leia mais

DIREITO PREVIDENCIÁRIO

DIREITO PREVIDENCIÁRIO Curso DIREITO PREVIDENCIÁRIO Turma 4 Local: Santa Maria - RS Dias 28 e 29 de agosto de 2008 (quinta e sexta-feira) SUMÁRIO: 1. Informações Gerais 2. Programa 3. Currículo da Ministrante 1. Informações

Leia mais

DELEGACIA DA RECEITA PREVIDENCIÁRIA VITÓRIA/ES. Novo Modelo da GFIP - Janeiro/2006 VITÓRIA, ES, JANEIRO/2006

DELEGACIA DA RECEITA PREVIDENCIÁRIA VITÓRIA/ES. Novo Modelo da GFIP - Janeiro/2006 VITÓRIA, ES, JANEIRO/2006 DELEGACIA DA RECEITA PREVIDENCIÁRIA VITÓRIA/ES Novo Modelo da GFIP - Janeiro/2006 Novo Modelo da GFIP 1 VITÓRIA, ES, JANEIRO/2006 Novo Modelo da GFIP I - INFORMAÇÕES BÁSICAS SOBRE A GFIP 1 - GFIP - Guia

Leia mais

TIRA DÚVIDAS GFIP/SEFIP

TIRA DÚVIDAS GFIP/SEFIP PREVIDÊNCIA SOCIAL Ministério da Previdência Social - MPS Instituto Nacional do Seguro Social - INSS Diretoria de Receita Previdenciária DIREP Divisão de Gerenciamento de Declarações - DIGEDEC TIRA DÚVIDAS

Leia mais

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Orientador Empresarial ORIENTAÇÕES PREVIDÊNCIA SOCIAL RETENÇÃO PREVIDENCIÁRIA COMPENSAÇÃO E RESTITUIÇÃO DE VALORES RETIDOS NAS CESSÕES

Leia mais

MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL SECRETARIA DA RECEITA PREVIDENCIÁRIA CAXIAS DO SUL/RS, DEZEMBRO/2005.

MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL SECRETARIA DA RECEITA PREVIDENCIÁRIA CAXIAS DO SUL/RS, DEZEMBRO/2005. MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL SECRETARIA DA RECEITA PREVIDENCIÁRIA CAXIAS DO SUL/RS, DEZEMBRO/2005. 2 Disponível a partir da competência Novembro/2005. Obrigatório a partir de 01/02/2006 e para a competência

Leia mais

MANUAL DA GFIP/SEFIP PARA USUÁRIOS DO SEFIP 8

MANUAL DA GFIP/SEFIP PARA USUÁRIOS DO SEFIP 8 PREVIDÊNCIA SOCIAL SECRETARIA DA RECEITA PREVIDENCIÁRIA MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO MANUAL DA GFIP/SEFIP PARA USUÁRIOS DO SEFIP 8 ORIENTAÇÃO PARA PRESTAÇÃO DAS INFORMAÇÕES Atualização: 12/2006 AVISO

Leia mais

MANUAL DE PAGAMENTO DE TRIBUTO

MANUAL DE PAGAMENTO DE TRIBUTO Sistema Informatizado do FIES MANUAL DE PAGAMENTO DE TRIBUTO 1. APRESENTAÇÃO Este manual tem por objetivo orientar as entidades mantenedoras de instituição de ensino superior no preenchimento, emissão

Leia mais

Memorando Construção Civil e Instalações

Memorando Construção Civil e Instalações Memorando Construção Civil e Instalações Desoneração da Folha de Pagamento Setembro de 2013 Publicada em 19 de julho, a nova Lei nº 12.844, alterando a Lei nº 12.546, ampliou de forma definitiva o rol

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Como ajustar a DIRF quando não foi realizado o cálculo em separado do IRRF sobre os Rendimentos Recebidos

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Como ajustar a DIRF quando não foi realizado o cálculo em separado do IRRF sobre os Rendimentos Recebidos Como ajustar a DIRF quando não foi realizado o cálculo em separado do IRRF sobre os Rendimentos Recebidos Acumuladamente (RRA) 24/06/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas

Leia mais

REONERAÇÃO PREVIDENCIÁRIA ASPÉCTOS JURÍDICOS

REONERAÇÃO PREVIDENCIÁRIA ASPÉCTOS JURÍDICOS INTRODUÇÃO NORMAS LEI N. 12.546, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2011, alterada pela Lei 12.715/2013 MEDIDA PROVISÓRIA N. 601, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2012 (vigência encerrada no dia 3 de junho de 2013) MEDIDA PROVISÓRIA

Leia mais

MANUAL DO PGMEI. 1 Introdução. 1.1 Apresentação do Programa

MANUAL DO PGMEI. 1 Introdução. 1.1 Apresentação do Programa PGMEI PGMEI Pág. 1 MANUAL DO PGMEI 1 Introdução 1.1 Apresentação do Programa O Programa Gerador do Documento de Arrecadação do Simples Nacional para o Microempreendedor Individual (PGMEI) é um sistema

Leia mais

Sistema Empresa de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social. GIFUG/CB - Gerência de Filial Administrar FGTS

Sistema Empresa de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social. GIFUG/CB - Gerência de Filial Administrar FGTS Sistema Empresa de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social CONTEXTO: Evolução da Versão (CAIXA / RFB) Obrigatoriedade (21/11/2008) Mudanças no SEFIP (Operacionalização) Mudanças na Arrecadação

Leia mais

Secretaria de Estado de Fazenda de Minas Gerais Superintendência de Tributação Diretoria de Orientação e Legislação Tributária

Secretaria de Estado de Fazenda de Minas Gerais Superintendência de Tributação Diretoria de Orientação e Legislação Tributária (*) Orientação Tributária DOLT/SUTRI Nº 001/2009 Novas regras do Simples Nacional - Implicações no âmbito estadual Vigência: 1º/01/2009 A Lei Complementar nº 128, de 19 de dezembro de 2008, modificou a

Leia mais

Copyright 2004/2014 - VLC

Copyright 2004/2014 - VLC Escrituração Fiscal Manual do Usuário Versão 7.2 Copyright 2004/2014 - VLC As informações contidas neste manual são de propriedade da VLC Soluções Empresariais Ltda., e não poderão ser usadas, reproduzidas

Leia mais

Curso de Direito Previdenciário

Curso de Direito Previdenciário Curso de Direito Previdenciário dias 04, 08 e 10/07 Professora: Rita de Cássia Samyn Teixeira Sumário 1. Programa 2. Currículo da ministrante 3. Informações gerais 1. Programa: 1.1. Visão panorâmica do

Leia mais

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX PREVIDÊNCIA SOCIAL. Débitos Previdenciários Municípios Parcelamento Normatização

VERITAE TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX PREVIDÊNCIA SOCIAL. Débitos Previdenciários Municípios Parcelamento Normatização TRABALHO PREVIDÊNCIA SOCIAL SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO LEX PREVIDÊNCIA SOCIAL Orientador Empresarial Débitos Previdenciários Municípios Parcelamento Normatização INSTRUÇÃO NORMATIVA SRP 10/2005 DOU:

Leia mais

Dir. Previdenciário Aula 05. Prof. Eduardo Tanaka

Dir. Previdenciário Aula 05. Prof. Eduardo Tanaka Exercícios Complementares Praticando a Teoria Direito Previdenciário Conjunto 06.. 01. (DELEGADO DA POLÍCIA FEDERAL 2004 - modificado) Na condição de proprietário de obra residencial fiscalizada, Paulo

Leia mais

CALENDÁRIO DAS OBRIGAÇÕES TRABALHISTAS e PREVIDENCIÁRIAS OUTUBRO/2010

CALENDÁRIO DAS OBRIGAÇÕES TRABALHISTAS e PREVIDENCIÁRIAS OUTUBRO/2010 1 CALENDÁRIO DAS OBRIGAÇÕES TRABALHISTAS e PREVIDENCIÁRIAS OUTUBRO/2010 Dia 06-10-2010 (Quarta-feira): SALÁRIOS Todos os empregadores, assim definidos pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). Fato

Leia mais

EMPREGADORES COM MATRÍCULA CEI CADASTRO DA MATRÍCULA NO CEI

EMPREGADORES COM MATRÍCULA CEI CADASTRO DA MATRÍCULA NO CEI EMPREGADORES COM MATRÍCULA CEI CADASTRO DA MATRÍCULA NO CEI Inicialmente, cabe informar que a Matrícula CEI, de acordo com o artigo 17 da Instrução Normativa RFB nº 971/09, é considerada como cadastro

Leia mais

INFORMATIVO. Dispensa de IR sobre as contribuições do participante de 01/01/89 a 31/12/95

INFORMATIVO. Dispensa de IR sobre as contribuições do participante de 01/01/89 a 31/12/95 INFORMATIVO Dispensa de IR sobre as contribuições do participante de 01/01/89 a 31/12/95 Este informativo tem o propósito de orientar as associadas sobre as principais questões atinentes aos procedimentos

Leia mais

LEI Nº 1556, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2000.

LEI Nº 1556, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2000. LEI Nº 1556, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2000. Institui o Plano de Custeio do Regime de Previdência dos Servidores Municipais e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE DUQUE DE CAXIAS decreto e eu sanciono

Leia mais

Parcelamento de Débitos FGTS. Breve histórico

Parcelamento de Débitos FGTS. Breve histórico Parcelamento de Débitos FGTS Breve histórico Parcelamento de Débitos FGTS RCC TIPO DEBITO PRAZO MAX FORMA DE CALCULO 287/98 INS/JUD 140 Qtde comp. Em atraso 325/99 ADM 180 Qtde comp. Em atraso 466/04 ADM

Leia mais

Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 1ª RF

Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 1ª RF Fls. 1 Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 1ª RF Solução de Consulta Interna nº 1 Data 15 de junho de 2012 Origem DIFIS/SRRF01 (e processo nº 10166.725012/2012 53) Assunto: Contribuições

Leia mais

MANUAL DA GFIP/SEFIP PARA USUÁRIOS DO SEFIP 8.4

MANUAL DA GFIP/SEFIP PARA USUÁRIOS DO SEFIP 8.4 MINISTÉRIO DA FAZENDA MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO MANUAL DA GFIP/SEFIP PARA USUÁRIOS DO SEFIP 8.4 ORIENTAÇÃO PARA PRESTAÇÃO DAS INFORMAÇÕES Atualização: 10/2008 AVISO IMPORTANTE NO FECHAMENTO, O SEFIP

Leia mais

PROVIMENTO Nº 34. O CORREGEDOR NACIONAL DE JUSTIÇA em substituição, no uso de suas atribuições legais e constitucionais;

PROVIMENTO Nº 34. O CORREGEDOR NACIONAL DE JUSTIÇA em substituição, no uso de suas atribuições legais e constitucionais; PROVIMENTO Nº 34 Disciplina a manutenção e escrituração de Livro Diário Auxiliar pelos titulares de delegações e pelos responsáveis interinamente por delegações vagas do serviço extrajudicial de notas

Leia mais

Manual da Rescisão Complementar

Manual da Rescisão Complementar Manual da Rescisão Complementar Atualizado em Abril/2009 Pág 1/16 Sumário Rescisão Complementar... 2 Reajuste salarial para funcionários demitidos... 3 Novos Campos cadastro de Sindicato... 4 Recálculo

Leia mais

A Constituição Federal88 determina em seu art. 201 a garantia do benefício de salário-família aos trabalhadores de baixa renda.

A Constituição Federal88 determina em seu art. 201 a garantia do benefício de salário-família aos trabalhadores de baixa renda. SALÁRIO-FAMÍLIA - Considerações Gerais Matéria atualizada com base na legislação vigente em: 07/05/2013. Sumário: 1 - Introdução 2 - Salário-Família 3 - Beneficiários 3.1 - Filho - Equiparação 3.2 - Verificação

Leia mais

Relatório Trabalhista

Relatório Trabalhista Rotinas de Pessoal & Recursos Humanos www.sato.adm.br - sato@sato.adm.br - fone/fax (11) 4742-6674 Desde 1987 Legislação Consultoria Assessoria Informativos Treinamento Auditoria Pesquisa Qualidade Relatório

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA SFI SISTEMA FINANCEIRO Nº 004/2013, DE 26 DE FEVEREIRO DE 2013.

INSTRUÇÃO NORMATIVA SFI SISTEMA FINANCEIRO Nº 004/2013, DE 26 DE FEVEREIRO DE 2013. INSTRUÇÃO NORMATIVA SFI SISTEMA FINANCEIRO Nº 004/2013, DE 26 DE FEVEREIRO DE 2013. DISPÕE SOBRE ESTABELECIMENTO DA PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. Versão: 01 Aprovação em: 26 de fevereiro

Leia mais

Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Presidente: Claudio Avelino Mac-Knight Filippi Gestão: 2014-2015

Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Presidente: Claudio Avelino Mac-Knight Filippi Gestão: 2014-2015 Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Presidente: Claudio Avelino Mac-Knight Filippi Gestão: 2014-2015 Resenha de Matérias Técnicas Nº. 844, de 17 09 2015 Matéria Especial: CONSOLIDAÇÃO

Leia mais

MANUAL DO PGMEI Versão Janeiro/2016

MANUAL DO PGMEI Versão Janeiro/2016 MANUAL DO PGMEI Versão Janeiro/2016 PGMEI Pág. 1 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO... 3 1.1 APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA... 3 1.2 OBJETIVO DO PROGRAMA... 3 1.3 A QUEM SE DESTINA... 3 1.4 TRIBUTOS ABRANGIDOS PELO SIMEI...

Leia mais

ANEXO À RESOLUÇÃO N.º 247, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2000

ANEXO À RESOLUÇÃO N.º 247, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2000 ANEXO À RESOLUÇÃO N.º 247, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2000 REGULAMENTO PARA ARRECADAÇÃO DA CONTRIBUIÇÃO DAS PRESTADORAS DE SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES PARA O FUNDO DE UNIVERSALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional PORTARIA PGFN N 643, DE 1º DE ABRIL DE 2009

MINISTÉRIO DA FAZENDA Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional PORTARIA PGFN N 643, DE 1º DE ABRIL DE 2009 MINISTÉRIO DA FAZENDA Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional PORTARIA PGFN N 643, DE 1º DE ABRIL DE 2009 Regulamenta as medidas de estímulo à liquidação ou renegociação de dívidas originárias de operações

Leia mais

ÂMBITO E FINALIDADE SERVIÇO DE EMPRÉSTIMO DE VALORES MOBILIÁRIOS

ÂMBITO E FINALIDADE SERVIÇO DE EMPRÉSTIMO DE VALORES MOBILIÁRIOS Dispõe sobre empréstimo de valores mobiliários por entidades de compensação e liquidação de operações com valores mobiliários, altera as Instruções CVM nºs 40, de 7 de novembro de 1984 e 310, de 9 de julho

Leia mais

GPS Guia da Previdência Social

GPS Guia da Previdência Social GPS Guia da Previdência Social O preenchimento desta guia precisa de um conhecimento da legislação pois alguns campos dependem de cálculos a serem feitos e estes cálculos são em cima de valores encontrados

Leia mais

AGENDA DE OBRIGAÇÕES TRABALHISTAS E PREVIDENCIÁRIAS FEVEREIRO DE 2012

AGENDA DE OBRIGAÇÕES TRABALHISTAS E PREVIDENCIÁRIAS FEVEREIRO DE 2012 Page 1 of 5 AGENDA DE OBRIGAÇÕES TRABALHISTAS E PREVIDENCIÁRIAS FEVEREIRO DE 2012 06/02/2012 SALÁRIOS 07/02/2012 Pagamento de salários - mês de JANEIRO/2012 Base legal: Art. 459, parágrafo único da CLT.

Leia mais

Instrução Normativa SRF nº 298, de 12 de fevereiro de 2003

Instrução Normativa SRF nº 298, de 12 de fevereiro de 2003 Instrução Normativa SRF nº 298, de 12 de fevereiro de 2003 Aprova o formulário Resumo de Apuração de Ganhos - Renda Variável, para o exercício de 2004, ano-calendário de 2003. O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL,

Leia mais

Resolução Conjunta SF/PGE Nº 1 DE 28/02/2013 (Estadual - São Paulo)

Resolução Conjunta SF/PGE Nº 1 DE 28/02/2013 (Estadual - São Paulo) Resolução Conjunta SF/PGE Nº 1 DE 28/02/2013 (Estadual - São Paulo) Data D.O.: 01/03/2013 Disciplina os procedimentos administrativos necessários à liquidação de débitos fiscais do Imposto sobre Operações

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fls. 27 26 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 35 - Data 3 de fevereiro de 2014 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS PREVIDENCIÁRIAS Reclamatória - Justiça Estadual

Leia mais

Gestão de Pessoas - Windows

Gestão de Pessoas - Windows P á g i n a 1 Gestão de Pessoas - Windows Módulo Administração de Pessoal (Rubi) Processo: 13º Salário Senior Sistemas S.A Rua São Paulo, 825 - Bairro Victor Konder - CEP 89012.001 - Blumenau/SC Fone:

Leia mais

Tributação. Mercado à Vista e Day Trade, Compensação de Perdas e Declaração no Informe do Imposto Renda

Tributação. Mercado à Vista e Day Trade, Compensação de Perdas e Declaração no Informe do Imposto Renda Tributação Mercado à Vista e Day Trade, Compensação de Perdas e Declaração no Informe do Imposto Renda Índice Quem recolhe o Imposto? 3 Prazo para Recolhimento 3 Como calcular o Imposto 3 Imposto de Renda

Leia mais

Datamace informática Ltda. 0

Datamace informática Ltda. 0 06/2012 EXTRAORDINÁRIO Bl. 06/2012 OBSERVE A PRINCIPAL INFORMAÇÃO E/OU ALTERAÇÃO LEGAL OCORRIDA NESTE PERÍODO QUE PODERÁ TER IMPACTO EM SUAS ATIVIDADES: EFD Contribuições Lucro Presumido Página 2 Desoneração

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA STN Nº 02, DE 22 DE MAIO DE 2009. Dispõe sobre a Guia de Recolhimento da União - GRU, e dá outras providências.

INSTRUÇÃO NORMATIVA STN Nº 02, DE 22 DE MAIO DE 2009. Dispõe sobre a Guia de Recolhimento da União - GRU, e dá outras providências. INSTRUÇÃO NORMATIVA STN Nº 02, DE 22 DE MAIO DE 2009. Dispõe sobre a Guia de Recolhimento da União - GRU, e dá outras providências. O SECRETÁRIO DO TESOURO NACIONAL SUBSTITUTO, no exercício das atribuições

Leia mais

ANO XXVI - 2015-2ª SEMANA DE JANEIRO DE 2015 BOLETIM INFORMARE Nº 02/2015

ANO XXVI - 2015-2ª SEMANA DE JANEIRO DE 2015 BOLETIM INFORMARE Nº 02/2015 ANO XXVI - 2015-2ª SEMANA DE JANEIRO DE 2015 BOLETIM INFORMARE Nº 02/2015 ASSUNTOS PREVIDENCIÁRIOS RECOLHIMENTO EM ATRASO - TABELA JANEIRO/2015... Pág. 49 ASSUNTOS TRABALHISTAS MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL

Leia mais

ORDEM DE SERVIÇO PRFN 3ª REGIÃO Nº 004 de 16 de dezembro de 2009.

ORDEM DE SERVIÇO PRFN 3ª REGIÃO Nº 004 de 16 de dezembro de 2009. ORDEM DE SERVIÇO PRFN 3ª REGIÃO Nº 004 de 16 de dezembro de 2009. Dispõe sobre o procedimento a ser adotado para a formalização e controle dos processos de parcelamentos de arrematação ocorrida nas hastas

Leia mais

CONTRATO DE EMPRÉSTIMO PESSOAL. Empresa: Matrícula: Telefone: ( ) Renegociação? ( ) NÃO ( ) SIM Novo Contrato:

CONTRATO DE EMPRÉSTIMO PESSOAL. Empresa: Matrícula: Telefone: ( ) Renegociação? ( ) NÃO ( ) SIM Novo Contrato: CONTRATO DE EMPRÉSTIMO PESSOAL Nome do Participante/Assistido: Empresa: Matrícula: Telefone: ( ) Valor do Empréstimo: Quantidade de Prestações: Renegociação? ( ) NÃO ( ) SIM Novo Contrato: Valor liquido

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTO DA ROTINA DA RESCISÃO COMPLEMENTAR

MANUAL DE PROCEDIMENTO DA ROTINA DA RESCISÃO COMPLEMENTAR MANUAL DE PROCEDIMENTO DA ROTINA DA RESCISÃO COMPLEMENTAR INTRODUÇÃO Trata-se de um recurso exclusivo para atender a necessidade de cálculos complementares de verbas rescisórias decorrentes de reajustes

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fls. 2 1 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 284 - Data 14 de outubro de 2014 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS PREVIDENCIÁRIAS Membro de Conselho Tutelar

Leia mais

SEGURADO ESPECIAL. Como contribuir para Previdência Social e para o SENAR SENAR PERNAMBUCO. Atualização Agosto de 2013

SEGURADO ESPECIAL. Como contribuir para Previdência Social e para o SENAR SENAR PERNAMBUCO. Atualização Agosto de 2013 SEGURADO ESPECIAL? Como contribuir para Previdência Social e para o SENAR SENAR PERNAMBUCO Atualização Agosto de 2013 ATUALIZAÇÃO 2013 Alterações introduzidas pela IN/RFB Nº 971, de 13 de novembro 2009

Leia mais

CADPREV CADPREV Ente Local Aplicativo Desktop. Manual do Usuário. Cadastro de Acordos de Parcelamento. CADPREV - Manual do Usuário CADPREV-Ente Local

CADPREV CADPREV Ente Local Aplicativo Desktop. Manual do Usuário. Cadastro de Acordos de Parcelamento. CADPREV - Manual do Usuário CADPREV-Ente Local CADPREV CADPREV Ente Local Aplicativo Desktop Manual do Usuário Cadastro de Acordos de Parcelamento Data Última Atualização: 29/04/2013 1 de 18 Índice 1 Finalidade... 3 2 Visão Geral... 3 3 Funcionalidades...

Leia mais

RETENÇÃO PREVIDENCIÁRIA SOBRE DRA. VALÉRIA DE SOUZA TELLES

RETENÇÃO PREVIDENCIÁRIA SOBRE DRA. VALÉRIA DE SOUZA TELLES RETENÇÃO PREVIDENCIÁRIA SOBRE CESSÃO DE MÃO-DE-OBRA DRA. VALÉRIA DE SOUZA TELLES CONCEITOS CESSÃO DE MÃO-DE-OBRA Colocação à disposição da contratante Em suas dependências ou nas de terceiros indicadas

Leia mais

Código: Ministério da Saúde Fundação Oswaldo Cruz Diretoria de Administração. Orientação Normativa

Código: Ministério da Saúde Fundação Oswaldo Cruz Diretoria de Administração. Orientação Normativa Versão: 1/2007 Nome: para recolhimento de tributos previdenciários e IR I Introdução: Devido às dúvidas originadas por várias unidades da Fiocruz no que se refere ao recolhimento de Tributos Previdenciários

Leia mais

DOU de 30/07/2015 (nº 144, Seção 1, pág. 73) DENATRAN - Departamento Nacional de Trânsito PORTARIA Nº 95, DE 28 DE JULHO DE 2015

DOU de 30/07/2015 (nº 144, Seção 1, pág. 73) DENATRAN - Departamento Nacional de Trânsito PORTARIA Nº 95, DE 28 DE JULHO DE 2015 DOU de 30/07/2015 (nº 144, Seção 1, pág. 73) DENATRAN - Departamento Nacional de Trânsito PORTARIA Nº 95, DE 28 DE JULHO DE 2015 Estabelece regras e padronização de documentos para arrecadação de multas

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS DO TC CASH 36

CONDIÇÕES GERAIS DO TC CASH 36 Página 1 de 7 CONDIÇÕES GERAIS DO TC CASH 36 I INFORMAÇÕES INICIAIS SOCIEDADE DE CAPITALIZAÇÃO: HSBC Empresa de Capitalização (Brasil) S.A. CNPJ: 33.425.075/0001-73 TC CASH 36 MODALIDADE: TRADICIONAL PROCESSO

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 004/DIR/2011

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 004/DIR/2011 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 004/DIR/2011 ESTABELECE NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA O PAGAMENTO DE SERVIÇOS PRESTADOS POR PESSOA FÍSICA, EM CARÁTER EVENTUAL, POR MEIO DE RECIBO DE PAGAMENTO A CONTRIBUINTE INDIVIDUAL

Leia mais

Questões Extras Direito Tributário Profº Ricardo Alexandre www.lfg.com.br/ www.cursoparaconcursos.com.br

Questões Extras Direito Tributário Profº Ricardo Alexandre www.lfg.com.br/ www.cursoparaconcursos.com.br TRIBUTO - CONCEITO 1. (ESAF/GEFAZ-MG/2005) Na atividade de cobrança do tributo a autoridade administrativa pode, em determinadas circunstâncias, deixar de aplicar a lei. 2. (ESAF/GEFAZ-MG/2005) Segundo

Leia mais

MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE LUCAS DO RIO VERDE CONTROLE INTERNO

MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE LUCAS DO RIO VERDE CONTROLE INTERNO 1/8 1) DOS OBJETIVOS: 1.1) Disciplinar e normatizar os procedimentos operacionais na administração de recursos humanos; 1.2) Garantir maior segurança na admissão e exoneração de pessoal; 1.3) Manter atualizado

Leia mais

Guia de Declaração de IRPF 2011. Ano-calendário 2010. Previdência. IR 2010 Prev e Cp_v2

Guia de Declaração de IRPF 2011. Ano-calendário 2010. Previdência. IR 2010 Prev e Cp_v2 Guia de Declaração de IRPF 2011 Ano-calendário 2010 Previdência IR 2010 Prev e Cp_v2 Quem é obrigado a declarar? Está obrigada a apresentar a Declaração de Ajuste Anual do Imposto sobre a Renda referente

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária de Segmentos Transferência de Crédito de ICMS de Fornecedor Optante do Simples Nacional

Parecer Consultoria Tributária de Segmentos Transferência de Crédito de ICMS de Fornecedor Optante do Simples Nacional 09/01/2015 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Consultoria... 4 3.1 Transferência de Crédito do ICMS pelos Optantes do... 4 3.2 Do Ressarcimento

Leia mais

REGULAMENTO PARA CONCESSÃO DE EMPRÉSTIMO SIMPLES

REGULAMENTO PARA CONCESSÃO DE EMPRÉSTIMO SIMPLES SUMÁRIO 1. DEFINIÇÕES... 2 2. FINALIDADE... 3 3. DESTINATÁRIOS... 3 4. DOCUMENTAÇÃO... 4 5. VALOR MÁXIMO E MÍNIMO... 5 6. PRAZOS... 5 7. ENCARGOS E ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA... 6 8. GARANTIAS... 7 9. CONDIÇÕES

Leia mais

Legislação. Lei Complementar n 150/2015. Art. 7, parágrafo único, da Constituição Federal

Legislação. Lei Complementar n 150/2015. Art. 7, parágrafo único, da Constituição Federal Simples Doméstico Legislação Lei Complementar n 150/2015 Art. 7, parágrafo único, da Constituição Federal Quem é empregado doméstico? Art. 1 o da LC n 150/2015 Ao empregado doméstico, assim considerado

Leia mais

Problemas ao gerar SEFIP x Soluções

Problemas ao gerar SEFIP x Soluções Problemas ao gerar SEFIP x Soluções 1. Orientações cadastrais... 3 1.1. Empresas usuárias... 3 1.2. Departamentos... 3 1.2.1. SEFIP com o código 115 ou 905... 3 1.2.2. SEFIP com o código 150 ou 907...

Leia mais

Passo a passo de consolidação da modalidade Pagamento à Vista com utilização de Prejuízo Fiscal ou de Base de Cálculo Negativa da CSLL

Passo a passo de consolidação da modalidade Pagamento à Vista com utilização de Prejuízo Fiscal ou de Base de Cálculo Negativa da CSLL SUMÁRIO Data, local e prazo para consolidação de modalidade para Pagamento à Vista com 03 Acessar sítio da RFB ou PGFN para efetuar consolidação 03 Confessar débitos não previdenciários 07 Excluir débitos

Leia mais

? Como contribuir para Previdência Social e para o

? Como contribuir para Previdência Social e para o EXPORTAÇÃO? Como contribuir para Previdência Social e para o SENAR SENAR PERNAMBUCO Atualização Agosto de 2013 ATUALIZAÇÃO 2013 Alterações introduzidas pela IN/RFB Nº 971, de 13 de novembro 2009 Apresentação

Leia mais

*REGISTRO ELETRÔNICO DE PONTO

*REGISTRO ELETRÔNICO DE PONTO SICAP NEWS Ano 2 nº 19 Informativo Mensal Março 2010 *REGISTRO ELETRÔNICO DE PONTO * Base Legal: Art. 74 da CLT e Portaria 1.510/2009, do MTE Conforme dispõe o 2º do art. 74 da CLT, estão obrigados à anotação

Leia mais

MANUAL DO PGMEI. 1 Introdução. 1.1 Apresentação do Programa

MANUAL DO PGMEI. 1 Introdução. 1.1 Apresentação do Programa PGMEI PGMEI Pág. 1 MANUAL DO PGMEI 1 Introdução 1.1 Apresentação do Programa O Programa Gerador do Documento de Arrecadação do Simples Nacional para o Microempreendedor Individual (PGMEI) é um sistema

Leia mais

Manual. Declaração Anual Simplificada para o Microempreendedor Individual DASN - SIMEI

Manual. Declaração Anual Simplificada para o Microempreendedor Individual DASN - SIMEI Manual Declaração Anual Simplificada para o Microempreendedor Individual DASN - SIMEI Sumário DASN-SIMEI 1. Definições...2 2. Acesso à Declaração...3 3. Apresentação do Programa...3 4. Requisitos Tecnológicos...4

Leia mais

HISTÓRICO DAS VERSÕES DO SEFIP E DAS TABELAS AUXILIARES DO INSS

HISTÓRICO DAS VERSÕES DO SEFIP E DAS TABELAS AUXILIARES DO INSS HISTÓRICO DAS VERSÕES DO SEFIP E DAS TABELAS AUXILIARES DO INSS Os indicativos (número e data) da Versão SEFIP, Tabelas do INSS e Tabela de Índices do FGTS podem ser visualizados no Menu Principal do SEFIP,

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Parcelamento Guia de Previdencia Social e SEFIP

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Parcelamento Guia de Previdencia Social e SEFIP Parcelamento Guia de Previdencia Social 11/10/2013 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Legislação... 3 3.1 Conceitos... 3 3.2 Carta Circular

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS DO OUROCAP MULTISORTE PM24P I INFORMAÇÕES INICIAIS

CONDIÇÕES GERAIS DO OUROCAP MULTISORTE PM24P I INFORMAÇÕES INICIAIS CONDIÇÕES GERAIS DO OUROCAP MULTISORTE PM24P I INFORMAÇÕES INICIAIS SOCIEDADE DE CAPITALIZAÇÃO: BRASILCAP CAPITALIZAÇÃO S.A. CNPJ: 15.138.043/0001-05 OUROCAP MULTISORTE PM24P - MODALIDADE: TRADICIONAL

Leia mais

ABERTURA E ENCERRAMENTO DE EXERCÍCIO

ABERTURA E ENCERRAMENTO DE EXERCÍCIO Atualização: Novembro de 2012 Página: 1 SIA 7.5 - Sistema Integrado de Arrecadação ABERTURA E ENCERRAMENTO DE EXERCÍCIO FIORILLI SOC CIVIL LTDA.-SOFTWARE SIA 7.5 - Sistema Integrado de Arrecadação Atualização:

Leia mais

Nova sistemática de cálculo da contribuição previdenciária patronal;

Nova sistemática de cálculo da contribuição previdenciária patronal; Nova sistemática de cálculo da contribuição previdenciária patronal; Até a Lei 12.546/11 a empresa contribuía para o financiamento da Seguridade Social através dos 20% sobre a folha de pagamento. Após

Leia mais

Cape contabilidade LUCRO REAL

Cape contabilidade LUCRO REAL 1. CONCEITO LUCRO REAL No regime do lucro real o Imposto de Renda devido pela pessoa jurídica é calculado sobre o valor do lucro líquido contábil ajustado pelas adições, exclusões e compensações prescritas

Leia mais

RSN Administrar FGTS/RJ

RSN Administrar FGTS/RJ RSN Administrar FGTS/RJ Índice Legislação Vigente Evolução Procedimental Percentuais Guias em utilização recolhimento regular SEFIP 8.4 - Importação de Folha e Entrada de dados SEFIP 8.4 - Dados do Movimento

Leia mais

Abrangência: Esse programa abrange:

Abrangência: Esse programa abrange: Condições a serem observadas para adesão ao programa de recuperação fiscal que concede condições especiais para o pagamento à vista e o parcelamento de débitos de qualquer natureza (Portaria Conjunta PGFN/RFB

Leia mais

PP650V7 TRADICIONAL CONDIÇÕES GERAIS PROCESSO SUSEP Nº 15414.000663/2009-86 CONDIÇÕES GERAIS I INFORMAÇÕES GERAIS

PP650V7 TRADICIONAL CONDIÇÕES GERAIS PROCESSO SUSEP Nº 15414.000663/2009-86 CONDIÇÕES GERAIS I INFORMAÇÕES GERAIS CONDIÇÕES GERAIS I INFORMAÇÕES GERAIS II - GLOSSÁRIO PP650V7 TRADICIONAL CONDIÇÕES GERAIS PROCESSO SUSEP Nº 15414.000663/2009-86 SOCIEDADE DE CAPITALIZAÇÃO: ICATU HARTFORD CAPITALIZAÇÃO S.A. CNPJ: 74.267.170/0001-73

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS DO PÉ QUENTE BRADESCO SORTE DIA&NOITE

CONDIÇÕES GERAIS DO PÉ QUENTE BRADESCO SORTE DIA&NOITE I INFORMAÇÕES INICIAIS CONDIÇÕES GERAIS DO PÉ QUENTE BRADESCO SORTE DIA&NOITE SOCIEDADE DE CAPITALIZAÇÃO: BRADESCO CAPITALIZAÇÃO S/A CNPJ: 33.010.851/0001-74 PÉ QUENTE BRADESCO SORTE DIA&NOITE PLANO PM

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS DO PÉ QUENTE BRADESCO SOS MATA ATLÂNTICA

CONDIÇÕES GERAIS DO PÉ QUENTE BRADESCO SOS MATA ATLÂNTICA CONDIÇÕES GERAIS DO PÉ QUENTE BRADESCO SOS MATA ATLÂNTICA I INFORMAÇÕES INICIAIS SOCIEDADE DE CAPITALIZAÇÃO: BRADESCO CAPITALIZAÇÃO S/A CNPJ: 33.010.851/0001-74 PÉ QUENTE BRADESCO SOS MATA ATLÂNTICA PLANO

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS CONFIANÇA CAP

CONDIÇÕES GERAIS CONFIANÇA CAP CONDIÇÕES GERAIS CONFIANÇA CAP CONDIÇÕES GERAIS DO CONFIANÇA CAP CONDIÇÕES GERAIS CONFIANÇA CAP Versão: 05/2013 Proc. SUSEP 15414.004330/2012-21 CONDIÇÕES GERAIS DO CONFIANÇA CAP SUMÁRIO I - INFORMAÇÕES

Leia mais